Você está na página 1de 10

ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA

RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO
LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO

CONFIRA O SEU CADERNO


01. Este caderno de provas contém 40 questões de múltipla escolha com 5 alternativas dispostas em ordem numérica, com apenas
uma alternativa correta.
02. Confira seu caderno quando o Fiscal de Sala autorizar, pois não lhe será entregue outro, exceto no caso do item 3.
03. Se houver falhas: folhas em branco, páginas trocadas, falta de questão, má impressão, levante o braço. O Fiscal de Sala trocará
seu caderno.
04. Confira se o caderno de questões corresponde ao PROGRAMA para o qual se inscreveu.

INSTRUÇÕES E CUIDADOS NO PREENCHIMENTO DA FOLHA DE RESPOSTAS


Como preencher:
01. Confira cuidadosamente seus dados na Folha de Respostas, assine-a, e
comunique ao Fiscal de Sala em caso de alguma divergência, não faça qualquer
alteração em sua folha.
02. Use caneta esferográfica de tinta azul ou preta.
03. As Folhas de Respostas preenchidas a lápis, não serão aceitas.
04. Preencha todos os espaços corretamente, a Leitora Óptica é sensível a marcas
escuras.
05. Ao terminar, verifique se todas as respostas foram marcadas, mais de uma
resposta marcada ou rasurada, invalidará a questão.
06. Leia atentamente as instruções na Folha de Respostas.
07. Valem, exclusivamente, as respostas corretamente assinaladas na Folha de
Respostas.
08. Tempo para realização da prova: 3 horas

ATENÇÃO:
01. Use para rascunho as partes em branco do caderno.
02. Não será permitido qualquer outro material sobre a carteira, que não seja o da prova.

PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO nº Insc. _____________

_______________________________________________________________________________________________
Nome por extenso

ESPECIALIDADES
PROGRAMA: CIRURGIA DA MÃO (CÓD. 732)
Este gabarito será destacado somente pelo Fiscal de Sala no momento da entrega da Prova

01 06 11 16 21 26 31 36
02 07 12 17 22 27 32 37
03 08 13 18 23 28 33 38
04 09 14 19 24 29 34 39
05 10 15 20 25 30 35 40
Especialidades – Cirurgia da Mão (Cód. 732)

EPM / UNIFESP - RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


2
Especialidades – Cirurgia da Mão (Cód. 732)

01. Nas amputações abaixo do joelho em membros não isquêmicos, a cada 30 cm de altura
corpórea devemos manter pelo menos
(A) 3,0cm de tíbia.
(B) 3,5cm de tíbia.
(C) 4,5cm de tíbia.
(D) 2,5cm de tíbia.
(E) 4,0cm de tíbia.

02. A localização mais comum do fibroma condromixóide é


(A) na tíbia proximal.
(B) no rádio distal.
(C) no fêmur distal.
(D) na tíbia distal.
(E) no rádio proximal.

03. A artéria de Adamkiewicz está comumente localizada entre


(A) T1 e T3.
(B) T7 e T9.
(C) T9 e T11.
(D) T3 e T5.
(E) T5 e T7.

04. Na classificação de Blauth e Borisch para pé em fenda, o tipo III apresenta


(A) 2 metatarsais.
(B) 3 metatarsais.
(C) 1 metatarsal.
(D) 5 metatarsais.
(E) 4 metatarsais.

05. No sinal de Galeazzi em crianças com displasia do quadril, observamos


(A) o encurtamento aparente do fêmur.
(B) a limitação da adução do quadril.
(C) a limitação da adução e abdução do quadril.
(D) a assimetria das pregas inguinais.
(E) a limitação da abdução do quadril.

06. O teste de rotação descrito por Trevino e Kodros avalia a articulação


(A) subtalar.
(B) de Lisfranc.
(C) tibiotársica.
(D) calcaneocuboidea.
(E) calcaneonavicular.

