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ACUPUNTURA PULSO-TORNOZELO Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 1
ACUPUNTURA PULSO-TORNOZELO
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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CONCEITO  A técnica de Acupuntura Pulso Tornozelo (APT) é um método moderno de acupuntura
CONCEITO
 A técnica de Acupuntura Pulso Tornozelo (APT) é
um método moderno de acupuntura que permite os
mesmos efeitos da acupuntura sistêmica, mas
apenas utilizando pontos localizados nas regiões
pulso e tornozelo
 Técnica segura, indolor, prática e eficaz no
tratamento de diversas patologias.
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ORIGEM  Técnica Moderna (1965 – 1975);  Origem Chinesa – Hospital de Xangai; 
ORIGEM
 Técnica Moderna (1965 – 1975);
 Origem
Chinesa
Hospital
de
Xangai;
 Desenvolvida pelo Dr. Xin Shu
Chang ou Zhang Xinshu;
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ORIGEM  Originalmente ele experimentou com a inserção perpendicular nos pontos IG4 e CS6 para
ORIGEM
 Originalmente ele experimentou com a inserção perpendicular nos
pontos IG4 e CS6 para tratamento de algias no ombro, porém
descobriu que punturas subcutâneas davam melhores resultados;
 Utilizou a técnica inicialmente para patologias neurológicas -
Hemiplegia e Paraplegia;
 No começo utilizou eletroestimulação, depois diminuiu a intensidade do
estímulo elétrico e em seguida retirou a eletroestimulação e verificou
que o resultado era igualmente bom;
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ORIGEM  Passou a fazer inserções oblíquas;  Logo depois inserções horizontais no sentido proximal,
ORIGEM
Passou a fazer inserções oblíquas;
Logo depois inserções horizontais no sentido proximal,
sem DeQi, obtendo bons resultados;
Descobriu também que quanto mais superficial a agulha,
maior o efeito analgésico.
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ORIGEM  Reduziu o calibre das agulhas de 0,3 para 0,25. Diminuiu o comprimento das
ORIGEM
 Reduziu o calibre das agulhas de 0,3 para 0,25. Diminuiu o
comprimento das agulhas de 1,5 para 1 polegada;
 Concluiu que podem ser implantadas as agulhas Hinaishin para
prolongar os efeitos.
 Até alguns anos atrás, as agulhadas eram direcionadas proximalmente;
agora, proximal ou distalmente, dirigidas para as áreas perturbadas.
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AGULHAS OBLÍQUAS - SUBCUTÂNEAS Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 7
AGULHAS OBLÍQUAS - SUBCUTÂNEAS
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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EFICÁCIA DA TÉCNICA Material produzido pelo professor: dfgdfg 8
EFICÁCIA DA TÉCNICA
Material produzido pelo professor: dfgdfg
8
EFICÁCIA DA TÉCNICA Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 9
EFICÁCIA DA TÉCNICA
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
9
EFICÁCIA DA TÉCNICA Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 10
EFICÁCIA DA TÉCNICA
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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FORMA DE INSERÇÃO DAS AGULHAS / OBSERVAÇÕES:  Inserção superficial na camada subcutânea;  Não
FORMA
DE
INSERÇÃO
DAS
AGULHAS
/
OBSERVAÇÕES:
 Inserção
superficial
na
camada subcutânea;
 Não
atingir
a
camada
muscular;
 Ausência de DeQi e dor
local;
 Não manipular a agulha
inserida.
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VANTAGENS DA APT  Simplicidade – Apenas 12 pontos;  Conveniência – Não há necessidade
VANTAGENS DA APT
 Simplicidade – Apenas 12 pontos;
 Conveniência – Não há necessidade de retirar a roupa;
 Dor – Como não há presença de DeQi a dor é quase
nula;
 Segurança – aplicação subcutânea;
 Vasta
gama
de
aplicações
trata
uma
gama
de
distúrbios.
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PRINCIPAIS INDICAÇÕES  Distúrbios funcionais;  Síndromes dolorosas;  Cefaleia;  Dismenorreia; 
PRINCIPAIS INDICAÇÕES
 Distúrbios funcionais;
 Síndromes dolorosas;
 Cefaleia;
 Dismenorreia;
 Doenças mentais;
 Neuropatias.
