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Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.

com>

EUROPARL: Correio do Cidadão: descrição do


pedido
20 de janeiro de 2011
civis@europarl.europa.eu <civis@europarl.europa.eu>
19:02
Para: PLINIOMARCOSMR@gmail.com

Ex.mo(a) Sr.(a),

Temos o prazer de acusar a recepção da pergunta que enviou ao Correio do


Cidadão, a qual será tratada com a maior celeridade.

[*Solicitação do Estado Italiano para que a União Européia


corrobore a decisão do Supremo Tribunal Federal do Brasil de
Extraditar Cesare Battisti *]

Solicito que esta mensagem seja encaminhada aos envolvidos


na decisão do NECESSÁRIO APOIO ao Governo Italiano

Prezados,

Apresento o documento “XEQUE MATE - Prevaricação no STF -


Cesare Battisti”,
http://www.scribd.com/doc/47182162/XEQUE-MATE-Prevaricacao-no-STF-
Cesare-Battisti, onde estamos, pretensamente, solicitando do
Excelentíssimo Superintendente Regional da Polícia Federal no Rio
de Janeiro esclarecimentos quanto ao encaminhamento dado, até o
presente momento, uma vez que, em meu entendimento, o Plenário do
Supremo Federal esta formalmente citado nas duas denúncias, e por
isso, IMPEDIDO, de se manifestar sobre qualquer aspecto da mesma.
Devo ressaltar que o impedimento citado, normalmente exige
que o Juiz Substituto seja nomeado, e como no Supremo Tribunal
Federal não existe Ministro Substituto, o Supremo Tribunal Federal
não deve se manifestar sobre qualquer aspecto das denúncias.

Algo que nos apresenta a IRRACIONALIDADE, a


INCONSTITUCIONALIDADE, o DELÍRIO que foi a decisão do Supremo
Tribunal Federal quando da avaliação suscitada na demanda ADI 3367
/ DF - DISTRITO FEDERAL 3367 / DF - DISTRITO FEDERAL - AÇÃO DIRETA
DE INCONSTITUCIONALIDADE, que simplesmente excluiu das Atribuições
e Responsabilidades do Conselho Nacional de Justiça o Supremo
Tribunal Federal e seus Integrantes, como se os mesmos não
fizessem parte do Judiciário Brasileiro.

Portanto, se meus empíricos entendimentos estiverem


certos, o Supremo Tribunal Federal, até que as denúncias sejam
avaliadas, por completo, não pode, e nem deve, efetuar qualquer
avaliação sobre o mérito, e seus desdobramentos, dos Processos
relacionados diretamente, ou não, aos de Roriz, Barbalho e Cesare
Battisti.

Divisão do Correio do Cidadão


Parlamento Europeu
http://www.europarl.europa.eu/parliament.do?language=PT

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Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

XEQUE MATE - Prevaricação do STF - Cesare Battisti


19 de janeiro de 2011
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
12:24
Para: CIDH Denuncias <cidhoea@oas.org>
Cco: pliniomarcosmr <pliniomarcosmr@terra.com.br>
Senhor Secretário Executivo
Comissão Interamericana de Direitos Humanos
Organização dos Estados Americanos,

Apresento o email abaixo, enviado ao Excelentíssimo Consul Geral


da Itália no Rio de Janeiro, com a cópia do documentos em anexo, que dá
maior sustentação à formalização da denúncia ratificada pelo email
constante do documento “Formalização CNJ x STF subordinação indireta e
mútua à CIDH-OEA”,
http://www.scribd.com/doc/39139963/Formalizacao-CNJ-x-STF-
subordinacao-indireta-e-mutua-a-CIDH-OEA , da qual ainda não recebi
qualquer confirmação da efetiva entrega pela Empresa de Correios e
Telégrafos, ou mesmo, do recebimento pela Comissão Interamericana de
Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos.

Devo ressaltar, o fato concreto, de que tenho me exposto, em


demasia, frente as Autoridades institucionais Brasileiras, na firme crença
de que a formalização acima citada será objeto de apreciação, e aceitação,
pela CIDH-OEA.

Abraços,
Plinio Marcos

---------- Mensagem encaminhada ----------


De: Plinio Marcos
Data: 19 de janeiro de 2011 11:58
Assunto: XEQUE MATE - Prevaricação do STF - Cesare Battisti
Para: segreteria.riodejaneiro@esteri.it
Cc: Plinio Marcos <pliniomarcosmr@gmail.com>

Prezado Cônsul Geral da Itália,

Estamos enviando o que considero ser meu último esforço,


possível, relacionado à Inconstitucionalidade que foi a permissão dada
pelo Supremo Tribunal Federal ao Presidente da República de poder
reformular decisão judicial.

Esperamos ter contribuído de forma pró-ativa com o seu interesse,


que representa o interesse do Governo Italiano, da efetiva Extradição de
Cesare Battisti, e do meu interesse, em contribuir para um Judiciário mas
atuante, em conformidade com o Objetivo Fundamental de Nossa
Constituição, que é o de Construir uma Sociedade Livre, JUSTA e
Solidária.

Com Votos de Protestos de Consideração e Estima,


Abraços,
Plinio Marcos

XEQUE MATE - Prevaricação no STF -


Cesare Battisti.doc
807K
Prezados,

Apresento o documento “XEQUE MATE - Prevaricação no STF


- Cesare Battisti”,
http://www.scribd.com/doc/47182162/XEQUE-MATE-
Prevaricacao-no-STF-Cesare-Battisti , onde estamos, pretensamente,
solicitando do Excelentíssimo Superintendente Regional da Polícia Federal no
Rio de Janeiro esclarecimentos quanto ao encaminhamento dado, até o
presente momento, uma vez que, em meu entendimento, o Plenário do
Supremo Federal esta formalmente citado nas duas denúncias, e por isso,
IMPEDIDO, de se manifestar sobre qualquer aspecto da mesma.
Devo ressaltar que o impedimento citado, normalmente exige que o
Juiz Substituto seja nomeado, e como no Supremo Tribunal Federal não
existe Ministro Substituto, o Supremo Tribunal Federal não deve se manifestar
sobre qualquer aspecto das denúncias.
Algo que nos apresenta a IRRACIONALIDADE, a
INCONSTITUCIONALIDADE, o DELÍRIO que foi a decisão do Supremo
Tribunal Federal quando da avaliação suscitada na demanda ADI 3367 / DF -
DISTRITO FEDERAL 3367 / DF - DISTRITO FEDERAL - AÇÃO DIRETA DE
INCONSTITUCIONALIDADE, que simplesmente excluiu das Atribuições e
Responsabilidades do Conselho Nacional de Justiça o Supremo Tribunal
Federal e seus Integrantes, como se os mesmos não fizessem parte do
Judiciário Brasileiro.
Portanto, se meus empíricos entendimentos estiverem certos, o
Supremo Tribunal Federal, até que as denúncias sejam avaliadas, por
completo, não pode, e nem deve, efetuar qualquer avaliação sobre o mérito, e
seus desdobramentos, dos Processos relacionados diretamente, ou não, aos
de Roriz, Barbalho e Cesare Battisti.

