Você está na página 1de 56

Exercícios propostos

TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços


1.1. A população: evolução e diferenças regionais
1.1.1. A evolução da população na 2ª metade do século XX

GRUPO 1

1. Selecione a letra da chave que corresponde a cada uma das afirmações seguintes.

Afirmações Chave
1. Saldo migratório por mil habitantes.
2. Relação entre a população jovem e idosa expressa,
A. Taxa de crescimento efetivo
geralmente, em percentagem.
B. Índice sintético de fecundidade
3. Relação entre a população dependente (jovens e idosos)
C. Taxa de saldo migratório
e a população em idade ativa.
D. Índice de envelhecimento
4. Número médio de filhos por mulher em idade fértil.
E. Índice de dependência total
5. Percentagem de população ativa desempregada.
F. Taxa de desemprego
6. Soma do saldo natural com o saldo migratório, por mil
habitantes.

2. Classifique, como verdadeira ou falsa cada uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.

a) A década de 60 caracterizou-se por um crescimento efetivo francamente positivo.


b) O declínio da fecundidade é uma das principais causas do envelhecimento demográfico.
c) O incremento da imigração permitiu o aumento da taxa de crescimento natural nos anos 90.
d) As regiões com maior envelhecimento demográfico são o Norte e o Algarve.
e) O setor terciário é o mais importante em todo o país, ocupando mais de metade da população ativa.
f) A evolução dos índices de dependência evidencia claramente o envelhecimento demográfico.

3. Selecione a opção de resposta correta para as seguintes questões.

3.1. As regiões com mais jovens que idosos são


A. Norte, Lisboa e Madeira. C. Norte, Açores e Madeira.
B. Norte, Centro e Açores. D. Norte, Centro e Madeira.

3.2. O desemprego afeta mais


A. as mulheres e os jovens dos 15 aos 24 anos. C. as mulheres e os jovens dos 25 aos 34 anos.
B. os adultos como mais de 45 anos. D. as pessoas com mais de 60 anos.

4. Responda às perguntas que se seguem.


4.1. Descreva a evolução da população residente em Portugal, na segunda metade do século XX.
4.2. Indique os fatores que influenciaram a evolução da população nas décadas de 60 e 70.

Exercícios propostos 1/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
4.3. Explique o facto de as regiões do Interior apresentarem as mais baixas taxas de crescimento
natural.
4.4. Apresente as principais razões que explicam o processo de envelhecimento demográfico em
Portugal.
4.5. Relacione a distribuição regional do índice de envelhecimento com a estrutura etária das NUTS II.
4.6. Comente a afirmação: “A imigração pode contribuir para atenuar o envelhecimento da população
do país recetor”.
4.7. Descreva a evolução do emprego por setores de atividade, em Portugal, nas últimas décadas,
referindo os fatores que a influenciaram.
4.8. Refira os principais problemas sociodemográficos decorrentes do envelhecimento demográfico.

GRUPO 2

O gráfico apresenta a evolução da população portuguesa


entre 1864 e 2011.
A evolução da população resulta do comportamento
conjugado de diversas variáveis demográficas.

1. Identifique as variáveis demográficas responsáveis pela


evolução da população absoluta.
2. Justifique, observando o gráfico, a evolução da
população absoluta durante os anos 60 do século XX.

GRUPO 3

A figura mostra a evolução da população portuguesa, de 1950 a 2001.

1. A década de 50 é caracterizada pelo


(A) crescimento da população absoluta devido a
um fluxo emigratório intenso e à redução da
taxa de crescimento natural.
(B) crescimento positivo da população absoluta
devido ao saldo natural positivo, associado à
ruralidade, com poucas mulheres no mundo
do trabalho e com uma influência vincada da
Igreja Católica.
(C) crescimento da população absoluta devido ao
regresso de milhares de portugueses das ex-colónias e ao regresso de emigrantes da Europa.
(D) crescimento da população absoluta bastante ténue que se deve à imigração que se começa a
verificar.

2. O decréscimo da população absoluta, devido ao fluxo emigratório mais intenso alguma vez registado
e à redução da taxa de crescimento natural, aconteceu na
(A) década de 1950. (B) década de 1960. (C) década de 1980. (D) década de 1990.
Exercícios propostos 2/56
TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
3. Entre a década de 1970 e 1980, verifica-se um crescimento da população devido
(A) ao fluxo emigratório mais intenso alguma vez registado associado à entrada na União Europeia.
(B) ao saldo natural positivo e à ruralidade, com poucas mulheres no mundo do trabalho e com uma
influência vincada da Igreja Católica.
(C) ao regresso de milhares de portugueses das ex-colónias e de emigrantes na Europa.
(D) à imigração que começa a verificar-se vinda dos países do Leste da Europa.

4. Na década de 1990 verifica-se


(A) o fluxo emigratório mais intenso alguma vez registado e a redução da taxa de crescimento natural.
(B) um saldo migratório positivo e a ruralidade, com poucas mulheres no mundo do trabalho e com
uma influência vincada da Igreja Católica.
(C) o regresso de milhares de portugueses das ex-colónias e de emigrantes na Europa.
(D) o aumento da população absoluta devido à imigração que se começa e verificar.

5. A introdução de métodos contracetivos modernos e eficazes repercutem-se essencialmente na


evolução da população portuguesa na
(A) década de 50. (B) década de 60. (C) década de 70. (D) década de 90.

GRUPO 4

Observe o gráfico que representa a população residente em Portugal entre 1950 e 2001.

1. Descreva a evolução da população portuguesa


no período considerado.
2. Apresente duas causas explicativas da
diminuição da população portuguesa na década
de 60 do século XX.
3. Relacione a evolução da população portuguesa
na década de 70 com a conjuntura nacional e
internacional que a condicionou.
4. Explique a atual tendência de evolução da população portuguesa, considerando o crescimento natural
e o saldo migratório.
GRUPO 5

O mapa e o gráfico representam,


respetivamente, a distribuição
da taxa de crescimento natural
por NUT III, em 2001 e a
evolução das taxas de
natalidade e mortalidade entre
1950 e 2001.

Exercícios propostos 3/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. A taxa de crescimento natural define-se como a
(A) soma entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade, expressa em permilagem.
(B) diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade.
(C) relação entre a diferença da taxa de natalidade e da taxa de mortalidade e o saldo migratório.
(D) relação entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade, expressa em percentagem.

2. O período em que se registaram os valores mais baixos da taxa de crescimento natural foi
(A) 1950-1960. (B) 1965-1970. (C) 1975-1980. (D) D.1990-2001.

3. As sub-regiões que apresentam os valores mais elevados da taxa de crescimento natural são
(A) Alentejo Litoral; Península de Setúbal; Oeste. (C) Cávado; Ave; Tâmega.
(B) Baixo Alentejo; Alto Alentejo; Beira Interior Sul. (D) Alto Trás-os-Montes; Douro; Dão-Lafões.

4. Os baixos valores da taxa de crescimento natural registados em Portugal, na última década, devem-se
(A) ao aumento da taxa de mortalidade. (C) à implementação de medidas antinatalistas.
(B) ao aumento da emigração. (D) à diminuição da taxa de natalidade.

5. O valor da taxa de crescimento natural registado em Portugal


(A) é um dos mais baixos da União Europeia.
(B) é idêntico ao da média europeia.
(C) é semelhante ao dos países em desenvolvimento.
(D) tem tendência a aumentar.

GRUPO 6

A figura representa a distribuição da taxa de


natalidade na União Europeia em 2010.

1. No conjunto dos países da UE-27, em 2010,


Portugal encontrava-se
(A) com uma taxa de natalidade inferior à média
da UE-27, tal como a Áustria, a Grécia ou a
Itália.
(B) com a taxa de natalidade próxima da média
da UE-27, tal como a Eslováquia, a Espanha e
a Polónia.
(C) num dos grupos com a maior taxa de
natalidade, tal como a Irlanda, a França ou o
Reino Unido.
(D) no grupo com menor taxa de natalidade, tal
como a Alemanha, a Hungria e a Letónia.

Exercícios propostos 4/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
2. A redução da taxa de natalidade tem vindo a acentuar-se na generalidade dos países da União
Europeia, conduzindo
(A) ao aumento da esperança média de vida e ao envelhecimento demográfico.
(B) à redução da taxa de fecundidade e do índice de renovação de gerações.
(C) ao aumento da proporção de jovens e da esperança média de vida.
(D) à diminuição da proporção de jovens e ao envelhecimento demográfico.

3. Em Portugal, a taxa de natalidade apenas é superior à média nacional nas regiões


(A) Lisboa, Algarve, Açores e Madeira. (C) Norte, Algarve, Açores e Madeira.
(B) Norte, Lisboa, Açores e Madeira. (D) Norte, Lisboa, Centro e Açores.

4. Entre os fatores que explicam a redução da taxa de natalidade encontram-se


(A) a vulgarização do uso de contracetivos e a redução da taxa de atividade feminina.
(B) a redução da taxa de fecundidade e o aumento das despesas com os filhos.
(C) o envelhecimento demográfico e o aumento da taxa de atividade feminina.
(D) a ausência de incentivos ao casamento e a vulgarização do uso de contracetivos.

5. O envelhecimento da população europeia dificulta a sustentabilidade da Segurança Social em


resultado de
(A) aumento das despesas sociais com os idosos em simultâneo com a redução da população ativa e
das contribuições para a Segurança Social.
(B) aumento das despesas sociais com os idosos, não compensado pelas contribuições da população
ativa que deixa de beneficiar da Segurança Social.
(C) a população ativa deixar de fazer descontos, com receio de não vir a beneficiar, no futuro, das suas
contribuições atuais para a Segurança Social.
(D) aumento das despesas de saúde com os idosos, o que leva a introduzir alterações na idade de
reforma, com risco de rutura para a Segurança Social.

GRUPO 7

Lê com atenção o texto

Sobre a “baixíssima taxa de natalidade portuguesa”, o Presidente da República lembrou que “Portugal,
à semelhança de muitos países europeus, enfrenta um problema de sustentabilidade demográfica e, em
torno dele, outros problemas emergem: o despovoamento humano de vastas zonas do território, o declínio
do nosso potencial produtivo, a continuidade do chamado Estado Social, a degradação do princípio da
solidariedade entre gerações, enfim, o enfraquecimento dos laços fundamentais que conferem coesão à
sociedade portuguesa”, argumentou.
O Presidente afirmou ainda que o “declínio tendencial da fecundidade não é um fenómeno
exclusivamente português”, sendo, “antes de mais, um problema europeu”.

1. A taxa de natalidade define-se como


(A) o número de nascimentos num dado período de tempo.
(B) o número de nados-vivos num grupo de mil mulheres, num ano.

Exercícios propostos 5/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) o número de nados-vivos num grupo de mil habitantes, num ano.
(D) o total de nascimentos registados num país, num dado período de tempo, geralmente 10 anos.

2. A “baixíssima taxa de natalidade” reflete-se num problema de sustentabilidade demográfica que


Portugal enfrenta, uma vez que
(A) está na origem no aumento da emigração.
(B) conduz ao envelhecimento demográfico.
(C) leva ao encerramento de maternidades.
(D) promove a sustentabilidade da Segurança Social.

3. Entre as causas da diminuição da natalidade conta-se a crescente entrada da mulher no mercado de


trabalho que
(A) provocou o adiamento do nascimento do primeiro filho.
(B) aumentou os encargos com a educação dos filhos.
(C) decorreu da vulgarização do uso de contracetivos.
(D) levou à diminuição da idade fértil.

4. O impacte da diminuição da natalidade no crescimento efetivo da população, registado nos Censos


2011, foi atenuado pelo
(A) aumento da emigração. (C) saldo migratório positivo.
(B) saldo migratório negativo. (D) crescimento efetivo da população.

5. O declínio da fecundidade é um problema europeu, uma vez que a generalidade dos países não
assegura a renovação de gerações. Esta afirmação é
(A) verdadeira, já que na maioria dos países europeus o índice sintético de fecundidade é inferior a 2,1
filhos.
(B) verdadeira, já que na maioria dos países europeus o índice sintético de fecundidade é inferior a 1,2
filhos.
(C) falsa, porque a taxa de fecundidade é superior a 21%.
(D) falsa, porque a taxa de fecundidade é superior a 12%.

GRUPO 8

Observe atentamente o gráfico relativo à evolução do índice sintético de fecundidade, em Portugal,


entre 1960 e 2011.

