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ENG.º CESAR GUIMARÃES

PROJETISTA AMBIENTAL - CREA 020983995-3 2

AGROPISCICULTURA

Ficha Técnica Piscicultura

Tipo de negócio: Criação de peixe em sistema de produção intensiva Produto: tambaqui, tilápia, tambacu, curumatã, bodó. Área do Espelho D água: 5,45 ha Produtividade média: 7.500,0 kg de peixe/ha/ano Duração do ciclo: 12 meses Mercado Consumidor: Mercado regional

Ficha Técnica Produção Florestal

Tipo de negócio: Produção de Madeira Sistema agro florestal. Produto: Eucalipto, Nim, Sabiá, Ipê. Área total Plantada: 2,00ha Produtividade média: 300 m³/há/a.a. Duração do ciclo: 6 anos Mercado Consumidor: Mercado local

Ficha Técnica Produção de Bovinos, Gado Leiteiro, Caprinos, Ovinos, Frango Caipira.

Tipo de negócio: Produção de Bovinos, Caprinos e Ovinos, em sistema de Consórcio Florestal. Produto: Gado de corte, Gado Leiteiro, Cabritos, Ovelhas, Caipirão. Quantidade de Bovinos: 100 Cabeças/ano Quantidade Leiteiro: 50 Cabeças Quantidade de Caprinos: 120 Cabeças/ano Quantidade de Ovinos: 120 Cabeças/ano Quantidade de Caipirão: 1000 Unidades/ano Mercado Consumidor: Mercado local

Ficha Técnica Produção de Farinha de Mandioca

Produto: Farinha Ipê: 5,0 toneladas/ano

Equipe Técnica:

César Roberto Nascimento Guimarães

Carmem Lima Rosa

Edy Oliveira Vieira

Eng.º Ambiental.CREA 020983995-3

Veterinária. CRMV/MA 1480

Téc. Agrícola. CREA 110783147-8

NOVEMBRO DE 2013

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

4

1. DADOS TÉCNICOS

5

1.1 Finalidade dos Açudes

6

1.2 Características Técnicas dos Açudes Semescavados

6

1.3 Construção dos Açudes

6

2. PROJETO CONSTRUTIVO

8

2.1 Plantas dos Açudes - Figuras 07 e 08

9

2.2 Mapa de Localização de Acesso à Fazenda Ipê

10

3. PROJETO TECNICO

11

3.1

Distribuição dos Açudes

12

4. ALOCAÇÃO DOS POÇOS

13

4.1

Figuras 10, 11, 12, 13, 14 Dados Construtivos Dos

13

4.1

Memorial Descritivo dos

15

5. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

16

6. RESPONSSÁVEL TÉCNICO

17

13 4.1 Memorial Descritivo dos 15 5. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 16 6. RESPONSSÁVEL TÉCNICO 17

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INTRODUÇÃO

Dentro do panorama mundial da aquicultura, a produção de pescado de água doce representa, entre os setores de produção de alimentos, a alternativa que tem maior potencial de crescimento. Os países em desenvolvimento, como o Brasil, tem grande potencial inexplorado. E ainda mais, os grandes produtores mundiais possivelmente não conseguirão atender a demandas crescentes. Devido a essa atual conjuntura que nós da Fazenda Ipê decidimos promover esse trabalho como forma de garantia de uma alimentação saldável para a comunidade local e regional no Estado do Maranhão, não esquecendo a Sustentabilidade deste projeto.

Maranhão, não esquecendo a Sustentabilidade deste projeto. Figura 01 - www.suframa.com.br A sustentabilidade diz

Figura 01- www.suframa.com.br

A sustentabilidade diz respeito a um processo social e político em que o homem e o meio ambiente pactuam o que tirar da natureza. Para isso é necessário reestruturar a organização existente. Isso significa cogerir o sistema pesqueiro, ou seja, partilhar poder e responsabilidade. Com esse pensamento é que iremos delinear nosso plano de ação para com esse trabalho, buscando essa sustentabilidade e a capacidade de interação homem natureza.

