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PROGRAMA

COMPROMISSO COM A
TREINAMENTO REGRAS DE OURO
VIDA
 Os objetivos são: prevenir danos às pessoas
e fortalecer a cultura de segurança de
processo.
REGRAS DE OURO
 A maioria da força de trabalho segue as
Regras na maior parte do tempo.
 A meta é que todos sigam as Regras sempre.
Orientações e
esclarecimentos  Seu cumprimento é obrigatório para
atividades relacionadas ao trabalho sob o
controle ou responsabilidade da PETROBRAS.
 As Regras são aplicáveis também fora do
ambiente de trabalho.
 A responsabilidade pela comunicação das
Regras é da liderança.
 A responsabilidade pelo seu cumprimento é
de todos: liderança, empregados e
contratados.
REGRAS DE OURO

Permissão para Isolamento de Trabalho em Altura Espaço Confinado Atmosferas


Trabalho Energias Explosivas

Somente trabalhe Somente execute Somente execute Só entre em espaço Nunca entre
com Permissão para trabalhos em trabalhos em altura confinado se em local com
Trabalho válida, equipamentos ou com a utilização de autorizado, atmosfera explosiva.
liberada no campo e instalações após cinto de segurança equipado e com Obedeça sempre aos
de seu total certificar-se de que fixado em local treinamento alarmes e à
entendimento. todas as fontes de seguro e previamente especifico. sinalização.
energia tenham sido determinado.
isoladas de forma
segura.
REGRAS DE OURO

Posicionamento Seguro Equipamentos de Atenção às Segurança no Álcool e outras


Proteção Individual Mudanças Trânsito drogas

Não acesse área Use sempre os EPI Fique atento aos Respeite as leis de Nunca trabalhe sob
isolada. Nunca se conforme riscos das mudanças. trânsito e pratique efeito de álcool ou
posicione sob uma recomendado. Somente realize direção defensiva. outras drogas.
carga suspensa ou qualquer mudança Use o cinto de
entre veículos, que envolva pessoas, segurança, respeite
parados ou em instalações, os limites de
movimento. materiais ou velocidade, não use
Mantenha-se sempre procedimentos após celular e se beber
em locais seguros e análise e não dirija.
protegidos. autorização.
REGRAS DE OURO

PERMISSÃO PARA TRABALHO


PERMISSÃO PARA TRABALHO
Somente trabalhe com Permissão para Trabalho válida, liberada no campo e de seu total entendimento.

Permissão para Trabalho (PT) é a autorização em


documento próprio, para a execução de qualquer trabalho de
manutenção, como por exemplo, montagem, desmontagem,
construção, limpezas, reparos, inspeções e intervenção em
áreas, equipamentos ou sistemas, que envolvam riscos à
integridade do pessoal, às instalações, ao meio ambiente, à
comunidade ou à continuidade operacional.
PERMISSÃO PARA TRABALHO

Quando for realizar um trabalho que envolva riscos de acidentes com lesão pessoal, danos à saúde,
danos materiais, agressão ao meio ambiente ou descontinuidade operacional nos trabalhos de
manutenção, montagem, desmontagem, construção, inspeção e reparo de instalações, equipamentos
ou sistemas a serem realizados nas áreas operacionais das unidades da PETROBRAS, deve ser emitida
a Permissão para Trabalho.

 Não esqueça que a Permissão para Trabalho deve ser específica para o serviço nela descrito, e
restrita a um único equipamento ou sistema, perfeitamente identificado e delimitado.

 Lembre-se: Os serviços que envolvam riscos para os trabalhos só devem ser realizados com todas
as fontes de energia controladas.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
 Participantes da Permissão para Trabalho

REQUISITANTE: EMITENTE:
Empregado capacitado e Empregado capacitado e
credenciado, próprio ou credenciado, próprio, responsável
contratado, e autorizado pela área, equipamento ou sistema
para requisitar a PT. onde a intervenção será realizada.

PROFISSIONAL DE SEGURANÇA – RAS: CO-EMITENTE:


Indica medidas de segurança Pessoa responsável pela
complementares e suplementares na liberação da área onde está
execução de serviços que pressupõem a instalado o equipamento ou
adoção de cuidados especiais, em sistema sob responsabilidade de
virtude do risco. outro empregado.
PERMISSÃO PARA TRABALHO

1ª Etapa
Autorização
Autoriza o planejamento da
intervenção

2ª Etapa
3ª Etapa
Planejamento da
Execução
Execução e término do serviço e intervenção
encerramento da PT Elaboração da Permissão para
Trabalho
PERMISSÃO PARA TRABALHO

 Se você for o responsável pela instalação, você deve:


 Autorizar, antes da emissão da Permissão para Trabalho, a intervenção 1ª Etapa
contemplando no mínimo: Autorização
Autoriza o planejamento da
intervenção
 a) O planejamento dos trabalhos;
 b) O planejamento operacional;
 c) A análise dos riscos;
 d) A elaboração de PT.

 Confirme se a análise dos riscos contempla as atividades:


 a) Liberação do equipamento ou sistema para realização dos trabalhos;
 b) Liberação da área para realização dos trabalhos;
 c) Realização dos trabalhos considerando trabalhos simultâneos.
PERMISSÃO PARA TRABALHO

 Se você for o emitente da Permissão para Trabalho, você deve:


2ª Etapa
 Inspecionar, antes da emissão da PT, em conjunto com o Planejamento da
requisitante, o equipamento, sistema ou local onde deve ser intervenção
realizado o serviço e providenciar as medidas necessárias para prover Elaboração da Permissão para
Trabalho
as condições seguras para a liberação do trabalho e sistemática de
advertência.
 Certificar-se de que as recomendações de segurança e da análise de
risco foram atendidas e que as condições de trabalho estejam
seguras.
 Decidir pela necessidade do acompanhamento do trabalho e, se
necessário, definir o intervalo das verificações periódicas ou se o
trabalho necessita de acompanhamento permanente, fazendo o
registro na PT.
 Verificar a necessidade de RAS – Recomendações Adicionais de
Segurança e solicitar a emissão pelo profissional de segurança do
trabalho.
PERMISSÃO PARA TRABALHO

 Se você for o profissional de segurança do trabalho, você deve elaborar


as RAS – Recomendações Adicionais de Segurança, para as situações de: 2ª Etapa
Planejamento da
intervenção
 Trabalhos com radiações ionizantes; Elaboração da Permissão para
Trabalho

 Trabalhos realizados em espaços confinados;

