II SÉRIE

DIÁRIO DA REPÚBLICA
Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Número 19

ÍNDICE
PARTE A

Presidência da República
Gabinete do Presidente: Despacho n.º 3511/2009: Exoneração, a seu pedido, da licenciada Maria do Carmo Leal de Faria Franco de Andrade Neves 4127 Chancelaria das Ordens Honoríficas Portuguesas: Alvará (extracto) n.º 5/2009: Concessão de alvará ao Regimento de Lanceiros n.º 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4127

PARTE C

Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios das Finanças e da Administração Pública e da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Despacho n.º 3512/2009: Nomeia vogal do INRB, I. P., o Prof. Doutor Nuno Figueira Boavida Canada . . . . . . . . . . . 4127

Ministério das Finanças e da Administração Pública
Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo: Declaração de rectificação n.º 235/2009: Rectifica o despacho (extracto) n.º 2573/2009, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 13, de 20 de Janeiro de 2009 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros: Aviso n.º 2497/2009: Designa Ana Raquel Rodrigues Silva para coordenar a equipa de projecto do Sistema de Infracções Fiscais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n.º 2498/2009: Renovação da comissão de serviço no cargo de subdirectora-geral da licenciada Maria Luísa Vicente Teixeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n.º 2499/2009: Renovação da comissão de serviço no cargo de subdirectora-geral da licenciada Ana Maria Pestana de Deus Morais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4128 4128 4127 4127

Ministério da Defesa Nacional
Gabinete do Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar: Despacho n.º 3513/2009: Nomeação do Prof. Doutor Eduardo Vera-Cruz Pinto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4128

4108
Exército: Despacho n.º 3514/2009:

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009

Promoção ao posto de furriel RC de cinco 2FUR RC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n.º 3515/2009: Subdelegação de competências no chefe do Centro de Finanças do Comando do Pessoal . . . Declaração de rectificação n.º 236/2009: Rectifica o Diário da República, 2.ª série, n.º 3, de 6 de Janeiro de 2009 . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n.º 3516/2009: Promoção ao posto de primeiro-sargento RC de cinco 2SAR RC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

4128 4128 4128 4128

Ministério da Administração Interna
Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária: Despacho n.º 3517/2009: Delegação de competência para proferir decisões administrativas no âmbito dos processos de contra-ordenações rodoviárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção-Geral de Infra-Estruturas e Equipamentos: Declaração de rectificação n.º 237/2009: Rectifica o despacho n.º 869/2009, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 8, de 13 de Janeiro de 2009 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Serviço de Estrangeiros e Fronteiras: Aviso n.º 2500/2009: Concede a nacionalidade portuguesa, por naturalização, a Oscar Soares Dias . . . . . . . . . . . . Aviso n.º 2501/2009: Concede a nacionalidade portuguesa, por naturalização, a Rita Manuel de Castro Maria Pacheco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Declaração de rectificação n.º 238/2009: Rectifica o aviso n.º 13904/2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4129 4129 4129 4129 4128

Ministério da Justiça
Instituto Nacional de Medicina Legal, I. P.: Deliberação (extracto) n.º 319/2009: Revogação da deliberação n.º 3137/2008 — comissão de serviço no cargo de director do Serviço de Clínica Forense da Delegação do Sul . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Instituto dos Registos e do Notariado, I. P.: Despacho (extracto) n.º 3518/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3519/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3520/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3521/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3522/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3523/2009: Regressos da situação de licença sem vencimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4130 4130 4130 4129 4129 4129 4129

Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional
Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, I. P.: Despacho n.º 3524/2009: Nomeação em comissão de serviço da licenciada Teresa Paula Leonardo Limas Serafim no cargo de coordenador de Unidade de Ordenamento e Impacte Ambiental, cargo de direcção intermédia de 2.º grau . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

4130

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4109

Ministério da Economia e da Inovação
Gabinete do Ministro: Despacho n.º 3525/2009: Projecto do posto de redução e medida de 2.ª classe n.º 58, Quinta da Glória, concelho de Palmela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Autoridade de Segurança Alimentar e Económica: Aviso n.º 2502/2009: Lista dos canditatos admitidos ao concurso para ingresso na carreira de inspector-adjunto com vista ao provimento de 35 vagas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção-Geral das Actividades Económicas: Despacho n.º 3526/2009: Nomeação em comissão de serviço do licenciado José António de Magalhães Barros Féu . . . 4149 4131 4131

Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Gabinete do Secretário de Estado Adjunto, da Agricultura e das Pescas: Despacho normativo n.º 4/2009: Pedidos de ajuda e pedidos de apoio dos regimes financiados pelo Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) e Fundo Europeu de Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), cuja gestão deve ser processada pelo Sistema Integrado de Gestão e Controlo (SIGC) . . . . . Direcção-Geral de Veterinária: Despacho (extracto) n.º 3527/2009: Provimento na categoria de assessor de Ana Cristina Veloso Basto Ucha Lopes . . . . . . . . . . Despacho n.º 3528/2009: Preço de venda de livro de receitas médico-veterinárias normalizadas e de vinhetas . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3529/2009: Provimento na categoria de técnico superior de 1.ª classe de Filomena Isabel Lopes Ventura e de Margarida Maria Barreira Antunes Bairrão Falcão Carvalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo: Despacho (extracto) n.º 3530/2009: Mobilidade por opção voluntária de Joaquim António Reis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3531/2009: Mobilidade por opção voluntária de Antónia Rita Martins Mansos Felício . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3532/2009: Mobilidade por opção voluntária de Eurico Edgar Mendes da Palma Pires . . . . . . . . . . . . . . Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I. P.: Deliberação (extracto) n.º 320/2009: Nomeação de Manuel Borralho Augusto para a categoria de técnico superior de 1.ª classe da carreira de economista, a partir de 18 de Dezembro de 2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4153 4153 4153 4153 4153 4152 4152

4150

Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Secretaria-Geral: Deliberação n.º 321/2009: Contrato de delegação de competências celebrado entre o POVT e o INAG . . . . . . . . . . . . . Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I. P.: Aviso n.º 2503/2009: Alteração de percurso da carreira de serviço público entre Caldas da Rainha e Casais da Boavista . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4156 4153

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
Instituto Nacional para a Reabilitação, I. P.: Aviso n.º 2504/2009: Nomeação de Anabela da Cruz Ramalho Fidalgo Rosa como técnica superior de 2.ª classe . . . 4156

. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Instituto da Segurança Social. . . .4110 Diário da República.º 325/2009: Nomeação de Felismina Cruz da Costa como chefe de secção . . . P. . . . . . . . I. Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Hospital de Joaquim Urbano: Deliberação (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Deliberação (extracto) n. . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . Hospitais Civis de Lisboa: Deliberação n. . . . 4161 4160 4160 4159 4159 4159 4159 4159 4158 4158 4157 4157 Ministério da Educação Gabinete do Secretário de Estado da Educação: Despacho n. . Deliberação (extracto) n. . . . . . . . . . .º 239/2009: Declaração de rectificação da deliberação n. . . . . .º 3535/2009: Delegação de competências no licenciado João Manuel Viegas Libório Correia. . . . . . . .ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica . . . . . . . . . . 4165 4162 4162 . . . . . . . . . . . . . . . .º 328/2009: Nomeação como assistente de infecciologia da carreira médica hospitalar de Maria Josefina Vazquez Mendez . . . . 2.º 76/2009. . . . . . . Despacho n. . . . .º 322/2009: Delegação de competências. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica . Deliberação n. . . . . . . . . . .º 2507/2009: Concurso interno geral para provimento na categoria de chefe de serviço de estomatologia da carreira médica hospitalar . . . . . . . . . . . . .º 326/2009: Nomeação de vários profissionais na categoria de assistente administrativo especialista . . . . . . P. . . . . . . . . . . . . . .º 323/2009: Delegação de competências. . . . . . . . . . . . . . .º 327/2009: Nomeação de vários profissionais como auxiliares de acção médica principal . . . . . . . . . . . . . . . . 4157 4156 Ministério da Saúde Administração Regional de Saúde do Centro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . I. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . responsável da equipa de projecto denominada REDESCOLAR . . . . . . . Hospital de São Marcos: Aviso n. . . . . .º 2506/2009: Concurso interno de acesso geral para provimento na categoria de técnico especialista de 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .: Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . Despacho n.º 324/2009: Delegação de competencias. . . . . . . . . . Secretaria-Geral: Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . de 13 de Janeiro de 2009 . . . .º 3536/2009: Define a calendarização relativa à realização das provas de exames nacionais e dos exames de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário . . . . . . . Deliberação (extracto) n. . . . Hospital de Cândido de Figueiredo: Declaração de rectificação n. . . . . . . . . . .: Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2508/2009: Concurso interno de acesso geral para provimento na categoria de técnico de 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3534/2009: Delegação de competências na directora da UDS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Deliberação n. . . .º 3533/2009: Delegação de competências — directora da UAJC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2505/2009: Aviso relativo a despachos de nomeação já publicados . .º 3537/2009: Lista nominal de pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou voluntariamente pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3546/2009: Homologação de contratos de docentes — ano lectivo 2008-2009 . . . . . .º 2515/2009: Afixação da lista de antiguidade do pessoal não docente do Agrupamento . . . Aviso n. . . . . . .º 3539/2009: Concessão de licença extraordinária a pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3542/2009: Nomeação de professor titular . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . Despacho n. . . . .º 3548/2009: Homologação dos contratos administrativos de serviço docente do ano lectivo 2008/2009 . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . Direcção Regional de Educação do Norte: Aviso n. .Diário da República. . . . . . . . . . . . . Aviso n. . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 240/2009: Declaração de rectificação n. . . . . . . Despacho n. . . . . .º 2517/2009: Aviso de abertura do procedimento concursal prévio à eleição do director . . . . . . . . .º 2510/2009: Lista de antiguidade de pessoal não docente de 2008 . . . . . . . . . . . 4111 4165 4165 4165 4165 4165 4166 4166 4166 4167 4167 4167 4167 4167 4168 4168 4168 4168 4168 4168 4168 4169 4169 4169 4169 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3544/2009: Nomeação de professores titulares . 2. . . . . .º 2509/2009: Lista de antiguidade de pessoal não docente do Agrupamento Vertical de Escolas da Abelheira Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3547/2009: Homologação de Contratos Administrativos de Serviço Docente 2008-2009 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3549/2009: Nomeações e transferências . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2516/2009: Lista de antiguidade de pessoal não docente . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . Despacho n. . . .º 2511/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente — Agrupamento Vertical de Escolas do Búzio Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 307228 de 2008. .º 3538/2009: Concessão de licença extraordinária a pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . . .º 2513/2009: Lista de antiguidade de pessoal docente — Agrupamento de Escolas Domingos Capela . .º 3540/2009: Concessão de licença extraordinária a pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3543/2009: Nomeação de professores titulares . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . .º 3545/2009: Homologação de contratos administrativos de serviço docente . Despacho n. . .º 2518/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. . . .º 3541/2009: Concessão de licença extraordinária a pessoal do quadro único do Ministério da Educação que optou voluntariamente pela colocação em situação de mobilidade especial . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . .º 2512/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. . . .ª série — N. . Declaração de rectificação n. . . Aviso n. . . . . . . . .º 21/2009: Listagem das obras adjudicadas pela Secretaria-Geral do ME — Direcção de Serviços de Administração Geral. . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. . . . . . Despacho n. . . . . . . . Listagem n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . durante o ano de 2008 .º 2514/2009: Listas de antiguidade . . . . . . . . . . . . .