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DIVISÃO DAS ÁREAS DO CORPO NA APT  O corpo é dividido em 6 zonas;
DIVISÃO DAS ÁREAS DO CORPO NA APT
 O
corpo é dividido
em
6
zonas;
 Cada zona é divida em Alto
e Baixo;
 04
quadrantes
e
08
divisões.
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LINHA DO DIAFRAGMA – ZONA SUPERIOR E INFERIOR DA APT Material produzido pelo professor: Thales
LINHA DO DIAFRAGMA – ZONA SUPERIOR E
INFERIOR DA APT
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DIAFRAGMA ALTO / BAIXO  Parte superior do corpo, acima do diafragma, utiliza- se pontos
DIAFRAGMA ALTO / BAIXO
 Parte
superior do corpo,
acima do diafragma, utiliza-
se pontos do punho;
 Parte
inferior,
abaixo
do
diafragma,
do tornozelo.
utiliza-se
pontos
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DIREITO E ESQUERDO – LATERALIDADE DA APT Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
DIREITO E ESQUERDO – LATERALIDADE DA APT
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ÁREAS YIN E YANG NA APT Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 18
ÁREAS YIN E YANG NA APT
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ESCOLHA DOS ACUPONTOS  Indicações terapêuticas – Com base na segmentação longitudinal correspondente a
ESCOLHA DOS ACUPONTOS
 Indicações
terapêuticas
Com
base
na
segmentação
longitudinal correspondente a cada acuponto.
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ESCOLHA DOS ACUPONTOS  Localização da doença:  Pontos do punho para problemas acima do
ESCOLHA DOS ACUPONTOS
 Localização da doença:
 Pontos do punho para problemas acima do diafragma;
 Pontos do tornozelo para problemas abaixo do diafragma.
 Tratar unilateralmente quando a doença afeta apenas um
lado;
 Tratar
bilateralmente
quando
pretende
aliviar
as
manifestações gerais da doença.
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LOCALIZAÇÃO DA DOENÇA  Dores, parestesias, paralisia, tremor, tosse, são facilmente localizáveis; 
LOCALIZAÇÃO DA DOENÇA
 Dores, parestesias, paralisia, tremor, tosse, são facilmente
localizáveis;
 Hipertensão, fadiga e alterações psíquicas são de mais
difícil localização;
 Quando se localiza a doença com uma respectiva zona os
resultados terapêuticos são melhores.
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AS 06 ZONAS DA APT 06 zonas longitudinais: três na área Yin e três na
AS 06 ZONAS DA APT
06 zonas longitudinais: três na área Yin e três na Yang
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ZONA 1 Região frontal da cabeça à face ântero medial do pé, incluindo testa, olhos,
ZONA 1
Região frontal da cabeça à face ântero
medial do pé, incluindo testa, olhos, nariz,
boca, dentes anteriores, língua, garganta,
faringe, região anterior do pescoço,
traqueia, esôfago, coração, órgãos
epigástricos, umbigo, abdômen baixo,
útero e órgãos pélvicos, bexiga, genitália
externa, face ventral e medial dos
membros inferiores.
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ZONA 2 Inclui a região temporal, área zigomática e maxilar da face, dentes molares, ATM,
ZONA 2
Inclui a região temporal, área
zigomática e maxilar da face,
dentes molares, ATM, região
mandibular, glândula tireoide,
clavícula, pulmões, área mamária,
hipocôndrios, flancos, região
ileocecal, sigmoide, fígado, baço e
face medial de membros inferiores.
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ZONA 3 Inclui a região ântero lateral da cabeça próximo a linha que divide o
ZONA 3
Inclui a região ântero lateral da cabeça
próximo a linha que divide o corpo em
anterior e posterior, incluindo a orelha
externa, a carótida no pescoço, as laterais
do flanco e região de crista ilíaca ântero
superior, e a estreita área da região ântero-
medial dos MMII.
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ZONAS 1, 2 e 3 (YIN) Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 26
ZONAS 1, 2 e 3 (YIN)
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
26
ZONA 4 Inclui a parte yang, lateral do tronco, cabeça, orelha interna, processo mastóide, região
ZONA 4
Inclui a parte yang, lateral do
tronco, cabeça, orelha interna,
processo mastóide, região
lateral do pescoço, ATM,
região axilar e face lateral da
região escapular e tronco,
além da estreita faixa na
região anterior dos MMII.