 Outras situações que a unidade da PETROBRAS defina como necessário


a emissão das recomendações adicionais de segurança.
PERMISSÃO PARA TRABALHO

 Se você for o requisitante da Permissão para Trabalho, você deve:


3ª Etapa
 Entender a permissão para trabalho e segui-la rigorosamente; Execução
Execução e término do serviço
e encerramento da PT

 Confirmar com o supervisor ou encarregado do trabalho que é seguro


começar a trabalhar;

 Instruir os executantes quanto às recomendações de segurança a


serem observadas e providenciar as condições de segurança do local
de trabalho.
PERMISSÃO PARA TRABALHO

EXEMPLO DE ACIDENTES:

Durante a retirada de um trecho de tubulação de 6”, da linha de


bypass da câmara do lançador de pig de gasoduto, para instalação
de um ponto de injeção de inibidor de corrosão de ½’’, ocorreu a
abertura inesperada de válvula de bloqueio com comando
eletropneumático em um painel próximo, ocorrendo a liberação
de gás natural à alta pressão(56 kgf/cm2), seguida de incêndio,
resultando na fatalidade de quatro trabalhadores.

Fonte: peo.petrobras.com.br
PERMISSÃO PARA TRABALHO

POR QUE ACONTECEU:


Sistemática inadequada na realização da APR e emissão da PT:

 A APR-N2 avaliou apenas a retirada do trecho de tubulação e o


transporte para o canteiro da contratada;

 Avaliação inadequada dos riscos envolvidos, não considerando os


riscos associados a sistemas pressurizados;

 Utilização de uma única barreira de segurança;

 Na APR-N2, não considerou o risco de abertura da válvula V-3;

 Na APR-N2, houve a ausência da participação de um


instrumentista.
Fonte: peo.petrobras.com.br
PERMISSÃO PARA TRABALHO

BOAS PRÁTICAS:

Coloque aqui as boas práticas da sua área


REGRAS DE OURO

ISOLAMENTO DE ENERGIAS
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
Somente execute trabalhos em equipamentos ou instalações após certificar-se de que todas as fontes de energia
tenham sido isoladas de forma segura.

 Isolamento de Energias é a garantia de que antes de qualquer serviço a ser executado em uma
máquina ou equipamento, capaz de ser energizado inesperadamente, dar partida, vazar qualquer
forma de energia armazenada, esta máquina ou equipamento esteja isolado da fonte de energia e
mantido fora de operação.

 Conheça o equipamento ou instalação e todas as energias que devem ser isoladas antes de iniciar
o serviço.

 Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam próximas.

 “Conhecer os riscos do serviço” é a melhor e a mais eficiente forma de evitar acidentes.

 Não confie na sua memória, sempre “estude” o serviço antes de iniciá-lo. Mantenha-se
atualizado.

 Explicar para a equipe: o trabalho a ser realizado; confirmar se todos entenderam os riscos,
orientações, procedimentos e recomendações
ISOLAMENTO DE ENERGIAS

 Se você for o executante dos serviços, você deve:

 Confirmar com o seu Supervisor ou Encarregado do trabalho que é seguro começar a


trabalhar.

 Se você for o executante do isolamento, você deve:

 Conhecer o equipamento ou instalação e todas as energias que devem ser isoladas antes de
iniciar o serviço e certificar se podem ser isolados ou liberados para retorno à operação;

 Identificar de forma clara as interligações do equipamento ou instalação que precisam ser


isolados ou liberado para retorno à operação;

 Seguir o planejamento de isolamento (matriz) para isolar ou liberar para retorno à operação
os equipamentos ou sistemas;

 Recolocar todos os caps e plugs nos drenos e vents.


ISOLAMENTO DE ENERGIAS

 Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:

 Confirmar se o equipamento ou instalação foi corretamente isolado ou liberado para


operação, conforme o planejamento de isolamento (matriz);

 Explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado, confirmar se todos entenderam as
orientações e, se todas as ações prescritas no planejamento de isolamento (matriz) foram
implementadas;

 Verificar se as identificações do isolamento foram colocadas ou retiradas em todas as


interligações do equipamento ou instalação e se não há pendências.
ISOLAMENTO DE ENERGIAS

 Se você for o líder, você deve:

 Garantir que os planejamentos e sistemática de isolamento (matrizes) estejam atualizados e


cumpridos, respectivamente;

 Realizar auditorias na área, verificando a execução do padrão de isolamento de energia;

 Garantir que a sistemática para isolamento de energia seja cumprida.


ISOLAMENTO DE ENERGIAS

EXEMPLO DE ACIDENTES:
Caso 1 – Queimaduras provocadas por arco voltaico

Eletricista realizava atividades de limpeza e verificação de


aperto de conexões de cabos em painéis elétricos. Ao
aproximar a ferramenta de trabalho, ocorreu arco elétrico, Local da ocorrência
provocando queimaduras parciais em seu rosto, mãos, pescoço
e joelho direito (7,5% do corpo). O painel, considerado
desenergizado pelo trabalhador, estava interligado a uma fonte
de alimentação de 13,8 KV não contemplada no planejamento
inicial das atividades (a montante)..

Placa de advertência do cubículo de


entrada informando a necessidade de
desligamento de disjuntor a montante.
ISOLAMENTO DE ENERGIAS

EXEMPLO DE ACIDENTES:
Caso 2 – Acidente fatal – Eletrocussão em rede elétrica

Quatro trabalhadores de uma empresa contratada procediam ao


lançamento de cabos de uma linha de transmissão em 0,4 kV
destinados à energização de equipamentos de um poço produtor de
petróleo. Quando do lançamento de um cabo da linha de 0,4 kV,
cruzando em nível inferior os cabos da outra linha de 33 kV que se
encontrava energizada, ocorreu curto circuito para a terra devido
ao contato físico entre os cabos, ocasionando choque elétrico nos
trabalhadores que puxavam o cabo manualmente. Tal fato provocou
o óbito de um dos trabalhadores e queimaduras de terceiro grau no
outro.

CRUZETA DO POSTE

VISÃO DO POSTE DA LINHA DE 0,4 kV


ISOLAMENTO DE ENERGIAS

EXEMPLOS DE DISPOSITIVOS DE BLOQUEIOS DE ENERGIA:

Fonte: Internet – pesquisas em 22/11/2016


ISOLAMENTO DE ENERGIAS

EXEMPLOS DE DISPOSITIVOS DE BLOQUEIOS DE ENERGIA:

Fonte: SINPEP/RGN (PG-2AT-00119)


ISOLAMENTO DE ENERGIAS

BOAS PRÁTICAS:

Coloque aqui as boas práticas da sua área


REGRAS DE OURO

TRABALHO EM ALTURA
TRABALHO EM ALTURA
Somente execute trabalhos em altura com a utilização de cinto de segurança fixado em local seguro e
previamente determinado.