. . . .º 3559/2009: Lista de antiguidade do pessoal docente . . . .º 3554/2009: Homologação dos contratos administrativos de serviço docente do ano lectivo de 2008-2009 do Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria . . . . . . . . . . .º 241/2009: Rectificação da publicação da lista de concurso de professores titulares do Agrupamento de Escolas do Conde de Castelo Melhor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Direcção Regional de Educação do Centro: Declaração de rectificação n. . . . . . . reportada a 31 de Dezembro de 2008 . . . . . . . .º 3551/2009: Homologação dos contratos administrativos de provimento de pessoal docente relativo ao ano lectivo de 2008-2009 . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . .º 2523/2009: Renovação de pedido de licença sem vencimento por um ano . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2524/2009: Lista de antiguidade do pessoal docente . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo: Aviso n. . .º 3555/2009: Homologação de contratos administrativos de provimento de serviço docente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . .º 3558/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . .º 3562/2009: Homologação de contratos individuais de trabalho por tempo indeterminado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . no ano escolar de 2008-2009 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. .ª série — N. . . . . . . Despacho n. . . . . . . . Sousa Despacho n. referentes ao ano de 2007-2008 . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . .º 3561/2009: Nomeação definitiva na categoria de assistente de administração escolar principal . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . .º 2521/2009: Afixação das listas de antiguidade do pessoal não docente . . . . . . . . . . Aviso n. .Lei n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . .º 3560/2009: Concurso extraordinário de professores titulares . . . Despacho (extracto) n. . . . posicionados no índice 340 (concurso extraordinário ao abrigo do Decreto. . . 4172 4172 4172 4172 4172 4172 4171 4171 4171 4171 4171 4171 4170 4170 4170 4170 4170 4170 4170 4169 4169 . . . . . .º 3552/2009: Nomeação de professores titulares. . . .º 3563/2009: Homologação de contratos administrativos de provimentos de docentes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . .º 2520/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente do Agrupamento de Escolas de Vagos reportada a 31 de Dezembro de 2008 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2525/2009: Lista de docentes contratados em 2008-2009 .º 3557/2009: Homologação de contrato administrativo de serviço docente referente ao ano lectivo de 2008-2009 4172 Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 3550/2009: Nomeação em comissão de serviço da professora Maria Carolina Duarte Silva Velhinho G. . . . . . . . . . . . .º 2522/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente referente a 31 de Dezembro de 2008 . . . . . . . . . . . .º 2519/2009: Lista de antiguidade de pessoal não docente — 2008 . . . . . . . . . .º 104/2008) . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. .4112 Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3556/2009: Nomeação de professores titulares .º 3553/2009: Publicação de contratos celebrados ao abrigo do citado DL desde Setembro a Dezembro de 2009 Aviso n. . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2529/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3457/08. . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Aveiro Anúncio n. . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4113 4173 4173 4173 4173 4174 4174 4174 4174 4174 4174 4175 4175 4175 Ministério da Cultura Biblioteca Nacional de Portugal: Despacho (extracto) n. 4176 2. . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . .º Juízo do Tribunal da Comarca de Alenquer Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 731/2009: Insolvência n. . . Direcção Regional de Educação do Algarve: Aviso n. . . .º 2533/2009: Afixação da lista de antiguidade do pessoal não docente . . . Aviso (extracto) n. . .º 4490/08. . . . . 4175 4175 PARTE D 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2527/2009: Nomeação de professora titular com efeitos a partir de 18 de Novembro de 2008. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 240/06. . .5TBBCL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3566/2009: Homologação de contratos administrativos de serviço docente . . . . . . . . . .º 3564/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente referente a 31 de Dezembro de 2008 . . . . 4176 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Aviso (extracto) n. . . . . . . .º 2532/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente referente ao ano civil de 2008 . . . . . . . . . . . . . .º 730/2009: Decisão de encerramento — insuficiência da massa insolvente — artigo 232. . Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Barcelos Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . .º 729/2009: Prestação de contas apresentadas pelo administrador — processo n. . . . . . . . . . . . . Declaração de rectificação n. .º 3567/2009: Homologação de contratos ano de 2008/2009 . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º do CIRE — processo n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8TBAVR .º 2526/2009: Nomeações para a categoria de professor titular com efeitos a partir de 1 de Setembro de 2007 . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . .º 2531/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. .º 3569/2009: Provimento na categoria de assessor principal BD da mestre Maria Luísa Ferreira Nunes dos Santos . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 242/2009: Rectificação de nome de professor titular . . . . .º 2530/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente. Direcção Regional de Educação do Alentejo: Despacho n. . .º 3565/2009: Pessoal em regime de mobilidade . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . .º 2528/2009: Lista de antiguidade do pessoal não docente referente a 31 de Dezembro de 2008 — Agrupamento de Escolas de Santo Onofre . .º 3568/2009: Provimento na categoria de assessor principal BD da Doutora Maria Inês Durão de Carvalho Cordeiro . 4176 3. . . .9TBALQ . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . .Diário da República. . . . .

Anúncio n. . .º 2965/06. . . . . .2TYLSB .º Juízo do Tribunal de Comércio de Lisboa Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . .º 1368/08.º 1531/08. . . . . . . . . . . . .º 733/2009: Notificação dos credores e da insolvente para se pronunciarem sobre as contas do administrador. . .º 9/09. . . . . 4182 . nos termos do artigo 64. . . . . . . . . . .º 734/2009: Publicidade da sentença e citação dos credores e outros interessados nos autos de insolvência n. . . .º. .º 1. . . . . . . . . . . . . . . . . 4176 2. . . . . 4177 1. . . .8TBBRR .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Évora Anúncio n. .º Juízo do Tribunal da Comarca de Montemor-o-Novo Anúncio n. . . .6TYLSB . Anúncio n. .5TYLSB . . . . . . . Anúncio n. . Anúncio n. . . . .º Juízo do Tribunal de Comércio de Lisboa Anúncio n. . . . .º 744/2009: Sentença de declaração de insolvência — Processo n. . . .º 248/08. . . . . . . .º 742/2009: Sentença de declaração de insolvência — Processo n. . . .º 732/2009: Processo de insolvência n. . . . .º Juízo Cível do Tribunal de Família e Menores e de Comarca do Barreiro Anúncio n. . . . . . .º 735/2009: Processo n. . . 4179 4. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2. 4177 1. . . .º 737/2009: Sentença de insolvência no processo n. . . . . . . . . . . . .º 740/2009: Declaração de insolvência — processo n. . . . . . . . . 4177 2. . . . . . 4178 4178 4178 2. . . . . . . . . . . . . . . . .º 743/2009: Sentença de declaração de insolvência — processo n.5TYLSB . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Juízo . . . 4181 4181 4181 4180 4180 1. . .0TYLSB .º 10/09. . . . . . .º 747/2009: Insolvência n. . . . . . .0TBEVR — insolvência de Jorge Humberto da Silva Fragoso da Cunha e Ana Cristina Cardoso Veiga da Cunha Fragoso — encerramento do processo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Juízo do Tribunal de Comércio de Lisboa Anúncio n. . . . . . . . Anúncio n. . . . .º 746/2009: Despacho de encerramento — processo n.9TYLSB . . . . . . .4114 Diário da República. . . . . . .º 1508/08. . . . . . . . . . Anúncio n. . 4179 4178 3. . . . . . . . . . . . . .2TYLSB . .º 651/08. . .º 25/09. .º 964/08. . . . . . .º 318/06. . . . . . . . . .º 789-08 9TBMMN-1J . . . Anúncio n. . . . . . .2TBBRG-J . .º 741/2009: Publicidade da sentença de insolvência — Processo n. . . .º 745/2009: Sentença de declaração de insolvência — processo n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .0TYLSB — 2. . . . . .9TYLSB . . . .º 736/2009: Publicidade da prestação de contas no processo n.º Juízo do Tribunal de Comércio de Lisboa Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Évora Anúncio n. . .8TYLSB-D . . . . . . do CIRE. n. . . . . . . . . . . .6TYLSB . . . .º 675/08. .0TBEVR.º 738/2009: Convocatória de assembleia de credores no processo de insolvência n. . .º 739/2009: Declaração de insolvência — processo n. no processo de insolvência n.º Juízo Cível do Tribunal da Comarca de Braga Anúncio n. . . . 2. .º 3514/07. . . .º 9748/05.º 1309/07. .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . .º 751/2009: Assembleia de credores para aprovação do plano de insolvência no processo n. . . . . . . . . .º 750/2009: Declaração de insolvência — processo n. . . . . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Paredes Anúncio n. . . . . . . . Joel Timóteo Ramos Pereira como adjunto do Gabinete do Vice-Presidente .º 4150/08.º 749/2009: Insolvência n. . .0TBOVR . .º 111/2009: Segunda notificação ao mediador de seguros Hilário Gonçalves Santos da decisão de cancelamento da inscrição de 31 de Outubro de 2008. . . . . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Santarém Anúncio n. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4115 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2497/08. . . . . . . . . . . . . na sequência da devolução pelos serviços postais da carta datada de 19 de Dezembro de 2008. . . . . . . . . . . . . . . 4186 4186 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4185 4185 PARTE E Instituto de Seguros de Portugal Edital n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Diário da República. número de identificação fiscal 507317300. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1TBPFR — 2. . . . . . . . . . . 2. . .º 3571/2009: Nomeação do Ex. . . .º 1292/08. . . . . . . . . . .º 752/2009: Publicidade da insolvência — Processo n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . .º Juízo do Tribunal da Comarca de Montemor-o-Novo Anúncio n.º 206/08. . . . .7TBVIS . . . . . . . . . . . . . . processo n. . . .º 1513/08. . . . . . . . . . . .º Juízo do Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia Anúncio n. 4184 1. . . . . .º 1567/08. . . . . . . 4185 Conselho Superior da Magistratura Despacho n. . . . . . . . . . . 4182 2. .mo Juiz de Direito Dr. . . . . . . . . . . . . . . .º 759-07-4TBMMN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4182 1.ª Alexandra Rute Pires Costa como chefe de divisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 754/2009: Insolvência de RIBERMAIA.º Juízo do Tribunal da Comarca de Paços de Ferreira Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 748/2009: Insolvência n. . . .º Juízo . . . .º 832/ 08. .º 2535/2009: Contrato individual de trabalho por tempo indeterminado — Denise Raquel Fernandes dos Santos . . . . . . . . . 4183 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Juízo do Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2534/2009: Contrato individual de trabalho por tempo indeterminado de Maria Esperança Gomes da Cruz . . . . . . . . . . . . .º 755/2009: Processo de insolvência n. . . remetida para o respectivo endereço registado no Instituto de Seguros de Portugal . . .1TYVNG-1. . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . .da. . . . . . . .ª série — N. . . . 4184 3. 4183 1. .º Juízo do Tribunal Judicial de Paços de Ferreira . . . . . .º Juízo de Competência Especializada Cível do Tribunal da Comarca de Viseu Anúncio n. . . . . . .2TBPRD 4183 2. . . .1TBSTR . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . .º 3570/2009: Nomeação da Dr. . . . . . .4TYVNG . . . . . . . . . . .º Juízo do Tribunal da Comarca de Ovar Anúncio n. . . . . . . . . . . 4186 Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Aviso n. .º 753/2009: Publicidade de sentença e interessados nos autos da insolvência de pessoa colectiva n.

