CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA
ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA
Técnico em Mecânica
MARCUS VINICIUS DA SILVA FARIAS
LÚCIO REIS RODRIGUES
PEDRO HENRIQUE DA SILVA
PAULO HENRIQUE DE OLIVEIRA
LUIS FELIPE REIS SILVA
REFORMA FERRAMENTARIA: Organização Industrial
Ilha Solteira-SP
2019
MARCUS VINICIUS DA SILVA FARIAS
LÚCIO REIS RODRIGUES
PEDRO HENRIQUE DA SILVA
PAULO HENRIQUE DE OLIVEIRA
LUIS FELIPE REIS SILVA
REFORMA FERRAMENTARIA: Organização Industrial
Trabalho de Conclusão de Curso
apresentado ao Curso Técnico em
Mecânica da Etec de Ilha Solteira,
orientado pelo Prof. Andreyson, como
requisito parcial para obtenção do título
de Técnico em Mecânica.
Ilha Solteira-SP
2019
Catalogação na Publicação
Serviço de Biblioteca e Documentação
Escola Técnica Estadual de Ilha Solteira
Sobrenome, Nome.
Título: Subtítulo. Nome e Sobrenome. Ilha Solteira: Etec, 2019.
Nº de páginas.
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Escola Técnica Estadual de
Ilha Solteira-SP, 2019.
Orientador: Prof. Nome e Sobrenome.
1. Assunto A. 2. Assunto B. 3. Assunto C.
TERMO DE AUTENTICIDADE
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Nós, alunos abaixo assinados, regularmente matriculados no Curso Técnico em
Mecânica na Etec de Ilha Solteira, declaramos ter pleno conhecimento do
Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso do Centro Paula
Souza. Declaramos, ainda, que o presente trabalho é resultado do nosso próprio
esforço e que não há cópias ou plágios de obras impressas e eletrônicas.
Ilha Solteira, 28 de Dezembro de 2019.
Nome dos autores RG Assinatura
Marcus Vinicius da Silva Farias
Lúcio Reis Rodrigues
Pedro Henrique da Silva
Paulo Henrique de Oliveira
Luis Felipe Reis Silva
Ilha Solteira-SP
2019
TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE DIVULGAÇÃO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Nós, abaixo assinados, na qualidade de titulares dos direitos morais e patrimoniais
do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC:
___________________________________ (título do trabalho), regularmente
matriculados no Curso Técnico em _____________, autorizamos a Etec de Ilha
Solteira, a divulgar, reproduzir e/ou disponibilizar a obra ou parte dela, em meio
impresso e/ou virtual – Internet a partir desta data, por tempo indeterminado.
Ilha Solteira, ________ de ________________ de ___________.
Nome dos autores RG Assinatura
Marcus Vinicius da Silva Farias
Lúcio Reis Rodrigues
Pedro Henrique da Silva
Paulo Henrique de Oliveira
Luis Felipe Reis Silva
Ilha Solteira-SP
2019
MARCUS VINICIUS DA SILVA FARIAS
LÚCIO REIS RODRIGUES
PEDRO HENRIQUE DA SILVA
PAULO HENRIQUE DE OLIVEIRA
LUIS FELIPE REIS SILVA
REFORMA FERRAMENTARIA: Organização Industrial
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado
a Etec de Ilha Solteira como requisito parcial
para obtenção do título de Técnico em
____________________.
Escola Técnica Estadual de Ilha Solteira.
Aprovação: _____/_____/________
Nome do orientador
[Instituição]
Nome do coordenador
[Instituição]
Nome do convidado
[Instituição]
Dedico este trabalho especialmente aos
meus familiares, amigos e professores.
[Elemento Opcional]
AGRADECIMENTOS
O(s) autor(es) pode(m) redigir um texto agradecendo àqueles que contribuíram
na elaboração do trabalho.
“Há duas formas para viver a vida: uma é
acreditar que não existe milagre, a outra é
acreditar que todas as coisas são um
milagre”.
ALBERT EINSTEIN
[Elemento Opcional]
RESUMO
[Elemento Obrigatório]
Resumo na língua vernácula. Elemento obrigatório, constituído de uma sequência de
frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos, não
ultrapassando 500 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras representativas do
conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores que deverão estar logo
após o resumo, com a inicial da palavra-chave em maiúsculo, acrescido do ponto
final após cada descritor e na língua do resumo. Recomenda-se o uso de parágrafo
único.