Exercícios propostos 6/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. Define índice sintético de fecundidade.
2. Descreva o comportamento do indicador anterior no período considerado.
3. Aponte três razões que justifiquem o comportamento observado.
4. Comente, criticamente, a afirmação:
Portugal encontra-se atualmente numa situação de incapacidade para garantir a substituição de
gerações.

GRUPO 9

O mapa representa a distribuição da taxa de natalidade em alguns países europeus, em 2012.

1. A taxa de natalidade apresenta valores entre os 12,0 e os 17,0‰


(A) no Reino Unido, na Alemanha e na Islândia.
(B) na Franca, no Reino Unido e na Finlândia.
(C) na Franca, no Reino Unido e na Islândia.
(D) no Reino Unido, na Polónia e na França.

2. Os valores mais reduzidos da taxa de natalidade registam-se em países como


(A) Portugal, Grécia e Itália. (C) Portugal, Espanha e França.
(B) Grécia, Itália e Irlanda. (D) Grécia, Áustria e Islândia.

3. A taxa de natalidade de Portugal resulta do comportamento de outros indicadores, tais como


(A) a redução da taxa de fecundidade e o aumento da esperança média de vida.
(B) o aumento da taxa de mortalidade e o declínio do índice de envelhecimento.
(C) o aumento do índice de longevidade e a redução da esperança média de vida.
(D) a redução do índice sintético de fecundidade e o aumento do índice de envelhecimento.

4. O declínio da taxa natalidade explica-se por fatores como


(A) o aumento da taxa de atividade feminina e a generalização do planeamento familiar.
(B) o aumento do uso de contracetivos e a diminuição da taxa de atividade feminina.

Exercícios propostos 7/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) a generalização do planeamento familiar e dos benefícios fiscais para as famílias numerosas.
(D) a generalização do planeamento familiar, progresso económico e maior oferta de emprego.

5. Em termos demográficos, Portugal registou


(A) um aumento do índice de fecundidade e um progressivo envelhecimento da população.
(B) um aumento da esperança média de vida e um progressivo envelhecimento da população.
(C) uma diminuição da esperança média de vida e um progressivo envelhecimento da população.
(D) uma redução do índice de fecundidade e um rejuvenescimento progressivo da população.

GRUPO 10

Observa o gráfico que representa a evolução da natalidade e da mortalidade, em Portugal, entre 2004 e
2011.

1. Descreva o comportamento do número de óbitos em Portugal a partir de 2004.


2. Aponte dois fatores explicativos para o comportamento anterior.
3. Caracterize a situação atual do saldo fisiológico, indicando:
- os fatores explicativos;
- as consequências desta situação demográfica.

GRUPO 11

O gráfico representa a evolução das taxas de natalidade, mortalidade e crescimento natural entre 1950
e 2011.

Exercícios propostos 8/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. A tendência geral da taxa de natalidade é de
(A) diminuição. (B) aumento. (C) estagnação. (D) rápido acréscimo.

2. Na década de 70, após sensivelmente 1973, a taxa de natalidade registou


(A) um acréscimo, em virtude da diminuição da emigração e do regresso dos portugueses de países
como França e Alemanha e das antigas colónias.
(B) um decréscimo, em virtude da diminuição da emigração e do regresso dos portugueses de países
como França e Alemanha e das antigas colónias.
(C) um acréscimo, em virtude apenas da diminuição da emigração.
(D) uma estagnação, devido ao saldo migratório negativo e ao saldo natural positivo.

3. Entre o final de século XX e o início do século XXI, a taxa de natalidade


(A) aumentou, devido sobretudo à imigração. (C) diminuiu, devido à emancipação feminina.
(B) aumentou, devido sobretudo é emigração. (D) diminuiu, devido ao planeamento familiar.

4. A taxa de mortalidade tem registado uma tendência para


(A) estabilização nos cerca de 10 óbitos por cada 1000 habitantes.
(B) aumento nos cerca de 10 óbitos por cada 100 habitantes.
(C) diminuição nos cerca de 10 óbitos por cada 1000 crianças vivas.
(D) estabilização, nos cerca de 10 óbitos por cada 100 habitantes.

5. Nos últimos anos tem-se assistido a uma


(A) ligeira subida da taxa de mortalidade, em resultado do envelhecimento demográfico, que é
provocado pela diminuição da natalidade e pelo aumento da esperança média de vida.
(B) acentuada descida da taxa de mortalidade, em resultado da melhoria generalizada da qualidade de
vida da população.
(C) ligeira subida da taxa de mortalidade, em virtude do aumento da taxa de mortalidade infantil.
(D) ligeira subida da taxa de mortalidade, em resultado do rejuvenescimento demográfico, que é
provocado pela diminuição da natalidade e pela aumento da esperança média de vida.

GRUPO 12

O gráfico seguinte representa a evolução da


taxa de mortalidade infantil, no nosso país.

1. A taxa de mortalidade infantil é o número


de crianças que morrem
(A) até aos 28 dias de vida.
(B) até 1 ano, por 1000 nados-vivos.
(C) até 1 ano, por 1000 habitantes.
(D) até 5 anos, por 1000 nascimentos.

Exercícios propostos 9/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
2. O valor da taxa de mortalidade infantil, em 1970, era semelhante
(A) aos valores dos outros países que, hoje, constituem a União Europeia.
(B) aos atuais valores apresentados por muitos países em desenvolvimento.
(C) aos atuais valores apresentados pelos países ditos industrializados.
(D) aos valores apresentados por países industrializados, na mesma data.

3. O período de 3 anos consecutivos em que a taxa de mortalidade infantil mais decaiu foi o de
(A) 1962-1964. (B) 1970-1972. (C) 1974-1976. (D) 1996-1998.

4. As duas principais causas da mortalidade infantil, em Portugal, na atualidade, são


(A) diarreias e doenças infecto-contagiosas.
(B) diarreias e problemas genéticos.
(C) problemas congénitos e acidentes.
(D) problemas cardiovasculares e tuberculose.

5. Se não houver alterações significativas das condições socioeconómicas, a tendência mais provável da
evolução da taxa de mortalidade infantil, em Portugal, na primeira década do século XXI, será
(A) uma descida acentuada. (C) a manutenção dos atuais valores.
(B) uma grande oscilação anual. (D) um grande aumento.

GRUPO 13

O comportamento da mortalidade infantil contribuiu muito para a redução da mortalidade geral.

1. Descreva a evolução da taxa de mortalidade


infantil.
2. Apresente duas razões que explicam o
comportamento da taxa de mortalidade infantil.

GRUPO 14

Lê com atenção o texto e observa o gráfico que representa a distribuição da taxa de mortalidade infantil
por NUTs II em 2010.

Exercícios propostos 10/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. A taxa de mortalidade infantil
(A) representa o número de óbitos ocorridos em
indivíduos com idades até 5 anos.
(B) resulta da diferença entre o número de nados-vivos
e o número de óbitos ocorridos num ano.
(C) é a proporção entre o número de óbitos ocorridos
em indivíduos até um ano de vida e a população
absoluta.
(D) relaciona o número de óbitos em indivíduos até um
ano de vida e o total de nados-vivos e expressa-se em ‰.

2. Em 2010, o valor média da taxa de mortalidade infantil em Portugal era de


(A) 2‰. (B) 2,5‰. (C) 3‰. (D) 5‰.

3. A evolução da taxa de mortalidade infantil registada em Portugal resultou de


(A) fluxo emigratório para países desenvolvidos.
(B) diminuição do índice sintético de fecundidade.
(C) melhoria dos cuidados de saúde prestados na gravidez e no parto.
(D) aumento do número de partos realizados no domicílio.

4. A taxa de mortalidade infantil apresenta


(A) no Norte e no Alentejo os valores mais próximos da média nacional.
(B) na Região Autónoma dos Açores e em Lisboa os valores mais baixos a nível nacional.
(C) no Centro e no Algarve valores negativos.
(D) na Região Autónoma da Madeira um valor superior à média nacional.

5. O valor da taxa de mortalidade infantil “diz imenso sobre as prioridades do país” pois
(A) reflete a melhoria dos hábitos alimentares da população.
(B) traduz a melhoria da qualidade dos serviços de saúde.
(C) resulta da diminuição da taxa de natalidade.
(D) decorre do aumento da imigração.

GRUPO 15

Observe os gráficos que representam a evolução da taxa de mortalidade infantil nos países da União
Europeia entre 1985 e 2000 e a taxa de mortalidade infantil, segundo regiões NUT II entre 2000 e 2001.

Exercícios propostos 11/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. A taxa de mortalidade infantil constitui um indicador demográfico que
(A) relaciona o número de óbitos de indivíduos até 1 ano de vida com o número total de óbitos,
expresso em permilagem.
(B) resulta da diferença entre os óbitos registados em indivíduos com menos de 5 anos de vida e a
população total, expresso em permilagem.
(C) relaciona o número de óbitos de indivíduos até 1 ano de vida e o total de nados-vivos e expressa-se
em permilagem.
(D) contabiliza, por cada 1000 nascimentos, o número de nados-vivos, expresso em permilagem.

2. Portugal, enquanto estado-membro da União Europeia, destaca-se por


(A) apresentar, no período considerado, a maior quebra na taxa de mortalidade infantil.
(B) apresentar uma taxa de mortalidade infantil inferior à média comunitária.
(C) ter registado na taxa de mortalidade infantil uma diminuição de cerca de 4‰.
(D) apresentar valores da taxa de mortalidade infantil significativamente inferiores aos dos países mais
desenvolvidos.

3. A evolução da taxa de mortalidade infantil teve como principal causa


(A) o aumento do número de partos em ambulância.
(B) a crescente realização dos partos em casa.

Exercícios propostos 12/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) melhoria dos serviços prestados, no âmbito da medicina preventiva.
(D) o incentivo à utilização do leite e farinhas artificiais.

4. A taxa de mortalidade infantil apresenta


(A) valores iguais na região Centro e no Alentejo.
(B) valores inferiores à média nacional no Norte e no Algarve.
(C) o maior acréscimo no Norte e na Madeira.
(D) o menos decréscimo nos Açores e no Alentejo.

5. A taxa de mortalidade infantil é vulgarmente utilizada como indicador de desenvolvimento pois


(A) reflete o índice de envelhecimento de um país.
(B) reflete as condições de inserção da mulher no mundo laboral.
(C) é diretamente proporcional ao número de filhos por mulher.
(D) traduz a qualidade dos serviços de saúde.

GRUPO 16

Observe, na figura, a evolução dos comportamentos demográficos em Portugal.

1. Desde 1900, a taxa de natalidade, em Portugal, evidenciou uma tendência de


(A) descida continua e acentuada, tornando-se reduzida a partir de meados do seculo XX.
(B) aumento, com oscilações, e de descida depois de 1974.
(C) redução, com oscilações, acentuando-se a queda a partir de 1975.
(D) descida acentuada ao longo de todo o seculo XX, atingindo valores negativos.

2. Desde 1900, a taxa de mortalidade, em Portugal, evidenciou uma tendência de


(A) descida continua e acentuada, voltando a subir a partir de meados do seculo XX.
(B) redução, com oscilações, ate 1960, estabilizando ate 1980, seguida de ligeira descida e, a partir dos
anos 90, uma ligeira subida.
(C) aumento, com oscilações, e descida apos 1974, com aumento acentuado a partir de 1990.
(D) descida acentuada ao longo de todo o seculo XX, voltando a subir ligeiramente no seculo XXI.

Exercícios propostos 13/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
3. A taxa de crescimento natural teve uma descida acentuada a partir de
(A) 1940, tendo depois aumentado e chegado ao seculo XXI com valores baixos mas positivos.
(B) 1960, tendo estabilizado nos anos 90 e mantido valores baixos e positivos ate 2012.
(C) 1975, tendo estabilizado nos anos 90 e inicio do seculo XXI, passando, depois, a ser negativa.
(D) 1975, tendo estabilizado em valores baixos, com pequenas oscilações no seculo XXI.

4. A evolução da taxa da natalidade resultou numa acentuada


(A) descida do índice do envelhecimento.
(B) subida da taxa de fecundidade.
(C) quebra do índice sintético de fecundidade.
(D) ampliação da escolaridade obrigatória.

5. A evolução da taxa de mortalidade deu origem a um acentuado aumento


(A) do índice de sustentabilidade potencial.
(B) da população em idade ativa.
(C) dos cuidados de alimentação, da saúde e da assistência medica.
(D) da esperança média de vida.

GRUPO 17

Leia o texto seguinte e observe o gráfico.

