Você está na página 1de 11

EDUARDO DA SILVA SCUDELER (8006426

)
Licenciatura em Matemática

O ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA PARA
ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL (ANOS FINAIS).

Tutor: Profa. Beatriz Consuelo Kuroishi Mello

Claretiano - Centro Universitário

BATATAIS
2016

Métodos atualizados mostrando que o ensino da matemática vai além de decorar formulas necessitando entender a matemática. abordando a importância da interação do docente com o aluno. Onde o aprendizado sequencial vem sofrendo devido à baixa formação de base e sendo passado a novos anos sem uma base consolidada. aprendizagem. Palavras-chave: ensino fundamental. . mas despertar a importância para buscar a inovação proporcionando uma melhor participação dos alunos nas aulas incentivando o desenvolvimento dos mesmos. A família pode ser mais atuante ajudando na instrução e infelizmente não ocorre com a frequência ideal. O uso de novas ferramentas.RESUMO Este artigo busca expor de maneira mínima os rumos do aprendizado da matemática. Esta revisão não tem a pretensão de oferecer uma solução. ensino matemática. diferenciando das atuais tornando o ensino agradável e envolvente. métodos.

pois foi exposto a uma grande quantidade de informação e passou por repetição e o aprendizado não aconteceu. “Sugere-se que os estudantes escrevam crônicas que ressaltem seu aprendizado. 13) A importância da interação entre o docente e o aluno. É a prioridade de sua ação pedagógica. ” Em sua obra A Escrita e o Pensamento Matemático POWELL. Para esses professores o conteúdo trabalhado. Repensar a escola é. a confiança entre os dois e as limitações para um intercambio educacional satisfatório. proporcionam ao aluno o registro da sua maneira de entender o que aprendeu. ao invés da aprendizagem do aluno. necessariamente. Ao colocar em prática o que se aprende na aula possibilita uma interação do aluno com o conteúdo proposto.” Através da escrita livre. preparação de material que de condição ao professor responder questões referente de onde veio para que serve e assim o aluno entender além de decorar formulas e por meio de exercícios de repetição aprender apenas mecanicamente. aproveitando o material . 2007. seus sentimentos. p. essencialmente. Ao estimular o aluno a relatar por escrito possibilita a discussão em grupo. (1989.INTRODUÇÃO Os novos rumos do ensino da matemática. Os professores mais tradicionais. inserida. descobertas etc. Segundo D’AMBROSIO. BAIRRAL (2014. O problema está após a troca da matéria ou ano estudado. e conforme pontos de vista diferentes chegando ao um mesmo consenso. didático. “Com um pouco de prática. 2) “Uma das grandes preocupações dos professores é com relação à quantidade de conteúdo trabalhado. Assim o aluno ao expor suas ideias está aprendendo e ensinando e o aluno que recebe a informação repensando o que aprendeu e conferindo a chegada ao mesmo resultado. conhecimentos. ainda um projeto de docentes e. p. ” (SADOVSKY. “ Entendemos que a didática não pode ignorar o contexto social e político no qual está. o professor formará o laboratório com diversos utensílios elaborados pelos próprios alunos ou pais e mães. mas entendemos também que a didática não se dilui nesse mesmo contexto. entendem que o aluno que cumpre todos os exercícios propostos estará assim aprendendo matemática. Conforme os recursos oferecidos aos professores os mesmos iram desenvolver materiais para montagem do LEM. P. muitas vezes em uma nova utilização da expressão estudada anteriormente o aluno comete erros simples como os demais.19). O uso de ferramentas diferenciadas pode favorecer a qualidade do ensino.

