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"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." Paulo
"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." Paulo
"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." Paulo
"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." Paulo

"Se a educação sozinha não

transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a

sociedade muda."

Paulo Freire

"A aprendizagem é a nossa vida, desde a juventude até à velhice, de fato quase até à morte; ninguém vive durante dez horas sem aprender".

Paracelso

A educação tem cumprido seu papel? Porque?
A educação tem cumprido seu papel? Porque?
A educação tem cumprido seu papel? Porque?
A educação tem cumprido seu papel? Porque?

A educação tem cumprido seu papel?

A educação tem cumprido seu papel? Porque?
A educação tem cumprido seu papel? Porque?

Porque?

Crise de sociabilidade Colorado - EUA Abril de 1999, 15 mortos e 23 feridos Rio
Crise de sociabilidade Colorado - EUA Abril de 1999, 15 mortos e 23 feridos Rio
Crise de sociabilidade Colorado - EUA Abril de 1999, 15 mortos e 23 feridos Rio
Crise de sociabilidade Colorado - EUA Abril de 1999, 15 mortos e 23 feridos Rio

Crise de sociabilidade

Colorado - EUA Abril de 1999, 15 mortos e 23 feridos
Colorado - EUA
Abril de 1999,
15 mortos e 23 feridos
Colorado - EUA Abril de 1999, 15 mortos e 23 feridos Rio - Brasil 13 alunos

Rio - Brasil 13 alunos mortos

Kauhajoki, - Finlândia 10 mortes

Fúria no Trânsito
Fúria no Trânsito
Fúria no Trânsito
Fúria no Trânsito

Fúria no Trânsito

Fúria no Trânsito
Fúria no Trânsito
Desprezo a vida humana
Desprezo a vida humana
Desprezo a vida humana
Desprezo a vida humana

Desprezo a vida humana

Desprezo a vida humana
Desprezo a vida humana
Desprezo a vida humana
Intolerância homofóbica Cidade de São Paulo - à 100m da Av. Paulista, quase na esquina
Intolerância homofóbica Cidade de São Paulo - à 100m da Av. Paulista, quase na esquina
Intolerância homofóbica Cidade de São Paulo - à 100m da Av. Paulista, quase na esquina
Intolerância homofóbica Cidade de São Paulo - à 100m da Av. Paulista, quase na esquina

Intolerância homofóbica

Intolerância homofóbica Cidade de São Paulo - à 100m da Av. Paulista, quase na esquina da
Intolerância homofóbica Cidade de São Paulo - à 100m da Av. Paulista, quase na esquina da

Cidade de São Paulo - à 100m da Av. Paulista, quase na esquina da

Alameda Santos: cruelmente atacado por um bando de mais ou menos dez caras, armados de cacos de garrafas em suas mãos.

Barbárie e embrutecimento das relações nas escolas
Barbárie e embrutecimento das relações nas escolas
Barbárie e embrutecimento das relações nas escolas
Barbárie e embrutecimento das relações nas escolas

Barbárie e embrutecimento das relações nas escolas

Barbárie e embrutecimento das relações nas escolas
Barbárie e embrutecimento das relações nas escolas
Analfabetismo  2010 - 14,1 milhões de analfabetos - 9,7% da população maior que 15
Analfabetismo
Analfabetismo

2010 - 14,1 milhões de analfabetos - 9,7% da população

maior que 15 anos

(2008 - 14,2 milhões) - (1)

-



70 milhões de brasileiros não possuem ensino fundamental

completo; (2)

Somente 30 % da população entre 15 e 64 anos pode ser considerada alfabetizada; (2)

70% da população oscila entre a condição de ágrafos (não sabem ler e escrever) e de analfabetos funcionais (não são capazes de ler/interpretar e escrever corretamente um texto de 20 linhas). (2)

(1) Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010) (2) IBOPE

A educação: fator de ascensão social pelo trabalho , garantindo empregos a todos e reduzindo
A educação: fator de ascensão social pelo trabalho , garantindo empregos a todos e reduzindo
A educação: fator de ascensão social pelo trabalho , garantindo empregos a todos e reduzindo

A educação: fator de ascensão

social pelo trabalho ,

garantindo empregos a todos e reduzindo as desigualdades, qualificando o trabalhador e,

logicamente garantindo acesso

a cidadania universal e planetária.

as desigualdades, qualificando o trabalhador e, logicamente garantindo acesso a cidadania universal e planetária.
Mito: A educação não é sinônimo de empregos
Mito: A educação não é sinônimo de
empregos

OIT mais de 180 milhões de pessoas no mundo estão em situação de desemprego aberto (procurando), das quais 1/3 são de jovens de 15 a 24 anos. Mas de 1/3 da mão de obra do planeta está em condições de sub-empregos ou trabalho precário;

15 a 24 anos.  Mas de 1/3 da mão de obra do planeta está em
15 a 24 anos.  Mas de 1/3 da mão de obra do planeta está em
15 a 24 anos.  Mas de 1/3 da mão de obra do planeta está em
Desemprego entre jovens  Brasil – o índice de desemprego é 3 x maior entre
Desemprego entre jovens  Brasil – o índice de desemprego é 3 x maior entre
Desemprego entre jovens  Brasil – o índice de desemprego é 3 x maior entre
Desemprego entre jovens  Brasil – o índice de desemprego é 3 x maior entre
Desemprego entre jovens
Desemprego entre jovens

Brasil o índice de desemprego é 3 x maior entre os jovens de 15 a 24 anos do que entre os demais trabalhadores; 50% dos jovens empregados

brasileiros estão em regime de trabalho precário;

do que entre os demais trabalhadores;  50% dos jovens empregados brasileiros estão em regime de
Políticas de formação aligeirada  “Os jovens não tem empregos pela educação não se qualifica
Políticas de formação aligeirada  “Os jovens não tem empregos pela educação não se qualifica
Políticas de formação aligeirada  “Os jovens não tem empregos pela educação não se qualifica
Políticas de formação aligeirada  “Os jovens não tem empregos pela educação não se qualifica
Políticas de formação aligeirada
Políticas de formação aligeirada

“Os jovens não tem empregos pela educação não se qualifica e as desigualdades sociais continuam

alarmantes. A escola na decadência final do

capitalismo, só tem a função de abrigar a juventude: é o único lugar do jovem na sociedade, um grande

é o único lugar do jovem na sociedade, um grande depósito de gente , no máximo
é o único lugar do jovem na sociedade, um grande depósito de gente , no máximo

depósito de gente, no máximo uma babá coletiva. Já

não há mais razão ou sentido para o professor ensinar e o jovem aprender”

Desemprego entre “formados”  Fatia de desempregados com 11 anos ou mais de estudo passa
Desemprego entre “formados”  Fatia de desempregados com 11 anos ou mais de estudo passa
Desemprego entre “formados”
Desemprego entre “formados”

Fatia de desempregados com 11 anos ou mais de estudo passa de 39,4% em 2002

com 11 anos ou mais de estudo passa de 39,4% em 2002 para 60% em 2010
com 11 anos ou mais de estudo passa de 39,4% em 2002 para 60% em 2010

para 60% em 2010, mostra

levantamento.

(Folha de São Paulo - Abril 2011)

Mito: A educação não garante igualdade social   A parcela da renda nacional apropriada
Mito: A educação não garante igualdade social
Mito: A educação não garante igualdade
social

Mito: A educação não garante igualdade social   A parcela da renda nacional apropriada pelos
Mito: A educação não garante igualdade social   A parcela da renda nacional apropriada pelos

Mito: A educação não garante igualdade social   A parcela da renda nacional apropriada pelos

A parcela da renda nacional apropriada pelos 1% dos mais ricos é semelhante à fatia que cabe aos 50% mais pobres da população;

à fatia que cabe aos 50% mais pobres da população; Os 10% mais ricos abocanham mais

Os 10% mais ricos abocanham mais de 40% da renda

nacional enquanto os 50% mais pobres da população fica

com apenas 15% da renda nacional; Dos 126 países no mundo que tem

informação sobre distribuição de renda,

o Brasil supera apenas cinco; 40% da população brasileira pode ser considerada pobre ou miserável;


 33,6% das crianças vivem na pobreza.
 33,6% das crianças vivem na pobreza.
“A procura de homens regula necessariamente a produção de homens como de qualquer outra mercadoria
“A procura de homens regula necessariamente a produção de homens como de qualquer outra mercadoria

“A procura de homens regula necessariamente a produção

de homens como de qualquer outra mercadoria. Se a oferta é

muito maior que a procura , então parte dos trabalhadores cai na miséria ou na fome. Assim, a existência do trabalhador

na miséria ou na fome . Assim, a existência do trabalhador torna-se reduzida às mesmas condições

torna-se reduzida às mesmas condições que a existência de

qualquer outra mercadoria. O trabalhador transformou-se numa mercadoria e terá muita sorte se puder encontrar
qualquer outra mercadoria. O trabalhador transformou-se
numa mercadoria e terá muita sorte se puder encontrar um
comprador. E a procura, à qual está sujeita a vida do

trabalhador, é determinada pelo capricho dos ricos e dos

capitalistas.”

do trabalhador, é determinada pelo capricho dos ricos e dos capitalistas.” (MARX, 2004, p. 66, com

(MARX, 2004, p. 66, com grifos do original)

 "( ) O homem não nasce homem: isto o sabem hoje tanto a fisiologia
 "( ) O homem não nasce homem: isto o sabem hoje tanto a fisiologia

"(

)

O homem não nasce homem: isto o sabem hoje tanto a

fisiologia quanto a psicologia. Grande parte do que

transforma o homem em homem forma-se durante a sua vida, ou melhor, durante o seu longo treinamento para tornar-se ele mesmo, em que se acumulam sensações,

experiências e noções, formam-se habilidades,

constroem-se estruturas biológicas - nervosas e musculares - não dados a priori pela natureza, mas fruto do exercício que se desenvolve nas relações

sociais, graças às quais o homem chega a executar atos

tantos “ humanos” quanto “não naturais”, como o falar e o trabalhar segundo um plano e um objetivo. Ou talvez o homem nasça homem, mas apenas enquanto

possibilidade que, para se atualizar, requer, sem dúvida, uma

aprendizagem num contexto social adequado

Marx e a pedagogia moderna

Reprodução da Barbárie  “( ) ao subordinar a humanidade à economia (educação, saúde) ,
Reprodução da Barbárie  “( ) ao subordinar a humanidade à economia (educação, saúde) ,
Reprodução da Barbárie  “( ) ao subordinar a humanidade à economia (educação, saúde) ,
Reprodução da Barbárie  “( ) ao subordinar a humanidade à economia (educação, saúde) ,

Reprodução da Barbárie

“(

)

ao subordinar a humanidade à economia

(educação, saúde), o capitalismo mina e corrói as

relações entre seres humanos que formam as sociedades e cria um vácuo moral em que nada

conta na não ser o desejo do indivíduo aqui e

agora (Hobsbawm)

Consumismo

Individualismo

Competição

Roubo

Trapaça

Solidão

Depressão

Aparência e personalismo

Revolta

Subsídio

Submissão

Estrutura De Classes
Estrutura De Classes
Estrutura De Classes
Estrutura De Classes
Estrutura De Classes

Estrutura

De
De

Classes

Educação dialética  Esta tendência educacional apareceu no Brasil a partir da década de 1970
Educação dialética  Esta tendência educacional apareceu no Brasil a partir da década de 1970
Educação dialética  Esta tendência educacional apareceu no Brasil a partir da década de 1970
Educação dialética  Esta tendência educacional apareceu no Brasil a partir da década de 1970
Educação dialética
Educação dialética

Esta tendência educacional apareceu no Brasil a partir da década de 1970 e foi fortemente

influenciada pela ideologia baseada nas idéias de Karl Marx (1818-1883), sociólogo e economista

alemão, que escreveu grande parte de sua obra na

Inglaterra.

