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REPRESENTAÇÃO

GRÁFICA PARA
PROJETO
MÓDULO 4: ASSEMBLIES

CHENG LIANG YEE


FERNANDO AKIRA KUROKAWA
RODRIGO DUARTE SEABRA
SÉRGIO LEAL FERREIRA
VIVIANE CAROLINE ABE

REVISÃO: EQUIPE DE ALUNOS-MONITORES

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO


ESCOLA POLITÉCNICA
DEPTO. DE ENG. DE CONSTRUÇÃO CIVIL (PCC)

2017
NX 10.0
1 Módulo 4: Assemblies

1.1 Objetivo
▪ Familiarização com a interface básica do NX10.0 (ambiente MODELING e ASSEMBLY);
▪ Prática do modelamento de sólidos usando primitivas e features, varredura e operações
booleanas;
▪ Introdução à Assemblies e prática da construção do conjunto.

1.2 Requisitos

▪ Conhecimento teórico sobre modelamento geométrico;


▪ Conhecimentos básicos sobre a interface do NX10.0;
▪ Prática do modelamento de sólidos usando primitivas, features e varredura, operações
booleanas, incluindo construção de perfis por meio de Sketch;

1.3 Conceitos e Dicas

1.3.1 Modelo do conjunto


Até agora trabalhamos com diversas técnicas que permitem o modelamento de um sólido com nível
elevado de complexidade por meio de: instanciação de primitivas; aplicação de features; por
varredura; operações booleanas ou aplicação de superfícies.

Na maioria absoluta dos casos, o sólido modelado representa uma peça que faz parte de um sistema
mais complexo, seja ele uma máquina ou um equipamento. Neste caso, fica claro que o projeto não
se limita a fornecer as descrições das peças. Exige também a descrição completa do sistema.

Em termos de modelamento geométrico, o modelo de sólido do sistema pode ser construído reunindo
os modelos de sólido das peças, encaixando-os de acordo com o procedimento de montagem do
sistema real.

Para construir o modelo de sólido do sistema, o NX10.0 possui uma série de ferramentas
extremamente eficientes, que são agrupadas num ambiente denominado ASSEMBLY (montagem),
dedicado exclusivamente à criação e edição do modelo do sistema, que chamamos de ‘conjunto’.

Nesta aula vamos trabalhar com o ambiente ASSEMBLY. Apresentaremos brevemente alguns
conceitos importantes envolvidos no modelamento do conjunto e os recursos disponíveis no NX10.

1.3.2 Projeto do conjunto


O projeto de um conjunto usando o NX10.0 consiste basicamente na construção do modelo de sólido
do conjunto, e pode ser realizado usando três procedimentos básicos:

• Bottom-up: primeiramente, modelar todas as peças do conjunto no ambiente MODELING e,


depois, entrar no ambiente ASSEMBLY para invocar as peças uma de cada vez e fazer a
montagem do conjunto. Daí o nome, já que a modelagem é feita de baixo (as peças
componentes) para cima (o conjunto).

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• Top-down: Mesmo não tendo nenhuma peça modelada previamente, iniciar o projeto entrando
no ambiente ASSEMBLY e, a partir daí, modelar as peças no ambiente MODELING.
• Misto: É uma combinação dos procedimentos Bottom-up e Top-down, permitindo que, durante
a montagem do conjunto, os modelos das peças vão sendo criados ou modificados. É o mais
utilizado, pois no início do projeto do conjunto é comum ter modelos de peças disponíveis, por
exemplo, peças padronizadas fornecidas pelos fabricantes ou as já projetadas e fabricadas para
outros sistemas.

Neste módulo, aplicaremos o procedimento Bottom-up. Vale ressaltar que, independentemente do


procedimento adotado, os princípios básicos são os mesmos.

1.3.3 Relação entre o conjunto e suas peças


Para montar um conjunto, o NX10.0 exige que:

• Cada peça do conjunto deve ter seu modelo guardado em um arquivo (*.prt ) separado.
• Deve-se criar um arquivo (*.prt) novo só para o modelo do conjunto.