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ZONA 5 Região posterior do tronco, da linha axilar posterior até a linha que passa
ZONA 5
Região posterior do tronco, da
linha axilar posterior até a linha
que passa pela borda interna da
escápula, incluindo o osso ilíaco,
inclui ainda a região póstero lateral
das têmporas, pescoço, escápula
e costas, incluindo os processos
transversos da coluna, além da
face lateral dos membros
inferiores.
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ZONA 6 Inclui o centro da região occipital, a região paravertebral, até o ânus, além
ZONA 6
Inclui o centro da região occipital, a
região paravertebral, até o ânus,
além da face posterior dos MMII.
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CORRELAÇÃO DAS ZONAS COM OS MERIDIANOS PRINCIPAIS Zona 1: Coração / Rim (Shao Yin) Zona
CORRELAÇÃO DAS ZONAS COM OS
MERIDIANOS PRINCIPAIS
Zona 1: Coração / Rim (Shao Yin)
Zona 2: Pericárdio / Fígado (Jue Yin)
Zona 3: Pulmão / B. Pâncreas (Tai Yin)
Zona 4:Int.Grosso / Estômago (Yang Ming)
Zona 5: Triplo Aq. e V. Biliar (Shao Yang)
Zona 6: Intest. Delgado/Bexiga(Tai Yang)
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NÍVEIS ENERGÉTICOS YIN Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 31
NÍVEIS ENERGÉTICOS YIN
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NÍVEIS ENERGÉTICOS YANG Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 32
NÍVEIS ENERGÉTICOS YANG
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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TÉCNICA DE AGULHAMENTO  Agulha sistêmica (descartável):  Medidas 0,25mm x 30mm ou 0,30 x
TÉCNICA DE AGULHAMENTO
 Agulha sistêmica (descartável):
 Medidas 0,25mm x 30mm ou 0,30 x 40 mm
 Postura do cliente:
 Sentado ou deitado
 Sentido da inserção da agulha:
 Ponta da agulha em direção à área afetada
 Posição de inserção da agulha
 Agulha em 30° e depois aprofunda, mantendo-a
paralela a pele, entre a derme e a camada muscular
 Profundidade de inserção
 1 cm, somente na camada subcutânea
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TÉCNICA DE AGULHAMENTO  Cuidados:  Higienizar local com álcool 70%;  Não usar áreas
TÉCNICA DE AGULHAMENTO
 Cuidados:
 Higienizar local com álcool 70%;
 Não usar áreas onde houver vasos sanguíneos;
 Retirar imediatamente a agulha se dor após inserção;
 Não inserir agulhas em locais com escaras ou lesões;
 Não manipular a agulha.
 Lado do tratamento:
 Sempre ipsolateral (mesmo lado do sintoma);
 Bilateralmente quando o sistema for a região central do corpo;
 Tempo de sessão:
 20 a 30 min;
 Manter em até uma hora em casos severos ou crônicos;
 Frequência das sessões:
 2 a 3 vezes por semana;
 Prolonga-se o efeito com Auriculoterapia para até 1 semana.
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LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS Zonas Superiores: Punho, a 2 tsun acima da prega do punho anteriormente
LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS
Zonas Superiores: Punho, a 2
tsun acima da prega do punho
anteriormente na região Yin (C,
CS, P) e posteriormente na
região Yang (IG, TA, ID).
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LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS Zonas Inferiores: Tornozelo a 3 tsun acima dos maléolos, correspondendo aos meridianos
LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS
Zonas Inferiores: Tornozelo a
3 tsun acima dos maléolos,
correspondendo aos
meridianos Yin (R, F, BP), E
na parte Yang ( E, Vb, B).
