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Avaliação clínica da eficácia e tolerabilidade do uso assoc.

de Passi
oxyacantha L.e Erythrina mulungu*comparado à assoc.de Passiflor
Crataegus oxyacantha L.e Salix alba L.**em portadores de insônia
Passiflora, Crataegus and Erythrina combination efficacy and tolerability clinical evaluation compared
Salix combination in the treatment of patients suffering from insomnia and mild anxiety

Professor

D
Chefe da Disciplina de Pesquisa Clínica da Faculdade Oswaldo Cruz e di

Médico cardiologista do Instituto Dante Pazzanese e Doutor em Cardi


* Marac
** Passiflorine®

Unitermos: ansiedade, insônia, fitoterápico.


Unterms: anxiety, insomnia, phytotherapy.

Sumário
O Medicamento A (Maracugina®) foi avaliado comparativamente ao Medicamento B (Passiflorine®) q
tolerabilidade, através de um estudo clínico multicêntrico, prospectivo, randomizado, mascarado, no
portadores de insônia e ansiedade leves. Concluíram o estudo, 96 pacientes que foram divididos em
A - Maracugina® comprimidos; grupo A' - Maracugina® solução oral; grupo B - Passiflorine® compri
solução oral).
Analisando os dados de eficácia, observa-se que o grupo A apresentou mais casos com melhora exce
grupo B, porém não houve significância estatística entre os dois grupos.
Ainda com base nos resultados de eficácia, demonstra-se que os pacientes do grupo A' apresentaram
sintomas em relação aos do grupo B', porém sem significância estatística.
Ambos os medicamentos (Maracugina® e Passiflorine®) foram muito bem tolerados, em suas duas f
Os dados obtidos neste estudo clínico demonstram uma excelente eficácia e tolerabilidade da Maracu
tratamento de portadores de insônia e ansiedade leves.

Sumary
The Maracugina® efficacy and tolerability were evaluated to Passiflorine®, through a clinical, multice
double-blind, comparative study, in the treatment of patients suffering from insomnia and mild anxie
by 96 patients which were divided in 4 groups: Group A (Maracugina® tablet), Group A' (Maracugina
(Passiflorine® tablet), Group B' (Passiflorine® solution).

The results showed that Group A patients had a symptons significant decrease compared to Group B
estatistical significance between these groups.

Analysing the efficacy data, it is possible to conclude that Group A' had significative symptoms impro
Group B'. Both medicines (Maracugina® and Passiflorine®) were very well tolerate in its two pharma

The information obtained in this clinical study demonstrated an excellent effectiveness and tolerabilit
used in the treatment of patients suffering from insomnia and mild anxiety.
Numeração de páginas na revista impressa: 489 à 496

Resumo

O Medicamento A (Maracugina®) foi avaliado comparativamente ao Medicamento B (Passiflorine®) q


tolerabilidade, através de um estudo clínico multicêntrico, prospectivo, randomizado, mascarado, no
portadores de insônia e ansiedade leves. Concluíram o estudo, 96 pacientes que foram divididos em
A - Maracugina® comprimidos; grupo A' - Maracugina® solução oral; grupo B - Passiflorine® compri
solução oral).

Analisando os dados de eficácia, observa-se que o grupo A apresentou mais casos com melhora exce
grupo B, porém não houve significância estatística entre os dois grupos.

Ainda com base nos resultados de eficácia, demonstra-se que os pacientes do grupo A' apresentaram
sintomas em relação aos do grupo B', porém sem significância estatística.

Ambos os medicamentos (Maracugina® e Passiflorine®) foram muito bem tolerados, em suas duas f

Os dados obtidos neste estudo clínico demonstram uma excelente eficácia e tolerabilidade da Maracu
tratamento de portadores de insônia e ansiedade leves.

Introdução

Ansiedade e insônia são queixas comuns da população em geral(1).