Palavras-chave: Organização Industrial. Reforma. Ferramentaria.
ABSTRACT
[Elemento Obrigatório]
Resumo na língua vernácula. Elemento obrigatório, constituído de uma sequência de
frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos, não
ultrapassando 500 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras representativas do
conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores que deverão estar logo
após o resumo, com a inicial da palavra-chave em maiúsculo, acrescido do ponto
final após cada descritor e na língua do resumo. Recomenda-se o uso de parágrafo
único.
Palavras-chave: Aprendizagem. Educação. Professor.
LISTA DE FIGURAS
Figura 1 - Resistores...................................................................................................17
Figura 2 - Exemplo de Figura 2...................................................................................17
Figura 3 - Resistores...................................................................................................17
Figura 4 - Exemplo de Figura 2...................................................................................17
Figura 5 - Resistores...................................................................................................17
Figura 6 - Exemplo de Figura 2...................................................................................17
Figura 7 - Resistores...................................................................................................17
Figura 8 - Exemplo de Figura 2...................................................................................17
Figura 9 - Resistor.......................................................................................................17
Figura 10 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 11 - Resistores.................................................................................................17
Figura 12 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 13 - Resistores.................................................................................................17
Figura 14 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 15 - Resistores.................................................................................................17
Figura 16 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 17 - Resistores.................................................................................................17
Figura 18 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 19 - Resistores.................................................................................................17
Figura 20 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 21 - Resistores.................................................................................................17
Figura 22 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 23 - Resistores.................................................................................................17
Figura 24 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 25 - Resistores.................................................................................................17
Figura 26 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 27 - Resistores.................................................................................................17
Figura 28 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
Figura 29 - Resistores.................................................................................................17
Figura 30 - Exemplo de Figura 2.................................................................................17
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 - Lista de Materiais.......................................................................................16
Tabela 2 - Exemplo de Tabela 2..................................................................................16
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO.........................................................................................................14
1.1 Objetivo..............................................................................................................14
1.1.1 Objetivo Geral.............................................................................................14
1.1.2 Objetivos Específicos..................................................................................14
1.2 Justificativa........................................................................................................14
1.3 Metodologia.......................................................................................................14
1.4 Estrutura do Trabalho........................................................................................15
2 REFERENCIAL TEÓRICO.......................................................................................16
2.1 Considerações Iniciais.......................................................................................16
2.2 Estado da Arte...................................................................................................16
2.3 Levantamento bibliografico................................................................................16
3 MATERIAIS E MÉTODOS........................................................................................17
3.1 Materiais............................................................................................................17
3.2 Métodos.............................................................................................................17
4 RESULTADOS E DISCUSSAO................................................................................19
5 CONCLUSÕES OU CONSIDERAÇÕES FINAIS....................................................20
6 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS.......................................................21
7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁGICAS........................................................................22
Apêndice A..................................................................................................................23
Apêndice B..................................................................................................................24
Anexo A.......................................................................................................................25
Anexo B.......................................................................................................................26
14
1 INTRODUÇÃO
Ferramentaria é um local onde ocorre fabricação de ferramentas ou a guarda
delas. A mesma é muito importante na industrial metal mecânica pelo fato de
catalogar e depositar o ferramental da organização, além de facilitar a vida do
operário quando há a necessidade de realizar um trabalho com uma ferramenta
especifica. Tornando assim o trabalho mais produtivo ao otimizar seu tempo.
A ferramentaria da nossa instituição se encontra em um estado
desorganizado ou seja não atendendo os requerimentos ergonômicos para que se
esteja um trabalho mais produtivo e de qualidade.
Nela é necessário que alguns pré-requisitos ergonômicos sejam atendidos,
tais como: organização, limpeza e segurança. Tendo em vista esses requisitos foi
notório que a ferramentaria de nossa instituição precisa de uma mudança em seu
layout para que os trabalhos envolvidos na área da metal mecânica sejam mais
produtivos e eficazes. Para isso aplicaremos a famosa metodologia japonesa 5s.