. 4193 4193 4193 4193 4193 . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . .º 2/009. . . . . 4193 Universidade do Minho Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . .º 3580/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Maria Cristina Moreira . . . .ª classe da Faculdade de Direito . . . . . . . . . . . . . . . . .º 1. . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 208-G/2007 . . . Declaração de rectificação n. . . .º 3575/2009: Equiparação a bolseiro fora do País a vários docentes da Universidade de Évora . . . . . . . . . . n. . . . . . . . . .º 3576/2009: Equiparação a bolseiro fora do País de vários docentes da Universidade de Évora . . . . . . publicado no Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 22. . . . . . . . . . . como técnica superior de 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . requeridas por Jorge Luís Pedreira Murteira Marques Casas Novas . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . 4193 4193 4193 4192 Universidade de Lisboa Declaração de rectificação n. . 2. . . . . . . . de 25 de Novembro de 2008 . . . . 4192 4192 4192 Universidade de Coimbra Despacho (extracto) n. . . . Declaração de rectificação n. . . . .º 3581/2009: Equiparações a bolseiro dos Doutores Ana Maria Soares e António Ferraz . . . . . .º 3574/2009: Equiparação a bolseiro fora do País a vários docentes da Universidade de Évora . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . .º 3572/2009: Reclassificação da licenciada Maria de Fátima Carvalho Almeida. . . . . . . . . .º 229. . . . . . . . . . . . . . do licenciado Shiv Kumar Singh . .º 245/2009: Rectifica a rectificação n. .º 30 463/2008. . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . .º 3573/2009: Contratação da Doutora Helena Isabel Gonçalves Moniz Falcão Oliveira como professora auxiliar da Faculdade de Direito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . n. . . . . . . . . .º 3579/2009: Equiparação a bolseiro da licenciada Tânia Micaela Barbosa . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Ordem dos Médicos Dentistas Regulamento n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série. de 2 de Janeiro de 2009 . . . . . . . .º 2536/2009: Constituição do júri das provas de doutoramento em Gestão. . .º 1504/2007. . . . . . . . . . . . publicada no Diário da República. . . . . . . . . . de 31 de Janeiro de 2007 . . . . . . . . 4186 Universidade Aberta Regulamento n. . . . . . 4192 4192 Universidade de Évora Aviso n. . .º 243/2009: Declaração de rectificação referente ao despacho (extracto) n. . . . . . . . . .º 3578/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Cristina Maria Matos .º 244/2009: Declaração de rectificação referente ao despacho (extracto) n. . .ª serie.4116 Diário da República. . . . . . . . . . 2. . . . . n. . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. .º 2317/2009. . . . . . . . . . .º 58/2009: Republicação do regulamento n. . . .º 57/2009: Regulamento de Acreditação das Actividades de Formação Contínua da Ordem dos Médicos Dentistas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3577/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Maria de Lurdes Martins e da licenciada Cristina Alexandra Amado . . . . . publicado no Diário da República. . . . . . . Despacho n. . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . .ª série. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 246/2009: Rectificação do despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . 4188 Universidade da Beira Interior Declaração de rectificação n. . . . 2. . . .

. . . . . Despacho (extracto) n. . . Despacho (extracto) n. . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3592/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Ana Maria Soares . . .º 3595/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Rosa Branca Esteves . . . . . . . . .º 3589/2009: Equiparações a bolseiro das Doutoras Cláudia Simões e Ermelinda Silva . . . . . . . . . . . . .º 3583/2009: Equiparação a bolseiro dos Doutores Natália Barbosa e Vasco Sousa . .º 3599/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor Carlos Alberto Machado . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . .º 3597/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Laura Cristina Pereira . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3591/2009: Equiparações a bolseiro do Doutor Manuel José Armada e do licenciado José João Ribeiro Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3601/2009: Equiparação a bolseiro do assistente convidado Manuel Maria dos Santos Matroco Gonçalves Pereira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3593/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Maria Margarida Almeida . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . Carla Angélica Sá e Miguel Portela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4195 4195 4195 4195 4195 . . . .º 3600/2009: Equiparação a bolseiro da investigadora auxiliar Maria Isabel Rodrigues de Abreu Figueiredo de Almeida . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3598/2009: Equiparações a bolseiro dos Doutores Maria Helena Guimarães. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3604/2009: Nomeação definitiva na categoria de assistente administrativa especialista de Berta Rosa da Conceição de Sousa . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. .º 3582/2009: Equiparação a bolseiro da licenciada Lídia Cristina Oliveira . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4117 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4194 4195 4195 4195 4195 Universidade Nova de Lisboa Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3594/2009: Equiparação a bolseiro do licenciado Carlos Alberto Menezes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3603/2009: Equiparação a bolseiro da assessora principal Doutora Patrícia Maria Freire de Andrade de Carvalho Rosado Pinto . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3587/2009: Equiparações a bolseiro da Doutora Cláudia Maria Simões e do licenciado Carlos Alberto Menezes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . .º 3602/2009: Equiparação a bolseiro do assistente convidado Manuel Maria dos Santos Matroco Gonçalves Pereira . . Despacho (extracto) n. . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3590/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Ana Maria Soares . Despacho (extracto) n. . .º 3586/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor Miguel Portela . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. .º 3596/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor Manuel José Armada .º 3584/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor José António Cadima Ribeiro . . . .º 3585/2009: Equiparação a bolseiro dos Doutores Ana Maria Soares e Manuel Cabral . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . .º 3588/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor José António Rocha . . . . . . . . . . .

º Ciclo de Estudos em Ciências da Cultura . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . Listagem n. . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . 4195 Universidade do Porto Despacho (extracto) n. . . . . . .º 3607/2009: Contrato de trabalho para o exercício de funções públicas por tempo indeterminado do Professor Paulo Sérgio Amaral de Sousa . . . . . . .º 3610/2009: Equiparação a bolseiro da Doutora Isabel Maria Salvador Macedo Pinto Abreu Lima . . . . . . . . . . .º semestre do ano lectivo de 2008-2009 nos cursos do IPCA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3618/2009: Alteração ao plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado em Engenharia Informática — Curso Europeu — Instituto Superior de Engenharia — Instituto Politécnico de Coimbra . . . . . . . . . . . Edital n. . . . . . . . precedendo concurso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4211 4210 Instituto Politécnico de Coimbra Despacho n. . . . . . . . . . . . . . .º 3616/2009: Abertura de candidaturas a mudança de curso. . . . . . . da carreira técnica superior . . . . . . . . . . . . . . . . . 4197 4196 4196 Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . .º 3608/2009: Contrato de trabalho para o exercício de funções públicas por tempo indeterminado do professor auxiliar Samuel Cruz Alves Pereira . . . . . . . . . . . . . .º 3617/2009: Altera o plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado em Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Instituto Politécnico de Coimbra . . . . . .4118 Diário da República. . . . . . . . . . Edital n. . .º 3613/2009: Regulamento dos 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n.º 113/2009: Júri do concurso para professor associado do Instituto Superior Técnico. Departamento de Engenharia Informática .º 3614/2009: Criação do 2. . reingresso e transferência para ingresso no 2. . . . .º 3612/2009: Criação do 2. . . . . . . . .º 112/2009: Constituição do júri do concurso para professor associado do Instituto Superior Técnico. . . . . . . . . . . . . . . . .º 3606/2009: Concedidas equiparações a bolseiro . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . 4211 4213 . . . . . . . Departamento de Engenharia Minas Georrecursos . . . . . . .º 22/2009: Lista das adjudicações do 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . .º semestre do ano de 2008 . Despacho (extracto) n. . . . . .º ciclo de estudos em gestão . . . . . . . . . . . . . Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . 4207 4204 4199 4197 Instituto Politécnico do Cávado e do Ave Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Ciclo de Estudos em Ciências do Desporto com Especialização em Actividades de Academia . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3611/2009: Equiparação a bolseiro do Doutor Henrique Malheiro Vaz . . . . . . . . . . . .º 3615/2009: Criação do 2.º 3609/2009: Contratação do Doutor Ricardo Jorge Sá Dias Vasconcelos como professor auxiliar . 4196 4196 4196 4196 4196 4195 Universidade Técnica de Lisboa Edital n. . . . . . .º 114/2009: Júri do concurso para professor catedrático do Instituto Superior Técnico. . . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . .º 3605/2009: Nomeações definitivas. . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .os Ciclos de Estudo em Ensino . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . Deliberação n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 329/2009: Autorizada a acumulação de funções públicas às seguintes enfermeiras graduadas: Eunice Maria Costa Pereira Santos e Maria de Fátima Vila Verde Santos Rocha . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E. . . . . . . . de 13 de Janeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ª classe — engenheiro civil . . . . . .º 2538/2009: Ciclo de estudos especiais em Neuropediatria . .º 331/2009: Autorizada a promoção a assessor superior de laboratório de Maria Amélia Baptista Fernandes 4217 4217 4217 PARTE H Câmara Municipal de Aguiar da Beira Edital n. . . . . .º 1454/2009. . .º 115/2009: Rectifica o Plano Director Municipal de Aguiar da Beira. . . . . . . . . . . . . . . Despacho (extracto) n. . . E. . . . . . . .º 3620/2009: Renovação do contrato de Carlos Manuel Abreu Gomes Ferreira como equiparado a professor-adjunto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. Aviso n. de 13 de Janeiro . . . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Declaração de rectificação n. . . . . . . . . . 4215 4215 Instituto Politécnico do Porto Despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 1455/2009. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3621/2009: Renovação do contrato de Maria Alexandra Pacheco Ribeiro da Costa como equiparada a assistente . . . . P. . . . . . . . . . .º 3619/2009: Publicação do Regulamento do Regime de Estudante a Tempo Parcial. . para a categoria de auxiliar de serviços gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2539/2009: Nomeação em regime de comissão de serviço extraordinária para lugares da categoria de técnico superior de 2. . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4119 Instituto Politécnico de Portalegre Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . 4216 PARTE G Centro Hospitalar de Coimbra. . .º 248/2009: Rectifica o despacho (extracto) n. . . . . . . . . . E. . . . . . . . . . . . . .º 247/2009: Rectifica o despacho (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3622/2009: Renovação do contrato de Ricardo Manuel Pereira dos Santos como equiparado a professoradjunto . . . . . . . . . . . . . Deliberação n. . . . . . . . . . . 4218 4218 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Deliberação n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Despacho n. . .º 3623/2009: Renovação do contrato de Jorge Manuel Mendes Moutinho da Silva como encarregado de trabalhos . . . 4217 Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E. . . . . . . . . da Escola Superior de Tecnologia e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . P. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 330/2009: Autorizada a promoção a assessor de farmácia de Helena Maria Milheiro Mira Galvão . 4216 4216 4216 4216 Instituto Politécnico de Setúbal Declaração de rectificação n. . . .º 2540/2009: Celebração de contrato de trabalho em funções públicas. . . . . . . . 4216 4216 Instituto Politécnico de Viana do Castelo Despacho (extracto) n. . .º 3624/2009: Nomeação como professora-coordenadora de Maria Isabel Parente Lajoso Amorim — ESENF . . . . . . . . .º 2537/2009: Deslocação ao estrangeiro de docente da Escola Superior Agrária de Elvas do Instituto Politécnico de Portalegre . . 4218 Câmara Municipal de Albufeira Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. por tempo indeterminado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . .ª classe Rogério Ferreira dos Santos da Câmara Municipal de Coimbra para a Câmara Municipal das Caldas da Rainha . . . . . .º 2545/2009: Nomeação na sequência de concurso interno de acesso limitado para provimento de um lugar de assistente administrativo especialista . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . 4219 Câmara Municipal das Caldas da Rainha Aviso n. . . . .ª classe — arquitecto . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . . . .º 2549/2009: Abertura de período de discussão pública do pedido de loteamento apresentado neste município para a Quinta Velha da Telha a que se refere o processo de loteamento número LT/2/06 . . . . . . Aviso n. . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . .º 2547/2009: Nomeação na sequência de concurso interno de acesso limitado para um lugar de técnico superior assessor principal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . .º 2546/2009: Nomeação na sequência de concurso interno de acesso limitado para provimento de um técnico superior principal. . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . . . . . por tempo indeterminado. . . . . . . . com a categoria de tractorista. . . .º 2552/2009: Pedido de licença sem vencimento por um ano de Maria do Rosário Francisco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2542/2009: Celebração de contrato de trabalho em funções públicas.º 7. . . . . . . . . . . . . . . . com a trabalhadora Rossana Soraia Timóteo Caldeira André para a categoria de engenheiro técnico mecânico de 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2543/2009: Celebração de contratos de trabalho em funções públicas. .ª série. . . . . . 4220 4220 4220 4220 4220 . . . . .ª classe . por tempo indeterminado.º 2541/2009: Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso (extracto) n. . . por tempo indeterminado. . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . .º 2555/2009: Pedido de licença sem vencimento por um ano de Susana Paula Borges Menezes. . . . .º 2554/2009: Pedido de licença sem vencimento por um ano de João Manuel Enxuto de Oliveira. . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Celebração de contrato de trabalho em funções públicas. . . . . técnico superior engenheiro civil assessor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . referente à transferência do funcionário Rubim José Gouveia Martins Capelinha para lugar da categoria de agente municipal de 2. . . Aviso n. .º 2548/2009: Nomeação na sequência de concurso interno de acesso limitado para o lugar de técnico superior principal — biblioteca e documentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . assistente social . . . . . . . . . . . . . .º 249/2009: Rectificação do aviso publicado no Diário da República. . . . . . .ª classe . . . . .4120 Aviso n. . . . . . . . com a categoria de auxiliar administrativa . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . .º 2553/2009: Transferência do engenheiro civil de 1. . . . . . . . . . 4218 4218 4218 4218 4219 Câmara Municipal de Alvito Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . 4219 4219 4219 4219 Câmara Municipal do Barreiro Aviso (extracto) n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . para a categoria de técnico superior de 2. . . n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . para a categoria de nadador-salvador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . .º 2550/2009: Nomeação de António Castanheira de Campos . . . . .º 2544/2009: Celebração de contratos de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado para a categoria de operário qualificado — canalizador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . de 12 de Janeiro de 2009. . . . . . Declaração de rectificação n. . . . . . . . . . . . . 4219 Câmara Municipal de Belmonte Aviso n. . . . . . . . . . . .º 2551/2009: Provimento automático em lugar do quadro desta autarquia do funcionário do GAT José Malvar Rodrigues Ferreira. . . . . . . . . . com a categoria de assistente de acção educativa . . . . . .