Exercícios propostos 14/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. O saldo migratório é
(A) o total de emigrantes e imigrantes que atravessam as fronteiras de um país, registado num dado
período.
(B) a diferença entre o número de emigrantes e o número de imigrantes, registada num dado período
de tempo.
(C) a relação entre o número de emigrantes e o número de imigrantes, por cada mil habitantes,
registada num dado período de tempo.
(D) a diferença entre o número de imigrantes e o número de emigrantes, registada num dado período
de tempo.

2. Os valores mais baixos do saldo migratório registaram-se no período


(A) 1950-1959. (B) 1960-1974. (C) 1975-1979. (D) 1980-2002.

3. A emigração portuguesa ao longo da segunda metade do século XX é responsável pelo


(A) aumento do crescimento efetivo da população portuguesa.
(B) despovoamento do interior do país.
(C) fuga de “cérebros” para o estrangeiro.
(D) atraso tecnológico das regiões de partida.

4. O início dos movimentos imigratórios em Portugal


(A) relacionou-se com as alterações políticas registadas na Europa de leste.
(B) teve lugar após a adesão à CEE.
(C) decorreu do 25 de Abril e da abertura do país ao exterior.
(D) coincidiu com a ocorrência de grandes eventos, exigentes em mão-de-obra, como a Expo 98 e o
Euro 2004.

5. Atualmente, a entrada de milhares de estrangeiros em Portugal traduz-se


(A) na diminuição do desemprego.
(B) no rejuvenescimento da população.
(C) no aumento de défice da Segurança Social.
(D) no aumento da população ativa empregue no setor terciário.

GRUPO 18

Observe o gráfico que representa a evolução do fenómeno


migratório em Portugal, entre 1950 e 2000.

1. Descreva a evolução do fenómeno migratório em


Portugal na última metade do século XX.
2. Refira três consequências sociodemográficas que
decorrem da emigração.
3. Compare, apresentando dois aspetos, as características
da emigração portuguesa até à década de 80 e as que se
verificam atualmente.
Exercícios propostos 15/56
TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
4. Justifique o início do fluxo imigratório em Portugal na data referenciada no gráfico.

GRUPO 19

Observe os gráficos que representam a população portuguesa que já residiu no estrangeiro segundo o
último país de residência e o período de regresso a Portugal.

1. Dos últimos países de residência dos portugueses que regressaram a Portugal, os mais
representativos são países
(A) da Europa Oriental e da CPLP. (C) da Europa Ocidental e dos PALOP.
(B) da Europa Oriental e dos PALOP. (D) da Europa em geral e dos PALOP.

2. O país de residência de onde regressaram mais portugueses representa o principal destino da


emigração portuguesa
(A) nas décadas anteriores a 1960. (C) na década de 70.
(B) na década de 60. (D) nas últimas três décadas.

3. O maior surto de emigração portuguesa esteve na origem da quebra demográfica dos


(A) anos 60 e contribuiu para o envelhecimento demográfico do interior do país.
(B) anos 50 e foi a maior causa do despovoamento das regiões do interior do país.
(C) anos 60 e foi a maior causa do despovoamento das regiões do interior do país.
(D) anos 50 e contribuiu para o envelhecimento demográfico do interior do país.

4. O regresso, nos anos 70, de mais de 30% dos emigrantes portugueses deveu-se
(A) ao processo de independência dos países da CPLP.
(B) à Revolução de 25 de abril de 1974, que instituiu a democracia.
(C) ao processo de independência das ex-colónias africanas portuguesas.
(D) aos incentivos oferecidos pelo governo português durante esse período.

5. O regresso de muitos portugueses, nos anos 79, teve como principal efeito demográfico
(A) um acentuado rejuvenescimento da estrutura etária da população portuguesa.
(B) o maior aumento da taxa de natalidade das últimas décadas.
(C) um acentuado aumento da população ativa com qualificação superior.
(D) o maior aumento populacional registado numa única década, no século XX.

Exercícios propostos 16/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 20

Leia o documento.

Os Portugueses que regressaram a Portugal


Cerca de 1,5 milhões de portugueses/as que viviam em Portugal em 2011 já tinham residido no
estrangeiro, por um período contínuo de pelo menos um ano, tendo entretanto regressado a Portugal. Este
valor é o reflexo da importância que o fenómeno emigratório teve na sociedade portuguesa ao longo das
últimas quatro décadas.
Foi durante o período 1971-1980 que se registou o regresso de um maior número de emigrantes.
No entanto, à data da realização dos Censos 2011, residiam em Portugal
394 496 pessoas de nacionalidade estrangeira, o que representava cerca de 3,7% do total da população.
Na última década, a população estrangeira cresceu cerca de 70%, já que era de 226 715, em 2001.

1. Justifique o facto do período 1971-1990 registar o regresso do maior número de emigrantes


portugueses.
2. Compare o perfil dos emigrantes portugueses da década de 1960 com o do início do século XXI.
3. Refira a importância da imigração para o país.
4. Mencione, por ordem decrescente, as principais comunidades imigrantes em Portugal.

GRUPO 21

Portugal, país de emigrantes por tradição, passou a ser o destino preferido de muitos estrangeiros,
principalmente a partir dos anos 80 do século XX.

1. Distinga emigração de imigração.


2. Explique, recorrendo a dois aspetos, por que motivo Portugal, de país de emigração, deu lugar a um
país de imigração.
3. Justifique as alterações que se têm vindo a registar nos últimos anos, relativamente à origem dos
imigrantes, comparativamente com a década de 80.
4. Elabore um texto focando os seguintes aspetos:
– consequências positivas da imigração em Portugal;
– consequências negativas da imigração em Portugal.

GRUPO 22

O quadro apresentado mostra a evolução da população


de nacionalidade estrangeira residente em Portugal
entre 2008 e 2011.

1. Defina saldo migratório.


2. Indique os países que apresentam as maiores
comunidades de população estrangeira a viver em
Portugal.
3. Justifique a importância económica e social desta
população de nacionalidade estrangeira.
Exercícios propostos 17/56
TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
4. Comente a afirmação que se segue:
Portugal alterou profundamente, nos últimos anos, o resultado do seu saldo migratório, o que terá, a
médio prazo, um impacto significativo no seu dinamismo demográfico.

GRUPO 23

A tabela apresenta a evolução da população residente em Portugal entre 2001 e 2011.

1. A população residente portuguesa tem, entre 2001 e 2011, registado


(A) um decréscimo de cerca de 2%.
(B) um abrandamento no seu ritmo de crescimento, com 2% de aumento contra os 5% da década de
90.
(C) um acréscimo face à década de 90, de cerca de 5%.
(D) um acréscimo, atingido valores próximos dos registados na década de 60.

2. A evolução da população residente em Portugal, na última década, resultou


(A) do aumento do saldo natural e do abrandamento do saldo migratório.
(B) sobretudo do saldo migratório, que contribuiu com cerca de 91% para o acréscimo demográfico.
(C) do decréscimo do saldo migratório, consequência do aumento da emigração.
(D) do decréscimo do saldo natural e do saldo migratório.

3. Em 1995 a inflexão da tendência do saldo migratório traduziu


(A) um saldo migratório positivo, com o aumento da imigração.
(B) um saldo migratório positivo, com o aumento da emigração.
(C) um saldo migratório negativo, com o aumento da imigração.
(D) um saldo migratório negativo, com a diminuição da imigração.

4. O saldo migratório manteve a tendência de diminuição e o saldo natural foi positivo em 2008 devido
(A) ao aumento da emigração e à diminuição da natalidade.
(B) ao aumento da imigração, ao aumento da emigração e à ligeira diminuição da natalidade.
(C) à diminuição da imigração, ao aumento da emigração e ao ligeiro aumento da natalidade.
(D) à diminuição da imigração e ao aumento da natalidade.

5. A evolução da população resulta do


(A) índice de envelhecimento. (C) saldo migratório.
(B) saldo natural. (D) crescimento efetivo.

Exercícios propostos 18/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 24

Observe com atenção o gráfico que representa o número de nados-vivos e de óbitos ocorridos em
Portugal, entre 1990 e 2007.

1. A análise do gráfico permite concluir que


(A) o crescimento natural da população registou um ritmo irregular.
(B) se verifica uma diminuição do crescimento efetivo da população.
(C) se regista uma progressiva diminuição do saldo natural.
(D) o rejuvenescimento demográfico é a tendência mais marcante.

2. Em 2007, o crescimento natural da população foi positivo. A afirmação é


(A) verdadeira, porque o número de óbitos supera o número de nascimentos vivos.
(B) verdadeira, porque a taxa de natalidade é inferior à taxa de mortalidade.
(C) falsa, porque o número de óbitos é superior ao número de nados-vivos.
(D) falsa, porque as taxas de natalidade e mortalidade apresentam valores muito próximos.

3. A diminuição dos valores da natalidade deve-se


(A) à diminuição do índice de dependência de jovens.
(B) à implementação de medidas de incentivo à política do filho único.
(C) ao aumento da imigração.
(D) ao aumento do índice de envelhecimento demográfico.

4. As regiões portuguesas que mais contribuem para os recentes valores de crescimento natural
registados em Portugal são
(A) Norte, Açores e Madeira. (C) Centro, Algarve e Alentejo.
(B) Lisboa, Alentejo e Açores. (D) Norte, Lisboa e Madeira.

5. Os valores positivos que o crescimento efetivo da população portuguesa tem registado decorrem de
(A) saldo negativo dos movimentos migratórios. (C) aumento da emigração sazonal.
(B) saldo positivo dos movimento migratórios. (D) intensificação do êxodo rural.
Exercícios propostos 19/56
TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 25

Observe com atenção o quadro apresentado.

1. O crescimento efetivo de uma população resulta da(o)


(A) relação entre o saldo natural e o saldo migratório.
(B) soma entre a natalidade e a imigração.
(C) crescimento natural e do saldo migratório.
(D) equilíbrio entre o número de nascimentos e o número de óbitos.

2. O saldo natural
(A) constitui o único fator que faz variar o crescimento efetivo da população.
(B) não interfere na variação do crescimento efetivo da população.
(C) é uma das variáveis demográficas que interfere na variação do crescimento efetivo da população.
(D) calcula-se pela soma entre a natalidade e a mortalidade.

3. O crescimento efetivo da população portuguesa no período 2000-2005


(A) foi sempre positivo.
(B) dependeu exclusivamente do saldo natural.
(C) regista, atualmente, valores negativos.
(D) Decorre dos valores negativos do saldo migratório.

4. A evolução demográfica registada no período 2000-2005 resulta


(A) do aumento do fluxo emigratório.
(B) da diminuição da taxa de mortalidade.
(C) dos valores positivos do saldo migratório.
(D) da implementação de medidas pró-natalistas.

5. Os valores da taxa de crescimento natural, da taxa de crescimento migratório e da taxa de


crescimento efetivo, em falta no quadro, são respetivamente
(A) 0,4; 0,68; 0,6. (B) 0,07; 6,1; 4,1. (C) 0,8; 3,5; 4. (D) 4; 4,1; 0,2.

Exercícios propostos 20/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 26

O gráfico representa o crescimento efetivo da população


portuguesa entre 1950 e 2001.

1. Entende-se por crescimento efetivo


(A) a diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de
mortalidade.
(B) o somatório entre a taxa de natalidade e a taxa de
mortalidade.
(C) o somatório entre o crescimento natural e o saldo
migratório.
(D) o crescimento real da população por cada mil habitantes,
num ano.

2. O declínio verificado no crescimento efetivo da população portuguesa no período de 1960-1970


resultou da
(A) Guerra Colonial. (C) emigração para a Europa ocidental.
(B) redução da taxa de crescimento natural. (D) imigração.

3. O aumento verificado no crescimento efetivo da população portuguesa, na década de 70, ficou a


dever-se
(A) Ao regresso de milhares de portugueses das ex-colónias.
(B) À entrada de milhares de imigrantes dos PALOP.
(C) À diminuição da mortalidade infantil.
(D) Ao aumento do crescimento natural.

4. A tendência para o decréscimo do crescimento efetivo da população portuguesa previsto para as


próximas décadas
(A) Resultará no aumento do desemprego.
(B) Conduzirá ao envelhecimento da população.
(C) Será responsável pelo aumento da emigração.
(D) Será contrária à que se verificará nos países mais desenvolvidos da UE.