Enfim, todos os modelos das peças e do conjunto estão em arquivos separados e, no início da
montagem de um conjunto, deve-se criar um arquivo novo selecionando a opção ASSEMBLY.

Dentro do arquivo do conjunto haverá, além das ferramentas de MODELING, no menu superior, as
ferramentas de ASSEMBLY no menu inferior. Ambos os menus podem ser modificados de posição,
conforme a preferência do usuário. As informações de uma peça a ser montada são referenciadas no
arquivo do conjunto. Em outras palavras, as informações sobre a peça continuam no arquivo dela. O
arquivo do conjunto só contém as informações (links) para acessar o arquivo da peça.

Essa estrutura de dados tem várias implicações importantes:


• O arquivo do conjunto não guarda uma cópia completa das informações sobre todas as suas
peças. Sendo assim, ele fica muito mais leve.
• Qualquer alteração da peça feita no arquivo conjunto modifica diretamente o arquivo da peça,
por isso, este último estará sempre atualizado.
• Se o arquivo do conjunto for aberto no NX10.0 sem os arquivos das peças, o programa não
conseguirá encontrar as peças para trabalhar o conjunto.

1.3.4 Encaixando as peças


No NX10.0 , durante a montagem do conjunto, o posicionamento de uma peça em relação às outras
pode ser feito indicando-se as coordenadas, ou as medidas da posição da peça. Porém executaremos
esta tarefa utilizando ASSEMBLY CONSTRAINTS, em que serão estabelecidas condições e
restrições entre a posição das peças, eliminando-se os graus de liberdade e simulando encaixe entre
elas.

A aplicação deste conceito é bem simples e intuitiva: no momento em que uma peça é referenciada
no conjunto, ou seja, quando o arquivo da peça é chamado pelo arquivo do conjunto faz-se necessário
definir como a peça deve ser encaixada nas outras que estão no conjunto. Geralmente encaixam-se as
peças logo que são colocadas no arquivo de conjunto. Mas isso pode ser feito a qualquer momento
utilizando a ferramenta “Assembly Constraints”. Para definir as condições de encaixe, basta indicar
as relações entre as faces e/ou contornos da peça com as das demais.

O NX10.0 permite trabalhar com uma série de tipos de encaixes:

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• Touch (em contato) acopla as faces umas às outras tornando-as “coladas”;
• Align (alinhado) alinha as faces das peças (coplanares). Quando usado em faces cilíndricas
alinha as faces internamente ou externamente, tornando as superfícies tangentes entre si;
• Infer Center/Axis (Centro/Eixo Alinhados), alinha centros e eixos;
• Concentric (concêntrico) une contornos circulares existentes na peça, tornando-os coplanares
e concêntricos;
• Angle (em ângulo), determina o ângulo que as peças formam entre si, pode ser ajustado
depois de a peça ter sido encaixada;
• Paralell (paralela), restrição de paralelismo entre as faces;
• Perpendicular (perpendicular), restrição de perpendicularismo;
• Center (centralizado), impõe restrições entre os centros geométricos das faces;
• Distance (a uma distância dada) impõe a restrição da distância entre as faces;
• Fit (ajuste) ajusta buracos, tornando-os concêntricos;
• Bond (colado) impõe fixação em relação a alguma outra peça do conjunto;
• Fix (fixo) impõe fixação absoluta, ou seja, em relação ao sistema de coordenadas.

, mesmo entre duas faces, pode ser aplicado mais de um tipo de encaixe, sendo que eles podem ser
especificados usando uma ou várias faces das peças, dependendo do resultado que se deseja obter. O
princípio básico deste tipo de posicionamento é parecido com aquele que nós vimos na construção de
Sketches aplicando restrições geométricas. A diferença principal é que, no caso do Mating, as
restrições são aplicadas sobre os movimentos da peça.

Por exemplo, imagine o caso de se encaixar um eixo num mancal fixo para suporte do eixo. Podemos
impor os encaixes Center, para centralizar a superfície cilíndrica do eixo com a superfície interna do
furo do mancal. Como os diâmetros são iguais, basta restringir o movimento do eixo na direção axial
aplicando Align nas faces de uma das extremidades correspondentes do eixo e do mancal, ou Distance
entre estas faces, s’e elas não forem coplanares.