nosso plano de ação para com esse trabalho, buscando essa sustentabilidade e a capacidade de interação

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1. DADOS TÉCNICOS

A piscicultura é uma atividade que vem crescendo no Estado do Maranhão de forma significativa. Por outro lado, se os rios ou riachos não possuírem peixes (nascente próxima) a situação é um tanto quanto desfavorável, Neste caso, a solução é construir Açudes fora da nascente e/ou do córrego por onde a água passa e conduzi-la por um canal que permita o seu aquecimento. Este artifício também contribui com a possibilidade de aumentar a quantidade de oxigênio disponível na mesma. Isto se consegue com pedras, degraus ou obstáculos que façam a água turbilhonar. Qualquer alteração projetada para o ambiente natural deve levar sempre em consideração a legislação ambiental. A tabela logo a baixo mostra as classes Texturais indicadas para açudes do sistema de produção de peixes.

Franco – argilo – arenoso 20 – 45 45 – 80
Franco – argilo – arenoso
20 – 45
45 – 80

O solo predominante encontrado na Fazenda; foi Franco argiloso arenoso em uma faixa de 10% para o primeiro (Franco), 45% para o segundo (argila) e 45% para o terceiro (areia). Com isso nosso índice de percolação terá um padrão de aceitação bom, contudo iremos precisar de captação do Rio Itapecuru para composição de nível, iremos construir uma lagoa de abastecimento dos reservatórios, que servirá também coma lagoa de sedimentação para deságue dos açudes, para mantermos a limpeza dos mesmos e também o seu nível dentro de uma sustentabilidade do projeto.

dos açudes, para mantermos a limpeza dos mesmos e também o seu nível dentro de uma

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1.1

Finalidade dos Açudes

Auto - sustento da família;

Comercialização em feiras locais e regionais;

Abastecimento de mercados institucionais;

Fornecimento de matéria prima para o abastecimento e a viabilização econômica de agroindústrias de pescado de pequeno porte.

1.2

Características Técnicas dos Açudes Semescavados

Largura máxima - 20m;

Comprimento aproximado - 50m;

Área total alagada 0,1 ha

Altura média da lâmina d’água - 2,50m;

Profundidade média do viveiro, 3,00 m. Declividade do fundo do viveiro 0,2%;

Margem de segurança 0,4 m;

Pendente do dique do lado molhado 3:1 ou 33%,

Pendente do dique do lado seco 2:1 ou 50%

Largura da mínima da crista 4m

A planta baixa e os cortes estão apresentados nas figuras 6 7 8.

1.3

Construção dos Açudes

Serão construídos 12 (doze) Açudes Semescavados e 01 (uma) lagoa de sedimentação para recepção da troca de águas dos açudes totalizando 13 (treze) áreas escavadas, no local já existe 1 (um) tanque de pequeno porte, com as seguintes medidas 8x18 metros. A entrada de água com vazão mínima de aproximadamente 0,30 L/segundo/1.000L/h para repor as perdas por evaporação e infiltração. Drenagem - cano de 100 mm, composto de duas partes, uma horizontal no fundo da taipa, ligando o fundo do tanque até a parte externa, conectado a um joelho e este a outro cano na vertical totalizando uma altura médi a de 1,5m. Por fora deste cano, encaixar um de cano 150 mm, para propiciar a drenagem da água do fundo do viveiro. O material oriundo das escavações será usado na própria construção das Taipas de contenção dos açudes. Podemos visualizar melhor na imagem 03 logo a seguir como será o projeto.

das Taipas de contenção dos açudes. Podemos visualizar melhor na imagem 03 logo a seguir como

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GUIMARÃES PROJETISTA AMBIENTAL - CREA 020983995-3 7 Figura 03: Baldisserotto A entrada de água no açude

