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ACUPUNTURA PULSO-TORNOZELO

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CONCEITO

 A técnica de Acupuntura Pulso Tornozelo (APT) é


um método moderno de acupuntura que permite os
mesmos efeitos da acupuntura sistêmica, mas
apenas utilizando pontos localizados nas regiões
pulso e tornozelo

 Técnica segura, indolor, prática e eficaz no


tratamento de diversas patologias.

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ORIGEM

 Técnica Moderna (1965 – 1975);

 Origem Chinesa – Hospital de


Xangai;

 Desenvolvida pelo Dr. Xin Shu


Chang ou Zhang Xinshu;

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ORIGEM

 Originalmente ele experimentou com a inserção perpendicular nos


pontos IG4 e CS6 para tratamento de algias no ombro, porém
descobriu que punturas subcutâneas davam melhores resultados;

 Utilizou a técnica inicialmente para patologias neurológicas -


Hemiplegia e Paraplegia;

 No começo utilizou eletroestimulação, depois diminuiu a intensidade do


estímulo elétrico e em seguida retirou a eletroestimulação e verificou
que o resultado era igualmente bom;

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ORIGEM

 Passou a fazer inserções oblíquas;

 Logo depois inserções horizontais no sentido proximal,


sem DeQi, obtendo bons resultados;

 Descobriu também que quanto mais superficial a agulha,


maior o efeito analgésico.

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ORIGEM
 Reduziu o calibre das agulhas de 0,3 para 0,25. Diminuiu o
comprimento das agulhas de 1,5 para 1 polegada;

 Concluiu que podem ser implantadas as agulhas Hinaishin para


prolongar os efeitos.

 Até alguns anos atrás, as agulhadas eram direcionadas proximalmente;


agora, proximal ou distalmente, dirigidas para as áreas perturbadas.

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AGULHAS OBLÍQUAS - SUBCUTÂNEAS

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EFICÁCIA DA TÉCNICA

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EFICÁCIA DA TÉCNICA

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EFICÁCIA DA TÉCNICA

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FORMA DE INSERÇÃO DAS AGULHAS /
OBSERVAÇÕES:

 Inserção superficial na
camada subcutânea;

 Não atingir a camada


muscular;

 Ausência de DeQi e dor


local;

 Não manipular a agulha


inserida.

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VANTAGENS DA APT

 Simplicidade – Apenas 12 pontos;

 Conveniência – Não há necessidade de retirar a roupa;

 Dor – Como não há presença de DeQi a dor é quase


nula;

 Segurança – aplicação subcutânea;

 Vasta gama de aplicações – trata uma gama de


distúrbios.

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PRINCIPAIS INDICAÇÕES

 Distúrbios funcionais;

 Síndromes dolorosas;

 Cefaleia;

 Dismenorreia;

 Doenças mentais;

 Neuropatias.

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DIVISÃO DAS ÁREAS DO CORPO NA APT

 O corpo é dividido em 6
zonas;

 Cada zona é divida em Alto


e Baixo;

 04 quadrantes e 08
divisões.

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LINHA DO DIAFRAGMA – ZONA SUPERIOR E
INFERIOR DA APT

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DIAFRAGMA ALTO / BAIXO

 Parte superior do corpo,


acima do diafragma, utiliza-
se pontos do punho;

 Parte inferior, abaixo do


diafragma, utiliza-se pontos
do tornozelo.

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DIREITO E ESQUERDO – LATERALIDADE DA APT

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ÁREAS YIN E YANG NA APT

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ESCOLHA DOS ACUPONTOS

 Indicações terapêuticas – Com base na segmentação


longitudinal correspondente a cada acuponto.

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ESCOLHA DOS ACUPONTOS

 Localização da doença:
 Pontos do punho para problemas acima do diafragma;
 Pontos do tornozelo para problemas abaixo do diafragma.

 Tratar unilateralmente quando a doença afeta apenas um


lado;

 Tratar bilateralmente quando pretende aliviar as


manifestações gerais da doença.

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LOCALIZAÇÃO DA DOENÇA

 Dores, parestesias, paralisia, tremor, tosse, são facilmente


localizáveis;

 Hipertensão, fadiga e alterações psíquicas são de mais


difícil localização;

 Quando se localiza a doença com uma respectiva zona os


resultados terapêuticos são melhores.

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AS 06 ZONAS DA APT

06 zonas longitudinais: três na área Yin e três na Yang

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ZONA 1

Região frontal da cabeça à face ântero


medial do pé, incluindo testa, olhos, nariz,
boca, dentes anteriores, língua, garganta,
faringe, região anterior do pescoço,
traqueia, esôfago, coração, órgãos
epigástricos, umbigo, abdômen baixo,
útero e órgãos pélvicos, bexiga, genitália
externa, face ventral e medial dos
membros inferiores.

