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Técnicas de Fôrma e

Escoramento
Cálculo de Fôrmas e Escoramentos
NBR 15.696
NBR-15.696 Início.
ABRASFE Associação Brasileira das Empresas
de Sistemas de Fôrmas e Escoramentos
Fundação ABRASFE em 2003
Não existia uma Norma Técnica brasileira para Cimbre.
ABRASFE, através de um Comitê Técnico desenvolveu
um “Texto base da norma” para dar entrada na ABNT ˘
Aprovação da Comissão de Estudos Jul/2006
Após muitas reuniões com presença de:
Consumidores: ABECE + Sinduscon + Secovi
Fornecedores: Empresas e proj. de Fôrmas e CIMBRE
Neutros: Falcão Bauer + UNICAMP + USP
ABNT libera para consulta Válida a partir: 15/05/2009
ABRASFE Participantes
ABRASFE

• Manutenção
• Otimização de execução
• Previsibilidade de Custos
• Limpeza
• Segurança
• Adequação às necessidades
• Sustentabilidade
ABRASFE

• Responsabilidade técnica
comprovada (ART)
• Corpo técnico capacitado
• Treinamento de equipes de obra
• Qualidade logística (agilidade)
• Pós-venda (suporte e treinamento)
• Disponibilidade de equipamentos
• Segurança
• Padronização conforme normas
Normas no mercado
NBR 15696 – Fôrmas e
Escoramentos para estruturas de
concreto
NBR 16055 – Parede de concreto
NBR 6494 – Segurança nos
Andaimes
NR 18 – Condições e Meio
Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção.
NR 35 – Trabalhos em altura.
NBR-15.696 - Referencias.
Americana ACI 347
Alemã DIN 18.218
Objetivo : Fixa os procedimentos e condições que
devem ser obedecidos na execução das estruturas
provisórias que servem de fôrmas e escoramentos,
para a execução de estruturas de concreto moldadas
in loco.
Comitê Atual : ABNT/CB−02 −CONSTRUÇÃO CIVIL
Define procedimentos para a execução de estruturas
provisórias de fôrma e cimbramento.
NBR-15.696 - Definições.
Fôrmas Estruturas provisórias que servem p/
moldar o concreto fresco.
Escoramento Estrutura provisória com capacidade de
resistir e transmitir às bases de apoio todas as ações
permanentes e variáveis
Re escoramento Estruturas provisórias colocadas de
forma parcial, auxiliando a estrutura definitiva a resistir
aos esforços permanentes e variáveis
Equipamento industrializado Elementos que compõem
sistemas de fôrma e cimbramento que foram
desenvolvidos e fabricados para este fim.

Plataforma de Trabalho Estruturas auxiliares utilizadas


para o acesso e trabalho de pessoas e equipamento
NBR-15.696 - Definições.
Define requisitos mínimos p/ a execução de projetos e
mont. de estruturas de Fôrmas e Cimbre;
Define cargas e sobrecargas adotadas para o cálculo;
Cargas atuantes;
Sobrecargas (mínima 2,0 kN/m2); Car.T > a 4,0 KN/m2
Ação do vento (mínima 0,6 kN/m2) / NBR−6123;
Esforço horizontal devido a forma Lat e bombas 5% de V;
Pressão do concreto e impacto de lançamento (20cm);
Métodos dos estados limites para cálculo;
Método tensões admissíveis (caráter transitório)
Deformação flecha limite = 1 + L / 500
Plataforma de trabalho 1,5 KN/m2
Mét. Tensões Admissíveis
Determinar as solicitações segundo as ações máximas;
Ações máximas de serviço
Solicitação Vertical / horizontal / Momento

Determinação das tensões máximas correspondentes


Aplicação de um Fator de Segurança: FS > 1,0
Segurança:

FS → fator de segurança varia conforme material, controle de produção.


Aço → 1,7
Mad → 5
Solo → 3
Mét. Tensões Admissíveis
PRINCIPAIS CRÍTICAS AO MÉTODO :

FS grande não se traduz em maior segurança;

Não leva em conta a combinação (simultânea) das ações;

Não fornece informação sobre a capacidade máxima da


estrutura

Não avalia a distância entre utilização e ruptura


Mét. Estados Limites:
CONCEITO DE ESTADO LIMITE:

Situação (limite) a partir da qual a estrutura deixa de atender a


uma das finalidades de sua construção

Estado Limite Último => (torna-se insegura)


Estado Limite de Serviço => (inadequada para o uso)

Estado Limite Último => Esgotamento da capacidade de


sustentação
Ruptura de seções
Colapso da estrutura
Perda de estabilidade
Fadiga da estrutura,
Mét. Estados Limites:
Estado Limite de Serviço:
Sensação de segurança, durabilidade, aparência, etc.
Exemplos:
Deformações e deslocamentos excessivos de lajes;
Vibrações perceptíveis ;
Fissuração na estrutura;

Segurança:
Majorar as ações / esforços solicitantes
Reduzir as resistências dos materiais Fd ≤ Rd
• Fd → Esforço Solicitante de cálculo.
• Rd → Esforço resistente de cálculo.
Mét. Estados Limites:
Estado Limite de Serviço:

Sd = Sk x γf Sd = Sk x 1,4
Sk : Ação característica (Solicitação)
γf : Coeficiente de ponderação das ações

Rk : Resistência característica.
γm : Coeficiente de ponderação das resistências
Mét. Estados Limites:
Tensões de Projeto p/ Estrut. de Madeira (NBR7190):
Fik : Ação característica (Solicitação)
γm : Coeficiente de ponderação das ações
kmod: : Coeficiente de modificação (kmod1;kmod2;kmod3)
kmod1: : Coeficiente de carregamento 0,9
kmod2: : Coeficiente umidade madeira 0,8 e 1,0 (ind.)
kmod3: : Classificação 0,8
Obs.: Madeira material ortotrópico
Mét. Estados Limites:
Tensões de Projeto p/ Estruturas de Madeira:
Compressão e tração paralela as fibras, mad. Maciça.