EPM / UNIFESP - RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


3
Especialidades – Cirurgia da Mão (Cód. 732)

07. O crescimento do úmero ocorre


(A) com distribuição equivalente na fise proximal e distal.
(B) principalmente na fise distal, aproximadamente 80%.
(C) principalmente na fise proximal, aproximadamente 80%.
(D) principalmente na fise proximal, aproximadamente 60%.
(E) principalmente na fise distal, aproximadamente 60%.

08. O contato da porção média da patela com a tróclea se inicia com aproximadamente
(A) 20° de flexão do joelho.
(B) 60° de flexão do joelho.
(C) 40° de flexão do joelho.
(D) 100° de flexão do joelho.
(E) 80° de flexão do joelho.

09. A bossa carpometacarpal está relacionada a inserção do tendão do músculo


(A) abdutor longo do polegar.
(B) extensor ulnar do carpo.
(C) flexor radial do carpo.
(D) extensor radial curto do carpo.
(E) flexor ulnar do carpo.

10. Na artroplastia total do quadril, a via de acesso posterolateral fornece acesso restrito ao aspecto
(A) anterior do acetábulo, não compromete o mecanismo abdutor e apresenta maior risco de
luxação.
(B) lateral do acetábulo, não compromete o mecanismo abdutor e apresenta menor risco de
luxação.
(C) anterior do acetábulo, compromete o mecanismo abdutor e apresenta risco de luxação
semelhante a outras técnicas.
(D) anterior do acetábulo, não compromete o mecanismo abdutor e apresenta menor risco de
luxação.
(E) lateral do acetábulo, compromete o mecanismo abdutor e apresenta maior risco de luxação.

11. No tratamento cirúrgico da doença de Dupuytren, a técnica de Hueston para pacientes jovens
com fatores de mau prognóstico envolve a
(A) fasciectomia total.
(B) fasciectomia parcial.
(C) fasciotomia seguida da fasciectomia (2 estágios).
(D) fasciotomia percutânea.
(E) fasciectomia com enxerto de pele.

12. Na fratura da falange média a deformidade característica apresenta angulação


(A) volar e desvio dorsal independente do local da fratura.
(B) dorsal e desvio volar se a fratura for distal à inserção do tendão flexor superficial dos dedos.
(C) volar e desvio dorsal se a fratura for proximal à inserção do tendão flexor superficial dos dedos.
(D) volar e desvio dorsal se a fratura for distal à inserção do tendão flexor superficial dos dedos.
(E) dorsal e desvio volar independente do local da fratura.

EPM / UNIFESP - RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


4
Especialidades – Cirurgia da Mão (Cód. 732)

13. Na fratura intra-articular da base do primeiro osso metacarpal descrita por Bennett, a diáfise é
deslocada
(A) lateralmente pela tração do abdutor longo do polegar.
(B) lateralmente pela tração do abdutor curto do polegar.
(C) lateralmente pela tração do adutor do polegar.
(D) medialmente pela tração do abdutor longo do polegar.
(E) medialmente pela tração do abdutor curto do polegar.

14. A ruptura mais comum após a fratura do rádio distal é do tendão do músculo
(A) flexor longo do polegar.
(B) extensor longo do polegar.
(C) extensor curto do polegar.
(D) flexor profundo dos dedos.
(E) extensor dos dedos.

15. A associação de instabilidade e artrose da articulação radioulnar distal pode ser tratada com
artrodese pela técnica de
(A) Watson.
(B) Darrach.
(C) Darrach-Dingman.
(D) Bowers.
(E) Sauvé–Kapandji.

16. Na luxação metacarpofalângica dorsal do dedo indicador, as estruturas que são desviadas para
o lado ulnar da cabeça metacarpal são
(A) os tendões flexores e o ligamento natatório.
(B) os tendões flexores e o músculo lumbrical.
(C) a banda pré-tendínea mediopalmar e o músculo lumbrical.
(D) os tendões flexores e a banda pré-tendínea mediopalmar.
(E) o músculo lumbrical e o ligamento natatório.

