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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CORROSÃO Luiz Alberto P. da Costa 2009
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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ
CORROSÃO
Luiz Alberto P. da Costa
2009
Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Exemplos  Corrosão do concreto – deterioração do
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Exemplos
 Corrosão do concreto – deterioração do cimento Portland,
utilizado no concreto, pela ação de sulfatos;
 Corrosão da borracha – a perda de elasticidade devido à
oxidação por ozônio;
 Corrosão da madeira – perda da resistência pela hidrólise
da celulose em função da exposição a solução de ácidos
e/ou de sais ácidos.
 Corrosão metálica os metais reagem com os elementos
não metálicos presentes no meio, produzindo compostos
semelhantes aos encontrados na natureza, dos quais foram
extraídos.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Exemplos  material metálico: composição química,
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Exemplos
 material metálico: composição química,
impurezas, estado da superfície, formato,
contato com outros metais, união (solda,
rebites), etc
 meio corrosivo: composição química,
concentração, pH, impurezas, temperatura,
teor de oxigênio, etc
 condições operacionais: solicitações me-
cânicas, movimento relativo entre o mate-
rial metálico e o meio, etc
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D.A. de Química e Biologia
Slide: 07 7
Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Importância O acidente ocorrido em 1979 no reator
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Importância
O acidente ocorrido em 1979 no reator 2 de Three
Mile Island teve origem numa fuga de fluido de
arrefecimento que pode ser devida a corrosão sob
tensão.
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão A caracterização da forma de
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Formas de corrosão
A caracterização da forma de corrosão auxilia no
esclarecimento do mecanismo e na aplicação de medidas
adequadas de proteção. A corrosão pode ser:
Uniforme
Por placas
Alveolar
Puntiforme
Intergranular ou intercristalina
Intragranular, transgranular ou transcristalina
Filiforme
Por esfoliação
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Conceitos  Federação Européia de Corrosão
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Conceitos
 Federação Européia de Corrosão
“Interação físico-química entre um METAL e o meio
envolvente, da qual resultam mudanças nas
propriedades do METAL, levando freqüentemente à
sua inutilização ou do sistema técnico do qual faz
parte ou ainda à alteração do meio”.
 NACE – National Association of Corrosion Engineers
“Deterioração
de
um
material
ou
das
suas
propriedades
devido
à
reação
com
o
meio
envolvente”.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Exemplos Metalurgia: Fe 2 O 3 + 3/2
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Exemplos
Metalurgia: Fe 2 O 3 + 3/2 C
2 Fe + 3/2 CO 2
Hematita
Corrosão: 2 Fe + 3/2 O 2 + 3 H 2 O
Fe 2 O 3 . 3 H 2 O ou 2 Fe(OH) 3
Ferrugem
Nestes casos a corrosão corresponde ao inverso
dos processos metalúrgicos.
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Importância  Perdas diretas: Custos de substituição
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Importância
 Perdas diretas:
Custos de substituição de peças corroídas,
incluindo-se energia e mão-de-obra.
Custos e manutenção dos processos de pro-
teção.
 Perdas indiretas:
Paralisações acidentais, perda de produtos,
perda de eficiência dos equipamentos, conta-
minação de produtos, superdimensionamen-
to nos projetos.
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Importância  Interrupção de telefones 
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Importância
 Interrupção de telefones
 Preservação de monumentos históricos
A Estátua da Liberdade está exposta
à atmosfera marítima, ficando sujeita
a vários tipos de corrosão (em
particular corrosão galvânica do aço
estrutural em contato com o cobre do
revestimento externo). O seu
restauro, realizado nos anos 80,
levou 5 meses para ser concluido e
custou US$ 780 000.
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão  Corrosão uniforme: Se processa
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Formas de corrosão
 Corrosão
uniforme:
Se processa em toda
a extensão da super-
fície, ocorrendo per-
da uniforme de es-
pessura.
É comum em metais
que não formam
películas protetoras.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Conceitos  Conceito mais abrangente “A corrosão
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Conceitos
 Conceito mais abrangente
“A corrosão consiste na deterioração dos
materiais pela ação química ou eletroquímica
do meio, podendo estar ou não associada a
esforços mecânicos”.
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D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Exemplos Variáveis que devem ser consideradas na
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Exemplos
Variáveis
que
devem
ser
consideradas
na
corrosão metálica:
Metal
Meio
Condições
corrosivo
operacionais
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D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Importância  Segurança Em 1988, um Boeing 737-200
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Importância
 Segurança
Em 1988, um Boeing 737-200 da Aloha Airlines
perdeu parte da sua fuselagem durante o vôo,
causando a morte de um tripulante.
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D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Importância  Odontologia: obturações metálicas,
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Importância
 Odontologia: obturações metálicas, ortodon-
tia.
 Medicina: instrumental cirúrgico, fios para
suturas, ortopedia (implantes cirúrgicos para
consolidação de fraturas ósseas).
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão 01 Luiz Alberto D.A. de
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Formas de corrosão
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão  Corrosão em placas: Os
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Formas de corrosão
 Corrosão em placas:
Os produtos de corrosão
formam-se em placas que se
desprendem progressivamen-
te. É comum em metais que
formam película inicialmente
protetora mas que, ao se tor-
narem espessas, fraturam e
perdem aderência, expondo o
metal a novo ataque.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão Corrosão alveolar generalizada em
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Formas de corrosão
Corrosão alveolar generalizada em tubo de aço carbono
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão seção parcial de um tubo
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Formas de corrosão
seção parcial de
um tubo
caracterizando
a corrosão por
pite
d
profundidade (d)
do desgaste
causado pelo
processo
corrosivo.
e
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão 01 Luiz Alberto D.A. de
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Formas de corrosão
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão Corrosão intergra- nular ou
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Formas de corrosão
Corrosão intergra-
nular ou intercrista-
lina:
O ataque se manifesta
no contorno dos
grãos, como no caso
dos aços inoxidáveis
austeníticos sensitiza-
dos, expostos a meios
corrosivos.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
Slide: 28 28
Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão Corrosão em placas 01 Luiz
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Formas de corrosão
Corrosão em placas
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão  Corrosão por “pites” ou
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Formas de corrosão
 Corrosão por “pites”
ou puntiforme:
O desgaste se dá de
forma muito localizada
e de alta intensidade,
geralmente com
profundidade maior
que o diâmetro e
bordos angulosos.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão 01 Luiz Alberto D.A. de
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Formas de corrosão
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão 01 Luiz Alberto D.A. de
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Formas de corrosão
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão Corrosão intergranular ou
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Formas de corrosão
Corrosão intergranular ou intercristalina:
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão  Corrosão alveolar: O desgaste
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Formas de corrosão
 Corrosão alveolar:
O desgaste provocado
pela corrosão se dá sob
forma localizada, com o
aspecto de crateras.
É freqüente em metais
formadores de películas
semi-protetoras ou quan-
do se tem corrosão sob
depósito, como no caso
da corrosão por aeração
diferencial.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão A corrosão por “ pites”
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Formas de corrosão
A corrosão por “ pites” é freqüente em metais formadores de
películas protetoras, em geral passivas que, sob a ação de
certos agentes agressivos, são destruídas em pontos locali-
zados, os quais tornam-se ativos, possibilitando corrosão
muito intensa. Exemplo comum é representado pelos aços
inoxidáveis austeníticos em meios que contêm cloretos.
Corrosão por “pites” em tubo de aço inoxidável AISI304
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão 01 Luiz Alberto D.A. de
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Formas de corrosão
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Luiz Alberto
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão É normal ocorrer - em
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Formas de corrosão
É normal ocorrer - em alguns processos de
corrosão - dificuldade de caracterizar se as
cavidades formadas estão sob a forma de
placas, alvéolos ou pites, criando divergências
de opinião entre os técnicos de inspeção e/ou
manutenção. Entretanto, devemos dar impor-
tância maior à determinação das dimensões
dessas
cavidades,
a
fim
de
se
verificar
a
extensão do processo corrosivo.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
Slide: 27 27
Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão Sensitização em aço inox 01
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Formas de corrosão
Sensitização em aço inox
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão Corrosão intragranular,
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Formas de corrosão
Corrosão intragranular,
transgranular ou
transcristalina:
O fenômeno se manifesta
sob a forma de trincas que
se propagam pelo interior
dos grãos do material,
como no caso da corrosão
sob tensão de aços
inoxidáveis austeníticos.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão 01 Luiz Alberto D.A. de
Campus Curitiba
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Formas de corrosão
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão 01 Luiz Alberto D.A. de
Campus Curitiba
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Formas de corrosão
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D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão intergranular intragranular 01 Luiz
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Formas de corrosão
intergranular
intragranular
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão Corrosão por Esfoliação: Se
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Formas de corrosão
Corrosão por Esfoliação:
Se processa de forma paralela
à superfície metálica. Ocorre em chapas ou
componentes extrudados cujos grãos foram
achatados ou alongados, criando condições
para que inclusões ou segregações sejam
transformadas, devido ao trabalho mecânico,
em plaquetas alongadas. Caso estas sejam
atingidas pela corrosão (por frestas p.e.)
ocorre a separação das camadas e desintegra-
ção do material.
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D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão Corrosão Filiforme: Se processa sob
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Formas de corrosão
Corrosão Filiforme:
Se processa sob a forma de finos
filamentos, mas não profundos,
que se propagam em diferentes direções.
Ocorre geralmente em superfícies metálicas
revestidas com tintas ou metais.
É observada mais freqüentemente quando a
UR é maior que 85% e em revestimentos mais
permeáveis à penetração de oxigênio e água,
ou ainda, apresentando falhas e riscos.
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Luiz Alberto
D.A. de Química e Biologia
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Campus Curitiba UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Formas de corrosão 01 Luiz Alberto D.A. de
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Formas de corrosão
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Luiz Alberto
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