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Material produzido pelo professor: dfgdfg 37
Material produzido pelo professor: dfgdfg
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto S1: Ponto do meridiano do coração, localizado a 2 tsun
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto S1: Ponto do meridiano do
coração, localizado a 2 tsun acima
do punho, entre extremidade
medial da ulna e o tendão flexor
ulnar do carpo, pouco acima do
C4 – 0,5 Tsun.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto S2: ponto do meridiano do pericárdio, localizado a 2 tsun
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto S2: ponto do meridiano do
pericárdio, localizado a 2 tsun
acima do punho , entre o tendão do
músculo palmar longo e o tendão
do músculo flexor radial do carpo,
corresponde ao CS6.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto S3: ponto do meridiano do pulmão, 2 tsun acima do
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto S3: ponto
do
meridiano do pulmão, 2 tsun
acima do punho, entre a
artéria radial e o tendão do
músculo braquioradial, pouco
acima do P7 – 0,5 Tsun.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto S4: Ponto do meridiano do Intestino Grosso, localizado a 2
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto S4: Ponto do meridiano
do Intestino Grosso, localizado
a 2 tsun acima do punho, na
face lateral do rádio no dorso
do antebraço próximo ao
tendão do músculo extensor
curto do polegar, abaixo do IG6
– 1 Tsun.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto S5: ponto do meridiano Triplo Aquecedor, localizado 2 tsun acima
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto S5: ponto do meridiano
Triplo Aquecedor, localizado 2
tsun acima da prega do
punho, no dorso do antebraço,
entre o rádio e a ulna,
corresponde ao TA5.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto S6: Ponto do meridiano do Intestino Delgado, localizado 2 tsun
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto S6: Ponto do
meridiano do Intestino
Delgado, localizado 2 tsun
acima da prega do punho
entre a ulna e o tendão do
músculo extensor ulnar do
carpo, acima do ID6 – 0,5
Tsun.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto I1: ponto do Meridiano do Rim, localizado a 3 tsun
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto I1: ponto do Meridiano
do Rim, localizado a 3 tsun
acima do maléolo medial,
medialmente ao tendão do
calcâneo, acima do R7 – 1
Tsun.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto I2: Ponto do meridiano do Fígado, localizado a 3 tsun
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto I2: Ponto do meridiano
do Fígado, localizado a 3 tsun
acima do maléolo medial, na
região central da face medial
da perna.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto I3: ponto do meridiano do Baço Pâncreas, 3 tsun acima
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto I3: ponto do meridiano
do Baço Pâncreas, 3 tsun
acima do maléolo medial,
imediatamente medial a crista
anterior da tíbia, corresponde
ao BP6.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto I4: ponto do meridiano do Estômago, localizado a 3 tsun
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto I4: ponto do meridiano
do Estômago, localizado a 3
tsun acima do maléolo
lateral, imediatamente lateral
a crista da tíbia na projeção
do músculo tibial anterior.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto I5: ponto do meridiano Vesícula Biliar, localizado 3 tsun acima
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto
I5:
ponto
do
meridiano
Vesícula Biliar,
localizado 3 tsun acima do
maléolo
central
perna,
lateral,
na
região
da
face
lateral
da
corresponde
ao
Vb39.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS Ponto I6: ponto do meridiano do Bexiga, localizado 3 tsun acima
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
Ponto
I6:
ponto
do
meridiano
do
Bexiga,
localizado 3 tsun acima do
maléolo lateral, lateral ao
tendão
do
calcâneo,
corresponde ao B59.
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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS S4 S5 S6 S2 S1 S3 I6 I5 I3 I1 I4
LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS
S4
S5
S6
S2
S1
S3
I6
I5
I3
I1
I4
I2
Material produzido pelo professor: dfgdfg
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MÉTODO DE TRATAMENTO • Direcionar a ponta da agulha para o local da doença; •
MÉTODO DE TRATAMENTO
• Direcionar
a
ponta
da
agulha
para
o
local
da
doença;
• Tratar unilateralmente, se a doença afeta apenas
um lado do corpo;
• Tratar bilateralmente, quando se pretende aliviar as
manifestações gerais da doença;
• Agulhar em ângulo de 30 graus ou menos, a agulha
é
inserida rapidamente na pele, para minimizar a dor
e
vagarosamente na derme em pequena rotação;
• Direcionar
a
ponta
da
agulha
para
o
local
da
doença.
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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INDICAÇÕES DOS PONTOS DA APT Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 52
INDICAÇÕES DOS PONTOS DA APT
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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ZONA 1  (Alto) S1/C: Cefaleia frontal, espasmos palpebrais, conjuntivite, dor e edema ocular, embaçamento
ZONA 1
 (Alto) S1/C:
Cefaleia frontal, espasmos palpebrais,
conjuntivite, dor e edema ocular, embaçamento
visual, congestão nasal, rinorréia, neuralgia do
trigêmio, paralisia facial, ondontalgia anterior,
dor de garganta, amidalite, náuseas e vômitos,
inapetência ,afonia, angina pectoris, dor
estenal, hipertensão arterial, prurido, urticária,
sudorese noturna, insônia, psicoses.