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ZONA 2

Inclui a região temporal, área


zigomática e maxilar da face,
dentes molares, ATM, região
mandibular, glândula tireoide,
clavícula, pulmões, área mamária,
hipocôndrios, flancos, região
ileocecal, sigmoide, fígado, baço e
face medial de membros inferiores.

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ZONA 3

Inclui a região ântero lateral da cabeça


próximo a linha que divide o corpo em
anterior e posterior, incluindo a orelha
externa, a carótida no pescoço, as laterais
do flanco e região de crista ilíaca ântero
superior, e a estreita área da região ântero-
medial dos MMII.

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ZONAS 1, 2 e 3 (YIN)

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ZONA 4
Inclui a parte yang, lateral do
tronco, cabeça, orelha interna,
processo mastóide, região
lateral do pescoço, ATM,
região axilar e face lateral da
região escapular e tronco,
além da estreita faixa na
região anterior dos MMII.

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ZONA 5
Região posterior do tronco, da
linha axilar posterior até a linha
que passa pela borda interna da
escápula, incluindo o osso ilíaco,
inclui ainda a região póstero lateral
das têmporas, pescoço, escápula
e costas, incluindo os processos
transversos da coluna, além da
face lateral dos membros
inferiores.

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ZONA 6

Inclui o centro da região occipital, a


região paravertebral, até o ânus,
além da face posterior dos MMII.

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CORRELAÇÃO DAS ZONAS COM OS
MERIDIANOS PRINCIPAIS
Zona 1: Coração / Rim (Shao Yin)

Zona 2: Pericárdio / Fígado (Jue Yin)

Zona 3: Pulmão / B. Pâncreas (Tai Yin)

Zona 4:Int.Grosso / Estômago (Yang Ming)

Zona 5: Triplo Aq. e V. Biliar (Shao Yang)

Zona 6: Intest. Delgado/Bexiga(Tai Yang)

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NÍVEIS ENERGÉTICOS YIN

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NÍVEIS ENERGÉTICOS YANG

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TÉCNICA DE AGULHAMENTO
 Agulha sistêmica (descartável):
 Medidas 0,25mm x 30mm ou 0,30 x 40 mm

 Postura do cliente:
 Sentado ou deitado

 Sentido da inserção da agulha:


 Ponta da agulha em direção à área afetada

 Posição de inserção da agulha


 Agulha em 30° e depois aprofunda, mantendo-a
paralela a pele, entre a derme e a camada muscular

 Profundidade de inserção
 1 cm, somente na camada subcutânea

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TÉCNICA DE AGULHAMENTO
 Cuidados:
 Higienizar local com álcool 70%;
 Não usar áreas onde houver vasos sanguíneos;
 Retirar imediatamente a agulha se dor após inserção;
 Não inserir agulhas em locais com escaras ou lesões;
 Não manipular a agulha.

 Lado do tratamento:
 Sempre ipsolateral (mesmo lado do sintoma);
 Bilateralmente quando o sistema for a região central do corpo;

 Tempo de sessão:
 20 a 30 min;
 Manter em até uma hora em casos severos ou crônicos;

 Frequência das sessões:


 2 a 3 vezes por semana;
 Prolonga-se o efeito com Auriculoterapia para até 1 semana.
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LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS

Zonas Superiores: Punho, a 2


tsun acima da prega do punho
anteriormente na região Yin (C,
CS, P) e posteriormente na
região Yang (IG, TA, ID).

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LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS

Zonas Inferiores: Tornozelo a


3 tsun acima dos maléolos,
correspondendo aos
meridianos Yin (R, F, BP), E
na parte Yang ( E, Vb, B).

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto S1: Ponto do meridiano do


coração, localizado a 2 tsun acima
do punho, entre extremidade
medial da ulna e o tendão flexor
ulnar do carpo, pouco acima do
C4 – 0,5 Tsun.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto S2: ponto do meridiano do


pericárdio, localizado a 2 tsun
acima do punho , entre o tendão do
músculo palmar longo e o tendão
do músculo flexor radial do carpo,
corresponde ao CS6.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto S3: ponto do


meridiano do pulmão, 2 tsun
acima do punho, entre a
artéria radial e o tendão do
músculo braquioradial, pouco
acima do P7 – 0,5 Tsun.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto S4: Ponto do meridiano


do Intestino Grosso, localizado
a 2 tsun acima do punho, na
face lateral do rádio no dorso
do antebraço próximo ao
tendão do músculo extensor
curto do polegar, abaixo do IG6
– 1 Tsun.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto S5: ponto do meridiano