Abraços,
Plinio Marcos

Esta Documento foi Protocolado na Superintendência Regional do


Rio de Janeiro da polícia Federal em 19 de Janeiro de 2011 as 11:35
horas com o nº SR/DPF/RJ 08455.003999/2011-73

Este Documento foi enviado ao Excelentíssimo Procurador-Geral


da República, através da Carta Registrada RJ479702750BR em 19
de Janeiro de 2011 com Aviso de Recebimento.
Preocupação com o andamento de Denúncia
Superintendência Regional do Rio de Janeiro
Polícia Federal
Av. Rodrigues Alves, 1 - 3º andar – Centro
20081-250 – Rio de Janeiro – RJ

Excelentíssimo Superintendente Regional


DPF Ângelo Fernandes Gioia

Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO


BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais,
CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS,
Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a
inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dos
órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse
coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de
responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à
segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados,
independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos
Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de
poder.

Venho, mui respeitosamente, formalmente, REGISTRAR minhas


PREOCUPAÇÕES, e SOLICITAR, de V.Sª., suas considerações com relação
ao andamento da Denúncia de Prevaricação no Supremo Tribunal Federal,
protocolada Dezembro de 2010 com o nº SR/DPF/RJ 08455.105542/2010-
11, conforme o documento “Denúncia de Crime de Prevaricação”, e seus
possíveis desdobramentos.
http://www.scribd.com/doc/44774953/Denuncia-de-Crime-de-
Prevaricacao .

Tal, parte da premissa de que o Excelentíssimo, Sr. Robson Papini Mota,


Delegado de Polícia Federal – Classe Especial – Mat. 9.204, encaminhou
expediente – Referência: Prot. 08455.105542/2010-11, através do Ofício
nº2182/2010-GAB/COR/SR/DPF/RJ, em 15 de Dezembro de 2010, ao
Ilustríssimo Sr. Antonio Cezar Peluso, atual Presidente do Supremo Tribunal
Federal, o Principal Responsável citado na denúncia em questão.

1ª Premissa Motivacional:

Temos plena consciência, de que qualquer Juiz não pode, e nem deve,
ser responsabilizado criminalmente, quando do exercício de suas
Atribuições e Funções, desde que cumpridas.
Contudo, também, temos plena consciência, de que a Função Básica
de um Juiz, em qualquer instância, é CONCLUIR, uma AVALIAÇÃO
JURISDICIONAL, de uma DEMANDA, originada de, pelo menos, um FATO.

A DECISÃO NEGATIVA (Fato) de aceitar registro a candidatura de


cargo eletivo calcado na chamada “Lei de Ficha Limpa”, pela Suprema Corte
Eleitoral Brasileira (TSE), possibilitou um discutível cerceamento de Direito
garantido por Nossa Constituição (DEMANDA), que necessitou de uma
reflexão sobre, e com base, no Direito Constituído (AVALIAÇÃO), exige sua
premente, concreta, e objetiva, definição (CONCLUSÃO), pela Suprema Corte
Constitucional Brasileira (STF).

Portanto, se o(s) Juiz(es) não CONCLUE(M), por se recusar(em) a


utilizar um Instrumento Jurídico, Legalmente, e Legitimamente, estabelecido,
como o VOTO DE QUALIDADE, em função de sentimento, um CRIME de
PREVARICAÇÃO esta claramente TIPIFICADO, pois, a função básica de
CONCLUIR a AVALIAÇÃO de uma DEMANDA originada em um FATO não
foi efetuada.

Na sessão Plenária, em que a Suprema Corte Constitucional Brasileira


(STF), DECIDIU pela Extradição de Cesare Battisti, também DECIDIU,
presumivelmente por sentimento, reconhecer que o Excelentíssimo
Presidente da República pode reformular decisão do Poder Judiciário, em
função de Ato Discricionário, uma vez que, a mesma, tem, no máximo, algum
“caráter pueril”, pela gritante agressão à vários Preceitos Constitucionais..

A segunda Decisão, do Poder Judiciário, alterou a situação da primeira


Decisão, também do Poder Judiciário, de Decisão DEFINITIVA (pelo menos,
enquanto não existir contestação judicial) para Decisão “SUB JÚDICE” do
Poder Executivo.

Portanto, se o(s) Juiz(es) ao CONCLUIR(EM), a AVALIAÇÃO de uma


DEMANDA, originada de um FATO, PERMITIR, presumivelmente por
sentimento, que OUTRA Autoridade, sem respaldo Legal, portanto, sem
Legitimidade, REFORMULE DECISÃO JUDICIAL, um CRIME de
PREVARICAÇÃO esta claramente TIPIFICADO.

2ª Premissa Motivacional:

Temos plena consciência, de que o Judiciário Brasileiro, ainda vive


como se estivéssemos no Império, uma vez que, a despeito de Nossa
Constituição ser RICA, e CLARA, sobre Atribuições, Responsabilidades,
Direitos e Obrigações, somos constantemente, “brindados”, ou melhor
“agraciados” com Decisões RESPALDADAS em não cumprimento de Ritos
e Protocolos jurídicos, com por exemplo, a PURA EXTINÇÃO de Processos.

Algo que NEGA o Preceito Fundamental, cristalino, de que “a lei não


excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito” e
de forma inquestionável, e irrefutável, coloca Nosso Judiciário como, apenas e
tão somente, um BUROCRATA.