Teoria Crítica da Educação  A Teoria Crítica representa o aparecimento das primeiras propostas brasileiras
Teoria Crítica da Educação
Teoria Crítica da Educação

A Teoria Crítica representa o aparecimento das primeiras propostas brasileiras de concepção da educação. Ela considera a pessoa concreta, inserida na sua realidade

(que pessoa vou educar? para viver em que sociedade?). Desse

ponto de vista, o enfoque sociológico supera o pedagógico. Na organização escolar ela absorve elementos das linhas

tradicional e cognitivista;

Muitos pensadores da educação brasileira, como Paulo

 Muitos pensadores da educação brasileira, como Paulo Freire , também foram influenciados pela dialética de
 Muitos pensadores da educação brasileira, como Paulo Freire , também foram influenciados pela dialética de

Freire, também foram influenciados pela dialética de Karx

Marx. As idéias desses intelectuais acabaram levando ao aparecimento no Brasil de uma nova tendência educacional, desde o início da década de 1990.

Educação para uma nova sociedade - modelo de pessoa onilateral. A pessoa onilateral é o
Educação para uma nova sociedade - modelo de pessoa onilateral. A pessoa onilateral é o
Educação para uma nova sociedade - modelo de pessoa onilateral. A pessoa onilateral é o
Educação para uma nova sociedade - modelo de pessoa onilateral. A pessoa onilateral é o

Educação para uma nova sociedade - modelo de pessoa onilateral.

A pessoa onilateral é o oposto da pessoa unilateral.

A formação unilateral (alienadora)

“[

]

o trabalhador

transformou-se numa mercadoria” (MARX)

formado exclusivamente para a

produção

A formação onilateral

“[

(politécnica)

]

a ratificação do homem

como ser genérico lúcido”.

(MARX)

formado para o trabalho,

para a política e para as artes

O sentido real da educação  “A qualificação humana diz respeito ao desenvolvimento de condições
O sentido real da educação  “A qualificação humana diz respeito ao desenvolvimento de condições
O sentido real da educação  “A qualificação humana diz respeito ao desenvolvimento de condições
O sentido real da educação  “A qualificação humana diz respeito ao desenvolvimento de condições

O sentido real da educação

“A qualificação humana diz respeito ao desenvolvimento de condições físicas, mentais,

afetivas, estéticas e lúdicas do ser humano

(condições omnilaterais) capazes de ampliar a capacidade de trabalho na produção dos valores de uso em geral como condição de satisfação das

múltiplas necessidades do ser humano no seu devenir

histórico. Está, pois, no plano dos direitos que não podem ser mercantilizados e, quando isso ocorre,

agride-se elementarmente a própria condição

humana”.

Frigotto (2010)

QUADRO SÍNTESE DAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS

Nome da

Tendência

Pedagógica

Pedagogia

Liberal

Tradicional.

Tendência

Liberal

Renovadora

Progressiva.

Tendência Liberal Renovadora não-diretiva (Escola Nova)

Papel da Escola

Conteúdos

Métodos

Professor

x

aluno

Aprendizagem

Preparação

intelectual e moral dos alunos para assumir seu papel na sociedade.

São conhecimento e

valores sociais

acumulados através dos tempos e repassados aos alunos como verdades absolutas.

Exposição e demonstração verbel da matéria e / ou por meios de modelos.

Autoridade do professor que exige atitude receptiva do aluno.

A aprendizagem é receptiva e mecânica, sem se considerar as características próprias de cada idade.

Os conteúdos

são estabelecidos a partir das experiências

vividas pelos alunos frente às situações

problemas.

Por meio de experiências, pesquisas e método de solução de problemas.

A escola deve adequar as necessidades individuais ao meio social.

O professor é auxiliador no desenvolvimento livre da criança.

É baseada na motivação e na estimulação de problemas.

Educação centralizada no aluno e o professor é quem garantirá um relacionamento de respeito.

Baseia-se na busca dos conhecimentos pelos próprios alunos.

Aprender é

modificar as

percepções da

realidade.

Método baseado

na facilitação da aprendizagem.

Formação de

atitudes.

Manifestações

Nas escolas que

adotam

filosofias

humanistas

clássicas ou

científicas.

Montessori Decroly Dewey Piaget Lauro de oliveira Lima

Carl Rogers, "Sumermerhill"

escola de A.

Neill.

QUADRO SÍNTESE DAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS

Nome da

 

Professor

 

Tendência

Papel da Escola

Conteúdos

Métodos

x

Aprendizagem

Manifestações

Pedagógica

 

aluno

Tendência

Liberal

Tecnicista.

Tendência

Progressista

Libertadora

Tendência

Progressista

Libertária.

Tendência Progressista "crítico social dos conteúdos ou "histórico- crítica"

É modeladora do comportamento humano através de técnicas específicas.

Não atua em escolas, porém visa levar professores e alunos a atingir um nível de consciência da realidade em que vivem na busca da transformação social.

Transformação da personalidade num sentido libertário e autogestionário.

Difusão dos

conteúdos.

São informações ordenadas numa seqüência lógica e psicológica.

Procedimentos e técnicas para a transmissão e recepção de informações.

Relação objetiva onde o professor transmite informações e o aluno vai fixá-las.

Influencia Marxista
Influencia Marxista

Temas

geradores.

As matérias são colocadas mas não exigidas.

Conteúdos culturais universais que são incorporados pela humanidade frente à realidade social.

Grupos de

discussão.

Vivência grupal na forma de auto- gestão.

O método parte de uma relação direta da experiência do aluno confrontada com o saber sistematizado.

A relação é de igual para igual, horizontalmente.

É não diretiva, o professor é orientador e os alunos livres.

Papel do aluno como participador e do professor como mediador entre o saber e o aluno.

Aprendizagem baseada no desempenho.

Resolução da

situação problema.

Aprendiagem informal, via grupo.

Baseadas nas estruturas cognitivas já estruturadas nos alunos.

Leis 5.540/68

e

5.692/71.

Paulo Freire.

C. Freinet

Miguel Gonzales Arroyo.

Makarenko

B. Charlot

Suchodoski Manacorda G. Snyders Demerval Saviani.

Educação: reforço das desigualdades As reformas na educação não geram mudanças essenciais na sociedade porque
Educação: reforço das desigualdades As reformas na educação não geram mudanças essenciais na sociedade porque
Educação: reforço das desigualdades As reformas na educação não geram mudanças essenciais na sociedade porque
Educação: reforço das desigualdades As reformas na educação não geram mudanças essenciais na sociedade porque

Educação: reforço das desigualdades

As reformas na educação não geram mudanças essenciais na

As reformas na educação não geram mudanças essenciais na sociedade porque não modificaram a sua estrutura

sociedade porque não modificaram a sua estrutura e o saber

continua mais ou menos como um privilégio. Dessa forma escamoteia os conflitos e as crises, embora a sociedade viva em crise e em conflitos. Sob o paternalismo e clientelismo, dilui-se o conflito capital-trabalho, minimiza- se a desigualdade social e a profunda discriminação racial, sexista e regionalista.

a profunda discriminação racial, sexista e regionalista . Esta voltada as habilidades e competências (técnica,
a profunda discriminação racial, sexista e regionalista . Esta voltada as habilidades e competências (técnica,
a profunda discriminação racial, sexista e regionalista . Esta voltada as habilidades e competências (técnica,

Esta voltada as habilidades e competências (técnica, social e

ideologicamente) para o trabalho. Trata-se de subordinar a função social da educação de forma controlada para responder as demandas do capital.

Crítica a concepção tradicional:

Educação a serviço do capital e da “domesticação da

pobreza”

“A canalha (as massas) é indigna de ser esclarecida (

haja cozinheiros ignorantes (

não instruído” (Voltaire -1757)

é essencial que

e o que é de lei é que o povo seja guiado e

)

)

“Os homens de classe operária têm desde cedo necessidade do trabalho de seus filhos. Essas crianças precisam adquirir desde cedo o conhecimento e

sobretudo o habito e a tradição do trabalho penoso a que se destinam.

Os filhos da classe

erudita, ao contrário podem dedicar-se a estudar durante muito tempo; têm muitas coisas para aprender para alcançar o que se espera deles no

futuro(

Não podem, portanto, perder tempo nas escolas (

)

Esses são fatos que não dependem de qualquer vontade

humana; decorrem necessariamente da própria natureza humana e da

sociedade: ninguém está em condições de mudá-los”. (Desttut, 1908)

)

Educação a serviço do capital e da “domesticação da pobreza”  Relatório Jacques Delors (4
Educação a serviço do capital e da “domesticação da pobreza”  Relatório Jacques Delors (4
Educação a serviço do capital e da “domesticação da pobreza”  Relatório Jacques Delors (4
Educação a serviço do capital e da “domesticação da pobreza”  Relatório Jacques Delors (4

Educação a serviço do capital e da

“domesticação da pobreza”

Relatório Jacques Delors (4 pilares da educaçã 1994) - “De fato, a competição resulta, atualmente, numa guerra econômica implacável e numa tensão entre os mais favorecidos e os pobres, que divide as nações do mundo e exacerba as rivalidades históricas. É de lamentar que a educação contribua, por vezes, para alimentar este

clima

(Relatório Unesco, pág 97)

Conceito reprodução dialética  a escola prepara as crianças das famílias proprietárias para continuar sendo
Conceito reprodução dialética
Conceito reprodução dialética

a escola prepara as crianças das famílias proprietárias

para continuar sendo detentoras dos meios de produção e os filhos das famílias que não possuem esses bens (os proletários) para que continuem vendendo sua força de trabalho. a escola realiza a alienação dos alunos no processo educacional de duas maneiras: impondo hegemonicamente

as idéias dos detentores do poder (alienação) e excluindo as

classes subalternas do domínio do conhecimento do processo dos bens de produção (apropriação). o professor, mesmo sem saber, é um agente da ideologia

dominante.

Reprodução da Estrutura De Classes
Reprodução da Estrutura De Classes
Reprodução da Estrutura De Classes
Reprodução da Estrutura De Classes

Reprodução

da Estrutura De Classes
da
Estrutura
De
Classes
SOCIEDADE ESCOLAR BARÃO DO RIO BRANCO-COLÉGIO HUMBOLDT

SOCIEDADE ESCOLAR BARÃO DO RIO

BRANCO-COLÉGIO HUMBOLDT

SOCIEDADE ESCOLAR BARÃO DO RIO BRANCO-COLÉGIO HUMBOLDT
SOCIEDADE ESCOLAR BARÃO DO RIO BRANCO-COLÉGIO HUMBOLDT
SOCIEDADE ESCOLAR BARÃO DO RIO BRANCO-COLÉGIO HUMBOLDT
SOCIEDADE ESCOLAR BARÃO DO RIO BRANCO-COLÉGIO HUMBOLDT
Linha do tempo – Últimos 500 anos
Linha do tempo – Últimos 500 anos
Linha do tempo – Últimos 500 anos
Linha do tempo – Últimos 500 anos

Linha do tempo Últimos 500 anos

Linha do tempo – Últimos 500 anos
Avanço técnicos  Capital – na sua parte civilizadora o capital elevou a padrões nunca
Avanço técnicos  Capital – na sua parte civilizadora o capital elevou a padrões nunca
Avanço técnicos  Capital – na sua parte civilizadora o capital elevou a padrões nunca
Avanço técnicos  Capital – na sua parte civilizadora o capital elevou a padrões nunca

Avanço técnicos

Capital na sua parte civilizadora o capital elevou a padrões nunca visto o nível científico e artístico da maioria dos povos da terra particularmente na Europa ocidental, Estados Unidos e Canadá;

Século XVIII e XIX florescimento da Química e da biologia (evolução de Darwin); Aumento da capacidade de compreender o mundo e os fenômenos naturais avanços tecnológicos;

Inquietação cultural evolução da arte;

Século XX evolução da física quântica;

Decadência social  Decadência global do capitalismo - decadência da sociedade de consumo (cultural e
Decadência social  Decadência global do capitalismo - decadência da sociedade de consumo (cultural e
Decadência social  Decadência global do capitalismo - decadência da sociedade de consumo (cultural e
Decadência social  Decadência global do capitalismo - decadência da sociedade de consumo (cultural e

Decadência social

Decadência global do capitalismo - decadência da sociedade de consumo (cultural e educacional); Sistema predatório - A bonança na desgraça alheia.