5. O crescimento efetivo da população portuguesa tem registado, de uma maneira geral


(A) Os valores mais baixos nos concelhos do interior.
(B) Os valores mais baixos nos concelhos do litoral norte.
(C) Os valores mais altos nos concelhos do Porto e de Lisboa.
(D) Os valores mais altos nos concelhos do litoral alentejano.

Exercícios propostos 21/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 27

O gráfico representa o comportamento das taxas de crescimento natural, crescimento migratório e


crescimento efetivo da população portuguesa entre 1970 e 2011.

1. Entende-se por taxa de crescimento efetivo


(A) o somatório entre o crescimento natural e o saldo migratório.
(B) a diferença entre a taxa de crescimento natural e a taxa de mortalidade.
(C) o crescimento real da população por cada mil habitantes.
(D) o somatório da taxa de natalidade e da taxa de mortalidade.

2. O aumento verificado na taxa de crescimento efetivo da população portuguesa, na década de 70,


ficou a dever-se
(A) à entrada de milhares de imigrantes dos PALOP.
(B) à diminuição da mortalidade infantil.
(C) ao regresso de milhares de portugueses das ex-colónias.
(D) ao aumento do crescimento natural.

3. O decréscimo da taxa de crescimento efetivo da população portuguesa nos últimos anos resulta de
(A) diminuição da emigração.
(B) diminuição da taxa de crescimento natural e da taxa de crescimento migratório.
(C) aumento da imigração.
(D) aumento da natalidade e da diminuição da mortalidade.

4. A taxa de crescimento migratório apresentou valores positivos durante a década de 90 em resultado


(A) do aumento da emigração e diminuição da imigração.
(B) ao regresso de portugueses das ex-colónias.
(C) da diminuição da natalidade.
(D) do aumento da imigração e da redução da emigração.

5. As consequências de uma taxa de crescimento efetivo negativa traduzem-se


(A) na diminuição da população. (C) no aumento da imigração.
(B) no aumento do desemprego. (D) no envelhecimento da população.

Exercícios propostos 22/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 28

Observe atentamente o gráfico no qual estão representadas as taxas de crescimento natural, migratório
e efetivo, por NUTs II, em 2011.

1. Distinga taxa de crescimento natural de taxa de crescimento efetivo.


2. Caracterize a situação de Portugal quanto aos três indicadores apresentados no gráfico.
3. Justifique o comportamento da NUT Alentejo relativamente à taxa de crescimento natural.
4. Explique o comportamento da NUT Algarve relativamente à taxa de crescimento migratório.

1.1.2. As estruturas e comportamentos sociodemográficos


a) A estrutura etária

GRUPO 29

A figura representa a estrutura etária da população portuguesa em 1991 e em 2012.

Exercícios propostos 23/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. A análise da estrutura etária da população é fundamental para o processo de planeamento. Esta
afirmação é
(A) falsa, porque a análise não permite prever a diminuição da taxa de natalidade e o desemprego.
(B) verdadeira, porque permite observar a diminuição de diversos indicadores demográficos.
(C) verdadeira, porque permite prever as necessidades de emprego, habitação e vários equipamentos.
(D) falsa, porque dá apenas pistas e não permite prever a tendência de evolução futura da população.

2. De 1991 para 2012 verificou-se


(A) uma diminuição da população idosa e um aumento dos jovens.
(B) uma diminuição da população jovem e um aumento dos idosos.
(C) um aumento da população adulta e um aumento dos jovens.
(D) um aumento da população jovem e uma diminuição dos idosos.

3. O estreitamento da base da pirâmide deve-se


(A) ao aumento da esperança média de vida e à diminuição da taxa de natalidade.
(B) ao aumento da taxa de natalidade e ao declínio do índice sintético de fecundidade.
(C) à diminuição da taxa de natalidade e ao aumento geral da taxa de fecundidade.
(D) à redução da taxa de natalidade e ao declínio do índice sintético de fecundidade.

4. A redução do índice sintético de fecundidade é explicada por diversos fatores, nomeadamente


(A) dificuldade de acesso a habitação e reduzida utilização de métodos contracetivos.
(B) aumento das despesas com a educação e diminuição do nível de instrução feminino.
(C) generalização do planeamento familiar e aumento da taxa de atividade feminina.
(D) diminuição da taxa de atividade feminina e das despesas com a educação.

5. A maior esperança média de vida feminina reflete-se na pirâmide etária. Esta afirmação é verdadeira
(A) porque as mulheres estão menos expostas a acidentes de trabalho e cuidam melhor da saúde.
(B) porque o topo da pirâmide é sempre mais largo no setor feminino, em 1996 e em 2006.
(C) devido ao aumento da esperança média de vida e à redução da taxa de mortalidade feminina.
(D) porque se verifica um progressivo envelhecimento da população, tanto em 1996 como em 2006.000

GRUPO 30

As figuras 1 e 2 representam a estrutura etária da população residente em Portugal, segundo os censos


de 1960 e 2011.

Exercícios propostos 24/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. A pirâmide etária de 1960 caracteriza-se por
(A) natalidade reduzida e mortalidade elevada.
(B) natalidade elevada e esperança média de vida reduzida.
(C) duplo envelhecimento da população.
(D) classes ocas nos vários grupos etários.

2. A pirâmide etária de 2011 caracteriza-se por


(A) mortalidade e esperança média de vida reduzida.
(B) natalidade elevada e esperança média de vida elevada.
(C) duplo envelhecimento da população.
(D) grupo etário predominante: os jovens.

3. Na pirâmide etária de 1960, a classe oca dos 40-44 anos, nos homens e nas mulheres, deve-se à
(A) I Guerra Mundial e emigração para França. (C) I Guerra Mundial e Gripe Pneumónica.
(B) II Guerra Mundial e emigração para França. (D) emigração para o Brasil.

4. Na pirâmide etária de 2011, a classe oca dos 40-44 anos, nas mulheres, deve-se a
(A) grande emigração da década de 1960. (C) II Guerra Mundial.
(B) crise petrolífera. (D) êxodo rural.

5. A pirâmide etária de 1960 é uma pirâmide


(A) decrescente. (B) idosa. (C) crescente. (D) rejuvenescente.

GRUPO 31

Leia atentamente o texto e observe o mapa sobre a proporção de população de 0-14 anos na população
residente, em Portugal, em 2011.

Exercícios propostos 25/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. Identifique as NUTS III que, em 2011, apresentavam mais de 15,9% de população jovem.
2. Indique a classe de percentagem de população jovem em que se insere cada uma das quatro regiões
mencionadas no texto, como tendo contrariado o sentido de evolução geral do país.
3. Relacione a variação da proporção de população jovem, nas NUTS III, com a distribuição regional da
taxa de natalidade.
4. Comente o documento, tendo em conta os efeitos socioeconómicos da evolução descrita e sugerindo
três medidas que poderão contribuir para a inverter.

GRUPO 32

O mapa da figura representa o índice de envelhecimento, por NUT III, em 2001.

1. O índice de envelhecimento é a
(A) relação, expressa em percentagem, entre o grupo etário
dos idosos e o grupo etário dos jovens.
(B) relação, expressa em permilagem, entre o grupo etário
dos jovens e o grupo etário dos idosos.
(C) relação, expressa em percentagem, entre o grupo etário
dos idosos e o grupo etário dos adultos e dos jovens.
(D) relação, expressa em permilagem, entre o grupo etário
dos idosos e a população absoluta.

2. A principal causa do envelhecimento da população


portuguesa é a(o)
(A) adoção crescente de modos de vida saudáveis.
(B) aumento da esperança média de vida.
(C) aumento da taxa de fecundidade.
(D) diminuição da sinistralidade rodoviária.

3. O envelhecimento da população tem como principal consequência a(o)


(A) aumento do desemprego.
(B) aumento da produtividade nos vários setores de atividade.
(C) diminuição dos encargos com a Segurança Social.
(D) diminuição da população ativa.

4. O envelhecimento da população portuguesa pode ser travado através da(o):


(A) adoção de medidas pró-natalistas.
(B) incentivo à emigração.
(C) aumento de impostos à população ativa.
(D) promoção de políticas sociais de apoio à terceira idade.

5. O envelhecimento da população portuguesa é um


(A) fenómeno que se verifica desde o início do século XX.
(B) fenómeno comum aos países da União Europeia.
Exercícios propostos 26/56
TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) fenómeno exclusivo dos países mediterrâneos.
(D) fenómeno em regressão.

GRUPO 33

O índice de envelhecimento em Portugal tem vindo a aumentar, sendo já preocupante em algumas


regiões, como evidencia a figura.

1. O índice de envelhecimento relaciona


(A) a população idosa e a população em
idade ativa, definida habitualmente
como o quociente entre o número de
pessoas com 65 ou mais anos e o de
pessoas com idades entre os 15 e os 64
anos.
(B) a população jovem e a população em
idade ativa, definida habitualmente
como o quociente entre o número de pessoas entre os 0 e os 14 anos e o de pessoas entre os 15 e
os 64 anos.
(C) a população jovem e a população idosa, definida habitualmente como o quociente entre o número
de pessoas com idades compreendidas entre os 0 e os 14 anos e o de pessoas com 65 ou mais anos.
(D) a população idosa e a população jovem, definida habitualmente como o quociente entre o número
de pessoas com 65 ou mais anos e o de pessoas com idades entre os 0 e os 14 anos.

2. Em 2006 as regiões com índice de envelhecimento acima da média nacional eram


(A) o Alentejo, o Centro e o Algarve.
(B) Lisboa, o Norte e a Região Autónoma da Madeira.
(C) a Região Autónoma dos Açores, a Região Autónoma da Madeira e o Norte.
(D) o Alentejo, o Centro e o Norte.

3. Em Portugal constata-se um duplo envelhecimento da população. Esta afirmação é verdadeira porque


(A) o aumento da proporção de idosos ocorre em simultâneo com o da proporção de jovens.
(B) a diminuição da proporção de jovens é acompanhada da diminuição da proporção de idosos.
(C) verifica-se um aumento da proporção de jovens e uma diminuição da proporção de idosos.
(D) a diminuição da proporção de jovens é acompanhada do aumento da proporção de idosos.

4. O envelhecimento demográfico resulta sobretudo


(A) da redução do índice sintético de fecundidade e do aumento da esperança média de vida.
(B) da generalização do planeamento familiar e da melhoria das condições de vida.
(C) do progressivo aumento do número de idosos devido à melhoria das condições de saúde.
(D) da redução da taxa de mortalidade bruta e da melhoria generalizada das condições de vida.

Exercícios propostos 27/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
5. Entre as principais consequências do envelhecimento demográfico no nosso País, encontram-se
(A) o aumento do número de idosos e a diminuição do número de jovens.
(B) a redução da população ativa e o acréscimo dos encargos com os jovens.
(C) o acréscimo das despesas com os idosos e a diminuição das receitas dos contribuintes.
(D) o decréscimo da taxa de natalidade e o aumento da população em idade ativa.

GRUPO 34

As pirâmides etárias da figura permitem caracterizar a estrutura etária da população das sub-regiões do
Cávado e do Pinhal Interior Sul, cuja localização pode constatar no mapa de Portugal continental que se
encontra em baixo.

1. Descreva a evolução da taxa de natalidade registada nos últimos 15 anos, nas sub-regiões
consideradas.
2. Compare as duas pirâmides etárias e apresente as razões que permitem afirmar que a estrutura
etária da população do Pinhal Interior Sul é mais envelhecida do que a do Cávado.
3. Justifique o menor envelhecimento registado na estrutura etária da população do Cávado.
4. Explique o acentuado envelhecimento da população do Pinhal Interior Sul, relacionando-o com a
intensa corrente emigratória verificada na década de 60 e até meados da de 70 do século XX.
Ilustre a sua resposta com dados da figura.

GRUPO 35

Analise os dados do quadro referentes à distribuição da população residente portuguesa, por grandes
grupos etários, em 31 de Dezembro de 2004 (estimativas — fonte: www.ine.pt/indicadores).

Exercícios propostos 28/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. Refira a importância de que se reveste o conhecimento da estrutura etária de uma população.
2. Calcule o índice de envelhecimento da população portuguesa, com base nos dados do quadro.
3. Apresente duas razões que justifiquem o valor calculado.
4. Equacione, em termos prospetivos, três consequências do envelhecimento demográfico, capazes de
condicionar o desenvolvimento do país.

GRUPO 36

Observe a figura que representa a estrutura etária da população estrangeira residente em Portugal, em
2011.