Figura 03: Baldisserotto

A entrada de água no açude ocorre de várias maneiras como chuva, nascentes ou captação de riachos. Em nosso projeto iremos utilizar água do Rio Itapecuru, pois nosso índice de infiltração ficou entorno de 0,9mm/h. Na análise planialtimétrica do açude, optamos por taipas de no máximo 2 (dois) metros de altura e 1 (um) metro de escavação, gerando profundidade de água em torno de 3,0 metros, lembrando-se sempre que os peixes necessitam de área inundada e não de profundidade. Nosso sistema de “ABASTECIMENTO DOS TANQUES SERÁ DA BACIA HIDROGRAFICA DO RIO ITAPECUR. Figura 04

sistema de “ABASTECIMENTO DOS TANQUES SERÁ DA BACIA HIDROGRAFICA DO RIO ITAPECUR ” . Figura 04

Figura 04: Google

sistema de “ABASTECIMENTO DOS TANQUES SERÁ DA BACIA HIDROGRAFICA DO RIO ITAPECUR ” . Figura 04

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2. PROJETO CONSTRUTIVO

Nosso projeto não só visa à produção de peixes, bovinos, caprinos, ovinos e frango Caipira, mas uma produção voltada para a sustentabilidade do ambiente, com o plantio integrado de floresta e frutas da região, com isso beneficiar a biota do lugar. Mostraremos na figura 05 como está hoje a Fazenda Ipê.

12/10/2013
12/10/2013

Figura 05- Eng.º César Guimarães - Fazenda Ipê 2013

Os açudes serão construídos no sistema Semescavados obedecendo aos seguintes critérios de projeto:

B’ Figura 06: Planta Baixa: Escala 1:50 A’
B’
Figura 06: Planta Baixa: Escala 1:50
A’
no sistema Semescavados obedecendo aos seguintes critérios de projeto: B’ Figura 06: Planta Baixa: Escala 1:50

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2.1 Plantas dos Açudes - Figuras 07 e 08

Água
Água
Solo Escavado
Solo Escavado
Solo Natural
Solo Natural
20,00m
20,00m

Figura 07: Corte A – A’: Escala 1:50

Altura da Taipa

Largura da Taipa 5,00m ------

4,00m ------

Altura da Taipa Largura da Taipa 5,00m ------ 4,00m ------ 50,00m Figura 08: Corte B –
Altura da Taipa Largura da Taipa 5,00m ------ 4,00m ------ 50,00m Figura 08: Corte B –
50,00m
50,00m

Figura 08: Corte B – B’: Escala 1:50

Tubo PVC Fundo do Açude

------ 50,00m Figura 08: Corte B – B’: Escala 1:50 Tubo PVC Fundo do Açude de

de 100 mm 2,5 a 3,00m de profundidade.

------ 50,00m Figura 08: Corte B – B’: Escala 1:50 Tubo PVC Fundo do Açude de

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2.2 Mapa de Localização de Acesso à Fazenda Ipê

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ENG.º CESAR GUIMARÃES PROJETISTA AMBIENTAL - CREA 020983995-3 10 2.2 Mapa de Localização de Acesso à

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3. PROJETO TECNICO

Segundo O Art. 1° Este Decreto regulamenta a Lei Nº 8.149, de 15 de junho de 2004, que instituiu a Política Estadual de Recursos Hídricos e o Fundo Estadual de Recursos Hídricos e disciplina o Sistema Estadual de Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos, com relação às águas superficiais. É que nos remete a planejar de maneira integrada nosso plano de ação para desenvolvimento de um modelo de manejo de águas dentro do processo operacional do nosso projeto. Modelo esse que trata desse bem precioso para sobrevivência de maneira a não desperdiçar uma gota se quer deste insumo principal do nosso projeto. As figuras logo a seguir irá mostrar como será implantado esse modelo de gestão dos recursos hídricos dento da cadeia produtiva do pescado na Fazenda Ipê, em Itapecuru Mirim MA. Como indicadores de viabilidade econômica foram considerados o Lucro Líquido, a Margem de Lucro, a Rentabilidade, o Ponto de Nivelamento, o Tempo de Retorno do Capital, a Taxa Interna de Retorno e o Valor Presente Líquido. O cálculo dos referidos indicadores foi baseado nos seguintes pressupostos:

O empreendimento localiza-se em algum dos municípios indicados com boas condições de infraestrutura, disponibilidade de insumos e acesso ao mercado. O tamanho do empreendimento é de 174,3130 ha e a área inundada será de 5,45 há, constituído 6 (seis) módulos de criação, compondo-se de cada módulo de 2 viveiros de engorda de 0,1 ha cada um. Cada ciclo de criação ocupará dois viveiros de engorda, iniciando-se com o povoamento de 5.600 alevinos e terminando com a despesca de 4.760 peixes. O período de duração de cada ciclo é de 12 meses, considerando-se 9 meses de recria/ engorda e 3 meses para despesca, comercialização e preparo dos viveiros para início de novo ciclo. A capacidade instalada de produção será para alevinos e criação de Ovinos e Caprinos, carga horária de (8h trabalhadas/dia).

instalada de produção será para alevinos e criação de Ovinos e Caprinos, carga horária de (8h

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3.1 Distribuição dos Açudes

Destinação dos Efluentes
Destinação dos Efluentes

Figura 09: Fluxo de Processo – Eng.º Cesar Guimarães 2013

12 3.1 Distribuição dos Açudes Destinação dos Efluentes Figura 09: Fluxo de Processo – Eng.º Cesar

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4. ALOCAÇÃO DOS POÇOS

4.1 Figuras 10, 11, 12, 13, 14 Dados Construtivos Dos Poços.

Os testes de bombeamento representam, sem nenhuma dúvida, a forma de mais fácil aplicação e maior garantia em seus resultados, que é usada

tradicionalmente para a determinação dos parâmetros hidrodinâmicos dos aquíferos

e para a verificação da qualidade da construção das obras de captação de água

subterrânea, além de ser a ferramenta indispensável para a determinação de vazões de exploração de poços.

Um teste de bombeamento é uma operação que consiste no bombeamento de um poço durante um certo intervalo de tempo e o registro da evolução dos rebaixamentos em função do tempo. Mostraremos nas figuras logo a seguir os poços existentes na fazenda, para uso doméstico e para dessedentação dos animais

já mencionado no início do projeto.

12/10/20
12/10/20

Figura 10: Poço 01 – 9,00 m - 100 mm Ø

12/10/20
12/10/20

Figura 11: Poço 02 – 9,00 m – 150 mm Ø

O sistema de bombeio dos poços 01 e 02 são de profundidades iguais, mas com características diferentes, como mostra as figuras à cima, o 01 tem sistema de bombeamento manual enquanto que o 02 o sistema de bombeamento é elétrico. Onde podemos descrever as variáveis envolvidas no processo de bombeamento para poços tubulares e que devem ser monitoradas, são as seguintes:

Vazão de Bombeamento (Q)

Rebaixamento do Nível da Água dentro do Poço (s)

Tempo (t)

são as seguintes:  Vazão de Bombeamento (Q)  Rebaixamento do Nível da Água dentro do

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A vazão de bombeamento é o volume de água por unidade de tempo extraído do poço por um equipamento de bombeamento; Rebaixamento do nível da água dentro do poço é a distância entre o nível estático (NE) e o nível dinâmico (ND); Nível estático (NE) é a distância da superfície do terreno ao nível da água dentro do poço antes de iniciar o bombeamento; Nível dinâmico (ND) é a distância entre a superfície do terreno e o nível da água dentro do poço após o início do bombeamento; A variável Tempo é o tempo decorrido a partir do início do bombeamento. O gráfico, a seguir, ilustra claramente estas variáveis.

O gráfico, a seguir, ilustra claramente estas variáveis. Gráfico: Variáveis de Um teste de Bombeamento –

Gráfico: Variáveis de Um teste de Bombeamento – Manual de Bombeamento

Vejamos logo a seguir os outros poços existentes na fazenda: figuras 12, 13,

14.

12/10/2013
12/10/2013

Figura 13: Poço 03 - 32 m 200 mm Ø

12/10/2013
12/10/2013

Figura 14: Poço 04 - 9 m 100 mm Ø

12/10/2013
12/10/2013

Figura 15: Poço 05 - 9 m 100 mm Ø

Poço 03 - 32 m 200 mm Ø 12/10/2013 Figura 14: Poço 04 - 9 m

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4.1 Memorial Descritivo dos Poços.