17. O encondroma da mão é mais comum na metáfise


(A) proximal da falange proximal.
(B) distal da falange proximal.
(C) proximal falange média.
(D) distal da falange média.
(E) proximal da falange distal.

18. A vascularização mais frequente do osso semilunar é formada por


(A) vasos no lado dorsal e volar que determinam a forma interna de uma letra “X”.
(B) vasos no lado dorsal e volar que determinam a forma interna de uma letra “I”.
(C) vasos no lado dorsal e volar que determinam a forma interna de uma letra “Y”.
(D) um único vaso volar.
(E) um único vaso dorsal.

EPM / UNIFESP - RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


5
Especialidades – Cirurgia da Mão (Cód. 732)

19. A técnica descrita por Segmüller para o tratamento da pseudoartrose do escafóide consiste em
acesso
(A) volar, colocação de enxerto esponjoso e fixação com parafuso.
(B) dorsal, colocação de enxerto corticoesponjoso e fixação com parafuso.
(C) dorsal, colocação de enxerto esponjoso e fixação com parafuso.
(D) dorsal, colocação de enxerto corticoesponjoso, sem a necessidade de fixação.
(E) volar, colocação de enxerto corticoesponjoso, sem a necessidade de fixação

20. Na lesão ligamentar perissemilunar traumática do punho, no estágio III de Mayfield, ocorre a
falha do ligamento
(A) escafossemilunar.
(B) semilunopiramidal.
(C) capitatossemilunar.
(D) radiossemilunar curto.
(E) radiossemilunar longo.

21. Pela classificação proposta por Watson e Ballet para a artrose pós-traumática do punho, a
carpectomia proximal é mais bem indicada nos estágios
(A) I e II.
(B) II e III.
(C) III e IV.
(D) I e III.
(E) II e IV.

22. Na fratura de Seymour, o tecido que fica interposto dificultando a redução é


(A) o tendão do músculo extensor dos dedos.
(B) a matriz estéril.
(C) a placa volar.
(D) a matriz germinativa.
(E) o tendão do músculo flexor profundo dos dedos.

23. Na nutrição do tendão flexor profundo, a vincula longa


(A) se origina junto da vincula curta do flexor profundo.
(B) se origina dos dois terços distais da falange média.
(C) é um prolongamento da vincula longa do flexor superficial.
(D) se origina da base da falange proximal.
(E) é um prolongamento da vincula curta do flexor superficial.

24. Os músculos lumbricais são em número de quatro, sendo que o


(A) terceiro e o quarto são fusiformes.
(B) segundo e o terceiro são bipenados.
(C) primeiro e o segundo são bipenados.
(D) primeiro e o segundo são fusiformes.
(E) segundo e o terceiro são fusiformes.

EPM / UNIFESP - RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


6
Especialidades – Cirurgia da Mão (Cód. 732)

25. A meromelia é representada pelo(a)


(A) encurtamento do segmento proximal da extremidade.
(B) encurtamento do segmento médio da extremidade.
(C) ausência parcial de um ou mais membros.
(D) encurtamento do segmento distal da extremidade.
(E) ausência total de um ou mais membros.

26. O compartimento móvel de Henry (mobile wad) é composto pelos músculos


(A) braquiorradial, extensor radial longo do carpo e extensor radial curto do carpo.
(B) pronador redondo, flexor radial do carpo e flexor ulnar do carpo.
(C) flexores superficiais e profundos dos dedos.
(D) extensor dos dedos, do indicador e longo do polegar.
(E) abdutor longo do polegar e extensor curto do polegar.

27. São inervados pelo mediano os músculos


(A) abdutor curto do polegar e palmar curto.
(B) adutor do polegar e o oponente do polegar.
(C) abdutor curto do polegar e o adutor do polegar .
(D) palmar curto e o primeiro lumbrical.
(E) oponente do polegar e o primeiro lumbrical.