 Toda atividade executada com diferença de nível maior de 2,00 m (dois metros) do piso de
referência (local de estrutura fixa onde se encontra a base de posicionamento do trabalhador em
relação ao nível “0” (zero) da queda).

 Todo trabalho em altura deve ser planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado
e autorizado (considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado,
cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que
possua anuência formal da empresa).

 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco.

 As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante
Permissão de Trabalho
TRABALHO EM ALTURA

ACESSO POR CORDAS:


 Considera-se acesso por corda a técnica de progressão utilizando cordas, com outros
equipamentos para ascender, descender ou se deslocar horizontalmente, assim como para
posicionamento no local de trabalho, normalmente incorporando dois sistemas de segurança
fixados de forma independente, um como forma de acesso e o outro como corda de segurança
utilizado com cinturão de segurança tipo paraquedista.

 As atividades com acesso por cordas devem ser executadas: de acordo com procedimentos em
conformidade com as normas técnicas nacionais vigentes; por trabalhadores certificados em
conformidade com normas técnicas nacionais vigentes de certificação de pessoas e por equipe
constituída de pelo menos dois trabalhadores, sendo um deles o supervisor.

 Os equipamentos e cordas devem ser inspecionados nas seguintes situações: antes da sua
utilização e periodicamente, com periodicidade mínima de seis meses.
TRABALHO EM ALTURA

ACESSO POR CORDAS:


 Em trabalhos desenvolvidos com restrição de espaço, em posição fixa e em elevação/suspensão
(como, por exemplo, limpeza de fachada) deve ser previsto um sistema complementar de
proteção contra quedas.

 Os trabalhos em altura com acesso por cordas devem ser precedidos de um plano de resgate
considerando o cenário da execução dos serviços.

 Nos trabalhos em altura com acesso por cordas devem ser utilizados cordas e acessórios novos,
sem uso anterior. A reutilização das cordas e acessórios é permitida apenas na unidade
operacional que os recebeu e manteve sua guarda, desde que garantida a rastreabilidade.

 As cordas de execução do trabalho e a corda de segurança devem ser distintas e de cores


diferentes, devendo estar conectadas a pontos de ancoragem independentes.
TRABALHO EM ALTURA

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO:
TRABALHO EM ALTURA

EXEMPLO DE ACIDENTES – CASO 1:

Estavam sendo realizados trabalhos para remoção de tubulação desativada, externamente à torre de
uma unidade de processo, com uso de técnica de alpinismo industrial (acesso por corda), quando um
empregado de empresa especializada na utilização desse tipo de técnica, sofreu queda devido ao
rompimento da corda de trabalho e da corda de segurança.

ANÁLISE DO GT:

Asa cordas que romperam foram usadas anteriormente em outra empresa do pólo e lavadas após seu
uso. Primeira utilização desta corda neste trabalho na Fafen-BA.
TRABALHO EM ALTURA

ACESSO POR CORDAS:

Fonte: peo.petrobras.com.br
TRABALHO EM ALTURA

EXEMPLO DE ACIDENTES – CASO 2:


A equipe de pintura retornou após o almoço ao tanque
e se preparou para dar início aos trabalhos, colocando
os EPI e separando as ferramentas. O acidentado
estava na última plataforma do andaime quando seus
colegas de trabalho ouviram um barulho e viram o
acidentado caindo de costas no chão entre a lona e o
andaime.

O acidentado portava o cinto de segurança, mas com


os talabartes não atracados.
TRABALHO EM ALTURA

BOAS PRÁTICAS:

Coloque aqui as boas práticas da sua área


REGRAS DE OURO

ESPAÇO CONFINADO
ESPAÇO CONFINADO
Só entre em espaço confinado se autorizado, equipado e com treinamento especifico.

 Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação contínua, a qual tem meios
limitados de entrada e saída e na qual a ventilação existente é insuficiente para remover
contaminantes perigosos, deficiência ou enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se
desenvolver.

“Lugar que não foi feito para você ficar + Lugar difícil de entrar e sair +
Lugar com pouca ventilação (possibilidade de formação de
uma atmosfera de risco) = Espaço Confinado” – CUIDADO!!

 Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam próximas.

 “Conhecer os riscos do serviço” é a melhor e a mais eficiente forma de evitar acidentes.

 Não confie na sua memória, sempre “estude” o serviço antes de iniciá-lo.


ESPAÇO CONFINADO

 Para adentrar espaços confinados é obrigatória a emissão da PET (Permissão de entrada e


trabalho) pelo Supervisor de Entrada;
 Antes de iniciar os serviços é obrigatória a avaliação atmosférica do espaço confinado;
 Somente trabalhadores capacitados, conforme a norma regulamentadora no. 33 (NR-33), podem
executar atividades em espaços confinados;
 Deve ser mantido equipamento de monitoramento contínuo da atmosfera durante toda a
execução da atividade em espaço confinado;
 Deve ser mantido durante todo o trabalho no interior de espaço confinado, um vigia ou
observador junto à entrada para controlar o acesso e saída dos trabalhadores, monitorar os
trabalhadores no ambiente, adotar procedimentos de socorro imediato, em caso de emergência, e
coordenar o abandono do local, se necessário.
ESPAÇO CONFINADO

PARA A REALIZAÇÃO DO TRABALHO COM SEGURANÇA É NECESSÁRIA O ENVOLVIMENTO


DOS PROFISSIONAIS :

 Responsável técnico - é o profissional habilitado para identificar os espaços confinados


existentes na empresa e elaborar as medidas técnicas de prevenção - administrativas,
pessoal, de emergência e resgate;

 Supervisor de entrada - pessoa capacitada com responsabilidade para preencher e


assinar a Permissão de Entrada e Trabalho (PET), para o desenvolvimento de entrada e
trabalho seguro no interior de espaços confinados;

 Trabalhador autorizado - trabalhador capacitado para entrar no espaço confinado,


ciente dos seus direitos e deveres e com conhecimento dos riscos e das medidas de
controle existentes;

 Vigia/Observador - trabalhador designado para permanecer fora do espaço confinado,


responsável pelo acompanhamento, comunicação e ordem de abandono para os
trabalhadores.
ESPAÇO CONFINADO

 Se você for o trabalhador autorizado, você deve:

 Confirmar com o supervisor ou encarregado do trabalho que é seguro começar a trabalhar;

 Confirmar com o vigia se você pode entrar no espaço confinado;

 Seguir as exigências contidas nos documentos de liberação dos serviços – PT, AR, Permissão
de Entrada e trabalho (PET).
ESPAÇO CONFINADO

 Se você for o supervisor de entrada, você deve:

 Confirmar se as exigências da autorização de trabalho estão em ordem;

 Confirmar se o vigia qualificado está sempre presente quando existem pessoas dentro de um
espaço confinado;

 Confirmar que a avaliação atmosférica está sendo feita de acordo com a PET;

 Confirmar que as condições de segurança foram atendidas para começar a trabalhar.