. João Paulo Martinho Ascenção. . . . . . . . .º 2559/2009: Obras adjudicadas no ano 2008 pela Câmara Municipal de Fornos de Algodres . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2562/2009: Nomeação de vários funcionários . Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . 4220 4220 Câmara Municipal da Covilhã Aviso n. . . . . Pedro Miguel Rodrigues Possidónio. . . .º 59/2009: Alteração ao Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação (RMUE) . Espinheira Rio no lugar de técnico superior arquitecto assessor principal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4222 4221 Câmara Municipal de Gouveia Aviso n. . 4271 4267 4271 Câmara Municipal de Loulé Aviso n. . . . . . . .º 2563/2009: Aviso referente ao Regulamento para Alienação de Imóveis Municipais . . . . . . . . . . . .º 2556/2009: Aviso de discussão pública referente ao processo SPO-790/2007 em nome de José Filipe Martinho da Silva .ª série. . . . . . . . 2. . . . . . . . Aviso n. . . . . . 4222 Câmara Municipal de Lisboa Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Teresa Maria Pinto de Barros Gomes Almeida e Maria Isabel Rodrigues de Lima Barradas. . .º 1930/2009. . . . . . . . . . . . .º 2565/2009: Licenças sem remuneração de longa duração de Isabel Marina de Oliveira Cardoso dos Anjos Santos. 4221 Câmara Municipal de Gondomar Aviso n.º 2557/2009: Aviso de discussão pública referente ao processo SPO — 389/2007 — alteração ao alvará de loteamento n. . . . . . . . . 4222 Câmara Municipal de Ílhavo Regulamento n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4121 Câmara Municipal de Cascais Aviso n. . . . . . . . . . . . n. . . . . . . .º 2568/2009: Cessação de nomeação do funcionário António Alberto Afonso. . . . . . . . . . . publicado no Diário da República. . . . . . . . . . . .º 14. . . . . . . . . .º 2560/2009: Nomeação de António José C. . . . . . . 4221 Câmara Municipal de Fornos de Algodres Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4272 Câmara Municipal de Matosinhos Aviso n. . . . . . . . . . . . Sérgio Mendes Mesquita e Telma Isabel Dinis Fernandes Espada . . . . . . . . . . . .º 2567/2009: Transferência de Helena Maria Fernandes Pontes Rodrigues . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2566/2009: Celebração de contratos de trabalho por tempo indeterminado com César Augusto Amorim Lopes Correia. .º 302 em nome de Câmara Municipal de Cascais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4272 Câmara Municipal de Mogadouro Aviso n. . . . . . de 21 de Janeiro de 2009 . . . . . . . . . . . . .º 2558/2009: Nomeação de três assistentes administrativos principais . . . . .º 2564/2009: Equiparação a bolseiro de Helena Teresa Ribeiro Pinto Janeiro . . . . . . . . . Aviso n. . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aviso n. . . . . . por motivo de aposentação 4272 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2561/2009: Declara sem efeito o aviso n. . . . . . . . . . . . . .

. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Câmara Municipal da Moita Aviso n. . . . . . . .º do Decreto n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2578/2009: Nomeação de Carlos Alberto Alves Teixeira Andrade. .º 2569/2009: Abertura do procedimento de discussão pública da proposta de alteração ao alvará de loteamento n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4272 Câmara Municipal de Palmela Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4273 Câmara Municipal de Santa Marta de Penaguião Edital n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2575/2009: Contrato a termo resolutivo certo com o técnico superior Miguel António Brito Gomez . . . . . . . . . . . . 4274 Junta de Freguesia de Britelo Aviso n. . . freguesia e concelho da Moita . . . Aviso n. . . . . . . . . . .º 2576/2009: Elaboração do Plano de Pormenor da Costa do Sal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2574/2009: Lista das adjudicações efectuadas no ano de 2008 . . . . . . . . 4272 4272 Câmara Municipal de Olhão Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4273 Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa Aviso n.º 30 em Aires — Palmela — Abertura de período de discussão pública . .º 2570/2009: Abertura do procedimento de discussão pública da proposta de alteração ao alvará de loteamento n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2579/2009: Conforme o artigo 95. . . . . . . . . . . 4272 Câmara Municipal de Ovar Aviso n. . . . . . . . . . . . . .º 2572/2009: Reclassificação das funcionárias Sara Susana Resende Ferreira e Carla Maria Lopes Fonseca . . .º 100/99. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2573/2009: Alteração às especificações do alvará de loteamento n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2577/2009: Integração de técnicos do gabinete de apoio técnico. . . . 4274 . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2571/2009: Reclassificação profissional de Nídia Filomena Galhardo Pereira Estrela Gouveia na categoria de assistente de acção educativa . . . . . . de Apolinário Caetano Serrão . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 de Março. . . . . . . . . . . .º 1/77. 2. . . . . . . . . . . . . . . torna-se público que foi afixada a lista de antiguidade . . . . . . . . . . . . . . . . 4273 Câmara Municipal de Vagos Aviso n. . . . . . 4273 Câmara Municipal de São João da Madeira Aviso (extracto) n. . . . na categoria de motorista de ligeiros 4274 Junta de Freguesia de Cova da Piedade Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . .º 116/2009: Alteração do Regulamento de Abastecimento de Água do Concelho de Santa Marta de Penaguião . . . . . Palheirão. . . .4122 Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . .º 2/2005. . . . . . . . . . . . . . . . . . 4273 Câmara Municipal de Viseu Aviso (extracto) n. . referente ao lote 133 da Urbanização Maria Joaquina.

. . . . . . . . . . . . .º 757/2009: Dissolução do prazo para a liquidação . . . . . . . . . . . . . .º 760/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 2000. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . para a categoria de assistente administrativa. . . Despacho n. . . . .º 2583/2009: Reclassificação da funcionária Helena Rosa Pereira Pesca Friza. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 2581/2009: Renovação do contrato de Jacinta de Fátima Ferreira Pinheiro. . . .º 2584/2009: Nomeação de vários funcionários na sequência de concursos internos de acesso limitado . . . . . .da Anúncio n. . .Diário da República. 4275 Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento da Câmara Municipal de Tomar Aviso n. . . . . . . 4275 Caricatura — Atelier de Artes e Ofícios. . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . L. . . L. . auxiliar administrativa. . . . . . . . . . 4275 COFAC. . . . . . . .ª série — N. .º 2580/2009: Reclassificação profissional do funcionário David José Ramalho Rodrigues na categoria de assistente administrativo . . . 4275 AJEC — Construções. . . . 4275 Agro-Bocage — Sociedade Agrícola de Comercialização e Criação de Animais. . . L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 756/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 1999. . . . F. . . .º 761/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 2000. . . . . . . .º 758/2009: Dissolução e encerramento da liquidação . . . . . . . . .º 3625/2009: Publicação da estrutura curricular e do plano de estudos do 1. 4275 PARTE I A. . . . . . . . . . . . . . . . . . . R. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . C. . . . . . . . . . . . . . 4274 Junta de Freguesia de Vale de Amoreira Aviso n. . 4275 Centro de Jardinagem de Oleiros. . . . . . . . . . . . . . . . Raposo — Impermeabilizações. . . . . . . . . . 4275 BF — Comércio de Produtos Alimentares. . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . . . . . . . Cooperativa de Formação e Animação Cultural. . 4276 . . . . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . .da Anúncio n. . . . . . . . . .da Anúncio n. . .º 759/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 1999. L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4274 Junta de Freguesia de São João Baptista Aviso n. . . . 4274 Junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima Aviso (extracto) n. .º ciclo de estudos em Ciências da Engenharia — Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . L. . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4123 Junta de Freguesia de Monsaraz Aviso n. . . . . . . . . . . . .º 2582/2009: A lista de antiguidade da funcionária encontra-se devidamente aprovada e afixada à porta da sede destes serviços . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . com a categoria de assistente técnico . . . . .

. . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . . . . .º 762/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 1999. . . . . . . .da Anúncio n. . .º. . 4281 CRL — Comércio e Representações. . L. . . Design e Comunicação Multimédia e Teatro — Interpretação e Encenação . . .º 3626/2009: Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . de 24 de Março. . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias — publicação da estrutura curricular e do plano de estudos do 1. . . . . . . . . . .4124 Despacho n. 4293 . . . L. . .º 770/2009: Contas da sociedade — ano de 2000 . aumento do capital e alteração parcial do contrato . . L.º 767/2009: Prestação de contas da sociedade no ano de 2000. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º ciclo de estudos em Engenharia Civil. Aviso n. . . . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . 4290 EURONAM — Construção Civil. . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 769/2009: Prestações de contas da sociedade no ano de 2000 . . . . . . . . . . . . . . . Anúncio n. .da Anúncio n. . . . 4290 Instituto Superior de Ciências Educativas Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . . alterada nos termos dos artigos 75. . . aumento de capital e alteração ao contrato. . . . . . . de 25 de Junho . . . . . . . 4292 4290 J. . . . . .º 763/2009: Prestação de contas da sociedade no ano 1999 . . . . . . . . . . . . . . Artes Visuais — Fotografia. Maldonado. . . . . . . . Cinema e Audiovisual.º 768/2009: Cessação de funções e designação de gerente . . . . . . .º 766/2009: Alteração parcial do contrato . . . . . . 4279 Cooperativa de Ensino Superior Artístico do Porto Despacho n. . . .da Anúncio n. 4290 Fernando Oliveira & Pereira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . 4290 4289 EMPROSADO — Projectos e Empreitadas de Electricidade e Metalomecânica. . . . L. . . . .º 3627/2009: Alteração das estruturas curriculares e dos planos de estudos dos seguintes ciclos de estudos. . . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . .º 2585/2009: Autorização de funcionamento do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Educação Especial — Domínio Cognitivo e Motor . 4289 EDIREIZINHO — Edições e Estudos para Empresas. . . . . C. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . do Decreto-Lei n. .º 107/2008. . . . . . . . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . 4290 Humberto Manuel Fortes da Luz. . . . . . . . . 4290 Fernandes. . . . . . . . . . . . . . . . .º 74/2006. . .º 2586/2009: Autorização de funcionamento do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Gestão e Administração Escolar .º 764/2009: Cessação de funções. . . L. . . . . . . conferentes do grau de licenciado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. .º 765/2009: Cessação de funções. .º a 80. adequados e ou alterados ao Processo de Bolonha: Animação e Produção Cultural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . .

. . . .da Anúncio n. .da Anúncio n. . . . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. P. . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4125 José Aleixo — Armazém de Material Eléctrico. . . . . . . — Sociedade Sado Tróia — Empreendimentos Turísticos. . . . . . . . T. . . . .ª série — N. . . . . . . 4295 TOCAL — Técnicos Oficiais de Contas Associados. . . 4295 4295 4295 TECNIPONTES — Serviços Técnicos. . . . . . . . 4294 MAXI. . . .º 782/2009: Prestação de contas referentes ao ano de 1997 . . . . . . . .da Anúncio n. . . . . . .º 785/2009: Prestação de contas da sociedade do ano de 1999. 4295 S. . . L. . . . . . . . . . . . .º 783/2009: Prestação de contas da sociedade do ano de 1998. . . . . . . . . . . 4294 4294 Rolão & Ramalho — Sociedade de Construções. . . . . . . 2. . . L.º 778/2009: Cessação de funções. . . . . . . . . . . — Materiais e Técnicas Especiais. . . . . L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 779/2009: Dissoloção e encerramento da liquidação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aleixo & Nunes. . 4294 M. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4295 . . . . .da Anúncio n. . . . . 4294 PREJÚNIOR. Anúncio n. . . Papelaria. . . . . . . . 4294 OCG — Sociedade Imobiliária. Vestuário. . . . . . . .º 771/2009: Contas da sociedade — ano de 1999 .da Anúncio n. . . L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 780/2009: Prestação de contas referente ao ano de 1999 . . . L. L. . . . . .º 775/2009: Contas da sociedade — ano 1999 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 772/2009: Cessação de funções de gerência. . . L. . .da Anúncio n. . . . . . S. . .º 773/2009: Contas da sociedade — ano de 1997 . . . . . 4294 LUSATEC — Serviços de Telecomunicações e Electricidade. . . . . . . . . 4294 SADISUL — Sociedade Comercial de Produtos do Mar. E. . . . . .º 774/2009: Dissolução do prazo para a liquidação . . .da Anúncio n. . . . . . . .da Anúncio n. . . . . . . Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . Anúncio n. . . . . . . . . . .º 784/2009: Prestação de contas da sociedade mencionada em epígrafe do ano de 2000 .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .da Anúncio n. . . .º 776/2009: Prestação de contas da sociedade referente ao ano de 1998 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . . . . . . . . . . .º 777/2009: Alteração parcial do contrato . . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aumento do capital e alteração parcial do contrato . .da Anúncio n. L. . . . . . 4293 J. . . . . . . . . . . . . . . . T. . . . . . . . . . . . . . . . . . L. . . .da Anúncio n. . . . . . . . . . . . . . . . .º 781/2009: Designação de gerente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . alteração ao contrato . . . . . . L. . . . . Anúncio n. . . . . . . . . L. . . . . Sociedade Unipessoal. . . . 4296 . . — Terminais de Telecomunicações. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 T. . .º 2587/2009: Abertura de procedimento concursal para o cargo de direcção intermédia de 2. . 2. . . . . . . . . . . . . . .4126 Diário da República. . . . . . . 4295 4295 PARTE J Ministério da Economia e da Inovação Aviso n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º grau — chefe de divisão de Energia Eléctrica . T.º 786/2009: Prestação de contas da sociedade do ano de 1997. .da Anúncio n. . .º 787/2009: Transformação em sociedade unipessoal. . . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . . .

o Prof. 2001-2007 — membro da comissão coordenadora da licenciatura em Medicina Veterinária. n. Arnaldo Pereira Coutinho.º 2. José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.. com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009. diplomado pelo European College of Bovine Health Management. da Universidade do Porto. . Regulamentar n. 31 de Dezembro de 2008.2009.º 3511/2009 Nos termos dos artigos 3. nível 1. Escola de Gestão Empresarial do Porto. Fernando Teixeira dos Santos. rectifica-se que onde se lê: “…Ana Raquel Ferreira Ponciano…” deve ler-se “…Ana Raquel Pereira Ponciano…”. 20 de Janeiro de 2009. 2004-2007 — professor auxiliar do Instituto de Ciência Biomédicas de Abel Salazar. 2007-2008 — membro da comissão coordenadora do mestrado integrado em Medicina Veterinária do ICBAS. de 15 de Janeiro. 1994 — licenciatura em Medicina Veterinária.º do Decreto-Lei n. — O Ministro de Estado e das Finanças. Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros Aviso n. em comissão de serviço.º 3 do artigo 20.º do Estatuto do Gestor Público. Jaime de Jesus Lopes Silva. Ana Raquel Rodrigues Silva.º da Lei n. de 3 de Abril. 2002-2008 — coordenador Núcleo de Medicina e Cirurgia de Espécies Pecuárias e Equinos do Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar. de 20. 2. da Universidade do Porto. à categoria de verificador auxiliar aduaneiro de 1. publicado no DR. — O Director de Serviços. de 27 de Março.º 5/2009 Por alvará de 14 de Janeiro de 2009: Ordem Militar de Avis Título de membro honorário Regimento de Lanceiros n. de 3 de Abril. 20 de Janeiro de 2009.º 13.º 2. — O Ministro da Agricultura.º 1. Nascimento em 17 de Novembro de 1968 em Lisboa. Nota curricular Nuno Figueira Boavida Canada. devendo ser abonada nos termos do artigo 11. p.º 3512/2009 1 — Nos termos do n. 2005 — especialidade em Medicina Bovina. de 15 de Janeiro. 2007 — Curso Geral de Gestão. o nomeado fica autorizado a cumular o exercício das funções de vogal com a actividade de docência em estabelecimentos de ensino superior público ou de interesse público. tem ainda como suporte o respectivo currículo. Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar. do Decreto-Lei n.º da Lei n. é nomeado. exonero.º 2497/2009 Por despacho do Director-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros.º do Dec.º 24/2007. I. Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa. P.º.º 3/2004. de 29 de Outubro. Aníbal Cavaco Silva. 2000-2004 — professor auxiliar convidado do Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar. 2007-2008 — professor associado do Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar. n. DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS. e 16. Vasco Manuel de Carvalho Costa Ramos. do cargo de consultora da Casa Civil a licenciada Maria do Carmo Leal de Faria Franco de Andrade Neves. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. Autor de cerca de três dezenas de publicações científicas na área das ciências veterinárias.º. — O Primeiro-Ministro.º 1 do artigo 25. de 31 de Dezembro de 2008. Chancelaria das Ordens Honoríficas Portuguesas Alvará (extracto) n. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. 2. Frequência de cerca de duas dezenas de cursos e estágios na área das Ciências Veterinárias.º 105/2007.º 2573/2009. 4 — O presente despacho produz efeitos a partir do dia 21 de Novembro de 2008. da Universidade do Porto. do mapa de pessoal da Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros — designada Coordenadora de Equipa de Projecto dos Sistemas de Infracções Fiscais. que aprovou a orgânica do Instituto Nacional de Recursos Biológicos.Diário da República. relativo à promoção precedendo concurso interno de acesso. 20 de Janeiro de 2009. 2004 — doutoramento em Ciências Veterinárias. fundamentada na reconhecida aptidão do visado. aplicável por força do n. aprovado pelo Decreto-Lei n. Despacho n.ª série — N. 3 — A presente nomeação. da Universidade do Porto. Doutor Nuno Figueira Boavida Canada. para o cargo de vogal deste Instituto. e do n.01.º 105/2007.º 28-A/96. a seu pedido.ª Série. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo Direcção de Serviços de Gestão de Recursos Humanos Declaração de rectificação n. 2 — Nos termos do disposto na alínea c) do n.º 3 do artigo 19. — O Presidente da República.º 71/2007.º 3/2004. de 4 de Abril.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4127 PARTE A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete do Presidente Despacho n. — O Secretário-Geral das Ordens. da Universidade do Porto. 2881. técnica de informática de grau 2. n. PARTE C PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DA AGRICULTURA.º 235/2009 Por ter saído com inexactidão o Despacho (extracto) n.º 356/2007. do Desenvolvimento Rural e das Pescas.ª classe.º 1 do artigo 5.