Afinal, Nossa Constituição, além de garantir “aos litigantes, em


processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são
assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a
ela inerentes”, garante “o Estado prestará assistência jurídica integral e
gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos”, quando então,
chamo a atenção para o “caráter genérico” de recursos, que muito bem, por
exemplo, pode ser ausência, ou inépcia de Advogado.

Apresento o documento “CNJ TJRJ ANULAR Arquivamento Por


Inepicia”,
http://www.scribd.com/doc/12948022/CNJ-TJRJ-ANULAR-Arquivamento-
Por-Inepicia, onde estamos solicitando ao Conselho Nacional de Justiça que
promova a ANULAÇÃO da Decisão da Segunda Turma Recursal Criminal,
uma vez que, a alegação de que no processo só consta a Inicial é MENTIRA,
pois, consta o inquérito policial, registro da audiência em que o Autor do Fato
recusou a Proposta de Transação Penal, algo que contradiz a fundamentação
da decisão em questão, ferindo de morte Preceito Fundamental de Nossa
Constituição e o próprio Estatuto da Magistratura.

Apresento o Documento “Petição TST ANULAR Extinção de


Processo”, http://www.scribd.com/doc/9040673/Peticao-TST-ANULAR-
Extincao-de-Processo, onde estamos propondo que a extinção de processo
por insuficiência de Autor Qualificado, que em essência, agride ao
Constitucional Constituído, seja ANULADA de tal forma, que ao Estado CABE
AGIR de maneiras que esta insuficiência seja regularizada e eliminada e a
OBRIGAÇÂO CONSTITUCIONAL seja uma realidade, uma vez que, a lei não
excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito, bem
como, aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados
em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e
recursos a ela inerentes, quando então, o Estado prestará assistência jurídica
integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos

Talvez, por esta mesma razão, Nossa Suprema Corte Constitucional


(STF), entenda ser muitíssimo grave, o constrangimento de se usar
algemas, e por isso, tenha anulado um julgamento onde o réu foi condenado
por crime TRIPLAMENTE QUALIFICADO.

Apresento o Documento “Petição STF ANULACAO Da Decisão Uso


de Algemas”,
http://www.scribd.com/doc/7276684/Peticao-STF-ANULACAO-Da-
Decisao-Uso-de-AlgE, onde estamos provocando o PODER CONSTITUÍDO
em Zelar, Preservar e FAZER CUMPRIR o DIREITO CONSTITUÍDO, de tal
forma, RESTABELECER situação provocada por um presunçoso "ACHISMO"
sem nenhum embasamento factível.

Talvez, por esta mesma razão, Nossa Sociedade, se submeta, e aceite,


a indecorosa, a imoral, a ilegítima, a presunçosa, situação de que alguns
advogados, possam arvorar à titularidade de “Doutores”, sem qualquer
respaldo de Curso de Doutorado CONCLUÍDO, quando muito, respaldando,
de forma inaceitável à LUZ do Direito, da Moral e dos Bons Costumes, na
titularidade conferida pelo Imperador em 1827, esquecendo, em
conveniência, que vivemos em Sistema Republicano, onde titularidades
imperiais são pessoais, no máximo transferíveis a herdeiros, muito embora,
sem qualquer valor de titularidade, bem como, desconhecendo, também em
conveniência, o Código de Ética do Advogado, que apenas e tão somente,
reconhece Títulos conferidos por Entidades de Ensino Superior
RECONHECIDAS pelo Estado Brasileiro através do Ministério da Cultura..

Entendemos que esta situação é sustentada pela crença, de alguns


que NÃO EU, de que a “pompa”, a “liturgia”, o “protocolo rebuscado”, as
“vestes”, possa a vir garantir RESPEITABILIDADE e CREDIBILIDADE às
Autoridades e às Decisões delas emanadas. Tal qual a máxima, que de tão
irreal chega a ser ridícula, “A ROUPA FAZ O MONGE”.

Apresento o Anexo IV - CNJ definirá os trajes adequados para


entrar nos Tribunais, onde efetuo meus comentários no site OFICIAL, em
um dos Fóruns, do Conselho Nacional de Justiça - Página Principal » Práticas
Administrativas do Judiciário » Assessoria Jurídica, documento “Quando o
CAOS JURÍDICO enfraquece um Instituição Democrática”,
http://www.scribd.com/doc/22191501/Quando-o-CAOS-JURIDICO-
enfraquece-um-Instituicao-Democratica, onde estamos apresentando ao
Supremo Tribunal Federal, e ao Congresso Nacional, nosso entendimento, da
chamada crise entre Judiciário e Legislativo.

Apresento o documento “O Judiciário Brasileiro é acima de tudo um


Poder Burocrata, ou não ? ”, http://www.scribd.com/doc/13157900/O-
Judiciario-Brasileiro-e-Acima-de-Tudo-Um-Pod , onde estamos tentando
provocar uma reflexão mais aprofundada sobre o entendimento
inconstitucional, por grande parte do judiciário brasileiro, de que falha no rito
processual torna o processo extinto, sem provocar a necessária avaliação da
questão, o que fere, de morte, Preceito Fundamental de Nossa Constituição

3ª Premissa Motivacional:

Temos plena consciência, de que o Judiciário Brasileiro, é manipulável


pela parcela mais abastada da Sociedade Brasileira, e por isso, venha, ao
longo de sua história, preservando privilégios e regalias, indecorosos, imorais,
ilegítimos e injustos.

De tal forma, que no Brasil se vive o racismo na busca de sua


existência, contudo, se vive a segregação por situação Social, Econômica,
Cultural, Funcional, Religiosa, Política e/ou Funcional

Apresento o documento “Petição Revogação Prisão Domiciliar Juiz


Lalau ao STF”,
http://www.scribd.com/doc/2624372/Peticao-Revogacao-Prisao-
Domiciliar-Juiz-Lalau-ao-STF, onde estamos tentando Restabelecer o
Princípio LEGAL de que Condenado a Regime Fechado não tem
possibilidade de cumpri-lo em prisão domiciliar, uma vez que, esta
prerrogativa é possível apenas quando em Regime ABERTO.