sendo que mesmo aplicando inovações é importante seguir alguns parâmetros bem fundamentados como Vygotsky. a experimentação e a própria avaliação. o levantamento de hipóteses. um facilitador da aprendizagem. O uso de jogos didáticos como o tangram.201). Quando discutirmos sobre didática alguns pontos são primordiais e a história aponta como fundamento para iniciar o ensino. mas sem esquecer teorias que são certas de sucesso. p. “Tendo qualquer jogo um objetivo num contexto específico. para além de desenvolver a autonomia. marcando claramente sua abordagem sobre fenômenos psicológicos. 2010. em que o paradigma metodológico muda a maneira de agir no binômio ensino- aprendizagem. a autoestima e a socialização. 2012. O laboratório poderá incluir um museu e uma biblioteca. 2008. p. Pode-se apresentar como produtivo. desenvolvendo competências como o raciocínio. a sua utilização na aula tem finalidades para além da ideia original do jogo. 55). mas com sua essência válida de modo atemporal. disponível. 27). tanto na Europa quanto na América Latina. 1995. ” (CASTORINA. p. a origem e o desenvolvimento dos processos psicológicos. pois. a reflexão. ” (SANTOS. A ação de produzir é muito importante para o aluno. “ A questão da relação entre os processos de desenvolvimento e de aprendizagem é central no pensamento de Vygotsky. Temos dois campos de atuação desse novo paradigma: o curricular e o metodológico. a LOE 1 se integra a essa corrente. uma constante em seu trabalho. necessitando de adaptações para os dias atuais. p. As disposições legais dos países desses entornos viram-se instadas a acomodar seus sistemas educacionais a essas correntes pedagógicas. ” (RIVILLA. ontogenético (desenvolvimento do indivíduo) e microgenético (desenvolvimento de aspectos específicos do repertório psicológico dos sujeitos). Ao buscar inovações para melhorar a qualidade do ensino e o envolvimento dos alunos atualmente o método que consiste em apenas conteúdo. Sua preocupação com o desenvolvimento é. “ Em todos os níveis educacionais. . os quais interagem na construção dos processos psicológicos. 53). geoplano ou palavras cruzadas (nesse caso expressões matemáticas cruzadas) para ensinar matemática de maneira lúdica possibilita uma interação dos alunos além das aplicações e conceitos básicos da sala de aula. ” (ROSA. tem mostrado maior dificuldade em trazer os alunos para o acompanhamento do conteúdo. e ambos afetam o desenvolvimento profissional do docente. Sua abordagem genética desdobra-se nos níveis filogenético (desenvolvimento da espécie humana). sociogenético (história dos grupos sociais). Piaget por sua vez com a teoria cognitiva é ponto fundamental para direcionar a criação de novas formas de ensino. isto é. Em nosso caso. assim o uso de um método por competência vem apresentando melhores resultados quando ao relacionamento entre os alunos e professores e como consequência o aprendizado. na relação entre o docente e o discente. 1 LOE: Lei Orgânica de Educação. tem- se experimentado nos últimos tempos uma mudança metodológica chamada “modelo de ensino-aprendizagem baseado em competências”. isto é. Sua posição é essencialmente genética: procura compreender a gênese. Trazendo o aluno para uma proximidade da matemática com aprendizado e interesse.

Apresentar “ sugestões para atividades. Em poucas palavras. mas sem o entendimento a mesma vai se perder com o tempo gerando desgosto de uma geração a outra. tornando as aulas de matemática interativas e atrativas culminando com o aprendizado desejado nos PCN´s. Consulta a bibliografia sugerida no caderno de referência de conteúdo da matéria didática e metodologia do ensino da matemática. capaz de oferecer um sujeito ativo. a teoria piagetiana é apresentada como uma versão do desenvolvimento cognitivo nos termos de um processo de construção de estruturas logicas. p. uma teoria universalista e individualista do desenvolvimento. aí vem a importância de rever a maneira de ensinar e passar o raciocínio matemático. também em sites com publicações de artigos acadêmicos e científicos como portal do professor e Google acadêmico. visando oferecer opções facilitadoras de expor o ensino aos alunos. e para a qual a intervenção social externa só pode ser “facilitadora” ou “obstaculizadora”. ” ROSA (2010. METODOLOGIA A busca da base de dados ocorreu através de bibliotecas virtuais como a Digital Pearson oferecido no SAV do Claretiano. 1995. SADOVSKY 2007. com temas sobre inovação e sugestões para tornar as aulas de matemática . porém abstrato (“epistêmico”). 53). um motivado a transmitir seu conhecimento e o outro avido em receber e aplicar o conhecimento. Ao investigar novos recursos e didáticas os professores vão começar a mudar essa imagem e melhorar o aprendizado. “Em linhas gerais. Foram incluídos artigos de 1989 até 2015. 55). Este artigo de revisão bibliográfica vai mostrar ferramentas e recursos. sendo importante para a maneira atual de ensino da matemática o uso de recursos atrativos e inovadores. Importantes notoriedades relacionadas ao ensino demonstram preocupação com a maneira que o ensino da matemática deve ser considerado. relata importância do ensino da matemática sendo um produto cultural e social. que contribuirão na formação do “cantinho da matemática”. Trazendo assim o aluno para junto do professor caminhando lado a lado. A matéria matemática com suas formulas que podem gravadas pela repetição. p. Entender os novos recursos para exposição das aulas de matemática e expor esses durante o artigo fazem parte do objetivo deste artigo. ” (CASTORINA. e que faz da aprendizagem um derivado do próprio desenvolvimento. e o irmão mais velho ao falar das dificuldades que o irmão mais novo terá não vai faltar a matemática. O idioma escolhido para pesquisa dos artigos é o português. Pois o sistema antigamente utilizado não apresenta a adesão dos alunos de maneira adequada. explicada por mecanismos endógenos.