º 566/2008.º 44/2002. no âmbito do sistema da autoridade marítima. nos termos do n.º 3515/2009 Subdelegação de competências no chefe do Centro de Finanças do Comando do Pessoal 1 — Ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 305.º 45/2007. EXÉRCITO Despacho n.º 752/87. nos termos dos n.º 236/2009 Ao abrigo do disposto nos n.º 145. do quadro de pessoal dirigente da DGITA. previa a possibilidade de delegação daquela competência nos dirigentes e pessoal da ANSR. Alfredo Manuel Araújo Castro — 03AGO08 2SAR RC 651 NIM 00563598. Ex. de 06 de Janeiro de 2009.º 4316/2007. tenente-general. nos termos do Despacho de S. de 29 de Março. que assim se rectifica: No sumário e na identificação do tipo de acto. MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária Despacho n. onde se lê: “Rectificação n. a competência para autorizar despesas com a locação e aquisição de bens e serviços e empreitadas de obras públicas até € 12. Valter Filipe Silva Moreira — 07OUT08 2SAR RC 031 NIM 04001001.º. foram promovidos ao posto de 1. de 28 de Julho. de 11 de Junho. Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais. — O Director-Geral.º 2/2004. 1. 2. 26 de Novembro de 2008. Eduardo Manuel de Lima Pinto.ª série — N.mo TGEN AGE. da Lei n. nomeio o Prof.º do Decreto-Lei n. declara-se que a Declaração de Rectificação n. de 3 de Maio.º 03.4128 Diário da República. a partir da qual têm direito ao vencimento do novo posto. com a redacção dada pela Lei n. Ex. com efeitos a partir de 6 de Janeiro de 2009. de 1 de Julho e Comando do Pessoal Despacho n.º do Código da Estrada.ª série. Lei 197-A/03 de 30AGO. ficando por este meio ratificados todos os actos entretanto praticados que se incluam no âmbito desta subdelegação de competências.ª série. do Sr.ª série. publicada no Diário da República. da Licenciada Maria Luísa Vicente Teixeira. de 20 de Outubro de 2008. com as alterações dadas pela Portaria n.) 5 de Janeiro de 2009.º. e atendendo ao consignado no n. de 1 de Julho.º 13/2009” Deve ler-se: “Declaração de rectificação n. com a redacção dada pela Declaração de Rectificação n. Também o Decreto-Lei n. 2 — Este despacho produz efeitos a partir de 19 de Dezembro de 2008. de 29 de Março. Despacho n. — O Chefe da Repartição.º 1197/2008-XVII. Óscar Humberto Almeida Megre Barbosa. com a redacção dada pela Lei n.º 51/2005. de 30 de Agosto.500.º 3 do artigo 6. de 31 de Janeiro.mo TGEN AGE.º 4 do Despacho n. aprovado pelo Despacho Normativo n. com efeitos a 01 de Janeiro de 2009. de 15 de Janeiro.º da Lei n.ª o General CEME. foi publicada com uma errada identificação do tipo de acto. COR INF. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. publicada no Diário da República. por delegação recebida de S.º 1196/2008-XVII. na qualidade de individualidade de reconhecido mérito. aprovado pelo Decreto-Lei n. n. a General CEME de 08ABR05. MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL Gabinete do Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar Despacho n. — O Director-Geral.º 113/2008. publicado no Diário da República. (Isento de fiscalização prévia do T.º 51/2005.º do Regulamento de Publicação de Actos no Diário da República.os 1 e 2 do artigo 9.º 3513/2009 Considerando o disposto na alínea b) do n. que estabelece. 16 de Janeiro de 2009. por subsubdelegação do Ex. os militares a seguir mencionados: 2SAR RC 031 NIM 01272801. que criou a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.º 2499/2009 Por despacho N. prevendo a possibilidade de delegação desta competência nos dirigentes e pessoal da carreira técnica superior da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.º 49. Luís Pinto.º 4 do artigo 1. Aviso (extracto) n.º Sargento RC. a estrutura e a organização da Autoridade Marítima Nacional. Ex. — O Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar. n. com efeitos a partir de 6 de Janeiro de 2009. foi renovada a comissão de serviço no cargo de Subdirectora-Geral. de 20 de Outubro de 2008.º 101. 2. de 15 de Janeiro. de 2 de Setembro. aprovado pelo Dec. os militares a seguir mencionados: 2FUR RC 031 NIM 19783204 Ricardo Manuel Fernandes Martins — 8OUT08 2FUR RC 031 NIM 17036804 Paulo Hernani de Sá Preda — 08OUT08 2FUR RC 031 NIM 05686903 Luís Miguel Miranda Pinheiro — 08OUT08 2FUR RC 031 NIM 19447102 Luís André Freitas Pacheco — 08OUT08 2FUR RC 028 NIM 13144104 Telma Correia Vultão — 08OUT08 16 de Dezembro de 2008.º 3 do artigo 169.os 1 e 2 do artigo 22. COR INF.os 1 e 2. C.º 2498/2009 Por despacho n. Óscar Humberto Almeida Megre Barbosa.º 2/2004. nos termos dos n. Telmo Manuel Cardoso da Silva Carvalho — 23DEC08 2SAR RC 031 NIM 05222996.º 113/2008. 2a Série.º 13/2009” 20 de Janeiro de 2009. as atribuições. da Licenciada Ana Maria Pestana de Deus Morais. Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais. COR INF. — O Ajudante-General do Exército. Direcção de Administração de Recursos Humanos Repartição de Pessoal Militar Declaração de rectificação n. subdelego no tenente-coronel Jorge Eduardo Mota Santos. no artigo 169. — O Chefe da Repartição.º 35-A/2008.º 3517/2009 O Código da Estrada. de 30 de Agosto. Doutor Eduardo Vera-Cruz Pinto. Aviso (extracto) n. de 29 de Julho. de 2 de Março. João António da Costa Mira Gomes.º 3516/2009 Por despacho de 07 de Janeiro de 2009 do Chefe da RPM/DARH. — O Chefe da Repartição. 16 de Janeiro de 2009. de 09 de Março. a partir da qual têm direito ao vencimento do novo posto. Luís Pinto. n. 14 de Janeiro de 2009.º 3514/2009 Por despacho de 16 de Dezembro de 2008 do Chefe da RPM/DARH.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 no Diário da República. n. publicado . atribui ao presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária a competência para a aplicação de coimas e sanções acessórias no âmbito do processamento das contra-ordenações rodoviárias. do quadro de pessoal dirigente da DGITA.º 13/2009. por delegação recebida de S.mo MGEN DARH após subdelegação do Ex. Chefe do Centre de Finanças do Comando do Pessoal. Raquel Ideias Teixeira Rodrigues das Neves — 08NOV08 7 de Janeiro de 2009. do artigo 22.º 114/94. Sílvio de Jesus Pinto Reis — 19NOV08 2SAR RC 031 NIM 19723700. de 25 de Maio de 2007. nos termos da alínea b) do n. — O Director-Geral. foram promovidos ao posto de Furriel RC. Assim. por subsubdelegação do Ex.º do regulamento interno da Comissão do Domínio Público Marítimo (CDPM). contando a antiguidade desde a data que se indica.º 77/2007.º do EMFAR. Luís Pinto. alterado pelo Decreto-Lei n. contando a antiguidade desde a data que se indica.mo MGEN DARH após subdelegação do Ex. 2. aprovado pela Portaria n.ª o General CEME. do General Chefe do Estado-Maior do Exército. para integrar a Comissão do Domínio Público Marítimo. foi renovada a comissão de serviço no cargo de Subdirectora-Geral. Óscar Humberto Almeida Megre Barbosa. do Sr.

para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Lisboa. n. I. Luís Miguel Santos. em sessão de 10/12/2008: Licenciado Fernando Manuel Rodrigues Santos Vieira — revogada a deliberação proferida em sessão do Conselho Directivo do INML. de 20 de Outubro e pelo Decreto-Lei n. Carla Maria Silva Neves Fervença. Sara Alexandra Rocha Arcanjo.º do Código do Procedimento Administrativo. 16 de Janeiro de 2009.º 253/94. a Rita Manuel de Castro Maria Pacheco. Cristina Manuela de Bessa Pacheco Rego.ª série. de 31 de Maio de 2007.º 3518/2009 Por despachos do Presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. outras medidas disciplinadoras e deveres previstos no Código da Estrada e demais legislação aplicável. autorizada a regressar ao serviço.ª série. — Pelo Director Nacional. de 29 de Março e ainda dos artigos 35. 19 de Janeiro de 2009.º do Decreto-Lei n. Ana Cristina Martins Vinagre Moreira e Cristina Maria de Oliveira Raposo Ramos Salvador o poder de proferir decisões administrativas no âmbito dos processos de contra-ordenações rodoviárias.º 105. de 26 de Outubro de 2007.ª série — N.º 3519/2009 Por despachos do presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. P. — Pelo Director Nacional. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Lisboa. nos termos da alínea a) do n. Mário Fernando Madeira Nazaré. deste modo. Duarte Nuno Vieira. de 13 de Janeiro de 2009. de 10 de Novembro de 2008. publicado no Diário da República. de 4 de Fevereiro. 21 de Janeiro de 2009.ª Conservatória do Registo Civil de Vila Nova de Gaia. 108.º 13904/2008 Diário da República. a qual poderá gozar os direitos e prerrogativas inerentes.. com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2009.º 87 de 6 de Maio de 2008). 2. nos termos do n. I.º do Decreto-Lei n. de 18 de Maio de 2007.ª Série. I.º do Decreto-Lei n. Deliberação (extracto) n. Marina Nogueira Portugal.º do Decreto-Lei 77/2007.º 4 do artigo. Serviço de Estrangeiros e Fronteiras Aviso n. de 4 de Fevereiro. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. escriturária na situação de licença sem vencimento.º 26/2004. ficando afecta à 1.ª série). sanções acessórias.º do Decreto-Lei n. rectifica-se que: onde se lê: “Mohamede” deve ler-se: “Mohomede” 21 de Janeiro de 2009. Vasco Eduardo Gonçalves Cipriano. autorizada a regressar ao serviço. P.º do Decreto-Lei n. da carreira Técnica.º 4 do artigo 108. mantendo-se. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil de Albufeira.º a 37. Francisco José Almeida Adão Frescata. do mesmo mapa de pessoal.º 4 do artigo 108. n. por naturalização. ficando afecta à 8.º 219. — O Director de Departamento.º 2500/2009 Por decreto do Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna de 16 de Março de 2007. — O Presidente do Conselho Directivo. 21 de Janeiro de 2009. a Chefe de Departamento de Nacionalidade. foi concedida a nacionalidade portuguesa. ficando integrada na Conservatória do Registo Civil de Loulé.º 237/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho n. de 14 de Novembro de 2007 e n. (Não carecem de visto do TC.º 26/2004.º 218. José Revez. no exercício de funções no referido cargo. . a Oscar Soares Dias. autorizada a regressar ao serviço. datados de 17 de Dezembro de 2008: Maria Manuela das Dores Vieira. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Albufeira. nos seus precisos termos.) 20 de Janeiro de 2009. Paulo Nuno Rodrigues Marques Augusto. nos termos do n.». de 4 de Fevereiro.º 26/2004. segunda ajudante na situação de licença sem vencimento. 108. de 12 de Agosto. nos termos do n. Susana Maria Mendes Reia.º 238/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o Aviso n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 nos termos do n. Aviso n. Luís Miguel Santos.ª Serie.º 28801/2008.º 37/97 de 31 de Janeiro. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Vila Nova de Gaia. relativo à concessão da nacionalidade portuguesa. depois de cumprido o disposto no artigo 34. primeira-ajudante na situação de licença sem vencimento. 4129 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Instituto Nacional de Medicina Legal. I. de nacionalidade brasileira. ficando afecto à Conservatória do Registo Civil de Moscavide.ª série. Declaração de rectificação n. publicado no Diário da República. a Chefe de Departamento de Nacionalidade. 2. de nacionalidade angolana. do mesmo mapa de pessoal. 2.º 26/2004.» deve ler-se «na categoria de Técnico Principal. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Ponte da Barca.º 2 do artigo 4.º 869/2009 (2.. de 4 de Fevereiro. 2. Despacho (extracto) n.º 4 do artigo 108. inserto no Diário da República n. — Pelo Director Nacional.º do DecretoLei n.º 253/94. — O Director de Departamento.) 20 de Janeiro de 2009. datados de 21 de Novembro de 2008: Maria Lisete Carreira. com efeitos à data do despacho.Diário da República.. Instituto dos Registos e do Notariado. I. autorizada a regressar ao serviço. I. nascida a 02/02/1967.. Direcção-Geral de Infra-Estruturas e Equipamentos Declaração de rectificação n. 2.º 319/2009 Por deliberação do Conselho Directivo do Instituto Nacional de Medicina Legal. ficando afecta à Conservatória dos Registos Civil e Predial de Ponte da Barca. autorizado a regressar ao serviço. n. datados de 5 de Novembro de 2008: Ana Cristina da Costa Gouveia Coelho Pires. — O Presidente. P.º 10105/2007. 8 de Janeiro de 2009. rectifica-se que onde se lê «na categoria de Técnico Principal. Marina Nogueira Portugal.º do Código de Procedimento Administrativo: 1 — Delego nos técnicos superiores Carla Maria Lopes Ribeiro. nascido a 06/08/1960.º 4 do artigo 108. Maria Ivone de Jesus Leitão. ajudante principal na situação de licença sem vencimento.º do Decreto-Lei n. República de Angola. P.ª Conservatória do Registo Predial de Lisboa. foi concedida a nacionalidade portuguesa. P. publicado no Diário da República. por naturalização. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Loulé.º 37/97 de 31 de Janeiro. n. as delegações de competências constantes dos despachos n. (Não carecem de visto do TC. a Chefe de Departamento de Nacionalidade. de 20 de Outubro e pelo Decreto-Lei n. República Federativa do Brasil. de 4 de Fevereiro.º 25 981/2007.º 322/82. P.º 26/2004. primeiro ajudante na situação de licença sem vencimento.º 3520/2009 Por despachos do presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. n. nos termos do n. natural de Luanda. de 4 de Fevereiro. nos termos do n. ajudante principal na situação de licença sem vencimento. de 12 de Agosto.º 2501/2009 Por decreto do Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna de 4 de Janeiro de 2007. de 15 de Outubro de 2008. Despacho (extracto) n.º 322/82.º do Decreto-Lei n. Luís Miguel Santos. — O Director de Departamento. da carreira Técnica.º 26/2004. Despacho (extracto) n.º 2 do artigo 128. autorizada a regressar ao serviço. Rosa Maria Rodrigues Veloso Amorim. natural de Governador Valadares/MG. depois de cumprido o disposto no artigo 34. de 08/10/2008 que autorizou a cessação da comissão de serviço no cargo de director do Serviço de Clínica Forense da Delegação do Sul.º 8. — O Director-Geral. 2 — Mantêm-se em vigor. o qual poderá gozar os direitos e prerrogativas inerentes. nos termos do n. (Não carecem de visto do Tribunal de Contas) 19 de Janeiro de 2009.º 4 do artigo. Marina Nogueira Portugal. 2. por naturalização. nomeadamente no que se refere à aplicação de coimas. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.