Compressão perpendicular as fibras, mad. Maciça.

Compressão e tração paralela as fibras, mad. Industrializada.

Compressão perpendicular as fibras, mad. industrializada.

Compressão e tração paralela as fibras, mad. Industrializada.

Compressão perpendicular as fibras, mad. industrializada.


Mét. Estados Limites:
Tensões de Projeto p/ Estruturas de Madeira:
Cisalhamento para madeira maciça.
Fd = 0,32.Fvk
Cisalhamento para madeira industrializada.
Fd = 0,4.Fvk

Cálculo do cisalhamento em Aço vide norma;

Cálculo da flambagem nos postes vide normas respectivas


por material aplicado;
Mét. Estados Limites:
Estruturas de Metalicas
Para alumínio e aço.
Coef de ponderação do material = 1,1
Para elementos sujeitos a compressaão e flambagem.
Coef de ponderação do material = 1,5
NBR-15.696 - INFO.
O Projeto deve conter segundo a norma:

Especificar os materiais utilizados;


Definir clara e exatamente o posicionamento de todos
os elementos utilizados;
Os critérios adotados p/ o dimensionamento da fôrma,
como a pressão do conc. a veloc. de lançamento,
altura de conc., o tipo de vibração, consistência do
conc. e metodologia de lançamento;
Ser detalhado com plantas, cortes vistas e demais
detalhes, de tal forma que não fiquem dúvidas para a
correta execução da montagem.
NBR-15.696 - Dimensionar.
Cuidados na Montagem:

Obrigatoriedade do projeto;
Dimensionamento das bases de apoio ou fundação das
fôrmas é incumbência do responsável técnico pela
execução da estrutura;
Uso de fôrmas e/ou escoramento industrializados =>
seguir instruções do fornecedor;
Furos e/ou componentes inseridos na estrutura => seguir
instruções do projetista estrutural;
Desmoldantes => seguir especificação do fabricante;
NBR-15.696 - Dimensionar.
Cuidados na Concretagem:
Conferência das medidas antes do lançamento do
concreto;
Limpeza das fôrmas;
Fôrmas para concreto aparente;
Tubulações das bombas não devem estar fixadas nas
fôrmas e/ou escoramentos;
Evitar acúmulo de concreto para que as cargas do projeto
não sejam ultrapassadas;
NBR-15.696 - Dimensionar.
Cuidados na Desmontagem:
Plano de desforma
Fcj e o Ec mínimos para a desforma => Devem constar no
projeto estrutural
O responsável técnico pela obra deve acompanhar o
comportamento da estrutura
Ciclo de remoção das fôrmas deve ser no mínimo 14 dias
Execução das estruturas provisórias de fôrmas e
escoramentos
NBR-15.696 - Dimensionar.
Anexo A (Normativo) Equip. Industrializados:
Coeficiente de segurança para os equipamentos:
Vigas de madeira industrializadas; coef. Seg. 2,25
Escoras metálicas; coef. Seg 2,0
Tubo base, tubo telescópico, luva de regulagem e pino
Torres metálicas; quadros, tubo abra, mutidirecional
Vigas metálicas; partes de mad. descartadas no cálculo
Painéis de fôrmas;
Acessórios;
Barra de ancoragem.
NBR-15.696 - Dimensionar.
Anexo B (Normativo) Cálculos Fôrmas e Cimbre:

Viga isostática;

Viga hiperestáticas;

PAINÉIS => Flexão / Cortante / Deformação

TORRES e ESCORAS => Compressão / Flambagem

TIRANTES => Tração


Escoramento.
Escoramento Compenssado.
Definição e Características :
Placa composta de laminas de madeira coladas
de forma a compensar a distribuição de tensões
internas
Melhor resistência mecânica, contração e
expansão;
Superfície de contato com acabamento;
Medida padronizada;
Espessuras variadas;
Escoramento Compenssado
Processo de fabricação de Compensados
Multilaminados
Escoramento Compenssado.
Princípio da Construção dos Compesados

Figura – Esquema ilustrativo de compensados de 3, 4 e 5 lâminas


Escoramento Compenssado.
Cálculo para os Compesados.
NBR 7190 (NBR 9532)

Sem informações podemos adotar:

Considerar σ = 87kg/cm2 (admissível)

W = (a x b2) / 6

E = sem informação adotar 6230 MPa

Considerar a como 1,00 m e b = esp. Comp.

Comparar com momento solicitante.

Verificar a Flecha
NBR-15.696 - Dimensionar.
Anexo C (Normativo) Utilização de Reescoramento:
1.Fatores que influencia nos reescoramento:

Peso próprio da laje e demais componentes do pavimento;

Dimensão dos panos de lajes;

Ciclo de concretagem dos pavimentos posteriores;

Sobrecarga de uso e cargas permanentes;

Resistência e Ec nos prazos de reescoramento;

Resistência e Ec final do concreto aos 28 dias.