A ansiedade é um desconforto psíquico que faz parte do espectro normal de experiências vivenciadas
pode ser percebida psicologicamente e/ou apresentar sintomas físicos como sudorese, anorexia, cons
aumento da pressão arterial, taquicardia, cefaléia e dores musculares, entre outros. A ansiedade pod
leve ou grave; benéfica ou prejudicial; episódica ou persistente; ter causa física ou psicológica; ocorr
transtorno. Até certo limite a ansiedade é positiva, pois estimula uma adaptação do indivíduo às circu
quanto mais ansioso o indivíduo, menos adaptado ele estará(1).

Insônia é definida como dificuldade para adormecer que causa incômodo ou desconforto e pode estar

As causas da ansiedade e insônia, além do estresse da vida moderna, podem ser fatores eventuais c
querido, separação, perda de emprego, dificuldades financeiras, sobrecarga de trabalho, acidentes et

Para um grau leve de insônia e ansiedade, medicamentos fitoterápicos podem ser indicados no tratam
Maracugina®, composta por princípios ativos vegetais, tais como a Passiflora alata Ait., que apresent
além de diminuir a pressão arterial e ativar a respiração; Crataegus oxyacantha L. e Erythrina mulun
sedativa leve(1).

Para avaliar a eficácia e a segurança do uso da Maracugina® foi escolhido como comparativo o Passi
fitoterápico, composto por princípios ativos vegetais, tais como a Passiflora incarnata com ação ansio
oxyacantha L. com ação sedativa leve e a Salix alba L. com leve efeito antiinflamatório e analgésico(

Neste estudo foram inclusos pacientes com sintomas leves ou eventuais de ansiedade e/ou insônia d
através da Escala de Hamilton.

A Escala de Hamilton para Ansiedade(3,4) avalia quantitativamente sintomas relacionados à ansiedad


e físicos. São utilizados valores de 0 a 4 que quantificam a intensidade de cada um dos sintomas, on

· 0 = ausência de qualquer sintoma;


· 1 = intensidade ligeira;
· 2 = intensidade média;
· 3 = intensidade forte;
· 4 = intensidade máxima (incapacitante).

A somatória destes valores é utilizada para quantificar o estado de ansiedade do paciente. As faixas d
obedecem aos seguintes critérios(3):

· 0 a 17 - ansiedade normal;
· 18 a 24 - ansiedade leve;
· 25 a 29 - ansiedade moderada;
· ³ 30 - ansiedade severa.

Este estudo visou suprir as exigências das agências regulatórias para determinar o resultado do risco
no valor terapêutico e eventuais reações adversas nos sintomas de ansiedade e insônia leves.
Materiais e métodos

Tratou-se de um estudo clínico multicêntrico, fase IV, prospectivo, randomizado, mascarado, compar
avaliar a eficácia e tolerabilidade do uso de Maracugina composta® comparado ao Passiflorine®, em
farmacêuticas (comprimidos e solução), quando utilizados na atividade sedativa e tranqüilizante(2). A
medicamentos teve duração de 30 dias.

Foram inclusos no estudo 96 pacientes ambulatoriais que apresentavam sintomas físicos e psicológic
escore acima de 18 e abaixo de 24 na Escala de Hamilton para Ansiedade(3). Os pacientes apresenta
e boa saúde física, além de ser realizada a avaliação clínica.

Os critérios de exclusão foram:

· Pacientes que apresentassem hipersensibilidade conhecida a algum dos componentes da fórmula;


· Pacientes com diagnóstico comprovado de diabetes;
· Gestantes e lactantes;
· Pacientes com diagnóstico de depressão endógena, esquizofrenia e tendência suicida;
· Pacientes com distúrbios sérios de coração, rins, fígado e pulmões;
· Dependência de drogas, incluindo o álcool;
· Pacientes que estivessem tomando alguma medicação que pudesse interferir com o medicamento e
· Impossibilidade de aderência ao protocolo.
Após assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), os pacientes foram alocados
um dos quatro grupos terapêuticos: Grupo A: 27 pacientes tratados com Maracugina® comprimidos.
tratados com Maracugina® solução oral. Grupo B: 23 pacientes tratados com Passiflorine® comprim
tratados com Passiflorine® solução oral.