15
1.1 OBJETIVO
Este trabalho tem por princípio realizar o planejamento e reforma da
ferramentaria da oficina mecânica da Etec de Ilha Solteira, tornando-a um ambiente
estruturado, padronizado e ergonômico, para que a mesma atenda aos
usuários/alunos de forma acessível e eficiente.
1.1.1 Objetivos Específicos
• Dimensionar e ajustar layout da ferramentaria;
• Aplicar o método 5s;
• Padronizar e produzir figuras de linguagens;
• Reaproveitar materiais;
• Aumentar a produtividade na própria área da ferramentaria e nas aulas
práticas que fazem uso desta.
1.2 JUSTIFICATIVA
A ferramentaria da oficina mecânica da ETEC de Ilha Solteira atualmente
passa por problemas como Desorganização, ergonomia e segurança do trabalho.
Visto a importância da ferramentaria no desenvolvimento de atividades práticas
tivemos a ideia de realizar uma reforma na mesma, com o intuito de organiza-la e
padroniza-la para otimizar o tempo de aulas práticas e diminuir os risco que nela
apresenta.
1.3 METODOLOGIA
O presente trabalho trata-se de um estudo de caso, envolvendo o projeto e
fabricação de uma estrutura metálica para suporte da ferramentaria, e também
organização Industrial com a aplicação da ferramenta de 5s com a finalidade de
16
ajudar nos processos da área metal mecânica e reduzir os riscos de segurança que
na mesma apresenta.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
Neste capítulo serão discutidos os principais conceitos e processos de
fabricação utilizados no desenvolvimento da parte prática para que se tenha um
entendimento melhor na parte de métodos utilizados.
2.1 – FERRAMENTAS
Do latim ferramenta, uma ferramenta é um instrumento que permite realizar
determinados trabalhos. Estes objetos foram concebidos para facilitar a realização
de uma tarefa mecânica que requer do uso de alguma força. A chave de fenda, a
pinça e o martelo são ferramentas por exemplo. A figura 01 à seguir demonstra
algumas ferramentas:
Figura 01: Ferramentas utilizadas na mecânica.
Fonte: FERMAT.
2.2 – Corte
O conceito de corte é a retirada de uma parte de uma chapa de metal plana
de formato qualquer. (Ribeiro, César Renato Faria, 2013)
Principais tipos ou Maneiras de corte são:
• Puncionar – corte por meio de furos de pequenas dimensões.
• Seccionar – abrir furos de qualquer formado e de grandes dimensões.
17
• Entalhar – tirar pedaços, cortar um entalhe no contorno de uma peça já
formada.
• Corte parcial – um corte incompleto, no qual a parte cortada fica presa à
chapa.
• Recorte – corte os excedentes de material de uma peça à qual foi dada
outra forma.
• Repassar – cortar uma peça pela segunda vez, obtendo uma forma exata.
2.3 – Lixamento
No lixamento, a superfície metálica da peça é desgastada até o ponto em que
os defeitos tenham sido removidos totalmente. O instrumento utilizado é a lixa, que
pode ser usada manualmente, ou com máquinas. (LEMM, Regis Almir Rohde, 2010).
O lixamento manual consiste em se lixar a amostra sucessivamente com
folhas de lixas abrasivas. (LEMM, Regis Almir Rohde, 2010). Essa operação tem
como objetivo eliminar riscos e marcas mais profundas na superfície oferecendo um
melhor acabamento a ela, preparando para polir ou pintar. (LEMM, Regis Almir
Rohde, 2010).
Em algumas operações de pintura, utilizam-se lixas de granulação mais fina.
Em processo de lixamento, os riscos ou imperfeições são eliminados com lixas mais
grossas. Na sequência, aplicam-se lixas menores com a finalidade de apagar riscos
causados pelas lixas anteriores. (LEMM, Regis Almir Rohde, 2010). Devido ao grau
de perfeição requerida em acabamentos, é essencial que cada etapa de preparação
seja executada cautelosamente, é um dos processos mais demorados na
preparação dos metais. A\ figura 02 demonstra um detalhamento da máquina
esmerilhadora que é usada para lixar peças e chapas metálicas:
2.3.1 Esmerilhadora
Criada nos anos 30, a ferramenta multiuso é composta por motor elétrico que
aciona um disco ou esmeril que desbasta um objeto por abrasão. A principal função
dessa ferramenta é o desbaste, ou seja, esmerilhar ou lixar. “O processo de
desbaste ou esmerilhamento tem o propósito de dar acabamento a superfícies,
especialmente melhorar a qualidade de acabamento delas. No processo de corte, a
intenção é separar material, através de um disco abrasivo que fará um corte limpo
no metal, cindindo as partes com maior facilidade”, (Bosch,2010).