No exemplo acima, dos seis movimentos possíveis (denominados de graus de liberdade) do eixo,
cinco foram bloqueados pelas condições de encaixe, restando apenas o movimento de rotação em
torno do próprio eixo.

Quando os seis graus de liberdade de movimento de uma peça forem eliminados, temos uma situação
semelhante ao full constraint do Sketch, e a peça ficará fixa em relação à que lhe dá suporte. Mas, ao
contrário da construção do Sketch, ao impor os encaixes, o projetista só precisa se preocupar em
eliminar os graus de liberdade que realmente devem ser bloqueados, e não todos os graus de liberdade
de todas as peças; caso contrário, a máquina ficará emperrada, literalmente, e não vai funcionar!

1.3.5 Por que é importante aplicar Assembly constraints corretamente?


Com base na explicação acima, fica claro que o conceito de Mating não se limita a ‘juntar’ as peças
para formar o conjunto, mas também define como as peças podem se movimentar umas em relação
às outras. Isto é, constitui-se em um modelo do funcionamento do conjunto, o que não seria possível
com a indicação explícita das posições relativas entre as peças. Sem dúvida, é um modelo muito mais
inteligente, e que ajuda o projetista a estudar melhor o conjunto. Entre os exemplos da aplicação direta
deste conceito, podemos citar:

• Simulação dos movimentos das peças durante o funcionamento normal;


• Detecção da interferência e colisão;
• Simulação dos procedimentos de montagem e desmontagem do conjunto;
• Desmontagem do conjunto e obtenção da vista explodida do mesmo.

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Tendo em vista a importância do conceito, o principiante deve se disciplinar para aplicar as condições
de encaixe de forma criteriosa, considerando o funcionamento do conjunto, e não só ficar preocupado
em ter o conjunto montado.

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1.4 Exercícios Resolvidos

Exercício 4.4.1 – Monte o carrinho representado na figura. Para isso, utilize as partes armazenadas
nos arquivos.
Nome do arquivo Conteúdo
1 chassis.prt Modelo do chassi
2 asa.prt Modelo da asa lateral
3 pino.prt Modelo do pino de direção
4 eixo_dianteiro.prt Modelo do eixo dianteiro
Modelo do anel de
5 anel.prt
travamento
6 roda_dianteira.prt Modelo da roda dianteira
7 trava.prt Modelo da trava das rodas
8 eixo_traseiro.prt Modelo do eixo traseiro
9 roda_traseira.prt Modelo da roda traseira

Passo 0: Estratégia
▪ No menu superior clique em (add
▪ O carrinho será montado usando o método bottom-
up, pois a montagem será feita utilizando os
arquivos que contém as diferentes peças do mesmo. componet). Clique em (Open) e escolha o
arquivo asa.prt.

Passo 1: Criação de um arquivo novo ▪ Para aplicar o posicionamento da peça, no menu


Positioning selecione by Constraints, clique em
▪ Crie um arquivo novo e atribua o nome de OK. Abrir-se-á uma janela onde as restrições
Mod04Ex01. podem ser aplicadas antes da peça ser colocada no
Assembly.
▪ Na aba Model, escolha a opção Assembly e clique
em OK. ▪ Selecione a opção Touch Align no menu Type e
Touch na caixa Orientation. A opção Touch faz a
colagem da face de uma peça na face da outra.
Passo 2: Inserção do chassis

▪ Clique em (Open) na caixa Add Component


que aparecerá.

▪ Abra o arquivo chassis.prt. Selecione a opção


Absolute Origin em Positioning e clique em OK.

▪ O chassi do carrinho aparecerá na origem. Ele será


a peça central, a partir da qual serão ‘encaixadas’
outras peças.

Passo 3: Inserção da asa esquerda

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▪ A opção Preview Window mostra a peça em uma Passo 6: Montagem do anel
janela no canto inferior direito da tela.