1. A estrutura etária da população residente em


Portugal, em 2011, evidenciava
(A) um envelhecimento apenas visível no topo da
pirâmide.
(B) tendência para o aumento de todas as classes
adultas.
(C) a quebra da taxa de mortalidade na última década.
(D) uma baixa natalidade e uma elevada longevidade.

2. A população em idade ativa apresenta


(A) um predomínio claro das classes inferiores a 30
anos.
(B) uma tendência de redução das classes de 15 a 39
anos.
(C) sinais de vir a ser mais numerosa e mais jovem.
(D) uma clara tendência para aumentar e envelhecer.

3. A estrutura etária da população estrangeira residente em Portugal, em 2011, apresenta


(A) predomínio das classes etárias de jovens e jovens adultos.
(B) um grande equilíbrio entre todas as classes etárias e entre homens e mulheres.
(C) maior representatividade das mulheres nas classes mais numerosas (20 a 44 anos).
(D) maior número de homens nas classes mais representadas (dos 20 aos 44 anos).

4. A estrutura etária da população estrangeira tem efeitos na demografia portuguesa como


(A) o aumento da mão de obra qualificada e das despesas da Segurança Social.
(B) a diminuição do número de idosos e das respetivas despesas sociais.
(C) a redução da idade média da população e aumento da esperança média de vida.
(D) o rejuvenescimento da população com reflexos positivos na taxa de natalidade.

5. A nível socioeconómico, a estrutura etária da população estrangeira a residir em Portugal


(A) reflete-se no aumento da população ativa e das contribuições para o Estado.
(B) contribui para o crescimento da população em todas as regiões do país.

Exercícios propostos 29/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) torna maior a representatividade das mulheres em todas as classes etárias.
(D) reflete-se no agravamento do desequilíbrio das contas da Segurança Social.

GRUPO 37

Observa o gráfico que se segue que mostra a variação da


estrutura etária da população portuguesa entre 1960 e
2011.

1. Refere dois motivos justificativos da importância do


conhecimento da estrutura etária de uma população.
2. Descreve as alterações registadas na estrutura etária da
população portuguesa no período considerado.
3. Apresenta duas causas explicativas das alterações
registadas no grupo etário dos jovens.
4. Explica os efeitos socioeconómicos que poderão
decorrer da implementação de medidas do incentivo à
natalidade.

GRUPO 38

A figura representa a estrutura etária, por género, em Portugal, nos anos 2001 e 2011.

1. Em 2011, a estrutura etária da população evidenciou


(A) o decréscimo da população jovem, visível no topo da pirâmide.
(B) o decréscimo da população idosa, visível na base da pirâmide.
(C) o decréscimo da população idosa, visível pelo alargamento do topo.
(D) o decréscimo da população jovem, visível pelo estreitamento da base.

Exercícios propostos 30/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
2. Na última década, Portugal sofreu um decréscimo da população em todos os grupos etários, entre os
0 e os 29 anos, a partir dos 30 anos
(A) a situação inverte-se e verifica-se um crescimento de 9% da população entre os 30 e os 69 anos e
uma diminuição de 26% para as idades superiores a 69 anos.
(B) o escalão dos 30 aos 69 anos representava 51% da população em 2001, representando, em
2011,54%.
(C) no grupo de população com mais de 70 anos, a população decresceu de 14%, em 2001, para 11%,
em 2011.
(D) o escalão dos 30 aos 69 anos representava 60% da população em 2001, representando, em
2011,51%.

3. Na última década evidencia-se a tendência de


(A) duplo envelhecimento. (C) rejuvenescimento.
(B) envelhecimento. (D) equilíbrio na estrutura etária.

4. Estamos cada vez mais velhos, o que se deve


(A) ao decréscimo da taxa de natalidade/fecundidade, e consequente índice sintético de fecundidade
(visível no estreitamento da base da pirâmide etária), e ao aumento da esperança média de vida
(visível no alargamento do topo da pirâmide etária).
(B) ao aumento da taxa de natalidade/fecundidade, e consequente índice sintético de fecundidade
(visível no estreitamento da base da pirâmide etária), e ao aumento da esperança média de vida
(visível no alargamento do topo da pirâmide etária).
(C) ao decréscimo da taxa de natalidade/fecundidade, e consequente índice sintético de fecundidade
(visível no estreitamento da base da pirâmide etária), e à diminuição da esperança média de vida
(visível no alargamento do topo da pirâmide etária).
(D) ao aumento da taxa de natalidade/fecundidade e consequente índice sintético de fecundidade
(visível no estreitamento do topo da pirâmide etária), e ao decréscimo da esperança média de vida
(visível no alargamento do topo da pirâmide etária).

5. Nos últimos dez anos, a esperança média de vida manteve a tendência de


(A) aumento, em virtude do decréscimo da taxa de mortalidade, uma consequência, por exemplo, dos
progressos na medicina, da melhoria da assistência médica e da melhoria das condições de vida.
(B) decréscimo, em virtude do aumento da taxa de mortalidade, uma consequência, por exemplo, dos
progressos na medicina, da melhoria da assistência médica e da melhoria das condições de vida.
(C) aumento, em virtude do aumento da taxa de mortalidade, uma consequência, por exemplo, dos
progressos na medicina, da melhoria da assistência médica e da melhoria das condições de vida.
(D) aumento, em virtude do decréscimo da taxa de mortalidade, uma consequência, por exemplo, dos
progressos na medicina, do decréscimo da assistência médica e da melhoria das condições de vida.

Exercícios propostos 31/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 39

Observe atentamente a pirâmide etária da população portuguesa referente ao ano de 2007.

1. A pirâmide etária evidencia o duplo


envelhecimento da população portuguesa
pelo
(A) alargamento do topo e da base.
(B) alargamento do topo e estreitamento
da base.
(C) estreitamento do meio e alargamento
do topo.
(D) estreitamento da base e do topo.

2. No grupo etário dos jovens


(A) todas as classes são ocas.
(B) só a classe etária dos 10-14 anos é oca.
(C) nenhuma classe etária é oca.
(D) a classe etária dos 5-9 anos indica um pequeno aumento da natalidade.

3. O alargamento do topo da pirâmide etária traduz


(A) a diminuição da taxa de mortalidade. (C) o declínio da fecundidade.
(B) o aumento da esperança média de vida. (D) a diminuição da emigração.

4. A tendência para a diminuição da taxa de natalidade, segundo os dados da pirâmide etária, constitui
um fenómeno
(A) que marca os últimos 30 anos. (C) registado nos últimos 10 anos.
(B) registado nos últimos 5 anos. (D) que sempre se verificou.

5. O envelhecimento demográfico
(A) põe em risco a emancipação feminina. (C) ajuda a promover o país no estrangeiro.
(B) aumenta os encargos da Segurança Social. (D) promove o aumento da natalidade.

GRUPO 40

Observe o gráfico que representa a variação da


idade média da população residente em Portugal,
entre 2001 e 2011 e por regiões.

1. Entre 2001 e 2011 a idade média da população


portuguesa aumentou, o que se evidencia…
(A) no prolongamento da esperança média de
vida.
(B) no aumento do índice de envelhecimento.
Exercícios propostos 32/56
TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) no aumento do índice de renovação de gerações.
(D) na descida do índice sintético de fecundidade.

2. Em 2011, as regiões cuja população apresentava idade média inferior à nacional eram…
(A) R.A. Açores, R.A. Madeira, Norte e Lisboa. (C) Norte, Centro, R.A. Açores e R.A. Madeira.
(B) apenas os Açores e a Madeira. (D) R.A. Açores, R.A. Madeira, Centro e Algarve.

3. Considerando a idade média da população residente, em 2011, as regiões que apresentavam maior
índice de dependência de idosos eram…
(A) Norte, Lisboa e Algarve. (C) Alentejo, Centro e Lisboa.
(B) R.A. Açores, R.A. Madeira e Norte. (D) Alentejo, Centro e Algarve.

4. O aumento da idade média da população portuguesa tem impactes socioeconómicos porque…


(A) aumenta o índice de sustentabilidade potencial ao mesmo tempo que conduz ao declínio da
fecundidade e à redução do envelhecimento da população.
(B) diminui o índice de sustentabilidade potencial ao mesmo tempo que conduz ao declínio da
mortalidade e à redução do envelhecimento da população.
(C) o aumento das despesas com os idosos, incluindo as pensões de reforma, não é compensado pelas
contribuições da população ativa, que diminuem.
(D) o aumento do índice de dependência total leva a que haja maior número de ativos por cada
dependente, considerando os jovens e os idosos.

5. Os problemas decorrentes do aumento da idade média da população portuguesa conduzem à


necessidade de se tomarem medidas…
(A) que promovam o seu rejuvenescimento, como os incentivos à emigração.
(B) que promovam o seu rejuvenescimento, como os incentivos à natalidade.
(C) que concorram para aumentar as contribuições da população ativa.
(D) que concorram para conservar o nosso saldo migratório positivo.

GRUPO 41

Leia o documento e observe a tabela, que representa o índice de envelhecimento em 2001 e em 2011,
em Portugal.

Taxa de natalidade em Portugal atingiu o número mais baixo dos últimos 60 anos
De acordo com o Correio da Manhã, em junho nasceram apenas seis mil bebés; desde a década de 50
que não havia um mês com tão poucos nascimentos.
A descida representa menos 19 por cento em relação a junho do ano passado. A manter-se a tendência,
este ano deverão nascer apenas 81 mil crianças, menos 16 mil do que em 2011. Em termos gerais,
nascem menos 50 mil crianças por ano do que seria necessário para assegurar a substituição de
gerações.

Exercícios propostos 33/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. Mencione as consequências da problemática presente no documento.
2. Mencione o significado do índice de envelhecimento em 2011.
3. Explique os reflexos da evolução do índice de envelhecimento no índice de dependência total.
4. Refira três medidas, da política demográfica adotada, que, desde 2007, foram introduzidas em
Portugal, visando inverter os problemas resultantes das situações presentes no documento e na tabela.

GRUPO 42

Leia atentamente o texto que se segue.

1. Aponte três razões que expliquem o envelhecimento pela “base” da população portuguesa.
2. Identifique duas consequências desse envelhecimento.
3. Selecione, entre as alternativas apresentadas, as que podem ser consideradas como estratégias de
superação da situação demográfica anterior.
a. Maior apoio à população idosa.
b. Maior apoio às famílias com filhos a estudar.
c. Diminuição gradual do abono de família.
d. Bolsas de estudo aos estudantes do ensino superior.
e. Taxas de juro bonificadas para aquisição de habitação para famílias numerosas.
4. Selecione uma das estratégias anteriores e explique como pode contribuir para superar a situação
demográfica descrita no texto.

b) A estrutura ativa

GRUPO 43

O gráfico mostra a distribuição da população ativa


portuguesa pelos três setores de atividade: primário,
secundário e terciário.

Exercícios propostos 34/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. A taxa de atividade em Portugal
(A) tem registado tendência para diminuir em todos os grupos etários.
(B) aumentou de forma significativa no grupo etário da população com idade superior a 60 anos.
(C) diminuiu no grupo etário dos adultos.
(D) aumentou progressivamente com a crescente participação da mulher no mundo do trabalho.

2. A distribuição da população ativa pelos setores de atividade:


(A) apresenta uma diminuição muito significativa do emprego no setor primário, como consequência
dos fortes movimentos imigratórios registados.
(B) revela uma diminuição do setor secundário, como resultado da crescente modernização tecnológica
das indústrias.
(C) regista uma diminuição crescente da população empregue no comércio e nos serviços.
(D) acompanha a tendência verificada nos países em desenvolvimento.

3. A terciarização da economia portuguesa:


(A) resulta da crescente melhoria do nível de vida da população, que permitiu o aparecimento de novas
atividades ligadas ao comércio e aos serviços.
(B) é consequência do aparecimento de grandes superfícies comerciais.
(C) resulta da expansão dos subúrbios nas maiores cidades portuguesas.
(D) deve-se ao aumento do número de telefones ligados à rede móvel.

4. A população empregue no setor secundário é particularmente significativa:


(A) no Norte. (B) em Lisboa e Vale do Tejo. (C) no Algarve. (D) no Centro.

5. O fraco nível de qualificação profissional da mão-de-obra portuguesa:


(A) deve-se ao predomínio do setor primário em muitas regiões.
(B) é idêntico à da maior parte dos países da UE que aderiram em 2004.
(C) diminui os custos de produção, encorajando o investimento estrangeiro.
(D) afeta a produtividade e diminui a competitividade empresarial.