Participaram do estudo as seguintes instituições: Faculdade de Medicina do ABC - Departamento de P


Clínica Paris & Paris Medicina do Futuro Ltda. (Dra. Elisa Paris) e Clínica Nabil Ghorayeb (Dr. Nabil Gh
pelas Comissões de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina do ABC, do Instituto de Infectologia
Procedimentos

Durante o estudo foram realizadas três visitas, nas quais se utilizou a Escala de Hamilton para Ansied
pacientes (Quadro 1).

Visita 1:

· Entrevista inicial;
· Exame clínico e avaliação usando-se a Escala de Hamilton para Ansiedade;
· Assinatura do Termo de Consentimento Livre Esclarecido;
· Dispensação da medicação do estudo.

Visita 2:
A Visita 2 foi realizada após 15 dias de tratamento (entre 13 e 17 dias) e foram avaliados os seguinte
· Exame clínico e avaliação usando-se a Escala de Hamilton para Ansiedade;
· Avaliação dos eventos adversos;
· Avaliação de eficácia;.

Visita 3:
A Visita 3 foi realizada após 30 dias de tratamento (entre 28 e 32 dias) e foram avaliados os seguinte
· Exame clínico e avaliação usando-se a Escala de Hamilton para Ansiedade;
· Avaliação dos eventos adversos;
· Avaliação final da eficácia;
· Avaliação da tolerabilidade;
· Contabilidade da medicação do estudo.

Avaliação de eficácia

A avaliação final da eficácia dos medicamentos em estudo foi realizada através da análise da melhora
Escala de Hamilton para Ansiedade(3,4), bem como pela avaliação clínica do paciente realizada pelo
1, 2 e 3.
Os pacientes inclusos e tratados com a medicação do estudo apresentaram escore de 18 a 24 na Esc
foi considerada como melhora dos sintomas, qualquer redução na pontuação da Escala de Hamilton a
categoria.

A avaliação da eficácia do medicamento através da Escala de Hamilton obedeceu aos critérios demon

A classificação final da eficácia do medicamento utilizado foi realizada a partir do Quadro 3.

Avaliação da tolerabilidade

A avaliação da tolerabilidade foi realizada através da observação dos eventos adversos relacionados à
conforme avaliação de causalidade e obedecendo aos critérios descritos no Quadro 4(5).

Análise e processamento de dados

Os resultados do estudo foram armazenados utilizando o programa Microsoft Access. A avaliação das
realizada através do teste Qui-quadrado(13) ou teste Exato de Fisher(14) de acordo com sua necessi
foram utilizados os testes t de Student ou ANOVA(15).

Valores de p menores que 0,05 foram considerados estatisticamente significantes.

Preencheram os critérios de inclusão do estudo 96 pacientes e a distribuição porraças foi: mulato, ne


caucasianos (77%) predominaram seguidos de negros (11,5%) e mulatos (11,5%).
A maioria dos pacientes tratados foi do sexo feminino, correspondendo a 79,2% da população total.

O parâmetro idade apresentou predominância de jovens, com idade que variou de 18 a 36 anos.
Figura 1 - Avaliação de eficácia, de acordo com a Escala de Hamilton, considerando o pré e pós-trata

Figura 2 - Avaliação final de eficácia.

Resultados

Avaliação de eficácia

1. Pacientes pertencentes ao GRUPO A

Avaliação da eficácia, de acordo com a Escala de Hamilton

Ver Quadro 5 e Figura 1.


Avaliação final da eficácia
Ver Quadro 6 e Figura 2.

2. Pacientes pertencentes ao GRUPO A'

Avaliação da eficácia, de acordo com a Escala de Hamilton

Ver Quadro 7 e Figura 3.

Avaliação final da eficácia

Ver Quadro 8 e Figura 4.

3. Pacientes pertencentes ao GRUPO B

Avaliação da eficácia, de acordo com a Escala de Hamilton


Ver Quadro 9 e Figura 5.