Triplo Aquecedor, localizado 2
tsun acima da prega do
punho, no dorso do antebraço,
entre o rádio e a ulna,
corresponde ao TA5.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto S6: Ponto do


meridiano do Intestino
Delgado, localizado 2 tsun
acima da prega do punho
entre a ulna e o tendão do
músculo extensor ulnar do
carpo, acima do ID6 – 0,5
Tsun.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto I1: ponto do Meridiano


do Rim, localizado a 3 tsun
acima do maléolo medial,
medialmente ao tendão do
calcâneo, acima do R7 – 1
Tsun.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto I2: Ponto do meridiano


do Fígado, localizado a 3 tsun
acima do maléolo medial, na
região central da face medial
da perna.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto I3: ponto do meridiano


do Baço Pâncreas, 3 tsun
acima do maléolo medial,
imediatamente medial a crista
anterior da tíbia, corresponde
ao BP6.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto I4: ponto do meridiano


do Estômago, localizado a 3
tsun acima do maléolo
lateral, imediatamente lateral
a crista da tíbia na projeção
do músculo tibial anterior.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto I5: ponto do


meridiano Vesícula Biliar,
localizado 3 tsun acima do
maléolo lateral, na região
central da face lateral da
perna, corresponde ao
Vb39.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

Ponto I6: ponto do


meridiano do Bexiga,
localizado 3 tsun acima do
maléolo lateral, lateral ao
tendão do calcâneo,
corresponde ao B59.

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LOCALIZAÇÃO ANATÔMICA DOS PONTOS

S4 S5 S6 S1 S2 S3

I3 I1 I6 I5 I4
I2

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MÉTODO DE TRATAMENTO
• Direcionar a ponta da agulha para o local da
doença;

• Tratar unilateralmente, se a doença afeta apenas


um lado do corpo;

• Tratar bilateralmente, quando se pretende aliviar as


manifestações gerais da doença;

• Agulhar em ângulo de 30 graus ou menos, a agulha


é inserida rapidamente na pele, para minimizar a dor
e vagarosamente na derme em pequena rotação;

• Direcionar a ponta da agulha para o local da


doença.
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INDICAÇÕES DOS PONTOS DA APT

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ZONA 1
 (Alto) S1/C:
Cefaleia frontal, espasmos palpebrais,
conjuntivite, dor e edema ocular, embaçamento
visual, congestão nasal, rinorréia, neuralgia do
trigêmio, paralisia facial, ondontalgia anterior,
dor de garganta, amidalite, náuseas e vômitos,
inapetência ,afonia, angina pectoris, dor
estenal, hipertensão arterial, prurido, urticária,
sudorese noturna, insônia, psicoses.

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ZONA 2

 (Alto) S2/CS:
Cefaleia temporal, odontalgia dos molares,
dor torácica, desconforto torácico,
bronquite, asma, mastalgia, hiperestesia
dos dedos.

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ZONA 3

 (Alto) S3/P:
Cefaleia temporal, dor axilar.

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ZONA 4

 (Alto) S4/IG:
Cefaleia Parietal, zumbido,
distúrbios auditivos, dor na
articulação temporomandibular,
dor na região anterior do ombro,
dor no cotovelo e dedos.

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ZONA 5

 (Alto) S5/TA:
Tontura, vertigem, cefaleia occipital,
resfriado comum, cervicalgia, dorsalgia, dor
na face lateral do ombro, distúrbios
sensitivos ou motores dos braços dor no
punho e dedos.

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ZONA 6

 (Alto) S6/ID:
Dor na coluna cervical e torácica, cefaleia
occipital, dor na face posterior do ombro,
limitação na abertura da boca.

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ZONA 1

 (Baixo) I1/R:
Epigastralgia, dor periumbilical, enurese,
dismenorréia, leucorréia, dor ou
espasmos na panturrilha, dores no
calcâneo.

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ZONA 2
 (Baixo) I2/F:
Dor no hipocôndrio, dor nos flancos,
dor na região inguinal, dor na face
medial do joelho e tornozelo.

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ZONA 3

 (Baixo) I3/BP:
Dor na face ântero medial do joelho.

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ZONA 4

 (Baixo) I4/E:
Dor no quadril, joelhos, distúrbios
sensitivos e ou motores
(paralisias, tremores etc.) nos
membros inferiores, dor na face
dorsal do pé.

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ZONA 5

 (Baixo) I5/Vb:
Lombalgia: síndrome do processo
transverso de L3, dor nos glúteos e
quadris, dor na face lateral da coxa,
perna e tornozelo (face lateral).

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ZONA 6

 (Baixo) I6/B:
Lombalgia, ciatalgia e
metatarsalgia.

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ATENÇÃO
ZONAS S1 S2 S3 S4 S5 S6 I1 I2 I3 I4 I5 I6

DIAGNÓSTICOS

CEFALÉIA TEMPORAL
X X
CEFALÉIA OCCIPITAL
X X
DOR NO OMBRO
X X
DOR NOS DEDOS
X X
DOR NOS JOELOS
X X X

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REFERÊNCIA

ENOMOTO, J. Microssistema da acupuntura Pulso


Tornozelo. Beijing: N/a, 2000. 326 p.

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GRATO PELA
ATENÇÃO
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