II Guerra mundial, Guerra do Golfo, Catástrofes naturais;

Nazismo e fascismo – “darwinismo social” racismo científico - justificar a dominação dos povos da periferia pelo centros imperialistas;

Avanços científicos devido a explosão das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki;

Características do Capitalismo: destruir o excesso de civilização para se auto preservar.  “é necessário
Características do Capitalismo:
Características do Capitalismo:

destruir o excesso de civilização para

se auto preservar.
se auto preservar.

“é necessário que , de tempos em tempos, se destrua parte dessas forças produtivas, levando a sociedade momentâneas regressões . Essa face bárbara do capitalismo não é mais do que um elemento necessário

a sua continuidade e, a destruição das forças produtivas,

faz parte do próprio modo de produção o que demonstra por si só a irracionalidade dessa estrutura social”

(MENEGAT, 2006)

 FMI - crise financeira, aliada ao aumento dos preços dos alimentos lançou pelo menos
 FMI - crise financeira, aliada ao aumento dos preços dos alimentos lançou pelo menos
 FMI - crise financeira, aliada ao aumento dos preços dos alimentos lançou pelo menos
 FMI - crise financeira, aliada ao aumento dos preços dos alimentos lançou pelo menos

FMI - crise financeira, aliada ao aumento dos preços dos alimentos lançou pelo menos 100 milhões de pessoas na pobreza.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) - os altos preços dos alimentos levaram mais 75 milhões de

pessoas a passar fome no mundo - o total de famintos em 2007

aumentou para 967 milhões.

Por 30 bilhões de dólares (1% do que foi despejados nos bancos) seriam necessárias para recuperar a agricultura nos países pobres e

evitar a fome e os conflitos que dela resultam. (FAO)

Por 40 bilhões de dólares pode-se também comprar 250 kg de grão para cada uma dessas pessoas, o suficiente para alimentá-las por um ano. (FAO) Banco Mundial se o preço das commodities subir mais 10%, mais 10 milhões de pessoas no mundo entrarão para a condição de extrema pobreza, vivendo com menos de R$ 2/dia. Desde junho de 2010, 44 milhões entraram na linha de pobreza. (Folha, 15.04.2011)

 40% dos africanos vivem na pobreza extrema.  "Atualmente , l milhão de pessoas
 40% dos africanos vivem na pobreza extrema.  "Atualmente , l milhão de pessoas
 40% dos africanos vivem na pobreza extrema.  "Atualmente , l milhão de pessoas
 40% dos africanos vivem na pobreza extrema.  "Atualmente , l milhão de pessoas

40% dos africanos vivem na pobreza extrema. "Atualmente, l milhão de pessoas perdem a vida todos os anos para a malária. Para eliminá-la, em

nível global, seriam necessários 5 bilhões de dólares

até 2009.“

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) - O número global de desempregados poderá aumentar em 20

milhões - ultrapassando o número de 200 milhões de

desempregados no mundo pela primeira vez na História.

Crise mundial  Vivemos um aprofundamento da crise global do sistema capitalistas: isto significa que
Crise mundial  Vivemos um aprofundamento da crise global do sistema capitalistas: isto significa que
Crise mundial  Vivemos um aprofundamento da crise global do sistema capitalistas: isto significa que
Crise mundial  Vivemos um aprofundamento da crise global do sistema capitalistas: isto significa que

Crise mundial

Vivemos um aprofundamento da crise global do sistema capitalistas: isto significa que os setores sociais como educação e saúde serão ainda mais penalizados para garantir que se drenem recursos públicos para empresas e instituições financeiras capitalistas.

A velha máxima prevalece: a socialização dos prejuízos

durante as crises.

Neoliberalismo: Estado máximo para as empresas dividirem os prejuízos na crise e Estado mínimo para a sociedade durante a era de crescimento ou de prosperidade.

Fonte: CONSULTA POPULAR
Fonte: CONSULTA POPULAR
Fonte: CONSULTA POPULAR
Fonte: CONSULTA POPULAR
Estratégias neoliberais 1. Estado mínimo 2. Corte de despesas públicas e Corte de benefícios sociais.
Estratégias neoliberais
Estratégias neoliberais

1.

Estado mínimo

2.

Corte de despesas públicas e Corte de benefícios sociais.

3.

Venda de empresas estatais mesmo as lucrativas.

4.

Prioridade absoluta no combate à inflação.

5.

Abertura ilimitada dos mercados e suspensão do

controle de Comércio Exterior.(OMC - criação das rodadas de negociação (Doha foi uma delas)

6.

Abertura unilateral das importações;

7.

Atrelamento da moeda ao dólar;

8.

Redução do superávit comercial;

OS “DONOS DO MUNDO” o FMI (Fundo Monetário Internacional); o BID (Banco Interamericano de
OS “DONOS DO MUNDO” o FMI (Fundo Monetário Internacional); o BID (Banco Interamericano de
OS “DONOS DO MUNDO” o FMI (Fundo Monetário Internacional); o BID (Banco Interamericano de
OS “DONOS DO MUNDO” o FMI (Fundo Monetário Internacional); o BID (Banco Interamericano de
OS “DONOS DO MUNDO”
OS “DONOS DO MUNDO”

o

FMI (Fundo Monetário Internacional);

o

BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)

o BIRD (Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento); o OMC (Organização Mundial do Comércio)

Para onde foi o dinheiro que deveria ser aplicado na escola pública? Latifúndio Bancos Países

Para onde foi o dinheiro que deveria

ser aplicado na escola pública?

foi o dinheiro que deveria ser aplicado na escola pública? Latifúndio Bancos Países Ricos Transnacionais Ensino

Latifúndio

Bancos

foi o dinheiro que deveria ser aplicado na escola pública? Latifúndio Bancos Países Ricos Transnacionais Ensino
foi o dinheiro que deveria ser aplicado na escola pública? Latifúndio Bancos Países Ricos Transnacionais Ensino

Países Ricos

Transnacionais

Ensino privado

foi o dinheiro que deveria ser aplicado na escola pública? Latifúndio Bancos Países Ricos Transnacionais Ensino
foi o dinheiro que deveria ser aplicado na escola pública? Latifúndio Bancos Países Ricos Transnacionais Ensino
foi o dinheiro que deveria ser aplicado na escola pública? Latifúndio Bancos Países Ricos Transnacionais Ensino
foi o dinheiro que deveria ser aplicado na escola pública? Latifúndio Bancos Países Ricos Transnacionais Ensino
foi o dinheiro que deveria ser aplicado na escola pública? Latifúndio Bancos Países Ricos Transnacionais Ensino
Um roubo institucionalizado  “Os programas ditados pelo FMI e pelo Banco Mundial já ajudaram
Um roubo institucionalizado  “Os programas ditados pelo FMI e pelo Banco Mundial já ajudaram
Um roubo institucionalizado  “Os programas ditados pelo FMI e pelo Banco Mundial já ajudaram
Um roubo institucionalizado  “Os programas ditados pelo FMI e pelo Banco Mundial já ajudaram

Um roubo institucionalizado

“Os programas ditados pelo FMI e pelo Banco Mundial já ajudaram a dobrar a brecha entre os países ricos e pobres desde 1960. As transferências de

recursos dos países pobres para os ricos chegaram a

mais de U$S 400 bilhões entre 1982 e 1990 (Noam Chomsky)

Brasil : o setor público pagou, de 01/1991 a 08/2010 R$ 1,810 trilhão em juros da dívida pública.

Privatizações: R$ 75,476 bilhões -

os juros em quase 20 anos.

4,1% dos gastos com

LDB - Dos Princípios e Fins da Educação Nacional
LDB - Dos Princípios e Fins da Educação
Nacional

Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de

solidariedade humana, tem por finalidade o pleno

desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para
o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para
Trabalho
Trabalho
Trabalho Trabalho latim tripallium Instrumento de tortura formado por três paus

Trabalho

Trabalho Trabalho latim tripallium Instrumento de tortura formado por três paus
Trabalho Trabalho latim tripallium Instrumento de tortura formado por três paus

latim tripallium

Instrumento de tortura formado por três paus

Trabalho Trabalho latim tripallium Instrumento de tortura formado por três paus
Trabalho Trabalho latim tripallium Instrumento de tortura formado por três paus
Relação dos modelos de produção industrial e educação Fordismo/ Taylorismo Toyotismo Volvismo Sistema ELÉTRICO de
Relação dos modelos de produção industrial e educação
Relação dos modelos de produção industrial e educação
Fordismo/ Taylorismo
Fordismo/ Taylorismo
Toyotismo
Toyotismo
Volvismo
Volvismo
Sistema ELÉTRICO de produção
Sistema
ELÉTRICO
de
produção
Sistema ELETRÔNICO de produção
Sistema
ELETRÔNICO
de produção
Sistema MECÂNICO de produção
Sistema
MECÂNICO
de
produção

o trabalhador age sozinho

os trabalhadores agem em grupos
os trabalhadores agem em grupos
os trabalhadores tomam decisões
os trabalhadores
tomam decisões
os trabalhadores dependem de um supervisor central
os trabalhadores
dependem de um
supervisor central
a escola ensina o controle do tempo e do espaço
a escola ensina o
controle do tempo e
do espaço
os currículos incluem relações humanas, criatividade e formação continuada
os currículos incluem relações humanas,
criatividade e formação continuada
HABILIDADES e COMPETÊNCIAS
HABILIDADES e COMPETÊNCIAS
No novo modelo (toyotista e volvista) de produção requer as seguintes habilidades e competências :
No novo modelo (toyotista e volvista) de produção requer as seguintes habilidades e competências :
No novo modelo (toyotista e volvista) de produção requer as seguintes habilidades e competências :
No novo modelo (toyotista e volvista) de produção requer as seguintes habilidades e competências :

No novo modelo (toyotista e volvista) de produção requer as seguintes habilidades e competências:

Organizar e dirigir situações de trabalho
Organizar e dirigir situações de trabalho
Administrar a progressão dos processos
Administrar a progressão dos processos

Conceber e fazer evoluir os dispositivos de

diferenciação

Envolver os demais sujeitos em seu trabalho
Envolver os demais sujeitos em seu trabalho
Trabalhar em equipe
Trabalhar em equipe
Participar da gestão coletiva
Participar da gestão coletiva
Utilizar novas tecnologias
Utilizar novas tecnologias
Administrar sua própria formação continuada
Administrar sua própria formação continuada
tecnologias Administrar sua própria formação continuada São também as “novas competências para ensinar”,

São também as “novas

competências

para ensinar”,

segundo

PERRENOUD

sua própria formação continuada São também as “novas competências para ensinar”, segundo PERRENOUD
Década de 1980 - crise educacional no mundo.  A globalização econômica;  Reestruturação produtiva;

Década de 1980 - crise educacional no

mundo.

A globalização econômica;

Reestruturação produtiva;

Transformações profundas no processo produtivo;

Mão de obra melhor qualificada;

Questionamento da qualidade da formação dos

sistemas educativos;

Qual papel da escola como unidade de formação para o mundo do trabalho e para a vida social?

Doença: Crise da educação  Crise da educação - agudização da crise estrutural da economia
Doença: Crise da educação  Crise da educação - agudização da crise estrutural da economia
Doença: Crise da educação  Crise da educação - agudização da crise estrutural da economia
Doença: Crise da educação  Crise da educação - agudização da crise estrutural da economia

Doença: Crise da educação

Crise da educação - agudização da crise estrutural da economia mundial endividamento e controle

externo (periferia do sistema);

Falência de inúmeros países ;
Brasil em extrema vulnerabilidade ação dos especuladores internacionais, expressa em uma crise multifacetada dos sistemas educativos.

– ação dos especuladores internacionais , expressa em uma crise multifacetada dos sistemas educativos.
– ação dos especuladores internacionais , expressa em uma crise multifacetada dos sistemas educativos.
Remédio: Planos de ajustes neoliberais na educação  Organismos multilaterais, como Banco Mundial (BIRD), FMI,
Remédio: Planos de ajustes neoliberais na educação  Organismos multilaterais, como Banco Mundial (BIRD), FMI,
Remédio: Planos de ajustes neoliberais na educação  Organismos multilaterais, como Banco Mundial (BIRD), FMI,
Remédio: Planos de ajustes neoliberais na educação  Organismos multilaterais, como Banco Mundial (BIRD), FMI,

Remédio: Planos de ajustes neoliberais na

educação

Organismos multilaterais, como Banco Mundial (BIRD), FMI, UNESCO, BID etc.

Redução da participação do Estado e realização de

parcerias, com fundações, Ongs, empresas e sociedade

civil na área educacional. A OMC e o Banco Mundial declararam a educação como serviço, ou seja, mercadoria privatização à vista. Estado auxiliando o capital:

privatização à vista .  Estado auxiliando o capital:  Garantia da retomada das taxas de

Garantia da retomada das taxas de lucro;

Legislação para flexibilizar a o mundo do trabalho;

Diminuir impostos transferis capital estatal para a iniciativa

privada;

Conferências mundiais  Declaração Mundial de Educação para Todos;  Conferência de Nova Déli; 
Conferências mundiais  Declaração Mundial de Educação para Todos;  Conferência de Nova Déli; 
Conferências mundiais  Declaração Mundial de Educação para Todos;  Conferência de Nova Déli; 
Conferências mundiais  Declaração Mundial de Educação para Todos;  Conferência de Nova Déli; 

Conferências mundiais

Declaração Mundial de Educação para Todos;

Conferência de Nova Déli;

Plano Decenal de Educação para Todos;

UNESCO - Comissão Internacional sobre Educação para o séc. XXI (Relatório Jacques Delors);

Conferência Mundial em Dakar;

Conferencia de Jontiem;

Década de 1990 - Conferência Mundial de Educação para Todos, em Jontien, Tailândia.  Patrocínio
Década de 1990 - Conferência Mundial de Educação para Todos, em Jontien, Tailândia.  Patrocínio

Década de 1990 - Conferência Mundial de Educação para Todos, em Jontien, Tailândia.

Patrocínio - BIRD, BID, UNESCO, USAID e UNICEF

Participação de 155 países, centenas de agências bilaterais e multilaterais e Ongs internacionais;

Principais metas:

Erradicar o analfabetismo;

 Universalizar a educação fundamental;
 Universalizar a educação fundamental;

Eliminar a evasão e a repetência escolar;

Descentralização administrativa e financeira;

Priorizar a educação fundamental;

 Dividir a responsabilidade entre o Estado e a sociedade, através de parcerias com empresas,
Dividir a responsabilidade entre o Estado e a sociedade, através de
parcerias com empresas, comunidade e a municipalização do ensino
fundamental;
Avaliação de desempenho do (a) professor (a) e institucional (SARESP);

Desenvolver o ensino à distância e reestruturar a carreira docente.

América Latina  No caso da Argentina, isso significou completar a provincialização, a transferência da
América Latina  No caso da Argentina, isso significou completar a provincialização, a transferência da
América Latina  No caso da Argentina, isso significou completar a provincialização, a transferência da
América Latina  No caso da Argentina, isso significou completar a provincialização, a transferência da

América Latina

No caso da Argentina, isso significou completar a provincialização, a transferência da responsabilidade da educação a todas as províncias iniciada pela ditadura militar.

No México, ainda que isso tenha ocorrido, esse processo se deu em conjunto com uma forte

cumplicidade entre Estado e Sociedade Mexicana.

E no Chile , um país unitário e não federalista, a descentralização é, de fato, a privatização subsidiada pelo Estado, iniciada na ditadura de Pinochet. (2011 -

empresas nos livros didáticos)

Brasil

Brasil No Brasil é a municipalização da Educação Fundamental e a política de fundos . 

No Brasil é a municipalização da Educação Fundamental e a política de fundos.

da Educação Fundamental e a política de fundos .   Privatização da era FHC; 

Privatização da era FHC;

São Paulo:

Governo Quércia (1989)queria a municipalização total (Greve de 90 dias violência policial)

Governo Fleury (escola padrão modelo inglês escolas como fundações de direito privado cheque educação - com complemento familiar; (Greve de 1993 89 dias ocupação de 4 dias as assembléia legislativa)

Municipalização, FUNDEF depois FUNDEB, 25% dos municípios

tem parcerias com sistemas privados Bilhões de reais para o bolso do POSITIVO, COC, OBJETIVO etc.

Parcerias com o Grupo Abril (Veja, Nova Escola), Ática e Scipione;

Fundação Roberto Marinho Telecurso;

Sucateamento das escolas ;

Precarização do trabalho, remuneração flexível, fixação de metas para serem atingidas pelas escolas , meritocracia etc.

do trabalho, remuneração flexível, fixação de metas para serem atingidas pelas escolas , meritocracia etc.
Profissão Professor : uma luta diária  Salário dos professores média 530 reais. (Brasil) 
Profissão Professor : uma luta diária  Salário dos professores média 530 reais. (Brasil) 
Profissão Professor : uma luta diária
Profissão Professor :
uma luta diária

Salário dos professores média 530

reais. (Brasil)

46,7% dos professores tem formação de nível médio (Brasil);

80% dos professores já presenciaram casos de violência em seu local de trabalho (São Paulo); (folha de São Paulo)

74% dos professores dão aulas em salas superlotadas (São

Paulo);

Mais de 40 % dos docentes são obrigados a ter outro emprego para complementar seu orçamento doméstico (São Paulo);

45% da categoria sobre de estresse (São Paulo);

24 % sofre de depressão (São Paulo);

(DIEESE/APEOESP 2006)

Estrutura das escolas  INEP-MEC - das 164 mil escolas do Brasil,  129 mil
Estrutura das escolas  INEP-MEC - das 164 mil escolas do Brasil,  129 mil
Estrutura das escolas  INEP-MEC - das 164 mil escolas do Brasil,  129 mil
Estrutura das escolas  INEP-MEC - das 164 mil escolas do Brasil,  129 mil

Estrutura das escolas

INEP-MEC - das 164 mil escolas do Brasil,

 129 mil não têm acesso à internet,  25 mil não têm luz elétrica,
 129 mil não têm
acesso à internet,
 25 mil não têm luz
elétrica,
 40 mil não
possuem
biblioteca,
 10 mil não têm
banheiro
 de cada 10 escolas
apenas uma possui
quadra esportiva.
 10 mil não têm banheiro  de cada 10 escolas apenas uma possui quadra esportiva.

O IBGE, setembro de 2007

Reprodução da Barbárie  O governo de São Paulo enviou a alunos de terceira série
Reprodução da Barbárie  O governo de São Paulo enviou a alunos de terceira série
Reprodução da Barbárie  O governo de São Paulo enviou a alunos de terceira série
Reprodução da Barbárie  O governo de São Paulo enviou a alunos de terceira série
Reprodução da Barbárie  O governo de São Paulo enviou a alunos de terceira série

Reprodução da Barbárie

O governo de São Paulo enviou a alunos de terceira série um livro

feito para adolescentes, que possui frases como "nunca

ame ninguém. Estupre”.

O livro “Poesia do Dia – Poetas de hoje para leitores de agora” foi enviado às escolas há cerca de duas semanas para

ser usado como material de apoio. A obra é uma coletânea

de poesias. Tem frases como “tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto”; e “Odeie. Assim, por esporte”.

ver o panorama do alto”; e “Odeie. Assim, por esporte”. Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular
Analfabetismo
Analfabetismo
Analfabetismo  2008 - 14,247 milhões de analfabetos - 10% da população maior que 15 anos

2008 - 14,247 milhões de analfabetos - 10% da população maior que

15 anos já em 2010 - 14,1 milhões de analfabetos -

população maior que 15 anos; (1)

9,7% da

de analfabetos - população maior que 15 anos; (1) 9,7% da  70 milhões de brasileiros

70 milhões de brasileiros não possuem ensino fundamental completo; (2)

30 % da população entre 15 e 64 anos pode ser considerada

alfabetizada; (2)

70% oscila entre a condição de ágrafos (não sabem ler e escrever) e de analfabetos funcionais (não são capazes de ler/interpretar e escrever corretamente um texto de 20 linhas). (2)

(1) Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010) (2) IBOPE

 Praticamente 97% da população em idade escolar 6 a 14 anos estão na escola
 Praticamente 97% da população em idade escolar 6 a 14 anos estão na escola
 Praticamente 97% da população em idade escolar 6 a 14 anos estão na escola
 Praticamente 97% da população em idade escolar 6 a 14 anos estão na escola
 Praticamente 97% da população em idade escolar 6 a 14 anos estão na escola

Praticamente 97% da população em idade escolar 6 a 14 anos estão na escola (aprovação automática )

6 a 14 anos estão na escola (aprovação automática )  São Paulo – 50% dos

São Paulo 50% dos alunos que concluem o ensino médio

não dominam conteúdos básicos de ciência e matemática e mais de 40% não dominam os conteúdos de português (Folha 04.2009);

não dominam os conteúdos de português (Folha 04.2009);  21,7% dos estudantes do ensino fundamental repetem


21,7% dos estudantes do ensino fundamental repetem de

série; 39 % dos alunos matriculados no ensino fundamental tem idade inadequada à série;

53 % dos alunos matriculados no ensino médio tem idade




inadequada à série;

Macao-China

Hong Kong-China

Germany

Russian Federation

Slovak Republic

Czech Republic

Canada

France

Ireland

Poland

Belgium

Luxembourg

Japan

Hungary

United States

Netherlands

Latvia

Korea

Spain

Liechtenstein

Australia

Sweden

Latvia Korea Spain Liechtenstein Australia Sweden Desempenho ruim em testes internacionais Desempenho Médio -
Latvia Korea Spain Liechtenstein Australia Sweden Desempenho ruim em testes internacionais Desempenho Médio -
Latvia Korea Spain Liechtenstein Australia Sweden Desempenho ruim em testes internacionais Desempenho Médio -
Latvia Korea Spain Liechtenstein Australia Sweden Desempenho ruim em testes internacionais Desempenho Médio -

Desempenho ruim em testes internacionais

Desempenho Médio - Pisa 2003- Matemática

600

550

500

450

400

350

300

250

200

- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
- Pisa 2003- Matemática 600 550 500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece
Italy Portugal Greece Serbia Thailand Turkey Uruguay Mexico Indonesia Tunisia Brazil
Italy
Portugal
Greece
Serbia
Thailand
Turkey
Uruguay
Mexico
Indonesia
Tunisia
Brazil
500 450 400 350 300 250 200 Italy Portugal Greece Serbia Thailand Turkey Uruguay Mexico Indonesia

Netherlands

Macao - China

Hong Kong- China

Liechtenstein

Slovak Republic

Hungary

France

Canada

Australia

Latvia

Korea

Czech Republic

Germany

Ireland

Belgium

Japan

Poland

Russian Federation

Italy

Spain

United States

Luxembourg

Sweden

Mesmo na elite!
Mesmo na elite!
Italy Spain United States Luxembourg Sweden Mesmo na elite! Desempenho P95 - Pisa 2003 - Matemática

Desempenho P95 - Pisa 2003 - Matemática

800

750

700

650

600

550

500

450

400

350

300

- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
- Matemática 800 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 Portugal Greece Serbia
Portugal Greece Serbia Thailand Turkey Uruguay Mexico Indonesia Tunisia Brazil
Portugal
Greece
Serbia
Thailand
Turkey
Uruguay
Mexico
Indonesia
Tunisia
Brazil
Isso é “privilégio” brasileiro?  Um dos três maiores gastos por estudantes nos ensinos fundamental
Isso é “privilégio” brasileiro?  Um dos três maiores gastos por estudantes nos ensinos fundamental
Isso é “privilégio” brasileiro?
Isso é “privilégio” brasileiro?

Um dos três maiores gastos por estudantes nos ensinos fundamental e médio educação no mundo U$ 10 mil

aluno/ano;

Dos 5 milhões de cientistas , possuem 1 milhão (20%) em atividade;

PISA: foi apenas o 26° colocado entre 57 países;

Ensino Médio - 50% dos estudantes acham que o homem foi

contemporâneo dos dinossauros;

Nível universitário entre 24 físicos apenas apenas 3 conseguiram diferencial RNA de DNA;

Entre 23 formados em Harvard em 1987 apenas dois conseguiram

explicar porque faz mais calor no verão do que no inverno; (

Metade dos alunos da Universidade George Mason (Virginia) não conseguiram diferenciar um átomo de uma molécula;

EUA

Mundo
Mundo
Mundo  O número de analfabetos no mundo continua no patamar de um bilhão de pessoas,

O número de analfabetos no mundo continua no patamar de um bilhão de pessoas, cuja maioria é

mulher.

Há cerca de um bilhão de analfabetos, dos quais 2/3 são mulheres;

150 milhões de crianças não têm acesso à escola;

O analfabetismo funcional é um problema de relevância na maioria das nações.

Os índices de repetência e evasão escolar continuam

elevados na maior parte das nações da América Latina,

África e Ásia;

Inglaterra e França
Inglaterra e França

Além do baixo desempenho da aprendizagem, há um alto índice de violência nas escolas: em

uma em cada cinco escolas, os professores levam chutes, pontapés, empurrões ou cuspes de seus
uma em cada cinco escolas, os professores
levam chutes, pontapés, empurrões ou
cuspes de seus alunos.
(Filme: Entre os muros da escola )
Plano decenal de educação para todos: um plano neoliberal – FHC /LULA/DILMA  Brasil (MEC)
Plano decenal de educação para todos: um plano neoliberal – FHC /LULA/DILMA  Brasil (MEC)

Plano decenal de educação para todos: um plano neoliberal FHC /LULA/DILMA

Brasil (MEC) - aplicação das políticas educacionais subordinada às diretrizes da Conferência Mundial de

Educação para Todos.

diretrizes da Conferência Mundial de Educação para Todos. ( LDB n. 9697/96 e EC n. 14

(LDB n. 9697/96 e EC n. 14), aprovada em 1996. Avanços na aplicação do plano de ajuste neoliberal no ensino, para combater a crise crônica que se expressa nos mais de 20 milhões de pessoas analfabetas, no alto índice de evasão e repetência escolar.

milhões de pessoas analfabetas, no alto índice de evasão e repetência escolar.   Política do

Política do Estado mínimo.

LDB - Lei n. 9697/96  Desobrigar o Estado em relação à educação : privatização.
LDB - Lei n. 9697/96  Desobrigar o Estado em relação à educação : privatização.

LDB - Lei n. 9697/96

Desobrigar o Estado em relação à educação :

privatização.

Descentralização administrativa e financeira;
Prioridade para o ensino fundamental; Municipalização:



Reforma do ensino médio;

Parceria com a comunidade e empresa:

Avaliação do desempenho de professor e avaliação do rendimento escolar (Sistema de Avaliação do Ensino Superior, ENEM, SAEB etc.)

Transformar a escola em "empresa" sob a inspiração do

programa de qualidade e produtividade, adaptando-a ao

mercado - Para tanto, não houve aumento de verbas, apenas alocação de recursos para "melhores resultados".

Sucateamento das universidades públicas  O governo FHC, seguindo a Declaração Mundial de Educação, contrapôs
Sucateamento das universidades públicas  O governo FHC, seguindo a Declaração Mundial de Educação, contrapôs
Sucateamento das universidades públicas  O governo FHC, seguindo a Declaração Mundial de Educação, contrapôs
Sucateamento das universidades públicas  O governo FHC, seguindo a Declaração Mundial de Educação, contrapôs

Sucateamento das universidades públicas

O governo FHC, seguindo a Declaração Mundial de Educação, contrapôs o ensino básico ao ensino superior. Sucatearam as universidades públicas em detrimento da expansão desenfreada da educação superior privada. Ação na UNESP do Novo Secretário Hermam

Expansão irresponsável das unidades diferenciadas;

Perda de autonomia;

Abrigo de fundações nos espaços unespianos;

Violência contra o movimento estudantil;

A crise do ensino superior  A Reforma Educacional do Ensino Superior iniciada por FHC
A crise do ensino superior  A Reforma Educacional do Ensino Superior iniciada por FHC
A crise do ensino superior  A Reforma Educacional do Ensino Superior iniciada por FHC
A crise do ensino superior  A Reforma Educacional do Ensino Superior iniciada por FHC

A crise do ensino superior

A Reforma Educacional do Ensino Superior iniciada por FHC e agora o Prouni e a Reforma Universitária do governo Lula estão em sintonia com as novas exigências da

reestruturação produtiva e da globalização econômica e

têm o objetivo de desobrigar o Estado do financiamento público e privatizá-lo.

A contra-reforma universitária e o Prouni obedecem às diretrizes e têm como fonte inspiradora o documento denominado "La Enseiíanza Superior. Las lecciones derivadas de La Experiência", do Banco Mundial.

Este documento foi publicado em 1994 e segue as lições aprovadas pela Conferência Internacional de Educação

para Todos (1990)

Reforma Universitária  Nos últimos 20 anos o setor privado cresceu 58% e o público

Reforma Universitária

Nos últimos 20 anos o setor privado cresceu 58% e o público encolheu 25%.

De 1980 até hoje, o número de

estabelecimentos privados no setor cresceu 57,6%, indo de 682 para 1075.

No mesmo período, o número de

instituições públicas diminuiu de 200 para

150, uma queda de 25%.

Na verdade, o setor privado se tornou "grandes conglomerados de ensino“.

Estes conglomerados de ensino surgiram há

menos de uma década. É o caso da Unip, Estácio de Sá, Ulbra (Universidade Luterana Brasileira).

de ensino surgiram há menos de uma década. É o caso da Unip, Estácio de Sá,
Herança Maldita  A herança de oito anos de aplicação da política educacional de FHC/Paulo
Herança Maldita  A herança de oito anos de aplicação da política educacional de FHC/Paulo
Herança Maldita  A herança de oito anos de aplicação da política educacional de FHC/Paulo
Herança Maldita  A herança de oito anos de aplicação da política educacional de FHC/Paulo

Herança Maldita

A herança de oito anos de aplicação da política educacional de FHC/Paulo Renato se expressa na agudização da crise crônica do sistema educacional nacional.

Reforma educacional - aplicada a serviço do FMI e do Banco Mundial para pagar as dívidas interna e

externa.

Governo Lula/Dilma - aplicação de uma política educativa subordinada aos acordos com o FMI e o Banco Mundial que se expressam no aprofundamento

do plano de ajuste neoliberal.

Criminalização do professor  A Rede Globo, em especial, de forma intermitente, apresenta as Parcerias
Criminalização do professor  A Rede Globo, em especial, de forma intermitente, apresenta as Parcerias
Criminalização do professor  A Rede Globo, em especial, de forma intermitente, apresenta as Parcerias
Criminalização do professor  A Rede Globo, em especial, de forma intermitente, apresenta as Parcerias
Criminalização do professor  A Rede Globo, em especial, de forma intermitente, apresenta as Parcerias

Criminalização do professor

A Rede Globo, em especial, de

forma intermitente, apresenta as Parcerias que “dão certo" do projeto

apresenta as Parcerias que “dão certo" do projeto "Criança Esperança" e a campanha "Amigos da
apresenta as Parcerias que “dão certo" do projeto "Criança Esperança" e a campanha "Amigos da

"Criança Esperança" e a campanha "Amigos da Escola".

Industria do assistencialismo (ver filme: “Quanto vale ou é por quilo” e “Cronicamente inviável”

vale ou é por quilo” e “Cronicamente inviável”  Através de seu programa humorístico "Casseta e

Através de seu programa humorístico "Casseta e

Planeta" mostrou numa sala de aula a professora como

uma prostituta. Na novela das sete, num certo capítulo, apresentou na sala de aula o professor dormindo sobre a mesa, na frente de seus alunos.

“Inimigos da Escola”  Cláudio Mora de Castro, Eduardo Andrade e Gilberto Dimenstein, Rubem Alves;
“Inimigos da Escola”  Cláudio Mora de Castro, Eduardo Andrade e Gilberto Dimenstein, Rubem Alves;
“Inimigos da Escola”
“Inimigos da Escola”
 Cláudio Mora de Castro, Eduardo Andrade e Gilberto Dimenstein, Rubem Alves;
 Cláudio Mora de Castro, Eduardo Andrade e Gilberto Dimenstein,
Rubem Alves;

Propostas para melhorar a qualidade da educação - modelos de avaliação da

escola e do professor dos EUA e Inglaterra.

Cláudio Mora de Castro, Eduardo Andrade - ligados a instituições privadas e o último é chefe de uma ONG chamada "Aprendiz do Futuro".

Gilberto Dimenstein, - chegou ao cúmulo de chamar o professor da rede pública de vagabundo, ao comparar as faltas e licenças dos mesmos.

Rubem Alves - chegou a comentar em sua coluna na Folha de São Paulo que para superar a crise educacional é necessário tocar o coração e a cabeça do professor. (e o bolso?)

tocar o coração e a cabeça do professor. (e o bolso?)  O que ninguém fala
tocar o coração e a cabeça do professor. (e o bolso?)  O que ninguém fala

O que ninguém fala : A falência da Escola Pública é resultado da ofensiva neoliberal aplicada no período FHC e aprofundada no governo Lula/Fernando Haddad, que é o Plano Decenal de Educação Para Todos.

Professor: Vítima  Os ajustes neoliberais na educação têm uma política de formação continuada do
Professor: Vítima  Os ajustes neoliberais na educação têm uma política de formação continuada do
Professor: Vítima  Os ajustes neoliberais na educação têm uma política de formação continuada do
Professor: Vítima  Os ajustes neoliberais na educação têm uma política de formação continuada do
Professor: Vítima
Professor: Vítima

Os ajustes neoliberais na educação têm uma política de formação continuada do profissional da educação que se resume ao treinamento em serviço. É uma política que visa conter custos.

A formação inicial do docente - precária e divorciada da realidade educacional - currículos dos cursos de

licenciatura e de curso normal superior são ultrapassados

e predominantemente de conteúdo propedêutico.

A formação inicial do professor é predominantemente na rede superior privada, que representa mais de 70% das formaturas em licenciatura.

Plano Decenal fracassou  O programa de "alfabetização zero", apoiado em parcerias e no voluntariado,
Plano Decenal fracassou  O programa de "alfabetização zero", apoiado em parcerias e no voluntariado,
Plano Decenal fracassou  O programa de "alfabetização zero", apoiado em parcerias e no voluntariado,
Plano Decenal fracassou  O programa de "alfabetização zero", apoiado em parcerias e no voluntariado,
Plano Decenal fracassou
Plano Decenal fracassou

O programa de "alfabetização zero", apoiado em parcerias e no voluntariado, não erradicou o analfabetismo. Segundo relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a taxa de analfabetismo no Brasil entre 1995 e 2005 era de 11,4%.

IBGE 2008 - a taxa de analfabetismo na população com 15 anos ou mais caiu de 10,4% em 2006 para 10% em 2007, o que equivale a 14,1 milhões de pessoas. Contudo, a pesquisa também constatou que 87,2% dos

analfabetos entre 7 e 14 anos frequentam a escola.

Investimento
Investimento
Investimento  Os 30 países da OCDE gastam, em média R$ 14.376, e no país que

Os 30 países da OCDE gastam, em média R$ 14.376, e no país que mais gasta em educação, Luxemburgo, este valor chega a R$ 25.705. No Chile, o único outro país sul-americano incluído no estudo, o gasto total é de R$ 5.470.

incluído no estudo, o gasto total é de R$ 5.470.  Enquanto o país gasta R$

Enquanto o país gasta R$ 2.213 em estudantes da pré-escola (à frente apenas da Turquia, que gasta R$ 2.139) e R$ 1.973 em estudantes do ensino fundamental e ensino médio (o mais baixo), os gastos com estudantes universitários chegam a R$ 17.226 por estudante, ao ano.

Em 2007, cada aluno do Ensino Fundamental de 1ª a 4ª série custou 2.166 reais. "Isso dá cerca de 180 reais por mês, um valor baixo em relação à mensalidade média de uma escola privada, que oscila na casa dos 500 reais.

PIB na educação (relatório OCDE):  Brasil (2007) 4,7% - R$ 117,4 bilhões  Rússia
PIB na educação (relatório OCDE):  Brasil (2007) 4,7% - R$ 117,4 bilhões  Rússia
PIB na educação (relatório OCDE):  Brasil (2007) 4,7% - R$ 117,4 bilhões  Rússia
PIB na educação (relatório OCDE):  Brasil (2007) 4,7% - R$ 117,4 bilhões  Rússia

PIB na educação (relatório OCDE):

Brasil (2007) 4,7% - R$ 117,4 bilhões

Rússia - 3,6%

Grécia - 3,4%

Estados Unidos - 7,4%

Dinamarca e Luxemburgo, 7,2%.

Coréia do Sul dedicou, durante uma década, 10% do

PIB à Educação.

Finlândia - 13% do PIB.

A União responde por cerca de 18% do total dos recursos da Educação, os estados
A União responde por cerca de 18% do total dos recursos da Educação, os estados
A União responde por cerca de 18% do total dos recursos da Educação, os estados
A União responde por cerca de 18% do total dos recursos da Educação, os estados

A União responde por cerca de 18% do total dos recursos da Educação, os estados e o Distrito Federal por 42% e os municípios

pelos 40% restantes.

180 reais Custo mensal de um aluno das séries iniciais. 60% Índice dos recursos da Educação usados para

pagar professores, gestores e funcionários. 27% Parcela aplicada na manutenção das escolas. 6,6% Fatia destinada à construção e aos reparos das

instalações.

0,4% Total investido na área de pesquisa em Educação.

Fonte: Inep/MEC. Dados de 2007

Educação em São Paulo

Educação em São Paulo

Educação em São Paulo
Educação em São Paulo
A Finlândia, país nórdico, de aproximadamente 5 milhões e meio de habitantes é hoje detentora
A Finlândia, país nórdico, de aproximadamente 5 milhões e meio de habitantes é hoje detentora
A Finlândia, país nórdico, de aproximadamente 5 milhões e meio de habitantes é hoje detentora
A Finlândia, país nórdico, de aproximadamente 5 milhões e meio de habitantes é hoje detentora
A Finlândia, país nórdico, de aproximadamente 5 milhões e meio de habitantes é hoje detentora

A Finlândia, país nórdico, de

aproximadamente 5 milhões

e meio de habitantes é hoje detentora dos melhores resultados mundiais em educação de acordo com o

PISA, exame internacional

aplicado a um grupo de aproximadamente 60 países que avalia os conhecimentos dos alunos das respectivas

redes de ensino de cada

nação, por amostragem, em

Ciências, Matemática, Leitura e Escrita.

dos alunos das respectivas redes de ensino de cada nação, por amostragem, em Ciências, Matemática, Leitura
Destaque mundial  Em 1970 somente 20% dos alunos completava o ciclo básico e só

Destaque mundial

Em 1970 somente 20% dos alunos completava o ciclo básico e só a educação primária de 6 anos era gratuita, o restante da educação era paga. Depois de

1985 as instituições privadas foram incorporadas ao sistema do estado.

Depois de 1970 a educação básica passou a ser obrigatória e gratuita e com 9 anos de escolaridade e funcionamento das 8 às 15 horas.

Hoje cerca de 60% dos alunos cursa a universidade, e os demais se matriculam em formação profissional.

Aproximadamente 75% dos adultos entre 25 e 64 anos têm diploma de ensino superior

Em 2004 - 9 alunos estavam fora da escola, e atualmente, 12 alunos. E esses 12 alunos têm ocupado o tempo de vários educadores buscando diferentes

formas do sistema educacional reabsorvê-los.

O relatório PISA 2003, que mede o rendimento educacional dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), publicado há algumas semanas, novamente situa a Finlândia como país exemplar: é o primeiro colocado em matemática, em compreensão da escrita e em cultura científica (junto com o Japão).

Estrutura  161 escolas básicas, as comprehensive schools - de 7 a 16 anos e

Estrutura

161 escolas básicas, as comprehensive schools - de 7 a 16 anos e 38 escolas secundárias - são mais de 70 mil estudantes.

Soma-se a este sistema os 26 mil alunos matriculados nas 37 escolas vocacionais ou técnicas;

130 mil nas 31 politécnicas e 176 mil nas 20 universidades.

O sistema educacional finlandês é público e gratuito desde a infância até o doutorado na universidade e é obrigatório dos 7 aos 16 anos.

Cursa o ensino médio quem quer apenas 1% dos estudantes da chamada

escola "compreensiva" (equivalente ao

nosso ensino fundamental) não continua os estudos ênfase a formação completa no mesmo espaço

acompanhamento continuado do aluno.

não continua os estudos – ênfase a formação completa no mesmo espaço – acompanhamento continuado do
Estrutura  Todas as escolas fundamentais, secundárias ou pós- secundárias funcionam em período integral -

Estrutura

Todas as escolas fundamentais, secundárias ou pós- secundárias funcionam em período integral - das 8 às 15 horas.

Helsinque - para cada 800 alunos há um psicólogo e um

assistente social, com locais de trabalho próprios dentro das escolas.

Todos os alunos quando ingressam na escola têm uma

entrevista com o psicólogo e com o assistente social. Graças a

essa rotina de entrada, mais tarde, se eventualmente vierem a precisar de ajuda, não se sentirão estigmatizados pois já os conhecem.

Não há câmeras espalhadas pelas escolas, em hipótese alguma.

As escolas são ambientes familiares - se não há câmeras nas casas não haveria razão de tê-las nas escolas.

Algumas escolas, como a Itäkeskus, usam lousa digital.

Estrutura  Aula - geralmente, duração de 90 minutos. O intervalo de 30 minutos é

Estrutura

Aula - geralmente, duração de 90 minutos. O intervalo de 30 minutos é sempre no pátio da escola, não importa o clima.

As aulas não são utilizadas, de forma alguma, para memorização silenciosa: o aluno anda pela sala, colhe

informações, pede ajuda ao professor, coopera com os outros

e ocasionalmente descansa no sofá.

A sala de aula é ativa e supervisionada pelo professor que tem autoridade, porém não usa métodos autoritários. Os princípios pedagógicos baseam-se nas teorias de Célestin Freinet.

Estrutura  Geralmente as escolas possuem, além das salas ordinárias:  Oficinas para artes manuais,

Estrutura

Geralmente as escolas possuem, além das salas ordinárias:

Oficinas para artes manuais, música, teatro, ciências, ginásio e

biblioteca, jardim, cantos para leitura e mesas para jogos e conversas.

é comum ter oficinas e cozinhas para que os alunos, a partir de 13 anos, aprendam a consertar bicicletas, aparelhos domésticos, entendam os fundamentos da hidráulica, da elétrica, da mecânica,

preparem o almoço e lanche, etc. É o conceito da autonomia presente.

E atenção: meninos e meninas participam!

Os alunos determinam metas semanais com seus professores e escolhem as tarefas que conseguem realizar no seu próprio ritmo.

É possível ficar uma parte do tempo nas oficinas aprendendo por

meio de treinamentos práticos enquanto a outra parte pode ser dedicada ao aprofundamento dos conhecimentos teóricos.

Estrutura  Aula extra-sala - O aprendizado, entretanto, não se limita a sala de aula.
Estrutura  Aula extra-sala - O aprendizado, entretanto, não se limita a sala de aula.
Estrutura  Aula extra-sala - O aprendizado, entretanto, não se limita a sala de aula.

Estrutura

Aula extra-sala - O aprendizado, entretanto, não se limita a sala de aula.

O conceito de aprender por meio de execução de tarefas é aplicado, por exemplo, na forma de ensinar responsabilidade ao

cuidar das plantas das escolas, da biblioteca, da coleta seletiva e

do jardim e dos animais.

Os alunos ajudam, também, na cozinha. Estas tarefas não são orientadas pelo professor mas pelos outros adultos da escola:

faxineiras, cozinheiras, secretários e atendentes.

escola que tem a responsabilidade pela aprendizagem do aluno

a

e

não a família; esta se responsabiliza pela criação.

A responsabilidade de educar as crianças é dividada iguamente por todos evitando esturuturas hierárquicas desnecessárias.

Uma Luta do Ministério da Educaçãoi para diminuir a quantidade de alunos por sala. 

Uma Luta do Ministério da Educaçãoi para diminuir a quantidade de alunos por sala.

Foi feito um mapeamento em todos os municípios: há salas de 8 alunos e de 36 (o máximo registrado). Como as escolas são autônomas, foi dado incentivos financeiros (30 milhões /ano) para DIMINUIR A QUANTIDADE DE ALUNOS POR SALA.

são autônomas, foi dado incentivos financeiros (30 milhões /ano) para DIMINUIR A QUANTIDADE DE ALUNOS POR
são autônomas, foi dado incentivos financeiros (30 milhões /ano) para DIMINUIR A QUANTIDADE DE ALUNOS POR
 A estudante Eeva-Maria Puska, de 16 anos, passa seis horas e meia por dia
 A estudante Eeva-Maria Puska, de 16 anos, passa seis horas e meia por dia
 A estudante Eeva-Maria Puska, de 16 anos, passa seis horas e meia por dia
 A estudante Eeva-Maria Puska, de 16 anos, passa seis horas e meia por dia

A estudante Eeva-Maria Puska, de 16 anos, passa seis horas e meia por dia na escola Meilahden Yläaste, em

Helsinque.

Além das disciplinas obrigatórias, ela freqüenta aulas de música, artes e francês, opcionais para os alunos da

9ª série.

Mesmo com tantas matérias, Eeva não reclama da carga horária nem, menos ainda, do ambiente: "Gosto

dos meus professores, tanto como profissionais

quanto como pessoas", afirma. Na sua escola, professores e alunos conversam amigavelmente nos corredores espaçosos e bem iluminados.

Eeva-Maria em aula de música

professores e alunos conversam amigavelmente nos corredores espaçosos e bem iluminados. Eeva-Maria em aula de música
Financiamento  O ensino na Finlândia é gratuito desde ensino fundamental até o doutorado e
Financiamento  O ensino na Finlândia é gratuito desde ensino fundamental até o doutorado e

Financiamento

O ensino na Finlândia é gratuito desde ensino fundamental até o doutorado e inclui material escolar para o ensino fundamental, uma refeição quente diária, assistência à saúde e serviços odontológicos e transporte gratuito.

Há escolas que dispõe de enfermeira, assistente social e psicóloga

e dá transporte para os alunos pequenos que moram a mais de 2 km de distância e para os maiores que moram a mais de 5 km.

13% do PIB - Todo orçamento provém dos impostos;

Parte dos recursos é do governo federal e parte é da renda dos

próprios municípios. As pessoas dizem que gostariam de pagar mais impostos, já que consideram a escola um serviço muito importante. Eles são altos, mas eles têm retorno do governo.

O governo financia 55% dos valores destinados a compra de

livros.

Gestão  A autonomia das escola - 1985 as escolas passaram a receber, de forma

Gestão

A autonomia das escola - 1985 as escolas passaram a receber, de forma direta, os

recursos do governo. E ganharam independência para gastar como e onde quisessem. Com o tempo, os inspetores do governo perceberam que os gestores estavam gastando a verba de forma sábia. Pouco depois, os inspetores deixaram de existir.

Os reitores têm total autonomia na aplicação dos recursos recebidos da administração

na aplicação dos recursos recebidos da administração central, e a quantidade não está vinculada aos resultados

central, e a quantidade não está vinculada aos resultados de desempenho.

Implicitamente isso quer dizer que todas as escolas têm que ser competentes na sua finalidade última;

O Ministério da Educação responsável pela elaboração de políticas públicas e de legislação, ele as propõe ao Parlamento, que pode aprová-las ou não.

O Conselho Nacional de Educação age mais efetivamente na implementação das leis. O

Ministério opta pela existência de um currículo mínimo nacional.

O Conselho, então, fica responsável pelo desenho desse currículo.

Abaixo dele, estão os chamados escritórios estaduais, cuja função na prática é a elaboração de estatísticas sobre determinadas regiões.

Os municípios e as escolas têm liberdade para escolher o material didático mais

adequado às suas realidades. Geralmente, os municípios que estão localizados no interior do país e têm menos condição financeira recebem um repasse de verba do governo central - algo em torno de 42% do orçamento municipal.

Currículo

Currículo  1985- cada município foi liberado para construir seu próprio currículo pedagógico, respeitando as

1985- cada município foi liberado para construir seu próprio currículo pedagógico, respeitando as características regionais e as diretrizes nacionais. Ao contrário do que acontece no Brasil, na Finlândia não são realizados rankings de escolas. "Acreditamos

que esse tipo de lista dá um resultado superficial",

O foco no aprendizado e bem-estar individuais, currículo base nacional com aplicação de acordo com a realidade local, ampla rede de bibliotecas públicas totalmente gratuitas, cultura que

ressalta a atitude positiva em relação a escola e educação,

cooperação interdisciplinar, alto nível educacional dos corpo docente (no mínimo mestrado), a valorização dos profissionais

com reconhecimento público e uma remuneração competitiva.

Currículo nacional básico, que dita as linhas gerais do que deve

ser ensinado, mas o docente pode escolher os métodos, os livros, o tipo de didática e inclusive optar ou não pelo uso da tecnologia.

Currículo

Currículo  Heljä Misukka - secretária de Estado da Educação. "O currículo não é sobre o

Heljä Misukka - secretária de Estado da Educação.

"O currículo não é sobre o que se ensina. É sobre o que os

alunos devem aprender. Ele define as capacidades e

habilidades que os estudantes devem ter quando terminarem seus estudos",

Na Finlândia, antes de aprenderem os conteúdos, os alunos têm experiências práticas que auxiliarão no seu entendimento futuro. EX: um estudantes de 10 anos têm aulas de culinária. Mas, ao assistir a uma aula, percebe-se o motivo da intervenção dos professores quando eles explicam a reação do fermento em água quente e em água fria.

Currículo

Currículo  Não se ensina a ler no ensino pré-escolar - a criança tem o direito

Não se ensina a ler no ensino pré-escolar - a criança tem o direito de ser criança por mais tempo, ensinam, e está pronta para aprender a

ler a partir dos 7 anos.

A Finlândia não acredita na eficácia do ensino à distância, em larga escala, e só o aplica em

situações excepcionais, como no atendimento a

alunos hospitalizados

Currículo

Currículo  O Estado define 75% de disciplinas comuns e o resto é organizado pelo colégio,

O Estado define 75% de disciplinas comuns e o resto é organizado pelo colégio, com a participação ativa de estudantes e famílias. Há ampla liberdade para projetar

o dia-a-dia escolar;

É um exemplo de um fenômeno recente na educação local: a especialização de alguns colégios em música, matemática, esportes

Quando um aluno se destaca em alguma dessas disciplinas, os pais tentam matriculá-los nesses colégios, embora alguns imponham um teste para

avaliar as habilidades do aspirante. Se houver lugar, está

dentro.

Currículo - Línguas  A maioria dos imigrantes que residem na Finlândia é composta por
Currículo - Línguas  A maioria dos imigrantes que residem na Finlândia é composta por
Currículo - Línguas
Currículo - Línguas

A maioria dos imigrantes que residem na Finlândia é composta por

russos, estonianos, chilenos e chineses. Eles vão para as escolas

regulares, onde aprendem o finlandês e a sua língua materna. Por

trás dessa iniciativa está a intenção de que as raízes culturais não se esvaiam. "Se você não sabe sua própria língua, é muito difícil aprender outras"

Aos 9 anos de idade toda criança deve começar o aprendizado de uma segunda língua. Se aos 9 anos um aluno escolher outra língua que não o inglês, aos 10, obrigatoriamente deve escolher o inglês. Assim, todos, sem exceção, devem alcançar conhecimentos iguais em duas línguas, sendo o inglês uma delas. Além disso, aos 11 anos,

cerca de 70% escolhem uma terceira língua. Entre os alunos do liceu,

mais da metade aprendem 4 línguas! Há uma preocupação do sistema educacional no ensino da língua materna aos imigrantes. Pesquisas comprovam que uma pessoa perde 40% de sua inteligência se ela não fala a sua língua materna.

Currículo - Línguas
Currículo - Línguas

A escola em que Alfons estuda tem o foco específico em línguas. Ali, os

alunos têm a opção de estudar diversos idiomas. É o caso de seu colega, Muaad Hussein, cuja família tem ascendência libanesa.

Com a mesma idade de seu colega, o menino já conhece cinco línguas:

árabe, sueco, italiano, francês e finlandês, além de entender também um pouco de espanhol. "É claro que nem todos os alunos se interessam assim. Alguns não querem nem ouvir os professores. Não pensam no futuro", desabafa.

Na Finlândia, os meninos e meninas são iguais a todos os outros no

mundo:

não gostam de escola;

adoram o videogame;

gostam do computador;

andam de skate em praças

passeiam em grupos pelos shoppings.

de skate em praças  passeiam em grupos pelos shoppings. Alfons e Muaad, durante o intervalo

Alfons e Muaad, durante o intervalo das aulas:

investimento na futura profissão desde os 13 anos

Currículo - Artes
Currículo - Artes
Currículo - Artes  Artes - a arte está por toda parte em todas as escolas,

Artes - a arte está por toda parte em todas as escolas, com funções altamente educativas e culturais. Há exposições de fotos, desenhos,

pinturas, esculturas, instalações, concertos

musicais, mostras de textos literários, poesias, etc. Nas paredes das salas de aula, nas portas, nos

corredores, nos pátios, estampam-se muitas

informações sobre o mundo das artes. Essa

profusão de cores, formas, designs, ativam

diferentes funções do cérebro.

Currículo - Religião  Religião - o ensino religioso é obrigatório. A todos os alunos
Currículo - Religião
Currículo - Religião

Religião - o ensino religioso é obrigatório. A todos os alunos se ensina a religião, de cada um deles. Se numa escola houver pelo menos 3 alunos de uma determinada religião, deverá haver organização para oferecer a religião deles, e não precisam ter a

mesma idade para compor a turma. Há escolas, por exemplo, em

que se ensinam 8 diferentes religiões, e pode acontecer dos finlandeses serem minoria.

E para aqueles alunos que não têm religião, se ensina ética.

Currículo

Currículo  Educação Especial – tratamento especial aos alunos com dificuldades: duas modalidades  A

Educação Especial tratamento especial aos alunos com dificuldades: duas modalidades A primeira, que atende cerca de 8% dos estudantes, é organizada para auxiliar aqueles com deficiências físicas, mentais ou emocionais mais graves.

A segunda, freqüentada por um em cada três alunos, é um reforço no contraturno para quem tem dificuldades leves de adaptação ou de aprendizado, especialmente em línguas e Matemática. Essa iniciativa é concentrada nos primeiros dois anos da Educação Básica, para garantir que os fundamentos sejam bem aprendidos por todos. Ao longo da vida escolar, cerca de 20% das crianças e dos jovens passam pelas aulas suplementares no contraturno, índice muito acima da média internacional, de 6%.

Currículo

 Currículo Professores das duas modalidades de Educação Especial são muitos: há um deles para cada

Professores das duas modalidades de Educação Especial são

muitos: há um deles para cada sete educadores regulares.

Formação diferenciadas de professores: freqüentam um curso universitário específico, que dura cinco anos em período

integral. Além dos assuntos tradicionais da formação docente,

o currículo inclui estudos específicos para a tarefa de ensinar quem tem mais dificuldade: Aspectos Neurocognitivos da Aprendizagem, Desafios da Compreensão e Sociedade,

Deficiência e Educação são algumas das disciplinas.

Ao todo, cerca de 30% da carga horária é dedicada a esses temas. Na prática, a formação cuidadosa é completada por uma rede de apoio ao professor, que tem à disposição uma equipe de psicólogos, psicopedagogos e consultores para ajudá-lo a resolver os problemas da sala de aula.

Recuperação e acompanhamento  Cerca de 20% dos estudantes recebem algum tipo de reforço escolar,
Recuperação e acompanhamento  Cerca de 20% dos estudantes recebem algum tipo de reforço escolar,

Recuperação e acompanhamento

Cerca de 20% dos estudantes recebem algum tipo de reforço escolar, índice acima da média internacional, de 6%.

Quando as coisas pioram, os profissionais do colégio dão apoio acadêmico e social aos alunos. O número de estudantes por classe beira os 20, mas se houver problemas acadêmicos são separados em grupos de dez e colocados em dia. E se for preciso repetir o ano? "Será nos primeiros anos do primário, o quanto antes", diz a diretora.

Se a coisa se complica, o governo (local ou nacional) contribui

novamente com dinheiro. O colégio está encravado num bairro com problemas sociais e recebe mais verbas que outros. "No ano passado tivemos um problema e a prefeitura deu Helsinque nos

concedeu 18 mil euros prontamente." Com essa verba a diretora

contratou um professor avulso que ajudou os atrasados a fazer as lições, entre outras coisas.

Recuperação e acompanhamento  Prof° Reijo Laukkanen - "Quando eles percebem que existem alunos com
Recuperação e acompanhamento  Prof° Reijo Laukkanen - "Quando eles percebem que existem alunos com

Recuperação e acompanhamento

Prof° Reijo Laukkanen - "Quando eles percebem que existem alunos com problemas para acompanhar os assuntos, fazem reuniões com os pais e recomendam aulas de reforço. Essas aulas são pagas pela sociedade, que entende que a educação é um prioridade máxima", Os alunos com dificuldades de aprendizagem não muito severas, estão integrados na mesma turma, e neste caso, a classe conta com um professor assistente. Pode ocorrer de ter 2 ou 3 professores em sala de aula. Para aqueles com dificuldades mais sérias, há escolas especializadas que funcionam dentro das escolas normais.

de aula . Para aqueles com dificuldades mais sérias, há escolas especializadas que funcionam dentro das
Recuperação e acompanhamento Prof Sarmia  Vesa-Pekka Sarmia trabalha numa escola pública da Finlândia onde
Recuperação e acompanhamento Prof Sarmia  Vesa-Pekka Sarmia trabalha numa escola pública da Finlândia onde
Recuperação e acompanhamento Prof Sarmia  Vesa-Pekka Sarmia trabalha numa escola pública da Finlândia onde

Recuperação e acompanhamento Prof Sarmia

Vesa-Pekka Sarmia trabalha numa escola pública da Finlândia onde leciona para grupos de dois a seis estudantes com dificuldades de aprendizado. Para poder ensinar essas turmas, ele cursou uma graduação específica, com duração de cinco anos em período

integral. As aulas ocorrem no contraturno e duram uma hora e meia.

O grau de dificuldade de cada aluno determina quantos dias ele vai freqüentar as aulas. No início do reforço, a tarefa de Sarmia é identificar o principal problema do estudante: se é de ordem psíquica, familiar ou de aprendizado.

"Minha função é auxiliar essas crianças a se manter no mesmo nível que seus colegas do curso regular. É gratificante."

Valorização do professor  Desde o início dos anos 1980, por exemplo, com a criação
Valorização do professor  Desde o início dos anos 1980, por exemplo, com a criação

Valorização do professor

Desde o início dos anos 1980, por exemplo, com a criação de leis que aumentaram o nível de exigência quanto à formação dos professores do Ensino Básico (Educação Infantil e Ciclo I do Ensino Fundamental). Passou a ser obrigatório que estes

docentes da rede pública finlandesa não apenas tivessem

formação universitária em Pedagogia e Licenciaturas para trabalhar como professores, mas que avançassem em seus estudos com especializações e titulação de mestrado.

O prestígio dos professores é alto - é comum auferirem salários

superiores aos dos reitores, e ganham ainda mais aqueles que ensinam nos dois primeiros anos iniciais, considerados os mais importantes na motivação da aprendizagem.

Os professores que atuam no nível fundamental contam com um

suporte de psicólogos para atendê-los.

Valorização do professor Os professores acreditam que o salário poderia ser um pouco maior que
Valorização do professor Os professores acreditam que o salário poderia ser um pouco maior que

Valorização do professor

Os professores acreditam que o salário poderia ser um pouco maior que os cerca de 2.300 euros (R$ 8.300) brutos por mês

que os cerca de 2.300 euros (R$ 8.300) brutos por mês  (U$ 45 mil -R$

(U$ 45 mil -R$ 77,4 mil/ano) mas estão contentes com as 13

longas semanas de férias por ano (os espanhóis têm mais de 16). A jornada semanal é de 37 horas, mas nem todas são de ensino em classe. (Austrália professor do ensino

primário chega a ganhar U$ 46 mil (R$ 78,2 mil) por ano)
primário chega a ganhar U$ 46 mil (R$ 78,2 mil) por
ano)

A formação do professor é feita na universidade que dura de 5 a 6 anos, a do professor-assistente, nas escolas

politécnicas. Assim como a dos médicos é na universidade e

a dos enfermeiros, na politécnica.

Valorização do professor  No caso da formação dos professores, indo além da graduação, exigindo-se
Valorização do professor  No caso da formação dos professores, indo além da graduação, exigindo-se
Valorização do professor  No caso da formação dos professores, indo além da graduação, exigindo-se
Valorização do professor  No caso da formação dos professores, indo além da graduação, exigindo-se

Valorização do professor

No caso da formação dos professores, indo além da graduação, exigindo-se pesquisa, produção de artigos, elaboração de teses e dissertações, criando entre os educadores a mentalidade e a prática perene da pesquisa e atualização, os finlandeses apenas realizaram aquilo que todos nós, especialistas em educação, advogamos a tempos, ou seja, o mais

elementar dos conceitos rumo à educação de

qualidade: escola de ponta é aquela que tem professores engajados e competentes, técnica e pedagogicamente.

Valorização do professor Lejeune - "Queria ser professora desde os 8 anos. Estudei seis anos
Valorização do professor Lejeune - "Queria ser professora desde os 8 anos. Estudei seis anos

Valorização do professor

Lejeune - "Queria ser professora desde os 8 anos. Estudei seis anos para conseguir. Sempre
Lejeune - "Queria ser professora desde os 8 anos. Estudei
seis anos para conseguir. Sempre gostei de estar com
crianças”

Passou seis anos no curso superior porque estudou letras durante quatro anos e teve um ano extra para ser docente e outro para ser professora de crianças com necessidades especiais.

Facilitador para a qualidade docente: os alunos já vêm com

repertório e formação consolidada para a universidade, adquiridos durante o ensino fundamental e médio.

Valorização do professor  Helsinque - Enquanto espera em frente à famosa loja de departamento

Valorização do professor

Helsinque - Enquanto espera em frente à famosa loja de departamento Stockmann, Sari Nummila, 41, mãe de dois filhos, é categórica: "o que posso dizer? Nós precisamos deles. Ficaria feliz se um dos meus filhos se tornasse professor", diz. Lea Itoonen, 56,

mãe de três filhos e voluntária da Cruz Vermelha Internacional, diz

estar satisfeita com a educação que recebem na escola. Só tem uma reclamação: antigamente, os professores tinham personalidade mais forte. "Gostaria que eles não apenas

fossem um agrupamento excelente, mas tivessem mais atitude, enfrentassem os pais e o governo por
fossem um agrupamento excelente, mas tivessem mais
atitude, enfrentassem os pais e o governo por melhores

salários", relata. Mas, de qualquer maneira, diz: "é uma profissão bonita para se ter aqui". Mesmo entre os mais jovens, a percepção

não se altera. Annette Backman, 21 anos, tem inclusive uma amiga

que quer ser professora. "Eles são competentes e ela gosta da profissão", relata.

Quando menos é mais  O que se procura reforçar com esta afirmação é o
Quando menos é mais  O que se procura reforçar com esta afirmação é o
Quando menos é mais  O que se procura reforçar com esta afirmação é o
Quando menos é mais  O que se procura reforçar com esta afirmação é o
Quando menos é mais
Quando menos é mais

O que se procura reforçar com esta afirmação é o conceito de que educação de qualidade não significa necessariamente grande volume e/ou quantidade de aulas, exercícios, tarefas. De acordo

com as palavras do professor Sahlberg, os finlandeses acreditam

que “não adianta encher os alunos de aulas ou exercícios, eles não irão aprender mais por causa disso”. Eles acreditam, por

experiência, ser de fundamental importância que os educadores

tenham plena consciência do seu trabalho e que, certamente, o

tempo disponível para pesquisa, leitura, planejamento e

intercâmbio que surge ao não se sufocar o aluno com tantas atividades deve ser (e, na Finlândia é) utilizado para a

concretização desta ação mais consciente e objetiva dos

professores.

Aprende-se mais com menos avaliações  Não há “standardized tests” ou testes nacionais padronizados. O
Aprende-se mais com menos avaliações  Não há “standardized tests” ou testes nacionais padronizados. O
Aprende-se mais com menos avaliações  Não há “standardized tests” ou testes nacionais padronizados. O
Aprende-se mais com menos avaliações  Não há “standardized tests” ou testes nacionais padronizados. O
Aprende-se mais com menos avaliações  Não há “standardized tests” ou testes nacionais padronizados. O

Aprende-se mais com menos avaliações

Não há “standardized tests” ou testes nacionais padronizados. O tempo gasto para avaliar é deslocado

para ações de ensino-aprendizagem, o que diminui o

stress geral dos estudantes e aumenta consideravelmente a atenção despendida pelos educadores com o ensino propriamente dito.

Igualdade na Diversidade  Os finlandeses tiveram um crescimento expressivo na quantidade de imigrantes que
Igualdade na Diversidade  Os finlandeses tiveram um crescimento expressivo na quantidade de imigrantes que
Igualdade na Diversidade  Os finlandeses tiveram um crescimento expressivo na quantidade de imigrantes que
Igualdade na Diversidade  Os finlandeses tiveram um crescimento expressivo na quantidade de imigrantes que
Igualdade na Diversidade
Igualdade na Diversidade

Os finlandeses tiveram um crescimento expressivo na quantidade de imigrantes que entraram no país ao

longo das últimas duas décadas. Esta diversidade

étnica e cultural, comprovada a partir de dados e estatísticas apresentados na palestra, é vista como oportunidade para o crescimento tanto dos nativos da

Finlândia quanto dos que no país se estabeleceram e

estão criando raízes. A diversidade é elemento importante para o crescimento da nação, creem os

finlandeses.

Quanto melhor é uma estudante ao finalizar o

Ensino Médio, maior o desejo desta se tornar

professora

De acordo com os dados do país, entre 20 e 25% dos formandos do Ensino Médio quer ser professor. A profissão é valorizada não apenas em termos financeiros, com boa remuneração, mas porque

os professores são considerados socialmente como muito

importantes para o futuro da nação (Estão em segundo lugar no ranking nacional finlandês de confiabilidade, perdendo apenas para os policiais!). Se não bastasse isto, a consideração com os educadores é tão grande, e igualmente é tão reconhecida a qualidade de sua formação, que muitos deles são contratados por grandes empresas (como a própria Nokia, por exemplo), pois são profissionais que sabem lidar com pessoas, planejar, orientar ações, demonstram criatividade

Limites do avanço escandinavo

Crise estrutural do capital

Já houve tiroteio em algumas escolas - duas situações semelhantes a que ocorrem em escolas dos Estados Unidos e do Rio.

Mas não adotaram medidas como as usadas no Rio (onde foram instalados detectores de metais em algumas unidades de ensino).

Há também problemas como a falta de condições de alguns municípios,

que são mais pobres e não conseguem proporcionar treinamentos adequados a seus professores.

Do universo feminino 70% tem curso superior, contra 40% do

masculino, e a tendência é aumentar, na medida em que as mulheres

vêm obtendo melhores resultados nos históricos escolares.

E o desemprego já atinge 9%.

O álcool é uma das grandes preocupações nesse país.

Há um alto índice de suicídio, especialmente dos homens entre 20 e 30 anos.

Emília Ferreiro
Emília Ferreiro
Emília Ferreiro
Emília Ferreiro
Emília Ferreiro

Emília Ferreiro

Edigar Moran  Pai da teoria da complexidade, ele defende a interligação de todos os
Edigar Moran  Pai da teoria da complexidade, ele defende a interligação de todos os
Edigar Moran  Pai da teoria da complexidade, ele defende a interligação de todos os
Edigar Moran  Pai da teoria da complexidade, ele defende a interligação de todos os

Edigar Moran

Edigar Moran  Pai da teoria da complexidade, ele defende a interligação de todos os conhecimentos,

Pai da teoria da complexidade, ele defende a

interligação de todos os conhecimentos, combate

o reducionismo instalado em nossa sociedade e

valoriza o complexo.

Edigar Moran - "Aprende-se mais História e Geografia numa viagem porque é mais fácil compreender quando o conteúdo faz parte de um

contexto.“

Contra o currículo mínimo e fragmentado : "O conjunto beneficia o ensino porque o aluno busca relações para entender. Só quando sai da

disciplina e consegue contextualizar é que ele vê

ligação com a vida."

Philippe Perrenoud Assuntos : formação, avaliação, pedagogia diferenciada e, principalmente, o desenvolvimento de
Philippe Perrenoud Assuntos : formação, avaliação, pedagogia diferenciada e, principalmente, o desenvolvimento de
Philippe Perrenoud Assuntos : formação, avaliação, pedagogia diferenciada e, principalmente, o desenvolvimento de
Philippe Perrenoud Assuntos : formação, avaliação, pedagogia diferenciada e, principalmente, o desenvolvimento de

Philippe Perrenoud

Assuntos : formação, avaliação, pedagogia diferenciada e, principalmente, o desenvolvimento de competências.

e, principalmente, o desenvolvimento de competências. 10 Novas Competências para Ensinar  1) Organizar e

10 Novas Competências para Ensinar

1) Organizar e dirigir situações de aprendizagem;

2) Administrar a progressão das aprendizagens;

3) Conceber e fazer evoluir os dispositivos de

diferenciação;

4) Envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho;

5) Trabalhar em equipe;

6) Participar da administração escolar;

7) Informar e envolver os pais;

8) Utilizar novas tecnologias;

9) Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão;

10) Administrar a própria formação;

Fernando Hernández.  Reorganizar o currículo por projetos, em vez das tradicionais disciplinas;  O
Fernando Hernández.  Reorganizar o currículo por projetos, em vez das tradicionais disciplinas;  O
Fernando Hernández.  Reorganizar o currículo por projetos, em vez das tradicionais disciplinas;  O
Fernando Hernández.  Reorganizar o currículo por projetos, em vez das tradicionais disciplinas;  O

Fernando Hernández.

Fernando Hernández.  Reorganizar o currículo por projetos, em vez das tradicionais disciplinas;  O modelo

Reorganizar o currículo por projetos, em vez das tradicionais disciplinas;

O modelo propõe que o docente abandone o papel de "transmissor de conteúdos" para se transformar num pesquisador. O aluno, por sua vez, passa de receptor passivo a sujeito do processo. não basta o tema ser "do gosto" dos alunos. Se não despertar a curiosidade por novos conhecimentos,

nada feito. "Se fosse esse o caso, ligaríamos a televisão num canal de desenhos animados"

António Nóvoa

António Nóvoa  O português António Nóvoa traz para o foco a  discussão sobre a

O português António Nóvoa traz para o foco a

discussão sobre a qualificação profissional - quebra a idéia de que para ensinar bem é preciso ter vocação sacerdotal;

"O aprender contínuo é essencial e se concentra em dois

aprender contínuo é essencial e se concentra em dois pilares: a própria pessoa, como agente, e