º 4 do artigo. nomeio em comissão de serviço. nos termos do n. .º 4 do artigo 108. de 4 de Fevereiro. de 4 de Fevereiro. e nos termos do disposto nos n.º do Decreto-Lei n. nos termos do n. autorizado a regressar ao serviço. escriturária na situação de licença sem vencimento. Data de nascimento: 5 de Outubro de 1964.º do Decreto-Lei n. autorizada a regressar ao serviço. primeira ajudante na situação de licença sem vencimento.º 26/2004. nos termos do n. 108. O presente despacho produz efeitos a partir da data da sua assinatura. segunda ajudante na situação de licença sem vencimento. (Não carecem de visto do Tribunal de Contas) 20 de Janeiro de 2009.º 6568327 de 7 de Agosto de 2006. nos termos do n.º 4 do artigo 108. de 4 de Fevereiro. na área do lugar a prover. Diana dos Reis Morgado. Dt. Luís António dos Santos Andorinha Silvestre Pinguinha. autorizada a regressar ao serviço.º do Decreto-Lei n. nomeadamente. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil do Cartaxo.º 3524/2009 Na sequência do procedimento concursal destinado à selecção dos titulares do cargo de direcção intermédia de 2.º s 8. Maria do Céu Lamberia de Sousa Coito Vitorino da Costa. Jacinto Fernando dos Santos Teófilo.º 26/2004. nos termos do n. a licenciada Teresa Paula Leonardo Limas Serafim O nomeado têm o perfil pretendido para fazer cumprir as atribuições e objectivos da Unidade de Ordenamento e Impacte Ambiental. capacidade de expressão oral. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Póvoa de Lanhoso. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Cascais. ficando integrado na Conservatória do Registo Civil do Barreiro.º 4 do artigo 108.º 26/2004. Paulo Jorge Borges Mendes. Nacionalidade: portuguesa. datados de 23 de Dezembro de 2008: António Luís Santos Fernandes Pelixo. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município da Azambuja. nos termos do n. Rui Jorge Cadinha Noronha. I. 1700-186 Lisboa.º 26/2004. Luís Miguel Santos.º 530/2007 de 30 de Abril.º 4 do artigo 108. ficando integrado na Conservatória do Registo Civil de Loulé. ficando afecto à Conservatória do Registo Civil de Santa Comba Dão. segundo-ajudante na situação de licença sem vencimento.º 26/2004. 108. Maria João Ferreira Ricardo Lopes. de 4 de Fevereiro. nos termos do n. Lisboa. ficando afecta à Conservatória do Registo Predial de Aveiro.º do Decreto-Lei n. 2. Residência: Rua de Fausto Guedes Teixeira. autorizada a regressar ao serviço.º 51/2005.. Demonstrou ainda deter dinamismo. e-mail: leonardot@icnb. sendo dotado da necessária competência e aptidão para o exercício do cargo. de 4 de Fevereiro.4130 Despacho (extracto) n. de 4 de Fevereiro.º 26/2004.pt. de 4 de Fevereiro. autorizada a regressar ao serviço. com particular relevância no que respeita aos planos de ordenamento de áreas protegidas e planos do ordenamento de orla costeira. escriturário na situação de licença sem vencimento. ficando integrada na Conservatória do Registo Civil de Castelo Branco. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Palmela. Maria Leonor de Almeida Veríssimo Calapez. de 4 de Fevereiro. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Palmela. 108. demonstrou possuir as melhores condições técnicas para prosseguir as atribuições da respectiva unidade orgânica para o qual foi aberto o presente procedimento. autorizada a regressar ao serviço. primeira-ajudante na situação de licença sem vencimento.º 170 de 4 de Setembro de 2007.) 20 de Janeiro de 2009. — O Director de Departamento.º do Decreto-Lei n.º 4 do artigo 108.. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Tábua. sensibilidade para os novos desafios ao nível da gestão pública.º do Decreto-Lei n.º 26/2004. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Barreiro.º do Decreto-Lei n.º.º 2 do artigo 6. segunda-ajudante na situação de licença sem vencimento.º 4 do artigo 108.º 4 do artigo 108. ficando afecto à Conservatória do Registo Nacional de Pessoas Colectivas de Lisboa. primeira-ajudante na situação de licença sem vencimento. I. autorizado a regressar ao serviço. segunda-ajudante na situação de licença sem vencimento. autorizado a regressar ao serviço. Armindo Gonçalves Augusto. — O Director de Departamento.º 4 do artigo 108.º 26/2004.º do Decreto-Lei n. Tito Rosa. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município da Lourinhã. autorizado a regressar ao serviço. P. pelo período de três anos. P.º 26/2004. na redacção que lhe é dada pela Lei n..º 26/2004. Despacho n. mais concretamente através da elaboração de instrumentos de gestão do território. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil da Lourinhã. nos termos do n. autorizada a regressar ao serviço. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Lisboa. plenamente. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Águeda. que o candidato em apreço é detentor de competência técnica e aptidão pretendidas para prosseguir os objectivos da Unidade de Ordenamento e Impacte Ambiental.º da Lei n.º do Decreto-Lei n. de 15 de Janeiro. Luís Miguel Santos. Despacho (extracto) n. 3.ª série — N. (Não carecem de visto do TC. I. — O Director de Departamento.º 26/2004. datados de 12 de Dezembro de 2008: Anabela dos Santos Andrade Calheiros. nos termos do n. de 4 de Fevereiro.º 4 do artigo 108. em virtude de reunir as melhores condições para o desempenho a prover. cujas competências se encontram definidas n. de 4 de Fevereiro. segunda ajudante na situação de licença sem vencimento. nos termos do n.º 26/2004. — O Presidente. motivação para o desempenho do cargo e compreensão das especificidades ao mesmo inerentes e uma significativa experiência no exercício de funções dirigentes. ficando integrado na Conservatória do Registo Civil de Setúbal.º 4 do artigo.º grau. conjugado com o Despacho 20137/2007 publicado no DR 2. autorizada a regressar ao serviço.º 4 do artigo.º 4 do artigo. primeiro-ajudante na situação de licença sem vencimento. Por despachos do presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. Despacho (extracto) n.ª série n. Bilhete de identidade n. porquanto.º aprovado pela Portaria n. ficando afecto à Conservatória dos Registos Civil e Predial de Póvoa de Lanhoso.º do Decreto-Lei n.) 20 de Janeiro de 2009. ficando afecta à Conservatória dos Registos Civil e Predial de Fornos de Algodres. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil de Palmela.º 3523/2009 Por despachos do Presidente do Instituto dos Registos e do Notariado.º do Decreto-Lei n. de um lugar de Coordenador de Unidade de Ordenamento e Impacte Ambiental.º 26/2004. de 4 de Fevereiro. em virtude de ser detentor duma vasta e comprovada experiência profissional no exercício de funções em matérias relacionadas com a definição de objectivos de conservação da natureza e da biodiversidade. nos termos do n. 10. Lídia Maria Martins Ribeiro. nos termos do n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Algodres. primeiro-ajudante na situação de licença sem vencimento. P. Curriculum vitae I — Dados pessoais: Nome: Teresa Paula Leonardo Limas Serafim. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Fornos de MINISTÉRIO DO AMBIENTE.P. e a sua integração no planeamento e na gestão de espaços protegidos. 9 e 10 do artigo 21. autorizado a regressar ao serviço. I. Maria Celeste Pereira Martins. de 4 de Fevereiro. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Loulé.º 3521/2009 Diário da República.º do Decreto-Lei n. autorizado a regressar ao serviço. 23 de Setembro de 2008. de 4 de Fevereiro.º 4 do artigo 108. inequivocamente.º. ficando afecta à Conservatória do Registo Predial e Comercial de Palmela. nos termos do n.º do Decreto-Lei n. de 30 de Agosto.º 2/2004. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Castelo Branco. Luís Miguel Santos. nos termos do n. (Não carecem de visto do TC. datados de 14 de Novembro de 2008: Filipa Alexandra de Brito Pinto Mendes. ficando afecta à Conservatória do Registo Civil de Oeiras.º 3522/2009 Por despachos do presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. autorizada a regressar ao serviço.º do Decreto-Lei n. 108. de 4 de Fevereiro. o que denota. escriturário na situação de licença sem vencimento. escriturário na situação de licença sem vencimento.º 26/2004. para lugar do quadro de pessoal paralelo do município de Oeiras. DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade. no uso das minhas competências próprias.