Avaliação final da eficácia


Ver Quadro 10 e Figura 6.
4. Pacientes pertencentes ao GRUPO B'

Avaliação da eficácia, de acordo com a Escala de Hamilton


Ver Quadro 11 e Figura 7.
Figura 3 - Avaliação de eficácia, de acordo com a Escala de Hamilton, considerando o pré e pós-trata

Figura 4 - Avaliação final de eficácia.

Figura 5 - Avaliação de eficácia, de acordo com a Escala de Hamilton, considerando o pré e pós-trata

Figura 6 - Avaliação final de eficácia.


Figura 7- Avaliação de eficácia, de acordo com a Escala de Hamilton, considerando o pré e pós-tratam

Figura 8 - Avaliação final de eficácia.

Avaliação final da eficácia

Ver Quadro 12 e Figura 8.

5. Avaliação comparativa de eficácia


Ver Figuras 9, 9A, 10 e 10A.

Discussão

O presente estudo comparou dois medicamentos (Maracugina® e Passiflorine®) utilizados tradiciona


sintomático de ansiedade e insônia leves.

Estudos anteriores demonstraram o efeito ansiolítico de diversos extratos de plantas. Bourin et al., 1
multicêntrico, duplo-cego, contra-placebo, com o produto Euphytose, uma combinação de extratos d
Crataegus e Passiflora. 182 pacientes foram inclusos no estudo, divididos em dois grupos. 91 pacient
tratado com Euphytose e 91 pacientes do grupo placebo. O tratamento teve a duração de 28 dias. Co
28º dia, 42,9% dos pacientes do grupo Euphytose apresentaram pontuação menor do que 10 (dez) n
Ansiedade, contra 25,3% no grupo placebo. Os resultados foram favoráveis e estatísticamente signif
tratamentos, comprovando que os extratos Crataegus e Passiflora são eficazes no tratamento da ans
al., conduziram outro estudo clínico duplo-cego, randomizado, comparando a eficácia do extrato de P
oxazepam no tratamento da ansiedade. Participaram do estudo 36 pacientes. 18 pacientes foram tra
extrato de Passiflora incarnata, e 18 pacientes tratados com 30 mg/dia de oxazepam. Verificou-se um
problemas relacionados ao desempenho no trabalho nos pacientes tratados com Passiflora, em relaçã
oxazepam. Os resultados obtidos demonstram a eficácia da Passiflora incarnata no controle dos sinto
ansiedade(17).

No presente estudo, foram utilizadas as duas formas farmacêuticas comercializadas dos medicament
avaliando sua eficácia e segurança. Foram tratados e concluíram o estudo clínico 96 pacientes.

A demografia da população do estudo apresentou homogeneidade entre os grupos no aspecto númer


grupos apresentaram um número maior de pacientes do sexo feminino e de raça caucasiana. No parâ
pacientes do grupo A e do grupo B eram jovens (59,3% para grupo A e 47,8% para grupo B). Já nos
os pacientes adultos e de meia-idade (54,5% para grupo A' e 45,9% para grupo B').

Com relação à eficácia, identificamos que o grupo B (Passiflorine® comprimidos) demonstrou 4% de


que não se observou no grupo A (Maracugina® comprimidos). Referindo-se ao critério excelente hou
grupo A em relação ao grupo B, sendo 77% em A, e 75% em B (Figuras 2 e 6). Definimos com base
pacientes que tomaram Maracugina® comprimidos, apresentaram eficácia descritivamente maior no
ansiedade e insônia leves, do que os pacientes tratados com Passiflorine® comprimidos, porém sem
0,05).

Analisando os dados do grupo A' (Maracugina® solução) e grupo B' (Passiflorine® solução), é possív
que houve eficácia descritivamente maior, nos parâmetros boa e muito boa, no grupo A' (Figuras 4 e
entre os dois grupos não foram estatisticamente significantes.