18
Figura 02: Detalhamento de uma máquina esmerilhadora.
Fonte: FERMAT
2.3.2 - DISCOS E REBOLOS
Para escolher o disco adequado para o processo, basta verificar algumas
informações descritas na etiqueta de identificação do disco onde estão presentes
todas informações como a composição das resinas. O diâmetro do furo de
montagem que podem variar de acordo com a esmerilhadora algumas usam placa
reforçada e outras uma bucha cônica. Como demostra à figura 03:
Figura 03: Detalhamento do rebolo da esmelhiradeira.
Fonte: FERMAT
2.4 – FURAÇÃO
A furação é um “processo mecânico de usinagem para obter um furo em geral
cilíndrico em uma peça, com o uso da broca, normalmente multicortante. A
ferramenta ou a peça giram, e tanto a ferramenta como a peça podem se deslocar
segundo uma trajetória retilínea, coincidente ou paralela ao eixo principal da
19
máquina, dependendo do tipo de máquina” (FERRARESI, 1977). Como demonstra à
figura 04:
Figura 04: Demonstra a subdivisão das operações
de furação.
Fonte: Geocities
2.4.1 – FURADEIRA
Pode-se considerar como uma máquina ferramenta especializada, uma vez
que sua função seja apenas abrir furos, de modo que todo processo ocorre
mecanicamente e possibilita a utilização correta da broca, a ferramenta de corte,
pode-se obter furos muito precisos.
Seu desenvolvimento tecnológico permitiu diferentes tipos de máquinas, á
partir da furadeira á arco, com o passar dos anos os irmãos Wilhelm Emil Fein e Carl
Fein, em Stuttgart, Alemanha 1932, criaram a furadeira elétrica portátil, a furadeira
pode ser aprimorada, para diferentes tipos de dimensões de furos, aplicações em
grande escala e industrial. (IZAQUE, 2014)
Na indústria atual pode-se encontrar dos mais variados tipos de furadeiras.
Uma dela é a furadeira de bancada que utilizamos no desenvolvimento do nosso
TCC. Como demonstra a figura 05 à seguir:
Figura 05: demonstra a furadeira de bancada.
20
Fonte: PUCRS
A princípio a furadeira sensitiva conta com uma árvore, que pode variar sua
velocidade de rotação, onde a mesma se movimenta na mesma direção do seu eixo
através da alavanca de avanço, e a peça a ser furada, é fixada na mesa, por
parafusos ou outros meios de fixação, a mesa pode ser deslocada para cima ou
para baixo, ao longo da coluna, e pode girar em torno de seu próprio eixo.
Furadeira elétrica portátil muito conhecida por sua funcionalidade, funciona
com o avanço e direção do furo, totalmente manuais, possibilitando a furação de
componentes grandes e acessos restritos, o sistema de fixação de brocas é o
mesmo.
Salvo que para a realização de furos a peça ou componente a ser furado,
deve estar firme, e completamente apoiado, e para sua operação deve-se utilizar as
duas mãos, uma vez que seu formato é totalmente anatômico para a utilização livre
conforme demonstra a figura 06 à seguir:
Figura 06: Furadeira elétrica portátil.
21
Fonte: Leroy Merlin
2.4.2 – BROCAS
A ferramenta que faz a furação é denominada broca, na execução do
processo a ferramenta recebe o movimento de rotação este que causa o corte no
material, e o movimento de avanço ou penetração, que determina a profundidade do
furo na peça ou a penetração da ferramenta, pode-se encontrar diferentes tipos de
brocas, para determinados materiais.