Apresento o documento “Petição Revogação habeas corpus Farah


Jorge Farah ao STF”,
http://www.scribd.com/doc/2624365/Peticao-Revogacao-habeas-corpus-
Farah-Jorge-Farah-ao-STF, onde estamos tentando sensibilizar as
Autoridades para o fato concreto de que um Condenado por crime violento por
unanimidade não pode utilizar dos instrumentos jurídicos EM LIBERDADE

Apresento o documento “Confissão ou Condenação é Fato Objetivo


e Concreto”,
http://www.scribd.com/doc/2663593/Confissao-ou-Condenacao-e-Fato-
Objetivo-e-Concreto, onde estamos tentando sensibilizar o Supremo
Tribunal Federal de que a Confissão ou a Condenação por Unanimidade é
Fato Objetivo e Concreto, e que, por isso, não deveria ser permitida a
Liberdade

Afinal, uma Sociedade que é capaz, de criar Varas Especiais, em


aeroportos, em função do “CAOS AÉREO”, onde sua conseqüência, esta
relacionada, a no máximo, prejudicar, em sua grande maioria, o “GOZO” de
seus dias de lazer em viagem.

Em total contrapartida, é INCAPAZ, de criar Varas Especiais, em


Hospitais, em função do “CAOS da SAÚDE”, onde sua conseqüência, esta
relacionada, a no mínimo, a “MUTILAÇÃO”, e no máximo, a própria
“MORTE”., com o martírio de se sujeitar, mesmo doente, em situação de
dor, a ficar “largado pelo chão” horas à fio.

Algo, que me faz lembrar, em meu entendimento, do pequeno homem


grande, que ao assumir o Ministério da Defesa, em meu entendimento, tentou,
para alguns como EU, e Não Conseguiu, desnecessariamente, denegrir,
desmerecer, em meu entendimento, o Grande Homem Pequeno, o
Ilustríssimo, o Respeitado e, por mim, o Querido, Waldyr Pires, que embora,
não me seja pessoalmente conhecido, tenho firme convicção de que se trata
de Pessoa de Porte, de Estirpe, de Dignidade, de Nobreza, de Caráter e
Personalidade IMACULADOS, merecedor, de no mínimo, muito Respeito e
Consideração.

Preocupações acima mencionadas:

Em meu entendimento, que é empírico, por não possuir


formação completa de 3º grau, seis meses bem completos, e
qualquer formação jurídica, o Anexo I – O que é Denúncia e
seus Requisitos, me induz a crer que o Excelentíssimo Delegado,
deveria ter instaurado inquérito policial, para “verificar a
existência de fato que caracterize crime em tese e indícios de
autoria”, bem como, deveria tê-lo encaminhado ao Procurador-
Geral da República, principalmente, porque a denúncia envolve
TODOS os Membros do Plenário do Supremo Tribunal Federal,
onde seu Presidente, efetivamente, prevaricou por sentimento, e
os demais, por omissão.

Esta preocupação, também esta relacionada, ao meu empírico


entendimento do complementado pelo Anexo II – Diferença entre
Impedimento e Suspeição, de que o Excelentíssimo Presidente
do Supremo Tribunal Federal, poderá não se declarar
IMPEDIDO, conforme o Art. 314 do Código de Processo Civil
(CPC), o que, em princípio, somente poderia ter seu
contraditório efetuado pelo Procurador-Geral da República.

Esta preocupação toma vulto exarcebado, quando a


avaliação, efetuada pelo Juiz, do posicionamento sobre seu
possível impedimento, deverá ser efetuada pelo Tribunal,
conforme o Art. 314 do Código de Processo Civil (CPC), que no
caso, é representado pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal,
onde se encontram os demais citados na denuncia em
referência.

Aproveito para chamar a atenção para o documento


“Reiteração Denúncia NOVA Prevaricação do STF”, onde estamos
REITERANDO denúncia arquivada, por entendimento
equivocado, de mesmo teor, uma vez que, esta denúncia esta
relacionada à prevaricação pela interpretação
INCONSTOTUCIONAL de que o Poder Executivo pode
reformular decisão proferida pelo Poder Judiciário, em função de
ato discricionário, enquanto que a denúncia anterior se refere a
recusa pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal de exercer o
VOTO de QUALIDADE, permitida pelo seu Plenário.

Tal, parte da premissa, de que presumivelmente, em Nome


Desta Superintendência, a Autoridade Responsável, poderá “dar, à
segunda denúncia, o encaminhamento acima especificado, dado
à primeira denúncia. Algo que gerará NOVA e inquietante
Preocupação”.

Cabe salientar, que ambas as denúncia, de forma concreta, e


objetiva, respaldam, de maneira irrefutável, e inquestionável,
nossa empírica interpretação, de que a decisão proferida na ADI
3367 / DF, é tão surreal, e tão pouco imaginativa, que FERE DE
MORTE, Preceitos Fundamentais de Nossa Constituição, onde o
natural deveria ser a clara, e cristalina, importância, e relevância,
do Conselho Nacional de Justiça, com a definição da real
abrangência de suas Atribuições e Responsabilidades, de tal
forma, ser certa, a percepção de que o Supremo Tribunal Federal
e o Conselho Nacional de Justiça, por terem atribuições
FISCALIZADORAS do FIEL CUMPRIMENTO dos Preceitos
Fundamentais de Nossa Constituição, possuem subordinação
DIRETA à citada Constituição, e por isso, são, efetivamente,
mutualmente subordinados, de forma INDIRETA.

Afinal, o Conselho Nacional de Justiça, tem como atribuição


garantir, pelo Judiciário, o cumprimento dos Preceitos
Constitucionais relacionados aos procedimentos Jurídicos
Administrativos, e procedimentos Jurídicos relacionados ao
Estatuto da Magistratura, sendo, que este último, esta calcado no
Preceito Fundamental, da necessária, e suficiente,
FUNDAMENTAÇÃO.

Portanto, a reavaliação, pelo Judiciário Brasileiro, da questão


relacionada à segunda denúncia, poderá, ou melhor, deverá,
evitar que o Estado Brasileiro, tenha a sua Soberania, sua
Legitimidade, sua Respeirabilidade, sua Credibilidade, ou mesmo a
sua capacidade Juridiscional, no mínimo “arranhada”, pela
mácula, de NÃO RESPEITAR, o que a Brilhante Consciência de
Nossa Constituição apresenta e determina.

Algo, que se nâo evitado, permitirá, que Nossa Sociedade, seja


comparada a pior das sociedades, pois, nesta última, a ausência
de consciência, respalda seus atos, e na Nossa, a própria
Consciência, não é o suficiente, para evitarmos a pura barbárie
jurídica.