No ensino da matemática parece existir um agravante cultural. mas isso não resolverá sozinho o problema. onde vai gerar uma dificuldade que vai culpar os cálculos sendo que sua origem está na interpretação. “Os professores precisam receber sempre a melhor preparação e reciclagem existentes. isso vem desde a família.. “a matemática. um dos sujeitos demonstra a intenção de modificar o sistema de conhecimentos do outro (os meios de decisão. . que inclui tudo o que especificamente coladora no componente matemático de sua formação”. 53). em várias gerações de estudantes. porque o problema não é só com o ensino da matemática. ocasionando um afastamento da vida real. “Se considerarmos o ensino como “projeto e ação social em que um aluno se apropria de um saber constituído ou em constituição”. Uma interação torna-se didática se. a didática da matemática transforma-se na “ciência das condições de transmissão e apropriação dos conhecimentos matemáticos úteis aos homens e a suas instituições”. Assim além de uma formação básica não atender às necessidades para o bom andamento do ensino fundamental (anos finais) o apoio na casa é pouco provável. as referências culturais). DESENVOLVIMENTO Atualmente a base da formação ainda fica aquém do esperado. o vocabulário. e somente se. p. Dentre os grandes desafios para repassar o conhecimento está em envolver o aluno com o objeto a ser ensinado. p. Assim a criatividade para proporcionar um caminho curto entre o aluno o conteúdo programático é necessário com isso desmistificando essa nuvem negra que existe quanto ao ensino de matemática.. [. Não é raro perceber que muitas vezes o problema inicia na interpretação do exercício proposto.]. ” Proporcionar um ensino agradável e envolvente é o início para reverter as dificuldades no ensino da matemática atualmente. A criança não nasce desgostando de matemática. as formas de argumentação. Isso tem gerado. muitas vezes é trabalhada de forma abstrata. nem só com a educação em geral. mas são poucos os pais que incentivam e não colocam bloqueios sobre a dificuldade que os mesmos tiveram. ” (BROUSSEAU. pois ao falar sobre ter aulas de matemática aparece uma expressão de rejeição na face dos envolvidos mesmo antes de iniciar o assunto. 220) Ensinar matemática necessita de um contexto mais envolvente favorecendo a interação dos participantes para tornar agradável o recebimento das informações. 2008.interativas e desmistificar a matemática como o conteúdo de maior dificuldade para aprendizado. ” (ROSA 2010. A modelagem dessa transmissão leva a utilizar o termo “ situação didática” no sentido de “ entorno do aluno. uma aversão à essa disciplina escolar. Segundo Alves 2011.