Mas nesta seção será abordada apenas a broca de aço rápido que foi
utilizada para o desenvolvimento do projeto como demonstrado a figura 07 à seguir:
Figura 07: Brocas de aço rápido aplicadas em ferros e
metais.
Fonte: Leroy Merlin
22
As brocas helicoidais podem ser divididas em três partes, projetadas com
intenção de facilitar situações como fixação, afiação, as partes são, corpo, haste e
ponta.
● Haste: a parte responsável pela fixação na máquina, ela pode ser cônica ou
cilíndrica.
● Corpo: parte que corresponde ao comprimento utilizável da ferramenta, é
também funciona como guia, onde na mesma encontra-se dois canais em forma
helicoidal
● Ponta: é a extremidade da ferramenta, responsável pelo corte, e
devidamente recebe a afiação, possui um ângulo de ponta, que varia de acordo com
o trabalho a ser submetida.
Todas as partes citadas anteriormente são representadas na figura 08 à
seguir:
Figura 08: Detalhamento de uma broca Helicoidal.
Fonte: PUCRS
Na extremidade da ponta, a broca possui duas arestas de corte, que funciona
tecnicamente como duas ferramentas de corte, consequentemente os cavacos saem
por dois lados, totalmente simétricos.
2.5. – SERRAMENTO
Operação que consiste em cortar, abrir fenda ou abrir rasgos em um material,
executada com serra ou serrote. A serra manual é uma ferramenta composta de um
arco de aço-carbono, onde deve ser montada uma lâmina de aço-rápido ou aço
carbono dentada. As lâminas das serras ainda podem possuir dentes travados
alternadamente, cuja finalidade é facilitar o movimento da serra e reduzir seu atrito
com a peça.
23
2.5.1. – SERROTE
O serrote é um tipo de serra manual em que a lâmina é acompanhada por
uma alça localizada em uma de suas extremidades e que é utilizada para segurar a
ferramenta. Também conhecido como “serrinha”, o arco de serra é indicado para
cortes manuais simples, como em tubos de PVC, por exemplo. Um ponto que deve
ser considerado é a quantidade de dentes. A regra é simples: quanto mais dentes a
serra tiver, mais fino será o corte por ela executado. A figura 10 à seguir demonstra
um serrote:
Figura 10: Serrote
Fonte: Leroy Merlim
2.6. – SOLDAGEM
A soldagem nada mais é que a junção de duas partes metálicas feita a parte
de uma fonte de calor, podendo ou não utilizar pressão. E como questões principais
do processo de soldagem, tem-se:
Cuidado para evitar o contato do material aquecido com ar atmosférico;
A remoção de resíduos que estão nas superfícies dos materiais;
O controle das transformações de fase nas juntas soldadas.
2.6.1. - SOLDAGEM COM ELETRODO REVESTIDO
O eletrodo revestido é constituído de um núcleo metálico chamado alma, que
pode ser ou não da mesma natureza do metal-base porque o revestimento pode,
entre outras coisas, complementar sua composição química. Desse modo, se o
material a soldar é um aço de baixo carbono e baixa liga, a alma será de aço com
carbono (aço efervescente). Se o material for aço inoxidável, a alma será de aço de
baixo carbono (efervescente) ou aço inoxidável. Se for necessário soldar ferro
fundido, a alma será de níquel puro ou liga de ferro-níquel, de ferro fundido, de aço.
24
O revestimento é composto de elementos de liga e desoxidantes (tais como
ferrosilício, ferro-manganês), estabilizadores de arco, formadores de escória,
materiais fundentes (tais como óxido de ferro e óxido de manganês) e de materiais
que formam a atmosfera protetora (tais como dextrina, carbonatos, celulose). As
figuras 11 e 12 a seguir demonstra como funciona o processo:
Figura 11: Eletrodo Revestido.
Fonte: Telecurso 2000
Figura 12: Processo de soldagem com eletrodo revestido.
Fonte: Alusolda.
Além de proteção contra a contaminação atmosférica, o revestimento tem as
seguintes funções:
1. Reduzir a velocidade de solidificação, por meio da escória.
25
2. Proteger contra a ação da atmosfera e permitir a de gaseificação do metal
de solda por meio de escória.