Devo ressaltar, que o Brasil, é parte integrante de Acordos


Internacionais relativos a Direitos Humanos, como por exemplo, A
CARTA DEMOCRÁTICA INTERAMERICANA (Aprovada na
primeira sessão plenária, realizada em 11 de setembro de
2001) ,onde de forma contundente, O Estado Brasileiro, se
compromete à Artigo 4 – “@@@” A subordinação
constitucional de todas as instituições do Estado à autoridade
civil legalmente constituída e o respeito ao Estado de Direito
por todas as instituições e setores da sociedade são
igualmente fundamentais para a democracia.
Algo, que me possibilitou, efetivar, denúncia naquele Fórum
Internacional, conforme o documento “Formalização CNJ x STF
subordinação indireta e mútua à CIDH-OEA”,
http://www.scribd.com/doc/39139963/Formalizacao-CNJ-x-STF-
subordinacao-indireta-e-mutua-a-CIDH-OEA

Portanto, a NÃO REAVALIAÇÃO citada, poderá permitir que,


seja RATIFICADO, e RECONHECIDO, em contexto
Internacional, que o Judiciário da República Federativa do Brasil,
foi capaz, de cometer gritante, mortal e flagrante desrespeito
ao Direito Constituído, uma vez que, a supramencionada decisão
poderá ser objeto de avaliação pela Comissão Interamericana de
Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, se
não por outro alguém, por necessária, minha formal
manifestação, com total, e exclusiva, fundamentação na
Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em
1988, portanto, não devendo, nem podendo, ser reconhecida
como presumível interferência em assuntos internos.

Atenciosamente,

Plinio Marcos Moreira da Rocha


Analista de Sistemas
Rua Gustavo Sampaio nº 112 apto. 603
LEME – Rio de Janeiro – RJ – Brasil
CEP 22.010-010
Tel. (21) 2542-7710

Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que


mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo,
com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado,
nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª
e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO
que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS,
reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento
INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,
http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-
No-Meio-Juridico-II

C/C - Excelentíssimo Procurador-Geral da República


Ministério Público Federal
Procuradoria Geral da República
SAF Sul Quadra 4 Conjunto C
70050-900 - Brasília – DF
Anexo I – O que é Denúncia e seus Requisitos

http://naoentendodireito.blogspot.com/2008/06/processo-penal-denncia-
e-queixa.html
(com grifos, em vermelho, meus)

Processo Penal - Denúncia e Queixa

Denúncia (artigo 24)

Denúncia é a peça acusatória iniciadora da ação penal (pública


condicionada e incondicionada), consiste em uma exposição por escrito de fatos
que constituem, em tese, ilícito penal, com a manifestação expressa da vontade
de que se aplique a lei penal a quem é presumivelmente seu autor e a indicação
das provas em que se alicerça a pretensão punitiva.
Normalmente a denúncia é feita com base em um inquérito policial,
verificando-se a existência de fato que caracteriza crime em tese e indícios de
autoria, todavia a inexistência de inquérito policial não impede o oferecimento
da denúncia, podendo também ser feita em face de peças de informações que
o órgão do Ministério Público recebeu, instruídas com a prova da materialidade
e indícios de autoria.

Requisitos (artigo 41)

A denúncia deve conter a descrição dos fatos em todas as suas


circunstâncias, deve ser a descrição clara possibilitando a ampla defesa,
narrando o fato criminoso atribuído ao acusado.
Deve ser relatada toda a circunstância que possa interessar a apreciação
do crime, possibilitando a melhor individualização da pena, deve ser indicado
quem cometeu o crime, como o crime foi praticado, quais foram os meios
empregados e qual o mal causado; o lugar o tempo e a hora do crime; os
motivos, mesmo sendo concisa, se a denúncia contiver os elementos essenciais,
a falta ou a omissão de circunstância (dia e hora, objeto utilizado no crime,
nome da vítima) não a invalida.
É possível que as omissões da denúncia sejam supridas a todo o tempo,
antes da sentença na forma do artigo 569. Existindo concurso de agentes a
denúncia deve especificar a conduta de cada um (tanto dos co-autores, como
dos partícipes, na medida do possível). Quando for possível a indicação precisa
das condutas (crimes coletivos), poderá ser feita a narrativa de forma genérica
demonstrando a existência de prévio ajuste entre eles.
Deve a denúncia conter a qualificação (identificação) do acusado; Além
destes deve ainda a denúncia, conter a classificação jurídica do fato, mas não
é requisito essencial para a peça inicial, não vinculando o juiz que poderá dar
a definição jurídica diversa, pois o acusado defende-se do fato descrito na
denúncia e não da classificação que foi dada; a classificação jurídica poderá ser
mudada até a sentença (quer por aditamento, por emenda ou por ato do juiz).
Quando necessário o rol de testemunhas, sendo esse procedimento
facultativo, porém não pode ser apresentado depois do recebimento da
denúncia, exceto nos casos de competência do júri.
Pedido de condenação, mas não precisa ser expresso, bastando que tal
pedido esteja implícito. O endereçamento da petição, ou seja, a denominação
do juiz a quem é dirigida, sendo que o endereçamento equivocado será mera
irregularidade, não provocando a inépcia da denúncia, sendo feita a remessa
dos autos ao juízo competente, além do nome, cargo ou posição funcional e a
assinatura do prolator da denúncia.
O artigo 399 determina que é no momento da propositura da ação que os
autores devem especificar as provas que pretendem produzir.

