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M II N II S T É R II O D A S A Ú D E M N STÉR O DA SAÚDE S E C R E T A R II A D E A T E N Ç Ã O À S A Ú D E SECRETAR A DE ATENÇÃO À SAÚDE D E P A R T A M E N T O D E R E G U L A Ç Ã O ,, A V A L II A Ç Ã O E C O N T R O L E DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO AVAL AÇÃO E CONTROLE C O O R D E N A Ç Ã O G E R A L D E S II S T E M A S D E II N F O R M A Ç Ã O COORDENAÇÃO GERAL DE S STEMAS DE NFORMAÇÃO

MANUAL TÉCNICO OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMACÕES HOSPITALARES MÓDULO I: ORIENTAÇÕES TÉCNICAS

VERSÃO 01 -- 2011 VERSÃO 01 2011

Este Manual é atualizado periodicamente pela CGSI.

Alterações em relação à última versão SETEMBRO_2010 estão marcadas em ROXO.

ABRIIL//2011 ABR L 2011

BRASÍÍLIIA//DF BRAS L A DF

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde - SAS Departamento de Regulação, Avaliação e Controle - DRAC. Coordenação-Geral de Sistemas de Informação - CGSI
Edição, Distribuição e Informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas Coordenação Geral de Sistemas de Informação – CGSI/DRAC SAF Sul – Quadra 2 - Ed. Premium - Torre II - 3º Andar - Sala 303. CEP: 70070.600, Brasília - DF Telefone: (61) 3306-8433 / 3306-8423 / 3306-8419 FAX: (61) 3306-8431 Home Page: <http://www.saude.gov.br/sas> E-mail: cgsi@saude.gov.br Diretora DRAC: Maria do Carmo Coordenação CGSI: Giorgio Botin Técnica da CGSI responsável pela mantenção do manual: Ana Lourdes Marques Maia Ficha Catalográfica Brasil. Ministério da Saúde/ Secretaria de Atenção à Saúde/ Departamento de Regulação, Avaliação e Controle/Coordenação-Geral de Sistemas de Informação – 2010 MANUAL TÉCNICO OPERACIONAL DO ORIENTAÇÕES TÉCNICAS. Versão 01.2011 119 Páginas SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES –

1. Operacionalização do Sistema de Informação Hospitalar (SIH) 2. Operação do Sistema de Processamento da Produção Hospitalar, 3. Orientações Técnicas. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Regulação, Avaliação e Controle. Coordenação Geral de Sistemas de Informação

MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010

ÍNDICE
1. APRESENTAÇÃO .........................................................................................................................6 2. INTRODUÇÃO ...............................................................................................................................6 3. OBJETIVOS ...................................................................................................................................7 4. FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SUS ........................................................8 4.1 CONSULTA/ATENDIMENTO ......................................................................................................8 4.2 PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS............................ 8 4.3 LAUDO PARA SOLICITAÇÃO DE INTERNAÇÃO - AIH .........................................................8 4.4 EMISSÃO DA AIH ........................................................................................................................9 4.5 NUMERAÇÃO DE AIH ...............................................................................................................10 4.7 APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01 - SISTEMA DO PRESTADOR............................14 5. EMISSÃO DE NOVA AIH PARA UM MESMO PACIENTE NA MESMA INTERNAÇÃO .....14 5.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA .............................................................................................14 5.2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA E VICE-VERSA...........................................................14 5.3 DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA..........................................................................14 5.4 DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA ...............................................................................14 5.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA..........................................................................15 5.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA.................................................................................15 5.7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA.................................................................................15 5.8 PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS, PSIQUIATRIA, REABILITAÇÃO, INTERNAÇÃO DOMICILIAR, AIDS E TUBERCULOSE...............................................................15 5.9 EM CLÍNICA MÉDICA................................................................................................................15 5.10 POLITRAUMATIZADO / CIRURGIA MÚLTIPLA ..................................................................15 5.11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH ........................................................................................16 6. ESPECIALIDADE DO LEITO/CARÁTER DE ATENDIMENTO/ MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA/ALTA ........................................................................................................16 6.1 ESPECIALIDADE DO LEITO ....................................................................................................16 6.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO ................................................................................................17 6.3 MOTIVO DE SAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO .................17 7. CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO) ANTIGA ESPECIALIDADE ....19 7.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES...................................19 8. SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO............................................................21 8.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA ....................................................................21 8.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA.................................................................................21 8.3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA.................................................................................22 8.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA .............................................................................................22 8.5 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE...........................................................................22 8.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH.......................................22 9. TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO..............................................................................23 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010

.........................................................................................50 28..........QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH..31 12..................................3 LIPODISTROFIA...............................................................................................................................................................................................................................................................PATOLOGIA CLÍNICA ............................................................................................................................................36 14....................................................................33 13...50 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ............45 22.2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA.................TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO) ..................................................................CIRURGIAS MÚLTIPLAS .......................................................................................................33 13....................30 12.......................................................................................................43 22.......................5 ORIENTAÇÕES PARA REGISTRO DE HEMOTERAPIA NA AIH ........................................40 20....................1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL ......34 13..............................................3 SEDAÇÃO ......................................................................HEMOTERAPIA .................................39 18........44 22...........................26 10..............ULTRA-SONOGRAFIA ....32 13................................TRATAMENTO DE AIDS ......................4 ANESTESIA LOCAL .....................................38 16...................................................................................................................4 CENTRO DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA (HEMOCENTRO).......................................10................................................................................44 22................... ARTERIOGRAFIA.........................................................................RADIOLOGIA...........................4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO (UTI)............36 15....................................ESTUDOS HEMODINÂMICOS............................................................................TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA .........................................49 28......................................................................................47 24.............. NEURORADIOLOGIA E RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA ....................ATENDIMENTO CLÍNICO (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM PACIENTE INTERNADO)..........................................................................................1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA E OUTROS ESCLARECIMENTOS .....................2 ANESTESIA GERAL ........42 22..................47 28...REGISTRO DE DIÁRIAS NA AIH ................2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO .......................................................5.........................48 28.....FISIOTERAPIA ........28 12..............................1 ANESTESIA REGIONAL ...................3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE .2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS ......................................................................................ANATOMIA PATOLÓGICA ...................PERMANÊNCIA A MAIOR .3 ATO TRANSFUSIONAL ................................................47 25.................33 13....................................47 27........................................30 12....................................................................................43 22.....1 MODALIDADE HOSPITALAR NO TRATAMENTO DA AIDS................................................49 28.........................................1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE...............37 16........27 11.46 23............ DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI) ..34 13..............................REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH ..39 19............47 26...................................................................ALBUMINA HUMANA.................................38 17......................................................................42 21..................................1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE) ...............................DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE ....PACIENTES COM LESÃO LABIO-PALATAL E CRÂNIOFACIAL ................................................................................................................................

......................................71 43...................................................1 PEQUENO QUEIMADO ...................56 32............... PEDIÁTRICA E CIRÚRGICA .......2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPM E CADASTRO NA ANVISA...................................................72 46.....67 38..................................67 38............................73 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 .................28........................................VIDEOLAPAROSCOPIA....60 34..................................63 37.........................58 32..........................TRATAMENTO DA HANSENÍASE .................2 ATENDIMENTO À GESTAÇÃO DE ALTO RISCO ...................................................1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO ......................................................................56 32.............61 35........................1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01 ...................70 41...........................72 45................60 34.................3 GRANDE QUEIMADO.....................................55 30.................................................................................................................................................................................................................................50 28...................................................5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO..........................................1 PARTO NORMAL .........................................DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MÉDICA..........................................................................................................................................................................................1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO .TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO ...............67 38...............................68 39.....4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTES ..........PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS.......................................................................................66 38.....57 32..........................................................................................................................................................................62 36...50 29........................................ATENDIMENTO A PACIENTES QUEIMADOS .............TRATAMENTO DA TUBERCULOSE .71 42...ATENÇÃO AO IDOSO ...........ÓRTESES......................................58 33.....57 32.......................71 44....................................4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO E GRANDE QUEIMADO ........................................55 31...............................1NOTIFICAÇÃO DE CAUSAS EXTERNAS E DE AGRAVOS RELACIONADOS AO TRABALHO ...................................................................................PLANEJAMENTO FAMILIAR (LAQUEADURA E VASECTOMIA) ......INTERNAÇÃO DOMICILIAR ..............................................................................................ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS............................................................................................................................................................................2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL......ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA........54 30.........................50 29...................... PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM) ...............................................................................56 32..................................................3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO........5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO ............67 38..................................................................TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA ................FATORES DE COAGULAÇÃO ...50 28.......2 MÉDIO QUEIMADO........................................................................60 34..............ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) – EMISSÃO DE AIH PARA O RN ....................ACIDENTE DE TRABALHO ......59 34.......62 37....68 40..........................................................TRATAMENTO CONSERVADOR EM NEUROLOGIA ....................63 37..................................................................7 ANESTESIA EM QUEIMADOS ..3 PARTO GEMELAR E EXAME VDRL NA GESTANTE ........................................................................50 29.................................2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO ................................6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL E CESARIANA ........

................NÃO APARENTADO .................................10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS ...............................................................................................................................................................................94 55...............................................................................12 DOADOR EM MORTE CEREBRAL.74 47....84 49...............75 48..............................................................................................................................................5 COORDENAÇÃO SALA CIRÚRGICA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE ..........17 TRANSPLANTE AUTOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA......................... DOADOR CORAÇÃO PARADO E AVALIAÇÃO DE MORTE CEREBRAL ..............................89 50......................................4 MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS.............................................................................................75 49..............19 TRANSPLANTE ALOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA ......................................................TRANSPLANTES .............................................................................90 51............................97 56....................81 49.....................................................................................81 49...............98 57.....7RETIRADA DO CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO DE VÁLVULAS/TUBO VALVADO PARA TRANSPLANTE........................................................................................................................................................................82 49..............................6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS ...............89 49.............................................................................EPILEPSIA ....93 54..........83 49...........................................................................................75 49....89 49..............90 52..74 48............................9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS......GASTROPLASTIA...........81 49.92 53.....................................ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR ..................................................................14 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE .............................................................NEUROCIRURGIA – CIRURGIAS SEQUENCIAIS .....TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA ....89 49.......................1 HOSPITAL DIA EM GERIATRIA .ONCOLOGIA................................................8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO.......................................83 49.........................DISTÚRBIOS DO SONO – POLISSONOGRAFIA .........85 49...............................................82 49.....................................................................TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA .......................................................................................................................................84 49....................2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA.......................3 ENTREVISTA FAMILIAR.......................1 CICLOSPORINA..HOSPITAL DIA .............................11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA........................84 49...............................88 49........................18 TRANSPLANTE ALOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA – APARENTADO ....................................................REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH......................................................99 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ....................................................74 47......82 49.98 58...........................................................................................................................................................................................................................................15 MEDICAMENTOS PARA PACIENTES TRANSPLANTADOS ............16 ATENDIMENTO REGIME DE HOSPITAL-DIA PARA INTERCORRÊNCIAS PÓSTRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA E OUTROS ÓRGÃOS HEMATOPOIÉTICOS ....13 RETIRADA DE ÓRGÃOS ...........................................................................................................47.................................................................................................................TERAPIA NUTRICIONAL ..............................................2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA ...........88 49...............................75 49...........................1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS ..........

... IDADE E QUANTIDADE ........................................................................................................................ AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ....................................................111 68...COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS........................106 68.....107 68.............................................114 70..............................................7 DEFINIÇÃO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL..............................................................................................................................................112 68.............59..............................................................................................................................................102 64.............114 69............1 CID X PROCEDIMENTO.......2 IDADE MENOR E MAIOR.116 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA .................................1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA ................................114 69............................103 67........................... REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGO NA AIH ..................................................102 63.................1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE .........................................................................RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH .................................................................... CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA .................................................................5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA................................................ ALTA POR ÓBITO............................................................103 65..107 68......................... CURATIVO GRAU II ...............................106 67.....SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01......................PRONTUÁRIO DO PACIENTE..........106 68.........................................................................106 68.......................................................................103 66.......................................110 68........4 QUANTIDADE MÁXIMA ...............106 68.2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO......................................3 ACESSO AO PRONTUÁRIO.........112 69............ ESPECIAL E SECUNDÁRIO .......................................................6 REJEIÇÃO DE AIH POR QUANTIDADE DE DIÁRIAS SUPERIOR À CAPACIDADE INSTALADA .. VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃO DO ESTABELECIMENTO....PROTOCOLOS CLÍNICOS ........................................................................3 PERMANÊNCIA E IDADE .................................................................OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS ............118 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ...........................................101 61.........................................................113 69......102 62............................................8 DUPLICIDADE .......................101 60..................................................................................

APRESENTAÇÃO Este Manual é uma iniciativa do Ministério da Saúde para auxiliar gestores. Os meios formais de interação e contribuição para melhor desempenho dos sistemas podem ser enviados pelo email: descentralização. são publicadas periodicamente Portarias que atualizam as normalizações e versões para operação do sistema. Os sistemas objeto deste manual são: 1. as quais subsidiam. Acompanha a versão mensal do SISAIH01. O Manual é composto por dois módulos: 1. gestores e prestadores. responsáveis pela alimentação e processamento do SISAIH01. regulação e auditoria. a geração de informações qualificadas.contém as orientações técnicas para profissionais de saúde. prestadores e profissionais de saúde que em sua rotina trabalham com os sistemas de entrada de dados e processamento de sistemas da rede pública e complementar do Sistema Único de Saúde (SUS).aih@listas.º 896/1990. 6 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . controle. Para gestores locais e prestadores .datasus. Neste texto está detalhado o que deve ser observado na entrada dos dados nos sistemas.br 2. operação e processamento do SISAIH01 para os técnicos do estabelecimento de saúde (médicos. Para prestadores . O Ministério da Saúde (MS) implantou o Sistema de Informação Hospitalar (SIH/SUS) por meio da Portaria GM/MS n. supervisores e autorizadores). 2. técnicos de informática. INTRODUÇÃO O Sistema Único de Saúde (SUS) foi instituído pela Constituição Federal de 1988.1.º 8142/1990. demais profissionais de nível superior. avaliação e auditoria do SUS.º 8. faturistas. que alimentam o Banco de Dados Nacional. Sistema de Entrada de Dados da Internação/SISAIH01: utilizado pelo estabelecimento de saúde onde ocorre o atendimento ao paciente. Com o SUS. Desde então. não só quanto às regras dos sistemas. Sistema de Informação Hospitalar Descentralizado/SIHD: a partir do qual são compactadas as informações de toda a rede e enviadas ao nível federal que dissemina as informações. alimentação. Este sistema é uma ferramenta de trabalho do controle. mas quanto às políticas de saúde prioritárias e suas normatizações. e regulamentado pela Lei N.gov. possibilitando. 2. avaliação.080/1990 e Lei n. surgiu também a necessidade de um sistema único de informações assistenciais para subsidiar os gestores no planejamento.contêm as orientações operacionais para instalação. ao final do processamento. enfermeiros.

Distrito Federal e municípios plenos.  Atualizar servidores públicos. sendo utilizada por todos os gestores e prestadores de serviços. na operação do sistema e a utilização dos documentos de suporte. 7 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . municípios e Distrito Federal foram adequados os instrumentos e conceitos do SIH/SUS. bem como a atualização deste Manual de Orientações Técnicas e Operacionais. 3. OBJETIVOS  Qualificar a informação em saúde a partir do registro dos atendimentos aos usuários internados nos estabelecimentos de saúde do SUS.  Orientar Gestores Estaduais e Municipais quanto a novas regras. Medicamentos. como instrumento relevante para os sistemas de informação e sua compatibilização no processamento do SIH/SUS. para estados. necessários ao processamento. críticas e processamento do SIH à luz da Tabela Unificada de Procedimentos.  Reforçar a importância da integração dos sistemas. especialmente do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Desde a Portaria GM/MS n. Com a descentralização dos serviços de saúde para os estados. 821/2004 descentralizou o processamento do SIH/SUS.º 2848/2007.  Conhecer aspectos clínicos e epidemiológicos dos pacientes internados no SUS. Órteses e Próteses e Materiais Especiais (OPM) do SUS – SIGTAP em janeiro de 2008.  Disponibilizar instrumentos para capacitação do corpo clínico.º 396/2000 a gestão do SIH é responsabilidade da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS). Medicamentos.  Atualizar os gestores locais e prestadores de serviços no preenchimento dos Laudos para Emissão de AIH. auxiliando na gestão descentralizada do Sistema Único de Saúde.  Disponibilizar subsidiariamente relatórios para os setores de contas e custo hospitalar.A Autorização de Internação Hospitalar (AIH) é o instrumento de registro padrão desde a implantação do SIH/SUS. direção e técnicos de informática dos estabelecimentos de saúde que lidam com o registro da internação hospitalar. versões atualizadas do Manual do SIH são periodicamente disponibilizadas. A Portaria GM/MS nº. definida pela Portaria SAS/MS n. Órteses OPM do SUS. o processamento das AIH era centralizado no MS/Departamento de Informática do SUS (DATASUS/SE/MS). auditores. supervisores. Com a unificação da Tabela de Procedimentos. Até abril de 2006.

2 PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS 4. informações de anamnese. resultados de exames complementares. Nos procedimentos de urgência o fluxo inicia-se com o atendimento direto no estabelecimento para onde o usuário for levado.AIH LAUDO É DIFERENTE DE AIH.4. e descrição 8 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . 4. O profissional: médico. 4. sendo uma anexada ao prontuário do paciente e a outra arquivada pelo gestor. Ele contém dados de identificação do paciente. onde houver.3 Laudo para Solicitação de Internação . FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SUS Nos procedimentos eletivos o fluxo inicia-se com uma consulta em estabelecimento de saúde ambulatorial onde o profissional assistente emite o laudo. cirurgiãodentista ou enfermeiro obstetra que realizou a consulta/atendimento solicita a Autorização para Internação Hospitalar (AIH) devendo.1 CONSULTA/ATENDIMENTO A consulta/atendimento que gera a internação deve ocorrer em estabelecimento de saúde integrante do SUS. devendo ser preenchido de forma legível e sem abreviaturas pelo médico. preencher o Laudo para Solicitação de AIH. obrigatoriamente. exame físico. ou por um encaminhamento de outra unidade ou ainda pela Central de Regulação ou SAMU. odontólogo ou enfermeiro que solicitou a internação em duas vias. O Laudo é o documento para solicitar a autorização de internação hospitalar.

mas deixa passar a AIH sem rejeição.br.br e nas versões mensais do SISAIH01. O preenchimento do Laudo deve ser feito pelo médico. mas é possível a utilização de modelos próprios. Existe o modelo padronizado de Laudo para Solicitação de AIH. Esta é uma prerrogativa do gestor local no seu trabalho de Regulação do Sistema. A Portaria SAS/MS n. Quando receber o número é só inserir no sistema. Os laudos autorizados recebem o número da AIH que vai possibilitar a digitação dos dados no SISAIH01. Nos da rede complementar é recomendável que o gestor disponha de autorizadores que verifiquem os internamentos nos próprios nos hospitais. A AIH não precisa ser emitida em papel. mas cabe ao gestor local definir sobre aceitar ou não autorizações de internamento independente desta crítica. desenvolvidos por gestores locais ou prestadores.º 508/2010 incluiu a obrigatoriedade de informação da ETNIA quando no campo raça/cor do usuário for informado com INDÍGENA. O campo para informação da etnia já está incluído no SISAIH01. O detalhamento do preenchimento do laudo está no Manual do SISAIH01 disponível no site http://sihd.gov.datasus.datasus.das condições que justificam a internação do paciente. A digitação dos laudos e das demais informações sobre as internações podem ser registradas antes mesmo de o hospital conhecer o número da AIH. desde que contenham os dados necessários à alimentação do SISAIH01. O laudo poderá também ser enviado à Secretaria de Saúde a quem cabe a responsabilidade pela autorização.4 EMISSÃO DA AIH 9 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . nos casos eletivos. O sistema aceita a autorização com períodos maiores que 72 horas. A autorização pode ser concedida pelo autorizador no próprio estabelecimento de saúde de natureza pública. Esta advertência serve para auxiliar os gestores locais no trabalho de regulação da rede e monitoramento do sistema. pois esta definição não pode ser rígida a ponto de desconsiderar as disponibilidades e estrutura das Secretarias Municipais e Estaduais. o preenchimento deve ser feito na ocasião da internação e a autorização pelo gestor em preferencialmente em até 48 horas após a internação. além da hipótese diagnóstica inicial e/ou o diagnóstico definitivo. o sistema dá uma advertência informando que o tempo entre a internação e a autorização está maior que o previsto. Laudos com rasuras devem ser rejeitados pelos supervisores/autorizadores. disponibilizado no sitio http://sihd. devendo a autorização ocorrer antes da internação. odontólogo ou enfermeiro que está assistindo ao paciente. O SISAIH01 e SIHD mostram advertência para casos em que o período entre a data do internamento e da autorização seja maior do que 48 horas. 4. Desta forma. Nos casos de urgência.gov.

01. aplicativo do DATASUS.5.5 NUMERAÇÃO DE AIH Não existe mais o formulário de AIH impresso (inclusive a antiga “minissaia ou cheque”). O NÚMERO da AIH autorizada pode ser gerado pelo gestor das seguintes formas: 4.2 Etiquetas impressas.5.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA CIRURGICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico para clínica cirúrgica.Existem dois tipos de AIH: Tipo 1: para internamento inicial. pode encaminhar-se ao órgão gestor local.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA MEDICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica médica.06. autorizar com os procedimentos e códigos abaixo: 03. No prontuário do paciente deve ser registrado o número da AIH autorizada pelo gestor para aquela internação.1 Gerado a partir do Módulo Autorizador. 4. Nos casos de internação eletiva o paciente ou responsável.06. O autorizador não deve ocupar-se com tarefas que são dispensadas. de posse do Laudo para Solicitação de AIH preenchido.007-0 .06. 10 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . fornece o número daquela AIH e identifica o profissional que autorizou. No passado a AIH tinha objetivo exclusivo de pagamento.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA PEDIATRICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica pediátrica. b) as informações são satisfatórias e dão segurança autorizar a AIH. Tipo 5: de continuidade. Algumas Secretarias Estaduais de Saúde continuam imprimindo as “AIH 7 e mini saias ou cheques”.008-8 . 03. ficando em plano secundário as razões clínicas.01. então autoriza a internação. O responsável no Órgão Emissor preenche o campo do laudo que informa que a AIH está autorizada. O autorizador pode encaminhar das seguintes formas: a) as informações são insuficientes para autorizar. Solicita dados adicionais.001-0 . que podem ser autocolantes com numeração gerada por aplicativo específico. e. A internação pode ser considerada desnecessária pelo autorizador que pode rejeitar o laudo e não autorizar a internação ou a seu critério. mas com as atividades que trazem impactos efetivos no controle e avaliação. 03.01. 4. onde será analisado pelo profissional autorizador.

prioritariamente em CD-ROM ou através de um email especificamente criado. exceto para os casos de séries numéricas de internação específicas da Central Nacional de Regulação de Alta Complexidade (CNRAC). Os sete algarismos seguintes. 4. indo até no máximo 9.5. calculado pelo programa “DR SYSTEM”.uso geral. Este arquivo deve ser em meio magnético seguro. gera duplicidade com rejeição de AIH. começando em 0. O arquivo gerado no SISAIH01 deve ser entregue ao gestor local a cada competência. Esta opção é frágil. 31–Minas Gerais. Ex: 25– Paraíba.5 Pode ser usado um Carimbo Datador Automático. 7.5. No site http://sihd. que iniciam com 99 em todo Brasil. Quinto dígito deverá ser o número 1 (um) para identificar que a autorização é de Internação (AIH) . 9. em Remessas de AIH. mas atualmente os computadores não dispõem de drive para disquete. O último algarismo.6 AUTORIZADOR E AUDITOR . em última instância. 10. 8.5.999.4 Este número pode ser manuscrito e controlado por protocolo de entrega pelo autorizador. o arquivo ser gravado em pendrive e copiado pelo gestor na presença do prestador e assinado um recibo. 4. utilizando obrigatoriamente o aviso de entrega e de leitura que existem nos programas de email. que é gerado pelo SISAIH01 no fechamento da competência. que correspondem às posições 6. da posição 13. A programação para gerar numeração da AIH é a seguinte: Primeiro e segundo dígitos correspondem a Unidade da Federação. 11 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .001.datasus.br). portanto a AIH será normalmente consistida neste aplicativo. de acordo com o código do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).br.condições e exigências O AUTORIZADOR é diferente do AUDITOR. A duplicação vai implicar em rejeição da AIH por “duplicidade” no Banco de Dados Nacional (com a crítica “AIH já utilizada em outro processamento”). O Laudo de Internação deve ser carimbado nas duas vias.datasus. que funcionará como comprovante.3 A numeração pode ser impressa em papel comum e ser colado no laudo de solicitação de AIH.gov. No passado era utilizado o disquete. Não há consistência de repetição de número de AIH no SISAIH01. pode ser feita a consulta digitando o número da AIH para saber se aquele número já foi utilizado em outra competência por qualquer outro estabelecimento. Terceiro e quarto dígitos correspondem aos dois últimos algarismos do ano de referência. Pode ainda. Ele gera o número de AIH automaticamente.4.000. Ex: 10 para 2010. 4. O Módulo Autorizador é um aplicativo disponibilizado pelo DATASUS/MS (download no site http://sihd. é o dígito verificador. e 12 obedecem a uma ordem crescente. 11.999. necessitando informar um intervalo de série numérica.gov. sem divisão por UF.5. O disquete é inseguro e facilmente se danifica não devendo ser usado.

pleno e integrado da profissão. O autorizador é. Esta função delegada não é exclusiva do médico. É recomendável que o profissional seja capacitado para sua função e conheça suficientemente as Normas do SUS. odontólogo ou enfermeira. É o único que pode ter acesso ao Prontuário do Paciente. O AUDITOR MÉDICO é restrito ao médico e é o único que pode auditar o PRONTUÁRIO DO PACIENTE. Poucos Estados e Municípios têm a carreira de auditor do SUS instituída por Concurso Público. AUDITOR DE GESTÃO DO SUS – aberto para várias categorias profissionais . Esta tarefa é de competência do médico.O trabalho de auditoria de gestão no SUS pode ser exercido por profissionais de nível superior com diversas formações acadêmicas. 12 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . No âmbito do SUS encontramos duas funções que são exercidas pelo profissional denominado AUDITOR: AUDITOR MÉDICO e AUDITOR DE GESTÃO DO SUS. AUDITOR MÉDICO – restrito ao médico . O AUDITOR DE GESTÃO DO SUS pode ser um profissional de nível superior em várias áreas do conhecimento e tem entre suas atribuições avaliar as ações e serviços de saúde do SUS no que se refere às ações relativas à gestão do sistema e não audita prontuário do paciente.Para autorizar internações no Laudo para Emissão de Internação é exigido que seja um médico (ou odontólogo).Autorizador é o profissional responsável por analisar os Laudos para Emissão de AIH e permitir ou não aquela internação. nutricionistas para Terapia Nutricional etc. um profissional de nível superior poderá ser treinado e assumir a função. AUTORIZADOR – é um termo que designa no SUS o profissional designado pelo gestor local (autoridade delegada) para avaliar as solicitações de internamento ou de realização de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade/custo e AUTORIZAR ou não a sua realização. Estes profissionais vão avaliar outros aspectos não técnicos ligados à área médica. São conceitos diferentes. esta última no caso de parto normal. As diferenças regionais no país também estão na disponibilidade de recursos humanos no SUS. Auditoria médica caracteriza-se como ato médico. o gestor deve designar farmacêuticos para autorizar medicamentos. Não havendo esta disponibilidade. Havendo disponibilidade de profissionais. Na imensa maioria dos Municípios e Estados não há carreira instituída e assim o gestor tem autonomia para o preenchimento do cargo conforme a disponibilidade local de profissionais. sendo recomendável a consulta a um profissional alcançável da área especifica da autorização que lhe dê suporte técnico. Assim o auditor de gestão no SUS não está restrito aos médicos. Não é permitido que o médico que solicita a internação seja o autorizador da AIH desta mesma internação devendo ser realizada por profissionais diferentes: o assistente e o autorizador da AIH. exceto para internação e procedimentos que envolvam atos médicos exclusivos. por exigir conhecimento técnico.

de forma clara. examinar o paciente. um profissional do setor público cuja autoridade para autorizar é delgada pelo gestor local. Na função de auditor. fazendo constar o número de seu registro no Conselho Regional de Medicina. lhe é vedado realizar anotações no prontuário do paciente. Este tipo de auditoria do ato médico é de exclusiva competência do médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina e é reconhecido como área de atuação médica. muitas vezes. A auditoria médica caracteriza-se como ato médico. Nos Serviços de Controle e Avaliação de Estados e Municípios a designação destes profissionais é variada e. na função de auditor. Os autorizadores designados pelo gestor devem ter vínculo público.614/2001. pleno e integrado da profissão. Na rede pública do SUS é normal que o autorizador das AIH do hospital seja o diretor médico ou coordenador médico deste mesmo hospital. Havendo identificação de indícios de irregularidades no atendimento do paciente. antes de iniciar suas atividades. ao médico assistente.obrigatoriamente. O médico. em todos os seus atos. se necessário. desde que em estabelecimentos onde o mesmo não seja autorizador. As funções. Não há impedimento legal para que um médico autorizador atue na rede do SUS como médico assistente. no entanto. estão claras qualquer que seja a nomenclatura adotada localmente. O médico que é autorizador pode também ser auditor médico ou auditor de gestão do SUS. pode haver dificuldade de entendimento quanto às atribuições da função. por exigir conhecimento técnico. supervisor. 4. o médico deverá identificar-se. Não há impedimento que o responsável pela assinatura no campo diretor clínico seja o mesmo diretor médico ou diretor técnico ou diretor geral do hospital. in loco. não havendo restrições. tem o direito de acessar. toda a documentação. cuja comprovação necessite de análise do prontuário médico. Este coordenador pode também atuar como assistente neste mesmo hospital público ou em outro estabelecimento. e não é recomendável que o autorizador tenha vínculo apenas com hospitais privados ou filantrópicos. é permitida a retirada de cópias exclusivamente para fins de instrução da auditoria. 13 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . podendo. As denominações mais comuns são: autorizador. na função de auditor. podendo solicitar por escrito. os esclarecimentos necessários ao exercício de suas atividades. devendo-se apresentar ao diretor técnico ou substituto da unidade. 08/2002/2001 disciplina a fiscalização praticada nos atos médicos pelos serviços de saúde e deve ser de conhecimento de todos os auditores do SUS.6 AUDITORIA DO ATO MÉDICO A Resolução CFM n.º 1. O médico. auditor e outros.

Apresentação de AIH: AIH apresentada com mais de 04 (quatro) meses do mês da alta.7.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO utilizado quando é necessário emitir nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. 5.br. Por exemplo. Todos devem acessar e baixar mensalmente as versões atualizadas dos Sistemas de Informação no site http://sihd.1 Validade da AIH A validade da AIH segue a seguinte sistemática: Reapresentação de AIH: Uma AIH apresentada e rejeitada dentro dos 04 meses de validade podendo ser reapresentada até o 6º mês a contar do mês de alta do paciente.datasus. portarias ou avisos. será rejeitada em definitivo. originalmente para procedimento obstétrico e que precisa de intervenção cirúrgica fora da obstetrícia ou quando o ato for realizado em ato anestésico diferente. O Módulo II deste manual tem as instruções de instalação e operação do SISAIH01.4 DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA 14 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Alterações nas regras ou no sistema são colocadas no site http://sihd. realização de parto normal (prematuro ou não) e na mesma internação a paciente precisa realizar uma curetagem por retenção de restos de parto. 4.gov.datasus. EMISSÃO DE NOVA AIH PARA UM MESMO PACIENTE NA MESMA INTERNAÇÃO A emissão de nova AIH é para o mesmo paciente é possível nas condições abaixo: O motivo de saída deve ser 2 – PERMANÊNCIA ou 5.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA Quando uma nova cirurgia em ato anestésico diferente durante a mesma internação do mesmo paciente.SISTEMA DO PRESTADOR O preenchimento da AIH deve ser feito no SISAIH01.7 APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01 . Neste caso está incluída também a reoperação.3 DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA Nos casos em que realizar parto e/ou intervenção cirúrgica obstétrica em paciente que havia sido internada por outro motivo não relacionado à obstetrícia no momento da internação. 5. nos casos abaixo: 5. 5.br sendo importantíssimo o acesso diário deste site pelos gestores e prestadores de serviços para acompanharem novas versões.4.2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA E VICE-VERSA No caso de uma internação.gov. 5.

5.Encerramento Administrativo para encerramento de AIH em que não seja possível o registro de todos os procedimentos realizados.8 PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS. deve ser emitida nova AIH com motivo de saída 5. Nos casos de emissão de nova AIH para um mesmo paciente numa mesma internação pelos motivos acima explicitados. Deve ser utilizado código de 5. INTERNAÇÃO DOMICILIAR. numa mesma internação. o paciente desenvolver quadro clínico que necessite de cirurgia. PSIQUIATRIA.1 . não relacionada diretamente com a patologia clínica. com motivo de acordo com a Tabela Auxiliar de Motivo de Saída/Permanência do SIH/SIA/CIH (ver item 6. 5. mas o gestor autoriza se assim julgar prudente e correto. depois de esgotado o tempo de permanência estabelecido na tabela para o procedimento que gerou a internação. AIDS E TUBERCULOSE.9 EM CLÍNICA MÉDICA Paciente clínico que necessite ser reinternado pela mesma patologia. 5.Quando houver duas intervenções obstétricas em tempos cirúrgicos diferentes. REABILITAÇÃO.7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA Em casos clínicos onde. a data de saída da primeira AIH será a mesma data de entrada da segunda AIH. no decorrer do internamento. depois de ultrapassada a metade dos dias da média de permanência apara o procedimento clínico que gerou a internação. o paciente apresentar quadro clínico que exija continuar internado por motivo não conseqüente ao ato cirúrgico. No caso do procedimento principal ser Politraumatizado e Cirurgia Múltipla e forem realizados mais de 05 (cinco) procedimentos principais. 5. Quando no decorrer da internação. 5.3 deste Manual). sendo necessária a emissão de uma nova AIH para 15 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . haja uma intercorrência cirúrgica. Em todos estes casos irá bloquear a AIH por “duplicidade” (homônimo).1-ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA Se esgotado o tempo de permanência para o procedimento.10 POLITRAUMATIZADO / CIRURGIA MÚLTIPLA Pode ser emitida uma nova AIH para o Tratamento de Politraumatizados e Cirurgia Múltipla nos casos em que é preciso reoperar o paciente no decorrer da mesma internação.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA Nos casos de parto ou intervenção cirúrgica. 5. 03 dias após a alta da primeira internação.

O monitoramento mensal do CNES é condição para o recebimento dos Procedimentos Realizados em cada paciente. Para efeito de preenchimento da especialidade do leito no SISAIH01. ESPECIALIDADE DO LEITO/CARÁTER DE ATENDIMENTO/ MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA/ALTA 6. 6.completar as informações. o que obriga a abertura de nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. pois nestes casos é possível solicitar liberação de crítica. quando necessário. o SISAIH01 aceita a digitação da AIH. Esta é uma decisão de competência exclusiva do gestor local. para o mesmo hospital e necessitando continuar internado pela mesma patologia. Com este bloqueio. O erro de cadastro resulta em glosa de AIH. 5. É permitida também a utilização do código 5. Não deve ser aberta nova AIH.1 para AIH cujo procedimento principal solicitado for um dos que têm valor zerado e que necessite informar mais de 5 procedimentos. Cirurgias Sequenciais e Neurocirurgia). Deve ser registrado na AIH o código de consulta de paciente internado para cada médico que atender ao paciente. por exemplo. mesmo que o internamento seja feito por médicos diferentes. o gestor deve enviar um auditor ou autorizador ao hospital e decidir pela liberação ou não da AIH. como cirurgia e clínica. desde que a outra AIH seja emitida pelo mesmo gestor. (Exemplo: Tratamento em Politraumatizados e Cirurgias Múltiplas. deve permanecer com a mesma AIH anterior. dentro dos grandes blocos. mas no processamento do SIHD. desmembrados por especialidade médica.1 ESPECIALIDADE DO LEITO Os leitos existentes no hospital e disponibilizados para o SUS devem estar adequadamente cadastrados no CNES. devem ser considerados os códigos conforme tabela abaixo: CÓDIGO 01 02 03 04 05 06 07 08 NOME CIRURGIA OBSTETRICIA CLINICA MEDICA CRONICOS PSIQUIATRIA PNEUMOLOGIA SANITARIA PEDIATRIA REABILITACAO 16 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . a AIH vai ser bloqueada por “duplicidade” a partir da detecção do homônimo.11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH No caso de retorno do paciente com menos de 03 dias da alta. excetuando-se os procedimentos que atingem a quantidade máxima definida no SIGTAP. Outros procedimentos Sequenciais. Quando o internamento é feito com a emissão de uma nova AIH para o mesmo paciente com menos de 03 dias de uma internação anterior.

8 OUTROS MOTIVOS 2.09 10 11 12 13 14 HOSPITAL DIA CIRURGICOS HOSPITAL DIA AIDS HOSPITAL DIA FIBROSE CISTICA HOSPITAL DIA – INTERCORRENCIA POS TRANSPLANTES HOSPITAL DIA GERIATRIA HOSPITAL DIA – SAUDE MENTAL 6.5 1.6 POR MUDANCA DE PROCEDIMENTO 2.1 1.DOADOR 2.3 MOTIVO DE SAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO Para registro na AIH do motivo de saída do paciente do hospital ou para registrar a emissão de uma nova AIH numa mesma internação.2 1. TECIDOS E CELULAS .2.3 POR IMPOSSIBILIDADE SOCIO-FAMILIAR POR PROCESSO DE DOACAO DE ORGAOS. devem ser observados os códigos da tabela abaixo: TABELA AUXILIAR MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA POR ALTA: 1 1.4 VIVO.6 1.8 1. TECIDOS E CELULAS . POR INTERCORRENCIA 2.1 TRANSFERIDO PARA OUTRO ESTABELECIMENTO 17 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .1 POR CARACTERISTICAS PROPRIAS DA DOENCA 2. POR PROCESSO DE DOACAO DE ORGAOS.9 ALTA CURADO ALTA MELHORADO ALTA A PEDIDO ALTA COM PREVISÃO DE RETORNO PARA ACOMPANHAMENTO DO PACIENTE ALTA POR EVASAO ALTA POR OUTROS MOTIVOS ALTA EM PACIENTE AGUDO EM PSIQUIATRIA POR PERMANÊNCIA: 2 2.4 1.5 MORTO.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO Para registro do caráter de atendimento na AIH devem ser observados os códigos abaixo: COD 01 02 03 04 05 CARÁTER DE ATENDIMENTO DESCRIÇÃO ELETIVO URGENCIA ACIDENTE NO LOCAL DE TRABALHO OU A SERVICO DA EMPRESA ACIDENTE NO TRAJETO PARA O TRABALHO OUTROS TIPOS DE ACIDENTE DE TRANSITO OUTROS TIPOS DE LESOES E ENVENENAMENTOS POR AGENTES QUIMICOS OU 06 FISICOS 6.9 TRANSFERIDO PARA INTERNAÇÃO DOMICILIAR POR TRANSFERÊNCIA: 3 3.7 POR REOPERACAO 2. 2.DOADOR 2.

Na AIH da mãe deverá ser informado no campo AIH posterior do SISAIH01 o número da AIH do recém-nascido e na AIH do recém-nascido deverá ser informado no campo AIH anterior do SISAIH01. COD NOME DESCRIÇÃO Motivo informado quando da alta da mãe e do(s) recémnascido(s). No caso de gemelaridade. Motivo informado quando na alta da mãe tiver ocorrido o óbito do recém-nascido.4 Alta da mãe/ puérpera com óbito fetal Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto.2 Alta da mãe/ puérpera e permanência do recém-nascido 6. deverá ser usado este motivo de alta quando pelo menos um dos recém-nascidos permanecer internado após a alta da mãe.1 COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO MEDICO ASSISTENTE COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO INSTITUTO MÉDICO LEGAL – 4. o número da AIH da mãe. 6. Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto.2 IML COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE 4. 18 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . mais de um filho deverá ser usado CRITICA NO SIH Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto. O óbito poderá ter sido ainda intra-útero (a partir da 22ª semana de gestação ou caso se desconheça a idade gestacional com peso a partir de 500 gramas) ou durante o parto.º 384 de 12 de agosto de 2010 incluiu os códigos abaixo na Tabela Auxiliar de Motivo de Saída/Permanência do SIH/SIA/CIH. óbito e transferência. mais de um recémnascido. deverá ser usado este motivo de alta quando pelo menos 1 dos recémnascidos for a óbito. No caso de gemelaridade. ou seja.3 Alta da mãe/ puérpera e óbito do recémnascido Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto. Estes códigos se referem exclusivamente a alta com procedimento principal da AIH de parto. ou seja. No caso de gemelaridade. mais de um recém-nascido.POR ÓBITO: 4 4. A Portaria n.1 Alta da mãe/ puérpera e do recém-nascido 6.3 OBITO – SVO POR OUTROS MOTIVOS: 5 5. 6. Motivo informado quando da alta da mãe e o recémnascido apresenta situação de saúde que não permite ter alta necessitando permanecer internado. Motivo informado quando da alta da mãe em cujo parto houver natimorto (nascido morto).1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO O sistema paga o último dia de internamento nos motivos de permanência. ou seja.

7. especialmente pelas diferenças regionais no país e a conseqüente oferta de profissionais para o atendimento na rede de saúde. O CNES.este motivo de alta quando pelo menos 1 dos filhos for a óbito. O CNES não é um instrumento de gestão de recursos humanos. 19 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . equipamentos e profissionais. mas de cadastro de estabelecimentos de saúde com relação à área física. sendo este o CBO a ser informado no CNES do estabelecimento. Medicamentos OPM do SUS. A informação a ser inserida no CNES deve ter como base a “ocupação” que determinado trabalhador “se ocupa” naquele estabelecimento de saúde. não é de caráter obrigatório. Para o caso de profissões que exigem diploma para o seu exercício (médico. contribui para a qualidade da informação e para a formação e cruzamentos dos Bancos de Dados Nacionais. é recomendável que se tenha por base os registros do setor administrativo/recursos humanos da instituição na qual presta serviço. como garantia de habilitação do profissional para aquela “ocupação”. a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) foi adotada como forma de registro obrigatório para definir o profissional responsável ou habilitado para realizar determinado procedimento. É recomendável que. Por ser uma tabela para utilização em todos os sistemas nacionais que precisem da informação sobre ocupação de qualquer trabalhador. possibilitando estudos e levantamentos úteis para o planejamento e a avaliação de políticas públicas. a especialização deve ser atendida. enfermeiro etc. Para os procedimentos em que há definição e exigência nas políticas específicas. adotou o CBO para identificação da ocupação dos profissionais.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES Não é condição para o cadastramento de CBO de médicos e médicos residentes no CNES que o profissional seja portador de título de especialista. O CBO informado no CNES para o médico deve representar a real ocupação desempenhada pelo profissional no estabelecimento de saúde ao qual ele está vinculado. 7. desde a sua implantação. no entanto. Esta tabela de CBO tem caráter nacional e está sob a responsabilidade e gestão do Ministério do Trabalho. seja solicitado documentação que comprove a especialização.). CLASSIFICAÇÃO ESPECIALIDADE BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO) ANTIGA Com a unificação das tabelas dos sistemas ambulatorial e hospitalar e implantação da Tabela de Procedimentos. sabidamente as da alta complexidade. para os médicos especialistas.

ao abrir a janela para preenchimento da equipe cirúrgica. Considerando que existem municípios que dispõem de apenas um médico ou pouco mais e que. conforme o caso. de 26 de março de 1999. portanto. O CPF do cirurgião não pode se repetir para registro como auxiliar. para a realização de atos anestésicos. No entanto. O SIGTAP foi atualizado na competência julho/2008. exigem dados complementares da equipe. O CBO dos auxiliares do cirurgião pode ser qualquer um da família 2231 (médico) ou 223268 (cirurgião buço maxilo). obstetra. Quanto aos médicos residentes. verifica a compatibilidade entre o procedimento e o CBO do cirurgião e não com o CBO dos auxiliares ou do anestesista. por representar uma inverdade.As portarias normativas da Alta Complexidade exigem que o médico tenha título de especialista para realização de determinados procedimentos. o CBO de anestesiologista será compatível apenas com os procedimentos de anestesia (geral. sedação e obstétrica). que. regional. cirurgião geral e anestesista. pediatra. Com relação ao CBO de anestesista. da ocupação que exercem no estabelecimento. registrados nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina. naqueles municípios em que não existem profissionais com esta titulação ou cujo número ou disponibilidade para cadastramento não seja suficiente ao pleno atendimento aos pacientes do SUS. É recomendável que os antigos profissionais cadastrados no SIA como Plantonistas (58) ou Médico de qualquer especialidade (84) sejam cadastrados no CNES com estes CBO visando garantir o registro da realização de todos os procedimentos clínicos e cirúrgicos de média complexidade realizados. sendo o contratante responsável pelas informações inseridas no Módulo do Profissional do CNES. O sistema admite o mesmo CPF para o médico que exerceu a função/ocupação de anestesista e que também foi o cirurgião ou ainda o CPF de um dos auxiliares. de profissionais médicos. instituição ou estabelecimento na ocasião da contratação do médico. a verificação de títulos é feita no ato da seleção e/ou contratação do médico pela instituição para compor equipe médica qualificada e não por exigência do CNES. A exigência de apresentação de título de especialista é prerrogativa do órgão. o que adequa o sistema de informação e a realidade dos serviços de saúde. por esta razão. e. nos procedimentos de média complexidade. esclarecemos que a Portaria SAS/MS n. reforça e autoriza o registro de médicos na seguinte forma: “Fica autorizado o recadastramento/cadastramento. No SIGTAP.º 98. mesmo que não possuam titulação de especialista em anestesiologia. O CBO específico de médico residente é o código 2231F9. incluindo estes 5 CBO. há uma particularidade. em seu Artigo 2º. 20 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . este profissional desempenha várias ocupações tais como: clínico. ou seja.”. A supervisão e o acompanhamento destes médicos nos hospitais é parte do programa de formação ao qual está matriculado. estes devem ser cadastrados com o CBO de Programa de Residência Médica. No SISAIH01 e no SIHD os procedimentos cirúrgicos que incluem anestesia no seu valor.

sendo este último de valor maior.br. é necessária a autorização do Diretor Geral ou Diretor Clínico nos estabelecimentos públicos e. com procedimento do SIGTAP código 03. Tratamento da AIDS. Procedimentos Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia. sob pena de rejeição da AIH. Cirurgias Plásticas Corretivas em Pacientes Pós Gastroplastia.03. ser identificada outra patologia de maior gravidade. o código do novo procedimento será registrado no campo Procedimento Realizado. O modelo de Laudo Para Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento de Internação Hospitalar está disponível no sítio: http://sihd.012-9 – TRATAMENTO DE 21 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . ou ainda. a hipótese diagnóstica inicial pode não ser confirmada ou pode surgir uma condição clínica superveniente. Psiquiatria. complexidade ou intercorrência que implique na necessidade de mudança da conduta inicialmente recomendada ou da especialidade médica/leito. Não é permitida mudança de procedimento. Politraumatizado. 8. Avaliar o tempo decorrido para solicitar a mudança de procedimento ou se é mais aconselhável a alta administrativa e a emissão de nova AIH. o procedimento solicitado e autorizado no Laudo para Solicitação de AIH precisa ser modificado. nos estabelecimentos da rede complementar filantrópica ou privada. no decorrer da internação desenvolver um quadro compatível com outro procedimento. Clinica Médica e em Psiquiatria. Cuidados Prolongados.8. Clinica Cirúrgica.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA No caso do paciente ser internado para realização de um determinado procedimento. Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. Nestes casos. devendo ser marcado o campo de “sim” para mudança de procedimento no SISAIH01. quando a mudança for de um procedimento previamente autorizado. Pode ser solicitada mudança de procedimento para o procedimento de maior valor. Para autorizar a mudança de procedimento é importante que o autorizador observe: se o caso é eletivo ou urgência.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA No caso do paciente ser internado com quadro de Colecistite aguda. Esta modificação deve ser feita mediante o preenchimento do Laudo para Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento de Internação Hospitalar.gov. do Órgão Gestor. A mudança de procedimento pode acontecer nas seguintes situações: 8.07. Cirurgia Múltipla de Lesões Lábio-Palatais.datasus. Diagnostico e/ou Atendimento de Urgência em Clinica Pediátrica. SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO Durante a internação. No caso de mudança de procedimento. Para estas mudanças. para: Cirurgia Múltipla. Tecidos e Células.

07.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH No caso de ser necessário informar mais de um procedimento numa mesma AIH.002-6 .5 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE A AIH emitida para intercorrências pós-transplante tem validade de 31 (trinta e um) dias.TRANSTORNOS DAS VIAS BILIARES E PANCREAS e. Quanto a apurar valores.HISTERECTOMIA TOTAL. Não cabe mudança de procedimento na mesma AIH neste caso. 8.COLECISTECTOMIA ou 04. antes da cirurgia. deve-se abrir uma nova AIH.09.03. deve ser solicitada não só a mudança de procedimento. Nesse caso deve ser solicitada mudança de procedimento para clínica médica.COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA. sendo que. deve ser registrado no campo Procedimento Solicitado e Realizado. Nesse caso. Depois de registrado o código. 8. durante a internação. porém é detectado. Ou seja. na 1ª linha da tela Procedimentos Realizados.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA No caso de realização de uma segunda cirurgia durante o período de internação. O valor do SH deste procedimento será apurado para o estabelecimento. 22 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . a AIH deve ser encerrada e solicitada emissão de nova AIH. este procedimento é 03.013-5 . 8. decorrido este prazo e.003-8 . precisar ser submetido ao procedimento 04. havendo necessidade de permanência do paciente em regime de internação. o sistema os trata da seguinte forma: Apenas o valor do SH do primeiro procedimento será pago. o código para o qual a AIH foi autorizada.06.DIABETES MELLITUS. depois o terceiro. registrar em seguida as OPM correspondentes a este procedimento e. Devido ao quadro clínico da paciente não é possível realizar a cirurgia. se for o caso. obedecendo aos pontos do SP de cada procedimento. No SIGTAP.03. como também a especialidade do leito de clínico para cirúrgico. na mesma lógica do procedimento principal com as próteses correspondentes. registrar na linha seguinte o segundo procedimento e suas OPM.7 POR REOPERAÇÃO.003-4 . que a paciente apresenta um quadro de diabetes descompensado. O valor do SP do primeiro procedimento é que será dividido por todos os profissionais que atuaram na AIH.3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA No caso do paciente internado submeter-se ao procedimento 04.03.03.07. O motivo de permanência será 2. quanto mais profissionais atuarem e quanto mais procedimentos forem realizados e tiverem pontos do SP. 8. reduzirá o valor de um ponto para pagamento aos profissionais.

1º Exemplo: Foram realizadas reduções cirúrgicas de fratura de úmero e cúbito direito e cúbito esquerdo. O motivo de saída da primeira AIH será o 2. Os procedimentos realizados no politraumatizado podem ser registrados no SISAIH01 sem a preocupação de pertencerem a um mesmo segmento ou lado do corpo humano acometido. pulmão etc. tanto no campo Procedimento Solicitado quanto no Procedimento Realizado. os Procedimentos Realizados.) ou sistemas corporais (circulatório. 9. até o quinto procedimento. No SISAIH01 devem ser registrado. TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO De acordo com a Portaria SAS/MS n. deverá ser encerrada a primeira AIH com motivo de alta 5.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. A ordem de digitação dos Procedimentos Realizados deve obedecer à seguinte seqüência: Procedimento principal realizado de maior complexidade e nas linhas abaixo os procedimentos especiais e OPM compatíveis com o procedimento principal. A seguir. É permitido o registro de até 05 procedimentos realizados na mesma AIH. deverá ser solicitada nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. baço. respiratório. sendo informados na tela Procedimentos Realizados. na tela Dados da 23 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .7 – POR REOPERAÇÃO. deve ser digitado o segundo procedimento principal realizado.15. estão as internações de pacientes vítimas de causas externas. os códigos das cirurgias realizadas necessárias para o tratamento das lesões sofridas pelo paciente.º 421/2007 as cirurgias em politraumatizado são cirurgias múltiplas ou procedimentos seqüenciais procedidos em indivíduo que sofre traumatismo seguido de lesões que. obedecendo à mesma lógica para procedimentos principais e OPM. devem ser registrados numa segunda AIH. etc. No caso de serem necessárias outras cirurgias em atos anestésicos diferentes.Neste caso não podem ser registrados os procedimentos de Tratamento com Cirurgias Múltiplas. Emitir laudo para solicitação/AIH com código 04. Quando. Politraumatizados e Seqüenciais em Neurocirurgia.03. pela gravidade de uma ou mais lesões.15. podem ou não pôr em risco a vida. no mesmo ato anestésico for realizado mais de 05 procedimentos cirúrgicos em politraumatizado. Os demais procedimentos. e na linha imediatamente abaixo digitados as suas OPM compatíveis e assim por diante. ao acometer múltiplos órgãos (fígado. Deve ser registrado na AIH o código 04.001-3 . Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 devem ser digitados. Sob a denominação de politraumatizados.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.). em ordem decrescente de complexidade e valores do SH.03. músculo-esquelético. a partir do sexto.001-3 TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. Este procedimento tem o valor zero no SIGTAP. nervoso.

04. Nas linhas a seguir registra as OPM deste primeiro procedimento. Existem procedimentos clínicos que são compatíveis na AIH de politraumatizado.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO GRAU MEDIO.Procedimento: 04.08. 03.009-2 .02.043-1 – TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA DO CÚBITO (ESQUERDO) e. pois a AIH “assumirá” a complexidade do primeiro procedimento informado para os procedimentos com valor zerado (Politraumatizados. mas é recomendável que se coloque para não resultar em perda econômica para o hospital. nas linhas subseqüentes necessárias.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIO ENCEFALICO GRAVE só pode ser registrado quando realizado em paciente internado em hospital de Alta Complexidade com habilitação em Trauma e Anomalias do Desenvolvimento. nos campos Procedimento Realizado e Procedimento Principal e. em sua quase totalidade são de cirurgia.03.02. Cirurgias Múltiplas. As compatibilidades entre tratamento de politraumatizado e procedimentos clínicos são os seguintes: 03. a seguir.08.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO GRAVE. a seguir. O segundo procedimento. 03. depois que tudo que se refere aos procedimentos principais já tiver sido inserido.08. 04. informar o terceiro procedimento realizado 04.02.TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FRATURA/LESÃO FISÁRIA DO CÔNDILO/TROCANTER DO ÚMERO.Internação.03. compatíveis com o segundo procedimento principal digitado e suas OPM.04. as OPM correspondentes ao terceiro procedimento principal informado.03. se houver algum dos procedimentos principais realizados que seja de Alta Complexidade. os procedimentos especiais compatíveis com ele. cujos procedimentos.008-4 . Outros procedimentos especiais que não guardem relação direta de compatibilidade devem ser informados ao final. No caso de hospitais com Contrato de Gestão. O sistema aceita se não colocar o de maior valor primeiro. O procedimento 03.011-4 – TRATAMENTO CONSERVADOR DE TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR.010-6 .036-9 .TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO LEVE. é recomendável que este seja registrado na primeira linha. 1ª linha .03. na tela Procedimentos Realizados. Quando encerrar os procedimentos especiais. Observar para colocar em primeiro lugar o procedimento principal de maior valor do SH. 03. nas linhas imediatamente abaixo.04.04. 24 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . as OPM relativas ao segundo procedimento principal.04. OPM. após ele. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 deve ser digitado primeiro o procedimento principal.010-6 .043-1 – TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA DO CÚBITO (DIREITO) deverá ser registrado na linha imediatamente abaixo da última OPM do primeiro procedimento e. Procedimentos Seqüenciais em Neurocirurgia e AIDS).03. mesmo que os especiais tenham maior valor e tenham sido autorizados ou realizados anteriormente.

03.TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA INTERCONDILEANA/ DOS CONDILOS DO FEMUR. colostomia.POLITRAUMATIZADO. deverá ser registrado na tela “Procedimentos Realizados”: 04. mesmo no caso de procedimentos iguais para liberação de quantidade.001-3 . Quando encerrar o registro das OPM deste procedimento.15. Na AIH.010-1 .08. Para os procedimentos que sejam realizados em órgãos pares. Solicitar a AIH com o procedimento 04. Deve ser emitido Laudo com código de procedimento solicitado e realizado 04.08.03. haverá rejeição da AIH.05.AMPUTACAO/DESARTICULACAO DE DEDO 3° Exemplo: Foram realizadas reduções cirúrgicas de fratura de rádio e fêmur.039-3 – TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DE DIAFISE DO UMERO OPM compatível OPM compatível OPM compatível Após encerrar o registro de todas as OPM compatíveis utilizadas é que coloca na linha abaixo o próximo procedimento principal realizado.058-6 . pode ser informado no SISAIH01 o mesmo procedimento duas vezes e solicitada a liberação de quantidade. colostomia e toracotomia com drenagem fechada.02.03. Emitir Laudo para Emissão de AIH com código 04.2° Exemplo: Foram realizados os procedimentos: esplenectomia.02.06. deverá ser registrado na tela “Procedimentos Realizados”: 04.03. em especialidades diferentes não envolvendo a ortopedia: Paciente com ruptura de baço. lesão de cólon e hemotórax em que foram realizados 03 procedimentos: esplenectomia.07.08.: 04.004-2 .07.044-0 – TRATAMENTO CIRURGICO DE LESAO FISARIA DOS OSSOS DO ANTEBRACO Na linha abaixo de cada procedimento principal devem ser incluídas as OPM compatíveis utilizadas neste procedimento. Na AIH.001-3 TRATAMENTO CIRURGICO EM POLITRAUMATIZADO. e amputação de dedo da mão D.08. Ex. 4° Exemplo: No caso do paciente ser submetido a mais de um procedimento.012-3 – ESPLENECTOMIA 04.15.07.ESPLENECTOMIA 04.07. mais esplenectomia e colostomia.08.02.COLOSTOMIA 04. de incluir abaixo as OPM antes de registrar o segundo procedimento principal.02.010-1 – COLOSTOMIA 04.001-3 25 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .05. O total de linhas disponíveis no SISAIH01 para inclusão de procedimentos é de 150.051-9 – TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA DIAFISE DO FEMUR OPM compatível OPM compatível 04.03. Não esquecer.15.012-3 . redução cirúrgica de fratura de úmero. Se colocar o procedimento principal separado por linhas com outros procedimentos e as OPM do primeiro procedimento. informar a terceira cirurgia realizada ou terceiro procedimento principal. 04. após cada procedimento principal.

o instrumento de registro é AIH secundária.010-1 . ou seja. o componente Serviço Hospitalar será remunerado em percentual decrescente de valores.15. os procedimentos principais realizados.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. 421 de 23 de julho de 2007). em ordem decrescente de complexidade e valores.016-6 . Também se o primeiro procedimento informado for financiado pelo FAEC. Serão admitidos até 05 Procedimentos Realizados na mesma AIH. Neste conceito. sem vínculo de continuidade. 10.COLOSTOMIA 04.12. Deve ser registrado no SISAIH01 como procedimento solicitado e procedimento principal realizado 04. em seguida aos procedimentos com instrumentos de registro AIH principal e especial.03.001-2 – TRATAMENTO COM CIRURGIAS MULTIPLAS.15. conforme tabela abaixo: 1º 2º 3º 4º 5º PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO 100% 100% 75% 75% 50% Os componentes Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% dos valores para todos os procedimentos registrados na tela Procedimentos Realizados.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. aplicados a órgão único ou diferentes órgãos localizados em região anatômica única ou regiões diversas. 26 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . executado através de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico (Portaria nº. toda a AIH será paga pelo FAEC. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. a AIH “assume” a complexidade do primeiro procedimento informado. É importante observar que a AIH de politraumatizado “assumirá” a complexidade do primeiro procedimento informado (Média ou Alta Complexidade). todos os procedimentos em órgãos bilaterais. interdependência ou complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas.TORACOSTOMIA COM DRENAGEM PLEURAL FECHADA Na ocorrência de Procedimentos Realizados que não necessitam de autorização.012-3 – ESPLENECTOMIA 04.03. Quanto à complexidade. CIRURGIAS MÚLTIPLAS Cirurgias múltiplas são atos cirúrgicos. bilaterais ou não. No SISAIH 01.001-3 . devidos a diferentes doenças.02. deverão ser aceitos quando registrados duas vezes no SISAIH01.04. registrar na tela Procedimentos Realizados: 04.07.01. deverão ser registrados. Numa AIH com o procedimento 04.07. estes também devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados. na ordem em que forem registrados na tela Procedimentos Realizados.

10.1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA E OUTROS ESCLARECIMENTOS 1.7 – POR REOPERAÇÃO.021-6 .01.01.16.003-2 concomitante com o 04. Se durante esta cirurgia for necessária a 27 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . o Ministério da Saúde inclui e recomenda a autorização como Tratamento com Cirurgias Múltiplas os procedimentos 04. Exemplos de como devem ser registrados os Procedimentos Realizados em cirurgia múltipla: 1° Exemplo: Colecistectomia mais Herniorrafia Inguinal. colecistectomia e herniorrafia inguinal deverão ser digitados na tela Procedimentos Realizados. Os componentes Serviços Hospitalares serão remunerados em percentual decrescente de valores.008-1.06. e 04. desde que tenham sido solicitados e autorizados no Laudo para Solicitação de AIH.08.10. Assim.002-4 – MASTECTOMIA RADICAL COM LINFADENECTOMIA AXILAR.12.MASTECTOMIA SIMPLES POR TUMOR e 04.15. conforme tabela abaixo: Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 devem ser digitados em ordem decrescente de complexidade e valores do SH dos Procedimentos Realizados. No caso de quadro de abdômen agudo é realizada uma cirurgia chamada laparotomia exploradora.12. e 04.01.009-0 e/ou 04. Deverá ser emitida nova AIH quando houver mais de 5 Procedimentos Realizados e o motivo de saída da primeira AIH deve ser o 5. O procedimento cirúrgico de Mastectomia por Câncer é compatível com o implante de Prótese Mamária e/ou Reconstrução com Retalho Miocutâneo (qualquer parte em oncologia).005-7 MASTECTOMIA RADICAL COM LINFADENECTOMIA. o médico assistente deverá solicitar nova AIH.002-4.Quando ocorrerem novas cirurgias de emergência. pela importância da questão da humanização no atendimento à paciente.12.16. com atos anestésicos diferentes.001-2 – TRATAMENTO COM CIRURGIAS MULTIPLAS e os dois procedimentos.01.005-7 ou 04.009-0 PLASTICA MAMARIA RECONSTRUTIVA POS-MASTECTOMIA COM IMPLANTE DE PRÓTESE. inclusive para as reoperações. EXEMPLO: 04.16. O procedimento principal solicitado e realizado a ser digitado no SISAIH01 deve ser o 04. Ou seja.16. registrando o motivo de saída 2. na ordem que forem registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.10. 1º 2º 3º 4º 5º PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO 100% 75% 75% 60% 50% Os Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% de valores em todos os registros.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.16.09. é possível registrar na AIH o procedimento 04. Cirurgia bilateral não é considerada cirurgia múltipla quando no nome ou descrição do procedimento contenha a palavra bilateral. ou ainda 04.10.003-2 .OOFORECTOMIA/OOFOROPLASTIA (a descrição explicita que é uni ou bilateral). na mesma internação. quando realizados no mesmo Ato Anestésico.12.01.10.

Paciente vítima de arma de fogo. submetido à cirurgia com realização de enterectomia + toracotomia com drenagem pleural fechada e arteriorrafia femoral é politraumatizado e não cirurgia múltipla. examina os órgãos abdominais podendo ser necessária à retirada de amostras de tecidos para biópsia ou tratadas áreas afetadas. 4. apesar da realização de exames físicos e complementares disponíveis. Como a laparotomia exploradora é feita para identificar o diagnóstico apenas quando da abertura da cavidade abdominal e ainda assim. PACIENTES COM CRÂNIOFACIAL LESÃO LABIO-PALATAL E Os Procedimentos Realizados em pacientes com lesões labiopalatais e craniofaciais somente podem ser realizados em hospitais com habilitação no CNES de código 0401 . Certamente houve. se no mesmo ato anestésico corrige-se hérnia incisional pode ser cirurgia múltipla.Alta Complexidade de Malformação/Labiopalatal – Centro de Tratamento em Malformação Labiopalatal. Assim. ou seja. sendo aceito informar qualquer CID na AIH. outra retira adenóide e por último é corrigido o desvio do septo. O paciente é submetido à anestesia geral. 2. não é possível um esclarecimento sobre o quadro do paciente. A laparotomia exploradora é uma cirurgia que consiste na abertura do abdome com finalidade de explorar a cavidade abdominal e os órgãos nela contidos para possível identificação/exame/tratamento de um ou mais problemas que podem ter ocorrido no interior do abdome. Paciente com doença respiratória alta que no mesmo ato cirúrgico são realizadas turbinectomia + adenoidectomia + correção de desvio do septo pode ser cirurgia múltipla porque uma é no tímpano. anteriormente. o resultado pode ser negativo. 11. o cirurgião faz uma incisão no abdome. Paciente com colostomia sendo operado para reconstrução de trânsito intestinal. perfuração do colo causada por tumor ou diverticulite que leva a formação do abscesso. A laparotomia exploradora é indicada como opção de diagnóstico quando há uma possível doença abdominal proveniente de causa desconhecida. nada ser identificado que justifique o quadro clinico do paciente. a AIH não pode ter como procedimento principal a cirurgia múltipla porque o abscesso é conseqüência da lesão do colo. Nestes casos para o diagnóstico é preciso "explorar" diretamente. Pode também não ser detectado nada que justifique os sintomas do paciente e seguir-se apenas a sutura da parede abdominal. 3. o procedimento de laparotomia não tem relação com CID. pois há o fechamento de colostomia e hernioplastia incisional (que precisará de colocação de tela inorgânica).realização de um hemicolectomia e/ou drenagem de abscesso subfrênico. concluindo assim o procedimento cirúrgico. o que vem a ser chamado de cirurgia branca. 28 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .

lembrando que a AIH assume a complexidade do primeiro procedimento principal informado no SISAIH01: Código do PROCEDIMENTO 1° PROCEDIMENTO 2° PROCEDIMENTO 3° PROCEDIMENTO Percentual Remunerado 100% 75% 50% A Portaria estabelece os PROCEDIMENTOS COMPATÍVEIS com o PROCEDIMENTO 04.03.13. As regras para registro deste procedimento são as mesmas dos demais procedimentos principais com valor zero como Tratamento com Cirurgias Múltiplas.15.15.02.16.02.004-2 PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL .01.02.02.073-9 04.04.022-0 Procedimento Principal Compatível Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Transferência intermediária de retalho Reconstrução parcial de mandíbula/ maxila Reconstrução total de mandíbula/ maxila Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Transferência intermediária de retalho Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Implante osteointegradoextraoralbucomaxilofacial .02.02.PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL que se refere a atos cirúrgicos com vínculo de continuidade.004-2 .04.01.04.02.002-9 04.02. interdependência e complementaridade. Nestes Procedimentos Sequenciais o componente Serviço Hospitalar é remunerado em percentual decrescente de valores na ordem que forem registrados e de acordo com a tabela a seguir.015-1 04.003-7 04.16.008-1 04.02. bilaterais ou não.021-6 04. Outros Procedimentos Sequenciais. Procedimentos Sequenciais em Neurocirurgia e Ortopedia.009-0 04.podem ser registrados no máximo três procedimentos principais na AIH.04.017-8 Maxilectomia parcial 04.PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL: Código Procedimento Principal Código 04.022-4 Reconstrução total de cavidade orbitária Reconstrução 04. Foi incluído o PROCEDIMENTO: 04.quatro unidades Implante osteointegradoextra29 04.01.16.021-6 Reconstrução total de mandíbula/maxila 04.08.02.022-0 04.003-7 04.01.02.02.02.02. Tratamento em Politraumatizados.002-9 04.16.02. Para este procedimento 04.004-2 .01.08.008-1 04.08. aplicados a órgão único ou região anatômica única ou regiões contíguas.03. devidos a mesma doença.015-1 04.01.A Portaria SAS/MS n.003-7 04.04.08.04. executados por meio de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico.04.04.024-0 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .002-9 04. realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas.13.15.008-1 04.04.º 718/10 implantou alterações no SIGTAP em relação aos Procedimentos integrados para reabilitação estético-funcional dos portadores de má-formação lábio-palatal.04.

16. Na modalidade hospitalar.16.04.1 MODALIDADE HOSPITALAR NO TRATAMENTO DA AIDS Na internação de pacientes com AIDS deve ser registrado na AIH o procedimento 03.027-5 04.08.02.08.02.01.02.16. em ordem decrescente de complexidade e valores.18.04.008-1 04.02.003-7 04. 12.027-5 04.002-9 04.001-3 no campo Procedimento Solicitado e Procedimento Principal Realizado do SISAIH01.02.quatro unidades Ressecção de lesão maligna e benigna da região crânio e bucomaxilofacial Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrucao com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico 04.16.º 291/1992.08.01.02.04.02. o tratamento de pacientes com AIDS deve ser registrado.03.050-4 04.009-0 04. Subgrupo 03 e Forma de Organização 18. Os componentes Serviços Profissionais (S.01. Podem ser registrados os procedimentos do Grupo 03.008-1 04.01.002-9 oralbucomaxilofacial .01. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.008-1 Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Todas as compatibilidades entre Procedimentos Principais e Procedimentos Especiais de reabilitação estético-funcional dos portadores de má-formação lábio-palatal. TRATAMENTO DE AIDS Incluídos na tabela do SIH/SUS pela Portaria SAS/MS n. 12.P) recebem remuneração de 100% dos valores em todos os procedimentos registrados.08.077-1 Ressecção de lesão da boca Ressecção de lesão maligna e benigna da região crânio e buço maxilo facial Tratamento cirúrgico de perfuração do septo nasal Tratamento cirúrgico de anquilose da articulação têmporomandibular 04. os procedimentos para tratamento da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) somente são autorizados para hospitais com habilitação específica no CNES.064-0 04.total ou parcial de nariz 04.04. e com no máximo até 04 Procedimentos Realizados dentre os abaixo listados: 30 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .001-0 Enxerto composto 04.02.04.

11.03.006-4 .TRATAMENTO DE Herpes simples esofagiano AFECCOES DO APARELHO DIGESTIVO Cândida sp esofagiana EM HIV/AIDS Síndrome diarréica Colites. carinii AFECCOES DO SISTEMA Tuberculose Pulmonar RESPIRATORIO EM HIV/AIDS Pneumonia intersticial indiferenciada Tratamento de casos de Tuberculose disseminada Outras micobacterioses disseminadas 03.TRATAMENTO DE Toxoplasmose cerebral AFECCOES DO SISTEMA NERVOSO EM Meningite criptocóccica HIV/AIDS Linfoma Neuropatia periférica 03. Este tratamento inclui programas de atenção de cuidados intensivos por equipe multiprofissional.03. 31 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .18.TRATAMENTO DE Tratamento de Pneumonia por P.18.2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS O tratamento da AIDS em hospital-dia é um recurso intermediário entre a internação e o ambulatório.03.TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA NERVOSO EM HIV/AIDS 0303180056 .004-8 .01 – Habilitação em Serviço hospitalar para tratamento AIDS.005-6 . os componentes Serviços Hospitalares (SH) são remunerados em percentual decrescente de complexidade e valores. evitando a internação integral (Portaria SAS/MS n.TRATAMENTO DE Histoplasmose DOENCAS DISSEMINADAS EM HIV/AIDS Salmonela septicêmica Sarcoma de Kaposi Linfomas não Hodgkin Tratamento de citomegalovirus esofagiano 03.18.º 130/94).03. conforme tabela a seguir: 1º PROCEDIMENTO 100% 2º PROCEDIMENTO 100% 3º PROCEDIMENTO 75% 4º PROCEDIMENTO 75% Os componentes Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% de valores em todos os procedimentos registrados na tela de Procedimentos Realizados.TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO EM HIV/AIDS 0303180064 .003-0 .TRATAMENTO DE DOENÇAS DISSEMINADAS EM AIDS 12. Os códigos para tratamento de portador de HIV na modalidade hospitalar exigem a habilitação . são eles: 0303180013 .CÓDIGO / DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICOS Tratamento dos casos de síndrome neurológica indiferenciada 03.18.TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO APARELHO DIGESTIVO EM HIV/AIDS 0303180048 . lesões ano retais. No tratamento da AIDS.TRATAMENTO DE AFECÇÕES ASSOCIADAS AO HIV/AIDS 0303180030 .

c. serão considerados. Há consenso quanto à contra-indicação dos tratamentos cirúrgicos para lipodistrofia associada à infecção pelo HIV/AIDS nas condições a seguir: 32 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . o código 03. Para fins de habilitação. não cabendo emissão de AIH-5. Deve ser registrado na 1ª linha da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.03 .Somente podem ser registrados procedimentos em regime de Hospital Dia em AIDS nos estabelecimentos habilitados e que a habilitação esteja devidamente inserida no CNES do estabelecimento. Os procedimentos de lipodistrofia só podem ser realizados por serviços habilitados em conformidade com a Portaria SAS/MS nº 118/2005.000 cópias/ml e estável nos últimos 06 meses (sem variação de 0.12.  Paciente clinicamente estável. As diárias são pagas até 05 dias úteis da semana. incluiu na Tabela do SIH/SUS.º 2.  Paciente submetido à terapia anti-retroviral por pelo menos 12 meses. os Hospitais Universitários e de Ensino certificados.TRATAMENTO DE HIV / AIDS . CD4 > 350 cels/mm3 (exceto para lipoatrofia facial) b.007-2 – TRATAMENTO DE HIV/AIDS (POR DIA) e o quantitativo de diárias utilizadas no período do tratamento.582/2004.3 LIPODISTROFIA A Portaria GM/MS n. São considerados critérios de indicação para realização dos referidos procedimentos todas as condições a seguir:  Paciente com diagnóstico de HIV/AIDS e lipodistrofia decorrente do uso de anti-retroviral (ARV).5 log entre duas contagens). Parâmetros clínico-laboratoriais que preencham os critérios necessários e suficientes de segurança para qualquer procedimento cirúrgico.exige a habilitação .18. preferencialmente.0303180072 . Estes Serviços devem estar cadastrados no CNES com o tipo de estabelecimento de saúde Hospital Geral ou Hospital Especializado. Com resultados clínico-laboratoriais: a. O código para tratamento de portador de HIV na modalidade hospital dia .Hospital Dia – AIDS 12.  Paciente que não responde ou não pode ser submetido à mudança da terapia ARV. Não é permitido registro de permanência a maior nos Procedimentos Realizados em regime de Hospital Dia em AIDS. Os procedimentos de lipodistrofia deverão ser submetidos à autorização prévia do gestor local. ou seja. aquele sem manifestações clínicas sugestivas de imunodeficiência nos últimos seis meses.03. Carga Viral < 10. os procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. no máximo 45 dias corridos.

O valor vigente em junho de 2010 é de R$ 8. O número de diárias de acompanhante pode ser no máximo. como no o caso de: Cuidados Prolongados.DIARIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSOS COM PERNOITE e 08. igual aos dias de permanência do paciente no hospital. Qualquer condição clínica ou co-morbidade descompensada nos últimos seis meses que confira aumento de risco ao procedimento. Medicamentos e OPM do SUS existem dois procedimentos de diária de acompanhante para idosos: 08. contratados e conveniados com o SUS é permitida a presença do acompanhante. imunossupressores e/ou quimioterápicos. o médico assistente deve decidir pela necessidade da permanência do acompanhante.2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO A Portaria GM/MS n. imunomoduladores. Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento e UTI. Já para pacientes maiores de 18. mas se ela realmente existiu. Todas as diárias de acompanhante com pernoite em hospitais públicos ou da rede complementar do SUS recebem a remuneração definida no SIGTAP. não há restrições. Para alguns procedimentos.005-9 – DIARIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSO SEM PERNOITE. para todos os pacientes com mais de 60 anos de idade internados em hospitais públicos. inclusive nas internações por: Cuidados Prolongados. REGISTRO DE DIÁRIAS NA AIH 13.02. conforme determina o Estatuto do Idoso. Psiquiatria.  Qualquer tratamento concomitante com anticoagulantes.01.01. 13. Não existe formulário próprio definido pelo MS.00 (oito reais) e inclui acomodação e alimentação. O gestor do hospital deve criar mecanismos de controle de acompanhantes para evitar cobrar diárias no sistema de acompanhantes que na verdade não existiram.1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA CADA PACIENTE SERÁ PERMITIDO APENAS UM ACOMPANHANTE.004-0 . Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento e UTI. O auditor não deve discutir a liberação ou não do acompanhante. Essas diárias também são remuneradas e deve ser registrado nos Procedimentos Realizados do SISAIH01. nos casos em que o quadro clínico justifique.02. Psiquiatria. Hospital Dia. É permitida a presença de acompanhante para todos os menores de 18 anos conforme define o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Os idosos têm direito a acompanhante independente do procedimento ao qual ele está sendo submetido. 13. não está prevista a presença de acompanhantes mesmo para menores de 18 anos. Na Tabela de Procedimentos.º 280/1999 define que. 33 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . independente do custo real destas despesas para o hospital. Hospital Dia.

04. O Órgão Gestor tem a prerrogativa de confirmar esta autorização a partir da auditoria operativa. Psiquiatria.01.10. 1º da Lei n. Estes procedimentos são: Epilepsia. No valor da diária de acompanhante. as diárias de UTI estão incluídas no valor total do procedimento. Diretor Clínico do hospital.02. Pacientes sob Cuidados Prolongados. Coração.01. O valor inclui acomodação e alimentação.11. É permitido o registro de diárias de UTI no SISAIH01 no procedimento Transplante de Rim com códigos no SIGTAP 05. Nos transplantes de qualquer dos outros órgãos. de acordo com a incorporação de tecnologia. Entende-se o pós–parto imediato como o período que abrange 10 dias após o parto. Se for superior a da internação. No valor das Diárias de UTI está incluída a utilização de toda a aparelhagem própria para terapia intensiva. A diária de UTI é procedimento especial. regulamenta a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto.0039. Tratamento Ortodôntico em Lesões Labiopalatais. o registro do número de diárias. portanto. Medula Óssea. há crítica para eles nos sistemas SISAIH01 e SIHD. estão incluídos a acomodação e o fornecimento das refeições.º 2. especialização de recursos humanos e adequação da área física são classificadas. a AIH é rejeitada. Psiquiatria Hospital-Dia.01. na AIH na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. Transplante de Fígado. TIPO II e TIPO III.002-6 e 04. Existem procedimentos em que as diárias de UTI já estão incluídas no valor do procedimento e.11. 04.01.4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO (UTI) Se durante a internação hospitalar houver necessidade do paciente ser submetido à UTI. Os hospitais devem registrar as diárias de acompanhante no trabalho de parto e pós-parto imediato.004-2.418/2005. para os procedimentos: 03.11.432/1998 como: TIPO I.º 1. Atendimento de Urgência em Médio e Grande Queimado.003-4. 34 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Pâncreas. 13. devendo ser registrada no SISAIH01 na tela Procedimentos Realizados de acordo com sua habilitação no mês de competência em que foi utilizada.02. Tratamento de Médio Queimado. 03.01.004-7.05. Tratamento de Grande Queimado. deve estar em conformidade com os dias de internação da paciente. parto e pós-parto imediato em todos os hospitais do SUS. Em qualquer das situações acima.108/2005. As Unidades de Tratamento Intensivo. Rim e Pâncreas. Implante Osteointegrado Extra Oral.05. salvo intercorrências.3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE A Portaria GM/MS n.010-6. em conformidade com o Art. a solicitação deve ser feita no Laudo para Solicitação / Autorização de Mudança de Procedimento e de Procedimento(s) Especial (ais). com a devida autorização pelo Diretor Geral. de acordo com a Portaria GM/MS 3.009-2 e 05.01. equipes técnicas e monitorização do paciente nas 24 horas. Tratamento de Pequeno Queimado. Pulmão.13.

Os dias de internação nos quais o paciente permaneceu na UTI. cada leito de UTI gera também 31 diárias.1 . ou Semi-intensivas não são Quanto às diárias de UTI o sistema não faz o cálculo de diárias utilizadas pela competência de AIH e sim pelo período de internação informado na AIH.ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. retornando a contagem da média de permanência do procedimento principal da AIH. Se um paciente ficou internado de 20/2008 a 15/2009. Logo. Ou seja. Quando um paciente entra na UTI e vem a óbito no mesmo dia da entrada. a qualquer tempo pode ser encerrada a AIH por 5. A capacidade instalada da UTI pode ser calculada multiplicando a quantidade de leitos ativos no CNES pela quantidade de dias de um dado mês ou competência. O laudo de solicitação de internação em UTI deve estar arquivado juntamente com a respectiva AIH no prontuário do paciente. suspende a contagem dos dias para a média de permanência. se o procedimento tem como média de permanência 06 dias. Unidades Intermediárias consideradas como UTI. Por exemplo: um mês com 31 dias.Exemplo: Paciente internado na UTI de 02 de janeiro a 05 de fevereiro. O laudo solicitando internação em UTI Tipo I. No entanto. Não há limite máximo de diárias numa mesma AIH. Seu resultado dirá a quantidade de diárias disponível e a quantidade utilizada e será possível verificar quando a capacidade máxima foi atingida. Os códigos de Diária de UTI são válidos para todos os procedimentos. esta diária poderá ser informada no SISAIH01 e será recebida pelo hospital. Deverá ser repetido o código da diária de UTI para competência janeiro e fevereiro. Cada leito de UTI gera a quantidade de diárias igual à quantidade de dias daquele mês. independente de quantos dias cada paciente utilizou o mesmo leito de UTI. e no terceiro dia de internamento. II e III deve ser autorizado pelo Diretor Geral ou Diretor Clínico ou Órgão Gestor. O paciente permanecendo na UTI será aberta nova 35 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Por exemplo: Se uma UTI possui 5 leitos cadastrados e ativos no CNES e o mês tem 31 dias. não é possível mais que 155 diárias de UTI neste mês. e só retorna a contar no dia da saída do paciente da UTI para efeito de solicitação de permanência a maior. possibilitando ao hospital receber naquela competência as diárias de UTI já utilizadas. As diárias utilizadas podem ser consultadas no SIHD por meio do SELECT*FROM TB_UL. então = 5 X 31 = 155. ele é transferido para a UTI. são duas diárias de UTI (dias 1 e 2) e a do dia 3 já é da enfermaria. o sistema irá calcular as diárias utilizadas na competência agosto e as da competência setembro. Se o paciente internou no dia 1 e saiu da UTI no dia 3 e foi para a enfermaria. não são computados para solicitação de permanência a maior definida para o procedimento principal.

que necessite realizar exsanguineotransfusão.091/1999. portanto não tem visita ou consulta. podendo ser registrada com a diária de UTI Neonatal na mesma AIH quando utilizada e habilitada. antibióticos e alimentação parenteral em transição. eletrólitos. 13. solicitando internação Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal. Este encerramento possibilita ao hospital receber parte do valor do tratamento do paciente. definir quais Unidades de Cuidados Intermediários Neonatais serão habilitadas. PERMANÊNCIA A MAIOR A Permanência a maior é a designação do sistema para os casos em que o paciente necessite permanecer internado após o período. O laudo. uma vez que a manutenção na UTI é um procedimento de alto custo e que o hospital precisa receber recursos em tempo menor do que o período em que o paciente está na UTI. deve ser autorizado pelo Diretor Geral ou Diretor Clínico ou Órgão Gestor. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Que esteja em venóclise para infusão de glicose. As diárias de Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal devem ser registradas. com peso superior a 1500g e inferior a 2000g em observação nas primeiras 72 horas ou o recém nascido submetido à cirurgia de médio porte. Entretanto. O uteista é um plantonista que monitora o paciente o tempo inteiro. em fototerapia com níveis de bilirrubinas próximos aos níveis de exsanguineotransfusão. 14. os gestores estaduais/municipais de saúde são responsáveis pelas habilitações de UCI no SCNES. ele pode permanecer o tempo necessário e o hospital utilizar periodicamente o encerramento administrativo da AIH. É preciso ficar claro que não há limite de dias para a permanência do paciente na UTI. após aprovação pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB). e em condições clínicas estáveis. Podem habilitar-se a UCI os estabelecimentos que atenderem aos critérios estabelecidos na Portaria GM/MS n. para a média de permanência do procedimento principal que determinou a internação. DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI) É uma Unidade destinada ao atendimento do Recém Nascido nas seguintes situações: após alta da UTI e que precise de observação nas primeiras 24 horas. cabe ao gestor estadual e/ou municipal.5. com desconforto respiratório leve que não necessite de assistência ventilatória mecânica. definido no SIGTAP.º 1. Não se registra consulta de internação de médico “uteista ou intensivista”.AIH e começado a contagem das diárias da AIH a partir de 01 até a saída do paciente da UTI para a enfermaria ou até nova alta administrativa ou óbito. O registro de permanência a maior é feito quando o 36 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Desde outubro de 2006.

menos o dobro + 1 da maior permanência prevista (40). Diretor Clínico. Para o recebimento da permanência a maior deve ser registrada a diferença entre os dias de real permanência do paciente internado. Nos casos de Cirurgia Múltipla. para um paciente que passou 81 dias internados. Este registro do CPF foi substituído pelo número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) do profissional ainda em 2008.período de internação ultrapassa o dobro dos dias previstos na Média de Permanência considerando o que está definido no SIGTAP para o procedimento principal informado na AIH. conforme o CBO do médico que prestou o atendimento. Tratamento da AIDS. Quando não for previsto no SIGTAP este atributo para um determinado procedimento.01. H.01. o que daria 41 dias de permanência a maior. 15. Este procedimento tem origem nos seguintes códigos. Procedimento 03. Realizou 3 procedimentos principais com – Cirurgia Múltipla – e a maior média de permanência prevista no SIGTAP para estes 3 procedimentos é de 20 dias. utilizados até dezembro de 2007: H. Colocar também o CPF do profissional para possibilitar o rateio de pontos.017-0 . Então a permanência a maior só poderá ser registrada a partir do dia 41 (20+20 +1=41). Politraumatizado.CONSULTA/AVALIACAO EM PACIENTE INTERNADO. o SIHD efetuará a glosa. Nos casos em que o paciente necessite de avaliação de médico especialista para emissão de parecer.25001019. para fins de cálculo de permanência. Deve ser registrado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. (81-40=41).14016010 É um procedimento de média complexidade com financiamento MAC. que são pagas com código próprio. A Permanência a Maior é um atributo do procedimento. excluídas as diárias de UTI. 37 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . ATENDIMENTO CLÍNICO PACIENTE INTERNADO) (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM Corresponde à consulta/avaliação do médico ou do cirurgião dentista realizada no leito para acompanhamento da evolução clínica do paciente internado. deve-se utilizar como parâmetro a média de permanência do procedimento de maior número de dias. Diretor Técnico ou Órgão Gestor deve autorizar previamente a Permanência a Maior no Laudo de Solicitação/Autorização de Procedimento Especiais e/ou Mudança de Procedimento. Deve ser contado a partir do primeiro dia de permanência à maior. O registro no SISAIH01 deve ser feito na tela Procedimentos Realizados e colocado o número de dias que o paciente permaneceu além do dobro dos dias previstos para a Média de Permanência do procedimento principal. O Diretor Geral. exceto o dia da alta. Procedimentos Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia e Cirurgia Plástica Corretiva pós Gastroplastia. entre os registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Por exemplo. Esta visita clínica pode ser realizada diariamente para evolução do paciente internado. deve-se registrar uma consulta para cada parecer emitido.

017-2 . por exemplo. uma vez que não são todos. 16.03.08. Mas a quantidade utilizada não é a mesma para qualquer dos procedimentos principais informados na AIH. fica limitada a quantidade somada 01+01+01.01. deverá ser colocada a quantidade máxima de 06. No entanto. Subgrupo 02. 16. se forem órgãos pares ou múltiplos (dedos).089-9 . quando ele for informado na AIH deve obedecer à quantidade estabelecida no Relatório de Compatibilidades do SIGTAP. Como há um limite de cinco principais por AIH.CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENCAO ESPECIALIZADA (EXCETO MEDICO). Existem várias OPM.02.PLACA DE COMPRESSAO DINAMICA 3. Ex: Se forem amputados 3 dedos informar três vezes o mesmo procedimento com a quantidade 01. sob pena de rejeição da AIH.Qtd: 08 07.01.02.Para os demais profissionais de nível superior que realizarem consulta ao paciente internado deve ser registrado o procedimento 03.02. devendo ser solicitada a liberação de crítica pelo gestor para os procedimentos que permitem liberação de quantidade. há procedimentos em que a compatibilidade estabelecida no SIGTAP é menor que 06 e nestes casos. ou seja.5 MM (INCLUI PARAFUSOS) .026-1 . no SIGTAP.004-8 .FIO MONONYLON 8. acima disto abre-se outra AIH. relacionadas ao ato cirúrgico que são compatíveis com diversos procedimentos principais ou cirurgias. ou seja. A quantidade máxima neste caso é 05. A quantidade que estiver no atributo “quantidade máxima” do procedimento será o limite. em um determinado procedimento e 03 noutro. e ainda.05.Qtd: 02 Exemplo 02: Principal: 38 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Não deve ser entendido que para qualquer procedimento poderá ser informada quantidade 06. ser usado um determinado parafuso em quantidade 02.1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE) Cada procedimento no SIGTAP tem o atributo quantidade máxima. 06 num terceiro.0 . Pode. A quantidade a ser registrada no SISAIH01 será 01. não é por dia. Apesar de 06 ser a quantidade máxima de parafuso aceita. do Grupo 07.REIMPLANTE DO TERCO DISTAL DO ANTEBRACO ATE OS METACARPIANOS OPM: 07. No entanto. deve ser informado a quantidade correta. Para este procedimento parafuso. Exemplo 01: Principal: 04. QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH A partir da competência maio de 2008 a regra adotada é a seguinte: se o procedimento exige média de permanência.

É permitido o registro de 15 sessões de Diálise Peritoneal ou Hemodiálise por AIH. É permitido o registro de uma sessão/dia de Hemodiálise ou Diálise Peritoneal durante os dias de internação do paciente. uma vez que este procedimento admite liberação de crítica de quantidade e verifica se a quantidade de dias de internamento é compatível com a quantidade de sessões de hemodiálise. O estabelecimento de saúde que realiza tomografias deve ter.003-4 03.014-0 PROCEDIMENTO HEMODIÁLISE PARA PACIENTES RENAIS AGUDOS/CRÔNICOS AGUDIZADOS DIÁLISE PERITONEAL PARA PACIENTES RENAIS AGUDOS HEMOPERFUSÃO ULTRA FILTRAÇÃO HEMODIÁLISE CONTÍNUA HEMOFILTRAÇÃO CONTÍNUA HEDIAFILTRAÇÃO CONTÍNUA HEMOFILTRAÇÃO QUANT. e necessita autorização do Diretor Clínico ou do Órgão Gestor: CÓDIGO 03.Qtd: 04 07.002-1 03. como procedimentos especiais.019-0 03.013-1 03.018-0 . Os códigos do SIGTAP são os mesmos.0 .004-2 03.05.05.07.03.05. tanto para a modalidade ambulatorial como hospitalar.001-4 03. em pacientes internados. A realização do procedimento dialítico em UTI só pode ocorrer quando a situação clínica do paciente exigir sua permanência nessa Unidade.01.FIO MONONYLON 9.02.05.02. podem ser registrados tomografias de diferentes partes do corpo humano ou órgãos numa mesma AIH. na tela Procedimentos Realizados. DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE O registro de Hemodiálise e Diálise Peritoneal é permitido em casos de Insuficiência Renal Aguda.01.02.04.03.Qtd: 01 17. sem necessidade de liberação de quantidade. em seu CNES. permitindo liberação de quantidade. conforme o caso.08. 39 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .107-0 . assim como a existência de profissional com CBO de especialista. assim como seus valores. No entanto. o cadastro do serviço/classificação e do equipamento.01.02. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Os exames de Tomografia Computadorizada podem ser registrados no SISAIH01.01.PLACA SEMITUBULAR 2.05.05.7 MM (INCLUI PARAFUSOS) . ser registrado no campo CID Principal ou CID Secundário. Um determinado código de tomografia só deve ser registrado numa AIH uma única vez.027-0 .015-8 03.REIMPLANTE OU REVASCULARIZACAO AO NIVEL DA MAO E OUTROS DEDOS (EXCETO POLEGAR) OPM: 07.08.01.01. O código CID de Insuficiência Renal deverá. 15 15 15 15 15 15 15 15 18.05. O registro desses procedimentos é realizado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.

uma vez que para estes não é previsto a terceirização e nem a desvinculação de honorários. se houver. ARTERIOGRAFIA. mesmo não sendo credenciado junto ao SUS pelo gestor local e conste como Terceiro do estabelecimento no qual o paciente está internado. No caso de ceder o crédito. Então. NEURORADIOLOGIA E RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA 40 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . no campo Apurar Valores. pois. mas o registro da realização da tomografia deve ser feito na AIH que pertence ao hospital onde ele está internado. deve ser informado o CNES de onde o paciente está internado. se o estabelecimento onde o paciente está internado for público. no campo executante. mesmo que o paciente tenha realizado a tomografia em outro estabelecimento. Para o registro destas tomografias no SISAIH01. 19. o CNES do estabelecimento que de fato realizou o exame. quando realizados em paciente internado deverão ser. Todas as definições e parâmetros aplicados à tomografia se aplicam totalmente aos exames de ressonância magnética. registrados no SIH/SUS. portanto não é exigido que o estabelecimento seja habilitado em neurologia ou ortopedia. o CNES do estabelecimento onde o paciente realizou a tomografia deve ser registrado no campo Apurar Valores e constar como Terceiro no CNES do estabelecimento onde o paciente está internado. não tendo nenhuma implicação legal específica para o SUS. É necessária a autorização do Diretor Geral. no CNES do executante. mesmo que seja realizado em outro estabelecimento. ESTUDOS HEMODINÂMICOS. naquele período. não podendo ser autorizado e registrado no SIA/SUS. Não é permitido este registro no BPA-I do SIA/SUS do estabelecimento onde o exame foi realizado. Quanto ao estabelecimento que vai receber o valor da tomografia. deverá ser informado no campo Apurar Valores. É necessário também que. deve ser digitado na tela de Procedimentos Realizados. No entanto. ou pelos termos do contrato. O paciente internado pode ser levado em ambulância para realizar uma tomografia em outro estabelecimento. Os exames. esta marcação só será válida se ele realmente for credenciado pelo gestor para atendimento ao SUS. É obrigatório que o estabelecimento executante tenha o CNES. A cessão de crédito não se aplica aos estabelecimentos de natureza pública. esteja “marcado” que o mesmo está à disposição do SUS. Diretor Clínico ou do órgão Gestor para a realização de tomografias em pacientes internados. o CNES do hospital onde o paciente está internado. O pagamento ao executante será feito conforme as condições definidas por ambas as partes. o paciente está sendo assistido sob regime de internação em outra unidade.A tomografia é um exame complementar que auxilia no esclarecimento diagnóstico ou no acompanhamento de pacientes com diagnóstico firmado. obrigatoriamente. Se o gestor não optar pela cessão de crédito. é prerrogativa do gestor local optar por ceder ou não o crédito a terceiro.

094-3 .TRATAMENTO DE CARDIOPATIA ISQUEMICA CRONICA  03.002-8 – CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA. esses exames devem ser realizados ambulatorialmente.001-0 DESCRIÇÃO ATUAL CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA CATETERISMO CARDIACO Na realização do procedimento 02.06.06.03.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE DUPLA PROTESE INTRALUMINAL ARTERIAL  04.093-5 .120-6 .REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04.06.028-0 TRATAMENTO DE SINDROME CORONARIANA AGUDA  04.TROCA VALVAR C/REVASCULARIZACAO MIOCARDICA  04.06.03.06.06.092-7 .03.06.Quando um desses exames for necessário por intercorrência da patologia que motivou a internação.02. Diretor Clínico ou pelo Gestor do SUS.11.06.06. O procedimento especial 02.002-2 .03.06.TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA CARDIACA  04.01.012-3 .REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/USO DE EXTRACORPOREA  04.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE PROTESE INTRALUMINAL O procedimento especial 02. deve ser justificado pelo médico assistente.06.095-1 .11.03.03.CATETERISMO CARDIACO é compatível com os seguintes procedimentos principais:  03.11.01.002-8 02.TRATAMENTO DE DOENÇA REUMATICA S/CARDITE  03.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS) 41 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .021-2 .002-8 CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA é compatível com os seguintes procedimentos principais:  03.03.019-0 .06.092-7 .02.06.093-5 .021-2 .02.06.003-0 . Em qualquer outra circunstância.02.01.02.06.03.004-2 .REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04.TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA CARDIACA  03.REVASCULARIZAÇÃO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA  04.001-0 . informando o CPF e CBO de quem realizou a anestesia. CÓDIGO 02.TRATAMENTO DE INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO  03.001-4 .01.01.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA  04.ANGIOPLASTIA CORONARIANA  04.01.06.01. autorizado pelo Diretor Geral.03.11. é autorizada a inclusão do código do procedimento de anestesia e o registro deve ser feito na tela Procedimentos Realizados.11.

a opção apurar valor para “terceiros” através de registro no CNES do estabelecimento responsável pelos exames pré transfusionais.03.095-1 .REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04. 04. no campo apurar valor para.06.03. obtida por fracionamento de plasma ou soro humano e que corresponde eletroforeticamente à fração albumina do plasma. O pagamento da exsanguineotransfusão é efetuado diretamente ao hospital. quando for o caso. Necessita de autorização do Diretor Clínico ou do Gestor. 10 da Portaria SAS/MS n.01. portanto não deve ser colocado na AIH.º 247/2000 estabelece padrões de referência para adoção de conduta terapêutica de Albumina Humana no âmbito do SUS.002-2 .REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/USO DE EXTRACORPOREA  04. Está no SIGTAP com o código 06.06.06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE PROTESE INTRALUMINAL Procedimentos Especiais de Cintilografia devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. sendo permitido o registro de até 99 frascos.06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE DUPLA PRÓTESE INTRALUMINAL ARTERIAL  04. cabendo.TROCA VALVAR C/REVASCULARIZACAO MIOCARDICA  04.02. TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO) É realizada nos casos de Incompatibilidade ABO/Rh. ALBUMINA HUMANA É a Albumina Humana é uma solução protéica. 21. O registro deste procedimento deve ser feito na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.003-0 .03.07. Preencher só o campo de identificação do executante. estéril e apirogênica de origem plasmática. 20. Deve ser registrada na tela Procedimentos Realizados e a quantidade máxima é de 05 sessões. O código 02. Deve ser informado o CPF e CBO do médico que realizou o procedimento.120-6 .001-4 . obedecendo às compatibilidades entre procedimentos.02. icterícia neonatal ou sepsis em pediatria.01. o CPF do profissional que realizou o procedimento. Os procedimentos especiais diagnósticos neurointervencionistas (Arteriografias) relacionados no Art.001-9 – ALBUMINA HUMANA 20 POR CENTO (FRASCO-AMPOLA DE 50 ML). A Portaria SAS/MS n.06.047-9 – PROVA DE COMPATIBILIDADE PRÉ TRANSFUSIONAL também deve ser registrado na mesma tela. 42 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . obrigatoriamente têm que ter em seus laudos as descrições das devidas mensurações angiográficas digitais e as fotos dos respectivos aneurismas.ANGIOPLASTIA CORONARIANA  04.03.º 765/2005.094-3 .01.06.

XIX – insuficiência cardíaca. VII – hipoalbuminemia grave. IV – dermatites esfoliativas generalizadas. tipo de hemocomponente. XIV – enteropatia com perda de proteína. Preencher apenas o campo Executante. O pagamento da transfusão é efetuado diretamente ao hospital. O serviço que efetua menos de 60 transfusões por mês pode ser suprido de sangue e componentes por serviço de hemoterapia externo. apurando valor para o mesmo. XV – reposição volêmica com indicação de colóide.Agencia Transfusional) os procedimentos registrados na AIH devem informar nos campos Executante e Apurar Valor. VI – fistulas liquóricas ou derivação ventricular externa. V – diálise associada à hipoalbuminemia. nome legível e número do CRM local. II – doença hepática: crônica associada à hipoalbuminemia grave. Para os hospitais que tenham serviço próprio de Medicina Transfusional (Serviço de Hemoterapia .Indicações: I – choque: séptico. 22. XVIII – by pass cardiopulmonar com hemodiluição. uma Agência Transfusional (AT) dentro das suas instalações. Quando da transfusão de sangue ou hemocomponente. os procedimentos de coleta/processamento e sorologia são registrados apenas na modalidade ambulatorial no sistema SIA/SUS. com assinatura. o CNES do próprio hospital. deve ser informado o CNES do serviço executante responsável. cadastrado como terceiro pelo Hospital. XVII – cirurgias externas de abdômen. Desde a implantação da Portaria SAS/MS n. quantidade transfundida e nome do técnico responsável pela liberação. XII – hemorragia meningea espontânea. X – queimaduras. com 43 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . XIII – pré-eclampsia grave. hipovolêmico associado à hipoalbuminemia grave. portanto não deve ser colocado na AIH o CPF do profissional que realizou o procedimento no campo Apurar Valor Para.º 163/1993).º 163/1993. HEMOTERAPIA De acordo com a RDC ANVISA n. ascite não responsiva ao tratamento clássico. Pode ser usado inclusive o selo ou carimbo para esta identificação (Portaria SAS/MS n. III – síndrome nefrótica associada a edema refratário aos diuréticos e associados à oligúria. insuficiência hepática aguda. XI – transplante hepático. deverá ser registrado no prontuário do paciente as informações referentes ao produto: número da bolsa. IX – plasmaferese e exsanguineotransfusão parcial. pelo menos. ou que efetue mais de 60 (sessenta) transfusões por mês. o sangue só deve ser liberado para transfusão em pacientes mediante solicitação por escrito ou prescrição do médico requisitante. deve contar com. No caso dos procedimentos relacionados aos exames pré transfusionais serem realizados utilizando serviços de hemoterapia terceirizados. 22.º 153/2004. XVI – mediastinite.1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL O hospital que realiza intervenções cirúrgicas de grande porte. VIII – peritonite com drenagem externa. edema genital associado não responsivo à terapêutica clássica.

02. ou De extrema urgência.06.06.06. tipo da transfusão. c. Programada. diagnóstico. CODIGO 03.003-3 03. pode ser registrado apenas o ato transfusional na AIH do paciente.007-6 03. deve ter contrato formalmente estabelecido com serviço de hemoterapia.3 ATO TRANSFUSIONAL Toda transfusão de sangue ou componentes sanguíneos deve ser prescrita por um médico e deve ser registrada no prontuário do paciente no hospital. No formulário devem constar. Quanto ao tipo. os números e a origem dos hemocomponentes transfundidos. 22. sendo obrigatório que fique registrado no prontuário.02. Uma requisição incompleta.2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA Requisições de Sangue e Hemocomponentes para Transfusão: As solicitações para transfusão de sangue ou componentes devem ser feitas em formulários específicos que contenham informações suficientes para uma correta identificação do receptor.06. pelo menos.02.002-5 03. No caso do sangue ou derivados serem apenas transfundidos no paciente no hospital onde o mesmo está internado.005-0 03. quando o retardo na administração da transfusão pode acarretar risco para a vida do paciente.06. b. Os exames pré-transfusionais devem ser registrados no SIA/SUS.008-4 PROCEDIMENTOS DE HEMOTERAPIA AFERESE TERAPEUTICA APLICACAO DE FATOR IX DE COAGULACAO APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO SANGRIA TERAPEUTICA TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO 44 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .02.06. Urgente.06. a se realizar dentro das 24 horas. hemocomponente solicitado. número do prontuário ou registro do paciente.02.contrato formalmente estabelecido. a realizar dentro das 3 horas. prevendo o suprimento em caso de transfusão de extrema urgência. d. a data.006-8 03.004-1 03.001-7 03. os seguintes dados: nome e sobrenome do paciente. para determinado dia e hora.06.02. a assinatura e o número do CRM do médico solicitante. na produção do Hemocentro ou estabelecimento no qual os exames tenham sido de fato realizados. mas o produto (sangue ou derivados) seja trazido de outro estabelecimento de saúde. idade. Não urgente. inadequada ou ilegível não deve ser aceita pelo serviço de hemoterapia. antecedentes transfusionais. (com o respectivo volume ou quantidade). peso. a transfusão pode ser classificada em: a. resultados laboratoriais que justifiquem a indicação do hemocomponente. sexo.02. Todo serviço que tenha atendimento de emergência ou obstetrícia ou que realize cirurgias de médio porte.02. bem como a data em que a transfusão foi realizada. número do leito (no caso de paciente internado). 22.

testes sorológicos.4 .015-7 TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO TRANSFUSAO DE SANGUE/COMPONENTES IRRADIADOS TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO/TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO) TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL TRANSFUSAO FETAL INTRA-UTERINA 22. processamento.011-4 03.014-9 03. A Portaria SAS/MS n.06. distribuição e transfusão de sangue de maneira total ou parcial.06.009-2 03.1 . e seus subtipos:  69. desde a captação do doador. testes imunohematológicos.UNIDADE DE COLETA E TRANSFUSÃO – UCT  69.010-6 03. que realiza o ciclo do sangue.03.CENTRAL DE TRIAGEM LABORATORIAL DE DOADORES – CTLD  69.5 .UNIDADE DE COLETA .02.UC  69.02.06.013-0 03.COORDENADOR (antigo HEMOCENTRO)  69.012-2 03. Não cabe registro na AIH de atos relacionados aos processos de coleta/processamento e sorologia destinados à produção de bolsas de hemocomponentes que são informados pelos Hemocentros exclusivamente através do SIA/SUS.6 .HEMOTERAPIA/HEMATOLOGIA . o tipo de estabelecimento 69 . Os procedimentos de coleta/processamento e sorologia são realizados nos centros de hemoterapia e hematologia e são registrados somente na modalidade ambulatorial no sistema SIA/SUS.02. Este Centro pode estar envolvido nas atividades relacionadas ao diagnóstico e tratamento ambulatorial e hospitalar de doenças hematológicas.CENTRO DE ATENCAO HEMOTERAPICA E/OU HEMATOLOGICA.HEMOTERAPIA/HEMATOLOGIA .7 .NUCLEO  69. 45 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .06.AGÊNCIA TRANSFUSIONAL – AT Centro de Atenção Hemoterápica e/ou Hematológica é um estabelecimento isolado.06.3 . de esfera administrativa pública ou privado.02.02.4 CENTRO (HEMOCENTRO) DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA É um estabelecimento de saúde que pode prestar serviço de terceiro a outro estabelecimento que emita AIH por meio da realização de procedimentos relacionados aos exames pré transfusionais para análise de compatibilidade sanguínea.02.HEMOTERAPIA/ HEMATOLOGIA .02.º 198/2008 incluiu no SCNES.06.REGIONAL  69.2 .06.

06.02.06.002-6EXAMES PRE-TRANSFUSIONAIS I 02.006-8TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS 03.06.12.01.06.06.5 Orientações para Registro de Hemoterapia na AIH CÓDIGO PROCEDIMENTO PRODUTO CHD ou CP CPF CPA CH CHF CHL CHA PL CRIOSANGRIA ST CHPL SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM 02.02.01.010-6TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO 03. 46 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .007-6TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS 03.02.22.06.02.014-9TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL Legenda: CP – Concentrado de Plaquetas CPF – Concentrado de Plaquetas com Filtro CPA – Concentrado de Plaquetas por Aférese CH – Concentrado de Hemácias CHF – Concentrado de Hemácias com Filtro CHL – Concentrado de Hemácias Lavadas CHD – Concentrado de Hemácias Deleucocitada CHPL – Concentrado de Hemácias Pobre em Leucócitos CHA – Concentrado de Hemácias Aliquotado PL – Plasma Fresco CRIO – Crioprecipitado SANGRIA – Sangria ST – Sangue total Estes procedimentos são especiais na AIH.009-2TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE 03.12.004-1SANGRIA TERAPEUTICA 03.003-4EXAMES PRE-TRANSFUSIONAIS II 03.02.06.02.008-4TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO 03.02.

A quantidade máxima é de 20 por AIH. estes registros podem influenciar na reavaliação de valores da Tabela de Procedimentos do SUS. O hospital público pode ter terceiros. Subgrupo 02 e Formas de Organização de 01 a 07. Estes registros podem também auxiliar em estudos sobre custo hospitalar. FISIOTERAPIA Os procedimentos relativos à fisioterapia realizados em pacientes internados são registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Todos os procedimentos de fisioterapia são Procedimentos Especiais na AIH. independente da patologia que gerou o atendimento. Os procedimentos de radiologia são Procedimentos Secundários. na tela Procedimentos Realizados. No futuro. por licitação ou convênio de parceria. exceto para os hospitais públicos que não podem ceder crédito a terceiros. Pode-se dizer que são exames complementares básicos para a avaliação do paciente.23. nem pontos. no entanto. E no caso do serviço ser do próprio hospital. PATOLOGIA CLÍNICA Os exames de patologia clínica. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. 27. o pagamento deve ser feito mediante contrato formalizado pelo Fundo de Saúde. RADIOLOGIA Os exames de radiologia simples fazem parte do componente Serviços Hospitalares (SH) do Procedimento. Eles devem ser registrados na AIH. 24. sob empenho. podendo ser solicitada liberação de quantidade. devendo ser registrado. mesmo não tendo valor ou pontos do SP. e apurar valor para o terceiro. Então deve informar 47 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . colocar o CNES do hospital para permitir apurar valores de forma correta. 25. Todos os procedimentos de Fisioterapia estão no Grupo 03. ANATOMIA PATOLÓGICA Os exames de anatomia patológica são registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. 26. Quando o exame for realizado por terceiros deve ser informado o CNES do executante. ULTRA-SONOGRAFIA Os exames de ultra-sonografia são procedimentos especiais na AIH e devem ser registrados no SISAIH01. e tem valor próprio que é pago para o estabelecimento informado no campo Apurar Valores do SISAIH01. O instrumento de registro é a AIH Secundária. Estes exames são procedimentos que fazem parte da fração Serviços Hospitalares do SIH. com recolhimento dos tributos previstos em lei para cada caso. Na AIH eles não têm valor. para efeito de informação e para estudos posteriores sobre custo hospitalar e de procedimentos. assim como a radiologia simples são procedimentos que são realizados de rotina em pacientes sob regime de internação.

 02.003-0 .006-5 .EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DO COLO UTERINO – BIOPSIA: Consiste no exame macro e microscópico de material obtido por biopsia do colo uterino. da consciência e da estabilidade cardiorrespiratória do paciente. essenciais para a indicação da hormonioterapia do carcinoma de mama ou de endométrio. prossegue com a administração de drogas pré-anestésicas até a anestesia propriamente dita.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DE MAMA – BIOPSIA: Consiste no exame macro e microscópio de material obtido por punção de mama por agulha grossa ou por biopsia/exerese cirúrgica.  02.02.  02. Os procedimentos possíveis são os seguintes:  02.03.03. Maximo de 06 marcadores por paciente.03.02.03. direta e pessoal ao paciente durante o período de duração da anestesia e até a total recuperação pós. 28.3 . para diagnostico definitivo de modulo mamário.03. não entrando no rateio de pontos dos 48 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .005-7 – NECROPSIA: Realizada em serviço de verificação de óbito.PECA CIRURGICA: Consiste no exame macro e microscópico de peca de ressecção parcial ou total do útero .EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DO COLO UTERINO .02.  02.008-1 .02.  02.  02. com ou sem esvaziamento axilar. REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH O ato anestésico se inicia com a avaliação prévia das condições do paciente.03. com ou sem esvaziamento linfático.  02.03. para diagnostico definitivo e estadiamento cirúrgico do câncer do colo uterino.002-2 . mas o valor será apurado para o estabelecimento onde o paciente estiver internado.anestésica.02.03.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DE MAMA PECA CIRURGICA: Consiste no exame macro e microscópio de peca de ressecção parcial ou total de mama.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO P/ CONGELAMENTO / PARAFINA (EXCETO COLO UTERINO) PECA CIRURGICA.02.001-4 DETERMINACAO DE RECEPTORES TUMORAIS HORMONAIS: Consiste no exame de espécime tumoral mamário ou de endométrio para a determinação da ausência ou presença de receptores tumorais hormonais para estrogênios e progesterona.02.007. para diagnostico definitivo e estadiamento cirúrgico de câncer mamário. É de responsabilidade do anestesista a assistência permanente.02.IMUNOHISTOQUIMICA DE NEOPLASIAS MALIGNAS (POR MARCADOR): Consiste na utilização de anticorpos monoclonais (marcadores) para determinar a origem tecidual e o diagnostico definitivo de neoplasias malignas inespecíficas ao exame histopatológico.004-9 . terminando com o restabelecimento de todos os reflexos. A remuneração dos anestesistas é calculada no percentual de 30% do valor dos Serviços Profissionais (SP).o CNES do executante quando tiver terceiros.

E será pago em separado.17. na anestesia regional e na analgesia obstétrica para parto normal e está também o CBO do obstetra. Quando for realizado ato anestésico em procedimento que no SIGTAP não inclui o valor da anestesia no valor do procedimento principal. Para tanto.SP da AIH.01. É obtida com agentes inalatórios e/ou endovenosos. quanto na indicação. 04. estão incluídos no componente SH. O profissional médico que realiza anestesia deve ter no seu cadastro do CNES o código de anestesista. possibilitando a realização de qualquer intervenção cirúrgica conhecida.01. abolição da dor (analgesia/anestesia) e relaxamento do paciente. Nestes casos pode ser informado o CPF do mesmo médico no campo cirurgião e anestesista. Este procedimento de anestesia pode ser usado em procedimentos nos quais a anestesia não está incluída no valor total.006-0 SEDACAO. medicamentos e utilização de equipamentos. prolongando alívio da dor sem perda da sensação.01. mas que por condições ligadas ao paciente foi necessária a sua administração. aplica-se para a anestesia geral. Os procedimentos para registro de Anestesia em Queimados no SIGTAP passaram a ser os mesmos que para os demais procedimentos. 28.17. em caso de realização de um procedimento para o qual não está prevista a anestesia. tanto na execução. Estas técnicas têm em comum o fato da anestesia ser produzida através de um anestésico local e ser limitada a uma determinada área do corpo. 49 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Quando um procedimento for realizado e não incluir anestesia.004-4 – ANESTESIA GERAL. O valor dos procedimentos de anestesia se refere exclusivamente aos serviços do profissional. Paralisa uma área específica do corpo para a operação. 04. bloqueios de plexo. bloqueios espinhais (peridural. São técnicas de anestesia regional: bloqueios tronculares. deve ser registrado no SISAIH01 o código do procedimento anestésico com CBO 223104. podem ser registrados os seguintes códigos: 04.2 ANESTESIA GERAL Anestesia Geral é a técnica anestésica que promove inconsciência (hipnose) total.005-2 – ANESTESIA REGIONAL. raquidiana ou raquianestesia). Os procedimentos específicos de anestesia incluem o CBO de cirurgião geral para anesteia obstétrica para cesariana. Os valores referentes a oxigênio.1 ANESTESIA REGIONAL Anestesia regional é uma denominação que engloba uma série de técnicas anestésicas distintas.17. Estes procedimentos têm valor próprio e devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. 28. Ocorre a perda reversível da consciência e de todas as formas de sensibilidade. sendo registrados na AIH de Queimados da forma descrita no paragrafo anterior. o código deverá ser registrado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. mas por indicação clínica for necessário submeter o paciente a ato anestésico. (atributo no SIGTAP – Inclui anestesia). O mesmo previsto para a utilização da anestesia regional.

ÓRTESES. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. não havendo registro em separado.ANESTESIA OBSTETRICA P/CESARIANA EM GESTACAO DE ALTO RISCO.3 SEDAÇÃO Sedação é um estado em que o paciente permanece calmo. Não estando cadastrado a AIH será rejeitada.4 ANESTESIA LOCAL Anestesia Local é quando ocorre infiltração de um anestésico em uma determinada área do corpo. PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM) 29. Para que o cirurgião possa atuar como anestesista nos casos descritos acima. sendo registrados na AIH de queimados da forma descrita neste item 28 deste manual.1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01 50 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Para a sedação também se aplicam os mesmos parâmetros da anestesia geral e regional para registro no SISAIH01. 04. devendo isto ficar a cargo de outro médico”. 29. 28. sem que ocorra bloqueio de um nervo específico ou plexo ou medula espinhal. O pagamento do anestesista é desvinculado.6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL E CESARIANA Os procedimentos de anestesia para obstetrícia foram incluídos na tabela de procedimentos pela Portaria GM/MS n.5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO Conforme define a Resolução CFM 1. 28. não entrando no rateio de valor dos Serviços Profissionais. em seu Artigo 2º “O médico que realiza o procedimento não pode encarregar-se simultaneamente da administração de sedação profunda/analgesia. 28. na tela Procedimentos Realizados.17.003-6 . Os tipos de anestesia são excludentes entre si.01.670/2003. é exigido que o mesmo esteja cadastrado no CNES daquele estabelecimento com os CBO das duas especialidades. No caso em que a anestesia for aplicada em procedimentos em que não exige a tela de equipe. como os demais procedimentos do SIGTAP.7 ANESTESIA EM QUEIMADOS Os procedimentos para registro de anestesia em queimados no SIGTAP passaram a ser os mesmos que para os demais procedimentos.001-0 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA.01. o procedimento anestésico deve ser informado. Este tipo de anestesia está incluído na cirurgia. O procedimento de anestesia obstétrica deve ser registrado. 04.º 572/2000.01.28. 28. tranqüilo.0028 – ANALGESIA OBSTETRICA P/ PARTO NORMAL.17. mas acordado. com o código 04.17.

em casos de problemas decorrentes do uso de OPM. As OPM deverão ser registradas logo após o procedimento principal que deu origem a essa utilização e o sistema faz consistência com cada um deles. A cópia da Nota fiscal deve ficar anexada ao prontuário do paciente. Toda conta hospitalar deve conter a cópia da Nota 51 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . as metaloses. uma vez que estas OPM são adquiridas nos hospitais públicos a partir de processos licitatórios. A aquisição das órteses. O SIHD importa mensalmente a Tabela de Fornecedores Cadastrados na ANVISA e faz o batimento com o CNPJ informado na AIH. Na utilização de OPM relacionadas ao ato cirúrgico. No GRUPO 07 do SIGTAP estão discriminadas todas as OPM autorizadas pelo SUS. para serem comercializadas têm que. Em caso de implantes de produtos radiopacos. independente da origem. No caso de repetição do procedimento realizado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 (politraumatizado. devem ser observadas as compatibilidades entre procedimento principal e OPM. como por exemplo. Os estabelecimentos de saúde públicos e privados prestadores de serviços para o SUS deverão informar o CNPJ do Fornecedor do material e o número da Nota Fiscal correspondente na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. com a identificação do paciente. devendo obrigatoriamente ser observadas as normas vigentes da ANVISA relacionadas às boas práticas de fabricação. cirurgia múltipla e procedimentos seqüenciais de coluna em ortopedia e/ou neurocirurgia). é obrigatório o controle radiológico pré e pós-operatório. O objetivo de registro da Nota Fiscal e CNPJ do fornecedor é permitir o rastreamento do material utilizado naquele paciente. mesmo que na nota constem também outros materiais não utilizados naquele paciente. Nestas compras por licitação as Notas Fiscais emitidas contém. o limite das quantidades máximas estabelecidas para cada produto constante do SIGTAP. Próteses e Materiais Especiais). que abrirá uma tela específica para preenchimento destes dados obrigatórios. No SIGTAP está disponível para consulta um relatório completo com as compatibilidades e excludências entre procedimentos e OPM (Órteses. o sistema não permite o pagamento das OPM e a AIH será rejeitada. O sistema fará a consistência com cada procedimento principal em que ele foi utilizado. a fim de instruir os responsáveis pela digitação dos dados do prontuário no SISAIH01. na maioria das vezes número variável de OPM e que serão usadas em Procedimentos Realizados em vários pacientes. Não é necessária a emissão de uma nota fiscal para cada OPM com o nome do paciente no qual a OPM foi utilizada. comercialização e registro de produtos. ou mais de uma unidade da OPM utilizada no procedimento do paciente.As órteses. O fornecedor não constando deste arquivo da ANVISA. publicado em Diário Oficial da União. próteses e materiais especiais. obrigatoriamente. próteses e materiais especiais são de inteira responsabilidade dos hospitais. possuir registro na ANVISA. Deve ser anexada cópia da Nota Fiscal que contém o material utilizado.

021-5 07. na medida em que este uso for ocorrendo.04. Mas.04. que no SIGTAP estão assim codificados: CÓDIGO DESCRIÇÃO CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA ADULTO (CEC) 07. os conjuntos para circulação Extra Corpórea (CEC).02.017-7 07. uma vez que no SISAIH01 só há campo para inclusão de uma informação.018-5 07.01.02.022-3 07. estes poderão solicitar ao fornecedor de OPM uma nota fiscal contendo apenas o nome do paciente. Conforme a política de Alta Complexidade há parâmetros definidos para a utilização de determinadas OPM. A Portaria SAS/MS nº 218/2004 incluiu na Tabela de OPM do SIH/SUS.01.04.04.05. reservatório para cardioplegia e hemoconcentrador.020-7 (ZERO ATÉ 30 DIAS) O conjunto para CEC é formado pelos seguintes materiais: oxigenador. filtros de linha.04.020-7 07.04. (licitações.02. No entanto.02. Para o caso de hospitais da rede complementar do SUS (filantrópicos e privados) que compram OPM em consignação. número da AIH.019-3 (ACIMA DE 12 ANOS) CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA PEDIÁTRICO (CEC) 07.02. sendo então necessário tirar tantas cópias de nota fiscal quantas forem necessárias para anexar ao prontuário/AIH.04. por exemplo).021-5 (30 DIAS ATÉ 12 ANOS) CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA NEONATAL (CEC) 07.05. A comunicação de uso é um formulário que é preenchido no bloco cirúrgico e contém o código. pareceres médicos que justifiquem a utilização.02.02.02.02. as quais podem ser verificadas por auditorias.04.009-0 07. e deve ser arquivados no prontuário médico.019-3 07.02.Fiscal da OPM utilizada. o hospital deve registrar uma das Notas Fiscais referente a qualquer dos materiais que compõem o conjunto para CEC.02.01.011-1 07. nome e quantidade do material.04. esta não é uma exigência do SUS.01.02. Vários outros procedimentos de OPM são formados por conjuntos e também deve ser observada a mesma regra para registro dos dados no SISAIH01.012-0 07. já que só será pago o material que for utilizado.02. conjunto de tubos. são eles: CODIGO 07.013-0 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO CONJUNTO DE CATETER DE DRENAGEM EXTERNA E MPIC CONJUNTO DE ELETRODO E EXTENSÃO P/ ESTIMULACAO CEREBRAL CONJUNTO P/ HIDROCEFALIA DE BAIXO PERFIL CONJUNTO PADRÃO P/ HIDROCEFALIA CONJUNTO DE ACESSO HEPÁTICO TRANSJUGULAR CONJUNTO DO SEIO CORONARIO CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (ADULTO) CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (NEONATAL) CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (PEDIATRICO) CONJUNTO P/ VALVOPLASTIA MITRAL PERCUTÂNEA CONJUNTO DESCARTAVEL DE BALÃO INTRA-AORTICO CONJUNTO P/ AUTOTRANSFUSAO Como a compra desses materiais pode ser feita a diferentes fornecedores. data da internação e nome do paciente. reservatório para cardiotomia. devem ser anexadas as cópias da Nota Fiscal de cada um dos componentes/materiais usados naquele paciente.010-3 07.02.02. exemplos: 52 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .012-1 07. assim como laudos.

que deve espelhar a definição das portarias.02. estabelece compatibilidade entre procedimentos especiais e procedimentos e inclui OPM.06.002-9 . No SIGTAP existe o relatório de Compatibilidade de procedimentos e OPM disponível para impressão e consulta na tela. A Portaria SAS/MS n.05.04.05. 3 – LOTE SÉRIE E NÚMERO DA CAIXA. no procedimento 04.º 756/2005 define compatibilidade entre procedimentos de Neurocirurgia e Órtese.BOMBA CENTRIFUGA DESCARTAVEL PARA USO EM CIRCULACAO EXTRA CORPOREA (CEC).04. relaciona a tabela de compatibilidade entre os procedimentos da Assistência Cardiovascular e OPM. utilizando OPM cedida pelo INTO (Portaria SAS/MS n.02.PROTESE VALVULAR MECANICA BAIXO PERFIL (DISCO).CONJUNTO DESCARTAVEL DE BALAO INTRAAORTICO e 07.PROTESE VALVULAR – MECANICA DE DUPLO FOLHETO. A Portaria SAS/MS nº 123/2005 inclui e altera procedimentos da assistência cardiovascular. Portaria SAS/MS nº 173/2005.º 123/2005). não haverá geração de credito referente à OPM e o valor do SP não será apurado nem para o estabelecimento no qual foi realizado o atendimento de suporte e nem em favor do INTO.04.057-6 .04. o que critica nos sistemas é o que está no SIGTAP.CATETER DE TERMODILUICAO: o uso desses materiais fica limitado em 10% (dez por cento) sobre o quantitativo total do procedimento de código 04. 05.07.PLASTICA VALVAR E/OU TROCA VALVAR MULTIPLA. 07.054-1 .002-7. O valor do SH é apurado para o hospital que emite a AIH e corresponde ao estabelecimento onde ocorreu o procedimento.ANEL PARA ANULOPLASTIA VALVULAR. define as OPM da assistência cardiovascular excludentes entre si. Prótese e Materiais Especiais (OPM) constantes das tabelas do SIH/SUS para a assistência ao paciente neurológico e/ou neurocirúrgico. 2 – LOTE E SÉRIE. Esses atendimentos são realizados pela equipe de profissional.082-0 .03. 53 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .067-7 .Angioplastia Coronariana Primária (inclui cateterismo) (Portaria SAS n. Para permitir a rastreabilidade das OPM utilizadas nas cirurgias devem ser anotados os seguintes itens conforme Resolução da ANVISA: 1 LOTE.001-6 . 07. não deve exceder ao máximo de 30% (trinta por cento) da freqüência total de cirurgias que utilizam a circulação extracorpórea. 07. 07.02.056-8 .02. Desde a unificação das tabelas.055-0 PROTESE VALVULAR BIOLOGICA SEM SUPORTE OU ANEL.º 316/2006).01.06. É permitido o registro de mais de um dos materiais 07.05. O Instituto de Traumatologia e Ortopedia (INTO) presta Atendimento Ortopédico no Projeto de Suporte procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade em estabelecimentos públicos ou filantrópicos que necessitem de suporte na área de Ortopedia.02.PROCESSAMENTO DE VALVA CARDIACA HUMANA. As OPM utilizadas são levadas do INTO e não adquiridas pelo hospital onde o procedimento foi realizado. Quando na AIH for registrada OPM com CNPJ do Fornecedor e o Profissional que realizou o procedimento for do INTO prestando Atendimento Ortopédico no Projeto de Suporte. A Portaria SAS/MS nº 218/2004. 07.PROTESE VALVULAR BIOLOGICA COM SUPORTE OU ANEL.03.02.004-9 .02.012-1 . devendo ser informado o CNES do INTO. a OPM a ser registrada.04.02.04.

O estabelecimento público pode ter terceiros. 29. materiais especiais. Banco de Órgãos e Tecidos não são conceituados como estabelecimentos de saúde.º 707/1999 é facultado ao prestador da rede complementar do SUS proceder à cessão do crédito relativo à OPM. com descrição do produto. Serviço de Terapia Nutricional. em campo da AIH. após indicação do número da nota fiscal relativa ao fornecimento de OPM. O Cadastro do serviço terceirizado se efetua no CNES marcando no Módulo Conjunto e deve ser informada a conta corrente. do número de CGC/MF da empresa fornecedora. a critério deste. O cadastramento na ANVISA assim como as normas básicas de atendimento e cadastros dos agentes regulados pode ser encontrado no endereço eletrônico da ANVISA http://www. o pagamento deve ser feito mediante contrato formalizado pelo Fundo de Saúde. no entanto. Banco de Olhos.gov. Agência e Banco. Então deve informar o CNES do executante quando tiver terceiros.anvisa.br. 54 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Para os Fornecedores de Órteses. É obrigatório constar no prontuário médico a solicitação de uso. É possível a operacionalização pelos Estabelecimentos de Saúde de pagamentos desvinculados a pessoas jurídicas.2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPM E CADASTRO NA ANVISA Desde a Portaria GM/MS n. dados que possibilitem o pagamento direto. A cessão de crédito é formalizada com o registro. por licitação ou convênio de parceria. diretamente para o fornecedor. A Portaria SAS/MS n.065 e seguintes do Código Civil que prevêem a Cessão de Crédito como um mecanismo pelo qual o credor pode transferir a terceiros o direito de receber de seu devedor a importância estipulada no documento que a formalizar para quitação de dívida com o cessionário. Para que o Estabelecimento de Saúde proceda à cessão de crédito a pessoas jurídicas ou físicas cadastradas no CNES e o estabelecimento que a contrata deverá reconhecê-la como seu serviço de terceiros. assinada e carimbada pelo médico assistente e a autorização de utilização pelo Diretor Clínico ou gestor. com recolhimento dos tributos previstos em lei para cada caso.º 929/2002 aprimorou a regra para Cessão de Crédito para fornecedores de OPM. Próteses e Materiais Especiais se habilitarem a receber como terceiros os recursos devidos por Estabelecimentos de Saúde vinculados ao SUS para os quais sejam fornecedores.No SIGTAP existem vários procedimentos que são definidos como CONJUNTO e cuja composição destes conjuntos pode ser adquirida por fornecedores diferentes. portanto em todos estes casos devem observar o mesmo processo descrito para o Conjunto para Circulação Extracorpórea. sob empenho. Banco de Válvula Cardíaca. o código e a quantidade da OPM utilizada. deverão estar cadastrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).º 1. e apurar valor para o terceiro. acrescentando ao cadastro daquele órgão. Com base nos Artigos n. informações essas já incorporadas ao cadastro da ANVISA. informando no campo do CNES a condição de “terceiro”. mas o valor será apurado para o estabelecimento onde o paciente estiver internado. fornecedoras de produtos.

Os procedimentos 07.Cateter para acesso Venoso Central semi/totalmente implantável de longa permanência e 07. ACIDENTE DE TRABALHO 30.05.º 579/2001 torna obrigatório o preenchimento dos campos CID Principal e CID Secundário. no SISAIH01 existe a seguinte crítica: Se o CID principal informado na AIH for do Capítulo XIX do CID 10 – Códigos de S00 a T98 – Lesões.  Vínculo com a Previdência (atividade autônoma. Envenenamento e Algumas Outras Conseqüências de Causas Externas exige que o CID Secundário seja obrigatoriamente do Capítulo XX do CID 10 cujos códigos estão no intervalo V01 a Y98 – Causas externas de Morbidade e Mortalidade ou ainda os CID D66. empregador).Portaria SAS/MS n.º 737/2001 aprova a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências. o procedimento para registros de causas externas e doenças relacionadas ao trabalho é o código 08. 55 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . ao responsável técnico pela saúde do trabalhador do município. não exigiria o preenchimento de CID. o qual deve comunicar à Vigilância Epidemiológica. nos registros de atendimento à vítima de causas externas e de agravos à saúde do trabalhador na AIH.º 381/2009 uniformizou os procedimentos de acessos venosos centrais de média e de longa permanência. mas está na mesma regra. No SIGTAP.002-0 – NOTIFICACAO DE CAUSAS EXTERNAS E DE AGRAVOS. mesmo assim. e estabelece mecanismos para incentivar as atividades assistenciais relacionadas à identificação das causas externas. de acordo com a regra do SIGTAP.009-1 . 30. seja para as reposições volêmicas rápidas na instabilidade hemodinâmica ou para a administração de medicamentos. D680. seja em caso de impossibilidade de acesso periférico. por escrito. Portaria GM/MS n.02.05.02. D681 ou D684 que não fazem parte deste capítulo. contidos na janela específica do SISAIH01. D67. Nos casos acima é obrigatório também os preenchimento dos dados de Causas Externas.081-4 – Cateter Venoso Central Mono lúmen têm valor zero no SIGTAP. desempregado. os estabelecimentos de saúde. públicos e privados. aposentado. Este é especial e.1NOTIFICAÇÃO DE CAUSAS RELACIONADOS AO TRABALHO EXTERNAS E DE AGRAVOS A Portaria GM/MS n.º 1969/2001 e Portaria SAS/MS n. empregado.  CNPJ da empresa.  Classificação Nacional de Atividades Econômica Resumida (CNAE-R). O responsável técnico pelo hospital atende o paciente é responsável pela emissão da notificação.02. No entanto.º 88/2001. hemoderivados ou soluções. Este procedimento foi incluído na Tabela pela Portaria Conjunta SE/SAS n. prestadores de serviços para o SUS que com registro destas OPM na AIH estão obrigados a informar no SISAIH01 o número da Nota Fiscal e o CNPJ do Fornecedor cadastrado na ANVISA para efeitos de Tecnovigilância. É obrigatório nos casos de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho o preenchimento na AIH os seguintes campos:  Ocupação (Informar o código da CBO).02.

os estabelecimentos devem atender aos requisitos da Portaria SAS/MS n.1 PARTO NORMAL O Parto Normal pode ser realizado pelo profissional médico e também pelo enfermeiro obstetra conforme define a Lei 7498/86 e Decreto 94.10. trata-se período expulsivo em transito.406/87. Estas informações precisam estar devidamente cadastradas no SCNES. quanto no momento em que forem concedidos aumentos na remuneração dos procedimentos do SIGTAP. considera-se o laudo de AIH com o procedimento de Parto Normal. E foi incorporado aos atributos do procedimento o atributo “incremento” que corresponde a um percentual a mais. deve ser emitida nova AIH com o código 03. 32. O motivo de saída será 5. Com a implantação do SIGTAP houve a unificação dos vários procedimentos relativos ao Parto Normal em um único procedimento. No caso do parto realizado por enfermeiro obstetra. quais sejam: ter cadastrado no CNES cirurgião especialista em videolaparoscopia e disporem de videolaparoscópio. recebendo os cuidados necessários. Se a histerectomia ocorrer durante o mesmo ato anestésico deverá ser mantido o procedimento já autorizado e cabendo apenas o registro da histerectomia como intercorrência. sendo todo o valor apurado para o estabelecimento no qual o parto foi realizado.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. Cabe ao gestor local o registro dessas habilitações no SCNES. No caso de médicos. com os respectivos serviço/classificação. ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA 32. VIDEOLAPAROSCOPIA Desde 2006. No caso de parto realizado na ambulância ou a caminho da maternidade.03. Parto seguido de histerectomia dentro das primeiras 24 horas do pós-parto deverá ser solicitada nova AIH. 56 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . No caso do tratamento da intercorrência não implicar em intervenção cirúrgica. a competência para habilitação dos estabelecimentos para realização dos procedimentos de Cirurgia por Videolaparoscopia pelo SIH/SUS foi descentralizada para os gestores estaduais/municipais de saúde. calculado com base no valor base do parto e que permitiu a manutenção dos valores diferenciados para partos realizados em Hospital Amigo da Criança.001-0 TRATAMENTO DE COMPLICACOES RELACIONADAS PREDOMINANTEMENTE AO PUERPÉRIO. Este atributo facilitará tanto o registro dos partos no SISAIH01. o valor do SP pode ser apurado para o CPF do médico que realizou o parto. o valor do SP não pode ser desvinculado. Se houver qualquer intercorrência com a puérpera que teve parto normal antes da alta hospitalar que obrigue a realização de uma cirurgia está caracterizada a necessidade de emissão de nova AIH por mudança de clínica obstétrica para cirúrgica. após chegar à unidade.31. Para se habilitarem a realização dos procedimentos de Cirurgia por Videolaparoscopia.º 114/96.

17.14.11.01.14.005-8 03.32.11. 04.01.004-7 08.004-4 TRATAMENTO DE INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS NA GRAVIDEZ 32.10.01.001-0 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA.01.10.004-0 02.º 3477/1998.5 MG (POR COMPRIMIDO) (INIBIDOR DA LACTAÇÃO) INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO INCENTIVO AO PARTO (COMPONENTE I) QUANT 01 01 01 01 01 01 02 01 01 São excludentes entre si os seguintes Procedimentos Especiais: 04.TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS MATERNOS RELACIONADOS PREDOMINANTEMENTE A GRAVIDEZ e também exige que o estabelecimento tenha habilitação para o Atendimento Secundário e Terciário à Gestante de Alto Risco.002-8 06. Os procedimentos especiais compatíveis com os procedimentos de Parto Normal são os seguintes: CÓDIGO 02.004-7 PARTO NORMAL EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO 04.2 ATENDIMENTO À GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Os procedimentos 03.01.17.10.01. 04. Devem também ser registrados os procedimentos especiais compatíveis com os procedimentos de 57 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .002-0 04.005-6 RELACIONADOS PREDOMINANTEMENTE À GRAVIDEZ 03.001-2 08.01.01.004-7 . O Sistema Estadual de Referência Hospitalar no Atendimento à Gestante de Alto Risco é composto de Unidade Secundária e Terciária e os códigos para registro de partos nestas unidades são os seguintes: CÓDIGO PROCEDIMENTO 03.01.17.03.02.11.03.10.109-8 02.01.01.PARTO CESARIANO EM GESTACAO DE ALTO RISCO só podem ser realizados em estabelecimentos com habilitação para o Atendimento Secundário ou Terciário à Gestante de Alto Risco.003-6 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO.002-8 ANALGESIA OBSTETRICA P/ PARTO NORMAL. de acordo com a Portaria GM/MS n.01.04.3 PARTO GEMELAR E EXAME VDRL NA GESTANTE Quando o parto for gemelar deve ser registrado o procedimento realizado com o código de parto normal ou cesariana.01.01.014-5 03.002-6 PARTO CESARIANO EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO As intercorrências clínicas ou relacionadas à própria gestação devem ser registradas com os códigos: CÓDIGO PROCEDIMENTO TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS MATERNOS 04.003-9 PROCEDIMENTO REAÇÃO DE HEMAGLUTINACÃO (TPHA) P/ DIAGNÓSTICO DA SÍFILIS TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTE TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM-NASCIDO ATENDIMENTO AO RECÉM-NASCIDO EM SALA DE PARTO ANALGESIA OBSTÉTRICA P/ PARTO NORMAL CABERGOLINA 0.01. no SIGTAP sob o código 0411020056 .03.02.01. O procedimento de origem hospitalar 35031018 INTERCORRENCIA OBSTETRICA NA GRAVIDEZ EM GESTANTE DE ALTO RISCO.17.01.002-6 .PARTO NORMAL EM GESTACAO DE ALTO RISCO e 04.

10.001-2 .10. O parto gemelar gera apenas uma (01) AIH no nome da mãe.002-8 .005-8 . e o registro nas AIH de partos. conforme a quantidade de recém nascidos.10.02.03.14. a paciente pode ser tratada sob regime hospitalar e os códigos que podem ser utilizados como procedimentos principais são os do Grupo 03. devem ser informados os dados de cada um dos recémnascidos. Esta situação não era permitida antes da implantação da Tabela Unificada. mas todos admitem permanência a maior. para intercorrências clínicas na gravidez e controle de gestantes de alto risco.10: 03.03. 32.04.parto na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01.CABERGOLINA 0. inclusive os dados de registro civil se houver.004-4 .03. na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. independente da classificação de gestação de baixo risco ou alto risco. No caso de positividade para o teste rápido de detecção de HIV deve ser administrado o inibidor de lactação para tais puérperas e registrado na AIH com o código 06.TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV deve ser realizado em todos os partos para controle e tratamento da doença.TRATAMENTO DE ECLÂMPSIA 03. Estes três procedimentos têm média de permanência no SIGTAP de 03 dias. O resultado do exame de VDRL deverá ser anexado ao prontuário médico.01. 58 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .VDRL PARA DETECÇÃO DE SÍFILIS EM GESTANTE em todas as parturientes internadas nos estabelecimentos hospitalares integrantes do SUS.117-9 .003-6 . passa a ser um caso de emissão de nova AIH para a mesma paciente numa mesma internação. Dá alta por permanência ou por encerramento administrativo e abre nova AIH para a cesariana.5MG (POR COMPRIMIDO). Caso positivo. Devem ser registrados no SISAIH01 todos os códigos de registro civil. sendo compatível com qualquer tipo de parto. Deve ser registrado exclusivamente na tela Procedimentos Realizados das AIH de todos os partos. É obrigatória a realização de 02.TRATAMENTO DE INTERCORRÊNCIAS CLINICAS NA GRAVIDEZ. Nesta AIH. PROTEINURIA E TRANSTORNOS HIPERTENSIVOS NA GRAVIDEZ 03.4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTES O procedimento 02.TRATAMENTO DE EDEMA.03. AIH de parto sem registro do código do procedimento de VDRL será rejeitada pelo SIHD/SUS. a notificação é compulsória. A dose é de 02 comprimidos em dose única.03. pois o parto normal era classificado como Clínica Obstétrica.03. Quando a gravidez é gemelar e ocorre alguma complicação na ocasião do parto resultando em que um dos fetos nasce por parto normal e o outro vai exigir que seja realizada uma cesariana. É necessário o consentimento verbal da mãe para que se realize o teste rápido para detecção de HIV.5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Quando for necessário. 32.

testemunhado em relatório escrito e assinado por dois médicos. a responsabilidade pelo registro das habilitações no SCNES para que os estabelecimentos possam realizar os procedimentos de Planejamento Familiar/Esterilização (Laqueadura e Vasectomia) pelo SIH/SUS é dos gestores estaduais/municipais de saúde. quando da realização dos procedimentos Parto Cesariano com Laqueadura Tubária e Vasectomia.4 Deve obrigatoriamente constar no prontuário médico o registro de expressa manifestação da vontade em documento escrito e firmado. vasectomia ou de outro método cientificamente aceito. e que estejam habilitado/autorizado para realização dos mesmos (Portaria SAS/MS nº 48/1999). devendo a mesma ser arquivada junto ao prontuário médico. Para a realização de esterilização cirúrgica.09. a indicação deve ser testemunhada em relatório escrito e assinado por dois médicos. só é permitida a esterilização voluntária no SUS nas seguintes condições: 33. possíveis efeitos colaterais.1 Em homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores de 25 anos ou.3 A esterilização cirúrgica como método contraceptivo somente deve ser executado por laqueadura tubária.004-2 DESCRIÇÃO VASECTOMIA LAQUEADURA TUBÁRIA PARTO CESARIANO C/ LAQUEADURA TUBÁRIA É vedada a esterilização cirúrgica em mulher durante períodos de parto.11. o estabelecimento deve oferecer todas as demais opções de meios e métodos contraceptivos reversíveis. sendo vedada por meio de histerectomia e ooforectomia. código Z30.33.2 – Esterilização. Desde outubro de 2006.01. aborto ou até 42º dia do pós-parto ou aborto. visando a desencorajar a esterilização precoce.06.018-6 04.09. dificuldades de reversão e opções de contracepção reversíveis existentes. período no qual será propiciada. com 2 filhos vivos observados o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico. Estes procedimentos exigem o registro do CID 10. 33. 59 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . No caso da realização da esterilização em pacientes na modalidade hospitalar devem ser registrados os seguintes códigos na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01: CÓDIGO 04. Neste caso. e comprovar a existência de médico capacitado para realização do ato.2 Em caso de risco à vida ou à saúde da mulher ou do futuro concepto. exceto nos casos de comprovada necessidade. acesso ao serviço de regulação da fecundidade.04. 33.024-0 04. incluindo aconselhamento por equipe multidisciplinar. 33. por cesarianas sucessivas anteriores. É obrigatório o preenchimento da ficha de registro de notificação de esterilização. PLANEJAMENTO VASECTOMIA) FAMILIAR (LAQUEADURA E De acordo com a Política de Planejamento Familiar. após a informação dos riscos da cirurgia. pelo menos. Somente podem realizar procedimento de esterilização cirúrgica as instituições que atenderem aos critérios. ou quando a mulher for portadora de doença de base e a exposição ao segundo ato cirúrgico ou anestésico representar maior risco para sua saúde. a pessoa interessada.

O motivo de saída da AIH da mãe pode ser diferente do motivo de saída da AIH do recém nascidoRN. medicação apropriada para os casos de 60 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . é preciso colocar os números das AIH anterior e posterior para efeito de regulação da qualidade da assistência e adequada informação para o Banco de Dados Nacional.16. De acordo com a Portaria SAS/MS n. independente da AIH da mãe. 34. é possível emitir uma AIH para o RN. RN potencialmente infectado ou filho de mãe diabética ou outras patologias que obriguem a permanência do RN. desde o período imediatamente anterior ao parto.014-5 – PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO. deve ser solicitada nova AIH. para que seja possível ao hospital ser ressarcido pelo tratamento realizado no RN. O valor é fixo e apurado para o CPF ou CNES informado no SISAIH01 na tela Procedimentos Realizados.2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO O Atendimento ao RN na Sala de Parto consiste na assistência ao RN pelo neonatologista ou pediatra.003-9 . até que o RN seja entregue aos cuidados da equipe profissional do berçário/alojamento conjunto. O limite para a quantidade é o número de nascidos vivos.TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS ORIGINADOS NO PERIODO PERINATAL (obriga o preenchimento de AIH anterior e AIH posterior). Quantidade de nascidos vivos é o limite para a Primeira consulta em pediatria.01. O código a ser registrado é 03.1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO É o primeiro atendimento do pediatra no berçário (Portaria GM/MS n. no entanto deve ser solicitada liberação de quantidade.03. 34. São permitidas no sistema tantas consultas por AIH quanto forem os recém nascidos. desenvolver ou apresentar quadro patológico que implique na manutenção de sua internação.º 096/94 para que o hospital realize este procedimento é preciso que disponha de: mesa de reanimação com fonte de calor radiante. Mesmo assim. ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) – EMISSÃO DE AIH PARA O RN Deve ser solicitada a emissão de AIH para o RN quando for necessário submetê-lo a tratamento clínico ou cirúrgico. No caso de o RN.34. fonte de oxigênio puro. ainda no período de internamento da mãe. diferente da AIH da mãe. o número da AIH do recém nascido. aspirador de secreções. Este procedimento é exclusivo para os médicos especialistas em pediatria/neonatologia. Deve constar o número da AIH da mãe no campo AIH anterior da AIH do RN e no campo AIH posterior da AIH da mãe. Não entra no rateio de pontos e deve ser registrado com o código 03. máscara facial e bolsa para ressuscitação.º 572/2000).01. Se após a alta da mãe houver necessidade de assistência hospitalar ao RN por problemas como: icterícia fisiológica. Para efetuar o registro deste procedimento o hospital/maternidade deve ter pediatra/neonatologista cadastrado no seu CNES.

º da Declaração de Nascido Vivo (DN) e data de emissão da certidão. A partir da competência junho de 2010.003-4 04. termo.01.º da declaração de nascido vivo e data de emissão da certidão. livro.01. Este procedimento é compatível com a AIH onde o procedimento principal seja um dos a seguir descritos.11.002-6 04.código nacional de serventia 7ª e 8ª .tipo de livro de registro (1 para nascimento) 61 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Esse campo contém 32 posições. Os equipamentos devem também constar no CNES do estabelecimento.004-7 – INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO.01. n. deverão ser preenchidos os campos com as informações sobre ao registro civil de nascimento em tela específica.3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO Cadastrado pelo procedimento 08. O Decreto n.código 55 11ª a 14ª .004-7 – INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO na AIH. é obrigatória a informação da matrícula da certidão de nascimento composta por 32 dígitos.10. Além deste campo também deverão ser preenchidos os campos n. O preenchimento do campo matrícula de acordo com as posições abaixo:      1ª a 6ª .10.º 17 de janeiro de 2010.004-7 04. Surgiu então a necessidade da publicação da Portaria SAS/MS n. Para crianças nascidas até 31 de dezembro de 2009 devem ser preenchidas no SISAIH01 as seguintes informações: n. os dois últimos dígitos são os dígitos verificadores que poderão ser "xx".002-0 – ATENDIMENTO AO RECEM NASCIDO EM SALA DE PARTO tem valor SP.º 6828/2009 aprovou.003-9 03. Este procedimento é compatível com procedimentos de parto.01. na tela procedimentos realizados da AIH de parto. folhas. nome do recém nascido. a nova Certidão de Registro Civil de Nascimento. a partir de 1º janeiro de 2010.004-2 DESCRIÇÃO PARTO NORMAL PARTO NORMAL EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO PARTO CESARIANO PARTO CESARIANO EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO PARTO CESARIANO COM LAQUEADURA TUBÁRIA 34.insuficiência cardiorrespiratória neonatal. Quando no parto for informado o procedimento 08.º 572/2000: CÓDIGO 03. O código 03. O registro deve ser feito na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.10.01.11.01.ºda declaração de nascido vivo. e não entra no rateio de pontos da AIH.01.01.01.01.código do acervo (01 ou 02) 9ª e 10ª .º 938/2002 define o repasse de recurso ao estabelecimento do SUS que providencie o registro de nascimento antes da alta hospitalar. ficarão apenas as informações matrícula da certidão de nascimento. A inclusão do campo matricula na tela de dados complementares de registro civil. razão social do cartório. que atualizou o layout do SIH em virtude da adequação necessária às alterações implantadas legalmente no registro civil.ano 15ª . A Portaria GM/MS n. data de emissão da certidão. No SISAIH01. conforme a Portaria GM/MS n.11.

numero do livro 21ª a 23ª .008-3 . A AIH para registro deste procedimento tem validade de 30 dias.17. sendo o limite de 21 diárias por AIH. o sistema permitirá somente a digitação da matrícula. A administração de Crioprecipitado Fator VIII deve atender a RDC ANVISA 23/2002. Se a data for do ano de 2010.03.005-0 .TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DO SANGUE E DOS ORGAOS HEMATOPOIETICOS Exemplo: Diagnóstico principal: Fratura de rádio. Diagnóstico secundário: Deficiência Fator VIII.    16ª a 20ª .03.03. A AIH para registro deste procedimento tem validade de 30 dias sendo o limite de 15 62 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .007-5 . cartório. FATORES DE COAGULAÇÃO Quando houver administração de Fatores de Coagulação em pacientes internados deve ser informado no campo CID principal obrigatoriamente o código da patologia que determinou a internação ou agudização do quadro e no campo CID secundário o código correspondente a Deficiência de Fator VIII ou Fator IX.TRATAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS OU COMPORTAMENTAIS DEVIDOS AO USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS: consiste no tratamento em regime de internação de pacientes com transtornos decorrentes de uso prejudicial e/ou dependência de álcool e drogas. O código para registro no SISAIH01 é o 03. embora a AIH tenha validade de 30 dias. ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS A Portaria SAS/MS n.TRATAMENTO DE HEMOFILIAS  03.02.03. que aprova regulamento técnico para indicação. 36.numero da folha do registro 24ª a 30ª . só é permitido o registro de no máximo 21 diárias. folha e termo estarão disponíveis.02. caso contrário.º 817/2002 disciplina o tratamento dos transtornos relativos à dependência de álcool e drogas.TRATAMENTO DE SINDROME DE ABSTINENCIA POR USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS.17.006-7 TRATAMENTO DE DEFEITOS DA COAGULACAO PURPURA E OUTRAS AFECCOES  03.02.dígitos verificadores (número ou xx) A tela de dados complementares de registro civil foi alterada para contemplar o novo campo da matrícula. ou seja. os outros dados como nome.03. portanto o usuário terá que digitar primeiro a data da emissão do registro.006-9 . Para atenção a estes pacientes pode também ser realizado o procedimento 03. livro. Para administração de Fatores de Coagulação deve haver prévia autorização do Gestor. Procedimentos:  03.numero do termo 31ª e 32ª . 35.

17.006-9 – TRATAMENTO DE SÍNDROME DE ABSTINENCIA POR USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS podem ser realizados em Hospitais Gerais e não exigem habilitação.1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO Os procedimentos em Psiquiatria previstos na Tabela de Procedimentos. O valor das diárias dos hospitais psiquiátricos passou a ter incremento por classe a partir do valor do procedimento 03. VIII IX a XIV Os hospitais psiquiátricos são classificados de acordo com o número de leitos constante do CNES.º 52/2004) I e II III e IV V.03.17.  03.03.009-3 . Não serão permitidos os registros de permanência a maior.EM HOSPITAL GERAL (POR DIA): internação para tratamento de transtornos mentais e comportamentais realizado exclusivamente em hospital geral. VI. As classes até então definidas na Portaria GM\MS n.17.001-8 .DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM PSIQUIATRIA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar em psiquiatria. TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA 37.006-9 – TRATAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDOS AO USO DE SUBSTANCIAS PSICOATIVAS e 03.03.17. Próteses e Materiais Especiais do SUS são os seguintes:  03. 37. foram extintas e criadas novas conforme descrito abaixo: CLASSE CRIADA NI N II N III N IV PORTE Até 160 leitos De 161 a 240 De 241 a 400 Acima de 400 CLASSE EXTINTA (Portaria GM/MS n.03. reajusta os incrementos e cria um incentivo para internação de curta duração nos hospitais psiquiátricos.009-3 .644/2009 reagrupa as classes para os hospitais psiquiátricos.º 52/2004. 63 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .17. A Portaria GM/MS n. O registro dos procedimentos 03. Órteses.03.008-5 . VII.diárias por AIH.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA .  03. Medicamentos. realizado em hospital geral. diária de UTI e demais procedimentos especiais para estes procedimentos. A emissão da AIH para realização destes procedimentos deve ser mediante apresentação de laudo médico de solicitação de internação emitido preferencialmente por especialista vinculado ao CAPS. A nova classificação dos hospitais psiquiátricos passa a ser feita de acordo com o porte.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA).03.º 2. Na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01 deverá ser registrado o número de diárias em que o paciente esteve internado.17.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA): internação para tratamento de transtornos mentais e comportamentais realizado em hospital especializado.

03.PACIENTE AGUDO. seguindo a classificação da Portaria GM/MS n. Esta mesma portaria incluiu no CNES as habilitações dos estabelecimentos de saúde que realizam procedimentos referentes à Atenção a Saúde Mental (Portaria GM/MS n.644/2009): CÓDIGO NOME 06.644/2009 para os hospitais psiquiátricos classificados no Nível I e II e em conformidade com os 03 registros a seguir: a. do SIGTAP.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA) permanece como base de cálculo dos incrementos para os hospitais psiquiátricos.33 06.A mesma Portaria estabelece também incentivo adicional de 10% no valor de Serviço Hospitalar e Serviço Profissional nas classes N I e N II exclusivamente para as internações que não ultrapassarem 20 (vinte) dias com motivo de saída "alta de paciente agudo". Haverá bloqueio das Autorizações de Internação Hospitalar (AIH) pelo sistema quando houver a apresentação de mais de uma AIH para o mesmo paciente na mesma competência de produção. o código para alta: 1.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA e excluiu também as habilitações referentes à Atenção em Saúde Mental. No entanto. que a admissão do paciente tenha sido a partir de 1º de novembro de 2009.9 – Alta de paciente agudo em psiquiatria. Este motivo de saída deve ser utilizado nas internações de curta duração em tratamento psiquiátrico. Para receber o incentivo de 10% previsto.º 2. de acordo com sua classificação.17. b.007-7 . Os referidos hospitais psiquiátricos permanecem nesta classificação por não atenderem aos critérios mínimos de qualidade assistencial definidos pelo PNASH/psiquiatria e por necessitarem de novas pactuações para que seja finalizado o processo de desinstitucionalização dos pacientes internados.º 2. o hospital não poderá apresentar mais de uma AIH. Motivo de saída 1.º 374/2009 incluiu. permanecendo nas classes em que se encontrava em outubro de 2009. Data de entrada do paciente igual ou superior a 01/11/2009. definidos pela Portaria GM/MS n.º 52/2004 (classes de I a XIV) até o seu descredenciamento. O SIH calcula o incentivo de 10% dos componentes SH e SP. para o mesmo paciente.º 426/2009 indicou os hospitais psiquiátricos para descredenciamento pelo PNASH/PSIQUIATRIA.34 Nível I Nível II Nível III Nível IV DESCRIÇÃO Estabelecimento de saúde com psiquiatria até 160 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria entre 161 a 240 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria entre 241 a 400 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria acima de 400 leitos O valor total do procedimento 03. 64 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . o procedimento 03. na Tabela de Motivo de Saída/Permanência.03.9 .32 06. Permanência igual ou inferior a 20 dias.PACIENTE AGUDO. A Portaria SAS/MS n.31 06. utilizando como Motivo de Saída: 1.17. A Portaria MS/SAS n. nos hospitais gerais e especializados de psiquiatria. Este procedimento e estas habilitações tinham sido instituídos pela Portaria GM/MS n. A Portaria SAS/MS n.º 423/2009 excluiu.9 . as internações com estes requisitos não devem ultrapassar 10% do total dos leitos de cada hospital. c. na mesma competência de produção.009-3 .º 251/2002.

o hospital deve solicitar a AIH-5 de continuidade. O quantitativo de AIH/mês possível para um hospital psiquiátrico em um mês corresponde à soma de AIH inicial e AIH de continuação 65 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Não existe limite ou prazo para encerramento de AIH 5 e pode ser usado indefinidamente enquanto o paciente permanecer internado no mesmo hospital. Os procedimentos secundários têm valor zerado na AIH. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45.37.1 REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DA AIH DE PSIQUIATRIA: As regras para apresentação de AIH permanecem para os procedimentos de psiquiatria na AIH – 1: máximo de 45 dias. a AIH-1 Deve ser fechada e apresentada com a quantidade de diárias utilizadas até o último dia do mês. A abertura da AIH –5 tem que ser no primeiro dia do mês. No entanto. podem e devem ser registrados os procedimentos secundários realizados no paciente durante a internação. no formulário do Laudo médico a cada 30 dias. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês. não pode ser emitida outra AIH para este paciente em outro hospital diferente do que ele está internado para tratamento psiquiátrico. exceto para o caso de tratamento cirúrgico. Detalhando melhor. desde que o 45º dia seja o último dia do mês. Não deve ser dada alta para emitir uma AIH nova com novo número. quando o paciente permanecer internado ou a data da saída no caso de alta. até a alta. A data de internação permanece a mesma que foi informada na AIH-1. Não é permitida a emissão de AIH – 1 para continuidade de tratamento. No caso de necessidade de cirurgia. Cada AIH-5 permite o registro de até 31 diárias.1. se o paciente internou até o dia 14 do mês. devendo ser apresentada no SIH a mesma AIH-5 quantas vezes forem necessárias. No caso de permanência do paciente. O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. A autorização para emissão de AIH-5 deve ser solicitada pelo Diretor Clínico. No primeiro mês de internamento em psiquiatria. no mínimo. desde que inferior a 45. óbito ou transferência do paciente. A AIH-1 pode ser apresentada qualquer quantidade de dias. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias. para avaliação por especialista na área. Na AIH de psiquiatria somente pode ser preenchida a primeira linha dos Procedimentos Realizados com o código do Procedimento Psiquiátrico. Esta informação contribuirá para avaliação de custo hospitalar em estudos de revisão de valores de procedimentos pelos gestores do SUS. óbito ou transferência. solicitar AIH 5 que tem o mesmo número da AIH-1. uma AIH de psiquiatria só admite 1 procedimento principal. Esta AIH-5 só pode ter no máximo 31 dias. Somente pode ser emitida nova AIH . que encaminha ao Órgão Gestor. autorizando ou não a continuação da internação. e não tem validade máxima. Deve ser dada alta da psiquiatria e autorizada uma nova AIH para a cirurgia no outro hospital. Como o paciente vai continuar internado. A data de saída a ser informada mensalmente na AIH-5 deve ser o último dia de cada mês. Se o 45º dia não for o último do mês. 15 dias após a alta da internação anterior. 45 é o número máximo de diárias para uma AIH-1 de psiquiatria. não podendo haver registros adicionais ou mudança de procedimento.1 nos casos em que o paciente tenha alta hospitalar e a reinternação seja. Ou seja. No atendimento psiquiátrico hospitalar está incluído o atendimento de intercorrências clínicas.

37.1. Os cuidados em hospital-dia na assistência à saúde mental devem abranger um conjunto diversificado de atividades desenvolvidas em até 05 dias da semana (2ª a 6ª feira) com uma carga horária de 08 horas diárias para cada paciente. fibrose cística e HIV-AIDS.2 ATENDIMENTO EM REGIME DE HOSPITAL DIA – SAÚDE MENTAL O hospital-dia na assistência em saúde mental é um recurso intermediário entre a internação e o ambulatório. 66 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . O sistema SIH calcula dias úteis para o tratamento de psiquiatria em Hospital-DIA. uma para cada dia útil da semana.2.03. no máximo 45 dias corridos. Cada estabelecimento pode atender o máximo de 30 pacientes/dia. até um máximo de 30 leitos. Não é permitido registro de permanência à maior nos Procedimentos Realizados em regime de Hospital DIA em Saúde Mental.2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL O tratamento em psiquiatria em hospitais gerais pode ser prestado nas seguintes condições: 37.2.1 SERVIÇO DE URGÊNCIA PSIQUIÁTRICA EM HOSPITAL GERAL O serviço de urgência psiquiátrica em prontos socorros gerais deve funcionar 24 horas e contar com leitos de internação para até 72 horas e equipe multiprofissional. Os procedimentos psiquiátricos realizados em hospital geral são registrados na AIH-1.008-5 – TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA EM HOSPITAL GERAL (POR DIA). Desenvolve programas de atenção e cuidados intensivos por equipe multiprofissional. Para o registro deste procedimento na AIH não é necessário habilitação do estabelecimento em Psiquiatria. O número de leitos psiquiátricos em hospital geral não deve ultrapassar 10% da capacidade instalada do hospital. O procedimento a ser registrado é o 03. A quantidade permitida é de até 05 diárias.03.2 LEITOS DE PSIQUIATRIA EM HOSPITAL GERAL Os leitos psiquiátricos em hospital geral são de retaguarda hospitalar para os casos em que a internação se faz necessária.17. Os Procedimentos Realizados no hospital-dia são registrados por AIH-1. não cabendo emissão de AIH-5. Na primeira linha da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 deve ser registrado o código do procedimento realizado e o quantitativo de diárias utilizadas no período de tratamento. o mesmo deve ser transferido para hospital especializado em tratamento psiquiátrico. visando substituir a internação integral. 37. não cabendo emissão de AIH-5. Se não houver condição de alta do paciente até 45 dias. Somente podem ser efetuados registros dos procedimentos em regime de Hospital Dia em Saúde Mental as unidades previamente habilitadas. para um máximo de 45 diárias. Havendo necessidade de continuidade do tratamento poderá ser emitida nova AIH – 1 sob autorização do gestor.001-8 DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM PSIQUIATRIA.37.17. depois de esgotadas todas as possibilidades de atendimento extra-hospitalares e de urgência. O Procedimento a ser registrado é o 03.

ou.  Queimadura de períneo Paciente vítima de queimadura de qualquer extensão que tenha associada a esta queimadura uma ou mais das seguintes situações: lesão inalatória. ou.38. com área corporal atingida entre 10% e 25%.13. Podem ser realizados os procedimentos a seguir relacionados: CÓDIGO PROCEDIMENTO 04.01.01.001-5 QUEIMADO E GRANDE No procedimento 04. Este 67 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . e doenças consuptivas (etiopatogenia relacionada à diminuição da ingesta calórica.01. 38. infarto agudo.  Queimaduras de 3º grau com mais de 10% da área corporal atingida.ATENDIMENTO DE URGENCIA EM MEDIO E GRANDE QUEIMADO.01.006-6 TRATAMENTO DE GRANDE QUEIMADO ATENDIMENTO DE URGENCIA EM MEDIO 04.1 PEQUENO QUEIMADO Paciente com queimaduras de 1º e 2º graus com até10% da área corporal atingida. com área corporal atingida maior do que 25%. trauma craniano. politrauma. trauma elétrico. perda de mais de 5% do peso corporal em cerca de 6 a 12 meses). 38. insuficiência renal. ATENDIMENTO A PACIENTES QUEIMADOS A classificação do grau de extensão e gravidade para pacientes com queimaduras é a seguinte: 38.13.13.  Queimadura de mão e/ou pé. em Centros Intermediários de Assistência ou em Centros de Referência em Queimados. aumento do metabolismo e/ou perda de calorias.3 GRANDE QUEIMADO Paciente com:  Queimaduras de 1º e 2º graus.008-2 TRATAMENTO DE MEDIO QUEIMADO 04. embolia pulmonar.13.009-0 TRATAMENTO DE PEQUENO QUEIMADO 04. ou. insuficiência cardíaca. O tratamento de queimados pode ser realizado em Hospitais Gerais. que reduz a perfusão capilar até um nível inferior aquele necessário para que seja mantida a viabilidade dos tecidos).13. ou.  Queimaduras de 3º grau com até 10% da área corporal atingida. choque. síndrome compartimental (Aumento da pressão no interior de um espaço osteofascial fechado.2 MÉDIO QUEIMADO Paciente com:  Queimaduras de 1º e 2º graus. quadros infecciosos graves decorrentes ou não da queimadura. insuficiência hepática.001-5 . que são unidades de Alta Complexidade e devem ter habilitação no CNES. o limite de registro é de 01 por AIH. distúrbios de hemostasia.01.

Centros de Referência em Assistência a Queimados – Alta Complexidade e Centros Intermediários de Assistência a Queimados. será utilizada a AIH-5.procedimento somente deve ser autorizado no primeiro atendimento ao paciente queimado. Quando registrado no SISAIH01 e SIHD. para os estabelecimentos aptos a realizar os procedimentos de Cuidados Prolongados pelo SIH/SUS. que levará o mesmo número da AIH . são responsáveis pelo registro das habilitações no SCNES. Para registro deste código é necessário que o estabelecimento de saúde tenha leitos de UTI – Queimados cadastrados no SIH/SUS (portaria GM/MS n° 1274/2000).01. em qualquer fase. O debridamento cirúrgico. será feita verificação de habilitação e só será aprovado se o estabelecimento for habilitado como Centros de Referência em Assistência a Queimados – Alta Complexidade e Centros Intermediários de Assistência a Queimados. Caso seja necessário o uso de albumina humana e nutrição parenteral deve ser registrada na tela Procedimentos Realizada do SISAIH01.1. de acordo das normas específicas e nos limites e codificações constantes do SIGTAP.01.4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO E GRANDE QUEIMADO O procedimento 04. Hospitais gerais.º 629/2006. O tratamento de pacientes sob cuidados prolongados na AIH . está incluído no procedimento. cuidados clínicos. assim como a nutrição enteral em Hospitais Gerais. Qualquer hospital pode ter leitos de cuidados prolongados habilitados pelo Gestor Local. ou seja. ainda no serviço de urgência/emergência. Havendo necessidade de prorrogação das internações. 38. depois de vencidas as 45 diárias. No procedimento estão incluídos os profissionais e serviços hospitalares. A abertura da AIH –5 é no primeiro dia do mês. ou de outro Centro de Referência. antes da transferência do paciente para a Unidade de Tratamento de Queimado do próprio hospital que prestou o primeiro atendimento. Os códigos para anestesia em paciente queimado são os mesmos constantes do SIGTAP. quando então deve ser solicitada AIH de Grande ou Médio Queimado.02.1 é de no máximo 45 dias. A Diária de UTI em Queimados é registrada no SISAIH01 com o código 08. 39. conforme a Portaria SAS/MS n. Desde a competência outubro de 2006 os gestores estaduais/municipais de saúde.011-3 e deve ser informada a quantidade em dias. exceto nos centros de referência que podem registrar como procedimentos especiais. desde que o 45º dia seja o último dia do mês.13.007-4 TRATAMENTO DE INTERCORRENCIA DO PACIENTE MEDIO E GRANDE QUEIMADO tem valor de incremento no SIGTAP. cirúrgicos e os curativos do paciente. especializados ou de apoio podem cadastrar leitos em cuidados prolongados e a habilitação é de responsabilidades do gestor local. Cada AIH-5 permite o registro de até 31 68 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Não há código específico para queimado. PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS Os procedimentos para tratamento de pacientes sob cuidados prolongados somente podem ser registrados nas AIH de hospitais previamente habilitados.

45 é o número máximo de dias para esta AIH 1. se o paciente internou até o dia 14 do mês. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês. 15 dias após internação anterior. de outros cuidados de assistência e de reabilitação físico funcional por período prolongado.diárias. A AIH-1 pode ser apresentada qualquer quantidade de dias. A data de internação permanece a mesma da AIH-1. ou portador de seqüela da patologia básica que gerou a internação e que necessita de cuidados médicos assistenciais permanentes. óbito ou transferência do paciente. sendo o caráter da internação 1 (eletivo). e não tem mais validade máxima.  Pacientes sob cuidados permanentes: Aquele que teve esgotada todas as condições de terapia específica e que necessita de assistência médica ou cuidados permanentes. Se o 45º dia não for o último do mês. ou seja. solicitar AIH 5. mediante laudo médico. no mínimo. para avaliação por especialista que autoriza ou não a continuação da internação. para continuidade de tratamento.1. Na eventual necessidade de tratamento cirúrgico. que se encontre em recuperação e necessite de acompanhamento médico. Somente pode ser emitida nova AIH . exceto para o caso de tratamento cirúrgico.1 nos casos em que o paciente tenha alta hospitalar e a reinternação de longa permanência seja. ou a data da saída por alta. que encaminhará ao Órgão Gestor. não cabendo registros adicionais ou mudança de procedimento. A autorização para emissão de AIH-5 deve ser solicitada pelo Diretor Clínico. 69 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A data de saída deve ser o último dia de cada mês. No caso de permanência do paciente.1. A data de inicio da internação constante da AIH-5 deve ser a da AIH . até a alta. devendo ser emitidas AIH-5 quantas necessárias. com vistas à reabilitação físico-funcional. Deve fechar a AIH no último dia do mês e apresentar o número de diárias daquele primeiro mês de internamento e solicitar a AIH-5 que só pode ter no máximo 31 dias. a cada 30 dias. desde que inferior a 45. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias.  Paciente portador de múltiplos agravos à saúde: Aquele que necessita de cuidados médico-assistenciais permanentes e de terapia de reabilitação. Somente é permitida a internação após autorização do Gestor Local. não sendo permitida a emissão de AIH . O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. quando o paciente permanecer internado. óbito ou transferência. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45. Pacientes sob Cuidados Prolongados são os que apresentam os seguintes quadros:  Paciente convalescente: Aquele submetido a procedimento clínico/cirúrgico. No valor estipulado para atendimento de pacientes sob cuidados prolongados está previsto atendimento de intercorrências clínicas. é permitida solicitação de nova AIH na especialidade respectiva.  Paciente crônico: Aquele portador de patologia de evolução lenta.

podendo. No caso do paciente precisar de UTI. portanto ser solicitada AIH5 para os pacientes.01. Este procedimento admite longa permanência. Existiam também os procedimentos de tratamento 70 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .007-5 OSTEOMUSCULARES E DO TECIDO CONJUNTIVO (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.074-9 PROLONGADA Procedimentos que têm média de permanência são excludentes entre si com os que são remunerados por dia. 40.03.03. era emitida uma nova AIH.03.13. Até dezembro de 2007 existiam os procedimentos de tratamento da tuberculose com Lesões Extensas.021-5 03.01. que eram remunerados por dia.021-5 . TRATAMENTO DA TUBERCULOSE O registro das internações de tuberculose através de AIH é feito exclusivamente por intermédio do código específico com os diagnósticos principal e secundário pela CID/2010.03.TRATAMENTO DA TUBERCULOSE (POR DIA).03.009-3 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA) Tem incremento MANUTENCAO DE ASSISTENCIA CIRCULATORIA 0801 e 0803 04.007-7 0903 0901 0902 0904 0907 0906 Não exige habilitação Não exige habilitação TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (CLASSIFICACAO PT GM Tem incremento 251/2002) 03.03.17.01.001-6 PROLONGADOS DEVIDO A CAUSAS EXTERNAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.03.03.17. Se houvesse necessidade de permanecer com o tratamento. A Tuberculose com lesões extensas deve ser registrada com o mesmo código.006-7 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES ONCOLÓGICAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.Os procedimentos para pacientes sob cuidados prolongados são os seguintes de acordo com a patologia apresentada: CODIGO PROCEDIMENTO HABILITAÇÃO EXIGIDA 0905 TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.13.008-3 PROLONGADOS EM HANSENÍASE (POR DIA) TRATAMENTO DE TUBERCULOSE (A15 A A19) 03.03.002-4 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES CARDIOVASCULARES (POR DIA) ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS 03. Somente os hospitais que tenham leitos cadastrados na especialidade Pneumologia Sanitários (Tisiologia) ou Pediatria podem apresentar AIH com o procedimento 03. deve ser dado alta administrativa e emitida nova AIH.13.06.004-0 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES DECORRENTES DA AIDS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03. Motivo de saída é o 5.005-9 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES NEUROLÓGICAS (POR DIA) ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS 03.03.03.13.13.13. e a AIH com até 30 dias.13.003-2 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES PNEUMOLÓGICAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES 03.13.03.

por razões de natureza médica. Tratamento de patologia de rápida resolução não codificada na tabela.03.06.º 303/1992 estabeleceu as diretrizes e normas para o atendimento hospitalar para tratamento de reabilitação. Em casos passíveis de tratamentos ambulatoriais.de tuberculose remunerados por media de permanência e que admitiam permanência a maior. 42. Não cabe Permanência a Maior em AIH emitida com o código do procedimento Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento.01. TRATAMENTO DA HANSENÍASE O registro das internações para Tratamento da Hanseníase – 03.19. 43. Para registro dos procedimentos na AIH o hospital deve ter leitos cadastrados na especialidade de reabilitação.008-3 – TRATAMENTO DE PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS EM HANSENIASE. após avaliação de equipe multiprofissional. com internação de curta permanência.01.008-8 MÉDICA DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA 03. identificados pela auditoria. Diagnóstico não confirmado. conforme a Portaria GM/MS n.13.03. Admitiam também registro de diária de UTI. Não cabe mudança de procedimento em AIH de Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento.001-9 . TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO Tem como objetivo o atendimento integral à pessoa portadora de deficiência quando. PEDIÁTRICA E CIRÚRGICA O registro de Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento deve ser realizado de acordo com: CÓDIGO PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA PEDIÁTRICA DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA 03.001-0 Estes códigos devem ser utilizados nos seguintes casos: Em caso de alta a pedido.º 164/1997 (CID: A30 e B92). 71 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .06. 41.06. Com a tabela unificada.01. o regime de internação for o mais adequado ao paciente.008-8 na AIH exige o diagnóstico principal e secundário pela CID 10. e usar o código 03. DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MÉDICA. o procedimento solicitado deverá obrigatoriamente ser mudado para Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento na especialidade correspondente. Internação para investigação diagnóstica. todos os procedimentos relativos à tuberculose foram unificados dando origem a um só procedimento com remuneração por dia. A Portaria SAS/MS n. evasão ou transferência para outro hospital. com período de internação igual ou inferior a 24 (vinte e quatro) horas.01. O Tratamento da Hanseníase com Lesões Extensas deve ser registrado na AIH com código 03.TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO.007-0 CIRÚRGICA 03.03.

007-4 – INTERNAÇÃO DOMICILIAR (POR DIA) deve ser utilizado para registro destes atendimentos na AIH. Deve fechar a AIH no último dia do mês e apresentar o número de diárias daquele primeiro mês de internamento e solicitar a AIH-5 que só pode ter no máximo 31 dias. a ser encaminhado ao Órgão Gestor do SUS para avaliação. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês.03.04.529/2006.03.03.03.01. institui a Internação Domiciliar no SUS e altera a denominação dos procedimentos assistência domiciliar para internação domiciliar.03. 45 é o número máximo de dias para esta AIH-1.04. TRATAMENTO CONSERVADOR EM NEUROLOGIA Conforme especificados na Portaria SAS/MS n.006-8 E NEOPLÁSICA 45. A data de internação permanece a mesma da AIH-1.03.03. a qual autorizará.04. O procedimento 03. O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. ATENÇÃO AO IDOSO A Portaria GM/MS n. ou seja.008-4 03.04.04.011-4 03.010-6 03. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45.º 2.04.05.011-4 GRAVE 03.º.010-6 TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOR REBELDE DE ORIGEM CENTRAL 03.04. mediante laudo médico a cada 30 (trinta) dias.009-2 03.528/2006 aprova a Política Nacional da Pessoa Idosa e a Portaria GM/MS n. quando o paciente permanecer internado.04. A data de encerramento da AIH deve ser o último dia de cada mês. A publicação da Portaria GM/MS n. A AIH-1 pode ser 72 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . ou não. A autorização para emissão de AIH-5 deverá ser solicitada pelo Diretor Clínico.007-6 03.03.44.006-8 PROCEDIMENTO TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO (GRAU LEVE) TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO (GRAU MÉDIO) TRATAMENTO CONSERVADOR DA HEMORRAGIA CEREBRAL TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO GRAVE TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOR REBELDE DE ORIGEM CENTRAL E NEOPLÁSICA Procedimentos clínicos de tratamento conservador de alta complexidade só podem ser registrados na AIH quando realizados por Serviço de Alta complexidade de Neurologia/Neurocirurgia habilitado em Trauma e Anomalias do Desenvolvimento: CÓDIGO PROCEDIMENTO TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO 03.º 2.04.º 702/2002 organiza a implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso e as normas para o cadastramento de Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso. a continuidade da internação. óbito ou transferência.03. A data de início da internação constante da AIH-5 deverá ser a mesma da AIH-1. ou a data da saída por alta. 723/2007: CÓDIGO 03. Se o 45º dia não for o último do mês.

são responsáveis pelo registro das habilitações no SCNES. para os estabelecimentos aptos a realizar os procedimentos de Internação Domiciliar pelo SIH/SUS.01. devendo obrigatoriamente estar relacionada com o procedimento realizado que a precedeu.09. É vedada a internação domiciliar quando a internação hospitalar que a precedeu ocorrer por diagnóstico ou primeiro atendimento ou a qualquer outro procedimento com tempo médio de permanência inferior a 04 dias. 46. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias.º 629/2006. INTERNAÇÃO DOMICILIAR A internação domiciliar somente é permitida após avaliação médica e solicitação específica em laudo próprio. portadores de doenças crônico-degenerativas agudizadas. quando será emitida nova AIH.002-5 PROCEDIMENTO ATENDIMENTO EM GERIATRIA (UM TURNO) ATENDIMENTO EM GERIATRIA (DOIS TURNOS) A AIH para atendimento em regime de Hospital Dia nos Centros de Referência à Saúde do Idoso tem a validade de até 30 dias. domiciliares e do cuidado ao paciente. A publicação da Portaria GM/MS n.001-7 03. Caso seja necessária a continuidade do tratamento deve ser solicitada ao gestor a mudança para AIH-5. Não é permitido o registro de Permanência a Maior.007-4 e deve ser informado de forma obrigatória as consultas médicas realizadas.01. exceto em caso de transferência para unidade hospitalar. por membro da equipe de saúde que expedirá laudo específico condicionando à condição da internação. 73 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Deverão ser registrados. O atendimento geriátrico em hospital dia deve ser registrado na tela de Procedimentos Realizados com os códigos abaixo: CÓDIGO 03.05. No caso de permanência do paciente. solicitar AIH-5.01. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 o código do procedimento realizado e o número de diárias utilizadas. desde que inferior a 45. Deve ser registrado no SISAIH01 o quantitativo dos dias utilizados no período do tratamento.529/2006. A internação domiciliar não pode exceder 31 dias.º 2. portadores de patologias que necessitem de cuidados paliativos e portadores de incapacidade funcional provisória ou permanente O registro de Internação Domiciliar é feito por meio de AIH pelo código 03. Desde a competência outubro de 2006.apresentada qualquer quantidade de dias.09. que são procedimentos especiais na AIH. que institui a Internação Domiciliar no âmbito do SUS. sendo precedida de avaliação das condições familiares. não podendo ultrapassar a quantidade máxima do procedimento que é de 31 dias. estabelece as seguintes prioridades: As condições prioritárias para a internação domiciliar são: pacientes idosos. conforme Portaria SAS/MS n. A internação domiciliar somente pode ser realizada em seguimento a uma internação hospitalar imediatamente anterior. os gestores estaduais/municipais de saúde. se o paciente internou até o dia 14 do mês. Somente os hospitais previamente autorizados podem realizar a internação domiciliar.

no Menu . 02 Enfermeiros. devendo ser composta por: fisioterapeuta. Não é permitida registro de permanência à maior nos procedimentos de atendimento em regime de hospital dia cirúrgicos. 47. 01 Assistente Social. 07 Auxiliares de Enfermagem. O registro dos procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia. Somente pode ser efetuado registro de procedimentos em regime de Hospital Dia em Geriatria as Unidades previamente habilitadas. poderá ser emitida nova AIH-1. Não será permitido registro de permanência à maior nos procedimentos de Atendimento em regime de Hospital Dia – Geriátrico. outros membros da equipe multiprofissional ampliada e equipe consultora. terapêuticos. cirúrgicos. diagnósticos e terapêuticos é efetuado na AIH. diagnósticos e terapêuticos. farmacêutico e odontólogo. A AIH para atendimento em regime de Hospital Dia Geriátrico tem validade de 30 dias. Para os procedimentos nos quais a modalidade de atendimento hospital dia foi incluída com a Tabela Unificada não é exigido a habilitação.01 Geriatra. diagnósticos e terapêuticos. que requeiram a permanência do paciente no hospital por um período máximo de 12 horas. HOSPITAL DIA Hospital Dia é a assistência intermediária entre a internação e o atendimento ambulatorial. nutricionista. Caso a continuidade do tratamento seja necessária.2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA Somente pode ser efetuado registro dos procedimentos de Atendimento em regime de Hospital Dia em Fibrose Cística as Unidades 74 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . fonoaudiólogo. Somente podem ser efetuados registros de procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia cirúrgicos.  Recursos Humanos: .  A equipe multiprofissional ampliada não necessita ser exclusiva do serviço. psicólogo. conforme necessidade detectada pela equipe básica. mediante autorização do gestor. cirúrgicos.1 HOSPITAL DIA EM GERIATRIA Condições e requisitos específicos do estabelecimento de saúde para realização do atendimento:  Possuir estrutura assistencial para os idosos realizarem ou complementarem tratamentos médicos.Relatórios – Relacionamentos – Procedimento X Habilitação. 47. para realização de procedimentos clínicos. Os procedimentos que exigem habilitação em hospital dia podem ser obtidos nos relatórios disponíveis no SIGTAP web ou desktop. terapeuta ocupacional.47. diagnósticos e terapêuticos por Unidades previamente habilitadas. equipada com todos os aparelhos necessários para garantir o cumprimento dos planos terapêuticos indicados. fisioterápicos ou de reabilitação.  Planta física adequada para receber o paciente idoso.

48.01.03. 48. mediante autorização do gestor.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.001-4 75 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A quantidade máxima de utilização de Ciclosporina por AIH é de: CÓDIGO 06.03.previamente habilitadas e que comprovadamente realizem atendimento ambulatorial especializado ao portador de Fibrose Cística. As diárias são pagas por no máximo 05 dias úteis por semana. nos campos procedimento principal solicitado e realizado o procedimento 05.02.02. TRANSPLANTES 49.03.03.002-2 .  05.02. TECIDOS: deve ser usado quando realizadas por equipe profissional do próprio hospital. MÁXIMA 480 240 5 720 10 CICLOSPORINA 50MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 100MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 100MG/ML SOLUCAO ORAL CICLOSPORINA 25MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 50 MG INJETAVEL (POR 06.03.003-8 06.01. referentes a estes procedimentos deverão ser emitidas em nome do doador registrando na tela Identificação da Internação.004-6 MEDICAMENTO QUANT.03. Caso seja necessária a continuidade do tratamento poderá ser emitida nova AIH-1.001-4 .03.1 CICLOSPORINA O registro na AIH deve ser feito na tela Procedimentos Realizados.002-0 06.1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS Os procedimentos destinados a identificar as Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. Tecidos subdividem-se em:  05.005-4 FRASCO-AMPOLA) 49.02.01. As AIH. e necessita autorização no Laudo de Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento. Não é permitido registro de permanência à maior nos procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia em Fibrose Cística. REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH Os medicamentos que são procedimentos especiais na AIH têm as compatibilidades com o procedimento principal informado e elas são criticadas nos sistemas SISAIH01 e SIHD.ACOES RELACIONADAS À DOAÇAO DE ORGAOS TECIDOS REALIZADAS POR EQUIPES DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAUDE: utilizado quando realizadas por equipe profissional de outro estabelecimento diferente daquela que iniciou o processo de doação.02. As compatibilidades e as quantidades máximas podem ser consultadas no SIGTAP.001-1 06.03. pelo máximo de 30 dias corridos.

001-4. Todos os procedimentos do Grupo 05 do SIGTAP são financiados com recursos extra teto dos Estados.º 511 de 27 de setembro de 2010 excluiu do SCNES a habilitação 24.005-7 .Ações relacionadas a doação de órgãos.005-7 .EXIGE REGISTRO DE PROCEDIMENTOS SECUNDÁRIOS COMPATÍVEIS. 05. Este procedimento 05.03.01.001-4 .001-4 .001-4 Angiografia cerebral para diagnóstico de morte encefálica (4 vasos) 05. Este atributo complementar vai identificar os procedimentos principais que exigem que na AIH sejam informados os procedimentos secundários compatíveis com o principal.003-0.002-2 Cintilografia radioisotópica cerebral para diagnóstico de morte encefálica 05.01.Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica.01.21 Retirada de Órgãos e Tecidos Banco de Multitecidos 76 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . com o objetivo de caracterizar a morte encefálica. e na tela Procedimentos Realizados.002-2.06.06.06.Ações relacionadas à doação de órgãos.004-9 Eletroencefalograma para diagnóstico de morte encefálica Foi excluída a compatibilidade dos procedimentos 05.º 510/2010 incluiu o procedimento a seguir descrito: 05.06. foi incluído no SIGTAP o atributo complementar de código 26 .06.01.002-2.01.06.Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica deve ser registrado na AIH do doador. de acordo com as compatibilidades a seguir. A não informação destes procedimentos.003-0 Eco doppler colorido cerebral para diagnóstico de morte encefálica 05. 05. O procedimento 05.005-7 é compatível com o procedimento 05. TECIDOS ou 05. Com vistas a auxiliar no controle dos gestores.01.01. impede o processamento da AIH.03. pois integram o procedimento 05.01.ACOES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ORGAOS. os procedimentos especiais constantes dessas ações. Estes dois procedimentos têm valor zerado na AIH e são pagos os procedimentos realizados com o valor definido no SIGTAP.03. conforme o caso.06.01. 05.01. ao quais a partir desta Portaria têm o valor zero. quando for exigido no SIGTAP. concomitante a pelo menos um dos exames previstos na resolução do Conselho Federal de Medicina. A Portaria SAS/MS n.ACOES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ORGAOS. cujos recursos são provenientes do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC).06.06.01.01.06. tecidos e células para transplante.01.01.004-9 com o procedimento 05.12 Busca Ativa de Órgãos e incluiu as novas habilitações no SCNES referente a Transplantes: Código Descrição 24. 05.20 24. TECIDOS REALIZADAS POR EQUIPE DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAUDE. Portaria SAS/MS n. tecidos e células para transplante.06.005-7 Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica Consiste na realização de 01 dos exames previstos na resolução vigente do Conselho Federal de Medicina (CFM).06. Estes exames podem ser realizados por meio de Serviço de Telemedicina.

pois os estabelecimentos de saúde constantes no anexo da Portaria SAS/MS n.º 511/10 estarão automaticamente habilitadas. a classificação 015 . Descrição Class. Também foi incluído no serviço especializado 149 . A exclusão da habilitação 24. garantido o direito a ampla defesa e ao contraditório.Não é necessário renovar a habilitação 24. tecidos e células.03.20 (Retirada de Órgãos e Tecidos).03. com os seguintes perfis: 77 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A Portaria definiu como estabelecimento de saúde notificante de morte encefálica ou coração parado o estabelecimento com cadastro atualizado no SCNES de acordo com a legislação vigente.002-2 Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante. realizadas por equipe de outro estabelecimento de saúde. tecidos e células do Grupo 05 -Transplante de órgãos.Ações Relacionadas à doação de órgãos.01.434/1997. tecidos e células dos procedimentos inseridos neste Subgrupo e em sua Forma de Organização conforme se segue: Subgrupo 03 Forma de Organização 01 05. Podem ser solicitadas novas autorizações desde que haja solicitação dos gestores locais de saúde. do serviço 149 Transplante Cod.001-4 05. Classificação 015 da Grupo CBO 2231* 2235* 251510 251520 Descrição Todos os médicos Todos os enfermeiros Psicólogo clínico Psicólogo hospitalar 1 Ações para doação e captação de órgãos e 2 tecidos 3 4 5 6 7 8 251605 Assistente Social 223410 221105 221205 Farmacêutico bioquímico Biólogo Biomédico *Refere-se a qualquer profissional dentro da família da Classificação Brasileira de Ocupação (CBO).01.Transplante da Tabela de Serviço Especializado/Classificação/CBO do SCNES. Houve também alteração da denominação do Subgrupo 03 . Descrição Serv.Ações para Doação e Captação de Órgãos e Tecidos conforme se segue: Cod. sendo incluído no SCNES.Ações Relacionadas à Doação de órgãos.20 pode ocorrer a pedido do estabelecimento de saúde ou a critério da CNCDO em caso de inobservância de quaisquer dispositivos da Lei 9. da Forma de Organização 01 .

a) Perfil de assistência capaz de gerar notificação de óbitos com potencial de doação apenas de tecidos (óbito com coração parado); b) Perfil de assistência compatível com a identificação e notificação de morte encefálica qual seja: 1. Dispor de médico capacitado a realizar o exame clínico descrito no Protocolo de morte encefálica, conforme Resolução do Conselho Federal de Medicina vigente e com o Regulamento Técnico do SNT (Portaria GM/MS n.º 2.600 de 21 de outubro de 2009). 2. Dispor de aparelho de suporte a ventilação mecânica respirador/ventilador mecânico. A partir da Portaria SAS/MS n.º 511/10 os estabelecimentos de saúde definidos como notificantes de morte encefálica ou coração parado, e que podem realizar as ações definidas como de doação e captação de órgãos e tecidos, inclusive os bancos de tecidos, bem como os estabelecimentos autorizados pela Coordenação Geral do Sistema Nacional de Transplante (CGSNT) a realizar retiradas e/ou transplantes devem cadastrar no SCNES como SUS o serviço/classificação:149/015 - TRANSPLANTE/AÇÕES PARA DOAÇÃO E CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS. É importante atentar para o fato de que todos os procedimentos constantes da Portaria SAS/MS n.º 511/10 serão pagos pela fonte de remuneração SUS de acordo com a Tabela de Procedimentos SUS vigente, mesmo quando o estabelecimento de saúde não for conveniado ao SUS. Desde a competência novembro de 2010 fica definido que os estabelecimentos de saúde notificantes devem ter o registro em seus respectivos CNES de serviços especializados que constam da lista abaixo para realização de pelo menos um dos exames necessários para avaliação de morte encefálica:
Cod Descrição do serviço serv Class. Descrição da classificação 001 121 Diagnóstico por imagem 007 002 008 122 Diagnóstico. Por métodos gráficos/dinâmicos 004 008 001 151 Medicina Nuclear 003 Medicina Nuclear In vivo por telemedicina Radiologia Radiologia por telemedicina Ultra-sonografia Ultra-sonografia por telemedicina Exame eletroencefalográfico Exame eletroencefalográfico por telemedicina Medicina Nuclear In vivo

Estes estabelecimentos devem dispor também do serviço especializado abaixo para a realização dos exames sorológicos e imunológicos: Sorologia e tipagem sanguínea.
Cod serv Descrição do serviço 145 Class Descrição da classificação Exames sorológicos e imunológicos

Diagnóstico por laboratório clínico 003

No entanto, está liberado para todos os estabelecimentos de saúde integrantes ou não do SUS e definidos como notificantes, e que não sejam autorizados a realizarem retiradas e ou transplantes podem realizar e receber
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pelo SUS os procedimentos da tabela abaixo. Para os estabelecimentos de saúde notificantes autorizados pela CGSNT a realizar retiradas de órgãos e tecidos e ou transplantes, poderão apresentar para faturamento além dos procedimentos descritos, os procedimentos referentes às retiradas.
Código 05.01.06.001-4 05.01.06.002-2 05.01.06.003-0 05.01.06.004-9 05.01.06.005-7 05.01.07.002-8 05.01.07.003-6 05.02.01.001-0 05.02.01.002-9 05.03.03.001-5 05.03.04.001-0 05.03.04.004-5 05.03.04.005-3 05.03.04.006-1 05.03.04.008-8 05.06.01.005-8 ANGIOGRAFIA CEREBRAL ENCEFÁLICA (4 VASOS) Procedimento PARA DIAGNÓSTICO DE MORTE

CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL PARA DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL PARADIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA ENCEFÁLICA EXAME COMPLEMENTAR ENCEFÁLICA PARA PARA DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO DE DE MORTE MORTE

SOROLOGIA DE POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS OU TECIDOS EXCETO CÓRNEA TIPAGEM SANGUÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA PARARETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DEÓRGÃOS DE DOADORES EM MORTE ENCEFÁLICA ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DEÓRGÃOS DE TECIDOS DE DOADORES COMCORAÇÃO PARADO CAPTAÇÃO DE ÓRGÃO EFETIVAMENTET R A N S P L A N TA D O AVALIAÇÃO DO DOADOR FALECIDO DE ÓRGÃOS OU TECIDOS PARA TRANSPLANTES

O procedimento Captação de órgão efetivamente transplantado é compatível com o procedimento 05.03.01.001-4 - Ações relacionadas à doação de órgãos, tecidos para transplante. As Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) tem a responsabilidade de informar ao estabelecimento de saúde notificante a efetivação do transplante do órgão para que este estabelecimento possa apresentar para processamento o procedimento 05.03.01.001-4 CAPTAÇÃO DE ÓRGÃO EFETIVAMENTE TRANSPLANTADO. A habilitação de código 24.20 - Retiradas de órgãos e tecidos e o serviço 149/015 foram incluídos nos procedimentos abaixo. Estes procedimentos devem ser realizados pelos estabelecimentos e equipes autorizadas pela CGSNT/DAE/SAS/MS a realizar as retiradas de órgãos e tecidos.
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CÓDIGO

DESCRIÇÃO

05.03.03.002-3 RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.003-1 RETIRADA DE CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO (P/TRANSPLANTE) 05.03.03.004-0 RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.005-8 RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.006-6 RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.007-4 RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.008-2 RETIRADA UNI/BILATERAL DE RIM (P/TRANSPLANTE) - DOADOR FALECIDO 05.03.03.009-0 RETIRADA DE TECIDO ÓSTEO-FASCIO-COND R O - L I G A M E N TO S O 05.03.03.010-4 RETIRADA DE PELE (P/ TRANSPLANTE) 05.03.04.002-9 DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS 05.03.04.003-7 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONALPARA RETIRADA DE ÓRGÃOS INTERMUNIC I PA L

Para os procedimentos referentes às Ações de Doação e Captação de Órgãos e Tecidos não incide a critica de especialidade de leito e controle da taxa de ocupação. As AIH e APAC referentes aos procedimentos de do Grupo 05 do SIGTAP devem ser encerradas com o código da tabela auxiliar de motivo de saída/permanência: 2.5 - POR PROCESSO DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS, TECIDOS E CÉLULAS - DOADOR MORTO. As retiradas dos órgãos e/ou tecidos para transplantes, só podem ser realizadas por profissionais/equipes autorizadas pela CGSNT/DAE/SAS/MS e designadas pela respectiva. A relação dos estabelecimentos de saúde notificantes está disponível no endereço eletrônico www.saude.gov. br/ transplante. Os procedimentos especiais compatíveis com a informação dos dois códigos 05.03.01.002-2 e 05.03.01.001-4 e que, portanto podem ser registrados nas linhas da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 são os constantes da tabela abaixo: CÓDIGO
05.01.06.001-4 05.01.06.002-2 05.01.06.003-0 05.01.06.004-9 05.01.07.003-6 05.02.01.001-0 05.02.01.002-9 05.03.03.001-5 05.03.03.002-3 05.03.03.003-1

PROCEDIMENTO
ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA (4 VASOS) CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA TIPAGEM SANGUÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE CORAÇÃO P/ PROCESSAMENTO DE VÁLVULA / TUBO
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MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011

No caso de doador coração-parado.12.005-7 07.04.04.ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E OU TECIDOS PARA TRANSPLANTE e os exames para diagnóstico de morte cerebral.12.004-5 05.12.05.03. com apenas este procedimento especial.004-0 05.02.004-9 07.002-9 05.006-5 VALVADO/ TRANSPLANTE RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI / BILATERAL (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA UNI / BILATERAL DE RIM (P/ TRANSPLANTE) COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO E/ OU TECIDOS P/ TRANSPLANTE PROCESSAMENTO DE VÁLVULA CARDÍACA HUMANA PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE CORAÇÃO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE FÍGADO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE PÂNCREAS P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE PULMÃO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE RIM P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO PARA TRANSPLANTE DA CÓRNEA (20 ML) 49.12. e para que possa ser iniciado o processo de doação de órgãos deve ser realizada entrevista familiar que busca avaliar a posição dos entes do possível doador quanto à decisão sobre autorizar ou não a doação.04.003-0 07.03.03.02.03.03.2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA Os exames clínicos e complementares e respectivos quantitativos para o diagnóstico de morte encefálica são definidos de acordo com as legislações vigentes (Resolução do Conselho Federal de Medicina e Decretos).03. deve ser encerrada a AIH das Ações relacionadas à doação de órgãos.02. 49. caso tenham sido realizados.02.005-8 05. independentemente do número de órgãos retirados.008-2 05.001-4 07.001-0 05.03.12.006-6 05.002-2 07.03.03.001-5 .03. 49.03.04.002-7 07.003-7 05. Pode ser emitida AIH para esta ação.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS deve ser registrado apenas uma única vez (quantidade máxima 01) na AIH em nome do doador. Caso a família recuse a doação. somente poderá ser emitida AIH com o procedimento Entrevista Familiar se pelo menos a retirada do globo ocular efetivamente ocorrer e após notificação à Central de Notificação.03.03.03.03. 81 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .04.03.007-4 05.12. Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO).03.03.02.3 ENTREVISTA FAMILIAR Havendo o diagnóstico de morte cerebral confirmado. tecidos e células registrando na tela “Procedimentos Realizados” o procedimento 05.04.04.001-9 05.4 MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS O procedimento 05.03.02.005-3 .005-3 05.03.04.

com distância. para retirada de órgãos de doador morto.03.04. O procedimento 05.03. 82 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . por atendimento das demandas estaduais.DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ORGAOS: este procedimento destina-se à remuneração de equipe profissional.6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS Os procedimentos de deslocamento de Equipe Profissional p/ Retirada de Órgãos referem-se ao atendimento. acima de 100 km. o SISAIH01 não abre tela de equipe.92% e ao 2º cirurgião o valor correspondente ao percentual de 23. Os procedimentos de Deslocamento devem ser registrados somente em AIH em nome do doador com o procedimento principal 05. embora cada retirada possa dar origem a mais de um procedimento de processamento.04.5 COORDENAÇÃO SALA CIRÚRGICA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE Envolve os atos necessários à viabilização da retirada de órgãos e tecidos para transplante. com distância acima de 100 km.005-8 – RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL PARA TRANSPLANTE. desde que realizadas em estado e/ou município distintos dos da origem da equipe. exceto para córnea e rim. e subdivide-se em:  05. Este procedimento só pode ser registrado uma vez. para possibilitar a retirada de órgãos de doador morto.003-7 .03.49. mas é obrigatório informar CPF e CBO. que devem ser encaminhadas ao Banco de Válvulas definido pela CNCDO.04. 49. O mesmo vale para o procedimento 05. autorizada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT).DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ORGAOS INTERMUNICIPAL: o valor deste procedimento destina-se a remuneração de equipe profissional. por equipe profissional.08% do valor do procedimento. para retirada de órgãos de doador morto.03. TECIDOS E CELULAS realizadas por equipe de outro Estabelecimento de Saúde.7RETIRADA DO CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO VÁLVULAS/TUBO VALVADO PARA TRANSPLANTE DE Esse procedimento destina-se a obtenção de válvulas cardíacas.01.COORDENACAO DE SALA CIRURGICA P/ RETIRADA DE ORGAOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE deve ser registrado apenas uma única vez (quantidade máxima 01) na AIH em nome do doador.03.001-4 ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. Nestes dois casos. 49. Cabe ao 1º cirurgião o valor correspondente ao percentual de 76.001-0 . por atendimento a demandas interestaduais.  05. para realizar o processamento das válvulas cardíacas e pedículos venosos para posterior transplante. exceto para córnea. independentemente do número de órgãos retirados.002-9 .03.

01. As habilitações dos procedimentos 05. 05. A AIH é em nome do doador. 83 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . preservação. embalagem e armazenamento de tubo valvado cardíaco humano. Tecidos e Células. realizado em Banco de Tecidos autorizado pelo Sistema Nacional de Transplantes . 49.49. Tecidos e Células considerando as seguintes situações: No caso do Líquido de Preservação utilizado pertencer ao próprio hospital em que se realiza a retirada de órgãos. TECIDOS E CELULAS. No caso do Líquido de Preservação ser levado de outros hospitais pelas equipes profissionais que farão a retirada de órgãos.01. realizada em Banco de Tecidos autorizado pelo SNT. TECIDOS E CELULAS REALIZADAS POR EQUIPE DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE e 05.03.005-8 – RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL PARA TRANSPLANTE exigem as habilitações 2412 . utilizados conforme os órgãos efetivamente retirados devem ser registrados como procedimentos especiais na AIH com procedimento principal .8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO Os procedimentos especiais Processamento de Válvulas e de Tubo Valvado devem ser registrados pelo Banco de Válvulas Cardíacas nas AIH das Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.03. O Banco de Olhos só pode apresentar em APAC e não AIH. 49.03. O valor do procedimento inclui insumos necessários à execução de todo processamento.002-2 .8.001-4 – AÇÕES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. para posterior transplante.Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.1 PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO Refere-se ao fracionamento. Tecidos e Células. 49.2 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA CARDÍACA HUMANA Refere-se ao fracionamento.8. A AIH é em nome do doador. A AIH é em nome do doador.9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS Os líquidos de preservação de órgãos e/ou tecidos. de acordo com os órgãos efetivamente retirados. preservação.Busca ativa de órgãos ou 2413 – Banco de tecido ocular humano. Tecidos e Células realizadas por equipe de outro Estabelecimento de Saúde.SNT. os procedimentos referentes aos mesmos devem ser registrados na tela de Procedimentos Realizados da AIH de Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.AÇÕES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. A AIH é em nome do doador. embalagem e armazenamento de válvula cardíaca humana. o procedimento deve ser registrado na AIH das Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. O valor do procedimento inclui insumos necessários à execução de todo processamento. Na AIH ele é terceiro do hospital.03. Não é permitido o registro concomitante na AIH do hospital onde se realiza a retirada ou em AIH do hospital de origem das equipes.

03.01.02. TECIDOS E CÉLULAS pode ocorrer quando realizadas atividades em duas situações: doador em morte cerebral e doador coração-parado.0401.001-0 AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA DE MAIOR DE 2 ANOS Para o registro dos procedimentos dos 05.001-4 . concomitantemente na mesma AIH. referentes a este procedimento devem ser emitidas em nome do doador.01. que tem o valor zerado e na tela Procedimentos Realizados.02. No caso de doador coração-parado. Estes procedimentos não permitem registro de outro procedimento principal na 84 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .001-4 . pelo menos.001-4 .AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS. registrando na tela Identificação da Internação no campo procedimento solicitado e realizado o procedimento 05.01.01. TECIDOS E CÉLULAS e na tela Procedimentos Realizados. Os procedimentos relativos às atividades relacionadas à avaliação e diagnóstico de morte cerebral de possível doador de órgãos e tecidos.03.002-9 e 05.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.01. TECIDOS E CÉLULAS.02. Na tela Procedimentos Realizados devem ser registrados os códigos dos procedimentos especiais realizados. e na tela Procedimentos Realizados o código 05.03.001-8 – CONTAGEM DE CELULAS ENDOTELIAIS DA CORNEA.01.003-4 – SEPARACAO BIOMICROSCOPICA DA CORNEA e/ou 05.001-0 deve ser emitida AIH em nome do doador e registrado nos campos Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado o código 05.04.001-0.02. DOADOR CORAÇÃO PARADO E AVALIAÇÃO DE MORTE CEREBRAL O registro do procedimento 05.04.92% do procedimento no SIGTAP e para o segundo cirurgião 23. em conformidade com o estabelecido na Resolução n.002-9 AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA DE MENOR DE 2 ANOS 05. 49. Estes dois códigos não podem ser registrados.002-6 – PROCESSAMENTO DE CORNEA/ESCLERA.11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA Neste procedimento estão incluídos todos os procedimentos necessários em nível hospitalar e ambulatorial – Separação e Avaliação Biomicroscópica da Córnea/Esclera e Contagem Endotelial da Córnea. os procedimentos devem ser registrados em AIH em nome do doador.04.01.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.005-3 .03. somente pode ser registrado o procedimento 05.º 1480/1997 do CFM. são os seguintes: CÓDIGO PROCEDIMENTO 05. Para a remuneração do primeiro cirurgião o sistema calcula 76.01.12 DOADOR EM MORTE CEREBRAL.08% deste valor. conforme a idade do doador.02. 49.01.10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS Os procedimentos especiais de retiradas de órgãos só têm valor na fração SP.01. o procedimento especial 05.49.01. a retirada de córneas efetivamente ocorrer. o código 05.ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E/OU TECIDOS P/TRANSPLANTE se.02. Em ambas as situações.002-9 ou o código 05. As AIH. registrado no campo Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado da tela Identificação da Internação.

d. Os exames complementares a serem observados para constatação de morte encefálica deverão demonstrar de forma inequívoca: a.01. mais de 2 anos . Quando optar-se por eletroencefalograma. alíneas "a".001-4 (4 VASOS) ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE 05.DIARIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃO.2 eletroencefalogramas com intervalo de 48 horas entre um e outro. no entanto.13. b. É possível. ausência de atividade metabólica cerebral ou. de 2 meses a 1 ano incompleto .2 eletroencefalogramas com intervalo de 24 horas entre um e outro. Os códigos no SIGTAP para estes procedimentos são os seguintes: CÓDIGO DESCRIÇÃO 05. conforme determina a Resolução n. "b" e "c" acima.003-0 ENCEFALICA O procedimento destinado às ações necessárias para a manutenção de paciente em morte encefálica sob condições adequadas à viabilização da doação de órgãos e tecidos é o 05. ausência de atividade elétrica cerebral ou.mesma AIH.01.um dos exames citados nas letras "a". b. serão necessários 2 exames com intervalo de 12 horas entre um e outro.004-9 ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA 05. a AIH deve ser emitida em nome do doador registrando-se nos campos Procedimentos Solicitados e realizados da tela 85 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03. de 1 a 2 anos incompletos: um dos exames citados no Art. Os exames complementares serão utilizados por faixa etária. o registro na mesma AIH de procedimentos especiais que comprovam a morte cerebral. Para avaliação da morte encefálica devem ser realizados e registrados exames gráficos para o diagnóstico de morte encefálica.º 1480/1997 do Conselho Federal de Medicina.04. 6º.1 Retirada de órgãos efetuada no hospital em que foi realizado o procedimento de ações relacionadas à doação de órgãos. 49.01. Nesta hipótese.13 RETIRADA DE ÓRGÃOS No caso de morte cerebral confirmada.1.13.1 Retirada processada por equipe profissional deste mesmo hospital.06. serão necessárias ações por parte do hospital e da equipe profissional para a da manutenção hemodinâmica do doador e para a retirada de órgãos: O processo de retirada de órgãos pode ocorrer em uma das seguintes situações abaixo: 49.06. tecidos e células: 49. "b" e "c".004-5 . conforme abaixo especificado: a. c.06. c. de 7 dias a 2 meses incompletos . ausência de perfusão sangüínea cerebral.

03.03.001-5 .03.003-0 05.01.Identificação da Internação.04. com o Procedimento 05.03.03.07.03. CÓDIGO 05.Manutenção hemodinâmica de possível doador e taxa de sala p/ retirada de órgãos.03.01.03.03.03.005-3 PROCEDIMENTO ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA (4 VASOS) CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA TIPAGEM SANGÜÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS E CÉLULA MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE CORAÇÃO P/ PROCESSAMENTO DE VÁLVULA / TUBO VALVADO / TRANSPLANTE RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI / BILATERAL (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA UNI / BILATERAL DE RIM (P/ TRANSPLANTE) COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO E/ OU TECIDOS P/ TRANSPLANTE 49.002-9 05.002-2 .004-0 05.001-4 05.06.03.03.004-5 05.03. emite-se uma AIH em nome do doador para o hospital em que ocorreu a retirada. conforme os 86 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.03.04.001-4 05.01.008-2 05.03.04.01.03.06.03.002-9 05.005-8 05.01.03.Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. portanto compatibilidade entre estes procedimentos principais e estes procedimentos especiais.001-0 05.001-4 .03.001-0 05.006-6 05.13.04.03.002-3 05.003-6 05. poderá também registrar os procedimentos relativos a estes líquidos.04.01.02.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.01.01.03.01. o código 05.03.02.06.2 Retirada processada por equipe profissional proveniente de outro(s) hospital (is) Nesta hipótese.004-9 05.002-2 05.06.003-7 05.03.01. o código 05.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.1. Tecidos e Células e na tela Procedimentos Realizados o código 05.03.03. TECIDOS E CELULAS realizadas por Equipe de Outro Estabelecimento todos os procedimentos relacionados à manutenção hemodinâmica do doador e os de retirada de órgãos constantes da tabela abaixo havendo.007-4 05.01.03. Se o hospital for o fornecedor dos líquidos de preservação de órgãos.001-5 05. TECIDOS E CELULAS e na tela Procedimentos Realizados os procedimentos especiais realizados.003-1 05.001-4 . Podem ser registrados na tela Procedimentos Realizados da AIH do doador. registrando-se nos campos procedimentos solicitado e realizado da tela Identificação da Internação.

No caso de líquido de preservação fornecido pela equipe de retirada.002-2 – ações relacionadas à doação de órgãos. devendo nesta hipótese serem emitidas tantas AIH quantos forem os Procedimentos Realizados (retirada de órgãos por equipes distintas). registrando-se nos campos procedimento solicitado e realizado da tela Identificação da Internação o código 05. deverá 87 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . exceto nos casos de córnea e rim. tecidos e células realizadas por equipe de outro estabelecimento.04. Nas retiradas de órgãos realizadas por equipe proveniente de outro hospital.3 Retirada processada em hospital distinto do das ações relacionadas A retirada pode ser realizada em hospital distinto de onde foi realizado o procedimento de ações relacionadas à doação de órgãos.01. Devem ser obedecidas as seguintes orientações: 05.003-7 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL o que também vai permitir a remuneração adicional do primeiro cirurgião. deve ser emitida uma AIH para cada retirada de órgão. devem ser emitidas tantas AIH quantos forem os Procedimentos Realizados. o procedimento 05.04.002-9 .MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS.13. Se for uma única equipe. os respectivos códigos devem ser registrados na AIH de retirada. Quando a retirada de órgãos for realizada por equipe interestadual deve ser registrado também o procedimento 05. Deve ser observado que não é permitido registro concomitante destes líquidos na AIH do hospital e nas AIH das equipes. (distâncias acima de 100 km) o procedimento 05.04.03.03. Para remuneração adicional do primeiro cirurgião e por equipe intermunicipal (distâncias acima e 100 km.Deslocamento interestadual de equipe profissional p/ retirada de órgãos. registrando ainda os procedimentos especiais referentes ás retiradas. (exceto córnea). excetuando-se a retirada de córnea.03.002-9 .) deve ser registrado o 05. 49. as AIH devem ser emitidas para o hospital que deslocou a equipe. observando-se que não é permitido o registro concomitante do líquido de preservação na AIH do hospital onde foi executada a retirada e nas AIH das equipes quando estas são de outro hospital. deve ser emitida uma única AIH.03.03. seus respectivos códigos.órgãos efetivamente retirados.03.03. No caso dos líquidos de preservação fornecidos pela equipe de retirada.Deslocamento de equipe profissional p/ retirada de órgãos – intermunicipal. E se for realizado por equipe intermunicipal. No caso da retirada de órgão ser realizada por mais de uma equipe. desde que por equipes distintas.04. Quando a retirada de órgãos for realizada por equipe interestadual deve ser registrado também. (exceto para córnea e rim).001-5 .003-7 . devem ser registrados na respectiva AIH de retirada. registrando os respectivos códigos na tela Procedimentos Realizados dessa AIH. tecidos e células Pode ser realizada por equipe profissional deste segundo hospital ou de outro(s) para onde o paciente tenha sido transferido para a efetivação da retirada. ou seja.DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS para possibilitar a remuneração adicional do primeiro cirurgião.

P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP).03.03. a AIH deve ser encerrada e solicitada emissão de nova.01.03.004-9 06.03. O número de diárias utilizadas por AIH será registrado na 1ª linha da Tela Procedimentos Realizados.002-2 06. Registrar também em Procedimentos Realizados.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS TECIDOS E CELULAS realizadas por equipes de outro estabelecimento.010-3 06.08. METILPREDNISOLONA 500MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO AMPOLA) MICOFENOLATO DE MOFETILA 500MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) MICOFENOLATO DE SÓDIO 360MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) MUROMONABE CD3 5MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO AMPOLA DE 0.03.013-8 06. independentemente do número de órgãos retirados) em nome do doador.08.03.015-4 PROCEDIMENTO BASILIXIMABE 20MG INJETÁVEL (POR FRASCO-AMPOLA) P/ TRANSPLANTE CICLOSPORINA 10MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 100MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 25MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 50MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) DACLIZUMABE 5MG/ ML INJETÁVEL P/ TRANSPLANTE (POR FRASCO DE 5 ml) IMUNOGLOBULINA EQÜINA ANTILINFÓCITOS 100MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO-AMPOLA 0.03.007-3 06.08.03.ser emitida uma AIH (apenas uma.001-4 06.5ML) IMUNOGLOBULINA HIPERIMUNE ANTI-HBS .COORDENACAO DE SALA CIRURGICA P/ RETIRADA DE ORGAOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE. IMUNOGLOBULI OBTIDA/COELHOANTITIMOCITOS HUMANOS 200MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP).008-1 06.03.06.08.03. registrando nos campos Procedimento solicitado e Procedimento Realizado da tela Identificação da Internação o código 05. deve ser emitida AIH em nome do paciente e registrar nos campos Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado da AIH.14 Intercorrências Pós-Transplante Para os procedimentos relativos à intercorrência pós-transplante.08.P/ TRANSPLANTE (FRASCOAMPOLA 2 ml E 10 ml) IMUNOGLOBU OBTIDA/COELHO ANTITIMÓCITOS HUMANOS 100MG INJETÁV.011-1 06.03.15 Medicamentos para Pacientes Transplantados Os medicamentos para administração em pacientes transplantados são pagos com recursos do FAEC.08.08.03.08. A AIH emitida para realização deste procedimento tem validade de 31 (trinta) dias.08.02.08. 49.001-0 .04.002-2 . 49.03.009-0 06.03.03. decorrido este prazo e havendo necessidade de permanência do paciente em regime de internação. Estão descriminados no SIGTAP sob os códigos descritos abaixo: CODIGO 06.014-6 06.08.08. os códigos 05.003-0 06.08. o código 05.001-5 .08.03.004-5 .012-0 06.03.TRATAMENTO DE INTERCORRENCIA POS TRANSPLANTE DE ORGAOS/CELULAS-TRONCO HEMATOPOIETICOS.5ML) 88 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .006-5 06. os medicamentos administrados e suas dosagens.03.005-7 06. E na tela Procedimentos Realizados. IMUNOGLOBUL OBTIDA/COELHO ANTITIMOCITOS HUMANOS 25MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP). os quais possuem códigos no SIGTAP (abaixo listados).03.08. sendo que.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS e 05.

permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrências pós-transplante.03.06. Cross Match (provas cruzadas de linfócitos T.03.Não Aparentado O limite de registro por AIH é de 30 (trinta) dias.03. Em caso de necessidade de continuação do tratamento. HLA Classe I e HLA Classe II. hemoterapia e demais procedimentos especiais.16 Atendimento Regime de Hospital-Dia para Intercorrências PósTransplante de Medula Óssea e Outros Órgãos Hematopoiéticos Para atendimento de pacientes pós-transplantes o estabelecimento de saúde deve ser habilitado no código de habilitação 1204 devidamente registrado no CNES.020-0 TACROLIMO MG P/TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) 06. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrências póstransplante.03.5MG P/TRANSPLANTE (FRASCO-AMPOLA) 06.021-9 TACROLIMO 5MG P/TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) 06. 89 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .08.03.016-2 SIROLIMO 1MG P/ TRANSPLANTE (POR DRÁGEA) SIROLIMO 1MG/ML SOLUÇÃO ORAL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO DE 06. podem ser emitidas novas AIH. 49. É.18 Transplante Alogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea – Aparentado O limite de registro por AIH é de 15 (quinze) dias. hemoterapia e demais procedimentos especiais. hemoterapia e demais procedimentos especiais.03.08. para o paciente.018-9 SIROLIMO 2 MG P/ TRANSPLANTE (POR DRÁGEA) 06. 49. podem ser emitidas novas AIH.019-7 ACROLIMO 0. entretanto.08. Em caso de necessidade de continuação do tratamento. para o paciente. 49. Em caso de necessidade de continuação do tratamento. não sendo permitido o registro de permanência a maior ou Diária de UTI. não sendo permitido o registro de permanência a maior e Diária de UTI. É. entretanto.017-0 60ML) 06.022-7 MICOFENOLATO DE SÓDIO 180MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) Os registros de realização de módulo sorológico.19 Transplante Alogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea .08. não sendo permitido o registro de permanência à maior ou Diária de UTI. AGH e linfócitos B) em possíveis doadores de órgãos devem ser efetuadas pelo SIA-SUS.03.17 Transplante Autogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea O limite de registro por AIH para o procedimento é de 07 (sete) dias.08. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrência pós-transplante. entretanto.08. até completar 24 (vinte e quatro) meses da realização do transplante. para o paciente.08. 49. poderão ser emitidas novas AIH. É. até completar 06 (seis) meses da realização do transplante. até completar 24 meses da realização do transplante.

01.006-3 – QUIMIOTERAPIA INTRACAVITARIA (PLEURAL/ PERICARDICA/PERITONEAL). Quando não houver possibilidade de sua realização em regime ambulatorial. Durante a internação do paciente para tratamento oncológico.001-3.04. Diagnóstico. Os demais Procedimentos radioterápicos devem ser registrados em APAC.08. Esses procedimentos somente poderão ser autorizados pelo gestor. devendo registrado como CID principal a neoplasia e como CID secundário o patologia que gerou a internação. Para realização destes procedimentos é necessário que os hospitais estejam habilitados em Alta Complexidade de Assistência Cardiovascular.º 2. Tratamento. Os procedimentos a seguir descritos podem ser realizados em Unidades habilitadas em Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular.º 1. ONCOLOGIA A Portaria GM/MS n. composta por Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Cardiovascular e Centros de Referência de Alta Complexidade em Cardiovascular. Reabilitação e Cuidados Paliativos. Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON).º 741/2005. Unidades e Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular estão definidas na Portaria SAS/MS nº 210 de 15 de junho de 2004. – TRATAMENTO INTERCORRENCIAS CLINICAS EM PACIENTES ONCOLOGICOS pode realizado por hospitais habilitados ou não para alta complexidade.04.10. Prevenção.439/2005. a internação será autorizada.011-1 .04. A validade da AIH para internação deste procedimento será de 30 dias/mês. ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR Portaria GM/MS n. O procedimento 03. O procedimento 03. Centros de Referência de Alta Complexidade em Oncologia. 90 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .08. será mantido o pagamento da quimioterapia por meio de APAC à exceção dos procedimentos 03.INTERNACAO PARA RADIOTERAPIA EXTERNA (COBALTOTERAPIA OU ACELERADOR LINEAR) poderá ser realizado por hospitais habilitados ou não para alta complexidade. definindo Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção Oncológica composta por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia. As normas de classificação e credenciamentos de Unidades e Centros de Assistência e Autorização dos Centros de Referência de Alta Complexidade em Oncologia estão definidas na Portaria SAS/MS n.004-7 – QUIMIOTERAPIA INTRARTERIAL e 03. onde os valores da quimioterapia estão incluídos nos serviços hospitalares. para serem realizados em hospitais previamente habilitados para alta complexidade em câncer.50. após justificativa técnica do médico assistente.04.169/2004 institui a Política Nacional de Atenção Cardiovascular de Alta Complexidade e define a implantação de Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção em Alta Complexidade Cardiovascular. A quimioterapia dos pacientes deve ser realizada em regime ambulatorial. ou a critério deste. As normas de classificação e credenciamento dos Serviços. instituiu a Política Nacional de Atenção Oncológica: Promoção. DE ser ser da 51.

qualquer técnica e Aneurismectomia Toraco-Abdominal.012-0 04. cirurgião cardiovascular e cirurgião vascular.058-2 04.02.051-5 04.02.012-4 04.02. é compatível com os materiais códigos 07.06. 04.ANGIOPLASTIA CORONARIANA PRIMÁRIA (INCLUI CATETERISMO).01.06.01.02.01.005-1 04.06.15. realizado por médico radiologista intervencionista.05.06.06.03.06.06.051-0 04.050-7 04.06.06.04. no percentual de até 20% (vinte por cento) sobre o quantitativo total deste procedimento.004-9 .06.03.06.003-5 04.004-3 04.02.SHUNT INTRAHEPÁTICO PORTO-SISTÊMICO (TIPS) COM STENT NÃO RECOBERTO.06.06.006-7 – CATETER DE TERMODILUIÇÃO e 07.059-0 04.02.INCLUI ABDOMINAL. 04.06.06.053-1 04.004-3 04.014-3 .048-5 04.06.06.02.06. deve ser realizada exclusivamente nos hospitais habilitados para Transplantes Cardíacos.02.068-4 04.097-8 PROCEDIMENTO VALVULOPLASTIA MITRAL PERCUTÂNEA VALVULOPLASTIA TRICÚSPIDE PERCUTÂNEA TROCA DE AORTA DESCENDENTE .014-6 04.06. CÓDIGO 04.06.06. e não aceita permanência maior.BIÓPSIA ENDOMIOCÁRDICA. Plastia Arterial com remendo.01.026-5 .077-3 04.01.06.03.º 123/2005. (QUALQUER TÉCNICA).02.02.06.016-7 04.02.054-0 04.05. Tratamento Cirúrgico de Aneurismas das Artérias Viscerais.02. 91 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .010-2 04.02.não sendo restrito apenas aos hospitais habilitados como Centros de Referência conforme Portaria SAS/MS n.01.06.06.06.02.02.096-0 04. não deverá ultrapassar o percentual de 30% (trinta por cento) do total das cirurgias realizadas (PT SAS/MS n.02. ANEURISMECTOMIA TORACO-ABDOMINAL. ANEURISMECTOMIA TORACO-ABDOMINAL IMPLANTE DE MARCAPASSO TEMPORÁRIO TRANSVENOSO CARDIOGRAFIA CARDIOTOMIA PARA RETIRADA DE CORPO ESTRANHO PERICARDIOCENTESE DRENAGEM COM BIÓPSIA DE PERICÁRDIO TROMBECTOMIA VENOSA EMBOLECTOMIA ARTERIAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO SUPERIOR UNILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO SUPERIOR BILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO INFERIOR UNILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO INFERIOR BILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DA REGIÃO CERVICAL FASCIOTOMIA PARA DESCOMPRESSÃO DEBRIDAMENTO DE ÚLCERA OU DE TECIDOS DESVITALIZADOS ANEURISMECTOMIA DE AORTA ABDOMINAL INFRA-RENAL TRATAMENTO CIRÚRGICO DE ANEURISMAS DAS ARTÉRIAS VISCERAIS PLASTIA ARTERIAL COM REMENDO.005-1 04. Para os procedimentos fica estabelecido: 02.01.030-2 04.052-3 04.º 21/2004).011-0 04.06.125-0 – CONJUNTO DESCARTÁVEL DE BALÃO INTRA-AÓRTICO. TRATAMENTO CIRÚRGICO DE LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DO ABDOME TRATAMENTO DE CONTUSÃO MIOCÁRDICA TRATAMENTO DE FERIMENTO CARDÍACO PERFURO-CORTANTE A realização de cada um dos procedimentos de Aneurismectomia de Aorta Abdominal Infra-renal. somente pode ser realizado em hospitais habilitados para a realização de Transplante de Fígado.01.01.02.

o percentual de 50% (cinqüenta por cento) do total dos procedimentos eletrofisiológicos realizados (PT SAS/MS n. 04. As habilitações da Cardiovascular são as seguintes: 08. Todo procedimento de Alta Complexidade deste elenco exige um ou mais dos seguintes GRUPOS DE HABILITAÇÃO AO MESMO TEMPO PARA UM DETERMINADO PROCEDIMENTO: (0801 e 0803) – (0801 e 0804) – (0801 e 0805) . não deve exceder o total de 20% (vinte por cento) do total das angioplastias coronarianas realizadas. 08.(0802 e 0807).(0801 e 0806) .Centro de referência em alta complexidade cardiovascular.06.041-2 .05 .Cirurgia cardiovascular e procedimentos em cardiologia intervencionista.06 .04 . não devem exceder em conjunto.03 .01. Os procedimentos de alta complexidade do Grupo 04.07 – Laboratório de eletrofisiologia. Os procedimentos de alta complexidade em epilepsia a seguir relacionados.(0801 e 0807) .º 756/2005 estabelece normas específicas para credenciamento e habilitação em Serviço de Assistência de Alta Complexidade de Investigação e Cirurgia da Epilepsia.05.06.06. 52. Os procedimentos Eletrofisiológicos Terapêuticos de códigos 04. EPILEPSIA A Portaria SAS/MS n.Cirurgia vascular. Os procedimentos que envolvem marcapasso de mais de uma câmera/cardiodesfibrilador são exclusivos dos Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular.recém nascidos internados em Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal de hospitais gerais e/ou materno-infantis. 04.º 123/2005).XXX-X.05.Cirurgia cardiovascular pediátrica. 08. Subgrupo 06 exigem habilitação e tem portarias específicas que definem as normas a serem cumpridas pelos estabelecimentos de saúde para sua realização.XX.04.Cirurgia vascular e procedimentos endovasculares extra cardíacos.03. 08.05. 92 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . 08.º 346/2010 redefiniu as compatibilidades de OPM dos procedimentos da Cirurgia Cardiovascular em todos os procedimentos do Grupo. 08. Nos relatórios do SIGTAP estão as habilitações exigidas para cada procedimento do 04. 08.06. só podem ser registrados na AIH quando realizados em Serviços de Assistência de Alta Complexidade de Investigação e Cirurgia da Epilepsia.CORREÇÃO DA PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL NO RECÉM-NASCIDO .06. A Portaria SAS/MS n.02 .013-9.Unidade de assistência de alta complexidade cardiovascular.06.01 .(0802 e 0805) – (0802 e 0806) .010-4 e 04. cirurgia cardiovascular e procedimentos de cardiologia intervencionista.(0802 e 0804) .007-4.(0802 e 0803) . pode ser realizado também por cirurgião pediátrico com experiência em cirurgia torácica e/ou cirurgião cardiovascular.002-2– ANGIOPLASTIA CORONARIANA COM IMPLANTE DE DUPLA PRÓTESE INTRALUMINAL ARTERIAL.

03.05.11.03.03.MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA SEM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO.003-6 . que são formadas por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA COM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO. A Portaria SAS/MS n.06.006-0 – MICROCIRURGIA PARA RESSECÇÕES MULTILOBARES.009-1 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA PELO VIDEO-EEG C/ OU S/ USO DE ELETRODO ESFENOIDAL.005-2 – MICROCIRURGIA PARA LOBECTOMIA TEMPORAL OU AMIGDALO-HIPOCAMPECTOMIA e 04. e Centros de Referência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.008-7 – MICROCIRURGIA P/ RESSECÇÃO UNILOBAR EXTRA TEMPORAL S/ MONITORAMENTO INTRA-OPERATÓRIO. habilitado em Investigação e Cirurgia da Epilepsia: 04. equipamentos e recursos humanos capazes de prestar assistência em traumatologia e ortopedia. O procedimento clínico 03.06.004-4 . 04. 04. HEMISFERECTOMIA OU CALOSOTOMIA 02.05.03. não necessitando. instalações físicas. 04. portanto.06. e 02. 04. de caráter técnico.001-0 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA CIRÚRGICA P/ IMPLANTAÇÃO ELETRODOS INVASIVOS BILATERAL. que o estabelecimento seja habilitado para a sua realização. 04.06.06.007-9 – MICROCIRURGIA PARA RESSECÇÃO UNILOBAR EXTRA TEMPORAL COM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO.para atendimento aos portadores de epilepsia são de média complexidade. INCLUI VIDEO-EEG.06.11. que exerça o papel auxiliar.instalados em um Centro de Referência de Alta Complexidade em Neurologia. As Unidades de Assistência e os Centros de Referência em Traumatologia e Ortopedia podem prestar atendimento nos serviços de: 93 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03. 04. CIRÚRGICA P/ IMPLANTAÇÃO ELETRODOS INVASIVOS UNILATERAL. e definiu a organização de Redes Estadual e/ou Regional de Atenção em Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.03.001-7 AJUSTE MEDICAMENTOSO DE SITUAÇÕES NEUROLÓGICAS AGUDIZADAS .º 90/2009 define Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia e Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade.014-8 – TESTE DE WADA COM AMITAL SÓDICO. INCLUI VIDEO-EEG. 04. Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade é o hospital geral ou especializado em Traumatologia e Ortopedia. devidamente credenciado e habilitado como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia.03. TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA A Portaria GM/MS n.06.03.04.03.06.002-8 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA.06.009-5 – TRANSECÇÕES SUBPIAIS MÚLTIPLAS EM ÁREAS ELOQÜENTES. ao gestor do SUS na Política de Atenção em Traumatologia e Ortopedia e possua atributos definidos na portaria.º 221/2005 instituiu a Política Nacional de Atenção de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.03. 53. Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia é o hospital geral ou especializado que possua condições técnicas.

03. PRINCIPAL DESCRIÇÃO PROCED.03. NEUROCIRURGIA – CIRURGIAS SEQUENCIAIS A Portaria SAS/MS n.014-4 04.002-6 Procedimentos Seqüenciais em Ortopedia e/ou Neurocirurgia: PROCED. A complexidade deste procedimento depende dos procedimentos realizados.001-2 CRANIOPLASTIA TUMOR ÓSSEO 94 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03. bilaterais ou não.002-6 .08.08.º 723/2007 altera alguns artigos da Portaria GM/MS n.º 1. interdependência e complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas. executados através de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico.03.15. tem quantidade máxima de três e deverão ser registrados em ordem decrescente de complexidade. Os Procedimentos Seqüenciais deverão ser registrados no campo procedimentos realizados do SISAIH01. COMPATÍVEIS DA 04.02. nos percentuais a seguir: 1º PROCEDIMENTO 100% 2º PROCEDIMENTO 75% 3º PROCEDIMENTO 50% Os procedimentos a seguir correlacionados são os possíveis para o código 04.012-8 04.03.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO FACIAL TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO DA CRANIOSSINOSTOSE 04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO COMPLEXA CRANIECTOMIA POR 04.01.01.03.º 723/2007 também redefine o procedimento 04.04. Serviço de Traumatologia e Ortopedia de Urgência. e Centros de Referência de Alta Complexidade em Neurocirurgia. Serviço de Traumatologia e Ortopedia Pediátrica (até 21 anos de idade).003-9 DESCOMPRESSIVA FOSSA POSTERIOR 04.01.01.01.01. A Portaria estabelece as diretrizes para o credenciamento em Traumatologia e Ortopedia.04.03.02.005-6 RETIRADA DE ENXERTO AUTÓGENO DE ILÍACO MICROCIRURGIA DERIVAÇÃO VENTRICULAR 04. devidos à mesma doença.021-7 04. e define a implantação de Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção ao Portador de Doença Neurológica formadas por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Neurocirurgia.01.15.161/2005 que instituiu a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Neurológica.08. será pago um percentual decrescente do valor de acordo com a ordem em que forem registrados no SISAIH01.03.009-8 04.001-2 CRANIOPLASTIA 04. A Portaria SAS/MS n.009-8 CEREBRAL ENDOSCÓPICA EXTERNA OU SUBGALEAL RECONSTRUÇÃO RETIRADA DE ENXERTO CRANIANA OU CRÂNIO 04.021-1 DESCRIÇÃO DERIVAÇÃO VENTRICULAR EXTERNA/ SUBGALEAL CRANIOTOMIA 04. 54.03.04.03. Quanto à remuneração. aplicados a órgão único ou região anatômica única ou regiões contíguas.PROCEDIMENTOS SEQÜENCIAIS DE COLUNA EM ORTOPEDIA E/OU NEUROCIRURGIA: são atos cirúrgicos com vínculo de continuidade.01.Serviço de Traumatologia e Ortopedia.

021-6 04.04.016-1 RESSECÇÃO DE 2 OU MAIS CORPOS RETIRADA DE ENXERTO 04.021-1 04.03.MICROCIRURGIA P/ 04.026-7 (1 NÍVEL-INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR 04.03.0.08.08.03.08.03.04.04.017-4 EXPLORADORA LOMBO-SACROS (INCLUI LAPAROTOMIA RECONSTRUÇÃO) 04.03.03.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO ARTRODESE OCCIPTO04.020-8 04.08.053-4 04.03. INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) 04.03.018-6 CERVICAL (C3) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTO04.016-1 EXPLORADORA RESSECÇÃO DE RETIRADA DE ENXERTO ELEMENTO VERTEBRAL 04.029-1 (DOIS NÍVEIS.12.08.03.01.03.03.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO POSTERIOR/POSTEROLATERAL / DISTAL A C2 95 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .009-8 04.03.08.03.08.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO MAIS CORPOS TORACOTOMIA 04.024-0 DURAL (2 NÍVEIS INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR 04.03.08.07.04.08.001-2 CRANIOPLASTIA TUMOR BASE DO CRÂNIO CRANIOTOMIA P/RETIRADA TUMOR DERIVAÇÃO VENTRICULAR 04.08.04.04.012-9 04.04.03.03.04.051-8 VERTEBRAIS TÓRACO.017-4 TORACOTOMIA EXPLORADORA LAPAROTOMIA EXPLORADORA 04.04.03. 04.0003-0 CEREB FOSSA EXTERNA OU SUBGALEAL POSTERIOR RETIRADA DE ENXERTO 04.01.050-0 VERTEBRAIS CERVICAIS AUTÓGENO DE ILÍACO (INCLUI RECONSTRUÇÃO) RETIRADA DE ENXERTO RESSECÇÃO DE 2 OU 04.08.03.023-2 (1 NÍVEL INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) RESSECÇÃO DE TUMOR ARTRODESE TÓRACO04.027-5 (3 NÍVEIS INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR.022-4 ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C5) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C6) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C7) POSTERIOR ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA ANTERIOR 04.03.08.019-4 CERVICAL (C4) POSTERIOR 04.08.08.07.08.12.08.03.08.016-1 RAQUIMEDULAR EXTRALOMBO-SACRA ANTERIOR 04.

(MAIS DE 2 SEGMENTOS) RESSECÇÃO DE ELEMENTO VERTEBRAL RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.054-2 POSTERIOR/POSTERO04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO LATERAL DISTAL A C2 (ATE 2 SEGMENTOS) RESSECÇÃO DE UM RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.055-0 CORPO VERTEBRAL 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO CERVICAL RETIRADA DE ENXERTO 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO RESSECÇÃO UM CORPO TORACOTOMIA VERTEBRAL TÓRACO04.08.03.051-9 04.12.04.017-4 EXPLORADORA LOMBO-SACRO (INCLUI RECONSTRUÇÃO) LAPAROTOMIA 04.07.04.016-1 EXPLORADORA RETIRADA DE ENXERTO REVISÃO ARTRODESE 04.08.04.021-1 AUTÓGENO ILÍACO /TRATAMENTO CIRÚRGICO TORACOTOMIA 04.08.03.061-5 DE PSEUDARTOSE DA 04.12.04.017-4 EXPLORADORA COLUNA TÓRACO-LOMBOLAPAROTOMIA SACRA ANTERIOR 04.07.04.016-1 EXPLORADORA REVISÃO ARTRODESE / TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO DE PSEUDARTROSE DA 04.08.04.021-1 04.08.03.062-3 AUTÓGENO DE ILÍACO COLUNA CERVICAL POSTERIOR RETIRADA DE ENXERTO REVISÃO ARTRODESE / 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO TRATAMENTO CIRÚRGICO TORACOTOMIA 04.08.03.063-1 DE PSEUDARTROSE DA 04.12.04.017-4 EXPLORADORA COLUNA TÓRACO-LOMBOLAPAROTOMIA SACRA POSTERIOR 04.07.04.016-1 EXPLORADORA REVISÃO ARTRODESE TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.064-0 DE PSEUDOARTORSE DA 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO COLUNA CERVICAL ANTERIOR

Cada procedimento informado deve ser seguido nas linhas imediatamente abaixo com as OPM correspondentes. Só registrar o código da segunda cirurgia quando encerrar todas as OPM da primeira cirurgia e assim sucessivamente. Se não for obedecida esta lógica, haverá rejeição da AIH. As OPM são pagas integralmente para todas as cirurgias. A Portaria SAS/MS n.º 694 incluiu novas cirurgias seqüenciais em neurocirurgia compatíveis com o código 04.15.02.002-6 - Procedimentos Seqüenciais em Ortopedia e/ou Neurocirurgia, conforme a seguir relacionado:
PROCEDIMENTO PRINCIPAL SEQÜENCIAL

PROCEDIMENTO PRINCIPAL

04.03.01.011-0 Descompressão de órbita 04.03.01.001-2 Cranioplastia por doença ou trauma 04.03.01.014-4 Reconstrução craniana/crânio-facial 04.03.01.026-8 Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.027-6 Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.026-8 - Tratamento
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cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.028-4 Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.030-6 Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo 04.03.01.028-4 Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.026-8- Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.030-6- Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo 04.03.01.027-6- Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.026-8- Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.028-4-Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.027-6- Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia

04.03.01.030-6 Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo

04.03.01.033-0 Tratamento cirúrgico de platibasia e malformação de arnold chiari 04.03.03.005-6 Craniectomia por tumor ósseo 04.03.03.012-9 Microcirurgia p/ tumor da base do crânio 04.03.03.013-7 Microcirurgia p/ tumor de órbita 04.03.03.014-5 Microcirurgia p/ tumor intracraniano 04.03.03.015-3 Microcirurgia p/ tumor intracraniano (c/ técnica complementar)

A Portaria define também que em todo tratamento cirúrgico de aneurisma cerebral múltiplo a liberação do procedimento deve ser mediante autorização do gestor local. Nos casos de urgência/emergência o tratamento cirúrgico deve ser justificado ao gestor local posteriormente à sua execução.

55. DISTÚRBIOS DO SONO – POLISSONOGRAFIA
O procedimento 02.11.05.010-5 - POLISSONOGRAFIA, incluído pela Portaria SAS/MS n.º 165/1998, somente pode ser realizado por Hospitais Universitários habilitados para alta complexidade em neurocirurgia e que possuam profissionais com título de especialista em psiquiatria, pneumologia, bem como odontólogos com especialização em aparelhos extra-orais para apnéia.

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56. GASTROPLASTIA
O procedimento e o material compatível constante nas tabelas de procedimentos e compatibilidade, somente podem ser realizados/registrados por hospital que esteja previamente habilitado como Centro de Referência em Cirurgia Bariátrica. As despesas decorrentes do tratamento cirúrgico de Obesidade Mórbida serão custeadas com recursos do FAEC e consideradas procedimento estratégico. No procedimento 04.07.01.018-1 – GASTROPLASTIA VERTICAL COM BANDA, já estão incluídos no seu valor as OPM: 07.02.05.00-40 – CARGA PARA GRAMPEADOR LINEAR CORTANTE, 07.02.05.028-8 – GRAMPEADOR LINEAR CORTANTE, não sendo registrado à parte no SISAIH01. As unidades que efetuarem a avaliação inicial e os Centros de Referência devem observar o Protocolo de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia, sendo obrigatório o preenchimento de todas as informações contidas no protocolo, aprovado, na forma do anexo I da Portaria GM/MS n.º 628/2001. Considerando a necessidade de criar mecanismos que facilitem o acesso aos pacientes submetidos à Gastroplastia, aos procedimentos de cirurgia plástica corretiva a portaria GM/MS n.º 545/2002 incluiu os procedimentos abaixo: PROCEDIMENTO DESCRIÇÃO
04.13.04.005-4 04.13.04.008-9 04.13.04.007-0 04.13.04.006-2 04.15.02.001-8 Dermolipectomia Abdominal pós Gastroplastia Mamoplastia pós Gastroplastia Dermolipectomia Crural pós Gastroplastia Dermolipectomia Braquial pós Gastroplastia Cirurgias Plásticas Seqüenciais em pacientes pós Gastroplastia

O registro do procedimento 04.15.02.001-8 - CIRURGIAS PLÁSTICAS SEQÜENCIAIS EM PACIENTES PÓS GASTROPLASTIA é efetuado da seguinte forma: Podem ser registrados simultaneamente (no máximo 02 procedimentos) por AIH, quando as condições clínicas do paciente assim o permitirem. A AIH deverá ter como Procedimento Solicitado e Realizado o código 04.15.02.001-8. Os Procedimentos Realizados devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Quando for realizado qualquer procedimento relativo à Gastroplastia deve ser preenchido o formulário de Indicação de Cirurgia Plástica Reparadora Pós Gastroplastia que obrigatoriamente fará parte do prontuário médico. Para registro desses procedimentos, deve ser digitado no campo específico “AIH Anterior” o n.º da AIH referente à cirurgia de Gastroplastia realizada no paciente. O paciente pode realizar a cirurgia em outro hospital diferente do que realizou a Gastroplastia, desde que este outro estabelecimento seja habilitado em obesidade mórbida.

57. TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA
Portaria GM/MS n.º 2305/2001 aprova o Protocolo de Indicação de Tratamento Clínico da osteogêneses imperfecta com pamidronato dissódico no âmbito do SUS. O Protocolo deve ser observado na avaliação inicial dos pacientes, na indicação do procedimento clínico e na descrição da evolução do
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incluindo triagem e avaliação nutricional. as unidades hospitalares que possuírem condições técnicas. São Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. 58. em 99 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . pelas unidades que efetuarem a avaliação inicial e pelos Centros de Referência que realizarem o procedimento e o acompanhamento clínico dos pacientes. executem ações de triagem e avaliação. equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência integral e especializada em nutrição enteral ou enteral/parenteral. abaixo descritos: 03. As despesas decorrentes do TOI são custeadas com recursos do FAEC.03. daqueles pacientes a ele submetidos. O procedimento 03. instalações físicas. de manipulação/fabricação. insumos e exames necessários para o tratamento.03. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH/SUS. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Enteral. Normas para Cadastramento e Centros de Referência em Osteogêneses Imperfecta.INTERNACAO PARA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO ESPECÍFICA PARA O TOI No valor do procedimento estão incluídos os medicamentos. Nutrição enteral é aquela fórmula nutricional completa. ovo. nasogástrica. leite ou proteína de soja. TERAPIA NUTRICIONAL A Portaria SAS/MS n. a pacientes em risco nutricional ou desnutridos.002-5 somente pode ser realizado/registrado por hospital que esteja previamente habilitado como Centro de Referência em Osteogêneses Imperfecta. É obrigatório o preenchimento de todas as informações contidas na Ficha de Inclusão de Pacientes ao TOI. São Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional.04. a partir de maltodextrina. caseína. administrada através de sondas nasoentérica. de jejunostomia ou de gastrostomia. Definiu as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. o Grupo de Procedimentos e os procedimentos. além de preencherem os critérios previstos para Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. gordura.002-5 . indicação e acompanhamento nutricional. podendo ainda ser responsável pela manipulação/fabricação. como procedimento estratégico.º 120/2009 aprovou as Normas de Classificação e Credenciamento/ Habilitação dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral e Enteral/ Parenteral. de 06 de julho 2000. suas competências e qualidades.04.tratamento. conforme definido na Resolução de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária n.º 63. materiais. dispensação e administração da fórmula enteral e/ou parenteral necessária. A portaria também aprova a Ficha de inclusão de Pacientes no Tratamento da Osteogêneses Imperfecta TOI no SUS. As dietas artesanais ou semi-artesanais administradas por sondas. etc. dispensação e administração da fórmula nutricional. indicação e acompanhamento nutricional. as unidades hospitalares que. A fórmula nutricional completa exclui qualquer tipo de dieta artesanal e semi-artesanal.

09. independente da faixa etária.009-8 03.09. carboidratos. a parenteral.004-5 03.001-9 .01.01.01. O procedimento 04.008-0 03.005-5 e 03. estão com seus valores inseridos nos Serviços Hospitalares (SH). sendo uma solução ou emulsão composta obrigatoriamente de aminoácidos. ou seja.01.01.010-1 PROCEDIMENTO LIMITE ÚTIL PASSAGEM DE SONDA NASO 01 ENTÉRICA (INCLUI SONDA) GASTROSTOMIA ENDOSCÓPICA PERCUTÂNEA 01 (INCLUI MATERIAL E SEDAÇÃO) A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO ENTERAL parenteral será remunerada por dia PEDIÁTRICA acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL parenteral será remunerada por dia PEDIÁTRICA acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO ENTERAL EM parenteral será remunerada por dia NEONATOLOGIA acordo com a prescrição médica no limite 30 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL EM parenteral será remunerada por dia NEONATOLOGIA acordo com a prescrição médica no limite 30 por AIH. Na administração concomitante de nutrição parenteral e enteral.09. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Enteral.pacientes com trato digestivo íntegro. para suprir as necessidades metabólicas e nutricionais de pacientes impossibilitados de alcançá-la por via oral ou enteral.01. mas com déficit de deglutição.09. 03.15.09. vitaminas e minerais.09.006-3 relacionados à nutrição enteral. em conformidade com a Portaria SVS/MS n.01. 03.01.09. Medicamentos e OPM do SUS.006-3 e de de e de de e de de e de de e de de e de de 03. com ou sem administração diária de lipídios.01. será remunerada a terapia de maior valor.006-3 03. As Empresas Prestadoras de Bens e/ou Serviços contratadas pelos hospitais (EPBS) deverão estar autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.01.003-9 03. Os procedimentos 03.01.09.0047. A administração de nutrição enteral parenteral será remunerada por dia NUTRIÇÃO ENTERAL ADULTO acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL parenteral será remunerada por dia ADULTO acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH 03.CATETERISMO DE VEIA CENTRAL POR PUNCAO foi excluído do SIGTAP pela Portaria SAS/MS n. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Parenteral e a Resolução de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária N. Nutrição parenteral é aquela administrada por via intravenosa.09.09.09.01.09. da Tabela de Procedimentos.04. relacionados à nutrição parenteral.º 272/1998.09. são excludentes com os procedimentos 03.008-0 e 03.º 381/2009.009-8.01.º 63/2000.007-1 100 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .09.007-1. CODIGO 03.01.

devendo aceitar os códigos autorizados pelo gestor local e informados na AIH. O SISAIH01 aceita o registro de mais de 01 procedimento principal na mesma AIH. aplicados a órgão único ou regiões contíguas. a relação de todos os profissionais que tinham descontos de pensão alimentícia com os dados dos seus respectivos pensionistas. a responsabilidade pelo pagamento das pensões alimentícias é do gestor estadual ou municipal. Estas são atos cirúrgicos com vínculo de continuidade. CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA Com a implementação do Sistema de Informação Hospitalar Descentralizado (SIHD) e a habilitação de todos os estados na gestão plena.15. Em abril de 2006. no entanto só haverá o cálculo dos valores do primeiro procedimento informado. Este pagamento de pensão alimentícia é como qualquer outro. 60. As regras para a informação e percentuais de remuneração para o procedimento são as mesmas do procedimento 04. A título de lembrete: deve ser exigido que o interessado apresente o Mandado Judicial que determinou o desconto e/ou a suspensão da pensão.59.02. Os outros servirão apenas para efeito de informação. Neste procedimento só serão aceitos nos sistemas as concomitâncias de procedimentos do Grupo 04 – Procedimentos Cirúrgicos. 101 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 723/2007. exclusões ou qualquer outro assunto que diga respeito à pensões cabe exclusivamente ao gestor local. A partir de então. o controle de cadastros. decorrente de qualquer decisão judicial.003-4 – OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQÜENCIAIS. interdependência e complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas. OUTROS PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS COM CIRURGIAS A Portaria SAS/MS n° 662/ 2008 inclui na Tabela de Procedimentos. foi disponibilizada na MSBBS. Não é necessário que seja através do sistema da AIH.002-6 – PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS EM NEUROCIRURGIA E/OU ORTOPEDIA. devidos a mesma doença. A AIH assumirá a complexidade do primeiro procedimento principal registrado no SISAIH01. executados por uma ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico e permitindo o registro de procedimentos seqüenciais ainda não formalizados em portarias técnicas específicas e cujas concomitâncias não estejam contempladas na Portaria SAS/MS n.15. Nos sistemas SISAIH01 e SIHD não há críticas de restrição às compatibilidades e concomitâncias não definidas em portaria específica e constante no SIGTAP. na área restrita aos gestores. pagamentos. para dar conhecimento aos gestores locais sobre os pensionistas até então cadastrados no SIH com processamento centralizado. Medicamentos e OPM do SUS o Procedimento 04. conforme a forma de gestão do SUS. Os gestores definem a forma para cadastro e pagamento dos beneficiários das pensões de acordo com a legislação vigente. desde que do grupo 04 . bilaterais ou não.Procedimentos Cirúrgicos.02.

63.º 20/2005 deve ser avaliada pela equipe da Vigilância Epidemiológica em âmbito Hospitalar ou pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica (VE) da Secretaria Municipal de Saúde / Secretaria Estadual de Saúde. VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃO DO ESTABELECIMENTO O SIHD verifica a habilitação do estabelecimento na DATA DA ALTA do paciente.º 312/2002. ALTA POR ÓBITO De acordo com a Portaria SAS/MS n. da Secretaria Municipal de Saúde / Secretaria Estadual de Saúde e para a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). 62.º 719/2007. AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA Toda AIH com agravos de notificação compulsória (ANC).º 20/2005 serão bloqueadas pelo SIHD. assim como das AIH desbloqueadas com o CID correspondente e o respectivo autorizador. mesmo que estas visitas sejam realizadas pelo mesmo médico. Anexos I e II da Portaria Conjunta SAS/SVS/MS n. Na Portaria SAS/MS n. é considerado óbito hospitalar. para análise do Serviço de Vigilância Epidemiológica. encontram-se os motivos de saída por óbito. Se o procedimento principal de uma AIH for compatível com a idade do paciente. e não a data ou competência da apresentação da AIH.Quando numa AIH houver mais de 01 procedimento principal registrado o valor do SP do primeiro procedimento será dividido pelo número de pontos da soma de todos os procedimentos principais informados para efeito de rateio. 102 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . O relatório deverá ser disponibilizado para o Serviço de Vigilância Epidemiológica (VE) em âmbito hospitalar. deverá ser emitido AIH com o código do procedimento que seja compatível com a hipótese diagnóstica levantada. exceto no caso de Transplantes que é um procedimento especial zerado. Todas as consultas ou visitas médicas feitas ao paciente internado devem ser registradas no sistema. 61. se este ocorrer após o paciente ter dado entrada no hospital. O SISAIH01 obriga que na primeira linha seja informado um procedimento principal. mas é obrigatório o CID da causa mortis. Após o processamento o sistema emite um relatório com a relação das AIH com ANC bloqueadas. do Ministério da Saúde. Não é necessário o número da Declaração de Óbito no sistema. identificada através da CID10. Nos procedimentos clínicos o valor referente aos pontos vai para o CPF do médico que foi informado na primeira linha do procedimento principal. As AIH com CID constante da Portaria SAS/MS n. não haverá rejeição se um procedimento especial realizado tenha idade diferente. independente do fato dos procedimentos administrativos relacionados à internação já terem sido realizados ou não. Assim sendo.

03.01.64. conforme o caso:  03.TRATAMENTO CONSERVADOR DE LUMBAGO OU DORSALGIA REFRATÁRIA. O pagamento dos serviços hospitalares atribuídos a cada um dos Procedimentos Realizados é feito pela soma dos valores correspondentes a coluna dos Serviços Hospitalares SH registrados na AIH.gov.  03.DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLINICA PEDIATRICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica pediátrica. Taxas de Sala.DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA CIRÚRGICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico para clínica cirúrgica. em que há grande área de tecido afetado nos aspectos de extensão. Materiais 103 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .Dor lombar baixa pode ser pesquisado no SIGTAP os procedimentos permitidos.Lumbago com ciática. onde estão incluídos os valores referentes à: Alimentação. Nos casos de pacientes com CID M544 . M545 . com a finalidade de promover cicatrização e evitar a contaminação e/ou para tratar infecções. tornando-o AIH Procedimento Secundário. CURATIVO GRAU II O procedimento 04.º 706/2008 alterou o instrumento de registro do procedimento 03.06. profundidade e exsudato (grau II).datasus.01.01.06.001-0 . 65.06.09. 66.029-4 . REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGO na AIH A Portaria MS/SAS n.007-0 .008-8 – DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MEDICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica médica.br No Menu escolher – Relatórios – Relacionamentos – Procedimentos X CID e serão exibidas as opções definidas no sistema.001-5 . É possível que o paciente não apresente nenhum dos CID’s previstos no SIGTAP. Este procedimento não tem compatibilidade especificada no SIGTAP por atender a necessidades clínicas inerentes ao quadro clínico do paciente e não tem ligação formal ou técnica com nenhum procedimento principal que tenha gerado a internação do paciente. É uma ação realizada em pacientes que necessitam de cuidados mais complexos.CURATIVO GRAU II C/ OU S/ DEBRIDAMENTO corresponde ao tratamento de lesão aberta.  03.01. Ele é um procedimento especial e pode ser registrado em uma AIH de qualquer procedimento principal e será remunerado pelo valor do SIGTAP.01. Para tanto buscar em http://sigtap.RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH A hospitalização de um paciente resultará na geração de valores para SP e SH. Nestes casos os procedimentos possíveis são aqueles que se referem ao primeiro Atendimento.

º de pontos Serviços Profissionais da AIH (2) Valor a ser recebido pelo profissional é igual: N. obtendo-se daí o valor em reais. cujo valor de SP é R$ 833. Medicamentos e exames de apoio diagnóstico de natureza simples como a patologia Clínica e Radiologia.90 R$ 833. Os valores pagos aos auxílios cirúrgicos correspondem a 30% da quantidade de pontos do cirurgião para o 1º auxiliar e 20% para os demais auxiliares A remuneração dos SP prestados por cada hospital é feita obedecendo à seguinte sistemática: Somam-se os valores em reais que correspondam aos SP registrados na AIH. mediante a divisão do valor em reais dos SP pelo total de pontos dos Procedimentos Realizados. Soma-se o número de pontos correspondentes aos Procedimentos Realizados e prestados por cada uma das pessoas física ou jurídica.P da AIH A seguir.90 = 583. e sim 30% do valor do SP do procedimento cirúrgico.Hospitalares. Medicamentos e OPM do SUS.10 para ratear com os demais profissionais cujo CPF/CNPJ foram registrados na AIH.º de pontos acumulados por profissional na AIH X Valor do Ponto S. dois auxiliares.10 Ficando R$ 583. Cálculo da quantidade pontos de cada participante (exceto para o anestesista que não tem pontos) Cirurgião = 1800 (a mesma quantidade de ponto do procedimento.00 = R$ 249. um exemplo detalhado de como encontrar o valor de cada participante de um ato cirúrgico com anestesia: No Hospital X realizou-se o procedimento Y constante na Tabela de Procedimentos. e que para sua realização foram necessários: um cirurgião.00 e a quantidade de Pontos = 1800. EXEMPLO: (1) Valor do Ponto Profissional é igual: Valor dos Serviços Profissionais da AIH em Reais menos 30% caso haja registro de anestesia dividido pela soma n. O SIHD gera os valores brutos. As anestesias nas AIH cujo procedimento tem como atributo “não inclui anestesia” podem ser realizadas sob anestesia. O pagamento de anestesia dos atos cirúrgicos não será por rateio. Multiplica o valor do ponto dos SP pelo total de pontos da pessoa física ou jurídica. mas correspondem a 30% do valor de SP. Os demais exames têm valores próprios. Do valor bruto devem ser deduzidas as retenções obrigatórias por lei.00 – 249. 30% de 833. o anestesista não recebe por rateio. em casos específicos e para eles existem os códigos próprios que podem ser registrados na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. a ser pago. Soma-se o número de pontos correspondentes a todos os Procedimentos Realizados registrados na AIH para obter o valor do ponto do SP por AIH. Considerando que na AIH foi registrado somente este procedimento. um anestesista: Cálculo para apuração dos valores do anestesista: Conforme legislação. O pagamento dos demais profissionais médicos relacionados na AIH é através de rateio após o cálculo dos 30% do anestesista. constante na tabela) 104 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .

os valores do SH são pagos de acordo com os percentuais definidos em cada Portaria específica que incluiu o procedimento na Tabela de Procedimentos do SUS.700 pontos O valor do ponto será calculado da seguinte forma: Valor do SP menos valor do anestesista dividido pelo total de pontos encontrados.02.15.01.15.18.75 Numa mesma AIH pode ser registrado mais de um procedimento principal realizado mesmo quando os procedimentos têm valor do Serviço Hospitalar e Serviços Profissionais diferente de zero.004-2 ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL AC NA AC 0.00 0.00 0.00 0.21596 Valor do ponto = 0.00 0.00 AC 0. Cirurgião = 0.21596 * 540 = R$ 116.21596 Calculo para apuração do valor de cada participante Multiplica-se o valor do ponto pela quantidade de ponto de cada participante. R$ 583.10 / 2.02. Quando os procedimentos são zerados.002-6 NEUROCIRURGIA E/OU ORTOPEDIA OUTROS PROCEDIMENTOS 04.700 = 0.02.21596 * 1800 = R$ 388.003-4 COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM 04. CÓDIGO NOME DO PROCEDIMENTO COMPLEXIDADE* VALOR VALOR SH SP 0.21596 * 360 = R$ 77. SEQUENCIAIS CIRUR PLÁSTICA 04.00 0.62 2º auxiliar = 0.00 VALOR TOTAL 0.00 NA 0.00 TRATAMENTO DE 03.15.15.73 1º auxiliar = 0.15.00 0.00 105 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Neste caso é pago o valor total do SH do primeiro procedimento informado e o valor dos Serviços Profissionais é rateado de acordo com os pontos de cada procedimento definido no SIGTAP.00 AC 0.00 0.001-3 AFECÇÕES ASSOCIADAS AO HIV/AIDS TRATAMENTO C/ 04.001-8 REPARADORA PÓS GASTROPLASTIA PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS EM 04.02.00 0.00 0.1º auxiliar = 540 (correspondentes a 30% de 1800 pontos do cirurgião) 2º auxiliar = 360 (correspondentes a 20% de 1800 pontos do Cirurgião) Somam-se os pontos calculados para cada participante totalizando 2.00 0.03.00 0.001-2 CIRURGIAS MULTIPLAS PROCED.00 0.

68.Opção . Os motivos de solicitação de liberação de crítica previstos no sistema são: 68. Se a quantidade máxima da compatibilidade for 0 (zero). SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01 A solicitação é registrada no momento da digitação da AIH no SISAIH01. quando a OPM constar na compatibilidade com o procedimento principal no SIGTAP e estiver com a quantidade zero.00 0. porém. vale a quantidade máxima do Procedimento/OPM. Ou seja.001-3 TRATAMENTO CIRURGICO EM POLITRAUMATIZADO *AC . qual a quantidade máxima da OPM permitida para aquele procedimento principal. liberação de critica informando no sistema.03.00 0. Estas compatibilidades são definidas pelas áreas técnicas do Ministério da Saúde e Sociedades de Especialistas.1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA Quantidade de dias inferior ao previsto no SIGTAP: Os procedimentos rejeitados por motivo de permanência menor em número de dias (menos de 50% dos dias previstos) do que o definido na tabela de procedimentos. Ver no Menu .04. ao gestor. mas a confirmação da liberação ou não é feita pelo gestor no momento do processamento das AIH no SIHD.Alta Complexidade NA – Não se aplica NA 0. existe a quantidade máxima da compatibilidade entre o procedimento principal e OPM. mas que de fato ocorreram em idade diferente.00 67. o prestador poderá solicitar. mas houve alta precoce do paciente.2 IDADE MENOR E MAIOR Os procedimentos rejeitados por motivo de idade maior ou menor que o definido na tabela de procedimentos.15.Compatibilidades do SIGTAP. 106 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Cada procedimento tem a quantidade máxima. Não existe a possibilidade de liberação de quantidade para OPM. O SISAIH01 faz a crítica quanto à compatibilidade entre procedimento e a CID-10. 68. o prestador poderá solicitar.COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS 67. liberação de critica no sistema SIAIH01. ao gestor. A quantidade máxima é a definida no SIGTAP. de acordo com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10).1 CID X PROCEDIMENTO No SIGTAP estão disponíveis informações sobre a compatibilidade entre o Procedimento Realizado e o Diagnóstico Principal informado. vale a quantidade que consta no procedimento da OPM.

06.016-0 ULTRA-SONOGRAFIA PELVICA (GINECOLOGICA) 02.03.06.02.003-8 VIAS BILIARES) 02.01. Neste caso a crítica de idade não é feita porque não é necessário.05.001-9 RESSONANCIA MAGNETICA DE CORACAO / AORTA C/ CINE 107 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .07.02. 68.3 PERMANÊNCIA E IDADE Os procedimentos rejeitados por ambos os motivos.008-9 ULTRA-SONOGRAFIA DE GLOBO OCULAR / ORBITA (MONOCULAR) 02.01.01.02.05.01.07.02.06.04.07.07. exceto se for um procedimento especial que já tem no SIGTAP a compatibilidade prevista.019-4 MAMA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA CERVICAL C/ OU S/ 02.02.02.003-6 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FACE / SEIOS DA FACE / 02.004-8 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA LOMBO-SACRA 02.01.06.002-7 EXAME CITOPATOLOGICO HORMONAL SERIADO (MINIMO 3 COLETAS) 02.013-5 ULTRA-SONOGRAFIA DE TORAX (EXTRACARDIACA) 02. o prestador poderá solicitar.05.01.003-7 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PELVE / BACIA 02.014-3 BIOPSIAS DE ENDOCARDIO / MIOCARDIO 02.05.01.06.02.003-1 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE TORAX 02.02.05.001-1 ECODOPPLER TRANSCRANIANO ULTRA-SONOGRAFIA DE ABDOMEN SUPERIOR (FIGADO.03.011-9 ULTRA-SONOGRAFIA DE PROSTATA (VIA TRANSRETAL) 02.01.03.004-4 ARTICULACOES 02.012-7 ULTRA-SONOGRAFIA DE TIREOIDE 02.004-8 ASSOCIADA A 02.05.003-2 ECOCARDIOGRAFIA TRANSTORACICA 02.01.06.004-0 TOMOGRAFIA DE HEMITORAX / MEDIASTINO (POR PLANO) 02.02.007-0 ULTRA-SONOGRAFIA DE BOLSA ESCROTAL 02.002-1 (BILATERAL) 02.05.05.02.O sistema faz crítica de idade a cada procedimento.005-4 ULTRA-SONOGRAFIA DE APARELHO URINARIO 02.01.05.001-0 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA LOMBO-SACRA C/ OU S/ 02.005-6 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA TORACICA 02.002-4 ECOCARDIOGRAFIA TRANSESOFAGICA 02.06.01.05.001-0 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOMEN SUPERIOR 02.02.01. 68.05.01. VESICULA.017-8 ULTRA-SONOGRAFIA TRANSFONTANELA MARCACAO DE LESAO PRE-CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE 02. 02.01.007-9 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRANIO 02.06.02.003-0 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA CERVICAL 02.002-8 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA TORACICA C/ OU S/ 02.04.4 QUANTIDADE MÁXIMA Esta liberação de crítica está restrita aos procedimentos que tem o atributo complementar “Admite liberação de quantidade na AIH” e que são os abaixo listados: CODIGO PROCEDIMENTO 02.07.05.06.06.02.006-0 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE SELA TURCICA 02.07.02.02. ao gestor.001-6 ECOCARDIOGRAFIA DE ESTRESSE 02.001-8 MIELOGRAFIA MARCACAO PRE-CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE MAMA 02.001-3 ANGIORESSONANCIA CEREBRAL RESSONANCIA MAGNETICA DE ARTICULACAO TEMPORO-MANDIBULAR 02.05. A partir da competência março de 2011 foi incluída a liberação de crítica de idade para os procedimentos de ultrassonografia obstétrica e VDRL.03.05.01. liberação de critica informando no sistema.01.01.

02.08.01.003-5 02.07.08.007-6 02.012-8 02.02.04.01.001-2 02.001-8 02.07.08.04.08.07.03.02.005-6 02.05.006-3 02.002-5 02.07.08.08.006-8 02.02.003-0 02.08.08.005-5 02.03.003-5 02.05.08.08.005-0 02.004-4 02.003-4 02.01.02.04.01.08.003-3 02.01.003-9 02.003-0 02.001-4 02.03.03.03.08.002-7 02.008-0 02.04.08.007-1 02.005-0 02.07.08.08.01.08.02.004-2 02.009-9 02.009-2 02.08.06.08.02.04.07.07.08.007-2 02.CODIGO 02.08.02.002-3 PROCEDIMENTO RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO SUPERIOR (UNILATERAL) RESSONANCIA MAGNETICA DE TORAX RESSONANCIA MAGNETICA DE ABDOMEN SUPERIOR RESSONANCIA MAGNETICA DE BACIA / PELVE RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO INFERIOR (UNILATERAL) CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ LOCALIZACAO DE NECROSE (MINIMO 3 PROJECOES) CINTILOGRAFIA P/ AVALIACAO DE FLUXO SANGUINEO DE EXTREMIDADES CINTILOGRAFIA P/ QUANTIFICACAO DE SHUNT EXTRACARDIACO CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE ESFORCO CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE REPOUSO DETERMINACAO DE FLUXO SANGUINEO REGIONAL CINTILOGRAFIA DE FIGADO E BACO (MINIMO 5 IMAGENS) CINTILOGRAFIA DE FIGADO E VIAS BILIARES CINTILOGRAFIA DE GLANDULAS SALIVARES C/ OU S/ ESTIMULO CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (LIQUIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (SEMI-SOLIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO GASTRICO CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE DIVERTICULOSE DE MECKEL CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA NAO ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE REFLUXO GASTRO-ESOFAGICO IMUNO-CINTILOGRAFIA (ANTICORPO MONOCLONAL) CINTILOGRAFIA DE PARATIREOIDES CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ OU S/ CAPTACAO CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ TESTE DE SUPRESSAO / ESTIMULO CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DO CORPO INTEIRO TESTE DO PERCLORATO C/ RADIOISOTOPO CINTILOGRAFIA DE RIM C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE TESTICULO E BOLSA ESCROTAL CINTILOGRAFIA RENAL/RENOGRAMA (QUALITATIVA E/OU QUANTITATIVA) CISTOCINTILOGRAFIA DIRETA CISTOCINTILOGRAFIA INDIRETA DETERMINACAO DE FILTRACAO GLOMERULAR DETERMINACAO DE FLUXO PLASMATICO RENAL ESTUDO RENAL DINAMICO C/ OU S/ DIURETICO CINTILOGRAFIA DE ARTICULACOES E/OU EXTREMIDADES E/OU OSSO CINTILOGRAFIA DE OSSOS C/ OU S/ FLUXO SANGUINEO (CORPO INTEIRO) CINTILOGRAFIA DE SEGMENTO OSSEO C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE PERFUSAO CEREBRAL C/ TALIO (SPCTO) CISTERNOCINTILOGRAFIA (INCLUINDO PESQUISA E/OU AVALIACAO DO TRÂNSITO ESTUDO DE FLUXO SANGUINEO CEREBRAL CINTILOGRAFIA DE PULMAO C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE PULMAO P/ PESQUISA DE ASPIRACAO CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR INALACAO (MINIMO 2 PROJECOES) CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR PERFUSAO (MINIMO 4 PROJECOES) CINTILOGRAFIA DE SISTEMA RETICULO-ENDOTELIAL (MEDULA OSSEA) DEMONSTRACAO DE SEQUESTRO DE HEMACIAS PELO BACO (C/ RADIOISOTOPOS) 108 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .08.08.08.08.04.08.07.08.010-1 02.04.08.01.07.001-4 02.02.002-2 02.004-1 02.002-8 02.003-6 02.003-0 02.08.02.009-8 02.08.08.08.02.08.002-0 02.010-2 02.01.002-2 02.03.001-5 02.08.03.008-4 02.001-0 02.06.001-9 02.06.08.08.08.03.002-6 02.08.08.02.002-1 02.08.05.08.004-3 02.08.04.008-0 02.08.08.08.02.08.011-0 02.006-4 02.08.

03.03.10.01.04.019-3 LINFANGIOADENOGRAFIA 02.10.002-5 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES C/ DISFUNÇÕES 03.02.003-1 AVALIACAO DE EQUILIBRIO ESTATICO EM PLACA DE FORCA 02.006-1 ARTERIOGRAFIA CERVICO-TORACICA 02.09.02.08.005-0 VIDEOTORACOSCOPIA 02.001-5 AVALIACAO CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 02.09. CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 02.01.01.04.01.011-8 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE ISQUEMIA CEREBRAL 02.02.09.08.02.11.01.03.005-8 TRANSDUTORES 02.10.01.02.001-0 COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETROGRADA (VIA ENDOSCOPICA) 02.09.03.10.02.01.11.03.02.003-1 DETERMINACAO DE SOBREVIDA DE HEMACIAS (C/ RADIOSOTOPOS) 02.008-2 ELETRODIAGNOSTICO CINETICO FUNCIONAL ELETROMIOGRAFIA DINAMICA.02.CODIGO PROCEDIMENTO 02.014-5 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECEM-NASCIDO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ/PÓS 03.03.003-9 CIRURGIA ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES COM ALTERAÇÕES 03.01.05.08.11.01.001-0 ANGIOGRAFIA CEREBRAL (4 VASOS) 02.003-7 ESOFAGOGASTRODUODENOSCOPIA 02.009-6 AORTO-ILIACA E 02.010-0 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE HEMORRAGIA CEREBRAL 02.10.001-7 CIRURGIAS 03.10.03.010-5 POLISSONOGRAFIA 03.10.001-3 RESPIRATÓRIO C/ ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ TRANSTORNO 03.08.01.10.01.007-4 AVALIACAO FUNCIONAL MUSCULAR 02.05.004-5 LAPAROSCOPIA 02.003-7 CINTILOGRAFIA DE MAMA (BILATERAL) 02.09.08.005-3 AORTOGRAFIA TORACICA 02.08.013-4 ARTERIOGRAFIA SELETIVA DE CAROTIDA 02.03.02.004-0 AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA C/ 02.03.01.009-0 PARAMETROS EXPLORACAO DIAGNOSTICA PELO VIDEO-ELETROENCEFALOGRAMA C/ 02.10.11.11.01.01.001-0 NEOPLASIAS 02.01.10.006-6 AVALIACAO DE MOVIMENTO (POR IMAGEM) 02.10.09.004-5 AORTOGRAFIA ABDOMINAL 02.002-1 RESPIRATÓRIO S/ 109 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .11.11.11.001-2 PALIATIVOS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE ONCOLÓGICO 03.002-0 CLÍNICO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ E PÓS 03.02.09.09.02.002-9 CINTILOGRAFIA DE GLANDULA LACRIMAL (DACRIOCINTILOGRAFIA) 02.009-1 OU S/ USO DE 02.01.02.001-8 OCULOMOTORAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM ALTERAÇÕES 03.04.10.002-9 COLONOSCOPIA (COLOSCOPIA) 02.01.01.01.02.03.11.02.03.012-6 ARTERIOGRAFIA PELVICA 02.002-3 AVALIACAO CINETICA. CINEMATICA E DE 02.014-2 ARTERIOGRAFIA SELETIVA POR CATETER (POR VASO) 02.10. AVALIACAO CINETICA.11.01.08.004-0 LINFOCINTILOGRAFIA CINTILOGRAFIA DE CORPO INTEIRO C/ GALIO 67 P/ PESQUISA DE 02.01.002-6 OCULOMOTORAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ TRANSTORNO 03.001-6 COLANGIOGRAFIA TRANSCUTANEA 02.007-0 ARTERIOGRAFIA DE MEMBRO ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE DOENCA ARTERIOSCLEROTICA 02.01.015-0 ARTERIOGRAFIA SELETIVA VERTEBRAL 02.10.11.003-3 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NEONATO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO DE PACIENTE COM CUIDADOS 03.

008-0 03.02.02.005-6 03.09. ao gestor.06.002-2 03.01.004-7 PROCEDIMENTO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM TRANSTORNO CLÍNICO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE PRÉ/PÓS CIRURGIA CARDIOVASCULAR ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO NAS DISFUNÇÕES VASCULARES PERIFÉRICAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES NO PRÉ E PÓSOPERATÓRIO NAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES NO PRÉ E PÓSOPERATÓRIO NAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ DISTÚRBIOS NEURO-CINÉTICOATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES C/ DISTÚRBIOS NEURO-CINÉTICOATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO NAS DESORDENS DO DESENVOLVIMENTO NEURO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ COMPROMETIMENTO COGNITIVO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ/PÓSOPERATÓRIO DE ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE MÉDIO QUEIMADO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE GRANDE QUEIMADO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM SEQÜELAS POR QUEIMADURAS ARTROCENTESE DE GRANDES ARTICULACOES ARTROCENTESE DE PEQUENAS ARTICULACOES INSTALACAO DE TRACAO CUTANEA HEMODIALISE P/ PACIENTES RENAIS AGUDOS / CRONICOS AGUDIZADOS S/ NUTRICAO ENTERAL EM NEONATOLOGIA NUTRICAO PARENTERAL EM NEONATOLOGIA ATENDIMENTO AO RECEM-NASCIDO EM SALA DE PARTO INCISAO E DRENAGEM DE ABSCESSO ANESTESIA GERAL ANESTESIA REGIONAL SEDACAO INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO 68.17.07.01.17. Não existe liberação de quantidade para procedimento principal.005-7 03.002-0 04.06.02.01.002-2 03. 110 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01. Os procedimentos que admitem esta liberação podem ser conhecidos no SIGTAP no endereço: http://sigtap.02.10.002-8 03. Escolher a opção COMPLETO no início da página e. IDADE E QUANTIDADE Os procedimentos rejeitados pelos três motivos.br.005-2 04.01.02. Aí estarão todos os procedimentos para os quais é possível liberar a quantidade na AIH.04.01.004-4 04.01. escolher em Atributos Complementares selecionar Admite liberação de quantidade na AIH e clicar no final para exibir o relatório.005-5 03.001-4 03.09.05.004-8 03. Escolhendo no menu lateral o seguinte: Relatórios – Procedimentos – Consultar.09.06.013-1 03.02.02.07.03.09.003-6 03.02.04. O SIHD bloqueará automaticamente as AIH com solicitação de liberação de critica realizada no SISAIH01 para análise dos auditores/autorizadores (gestor).02.gov.CODIGO 03.01.03.04.09.02. o prestador poderá solicitar.003-5 03.01.05.02. liberação de critica informando no sistema. que podem confirmar ou não esta liberação.02.01.06.06.010-4 04.003-0 03.01.05.03.17.001-9 03.001-0 03.001-4 03.004-9 03.004-9 03.07.003-0 03.datasus.02.5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA.006-0 08.

e bom conhecer o Relatório das AIH Rejeitadas que o SIH disponibiliza mensalmente e através 111 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . No CNES. ou seja: 30 dias do mês/5 dias de permanência = 6 internações mês por leito. "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” Os fundamentos legais para cálculo da capacidade instalada dos hospitais estão disponíveis na Portaria SAS/MS n. muitas vezes dificulta as condições para o imediato atendimento de pacientes que chegam à Emergência. maternidades públicas com habilitação em Gestação de Alto Risco os chamados leitos reversíveis como leitos clínicos ou pediátricos. A ocupação de leitos especializados com pacientes de menor gravidade. portanto não entram no cálculo da capacidade instalada utilizada para o cálculo de diárias que é realizado pelo SIH no processamento das AIH apresentadas.6 REJEIÇÃO DE AIH POR QUANTIDADE DE DIÁRIAS SUPERIOR À CAPACIDADE INSTALADA A capacidade instalada de leitos dos estabelecimentos de saúde no SUS é calculada da seguinte forma: Número de dias do mês X número de leitos cadastrados = total de diárias possíveis de serem pagas ao hospital na competência 30 X 100 = 3000 diárias. diárias de UTI. Cabe ao gestor local. A Portaria SAS/MS n. especialmente no que se refere à classificação de leitos. alimentação. então cada leito gera 6 internações/mês. próteses relacionadas ao ato cirúrgico. evitando que as AIH rejeitadas e cujo internamento e tratamento tenham sido efetivamente prestado não sejam rejeitadas. Se a média de permanência no hospital no mês é de 5 dias. lavanderia etc. No caso dos hospitais públicos é importante analisar que o custo decorrente das AIH rejeitadas por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” representam despesas e dívidas do próprio gestor junto aos fornecedores. A definição de leito de observação reversível implica que já exista.º 312/2002. medicação. verificar as rejeições das AIH por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” e implantar um Sistema de Regulação eficaz que permita um monitoramento adequado de vagas. É possível. o cadastramento estritamente nos hospitais públicos que disponham de atendimento de urgência 24 horas. as instalações físicas dos hospitais do SUS destinados a atendimentos de Urgência e Emergência não são cadastrados como leitos e. realocação de recursos humanos e de disponibilidade de recursos materiais. uma estratégia para a sua reversibilidade em caso de necessidade como. Centros de Referência com serviço de emergência. por exemplo: de gases medicinais. Então 3000 diárias/6 internações por leito = 500 AIH ou internamentos naquele mês. por parte do hospital. por exemplo. Para hospitais com Contrato de Gestão e Metas. por meio do Serviço de Controle e Avaliação.º 312/2002 definição Leito de observação reversível: “É o leito hospitalar de observação que pode ser revertido para um leito de internação em caso de necessidade”. que normatiza a PADRONIZAÇÃO DA NOMENCLATURA NO CENSO HOSPITALAR. por exemplo.68.

Eles têm valor de SP e SH e exigem preenchimento de CBO e CID. Estas AIH por serem rejeitadas não “sobem” para o Banco de Dados Nacional do SUS disponibilizado pelo Tabwin ou Tabnet. mas é um procedimento de esclarecimento diagnóstico ou de apoio terapêutico que pode ser feito dentro da AIH de um procedimento principal. ESPECIAL E Procedimento Principal: é aquele que gera a AIH. No caso de Laboratório e radiologia. O procedimento especial tem valor na AIH. Os leitos de UTI não contam para o cálculo da capacidade instalada do hospital. tem valor zerado na AIH e deve ser registrado para auxiliar em futuros cálculos de custo hospitalar. Os internamentos das AIH rejeitadas por este motivo poderão ser contabilizados para avaliação do desempenho do hospital em relação ao cumprimento das metas físicas estabelecidas no Plano Operativo. Para todos os procedimentos principais. O cálculo de capacidade de diárias é feito levando-se em consideração o total de leitos cadastrados no CNES do estabelecimento independente da especialidade dos leitos. mesmo em outro hospital. conforme análise técnica. Desde a implantação da Tabela Unificada – SIGTAP os procedimentos especiais diagnósticos e terapêuticos têm o mesmo valor tanto na modalidade ambulatorial como na hospitalar. Procedimento Especial: é aquele que não permite que o paciente seja internado exclusivamente para realizá-lo. o registro dos exames realizados na AIH permite conhecer a quantidade de exames realizados no hospital em cada competência.7 DEFINIÇÃO SECUNDÁRIO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL. 68. o SIH detecta esta internação na consistência como “DUPLICIDADE”. O CNPJ é permitido apenas para OPM.dele é possível conhecer as rejeições por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” de cada hospital. Procedimento Secundário: é aquele que não gera AIH. mas ele pode ser realizado também na modalidade ambulatorial. Apenas um procedimento principal pode gerar um internamento. Todas as AIH que são emitidas por mudança de clínica são bloqueadas por “duplicidade” e o gestor pode liberá-las ou não. auxiliando no cálculo do pagamento de serviços prestados por Terceiros em pacientes internados. 68. o sistema entende da 112 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Esta AIH é bloqueada e apenas o gestor pode liberar ou não esta AIH para pagamento. especiais e secundários com pontos é obrigatório o registro do CPF do profissional executante no SISAIH01. O que vale é o total de leitos. No caso do paciente ter tido alta melhorado ou curado e antes de três dias voltar a internar-se. quer seja no mesmo estabelecimento ou em outro.8 DUPLICIDADE Quando um paciente é reinternado na rede de um mesmo gestor com intervalo menor que 03 dias entre a alta de um estabelecimento de saúde e seu novo internamento.

permitindo. Evolução médica. hora. k. para a instituição que atende. as evoluções devem ser diárias. 87º do Novo Código de Ética Médica é vedado ao médico: “Deixar de elaborar prontuário legível para cada paciente. Atendimento ambulatorial. e. Material usado no centro cirúrgico ou obstétrico (gasto de sala). j. m. Resumo de alta. g. As anotações no prontuário ou ficha clínica devem ser feitas de forma legível. h. mas que o nome do médico e seu respectivo CRM estejam legíveis. ordenados e concisos. a elaboração de censos. inclusive. é o conjunto de documentos padronizados. PRONTUÁRIO DO PACIENTE De acordo com o Art. l. O prontuário médico. Exames complementares (laboratoriais. O prontuário médico é um instrumento valioso para a paciente. 69. com data e horário em todas elas. Este bloqueio é preventivo e busca evitar pagamento indevido.Boletins médicos. para o médico e demais profissionais de saúde. § 1º: O prontuário deve conter os dados clínicos necessários para a boa condução do caso. com data e horário em todas elas. destinados ao registro de todas as informações referentes aos cuidados médicos e de outros profissionais de saúde prestados ao paciente. a pesquisa. Evolução de enfermagem e de outros profissionais assistentes. Ficha de anestesia. as prescrições devem ser diárias. § 2º: O prontuário estará sob a guarda do médico ou da instituição que assiste o paciente”. o médico está obrigado a assinar e carimbar ou. b. 113 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . assinar. então. c. No caso de internação. No prontuário do paciente deve ser registrado a. Prescrição de enfermagem e de outros profissionais assistentes No caso de internação. ultrasonografias e outros) e seus respectivos resultados. f. Descrição cirúrgica. em cada avaliação. na verdade prontuário do paciente. Prescrição médica. bem como para o ensino. sendo preenchido. O correto e completo preenchimento do prontuário são grandes aliados do médico para sua eventual defesa. radiológicos. Partograma (em obstetrícia). Além disso.mesma forma e também bloqueia a AIH por “duplicidade”. Não há lei que obrigue o uso do carimbo. em ordem cronológica com data. escrever seu nome legível e sua respectiva inscrição no CRM. assinatura e número de registro do médico no Conselho Regional de Medicina. propostas de assistência à saúde pública e para a avaliação da qualidade da assistência prestada. d. identificar os profissionais de saúde envolvidos no cuidado. Atendimento de urgência. i.

Os documentos gerados no atendimento de urgência e no ambulatório devem ser arquivados junto com o prontuário em caso de gerar internação hospitalar. fornecer as cópias solicitadas ou elaborar um laudo que contenha o 114 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . bem como deixar de dar explicações necessárias a sua compreensão. 69. Cópia do Espelho da AIH (para possíveis auditorias) 69. exceto nos casos em que seu silêncio prejudique ou ponha em risco a saúde do trabalhador ou da comunidade". e.1 SOLICITAÇÃO PELO PRÓPRIO PACIENTE Artigo 70 do CEM: "É vedado ao médico negar ao paciente acesso ao seu prontuário médico. a qualquer momento. com a identificação do nome do profissional e o número de registro no órgão de regulamentação e controle da profissão (CRM. c.3. g. Fazer anotações que não se referem à paciente. 69. podendo. O prontuário pertence ao paciente. portanto é um direito do paciente ter acesso. Hipóteses diagnósticas. Diagnóstico(s) definitivo(s). b. Usar líquido corretor.3. inclusive. Anamnese. solicitar cópias do mesmo. Deixar folhas em branco.” Artigo 11 do CEM: "O médico deve manter sigilo quanto às informações confidenciais de que tiver conhecimento no desempenho de suas funções. salvo quando ocasionar riscos para o paciente ou para terceiros.3 ACESSO AO PRONTUÁRIO 69. Exame físico. f. Coren etc. se solicitado. 69.2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO     Escrever a lápis.1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE a. quando do encaminhamento ou transferência para fins de continuidade do tratamento ou na alta.).O nome completo do paciente deve constar em todas as folhas do prontuário.” Artigo 71 do CEM: "É vedado ao médico deixar de fornecer laudo médico ao paciente. ao seu prontuário. ficha clínica ou similar. d.2 SOLICITAÇÃO POR FAMILIARES E/OU DO RESPONSÁVEL LEGAL DO PACIENTE Quando da solicitação do responsável legal pelo paciente – sendo este menor ou incapaz – o acesso ao prontuário deve ser-lhe permitido e. Identificação da paciente. recebendo por escrito o diagnóstico e o tratamento indicado. se solicitado. O mesmo se aplica ao trabalho em empresas. Tratamento(s) efetuado(s).

Esse acesso deve ocorrer dentro das dependências da instituição de assistência à saúde responsável por sua posse e guarda. capaz de por em risco a saúde do futuro cônjuge ou de sua descendência.3. a cobrança das xerocópias quando fornecidas por ela. No caso de ter havido óbito. o direito de examinar o paciente para confrontar o descrito no prontuário. O hospital não pode ser obrigado. isto é.resumo das informações lá contidas. cuja ementa é a seguinte: 115 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . pois é documento que.4 SOLICITAÇÃO DO PRONTUÁRIO AUTORIDADES POLICIAIS OU JUDICIÁRIAS DO PACIENTE POR Com relação ao pedido de cópia do prontuário por Autoridades Policiais e/ou Judiciárias por "justa causa" ou implicando em "dever legal" ou por autorização expressa do paciente. 69. o prontuário original. Exemplos de "Justa Causa": Para evitar casamento de portador de defeito físico irremediável ou moléstia grave e transmissível por contágio ou herança. o laudo deverá revelar o diagnóstico. Em qualquer caso. Os laudos médicos emitidos a partir das informações constantes do prontuário do paciente não podem ser registrados facultando-se. Não há disposição legal que respalde ordens desta natureza. Haverá justa causa quando a revelação for o único meio de conjurar perigo atual ou iminente e injusto para si e para outro. já que ele tem atribuição de perito para analisar a cobrança dos serviços prestados. o segredo médico também não deve ser revelado para autoridade judiciária ou policial. precisa ser arquivado pela entidade que o elaborou. não deve ser fornecido aos solicitantes. casos suscetíveis de motivar anulação de casamento. por dever legal. ele deve comparecer perante a autoridade e declarar seu impedimento. Exemplos de "Dever Legal": Doenças infecto-contagiosas de notificação compulsória Doenças de declaração obrigatória (toxicomanias) Crime de ação pública cuja comunicação não exponha o paciente a procedimento criminal mesmo que o fato seja de conhecimento público ou que o paciente tenha falecido. a critérios da entidade. na sua totalidade ou em partes. porém. O acesso ao prontuário pelo médico auditor enquadra-se no princípio do dever legal. No entanto. obrigatoriamente. 69. tendo. Na hipótese do médico depor como testemunha. De acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal no "Habeas Corpus" n.º 39308 de São Paulo. (Artigo 102 do CEM). o procedimento do médico e a "causa mortis".º 1614/2001). a enviar os prontuários para qualquer instituição pública ou privada (Resolução CFM n. cabendo opinar pela regularidade dos procedimentos efetuados e registrados. Os diretores técnicos ou clínicos que autorizarem a saída de prontuário violam o Artigo 108 do CEM. inclusive. crimes de ação pública quando solicitado por autoridade judicial ou policial. o médico está liberado do segredo. a qualquer título. quando diante de um estado extremo de necessidade.3 SOLICITAÇÃO POR OUTRAS ENTIDADES Salvo com autorização expressa do paciente é vedado ao médico fornecer tais informações.3. salvo por justa causa.

a racionalização da prescrição e do fornecimento dos medicamentos. PROTOCOLOS CLÍNICOS Protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas são o consenso sobre a condução da terapêutica para determinada patologia.Uso de Fatores estimulantes de Crescimento de Colônias de Neutrófilos Deficiência de Hormônio do Crescimento Hipopituitarismo Republicado Síndrome de Turner Hiperfosfatemia na Insuficiência Renal Crônica Portaria Portaria SAS/MS nº 13 .15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 15 .15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 55 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 110 . para que o tratamento se estabeleça da melhor forma e com o menor agravo à saúde. as informações contidas no prontuário do paciente alcançam todos os profissionais e pessoas afins que. O dever de manutenção do segredo médico decorre de necessidade do paciente em confiar em ter que confiar.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 111 .10/05/2010 116 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .11/02/2010 Portaria SAS/MS nº 143 . posto que isso pode ser considerado procedimento criminal contra a sua paciente.10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 223 . 70.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 212 .Doença de Addison Hiperplasia Adrenal Congênita Doença Falciforme Insuficiência Pancreática Exócrina Osteodistrofia Renal Acne Grave Hipotireoidismo Congênito Republicado Angioedema Republicado Puberdade Precoce Central Republicado Artrite Reativa .29/01/2010 Portaria SAS/MS nº 69 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 208 .15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 14 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 207 . Neste sentido. irrestritamente no médico. Destinam-se a orientar o tratamento de determinada patologia e criar mecanismos para a garantia da prescrição segura e eficaz. Estabelecem os critérios de diagnóstico. o médico não pode revelar à autoridade. O médico não está obrigado a comunicar às autoridades crime pelo qual seu paciente possa ser processado."Segredo profissional.10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 225 .Doença de Reiter Hiperprolactinemia Retificado Raquitismo e Osteomalácia Anemia Aplástica.15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 16 .29/01/2010 Portaria SAS/MS nº 57 . os mecanismos de controle. tenham acesso ao prontuário.31/03/2010 Portaria SAS/MS nº 56 ." Por força do sigilo. Situação Clínica Ictioses Hereditárias Hipoparatireoidismo Insuficiência Adrenal Primária . o acompanhamento e a verificação de resultados. o tratamento preconizado com os medicamentos disponíveis nas respectivas doses corretas. um aborto criminoso. por dever de ofício. Mielodisplasia e Neutropenias Constitucionais . Constitui constrangimento ilegal a exigência da revelação do sigilo e participação de anotações constantes das clínicas e hospitais.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 209 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 109 . por exemplo.

Aplasia Pura Adquirida Crônica da Série Vermelha Endometriose Retificado Dermatomiosite e Polimiosite Republicado Fibrose Cística - Manifestações Pulmonares Retificado Fibrose Cística - Insuficiência Pancreática Retificado Anemia em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica - Alfaepoetina Retificado Anemia em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica - Reposição de Ferro Retificado Doença de Parkinson Republicado Miastenia Gravis Retificado Doença Celíaca* Republicado Anemia Aplástica Adquirida Doença de Alzheimer Epilepsia Esclerose Múltipla Espondilose* Leiomioma de Útero Anemia Hemolítica Auto-imune Asma Diabete Insípido Doença de Crohn Fenilcetonúria Imunossupressão no Transplante Hepático em Pediatria Osteogênese Imperfeita* Púrpura Trombocitopênica Idiopática Síndrome Nefrótica Primária em Adultos Síndrome de Ovários Policísticos e Hirsutismo/Acne

Portaria SAS/MS nº 227 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 144 - 31/03/2010 Portaria SAS/MS nº 206 - 23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 224 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 224 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 226 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 226 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 228 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 229 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 307 - 17/09/2010 Portaria SAS/MS nº 490 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 491 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 492 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 493 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 494 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 495 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 708 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 709 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 710 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 711 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 712 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 713 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 714 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 715 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 716 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 717 - 17/12/2010

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MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
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Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 29 de agosto de 1994, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 743 de 20 de dezembro de 2005. Aprova novo modelo de laudo para solicitação de AIH - AIH e solicitação/autorização de mudanças de procedimentos e de procedimentos especiais no SIH. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 23 de dezembro de 2005, seção 1 e 04 de abril de 2006, seção 1, republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 25 de 27 de janeiro de 2000. Estabelece critérios para registro de procedimentos pagos por diária. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 28 de janeiro de 2000, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 84 de 24 de junho de 1997. Estabelece critérios para emissão de AIH para pacientes sem documentos de identificação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 25 de junho de 1997, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 396, de 12 de abril de 2000. Aprova o Manual do Sistema de Informações Hospitalares e Sistema de Informações Ambulatoriais - SIH/SUS e SAI/SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 14 de abril de 2000, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 316 08 de maio de 2006. Inclui no SIH o tipo de vinculo 52, identifica profissional do Instituto de Traumatologia e Ortopedia -INTO prestando atendimento Ortopédico do Projeto Suporte em outros estabelecimentos de saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 09 de maio de 2006, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 251, de 31 de janeiro de 2002. Classifica os hospitais psiquiátricos integrantes do SUS de acordo com avaliação do PNASH – Programa Nacional de Avaliação do Sistema Hospitalar/Psiquiatria e o número de leitos do hospital. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 04 de fevereiro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 77 de 01 de fevereiro de 2002. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos psiquiátricos para hospitais classificados de acordo com a Portaria GM/MS 251/2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 04 de fevereiro de 2002, seção 1 e 06 de fevereiro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 1.686, de 20 de setembro de2002. Aprova normas para autorização e funcionamento e cadastramento de Bancos de Musculoesquelético pelo SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de setembro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 1687, de 20 de setembro de 2002. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH-SUS os grupos de procedimentos de Processamento de Tecido Musculoesquelético. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de setembro 7 de novembro de 2002, seção 1 e 7 de novembro de 2002, seção 1, republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 483 de 23 de agosto de 1999. Veda os hospitais públicos de realizar cessão de crédito (republicação). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de agosto de 1999, seção 1 e 10 de setembro de 1999, seção 1 - republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 434, de 14 junho de 2006. Inclui no SIH o tipo 53- OPM sem cessão de crédito e torna obrigatório informar CNPJ do Fornecedor do material e o número da Nota fiscal correspondente, na AIH com registro de OPM.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,Brasília/DF,16 de junho de 2006,seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 218, de 15 de junho de 2004. Inclui na tabela do SIH Órtese, Prótese e Materiais Especiais - OPM da área de cardiovascular, definindo limite de uso, e excludência. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 21 de junho de 2004, seção 1, e 23 de agosto de 2004, seção 1.
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3 de outubro de 2005. 30 de dezembro de 2005. seção 1. Estabelece a implantação do processamento descentralizado do SIH para novembro/2005 e torna obrigatório o preenchimento do órgão emissor no SISAIH01. Prótese e Materiais Especiais . Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. seção 1. 98. BRASIL.OPM compatíveis. BRASIL. de 01 de dezembro de 2005 prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH/SUS para competência fevereiro de 2006. o procedimento Cirurgia Múltipla Pacientes com Lesões Lábios-Palatais ou Craniofaciais. Brasília/DF. 14 de novembro de 2005.º 756. de 28 de fevereiro de 2005. Secretaria de Atenção à Saúde. define procedimentos comuns a Ortopedia e a Neurocirurgia e Órtese Prótese e Materiais Especiais . Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 173. seção 1. seção 1. com definição de uso. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 05 de dezembro de 2005. seção 1. seção 1. como forma alternativa. seção 1 e 27 de abril de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. Gabinete do Ministro. 187. Ministério da Saúde. BRASIL. 675. Ministério da Saúde. Brasília DF. de 04 de maio de 2004. BRASIL. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Brasília/DF.º. Inclui na tabela do SIH/SUS. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria Executiva e Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 01 de março de 2005. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Altera e Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos e Órtese. Portaria SAS/MS n. Brasília/ DF. seção 1. Estabelece.º 23. republicação. 637. Secretaria de Atenção à Saúde.º.OPM da área da cardiovascular. Brasília/DF. Ministério da Saúde. de 11 de novembro de 2005. Ministério da Saúde. seção 1. Ministério da Saúde. 05 de maio de 2004. seção 1.º. de 16 de outubro de 1998. Brasília/DF. Republica os anexos III. Portaria SE/SAS/MS n. 29 de março de 2005. de 21 de maio de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 120 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Secretaria de Assistência à Saúde. V. BRASIL. Portaria SAS/MS n. BRASIL. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde. Prótese e Materiais Especiais . Exclui. 19 de outubro de 1998. 15 de fevereiro de 2006.º. 19 de maio de 2006. de 14 de fevereiro de 2006. seção 1 e 29 de junho de 2004. BRASIL. Ministério da Saúde. 25 de maio de 2004. seção 1. Brasília/DF.BRASIL. Ministério da Saúde.º. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/ DF. Portaria SAS/MS n. 17 de outubro de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Altera a quantidade de órgãos emissores para estados e municípios. 14 de fevereiro de 2000. VI e VII. de 28 de março de 2005. Secretaria de Atenção à Saúde.º. Portaria SAS/MS n º 567 de 13 de outubro de 2005. seção 1. seção 1. Portaria SAS/MS n º 51 de 11 de fevereiro de 2000. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. e estabelece compatibilidade com procedimentos especiais. Portaria GM/MS n º 821. 510 de 30 de setembro de 2005. Brasília/DF. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. de 27 de dezembro de 2005. Ministério da Saúde. seção 1. Altera a estrutura do órgão emissor. Determina a descentralização do processamento do Sistema de Informação Hospitalar – SIH. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. distribuição de série numérica de AIH também por meio eletrônico. de 27 de dezembro de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH/SUS para competência abril de 2006. Ministério da Saúde. altera e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Neurologia e Neurocirurgia. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. retificação. Portaria SAS/MS n º 123. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Estabelece compatibilidade entre os procedimentos da assistência cardiovascular e Órtese. BRASIL. 756.º. Define série numérica de AIH com 13 dígitos.OPM.

Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 03 de junho 1994. de 06 de fevereiro de 2006. Brasília/DF. BRASIL. Brasília/DF. seção 1. Ministério da Saúde. seção 1. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n º 1. 23 de março de 1998. Brasília/DF. Institui a modalidade de Hospital Dia para pacientes com AIDS. Portaria GM/MS n º 280. seção 1. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. 26 de março de 1998. Portaria GM/MS n. de 7 de abril de 1999. Gabinete do Ministro. BRASIL. Portaria GM/MS n. Exclui e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para tratamento de queimados em Hospital Geral. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. de 25 de agosto de 999. Portaria GM/MS n. 25de junho de 1999. seção 1 – republicação. 121 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Torna obrigatória a presença do acompanhante para pacientes maiores de 60 (sessenta) anos. seção 1. Brasília/DF. Secretaria de Assistência à Saúde. Estabelece critérios para habilitação de Unidade de Cuidados Intermediário Neonatal – UCI. 29 de dezembro de 2000. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 126 de 17 de setembro de 1993. seção 1. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. 05 de agosto de 1994. seção 1.091. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para o tratamento da AIDS e define a forma de registro na AIH – AIH. Portaria SAS/MS n. Inclui na tabela de SIH procedimentos para tratamento de lesões lábios palatais e craniofaciais. seção 1. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimento de Diária de Acompanhante para Pacientes Idosos. BRASIL. Ministério da Saúde. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro Portaria. Ministério da Saúde. Inclui na tabela de SIH procedimentos para tratamento de lesões lábios palatais e craniofaciais. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para Cuidados Prolongados. Ministério da Saúde. 23 de março de 1998. Brasília/DF. Portaria SAS/MS n º 503 de 03 de setembro de 1999. e estabelece requisitos para credenciamento de hospitais para sua realização. Centros de Referência Centros Intermediários de Assistência a Queimados. Portaria GM/MS n º 1. republicação. BRASIL. seção 1. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/ DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1 BRASIL.º 2414. seção 1. 26 de março de 1998. seção 1. Secretaria de Assistência à Saúde. e 26 de fevereiro de 2001.º 2416. Portaria GM/MS n º 830. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n º 93 de 30 de maio de 1994. 24 de junho de 1999. 22 de novembro de 2000. Gabinete do Ministro. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 08 de março de 2006 1999.º 2413. e estabelece requisitos para credenciamento de hospitais para sua realização. 26 de agosto de 1999. BRASIL.BRASIL. Brasília/DF. Portaria SNAS/MS n º 291 de 17 de junho de 1992. seção 1. seção 1. e o procedimento tratamento da AIDS em hospital dia. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Brasília/DF. seção 1. Brasília/DF.274. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. BRASIL. Estabelece normas e forma de remuneração para o atendimento em hospital dia AIDS. e 30 de março de 2006. 06 de setembro de 1999. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. e estabelece requisitos para habilitação dos hospitais para sua realização. Redefinir a Política Nacional de Procedimentos Cirúrgicos Eletivos de Média Complexidade Ambulatorial e Hospitalar. 23 de junho de 1992. Brasília/DF. 21 setembro 1993. Brasília/DF. BRASIL. Inclui na tabela do SIH/SUS os procedimentos Atendimento em Hospital Dia Geriátrico um e dois turnos. Brasília/DF. 26 de março de 1998. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. 23 de março de 1998. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Internação Domiciliar. Ministério da Saúde.º 130 de 3 de agosto de 1994. GM/MS n º 252. 8 de abril 1999. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde.

º 922. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimento Diária de acompanhante para gestante. 24 de junho de 2004. de 14 de junho de 2004.º 238. Portaria SAS/MS n. Alterar a sistemática de apresentação de Autorização de Autorização Hospitalar . 22 de agosto de 1994. Portaria SAS/MS n. Secretaria Executiva e Secretaria de Assistência à Saúde. Torna obrigatório informar na AIH CID Principal e CID Secundário nos registros de causas externas e de agravos à saúde do trabalhador (republicação). 2414. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. BRASIL. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. BRASIL. 29 de novembro de 2001. 27 de novembro de 2002. Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária. Inclui na tabela do SIH/SUS Procedimento de Notificação de Causas Externas e de Agravos relacionados ao Trabalho. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. BRASIL. Gabinete do Ministro. republicação. Brasília/DF. 12 de setembro de 1994. Brasília/DF. Portaria SAS/MS n. Estabelece código para os procedimentos incluídos do SIH pelas Portarias 2413. seção 1. Secretaria de Assistência à Saúde. 06 de fevereiro de 2003. Altera a sistemática de apresentação de AIH em meio magnético. Altera a sistemática de para apresentação de AIH em meio magnético. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. seção 1. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. publicadas no Diário Oficial da União n. BRASIL. seção 1 e 20 de dezembro de 2001. Portaria GM/MS n º 1. Gabinete do Ministro.AIH. Secretaria de Assistência à Saúde. BRASIL. seção 1. 16 de junho de 2004. Secretaria de Assistência a Saúde.BRASIL. seção 1. 02 de dezembro de 2005. BRASIL. 02 de abril de 1998. Define critérios para cadastramento de Centros de 122 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . seção 1. Brasília/DF. 03 de dezembro de 2001. Regulamenta a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto.SIH/SUS. Brasília/DF. Portaria SAS/MS n º 163. AIDS e Intercorrência Pós Transplante de Medula Óssea. de 30 de março de 2006.º 216. Ministério da Saúde. 06 de dezembro de 2005. 7 de fevereiro de 2003. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 88. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. RDC n.º17. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. seção 1. Saúde Mental. Brasília/DF. 12 de abril de 2002 de fevereiro de 2003.º 134. 31 de março de 204. Portaria GM/MS n º 2. Estabelece critérios para liberação de sangue para transfusão. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 26 de novembro de 2002.º 134. 6 de dezembro de 1993. Retificação.418. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 16 de junho de 2004. Secretaria de Assistência à Saúde. Institui a modalidade de Hospital Dia Fibrose Cística e Hospital Dia Cirúrgico e Terapêutico e altera as condições e requisitos para atendimento em Hospital Dia: geriátrico. Estabelece critérios sobre a forma de registro de procedimentos de hemoterapia na Autorização de Informação Hospitalar. BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. Portaria SAS/MS n º 38 de 1º de abril de 1998. de 26 de outubro de 2001. 2416 de 23 de março de 1998. Portaria GM/MS n. Ministério da Saúde. BRASIL.AIH em meio magnético para os Hospitais integrantes do Sistema de Informações Hospitalares . Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n.º 44.º 58 de 26 de março de 1998. Gabinete do Ministro. Secretaria de Assistência a Saúde. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. de 3 de dezembro de 1993. Secretaria de Assistência a Saúde. seção 1 e 19 de junho de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Brasília/DF. de 12 de janeiro de 2001. 25 de outubro de 2001. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Brasília/DF. Ministério da Saúde. 10 de janeiro de 2001. Ministério da Saúde. Portaria SE/SAS/MS n.º 249. 22 de agosto de 1994. seção 1. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. republicação. Altera redação dos procedimentos de cateterismo e a sua forma de registro na AIH. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. retificação. Brasília/DF. parto e pós-parto. seção 1.969. 23 de agosto de 1994. Ministério da Saúde.º153. seção 1.

Brasília/DF. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. Decreto n. Dispõe sobre a remoção de órgãos. Exclui e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos da cardiovascular e estabelece normas para credenciamento/habilitação nesta área. 20 de janeiro de 2004. Institui a Política Nacional de Atenção Ontológica. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n.º. 123 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Brasília/DF. 26 de junho de 1986. Portaria GM/MS n. Dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários médicos. 16 de abril de 2002. Conselho Federal de Medicina. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. seção 1. 16 de abril de 2002. seção 1. seção 1. seção 1. BRASIL. Estabelece critérios e forma de registrar na AIH os procedimentos de doação de órgãos para transplante. Resolução n. Gabinete do Ministro. 1.069. Resolução n. Brasília/DF. 05 de fevereiro de 1997. 09 de agosto de 2002. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 94. seção 1. seção 1. Portaria GM/MS n. Torna obrigatória a criação de Comissão de Revisão de Prontuário nas instituições de saúde. Lei n. Ministério da Saúde. e 3 de março de 2004. tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento. 12 de abril de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Portaria SAS/MS n. 11 de julho de 2007. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 09 de junho de 1987. seção 1. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 25 de junho de 1986.º 210. retificação. 16 de julho de 1990.º 738.Referência em Assistência à Saúde do Idoso. Ministério da Saúde. seção 1. 10 de julho de 2002. BRASIL. 19 de dezembro de 2005. Estabelece normas de classificação e credenciamento de Alta Complexidade em Oncologia. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. Dispõe sobre acesso ao prontuário médico para efeito de auditoria. Ministério da Saúde. 21 de janeiro de 2004. Institui o Programa Anual de Reestruturação da Assistência Psiquiátrica Hospitalar no SUS. seção 1.º 8.434. Define as atribuições do Enfermeiro Obstetra. Brasília DF. seção 1 e 27 de julho de 2004. Gabinete do Ministro.638. 08 de fevereiro de 2001. Altera e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos cardiovasculares. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 21 de junho de 2004. 21 de janeiro de 2004. Gabinete do Ministro. 22 de setembro de 2004. Lei n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. Lei n.821. Ministério da Saúde. BRASIL. BRASIL. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Internação em Psiquiatria RPH (Programa Anual de Reestruturação da Assistência Psiquiátrica Hospitalar). Define o período que os estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes devem manter registros das atividades desenvolvidas. seção 1. 08 de dezembro de 2005. BRASIL. 9 de dezembro de 2005. Conselho Federal de Medicina. seção 1. Brasília/DF. Ministério da Saúde. BRASIL. BRASIL. Brasília/DF. seção 1. republicação dos anexos. 08 de junho de 1987. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Brasília/DF. 24de janeiro de 2001.439. 20 de janeiro de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil Brasília/DF. Gabinete do Ministro. 23 de dezembro de 2005.614.º 52. seção 1.º 92. Gabinete do Ministro.º 1. 10 de abril de 2001.º 9.406.º 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 13 de julho de 1990.º 53. 15 de junho de 2004. 23 de janeiro de 2001. Resolução n. BRASIL. Conselho Federal de Medicina.º 7498.º 741. seção 1. Brasília DF. Ministério da Saúde. Brasília/DF. BRASIL. 04 de fevereiro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 513. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 2. 23 de novembro de 2007. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. Dispõe sobre a profissão de Enfermeiro Obstetra. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria GM/MS n. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para Assistência Domiciliar Geriátrica pelos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso e altera redação dos procedimentos de Atendimento Geriátrico em Hospital Dia. BRASIL.

Aprova Protocolo Clinico de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia. Secretaria de Atenção à Saúde. Torna obrigatório identificar na AIH através da CID 10 os procedimentos de notificação compulsória. Aprova Protocolo de Indicação de Tratamento Clínico das Osteogêneses Imperfecta e Inclui na tabela do SIH/SUS e os procedimentos para o tratamento. Brasília/ DF. BRASIL. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Define nova composição dos grupos de procedimentos na especialidade de Ortopedia. BRASIL. Inclui na Tabela do SIH/SUS Cirurgias Plásticas Corretivas Seqüenciais em Pacientes Pós Gastroplastia. BRASIL. Ministério da Saúde. BRASIL. 25 de setembro de 1998. Ministério da Saúde. seção 1. Ministério da Saúde.º 2305.º 118.º 2. de 8 de março de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. Secretaria de Atenção á Saúde. 16 de fevereiro de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 7 de março de 2005. Secretaria de Atenção à Saúde. 13 de novembro de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria Conjunta SAS/SVS n. Portaria GM/MS n. Define os procedimentos e normas de classificação e credenciamento dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. 15 de fevereiro de 2005.º 545. Brasília/DF. Institui no âmbito do SUS mecanismo para organização e implantação da Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF. 23 de setembro de 1998. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 23 de setembro de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 20 de março de 2002. seção 1. Portaria GM/MS n. Institui a Política Nacional de Atenção de Alta Complexidade em TraumatologiaOrtopedia. Brasília/ DF. Inclui procedimento de Polissonografia – Distúrbio do Sono. BRASIL. Portaria SAS/MS n. seção 1. Gabinete do Ministro. BRASIL. Brasília/DF.º 343. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 20.º 221. 893. 2 de dezembro de 2004. 15 de fevereiro de 2005. Portaria SAS/MS. seção 1. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. 30 de maio de 2005. seção 1. Gabinete do Ministro. seção 1.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Torna obrigatória a realização do exame de VDRL em parturiente internadas em hospitais integrante do SUS. seção 1. 26 de abril de 2001. seção 1. 23 de fevereiro de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. 20 de dezembro de 2001. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. e o registro deste exame nas AIH de partos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS. Portaria SAS/MS. seção 1. 19 de dezembro de 2001. BRASIL. Portaria GM/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. BRASIL. Brasília/DF. 16 de fevereiro de 2005.º 628. Gabinete do Ministro. 27 de abril de 2001. 95. 165. Secretaria de Atenção á Saúde e Secretaria de Vigilância Sanitária. 18 de março de 2002. 23 de março de 2006. Define normas de credenciamento/habilitação das Unidades de Assistência e Centros de Referência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia. Ministério da Saúde. 124 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. seção 1. Brasília/DF. seção 1.582. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. 25 de maio de 2005. Brasília/DF. Brasília/DF de 24 de fevereiro de 2000. 22 de dezembro de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 24 de março de 2006. Portaria GM/MS n. seção 1. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. BRASIL. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. Secretaria de Assistência à Saúde.º 766. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 3 de dezembro de 2004. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde.º 224. Ministério da Saúde. de 21 de dezembro de 2004. Define atributos para os procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. 12 de novembro de 2002. Ministério da Saúde. seção 1. BRASIL.

Brasília/DF. Brasília/DF. 08 de junho de 2000. e torna obrigatório arquivar no prontuário médico do paciente o Espelho de AIH – Definitivo.BRASIL.º 227. Secretaria de Atenção à Saúde. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Resolução n. Brasília/ DF. BRASIL. de 5 de julho de 2000. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde.º 693. Estabelece a inclusão de Módulo de Segurança no Programa SISAIH.º 570. Institui o Componente I do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Incentivo à Assistência Pré-natal no âmbito do SUS. Institui o Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento. seção 1. Gabinete do Ministro. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social INAMPS. Ministério da Saúde. Inclui na tabela do SIH/SUS o procedimento Atendimento ao recém nascido na sala de parto. 09 de julho de 2002. Inclui na tabela do SIH/SUS o procedimento Atendimento ao recém nascido na sala de Parto II. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. BRASIL. de 27 de julho de 1990. 06 de julho de 2000. BRASIL. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Altera para março/2005 a obrigatoriedade do registro do VDRL. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde. Regulamenta a implantação do Sistema 125 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . de 1º de junho de 2000. 01 de setembro de 1993. 12 de janeiro de 2001. Brasília/DF. 15 de junho de 1994. Brasília/DF.º 124. BRASIL. de 26 de agosto de 1993. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. de 08 de julho de 2002. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde. Gabinete do Ministro. BRASIL. Institui o Componente II do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Incentivo à Assistência Pré-Natal no âmbito do SUS. de 1º de junho de 2000. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n. para Hospitais de Referencia em Gestante de Alto Risco.º 74 de 04 de maio de 1994. Brasília/DF. seção 1. de 09 de agosto de 2002. 8 de junho de 2000. Gabinete do Ministro. BRASIL. BRASIL. Portaria GM/MS n.º 96. demonstrativo contendo os dados referentes à sua internação. seção 1 e 01 de julho de 1994. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. seção 1. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. de 24 de julho de 2002. Portaria GM/MS n. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n.º 304. republicação. republicação. seção 1. Portaria SAS/MS n. BRASIL.º 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 1º de junho de 2000.º 448. Brasília/DF. seção 1. seção 1. Portaria GM/MS n. Institui o Componente III do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento e estabelece nova sistemática de pagamento para a assistência ao parto. republicação. Aprova no âmbito do Sistema Único de Saúde a modalidade de assistência – Hospital Dia. Ministério da Saúde. seção 1. destinado a atenção e humanizada ao recém-nascido de baixo peso. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Revoga a Portaria SAS/MS n. seção 1 e 14 de novembro de 2000. Brasília/DF. Brasília/DF. republicação. 3 de março de 2005. 8 de junho de 2000.º 44.343. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. seção 1. de 1º de junho de 2000. Ministério da Saúde. 2 de julho de 1990. no âmbito do SUS. Aprova as Normas de Orientação para implantação do Método Canguru. Determinou que o INAMPS implantasse o Sistema de Informação Hospitalar – SIH/SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 14 de junho de 1994. seção 1. Ministério da Saúde. seção 1 e 18 de agosto de 2000. de 01 de março de 2005. Aprova as Normas básicas para implantação de atendimento na forma de Alojamento Conjunto. BRASIL. Portaria GM/MS n. de 10 de janeiro de 2001.º 571.º 572. 14 de agosto de 2001. BRASIL. Portaria GM/MS n º 896. Brasília/DF. Brasília/DF. pela qual o hospital deviria entregar ao paciente. Ministério da Saúde. 08 de junho de 2000. Brasília/DF. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1 e 18 de agosto de 2000. 29 de junho de 1990. de 10 de agosto de 2001. Portaria SAS/MS n. Gabinete do Ministro.º 1016. Ministério da Saúde.º 569.

Brasília/DF. 21 de agosto de 1991. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. 15 de janeiro de 1996. 12 de janeiro de 1996. 24 de setembro 2002.º 579. republicação.º 299. Brasília/ DF. Ministério da Saúde.Laqueadura e Vasectomia. seção 1. e 7 de novembro 2002. Secretaria de Assistência à Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. seção 1. Portaria SAS/MS n º 187 16 de outubro de 1998. Inclui na tabela do SIH/SUS. Secretaria de Serviços Médicos.º 48.OPM sem cessão de crédito e estabelece que nas AIH de estabelecimentos público e privado com registro de OPM seja informados o CNPJ do Fornecedor do material e o n. Portaria GM/MS n. seção 1. de 04 de setembro de 1997. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. de 11 de fevereiro de 1999. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. para identificar profissional do Instituto de Traumatologia e Ortopedia -INTO prestando atendimento Ortopédico do Projeto Suporte em outros estabelecimentos de saúde. e o que inclui no valor do procedimento cirúrgico. Portaria SAS/MS n º 98. Brasília/DF. 01 agosto de 1990. 20 de dezembro de 2001. BRASIL. Ministério da Saúde.686.Pacientes com Lesões Lábio-Palatal ou Craniofaciais. BRASIL.º 1687. 126 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . seção 1. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Brasília/DF. seção 1. Brasília/DF. Inclui no SIH o tipo de vinculo 52.º da Nota fiscal correspondente. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. 14 junho de 2006. www. Ministério da Saúde. seção 1. Brasília/DF. Aprova normas para autorização e funcionamento e cadastramento de Bancos de Musculoesquelético pelo SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Assistência à Saúde. de 20 de setembro de 2002. Recompõe os procedimentos de esterilização . Estabelece critérios para inclusão de hospitais nos Sistemas de Referência Hospitalar no Atendimento Terciário e Secundário Gravidez de Alto Risco e inclui na tabela procedimentos para atendimento nesses estabelecimentos. Dispõe sobre planejamento familiar.gov.de Informação Hospitalar – SIH/SUS . Portaria SAS/MS n. Portaria SAS/MS n º 316. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. BRASIL. BRASIL. seção 1. Ministério da Saúde.263. de 19 de novembro de 1984. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. Brasília/DF. BRASIL. Compatibiliza procedimentos com CID de Causas Externas. Estabelecem diretrizes e normas para internação de pacientes nos hospitais integrantes do SUS. saude. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. o procedimento Cirurgia Múltipla . Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH-SUS os grupos de procedimentos de Processamento de Tecido Musculoesquelético. 21 de dezembro de 2002.br BRASIL. Ministério da Saúde. BRASIL. Brasília/DF. 20 de agosto de 1998.º 3477. Secretaria de Assistência à Saúde. 15 de fevereiro de 2006. Portaria n. 24 de setembro de 2002. seção 1. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 19 de outubro de 1998. Portaria GM/MS n. seção 1.º SAS/MS 113. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1 e 20 de agosto de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. 17 de fevereiro de 1999. Portaria SAS/MS n. 16 de junho de 2006. seção 1. de 08 de maio de 2006. seção 1. de 20 de setembro de2002.º 434. Secretaria de Atenção à Saúde. Lei n. 05 de setembro de 1997. Secretaria de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde. Portaria MPAS/SSM n. Departamento de Controle e Avaliação de Serviços de Saúde. Ministério da Saúde. de 14 de fevereiro de 2006. Portaria GM/MS n º 1. seção 1. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH para abril de 2006. Brasília/DF. Ministério da Previdência Social. Brasília/DF.º 9. 09 de maio de 2006. BRASIL. Dispõe sobre ato anestésico – inicio e término-. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.Inclui no SIH o tipo 53. Manual do Sistema de Informação hospitalar. 21 de novembro de 1984. BRASIL. BRASIL.

Conselho Federal de Medicina. seção 1. Gabinete do Ministro. Estabelece compatibilidade entre procedimento e Órtese. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 20 de maio de 2002. seção retificação.º 96. 15 de junho de 2004. Define o código de Tipo com e sem vínculo com o hospital. de 17 de novembro de 2000. seção 1 e 5 de setembro de 2002. Brasília. Secretaria de Atenção à Saúde. de 05 de maio de 2004. BRASIL.º 702. Gabinete do Ministro. a codificação de "tipo" 45 para profissionais autônomos sem cessão de crédito. Portaria GM/MS n. seção 1. Exclui Procedimentos Seqüenciais em Neurocirurgia.º 1. BRASIL. 09 de agosto de 2002. Brasília/DF. seção 1.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Incluir. Inclui na tabele do SIH/SUS procedimentos relacionados ao Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Teste Rápido. Gabinete do Ministro. 30 de abril de 2002. 765. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 1 de julho de 1997. Portaria SAS/MS n. Incluem na tabela do SIH/SUS procedimentos para o Tratamento de Transtorno Decorrentes do uso de Álcool e/ou Outras Drogas e estabelece critérios para sua utilização. 15 de fevereiro de 2006.BRASIL. BRASIL.º 938. Institui a Política Nacional de Atenção Cardiovascular. Estabelece mecanismos para organização e implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso. Incluir. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 27 de junho de 2003. BRASIL. de 30 de junho de 1997. 12 de abril de 2002. BRASIL. Decreto 2268. seção 1. seção 1. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Tratamento da Hanseníase e da Tuberculose com Lesões Externas. BRASIL. antes da alta hospitalar. Brasília/ DF.º 1. Regula a retirada e doação de órgão. de 16 de novembro de 2000. Ministério da Saúde.169. o Incentivo ao Registro Civil de Nascimento. 1997.º 438. Secretaria de Atenção à Saúde. 27 de março de 1998. 127 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . BRASIL. Brasília/DF. de 10 de julho de 2002. a ser pago aos hospitais integrantes do SIH/SUS que propiciarem o registro de nascimento. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. Resolução n. no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde – SIH/SUS. Secretaria de Atenção à Saúde.º 158. seção 1. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Brasília/DF. e 18 de julho de 2003. 03 de maio de 2002. Portaria GM/MS n. Prótese e Materiais Especiais – OPM na área de Cardiologia. de 06 de maio de 2004. Gabinete do Ministro. 08 de dezembro de 2000. de 16 de abril de 2002. na Tabela de Procedimentos Especiais do SIH/SUS. BRASIL. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. define procedimentos a serem registrados com o Procedimento Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia e estabelece limite de uso de procedimentos. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria SAS/MS n. 30 de junho de 2003. BRASIL. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. seção 1. BRASIL. seção 1.638. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 2002.º 817. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL.º 822. Brasília/DF. de 14 de fevereiro de 2006. Ministério da Saúde. de 07 de dezembro de 2000. 17 de junho de 2004. Ministério da Saúde. Incluir no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde – SIH/SUS a codificação de "tipo" 30 para profissionais que possuem vínculo empregatício com estabelecimento de saúde. Define prontuário médico e torna obrigatória a criação de Comissão de Revisão de Prontuário nas instituições de saúde.º 34. Brasília/DF. de 25 de março de 1998. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Portaria SAS/MS. Portaria GM/MS n.º 465. 30 de dezembro de 2005. Ministério da Saúde. 29 de dezembro de 2005.

Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF BRASIL. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde. Medicamentos e OPM do SUS e as compatibilidades. Medicamentos e OPM do SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde. medicamentos e OPM do SUS. Redefine a Política para Cirurgias Eletivas.069. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 2001 . Brasília/DF BRASIL. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF BRASIL. 19 de outubro de 2006. 128 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . que descentraliza para os gestores estaduais/municipais de saúde o registro das habilitações no SCNES. Secretaria de Atenção à Saúde. 19 de outubro de 2006. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde. DE 10 DE JULHO DE 2002 – Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. 21 de fevereiro de 1995. Portaria SAS/MS n. Define os procedimentos da Tabela de Procedimentos.º 723 de 28 de janeiro de 2007. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF BRASIL. Brasília/DF. Recompõe as compatibilidades dos procedimentos de válvula cardíaca da Tabela de Procedimentos do SUS. Portaria GM/MS n. Brasília/DFBRASIL.º 2. Institui a tabela de procedimentos.º 11.848 de 06 de novembro de 2007. Ministério da Saúde. redefine tabela tipo de vínculo. seção 1 e 6 de abril de 1995.º 2.529. Portaria SAS/MS n.638. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. RESOLUÇÃO N.º 1. republicação. OPM do SUS. Inclui campo: raça/cor. BRASIL. Brasília/DF. Define os procedimentos financiados pelo FAEC da Tabela de Procedimentos. BRASIL. Ministério da Saúde.614.º 958 de 15 de maio de 2008. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 28 de agosto de 2006. Ministério da Saúde. Brasília/DF BRASIL.º 1. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. caráter de atendimento.º 2. Brasília/DF BRASIL. 20 de outubro de 2006. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. de 13/2007/1990 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.º 719 de 28 de janeiro de 2007. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. Portaria GM/MS n. 20 de outubro de 2006. Brasília/DF BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria GM/MS n.BRASIL. Portaria GM/MS n.528. 23 de março de 1995. a nacionalidade do paciente. Ministério da Saúde. Torna obrigatório informar na AIH – AIH em meio magnético. Medicamentos e OPM do SUS que integram o elenco de cirurgias eletivas. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Ministério da Saúde.º 30 de 21 de janeiro de 2008.º 958 16 de maio de 2008. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n. seção 1. Aprova a Tabela de Procedimentos. Ministério da Saúde.REPUBLICAÇÃO Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL.Dispõe sobre acesso ao prontuário médico para efeito de auditoria. de 25 de agosto de 2006. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 569 de 31/2010/2007 DEFINE A SÉRIE NUMÉRICA APAC E AIH PARA 2008 . Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 219 de 1 de abril de 2008. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde.º 957 de 15 de maio de 2008. Institui a Internação Domiciliar no âmbito do SUS. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. seção 1. Institui a Política Nacional de Oftalmologia. Portaria GM/MS n.º 629. Define a estrutura e o detalhamento completo dos procedimentos com seus atributos para janeiro de 2008. BRASIL. Ministério da Saúde.º 321 de 08 de fevereiro de 2007. Gabinete do Ministro. atualiza os laudos de APAC e AIH. estabelece: RESOLUÇÃO N.º 8. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF Lei n. Medicamentos. Define os procedimentos seqüenciais de neurocirurgia da Tabela de Procedimentos.

Define Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia e Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade. Ministério da Saúde.º 120. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. de 27 de março de 2009.15. dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários. Portaria SAS/MS n.º 90. estabelece critérios para certificação dos sistemas de informação e dá outras providências. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n.° 662/ 2008 Inclui o Procedimento 04. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.003-4 – Outros Procedimentos com Cirurgias Seqüenciais.RESOLUÇÃO N. Brasília/DF BRASIL. Ministério da Saúde.º 1. de 14 de abril de 2009.821 DE 2007 – Aprova as “Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico”. Brasília/DF 129 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . BRASIL. Ministério da Saúde.02. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Aprova as “Normas de Classificação e Credenciamento/ Habilitação dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral e Enteral/ Parenteral” Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.

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