3. Facilitar a abertura do arco, além de estabilizá-lo.
4. Introduzir elementos de liga no depósito e desoxidar o metal.
5. Facilitar a soldagem em diversas posições de trabalho.
6. Guiar as gotas em fusão na direção da poça de fusão.
7. Isolar eletricamente na soldagem de chanfros estreitos de difícil acesso, a
fim de evitar a abertura do arco em pontos indesejáveis.
2.7. ELEMENTOS DE FIXAÇÃO
Na mecânica é muito comum a necessidade de unir peças como chapas,
perfis e barras. Qualquer construção, por mais simples que seja, exige união de
peças entre si. Como demonstra a figura 13:
Figura 13: União de chapas com elementos de
fixação.
Fonte: Telecurso 2000
Entretanto, em mecânica as peças a serem unidas, exigem elementos
próprios de união que são denominados elementos de fixação.
Numa classificação geral, os elementos de fixação mais usados em mecânica
são: rebites, pinos, cavilhas, parafusos, porcas, arruelas, chavetas etc.
A união de peças feita pelos elementos de fixação pode ser de dois tipos:
móvel ou permanente.
Nesse projeto são utilizados os tipos permanentes. No tipo de união
permanente, os elementos de fixação, uma vez instalados, não podem ser retirados
sem que fiquem inutilizados. É o caso, por exemplo, de uniões feitas com rebites e
26
soldas. Como mostra a Figura 14.
Figura 14: exemplos de elementos de fixação tipo permanente.
Fonte: Telecurso 2000.
Tanto os elementos de fixação móvel como os elementos de fixação
permanente devem ser usados com muita habilidade e cuidado porque são,
geralmente, os componentes mais frágeis do projeto. Assim, para projetar um
conjunto mecânico é preciso escolher o elemento de fixação adequado ao tipo de
peças que irão ser unidas ou fixadas. Se, por exemplo, unirmos peças robustas com
elementos de fixação fracos e mal planejados, o conjunto apresentará falhas e
poderá ficar inutilizado. Ocorrerá, portanto, desperdício de tempo, de materiais e de
recursos financeiros.
2.7.1 TIPOS DE ELEMENTOS DE FIXAÇÃO
1- REBITE
Um rebite compõe-se de um corpo em forma de eixo cilíndrico e de uma
cabeça. A cabeça pode ter vários formatos.
Os rebites são peças fabricadas em aço, alumínio, cobre ou latão. Unem
rigidamente peças ou chapas, principalmente, em estruturas metálicas, de
reservatórios, caldeiras, máquinas, navios, aviões, veículos de transporte e treliças.
Como demonstra a figura 15 à seguir:
Figura 15: estrutura de um rebite.
27
Fonte: Telecurso 2000.
Tipos de rebite e suas proporções
A Tabela 01 a seguir mostra a classificação dos rebites em função do formato
da cabeça e de seu emprego geral.
Tabela 01: classificação dos rebites em função do formato da cabeça e de seu emprego
geral.
Fonte: Telecurso 2000.
2 – Parafusos.
Todo parafuso tem rosca de diversos tipos. A figura 16 à seguir demonstra
28
uma rosca:
Figura 16: Rosca.
Fonte: Telecurso 2000.
Roscas
Rosca é um conjunto de filetes em torno de uma superfície cilíndrica. Como
demonstrado à seguir na figura 17:
Figura 17: Exemplificação de uma Rosca.
Fonte: Telecurso 2000.
As roscas podem ser internas ou externas. As roscas internas encontram-se
no interior das porcas. As roscas externas se localizam no corpo dos parafusos.
As roscas permitem a união e desmontagem de peças. Como demonstra a
figura 18 à seguir:
Figura 18: Roscas na União e desmontagens de peças.
29
Fonte: Telecurso 2000.
As roscas permitem, também, movimento de peças. O parafuso que
movimenta a mandíbula móvel da morsa é um exemplo de movimento de peças.
Parafusos
Outro elemento de fundamental importância é o parafuso. Parafusos são
elementos de fixação, empregados na união não permanente de peças, isto é, as
peças podem ser montadas e desmontadas facilmente, bastando apertar e
desapertar os parafusos que as mantêm unidas.