Outros dados comparativos obtidos entre as formas farmacêuticas foram interessantes. A eficácia foi
grupos A e B do que nos grupos A' (Maracugina® solução oral) e B' (Passiflorine® solução oral). Os d
significância estatística.

A avaliação comparativa de tolerabilidade (Figura 10) nos mostra que, apesar do grupo B ter apresen
que o grupo A, foram vistos casos nos quais a eficácia foi regular. No grupo A os parâmetros obtidos
excelentes, não apresentando nenhum caso regular. Esses dados não apresentam significância estatí

Entre os grupos A' e B', a tolerabilidade apresentou casos muito bons e excelentes no grupo A', e bon
mesma forma, os dados apresentam tolerabilidade descritivamente maior no grupo A, porém sem sig

Comparando as formas farmacêuticas no quesito tolerabilidade, concluímos também que o medicame


(grupo A') demonstrou-se descritivamente mais tolerável que o Maracugina® comprimidos (grupo A)
medicamento Passiflorine®, porém esses dados não apresentam significância estatística.

Com relação aos grupos A (Maracugina® comprimidos) e B' (Passiflorine® solução), os dados aponta
pacientes do primeiro grupo, com significância estatística (p < 0,05).

Os eventos adversos ocorridos no estudo, aconteceram em pacientes que tomaram a forma farmacêu
em pacientes que tomaram Passiflorine® (9 casos). Nos casos de eventos adversos em que a relação
casos) e provável (2 casos) o diagnóstico foi sonolência. Tiveram eventos adversos em duas visitas (
diagnósticos foram diarréia, sonolência, náusea e poliúria, com severidade de leve a moderada.

Com efeito, o Passiflorine® é um medicamento cuja eficácia está comprovada no tratamento de port
leves. Passiflorine® é um medicamento amplamente aceito pela população, o que facilita a aderência
comprova a bem-quista imagem que este medicamento apresenta no cenário brasileiro. Neste cenári
Maracugina® que comprovam, através de pesquisas clínicas realizadas por indústrias farmacêuticas,
tratamento dos sintomas associados a ansiedade e insônia leves e a mesma segurança com relação a
apresentados, podem ser considerados de grande valor e de importante potencial terapêutico no com
medicamentos similares são indicados.
Figura 9 - Avaliação comparativa de eficácia final.
Valores de p obtidos no teste Quiquadrado:
p = 0,877 para Maracugina sol. X Passiflorine sol.
p = 0,485 para Passiflorine cp. X Passiflorine sol.
p = 0,443 para Maracugina sol. X Passiflorine cp.
p= 0,992 para Maracugina cp. X Passiflorine cp.
p = 0,354 para Maracugina cp. X Maracugina sol.
P = 0,437 para Maracugina cp. X Passiflorine sol.

Figura 10 - Avaliação comparativa de tolerabilidade.


Valores de p obtidos no teste Quiquadrado:
p = 0,127 para Maracugina cp X Maracugina sol.
p = 0,366 para Maracugina sol. X Passiflorine sol.
p = 0,094 para Maracugina cp. X Passiflorine cp.
p = 0,045 para Maracugina cp. X Passiflorine sol. (p < 0,05)
p = 0,240 para Maracugina sol. X Passiflorine cp.
p = 0,309 para Passiflorine cp. X Passiflorine sol.

Figura 9A - Avaliação comparativa de eficácia final condensada.

Figura 10A - Avaliação comparativa de tolerabilidade condensada.

Conclusão

1) Os medicamentos Maracugina® e Passiflorine® são eficazes no controle sintomático da ansiedade


2) Os tratamentos Maracugina® e Passiflorine® apresentam melhor eficácia na forma farmacêutica d
comparados à forma farmacêutica de solução, porém sem significância estatística entre os dois grupo
3) Os medicamentos Maracugina® e Passiflorine® apresentam tolerabilidade bastante aceitável e nã
estatística entre eles.
4) A forma farmacêutica solução, demonstra melhor tolerabilidade do que a forma farmacêutica comp
produtos, não havendo diferença estatisticamente significante entre elas.

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