GRUPO 44

As figuras referem-se à distribuição da população empregada por setores de atividade, em Portugal, por
NUT II, em 2011, e à evolução da estrutura profissional da população ativa, entre 1950-2011.

Exercícios propostos 35/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1. A NUT Norte não tem acompanhado a evolução da estrutura profissional da população ativa, no
período 1950-2011, devido
(A) ao predomínio de indústrias com grande avanço tecnológico.
(B) ao desenvolvimento pouco acentuado do setor terciário.
(C) ao predomínio de muitas indústrias de mão de obra intensiva.
(D) ao desenvolvimento pouco acentuado do setor primário.

2. Da observação da evolução da estrutura profissional da população ativa, entre 1950 e 2011,


concluímos que o setor primário diminui devido
(A) ao incentivo do Estado ao abandono dos campos, agricultura rentável e pouca capacidade de
mobilização para a prática da agricultura.
(B) à agricultura tradicional ser predominante, à ausência de outras atividades e à elevada
remuneração da agricultura.
(C) ao progressivo abandono dos campos, à modernização da agricultura e ao trabalho mal
remunerado.
(D) à entrada na UE, a subsídios para a atividade agrícola e ao êxodo urbano.

Exercícios propostos 36/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
3. Da observação da evolução da estrutura profissional da população ativa, no período 1950-2011,
concluímos que o setor secundário
(A) diminui devido ao incentivo do Estado ao abandono dos campos, agricultura rentável e pouca
capacidade de mobilização para a prática da agricultura.
(B) diminui com o decorrer do processo de industrialização e posteriormente aumenta devido ao
progresso tecnológico.
(C) aumenta com o decorrer do processo de industrialização e posteriormente diminui devido ao
progresso tecnológico.
(D) aumenta com a entrada na UE e diminui posteriormente com os subsídios para a atividade agrícola
e êxodo urbano.

4. Na evolução da estrutura profissional da população ativa, entre 1950 e 2011, concluímos que o setor
terciário aumenta devido a determinados fatores, nomeadamente
(A) diminuição do número de mulheres nos serviços; melhoria do nível de vida da população;
retrocesso técnico do setor primário e secundário.
(B) aumento da taxa de urbanização; desenvolvimento dos serviços sociais e de administração pública;
desenvolvimento da educação e da saúde e expansão do comércio.
(C) desaparecimento de algumas atividades do setor primário; êxodo urbano; expansão do comércio e
degradação do nível de vida da população.
(D) diminuição da taxa de urbanização; retrocesso do setor secundário e expansão do comércio.

5. Considerando a preponderância que alguns setores de atividade têm no grau de desenvolvimento de


uma região, a que pode ser considerada mais desenvolvida é
(A) a região Norte. (B) a região Centro. (C) o Alentejo. (D) Lisboa.

GRUPO 45

Leia atentamente o texto que se segue

Mais de metade da população ativa é precária ou desempregada

A Associação de Combate à Precariedade – Precários Inflexíveis (ACP-PI) analisou dados do Instituto


Nacional da Estatística (INE) e concluiu que precariedade é “norma” em Portugal. Em conferência de
imprensa, a ACP-PI anunciou que “mais de metade da população ativa em Portugal é precária ou
desempregada”.
Num documento entregue aos jornalistas, a associação apresenta gráficos do INE que demonstram que
os trabalhadores a recibos verdes, com contratos a prazo e subempregados, são mais do que metade da
população ativa em Portugal (cerca de 5,5 milhões). “Uma informação que não pode ser desmentida já que
os dados são oficiais”, sublinharam.

1. Defina população ativa.


2. Identifique três dos principais problemas da população ativa nacional.
3. Apresenta, para cada um dos problemas referidos na pergunta anterior, uma estratégia que permita a
sua resolução.
4. Comente, criticamente, a afirmação:

Exercícios propostos 37/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
O desemprego tem consequências diretas no sistema público de Segurança Social, que se vê privado de
um importante volume de receitas e sobrecarregado com novos encargos.

c) O nível de instrução e qualificação profissional

GRUPO 46

Leia o documento.

1. Na última década, manteve-se a tendência de redução da taxa de analfabetismo, registando-se


(A) os valores mais baixos no litoral, tendo o Porto a menor taxa de analfabetismo.
(B) os valores mais baixos no litoral, tendo Lisboa a menor taxa de analfabetismo.
(C) os valores mais elevados no interior, tendo a região do Alentejo os menores valores da taxa de
analfabetismo.
(D) os valores mais baixos no sul, tendo a região do Algarve os menores valores da taxa de
analfabetismo.

2. A instabilidade profissional é superior na


(A) população com um elevado nível de instrução.
(B) população com um baixo nível de instrução e de qualificação profissional.
(C) população masculina.
(D) população não ativa.

3. Quanto menor o nível de instrução e de qualificação profissional


(A) menor o aumento da produtividade e competitividade do país.
(B) menores as assimetrias regionais.
(C) maior o espírito empreendedor da população.
(D) maior a natalidade.

4. O baixo nível de instrução e de qualificação profissional tem estado associado ao crescimento de


assimetrias regionais, dado que
(A) é menor nas áreas rurais do interior e superior nas áreas urbanas do litoral.
(B) é maior nas áreas rurais e menor nas áreas urbanas do litoral.

Exercícios propostos 38/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) é maior nas áreas de montanha.
(D) é menor no Algarve.

5. O aumento do nível de instrução e de qualificação profissional é superior


(A) na população masculina. (C) na população feminina.
(B) nos idosos. (D) na população não ativa.

GRUPO 47

Considere a informação do quadro que se segue relativa ao número de alunos inscritos no ensino
secundário, entre 2004/2005 e 2009/2010.

1. Caracterize a evolução do número total de alunos matriculados no ensino secundário.


2. Calcule a variação do indicador referido entre os anos letivos 2004/2005 e 2009/2010.
3. Justifique a importância do comportamento do número de alunos adultos a frequentar este grau de
ensino durante o período considerado.

GRUPO 48

O gráfico representa a taxa de crescimento da população em


Portugal e na UE.

1. Descreva a evolução da taxa de crescimento da população em


Portugal, comparando-a com a da UE.
2. Refira dois dos indicadores demográficos que influenciam o
crescimento populacional.
3. Apresente dois fatores que justifiquem o crescimento da
população em Portugal.
4. Reflita sobre dois problemas que podem decorrer da tendência atual da taxa de crescimento da
população, apresentando duas medidas para os solucionar.

Exercícios propostos 39/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1.1.3. Os principais problemas sociodemográficos
a) O envelhecimento
b) O declínio da fecundidade
c) O baixo nível educacional
d) A situação perante o emprego
1.1.4. O rejuvenescimento e a valorização da população
a) Os incentivos à natalidade
b) A qualificação da mão-de-obra

GRUPO 49

Leia atentamente o texto que se segue.

1. Os principais problemas sociodemográficos de Portugal são


(A) o aumento da fecundidade, o envelhecimento o e o baixo nível educacional.
(B) a quebra da fecundidade, o aumento da nupcialidade e o baixo nível educacional.
(C) a quebra da fecundidade, a diminuição do número de crianças por casal e o baixo nível educacional.
(D) a quebra de fecundidade, o envelhecimento e o baixo nível educacional.

2. O envelhecimento da população pressiona o chamado Estado-providência


(A) aumentando os esforços com as pensões sociais.
(B) aumentando os encargos sociais e o subsidio de férias.
(C) aumentando os encargos sociais, o subsidio de férias e os encargos com a saúde da população mais
idosa.
(D) aumentando os encargos sociais, os cuidados de saúde e os serviços de proteção à terceira idade.

3. A taxa de abandono escolar representa


(A) o total de jovens que abandona a escola.
(B) o total de jovens em idade escolar que abandona a escola.
(C) a percentagem de jovens que abandona a escola.
(D) a percentagem de jovens em idade escolar que abandona a escola.

4. O nível de qualificação profissional representa


(A) o conjunto de saberes que um trabalhador deve utilizar.
(B) o conjunto de competências que um trabalhador deve utilizar.
(C) o conjunto de saberes e competências que um trabalhador deve utilizar.
(D) o conjunto de horas de formação que um trabalhador deve frequentar para poder trabalhar.
Exercícios propostos 40/56
TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 50

A análise das estruturas sociodemográficas da população portuguesa permite identificar alguns


problemas que afetam o dinamismo demográfico da população portuguesa e o desenvolvimento económico
e social equilibrado do território nacional.

1. O declínio da fecundidade tem como causa


(A) o aumento da escolaridade masculina, a participação da mulher no mercado de trabalho e o acesso
a programas de planeamento familiar.
(B) a redução da idade da mulher no nascimento do primeiro filho.
(C) O aumento da escolaridade feminina, a participação da mulher no mercado de trabalho e o acesso a
programas de planeamento familiar.
(D) o fácil acesso ao emprego.

2. O envelhecimento da população deve-se


(A) ao aumento do peso da população adulta relativamente à população idosa.
(B) à diminuição da fecundidade e da mortalidade e ao aumento da esperança de vida.
(C) ao aumento da população adulta em relação à população jovem e à população idosa.
(D) ao aumento da fecundidade e da mortalidade e à diminuição da esperança de vida.

3. O baixo nível educacional da população portuguesa


(A) permite uma maior adaptação à inovação.
(B) impede o alargamento da escolaridade obrigatória.
(C) interfere nos níveis de produtividade e crescimento da economia.
(D) contribui para o desenvolvimento tecnológico.

4. A situação perante o emprego e o desemprego são alguns dos problemas que afetam a população
portuguesa, na medida em que
(A) o desemprego contribui para o empobrecimento das pessoas afetadas.
(B) a população empregada apresenta níveis de qualificação elevados.
(C) a precariedade do emprego tem vindo a diminuir nos últimos anos,
(D) a precarização do emprego favorece o crescimento económico.

5. As soluções para os problemas sociodemográficos da população portuguesa passam por


(A) diminuir os salários.
(B) controlar a natalidade e a mortalidade.
(C) aumentar o crescimento efetivo da população.
(D) promover o rejuvenescimento e valorização da população.

Exercícios propostos 41/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 51

Leia atentamente a notícia apresentada.

Trabalhar até mais tarde

O estudo chama-se Rendimento do Trabalho depois da Reforma na União Europeia, e foi publicado
recentemente pelo Eurofound, uma agência europeia que se dedica a estudar as condições de vida na
Europa. Todas as orientações da Comissão Europeia vão no sentido de ser necessário aumentar a
carreira contributiva da população, para garantir a sustentabilidade dos sistemas de pensões e o
crescimento económico dos países. Também o aumento da idade legal de aposentação é tema recorrente
de discussão, assim como o trabalho pós-reforma, que pode ser visto como uma erosão do direito é
reforma.

1. Na base de necessidade de aumentar a duração da carreira contributiva está


(A) a menor longevidade masculina, sobretudo dos que exercem profissões de risco.
(B) a tendência do aumento da longevidade dos idosos com 85 anos ou mais.
(C) o aumento da proporção de idosos e a diminuição das receitas da Segurança Social.
(D) o aumento do apoio financeiro da Segurança Social às famílias e aos desempregados.

2. O envelhecimento demográfico, na Europa, tem como principais causas


(A) a redução da taxa de natalidade e o aumento da esperança média de vida.
(B) o aumento do número de jovens adultos dependentes dos pais até mais tarde.
(C) as melhores condições de vida e de assistência médica à população idosa.
(D) o aumento da emigração e um saldo migratório que tende a tornar-se negativo.

3. O perigo de rutura das contas da Segurança Social deve-se, principalmente


(A) ao aumento da escolaridade obrigatória e das despesas de educação.
(B) à entrada cada vez mais tardia dos jovens no mercado de trabalho.
(C) ao aumento das despesas com os serviços sociais, devido à crise económica.
(D) à tendência de redução da população em idade ativa, que diminui as receitas.

4. Uma forma de rejuvenescer a população e travar o envelhecimento demográfico será


(A) promover políticas de incentivo ao aumento da carreira contributiva.
(B) implementar medidas de incentivo à natalidade e de apoio à família.
(C) criar condições que permitam um envelhecimento ativo e saudável.
(D) criar serviços de saúde que fomentem o rejuvenescimento corporal.

5. Elevar a idade legal da reforma pode constituir uma perda de direitos, mas é uma medida que
(A) levaria ao aumento dos encargos do Estado com programas de integração de idosos.
(B) permitiria diminuir os custos sociais com equipamentos de apoio a idosos.
(C) alongaria a carreira contributiva, aumentando o índice de dependência de idosos.
(D) alongaria a carreira contributiva, aumentando o índice de sustentabilidade potencial.

