Relatorio Consubstanciado de Atividades
Relatorio Consubstanciado de Atividades
2
Introdução
O
presente
relatório
consubstanciado
de
atividades,
referente
ao
processo
avaliativo
do
pleito
de
promoção
do
docente
do
magistério
superior
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
à
classe
de
Professor
Associado
da
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciências
Humanas
da
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
está
estruturado
em
quatro
partes,
sucedidas
por
um
feixe
de
considerações
finais.
Na
primeira,
apresentam-‐se
informações
e
análise
sobre
as
atividades
de
ensino
superior
que
desenvolvi,
entre
2011
e
2019,
nos
níveis
de
graduação
e
de
pós-‐graduação,
na
UFMG.
Encontram-‐se
nesta
seção,
ainda,
os
dados
sobre
orientações
de
iniciação
científica,
monografias
de
graduação,
dissertações
de
mestrado
e
teses
de
doutorado
feitas
no
intervalo,
ademais
de
participações
em
bancas
de
qualificação
e
trabalhos
de
conclusão,
em
graduação
e
pós-‐graduação,
no
Brasil
e
no
exterior.
Na
segunda,
trato
de
enumerar
e
discutir
minhas
realizações,
no
campo
da
pesquisa
científica,
tanto
sob
a
forma
de
projetos
por
mim
coordenados
ou
integrados,
quanto
sob
as
diversas
modalidades
de
produção
tecnocientífica
especializada.
Estão
listados
neste
espaço,
portanto,
os
artigos
em
periódicos
acadêmicos,
livros
por
mim
organizados
ou
autorados,
capítulos
de
livro,
textos
em
anais
de
congressos,
pareceres
técnicos
emitidos,
dentre
outros,
assim
como
a
coordenação
de/participação
em
redes
interinstitucionais
de
pesquisas
e
os
prêmios
acadêmicos
e
reconhecimentos
formais
obtidos.
Na
terceira,
exponho
e
coloco
em
perspectiva
as
minhas
experiências
no
âmbito
da
extensão
universitária
&
engajamento
público,
em
termos
de
programas,
eventos
e
ações
tópicas.
Estão
abrigadas,
sob
essa
rubrica,
as
contribuições
com
projeto
de
extensão,
as
intervenções
no
debate
público,
em
artigos
de
opinião,
comunicações
em
mesas-‐redondas
e
entrevistas,
sobre
temas
de
relações
internacionais
e
política
exterior,
além
das
participações
em
bancas
de
concursos
e
demais
processos
seletivos
de
interesse
público.
3
Na
quarta
e
última,
agrupo
e
tento
dar
interpretação
e
sentido
às
funções
de
cunho
político-‐administrativo
que
a
mim
estiveram
confiadas
no
ciclo
de
oito
anos
que
ora
concluo.
Pretendo,
assim,
elencar
nesta
seção
as
minhas
representações
político-‐acadêmicas,
as
participações
em
comissões
e
grupos
de
trabalho
“ad
hoc”,
e
os
cargos
e
encargos
de
gestão
assumidos
no
período,
bem
como
a
atuação
junto
a
associações
científicas
nacionais
e
internacionais.
4
1.
Ensino
Superior
Minha
experiência
docente
na
UFMG
inicia-‐se
em
agosto
de
2011,
tão
logo
de
meu
empossamento
no
cargo
de
professor
adjunto.
Lecionei,
no
primeiro
ano,
disciplinas
no
Ciclo
Introdutório
às
Ciências
Humanas
(CICH),
sediado
na
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciências
Humanas
(FAFICH),
concebido
para
abastecer
os
cursos
de
graduação
de
toda
a
UFMG
com
classes
introdutórias
no
campo
das
humanidades.
Lembro-‐me
bem
das
dinâmicas
em
sala
de
aula,
novas
para
mim,
de
ensinar
estudantes
com
formações
tão
diversas
quanto
Engenharia
Civil
e
Fonoaudiologia.
Embora
já
acumulasse
alguma
rodagem
como
professor
do
magistério
superior,
o
estranhamento
de
conduzir
uma
disciplina
integral
para
não-‐iniciados
em
assuntos
de
filosofia,
sociologia,
história
e
política
foi
inevitável.
Concomitantemente,
também
lecionava
para
os
graduandos
de
Gestão
Pública,
curso
vinculado
ao
Departamento
de
Ciência
Política.
A
câmara
departamental
escalou-‐me,
logo
que
cheguei
à
UFMG,
para
uma
disciplina
obrigatória
sobre
Brasil
(política,
economia,
sociedade).
Foi
boa
oportunidade
para
o
recém-‐ingressado
docente
resgatar
parte
dos
textos
que
havia
lido,
alguns
anos
antes,
no
percurso
formativo
do
mestrado,
por
indicação
de
professores
que,
agora,
haviam
se
tornado
seus
colegas
departamentais.
Tenho
viva
memória
de
folhear
as
resenhas
que
produzira,
em
2004,
para
a
disciplina
de
Política
Brasileira,
cursada
no
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
da
UFMG,
com
a
professora
Vera
Alice
Cardoso
Silva,
hoje
aposentada,
atual
assessora
da
reitoria
nas
questões
de
recursos
humanos.
Na
sequência
dos
anos,
eu
voltei
a
ministrar
alguns
cursos,
sempre
optativos,
para
os
estudantes
de
Gestão
Pública,
sobre
diferentes
aspectos
das
relações
internacionais
e
da
governança
global,
visando
não
somente
a
ampliar
a
“visão
periférica”
do
aluno
sobre
o
mundo
ao
redor,
mas
também,
na
medida
do
possível,
instrumentá-‐lo
para
a
atividade
profissional.
Logo
em
2012,
no
primeiro
semestre,
foi-‐me
dada
a
chance
de
assumir
uma
turma
na
pós-‐graduação.
Aquele
era,
para
todos
os
efeitos,
um
arranjo
5
atípico:
com
apenas
seis
meses
de
Casa,
não
poderia
imaginar
que
me
seria
facultado
colaborar
com
aulas
para
os
mestrandos
e
doutorandos.
Eu
já
havia,
é
bem
verdade,
ministrado
um
curso,
como
colaborador,
aos
estudantes
do
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Relações
Internacionais
da
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais,
instituição
a
que
fui
vinculado
anteriormente.
De
toda
maneira,
o
desafio
era
considerável.
As
circunstâncias
foram-‐me
favoráveis,
dado
que
se
diagnosticava
uma
forte
demanda
reprimida,
entre
os
estudantes
pós-‐graduandos
da
Ciência
Política,
por
classes
na
área
de
política
internacional.
Como
eu
era,
àquele
momento,
o
único
docente
do
Departamento
com
formação
específica
nas
relações
internacionais,
estaria
habilitado,
em
tese,
para
o
papel.
O
curso
de
Política
Externa
Brasileira,
subcampo
a
que
havia
dedicado
o
meu
doutoramento,
teve
boa
procura
e
aceitação.
Desde
então,
uma
vez
por
ano,
tenho
podido
dialogar,
ao
longo
do
semestre
letivo,
com
os
pós-‐graduandos
do
Programa,
sobre
temas
de
pesquisa
tão
diversos
quanto
os
Novos
Regimes
Internacionais,
o
Pensamento
Internacional
Brasileiro
e
as
Relações
América
Latina/Ásia-‐Pacífico.
Uma
inovação
importante
que
implantamos
no
Programa
de
Pós-‐
Graduação
em
Ciência
Política,
a
partir
de
2016,
foi
a
oferta
sistemática
de
disciplinas
inteiramente
lecionadas
em
língua
inglesa.
Eu
pude
conduzir
dois
desses
cursos
(Regional
Politics
and
Foreign
Policy
e
Social
Theory
of
Foreign
Policy
Making),
além
de
colaborar
com
a
iniciativa
coletiva
da
disciplina
Brazilian
Politics
(hoje
inserida
no
ementário
da
pós-‐graduação),
a
cargo
de
um
conjunto
de
professores
da
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciência
Humanas.
O
saldo
dessa
ação
de
internacionalização
docente
tem
sido
a
transformação
das
salas
de
aula
em
ambientes
pedagógicos
verdadeiramente
multiculturais
e
multinacionais,
com
participação
de
estudantes
e
palestrantes
estrangeiros
que,
não
fosse
o
câmbio
idiomático,
estariam
privados
de
juntar-‐se
à
reflexão.
Além
disso,
fizemos,
em
múltiplas
ocasiões,
a
utilização
de
ferramentas
de
Ensino
a
Distância
(EaD),
especialmente
com
o
intuito
de
viabilizar
a
interação
acadêmica
com
convidados
dispersos
pelo
Brasil
e
pelo
mundo
–
Canadá,
China
(Taiwan),
Colômbia,
França,
Índia,
Japão,
Peru,
Uruguai,
dentre
outros.
6
Em
2012,
eu
também
inaugurei
minha
trajetória
docente
no
curso
de
graduação
de
Relações
Econômicas
Internacionais
(REI),
sediado
na
Faculdade
de
Ciências
Econômicas
da
UFMG.
Diferentemente
da
experiência
no
CICH,
eu
me
encontrava
diante
de
um
público
com
franca
inclinação
para
as
humanidades
e
altas
expectativas
em
relação
à
disciplina
que
iria
ministrar.
Constituí,
desde
o
princípio,
uma
excelente
relação
com
a
comunidade
de
REI,
tendo
sido,
mais
de
uma
vez,
homenageado
pelas
turmas
de
formandos.
Fui
incumbido
de
duas
disciplinas
obrigatórias
à
formação
do
discente:
Análise
Política
e
Instituições
e
Regimes
Internacionais.
No
âmbito
de
minha
trajetória,
também
tive
a
satisfação
de
cooperar
ativamente
com
o
colegiado
de
graduação
para
a
reforma
da
grade
curricular
de
2014,
no
tocante
aos
conteúdos
de
ciência
política
e
relações
internacionais.
Minha
estreia
como
professor
do
curso
de
graduação
em
Ciências
Sociais
dar-‐se-‐ia
apenas
em
2013,
no
primeiro
semestre,
quando
lecionei
uma
disciplina
optativa
de
Instituições
Internacionais.
Desde
então,
tornei-‐me
um
habitué
das
aulas
do
curso,
explorando,
sobretudo,
os
tópicos
de
Política
Externa
Brasileira
e
Relações
Internacionais
da
América
Latina.
Em
um
dos
experimentos
mais
interessantes
que
conduzi,
eu
ministrei,
no
segundo
semestre
de
2018,
uma
disciplina
sobre
a
geopolítica
do
conhecimento,
enfatizando
pensadores
contemporâneos
da
Sociologia,
da
Filosofia
e
da
Economia,
em
conexão
direta
com
as
minhas
atribuições
administrativas
na
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG.
Outra
ótima
vivência
em
sala
de
aula
esteve
relacionada
com
um
curso,
igualmente
experimental,
de
teoria
social
de
política
externa,
centrado
nas
obras
de
teóricos
sociais
contemporâneos
–
Foucault,
Elias,
Bourdieu,
Goffman.
Não
tenho
dúvida
de
que
a
graduação
de
Ciências
Sociais
constituiu-‐se,
nesses
oito
anos,
em
um
rico
laboratório
para
testar
e
reforçar/rejeitar
algumas
das
ideias
e
proposições
mais
importantes
da
minha
trajetória
acadêmica.
Em
suma,
no
decorrer
dos
últimos
oito
anos,
lecionei
em
3
diferentes
cursos
de
graduação
(Gestão
Pública,
Relações
Econômicas
Internacionais
e
Ciências
Sociais),
no
Ciclo
Introdutório
às
Ciências
Humanas
e
no
Programa
de
7
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
da
UFMG.
No
total,
foram
ministradas
por
mim
30
disciplinas,
sendo
22
na
graduação
e
8
na
pós-‐graduação
(7
integralmente
e
1
parcialmente).
Desse
universo,
23
(isto
é,
77%
das
ofertas
de
disciplinas)
foram
realizadas
apenas
uma
vez,
o
que
denota
o
esforço
constante
de
atualização
dos
conteúdos
e
de
evolução
com
a
minha
agenda
de
pesquisas.
***
Orientações
de
iniciação
científica,
monografia
de
graduação,
dissertação
de
mestrado
e
tese
de
doutorado
consomem
grade
parte
do
tempo
e
da
energia
de
um
professor
do
Departamento
de
Ciência
Política
da
UFMG,
dada
a
centralidade
de
que
as
pesquisas
desfrutam
naquele
espaço
institucional.
Ao
longo
desses
oito
anos
de
atividades,
tive
a
boa
fortuna
de
desenvolver,
juntamente
com
meus
orientandos,
uma
série
de
estudos
originais
–
alguns
dos
quais
dotados
de
efetiva
relevância
para
o
campo
–
numa
escala
crescente
de
produtividade,
o
que
pode
ser
mostrado
por
meio
do
gráfico
seguinte.
GRÁFICO
1:
Orientações
concluídas
8
produção
de
34
trabalhos
de
conclusão
de
curso,
assim
distribuídos:
7
teses
de
doutoramento
(2
concluídas,
5
ainda
em
andamento),
8
dissertações
de
mestrado
(6
concluídas,
2
ainda
em
andamento),
12
monografias
de
graduação
(todas
concluídas)
e
7
relatórios
finais
de
iniciação
científica
(todos
concluídos).
Em
5
desses
casos,
tratou-‐se
de
processo
de
co-‐orientação
(em
4
deles,
eu
fui
o
orientador
principal),
incluindo-‐se
nesse
bojo
3
co-‐orientadores
vinculados
a
universidades
estrangeiras
(Pierre
Vercauteren
[Université
Catholique
de
Louvain],
Yves
Schemeil
[Université
Grenoble
Alpes]
e
Jean
Daudelin
[Carleton
University]).
Um
elemento
que
me
alegra
é
essa
capacidade
que
os
orientandos
vêm
demonstrando
de
ganhar
o
mundo
e
conectar-‐se
com
os
melhores
parques
universitários
e
científicos.
Nos
últimos
anos,
3
de
meus
orientandos
de
pós-‐
graduação
realizaram
estágios
no
doutorado-‐sanduíche
no
exterior
(em
Canadá,
França
e
Alemanha)
e
1
deles
cursa
doutorado
em
regime
de
cotutela
com
a
Université
Catholique
de
Louvain,
na
Bélgica.
Outros
2
preparam-‐se,
correntemente,
para
a
experiência
internacional.
Nesses
processos
de
orientação,
a
produção
conjunta
de
orientador
e
orientando
transformou-‐se
com
frequência
em
publicação.
Para
o
período
em
exame,
contabilizam-‐se
4
artigos
(Qualis
A1/2
e
B1
na
área),
2
capítulos
de
livro
e
6
textos
completos
em
anais
de
congresso
derivados
de
dissertações
e
teses
sob
a
minha
supervisão,
em
diferentes
coautorias.
Em
acréscimo,
2
orientandos
de
mestrado
tiveram
a
qualidade
de
seus
trabalhos
reconhecida
pela
Associação
Nacional
de
Pós-‐Graduação
e
Pesquisa
em
Ciências
Sociais
(Anpocs),
recebendo
menção
honrosa
por
seus
pôsteres.
Outra
métrica
importante
parece-‐me
ser
a
boa
colocação
profissional
dos
orientandos
de
doutorado:
entre
eles,
já
há
3
professores
universitários
(em
UNILA,
Universidade
Federal
de
Sergipe
e
IBMEC-‐
MG)
e
1
diplomata
(nacional
da
Macedônia
do
Norte,
lotada
em
Bruxelas).
Finalmente,
no
somatório
dos
oito
anos,
participei
de
53
(cinquenta
e
três)
bancas
de
defesa
de
trabalho
acadêmico
–
7
de
monografia,
4
de
qualificação
de
mestrado,
13
de
qualificação
de
doutorado,
22
de
dissertação
de
9
mestrado
e
7
de
tese
de
doutorado.
Compete
mencionar,
como
indicador
de
articulação
em
rede,
as
participações
em
bancas
de
qualificação,
de
defesa
de
dissertação
e
de
tese
fora
da
UFMG.
Ao
todo,
foram
25
presenças,
em
algumas
das
mais
importantes
IES
do
Brasil
na
área
de
Ciência
Política
e
Relações
Internacionais
(USP,
Unicamp,
Unesp,
UERJ,
Escola
do
Comando
e
Estado
Maior
do
Exército,
PUC
SP,
PUC
Minas
e
UFPE)
e
na
Université
Catholique
de
Louvain
(Bélgica).
***
Apêndice
da
seção
1:
inventário
de
atividades
e
produções
1.1.
Disciplinas
ministradas
em
graduação
e
pós-‐graduação
entre
2011
e
2019
Ensino,
Gestão
Pública,
Nível:
Graduação
Disciplinas
ministradas:
1.
Política,
Economia
e
Sociedade
no
Brasil
2.
Política
Internacional:
Governança
Global
3.
Tópicos
em
Política
Internacional:
Política
Externa
Brasileira
4.
Política
Internacional:
Atores,
Temas,
Regiões
Ensino,
Ciclo
Introdutório
às
Ciências
Humanas
(CICH),
Nível:
Graduação
Disciplinas
ministradas:
1.
Introdução
ao
Pensamento
Político
Clássico
2.
Estado
Moderno
e
Capitalismo
Ensino,
Ciências
Sociais,
Nível:
Graduação
Disciplinas
ministradas:
1.
Tópicos
em
Política:
Instituições
Internacionais
2.
Tópicos
em
Política:
Política
Externa
e
Demandas
Sociais
na
América
Latina
3.
Tópicos
em
Política:
Política
Externa
e
Democracia
no
Brasil
4.
Tópicos
em
Política:
Teoria
Social
da
Politica
Externa:
Leituras
Tópicas
em
Foucault,
Elias,
Goffman
e
Bourdieu
5.
Tópicos
em
Política:
A
Geopolítica
do
Conhecimento
6.
Tópicos
em
Política:
Política
Externa
Brasileira
Ensino,
Relações
Econômicas
Internacionais,
Nível:
Graduação
Disciplinas
ministradas:
1.
Introdução
à
Análise
Política
2.
Introdução
ao
Estudo
dos
Sistemas
Internacionais
3.
Instituições
e
Regimes
Internacionais
Ensino,
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política,
Nível:
Pós-‐Graduação
Disciplinas
ministradas:
1.
Democracia
Global
e
Instituições
Internacionais
2.
Política
Externa
Brasileira
3.
Tópicos
Especiais
em
Teoria
e
Análise
Política:
A
Inserção
Internacional
dos
Países
10
Intermediários
4.
Tópicos
Especiais
em
Teoria
e
Análise
Política:
Os
Novos
Regimes
Internacionais
5.
Tópicos
Especiais
em
Teoria
e
Análise
Política:
Pensamento
Internacional
Brasileiro
6.
Tópicos
Especiais
em
Teoria
e
Análise
Política:
Regional
Politics
and
Foreign
Policy:
Asia-‐Pacific
and
Latin
America
Compared
7.
Tópicos
Especiais
em
Teoria
e
Análise
Política:
Social
Theory
of
Foreign
Policy
Making:
A
Body
of
Evidence
from
Asia,
Europe,
and
the
Americas
8.
Tópicos
Especiais
em
Teoria
e
Análise
Política:
Brazilian
Politics
(parcialmente)
1.2.
Orientações
de
iniciação
científica,
monografia
de
graduação,
dissertação
de
mestrado
e
tese
de
doutorado,
concluídas
ou
em
andamento,
entre
2011
e
2019
Tese
de
doutorado
1.
Julijana
Nicha
Andrade.
Global
Trends
and
Strategies
for
International
Governance:
the
Role
of
Cities
in
the
Implementation
of
the
Sustainable
Development
Agenda.
Início:
2018.
Tese
(Doutorado
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
(Orientador).
2.
Jéssica
Silva
Fernandes.
As
OIs
como
formuladoras
de
políticas
públicas
internacionais:
a
UNESCO
e
a
OMS
na
difusão
da
Educação
e
Saúde
internacional.
Início:
2016.
Tese
(Doutorado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
(Orientador).
3.
Enrique
Carlos
Natalino.
O
Pensamento
Internacional
e
a
Diplomacia
Presidencial
de
Fernando
Henrique
Cardoso.
Início:
2016.
Tese
(Doutorado
em
Programa
de
Pós-‐
graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
(Orientador).
4.
Mario
Schettino
Valente.
Uma
teoria
para
inflexões
na
Política
Externa
Brasileira
na
Nova
República
(1988-‐2014).
Início:
2015.
Tese
(Doutorado
em
Programa
de
Pós-‐
graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
(Orientador).
5.
João
Paulo
Ferraz
Oliveira.
A
participação
das
organizações
intergovernamentais
no
processo
de
proteção
democrática:
os
casos
da
Organização
dos
Estados
Americanos
e
da
União
Europeia.
Início:
2015.
Tese
(Doutorado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
(Orientador).
6.
Lucas
Ribeiro
Mesquita.
Representação,
democracia
e
política
externa:
a
participação
social
como
indutora
de
mudanças
na
política
externa?.
2016.
Tese
(Doutorado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
7.
Mariana
Pimenta
Oliveira
Baccarini.
A
reforma
do
Conselho
de
Segurança
das
Nações
Unidas:
uma
questão
institucional.
2014.
Tese
(Doutorado
em
Programa
de
Pós-‐
graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
.
Coorientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
Dissertação
de
mestrado
1.
Yulieth
Stefani
Martínez
Villalba.
..
Início:
2018.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
Conselho
Nacional
de
Pesquisa
e
Desenvolvimento.
(Orientador).
11
2.
Luana
Figueiredo
Juncal.
ESTUDO
COMPARADO
SOBRE
AS
ESTRATÉGIAS
DE
POLÍTICA
EXTERNA
E
AS
POSIÇÕES
NACIONAIS
DA
ÁFRICA
DO
SUL,
BRASIL,
CHINA
E
ÍNDIA
NO
REGIME
CLIMÁTICO
INTERNACIONAL.
Início:
2017.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
(Orientador).
3.
Thales
Leonardo
de
Carvalho.
A
'virada
à
esquerda'
e
as
políticas
de
defesa
e
políticas
externas
de
segurança
na
América
Latina:
um
estudo
comparativo
de
16
mandatos
locais.
2018.
Dissertação
(Mestrado
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
4.
Gabriel
Campos
Fernandino.
Transição
de
regime
e
política
externa:
uma
comparação
entre
os
casos
argentino
e
brasileiro
na
redemocratização.
2017.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
5.
Gianluca
Elia.
A
cooperação
brasileira
para
o
desenvolvimento
do
setor
agrícola
africano:
segurança
alimentar
e
nutricional
e
agronegócio
em
Moçambique.
2017.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
6.
Mario
Schettino
Valente.
O
escrito
e
o
não
escrito:
uma
sociologia
política
dos
princípios
conformadores
e
das
normas
programáticas
da
Política
Externa
Brasileira
na
Constituição
Federal
de
1988.
2015.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐
graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
7.
Jéssica
Silva
Fernandes.
A
projeção
de
poder
estatal
e
a
transnacionalização
de
interesses:
uma
análise
da
atuação
dos
Estados
Unidos
na
Unesco.
2015.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
8.
João
Paulo
Ferraz
Oliveira.
O
Conselho
de
Cooperação
do
Golfo
e
sua
atuação
na
manutenção
do
status
quo
na
Primavera
Árabe.
2013.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
Trabalho
de
conclusão
de
curso
de
graduação
1.
Elisa
Régis
Dinelli.
Contribuições
para
o
estudo
das
relações
internacionais
na
América
Latina
e
os
padrões
da
política
externa
das
maiores
democracias
do
continente.
2017.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Relações
Econômicas
Internacionais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
2.
Caio
César
Soares.
.Simultâneos
e
contemporâneos?
Política
externa,
sociedade
civil
e
democracia
na
América
do
Sul:
casos
Brasil
e
Bolívia.
2016.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
3.
João
Paulo
Furtado.
Mercosul
e
Unasul:
uma
coexistência
é
possível?.
2016.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
12
4.
Gustavo
Silva
de
Mattos.
O
elemento
democrático
na
política
externa
do
Paraguai
de
Fernando
Lugo
e
os
custos
da
revisão
dos
termos
na
interdependência
com
o
Brasil.
2016.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
5.
Henrique
Miranda
Figueiredo.
Representação
regional
da
diplomacia
brasileira:
análise
geográfica
da
coorte
de
novos
diplomatas
brasileiros
(2005-‐2014).
2015.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Relações
Econômicas
Internacionais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
6.
Ana
Flávia
Good
God.
Democracia
e
Organizações
Regionais.
2015.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Relações
Econômicas
Internacionais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
7.
Cristina
Camila
Teles
Saldanha.
A
incorporação
de
atores
não
estatais
ao
processo
decisório
global.
2015.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Gestão
Pública)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
8.
Luan
da
Rocha
Guerra.
Luiz
Alberto
Moniz
Bandeira
e
política
externa:
vida
e
obra.
2015.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
9.
Mara
Dutra
Leite.
A
Efetividade
do
Acordo
sobre
Residência
para
Nacionais
dos
Estados
Partes
do
Mercado
Comum
do
Sul
-‐
MERCOSUL,
Bolívia
e
Chile.
2014.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
10.
Luíza
Ribeiro
Fagundes.
Refugiados
brasileiros
no
século
XXI:
por
que
cidadãos
de
um
país
democrático
solicitam
a
proteção
de
outro
Estado?.
2014.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Relações
Econômicas
Internacionais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
11.
André
Alves
Fernandes.
.A
política
externa
brasileira
na
atualidade:
democrática
ou
democraticamente
orientada?.
2013.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Gestão
Pública)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
12.
Nathália
França
Figuerêdo
Porto.
Xenofobia
à
brasileira:
a
crescente
aversão
da
sociedade
civil
brasileira
à
presença
de
populações
estrangeiras.
2012.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso.
(Graduação
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
Iniciação
científica
1.
Julia
Carneiro.
..
2016.
Iniciação
Científica.
(Graduando
em
Relações
Econômicas
Internacionais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
Conselho
Nacional
de
Desenvolvimento
Científico
e
Tecnológico.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
2.
Elisa
Régis
Dinelli.
..
2015.
Iniciação
Científica.
(Graduando
em
Relações
Econômicas
Internacionais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
Conselho
Nacional
de
Desenvolvimento
Científico
e
Tecnológico.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
13
3.
Amanda
Soares
de
Faria.
..
2014.
Iniciação
Científica.
(Graduando
em
Relações
Econômicas
Internacionais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
4.
Clara
Silberschneider.
..
2013.
Iniciação
Científica.
(Graduando
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
5.
Mariana
Miranda
Rodrigues.
..
2013.
Iniciação
Científica.
(Graduando
em
Relações
Econômicas
Internacionais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
6.
Nikolas
Passos.
..
2013.
Iniciação
Científica.
(Graduando
em
Relações
Econômicas
Internacionais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
7.
Aline
Roberta
Belém
Lopes.
..
2012.
Iniciação
Científica.
(Graduando
em
Letras)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
Fundação
de
Amparo
à
Pesquisa
do
Estado
de
Minas
Gerais.
Orientador:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes.
1.3.
Participação
em
bancas
de
qualificação
e
trabalhos
de
conclusão
entre
2011
e
2019
Mestrado
1.
SALIBA,
Aziz
Tuffi;
PALCHETTI,
P.;
BELÉM
LOPES,
D.;
FERES,
M..
Participação
em
banca
de
Bruno
de
Oliveira
Biazatti.
Plea-‐Bargaining
and
Sentencing
at
International
Criminal
Courts.
2019.
Dissertação
(Mestrado
em
Direito)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
2.
BELÉM
LOPES,
D.;
ROCHA,
A.
J.
R.;
MELO,
C.R..
Participação
em
banca
de
Thales
Leonardo
Carvalho.
A
"virada
à
esquerda"
e
as
políticas
de
defesa
e
políticas
externas
relacionadas
à
segurança
na
América
Latina:
um
estudo
comparativo
de
16
mandatos
presidenciais.
2018.
Dissertação
(Mestrado
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
3.
MARIANO,
K.
P.;
LÓPEZ
BURIAN,
C.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
André
Leite
Araujo.
Deliberação
de
atos
internacionais
pelo
Congresso
Nacional
brasileiro:
a
tramitação
do
ingresso
da
Venezuela
no
Mercosul
entre
2007
e
2009.
2018.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais
(Unesp/Unicamp/Puc-‐Sp))
-‐
Universidade
Estadual
Paulista
Júlio
de
Mesquita
Filho.
4.
MEYER,
E.;
BELÉM
LOPES,
D.;
CATTONI,
M..
Participação
em
banca
de
Vanuza
Nunes.
Burocracias
diplomáticas
em
ditaduras
entrelaçadas:
Brasil
e
Argentina.
2018.
Dissertação
(Mestrado
em
Direito)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
5.
BELÉM
LOPES,
DAWISSON;
VADELL,
J.;
GUIMARAES,
J..
Participação
em
banca
de
Gabriel
Campos
Fernandino.
Transição
de
regime
político
e
política
externa:
uma
comparação
entre
os
casos
argentino
e
brasileiro
na
redemocratização.
2017.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
6.
BELÉM
LOPES,
D.;
DALGAARD,
K.;
FARIA,
C.
A.
P.;
MACHADO,
J.
A..
Participação
em
banca
de
Gianluca
Elia.
A
cooperação
brasileira
para
o
desenvolvimento
do
setor
14
agrícola
africano:
segurança
alimentar
e
nutricional
e
agronegócio
em
Moçambique.
2017.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
7.
MENDES,
C.
G.;
BELÉM
LOPES,
D.;
DULCI,
O..
Participação
em
banca
de
Wagner
Martins
dos
Santos.
O
governo
de
George
W.
Bush
e
a
construção
do
inimigo:
uma
análise
pós-‐estruturalista.
2016.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
8.
ANASTASIA,
M.
F.
J.;
PINHEIRO,
L.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Aurélia
Nicolau
do
Carmo
Teixeira
Neves.
O
consenso
sobre
a
noção
de
'equidistância
pragmática'
e
a
política
de
desenvolvimento
de
Vargas
(1935-‐42).
2016.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
9.
MEDEIROS,
M.;
GOMES,
I.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Rafael
Mesquita
de
Souza
Lima.
A
identidade
internacional
do
Brasil
emergente
no
discurso
do
governo
e
da
imprensa.
2015.
Dissertação
(Mestrado
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Pernambuco.
10.
TELLES,
H.;
TORCAL,
M.;
YOUNG,
A.
N.
A.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Aline
Burni
Pereira
Gomes.
Extrema-‐direita
e
os
'perdedores
da
globalização':
preditores
do
voto
em
Marine
Le
Pen
nas
presidenciais
de
2012.
2015.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
11.
SOUZA,
M.;
CAMPOS,
T.
L.
C.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Fernando
Mandinga
da
Fonseca.
Cooperação
internacional
para
o
desenvolvimento:
panorama
dos
projetos
de
cooperação
realizados
por
Portugal
e
pelo
Brasil
com
a
Guiné-‐Bissau.
2015.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
12.
ANASTASIA,
M.
F.
J.;
DULCI,
O.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Alfredo
Juan
Guevara
Martínez.
O
processo
decisório
do
Cuban
Adjustment
Act:
variações
de
contexto
e
manutenção
da
lei
(1966
a
2014).
2015.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
13.
BELÉM
LOPES,
D.;
PEREIRA,
A.
E.;
MACHADO,
J.
A..
Participação
em
banca
de
Jéssica
Silva
Fernandes.
A
projeção
de
poder
estatal
e
a
transnacionalização
de
interesses:
uma
análise
da
atuação
dos
Estados
Unidos
na
Unesco.
2015.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
14.
BELÉM
LOPES,
D.;
CASARÕES,
G.;
SANTOS,
M.
L..
Participação
em
banca
de
Mario
Schettino
Valente.
O
escrito
e
o
não
escrito:
uma
sociologia
política
dos
princípios
conformadores
e
das
normas
programáticas
da
Política
Externa
Brasileira
na
Constituição
Federal
de
1988.
2015.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐
graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
15.
FARIA,
Carlos
Aurélio
P.;
BELÉM
LOPES,
D.;
ZAHREDDINE,
D..
Participação
em
banca
de
Raquel
Queiroz
de
Souza.
O
Itamaraty
e
os
chanceleres
não
diplomatas
do
período
pós-‐1964:
expertise,
ethos
corporativo
e
insulamento
burocrático
na
produção
da
política
externa
brasileira.
2013.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
15
16.
AMARAL,
E.
F.;
KIWONGHI,
S.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Pedro
Andrade
Matos.
Cooperação
técnica
internacional
como
forma
de
difusão
de
políticas
públicas:
um
estudo
de
caso
entre
Brasil
e
Cabo
Verde.
2013.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
17.
VELASCO
E
CRUZ,
S.;
BELÉM
LOPES,
D.;
MANDUCA,
P.
C.
S..
Participação
em
banca
de
Lucas
Ribeiro
Mesquita.
Itamaraty,
partidos
políticos
e
política
externa
brasileira:
institucionalização
de
projetos
partidários
nos
governos
FHC
e
Lula.
2013.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Estadual
de
Campinas.
18.
BELÉM
LOPES,
D.;
GUIMARÃES,
F.
S.;
REIS,
B.
P.
W..
Participação
em
banca
de
João
Paulo
Ferraz
Oliveira.
O
Conselho
de
Cooperação
do
Golfo
e
sua
atuação
na
manutenção
do
status
quo
na
Primavera
Árabe.
2013.
Dissertação
(Mestrado
em
Programa
de
Pós-‐
graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
19.
FARIA,
C.
A.
P.;
BELÉM
LOPES,
D.;
ZAHREDDINE,
D.;
PIRES,
T.
M.
C.
C..
Participação
em
banca
de
Letícia
Diniz
Ribas.
Diplomacia
presidencial,
mídia
e
opinião
pública:
a
cobertura
da
Folha
de
[Link]
sobre
as
viagens
internacionais
de
FHC
e
Lula.
2012.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
20.
CAMPOS,
T.
L.
C.;
BELÉM
LOPES,
D.;
FARIA,
C.
A.
P..
Participação
em
banca
de
Anita
Zonichenn
Matos.
Coalizões
de
potências
médias
no
sistema
internacional:
um
estudo
acerca
da
estratégia
utilizada
pelo
Fórum
IBAS.
2012.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
21.
MENDES,
C.
G.;
SEABRA,
S.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Maria
Gabriela
Araújo
Diniz.
A
tensão
entre
os
conceitos
de
soberania
e
intervenção
humanitária
nos
discursos
do
ex-‐secretário-‐geral
da
ONU
Boutros
Boutros-‐Ghali.
2011.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
22.
VELASCO
E
CRUZ,
S.;
MIYAMOTO,
S.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Guilherme
Stolle
Paixão
e
Casarões.
As
três
camadas
da
política
externa
do
governo
Collor:
poder,
legitimidade
e
dissonância.
2011.
Dissertação
(Mestrado
em
Relações
Internacionais)
-‐
Universidade
Estadual
de
Campinas.
Teses
de
doutorado
1.
FREITAS,
R.
S.;
HERNANDEZ,
M.;
DULCI,
O.;
REIS,
B.
P.
W.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Luana
Hordones
Chaves.
A
ONU
em
face
do
relativismo
cultural:
a
atuação
do
Alto
Comissário
das
Nações
Unidas
para
os
Direitos
Humanos
(ACNUDH)
e
seu
Escritório
(EACNUDH)
em
países
muçulmanos.
2016.
Tese
(Doutorado
em
Sociologia)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
2.
FARIA,
Carlos
Aurélio
P.;
BELÉM
LOPES,
D.;
COELHO,
D.
B.;
VADELL,
J.;
CAMPOS,
T.
L.
C..
Participação
em
banca
de
Carlos
Alberto
Sá
Resin.
A
Comissão
Econômica
para
a
América
Latina
-‐
CEPAL:
Análise
da
Difusão
de
Ideias
e
da
Transferência
de
Políticas
Públicas
para
o
Brasil
(1949-‐1959).
2016.
Tese
(Doutorado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
16
3.
MENDES,
C.
G.;
GOMES,
A.
T.;
BELÉM
LOPES,
D.;
DINIZ,
E.;
DULCI,
O..
Participação
em
banca
de
Carolina
Dantas
Nogueira.
Democratizando
um
Império:
A
Tentativa
de
Reorientação
Política
da
Terra
do
Sol
Nascente.
2016.
Tese
(Doutorado
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
4.
BELÉM
LOPES,
D.;
LÓPEZ
BURIAN,
C.;
FARIA,
C.
A.
P.;
CIMINI,
F.;
GOMES,
M.
A..
Participação
em
banca
de
Lucas
Ribeiro
Mesquita.
Representação,
democracia
e
política
externa:
a
participação
social
como
indutora
de
mudanças
na
política
externa?.
2016.
Tese
(Doutorado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
5.
KOERNER,
A.;
BELÉM
LOPES,
D.;
REIS,
R.
R.;
VILLA,
R.
D.;
MANDUCA,
P.
C.
S..
Participação
em
banca
de
Matheus
de
Carvalho
Hernandez.
O
Alto
Comissário
das
Nações
Unidas
para
Direitos
Humanos
e
seu
Escritório:
Criação
e
Desenvolvimento
Institucional
(1994-‐2014).
2015.
Tese
(Doutorado
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Estadual
de
Campinas.
6.
REIS,
B.
P.
W.;
BELÉM
LOPES,
D.;
HERZ,
M.;
DINIZ,
E.;
MITRE,
A.;
SANTOS,
M.
L..
Participação
em
banca
de
Mariana
Pimenta
Oliveira
Baccarini.
A
reforma
do
Conselho
de
Segurança
das
Nações
Unidas:
uma
questão
institucional.
2014.
Tese
(Doutorado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
7.
ANASTASIA,
M.
F.
J.;
DINIZ,
E.;
SANTOS,
F.G.;
CASTRO,
M.
M.
M.
de;
REIS,
B.
P.
W.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Shênia
Kellen
de
Lima.
O
processo
decisório
em
torno
do
fechamento
e
do
realinhamento
de
bases
militares
domésticas
dos
Estados
Unidos:
o
comportamento
dos
deputados
e
a
re-‐eleição.
2012.
Tese
(Doutorado
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Qualificações
de
Doutorado
1.
BELÉM
LOPES,
D.;
DAUDELIN,
J.;
CASARÕES,
G.;
NUNES,
F..
Participação
em
banca
de
Mario
Schettino
Valente.
Política
externa
e
desenvolvimento
na
Nova
República:
os
efeitos
da
política
externa
sobre
comércio
exterior
e
investimento
estrangeiro
direto
entre
1988
e
2014.
2018.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
2.
BELÉM
LOPES,
D.;
VERCAUTEREN,
P.;
DALGAARD,
K.;
AL-‐CHALAAL,
A.;
VERJANS,
P..
Participação
em
banca
de
João
Paulo
Ferraz
Oliveira.
The
international
governance
of
democracy
protection:
Organization
of
American
States
and
European
Union
compared.
2018.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Ciência
Política
e
Relações
Internacionais)
-‐
Université
Catholique
de
Louvain.
3.
BELÉM
LOPES,
D.;
VERCAUTEREN,
P.;
REIS,
B.
P.
W.;
CIMINI,
F..
Participação
em
banca
de
João
Paulo
Ferraz
Oliveira.
The
international
governance
of
democracy
protection:
Organization
of
American
States
and
the
European
Union
compared.
2018.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
4.
FREITAS,
R.
S.;
BELÉM
LOPES,
D.;
ARDILA
PINTO,
A.
M..
Participação
em
banca
de
Mariana
Augusto.
Terroristas
do
Brasil
e
América
Latina.
2018.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Sociologia)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
17
5.
MEDEIROS,
M.;
STEINER,
A.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Felipe
Ferreira
de
Oliveira
Rocha.
Comparando
agendas
diplomáticas:
ênfases
temáticas
de
presidentes
e
de
chanceleres
brasileiros
(1995-‐2016).
2018.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Pernambuco.
6.
SOUZA,
M.;
ANASTASIA,
M.
F.
J.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Mateus
Santos
da
Silva.
A
política
externa
brasileira
para
mudanças
climáticas:
agendas
ambientais
distintas
ou
processos
de
uma
mesma
política
governamental?.
2017.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
7.
BELÉM
LOPES,
D.;
CIMINI,
F.;
MENDONCA,
R.
F..
Participação
em
banca
de
Lucas
Ribeiro
Mesquita.
Representação,
democracia
e
política
externa:
legitimidade
democrática
via
participação
social.
2016.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
8.
ANASTASIA,
M.
F.
J.;
DINIZ,
E.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Christopher
Bahia
Mendonça.
Presidência
institucional
e
política
exterior:
um
estudos
sobre
as
assessorias
presidenciais
para
assuntos
de
política
externa
no
Brasil
e
nos
Estados
Unidos.
2016.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
9.
PINHEIRO,
L.;
LYNCH,
C.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
João
Henrique
Catraio
Monteiro
Aguiar.
Harmonia
na
Transição:
sustentação
de
mudança
paradigmática
no
período
da
Política
Externa
Independente
(1961-‐1964).
2016.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
CIÊNCIA
POLÍTICA)
-‐
Universidade
do
Estado
do
Rio
de
Janeiro.
10.
MENDES,
C.
G.;
BELÉM
LOPES,
D.;
DULCI,
O..
Participação
em
banca
de
Carolina
Dantas
Nogueira.
Democratizando
um
Império:
a
tentativa
de
reorientação
política
da
Terra
do
Sol
Nascente.
2015.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Relações
Internacionais:
Política
Internacional)
-‐
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
11.
MIGON,
E.;
VAZ,
C.;
BELÉM
LOPES,
D.;
COELHO,
C.
F.
S..
Participação
em
banca
de
Rafael
Soares
Pinheiro
da
Cunha.
70
anos
de
Nações
Unidas:
reformando
o
Conselho
de
Segurança
baseado
na
representatividade
regional
e
no
poder
nacional
dos
Estados-‐
membros.
2015.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciências
Militares)
-‐
Escola
de
Comando
e
Estado-‐Maior
do
Exército.
12.
REIS,
B.
P.
W.;
BELÉM
LOPES,
D.;
SALIBA,
A.
T.;
SANTOS,
M.
L..
Participação
em
banca
de
Mariana
Pimenta
Oliveira
Baccarini.
A
reforma
do
Conselho
de
Segurança
das
Nações
Unidas:
uma
questão
institucional.
2013.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
13.
ANASTASIA,
F.;
DINIZ,
E.;
BELÉM
LOPES,
D.;
CASTRO,
M.
M.
M.
de.
Participação
em
banca
de
Shênia
Kellen
de
Lima.
A
reeleição
dos
congressistas
e
o
processo
de
fechamento
e
realinhamento
de
bases
militares
dos
Estados
Unidos.
2012.
Exame
de
qualificação
(Doutorando
em
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Qualificações
de
Mestrado
18
1.
SALIBA,
A.
T.;
BELÉM
LOPES,
D.;
LIMA,
L..
Participação
em
banca
de
Joana
de
Andrade
Pacheco.
O
regime
de
cooperação
do
Tribunal
Penal
Internacional:
desafios
e
fortalecimento
da
cooperação
na
detenção
e
entrega
dos
acusados.
2019.
Exame
de
qualificação
(Mestrando
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
2.
SALIBA,
A.T.;
BELÉM
LOPES,
D.;
LIMA,
L..
Participação
em
banca
de
Bernardo
Mageste
Castelar
Campos.
As
organizações
regionais
e
a
proibição
do
uso
da
força
pelo
Direito
Internacional.
2018.
Exame
de
qualificação
(Mestrando
em
Direito)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
3.
MARIANO,
K.
P.;
MELLO,
F.
C.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
André
Leite
Araujo.
Aprovação
de
atos
internacionais
pelo
Congresso
Nacional
brasileiro:
a
tramitação
do
ingresso
da
Venezuela
no
Mercosul
entre
2007
e
2009.
2017.
Exame
de
qualificação
(Mestrando
em
Relações
Internacionais
(Unesp/Unicamp/Puc-‐Sp))
-‐
Universidade
Estadual
Paulista
Júlio
de
Mesquita
Filho.
4.
MEDEIROS,
M.;
GOMES,
I.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Rafael
Mesquita
de
Souza
Lima.
Premissas
de
periferia
X
premissas
de
potência:
conflitos
identitários
do
Brasil
emergente.
2014.
Exame
de
qualificação
(Mestrando
em
Ciência
Política)
-‐
Universidade
Federal
de
Pernambuco.
Trabalhos
de
conclusão
de
curso
de
graduação
1.
ANDRADE,
K.
V.;
BELÉM
LOPES,
D.;
VARGAS,
E.
V..
Participação
em
banca
de
Gustavo
Campos
Roedel.
Nas
ruínas
do
Estado:
fricções
criativas
em
dois
contextos
sul-‐
americanos.
2018.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso
(Graduação
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
2.
SALIBA,
Aziz
Tuffi;
SOLLERO,
B.
T.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Mariana
Rodrigues
Leite
[Link]
captus,
bene
detentus
e
o
direito
à
devida
prisão
legal.
2018.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso
(Graduação
em
Direito)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
3.
REIS,
B.
P.
W.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Florencia
[Link]
brechas
do
Estado-‐nação:
jurisdições
de
sigilo,
multilateralismo
e
democracia.
2018.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso
(Graduação
em
Abi
-‐
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
4.
REIS,
B.
P.
W.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Luany
Rodrigues
[Link]ítica
externa
brasileira
e
BRICS:
continuidade
ou
ruptura?.
2017.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso
(Graduação
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
5.
SALIBA,
A.T.;
BELÉM
LOPES,
D.;
CANEDO,
C.
A..
Participação
em
banca
de
Thiago
Resende
Xavier.A
participação
do
Poder
Judiciário
brasileiro
na
política
externa
do
País
em
matéria
de
direitos
humanos:
uma
análise
das
condenações
sofridas
pelo
Brasil
perante
a
Corte
Interamericana
de
Direitos
Humanos.
2014.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso
(Graduação
em
Direito)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
6.
BRANDÃO,
P.
C.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Bruno
Rodrigues
Teixeira.O
The
New
York
Times
e
a
política
externa
americana
para
a
Argentina:
a
influência
da
cobertura
do
jornal
sobre
as
relações
entre
Estados
Unidos
e
Argentina
(1945/1947).
2013.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso
(Graduação
em
História)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
19
7.
FROTA,
M.
G.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
Lucas
de
Brito
Hill.
A
Convenção
dos
Direitos
da
Criança
em
Israel:
democracia,
direitos
humanos
e
implementação.
2013.
Trabalho
de
Conclusão
de
Curso
(Graduação
em
Ciências
Sociais)
-‐
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
20
2.
Pesquisa
Científica
No
decorrer
dos
oito
anos
em
exame,
minhas
atividades
de
pesquisa
estiveram
concentradas
em
duas
agendas
principais,
a
saber:
a)
as
instituições
internacionais
e
seus
processos,
com
especial
ênfase
nas
dinâmicas
de
democratização
global
e
em
seus
correlatos
no
interior
de
organizações
internacionais
multilaterais
e
regionais;
e
b)
a
análise
de
política
externa,
sobretudo
a
brasileira,
de
uma
perspectiva
tanto
histórica
quanto
sociológica,
e
também
as
políticas
exteriores
dos
países
da
América
Latina
e
da
Bacia
do
Pacífico,
em
bases
comparativas.
As
duas
agendas
de
pesquisa
desenvolveram-‐se
em
paralelo
e,
em
alguns
momentos,
cruzaram-‐se
e
retroalimentaram-‐se.
Um
tópico
de
intersecção
tem
sido
a
participação
do
Brasil,
dos
países
latino-‐
americanos
e
das
chamadas
potências
médias
nas
instituições
internacionais,
sejam
as
de
composição
global,
sejam
as
regionais.
No
que
toca
à
agenda
sobre
instituições
internacionais,
um
marco
fundante
é
a
publicação,
em
2012,
do
livro
A
ONU
entre
o
passado
e
o
futuro:
a
política
da
autoridade,
versão
revista,
atualizada
e
ampliada
de
minha
dissertação
de
mestrado,
com
prefácio
do
embaixador
Gelson
Fonseca
Jr.
(Editora
Appris).
Na
obra,
ofereço
o
argumento
de
que,
a
despeito
do
descrédito
popular
sobre
ela
incidente,
acentuado
pelos
juízos
pouco
benevolentes
dos
meios
de
imprensa
e
da
academia,
a
ONU
fizera
trajetória
sólida
e
ascendente
ao
longo
dos
(então)
quase
sessenta
anos
de
história,
angariando
grande
dose
de
autoridade
política.
A
minha
hipótese
explicava,
por
exemplo,
a
relutância
de
governos
poderosos,
como
os
de
Estados
Unidos
e
Reino
Unido,
em
simplesmente
ignorar
as
Nações
Unidas
na
questão
do
Iraque
(2003),
promovendo,
em
lugar
disso,
um
verdadeiro
tour
de
force
diplomático
para
convencer
a
comunidade
internacional
sobre
a
necessidade
de
uma
intervenção
no
Oriente
Médio.
Contraintuitivo,
o
argumento
repousava
em
farta
empiria
e
propunha,
digamos,
um
“truque”
conceitual:
a
diferenciação
entre
o
poder
e
a
autoridade,
em
termos
que
faziam
invocar
o
esforço
filosófico
de
Hannah
Arendt.
Convém
citar
que
o
livro
foi
precedido
por
um
artigo,
publicado
na
Revista
21
Brasileira
de
Política
Internacional,
intitulado
“A
ONU
tem
autoridade?
Um
exercício
de
contabilidade
política”
–
um
dos
mais
citados
entre
os
que
produzi
na
minha
carreira.
Mais
fundamental,
porém,
é
o
processo
deslanchado
pelo
concurso
público
que
levou
à
minha
admissão,
em
2011,
pelo
Departamento
de
Ciência
Política
da
UFMG.
Para
a
aprovação
no
certame,
apresentei
projeto
de
pesquisa
cujo
propósito
central
era
comparar
ONU
e
Organização
Mundial
do
Comércio,
instituições
multilaterais
muito
distintas
entre
si,
quanto
aos
graus
de
democraticidade
de
seus
procedimentos.
Naturalmente,
por
seu
ineditismo,
tal
proposta
despertou,
a
um
só
tempo,
curiosidade
e
dúvida.
A
principal
inovação
da
proposta
consistia
em
desenvolver
uma
metodologia
própria
para
aferir
os
graus
de
inclusividade
política
e
as
possibilidade
de
contestação
à
coalizão
dominante
dentro
de
organizações
internacionais,
numa
evidente
extrapolação
do
conceito
de
poliarquia,
primeiramente
concebido
pelo
politólogo
Robert
Dahl,
para
pensar
os
regimes
políticos
liberais
no
Ocidente.
Desse
bem-‐sucedido
impulso
inicial,
muita
coisa
decorreu.
Já
inserido
no
corpo
docente
da
UFMG,
pude
avançar
no
projeto
e,
em
julho
de
2012,
apresentá-‐
lo
para
uma
audiência
internacional,
em
Madri,
Espanha,
no
Congresso
Mundial
da
IPSA
(International
Political
Science
Association).
Imediatamente
ao
fim
da
sessão
em
que
fizera
a
apresentação
do
trabalho,
recebi
dois
convites
–
os
quais,
hoje
eu
vejo,
ajudaram
a
redirecionar
a
minha
presença
no
mundo
acadêmico.
Um,
do
então
secretário-‐geral
da
rede
internacional
de
pesquisa
REGIMEN,
Prof.
Pierre
Vercauteren
(Université
Catholique
de
Louvain),
para
juntar-‐me
ao
esforço
coletivo
de
colegas
de
mais
de
uma
vintena
de
países
em
tentar
compreender
os
processos
de
globalização,
internacionalização
e
mutação
do
Estado
nacional.
Outro,
do
então
presidente
do
Instituto
Alemão
para
Estudos
Globais
e
de
Área
(GIGA),
Prof.
Detlef
Nolte,
para
integrar
uma
equipe
internacional
de
pesquisa
sobre
os
movimentos
globais
de
contestação
à
ordem
internacional
e,
para
tanto,
passar
uma
temporada
em
Hamburg,
Alemanha,
sede
do
instituto,
como
pesquisador
visitante.
22
A
parceria
com
o
Prof.
Vercauteren,
da
Bélgica,
desdobrou-‐se
em
artigos
e
capítulos,
bem
como
em
estadas
como
professor
visitante
dele,
na
UFMG;
e
minha,
na
Universidade
Católica
de
Louvain,
nos
campi
de
Mons
e
Louvain-‐la-‐
neuve,
em
2016.
Também
organizamos,
nos
congressos
mundiais
da
IPSA
de
2014
(Montreal,
Canadá)
e
2016
(Poznan,
Polônia),
painéis
da
REGIMEN
que
debateram
temas
de
interesse
comum.
Ainda
como
decorrência
dessa
frutífera
colaboração,
passamos
a
orientar,
em
regime
de
cotutela,
em
2016,
o
doutorando
João
Paulo
Ferraz
de
Oliveira,
cuja
defesa
de
tese
acontecerá
em
julho
de
2019,
em
Belo
Horizonte.
Nesse
rastro,
inclui-‐se
ainda
a
curadoria
de
um
dossiê
da
revista
Monções,
juntamente
com
o
Prof.
Matheus
Hernandez
(UFGD),
sobre
“Democracia
Global
e
Instituções
Internacionais”,
em
2018,
para
cuja
elaboração
orientandos
meus
e
de
Pierre
Vercauteren
contribuíram
ativamente.
Já
a
minha
permanência
em
Hamburg,
Alemanha,
materializada
em
julho/agosto
de
2013,
abriu
uma
gama
de
possibilidades
de
networking
acadêmico
e,
principalmente,
ensejou
o
desenvolvimento
do
artigo
“Polyarchies,
competitive
oligarchies
or
inclusive
hegemonies?
A
comparison
of
23
global
intergovernmental
organizations
based
on
Robert
Dahl’s
political
theory”,
publicado,
em
2016,
pelo
Cambridge
Review
of
International
Affairs
e
premiado,
em
2018,
como
o
2o
melhor
artigo
do
biênio
2016-‐18
pela
Associação
Brasileira
de
Ciência
Política.
O
artigo
resulta
de
um
esforço
de
expansão
e
qualificação
da
base
de
dados
e
dos
instrumentos
de
aferição
que
apresentei
à
banca,
em
2011,
quando
de
minha
aprovação
no
concurso
para
Professor
Adjunto
da
UFMG.
A
linha
de
pesquisa
sobre
“Poliarquias
Globais”
segue
gerando
subprodutos
e
avançando
topicamente,
por
meio
das
dissertações
e
teses
que
oriento.
Relativamente
à
minha
segunda
agenda
de
pesquisa
–
voltada
para
a
Análise
de
Política
Externa
–,
entendo
que
o
percurso
associa-‐se
diretamente
com
a
tese
de
doutorado
que
defendi,
em
2010,
no
Instituto
de
Estudos
Sociais
e
Políticos
da
UERJ
(no
momento
de
meu
ingresso,
ainda
chamado
de
Iuperj).
Minha
tese,
orientada
pela
Profa.
Maria
Regina
Soares
de
Lima,
discutia
a
plausibilidade
de
uma
política
externa
democraticamente
orientada
no
Brasil
contemporâneo,
em
face
dos
nada
desprezíveis
obstáculos
de
natureza
histórica,
23
institucional,
ideológica
e
sociopolítica.
O
ensaio
de
interpretação
sobre
a
evolução
bicentenária
da
política
externa
brasleira,
fundamentado
em
conceitos
da
tradição
republicana
aristocrática
e,
muito
frontalmente,
na
obra
de
Raymundo
Faoro,
logrou
ser
publicado
como
livro,
em
2013,
pela
Editora
da
Unesp,
com
prefácio
do
ministro
Celso
Amorim
(Política
Externa
e
Democracia
no
Brasil:
Ensaio
de
Interpretação
Histórica).
De
certa
maneira,
o
livro
oferecia
uma
chave
de
interpretação
ainda
inédita
para
a
comunidade
de
estudiosos
da
política
externa
brasileira,
apontando
para
a
desconexão
patente
entre
o
regime
político
instaurado
no
país
e
as
práticas
internacionais
–
ainda
pouco
irrigadas
pela
democracia
–
dos
diplomatas
e
homens
de
Estado.
Recebeu
um
bom
número
de
resenhas
positivas,
inclusive
no
exterior
(veiculadas,
por
exemplo,
em
International
Affairs,
de
Londres,
e
Estudios
Internacionales,
de
Santigo
do
Chile,
duas
referências
da
área).
Articula-‐se
também
com
essa
linha
de
pesquisa
o
livro
Política
Externa
na
Nova
República:
Os
Primeiros
30
Anos,
de
2017,
uma
compilação
de
textos
escritos
entre
2010
e
2017
e
publicados,
após
revisão
e
atualização,
pela
Editora
da
UFMG.
Nele
se
encontra,
portanto,
a
minha
produção
mais
importante
desde
a
defesa
da
tese
de
doutoramento,
em
dezembro
de
2010.
Coube
ao
brasilianista
Sean
Burges
(Australian
National
University)
prefaciar
o
volume.
Entre
os
diversos
subprodutos
acadêmicos
desse
engajamento
de
pesquisa,
destaco
a
curadoria
de
dois
dossiês
–
um,
da
revista
Contexto
Internacional,
em
parceria
com
o
amigo
e
mestre
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
Faria,
com
o
título
“Connecting
Foreign
Policy
and
Social
Demands
in
Latin
America”;
outro,
da
revista
Estudos
Políticos,
sobre
o
emergente
“Pensamento
Internacional
Brasileiro”.
Alegro-‐me,
também,
por
ter
obtido
financiamento
público
(de
CNPq
e
Fapemig)
para
a
pesquisa
sobre
os
ciclos
de
produção
de
poítica
externa
na
América
Latina,
projeto
que
me
levou
a
entrevistar
dezenas
de
tomadores
de
decisão
e
especialistas
sobre
o
tema
em
Brasília,
Buenos
Aires,
Santiago,
Lima,
Caracas,
Bogotá
e
Cidade
do
México.
No
marco
dessa
mesma
pesquisa,
veio
a
recomendação
–
e
concessão
–
da
minha
bolsa
de
produtividade
do
CNPq,
nível
2,
em
janeiro
de
2015.
Ela
segue
vigente
até
o
momento.
24
Ressaltaria
ainda,
como
variável
de
causa
e
de
efeito,
o
papel
da
Rede
Interinstitucional
de
Pesquisa
em
Política
Externa
e
Regime
Político
(RIPPERP),
“espaço”
de
congregação
de
todas
as
cooperações
interinstitucionais
que
consegui
construir
ao
longo
da
trajetória
no
DCP-‐UFMG,
para
a
consolidação
desta
agenda
de
pesquisas.
A
expressão
espaço,
redigida
provocativamente
entre
aspas,
é
uma
alusão
à
inexistência
de
uma
base
física
para
a
rede,
formalmente
sediada
em
meu
gabinete
de
professor.
Nada
obstante,
a
RIPPERP
incorporou,
em
oito
anos,
colegas
de
24
(vinte
e
qutro)
instituições
de
ensino
superior
e
pesquisa
no
Brasil
e
15
(quinze)
no
estrangeiro,
além
de
servir
de
canal
privilegiado
para
a
interação
entre
os
mestrandos
e
doutorandos
da
linha
de
política
internacional
do
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
da
UFMG.
Os
dados
abaixo
buscam
dimensionar
alguns
dos
aspectos
mais
salientes
do
funcionamento
da
RIPPERP.
QUADRO
1:
Instituições
de
ensino
superior
e
pesquisas
representadas
na
RIPPERP*
No
Brasil
Fundação
Getúlio
Vargas
(FGV-‐SP)
Fundação
João
Pinheiro
(FJP)
Instituto
Brasileiro
de
Mercado
de
Capitais
(IBMEC)
Instituto
de
Pesquisa
Econômica
Aplicada
(IPEA)
Ministério
do
Desenvolvimento,
Indústria
e
Comércio
(MDIC)
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais
(PUC-‐MG)
Pontifícia
Universidade
Católica
do
Rio
de
Janeiro
(PUC-‐RJ)
União
das
Nações
Sul-‐Americanas
(Unasul)
Universidade
da
Integração
Latino-‐Americana
(UNILA)
Universidade
de
Brasília
(UnB)
Universidade
de
São
Paulo
(USP)
Universidade
do
Estado
do
Rio
de
Janeiro
(UERJ)
Universidade
Estadual
de
Campinas
(Unicamp)
Universidade
Estadual
Paulista
(Unesp)
Universidade
Federal
de
Grande
Dourados
(UFGD)
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais
(UFMG)
Universidade
Federal
da
Paraíba
(UFPB)
Universidade
Federal
de
Pernambuco
(UFPE)
Universidade
Federal
de
Santa
Catarina
(UFSC)
Universidade
Federal
de
Sergipe
(UFS)
Universidade
Federal
de
Uberlândia
(UFU)
Universidade
Federal
do
Estado
do
Rio
de
Janeiro
(Unirio)
Universidade
Federal
do
Rio
de
Janeiro
(UFRJ)
Universidade
Federal
do
Rio
Grande
do
Sul
(UFRGS)
No
Exterior
Australian
National
University
(Austrália)
Carleton
University
(Canadá)
German
Institute
of
Global
and
Area
Studies
(Alemanha)
Kyoto
University
(Japão)
Radboud
Universiteit
(Holanda)
25
Ritsumeikan
Asia
Pacific
University
(Japão)
Seoul
National
University
(Coreia
do
Sul)
Universidad
Central
de
Venezuela
(Venezuela)
Universidad
de
La
República
(Uruguai)
Universidad
de
Chile
(Chile)
Universidad
Nacional
Autónoma
de
México
(México)
Universidad
Nacional
de
Rosário
(Argentina)
Université
Catholique
de
Louvain
(Bélgica)
Université
Grenoble
Alpes
(França)
University
of
Denver
(Estados
Unidos
da
América)
*
A
participação
dos
pesquisadores
neste
projeto
dá-‐se
em
caráter
pessoal,
não
implicando
a
constituição
de
vínculos
oficiais
entre
a
RIPPERP
e
as
instituições
acima
listadas.
IMAGEM
1:
Nuvem
de
palavras
–
títulos
de
monografias,
dissertações
e
teses,
em
Política
Internacional
e
Comparada,
defendidas
no
DCP-‐UFMG
(2011-‐2016)
Fonte:
DCP
(2016)
e
Plataforma
Lattes
(2016).
Elaboração
própria.
Finalmente
–
e
ainda
de
forma
incipiente
–,
eu
citaria
o
recente
investimento
de
pesquisa
nos
temas
de
educação
internacional,
fortemente
induzido
pela
minha
nomeação,
em
março
de
2018,
como
diretor-‐adjunto
de
relações
internacionais
da
UFMG.
Surpreendentemente,
essa
nova
linha
de
investigação
acadêmica
vem
mostrando
variados
pontos
de
contato
com
as
pesquisas
já
em
curso,
sob
minha
coordenação,
sobre
a
teoria
social
da
política
externa
e
a
geopolítica
do
conhecimento,
particularmente
em
casos
de
políticas
externas
e
educacionais
formuladas
na
Ásia
e
na
Oceania.
***
26
Ao
todo,
para
o
período
em
escrutínio,
foram
4
livros,
38
artigos
científicos
revisados
por
pares
(26
em
português,
11
em
inglês
e
1
em
espanhol),
15
capítulos
de
livro
(11
em
português,
3
em
inglês
e
1
em
espanhol)
e
24
papers
completos
publicados
em
anais
de
congressos.
Como
o
gráfico
abaixo
pode
revelar,
há
uma
mudança
substancial
no
perfil
de
minha
produção
acadêmica
ao
longo
dos
anos,
com
incremento
no
número
de
artigos,
livros
e
capítulos
de
livro.
GRÁFICO
2:
Indicadores
gerais
de
produção
Fonte:
Plataforma
Lattes
(8
de
abril
de
2019)
GRÁFICO
3:
Indicadores
de
produção
bibliográfica
Fonte:
Somos
UFMG
(8
de
abril
de
2019)
27
Crescem,
também
em
grande
proporção,
os
trabalhos
técnicos,
sobretudo
a
elaboração
de
pareceres
para
revistas,
editoras,
sociedades
científicas
e
agências
de
fomento.
Nos
oito
anos
aqui
historiados,
foram
mais
de
cento
e
vinte
pareceres,
emitidos
a
convite
de
mais
de
cinquenta
diferentes
solicitantes,
nacionais
e
internacionais.
Entre
os
veículos
por
que
fui
consultado,
acerca
de
viabilidade
de
artigos
para
publicação,
estão
alguns
dos
principais
títulos
da
área
de
Ciência
Política
e
Relações
Internacionais
do
Brasil
e
do
mundo,
a
saber:
International
Political
Science
Review;
International
Affairs;
Latin
American
Research
Review
(LARR);
Latin
American
Politics
and
Society
(LAPS);
Bulletin
of
Latin
American
Research
(BLAR);
Third
World
Quarterly;
Education
Policy
Analysis
Archives;
Democracy
and
Security;
International
Journal
of
Sociology
and
Anthropology;
African
Journal
of
Political
Science
and
International
Relations;
Pensamiento
Propio;
Análisis
Político;
Revista
Brasileira
de
Política
Internacional;
DADOS
–
Revista
de
Ciências
Sociais;
Revista
de
Sociologia
e
Política;
Opinião
Pública;
Novos
Estudos
(CEBRAP);
Revista
de
Sociologia;
BIB
–
Boletim
de
Informação
Bibliográfica
em
Ciências
Sociais;
Brazilian
Political
Science
Review;
Contexto
Internacional;
História;
Revista
do
Serviço
Público,
dentre
outros.
Fui
também
parecerista
ad
hoc
de
CNPq,
Fapesp,
FAP-‐DF,
Fapemig,
da
editora
Rowman
&
Littlefield
International,
do
Times
Higher
Education
World
Rankings
e
do
QS
World
University
Rankings.
GRÁFICO
4:
Produção
de
trabalhos
técnicos
Fonte:
Plataforma
Lattes
(8
de
abril
de
2019)
Outra
mudança
importante
de
perfil
relaciona-‐se
com
o
aumento
do
impacto
das
minhas
produções
nos
últimos
3
anos,
conforme
dão
a
ver
o
Índice
28
H
(Google
Scholar
e
Scopus)
e
o
número
de
citações
a
trabalhos
(ver
gráficos
abaixo).
Sobre
a
diversidade
de
minhas
colaborações
e
coautorias, 1
e
a
disseminação
internacional
de
minhas
produções,
alguns
dados
são
eloquentes:
no
agregado,
tive
artigos
publicados
e
papers
apresentados
em
27
países
estrangeiros
–
Argentina,
Chile,
Uruguai,
Paraguai,
Equador,
México,
Porto
Rico,
Canadá,
Estados
Unidos,
Espanha,
Portugal,
Alemanha,
Bélgica,
Inglaterra,
Escócia,
Holanda,
França,
Polônia,
Romênia,
Eslovênia,
Nigéria,
Afeganistão,
Qatar,
Índia,
Paquistão,
Japão
e
China.
No
Brasil,
mantenho
cooperação
regular
com
colegas
de
instituições
de
ensino
superior
em
RJ,
SP,
PR,
SC,
RS,
DF,
GO,
MS,
TO,
PE,
PB,
SE
e
CE,
além
de
MG
(capital
e
interior).
GRÁFICO
5:
Número
de
citações
e
índice
H
na
base
Google
Scholar
Fonte:
Google
Scholar
(8
de
abril
de
2019)
1
Desconsiderar,
nos
gráficos,
as
referências
a
“Dawisson
Belém
Lopes”,
uma
variante
de
meu
nome científico.
29
Gráfico
6:
Documentos
e
citações
na
base
Scopus
Fonte:
Scopus
(20
de
abril
de
2019)
IMAGEM
2:
Relação
geral
de
coautores
Fonte:
Somos
UFMG
(8
de
abril
de
2019)
30
GRÁFICO
7:
Relação
de
artigos
por
coautor
Fonte:
Plataforma
Lattes
(8
de
abril
de
2019)
***
Apêndice
da
seção
2:
inventário
de
atividades
e
produções
2.1.
Artigos
científicos
publicados
ou
aprovados
para
publicação,
com
revisão
por
pares,
entre
2011
e
2019
Artigos
publicados
1.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Diplomacy
as
an
Independent
Variable.
BRAZILIAN
POLITICAL
SCIENCE
REVIEW,
v.
12,
p.
1/e0008-‐6,
2018.
2.
BELÉM
LOPES,
D.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
.
Latin
American
Secretaries-‐General
of
International
Organizations:
A
Typical
Case
of
-‐Diplomacy
of
Prestige-‐
or
Just
Another
Side
Effect
of
Growing
Cosmopolitanism?.
Global
Summitry,
p.
1,
2018.
3.
MESQUITA,
L.
R.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Does
participation
generate
democratization?
Analysis
of
social
participation
by
institutional
means
in
Argentine,
Brazilian
and
Uruguayan
foreign
policies.
JOURNAL
OF
CIVIL
SOCIETY,
p.
1-‐19,
2018.
4.
BELÉM
LOPES,
D.;
SALIBA,
Aziz
Tuffi
.
Brazil's
Failure
to
Grab
a
UN
Security
Council
Permanent
Seat:
A
Tale
of
Expectations
and
Disappointment.
Macau
Journal
of
Brazilian
Studies,
v.
1,
p.
86-‐97,
2018.
5.
HERNANDEZ,
M.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Democracia
global
e
instituições
internacionais:
à
guisa
de
introdução.
MONÇÕES:
REVISTA
DE
RELAÇÕES
INTERNACIONAIS
DA
UFGD,
v.
7,
p.
1-‐17,
2018.
6.
BELÉM
LOPES,
D.
;
PANISSET,
U.
.
Entrevista
com
Ulysses
Panisset.
MONÇÕES:
REVISTA
DE
RELAÇÕES
INTERNACIONAIS
DA
UFGD,
v.
7,
p.
18-‐28,
2018.
31
7.
BELÉM
LOPES,
D.
;
GARCIA,
M.
A.
.
Magister
dixit
-‐
a
última
entrevista
de
Marco
Aurélio
Garcia.
INSIGHT
INTELIGÊNCIA
(RIO
DE
JANEIRO),
v.
78,
p.
42-‐54,
2017.
8.
BELÉM
LOPES,
D.
;
Faria,
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
;
SANTOS,
M.
L.
.
Foreign
Policy
Analysis
in
Latin
American
democracies:
the
case
for
a
research
protocol.
Revista
Brasileira
de
Política
Internacional
(Online),
v.
59,
p.
1-‐17,
2016.
9.
BELÉM
LOPES,
D.
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FARIA,
C.
A.
P.
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When
Foreign
Policy
Meets
Social
Demands
in
Latin
America.
Contexto
Internacional
(on-‐line),
v.
38,
p.
11-‐53,
2016.
10.
BELÉM
LOPES,
D.
;
VALENTE,
M.
S.
.
A
construção
social
dos
princípios
conformadores
e
das
normas
programáticas
de
Política
Externa
Brasileira
na
Constituição
Federal
de
1988:
atores,
interesses
e
disputas.
Dados
(Rio
de
Janeiro.
Impresso),
v.
49,
p.
995-‐1054,
2016.
11.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Soy
loco
por
ti,
America:
a
insustentável
leveza
de
ser
bolivariano.
Insight
Inteligência
(Rio
de
Janeiro),
v.
75,
p.
135-‐150,
2016.
12.
BELÉM
LOPES,
DAWISSON.
Polyarchies,
competitive
oligarchies
or
inclusive
hegemonies?
A
comparison
of
23
global
intergovernmental
organizations
based
on
Robert
Dahl?s
political
theory.
Cambridge
Review
of
International
Affairs,
v.
29,
p.
1-‐26,
2016.
13.
SALIBA,
A.
T.
;
BELÉM
LOPES,
D.
;
VIEIRA,
P.
G.
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Brazil's
rendition
of
the
'Responsibility
to
Protect'
doctrine:
promising
or
stillborn
diplomatic
proposal?.
Brasiliana:
Journal
for
Brazilian
Studies,
v.
3,
p.
32-‐55,
2015.
14.
BELÉM
LOPES,
D.
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Legitimacy,
democracy,
contestation:
Introducing
the
Brazilian
formula
for
global
governance.
Studia
Universitatis
Babes-‐Bolyai
Europaea,
v.
LX,
p.
147-‐
183,
2015.
15.
BELÉM
LOPES,
D.
;
ANTUNES,
L.
D.
;
MENDONCA,
C.
.
La
política
exterior
del
Chile
democrático:
el
papel
de
los
empresarios
y
el
surgimiento
de
la
'diplomacia
paralela'.
Cuadernos
Americanos,
v.
154,
p.
101-‐123,
2015.
16.
BELÉM
LOPES,
D.
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Existe
um
pensamento
internacional
brasileiro?.
Revista
Estudos
Políticos,
v.
2015,
p.
1-‐4,
2015.
17.
BELÉM
LOPES,
D.
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Os
últimos
parnasianos.
Ascensão
e
declínio
do
formalismo
na
Casa
de
Rio
Branco.
Insight
Inteligência
(Rio
de
Janeiro),
v.
65,
p.
66-‐76,
2014.
18.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Da
razão
de
estado
ao
republicanismo
mitigado:
uma
narrativa
Faoriana
sobre
a
produção
da
Política
Externa
Brasileira.
Dados
(Rio
de
Janeiro.
Impresso),
v.
57,
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481-‐516,
2014.
Citações:2|1
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BELÉM
LOPES,
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Políticas
sociais
e
potência
à
brasileira.
Revista
Estudos
Políticos,
v.
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27-‐39,
2014.
20.
BELÉM
LOPES,
D.
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FARIA,
C.
A.
P.
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Eleições
presidenciais
e
política
externa
brasileira.
Estudos
Internacionais,
v.
2,
p.
139-‐147,
2014.
Citações:2
32
21.
FERNANDES,
J.
;
BELÉM
LOPES,
D.
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Projeção
de
poder
estatal
e
transnacionalização
de
interesses:
uma
análise
do
comportamento
dos
Estados
Unidos
na
UNESCO.
Carta
Internacional
(USP),
v.
9,
p.
31-‐48,
2014.
22.
BELÉM
LOPES,
D.
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A
volta
do
pêndulo:
revalorização
das
políticas
sociais
no
Brasil
e
no
mundo.
Pensar
BH.
Política
Social,
v.
32,
p.
5-‐9,
2013.
Citações:1
23.
BELÉM
LOPES,
D.
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Diplomacia
de
macacão:
a
classe
operária
vai
ao
Itamarati.
Insight
Inteligência
(Rio
de
Janeiro),
v.
60,
p.
136-‐148,
2013.
24.
BELÉM
LOPES,
D.
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Octavio
Amorim
Neto
-‐
De
Dutra
a
Lula:
a
condução
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os
determinantes
da
política
externa
brasileira.
Revista
Brasileira
de
Ciência
Política
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2013.
25.
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
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BELÉM
LOPES,
D.
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O
mundo
árabe
pós-‐2010:
entre
a
primavera
e
o
inverno.
Em
Debate
(Belo
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v.
5,
p.
64-‐75,
2013.
26.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
economia
política
da
década
bolivariana:
instituições,
sociedade
e
desempenho
dos
governos
em
Bolívia,
Equador
e
Venezuela
(1999-‐2008).
Revista
Estudos
Políticos,
v.
6,
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261-‐277,
2013.
27.
BELÉM
LOPES,
D.
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'Eu
vi
o
mundo':
o
princípio
do
multilateralismo
nas
gestões
de
política
externa
de
Cardoso
e
de
Lula.
Política
Externa
(USP),
v.
22,
p.
39-‐47,
2013.
28.
BELÉM
LOPES,
D.
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Titubeios
e
tergiversações:
epitáfio
para
a
era
Patriota.
Insight
Inteligência
(Rio
de
Janeiro),
v.
62,
p.
72-‐81,
2013.
29.
Faria,
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
;
Lopes,
Dawisson
Belém
;
Casarões,
Guilherme
.
Itamaraty
on
the
Move:
Institutional
and
Political
Change
in
Brazilian
Foreign
Service
under
Lula
da
Silva's
Presidency
(2003-‐2010).
Bulletin
of
Latin
American
Research,
v.
32,
p.
468-‐482,
2013.
Citações:2|3
30.
Faria,
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
;
Nogueira,
Joana
Laura
Marinho
;
Lopes,
Dawisson
Belém
.
Coordenação
intragovernamental
para
a
implementação
da
política
externa
brasileira:
o
caso
do
Fórum
IBAS.
Dados
(Rio
de
Janeiro.
Impresso),
v.
55,
p.
175-‐220,
2012.
Citações:2
31.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Política
externa
democrática:
oxímoro,
quimera
ou
tendência?.
Revista
Brasileira
de
Ciências
Sociais
(Impresso),
v.
27,
p.
185-‐202,
2012.
32.
BELÉM
LOPES,
D.
;
NASCIMENTO,
A.
.
Antropologia
política
da
indiferença
entre
as
nações:
a
ausência
notável
de
América
Central
e
Caribe
no
repertório
de
política
externa
brasileira.
Breviário
de
Filosofia
Pública,
v.
71,
p.
229-‐234,
2012.
33.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
dor
e
a
delícia
de
ser
'aristoi'.
Oliveira
Vianna,
Faoro
e
a
produção
da
política
externa
brasileira.
Breviário
de
Filosofia
Pública,
v.
51,
p.
31-‐34,
2012.
34.
BELÉM
LOPES,
D.
.
John
Rawls
e
as
perspectivas
contemporâneas
da
democracia
direta.
Teoria
&
Sociedade
(UFMG),
v.
20,
p.
163-‐181,
2012.
33
35.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Notes
on
Social
Measurement:
Historical
and
Critical
(resenha).
Tempo
Social
(USP.
Impresso),
v.
23,
p.
337-‐338,
2011.
Citações:1
36.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
política
externa
brasileira
e
a
"circunstância
democrática":
do
silêncio
respeitoso
à
politização
ruidosa.
Revista
Brasileira
de
Política
Internacional
(Impresso),
v.
54,
p.
67-‐86,
2011.
Citações:3|20|6
Artigos
aprovados
para
publicação
1.
BELÉM
LOPES,
D.
;
CASARÕES,
G.
.
Can
International
Organizations
Be
Democratic?
A
Reassessment.
CONTEXTO
INTERNACIONAL
(ON-‐LINE),
2019.
2.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SALIBA,
A.
T.
.
Globalização
e
internacionalização
do
ensino
superior.
REVISTA
BRASILEIRA
DE
CIÊNCIAS
SOCIAIS
(IMPRESSO),
2019.
2.2.
Livros
de
autoria
única/compilações
e
capítulos
de
livro
publicados
entre
2011
e
2019
Livros
de
autoria
única
e
coletânea
editada
1.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Política
externa
na
Nova
República:
os
primeiros
30
anos
[Prefácio
de
Sean
Burges].
1.
ed.
Belo
Horizonte:
Editora
UFMG,
2017.
2.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Política
externa
e
democracia
no
Brasil:
ensaio
de
interpretação
histórica
[Prefácio
de
Celso
Amorim].
1.
ed.
São
Paulo:
Editora
Unesp,
2013.
360p
.
3.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
ONU
entre
o
passado
e
o
futuro:
a
política
da
autoridade
[Prefácio
de
Gelson
Fonseca
Jr.].
1.
ed.
Curitiba:
Appris,
2012.
v.
1.
275p
.
4.
BELÉM
LOPES,
D.
(Org.)
;
SOARES,
M.
M.
(Org.)
.
Sonhos
e
labores:
o
cinquentenário
do
primeiro
Departamento
de
Ciência
Política
do
Brasil
[Prefácio
de
Simon
Schwartzman].
1.
ed.
Belo
Horizonte:
Editora
UFMG,
2018.
v.
1.
324p
.
Capítulos
de
livro
1.
BELÉM
LOPES,
D.
.
When
Crisis
Breeds
Regional
Governance:
How
the
Developmental
State
Bankruptcy
Led
Brazil
to
Innovate
in
Foreign
Policy
and
Wield
'Soft
Power'
all
over
Latin
America.
In:
Elena
Aoun;
Pierre
Vercauteren.
(Org.).
The
State
between
Interdependence
and
Power
in
the
Contemporary
World:
a
reassessment.
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Peter
Lang,
2019,
v.
23,
p.
143-‐157.
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SALIBA,
A.
T.
;
BELÉM
LOPES,
D.
;
VIEIRA,
P.
G.
.
On
the
tactics
(not
the
ethics)
of
humanitarian
intervention:
Brazil's
approach
to
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In:
Roberto
Correia
da
Silva
Gomes
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Guerra
e
Paz
no
Século
XXI.
[Link]:
Almedina,
2018,
v.
,
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BELÉM
LOPES,
D.
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OLIVEIRA,
J.
P.
F.
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Democracia
global
e
instituições
internacionais:
questões
conceituais
e
operacionais.
In:
Roberto
Correia
da
Silva
Gomes
Caldas
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alii.
(Org.).
Guerra
e
Paz
no
Século
XXI.
[Link]:
Almedina,
2018,
v.
,
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BELÉM
LOPES,
D.
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Prefácio.
In:
Lídia
Oliveira;
Carlos
Federico
Domínguez
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Política,
cultura
e
sociedade
na
América
Latina:
estudos
interdisciplinares
e
comparativos.
[Link]:
CRV,
2018,
v.
5,
p.
15-‐.
5.
BELÉM
LOPES,
D.
;
LÓPEZ
BURIAN,
C.
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La
política
exterior
brasileña
del
siglo
XXI:
un
cambio
epocal.
In:
Diego
Abente
Brun;
Carlos
Gómez
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(Org.).
Panorama
de
las
Relaciones
Internacionales
en
el
Paraguay
actual.
[Link]ón:
Universidad
Nacional
de
Asunción,
2018,
v.
,
p.
99-‐130.
6.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
fórmula
democrática
aplicada
à
política
internacional:
potenciais
e
limites.
In:
Ricardo
Fabrino
Mendonça;
Eleonora
Schettini
Martins
Cunha.
(Org.).
Introdução
à
Teoria
Democrática:
Conceitos,
Histórias,
Instituições
e
Questões
Transversais.
[Link]
Horizonte:
Editora
UFMG,
2018,
v.
,
p.
289-‐304.
7.
BELÉM
LOPES,
D.
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SOARES,
M.
M.
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Introdução.
In:
Dawisson
Belém
Lopes;
Márcia
Miranda
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(Org.).
Sonhos
e
Labores:
O
Cinquentenário
do
Primeiro
Departamento
de
Ciência
Política
do
Brasil
[prefácio
de
Simon
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[Link]
Horizonte:
UFMG,
2018,
v.
1,
p.
23-‐.
8.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SORJ,
B.
;
CEPIK,
M.
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Política
internacional
e
comparada.
In:
Dawisson
Belém
Lopes;
Márcia
Miranda
Soares.
(Org.).
Sonhos
e
Labores:
O
Cinquentenário
do
Primeiro
Departamento
de
Ciência
Política
do
Brasil
[prefácio
de
Simon
Schwartzman].
[Link]
Horizonte:
UFMG,
2018,
v.
1,
p.
151-‐.
9.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Notas
sobre
os
fundamentos
aristocráticos
(e
oligárquicos)
da
política
externa
brasileira.
In:
Gustavo
Westmann.
(Org.).
Novos
olhares
sobre
a
política
externa
brasileira.
1aed.São
Paulo:
Contexto,
2017,
v.
,
p.
73-‐92.
10.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SALIBA,
Aziz
Tuffi
.
A
doutrina
da
Responsabilidade
ao
Proteger
(RwP).
In:
Claudia
Antunes;
Vânia
Alves;
Susana
de
Deus.
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Guia
de
fontes
em
ajuda
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Janeiro:
Médicos
Sem
Fronteiras
(MSF)
Brasil,
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v.
1,
p.
72-‐
75.
11.
BELÉM
LOPES,
D.
.
'Diplomacia
dos
3
Ds'
para
o
século
21:
desencaixe,
desocidentalização
e
democratização.
In:
Pedro
Célio
Borges
et
al.
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Democracia
e
ciências
sociais
:
memória,
políticas
e
desigualdades.
[Link]ânia:
Editora
UFG,
2016,
v.
,
p.
77-‐92.
12.
BELÉM
LOPES,
D.
;
CASARÕES,
GUILHERME
;
GAMA,
C.
F.
P.
S.
.
Uma
tragédia
de
potência
média:
armadilhas
e
contradições
na
busca
brasileira
por
revisionismo
institucional.
In:
Rodrigo
dos
Passos;
Alexandre
Fuccille.
(Org.).
Visões
do
Sul
:
crise
e
transformações
do
sistema
internacional.
[Link]ília:
Cultura
Acadêmica,
2016,
v.
2,
p.
115-‐147.
13.
SALIBA,
A.
T.
;
BELÉM
LOPES,
D.
;
VIEIRA,
P.
G.
.
An
Assessment
of
the
Brazilian
Position
on
the
'Responsibillity
to
Protect'
Doctrine.
In:
Vasilka
Sancin;
Masa
Kovic
Dine.
(Org.).
Responsibility
to
Protect
in
Theory
and
Practice.
[Link],
Eslovênia:
GV
Zalozba,
2013,
v.
,
p.
681-‐703.
14.
FARIA,
C.
A.
P.
;
BELÉM
LOPES,
D.
;
CASARÕES,
G.
.
Mudanças
institucionais
no
Itamaraty,
ethos
corporativo
e
mitigação
do
insulamento
burocrático
no
serviço
exterior
brasileiro.
In:
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
Faria.
(Org.).
Implementação
de
políticas
públicas:
teoria
e
prática.
[Link]
Horizonte:
Editora
PUC
Minas,
2012,
v.
,
p.
298-‐349.
35
15.
FARIA,
C.
A.
P.
;
Nogueira,
Joana
Laura
Marinho
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Política
externa
brasileira
e
cooperação
Sul-‐Sul:
a
implementação
do
Fórum
IBAS.
In:
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
Faria.
(Org.).
Implementação
de
políticas
públicas:
teoria
e
prática.
[Link]
Horizonte:
Editora
PUC
Minas,
2012,
v.
,
p.
350-‐404.
2.3.
Textos
completos
ou
resumos
publicados
em
anais
de
congressos
científicos
entre
2011
e
2019
Textos
completos
1.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SALIBA,
A.
T.
.
Brazil's
Failure
to
Grab
a
UN
Security
Council
Permanent
Seat:
A
Tale
of
Expectations
and
Disappointment.
In:
XI
Encontro
da
Associação
Brasileira
de
Ciência
Política,
2018,
Curitiba.
Anais
do
XI
Encontro
da
ABCP,
2018.
2.
BELÉM
LOPES,
D.
;
VALENTE,
M.
S.
.
Constitutions
and
foreign
affairs:
patterns
of
participation
and
contestation
in
22
Latin
American
countries.
In:
9o
Congreso
Latinoamericano
de
Ciencia
Política,
2017,
Montevidéu.
Democracias
em
Recessão,
2017.
3.
VALENTE,
M.
S.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Democracia
global
e
secretários-‐gerais:
análise
das
distribuições
dos
nacionais
nesses
cargos
entre
1945
e
2016.
In:
6o
Encontro
Nacional
da
Associação
Brasileira
de
Relações
Internacionais,
2017,
Belo
Horizonte,
MG.
Anais
do
6o
Encontro
Nacional
da
ABRI,
2017.
4.
BELÉM
LOPES,
D.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
.
Latin
American
Secretaries-‐General
of
International
Organizations
and
the
Diplomacy
of
Prestige.
In:
58th
ISA
Annual
Convention,
2017,
Baltimore,
EUA.
ISA
Online
Archives,
2017.
p.
1-‐26.
5.
BELÉM
LOPES,
D.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
.
Are
there
polyarchies
at
the
global
level?
Patterns
of
participation
and
contestation
in
36
intergovernmental
organizations.
In:
ISA's
57th
Annual
Convention,
2016,
Atlanta,
Estados
Unidos.
ISA'16
Papers
Database,
2016.
6.
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Latin
American
Secretaries-‐General
of
International
Organizations
and
the
Diplomacy
of
Prestige.
In:
24th
IPSA
World
Congress
of
Political
Science,
2016,
Poznan,
Polônia.
IPSA
Online
Paper
Room,
2016.
7.
BELÉM
LOPES,
D.
.
'Brazil
for
Export'?
When
Policies
to
Fight
Socioeconomic
Inequality
at
the
Domestic
Level
Become
a
Gateway
for
Regional
Governance.
In:
24th
IPSA
World
Congress
of
Political
Science,
2016,
Poznan,
Polônia.
IPSA
Online
Paper
Room,
2016.
8.
BELÉM
LOPES,
D.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
.
Latin
American
Secretaries-‐General
of
International
Organizations
and
the
Diplomacy
of
Prestige.
In:
10o
Encontro
da
Associação
Brasileira
de
Ciência
Política,
2016,
Belo
Horizonte,
MG.
Anais
Eletrônicos
do
10o
Encontro
da
ABCP,
2016.
9.
BELÉM
LOPES,
D.
;
FARIA,
Carlos
Aurélio
P.
.
Foreign
policy
cycles
in
Latin
American
democracies.
In:
LASA2015
(Latin
American
Studies
Association
Annual
Meeting),
2015,
San
Juan,
Porto
Rico.
LASA2015
Papers,
2015.
v.
1.
p.
1-‐20.
36
10.
BELÉM
LOPES,
D.
.
When
Institutional
Contestation
Means
International
Legitimization:
A
Brazilian
Rendition
of
Global
Governance.
In:
23rd
IPSA
World
Congress
of
Political
Science,
2014,
Montreal,
Canadá.
Challenges
of
Contemporary
Governance,
2014.
11.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Can't
One
Put
New
Wine
into
Old
Bottles?
Global
Polyarchies
in
Contemporary
World
Politics.
In:
IX
Encontro
da
Associação
Brasileira
de
Ciência
Política,
2014,
Brasília,
DF.
1964-‐2014:
Autoritarismo,
Democracia
e
Direitos
Humanos,
2014.
12.
BELÉM
LOPES,
D.
;
CASARÕES,
G.
;
GAMA,
C.
F.
P.
S.
.
A
Tragedy
of
Middle
Power
Politics:
Traps
and
Contradictions
in
Brazil's
Quest
for
Institutional
Revisionism.
In:
54th
ISA
Annual
Convention,
2013,
San
Francisco,
EUA.
The
Politics
of
International
Diffusion:
Regional
and
Global
Dimensions,
2013.
13.
FARIA,
C.
A.
P.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Have
Regional
and
Global
Institutions
Played
a
Role
in
Shaping
a
Renewed
Social
Agenda
for
the
21st
Century?
A
Case
Study
of
Latin
America's
'Pink
Tide'.
In:
54th
ISA
Annual
Convention,
2013,
San
Francisco,
EUA.
The
Politics
of
International
Diffusion:
Regional
and
Global
Dimensions,
2013.
14.
SALIBA,
A.
T.
;
BELÉM
LOPES,
D.
;
VIEIRA,
P.
G.
.
An
Assessment
of
the
Brazilian
Position
on
the
'Responsibility
to
Protect'
Doctrine.
In:
Responsibility
to
Protect
in
Theory
and
Practice
Conference,
2013,
Liubliana,
Eslovênia.
Responsibility
to
Protect
in
Theory
and
Practice,
2013.
15.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SALIBA,
A.
T.
.
The
curious
case
of
Brazil:
how
and
why
it
almost
became
(and
probably
will
not
ever
be)
a
United
Nations
Security
Council
permanent
member.
In:
'The
Birth
of
the
United
Nations'
AMSAB-‐ISH
Workshop,
2013,
Ghent,
Bélgica.
The
Birth
of
the
United
Nations:
Continuities
and
Discontinuities
in
a
Global
Organization,
2013.
16.
BELÉM
LOPES,
D.
.
San
Francisco
Versus
Bretton
Woods?
Assessing
Two
Rivaling
(Yet
Concurrent)
Platforms
for
Global
Governance.
In:
53rd
ISA
Annual
Convention,
2012,
San
Diego,
EUA.
Power,
Principles
and
Participation
in
the
Global
Information
Age,
2012.
17.
BELÉM
LOPES,
D.
.
UN,
WTO,
World
Bank,
IMF:
Polyarchies,
Competitive
Oligarchies,
or
Inclusive
Hegemonies?.
In:
53rd
ISA
Annual
Convention,
2012,
San
Diego,
EUA.
Power,
Principles
and
Participation
in
the
Global
Information
Age,
2012.
18.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Global
Intergovernmental
Organizations:
Polyarchies,
Competitive
Oligarchies,
or
Inclusive
Hegemonies?.
In:
22nd
IPSA
World
Congress
of
Political
Science,
2012,
Madri,
Espanha.
Reshaping
Power,
Shifting
Boundaries,
2012.
19.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SANTOS,
M.
L.
;
Faria,
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
.
Ciclos
de
produção
da
política
exterior
nas
democracias
da
América
Latina:
uma
proposta
de
investigação
para
além
do
behaviorismo
comparativista
e
das
teorias
sistêmicas
das
relações
internacionais.
In:
36º
Encontro
Anual
da
Associação
Nacional
de
Pós-‐
graduação
em
Ciências
Sociais,
2012,
Águas
de
Lindoia,
SP.
Anais
do
36º
Encontro
Anual
da
Anpocs.
São
Paulo:
Anpocs,
2012.
20.
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
UN
and
the
WTO
as
Global
Polyarchies:
Moving
Beyond
the
'Democratic
Constituency'
Issue.
In:
IPSA-‐ECPR
Joint
Conference,
2011,
São
Paulo,
SP.
Whatever
Happened
to
North-‐South?,
2011.
37
21.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Global
International
Organizations
and
Polyarchy.
In:
52nd
Annual
Convention
of
the
International
Studies
Association,
2011,
Montréal,
Canadá.
Global
Governance:
Political
Authority
in
Transition,
2011.
22.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Diplomacia
rima
com
democracia?
A
hipótese
do
'republicanismo
mitigado'.
In:
III
Encontro
Nacional
da
Associação
Brasileira
de
Relações
Internacionais
(ABRI),
2011,
São
Paulo,
SP.
Governança
Global
e
Novos
Atores,
2011.
23.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
poliarquização
da
política
internacional
pela
via
institucional.
In:
III
Encontro
Nacional
da
Associação
Brasileira
de
Relações
Internacionais
(ABRI),
2011,
São
Paulo,
SP.
Governança
Global
e
Novos
Atores,
2011.
24.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Organizações
internacionais
globais:
poliarquias,
oligarquias
competitivas
ou
hegemonias
inclusivas?.
In:
XXXV
Encontro
Anual
da
Associação
Nacional
de
Pós-‐graduação
em
Ciências
Sociais
(ANPOCS),
2011,
Caxambu,
MG.
Anais
do
35º
Encontro
Anual
da
Anpocs,
de
24
a
28
de
outubro
de
2011,
em
Caxambu/MG,
2011.
Resumos
expandidos
1.
FARIA,
C.
A.
P.
;
MEDEIROS,
M.
;
BELÉM
LOPES,
D.
;
RAMANZINI,
H.
.
Conectando
política
externa
e
demandas
sociais
na
América
Latina.
In:
39o.
Encontro
Anual
da
ANPOCS,
2015,
Caxambu,
MG.
Programa
do
39o.
Encontro
Anual
da
ANPOCS,
2015.
p.
52.
2.
BELÉM
LOPES,
D.
;
ONUKI,
J.
;
SANTOS,
F.G.
;
FARIA,
C.
A.
P.
.
Eleições
presidenciais
e
política
externa
brasileira.
In:
38o.
Encontro
Anual
da
Associação
Nacional
de
Pós-‐
graduação
em
Ciências
Sociais,
2014,
Caxambu,
MG.
38o.
Encontro
Anual
da
Anpocs.
São
Paulo,
SP:
Anpocs,
2014.
v.
1.
p.
56-‐57.
2.4.
Coordenações
de/participações
em
redes
e
projetos
de
pesquisa,
concluídos
ou
em
andamento,
entre
2011
e
2019
Coordenação
de
rede
de
pesquisa
2011
-‐
Atual
Rede
Interinstitucional
de
Pesquisa
em
Política
Externa
&
Regime
Político
(Ripperp)
Descrição:
A
Rede
Interinstitucional
de
Pesquisa
em
Política
Externa
&
Regime
Político
-‐
RIPPERP
constituiu-‐se
como
um
espaço
perene
para
a
socialização
e
a
divulgação
da
produção
acadêmica
sobre
as
relações
entre
a
política
concebida
desde
o
interior
da
sociedade
-‐
dita
"doméstica"
-‐
e
a
política
voltada
para
fora
dos
limites
territoriais
do
Estado
-‐
dita
"externa".
Esta
Rede
é,
portanto,
a
materialização
de
uma
meta
há
muito
perseguida
por
aqueles
que
militam
nas
fronteiras
entre
a
Ciência
Política
(CP)
e
as
Relações
Internacionais
(RI).
Proporciona,
ademais,
a
realização
mais
frequente
e
intensa
de
consultas
e
trocas
de
materiais
e
ideias
entre
os
seus
membros,
acerca
de
um
conjunto
de
temáticas
que,
pela
própria
natureza,
exige
a
conciliação
de
saberes
e
olhares
diversos.
A
RIPPERP
tem
como
objetivos
principais:
(a)
monitorar
a
produção
especializada
sobre
Política
Externa
&
Regime
Político
no
Brasil
e
no
mundo;
(b)
socializar
e
divulgar
conhecimentos
sobre
o
campo,
de
modo
a
fazer
avançar
o
estado
da
arte;
(c)
estimular
projetos
conjuntos,
de
docência,
pesquisa
e
extensão
universitária,
entre
os
membros
da
Rede;
(d)
compilar
e
armazenar
materiais
acadêmicos
acerca
das
conexões
entre
Estado
e
sociedade
na
produção
da
política
exterior.
(Fonte:
[Link]
38
Situação:
Em
andamento;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Coordenador.
Participação
em
redes
de
pesquisa
2012
-‐
Atual
The
Biographical
Dictionary
of
Secretaries-‐General
of
International
Organizations
(IO
BIO
Project)
Descrição:
The
Secretaries-‐General
(SGs)
of
International
Organizations
(IOs)
-‐
or
other
executive
heads
with
different
titles
-‐
are
the
chief
executives
and
representatives
of
international
bureaucracies
that
vary
in
size
and
shape.
This
position
has
standing
within
International
Relations
theory
and
many
IO
personalities
are
known
for
their
roles
in
international
politics.
However,
there
is
still
a
gap
in
our
understanding
of
the
people
in
these
posts,
both
individually
and
collectively,
in
terms
of
who
they
are
and
how
they
affect
the
performance
of
IOs.
The
biographical
literature
on
SGs
is
limited,
giving
an
incomplete
picture
of
the
variety
of
people
in
these
positions
and
the
interactions
between
them.
To
overcome
this
shortcoming
a
Biographical
Dictionary
of
SGs
of
IOs
(IO
BIO)
is
set
up
to
provide
short
biographies
of
individual
SGs
and
prosopographies
of
groups
of
SGs
(descriptions
of
the
social
and
professional
connections
of
these
individuals)..
Situação:
Em
andamento;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Bob
Reinalda
-‐
Coordenador
/
Kent
Kille
-‐
Integrante.
2012
–
Atual
REGIMEN
-‐
Réseau
d'étude
sur
la
globalisation,
la
gouvernance
internationale
et
les
mutations
de
l'Etat
et
des
nations
Descrição:
Our
network
proposes
three
tasks
on
the
ways
to
govern:
1.
An
epistemological
and
critical
task:
to
deconstruct
present
analysis
forms,
not
in
order
to
replace
them
by
other,
but
to
demonstrate
their
plasticity,
their
relativity,
the
functions
they
performed
at
a
time
and
their
continuous
evolution;
2.
A
comparative
task
between
disciplines
and
countries.
Even
if,
because
of
practical
reasons,
our
network
mainly
looks
European,
our
purpose
implies
a
real
international
dimension;
3.
A
task
of
"reconstruction"
based
on
a
wide
theme:
what
are
the
aims
of
powers
today?
Who
exercises
them?
Which
forms
have
the
States?
Is
it
possible
to
make
use
of
the
same
notion
to
define
so
different
realities.
Situação:
Em
andamento;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
–
Integrante
/
Pierre
Vercauteren
–
Coordenador.
Coordenação
de
projetos
de
pesquisa
2016
-‐
Atual
The
external
relations
of
intermediate
states:
comparative
study
of
Australia,
Brazil,
Canada,
Japan,
Mexico
and
South
Korea
(CNPq
303079/2017-‐7)
Descrição:
The
challenges
concerning
a
broad
understanding
of
the
complex
national
and
international
contemporary
realities
have
rapidly
grown
over
the
last
thirty
years.
Shifts
on
the
political
and
economic
profile
of
the
international
system
have
widened
gaps
that
were
hitherto
occupied
by
superpowers.
Nowadays,
a
middle
ground
is
envisaged
between
states
empowered
to
take
decisions
on
the
global
stage
and
those
that
are
excluded
from
it.
This
middle
ground
is
occupied
by
a
range
of
intermediate
states,
ranging
from
'establishment
powers'
to
'developing
countries'
?
that
form
a
broad
scope
of
cases
that
present
a
window
of
opportunity
for
comparative
researchers
on
international
relations
(and
foreign
policy
experts),
as
well
as
on
how
national
39
agencies
entitled
to
conduct
foreign
affairs
will
behave,
namely
the
ones
that
respond
to
direct
presidential
/
parliamentary
authority
and
are
responsible
to
support
the
political
leadership
(institutions)..
Situação:
Em
andamento;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Dawisson
Belém
Lopes
-‐
Coordenador
/
Aziz
Tuffi
Saliba
-‐
Integrante
/
Yoichiro
Sato
-‐
Integrante
/
Pavin
Chachavalpongpun
-‐
Integrante
/
Eun
Mee
Kim
-‐
Integrante
/
Sean
Burges
-‐
Integrante
/
Consuelo
Dávila
-‐
Integrante.
2013
-‐
2014
Os
BRICS
e
a
Reforma
das
Instituições
Globais:
Delimitando
os
“Espaços
de
Proposição”
do
Brasil
na
Transição
para
uma
Nova
Ordem
Mundial
Descrição:
A
aposta
sobre
a
qual
se
sustenta
a
pretensão
de
relevância
e
originalidade
deste
projeto
é
a
seguinte:
ainda
não
foi
produzido
no
Brasil,
até
o
momento,
estudo
com
inventário
exaustivo
e/ou
estimação
meticulosa
dos
dilemas
e
das
oportunidades
que
se
põem
ao
nosso
País
no
referente
às
reformas
(pretendidas
ou
já
colocadas
em
prática)
nas
grandes
instituições
internacionais.
Pesados
os
constrangimentos
tanto
de
ordem
doméstica
(instituições
e
cultura
políticas
nacionais,
tradições
da
diplomacia
brasileira,
estado
da
macroeconomia,
gargalos
infraestruturais
do
Estado
etc.)
quanto
de
ordem
sistêmica
(condição
de
potência
média
sem
excedente
de
poder
militar;
não
posse
de
artefato
nuclear
para
emprego
bélico;
heterogeneidade
interna
às
coalizões
de
Estados
emergentes;
o
comportamento
refratário
à
mudança
por
parte
de
determinados
Estados
e
organizações
intergovernamentais
etc.),
deseja-‐se
superar
a
lacuna
diagnóstica
na
nossa
literatura,
oferecendo,
ao
fim
deste
empreendimento,
um
satisfatório
mapeamento
de
cenários
e
caminhos
que
o
Brasil
e
demais
países
BRICS
terão
diante
de
si
para
modelar
aquilo
que
Gelson
Fonseca
Jr.
chamou
de
"espaços
de
proposição"
da
ordem
mundial,
ou
seja,
as
plataformas
institucionais
dentro
das
quais
se
dão/darão
as
disputas
entre
interpretações
do
mundo
formuladas
pelas
grandes
?
e
médias
?
potências..
Situação:
Concluído;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Dawisson
Belém
Lopes
-‐
Coordenador.
Financiador(es):
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais
-‐
Auxílio
financeiro.
2013
-‐
2018
Ciclos
de
produção
da
política
externa
nas
democracias
da
América
Latina
(CNPq
474532/2013-‐5
/
Fapemig
PPM-‐00102-‐14
/
CNPq
306138/2014-‐0)
Descrição:
O
projeto
revisita
o
argumento,
com
distintas
elaborações
na
literatura
recente
-‐
quer
nos
meios
de
comunicação
escrita,
quer
na
produção
acadêmica
especializada
-‐,
de
que
a
produção
da
política
exterior
dos
Estados
democráticos,
em
geral,
e
do
Brasil,
em
específico,
mudou
fortemente
a
sua
dinâmica.
A
hipótese
geral
na
literatura
assinala
que
a
política
exterior
estaria
deixando
de
ser
encaminhada
pelas
instituições
diplomáticas
tradicionais
(academias
diplomáticas;
corporações
profissionais;
ministérios
ou
secretarias
de
Estado)
para
fazer-‐se
por
outras
vias.
Pretende-‐se
proceder
a
uma
ampla
comparação
entre
os
ciclos
de
policy-‐making
da
política
externa
nos
sete
países
democráticos
com
as
maiores
populações
e
economias
da
América
Latina
(Argentina,
Brasil,
Chile,
Colômbia,
México,
Peru
e
Venezuela),
de
modo
a
corroborar
(ou
não)
a
tese
da
“perda
de
centralidade
da
via
diplomática”
e
avançar
no
diagnóstico
dos
casos
estudados
na
região,
avaliando,
ao
cabo,
o
poder
explicativo/preditivo
das
hipóteses
estabelecidas
na
literatura..
Situação:
Em
andamento;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Dawisson
Belém
Lopes
-‐
Coordenador
/
Manoel
Leonardo
Santos
-‐
Integrante
/
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
Faria
-‐
Integrante
/
João
Paulo
Ferraz
Oliveira
-‐
Integrante
/
Elisa
Dinelli
-‐
Integrante.
40
Financiador(es):
Conselho
Nacional
de
Desenvolvimento
Cientifico
e
Tecnológico
-‐
Auxílio
financeiro
/
Fundação
de
Amparo
à
Pesquisa
do
Estado
de
Minas
Gerais
-‐
Bolsa.
2011
-‐
2014
Investigación
comparativa
sobre
la
tesis
de
la
pérdida
de
centralidad
de
la
vía
diplomática
en
la
producción
de
política
exterior
(Fapemig
APQ-‐00134-‐12)
Descrição:
El
proyecto
busca
pasar
en
revista
el
argumento,
con
distintas
elaboraciones
en
la
literatura
reciente,
de
que
la
producción
de
la
política
exterior
de
los
estados
democráticos
en
general,
y
en
América
Latina
(AL)
en
específico,
ha
cambiado
fuertemente
su
dinámica.
La
hipótesis
general
en
la
literatura
señala
que
la
política
exterior
estaría
dejando
de
ser
encaminada
por
las
instituciones
diplomáticas
tradicionales
(academias
diplomáticas;
corporaciones
profesionales;
ministerios
o
secretarías
del
estado)
para
hacerse
por
otras
vías.
De
esta
hipótesis
general,
resultan
al
menos
dos
otras:
(i)
que
su
elaboración
se
ha
convertido
en
un
proceso
territorial
y
socialmente
difuso,
en
función
de
la
creciente
incorporación
de
actores
políticos
–
individuales,
colectivos
e
institucionales
–,
anteriormente
excluidos
de
los
procesos
democráticos;
y
(ii)
que
su
elaboración
se
ha
concentrado
en
las
manos
del
jefe
del
Poder
Ejecutivo
y
de
sus
asesores
más
cercanos,
constituyendo
lo
que
comúnmente
se
ha
llamado
de
?diplomacia
presidencial?..
Situação:
Concluído;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Coordenador
/
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
Faria
-‐
Integrante
/
Manoel
Leonardo
Santos
-‐
Integrante.
Financiador(es):
Fundação
de
Amparo
à
Pesquisa
do
Estado
de
Minas
Gerais
-‐
Auxílio
financeiro
/
Pró-‐reitoria
de
Pesquisa
da
UFMG
-‐
Auxílio
financeiro.
2011
-‐
Atual
Poliarquias
Globais:
Avaliando
Comparativamente
Mecanismos
de
Democratização
da
Governança
Mundial
(Fapemig
APQ-‐00961-‐11
/
CNPq
442721/2015-‐3)
Descrição:
A
pesquisa
propõe
hipótese
acerca
da
existência
de
um
processo
de
poliarquização
da
política
internacional
que
teria
lugar
em
organizações
internacionais
multilaterais
de
vocação
universal.
Tal
processo
estaria
acarretando
a
inclusão
de
mais
e
novos
atores
(estatais
e
não
estatais)
nos
procedimentos
de
tomada
de
decisão
que
acontecem
no
interior
dessas
burocracias
internacionais,
bem
como
a
maior
abertura
à
contestação
pública
no
atinente
a
determinados
regimes
internacionais..
Situação:
Em
andamento;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Coordenador
/
João
Paulo
Ferraz
Oliveira
-‐
Integrante
/
Mario
Schettino
Valente
-‐
Integrante
/
Jéssica
Fernandes
-‐
Integrante.
Financiador(es):
Fundação
de
Amparo
à
Pesquisa
do
Estado
de
Minas
Gerais
-‐
Auxílio
financeiro
/
Conselho
Nacional
de
Desenvolvimento
Cientifico
e
Tecnológico
-‐
Auxílio
financeiro.
Participação
em
projetos
de
pesquisa
2014
-‐
Atual
Presidência
Institucional
na
América
Latina
Descrição:
'Presidência
Institucional'
refere-‐se
ao
núcleo
de
agências
que
apoiam
diretamente
o
chefe
do
Poder
Executivo
na
execução
das
tarefas
de
governo.
A
Presidência
Institucional
distingue-‐se
pela
especialização,
diferenciação
funcional
e
profissionalização
das
estruturas
de
apoio
direito
ao
Presidente
da
República.
Nas
últimas
décadas,
a
Presidência
Institucional
apresentou
mudanças
e
crescimento
expressivos
em
vários
países
da
América
Latina,
mas
este
importante
desenvolvimento
institucional
é
ainda
pouco
investigado.
A
despeito
da
ampla
produção
sobre
o
presidencialismo
nas
últimas
décadas,
a
análise
da
instituição
situada
no
topo
do
Poder
Executivo
tem
sido
negligenciada.
A
presente
proposta
conjunta
(UFMG
e
GIGA)
41
investiga
a
emergência
da
Presidência
Institucional
na
América
Latina,
no
contexto
da
redemocratização
recente
(1980-‐2013)
e
seus
impactos
sobre
os
padrões
de
governança
na
região.
O
projeto
busca
superar
lacunas,
tanto
empíricas
como
teóricas,
no
estudo
das
instituições
políticas
da
América
Latina.
Para
isso,
focaliza
a
Presidência
a
partir
de
uma
visão
do
Poder
Executivo
como
uma
organização
complexa
e
internamente
diferenciada,
com
implicações
diretas
sobre
as
condições
de
governabilidade
e
de
responsabilização
observadas
nas
democracias
recentes..
Situação:
Em
andamento;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Dawisson
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Magna
Inácio
-‐
Coordenador
/
Mariana
Llanos
-‐
Integrante.
Financiador(es):
Deutscher
Akademischer
Austauschdienst
-‐
Cooperação
/
Coordenação
de
Aperfeiçoamento
de
Pessoal
de
Nível
Superior
-‐
Auxílio
financeiro.
2013
-‐
2015
Contested
Global
Orders
Descrição:
The
project
involves
the
analysis
of
the
evolution
of
world
order,
its
underlying
normative
differences
and
conflicts
as
well
as
the
question
of
the
legitimacy
of
international
authority.
The
aim
is
to
link
together
the
participating
Leibniz
Institutes
(the
Wissenschaftszentrum
Berlin
Für
Sozialforschung
(WZB)
in
Berlin,
the
German
Institute
of
Global
and
Area
Studies
(GIGA)
in
Hamburg,
and
the
Peace
Research
Institute
Frankfurt
(PRIF)
in
Frankfurt
am
Main)
using
a
common
analytical
framework
that
integrates
the
concepts
of
"rising
powers",
"opposition,
dissidence
and
justice"
and
"politicization"
which
have
been
separately
analysed
in
the
three
institutes.
In
this
way
it
should
be
possible
to
study
the
emergence
and
forms
of
political
authority
beyond
the
nation
state,
its
politicization
on
the
part
of
the
"rising
powers"
and
non-‐state
actors,
as
well
as
associated
implications
for
peacefulness
of
world
order..
Situação:
Concluído;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Dawisson
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Detlef
Nolte
-‐
Coordenador
/
Michael
Zürn
-‐
Integrante
/
Miriam
Prys
-‐
Integrante
/
Kristina
Hahn
-‐
Integrante.
2011
-‐
2013
Observatório
Político-‐Jurídico
das
Organizações
Internacionais
(Opjoint)
Descrição:
O
presente
projeto
tem
por
escopo
a
implementação
de
um
núcleo
institucional
apto
a
realizar
análise,
acompanhamento
e
produção
relativamente
às
principais
organizações
internacionais
existentes,
a
ser
denominado
"Observatório
Político
e
Jurídico
das
Organizações
Internacionais".
O
núcleo
será
estruturado
em
quatro
linhas
interdependentes
de
pesquisa
(Paz,
Justiça
e
Direito
Internacional;
Proteção
Internacional
e
Regional
de
Direitos
Humanos;
Sistemas
de
Integração
Regional;
Multilateralismo
Econômico
Internacional.)
Além
de
realizar
estudos
e
análises
das
organizações
internacionais,
o
Observatório
realizará
palestras,
debates,
intercâmbios
com
centros
estrangeiros
e
servirá
como
aglutinador
de
pesquisas
sobre
o
tema
das
Organizações
Internacionais.
O
núcleo
cuidará
ainda
de
fornecer
material
para
o
público
em
geral
e
imprensa
não
especializada,
de
forma
a
aumentar
a
compreensão
do
cidadão
sobre
um
tema
de
fundamental
importância
nas
relações
externas
brasileiras..
Situação:
Concluído;
Natureza:
Pesquisa.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Aziz
Tuffi
Saliba
-‐
Coordenador
/
Jamile
Bergamaschine
Mata
Diz
-‐
Integrante.
Financiador(es):
Conselho
Nacional
de
Desenvolvimento
Científico
e
Tecnológico
-‐
Auxílio
financeiro.
42
2.5.
Pareceres
técnicos
emitidos
por
solicitação
de
revistas
acadêmicas,
agências
de
fomento
à
pesquisa,
editoras
universitárias
ou
assemelhado,
entre
2011
e
2019
1.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
para
QS
Global
Academic
Survey
2019.
2019.
2.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
no
Bulletin
for
Latin
American
Research
(BLAR).
2019.
3.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Segundo
parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Brazilian
Political
Science
Review.
2018.
4.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Segundo
parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Conjuntura
Internacional.
2018.
5.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Carta
Internacional.
2018.
6.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
International
Affairs.
2018.
7.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
para
QS
Global
Academic
Survey
2018.
2018.
8.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Segundo
parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Latin
American
Research
Review
(LARR).
2018.
9.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
no
Latin
American
Research
Review
(LARR).
2018.
10.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
para
28ª
edição
da
Avaliação
de
Cursos
Superiores
do
Guia
do
Estudante
(GE),
da
Editora
Abril.
2018.
11.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Sociedade
e
Cultura.
2018.
12.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Elaboração
de
relatório
de
supervisão
do
estágio
probatório
de
Klaus
Guimarães
Dalgaard.
2018.
13.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
de
acompanhamento
sobre
relatório
científico
para
a
Fundação
de
Amparo
à
Pesquisa
do
Estado
de
São
Paulo.
2018.
14.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
de
bolsa
de
doutorado
sanduíche
ao
CNPq.
2018.
15.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
pedido
de
progressão
funcional
(mudança
de
nível
dentro
da
mesma
classe)
de
Klaus
Guimarães
Dalgaard.
2018.
16.
BELÉM
LOPES,
D.
;
ALMEIDA,
A.
.
Elaboração
de
prova
objetiva
de
Ciência
Política
para
processo
seletivo
do
Mestrado
Profissional
em
Políticas
Públicas
e
Desenvolvimento
do
IPEA.
2018.
17.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
pedido
de
fomento
a
projeto
de
pesquisa,
no
marco
do
Edital
Universal
MCTIC/CNPq
n.28/2018
(1/2).
2018.
18.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
pedido
de
fomento
a
projeto
de
pesquisa,
no
marco
do
Edital
Universal
MCTIC/CNPq
n.28/2018
(2/2).
2018.
43
19.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Análisis
Político.
2018.
20.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
Brasileira
de
Informação
Bibliográfica
em
Ciências
Sociais
-‐
BIB.
2018.
21.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Bulletin
of
Latin
American
Research
(BLAR).
2018.
22.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
para
Times
Higher
Education
World
University
Rankings.
2018.
23.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Afro-‐Ásia
(UFBA).
2017.
24.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Carta
Internacional.
2017.
25.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
Brasileira
de
Política
Internacional.
2017.
26.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
na
Revista
Brasileira
de
Informação
Bibliográfica
em
Ciências
Sociais
(BIB).
2017.
27.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
de
bolsa
de
mestrado
submetida
à
Fapesp.
2017.
28.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
projeto
para
criação
do
curso
de
mestrado
acadêmico
em
Relações
Internacionais
da
Universidade
da
Integração
Latino-‐Americana
(por
solicitação
da
UNILA).
2017.
29.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Segundo
parecer
sobre
projeto
para
criação
do
doutorado
em
Relações
Internacionais
da
Universidade
Federal
de
Santa
Catarina
(por
solicitação
da
UFSC).
2017.
30.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Education
Policy
Analysis
Archives.
2017.
31.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
ao
Programa
de
Apoio
a
Projetos
de
Cooperação
Internacional
(PAPCI)
da
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG.
2017.
32.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
ao
Programa
de
Apoio
a
Projetos
de
Cooperação
Internacional
(PAPCI)
da
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG.
2017.
33.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
portfólio
de
candidatura
à
Chamada
CNPq
PEC-‐PG
06/2017
para
o
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
da
UFMG.
2017.
34.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2017.
35.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
portfólio
de
candidatura
à
Chamada
CNPq
PEC-‐PG
06/2017
para
o
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
da
UFMG.
2017.
44
36.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
para
o
Concurso
de
Melhor
Tese
de
Doutorado
da
Associação
Brasileira
de
Ciência
Política
(ABCP).
2017.
37.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
ao
Programa
de
Apoio
a
Projetos
de
Cooperação
Internacional
(PAPCI)
da
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG.
2017.
38.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
ao
Programa
de
Apoio
a
Projetos
de
Cooperação
Internacional
(PAPCI)
da
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG.
2017.
39.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
Brasileira
de
Sociologia.
2017.
40.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Brazilian
Political
Science
Review.
2017.
41.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
para
o
Concurso
Brasileiro
ANPOCS
de
Obras
Científicas
e
Teses
Universitárias
em
Ciências
Sociais
-‐
Edital
2017.
2017.
42.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
para
o
Concurso
Brasileiro
ANPOCS
de
Obras
Científicas
e
Teses
Universitárias
em
Ciências
Sociais
-‐
Edital
2017.
2017.
43.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Mural
Internacional.
2017.
44.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Carta
Internacional.
2017.
45.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
ao
Programa
de
Apoio
a
Projetos
de
Cooperação
Internacional
(PAPCI)
da
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG.
2017.
46.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
ao
Programa
de
Apoio
a
Projetos
de
Cooperação
Internacional
(PAPCI)
da
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG.
2017.
47.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
ao
Programa
de
Apoio
a
Projetos
de
Cooperação
Internacional
(PAPCI)
da
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG.
2017.
48.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
solicitação
ao
Programa
de
Apoio
a
Projetos
de
Cooperação
Internacional
(PAPCI)
da
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG.
2017.
49.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Education
Policy
Analysis
Archives.
2017.
50.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Conjuntura
Internacional.
2017.
51.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
DADOS
-‐
Revista
de
Ciências
Sociais.
2017.
45
52.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Democracy
and
Security.
2017.
53.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Latin
American
Research
Review.
2017.
54.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Estudos
Internacionais.
2017.
55.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
de
Administração
Pública
(RAP).
2017.
56.
BELÉM
LOPES,
D.
;
TEODORO,
M.
;
CORREIA,
R.
H.
.
Relatório
da
Comissão
sobre
a
Situação
do
Plágio
na
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciências
Humanas
da
UFMG
(2016-‐2017).
2017.
57.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
projeto
de
pesquisa
submetido
à
Fundação
de
Apoio
à
Pesquisa
do
Distrito
Federal.
2017.
58.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Opinião
Pública.
2016.
59.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
projeto
de
pesquisa
submetido
ao
CNPq.
2016.
60.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
projeto
de
pesquisa
submetido
ao
CNPq.
2016.
61.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
projeto
para
criação
do
curso
de
Doutorado
em
Relações
Internacionais
da
Universidade
Federal
de
Santa
Catarina
(por
solicitação
da
Pró-‐reitoria
de
Pós-‐graduação
da
UFSC).
2016.
62.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
pedido
de
auxílio
para
participação
em
evento
internacional
submetido
ao
CNPq.
2016.
63.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2016.
64.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
projeto
de
pesquisa
submetido
ao
Programa
de
Iniciação
Científica
e
Tecnológica
da
Universidade
Federal
do
Rio
Grande
do
Norte.
2016.
65.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Segundo
parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Brazilian
Political
Science
Review.
2016.
66.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
projeto
de
pesquisa
submetido
à
Fundação
de
Apoio
à
Pesquisa
do
Distrito
Federal.
2016.
67.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
projeto
de
pesquisa
submetido
à
Fundação
de
Apoio
à
Pesquisa
do
Distrito
Federal.
2016.
68.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
ad
hoc
sobre
projeto
de
pesquisa
pós-‐doutoral
submetido
à
Fapesp.
2016.
69.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Meridiano
47.
2016.
46
70.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
proposta
de
livro
para
a
editora
Rowman
&
Littlefield
International.
2016.
71.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Segundo
parecer
ad
hoc
sobre
projeto
de
pesquisa
pós-‐doutoral
submetido
à
Fapesp.
2016.
72.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
do
Serviço
Público.
2016.
73.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Novos
Estudos
(CEBRAP).
2016.
74.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Idéias
(Unicamp).
2015.
75.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
International
Political
Science
Review.
2015.
76.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
à
Comissão
de
Ética
da
Pesquisa
da
UFMG.
2015.
77.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
à
Comissão
de
Ética
da
Pesquisa
da
UFMG.
2015.
78.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
African
Journal
of
Political
Science
and
International
Relations.
2015.
79.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Third
World
Quarterly.
2015.
80.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
nota
de
pesquisa
para
publicação
em
Brazilian
Political
Science
Review.
2015.
81.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
reconhecimento
de
título
obtido
em
instituição
estrangeira
(UFMG,
Pró-‐reitoria
de
Pós-‐graduação).
2015.
82.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
reconhecimento
de
título
obtido
em
instituição
estrangeira
(UFMG,
Pró-‐reitoria
de
Pós-‐graduação).
2015.
83.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
reconhecimento
de
título
obtido
em
instituição
estrangeira
(UFMG,
Pró-‐reitoria
de
Pós-‐graduação).
2015.
84.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
resenha
para
publicação
em
Teoria
&
Sociedade.
2015.
85.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Brazilian
Political
Science
Review.
2015.
86.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Mural
Internacional.
2015.
87.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2015.
88.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
Brasileira
de
Ciência
Política.
2015.
47
89.
FUKS,
M.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
viabilidade
de
candidatura
ao
edital
PEC-‐PG,
por
solicitação
do
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
da
UFMG.
2015.
90.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2014.
91.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2014.
92.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Segundo
parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2014.
93.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Segundo
parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Brazilian
Political
Science
Review.
2014.
94.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Monções.
2014.
95.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
História
(Unesp).
2014.
96.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Segundo
parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2014.
97.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
História
(Unesp).
2014.
98.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Monções.
2014.
99.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
reconhecimento
de
título
obtido
em
instituição
estrangeira
(UFMG,
Pró-‐reitoria
de
Pós-‐graduação).
2014.
100.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Estudos
Internacionais.
2014.
101.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Meridiano
47
(UnB).
2014.
102.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2014.
103.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
reconhecimento
de
título
obtido
em
instituição
estrangeira
(UFMG,
Pró-‐reitoria
de
Pós-‐graduação).
2013.
104.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2013.
105.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
African
Journal
of
Political
Science
and
International
Relations.
2013.
106.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Pareceres
sobre
obras
inscritas
no
edital
do
Programa
Nacional
Biblioteca
da
Escola
do
MEC.
2013.
107.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
Estudos
Políticos.
2013.
48
108.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2013.
109.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Contexto
Internacional.
2013.
110.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
International
Journal
of
Sociology
and
Anthropology.
2013.
111.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Brazilian
Journal
of
International
Relations.
2013.
112.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Brazilian
Political
Science
Review.
2013.
113.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
Brasileira
de
Política
Internacional.
2012.
114.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Sociedade
e
Cultura.
2012.
115.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Latin
American
Politics
and
Society.
2012.
116.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
Brasileira
de
Política
Internacional.
2012.
117.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
de
Sociologia
e
Política.
2012.
118.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
[...]
Três
Pontos.
2011.
119.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Fronteira.
2011.
120.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Teoria
&
Sociedade.
2011.
121.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Parecer
sobre
artigo
para
publicação
em
Revista
Estudos
Políticos.
2011.
2.6.
Prêmios
conquistados/reconhecimentos
acadêmicos
obtidos
entre
2011
e
2019
2018
/
Contemplado
com
Bolsa
de
Produtividade
em
Pesquisa
(nível
2)
pelo
Conselho
Nacional
de
Desenvolvimento
Científico
e
Tecnológico,
CNPq.
2018
/
Segundo
lugar
no
Prêmio
Olavo
Brasil
de
Lima
Jr.
2018,
concurso
nacional
de
melhores
artigos
em
Ciência
Política,
Associação
Brasileira
de
Ciência
Política.
2017
/
Raisina
Young
Fellow,
Observer
Research
Foundation
(New
Delhi,
Índia).
49
2016
/
Indicado
pelo
governo
brasileiro
e
selecionado
pelo
Asian
Forum
on
Global
Governance,
edição
2017,
como
um
dos
50
jovens
líderes
profissionais
globais,
Observer
Research
Foundation
(Índia)
e
ZEIT-‐Stiftung
Ebelin
und
Gerd
Bucerius
(Alemanha).
2016
/
Patrono
da
III
turma
de
formandos
em
Relações
Econômicas
Internacionais
da
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
UFMG.
2016
/
Visiting
Professor,
Université
Catholique
de
Louvain
(Louvain-‐la-‐neuve
e
Mons,
Bélgica).
2015
/
Contemplado
com
Bolsa
de
Produtividade
em
Pesquisa
(nível
2)
pelo
Conselho
Nacional
de
Desenvolvimento
Científico
e
Tecnológico,
CNPq.
2015
/
Agraciado
com
o
Diploma
de
Mérito
Legislativo
2015
pela
Câmara
Municipal
de
Contagem,
MG.
2014
/
Contemplado
pelo
VIII
Programa
Pesquisador
Mineiro
(PPM)
da
Fundação
de
Amparo
à
Pesquisa
do
Estado
de
Minas
Gerais,
FAPEMIG.
2014
/
Patrono
da
I
turma
de
formandos
em
Relações
Econômicas
Internacionais
da
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais,
UFMG.
2013
/
GIGA
Visiting
Fellow,
German
Institute
of
Global
and
Area
Studies
(GIGA,
Hamburg,
Alemanha).
50
3.
Extensão
Universitária
&
Engajamento
Público
Minha
experiência
acumulada
com
a
extensão
universitária
na
UFMG
subdivide-‐se
em
dois
grandes
blocos:
a)
os
projetos
e
atividades
extensionistas
propriamente
ditos;
e
b)
o
engajamento
público,
especialmente
na
imprensa
e
nos
fóruns
paragovernamentais,
sobre
variada
gama
de
temas
internacionais.
No
curso
de
oito
anos,
participei
de
um
grande
número
de
eventos
e
ações
com
projeção
além-‐muros,
com
os
mais
diferentes
formatos
e
pretensões.
No
que
tange
a
projetos
de
extensão,
meu
envolvimento
mais
relevante
deu-‐se
com
o
curso
de
aperfeiçoamento
“Gestão
de
Políticas
Públicas
em
Gênero
e
Raça
(GPP
GeR)”,
coordenado
pela
Prof.
Marlise
Matos,
do
DCP-‐UFMG,
cujo
objetivo
era
instrumentalizar
os
participantes
para
intervenção
no
processo
de
concepção,
elaboração,
implementação,
monitoramento
e
avaliação
dos
programas
e
ações,
de
forma
a
assegurar
a
transversalidade
e
a
intersetorialidade
de
gênero
e
raça
nas
políticas
públicas
nacionais,
estaduais
e
municipais.
Na
condição
de
colaborador
do
projeto,
coube-‐me
ministrar
palestras
sobre
a
história
do
Estado
brasileiro,
com
o
foco
em
suas
assimetrias,
bem
como
auxiliar
os
cursistas,
geralmente
gestores
municipais
e
estaduais,
a
pensar
a
temática
do
gênero
e
da
raça
voltada
para
a
sua
realidade.
Como
parte
do
processo,
desloquei-‐me
um
par
de
vezes
para
o
polo
de
Formiga,
no
interior
de
Minas
Gerais,
para
acompanhar
in
loco
a
gestação
das
propostas
de
intervenção.
Outra
ação
extensionista
de
que
fui
parte
deu-‐se
junto
ao
grupo
de
mulheres
do
Partido
Progressista
(PP-‐MG),
na
cidade
de
Pedro
Leopoldo,
MG.
Promovida
pela
presidente
do
“PP
Mulheres”,
a
iniciativa
ambicionava
gerar
conscientização
e
melhores
condições
para
que
as
mulheres
da
região
metropolitana
de
Minas
Gerais
pudessem
candidatar-‐se
a
cargos
públicos
e
concorrer
com
chances
de
sucesso.
Além
disso,
falei
à
Juventude
Nacional
do
Partido
Democratas
(DEM),
em
Belo
Horizonte,
a
convite
da
Fundação
Konrad
Adenauer
Brasil,
sobre
o
quadro
político
nacional
sob
a
presidência
de
Jair
Bolsonaro.
Incumbiram-‐me
os
partidos,
nesses
dois
casos,
das
funções
de
instrutoria.
51
Entre
os
eventos
de
extensão,
organizei,
juntamente
com
o
Prof.
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
Faria
(PUC
Minas),
o
seminário
internacional
“Conectando
Política
Externa
e
Demandas
Sociais
na
América
Latina:
Teoria,
Método
e
Práticas”,
que
reuniu,
entre
2
e
4
de
setembro
de
2015,
em
Belo
Horizonte,
no
campus
Pampulha
da
UFMG,
21
pesquisadores
das
universidades
e
centros
de
investigação
que
formam
a
RIPPERP
–
sendo
18
deles
brasileiros
(entre
professores
e
estudantes
de
pós-‐graduação)
e
3
estrangeiros
(1
argentina,
1
chileno
e
1
alemão).
Foram
discutidos
nesse
seminário:
as
expectativas
e
experiências
de
aproximação
entre
política
externa
e
demandas
sociais
em
diversos
países
do
subcontinente
latino-‐americano;
as
pesquisas
em
desenvolvimento
nas
instituições
dos
participantes;
a
necessidade
de
construção
de
metodologias
comuns
e
bases
de
dados
conjuntas
e
o
apoio
a
outras
bases
de
dados
latino-‐americanas
que
tratem
de
assuntos
considerados
estratégicos;
formas
de
se
articular
pesquisas
e
publicações
conjuntas;
entre
outros
assuntos.
O
encontro
serviu
de
plataforma
para
a
concepção
do
volume
especial
“Connecting
Foreign
Policy
and
Social
Demands
in
Latin
America”,
publicado,
em
2016,
pela
revista
Contexto
Internacional,
com
16
artigos
de
renomados
latino-‐
americanistas,
vinculados
a
prestigiosas
instituições
de
Alemanha,
Argentina,
Canadá,
Chile,
Espanha,
Portugal,
Venezuela
e
Brasil
(ver
seção
anterior
do
documento,
que
faz
referência
à
produção
científica).
Há
outros
eventos
acadêmicos
dignos
de
nota:
em
setembro
de
2016,
reunimos
na
UFMG,
sob
os
auspícios
do
Centro
de
Estudos
da
Ásia
Oriental
(CEAO),
órgão
da
Diretoria
de
Relações
Internacionais
(DRI)
da
UFMG,
pesquisadores
de
Brasil,
Japão
e
Coreia
do
Sul
para
o
seminário
“Trilateral
Cooperation
in
Higher
Education:
Perspectives
from
Brazil,
Japan
and
South
Korea”,
um
desdobramento
da
missão
de
trabalho,
realizada
em
fevereiro
daquele
mesmo
ano,
para
o
leste
asiático.
Também
estive
a
cargo
de
estruturar,
juntamente
com
os
colegas
Manoel
Santos
e
Marlise
Matos,
o
seminário
internacional
“Desafios
e
Tendências
da
Política
Latino-‐Americana”,
promovido
pelo
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
(PPGCP),
em
março
de
2017.
Na
ocasião,
uma
diversidade
de
mesas,
com
importantes
investigadores
de
todo
o
continente,
explorou
assuntos
que
iam
desde
a
condição
da
mulher
na
52
política
até
as
relações
exteriores
pós-‐Trump.
Ainda
no
âmbito
do
Programa
de
Pós-‐Graduação,
contribuí
topicamente,
como
subcoordenador
do
PPGCP,
com
a
curadoria
do
“International
Seminar
Series”,
ao
lado
do
seu
coordenador,
o
Prof.
Ricardo
Fabrino
Mendonça.
Na
DRI,
na
condição
de
diretor-‐adjunto,
venho
colaborando
com
regularidade
para
a
organização
de
eventos,
citando-‐se,
dentre
os
mais
expressivos,
o
seminário
“Mulheres
na
Diplomacia”
(março
de
2018),
o
workshop
“Strategic
Planning
for
the
Internationalization
of
Brazilian
Higher
Education
Institutions”
(agosto
de
2018)
e
o
festival
“República
do
Coreia”
(outubro
de
2018).
***
Meu
envolvimento
com
o
debate
público
intensificou-‐se
nos
últimos
6
anos.
O
divisor
de
águas
terá
sido
a
publicação,
em
junho
de
2013,
de
um
artigo
no
jornal
O
Estado
de
[Link],
intitulado
“Antonio,
o
Breve”,
que
trazia
balanço
crítico
sobre
a
atuação
do
então
chanceler
brasileiro,
Antonio
Patriota.
Seguiu-‐se
à
veiculação
do
texto
grande
repercussão,
sobretudo
no
interior
do
Ministério
de
Relações
Exteriores,
entre
os
membros
da
corporação.
Lembro-‐me
de
receber,
alguns
dias
depois
de
o
artigo
sair,
um
telefonema
dos
Estados
Unidos,
de
um
diplomata
lá
lotado,
queixando-‐se
da
dureza
de
minha
abordagem.
Dentro
de
um
mês
e
meio,
Patriota
cairia.
Renunciaria
ao
cargo,
após
momentoso
episódio
de
fuga
de
um
senador
boliviano
para
o
Brasil,
com
ajuda
de
um
encarregado
de
negócios
da
embaixada
brasileira,
hoje
tornado
embaixador.
Minutos
após
o
anúncio
da
saída
de
Patriota
do
Ministério,
comecei
a
receber
convites
da
imprensa
nacional
e
internacional
para
comentar
o
fato.
Aquilo
era
uma
novidade
para
mim.
A
partir
de
então,
contribuí
regularmente
com
os
meios
de
comunicação,
na
discussão
pública
sobre
as
relações
internacionais
e,
principalmente,
a
política
externa
do
Brasil.
Publiquei
textos
ou
tive
as
minhas
opiniões
divulgadas
em
grandes
veículos
de
imprensa
brasileiros
(Folha
de
[Link],
O
Globo,
O
Estado
de
[Link],
El
País
Brasil,
Nexo
Jornal,
BBC
Brasil,
Correio
Braziliense,
Estado
de
Minas,
O
Povo,
O
Tempo,
Hoje
em
Dia,
UOL,
G1,
Veja,
Exame,
Época
etc.)
e
53
internacionais
(The
Washington
Post,
NBC
News,
US
News
and
World
Report,
Al
Jazeera
World,
The
Diplomat,
Asahi
Shimbun,
El
Colombiano,
Monocle,
etc.).
Compareci
a
programas
locais
de
TV
e
concedi
entrevistas
a
emissoras
nacionais
de
rádio
(CBN,
Band
News,
Itatiaia).
Percorri
o
Brasil
para
palestrar
sobre
a
diplomacia
e
a
política
externa
do
Brasil,
visitando,
a
convite,
a
USP,
a
UNICAMP,
a
UNESP
(Franca),
a
PUC
Rio,
a
UFU,
a
UFPR,
a
UNILA,
a
UFG,
a
UFGD,
a
UEPB,
a
UFS.
Participei
de
prestigiosos
fóruns
internacionais
–
Halifax
International
Security
Forum
(Halifax),
Raisina
Dialogue
(Nova
Délhi),
OECD
Forum
(Paris),
The
Forum/Web
Summit
(Lisboa)
–
como
acadêmico
e
pensador,
sem
vínculo
oficial.
***
De
uma
perspectiva
mais
formal
e
institucional,
conversei
oficialmente,
mais
de
uma
vez,
com
diplomatas.
Estive
duas
vezes
no
Itamaraty
e
uma
na
Presidência
da
República
do
Brasil,
em
reuniões
para
formulação
política.
Também
dei
palestra
para
diplomatas
da
chancelaria
uruguaia,
em
2017.
Atuei
em
bancas
de
concursos
públicos
para
o
magistério
superior
na
UFMG
e
na
USP,
como
titular
e
como
suplente.
Presidi
bancas
de
seleção
de
doutorado
e
de
mestrado,
na
UFMG.
Também
participei,
como
membro
externo,
de
banca
de
seleção
do
Instituto
de
Relações
Internaconais
da
PUC
Rio.
Elaborei,
ademais,
provas
de
concurso
público
para
a
UFMG
e,
sob
cessão,
para
o
IPEA.
***
Apêndice
da
seção
3:
inventário
de
atividades
e
produções
3.1.
Participação
em
programa
de
extensão
universitária
entre
2011
e
2019
2014
-‐
2014
Gestão
de
Políticas
Públicas
em
Gênero
e
Raça
(GPP
GeR)
Descrição:
Este
curso
de
aperfeiçoamento
tem
como
objetivo
geral
instrumentalizar
as/os
participantes
para
intervenção
no
processo
de
concepção,
elaboração,
implementação,
monitoramento
e
avaliação
dos
programas
e
ações
de
forma
a
assegurar
a
transversalidade
e
a
intersetorialidade
de
gênero
e
raça
nas
políticas
públicas
nacionais,
estaduais
e
municipais.
Sabendo
que
'gênero'
e
'raça'
são
marcadores
de
54
diferenças
que
estão
alinhados
na
base
estrutural
de
quase
todas
as
nossas
desigualdades
e
mazelas
sociais
e
políticas,
o
objetivo
do
curso
é
primordialmente
inserir
este
debate
no
escopo
de
nossas
burocracias
estatais
e
não
estatais
do
Brasil.
Neste
sentido,
são
ainda
objetivos
complementares
do
curso:
(1)
refletir
sobre
a
essencialidade
das
políticas
públicas
na
superação
das
desigualdades
de
gênero
e
raça;
(2)
problematizar
o
conceito
de
políticas
públicas,
destacando
a
atuação
da
sociedade
civil
ao
colocar
em
evidência
grupos
historicamente
marginalizados
e
excluídos
de
direitos;
(3)
refletir
sobre
os
conceitos
de
diversidade
e
desigualdade;
(4)
debater
criticamente
as
políticas
públicas
de
caráter
universalistas
e
políticas
afirmativas..
Situação:
Concluído;
Natureza:
Extensão.
Integrantes:
Dawisson
Elvécio
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Dawisson
Belém
Lopes
-‐
Integrante
/
Marlise
Matos
-‐
Coordenador.
3.2.
Organização
de
eventos,
congressos,
exposições
e
feiras
entre
2011
e
2019
1.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SANTOS,
M.
;
MATOS,
M.
.
Seminário
Internacional
'Desafios
e
Tendências
da
Política
Latino-‐Americana'
(Comitê
Organizador).
2017.
2.
SALIBA,
Aziz
Tuffi
;
FRANCA,
M.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
III
Conferência
Nacional
do
Ramo
Brasileiro
da
ILA
(Membro
do
Comitê
Científico).
2016.
3.
BELÉM
LOPES,
D.
;
LIBANIO,
G.
;
SALIBA,
A.
T.
.
Trilateral
Cooperation
in
Higher
Education:
Perspectives
from
Brazil,
Japan
and
South
Korea.
2016.
4.
BELÉM
LOPES,
D.
;
Faria,
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
.
I
Seminário
Internacional
"Conectando
Política
Externa
e
Demandas
Sociais
na
América
Latina:
Teorias,
Métodos,
Práticas".
2015.
5.
VERCAUTEREN,
P.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Composição
do
Comitê
Científico
do
REGIMEN
Study
Day.
2015.
6.
BELÉM
LOPES,
D.
.
'International
Governance
and
Foreign
Policy
in
an
Age
of
Global
Politics'
Research
Workshop.
2014.
3.3.
Artigos
de
opinião
publicados
em
jornais
ou
revistas,
para
divulgação
científica
e/ou
fomento
do
debate
público,
entre
2011
e
2019
1.
SALIBA,
Aziz
Tuffi
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
UFMG
e
o
mundo.
Boletim
UFMG,
25
fev.
2019.
2.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
diplomacia
vice-‐presidencial
de
Mourão.
O
Povo,
Fortaleza,
30
jan.
2019.
3.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Deus
e
o
diabo
na
terra
da
política
externa.
O
Globo,
06
jan.
2019.
4.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Bringing
Dahl's
conceptual
approach
to
IR.
In
the
Long
Run,
Cambridge,
UK,
24
ago.
2018.
5.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Australia's
Unapologetic
Dismissal
of
Latin
America.
The
Diplomat,
30
maio
2018.
55
6.
BELÉM
LOPES,
D.
.
China
and
the
Geopolitics
of
Knowledge:
Winning
the
Long
Game.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
26
fev.
2018.
7.
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
World
Seen
From
India's
Raisina
Dialogue
2018.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
22
jan.
2018.
8.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Asia's
Place
at
the
2017
Halifax
Security
Forum.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
26
dez.
2017.
9.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Brazil:
A
banana
republic
in
the
making?.
Global
Americans,
Nova
Iorque,
Estados
Unidos,
15
dez.
2017.
10.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Where
was
Asia
at
Web
Summit
2017?.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
13
nov.
2017.
11.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Latin
America's
Pacific
Trap.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
03
out.
2017.
12.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Brazilian
Malaise
in
the
'Asian
Century'.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
12
set.
2017.
13.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Temer
já
vai
tarde
(para
a
Ásia).
O
Estado
de
[Link]
(Blog
Gestão,
Política
&
Sociedade),
01
set.
2017.
14.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Will
Brazil
be
the
next
Venezuela?.
Peoples
Daily,
Abuja,
Nigéria,
10
ago.
2017.
15.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Will
Brazil
be
the
next
Venezuela?.
Al
Jazeera
English,
Doha,
Catar,
09
ago.
2017.
16.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Asia's
Exceptional
Neoliberalism.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
07
ago.
2017.
17.
BELÉM
LOPES,
D.
.
O
acerto
de
contas:
fragmentos
da
memória
de
Marco
Aurélio
Garcia.
O
Estado
de
[Link]
(Blog
Gestão,
Política
&
Sociedade),
31
jul.
2017.
18.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Why
is
neoliberalism
back
in
Latin
America?.
Al
Jazeera
English,
Doha,
Catar,
15
jul.
2017.
19.
FERNANDES,
J.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
global
governance
of
education:
What
lies
beneath,
behind
and
ahead?.
Mundorama,
04
jul.
2017.
20.
BELÉM
LOPES,
D.
.
South
Korea
and
Brazil
Rejected
Their
Female
Leaders.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
03
jul.
2017.
21.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Brazil's
Shameful
Silence
About
Kashmir.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
16
jun.
2017.
22.
ESTEVES,
P.
;
WAISBICH,
L.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
reforma
da
política
externa.
O
Estado
de
[Link]
(Blog
Gestão,
Política
&
Sociedade),
29
maio
2017.
23.
BELÉM
LOPES,
D.
.
O
que
será
da
decadente
cleptocracia
do
Brasil?.
Carta
Maior,
29
maio
2017.
56
24.
BELÉM
LOPES,
D.
.
What
next
for
Brazil's
decaying
kleptocracy?.
Afghanistan
Times,
Cabul,
Afeganistão,
p.
7,
22
maio
2017.
25.
BELÉM
LOPES,
D.
.
What
next
for
Brazil's
decaying
kleptocracy?.
The
Peninsula,
Doha,
Catar,
p.
11,
22
maio
2017.
26.
BELÉM
LOPES,
D.
.
What
next
for
Brazil's
decaying
kleptocracy?.
Al
Jazeera
English,
Doha,
Catar,
21
maio
2017.
27.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Japan-‐Brazil
Cooperation:
Flawed
By
Design?.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
10
maio
2017.
28.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Why
China
Is
Not
Bound
to
Lead
Latin
America.
The
Diplomat,
Tóquio,
Japão,
29
abr.
2017.
29.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Nau
sem
rumo
em
mar
revolto.
Boletim
da
UFMG,
Belo
Horizonte,
10
abr.
2017.
30.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Once
a
fertile
ground
for
creative
governing
ideas,
Latin
America
now
lags
behind.
Cuenca
High
Life,
Cuenca,
Equador,
10
abr.
2017.
31.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
desert
of
new
ideas.
The
News
International,
Karachi,
Paquistão,
08
abr.
2017.
32.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Latin
America:
A
desert
of
new
ideas.
Al
Jazeera
English,
Doha,
Catar,
06
abr.
2017.
33.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Is
populism
really
retreating
in
Latin
America?.
Al
Jazeera
English,
Doha,
Catar,
04
mar.
2017.
34.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
política
externa
pós-‐diplomática.
O
Estado
de
[Link]
(Blog
Gestão,
Política
e
Sociedade),
São
Paulo,
02
mar.
2017.
35.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
falta
que
faz
uma
estratégia.
Folha
de
[Link],
p.
A3,
03
jan.
2017.
36.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
moral
e
o
morismo.
O
Estado
de
[Link],
p.
A4,
05
dez.
2016.
37.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Novo
manual
de
falácias
diplomáticas.
O
Estado
de
[Link]
(blog
Gestão,
Política
e
Sociedade),
07
nov.
2016.
38.
BELÉM
LOPES,
D.
.
99%
de
política,
1%
de
diplomacia.
O
Estado
de
[Link]
(Blog
Gestão,
Política
e
Sociedade),
28
maio
2016.
39.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Temer
e
o
Partido
do
Itamaraty.
O
Estado
de
[Link],
p.
A41,
12
maio
2016.
40.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
saída
ainda
é
o
Galeão?.
O
Estado
de
[Link],
28
set.
2015.
41.
BELÉM
LOPES,
D.
;
REZENDE,
L.
P.
.
Na
diplomacia,
Marina
combina
Collor,
FHC
e
Lula.
Folha
de
[Link],
05
set.
2014.
42.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Métrica
diplomática.
O
Estado
de
[Link],
27
jul.
2014.
57
43.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Recuo
estratégico
ou
normalização
da
curva?.
Folha
de
[Link],
17
mar.
2014.
44.
BELÉM
LOPES,
D.
.
O
porto
de
Mariel
e
a
democracia.
Observatório
da
Imprensa,
11
fev.
2014.
45.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Futuro
do
pretérito.
O
Estado
de
[Link],
p.
E9,
02
fev.
2014.
46.
BELÉM
LOPES,
D.
.
No
Brasil,
presidenciáveis
olham
diplomacia
pelo
retrovisor.
Folha
de
[Link],
p.
A18,
01
fev.
2014.
47.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SALIBA,
A.
T.
.
Reforma
do
Conselho
demanda
improvável
conjunção
de
fatores.
Folha
de
[Link],
p.
A17,
04
dez.
2013.
48.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Paradoxo
de
Genebra.
O
Estado
de
[Link],
p.
E3,
01
dez.
2013.
49.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Resolução
da
ONU
deve
focar
apenas
questões
civis
da
internet.
Folha
de
[Link],
p.
A9,
28
out.
2013.
50.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Acordo
negociado
agora
é
parecido
com
o
costurado
pelo
Brasil
há
três
anos.
Folha
de
[Link],
p.
A14,
10
out.
2013.
51.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Declínio
do
império
antiamericano.
O
Estado
de
[Link],
p.
E3,
29
set.
2013.
52.
BELÉM
LOPES,
D.
;
VALENTE,
M.
S.
.
Não
fossem
os
EUA,
brasileiro
poderia
ter
barrado
uso
de
gás
sarin
por
Damasco.
Folha
de
[Link],
p.
A11,
17
set.
2013.
53.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Occupy
Itamaraty.
O
Estado
de
[Link],
p.
E3,
08
set.
2013.
54.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Novo
chanceler
terá
de
resgatar
Itamaraty
de
uma
das
maiores
crises.
Folha
de
[Link],
p.
A23,
01
set.
2013.
55.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Itamaraty
sofre
processo
de
esvaziamento
no
atual
governo.
Folha
de
[Link],
p.
A12,
27
ago.
2013.
56.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Antonio,
o
Breve.
O
Estado
de
[Link],
p.
E9,
16
jun.
2013.
57.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Proposta
indecente.
O
Tempo
Contagem,
p.
4,
01
mar.
2013.
58.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Quem
precisa
do
Itamaraty?.
Observatório
da
Imprensa
(São
Paulo),
26
fev.
2013.
59.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Jabuticaba
universal.
O
Estado
de
[Link],
p.
J6,
10
fev.
2013.
60.
BELÉM
LOPES,
D.
;
NASSER,
F.
.
O
Debatedouro,
dez
anos
depois.
O
Debatedouro,
Belo
Horizonte,
p.
6
-‐
7,
12
dez.
2012.
3.4.
Comunicações
em
eventos
acadêmicos
e
participações
em
mesas
redondas,
entre
2011
e
2019
1.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Shaping
a
New
Ethos
of
Geopolitics
and
Geo-‐Economics:
The
role
of
Emerging
Powers
in
G20,
BRICS
and
IBSA.
2018.
(Apresentação
de
Trabalho/Outra).
58
2.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Brasil
na
periferia
das
relações
geoeducacionais
e
geoacadêmicas.
2018.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
3.
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
tragedy
of
middle
power
politics:
Traps
and
contradictions
in
a
country's
quest
for
emergence.
2018.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
4.
BELÉM
LOPES,
D.
;
ARCANJO
JR.,
L.
;
GUIMARAES,
J.
.
Soberania
e
política
externa:
o
embate
entre
'nacionalistas'
e
'entreguistas'
redivivo?.
2018.
(Apresentação
de
Trabalho/Outra).
5.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SALIBA,
A.
T.
.
Brazil?s
Failure
to
Grab
a
UN
Security
Council
Permanent
Seat:
a
Tale
of
Expectations
and
Disappointment.
2018.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
6.
LÓPEZ
BURIAN,
C.
;
FELIU,
P.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Elitismo
tecnocrático
y
pluralismo
partidocrático.
2018.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
7.
BELÉM
LOPES,
D.
.
O
futuro
do
multilateralismo
e
o
Brasil
nas
instituições
internacionais.
2018.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
8.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Brasil
e
multilateralismo:
entre
o
passado
e
o
futuro.
2018.
(Apresentação
de
Trabalho/Seminário).
9.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Forget
Populism:
Institutional
Politics
Is
to
Blame
for
Latin
America.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
10.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
política
externa
brasileira
no
século
XXI.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
11.
BELÉM
LOPES,
D.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
.
Latin
American
Secretaries-‐General
of
International
Organizations
and
the
Diplomacy
of
Prestige.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
12.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Uma
nova
época:
a
política
externa
brasileira
do
século
XXI.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
13.
BELÉM
LOPES,
D.
.
BRICS
countries,
Brazil-‐China
relations
and
Latin
American
politics.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
14.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Brazil-‐China
Relations
and
Cooperation.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
15.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
integração
do
Brasil
com
a
região
latino-‐americana
em
tempos
de
políticas
neoliberais.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
16.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
cooperação
internacional
e
o
Brasil.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
17.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Aristocracy,
oligarchy,
and
foreign
policy
in
Brazil.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
18.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
emergência
da
política
externa
pós-‐diplomática
no
Brasil.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
59
19.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Key
aspects
of
Brazilian
external
relations.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
20.
BELÉM
LOPES,
D.
;
VALENTE,
M.
S.
.
Constitutions
and
foreign
affairs:
patterns
of
participation
and
contestation
in
22
Latin
American
countries.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
21.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
emergência
da
política
externa
pós-‐diplomática
no
Brasil
e
ao
redor
do
mundo.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
22.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Cambios,
incertidumbre
y
nuevos
desafíos.
Las
políticas
exteriores
latinoamericanas
en
la
segunda
década
del
siglo
XXI.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
23.
VALENTE,
M.
S.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Democracia
global
e
secretários-‐gerais:
análise
das
distribuições
dos
nacionais
nesses
cargos
entre
1945
e
2016.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
24.
FARIA,
C.
A.
P.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
política
externa
depois
do
11
de
Setembro.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Seminário).
25.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Democracia
na
América
Latina:
Desafios
e
Perspectivas.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
26.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
cooperação
para
o
desenvolvimento:
Europa,
América
do
Sul
e
Ásia.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
27.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
inserção
internacional
de
Minas
Gerais
em
um
mundo
em
transformação.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
28.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Transparency:
a
prerequisite
for
good
governance?.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
29.
BELÉM
LOPES,
D.
.
La
emergencia
de
la
política
exterior
post-‐diplomática
en
Brasil.
2017.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
30.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Política
externa
brasileira
e
a
internacionalização
de
governos
locais.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
31.
BELÉM
LOPES,
D.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
.
Are
there
polyarchies
at
the
global
level?
Patterns
of
participation
and
contestation
in
36
intergovernmental
organizations.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
32.
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
democratization
of
global
institutions
from
a
Brazilian
viewpoint.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
33.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Brazil
in
today's
world.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
34.
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
political
situation
in
Brazil.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
60
35.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
tragedy
of
middle
power
politics:
the
case
of
Brazil.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
36.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Continuidades
e
rupturas
na
política
externa
brasileira.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
37.
BELÉM
LOPES,
D.
.
'Brazil
for
Export'?
When
Policies
to
Fight
Socioeconomic
Inequality
at
the
Domestic
Level
Become
a
Gateway
for
Regional
Governance.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
38.
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
Latin
American
Secretaries-‐General
of
International
Organizations
and
the
Diplomacy
of
Prestige.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
39.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
diplomacia
dos
3
Ds
no
século
21.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
40.
BELÉM
LOPES,
D.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
.
Latin
American
Secretaries-‐General
of
International
Organizations
and
the
Diplomacy
of
Prestige.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
41.
BELÉM
LOPES,
D.
.
On
emerging
and
established,
middle
and
great
powers.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
42.
BELÉM
LOPES,
D.
;
REZENDE,
F.
C.
;
SANTOS,
M.
.
Cientistas
políticos
são
de
Marte,
internacionalistas
são
de
Vênus?
Evolução
disciplinar
e
divórcio
metodológico
no
cânone
acadêmico.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
43.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Notas
sobre
os
fundamentos
aristocráticos
e
oligárquicos
da
política
externa
brasileira.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
44.
GUIMARÃES,
A.
;
BELÉM
LOPES,
D.
;
VIEIRA,
D.
.
Comentários
à
tese
de
Andrew
Gamble
sobre
a
'crise
sem
fim'.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Outra).
45.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
crise
socioeconômica
brasileira.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
46.
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
end
of
secrecy:
the
end
of
diplomacy?.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
47.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Perspectivas
do
governo
Trump
na
política
internacional.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
48.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Do
ocidentalismo
convicto
à
desocidentalização
hesitante:
a
política
externa
brasileira
em
revista.
2016.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
49.
BELÉM
LOPES,
D.
;
Faria,
Carlos
Aurélio
Pimenta
de
.
Foreign
policy
cycles
in
Latin
American
democracies.
2015.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
50.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
política
externa
brasileira
no
século
XXI.
2015.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
61
51.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Os
fundamentos
aristocráticos
da
política
externa
brasileira.
2015.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
52.
BELÉM
LOPES,
D.
.
When
crisis
breeds
regional
governance.
2015.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
53.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Ciclos
de
política
externa
nas
democracias
da
América
Latina.
2015.
(Apresentação
de
Trabalho/Seminário).
54.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Futuros
possíveis:
o
Brasil
e
o
mundo
daqui
a
10
anos.
2015.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
55.
BELÉM
LOPES,
D.
;
OLIVEIRA,
J.
P.
F.
;
DINELLI,
E.
.
Produção
de
política
externa
na
América
Latina
contemporânea:
rumo
à
perda
de
centralidade
dos
Poderes
Executivos?.
2015.
(Apresentação
de
Trabalho/Outra).
56.
BELÉM
LOPES,
D.
;
MEDEIROS,
M.
;
FARIA,
C.
A.
P.
.
Fórum
'FR01
Estudos
América
Latina:
política
externa,
integração
e
segurança-‐defesa'.
2015.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
57.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
diplomacia
dos
3
ds
no
século
21.
2015.
(Apresentação
de
Trabalho/Simpósio).
58.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Política
externa
e
regime
político:
reflexões
sobre
o
caso
brasileiro.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Seminário).
59.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
ONU
entre
o
passado
e
o
futuro.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
60.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
técnica
da
simulação
aplicada
ao
ensino
das
Relações
Internacionais:
potenciais
e
limites
de
uma
inovação
pedagógica.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
61.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Quem
vai
ficar
com
a
Crimeia?
Tensões
entre
soberania
territorial
e
autodeterminação
política
na
atual
crise
russo-‐ucraniana.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Seminário).
62.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Política
externa
e
democracia
no
Brasil.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
63.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Organizações
internacionais
como
microcosmos:
o
processo
de
poliarquização
da
política
mundial.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
64.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Can't
One
Put
New
Wine
into
Old
Bottles?
Global
Polyarchies
in
Contemporary
World
Politics.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
65.
BELÉM
LOPES,
D.
.
When
Institutional
Contestation
Means
International
Legitimization:
A
Brazilian
Rendition
of
Global
Governance.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
66.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
tragédia
das
potências
emergentes
nas
organizações
internacionais.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
62
67.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Brazil's
Rendition
of
the
'Responsibility
to
Protect'
Doctrine:
Promising
or
Stillborn
Diplomatic
Proposal?.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Seminário).
68.
BELÉM
LOPES,
D.
;
ONUKI,
J.
;
SANTOS,
F.G.
;
FARIA,
C.
A.
P.
.
Eleições
presidenciais
e
política
externa
brasileira.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
69.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Democratização
da
política
externa
brasileira.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
70.
CASARÕES,
G.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
Brazilian
School
of
Secretaries-‐General?
The
Ministry
of
Foreign
Affairs
and
the
Empowerment
of
Brazilian
Diplomats
to
Lead
International
Organizations.
2014.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
71.
SALIBA,
A.
T.
;
BELÉM
LOPES,
D.
;
VIEIRA,
P.
G.
.
An
Assessment
of
the
Brazilian
Position
on
the
'Responsibility
to
Protect'
Doctrine.
2013.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
72.
BELÉM
LOPES,
D.
;
FARIA,
C.
A.
P.
.
Have
Regional
and
Global
Institutions
Played
a
Role
in
Shaping
a
Renewed
Social
Agenda
for
the
21st
Century?
A
Case
Study
of
Latin
America?s
?Pink
Tide?.
2013.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
73.
GAMA,
C.
F.
P.
S.
;
BELÉM
LOPES,
D.
;
CASARÕES,
G.
.
A
Tragedy
of
Middle
Power
Politics:
Traps
and
Contradictions
in
Brazil's
Quest
for
Institutional
Revisionism.
2013.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
74.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Can't
one
put
new
wine
into
old
bottles?
Global
polyarchies
in
contemporary
world
politics.
2013.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
75.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Política
externa
e
diplomacia
no
governo
Rousseff.
2013.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
76.
BELÉM
LOPES,
D.
.
O
princípio
e
as
práticas
de
'segurança
coletiva'
na
política
internacional
da
modernidade.
2013.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
77.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
inserção
internacional
do
Brasil
pela
via
multilateral.
2013.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
78.
SALIBA,
A.
T.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
curious
case
of
Brazil:
how
and
why
it
almost
became
(and
probably
will
not
ever
be)
a
United
Nations
Security
Council
permanent
member.
2013.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
79.
BELÉM
LOPES,
D.
.
San
Francisco
Versus
Bretton
Woods?
Assessing
Two
Rivaling
(Yet
Concurrent)
Platforms
for
Global
Governance.
2012.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
80.
BELÉM
LOPES,
D.
.
UN,
WTO,
World
Bank,
IMF:
Polyarchies,
Competitive
Oligarchies,
or
Inclusive
Hegemonies?.
2012.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
81.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Global
Intergovernmental
Organizations:
Polyarchies,
Competitive
Oligarchies,
or
Inclusive
Hegemonies?.
2012.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
63
82.
FARIA,
C.
A.
P.
;
BELÉM
LOPES,
D.
.
As
instituições
regionais
e
a
agenda
social
latino-‐
americana:
Mercosul,
Alba
e
Unasul
comparados.
2012.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
83.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Pensando
a
governança
global:
os
desafios
do
pós-‐Guerra
Fria.
2012.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
84.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
ONU
entre
o
passado
e
o
futuro:
a
política
da
autoridade.
2012.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
85.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SANTOS,
M.
L.
;
FARIA,
C.
A.
P.
.
Ciclos
de
produção
da
política
exterior
nas
democracias
da
América
Latina.
2012.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
86.
BELÉM
LOPES,
D.
;
CEPALUNI,
G.
;
YEROS,
P.
.
Potências
emergentes
em
negociações
econômicas.
2012.
(Apresentação
de
Trabalho/Conferência
ou
palestra).
87.
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
UN
and
the
WTO
as
Global
Polyarchies:
Moving
Beyond
the
'Democratic
Constituency'
Issue.
2011.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
88.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Global
International
Organizations
and
Polyarchy.
2011.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
89.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
poliarquização
da
política
internacional
pela
via
institucional.
2011.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
90.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Diplomacia
rima
com
democracia?
A
hipótese
do
'republicanismo
mitigado'.
2011.
(Apresentação
de
Trabalho/Congresso).
91.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Organização
internacionais
globais:
poliarquias,
oligarquias
competitivas
ou
hegemonias
inclusivas?.
2011.
(Apresentação
de
Trabalho/Comunicação).
3.5.
Colaborações
com
os
meios
de
comunicação
entre
2011
e
2019
Imprensa
escrita
1.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Análise:
especialistas
veem
guinada
inédita
e
desejo
de
exibir
erudição
em
discurso
de
chanceler
2019
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
Claudia
Antunes,
do
jornal
O
Globo).
2.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
atuação
do
Brasil
na
Venezuela
e
a
'não
intervenção'
2019
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
João
Paulo
Charleaux,
do
Nexo
Jornal).
3.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
aproximação
entre
Evo
Morales
e
Jair
Bolsonaro
2019
(Entrevista
concedida,
por
email,
a
Fernanda
Thedim,
da
revista
Veja).
4.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Diplomacia.
Uma
política
em
disputa.
Fortaleza,
CE
2019
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
Luana
Barros,
do
jornal
O
Povo).
64
5.
BELÉM
LOPES,
D.
.
'Do
PSDB
para
o
PT
mudaram
um
pouco
a
receita
do
bolo,
agora
há
uma
ruptura
drástica
da
política
externa'
2019
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Heloísa
Mendonça,
do
jornal
El
País
Brasil).
6.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Analistas
de
política
internacional
falam
sobre
tensão
na
fronteira
com
Venezuela
2019
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Fábio
Amato,
do
portal
G1).
7.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Embates
na
fronteira
com
a
Venezuela
põem
Brasil
em
encruzilhada
diplomática
2019
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Carla
Jiménez,
do
jornal
El
País
Brasil).
8.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Crise
na
Venezuela:
o
que
é
o
Grupo
de
Lima,
que
reúne
representantes
de
14
países
2019
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Amanda
Rossi,
do
site
BBC
News
Brasil).
9.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
referendum
in
Ecuador
is
another
defeat
for
South
America?s
left-‐wing
populists
2018
(Entrevista
concedida,
por
videoconferência,
a
Simeon
Tegel,
para
The
Washington
Post).
10.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Como
a
crise
da
Venezuela
influencia
as
campanhas
presidenciais
na
Colômbia,
no
México
e
no
Brasil
2018
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Leticia
Mori,
da
BBC
News
Brasil).
11.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Efeito
de
eleição
mexicana
na
América
Latina
será
mais
simbólico
do
que
prático
2018
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Marina
Gonçalves,
de
O
Globo).
12.
BELÉM
LOPES,
D.
.
O
que
se
pode
esperar
de
Bolsonaro
na
Política
Externa
2018
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Claudia
Antunes,
de
O
Globo).
13.
BELÉM
LOPES,
D.
.
O
resultado
das
eleições
brasileiras
e
a
vitória
de
Jair
Bolsonaro
2018
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Bruno
Ignacio
de
Lima,
do
jornal
The
Asahi
Shimbun).
14.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Oscuro
panorama
para
Jair
Bolsonaro
2018
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Daniel
Armirola,
do
site
[Link]
(Colômbia)).
15.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Will
Bolsonaro's
victory
in
Brazil
usher
right-‐wing
ripple
effects
in
Latin
America?
2018
(Entrevista
concedida,
por
skype,
a
Simeon
Tegel,
da
NBC
News).
16.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Análise:
Chanceler
de
Bolsonaro
fala
para
as
bases,
mas
desagrada
alas
do
próprio
futuro
governo;
linguagem
que
apela
a
Deus
só
se
compara
à
de
regimes
fundamentalistas
2018
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
André
Duchiade,
do
jornal
O
Globo).
17.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Lula
da
Silva
ve
cada
vez
más
cerca
el
final
de
su
carrera
2018
(Entrevista,
por
email,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano).
18.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Descontento
se
propaga
por
Brasil
y
golpea
a
Temer
2017
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano
(Medellín)).
19.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Por
que
os
protestos
contra
Temer
continuam
vazios?
3
hipóteses
2017
(Entrevista
concedida,
por
email,
a
Luiza
Calegari,
da
revista
Exame).
65
20.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Lula
es
favorito,
incluso
condenado
2017
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano
(Medellín)).
21.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Latin
America?s
Delicate
Dance
With
China
2017
(Entrevista
concedida,
por
skype,
a
Simeon
Tegel,
do
website
US
News
&
World
Report).
22.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Why
Do
Many
on
the
Global
Left
Still
Support
Venezuela?s
Maduro?
2017
(Entrevista
concedida,
por
skype,
a
Simeon
Tegel,
a
serviço
da
rede
NBC
News).
23.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Venezuela
y
Brasil
entran
en
choque
diplomático.
Medellín,
Colômbia
2017
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano).
24.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Indústria
mineira
espera
retomar
exportações
com
mudanças
na
Argentina
2016
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Pedro
Rocha
Franco,
do
Estado
de
Minas).
25.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Grupos
anti-‐PT
apostam
no
sucesso
das
manifestações
do
próximo
domingo
2016
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Ezequiel
Fagundes,
do
Hoje
em
Dia).
26.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Nombramiento
de
Lula
augura
una
peor
crisis
2016
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano).
27.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Cámara
dice
sí,
ahora
el
Senado
juzgará
a
Dilma
2016
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano).
28.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Sessão
teve
poucas
surpresas
2016
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Luiza
Muzzi,
do
jornal
O
Tempo).
29.
BELÉM
LOPES,
D.
.
É
preciso
cautela
com
relação
entre
terrorismo,
imigração
e
Estado
Islâmico,
diz
especialista
2016
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Filipe
Motta,
do
jornal
Hoje
em
Dia).
30.
BELÉM
LOPES,
D.
.
BH
decide
neste
domingo
(30)
a
disputa
mais
acirrada
dos
últimos
anos.
Belo
Horizonte,
MG:
O
Tempo,
2016
(Entrevista
concedida,
por
email,
a
Tâmara
Teixeira,
do
jornal
O
Tempo).
31.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Através
do
muro
de
Trump
2016
(Entrevista,
por
telefone,
para
O
Sino
do
Samuel:
Jornal
da
Faculdade
de
Direito
da
UFMG).
32.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Caos
no
Iêmen
eleva
risco
de
guerra
entre
países
vizinhos
2015
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
Litza
Mattos,
do
jornal
O
Tempo).
33.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Caso
Petrobrás
enloda
la
cúpula
del
poder
en
Brasil
2015
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano).
34.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Mais
cruel
do
que
tudo
já
visto
2015
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Litza
Mattos,
do
jornal
O
Tempo).
35.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Visita
beneficiou
momento
frágil
da
petista
2015
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Alexandra
Martins,
do
jornal
O
Estado
de
[Link]).
66
36.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
ONU
70
anos
depois
e
o
tema
da
reforma
2015
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Ana
Paula
S.
Lima,
da
Revista
Sapientia).
37.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Mudança
à
vista
no
discurso
econômico
da
União
Europeia
2014
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Andrea
Freitas,
do
jornal
O
Globo).
38.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Diplomacia
de
Estado
2014
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Rodrigo
Russo,
do
jornal
Folha
de
[Link]).
39.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Fim
do
conflito
na
faixa
de
Gaza
pode
levar
até
20
anos,
diz
representante
árabe
2014
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
João
Paulo
Martins,
da
revista
Encontro).
40.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Agora,
todos
pelo
multilateralismo
2014
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Alexandra
Martins,
do
jornal
O
Estado
de
[Link]).
41.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Dos
damas
izquierdistas
se
disputan
el
poder
en
Brasil
2014
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano).
42.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
política
externa
nas
eleições
2014
2014
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
Vinicius
Gomes,
da
revista
Fórum).
43.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Encuestas
dan
triunfo
a
Dilma
y
expertos
dudan
2014
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano).
44.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Por
el
cambio
o
el
estatismo,
Brasil
va
hoy
a
las
urnas
2014
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
Daniel
Armirola,
do
jornal
El
Colombiano).
45.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Bate-‐papo:
eleições
presidenciais
2014
2014
(Entrevista
concedida
a
Marcio
Bonfim
e
Cida
Morais,
da
revista
PontoCon).
46.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Um
país
entre
amores
e
rancores
2013
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Juliana
Colares,
do
jornal
Correio
Braziliense).
47.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Jornal
britânico
The
Sun
compra
briga
com
Cristina
Kirchner
2013
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Gabriela
Walker,
do
jornal
Correio
Braziliense).
48.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Diplomacia
de
aristocratas.
Belo
Horizonte
2013
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Ana
Rita
Araújo,
do
Boletim
UFMG).
49.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Si
Rio
Branco
levantase
la
cabeza?
2013
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
María
Martín,
do
site
'Brasil
con
Ñ').
50.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Preconceito
impede
entrada
de
brasileiro
nos
EUA
sem
visto
2012
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Marcelo
Coelho
da
Fonseca,
do
jornal
Estado
de
Minas).
51.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Disputa
pela
prefeitura
promete
ser
acirrada
2012
(Entrevista
concedida,
por
e-‐mail,
a
Dayse
Resende,
da
revista
PontoCon).
52.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Contagem:
um
século
de
avanço
2011
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Dayse
Resende,
da
revista
PontoCon).
67
53.
BELÉM
LOPES,
D.
.
A
expulsão
dos
diplomatas
iranianos
da
Grã-‐Bretanha
2011
(Entrevista
concedida,
por
telefone,
a
Cintia
Godoy,
do
jornal
O
Estado
RJ).
Rádio,
televisão
e
internet
1.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Voz
Ativa.
2018.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
2.
BELÉM
LOPES,
D.
;
GIROLETTI,
D.
.
Interconexão
Brasil.
2018.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
3.
BELÉM
LOPES,
D.
;
CASARÕES,
G.
.
Tempo
Hábil
(podcast).
2018.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
4.
BELÉM
LOPES,
D.
;
ZAHRAN,
G.
.
Chutando
a
Escada
(podcast).
2018.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
5.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Rádio
UFMG
Educativa
(O
que
está
acontecendo
na
Venezuela?).
2017.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
6.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Programa
Extraclasse
/
SINPRO
(América
Latina).
2017.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Comentário).
7.
BELÉM
LOPES,
D.
;
SANTOS
FILHO,
O.
;
MENDES,
W.
;
STACANELLI,
J.
.
Programa
Horizonte
Debate
(TV
Horizonte).
2017.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Mesa
redonda).
8.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Rádio
UFMG
Educativa
(O
fim
da
Minustah).
2017.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
9.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Rádio
UFMG
Educativa
(Saída
do
Reino
Unido
da
União
Europeia).
2016.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
10.
BELÉM
LOPES,
D.
;
LIBANIO,
G.
;
REIS,
O.
D.
;
RIBEIRO,
D.
.
Assembleia
Debate
(Trump
na
presidência:
consequências
políticas
e
econômicas).
2016.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Mesa
redonda).
11.
BELÉM
LOPES,
D.
;
GIROLETTI,
D.
.
Interconexão
Brasil
(Nova
geopolítica
mundial).
2016.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
12.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Rádio
UFMG
Educativa
(A
situação
na
Venezuela).
2014.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
13.
BELÉM
LOPES,
D.
;
WILDMANN,
I.
;
SALOMÃO,
W.
.
Rádio
UFMG
Educativa
(Israel
e
Palestina:
desafios
para
a
paz).
2014.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Mesa
redonda).
14.
BELÉM
LOPES,
D.
;
RIOS
NETO,
R.
.
Jornal
da
Itatiaia
(A
morte
de
Chávez).
2013.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
15.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Rádio
UFMG
Educativa
(crise
diplomática
na
Península
Coreana).
2013.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
16.
BELÉM
LOPES,
D.
.
CBN
Madrugada
(Política
externa
e
democracia
no
Brasil).
2013.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
68
17.
BELÉM
LOPES,
D.
.
The
Monocle
Daily
(Antonio
Patriota's
resignation).
2013.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
18.
BELÉM
LOPES,
D.
;
GIROLETTI,
D.
.
Programa
Interconexão
Brasil
(BH
News).
2013.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
19.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Giro
Brasil
Online.
2012.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
20.
BELÉM
LOPES,
D.
.
CBN
Notícias.
2012.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Comentário).
21.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Giro
Brasil
Online.
2012.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
22.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Imagem
da
Palavra
(atuação
das
FARC).
2012.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Comentário).
23.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Band
News
FM
(Notícias).
2012.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
24.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Giro
Brasil
Online.
2012.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
25.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Rádio
UFMG
Educativa
-‐
Especial
Jogos
Olímpicos.
2012.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
26.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Rádio
UFMG
Educativa
-‐
Eleição
presidencial
nos
EUA.
2012.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Entrevista).
27.
BELÉM
LOPES,
D.
.
Imagem
da
Palavra
(conflito
árabe-‐israelense).
2012.
(Programa
de
rádio
ou
TV/Comentário).
3.6.
Participações
em
bancas
examinadoras
de
concursos
e
demais
processos
seletivos
de
interesse
público,
entre
2011
e
2019
Concursos
públicos
1.
BELÉM
LOPES,
D.;
MATOS,
M.;
NEVES,
J..
Participação
em
banca
de
processo
seletivo
de
bolsistas
para
estágio
pós-‐doutoral
(PNPD/CAPES).
2017.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
2.
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
como
membro
suplente
de
Comissão
Examinadora
do
Concurso
Público
para
Professor
Adjunto
de
Direito
Internacional
(Edital
120/2017).
2017.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
3.
BELÉM
LOPES,
D.;
MELO,
C.R.;
FARIA,
C.
F..
Participação
como
membro
titular
(presidente)
de
banca
avaliadora
de
Processo
Seletivo
para
Doutorado
do
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
da
UFMG.
2017.
4.
BELÉM
LOPES,
D.;
MACHADO,
J.
A.;
GUIMARAES,
J..
Participação
como
membro
titular
(presidente)
da
banca
julgadora
de
concurso
público
para
ingresso
no
mestrado
em
Ciência
Política
da
UFMG.
2016.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
5.
FARIA,
Carlos
Aurélio
P.;
BELÉM
LOPES,
D.;
INACIO,
M.;
VILLA,
R.
D.;
PINHEIRO,
L.;
DULCI,
O.;
CARDOSO,
V.
A.;
MELO,
C.R..
Participação
como
membro
titular
em
Comissão
Examinadora
de
Concurso
para
Professor
Adjunto
do
Departamento
de
Ciência
Política,
69
área
de
Política
Internacional
e
Comparada,
da
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais
(Edital
145,
publicado
no
DOU
em
13.02.2015).
2015.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
6.
REIS,
B.
P.
W.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
processo
seletivo
de
bolsista
para
estágio
pós-‐doutoral
(PNPD/CAPES).
2015.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
7.
LIMONGI,
F.;
REIS,
R.
R.;
PINHEIRO,
L.;
NASSER,
R.;
FUSER,
I.;
VEIGA,
J.P.C.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
como
membro
suplente
em
comissão
julgadora
de
Concurso
Público
para
Professor-‐Doutor
da
disciplina
'Relações
Internacionais'
do
Departamento
de
Ciência
Política
da
Universidade
de
São
Paulo
(Edital
FFLCH/FLP
n.
039/2013).
2014.
Universidade
de
São
Paulo.
8.
MENICUCCI,
T.;
BELÉM
LOPES,
D.;
CUNHA,
E..
Participação
como
membro
titular
em
banca
julgadora
de
concurso
público
para
ingresso
no
mestrado
em
Ciência
Política
da
UFMG.
2014.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
Outros
processos
avaliativos
e/ou
seletivos
1.
BELÉM
LOPES,
D.;
GUIMARAES,
J.;
FARIA,
C.
F..
Participação
como
membro
do
júri
do
concurso
de
teses
defendidas
em
2017
no
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
da
UFMG.
2018.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
2.
BELÉM
LOPES,
D.;
FARIA,
Carlos
Aurélio
Pimenta;
REIS,
B.
P.
W..
Participação
em
banca
de
avaliação
de
projeto
de
tese
de
doutorado
da
discente
Julijana
Nicha
Andrade.
2018.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
3.
BELÉM
LOPES,
D.;
AVRITZER,
L..
Participação
em
comissão
avaliadora
do
Concurso
de
Teses
do
Departamento
de
Ciência
Política
da
UFMG
(defesas
de
2016).
2017.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
4.
BELÉM
LOPES,
D.;
DULCI,
O.;
GUIMARAES,
J..
Participação
em
banca
de
avaliação
do
projeto
de
tese
de
doutorado
do
discente
Enrique
Natalino.
2017.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
5.
BELÉM
LOPES,
D.;
CIMINI,
F.;
REIS,
B.
P.
W..
Participação
em
banca
de
avaliação
de
projeto
de
tese
de
doutorado
do
discente
João
Paulo
Ferraz
Oliveira.
2016.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
6.
BELÉM
LOPES,
D.;
FARIA,
Carlos
Aurélio
P.;
DALGAARD,
K..
Participação
em
banca
de
avaliação
de
projeto
de
tese
de
doutorado
do
discente
Mario
Schettino
Valente.
2016.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
7.
GUIMARAES,
J.;
FARIA,
Carlos
Aurélio
P.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
projeto
de
tese
do
discente
Diego
Valadares
Vasconcelos
Neto.
2016.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
8.
BELÉM
LOPES,
D.;
FUKS,
M.;
CUNHA,
E.;
SÁTYRO,
N..
Participação
em
comissão
avaliadora
do
Concurso
de
Dissertações
e
Teses
do
Departamento
de
Ciência
Política
da
UFMG
(defesas
de
2014).
2015.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
9.
BELÉM
LOPES,
D.;
MARONA,
M.;
TELLES,
H..
Participação
em
banca
de
seleção
de
bolsista
do
Programa
de
Monitoria
de
Graduação
para
a
disciplina
"DCP
029
-‐
70
Seminários
Temáticos
de
Política",
do
Curso
de
Graduação
em
Ciências
Sociais.
2015.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
10.
FUKS,
M.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
de
processo
seletivo
PEC-‐PG
Mestrado
(edital
CNPq
05/2015).
2015.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
11.
MATOS,
M.;
ROSA,
M.;
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
banca
examinadora
do
projeto
de
tese
intitulado
"Dos
atores
às
controvérsias:
camponeses
e
camponesas
brasileiros
nos
debates
transnacionais
sobre
produção
de
alimentos
e
meio
ambiente",
da
aluna
Priscila
Delgado
de
Carvalho.
2015.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
12.
BELÉM
LOPES,
D.;
SOARES,
M.M.;
MATOS,
M.;
MELO,
C.R..
Participação
em
comissão
avaliadora
do
Concurso
de
Dissertações
e
Teses
do
Departamento
de
Ciência
Política
da
UFMG
(defesas
de
2013).
2014.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
13.
BELÉM
LOPES,
D.;
ANASTASIA,
F..
Participação
em
banca
de
avaliação
do
projeto
de
dissertação
de
mestrado
de
Deborah
Monte
no
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Relações
Internacionais
da
PUC
Minas.
2014.
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
14.
BELÉM
LOPES,
D.;
CARDOSO,
A.
A.;
FREITAS,
R.
S..
Participação
em
banca
de
avaliação
do
projeto
de
tese
de
doutoramento
de
Luana
Hordones
Chaves
no
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Sociologia
da
UFMG.
2014.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
15.
BELÉM
LOPES,
D.;
INACIO,
M.;
Faria,
Carlos
Aurélio
Pimenta
de.
Participação
em
banca
de
avaliação
do
projeto
de
tese
de
doutoramento
de
Lucas
Ribeiro
Mesquita
no
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política
da
UFMG.
2014.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
16.
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
subcomissão
de
avaliação
no
programa
de
mobilidade
internacional
de
graduação
MINAS
MUNDI.
2013.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
17.
BELÉM
LOPES,
D.;
MOULIN,
C..
Participação
como
membro
externo
em
banca
de
seleção
de
bolsa
de
estágio
doutoral,
modalidade
PDSE/CAPES.
2013.
Pontifícia
Universidade
Católica
do
Rio
de
Janeiro.
18.
BELÉM
LOPES,
D.;
SILVA,
E.
M.;
CARVALHO,
R.
F.;
PIERI,
E.
R.;
QUINA,
F..
Participação
como
representante
da
área
de
Políticas
na
comissão
avaliadora
do
I
Prêmio
IBE
de
Incentivo
a
Projetos
Colaborativos
Brasil-‐Europa.
2013.
Instituto
de
Estudos
Brasil-‐
Europa.
19.
BELÉM
LOPES,
D.;
MENDES,
C.
G.;
ANASTASIA,
M.
F.
J.;
DINIZ,
E.;
SOUZA,
M..
Participação
como
membro
externo
em
banca
de
seleção
de
bolsa
de
estágio
doutoral,
modalidade
PDSE/CAPES.
2013.
Pontifícia
Universidade
Católica
de
Minas
Gerais.
20.=
BELÉM
LOPES,
D..
Participação
em
subcomissões
de
avaliação
no
programa
de
mobilidade
internacional
de
graduação
MINAS
MUNDI.
2012.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
21.
BELÉM
LOPES,
D.;
MUNIZ,
J..
Participação
em
equipe
de
avaliação
do
Departamento
de
Ciência
Política
na
XXI
Semana
de
Iniciação
Científica
da
UFMG.
2012.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
71
22.
BELÉM
LOPES,
D.;
KENKEL,
K.
M.;
BONDITTI,
P..
Participação
como
membro
externo
em
banca
examinadora
de
trabalhos
apresentados
para
a
passagem
direta
para
o
doutorado
no
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Relações
Internacionais
do
Instituto
de
Relações
Internacionais
(IRI)
da
Pontifícia
Universidade
Católica
do
Rio
de
Janeiro
(PUC-‐
Rio).
2012.
Pontifícia
Universidade
Católica
do
Rio
de
Janeiro.
23.
BELÉM
LOPES,
D.;
MACHADO,
J.
A.;
AMARAL,
E.
F..
Participação
em
equipe
de
avaliação
do
Departamento
de
Ciência
Política
na
XX
Semana
de
Iniciação
Científica
da
UFMG.
2011.
Universidade
Federal
de
Minas
Gerais.
72
4.
Gestão
Universitária
Ainda
me
recordo
bem
da
entrevista
por
que
passei
durante
o
meu
estágio
probatório,
logo
após
a
minha
admissão.
Era
parte
de
um
procedimento
para
avaliação
parcial
do
estágio.
Um
dos
membros
da
comissão
examinadora
fez-‐me,
à
época,
o
seguinte
questionamento:
“O
que
você
sente
que
faltou
na
sua
trajetória
na
UFMG?”
Eu
não
titubeei:
“Envolvimento
com
administração
universitária.”
Pois
bem:
desde
então,
penso
ter
revertido
aquele
quadro
desfavorável
e
algo
incômodo
para
mim,
acumulando
experiências
importantes
na
gestão
e
nas
representações
políticas.
Falemos
a
esse
respeito.
Em
fins
de
2012,
fui
consultado
pelo
então
chefe
de
departamento
e
futuro
diretor
da
FAFICH,
Prof.
Fernando
Filgueiras,
sobre
minha
disponibilidade
para
assumir
a
subcoordenação
do
curso
de
graduação
em
Ciências
Sociais.
Com
a
ingenuidade
dos
recém-‐chegados
à
UFMG,
disse-‐lhe
que
seria
uma
ótima
chance
para
eu
aprender
rotinas
administrativas
da
Universidade
e
que,
naturalmente,
eu
aceitava.
Mal
dimensionava,
é
claro,
a
carga
adicional
de
trabalho
e
as
complicações
políticas
que
o
posto
–
como
qualquer
outro
–
trariam
consigo.
Para
piorar
o
cenário,
os
mandatos
de
coordenador
e
de
subcoordenador
da
graduação
eram
desencontrados,
o
que
tornava
mais
difícil
operar
de
maneira
coerente
e
eficaz
a
máquina.
Os
coordenadores
viriam
ora
da
Antropologia,
ora
da
Sociologia
(outros
departamentos
acadêmicos),
compondo
a
“chapa”
com
a
Ciência
Política
(momentaneamente,
na
subcoordenação,
por
mim
representada).
Os
desencontros
acabavam
sendo,
pois,
a
tônica.
Não
posso
dizer
que
aquela
foi
uma
experiência
memorável,
mas
sobrevivi.
E,
bem
ou
mal,
acumulei
milhagem
na
gestão.
Paralelamente,
como
desdobramento
de
uma
política
de
inclusão
e
formação
de
quadros
praticada
por
meu
departamento,
acabei
compondo
uma
série
de
corpos
colegiados,
em
diferentes
capacidades,
ao
longo
dos
anos.
Fui
membro
titular
do
colegiado
de
curso
de
Gestão
Pública,
suplente
do
colegiado
de
curso
de
Relações
Econômicas
Internacionais,
suplente
e
titular
do
colegiado
do
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política,
suplente
e
titular
da
Câmara
73
Departamental
de
Ciência
Política
e
suplente
da
Congregação
da
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciências
Humanas
da
UFMG.
Além
disso,
como
subcoordenador
de
curso,
também
fui
membro
nato
do
colegiado
de
graduação
em
Ciências
Sociais.
Tais
representações
contribuíram,
decerto,
para
ampliar
a
minha
compreensão
sobre
os
processos
institucionais
e
políticos
da
Universidade.
Em
2016,
recebi
um
inesperado
convite,
do
Prof.
Ricardo
Fabrino
Mendonça,
para
compor,
como
subcoordenador,
a
coordenação
do
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
(PPGCP)
da
UFMG.
Cinquentenário,
o
Programa
é
coetâneo
ao
próprio
Departamento,
fundado
em
dezembro
de
1965.
Aceitei
o
chamado
para
a
“chapa”
e
acabamos
eleitos
para
a
importante
missão.
Em
nossa
carta
de
intenções
para
o
mandato,
constavam,
por
exemplo,
metas
como
(1)
a
reorganização
de
processos
internos,
assegurando
mais
transparência
e
clareza
nos
procedimentos
e
fluxos
do
PPG,
(2)
a
reforma
do
Programa,
com
a
adequação
das
linhas
de
pesquisa,
a
revisão
do
regulamento
do
PPG
e
a
vinculação
mais
clara
de
disciplinas
ofertadas
às
linhas
do
Programa,
(3)
a
estruturação
mais
adequada
de
um
site
(que
estivesse
disponível
também
em
espanhol
e
inglês),
(4)
a
expansão
de
nosso
corpo
docente,
com
manutenção
do
pluralismo
constitutivo
do
Programa,
e
(5)
as
ações
de
internacionalização
para
fomento
da
cooperação
acadêmica
em
termos
horizontais,
buscando
promover
a
acolhida
de
mais
alunos
estrangeiros
em
nosso
PPG.
Ao
fim
de
dois
anos
de
mandato,
creio
que
tenhamos
conseguido,
em
boa
medida,
dar
conta
desses
objetivos
–
o
que
foi
sacramentado
com
o
anúncio,
feito
pela
agência
CAPES
(Coordenadoria
de
Aperfeiçoamento
de
Pessoal
do
Ensino
Superior)
do
MEC,
em
fins
de
2017,
do
alcance
da
nota
7
(sete)
na
avaliação
quadrienal
de
programas
de
pós-‐graduação,
reconhecimento
máximo
da
excelência
do
PPGCP
por
parte
do
governo
federal
brasileiro.
Ainda
em
conexão
com
minha
experiência
na
gestão
universitária,
fui
nomeado
pela
Câmara
Departamental,
juntamente
com
a
Profa.
Márcia
Miranda
Soares,
então
a
subchefe
do
Departamento
de
Ciência
Política,
para
integrar
o
grupo
de
trabalho
mandatado
para
registrar,
por
meio
de
eventos
celebratórios
e
de
um
projeto
editorial,
o
primeiro
aniversário
de
50
anos
do
DCP
e
do
curso
de
74
mestrado
em
Ciência
Política
da
UFMG.
Antes
de
ser
uma
grande
responsabilidade
institucional,
aquela
era
uma
enorme
honra
para
mim.
Tratava-‐
se,
afinal,
de
tentar
perenizar
a
trajetória
de
um
dos
mais
bem-‐sucedidos
centros
de
formação
em
Ciência
Política
do
Brasil
e
da
América
Latina
–
o
DCP-‐UFMG
–,
mobilizando,
para
tanto,
os
professores,
estudantes
e
gestores
que
haviam
feito
a
sua
história.
A
culminância
do
processo
foi
a
publicação,
pela
Editora
da
UFMG,
em
setembro
de
2018,
do
volume
“Sonhos
e
Labores:
O
Cinquentenário
do
Primeiro
Departamento
de
Ciência
Política
no
Brasil”,
editado
por
mim
e
Márcia,
com
colaborações
de
ilustres
ex-‐DCPistas
da
primeira
safra
(José
Murilo
de
Carvalho,
Fabio
Wanderley
Reis,
Simon
Schwartzman)
e
grande
elenco.
O
atual
corpo
docente
do
Departamento
participou
maciçamente
do
empreendimento,
refletindo-‐se,
na
obra,
toda
a
sua
riqueza
e
diversidade.
Fui
ainda
nomeado,
seja
pelo
Diretor
da
FAFICH,
seja
pela
Reitora
da
UFMG,
para
outras
comissões
e
grupos
de
trabalho,
sobre
temas
tão
diversos
quanto
a
situação
do
plágio
na
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciência
Humanas
(2017),
a
elaboração
do
Projeto
Institucional
de
Internacionalização
(PrInt)
da
UFMG
(2017/2018)
e
a
nova
resolução
da
UFMG
para
refugiados
e
migrantes
(2018/2019),
desempenhando
a
contento,
quero
crer,
as
minhas
obrigações.
Permito-‐me
também
citar
o
envolvimento
em
sociedades
científicas
nacionais
e
internacionais.
Nos
primeiros
anos,
fui
particularmente
ativo
nesses
espaços,
chegando
a
vincular-‐me
formalmente,
de
maneiras
diversas,
a
10
(dez)
entidades
–
ABCP,
ANPOCS,
ABRI,
ALACIP,
ISA,
IPSA,
LASA,
APSA,
ECPR
e
BRASA.
Dentre
todas
elas,
finquei
raízes
mais
profundas
na
ABCP
e
na
ANPOCS,
por
motivos
mais
ou
menos
intuitivos.
Em
relação
à
primeira,
além
de
ser
seu
membro
profissional,
servi
como
coordenador,
ao
lado
de
Patrícia
Braga
e
Jamile
Tajra,
do
grupo
de
trabalho
"Relações
Internacionais"
do
V
Fórum
Brasileiro
de
Pós-‐
Graduação
em
Ciência
Política
(em
Teresina,
2017)
e
integrei
júri
de
concurso
bienal
de
obras
científicas.
No
âmbito
da
segunda,
atuei
como
coordenador,
juntamente
com
o
Prof.
Marcelo
de
Almeida
Medeiros
(UFPE),
do
ST/GT
"Relações
Internacionais
da
América
Latina",
no
41o,
42o
e
43o
Encontros
Anuais
da
Anpocs,
entre
2016
e
2018,
além
de
ser
membro
de
júri
do
seu
concurso
anual
75
de
teses
e
dissertações.
Nas
demais
sociedades
científicas,
meus
papéis
estiveram
mais
restritos
a
participações
acadêmicas
pontuais.
Em
fevereiro
de
2018,
quando
ainda
cumpria
os
últimos
meses
de
meu
mandato
na
subcoordenação
do
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política,
recebi
convite
da
reitora-‐eleita
da
UFMG,
Profa.
Sandra
Goulart
Almeida,
para
servir
à
Administração
Central,
na
condição
de
diretor-‐adjunto
de
relações
internacionais
da
Universidade.
Seguramente,
seria
o
maior
desafio
profissional
de
minha
carreira.
Capitaneada
pelo
Prof.
Aziz
Tuffi
Saliba,
seu
atual
diretor,
a
Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG,
uma
das
mais
respeitadas
agências
de
internacionalização
universitária
do
país,
incumbe-‐se
de
assessorar
o
gabinete
do/a
reitor/a
em
assuntos
internacionais
e,
por
via
de
consequência,
atender
a
toda
a
comunidade
universitária
–
formada
por
quase
60
mil
indivíduos
–
no
que
disser
respeito
às
relações
da
UFMG
com
o
exterior.
Uma
tarefa
e
tanto,
dadas
as
pressões
por
internacionalização
do
ensino
superior
e
as
instabilidades
político-‐institucionais
vivenciadas
no
Brasil,
ao
longo
da
corrente
década.
Aceitei-‐o,
tomado
por
um
misto
de
orgulho
e
senso
de
dever,
balizando
a
nossa
ação
pelos
princípios
da
excelência
acadêmica
e
da
solidariedade,
objetivando,
sempre,
elever
o
perfil
institucional
da
UFMG
no
mundo.
No
momento
em
que
estas
linhas
são
redigidas,
já
cumprimos
1
ano
e
2
meses
de
mandato
à
frente
da
DRI,
com
resultados
que
muito
nos
alegram
e
dão-‐se
a
ver.2
***
Apêndice
da
seção
4:
inventário
de
atividades
e
produções
4.1.
Representações
político-‐acadêmicas
em
órgãos
colegiados
da
UFMG
e
participações
em
comissões
“ad
hoc”,
entre
2011
e
2019
2
Para
ter
uma
ideia
dos
princípios
conformadores
da
ação
institucional
da
DRI
para
a
Gestão
2018-‐2022
da
Reitoria
da
UFMG,
pede-‐se
ver:
SALIBA,
Aziz
Tuffi;
BELÉM
LOPES,
D.
“A
UFMG
e
o
mundo”.
Boletim
UFMG,
25
fev.
2019.
Para
conhecer
os
números
detalhados
da
internacionalização
da
UFMG
em
dezembro
de
2018,
recomenda-‐se
a
leitura
de:
BELÉM
LOPES,
D.
;
SALIBA,
A.
T.
;
HAAG,
V.
;
BATISTA,
A.
;
SOUZA,
F.
;
DUARTE,
T.
;
FIUZA,
L.
.
Censo
da
Internacionalização
2018
(Diretoria
de
Relações
Internacionais
da
UFMG).
2018.
(Relatório
técnico).
Para
plano
de
ação
2018-‐2022,
ver
o
Plano
de
Desenvolvimento
Institucional
“Ações
propositivas
para
o
incremento
qualitativo
do
processo
de
internacionalização
da
UFMG”,
de
autoria
dos
atuais
diretores
de
relações
internacionais
da
UFMG.
76
1.
Membro
da
comissão
encarregada
de
elaborar
a
nova
política
para
refugiados
e
migrantes
da
UFMG.
07/2018
-‐
Atual
2.
Membro
suplente
do
Colegiado
do
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política.
03/2018
-‐
Atual
3.
Membro
do
Comitê
Assessor
de
Ciências
Humanas
da
Pró-‐Reitoria
de
Pesquisa
da
UFMG.
08/2013
-‐
Atual
4.
Membro
de
Grupo
de
Trabalho
para
elaboração
do
Projeto
Institucional
de
Internacionalização
da
UFMG.
05/2013
-‐
03/2018
5.
Membro
do
Comitê
Coordenador
do
Centro
de
Estudos
sobre
a
Ásia
Oriental
da
UFMG.
06/2013
–
03/2018
6.
Presidente
da
Comissão
sobre
a
Situação
do
Plágio
na
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciências
Humanas
da
UFMG.
10/2015
-‐
06/2016
7.
Membro
Titular
da
Câmara
Departamental
de
Ciência
Política.
03/2014
-‐
03/2016
8.
Membro
Suplente
do
Colegiado
do
Programa
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política.
02/2014
-‐
02/2016
9.
Membro
Suplente
do
Colegiado
do
Curso
de
Graduação
em
Relações
Econômicas
Internacionais.
09/2013
-‐
09/2015
10.
Membro
Suplente
da
Câmara
Departamental
de
Ciência
Política
11/2012
-‐
11/2014
11.
Membro
Titular
do
Colegiado
do
Curso
de
Graduação
em
Gestão
Pública.
10/2012
-‐
03/2014
4.2.
Funções
administrativas
desempenhadas
na
UFMG
entre
2011
e
2019
1.
Diretor
Adjunto
de
Relações
Internacionais
03/2018
–
Atual
Diretoria
de
Relações
Internacionais
/
Reitoria
da
UFMG
2.
Subcoordenador
do
Programa
de
Pós-‐graduação
em
Ciência
Política
05/2016
-‐
04/2018
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciências
Humanas
da
UFMG
3.
Subcoordenador
do
Curso
de
Graduação
em
Ciências
Sociais
05/2012
-‐
05/2014
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciências
Humanas
da
UFMG
77
4.3.
Funções
desempenhadas
junto
a
outros
órgãos
da
administração
pública
entre
2011
e
2019
1.
Conselho
Nacional
de
Desenvolvimento
Cientifico
e
Tecnológico,
CNPQ,
Brasil.
2013
-‐
Atual
Vínculo:
Colaborador,
Enquadramento
Funcional:
Pesquisador
(Bolsista
de
Produtividade
nível
2)
-‐
Revisor
ad
hoc
de
projetos
de
pesquisa.
2.
Fundação
de
Amparo
à
Pesquisa
do
Estado
de
Minas
Gerais,
FAPEMIG,
Brasil.
2008
-‐
Atual
Vínculo:
Colaborador,
Enquadramento
Funcional:
Pesquisador
-‐
Parecerista
'ad
hoc'
da
Fundação.
3.
Ministério
da
Educação,
MEC,
Brasil.
2013
-‐
2013
Vínculo:
Colaborador,
Enquadramento
Funcional:
Avaliador
-‐
Avaliador
do
Programa
Nacional
Biblioteca
da
Escola
2013,
na
categoria
Direitos
Humanos.
4.4.
Atuação
junto
a
sociedades
científicas,
nacionais
e
internacionais,
entre
2011
e
2019
Nacionais
1.
Associação
Nacional
de
Pós-‐Graduação
e
Pesquisa
em
Ciências
Sociais,
ANPOCS,
Brasil
2016
–
2018
Vínculo:
Colaborador,
Enquadramento
Funcional:
Coordenador-‐Adjunto
de
Grupo
de
Trabalho
-‐
Coordenador-‐adjunto,
juntamente
com
o
Prof.
Marcelo
de
Almeida
Medeiros
(UFPE),
do
Grupo
de
Trabalho
"Relações
Internacionais
da
América
Latina",
no
41o
e
no
42o
Encontros
Anuais
da
Anpocs,
em
2017
e
2018,
respectivamente.
-‐
Coordenador,
juntamente
com
o
Prof.
Marcelo
de
Almeida
Medeiros
(UFPE),
do
Seminário
Temático
"Relações
Internacionais
da
América
Latina",
no
40o
Encontro
Anual
da
Anpocs
(Caxambu,
24
a
28
de
outubro
de
2016).
-‐
Membro
de
júri
do
concurso
anual
de
teses
e
dissertações.
2.
Associação
Brasileira
de
Ciência
Política,
ABCP,
Brasil
2010
–
Atual
Vínculo:
Sócio,
Enquadramento
Funcional:
Sócio
-‐
Coordenador,
ao
lado
de
Patrícia
Braga
e
Jamile
Tajra,
do
Grupo
de
Trabalho
"Relações
Internacionais"
no
V
Fórum
Brasileiro
de
Pós-‐Graduação
em
Ciência
Política
da
ABCP,
em
Teresina,
Piauí
(4
a
7
de
julho
de
2017).
-‐
Membro
de
júri
do
concurso
bienal
de
obras
científicas.
3.
Associação
Brasileira
de
Relações
Internacionais,
ABRI,
Brasil
2009
–
2011
Vínculo:
Membro
Pleno,
Enquadramento
Funcional:
Membro
Pleno
Internacionais
1.
International
Political
Science
Association,
IPSA,
Canadá.
78
2012
-‐
Atual
Vínculo:
Membro,
Enquadramento
Funcional:
Membro
2.
International
Studies
Association,
ISA,
Estados
Unidos.
2010
-‐
Atual
Vínculo:
Membro,
Enquadramento
Funcional:
Membro
-‐
Membro
da
International
Organization
(IO)
Section.
3.
Latin
American
Studies
Association,
LASA,
Estados
Unidos.
2014
-‐
Atual
Vínculo:
Membro,
Enquadramento
Funcional:
Membro
4.
American
Political
Science
Association,
APSA,
Estados
Unidos.
2016
-‐
2017
Vínculo:
Membro,
Enquadramento
Funcional:
Membro
5.
European
Consortium
for
Political
Research,
ECPR,
Grã-‐Bretanha.
2016
-‐
2017
Vínculo:
Colaborador,
Enquadramento
Funcional:
Colaborador
6.
Associação
Latino
Americana
de
Ciência
Política,
ALACIP,
Espanha.
2017
-‐
Atual
Vínculo:
Membro,
Enquadramento
Funcional:
Membro
7.
Brazilian
Studies
Association,
BRASA,
Estados
Unidos.
2017
-‐
2018
Vínculo:
Membro,
Enquadramento
Funcional:
Membro
79
Considerações
Finais
Este
documento
foi
redigido
em
conformidade
com
as
orientações
emanadas
da
Pró-‐Reitoria
de
Recursos
Humanas
da
UFMG
e
as
diretivas
da
Congregação
da
Faculdade
de
Filosofia
e
Ciências
Humanas
da
UFMG,
pautando-‐
se
pela
noção
de
que
o
docente
de
uma
universidade
federal
tem
como
missão
buscar
contribuir
com
suas
ideias,
investigações
acadêmicas
e
labor
institucional
para
o
desenvolvimento
social,
econômico
e
cultural
da
comunidade
mineira
e
da
nação
brasileira,
e
zelar
pela
mais
estrita
observância
dos
princípios
da
administração
pública
–
legalidade,
impessoalidade,
moralidade,
publicidade
e
eficiência.
Ao
longo
de
meus
oito
anos
de
pertencimento
aos
quadros
da
UFMG,
tentei
seguir
à
risca
esse
roteiro.
Acredito
que
as
seções
do
documento
iluminam
as
ênfases
da
minha
agenda
científico-‐político-‐administrativa
em
temas
de
democracia,
instituições
políticas
e
educação
superior
e
ciência,
sob
a
angulação
própria
da
Política
Internacional
e
Comparada.
No
ínterim
2011-‐2019,
correspondente
ao
período
em
exame,
pude
avançar,
especialmente,
pelos
subcampos
da
Análise
de
Política
Externa,
da
Governança
Global
e
dos
Estudos
sobre
Instituições
Internacionais
e,
ultimamente,
da
Educação
Internacional,
perfazendo
trajetória
diversificada
e
abrangente
do
rico
espectro
de
possibilidades
do
magistério
superior.
80