se expõem. ” (BROUSSEAU. ” (SANTOS. Em primeiro lugar. mais facilmente se discutem e explicam ideias. p. argumentos e resoluções. O planejamento torna-se um importante aliado para melhor aplicar as técnicas e os recursos aos alunos conforme seu desenvolvimento e quais ferramentas podem proporcionar o resultado desejado junto aos alunos. ou seja. 2003). Um aluno não aprende matemática apenas por suas necessidades. Não devendo fiar apenas no papel sendo necessário um planejamento possível de executar. Esses são os elementos que permitirão à sociedade encontrar os diferentes especialistas de que precisa. mas também para oferecer à sociedade a oportunidade de encontrar. Em nenhum momento do na sala de aula de matemática são colocadas situações que motivem o aluno a solucionar um problema pela criatividade (D’Ambrósio 1989). . Esclarecer ao aluno e aos pais sobre a importância do conteúdo ensinado para compreender sobre a importância não apenas de usar o conhecimento de maneira pratica no dia-a-dia como algo físico e sim aprimorar o conhecimento a fim de desenvolver o raciocínio logico buscando o desenvolvimento intelectual além de aplicações práticas. criando uma barreira inicial no contato do aluno com o material didático. tanto os matemáticos como os modestos usuários da matemática de que precisará. “Quando se realizam tarefas de forma colaborativa na sala de aula. 2008. avaliam e refutam pontos de vista. a tabela 1 apresenta em linhas gerais as principais linhas dos dois modelos educacionais (BARBOSA. Na sala de aula a integração entre os alunos é evidente e natural. p. em algum momento. Existe também o papel civil que as crianças devem assumir superando os desafios da aprendizagem. Com a intenção de traçar um paralelo entre o modelo educacional tradicional conteudista e o por competências. O processo de ensino da matemática deve direcionar o desenvolvimento no interesse dos alunos voltados para a pesquisa e descoberta motivando a curiosidade não focar na dificuldade em resolver um problema e sim na satisfação de chegar a resolução sendo uma atividade agradável. existe uma bagagem cultural mínima necessária que cada sociedade estipula para seus membros adultos. “O que se aprende na escola não é somente aquilo que cada criança pessoalmente vai precisar no futuro para sobreviver (isso ninguém pode saber). 2005. não apenas um texto atendendo as solicitações constantes nos PCN´s e sim além dessa necessidade propor a implementação possível. 15). com a discussão entre os mesmos as ideias sendo compartilhadas oferecendo o crescimento individual através do compartilhamento das informações. então usar essas relações para atividades colaborativas faz o maior sentido. criam-se oportunidades de enriquecer o poder matemático dos alunos pois cada um dos parceiros está envolvido na procura da resolução para a tarefa que tem em mãos. pois a formação de sua vida social está acontecendo. 123).

participa (?). Essencialmente acadêmico. resolve problemas etc. vive o processo. Item Modelo Conteudista Modelo por Competências Foco do curso Ensino Aprendizagem Conteúdo a serem Visão do curso Competências a serem desenvolvidas ensinados. explica etc. Habilidades Desenvolvimento de habilidades nos desenvolvidas no Memorização e reprodução domínios cognitivo. apresenta desafios. anima. resolve reproduzindo etc. aplicar os poucos recursos de maneira eficaz. Tipo de professor Especialista Facilitador Passivo. etc. opera. Ação do aluno pergunta (?). memoriza. responde. indica possíveis percursos Ação do professor pergunta. assessora. sendo positivos quanto a 2 Fonte: BARBOSA. Proporcionar uma base mais estruturada iniciando pela família com a participação dos pais. afetivo e aluno psicomotor Inovar com os recursos disponíveis durante as aulas é necessário para trazer o estudante junto ao professor. 2003. Sabe. fala. pois assim o aluno poderá digerir a matéria sem criar barreiras quanto a dificuldade que encontrará na resolução dos desafios. informa. faz-se necessário. cobra estimula. conseguir andar lado a lado dentro do respeito necessário entre docentes e discentes torna-se o objetivo inicial. . Critério dos exemplos Contextualizados com a realidade e desvinculado da realidade apresentados nas aulas desenvolvimento do aluno do aluno Tipo de aula Expositiva Problematização Relação entre Geralmente são isoladas Interdisciplinaridade disciplinas Relação entre as atividades Teoria e Prática Contextualização desenvolvidas Ambiente da aula Sala de aula Ambiente de formação O que se deseja desenvolver nos Conhecimentos Competências alunos O que os alunos Aprender a fazer Aprender a aprender devem aprender Quais são os indicadores do Avaliação Acompanhamento aprendizado Problematiza. ouve. Ativo. Conclusão Repensar os atuais métodos. para vencer os desafios do ensino atual da matemática. Tabela 1 2– Comparação entre modelos educacionais conteudista e por competências. explica. pergunta. pensa. orienta. age.