▪ Para posicionar a asa, asa (O que pode ser feito tanto


▪ Clique em (add componet). Clique em
no clique na face da Preview Window quanto na
(Open) e escolha o arquivo anel.prt e clique em
janela principal) e na face do chassi onde deverá ser
OK.
posicionada a asa.
▪ Na caixa de diálogo Type, selecione a opção
▪ Note que faltam restrições a serem aplicadas na
Concentric. Selecione um dos arcos da
peça.
circunferência da face inferior do anel, e o contorno
circular em que o anel deverá estar em contato no
▪ Na caixa de diálogo Type, selecione a opção Touch
pino. Clique em OK.
Align, e na caixa Orientation a opção Align. Para
restringir o movimento da asa na vertical, selecione
▪ Mas este anel elástico não vai segurar o eixo!
a face inferior da asa e a face inferior do chassi e,
Agora, vamos aprender como modificar uma peça
selecione a face posterior da asa e face posterior do
durante a montagem do conjunto.
chassi para restringir o movimento na horizontal.
▪ Selecione o anel e clique em (MENU
▪ Clique em Preview in Component Main Window
ASSEMBLIES  CONTEXT CONTROL 
para visualizar a montagem. Clique em OK.
SET WORK PART). (Clique duas vezes sobre a
peça)

▪ No Part Navigator (lado direito da tela) abra a


árvore que descreve o sólido (Solid Body) e clique
com o botão direto do mouse sobre o sketch da
seção (Section) e selecione a opção Edit.

Passo 4: Montagem do pino de direção

▪ Clique no botao Open in Sketch Task


▪ Clique em (add componet). Clique em Environment situado na parte inferior para editar o
(Open) e escolha o arquivo pino.prt e clique em diametro.
OK.
▪ Felizmente o anel foi criado de forma inteligente e,
▪ Na caixa de diálogo Type, selecione a opção através da edição do parâmetro p5 podemos alterar
Concentric, selecione uma circunferência da face o seu diâmetro externo para 8 mm.
inferior da cabeça do pino e o contorno do furo na
face superior do chassi.

Passo 5: Montagem do eixo dianteiro

▪ Clique em (add componet). Clique em


(Open) e escolha o arquivo eixo_dianteiro.prt e
clique em OK.

▪ No menu Type, selecione a opção Concentric.


Selecione o contorno do furo na face superior do
eixo dianteiro e o contorno do furo na face inferior
do chassi. Clique em OK.

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▪ Altere o parâmetro p5 para 8 mm e pressione a tecla
Enter.

▪ Clique em para sair do modo


Sketch.

▪ No Assembly Navigator selecione Aula05ex01 e


clique em (MENU ASSEMBLIES 
CONTEXT CONTROL  SET WORK PART).

Passo 7: Montagem das rodas dianteiras e travas

▪ Atribua o valor para a distância que se deseja mover


▪ Clique em (add componet). Clique em o pino, no eixo correspondente. Neste caso, atribua
(Open) e escolha o arquivo roda_dianteira.prt e o valor –11.5 mm no eixo ZC (assim, você vai
clique em OK. mover o pino 11.5 mm, para baixo).
▪ Adicione as duas rodas dianteiras usando a opção ▪ Clique em OK. Repita a operação para a trava da
Fit. Selecione a superfície cilíndrica interna da roda outra roda dianteira.
e superfície cilíndrica do eixo. Para posicionar a
roda (direita e esquerda) corretamente, use a opção
Distance. Selecione a face da roda e a face da Passo 8: Montagem do eixo traseiro
secção quadrada do eixo, atribuindo o valor de -0.2
mm. Clique em OK. ▪ Note que, não podemos montar o eixo traseiro sem
realizar algumas modificações. Não há um rasgo
▪ Em seguida devemos adicionar as travas que não retangular que permita o encaixe do eixo traseiro na
permitirão que as rodas se desprendam do eixo. asa lateral.

▪ Na caixa de diálogo Assembly Constraints,


selecione a opção Fit. Selecione a face cilíndrica da
trava e o furo do eixo dianteiro. Clique em OK.