Poço 01: Cálculo da vazão volumétrica: d = 4” = 10 cm = 100 mm, A = 9,00 m.

vazão volumétrica: d = 4” = 10 cm = 100 mm, A = 9,00 m. minutos.

minutos.

d = 4” = 10 cm = 100 mm, A = 9,00 m. minutos. Para abastecer

Para abastecer um Tambor de 20 l, se gasta 00:03 (três)

Qv = 0,5.

= 0,00024 m³/s = 0,24 l/s

Qv = v / t = t = 20 / 0,24 = 180,00 segundos = 3 minutos

Poço 02: Cálculo da vazão volumétrica: d = 6” = 15 cm = 150 mm, A = 9,00 m.

Qv = v. A

Para Abastecer uma Caixa d’água de 1.000 l se gasta 00:23 min.

uma Caixa d’água de 1.000 l se gasta 00:23 min. Qv = 0,4. = 0,00070 m³/s

Qv = 0,4.

= 0,00070 m³/s = 0,70 l/s

Qv = v / t = t = 1.000 / 0,70 = 1.430 segundos = 23 minutos

Poço 03: Cálculo da vazão volumétrica: d = 8” = 20 cm = 200 mm, A = 32,00 m.

Qv = v. A

Para Abastecer uma Caixa d’água de 1.000 l se gasta 00:33 min.

Abastecer uma Caixa d’água de 1.000 l se gasta 00:33 min. Qv = 0,7. = 0,00050

Qv = 0,7.

= 0,00050 m³/s = 0,50 l/s

Qv = v / t = t = 1.000 / 0,50 = 2.000 segundos = 33 minutos

Obs.: Poço 04 e Poço 05 são análogos ao Poço 01. E o P 06 será perfurado ainda e terá as mesmas características do P 03.

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5. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

AMBIENTAL - CREA 020983995-3 16 5. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA AUOZANI, Laudir Luiz; REDIN, Evani; HÖFLER, Cláudio

AUOZANI, Laudir Luiz; REDIN, Evani; HÖFLER, Cláudio Edilberto (Org.). Plano estratégico de desenvolvimento da aquicultura e pesca 2007- 2017. Ijuí:

Ed. Unijuí, 2007. 134 p. il. BALDISSEROTTO, Bernardo. Piscicultura continental no Rio Grande do Sul: situação atual, problemas e perspectivas para o futuro. Ciência Rural, Santa Maria, vol.39, n.1, p.291-299, jan./fev.2009. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/cr/v39n1/a46cr443.pdf>. Acesso em: 10 Julho. 2013. ANZUATEGUI, I. A. Rações pré-calculadas para organismos aquáticos. Guaíba: Agropecuária, 1998.135p. BERTOLETTI J.J.; BERTOLETTI A.C.R. Açudes e Criações de Peixes. Porto Alegre; Secretaria de Agricultura/PUCRS, Museu de Ciências, 1978. BORGUETTI, J.R. Panorama da Aquicultura, Rio de Janeiro:

v6,n.35,p.3,1996.CANTELINO, O. A. Alimentação Artificial de Larvas e Alevinos de

Peixe. Pirassununga: Centro de Pesquisa e Treinamento na Agricultura [19

RESOLUÇÃO CONAMA no 396, de 3 de abril de 2008 Publicada no DOU nº 66, de 7 de abril de 2008, Seção 1, páginas 64-68 Mecânica dos Fluidos , Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues IFSP

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6. RESPONSSÁVEL TÉCNICO

AMBIENTAL - CREA 020983995-3 17 6. RESPONSSÁVEL TÉCNICO César Roberto Nascimento Guimarães Engenheiro de
AMBIENTAL - CREA 020983995-3 17 6. RESPONSSÁVEL TÉCNICO César Roberto Nascimento Guimarães Engenheiro de

César Roberto Nascimento Guimarães Engenheiro de Produção Mecânica Engenheiro Ambiental Especialista CREA - 020983995-3