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ZONA 2  (Alto) S2/CS: Cefaleia temporal, odontalgia dos molares, dor torácica, desconforto torácico, bronquite,
ZONA 2
 (Alto) S2/CS:
Cefaleia temporal, odontalgia dos molares,
dor torácica, desconforto torácico,
bronquite, asma, mastalgia, hiperestesia
dos dedos.
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ZONA 3  (Alto) S3/P: Cefaleia temporal, dor axilar. Material produzido pelo professor: Thales Antônio
ZONA 3
 (Alto) S3/P:
Cefaleia temporal, dor axilar.
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ZONA 4  (Alto) S4/IG: Cefaleia Parietal, zumbido, distúrbios auditivos, dor na articulação temporomandibular,
ZONA 4
 (Alto) S4/IG:
Cefaleia Parietal, zumbido,
distúrbios auditivos, dor na
articulação temporomandibular,
dor na região anterior do ombro,
dor no cotovelo e dedos.
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
56
ZONA 5  (Alto) S5/TA: Tontura, vertigem, cefaleia occipital, resfriado comum, cervicalgia, dorsalgia, dor na
ZONA 5
 (Alto) S5/TA:
Tontura, vertigem, cefaleia occipital,
resfriado comum, cervicalgia, dorsalgia, dor
na face lateral do ombro, distúrbios
sensitivos ou motores dos braços dor no
punho e dedos.
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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ZONA 6  (Alto) S6/ID: Dor na coluna cervical e torácica, cefaleia occipital, dor na
ZONA 6
 (Alto) S6/ID:
Dor na coluna cervical e torácica, cefaleia
occipital, dor na face posterior do ombro,
limitação na abertura da boca.
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ZONA 1  (Baixo) I1/R: Epigastralgia, dor periumbilical, enurese, dismenorréia, leucorréia, dor ou espasmos na
ZONA 1
 (Baixo) I1/R:
Epigastralgia, dor periumbilical, enurese,
dismenorréia, leucorréia, dor ou
espasmos na panturrilha,
calcâneo.
dores
no
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ZONA 2  (Baixo) I2/F: Dor no hipocôndrio, dor nos flancos, dor na região inguinal,
ZONA 2
 (Baixo) I2/F:
Dor no hipocôndrio, dor nos flancos,
dor na região inguinal, dor na face
medial do joelho e tornozelo.
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
60
ZONA 3  (Baixo) I3/BP: Dor na face ântero medial do joelho. Material produzido pelo
ZONA 3
 (Baixo) I3/BP:
Dor na face ântero medial do joelho.
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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ZONA 4  (Baixo) I4/E: Dor no quadril, joelhos, distúrbios sensitivos e ou motores (paralisias,
ZONA 4
 (Baixo) I4/E:
Dor no quadril, joelhos, distúrbios
sensitivos e ou motores
(paralisias, tremores etc.) nos
membros inferiores, dor na face
dorsal do pé.
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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ZONA 5  (Baixo) I5/Vb: Lombalgia: síndrome do processo transverso de L3, dor nos glúteos
ZONA 5
 (Baixo) I5/Vb:
Lombalgia: síndrome do processo
transverso de L3, dor nos glúteos e
quadris, dor na face lateral da coxa,
perna e tornozelo (face lateral).
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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ZONA 6  (Baixo) I6/B: Lombalgia, ciatalgia e metatarsalgia. Material produzido pelo professor: Thales Antônio
ZONA 6
 (Baixo) I6/B:
Lombalgia, ciatalgia e
metatarsalgia.
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ATENÇÃO ZONAS S1 S2 S3 S4 S5 S6 I1 I2 I3 I4 I5 I6 DIAGNÓSTICOS
ATENÇÃO
ZONAS
S1
S2
S3
S4
S5
S6
I1
I2
I3
I4
I5
I6
DIAGNÓSTICOS
CEFALÉIA TEMPORAL
X
X
CEFALÉIA OCCIPITAL
X
X
DOR NO OMBRO
X
X
DOR NOS DEDOS
X
X
DOR NOS JOELOS
X
X
X
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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REFERÊNCIA ENOMOTO, J. Microssistema da acupuntura Pulso Tornozelo. Beijing: N/a, 2000. 326 p. Material produzido
REFERÊNCIA
ENOMOTO, J. Microssistema da acupuntura Pulso
Tornozelo. Beijing: N/a, 2000. 326 p.
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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GRATO PELA ATENÇÃO Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares 67
GRATO PELA
ATENÇÃO
Material produzido pelo professor: Thales Antônio Martins Soares
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