▪ Selecione a asa.prt e clique em (MENU


ASSEMBLIES  CONTEXT CONTROL 
SET WORK PART).
▪ Clique na opção (move components)
▪ Feito isso, o arquivo que contém a asa é aberto para
▪ Na caixa de diálogo Motion, clique na opção Delta edição.
XYZ.

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point de uma das aresta superior do eixo traseiro e
o mid point da aresta superior da reentrância.

▪ Como na edição do diâmetro do anel, no Part


Navigator abra a árvore que descreve o sólido e
clique com o botão direto do mouse sobre o sketch
da seção (Section) e selecione a opção Edit.

▪ Agora você pode modificar o perfil da asa, de


acordo com as seguintes dimensões:
o Largura do rasgo: 10 mm
o Altura do rasgo: 6 mm
o Distância do rasgo à extremidade
esquerda da asa: 5 mm

▪ Clique em para sair do modo


Sketch.

▪ No Assembly Navigator selecione Aula05ex01 e


▪ Clique em OK.
clique em (MENU ASSEMBLIES 
CONTEXT CONTROL  SET WORK PART).
▪ Insira e posicione o arquivo roda_traseira.prt.
Insira e posicione as travas.
▪ Antes de inserir o eixo traseiro, adicione a outra asa.
Observe que, ao inserir a asa, ela já está com o rasgo
▪ Pronto! O carrinho está montado!
retangular permitindo o encaixe do eixo traseiro.

▪ Agora vamos inserir o eixo traseiro. Posicione o


eixo na reentrância, utilizando a restrição Align em
Touch Align. (Verifique se midpoint está ligado na
aba superior, como na figura 1). Selecione o mid

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Reflexão:

Neste exercício você aprendeu a criar o conjunto


carrinho usando o método bottom-up e aprendeu a
modificar as peças a partir do arquivo do conjunto
(assembly). Abra os arquivos da ASA e Anel e verifique
se as modificações foram gravadas.

E se, durante a montagem, descobrirmos que faltou uma


peça para completar o conjunto? Procure no menu
ASSEMBLIES e tente encontrar um meio rápido de
criar a peça que está faltando. Se você conseguir fazer
isso, parabéns! Pois já entendeu como criar o conjunto
pelo método top-down. Viu como é fácil e divertido?

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Exercício 4.4.2 – Monte a alavanca representada na figura. Para isso, utilize as partes armazenadas
nos arquivos.

Nome do arquivo Conteúdo


Modelo do da base da
1 Plate.prt
alavanca
2 Lever.prt Modelo do eixo central
3 Bolt.prt Modelo do pino
4 cylinder.prt Modelo do cilindro
Modelo da tampa do
5 Lid.prt
cilindro
6 Bar.prt Modelo da barra

Passo 0: Estratégia
Passo 3: Inserção e montagem do eixo central da
alavanca
▪ A alavanca será montada usando o método bottom-
up, pois a montagem será feita utilizando os
arquivos que contém as diferentes peças do mesmo.
▪ Clique em (Add Componet), clique em
Open novamente. Escolha o arquivo Lever.prt.
Passo 1: Criação de um arquivo novo Selecione a opção By Constraints em Positining e
clique em OK.
▪ Crie um arquivo novo e atribua o nome de
Mod04Ex02. ▪ Selecione a opção Concentric em Type. A opção
Concentric faz a colagem da face de uma peça na
▪ Na aba Model, escolha a opção Assembly e clique face da outra. Tornando concêntricas e coplanares
em OK. duas circunferências selecionadas.

Passo 2: Inserção da base da alavanca ▪ Com as opções Preview Window e Preview


Component in Main Window selecionadas você
visualizará a montagem.
▪ Clique em (Open) na caixa Add Component
que aparecerá. ▪ Clique no contorno de circunferência da parte
inferior da alavanca, e no contorno interno do
▪ Selecione a base da alavanca (Plate.prt). Selecione buraco central na base da alavanca. Conforme
a opção Absolute Origin em Positioning e clique mostrado na figura abaixo.
em OK. A base da alavanca aparecerá na origem.
Ela será a peça central, a partir da qual serão
‘encaixadas’ outras peças.

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Passo 4: Montagem da trava do lever

▪ Clique em (Add Componet). Escolha o


arquivo Bolt.prt. Selecione a opção By
Constraints em Positining e clique em OK.