28. A sindactilia é decorrente de uma uma falha de


(A) formação entre a sétima e oitava semana gestacional.
(B) diferenciação entre a sétima e oitava semana gestacional.
(C) diferenciação entre a terceira e quinta semana gestacional.
(D) formação entre a terceira e quinta semana gestacional.
(E) formação entre a nona e décima semana gestacional.

29. No movimento de oposição do polegar observamos a


(A) abdução, retropulsão e pronação.
(B) abdução, antepulsão e supinação.
(C) adução, retropulsão e supinação.
(D) adução, antepulsão e pronação.
(E) abdução, antepulsão e pronação.

30. Na doença de Dupuytren, o deslocamento do feixe neurovascular em direção à linha média é


mais comumente observado no aspecto
(A) ulnar do dedo anular e radial do mínimo.
(B) radial do dedo anular e ulnar do mínimo.
(C) radial dos dedos anular e mínimo.
(D) ulnar dos dedos anular e mínimo.
(E) ulnar de todos os dedos.

EPM / UNIFESP - RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


7
Especialidades – Cirurgia da Mão (Cód. 732)

31. No processo de cicatrização da pele, a fase inflamatória é composta pelas etapas de


(A) inflamação e proliferação.
(B) hemostasia e inflamação.
(C) hemostasia e proliferação.
(D) maturação e hemostasia.
(E) maturação e inflamação.

32. A técnica de autonomização é utilizada em retalhos ao acaso e consiste na


(A) administração de hipoxantina para melhorar a sua viabilidade.
(B) elevação parcial e utilização definitiva imediata.
(C) transecção da sua base após o 14º dia.
(D) elevação parcial e sutura ao leito original. A utilização definitiva pode ser realizada após o 14º
dia.
(E) administração de corticosteróides para melhorar a sua viabilidade.

33. Pela classificação de Taylor o músculo grande dorsal apresenta inervação do tipo
(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) IV.
(E) V.

34. A microretrognatia, glossoptose e fissura palatina em forma de “U”, caracterizam a clássica


tríade da
(A) síndrome de Pierre Robin.
(B) síndrome de Treacher Collins.
(C) microssomia hemifacial.
(D) craniossinostose.
(E) síndrome de Van der Woude.

35. A condição que costuma simular o entrópio congênito é


(A) o fenômeno de Bell.
(B) a blefarofimose.
(C) o epibléfaro.
(D) o fenômeno de Marcus Gunn.
(E) a ptose neurogênica.

36. Nas úlceras de pressão da região sacral, a melhor opção para cobertura cutânea da região é o
retalho
(A) do músculo tensor da fáscia lata.
(B) fasciocutâneo posterior da coxa de pedículo medial.
(C) perfurante da artéria glútea inferior.
(D) anterolateral da coxa.
(E) tipo “pacman”.

EPM / UNIFESP - RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


8
Especialidades – Cirurgia da Mão (Cód. 732)

37. As fraturas da mandíbula ocorrem mais frequentemente na região


(A) da sínfise.
(B) do corpo.
(C) do ângulo.
(D) do processo condilar.
(E) do processo coronoide.

38. A causa mais comum de hiperteleorbitismo é a


(A) displasia paramediana.
(B) malformação frontonasal.
(C) encefalocele.
(D) disostose.
(E) cranioestenose.

39. São irrigados pela artéria circunflexa femoral lateral os retalhos


(A) dos músculos grácil e tensor da fáscia lata.
(B) anterolateral da coxa e do músculo grácil.
(C) anterolateral da coxa e do músculo tensor da fáscia lata.
(D) safeno e do músculo grácil.
(E) safeno e do músculo tensor da fáscia lata.

40. O método de eleição para o diagnóstico do câncer de mama é


(A) a mamografia.
(B) o ultrassom.
(C) a ressonância magnética.
(D) a cintilografia.
(E) o PET-CT.

EPM / UNIFESP - RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


9
Especialidades – Cirurgia da Mão (Cód. 732)

EPM / UNIFESP - RESIDÊNCIA MÉDICA 2016


10