Os parafusos se diferenciam pela forma da rosca, da cabeça, da haste e do
tipo de acionamento. Como demonstra a figura 19 à seguir:
Figura 19: Estrutura do parafuso.
Fonte: Telecurso 2000.
O tipo de acionamento está relacionado com o tipo de cabeça do parafuso.
Por exemplo, um parafuso de cabeça sextavada é acionado por chave de boca ou
de estria.
Em geral, o parafuso é composto de duas partes: cabeça e corpo. Como
demonstra a figura 20 à seguir:
30
Figura 20: Composição do parafuso.
Fonte: Telecurso 2000.
O corpo do parafuso pode ser cilíndrico ou cônico, totalmente roscado ou
parcialmente roscado. A cabeça pode apresentar vários formatos; porém, há
parafusos sem cabeça.
Figura 21: Diversidade de estrutura do parafusos.
Fonte: Telecurso 2000.
Há uma enorme variedade de parafusos que podem ser diferenciados pelo
formato da cabeça, do corpo e da ponta. Essas diferenças, determinadas pela
função dos parafusos, permite classificá-los em quatro grandes grupos: parafusos
passantes, parafusos não-passantes, parafusos de pressão, parafusos
31
prisioneiros.
6-Porcas
Porca é uma peça de forma prismática ou cilíndrica geralmente metálica,
com um furo roscado no qual se encaixa um parafuso, ou uma barra roscada. Em
conjunto com um parafuso, a porca é um acessório amplamente utilizado na união
de peças.
A porca está sempre ligada a um parafuso. A parte externa tem vários
formatos para atender a diversos tipos de aplicação. Assim, existem porcas que
servem tanto como elementos de fixação como de transmissão.
Material de fabricação
As porcas são fabricadas de diversos materiais: aço, bronze, latão, alumínio,
plástico.
Há casos especiais em que as porcas recebem banhos de galvanização,
zincagem e bicromatização para protegê-las contra a corrosão (ferrugem).
Tipos de rosca
O perfil da rosca varia de acordo com o tipo de aplicação que se deseja. As
porcas usadas para fixação geralmente têm roscas com perfil triangular. Em nosso
projeto TCC utilizamos a rosca triangular para melhor fixação das vigas e telhado.
Como demostra a figura 23 à seguir.
Figura 23: Rosca de perfil triangular.
Fonte: Telecurso 2000.
7-Arruelas
A maioria dos conjuntos mecânicos apresenta elementos de fixação. Onde
quer que se usem esses elementos, seja em máquinas ou em veículos automotivos,
existe o perigo de se produzir, em virtude das vibrações, um afrouxamento
imprevisto no aperto do parafuso. Para evitar esse inconveniente utilizamos um
elemento de máquina chamado arruela. De acordo com a figura 24 à seguir:
Figura 24: Aplicação da arruela em conjunto com o parafuso.
32
Fonte: Telecurso 2000.
As arruelas têm a função de distribuir igualmente a força de aperto entre a
porca, o parafuso e as partes montadas. Em algumas situações, também funcionam
como elementos de trava.
Os materiais mais utilizados na fabricação das arruelas são aço-carbono,
cobre e latão.
Em nosso TCC utilizamos a Arruela lisa
Além de distribuir igualmente o aperto, a arruela lisa tem, também, a função
de melhorar os aspectos do conjunto.
A arruela lisa por não ter elemento de trava, é utilizada em órgãos de
máquinas que sofrem pequenas vibrações.
Figura 25: Arruela Lisa.
Fonte: Telecurso 2000.
.
33
3 MATERIAIS E MÉTODOS
Agora voltando para o projeto “Reforma da ferramentaria”, neste é necessário a
aquisição de diversos materiais. Neste projeto, parte dos materiais utilizados foram
provenientes de compra e outra parte foram obtidos por meio de doação. Tratando-
se estes de materiais reutilizados.
3.1 MATERIAIS
Segundo a Tabela 1, estão listados os materiais utilizados no projeto, bem
como a quantidade e sua origem (materiais doados estão registrados sobre o valor
de "doação").
Tabela 1 - Lista de Materiais
Lista de Materiais
Descrição Qtd(Unidade) Valor
Vigas U de 6m 3 Doação
Parafuso Brocante 10
Parafuso Cabeça Sextavada 10
Arruela lisa 10
Bucha 10
Telha de zinco Doção
Fonte: Autoria própria
Assim como apresentado na Tabela 2 .........