Característica de deformação vertical por carga aplicada nas


escoras ou torres
NBR-15.696 - Dimensionar.
Anexo C (Normativo) Utilização de Reescoramento:
2.Informações e verificações que devem constar no projeto;
Distribuição e posicionamento dos elementos resistentes;
Características de resistência e de formabilidade dos
elementos resistentes;
Capacidades de carga dos pavimentos inferiores, nas
diversas idades;
Processo (plano) de remoção do escoramento remanescente.
3.Parâmetros mínimos a serem considerados no projeto reesc:
Sobrecarga de utilização de no mínimo 1,0 KN/m2
Distancia máx. entre peças utilizadas para reescoramento
entre as escoras 2,0m x 2,0m. Consultar o Projetista da
Estrutura
Reescoramento
Definição:

Estrutura provisória utilizada para auxiliar a estrutura


permanente evitando que a estrutura permanente
suporte a totalidade dos esforços para qual foi
projetada.

A estrutura de reescoramento trabalha junto com a


estrutura provisória
Reescoramento
Considerações:

Cronograma da obra, ciclo das concretagens;


Dimensão das estruturas;
Concreto utilizado, modulo de Elasticidade;
Sobrecargas na estrutura concretada;
Processos de cimbramento utilizados;
Tipo de material utilizado para estrutura provisória,
coeficiente mola do material;
Estruturas protendidas.

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Reescoramento NBR 14931
Plano de desforma previamente estabelecido
não compromete a segurança e o
desempenho em serviço da estrutura.
Considerar os aspectos de:
• Peso próprio da estrutura;
• Cargas devido a fôrmas não retiradas;
• Sobrecargas de execução ex. Transito de
máq.;
• Interferencia com as juntas de dilatação.
Reescoramento
Tipos de Reescoramento:

Alívio Total de carga;

• O escoramento é retirado totalmente após a


concretagem e cura da laje, permite assim que a
estrutura permanente trabalhe (deforme).

• O Reescoramento é colocado na laje onde havia o


escoramento
Reescoramento Alivio Total
Reescoramento
Tipos de Reescoramento:

Alívio parcial de carga;

• O reescoramento é parte do escoramento;


• É aliviado após a cura do concreto;
• Reescoramento trabalha durante retirada do cimbre
• Permite que a estrutura permanente comece a
trabalhar lentamente em função dos pontos de
escoramento retirados.
Reescoramento Alivio Parcial
Reescoramento Alivio Parcial
Reescoramento
Tipos de Reescoramento:

Sem alivio de carga

• O reescoramento faz parte do escoramento;


• Não é aliviado após a cura do concreto;
• Permite a retirada da fôrma de das vigas
secundaria;
• Sistemas Deck com forcados tipo Drop head;
• Tira de sacrifício no compensado.
Reescoramento Sitemas Deck


1 - Longitudinal
2 - Cabeçal recuperável
3 -


Tranvessa
4 - Cubetas e compensado
Reescoramento Sitemas Deck
Reescoramento Sitemas Deck
Reescoramento Sitemas Deck
Reescoramento Tira Sacrifício
Reescoramento
Reescoramento
Cuidados com o Reescoramento:

Revisões no projeto de estrutura ex. Laje;


Alteração nas sobrecargas de projeto;
Utilização de equipamentos não previsto na
em cima da estrutura;
Mudanças nos ciclos de concretagem;
Falta do plano de desforma e
reescoramento.
Ensaios no concreto,Fcj Mod elásticidade.
Reescoramento
0 Dias Pp = 100%
Res. = 0
NÍVEL ESCORAMENTO
7 Dias Pp = 100%
Res. = X%

14 Dias Pp = 100%
Res. = Y%

21 Dias Pp = 100%
Res. = Z%

28 Dias Pp = 100%
Res de cálculo = 100%

35 Dias Pp = 100% Res = 100%


Reescoramento Lei de HooK
A deformação é proporcional à tensão

Efeito mola
Obs.:O coeficiente de mola é a deformação ∆l da escora
sob determinada carga e comprimento l0

∆l σ
ε= =
l0 E
Lei de HooK – Concretagem
A Escora do reescoramento recebe a carga
do concreto fresco e sofre compressão e se
deforma.
Lei de HooK – Cura
A Escora continua com a deformação e em
consequência com a carga.
Reescoramento Lei de HooK
A situação é hiperestática.
Para calcular precisamos conhecer, além da
geometria e das cargas, a resistência e o
módulo de elasticidade do concreto ainda não
totalmente curado.
Reescoramento Lei de HooK
Fcj - Ecj x Idade do concreto
Evolução fcj e Ecj concreto

fck Ecj

120%

100%

80%

60%

40%

20%

0%
0,0 3,5 7,0 10,5 14,0 17,5 21,0 24,5 28,0 31,5 35,0
DIAS
Reesco//to Responsabilidade
Responsável pelo Projeto de Reescoramento
Resistência e deformabilidade do material;
Posicionamento do reescoramento;
Reações no apoio nas lajes reescoradas.
Responsável pelo Projeto Estrutura
Informar a sobrecargas de uso;
Módulo de elasticidade do concreto Resistência do
concreto no 3, 7 15 e 28 dias;
Deformações admissíveis;
Cargas possíveis no reescoramento;
Processo de retirada do reescoramento.
Responsável pela Obra
Cronograma da obra;
Ensaios para confirmar as características do concreto
módulo de elasticidade do concreto Resistência do
concreto no 3, 7 15 e 28 dias.
Cuidados desmontagem
Descimbrar verificando a armação da
estrutura.
Para lajes aliviar as escoras centrais em
direção aos apoios

Processo correto Processo incorreto


Cuidados desmontagem
Para lajes em balanço retirar as escoras da
extremidade não apoiada em direção a
extremidade apoiada

Processo correto Processo incorreto


Reescoramento
Exemplo Prático reescoramento
Reescoramento
Patologias no Concreto:

Fissuras no concreto;

Encunhamento da parede;

Deformação excessiva da estrutura; (embarrigar)

Seção solicitada ao extremo; (colapso)


Reescoramento
Dimensionar. Formas
Dimensionamento:
No caso de serem utilizados sistemas industrializados, a
obra deve respeitar a limitação da pressão do concreto
fluido admissível para o sistema utilizado;
No caso de serem utilizadas fôrmas compostas de
peças independentes, as pressões atuantes devem ser
calculadas conforme Anexo D. A verificação deve ser
feita em todos os elementos que compõem a fôrma;
Elementos componentes da estrutura das fôrmas
compostas de peças independentes devem ser
calculadas como vigas;
Deve se admitir o pior caso no calculo da viga.
Fôrmas Cálculo.
Pressão do Concreto;

Inicio de pega;

Pressão hidrostática Ph = γf * g * hhidrostática

Fatores que influenciam a Pressão do concreto;

Peso específico do concreto;

Velocidade de concretagem;

Slump do concreto;

Temperatura do concreto;

Vibraçao do concreto.
Requisitos P/ Fôrma:
Norma 14931 Execução de Estruturas de Concreto
Estanqueidade

Geometria assegurada
Item 9.2.4 Tabela 2 — Tolerâncias dimensionais para as seções
transversais de elementos estruturais lineares e para a espessura
de elementos estruturais de superfície
Dimensão (a) cm Tolerância (t) mm
a ≤ 60 ±5
60 < a ≤ 120 ±7
120 < a ≤ 250 ± 10
a > 250 ± 0,4 % da dimensão
NBR-15.696 - Dimensionar.
Anexo D (Normativo) Critérios de Cálculo da
pressão de concreto para fôrmas verticais:
Determinação do valor da pressão do concreto fluído;

Distribuição da pressão do concreto fluído pela altura;

Fatores que influenciam a pressão do concreto fluído;

Vibração Temperatura do concreto fluído;

Temperatura do ambiente;

Aditivos do concreto;

Concreto auto−adensável / Concreto leve / Concreto


pesado).
NBR-15.696 - INFO.
Básico para elaborar o Projeto:
Altura prevista de concretagem;
Velocidade de concretagem e slump do concreto;
Tipo de lançamento do concreto
Quantidade de jogos de formas;
Prazo previsto de utilização;
Início do fornecimento;
Condição da face de acabamento do concreto;
Projeto de estrutura.
NBR-15.696 - Dimensionar.
Dimensionamento Considerações:
Peso específico do concreto: 2.500 kgf/m3;
concreto fluido com temperatura de 25 °C;
obs.: temp. baixa, considerar acres 3% @ − 1°C
concreto fluido endurece em no máx. 5 horas;
A compactação do concreto é feita com vibração interna;
A fôrma e estanque;
A velocidade de concretagem não passa de 7,0m /h;
Para conc. Vert. a variação do prumo em +/ 5;°
NBR-15.696 - Dimensionar.
Dimensionamento Gráfico veloc. x Pressão;

C1 = ≤ 20 mm
C2 = 20<slump≤ 80
C3 = 80<slump≤140
C4 = slump>140
Fôrmas.

Verificações adicionais;

Durabilidade do material da fôrma, estrutura e face de contato;

Aplicação do desmoldante na fôrma não contaminando o


armação;

Verificar se o desmoldante é compatível com o acabamento;

Para fôrmas perdidas verificar a correta fixação;


Fôrmas.

Patologias no Concreto devido a fôrma;


Pressão hidrostática
Cavidades e ou ondulações devidas às saliências ou
ondulações das fôrmas;
Brocas no concreto;
Fuga de nata de concreto, estanqueidade da fôrma;
Destacamentos por aderência do concreto à fôrma;
Desmoldantes não adequados;
armaduras superficiais;
Deformações por deficiência no alinhamento da fôrma;
NBR-15.696 - Dimensionar.
Anexo E (Info) Critérios de ensaios p/ equipamento:
Amostragem e procedimentos;

Procedimentos por equipamentos;


NBR-15.696 - Dimensionar.
Anexo F (Info) Requisitos p/ fornecimento de
equipamentos para fôrmas e escoramentos:
Estrutura Organizacional;
Eng. Incumbido para as atividades da empresa;
Programa de treinamento constante para os colaboradores;
Manual técnico p/ execução de proj. e mont. dos equipamentos.
Equipamentos;
Projeto e desenvolvimento / Fabricação;
Manutenção dos equipamentos.

Orientação demontagem;
Catálogos técnicos / manuais de usuário;
Profissionais qualificados.
NBR-15.696 - Exercíco Fôrma.
Dados da obra: Concretagem de parede
Altura de concretagem h = 2,44 m
Espessura da parede = 0,30 m
Comprimento da parede = 24,4 m
Tipo de lançamento de concreto = Bomba capacidade 20m3/hora
Slump do concreto = 80 mm
Temperatura do concreto fresco = 22 C
Dados da obra: Concretagem de bloco
Altura de concretagem h = 3,0 m
Dimensão do
bloco 5,00 x 10,0 m
Tipo de lançamento de concreto = Bomba capacidade 30m3/hora
Slump do concreto = 120 mm
Temperatura do concreto fresco = 20º C
Verificar a pressão de concretagem para ambas as estruturas. E
analisar os resultados obtidos. Qual pressão é maior e por que?
Escoramento Tubular.
Características do Sistema Tubular:
Prós:
Sistema versátil;
• Cimbramento;
• Andaimes;
• Escadas ;
Grande quantidade no
mercado
Contras:
M.O.;
Capacidade de carga ;
Escoramento Tubular.
Características do Sistema Tubular - TUBO:
Mercado tubo de 1 ½˜ ;
Tubo com costura, barra 6 m, medidas de 0,25 @ 0,25;
Ø externo = 48,25 mm esp. = 3,05 mm
S = 433 mm2 ;
W (mód. de resistência) = 4.605 mm3 ;
J (momento de inércia) = 111.108 mm4 ;
Mfletor res = 69,00Kg x m
r = 16 mm ;
E = 210 GPa / Aço 1010/1020;
Tensão admissível = 15 Kg/mm2
Escoramento Tubular .
Características do Sistema Tubular - Braçadeira:

Carga admissível AN(1/49) e AG (2/49):


900 Kilos; deformação local no tubo
Coef. de flexão k = 1/200 kg/mm

Sistema Tubular - Luva:


Acoplar dois poste no topo;
Não resiste a tração;
Trabalha a flexão mas não reproduz com precisão a
continuidade dos tubos;
Nos postes deve ser colocada perto dos nós;
Escoramento Tubular .
Sistema Tubular – Placa de Base:
Da apoio ao tubo e não permite punção no solo
ou no apoio;
Transmite as tensões ao solo (20 Kg/cm2).

Sistema Tubular - Forcado:


Transfere as cargas axiais aos tubos e permite uma
regulagem fina para altura;
Carga admissível de 3.500 kg.

Sistema Tubular - Macaco:


Transfere as cargas da estrutura tubular ao solo;
Ajuste fino para nivelar a torre.
Escoramento Tubular .
Esforços Sistema Tubular:

Poste engastado, nó duplo;


• Não gira
• Considerado engastamento elástico
Poste articulado e poste intermediário, nó simples;
• Próximo ao engastamento articulado;
• No meio do vão intermediário;
• Há giro
• Nó simples uma braçadeira
Escoramento Tubular .
Características do Sistema Tubular - TUBO:

Comprimento máximo:
Travamento Postes recomendado 1,50 m < l < 2,00 m

Longarinas/Travessas:
l = 3,00m esbeltes (flexão)

Diagonais:
l = 3,85m esbeltes (compressão/tração)
Escoramento Tubular .
Esforços Sistema Tubular Flambagem local:

Flambagem Local;
• Poste engastado (Coppel).

4 EJ Pcr Pcr
Pcr = 2 Padm = = Obs. Vide tabela 01

h Cs 3 ( l maior lado )

Obs. A Tab 01 nos fornece a carga par a postes internos a estrutura para os poster
externos utilizar 90% da carga forncida na Tab 01
Escoramento Tubular .
Esforços Sistema Tubular Flambagem local:

Flambagem Local;
• Poste articulado (Euler).

σ EJ Pcr
Pcr = 2 Padm = Obs. Vide tabela

h 3 01 ( l maior lado )
Escoramento Tubular .
Esforços Sistema Tubular Flambagem local:
Flambagem Local;
Onde:
• Poste intermedirio;
π E.J2
Pcr = = β.k.h ; se kmin> K K min = 3
β h
= (π 2.E.J) / h2 ; se kmin< K
K = 48 E J
l3
4π 2 EJ
Pcr = (Flecha ligação horizontal)
h2
Onde:
n de andares 1 2 3 4 5 06/07/08 9
β 1 0,38 0,31 0,28 0,27 0,26 0,25
Escoramento Tubular .
Esforços Sistema Tubular Flambagem local:

Flambagem triângulo de estabilidade (contraventamento);

h.l 3
Pcr
Pcr = 2
Padm = ∑P Tab. II, II, IV Obs.: l menor lado

4.k.d 3

h d

l
Escoramento Tubular .
Esforços Sistema Tubular Flambagem:
Flambagem de conjunto;
P1
Pcr = Pcr
P1
1+
P2
Onde: P1 = π2 E J / 4h2
H
P2 = Pcr => da frambagem do triangulo de estabilidade
J = momento de inercia da seção transversal = 2 . S . l2
S = seção do tubo h
h = altura do anel
l = largura da torre l
ExJ = 24x108
Escoramento Tubular .
Sistema Tubular Tab. 01:

TABELA 01
CARGA ADMISSIVEL (POSTES ENGASTADOS) (Ton.)
H

L 1,60 1,70 1,80 1,90 2,00


1,00 4,03 3,61 3,26 2,97 2,71
1,20 3,99 3,58 3,23 2,93 2,68
1,40 3,95 3,54 3,19 2,9 2,65
1,60 3,93 3,51 3,16 3,87 2,62
1,80 3,89 3,49 3,14 2,84 2,6
2,00 3,85 3,45 3,11 2,83 2,58
2,20 3,81 3,42 3,09 2,8 2,55
2,40 3,8 3,4 3,07 2,78 2,54
2,60 3,78 3,38 3,04 2,76 2,52
2,80 3,75 3,35 3,02 2,74 2,5
3,00 3,73 3,33 3 2,72 2,49
Escoramento Tubular .
Sistema Tubular Tabela. 01:
POSTES ARTICULADOS
L CARGA (Ton.)
1,50 3,50
1,60 3,10
1,70 2,70
1,80 2,40
1,90 2,20
2,00 2,00
2,10 1,80
2,20 1,65
2,30 1,50
2,40 1,40
2,50 1,25
2,60 1,15
2,70 1,05
2,80 1,00
2,90 0,90
3,00 0,80
3,10 0,75
3,20 0,70
Escoramento Tubular .
Sistema Tubular Tabela 02:

TABELA 02
CARGA ADMISSIVEL PARA DIAGONAIS (postes Simples)
H
L 1,10 1,20 1,30 1,40 1,50 1,60 1,70 1,80 1,90 2,00
1,10 9,3 9,20 9,0 9,0 8,40 8,40
1,20 10 10,00 10,0 10,0 9,70 9,80 9,60 9,50 9,10 9,10
1,30 10,4 10,80 11,1 11,0 10,90 10,80 10,30 10,30 10,00 10,00
1,40 11,1 11,70 11,7 11,7 11,70 11,60 11,50 11,40 11,10 11,10
1,50 11,5 12,00 12,4 12,2 12,20 12,60 12,20 12,20 11,90 11,90
1,60 11,9 12,60 13,1 13,0 13,20 13,30 13,30 13,30 13,00 13,00
1,70 12,2 13,30 13,6 13,8 13,90 13,90 14,20 14,20 13,80 13,80
1,80 12,5 13,90 14,0 14,6 14,60 14,80 15,00 15,00 15,00 15,00
1,90 12,8 14,20 14,6 15,1 15,30 15,90 15,70 15,70 15,70 15,70
2,00 13,1 14,70 15,0 15,7 16,00 16,30 16,30 16,50 16,50 16,50
2,10 13,4 15,00 15,5 16,1 16,40 17,00 17,10 17,20 17,30 17,30
2,20 13,8 15,50 15,9 16,5 16,60 17,40 17,90 18,00 18,20 18,40
2,30 14,2 15,80 16,3 17,0 17,60 18,00 18,30 18,80 18,80 19,00
2,40 14,4 16,30 16,6 17,4 178,90 18,60 18,80 19,20 19,20 19,60
2,50 14,5 16,50 17,1 17,6 18,30 18,90 19,20 19,70 20,00 20,40
2,60 14,5 16,70 17,4 18,0 18,60 19,30 19,70 20,20 20,50 21,00
2,70 14,6 16,90 17,5 18,4 18,90 19,70 20,20 20,80 20,90 21,50
2,80 14,7 17,00 17,7 18,6 19,20 20,20 20,50 21,20 21,60 22,00
2,90 14,9 17,20 18,1 18,6 19,40 20,40 21,60 21,60 22,40 22,80
Escoramento Tubular .
Sistema Tubular Tabela 03:

TABELA 03
CARGA ADMISSIVEL PARA DIAGONAIS (postes DOBRADOS)
H
L 1,10 1,20 1,30 1,40 1,50 1,60 1,70 1,80 1,90 2,00
1,10 12,1 11,90 11,9 11,9 11,90 11,60 11,20
1,20 13,3 13,30 14,9 14,4 13,80 13,00 12,80 12,80 12,30 12,30
1,30 13,8 14,40 14,9 14,6 14,40 14,40 13,80 13,80 13,30 13,30
1,40 14,8 15,60 15,6 15,6 15,50 15,30 15,20 14,80 14,80 14,80
1,50 15,2 16,00 16,5 16,5 16,50 16,20 16,20 15,90 15,90 15,90
1,60 15,9 16,80 17,2 17,3 17,60 17,80 17,80 17,80 17,80 17,70
1,70 16,2 17,50 18,2 18,3 18,50 18,80 18,90 18,90 18,90 18,70
1,80 16,8 18,50 18,7 19,4 19,40 19,80 20,00 20,00 20,00 20,00
1,90 17,4 18,90 19,5 20,1 20,40 20,90 20,90 20,90 20,90 20,90
2,00 17,5 19,50 19,9 20,9 21,20 21,70 21,70 21,90 21,90 21,90
2,10 18,4 19,00 20,6 21,4 21,80 22,50 22,80 22,90 23,00 23,00
2,20 18,6 20,60 21,2 22,0 22,80 23,20 23,90 24,00 24,00 24,00
2,30 18,9 21,20 21,7 22,7 23,30 24,00 24,40 25,00 25,00 25,20
2,40 19,0 21,70 22,2 23,0 23,90 24,70 25,00 25,50 25,70 26,10
2,50 19,1 21,90 22,8 23,5 24,40 25,00 25,50 26,20 26,50 27,30
2,60 19,3 22,20 23,1 24,0 24,80 25,70 26,20 26,80 27,30 27,80
2,70 19,4 22,50 23,3 24,4 25,20 26,20 26,90 27,70 27,80 26,00
2,80 19,8 22,60 23,5 24,8 25,50 26,90 27,30 28,20 28,70 28,80
2,90 19,9 22,80 24,0 25,1 25,80 27,10 27,90 28,70 29,80 30,50
Escoramento Tubular .
Sistema Tubular Tabela 04:

TABELA 04
CARGA ADMISSIVEL PARA DIAGONAIS (DIAGONAL COM 2/49)
H
L 1,10 1,20 1,30 1,40 1,50 1,60 1,70 1,80 1,90 2,00
1,10 6,9 6,9 6,8 6,8 6,70 6,50
1,20 7,5 7,5 7,5 7,5 7,30 7,30 7,20 7,10 6,80 6,80
1,30 8,1 8,20 8,20 8,20 8,20 8,10 7,70 7,70 7,50 7,50
1,40 8,4 8,50 8,7 8,7 8,7 8,7 8,60 8,50 8,30 8,30
1,50 8,8 9,00 9,3 9,1 9,1 9,1 9,1 9,1 8,90 8,90
1,60 9,3 9,40 9,8 9,8 9,9 9,90 9,90 9,90 9,70 9,70
1,70 9,8 9,90 10,2 10,3 10,4 10,60 10,60 10,60 10,30 10,30
1,80 9,9 10,40 10,8 10,9 10,9 11,10 11,20 11,20 11,20 11,20
1,90 10,2 10,60 11,0 11,3 11,50 11,90 11,80 11,80 11,80 11,80
2,00 10,4 11,00 11,2 11,8 12,00 12,20 12,20 12,40 12,40 12,40
2,10 10,6 11,20 11,6 12,4 12,50 12,70 12,80 12,80 12,90 12,90
2,20 10,9 11,60 11,9 12,4 12,60 13,00 13,40 13,50 13,60 13,80
2,30 11,1 11,80 12,2 12,7 13,20 13,50 13,70 14,10 14,10 14,20
2,40 11,4 12,20 12,5 13,0 13,40 14,00 14,10 14,40 15,50 14,40
2,50 11,6 12,40 12,8 13,2 13,70 14,20 14,40 14,80 15,00 15,30
2,60 11,8 12,50 13,0 13,5 13,90 14,40 14,80 15,10 15,40 15,70
2,70 11,8 12,60 13,1 13,8 14,10 14,70 15,10 15,60 15,70 16,20
2,80 11,9 12,70 13,3 13,9 14,40 15,20 15,40 15,90 16,20 16,50
2,90 12,0 12,90 13,6 14,1 14,50 15,30 15,70 16,20 16,70 17,10
Elemento Estrutural
Elemento Viga Baldrame
Viga Baldrame com solo coeso.
Utilização lona plástica

Obra Reserva dos Lagos


Elemento Estrutural
Elemento Viga Baldrame
Viga Baldrame com solo não coeso.
Utilização fôrma em madeira
Elemento Estrutural
Elemento Viga Baldrame
Utilização fôrma tela e plástico Tipo Pecafil
Elemento Estrutural
Elemento Bloco
Bloco estroncado Contra terreno
Utilização fôrma uma ou duas faces
Elemento Estrutural
Elemento Bloco
Bloco uma face triangulo de estabilidade.
Elemento Estrutural
Elemento Bloco
Bloco uma face com Escoras e vigas.
Elemento Estrutural
Elemento Pilar
Pilar cuidado com a estanqueidade.
Sistema em cata vento
Elemento Estrutural
Elemento Pilar
Grata simples ou dupla
Movimentação em L ou em U
Elemento Estrutural
Elemento Pilar
Com ou sem andaime de trabalho acoplado
Elemento Estrutural
Elemento Parede
Com ou sem estanqueidade
Painel Manual ou Mecânico
Duas ou uma face
Elemento Estrutural
Elemento Tanque Circular
Elemento Estrutural
Elemento Tanque Circular
Elemento Estrutural
Elemento Vigas
Fundo de madeira.
Elemento Estrutural
Elemento Vigas
Plataforma de trabalho
Elemento Estrutural
Elemento Vigas
Estanqueidade.
Garfo p/ viga de borda
Elemento Estrutural
Elemento Vigas
Elemento Estrutural
Elemento Lajes
Forma com ou sem apoio na lat da viga
Laje Pré moldada
NBR-6494 - Segurança And.
Complementada pela NR18:
Projetos devem indicar cargas admissíveis de trabalho;
Flecha máxima de L/200;
Deve ser munido de guarda corpo em todo entorno;
Guarda corpo deve resistir a uma carga pontual de
350N aplicada na parte mais desfavorável do guarda
corpo
O guarda corpo para vãos menores de 1,00 m podem
ser em correntes ou cabos
Obs.: cuidado com a montagem e desmontagem ex.
Rede elétrica.
NBR-15.696 -Exercíco Cimbre.
Laje = espessura 15 cm de concretagem Peso da
fôrma = 0,5 kN/m² 1400

Compensado de 14 mm
σ adm = 87 kg / cm2
Viga Primária V18 ou HT20

700
Viga secundária HT20 ou V7,5

Fazer com sistema de torres:


•Quadro de 100cmx100cm

15
•Quadro de 100cmx150cm
•Quadro de 150cmx100cm
•Quadro de 150cmx150cm
•Macaco c/ curso máx 30cm

350
•Forcado c/ curso máx 30cm
NBR-15.696 -Exercíco Cimbre.
Caracteristicas das Vigas

Viga V18: Viga HT20


Peso m linear = 16 Kg Peso m linear = 4,6 Kg
Momento Admissível = 1,15 Ton.m Momento Admissível = 0,5 Ton.m
Momento de Inercia = 741 cm4 Momento de Inercia = 4.613 cm4
Módulo de Resistencia = 82 cm3 Módulo de Resistencia = 461 cm3
E = 2.100.000 Kg/cm2 E = 100.000 Kg/cm2

Viga V7,5: Compensado:


Peso m linear = 8 Kg Adotar E= 6260 MPa
Momento Admissível = 0,28 Ton.m W=(axb2)/6
Momento de Inercia = 75 cm4 Ix=(axb3)/12
Módulo de Resistencia = 20 cm3
E = 2.100.000 Kg/cm2
Escoramento.
NBR-15.696 - Dimensionar.
Roteiro de Cálculo Cimbramento:
1 Levantamento das cargas atuantes.
1.1 Laje 15 cm Peso especifico conc. 2500 Kg/m3 = 375 kg/m2
1.2 Sobrecarga = 200 Kg/m2
1.3 Peso da forma = 50 kg/m2
1.4 Total do peso da laje = (375+200+50)= 625 kg/m2

