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UNIVERSIDADE INDEPENDENTE DE ANGOLA

FACULDADE DE CIÊNCIAS DE ENGENHARIA E TECNOLOGIAS

(FCET)
CURSO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA

ENGENHARIA DO CONHECIMENTO

TRABALHO PRATICO

Luciano Tchicucuma
Lukeny Lucas
Mauro Lombo
Pedro Selo
Siliciano Jorge

Luanda – 2020
UNIVERSIDADE INDEPENDENTE DE ANGOLA
FACULDADE DE CIÊNCIASDE ENGENHARIA E TECNOLOGIAS
(FCET)

CURSO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA

ENGENHARIA DO CONHECIMENTO

TRABALHO PRATICO

Luciano Tchicucuma - 161130


Lukeny Lucas - 160532
Mauro Lombo - 160247
Pedro Selo - 160912
Siliciano Jorge - 160237

Professor/Orientador: Faustino Rodriguez

Turma C1
Curso: EI
5º Ano

Luanda - 2020
ÍNDICE
1. Introdução.............................................................................................................................. 1

2. Linguagens De Representação De Conhecimento ................................................................... 2

2.1. Rede Semântica .................................................................................................................. 2

2.2. Regras De Produção ........................................................................................................... 3

3. Conclusão .............................................................................................................................. 4

Bibliografia ....................................................................................................................................... 5
1. INTRODUÇÃO

O termo confeitaria é utilizado para descrever o tipo de gastronomia baseado no preparo


e decoração de diversos pratos doces como tortas, bolos, pudins e outros mais. A confeitaria
também é conhecida como doceria e dentro dela existem inúmeras áreas específicas de acordo
com o tipo de preparo, como por exemplo, as casas de chocolate. A confeitaria é
uma atividade gastronômica que existe entre os homens há muito tempo. Muitas das
sobremesas conhecidas hoje em dia são evoluções modernas de receitas antigas e muito comuns
em diferentes regiões do planeta.

A indústria do entretenimento (também chamada pela expressão da língua inglesa show


business, abreviado para show biz) refere-se a várias esferas que envolvem as artes
performáticas, de seu lado financeiro (incluindo empresários, produtores e distribuidores), ao
criativo (artistas, compositores e músicos, entre outros), passando também pelo estrutural
(cinema, televisão, teatro e música).

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2. LINGUAGENS DE REPRESENTAÇÃO DE
CONHECIMENTO

2.1. REDE SEMÂNTICA

Uma rede semântica é uma forma de representação do conhecimento definida como


um grafo direcionado no qual os vértices representam conceitos, e as arestas representam
relações semânticas entre os conceitos. Elas são consideradas uma forma comum de
um dicionário legível por uma máquina.
Tais redes envolvem o uso de associações semânticas flexíveis podem ser úteis para a
leitura humana. Um mapa mental pode ser considerado como uma variante de rede semântica.
Ao usar cores e figuras a ênfase está na geração de uma rede semântica que invoca a criatividade
humana. Apesar disso, uma grande diferença entre o mapa mental e a rede semântica é que a
estrutura do mapa mental é hierarquia, com os nós partindo de um ponto central. Diferente, na
rede semântica os nós podem ser conectados com quaisquer outros nós.
É cabível considerar os mapas mentais como uma forma variante livre de rede
semântica. As maiores diferenças é que aqueles são mais restritos na estrutura dos enlaces (é
necessariamente uma árvore com um nó central) porém são mais flexíveis quando a informação
aglutinada, permitindo além de palavras, cores e imagens.

Figura 1- Rede semântica de uma confeitaria

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2.2. REGRAS DE PRODUÇÃO

Um sistema de produção (ou sistema de regras de produção) é um programa de


computador, normalmente usado para fornecer alguma forma de inteligência artificial, que
consiste basicamente de um conjunto de regras sobre o comportamento. Estas regras, chamadas
de produções, são uma representação básica considerada útil no planejamento
automatizado, sistemas especialistas e seleção de ação. Um sistema de produção fornece o
mecanismo necessário para executar produções, a fim de atingir alguma meta para o sistema.
Produções consistem de duas partes: uma precondição sensorial (ou "se") e uma ação
(ou "então"). Se uma precondição de produção coincide com o estado atual do mundo, então é
dito que a produção foi desencadeada. Se a ação de uma produção é executada, é dito que ela
foi disparada.

Tabela 1- Regra de produção de uma agencia musical

R1 Se (agendar reunião com produtor) então R4


R2 Se (fazer a distribuição e lançamento) então música feita
R3 Se (iniciar a gravação) então R6
R4 Se (haver reunião de projecto) então R7
R5 Se (áudio estiver masterizado) então R2
R6 Se (fazer a edição de áudio) então R8
R7 Se (começar produção de música) então R10
R8 Se (fazer mixagem) então R5
R9 Se (tiver trilha guia para produção) então R11
R10 Se (escolher as composições) então R9
R11 Se (pré-produção estiver feita) então R3

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3. CONCLUSÃO

Podemos concluir que apesar de uma forma intuitiva e relativamente fácil de


representação de conhecimento, as redes semânticas são limitadas e podem ser reduzidas a
sentenças de lógica de 1º ordem. Um sistema de produção também contém um banco de dados,
às vezes chamado memória de trabalho, que mantém dados sobre o estado atual ou
conhecimento, e um interpretador de regras. O interpretador de regras deve fornecer um
mecanismo para priorizar produções quando mais de uma é desencadeada.

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BIBLIOGRAFIA

Brownston, L., Farrell R., Kant E. (1985). Programming Expert Systems in


OPS5 Reading, Massachusetts: Addison-Wesley.

Waterman, D.A., Hayes-Roth, F. (1978). Pattern-Directed Inference Systems New


York: Academic Press.

Klahr, D., Langley, P. and Neches, R. (1987). Production System Models of Learning
and Development. Cambridge, Mass.: The MIT Press