Prazos, Diligências e Aditamento

O artigo 46 estabelece que o prazo para oferecimento da denúncia se o


réu estiver preso será de 5 dias da data em que o órgão do Ministério Público
receber os autos do inquérito policial e de 15 dias se o réu estiver solto.
Se o órgão do ministério público entender necessário novas diligências,
estas serão requeridas e o prazo com o réu solto será iniciado quando houver
sido cumprida a diligência e os autos forem encaminhados novamente ao
mesmo. Se o juiz indeferir o requerimento de diligência, caberá correição
parcial.
Se não houver elementos para oferecimento da denúncia nem houver
necessidade de novas diligências, deverá o ministério público requerer o
arquivamento, do qual, se for determinado pelo juiz não caberá recurso.
Se o juiz discordar das razões do pedido de arquivamento, deverá
remeter os autos ao Procurador geral de Justiça (princípio da devolução), e este
poderá insistir no pedido de arquivamento (hipótese em que o inquérito será
arquivado independente da vontade do juiz) ou determinará que outro membro
da instituição apresente a denúncia.
No prazo do artigo 569, o órgão do MP poderá corrigir as falhas e
omissões da denúncia, podendo também, aditar a denúncia, incluindo novos
ilícitos penais ao imputado, ou ainda ampliar a acusação a novos acusados, em
decorrência dos elementos probatórios colhidos na instrução. Sempre que
houver aditamento deve se providenciar a citação do aditamento para a
reinquirição de testemunhas já ouvidas e produção de novas provas.
O prazo para a apresentação da queixa será de seis meses contados do
dia em que o ofendido vier a saber quem é o autor do crime. Prazo decadencial,
ou seja, computando-se o dia do começo, excluindo-se o dia do final e não se
admite prorrogação.
O prazo para ajuizamento da ação penal privada subsidiária será de seis
meses a contar do escoamento do prazo para oferecimento da denúncia. Para os
sucessores, no caso de morte ou ausência do ofendido o prazo é o mesmo, na
forma do artigo 38 parágrafo único.
O MP pode aditar a queixa, artigo 45, no prazo de três dias após receber
os autos (artigo 46, parágrafo 2.), para nela incluir circunstância que possa
influir na caracterização do crime e na sua classificação, ou ainda na fixação da
pena (dia, hora, local, meios, motivos dados pessoais do querelado, etc.), mas
não poderá aditar a queixa para imputar novo delito ao querelado, ou incluir
novos ofensores, além dos já existentes, pois invadiria a legitimidade do
ofendido que optou por não processar os demais, operando-se no caso, a
extinção da punibilidade de todos os querelados por força do princípio da
indivisibilidade da ação penal (não quer processar um, não pode processar
ninguém), desde que a exclusão de um ou de alguns ofensores tenha sido feito
injustificadamente.
Se um dos co-autores do delito de ação penal privada não for
identificado, poderá ser aditada a queixa ou conforme a fase do processo
ajuizada outra queixa, posteriormente, se houver durante a instrução a
identificação, sob pena da extinção acima comentada.

Anexo II – Diferença entre Impedimento e Suspeição

http://www.boletimjuridico.com.br/fiquepordentro/materia.asp?
conteudo=179
(com grifos, em vermelho, meus)

Impedimento e suspeição
Entenda a diferença entre os institutos

As causas de impedimento e suspeição estão previstas nos


artigos 134 a 138, do Código de Processo Civil (CPC) e dizem
respeito à imparcialidade do juiz no exercício de sua função. É
dever do juiz declarar-se impedido ou suspeito, podendo alegar
motivos de foro íntimo.
O impedimento tem caráter objetivo, enquanto que a
suspeição tem relação com o subjetivismo do juiz. A
imparcialidade do juiz é um dos pressupostos processuais subjetivos
do processo.
No impedimento há presunção absoluta (juris et de jure) de
parcialidade do juiz em determinado processo por ele analisado,
enquanto na suspeição há apenas presunção relativa (juris
tantum).
O CPC dispõe, por exemplo, que o magistrado está proibido
de exercer suas funções em processos de que for parte ou
neles tenha atuado como advogado. O juiz será considerado
suspeito por sua parcialidade quando for amigo íntimo ou inimigo
capital de qualquer das partes, receber presente antes ou depois de
iniciado o processo, aconselhar alguma das partes sobre a causa,
entre outros.

Confira o texto parcial, por mim reduzido, de dispositivos do


CPC que dispõem sobre impedimento e suspeição:

Art. 134. É defeso ao juiz exercer as suas funções no processo


contencioso ou voluntário: I - de que for parte;
Art. 137. Aplicam-se os motivos de impedimento e suspeição aos
juízes de todos os tribunais. O juiz que violar o dever de
abstenção, ou não se declarar suspeito, poderá ser recusado por
qualquer das partes (art. 304).

Art. 312. A parte oferecerá a exceção de impedimento ou de


suspeição, especificando o motivo da recusa (arts. 134 e 135). A
petição, dirigida ao juiz da causa, poderá ser instruída com
documentos em que o excipiente fundar a alegação e conterá o rol
de testemunhas.

Art. 313. Despachando a petição, o juiz, se reconhecer o


impedimento ou a suspeição, ordenará a remessa dos autos ao
seu substituto legal; em caso contrário, dentro de 10 (dez) dias,
dará as suas razões, acompanhadas de documentos e de rol de
testemunhas, se houver, ordenando a remessa dos autos ao
tribunal.

Art. 314. Verificando que a exceção não tem fundamento legal, o


tribunal determinará o seu arquivamento; no caso contrário
condenará o juiz nas custas, mandando remeter os autos ao
seu substituto legal.
Anexo III – Ofício nº2182/2010-GAB/COR/SR/DPF/RJ
Anexo IV - CNJ definirá os trajes adequados para entrar nos
Tribunais

Prezados,
Apresentamos proposta a ser avaliados por TODOS os Integrantes do Plenário do
Conselho Nacional de Justiça que esteja envolvido na questão em epígrafe,
Abraços,
Plinio Marcos

---------- Forwarded message ----------


From: Portal CNJ ouvidoria@cnj.jus.br
Date: 2009/4/29
Subject: Confirmação de envio: CNJ adia definição de trajes para entrar nos Tribunais
To: pliniomarcosmr@gmail.com

Esse é um e-mail de confirmação enviado por http://www.cnj.jus.br/.


Plinio Marcos Moreira da Rocha pliniomarcosmr@gmail.com

Tendo em vista a importância e relevância da questão para muitos Brasileiros, onde me


incluo, gostaria que o comentário feito em alguns sites, fosse enviado a cada Integrante
do Plenário do CNJ que esteja envolvido na decisão em epígrafe, onde ressalto ser este,
um profícuo esforço, de colaborar com o MELHOR para TODOS.

Prezados,
Apresento o documento Pgr Adpf Provao Oab Crc,
http://www.scribd.com/doc/12948028/Pgr- ... ao-Oab-Crc , onde estamos provocando o
Poder Constituído em Zelar, Preservar e Fazer CUMPRIR Preceitos Fundamentais de Nossa
Constituição, relativos à:
- Prova como pré-requisito para inscrição de Profissional Habilitado
- PRIVILÉGIOS destinados aos integrantes da Profissão Regulamentada de Advogados.