ESPAÇO CONFINADO

 Se você for o vigia/observador, você deve:

 Controlar a entrada e saída dos trabalhadores;

 Manter a comunicação com os trabalhadores que estão no espaço confinado;

 Acionar a equipe de emergência e salvamento, caso necessário.


ESPAÇO CONFINADO

EXEMPLO DE ACIDENTES:
Caso 1 - Acidente fatal por asfixia com nitrogênio em construção de gasoduto na etapa de pré-
secagem do duto

Durante obra de construção de gasoduto foi injetado nitrogênio para retirar um PIG que ficou preso.
Com a retirada do PIG foi feita a despressurização com as extremidades abertas para a atmosfera.
Começou então o preparo para a secagem do trecho para lançamento de um PIG de espuma. Um
auxiliar posicionou o PIG na abertura da tubulação e começou a empurrá-lo para dentro do duto por
aproximadamente 6,0 m. O acoplador e o lixador percebem que há algo estranho, chamam pelo
Auxiliar mas não obtêm resposta, e suspeitam que o mesmo esteja passando mal, o acoplador entra
na tubulação para resgatá-lo, e o lixador fica na extremidade, ilumina a entrada quando percebe a
imobilidade do acoplador, chama por ele e também não obtém resposta.

A partir daí se deu inicio a uma sequência de ações para resgate. O Lixador tenta entrar no duto mas
desmaia na entrada, ele é puxado pela equipe de resgate e se recupera logo. A equipe de resgate
utiliza dispositivos de resgate improvisados e consegue puxar os 2 trabalhadores, porém só um deles
consegue escapar com vida.
ESPAÇO CONFINADO

O QUE ACONTECEU:

Apesar das extremidades do duto estarem abertas a atmosfera em seu interior estava com alta
concentração de nitrogênio. Quando foi realizada a inserção do PIG, como esse tinha diâmetro
ligeiramente menor que o diâmetro do duto, o nitrogênio passou pelas cordas do PIG impregnando a
atmosfera onde o trabalhador se encontrava. O nitrogênio deslocou o oxigênio tomando o seu lugar
gerando uma condição perigosa para a vida e para a saúde.
ESPAÇO CONFINADO

EXEMPLO DE ACIDENTES:
Caso 2 - Acidente fatal ocorrido por explosão durante limpeza de cofferdan

Durante limpeza do cofferdam (na indústria náutica é o nome que se dá aos espaços vazios em
embarcações) as sobras de água e dispersantes provenientes de processo de limpeza, estavam sendo
descarregados por uma bomba sapo para o tanque ao lado que também recebia petróleo e gás
associado. A mangueira que conectava a bomba “tipo sapo” estava interligada com esse tanque e
houve passagem de gás para o interior do cofferdam. No fim do dia de trabalho quando o último
trabalhador estava saindo do cofferdam uma das luminárias caiu e provocou uma explosão que
arremessou o trabalhador.

O QUE ACONTECEU:

Houve a passagem de produto inflamável (gás) que acumulou no


ambiente e quando a luminária caiu permitiu a ignição da
atmosfera gerando a explosão.
ESPAÇO CONFINADO

BOAS PRÁTICAS:

Coloque aqui as boas práticas da sua área


REGRAS DE OURO

ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
Nunca entre em local com atmosfera explosiva.
Obedeça sempre aos alarmes e à sinalização.

 Em locais ou ambientes onde quantidades e concentrações perigosas de vapores ou gases


inflamáveis podem ocorrer, medidas de proteção necessitam ser aplicadas de forma a reduzir o
risco de explosões.

 Em qualquer planta de processo, independentemente do seu tamanho, pode haver numerosas


fontes de ignição além daquelas associadas com equipamentos. Neste contexto, são necessárias
precauções apropriadas para assegurar um nível adequado de segurança.

 Em resumo, são locais ou ambientes onde existe a possibilidade de ocorrer uma explosão e todas
as potenciais fontes de ignição devem ser protegidas.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

ÁREAS CLASSIFICADAS
São regiões onde uma atmosfera explosiva pode estar presente, em quantidade tal que necessitem de
cuidados especiais para a instalação e utilização de equipamentos elétricos e mecânicos, que ocorrem
com certa regularidade durante as operações normais da planta industrial.

REGIÕES EM SITUAÇÂO DE EMERGÊNCIA


São regiões onde uma atmosfera explosiva está presente devido a vazamentos ou derramamentos,
exigindo medidas para contenção e controle, com risco iminente de explosão. São eventos em que a
brigada de incêndio é acionada e são denominados de acidentes de processo.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

PLANTA DE CLASSIFICAÇÃO DE ÁREAS


A planta de classificação de áreas é um conjunto de documentos que mostra os locais com
probabilidade de presença de misturas inflamáveis existentes na unidade, indicando a frequência
(zonas) e extensões que podem surgir, durante as operações normais.
Estas áreas devem ser sinalizadas e medidas de controle das fontes de ignição devem ser adotadas.

PLANO DE CONTINGÊNCIA
Locais que podem apresentar vazamentos ou
derramamentos e são estudados para estabelecer
um plano de emergência no caso de sua ocorrência.
São eventos onde a brigada de incêndio atua como
última barreira de controle. Todas as ações são
coordenadas e planejadas.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

ÁREAS CLASSIFICADAS
 Se você for o executante, você deve:
 Atender integralmente às recomendações das permissões de trabalho (PT);
 Utilizar equipamentos elétricos em perfeitas condições e adequados aos riscos envolvidos.

 Se você for o supervisor ou o responsável pelo serviço a ser executado, você deve:
 Confirmar que o monitoramento de explosividade está sendo realizado de acordo com a
análise dos riscos e permissão para trabalho, caso seja necessário garantir que as atividades
somente podem ser realizadas livres de atmosferas explosivas;
 Explicar para sua equipe o serviço, os riscos e cuidados a serem adotados para a realização de
um trabalho seguro e confirmar se todos entenderam as orientações.

