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Palácio- Convento de Mafra

Existem algumas versões sobre a origem da criação do convento; a generalidade dos


autores é de opinião que foi apenas o facto da rainha D. Maria Ana de Áustria, após três
anos terem passado sobre o dia do seu casamento com D. João V, não ter garantido a
descendência daquele monarca. Preocupado com esta situação, o rei teria aceitado o
conselho piedoso de Frei António de S. José, que lhe confidenciou que o problema seria
resolvido se prometesse a Deus mandar edificar um convento caso viesse a ter um
herdeiro. O cumprimento do voto foi feito, pois a rainha dava, finalmente, um herdeiro
ao reino - a princesa D. Maria Bárbara.
Outros autores evidenciam a ideia de que o projeto terá nascido devido, principalmente,
a um programa providencialista incorporado pelo "Rei Sol" português, vindo a
arquitetura do edifício a refletir tal simbolismo.

O barroco é o período de experimentação de formas e das suas potencialidades

A arquitetura do palácio apoiada pelos recursos de ouro brasileiro, ilustra a verdadeira


teoria do estado, onde a autoridade do monarca se fundamenta na instituição religiosa

A basílica, expressão do discurso ideológico joanino.

O maior tesouro de Mafra é a Biblioteca com o chão em mármore, estantes rococós e


uma colecção de 40.000 livros com encadernações em couro, gravadas a ouro, incluindo
uma primeira edição dos Lusíadas impresso em 1572.

Mafra é uma obra que renova o panorama arquitetónico setecentista. A ausência de talha
e azulejos e a preferência dada ao mármore e telas definem a mudança de gosto- João V

A arquitetura de mafra é concebida como manifestação do poder pessoal e absoluto, em


união com a hierarquia eclesiástica, o poder do exército e a austera vida monástica, ou
seja, a síntese da sociedade joanina.

O palácio foi erguido em estilo barroco, com influências portuguesas e traços pessoais


de Nasoni. O acentuado declive do terreno não impediu Nasoni de tirar partido da
riqueza cenográfica envolvente. Além de ter aproveitado este fator, também rodeou a
casa com terraços dispostos em planos diferentes, constelados de jardins recheados de
esculturas e fontanários.
Palácio do Freixo

É mais uma marca viva da presença do artista italiano Nicolau Nasoni no Porto. O
palácio data do século XVIII, mais precisamente de 1741, tendo sido mandado construir
por um senhor abastado da região de Entre Douro e Minho, D. Jerónimo de Távora e
Noronha, que possuía uma quinta no local (a Quinta do Freixo).

O Palácio do Freixo foi executado nos meados do século VXIII, mais precisamente em
1741.

No Palácio Do Freixo foi usado mais precisamente a madeira.

Atualmente o Palácio do Freixo funciona como uma pousada.

O palácio mostra a adaptação de um estilo novo e pessoal a um gosto tipicamente
nacional,criando assim uma visão barroca intensa e rica, com modelações surpreendente

De facto, cada fachada da casa tem um desenho distinto.
O jardim está claramente desenhado à maneira italiana, com esculturas e com uma vista 
magnífica sobre o rio.

Um dos mais significativos edifícios do barroco português e marco fundamental da


arquitectura nasoniana.

Sensação de movimento, através das fachadas onduladas, das plantas ovais e em eclipse
e das curvas e contracurvas. Grandiosidade e riqueza na decoração, através de
esculturas, pinturas, talha dourada; em Portugal, com a utilização do azulejo é marcado
pelo horror ao vazio.

Grandes palacios serviam para exibir a grandiosidade do rei.

Grande parte dos compartimentos têm frescos, assim como bem executados tectos
de estuque, alguns de matriz oriental. A pintura ilusória com temas alegóricos é comum
no interior do palácio, grande parte executada pelo próprio Nasoni.

Nicolau Nasoni foi um artista, decorador e arquitecto italiano que desenvolveu grande
parte da sua obra em Portugal, considerado um dos mais significativos arquitectos da
cidade do Porto.

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