Exercícios propostos 42/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 52

Leia atentamente o excerto seguinte.

1. Identifique dois problemas sociodemográficos no texto.


2. Explique o motivo que leva a uma diminuição do tempo de trabalho entre 1960 e 2000.
3. Indique três consequências para o Estado resultante do aumento do número de idosos.
4. Exponha, face ao problema do envelhecimento da população evidenciado, medidas que promovam o
seu rejuvenescimento pela natalidade.

GRUPO 53

O gráfico representa a taxa de crescimento da população em Portugal e na UE-27.

1. Descreva a evolução da taxa de


crescimento da população em Portugal,
comparando-a com a da UE.
2. Refira dois dos indicadores
demográficos que influenciam o
crescimento populacional.
3. Apresente dois fatores que justifiquem
o crescimento da população em Portugal.
4. Reflita sobre dois problemas que podem
decorrer da tendência atual da taxa de
crescimento da população, apresentando
duas medidas para os solucionar.

Exercícios propostos 43/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
1.2. A distribuição da população

GRUPO 54

1. Selecione a letra da chave que corresponde a cada uma das afirmações seguintes.

Afirmações Chave
1. Características do relevo, do clima e dos solos.
2. Densidade populacional mais elevada em duas áreas – Lisboa e
Porto. A. Litoralização
3. Possibilidade de resposta às necessidades da população, mantendo B. Bipolarização
a qualidade de vida. C. Fatores humanos
4. Concentração da população e das atividades económicas ao longo D. Fatores físicos
do litoral. E. Capacidade de carga
5. Condições de vida e de desenvolvimento das atividades
económicas.

2. Classifique, como verdadeira ou falsa cada uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.

a) Em Portugal Continental, as áreas de maior densidade populacional encontram-se na faixa litoral,


desde o Algarve à Grande Lisboa.
b) Nas Regiões Autónomas, a densidade populacional é elevada na maioria dos concelhos, exceto nos do
Funchal e de Ponta Delgada.
c) Verifica-se, atualmente, uma tendência para atenuar os contrastes na distribuição demográfica, pois
as áreas urbanas, de modo geral, têm perdido população.
d) A conjugação de fatores físicos e humanos mais favoráveis no Litoral explicam o principal contrastes
na distribuição da população em Portugal.
e) As migrações contribuíram para acentuar o contraste entre o povoamento do Litoral e do Interior.

3. Selecione a opção de resposta correta para as seguintes questões.

3.1. Os concelhos de maior densidade populacional são os das:


A. Áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e o Funchal. C. Áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.
B. regiões Norte, Centro e Algarve. D. regiões Norte, Centro e Madeira.

3.2. De 2001 a 2007, perderam mais população as áreas que têm densidade populacional…
A. superior a 100 habitantes por km2. C. superior a 50 habitantes por km2.
B. inferior a 100 habitantes por km2. D. inferior a 50 habitantes por km2.

4. Responda às perguntas que se seguem.


4.1. Descreva a distribuição da população em Portugal Continental e nas Regiões Autónomas.
4.2. Justifique os contrastes que descreveu na pergunta anterior.
4.3. Explique o efeito das migrações na distribuição da densidade populacional.
Exercícios propostos 44/56
TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
4.4. Avalie as consequências da desigual distribuição da população, nas regiões do Litoral e do Interior.
4.5. Sugira duas medidas que possam contribuir para atenuar os contrastes na distribuição da
população.

1.2.1. Os condicionantes da distribuição da população


a) Fatores naturais
b) Fatores humanos
1.2.2. Os problemas na distribuição da população
a) A litoralização do povoamento/o despovoamento do interior

GRUPO 55

Em Portugal, o povoamento apresenta um claro contraste entre o Litoral e o Interior, representado na


figura.
1. Entre os concelhos com maior
densidade populacional em 2005,
encontravam-se
(A) Lisboa, Oeiras, Almada, Porto, Maia,
Matosinhos, Braga e Funchal.
(B) Lisboa, Amadora, Cascais, Porto,
Póvoa de Varzim, Braga, Faro e
Funchal.
(C) Lisboa, Setúbal, Mafra, Porto, Espinho,
Maia, Faro e Funchal.
(D) Lisboa, Amadora, Almada, Porto, Vila
Nova de Gaia, Espinho, Matosinhos e
Funchal.

2. A distribuição da população é
influenciada por fatores humanos como
(A) o clima, o relevo, a proximidade de
água e a existência de boas vias de
comunicação.
(B) a necessidade de mão-de-obra, a habitação e a existência de boas vias de comunicação.
(C) a oferta de emprego, o acesso a equipamentos e a existência de boas vias de comunicação.
(D) a atração urbana, a proximidade de água e a existência de boas vias de comunicação.

3. Os movimentos migratórios têm contribuído para acentuar os contrastes de povoamento em


Portugal. Esta afirmação explica-se
(A) pelo êxodo rural, pelos movimentos pendulares e pela imigração, que tende a fixar-se no Litoral.
(B) pelos movimentos diários, pelo êxodo rural e pela emigração, que afetou mais o Interior.
(C) pela emigração que afetou mais o Interior, pelo êxodo rural e pela imigração, atraída pelo Litoral.
(D) pelos movimentos externos, pelas migrações diárias, pela emigração e pelo êxodo rural.

Exercícios propostos 45/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
4. A forte pressão sobre as regiões do Litoral tem consequências como
(A) o desordenamento do território, a fraca oferta de bens e serviços e a degradação ambiental.
(B) a forte poluição atmosférica, a falta de espaços verdes e a recuperação do património.
(C) a melhoria das acessibilidades, o aparecimento de bairros de lata e a falta de emprego.
(D) o desemprego, o desordenamento do território, o congestionamento do trânsito e a poluição.

5. O planeamento é um processo essencial no ordenamento do território pois


(A) promove o desenvolvimento sustentável. (C) evita o envelhecimento demográfico.
(B) é necessário organizar as áreas urbanas. (D) desenvolve as atividades económicas.

GRUPO 56

Leia o seguinte texto e observe o mapa que evidencia as dinâmicas


populacionais registadas em Portugal continental, entre 1950 e
2001.

1. A dinâmica demográfica no território nacional


(A) revela tendência para a concentração de população nos
concelhos do interior.
(B) manifesta uma grande tendência para a concentração
populacional ao longo da faixa litoral.
(C) caracteriza-se pelo despovoamento crescente do litoral algarvio.
(D) regista uma crescente concentração populacional nos concelhos do Porto e de Lisboa.

2. A bipolarização que caracteriza a repartição espacial da população portuguesa traduz-se na


(A) concentração da população na cidade de Lisboa e respetiva Área Metropolitana.
(B) concentração populacional no litoral ocidental a norte do rio Sado e litoral algarvio.
(C) capacidade de atração populacional exercida, atualmente, por algumas cidades médias do interior.
(D) elevada concentração populacional observada nas Áreas Metropolitanas do Porto e de Lisboa.

3. O processo de litoralização observado no nosso país


(A) é muito recente, tendo sido detetado no último período intercensitário.
(B) tem contribuído para o desenvolvimento do interior, na medida em que ajuda a “escoar” a mão--
de-obra excedentária nessas regiões.

Exercícios propostos 46/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) traduz-se na diminuição da qualidade de vida da população residente na faixa litoral.
(D) promove um desenvolvimento mais harmonioso do país, contribuindo para o esbater das
assimetrias regionais.

4. O despovoamento do interior
(A) tem potenciado a perda de dinamismo económico dessas regiões.
(B) tem melhorado o nível e a qualidade de vida da população residente.
(C) é um fenómeno demográfico recente, com tendência a perder significado.
(D) perdeu importância com os movimentos imigratórios entretanto registados.

5. As assimetrias regionais observadas na distribuição da população portuguesa podem ser minoradas


(A) abandonando os projetos de construção de novas vias de comunicação ligando o litoral e o interior,
que incentivam ao êxodo rural.
(B) promovendo o desenvolvimento das cidades de média dimensão localizadas no interior.
(C) criando condições que permitam à população do litoral melhorar a sua qualidade de vida.
(D) criando escolas nas grandes cidades do país, destinadas a formar e qualificar mão-de-obra
especializada para o setor terciário.

GRUPO 57

Observe a figura que represente a taxa de variação da


população (2001-2011), segundo as NUTs III.

1. A variação da população nas NUTs III revela


(A) a continuação da tendência de litoralização.
(B) um maior dinamismo do Norte e do Centro.
(C) o acentuar claro do contraste sul/norte.
(D) o dinamismo de certas NUTs III do interior.

2. O maior acréscimo deu-se nas NUTs III


(A) com menor número de cidades.
(B) com maior taxa de crescimento natural.
(C) que tinham menor densidade populacional.
(D) com capacidade para atrair e fixar população.

3. Registou-se uma maior perda de população


(A) nas NUTs III do interior da região Norte. (C) nas Regiões Autónomas e na região Centro.
(B) no litoral e no centro do Alentejo. (D) em três NUTs III do Centro interior.

4. O maior acréscimo populacional no Algarve deveu-se, sobretudo, à taxa de


(A) crescimento natural. (C) natalidade.
(B) crescimento migratório. (D) desemprego.

Exercícios propostos 47/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
5. A diminuição da população nas sub-regiões do interior deve-se à saída de população e
(A) ao saldo natural negativo. (C) ao aumento da imigração.
(B) à menor esperança média de vida. (D) ao isolamento de muitos idosos.

GRUPO 58

Considere a afirmação:
A densidade populacional do país é de 115 hab/km 2. Contudo verificam-se grandes disparidades em
termos do território, que têm vindo a acentuar-se.

1. A densidade populacional é um indicador que estabelece a relação entre


(A) a população residente num dado território e a superfície (área) desse território.
(B) a população imigrante de um dado território e a dimensão da sua superfície.
(C) a superfície de um território e o número total de habitantes que nele vive.
(D) a superfície de um território e o número total de imigrantes que nele se fixaram.

2. A afirmação refere-se às assimetrias regionais entre


(A) as Regiões Autónomas e o Continente. (C) as cidades de Lisboa e Porto.
(B) as regiões do litoral e as do interior. (D) as regiões do norte e as do sul do país.

3. Um dos problemas da forte concentração demográfica nas grandes áreas urbanas é


(A) o envelhecimento demográfico. (C) a fraca taxa de escolaridade.
(B) a sobrelotação das infraestruturas. (D) a degradação do património edificado.

4. Entre os principais fatores atrativos das áreas litorais estão


(A) o clima menos húmido e a maior proporção de população jovem e adulta.
(B) o nível de vida mais barato e a grande oferta de serviços a preços mais acessíveis.
(C) a concentração de atividades económicas e a facilidade de acesso a bens e serviços.
(D) o clima menos húmido e a grande diversidade de atividades turísticas e culturais.

5. Para contrariar a tendência de litoralização será necessário corrigir as assimetrias regionais,


nomeadamente através de
(A) construção de habitação nas cidades do interior, com crédito a juros reduzidos.
(B) promoção do arrendamento rural e do cultivo dos campos pelos desempregados.
(C) construção de mais infraestruturas, como autoestradas e hospitais no interior.
(D) implantação de atividades económicas que promovam o emprego e o desenvolvimento.

Exercícios propostos 48/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 59

Observa atentamente o mapa relativo à população em lugares com 2000 ou mais habitantes em 2011.

1. Entre 2001 e 2011 a população em lugares com 2000 ou mais


habitantes
(A) aumentou bastante e corresponde a mais de 60% da população
residente.
(B) aumentou e corresponde a cerca de metade da população
residente.
(C) manteve-se, mas corresponde a cerca de metade da população
residente.
(D) manteve-se, mas corresponde a mais de 60% da população
residente.

2. O mapa reflete
(A) os contrastes do povoamento entre o norte e o sul.
(B) as tendências principais do povoamento do nosso país.
(C) a influência dos fatores físicos na distribuição da população.
(D) a concentração da população nos lugares com 2000 habitantes.

3. O mapa evidencia a concentração da população


(A) em torno de Lisboa e do Porto e nas ilhas. (C) nas NUTs II de Lisboa, Centro e Madeira.
(B) no litoral e em torno de Lisboa e do Porto. (D) no litoral ocidental, meridional e ilhas.