 Se você for o lider, você deve:


 Assegurar treinamento para que as pessoas conheçam os riscos envolvidos em serviços dentro
de uma área classificada;
 Realizar auditorias de permissão para trabalho e verificar se as recomendações estão sendo
executadas.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

PLANO DE CONTINGÊNCIA

 Se você for o supervisor ou o responsável pelo serviço a ser executado, você deve:
 Explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado, os cuidados a serem adotados, os
alarmes e sinalização de abandono de área e confirmar se todos entenderam as orientações.

 Se você for o lider, você deve:


 Garantir que as pessoas nunca adentrem em locais com atmosferas explosivas geradas por
vazamentos;
 Garantir que as brigadas de incêndio estejam bem equipadas e treinadas para os cenários
acidentais;
 Apoiar e cobrar a realização de simulados para os diferentes cenários de emergência.

 Força de trabalho, deve:


 Conhecer as ações, rotas de fuga, comandos, monitores de área e ponto de encontro de sua
Unidade;
 Participar com seriedade nos treinamentos dos simulados de emergência;
 Atender imediatamente aos comandos emitidos pelas sirenes, alarmes e instruções dos
monitores de área.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

EXEMPLO DE ACIDENTES:
Caso 1 - Acidente fatal por explosão devido a vazamento em união flangeada da tubulação

Durante transferência de produto de tanque de carga para outro tanque, houve fechamento
indevido de uma válvula levando a um aumento de pressão na linha, provocando vazamento
de condensado em uma união flangeada instalada com raquete fora de especificação,
provocando uma explosão na casa de bombas.

A partir daí se deu inicio a uma sequência de ações para resgate das vítimas, busca e retirada
dos desaparecidos
 Esgotamento dos compartimentos alagados;
 Despressurização do gasoduto e linhas submarinas dos poços;
 Limpeza e inertização de linhas e equipamentos;
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

O QUE ACONTECEU?

Ocorreu vazamento de condensado que acumulou nos ambientes dos pisos inferiores, liberando
vapores inflamáveis para os pisos imediatamente acima. Durante as operações de controle da
brigada de incêndio ocorreu uma explosão.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

EXEMPLO DE ACIDENTES:
Caso 2 - Acidente fatal por explosão durante liberação indevida de produto do processo para
ambiente externo

Durante partida da unidade de destilação atmosférica, ocorreu transferência indevida de nafta não
estabilizada (associada com GLP) para o sistema da Estação de Tratamento de Efluentes Líquidos
(ETDI), gerando nuvem explosiva em ambiente aberto e não preparado para receber inventário de
produto inflamável. Um painel de analisador de efluente, que se encontrava energizado causou a
ignição da nuvem provocando explosão e incêndio.
Neste acidente, ocorreu uma fatalidade com o operador de utilidades que fazia inspeção no local
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

O QUE ACONTECEU?

 Uma falha no medidor de nível de fundo da Torre Estabilizadora de Nafta, o qual travou em valor
constante e compatível com a operação normal da torre. Como consequência, ocorreu um
transbordamento da torre e de seu vaso de topo, com transferência indevida de nafta e GLP para
os equipamentos a jusante e finalmente para o Sistema de Tratamento de Efluentes Líquidos
Industriais (ETDI).

 O hidrocarboneto liberado para a ETDI gerou uma nuvem inflamável no local. A fonte de ignição
foi um painel elétrico de analisador de efluente industrial, adequado ao ambiente onde se
encontrava, porém não preparado para a situação de atmosfera explosiva circundante.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

BOAS PRÁTICAS:

Coloque aqui as boas práticas da sua área


REGRAS DE OURO

POSICIONAMENTO SEGURO
POSICIONAMENTO SEGURO
Não acesse área isolada. Nunca se posicione sob uma carga suspensa ou entre veículos, parados ou em
movimento. Mantenha-se sempre em locais seguros e protegidos.

 Posicionamento seguro é uma preocupação de todo trabalhador durante a realização de qualquer


atividade.

 Conheça o local onde as tarefas serão realizadas, os riscos do entorno e as medidas de proteção
para evitar acidentes.

 Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam próximas.

 “Prestar muita atenção em alguma coisa” significa também prestar menos atenção a outras –
como riscos nas proximidades.

 Não confie em pessoas que estão “prestando atenção por você” para evitar um perigo sério.
POSICIONAMENTO SEGURO

 Se você for o executante, você deve:

 Respeitar a sinalização de circulação de veículos;

 Interromper as atividades sempre que forem observadas situações que possam causar
acidentes e caso o isolamento da área seja ultrapassado por alguém;

 Confirmar que os equipamentos utilizados para movimentação de cargas estão em perfeitas


condições de uso e foram inspecionados regularmente.
POSICIONAMENTO SEGURO

 Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:

 Avaliar previamente as condições no local da movimentação de carga e de veículos;

 Explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado e os cuidados a serem tomados e
confirmar se todos entenderam as orientações;

 Isolar a área de trabalho para movimentação de carga, de modo a garantir que as pessoas não
se exponham ao risco.
POSICIONAMENTO SEGURO

 Se você for o Líder, você deve:

 Garantir o atendimento da sistemática para


movimentação de carga;

 Realizar auditorias nas atividades com


movimentação de carga.

PERIGO
EQUIPAMENTO EM
FUNCIONAMENTO
POSICIONAMENTO SEGURO

 Em uma área sujeita a movimentação de cargas suspensas as pessoas não devem transitar no
interior de área isolada e abaixo de movimentação de cargas em suspensão.

 Nos locais de grande movimentação de máquinas e veículos, uma das precauções a ser adotada é
a instalação de barreiras físicas delimitando as rotas seguras para trânsito de pessoas.

 Para propiciar um posicionamento seguro durante as atividades na área o supervisor ou


encarregado deve explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado e os cuidados a serem
tomados e confirmar se todos entenderam as orientações.

 Durante deslocamento na unidade manter atenção quando veículos e máquinas pesadas estiverem
se aproximando.
POSICIONAMENTO SEGURO

EXEMPLO DE ACIDENTES:

Empregado encontrava-se no top deck da Torre de


Resfriamento, realizando planejamento de tarefa de montagem
de andaime para acesso a motor de ventilador e ao apontar
para o local introduzindo a mão em janela da porta de
inspeção, sofreu corte no dorso da mão direita e fratura de
antebraço direito ao ser atingido pela extremidade da hélice da
torre.

Fonte:
peo.petrobras.com.br
POSICIONAMENTO SEGURO

EXEMPLO DE ACIDENTES:

O empregado havia ultrapassado a barreira de proteção


da abertura do convés com o consentimento do
supervisor, a fim de ajudar a preparar uma tubulação
de plástico leve para limpar um derramamento.
Conforme era dado andamento a tarefa, o trabalhador
gradualmente se aproximava da abertura. Enquanto o
empregado estava movimentando o tubo, ele deu um
passo para trás e caiu pela abertura.
POSICIONAMENTO SEGURO

DICAS PARA SUPERVISOR E ENCARREGADO:


 O líder deve estar atento para que todas as
aberturas nos pisos sejam isoladas,
sinalizadas e fechadas com tampas ou grades;

 Orientar que os trabalhadores estejam atentos


ao piso durante a execução de suas atividades,
qualquer risco identificado deve ser
informado ao líder imediato;

 As análises de riscos (APR) específicas


contemplando todos os riscos envolvidos na
atividade devem ser divulgadas à força de
trabalho.
POSICIONAMENTO SEGURO

DICAS PARA SUPERVISOR E ENCARREGADO:


 Verificar se está sendo utilizado cabo guia
como auxílio, para evitar que a carga gire
livremente;

 Sempre instalar o cabo guia nas extremidades


das cargas suspensas;

 Orientar para não utilizar as mãos para guiar


a carga içada e que ninguém fique no raio de
ação da carga durante sua movimentação;

 Estar atento à capacitação do profissional


para realização da atividade.
POSICIONAMENTO SEGURO

DICAS PARA SUPERVISOR E ENCARREGADO:


 O líder deve orientar os trabalhadores para
que as atividades sejam realizadas de forma
segura;

 É importante que os acessos sejam


planejados antes de iniciar a atividade;

 O trabalhador deve estar atento para


caminhar em piso seguro. Caso não haja um
piso seguro, ele deve procurar seu líder para
que seja providenciado.
POSICIONAMENTO SEGURO

BOAS PRÁTICAS:

Coloque aqui as boas práticas da sua área


REGRAS DE OURO

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL


EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Use sempre os EPI conforme recomendado.

 Os Equipamentos de Proteção são dispositivos destinados à proteção contra riscos capazes de


ameaçar a segurança e a saúde dos trabalhadores.

 O uso desses dispositivos deverá ser feito sempre que os ambientes de trabalho apresentarem
condições adversas, podendo ser de uso coletivo ou individual.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

 É todo dispositivo, de uso individual utilizado pelo


trabalhador, destinado à proteção contra os riscos
suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no
trabalho.

 O uso desse tipo de equipamento deverá ser feito


quando as medidas de proteção coletiva não
oferecerem completa proteção contra os riscos de
acidentes e/ou de doenças profissionais e do trabalho.

 No Brasil, a utilização é regulamentada, dentre outras,


pela Norma Regulamentadora do Ministério do
Trabalho nº 6.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

CERTIFICADO DE APROVAÇÃO - CA

É um certificado regulamentado pelo Ministério do Trabalho que tem como principal objetivo
garantir que os EPI comercializados estejam em conformidade com as especificações da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. O CA tem prazo de validade e deverá ser periodicamente
renovado.

Todo EPI deverá apresentar, de forma indelével, o número de registro do CA.

Número de
registro do CA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

 Se você for o empregador, você deve:

 Fornecer equipamentos adequados e em conformidade com a legislação, fiscalizar a


utilização, treinar, substituir, providenciar manutenção e higienização e comunicar
irregularidades observadas ao Ministério do Trabalho.

 Se você for o empregado, você deve:

 Utilizar os EPIs somente para a finalidade a que se destinam, guardar, conservar, comunicar
alterações que tornem o EPI impróprio ao uso e seguir as orientações quanto à utilização,
recebidas da empresa.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

Os EPI são classificados conforme a sua finalidade e possuem variedades de modelos específicos para
as atividades a serem realizadas.

Exemplo: capacete

protetor auditivo
óculos de segurança
(tipo inserção - Plug)
(lente incolor)

luvas respirador (descartável)

protetor auditivo
(tipo concha)

calçado de proteção
cinturão de segurança
(tipo paraquedista)
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

 Se você for o executante, você deve:

 Utilizar os EPI somente para a finalidade a que se destinam;

 Guardar, conservar, comunicar alterações que tornem o EPI impróprio ao uso;

 Seguir as orientações quanto à utilização correta do EPI.


EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

 Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:

 Explicar para sua equipe que os EPI são dispositivos destinados à proteção contra riscos
capazes de ameaçar a segurança e a saúde dos trabalhadores;

 Exigir o uso e verificar se o executante usa adequadamente o EPI.


EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

 Se você for o Líder, você deve:

 Realizar auditorias e inspeções para verificação da adequada utilização dos EPI.


EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

EXEMPLO DE ACIDENTES:

Não utilização de EPI


O operador, ao atuar como executante manipulando os mangotes não atendeu aos
requisitos da Análise de Riscos (Utilização de mascara facial), sendo atingido por
respingos de soda gasta.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

BOAS PRÁTICAS:

Coloque aqui as boas práticas da sua área


REGRAS DE OURO

ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
Fique atento aos riscos das mudanças. Somente realize qualquer mudança que envolva pessoas, instalações,
materiais ou procedimentos após análise e autorização.

 Mudanças, temporárias ou permanentes, devem ser avaliadas visando a eliminação e/ou


minimização de riscos decorrentes de sua implantação.

 Implemente mecanismos que permitam avaliar e controlar riscos que acompanham as mudanças,
desde a fase de planejamento até o final do processo;

 Formalize o processo da mudança descrevendo, documentando e fazendo sua divulgação. Avalie


seu resultado para evitar acidentes.

 Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam envolvidas
com a mudança realizada.

 “Prestar muita atenção em alguma coisa” significa também prestar menos atenção a outras –
como riscos nas proximidades.

 Não confie em pessoas que estão “prestando atenção por você” para evitar um perigo sério.
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS

 Se você for o executante da mudança, você deve:

 Implementar mecanismos que permitam identificar, avaliar e controlar riscos antes da


realização da mudança.

 Submeter toda mudança a uma nova avaliação de riscos e impactos.

 Considerar como mudança, alterações de pessoas, tecnologias e instalações, mesmo sendo


temporária.

 Considerar as mudanças em procedimentos críticos como mudanças em tecnologia.

 Considerar também como mudança, toda vez que houver alteração significativa do
quantitativo ou do nível de conhecimento e experiência das equipes envolvidas em atividades
críticas.
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS

 Se você for o responsável pela área da mudança, você deve:

 Planejar e desenvolver programas de capacitação, educação e conscientização das pessoas


envolvidas nas atividades que sofrerão mudanças, antes da implementação das alterações.

 Tratar as movimentações de trabalhadores quando mudarem riscos de exposição aos agentes


químicos, físicos, biológicos ou nos fatores ergonômicos.

 Planejar e realizar a gestão das mudanças seguindo as etapas:

 1) Identificar a mudança
 Localize a mudança;
 Verifique a finalidade da mudança;
 justifique a mudança;
 Verifique a duração da mudança se for temporária.
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS

 Se você for o responsável pela área da mudança, você deve:

 2) Avaliar a mudança
 Identifique e analise os perigos da mudança e faça recomendações;
 Crie uma equipe capacitada, com pessoas envolvidas no processo da mudança, para
realizar análise técnica da mudança que atenda a legislação.
 3) Planejar a mudança
 Planeje ações de atendimento para as recomendações do controle e redução dos
riscos;
 Revise os procedimentos e documentos e inclua os planos de resposta à emergência.
 4) Autorizar a mudança
 Aprove gerencialmente a mudança e as recomendações da sua análise .
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS

 Se você for o responsável pela área da mudança, você deve:


 5) Implementar a mudança
 Execute os estudos de risco;
 Efetue os treinamentos nos procedimentos e planos de resposta à emergência;
 Comunique os riscos, impactos e recomendações da mudança, antes da sua
execução, especialmente a comunicação nas trocas de turno;
 Implemente as recomendações antes de começar a operação;
 Execute a mudança.
 6) Concluir a mudança
 Analise os resultados da mudança;
 Verifique se todas as recomendações foram implementadas;
 Documente e prove gerencialmente a mudança e as recomendações de sua análise.
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS

EXEMPLO DE ACIDENTES:

Durante a preparação para lançamento de pig instrumentado,


foi introduzido na câmara do lançador um pig de espuma para
limpeza da tubulação. A tampa da câmara, o suspiro e os
drenos foram fechados e foi iniciada a pressurização da câmara,
através das válvulas equalizadoras posicionadas na linha de by-
pass. Durante a equalização foram ouvidos ruídos que
indicavam a movimentação do pig na câmara. Neste momento,
ouviu-se um forte barulho, quando subitamente a linha de
dreno veio a encurvar devido despressurização repentina, Linha de dreno
encurvada
atingindo fatalmente o empregado na região da cabeça. Fonte: peo.petrobras.com.br
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS

POR QUE ACONTECEU:

 Falha na gestão de mudança ao instalar a nova câmara. Não foi realizada pré-operação entre as
gerências envolvidas e desconhecimento em operar a nova câmara.

 Falha na elaboração de análise de risco, com falhas na identificação dos riscos para as diferentes
fases do empreendimento .

 Falta de conhecimento das consequências da pressão na linha de dreno, que não foi projetada
para trabalhar com sobrepressão.

 Divergência quanto ao posicionamento do pig na câmara.

 Divergência entre padrões, normas e práticas quanto ao posicionamento do pig na câmara


ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS

BOAS PRÁTICAS:

Coloque aqui as boas práticas da sua área


REGRAS DE OURO

SEGURANÇA NO TRÂNSITO
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
Respeite as leis de trânsito e pratique direção defensiva.
Use o cinto de segurança, respeite os limites de velocidade, não use celular e se beber não dirija.

No Brasil, o trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do


território nacional, abertas à circulação, rege-se, principalmente,
pelo Código de Trânsito Brasileiro (Lei Nº 9.503, de 23 de Setembro
de 1997). Respeitá-las é o passo inicial para a prevenção.

Com a prática da Direção Defensiva já se começa a incrementar


a segurança, pois ela é conjunto de habilidades ao volante que
objetiva reduzir o risco de colisão, se antecipando a situações
perigosas, mesmo em condições adversas e apesar das ações de
terceiros.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO

Use o Cinto de Segurança


O cinto de segurança é o meio mais barato de se proteger. Ele impede que corpo seja projetado
contra o interior do veículo ou que se seja jogado para fora do veículo. Seu uso é obrigatório para
condutor e passageiros em todas as vias do território nacional.

Respeite os Limites de Velocidade


A velocidade máxima permitida para a via é indicada por
meio de sinalização, além disso, deve-se manter

velocidade compatível com as condições locais. Em


caso de chuva, recomenda-se reduzir a velocidade em 20
km/h em relação à máxima permitida.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO

Não use o Celular ao dirigir


A combinação celular e trânsito aumenta consideravelmente a chance de se
envolver em acidentes. O condutor se desconcentra e tem reações lentas, pois o
celular prejudica a capacidade de percepção espacial e de velocidade. Não se
deve ler, digitar ou enviar mensagens durante a condução de veículos ou no
momento de atravessar ruas e avenidas, no caso dos pedestres. Também não se
deve usar equipamentos viva-voz ou bluetooth.

Álcool, nem pensar!


A combinação álcool e direção é responsável por vários acidentes de trânsito,
envolvendo muitas vezes a morte da pessoa alcoolizada e a morte de terceiros.
Mesmo em pequenas doses, o álcool prejudica o desempenho ao volante,
portanto, se beber, não dirija.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO

Tempo ao volante
Deve-se controlar o tempo ao volante e a jornada de trabalho dos motoristas
profissionais. Viagens muito longas devem ser muito bem planejadas, para
permitir o descanso e o sono adequado. O interstício de 11 horas entre jornadas
também deve ser respeitado.

Pausas para descanso


Não se deve ficar muito tempo ao volante sem realizar pausa para descanso.
Atualmente, há legislação específica para o motorista profissional, que
determina uma parada de 30 minutos a cada 4 horas de direção. Porém, a
recomendação da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET) é que
se faça uma parada de 15 minutos a cada 2 horas.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO

 Se você for o motorista , você deve:


 Possuir carteira de habilitação válida e específica para sua atividade;
 Não usar celular, enviar ou ler mensagens de texto;
 Manter ou ficar abaixo da velocidade máxima permitida na via em que dirige, seguindo a
sinalização local ou as instruções do plano de viagem;
 Antes de dirigir, verificar e exigir a utilização do cinto de segurança por todos os
passageiros;
 Seguir a rota e as paradas para descanso estipuladas no plano de viagem, notificando a
pessoa autorizada caso ocorram mudanças.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO

 Se você for o Líder, você deve:

 Realizar auditorias nos dados sobre velocidades, jornada de trabalho e paradas para
descanso.

 Se você for o supervisor ou o encarregado , você deve:


 Verificar se o plano de viagem está adequado e é seguido;
 Verificar se o motorista não excede a jornada de trabalho e cumpre as paradas para
descanso.

 Se você for o passageiro, você deve:


 Usar sempre cinto de segurança, inclusive no banco traseiro;
 Intervir se o motorista usar o celular enquanto dirige e se exceder a velocidade máxima
permitida.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO

EXEMPLO DE ACIDENTES:
CASO 1: Em trecho de curva suave à esquerda, em pista de mão dupla, o caminhão saiu para a
margem direita da via e capotou após o motorista tentar retorna-lo à pista.

Croquis do acidente Estado do caminhão após o acidente

Relatórios de rastreamento apontaram frequentes excessos de velocidade por parte do motorista.


No momento do acidente trafegava a 98km/h.
O motorista estava usando o celular enquanto dirigia - Última ligação recebida pelo motorista as
18h42min, com duração de 3min47s, coincide com o horário do acidente às 18h46min.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
Obras
EXEMPLO DE ACIDENTES:

CASO 2: O acidente ocorreu quando o condutor trafegava em


trecho de descida, atrás de outro caminhão da mesma empresa,
e o ultrapassou ganhando velocidade. No final da serra, já em
trecho plano, em curva e com obras na via o condutor perdeu o
controle do veículo ao passar por um desvio das obras vindo a
colidir com um veículo de terceiro e capotar, na margem direita
da via. O caminhão colidiu com um veículo terceiro, com uma
construção e com uma árvore na margem da rodovia.
Curva

O QUE ACONTECEU:
Motorista perdeu o controle do caminhão em trecho de curva, devido à velocidade incompatível com
o trecho em curva e em obras
Falha na Gestão da Transportadora com relação ao monitoramento dos excessos de velocidade
ocorridos durante a viagem, pois poderia ter atuado antes do acidente.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO

BOAS PRÁTICAS:

Insira aqui casos de boas práticas na aplicação da Regra de Ouro que tenha evitado um
acidente de trânsito ou acidentes de trânsito que tenham ocorrido na sua Unidade e que
tragam aprendizado quanto a esta Regra de Ouro.
REGRAS DE OURO

ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS


ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
Nunca trabalhe sob efeito de álcool ou outras drogas.

É importante lembrar alguns conceitos e definições:

Droga - Qualquer substância química, natural ou sintética capaz de produzir efeitos sobre o
funcionamento do corpo, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento. Podem ser
classificadas de acordo com seus efeitos predominantes no cérebro:

• Depressores (álcool, tranquilizantes, inalantes e opiáceos);

• Estimulantes ( anfetaminas e cocaína) ;

• Alucinógenos ( maconha, ecstasy e LSD)

ATENÇÃO: Quando o médico receitar algum medicamento é importante que você


avise onde trabalha e o que faz, para que ele possa verificar se a medicação traz
algum risco.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

• sonolência
• tempos de reação mais lentos
Álcool •

deterioração da capacidade motora e de coordenação
perda de concentração e memória
• redução do rendimento intelectual
• cirrose (uso prolongado)
• coma e morte (excesso, única ocasião ou uso prolongado)

• estado agudo de vigilância


• inquietação
• irritabilidade
Outras •

ansiedade
depressão
drogas • sonolência
• insônia
• comportamentos violentos
• percepções distorcidas de profundidade, tempo, dimensões
e formas de objetos e movimentos
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

Uso - qualquer consumo de substâncias psicoativas,


independentemente da frequência ou da intensidade
(incluindo-se aqui o uso indevido esporádico ou
episódico).

Uso Nocivo ou Abuso - padrão de uso de


substância psicoativa que está causando dano à saúde.
O dano pode ser físico ou mental.

Dependência - um conjunto de fenômenos


fisiológicos, comportamentais e cognitivos, no qual o
uso de uma substância ou uma classe de substâncias
alcança uma prioridade muito maior para um
determinado indivíduo que outros comportamentos que
antes tinham maior valor.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

 O uso nocivo ou abuso e a dependência de drogas são considerados doenças pela Organização
Mundial de Saúde (OMS) e devem ser tratadas por equipe multidisciplinar de saúde.

 Os impactos à saúde, à segurança e ao meio ambiente causados pelo uso de drogas devem ser
minimizados por meio da atuação em prevenção e tratamento.

ATENÇÃO: Se você for trabalhar é proibido consumir álcool em qualquer quantidade.


Importante lembrar que é proibido o consumo de álcool nas dependências da
companhia .
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

 Se você é integrante da força de trabalho, você deve:

 Informar ao supervisor ou encarregado sempre que estiver fazendo uso de medicação que possa
provocar algum efeito em seu desempenho. Em caso de dúvidas, procure aconselhamento médico;

 Não usar, carregar, vender ou distribuir álcool e drogas ilegais;

 Informar ao supervisor ou encarregado sempre que verificar o uso ou perceber que alguém está
sob efeito de álcool ou drogas.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

 Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:

 Somente atribuir tarefas a pessoas que estejam aptas para o trabalho;

 Encaminhar ao setor de saúde qualquer integrante da força de trabalho com sintomas de uso
de álcool ou drogas.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

 Se você for o Líder, você deve:

 Garantir que as pessoas estejam informadas sobre a proibição de uso de álcool e outras drogas
no trabalho;

 Ser o exemplo em relação a não consumir e não trabalhar sob efeito de álcool e outras drogas.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

O que fazer:

 Sempre afastar a pessoa suspeita de estar sob efeito de álcool e outras drogas de atividades de
risco. O objetivo é protegê-la e aos demais trabalhadores. A seguir encaminhar a pessoa para o
setor de saúde.

 A abordagem quanto ao padrão de consumo de álcool e outras drogas deve constar dos
atendimentos internos de saúde da empresa e tem por objetivo uma atuação preventiva e o
planejamento das orientações aos empregados conforme o grau do problema.

 Não se automedicar, pois isto pode trazer riscos para a sua atividade.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
BOAS PRÁTICAS:

• Criação de programas de informação e conscientização;

• Criação de Programa de Prevenção e Recuperação da Dependência Química;

• Treinamento da Liderança e supervisão ;