Tabela 2 - Exemplo de Tabela 2
Fonte:
3.2 MÉTODOS
Inicia-se as atividades da reforma na ferramentaria, primeiramente fez-se o
dimensionamento da mesma, através de um esboço no Autodesk Inventor. Nesse
esboço foi dimensionado e selecionado cuidadosamente através de cálculos onde
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cada componente irá se estabelecer. Com tudo separei em 5 tópicos a metodologia:
1. CONSTRUÇÃO DO TELHADO FERRAMENTARIA
Após o dimensionamento da ferramentaria, foi-se começado a
construção da estrutura suporte do telhado. Nesta etapa foi realizado o
corte das vigas base e inclinadas, que obteve 4 pedaços de 50 cm- viga
base e 4 pedaços de 2,90 cm – viga inclinada. Após a realização dos
cortes foi feito furos nas vigas para passar os parafusos sextavado e
outros elementos de fixação com o intuito de unir as vigas bases e as
vigas inclinadas, dando origem a estrutura.
A fixação das vigas segue a seguinte ordem:
Primeiramente as vigas de sustentação são fixadas na parede
da ferramentaria com dois parafusos em cada lado da
extremidade das vigas;
Viga de apoio é fixada na parede da ferramentaria com solda;
Vigas de inclinação são fixadas nas vigas de sustentação e de
apoio com solda.
Telhado de zinco
Com a estrutura já pronta inicia–se a colocação do telhado de zinco, a fixação é
realizada com parafuso com os furos primeiro na telha e a seguir nos apoios de
fixação do telhado que por sua vez é soldado nas vigas de inclinação.
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4 RESULTADOS E DISCUSSAO
Pode ser um estudo de caso: Realizar em DTCC
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5 CONCLUSÕES OU CONSIDERAÇÕES FINAIS
- Realizar em DTCC
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6 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS
- Realizar em DTCC
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7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
TELECURSO 2000 PROFISSIONALIZANTE. Mecânica Elementos de
máquina. São Paulo. 1997.
NIEMANN, G. LEMENTOS DE MÁQUINAS. Vol. 1, 2 e 3 Rio de Janeiro:
Edgard Blücher Ltda.
ANTONIO, RODOLFO Jr., Luciono R. Nunes, Wagner Ormanji. Tecnologia do
PVC. Vol. 2, São Paulo: ProEditore Associados Ltda., 2006.
EVANDRO, ARMINI DE PAULI., Fernando Saulo Ulinana. Noções Básicas de
Processos de Soldagem e Corte - Mecânica. Vol. 1, Vitória - ES. Senai, 1996.
RIBEIRO, CÉSAR RENATO FARIA., vários autores., Mecânica: Métodos e
processos industriais. Manual técnico Centro Paula Souza, São Paulo: Fundação
Padre Anchieta, 2013.
FERRARESI, D. Fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo: Blucher,
1977.
MACHADO, A. R. et al. Teoria da usinagem dos materiais. 2 ed. São Paulo:
Blucher, 2011.
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia Mecânica. 2 ed. São Paulo: McGraw-Hill,
1986.
TELECURSO 2000 PROFISSIONALIZANTE. Mecânica Processos de
Fabricação. São Paulo. 1997.
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APÊNDICE A : CRONOGRAMA DE TRABALHO
Atividade Data Inicial Data Final Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro
Definição do escopo 01/jun 08/jun
Dimensionar o projeto 01/jun 15/jun
Determinação dos recursos 14/jun 28/jun
Calculo orçamento 28/jun 12/jul
Limpeza e organização 28/jun 12/jul
Deteminação dos materiais disponiveis 28/jul 12/ago
Obtenção dos materias em falta 28/jul 15/ago
Estruturação e digitação do projeto 01/ago 01/nov
Acabamentos 15/out 15/nov
Realização do pré-projeto 18/out 30/nov
Teste e revisões 30/nov 10/dez
Apresentação do projeto final 10/dez 12/dez
Obs: Recesso escolar em julho
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APÊNDICE B
(Elemento opcional) - Realizar em DTCC