4. O povoamento em Portugal pode conduzir a problemas como


(A) o desordenamento do território, sobretudo nas áreas rurais.
(B) o desemprego e insegurança associados ao abandono das áreas rurais.
(C) a sobrelotação das infraestruturas e a degradação ambiental, nas áreas urbanas.
(D) a falta de mão de obra e a degradação da paisagem nos principais centros urbanos.

5. Para ultrapassar os desequilíbrios existentes na distribuição da população em Portugal devem ser


tomadas medidas como
(A) a concessão de benefícios e incentivos a empresas e a profissionais qualificados para que se
instalem no interior.
(B) a melhoria das acessibilidades nas áreas mais povoadas, para facilitar as deslocações diárias casa-
trabalho.
(C) a criação de mais infraestruturas e equipamentos nas áreas onde existe maior concentração da
população.
(D) a criação de equipamentos e a promoção de atividades de apoio à população idosa, nas áreas
rurais.

Exercícios propostos 49/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 60

Observe o mapa e a paisagem A (concelho de Vila Nova


de Foz Côa) e a paisagem B (Área Metropolitana de
Lisboa).

1. As NUTs III assinaladas com os números 2 e 3 são,


respetivamente
(A) Beira Interior Norte e Península de Setúbal.
(B) Beira Interior Sul e Grande Porto.
(C) Douro e Península de Setúbal.
(D) Douro e Grande Lisboa.

2. A paisagem A corresponde a uma área de densidade populacional


(A) muito baixa, como acontece na região assinalada, no mapa, com o algarismo 1.
(B) entre 50 e 150 hab/km2, por se inserir na região assinalada, no mapa, com o algarismo 2.
(C) elevada, como acontece na região assinalada com o algarismo 3, no mapa.
(D) superior a 1000 hab/km2, por se inserir na região assinalada com 1, no mapa.

3. A sub-região da paisagem A apresenta características que


(A) favorecem a fixação humana, tais como boas vias de comunicação e emprego.
(B) dificultam a fixação humana, pela difícil acessibilidade e pouca oferta de emprego.
(C) atraem a população, pelo isolamento e vida calma que proporcionam a quem lá vive.
(D) não atraem a população estrangeira devido à pobreza de património natural e humano.

4. Na sub-região da paisagem B, podemos salientar como fatores favoráveis à fixação humana


(A) maior oferta de habitação, emprego e serviços que proporcionam qualidade de vida.
(B) clima mais quente e menos húmido que no interior, favorável à saúde da população.
(C) a habitação mais barata e grande número de escolas públicas e particulares.
(D) a possibilidade de utilizar o automóvel nas deslocações diárias para o emprego.

5. Na sub-região da paisagem B, assiste-se a uma dinâmica de


(A) crescimento do concelho de Lisboa e redução demográfica dos concelhos limítrofes.
(B) perda demográfica em todos os concelhos, exceto um ligeiro aumento no de Lisboa.
(C) deslocação da população de Lisboa para concelhos próximos, como o de Alcochete.
(D) crescimento demográfico em todos os concelhos, devido à fixação de imigrantes.

Exercícios propostos 50/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 61

Observe a figura apresentada que mostra a variação da população em alguns concelhos portugueses.

1. Dos municípios que mais ganharam população


(A) seis localizam-se na Grande Lisboa e dois na R.A. Madeira.
(B) três localizam-se na Península de Setúbal e dois na R.A. Madeira.
(C) três localizam-se na Grande Lisboa e dois no Algarve.
(D) dois localizam-se no Algarve e dois na Península de Setúbal.

2. A figura comprova
(A) a perda de população mais acentuada nos concelhos do interior.
(B) o despovoamento da generalidade dos municípios do interior.
(C) que o acréscimo da população ocorreu, sobretudo, em Lisboa.
(D) a tendência de bipolarização do povoamento do território.

3. Lisboa e Porto ficaram entre os concelhos que perderam população entre 2001 e 2011, o que de
deve, sobretudo, a
(A) conjugação de fatores atrativos. (C) dinamismo social e económico.
(B) diminuição do emprego. (D) custo elevado das habitações.

4. As migrações contribuem para acentuar as tendências do povoamento uma vez que


(A) o êxodo rural acentua a concentração da população junto ao litoral.
(B) os imigrantes tendem a fixar-se nas áreas urbanas, sobretudo do litoral.
(C) a emigração reduz a população e contribui para um saldo natural negativo.
(D) as migrações pendulares conduzem a uma forte pressão urbana.

5. Entre os principais fatores que, atualmente, mais contribuem para explicar a distribuição da
população no nosso país encontram-se
(A) o clima ameno, o relevo plano e as boas vias de comunicação no litoral.
(B) a proximidade de água, o relevo plano e a fertilidade natural dos solos.
Exercícios propostos 51/56
TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) a existência de cidades, de emprego e de boas vias de comunicação no litoral.
(D) o acesso a infraestruturas, equipamentos e qualidade de vida nas áreas rurais.

GRUPO 62

A figura representa a densidade


populacional, em Portugal, em 2011.

1. Densidade populacional é
(A) o número total de habitantes
numa dada área e período de
tempo.
(B) o número total de habitantes.
(C) o número total de nados-vivos,
numa dada área e período de
tempo.
(D) a população urbana.

2. A área do país com maior densidade


populacional localiza-se
(A) no litoral ocidental, entre Setúbal e
Viana do Castelo, e na faixa meridional.
(B) no interior norte e centro.
(C) no litoral algarvio e no litoral a sul de Setúbal.
(D) no litoral entre Setúbal e Aveiro.

3. O território nacional continua a registar a tendência para


(A) a ruralidade. (C) o predomínio das cidades de média dimensão.
(B) a litoralização. (D) o povoamento do interior.

4. A maior parte do território registou uma fraca densidade populacional, destacando-se, por exemplo,
as sub-regiões com valores entre os 15-26 hab/km2
(A) Minho-Lima, Pinhal Interior Sul, Algarve e Médio Tejo.
(B) Península de Setúbal, Grande Porto, Cávado e Ave.
(C) Beira Interior Sul, Alto Alentejo, Alentejo Litoral e Baixo Alentejo.
(D) Beira Interior Sul, Serra da Estrela, Baixo Vouga e Dão-Lafões.

5. As densidades populacionais mais elevadas registam-se


(A) nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.
(B) no Funchal e em Lisboa.
(C) nos arquipélagos dos Açores e da Madeira.
(D) na faixa algarvia e na área metropolitana de Lisboa.

Exercícios propostos 52/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 63

Observe atentamente o mapa relativo à taxa de variação da


população residente em Portugal continental por concelho (2001-
2011).

1. Descreva a variação da população por concelho entre 2001 e 2011,


identificando:
- as áreas com taxa de variação positiva mais elevada;
- as áreas com maiores perdas.
2. Aponte razões que expliquem a comportamento demográfico da
Área Metropolitana de Lisboa.
3. Comente, criticamente, a afirmação:
Os diferentes ritmos de crescimento da população acabam por revelar
estruturas demográficas substancialmente diferentes.

GRUPO 64

Observe atentamente o mapa relativo à densidade populacional em


Portugal continental, por concelho, em 2011.

1. Caracterize, de forma sucinta, a distribuição da população


residente no território continental.
2. Aponte três fatores que justifiquem esta distribuição.
3. Identifique duas consequências negativas deste tipo de
distribuição.
4. Aponte, para cada uma das consequências anteriores, uma
estratégia que a permita minimizar.
5. Explique de que forma o planeamento e ordenamento do
território poderão contribuir para combater as assimetrias
regionais na distribuição da população.

Exercícios propostos 53/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 65

A figura representa a distribuição da população portuguesa em 2011, por NUTS II e III.

1. As maiores densidades populacionais registam-se


(A) no interior continental, São Miguel e interior alentejano.
(B) no litoral continental e nas ilhas da Madeira e São Miguel.
(C) na Grande Lisboa, Porto, Algarve e interior alentejano.
(D) no litoral continental, ilha da Madeira e interior norte.

2. As regiões que registam maior população residente são


(A) Centro e Algarve. (B) Norte e Lisboa. (C) Lisboa e Algarve. (D) Norte e Alentejo.

3. A distribuição da população portuguesa evidencia tendências de


(A) litoralização e dinamismo demográfico. (C) bipolarização e pressão demográfica.
(B) bipolarização e ordenamento do território. (D) litoralização e bipolarização.

4. A distribuição da população portuguesa evidencia problemas como


(A) forte pressão demográfica no litoral e consequente sobrelotação dos equipamentos.
(B) despovoamento do litoral continental com consequente degradação ambiental.
(C) forte pressão demográfica no interior e consequente desordenamento do território.
(D) fraca pressão demográfica no litoral e consequente desordenamento do território.

5. No ordenamento do território devem ser tomadas medidas que passam por


(A) melhoria das acessibilidades e concessão de benefícios às empresas que se instalem no litoral.
(B) desqualificação da mão de obra e desenvolvimento de atividades económicas geradoras de
emprego.

Exercícios propostos 54/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
(C) melhoria das acessibilidades e desenvolvimento de atividades económicas geradoras de emprego.
(D) qualificação da mão de obra e eliminação de serviços essenciais de apoio à população do interior.

GRUPO 66

O mapa representa a variação da população residente em Portugal, por concelho, de 2001 a 2011.

1. Os concelhos da região autónoma dos Açores


que tiveram um crescimento da população
residente superior a 2% localizam-se, de acordo
com o mapa, nas ilhas
(A) de São Miguel e da Terceira.
(B) de São Miguel e de São Jorge.
(C) da Terceira e da Graciosa.
(D) da Graciosa e de São Jorge.

2. A taxa de variação da população residente em


Portugal continental, representada no mapa,
evidencia que, no período de 2001 a 2011, se
verificou
(A) o reforço das assimetrias entre o Norte
Interior e o Centro Interior.
(B) a redução das assimetrias entre a Área
Metropolitana de Lisboa e a Área
Metropolitana do Porto.
(C) a diminuição das assimetrias entre o concelho de Lisboa e os concelhos envolventes.
(D) o aumento das assimetrias entre o litoral e o interior.

3. Os valores da variação populacional, no Centro Interior de Portugal continental, observáveis no mapa,


devem-se, sobretudo
(A) ao saldo migratório negativo e à elevada taxa de mortalidade infantil.
(B) ao saldo migratório positivo e à elevada taxa bruta de mortalidade.
(C) ao saldo migratório negativo e à diminuição da taxa bruta de natalidade.
(D) ao saldo migratório positivo e ao aumento da esperança média de vida.

4. A dinamização demográfica dos concelhos do interior do país passa, entre outras medidas, por
(A) melhoria das condições de vida dos idosos e pelo aproveitamento dos recursos endógenos.
(B) captação de investimentos exógenos e pela atribuição de benefícios fiscais a casais jovens.
(C) construção de novas autoestradas e pela abertura de centros culturais.
(D) aposta no turismo em espaço rural (TER) e pela abertura de centros comerciais.

Exercícios propostos 55/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços
GRUPO 67

Observe com atenção o mapa que representa a


evolução da densidade populacional por
município entre 2000 e 2005.

1. A densidade populacional
(A) relaciona o total da população com a
superfície habitada.
(B) expressa a diferença entre o total de
residentes no país e o total de residentes por
NUT II.
(C) regista o total de habitantes numa dada
superfície, expressa em percentagem.
(D) representa a real distribuição da população
no território habitado.

2. Segundo a legenda do mapa, a densidade


populacional por municípios, no período
considerado, variou entre
(A) 504 e 0.
(B) 0 e -676.
(C) -676 e 504.
(D) 100 e -15.

3. Dois dos concelhos que, no período considerado, registaram uma variação da densidade populacional
entre -15 e -676 foram
(A) Sintra e Cascais. (B) Valongo e Maia. (C) Lisboa e Porto. (D) Aveiro e Coimbra.

4. A variação da densidade populacional em Portugal evidencia um reforço do processo de litoralização


que
(A) tem contribuído para o desenvolvimento do interior.
(B) decorre das diferenças de desenvolvimento entre litoral e interior.
(C) é muito recente, tendo surgido na última década.
(D) promove o desenvolvimento harmonioso da país e a coesão social.

5. A variação dos valores da densidade populacional registados na generalidade dos concelhos do


interior deve-se
(A) à implementação de serviços de saúde mais eficazes.
(B) à crescente mecanização da agricultura.
(C) aos fortes fluxos migratórios.
(D) ao êxodo rural.

Exercícios propostos 56/56


TEMA I – A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços