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Forcas e limitações da organização.

As principais forcas:

1. Contribuição a aprendizagem organizacional e as capacidades de auto-


organizacao. Importância de criar empresas que possam inovar, evoluindo e
assim alcançar os objetivos e solicitações de ambientes de mudança.

As empresas devem ser planejadas como sistemas de aprendizado que colocam


ênfase especial em estar abertas investigação e autocrítica. Capaz de mudar-se para
acomodar as idéias e valores que produz, ficara suscetível a eventualmente bloquear
suas próprias inovações.

2. Compreensão de como a administração estratégica pode se planejada para


facilitar o aprender a aprender. Uso dos princípios da cibernética, que sugere
criar graus de liberdade dentro dos quais a organização pode evoluir, formular
a missão em aspectos nocivos a serem evitados mais do que era termos de alvos a
serem alcançados.

Na maioria das organizações há perseguição de um objetivo especifico, orientada num


ponto de referencia fixo e nesse processo estreita-se a compreensão e o interesse que se
tem no ambiente para atender a essas preocupações especificas.

• Mentalidade mecanicista: linhas de ação independentes e quase sempre


conflitantes se combinam para tornar a conquista de objetivos desejados
crescentemente difícil, e quando se tem sucesso, outro objetivo é traçado e a luta
começa novamente.

A estratégia baseada no fato de se evitarem os elementos nocivos envolve a escolha de


limites e restrições em lugar da escolha de afins que criam graus de liberdade que
permitem que uma direção significativa emerja.

A cibernética sugere que esse principio básico poderia ser aplicado de maneira útil para
as empresas, ajudar a aprenderem a evoluírem, bem como ajudar a reduzir a turbulência
ambiental com a qual tem que lidar.

Marchar contra o que muitos teóricos em administração os encorajam a fazer:


“colocar objetivos e marchar na direção deles”

2. Meios que possam ir alem da limitada racionalidade que caracteriza muitas


organizações no presente. A maior parte das organizações reflete a racionalidade
circunscrita porque são burocratizadas e não porque sejam povoadas por
pessoas. A burocratização constrói a racionalidade circunscrita dentro da sua
estrutura pó planejamento. O planejamento reflete as limitadas capacidades de
um único individuo exercer o controle sobre atividades e processos decisórios
que requerem a contribuição de significativo numero de pessoas. O
planejamento reflete enfoque mecânico.
Simon faz reinterpretacao, e essa é melhor compreendida quando oferece uma
racionalização para a burocracia.

As organizações podem lidar com a incerteza e problemas complexos de formas que


vão muito alem das capacidades de um único individuo.

A capacidade cognitiva

As capacidades holística, analógica, intuitiva e criativas mostra que existe um lado


que possa explorar essas possibilidades para assim ampliar e transformar as
capacidades organizacionais para uma ação racional.

3. Meio valiosos de pensar sobre como o desenvolvimento na computação e outras


tecnologias em micro processamentos podem ser usados para facilitar novos
estilos de organização. Nas organizações “comuns” as complexas implicações
dessa tecnologia nem sempre são descobertas, porque novos sistemas de
processamento de informações estão sempre sendo usados para reforçar os
princípios burocráticos. Assim as facilidades da computação aumenta a
centralização, a hierarquia e o controle de cima para baixo. A tecnologia
passa um reforço da aprendizagem em circuito único, traço característico da
burocracia. Por exemplo, quando microprocessadores ou robôs substituem as
pessoas, reduzindo o pessoal e melhorando o controle de qualidade que passam a
ser decorrentes, mas isso se resulta em diminuir o potencial.

Marshall Mcluhan: o meio é a mensagem

A burocracia pertence a idade da palavra escrita e da Revolução Industrial.

Os princípios da cibernética, aprendizagem organizacional e auto-organizacao


holográfica oferecem orientações de valor no que diz respeito a direção que essa
mudança deve tomar.

Contra todos esse pontos fortes das organizações, tomadas como metáfora o cérebro,
existem duas grandes fraquezas, Primeiro : existe um perigo de se não levar em conta
importantes conflitos entre os requisitos da aprendizagem e auto-organizacao, por um
lado, e das realidades de poder e controle, por outro. Qualquer movimento para fora da
burocracia na orientação da auto-organizacao tem maiores implicações para a
distribuição de poder e controle dentro de uma organização, uma vez que o aumento na
autonomia devotada a auto-organizacao mina habilidade daqueles com maior poder de
manter firme controle sobre as atividades rotineiras e os desenvolvimentos. Alem disso
o processo de aprendizagem requer um grau de abertura e autocrítica que é
diferente das maneiras tradicionais de administração. Os princípios do requisito da
variedade e da mínima especificação critica correm contra a inclinação dos gerentes que
enfatizam o mistério, a exclusão e a necessidade de manter rédeas curtas sobre as
operações. Tais atitudes e praticas significam presença de importantes forca contra
produtivas que podem impedir muitas formas de aprendizagem organizacional e de
auto-organizacao de se tornarem realidade.

Segunda: qualquer movimento de auto-organizacao tem que ser acompanhado por


importantes mudanças de atitudes e valores, as realidades do poder podem ser
reforçadas pela inércia que vem das suposições de das crenças. Aprendizagem e auto-
organizacao pedem reenquadramento de atitudes, enfatizando a importância da
atividade sobre a passividade, da autonomia sobre independência, da flexibilidade
sobre a rigidez, da colaboração sobre a competição, da abertura sobre o
fechamento, da pratica democrática sobre a crença autoritária.

Mudança de personalidade – para muitos essa mudança só é possível ser alcançada


durante considerável período de tempo .