2 Cálculo Compensado.
2.1 Característica geométrica da seção W= (a.b2)/6
2.1.1 a = 100 cm (1 metro) ; b = 1,4 cm (espessura do comp)
W=(100x1,42)/6 W=32,67 cm3
NBR-15.696 - Dimensionar.
Roteiro de Cálculo Cimbramento:
2 Cálculo Compensado.
2.2 Cálculo do Mr compensado = σ . W
Mr = 87,00 kg/cm2 x 32,67 cm3 = 2.842,2 Kg.cm
Convertendo para kg.m Mr = 28,42 Kg.m
2.3 Momento de cálculo é menor que o momento resistente Md
≤ Mr
2.4 Cálculo do Md do compensado Bi apoiado com carga distribuída
Md = (q. l2)/8
NBR-15.696 - Dimensionar.
2 Cálculo Compensado.
2.5 Substituindo temos:
(q. l2)/8 ≤ 28,42 Kg.m
(625 kg.m x l2) ≤ 28,42 Kg.m x 8 L máx.= 0,60 m ou 60 cm
Pelo momento temos um espaçamento de barrote @ 60 cm
Por motivos de construção poderíamos adotar um valor menor múltiplo
da medida do compensado.
2.6 Cálculo da flecha no compensado.
2.6.1 Cálculo da flecha no compensado p viga bi apoiada com
carga dist.
f = (5.q.l4)/384EJ ≤ 1+L/500 ou L/350
NBR-15.696 - Dimensionar.
2.6.3 Cálculo do J para o compensado.
J = (a.b3)/12 J = (100.1,43)/12 J = 22,86 cm4
2.6.4 Valor de E para compensado = 63483 kg/cm2 (adotado)
2.6.5 Substituir os valores na Equação da flecha e verificar condição
Obs.: Cuidado com as unidades
f = (5.q.l4)/384EJ ≤ (l/350) ou (1+L/500)
l3= (384 . 63483 . 22,86) / 350 . 5 . 6,25
l = 37,07 cm
Portanto a flecha limita o meu espaçamento de barrote em 37 cm
NBR-15.696 - Dimensionar.
3 Cálculo Viga Secundária.
3.1 Cálculo da carga distribuída na VS
3.1.1 área de influência da VS
Pk = 0,37 m x 0,15 x 2500 kg/m3
Ps = 0,37 m x 200 kg/m2
Pf = 0,37 m x 50 kg/m2 Pd = 232 kg/m
3.2 Cálculo do comprimento máx pelo Md ≤ Mr
3.2.1 Viga adotada HT20 Mr = 500 Kg.m
3.2.1 Md viga isostática bi apoiada com carga distribuida.
substituindo temos: l máx = (500 x 8) / 232 Lmáx. = 4,15 m
Obs.: se utilizar torres a medida máxima será utilizada entre torres
NBR-15.696 - Dimensionar.
3 Cálculo Viga Secundária.
3.3 Cálculo da flecha da VS.
3.1 E = 100.000 Kg/cm2 (catálogo)
3.2 J = 4.613 cm3 (catálogo)
f = (5.q.l4)/384EJ ≤ (l/350)
l3= (384 . 100.000 . 4.613) / 350 . 5 . 2,32
l = 352 cm ou 3,52 m
Portanto a flecha limita o meu espaçamento da VP em 3,52 m
NBR-15.696 - Dimensionar.
4 Cálculo Viga Primária.
3.1 Cálculo da carga distribuída na VP
4.1.1 área de influência da VP
Pk = 3,52 m x 0,15 x 2500 kg/m3
Ps = 3,52m x 200 kg/m2
Pf = 3,52 m x 50 kg/m2 Pd = 2.201 kg/m
4.2 Cálculo do comprimento máx pelo Md ≤ Mr
4.2.1 Viga adotada HT20 Mr = 100 Kg.m
4.2.1 Md viga isostática bi apoiada com carga distribuida.
substituindo temos: l máx = √ (500 x 8) / 2.201 l máx. = 1,35 m
Obs.: A viga de madeira é mais barata que aço verificar se
compensa o aumento no n°de torres e ou escoras
NBR-15.696 - Dimensionar.
4.3 Cálculo da flecha da VS.
4.1 E = 100.00 Kg/cm2 (catálogo)
4.2 J = 4613 cm4 (catálogo)
f = (5.q.l4)/384EJ ≤ (l/350)
l3= (384 . 100.000.4613) / 350 . 5 . 22,13
l = 166 cm ou 1,66 m
Portanto a flecha limita o meu espaçamento da VP em 1,66 m

Obs.: Compensa eu trocar a viga por uma viga metálica reduzindo o


numero de torres ou escoras?
NBR-15.696 -Exercíco Cimbre.
Laje 15 cm
Compensado de 18 mm
1000
σ adm compensado = 100 kg / cm2
E comp = 8.000 MPa
Viga Primária V18
E = 2.100.000 Kg/cm2

500
Mres = 1.150 Kg x m
J = 741 cm4 (catálogo)
Viga secundária HT20
E = 100.000 Kg/cm2 (catálogo)
Mres = 500 Kg x m (catálogo)
J = 4613 cm4 (catálogo)
Fazer com sistema de escoras.
Escora suporta 3.000 kg
300
Amplitude da escora, 200cm a 300cm
Elaborar croqui com solução adotada.
Planta e corte
NBR-15.696 - Dimensionar.

h=???cm
Veloc. De concretagem
Compensado de 15 mm
σ adm = 87 kg / cm2
Parede:
Comprimento = ???? cm
Altura =
Espessura =
NBR-15.696 - Dimensionar.
Obrigado.

Eng.º Alexander Camargo Gomes


Contatos:
alex10camargo@gmail.com
Cel:19−98936−6666