Devo salientar que neste documento questionamos a responsabilidade atribuída ao CFda


OAB de definir critérios para os "trajes" dos Advogados, uma vez que, em não havendo
questão de Segurança e Saúde a Liberdade em função de gosto ou relativa a grupo socio-
exonômico-político deveria ser premissa, em respeito ao preceito fundamental relativo
ao exercpicio de Trabalho.

Quando então chamo a atenção, para o fato concreto, de que a Instituição com maior
DESCRÉDITO entre a população brasileira, efetivamente, é o Congresso Nacional, onde,
por exemplo, o Homem é obrigado a usar terno e gravata, portanto, "A ROUPA NÃO FAZ O
MONGE", bem como, "NÂO GARANTE RESPEITO OU CREDIBILIDADE".
Abraços,
Plinio Marcos
Confirmar e-mail:
pliniomarcosmr@gmail.com
Cidade/UF:
Rio de Janeiro / RJ
Telefone:
(21) 25427710
Relação com o Poder Judiciário:
Interessado
Assunto:
CNJ adia definição de trajes para entrar nos Tribunais

---------- Forwarded message ----------


From: Ouvidoria CNJ <ouvidoria@cnj.jus.br>
Date: 2009/4/29
Subject: RES: Portal CNJ: CNJ adia definição de trajes para entrar nos Tribunais
To: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

Prezado Plínio,

Informamos a Vossa Senhoria que enviamos sua mensagem aos assessores dos Conselheiros
do CNJ para conhecimento.

Atenciosamente,

Ouvidoria do CNJ
Secretaria Geral
Tel: (61) 3217-4862/4958
Fax: (61) 3316-5884
ouvidoria@cnj.jus.br

---------- Forwarded message ----------


From: Portal CNJ ouvidoria@cnj.jus.br
Date: 2009/5/14
Subject: Confirmação de envio: Conselho de Justiça mantém proibição para bermuda e
minissaia em fóruns
To: pliniomarcosmr@gmail.com

Esse é um e-mail de confirmação enviado por http://www.cnj.jus.br/.


Plinio Marcos Moreira da Rocha pliniomarcosmr@gmail.com
Solicito que esta manifestação seja encaminhada a TODOS os Conselheiros do Conselho
Nacional de Justiça.

Prezados,

Abaixo apresento meus comentários na notícia Conselho de Justiça mantém proibição


para bermuda e minissaia em fóruns .

Eu estou num País muito LOUCO, onde o CAOS JURÍDICO é calcado num PURO FAZER DE
CONTAS, de tal forma, que o exemplo de DESCENDENTES de Índios, Já CIVILIZADOS, que
ingressaram no Supremo Tribunal Federal, com TANGA e PEITO NÚ, não é FATO, OBJETIVO E
CONCRETO, para eliminar qualquer interpretação tacanha e discriminatória, por
vestimenta.

Afinal, o Supremo Tribunal Federal, foi capaz de reconhecer, a Liberdade da escolha de


se vestir, calcada, pelo menos, na origem social, econômica, e/ou cultural, uma vez que,
entenderam que tais trajes não afrontavam o DECORO dos Trabalhos realizados no Interior
do Fórum do STF.

Vivemos uma Sociedade com a consciência Constitucional de construir uma Sociedade


Justa, Fraterna e Solidária, onde o preceito é de que TODOS são IGUAIS perante a Lei, mas,
que alguns, que detêm algum poder, teimam em não permitir sua cristalização. O que é,
no mínimo, LAMENTÁVEL.

Quando a justificativa esta calcada na premissa de que ***A maioria dos conselheiros do
órgão indeferiram o pedido do advogado, entendendo que o acesso aos fóruns deve ser
feito com trajes "convenientes".***, perguntas não querem se calar: Será que TANGA e
PEITO NÚ podem ser considerados trajes “convenientes” ? Ou só quando os OLOFOTES tem o
condão de assim torná-los ?

Quando ***Na primeira sessão em que o assunto foi para pauta, os debates foram
interrompidos após o conselheiro Técio Lins e Silva pedir vistas do processo e disparar:
"Daqui a pouco vai ser necessário criar a Agência Nacional de Regulação do Vestuário". ***
Minha alma se entristece, meu coração fica contrito, pois, custa-me acreditar que o
Conselheiro Técio Lins e Silva, não tenha tido a capacidade de enxergar, que a questão
era de suma importância para MUITOS BRASILEIROS, e que o cerne da questão éo
PURO ABUSO DE PODER, uma vez que, exemplos vários nos apresentam a certeza de que
a “ROUPA NÃO FAZ O MOGE”, muito menos, assegura Credibilidade e Respeitabilidade.

Apresento o Documento CNJ definirá trajes para entrar nos Tribunais ,


http://www.scribd.com/doc/14759341/CNJ- ... -Tribunais , que pelo visto, não foi
apresentado, pelos seus assistentes, aos Conselheiros.

E o Documento PGR ADPF Foro Privilegiado ,


http://www.scribd.com/doc/13953340/PGR- ... ivilegiado , que de certa forma tem
relação direta com a questão.

E o Documento Importância do CNJ na Subordinacao do STF à Constituição Federal e ao


Estatuto da Magistratura ,
http://www.scribd.com/doc/12234636/Impo ... o-STF-a-Co
, que apresentam as considerações necessárias para afirmarmos que o Conselho Nacional
de Justiça tem a Importância de Garantir que o Poder Judiciário DEVE SUBORDINAÇÃO à
Constituição da República Federativa do Brasil e ao Estatuto da Magistratura, algo que
me parece, não ter sido percebido pelo Conselheiro Técio.