Ao fazer parte de um grupo onde não apenas um aluno resolve tudo proporcionara um crescimento social e habilidades para resolução de problemas. Estimular o prazer em resolver problemas matemáticos. mas é necessária uma mudança de postura para despertar o desejo pelo conhecimento nos alunos de hoje em dia. Estamos longe de uma solução fácil e prática que com apenas um novo método venha resolver. motivar as discussões em grupos onde o crescimento educacional será para todos participantes.matéria não colocando bloqueios devido à falta de aptidão ou dificuldades que houveram com esses em seu período de estudos. não tenho a pretensão de oferecer soluções milagrosas. .

Palmas. 12.com.shtml. 2016. Acesso em: 28 mar. ALVES.).digitalpages.com. 2011 16 p. Disponível em: http://claretiano. VERSOLATO.br/users/publications/9788530810818/pages/-2>. diz novo diretor do Impa. São Paulo: Ática. R. Arthur. 144p. São Paulo: Editora Ática. Explorações da linguagem escrita nas aulas de Matemática. Acesso em: 07 mai 2016. Disponível em: <http://www. Marcelo. Disponível em: http://www1. 2003.folha.REFERÊNCIAS ALVES.mt.bv3. G. BROUSSEAU. 2007. Leituras e Escritas na Educação Matemática. Ensino de matemática no Brasil é catastrófico.br/ciencia/2016/01/1734373-ensino-de-matematica-no-brasil-e- catastrofico-diz-novo-diretor-do-impa. Introdução ao estudo da teoria das situações didáticas: conteúdos e métodos de ensino. Formação e desenvolvimento das competências básicas – vol 2.. Beatriz S. 178p. São Paulo: Ática. Folha de São Paulo. 1. FERREIRO.. 1989.ed. 1995.bv3.A.L. 128p. Ano II.seduc. Ensino e aprendizagem da matemática: Um estudo de caso no ensino fundamental 1. Escola Técnica Federal de Mato Grosso. Curitiba. (Orgs. Brasília. [Livro eletrônico]. 2016. POWELL.br/users/publications/9788582121887/pages/-2.A. Monografia (Pós-Graduação Lato Sensu em Coordenação Pedagógica) – Universidade Federal do Tocantins – UFT. Acesso em 16 mai. M. Piaget-Vygotsky Novas contribuições para o debate. P. C. A Escrita e o Pensamento Matemático: Interações e potencialidades.com. S.. D’AMBROSIO. M. Ernesto.2008. E. Didática da Matemática. BAIRRAL. 2005.. 2008. 2010.. O Ensino por Competências II. R. RIVILLA. Como ensinar matemática hoje? Temas e Debates. G. O ensino de matemática hoje: enfoques. In: NACARATO. SANTOS. 1.Departamento de Ciências Sociais . 2016. F. OLIVEIRA. PR: InterSaberes. Acesso em: 12 mar. Patrícia. N2.ed. LOPES. SP: Papirus.ed. E. J. sentidos e desafios. Belo Horizonte: Autêntica. Joaquim O. Dissertação (Mestrado em Ciências da Educação) . Série Fundamentos 1. A. Disponível em: <http://claretiano. .htm>.F. Campinas. 2014. 15-19. K. 298p. ROSA. M. 192p. CASTORINA.digitalpages. LERNER. 1a ed. A Matemática e o Jogo Influência no Rendimento Escolar. SADOVSKY. D. [Livro eletrônico]. SANTOS. São Paulo: Ática. SBEM.uol. 2012. BARBOSA.ed.gov. caderno Ciência. Antônio M. 2016.br/publicacoes_profissional.

Lisboa.2008. Universidade Nova de Lisboa Faculdade de Ciências e Tecnologia. .Aplicadas (DCSA) Secção de Ciências e Tecnologias da Educação e da formação (SCTEF).