▪ Selecione a opção Concentric em Type. Selecione


a circunferência que está na intersecção do corpo
com a cabeça do pino (cujo raio equivale ao do
cilindro de menor diâmetro do pino) e a
circunferência que envolve um dos furos centrais da
base da alavanca.

▪ (Caso a peça seja posicionada num angulo diferente


após a operação, basta rotacioná-la com a
ferramenta Move Component. Selecionando a
opção Angle em Motion, escolhendo o eixo de
rotação e o ângulo de rotação desejado).

▪ Se necessário, clique em (Reverse Last


Constraints) para alterar a orientação da traval.

▪ Clique OK.

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▪ Clique em OK. Ao final deste passo, a trava deverá
estar montada da seguinte forma:

▪ Selecione a opção Concentric em Type. Selecione


o contorno da circunferência da parte inferior do
cilindro e o contorno interno do buraco na base da
Passo 5: Montagem do pistão alavanca.

▪ Clique em (Add Componet). Selecione o


arquivo cylinder.prt e clique em OK.

▪ Selecione Touch Align, selecione a opção Touch.


Selecione as faces indicadas na figura abaixo.

▪ Note que, o cilindro não está posicionado


corretamente.

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• Selecione em Orientation a opção Infer
Center/Axis. Selecione uma circunferência da
tampa e uma circunferência do cilindro. Clique
em OK.

▪ Se o Preview estiver ativado você visualizará a


montagem.

▪ Clique OK.

▪ Insira a trava do cilindro conforme explicado


anteriormente, com o arquivo Bolt.prt.

Passo 6: Montagem da tampa

▪ Agora insira o arquivo Lid.prt, que corresponde à


tampa do cilindro.

▪ Para posicionar a tampa, utilize as opções Touch e


selecione a parte de baixo da tampa com a superfície
superior do cilindro).

Passo 7: Montagem da barra

▪ Finalmente, insira a barra, que corresponde ao


arquivo Bar.prt.

▪ Posicione a barra utilizando a opção Touch Align


em Type e Infer Center/Axis em Orientation.
Selecione a superfície cilíndrica da haste cilíndrica
de menor diâmetro da barra e o furo da tampa.

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▪ Entre na opção (Move
Component), clique na barra, selecione a opção
Delta XYZ em Motion, e em ZC, coloque uma
movimentação de 200 mm, pressione Enter no
teclado e clique em OK.

▪ A barra ficará escondida dentro do cilindro, sendo


possível ver apenas uma parte, abaixo da base da
alavanca, conforme a figura abaixo, se a barra
estiver com a orientação errada, clique em
(Reverse Last Constraint) para alterar a
orientação da barra. Clique em OK.

▪ Clique em (Assembly
constraints), para voltar ao posicionamento da
peça. Utilizando a opção Infer Center/Axis em
Orientation, clique no contorno do furo da barra e
no contorno do furo correspondente na alavanca e
clique em OK.

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▪ Para testar os movimentos da alavanca clique em
(Move Component). Na caixa de diálogo Motion
selecione a opção Dynamic.

▪ Clique na seta para mostrar mais opções e em


Setting na caixa Collision Detection, na opção
Collision Action, selecione Stop Before Collision.

Passo 8: Montagem do segundo conjunto

▪ Repita o procedimento para inserir o outro


subconjunto cilindro-pino-tampa-barra do outro
lado.

Passo 9: Montagem das travas


▪ Em seguida, selecione a alavanca e clique em
▪ Coloque Bolts nos furos restantes do mesmo modo Specify Orientation. Aparecerá um eixo de
como foi feito anteriormente. coordenadas, no qual pode-se selecionar em qual
dos graus de liberdade deseja-se fazer a
▪ Pronto! A alavanca está montada! movimentação. Sendo que, se este grau de liberdade
estiver restringido não será possível fazer tal
movimentação.

▪ Clique sobre o arco que há entre os dois eixos


principais deste modelo e movimente o mouse para
Passo 10: Teste do movimento
efetuar o movimento de rotação.

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