Abraços,
Plinio Marcos
http://www.scribd.com/Plinio%20Marcos%2 ... da%20Rocha
A Despreocupação Responsável em Provocar Mudanças de Conceitos
http://www.via6.com/topico.php?cid=12067&tid=111467
Confirmar e-mail:
pliniomarcosmr@gmail.com
Cidade/UF:
Rio de Janeiro / RJ
Telefone:
(21) 25427710
Relação com o Poder Judiciário:
Outros
Assunto:
Conselho de Justiça mantém proibição para bermuda e minissaia em
fóruns

---------- Forwarded message ----------

From: Portal CNJ ouvidoria@cnj.jus.br

Date: 2009/5/16

Subject: Confirmaão de envio: Quando a SOBERBA transforma um rito de Cidadania em rito


Social Solene....To: pliniomarcosmr@gmail.com
Esse é um e-mail de confirmação enviado por http://www.cnj.jus.br/.
Plinio Marcos Moreira da Rocha pliniomarcosmr@gmail.com

Prezado Ouvidor do Conselho Nacional de Justiça,

Solicito que as reflexões abaixo, sejam encaminhadas a cada Conselheiro do Conselho


Nacional de Justiça, uma vez que, estas completam o documento Resposta ao
Conselheiro (CNJ) Técio Lins e Silva .

Prezados Conselheiros,

Ao me aprofundar em reflexões sobre a decisão do CNJ em manter a proibição relativas à


bermudas e minisaias nos Fóruns, infelizMENTE, me percebi avaliando dois contextos
distintos, mas intrisecamente e intimamente interligados, onde um é uma Delegacia de
Polícia, onde nasce a maioria das questões Judiciais e os Tribunais de Justiças, onde estas
mesmas questões tem seu desenlace, isto é, os envolvidos são os mesmos, as Autoridades
e seus Estabelecimentos igualmente HONRÁVEIS e DÍGNOS, portanto, merecedores das
mesmas Considerações, Credibilidade e Respeitanilidade.

Se meus entendimentos estiverem certos, um Delegado de Polícia, a partir desta decisão,


pode impedir que uma Vítima/Testemunha trajando bermuda, sunga, camiseta regata,
minisaia, tanga e peito nú, entre em sua Delegacia para fazer uma queixa, um
testemunho, ou mesmo uma denúncia, em um PURO e CRISTALINO, ATO de CIDADANIA.
Algo que nos parece ser de um SURREALISMO DANTESCO inconcebível e inaceitável.

Sabemos todos, que as, presumíveis, circunstâncias entre a ida a uma Delegacia e a ida a
um Tribunal de Justiça sejam diferentes, porem, situações em nosso cotidiano, pode nos
colocar em "saia justa" de termos que nos apresentar informalmente perante um Juiz,
uma vez que, é maior a Responsabilidade de Exercer nossa Cidadania em preoveito
próprio, ou de outro alguem, isto é, se em função de um planejamento prévio,
resolvêssemos Jogar uma partida de Tenis antes de irmos ao Tribunal, e fatos
incontroláveis nos permitisse chegarmos no horário vestidos com o uniforme, estaríamos
Respeitando mais o Tribunal se não nos apresentássemos, ou se nos apresentássemos
vestidos com o uniforme de tenista ?

Muito embora, me incomode o fato de que Nossa Sociedade foi capaz de "criar
Varas Especiais" para atender ao "flagelo" (pelos atrasos/cancelamentos nos voos retarda
a chegada) imposto pelo "CAOS AÉREO", e não tenha sido capaz de "criar outras
Varas Especiais" para atender ao "flagelo" (pelos atrasos/cancelamentos no atendimento
redundando, em alguns casos, em MUTILAÇÕES ou MORTES), uma pergunta não quer se
calar: Sendo Eu, um passageiro com destino, por exemplo, à Natal, vestido com bermuda,
camiseta regata e boné, tendo o meu voo cancelado, poderei adentrar a Vara Especial
dentro do Aereporto, ou por estar assim vestido, terei que formalizar minha queixa
numa Delegacia ? Afinal, estas Varas Especiais, em função de seus ritos, funcionam como
se fôssem também Delegacias ?

Se pertencessemos a uma Região Brasileira, que estaria entre as mais palpérrimas, seria
justo, "providenciar" vestimenta diferente das utilizadas por mim, apenas e tão
somente, para exercer a cidadania, em proveito próprio, ou de outro alguem ?

Uma pergunta não quer se calar: Quem é mais atingido pelo fato de não poder se
apresentar, por exemplo, com um terno de corte ingles, sapatos italianos, camisa e
gravata de seda, mas, se apresenta com uma camisa surrada, uma bermuda tambem
surrada e de chinelos ? Principalmente, quando uma Autoridade, representativa do
Estado Brasileiro, para lhe garantir "Justiça", o coloca como INDÍGNO, pela vestimenta ?

realMENTE, devemos entender que o Judiciário Brasileiro não só é um mero


BUROCRATA, mas acima de tudo, SOBERBO, por "se achar" mais importante e
relevante, ao ponto de transformar o ATO de CIDADANIA, em ATO SOCIAL SOLENE, de tal
forma, ter interpretações diferenciadas pela existência, ou não, de "HOLOFOTES" !!!

Isto, dentro do Objetivo Fundamental de Construir uma Sociedade Justa, Fraterna e


Solidária, onde TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, e a Liberdade de Escolhas esta
respaldada na DIGNIDADE HUMANA, valores intrínsecos, calcados basicamente no
CARÁTER, onde situação Funcional, Econômica, Social, Cultural, Política não deveriam
permitir discriminações.

Em relação ao Judiciário Brasileiro ser um mero BUROCRATA apresento o documento O


Judiciario Brasileiro e Acima de Tudo Um Pod , onde estamos tentando provocar uma
reflexão mais aprofundada sobre o entendimento inconstitucional, por grande parte do
judiciário brasileiro, de que falha no rito processual torna o processo extinto, sem
provocar a necessária avaliação da questão, o que fere, de morte, nossa Constituição.

Em relação ao Judiciário Brasileiro ser SOBERBO, apresento o documento SUGESTÃO ao


Procurador-Geral da República Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental
no Foro Privilegiado, onde estamos provocando Procurador-Geral da República a Arguir
Descumprimento de Preceito Fundamental relativos à Foro Especial
(Político/Improbidade Administrativa) e a Prisão Especial, onde nos é palpável a Soberba
do Presidente do Supremo Tribunal Federal frente à seus Pares de Instâncias Inferiores,
NÃO MENOS IMPORTANTES por isso.

Abraços,
Plinio Marcos

PS. Este email será inserido como resposta ao Tópico CNJ definirá os trajes adequados para
entrar em Tribunais, do Forum Práticas Administrativas do Judiciário - Assessoria Jurídica
do site oficial do Conselho Nacional de Justiça.