organizado pelo Instituto de Conservação da Natureza. n. através do Despacho 20 138/2007. 1997 — curso de introdução à astronomia. alterado pelos Decretos-Leis n. IV — Outras referências: Associada. 2004 — Setembro. III — Formação complementar: 1993 — curso de sistemas de informação geográfica (SIG).ª série — N. n. devendo apresentar Bilhete de Identidade. Tecminho. de 3 de Fevereiro. no âmbito das actividades que desenvolveu. Integrou a equipa de projecto do plano sectorial da Rede Natura 2000.Diário da República. nota 15. 3 — Atento o número de canditatos admitidos ao concurso a prova de conhecimentos realizar-se-á em dois turnos distintos.º do Decreto-Lei n. Lisboa. 2 — A prova de conhecimentos gerais. Os candidatos deverão comparecer. frequência do curso “Avaliação de Desempenho na Administração Pública”.º 232/90.º 58. com duração de 2 horas. de directora de turma.º-A. aberto por aviso publicado no Diário da República. OCTOPUS ESRI.º 170 de 04 de Setembro de 2007. organizado pela Associação Eurocoast — Portugal. determino o seguinte: 1 — Declaro de utilidade pública o projecto do posto de redução e medida de 2. Integrou os Júri dos Concursos para a elaboração dos diversos planos de ordenamento de áreas protegidas Foi responsável pela Coordenação das acções do Litoral nos Serviços Centrais do ICN/ICNB. não sendo permitida a consulta de legislação. Coordenou e acompanhou nos serviços centrais do ICNB dos processos em curso de Avaliação Ambiental Estratégica. de metodologias de elaboração de planos de gestão de zonas húmidas. na redacção que lhe foi dada pelo Decreto-Lei n. dos candidatos admitidos ao concurso interno de ingresso para admissão a estágio de 35 inspectores-adjuntos do quadro de pessoal da extinta Inspecção Geral das Actividades Económicas. torna-se público: 1 — As listas A e B. com elaboração de um trabalho prático. ao abrigo do disposto no Decreto-Lei n. Coordenou e acompanhou nos serviços centrais do ICNB dos processos de classificação de áreas protegidas. nomeadamente no acompanhamento e colaboração nas propostas de planos de ordenamento de áreas protegidas. publicado no Diário da República. 2004-2007 — Nomeação como Chefe de Divisão da “Divisão de Ordenamento e Avaliação de Áreas Protegidas”. Foi formadora em acções de: Formação de ordenamento do território. de 28 de Novembro. de 30 de Junho de 2008. Aveiro. 2008 — Janeiro a Maio. de 3 de Fevereiro. UTL. conforme infra discriminado: Candidatos constantes da lista A: A prova terá início às 10. seminários e workshops. a que alude o ponto 9. CEZH. de 26 de Julho de 2007. Tem participado nos grupos de trabalho do litoral do MAOT/MCOTA/MAOTDR. na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. considerando o disposto no n. e do Código das Expropriações. de 3 de Fevereiro. Assim.º 5 do artigo 2. Na sequência desta aprovação. Abel Jorge Barros Leite. Universidade Clássica de Lisboa. 2004 — Outubro.º 2502/2009 Nos termos do disposto nos artigos 34.º do Decreto-Lei n. Lisboa. em escolas secundárias. Introdução à temática do ambiente no quotidiano profissional. exercendo as funções de docente. Manuel António Gomes de Almeida de Pinho. Universidade Nova de Lisboa. designadamente o n. de 14 de Junho.º do Decreto-Lei n. 2. de quarenta horas.º 3525/2009 Na sequência do desenvolvimento do processo de implementação do gás natural. com identificação dos respectivos proprietários. de 13 de Janeiro. — O Ministro da Economia e da Inovação. realizar-se-á no dia 7 de Fevereiro de 2009. Almada. S. desde 1993. Instituto Superior de Economia e Gestão. nos termos do diploma citado. 2 — O exercício dos direitos previstos no número anterior far-se-á nos termos do Decreto-Lei n. ANEXO Lista de candidatos admitidos à prova escrita ao concurso para inspector-adjunto Lista A Nome do candidato: Anabela de Jesus Miranda.º 168/99. nos termos do n. DOAAP. Os candidatos deverão comparecer. de uma organização não governamental de ambiente. devendo apresentar Bilhete de Identidade. Cumpridos os preceitos legais. apresentou na Direcção Regional de Economia de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT)). 20 a 22. Controle de Gestão. 4131 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Gabinete do Ministro Despacho n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 II — Habilitações: Julho de 1986. Marketing e Comunicação e Gestão de Projectos”.º 58. n. 3 — A DRELVT deverá proceder à tempestiva publicação na 2. publicado no Diário da República. Faculdade de Ciências e Tecnologia.ª classe. Quinta da Glória. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Autoridade de Segurança Alimentar e Económica Aviso n. anexas ao presente aviso. pós-graduação em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental na Perspectiva das Comunidades Europeias. nota 15.º 232/90. 19 de Junho de 2008. tendo apresentado comunicações/posters com regularidade. requereu declaração de utilidade pública. Lisboa.ª série do Diário da República do mapa das parcelas sujeitas a servidão. Julho de 1992. S. Integrou o Centro de Zonas Húmidas. concelho de Palmela.ª série n. aprovado pela Lei n. Abel Filipe Colaço Vieira da Cruz. Frequência com aprovação do curso de introdução ao Arc View GIS. frequência do Curso “Planos de Gestão — elaboração de planos de Gestão para Zonas Húmidas“. nota de 13 valores. 2. Geografia. António Nunes. A. 2000: Frequência.º 11/94. Santo André.º 7/2000.º e 35. de 3 de Fevereiro. 2... a SETGÁS — Sociedade de Produção e Distribuição de Gás.º 161 de 10 de Julho de 2004. promovido pelo Museu da Ciência.os 183/94.º 376/94.30 h.º 204/98. Quinta da Glória.30 h.º 7/2000. a concessionária SETGÁS — Sociedade de Produção e Distribuição de Gás. o projecto do posto de redução e medida de 2. às 9:00 horas.º 124. 2. Universidade Nova de Lisboa. — O Inspector-Geral. na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. e 7/2000. de 18 de Setembro.º 7 do artigo 2. congressos — Participou em vários congressos. Candidatos constantes da lista B: A prova terá início às 15. V — Seminários. ONGA. Despacho 40/2001.ª série. de 16 de Julho.º 7/2000. Lisboa. de 11 de Julho. UOIA. Frequência do curso de formação de gestão das zonas costeiras.1 do aviso de abertura do concurso. 15 a 17.ª série. 2002 — Frequência do curso de formação Use of the medwet inventory methodologies within the medwetcoast project. de delegada de grupo e de coordenadora de vários projectos de educação ambiental. Faculdade de Letras. do curso. . 2007-2008 — Nomeação como Coordenadora da Unidade de Ordenamento do Território e Avaliação de Impacte Ambiental. VII — Actividade docente: 1985-1997 — Leccionou no grupo 11. do director regional de Lisboa e Vale do Tejo. e o Regulamento Técnico. Gerês. operacionalidade dos instrumentos de licenciamento. n. Faculdade de Psicologia. 21 de Janeiro de 2009. na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. de dezasseis horas. o projecto foi aprovado por despacho de 24 de Julho de 2006. licenciatura em Geografia. organizado pelo Centro de Zonas Húmidas (CEZH) e MedwetCoast. LISBOA. A. através do Despacho 13 621 /2004. de 1 de Julho. em Portugal e no estrangeiro.º do Decreto-Lei n. profissionalização em serviço. Julho de 1993. Colaborou na elaboração de vários planos de gestão. coordenação técnica do Plano de Ordenamento da Orla Costeira entre Vilamoura e Vila Real de Santo António e na coordenação da implementação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira entre Sintra e Sado. frequência do Curso Intensivo de Especialização sobre “Gestão Estratégica. VI — Actividade profissional no ICNB — Desde 1999 tem tido no ICN a sua actividade pautada em áreas relacionadas com o ordenamento do território.º 2 do artigo 2.ª classe. às 14:00 horas. na sua actual redacção. sita na Alameda da Cidade Universitária. aprovado pela Portaria n. de 26 de Maio de 2004. da Presidência do ICN. ICN.

Ana Cristina Gomes Rodrigues. Ana Isabel Damas de Andrade. Alcino Correia Xavier da Silva. Aleandra de Abreu Gonçalves. Ana Maria da Conceição Caetano. Alexandre Jorge Ribeiro da Silva. Álvaro Manuel Pereira Lobo. Ana Isabel da Cruz Henriques. Ana Marisa da Fonseca Carvalho. Adélia Maria Conceição Tavares Valério. Adriana Luisa Garcias Paulo Rodrigues. Alcides do Nascimento Rei Velho. Ana Isabel Ribeiro Matos. Alexandre Manuel Alfaro Fernandes. Alfredo Rodrigues Bilber. Ana Carolina Gonçalves Barrocas Marques. Abilio Mário da Silva Lopes. Ana Catarina Leite Alves da Silva Lopes. Ana Maria Igreja Magalhães Ferreira. Aldo Fernando Costa Freitas. Álvaro Manuel Gonçalves Lente. Biga Conceição. Ana Paula Cardoso Gonçalves. Ana Cristina Jacinto de Matos. Aldina Maria Semedo da Veiga. Ana Isabel Pinto Ferreira Alves. Ana Filipa Fino Domingues. Alexandre José Pinto da Conceição. Ana Isabel Ribeiro de Almeida. Ana Clara Antão Filipe Barreiras. Alexandra Maria Carmona Mendes. Amilcar André Ribeiro Dias. Ana Maria Sequeira Silvestre. Ana Catarina Monteiro Gromicho F. Alfredo Ramada Barros. Alice Rosete da Cunha Lopes. Ana Cristina de Almeida Soares. Alfredo José Fernandes Gonçalves. Ana Cláudia Oliveira Ferreira Gonçalves. Ana Lúcia Loureiro de Abrantes. Albim Terreira Sousa. Ana Isabel Pereira S. Alberto João Pinto Sampaio. Ana Cristina M.B. Alberto Manuel Leão da Silva. Ana Patrícia Miranda Pires. Ana Cristina Ferreira Batista Rocha. Ana Maria de Sá Ribeiro. Ana Luisa da Silva Úria. Ana Cristina Antunes Dinis. Ana Filipa Moreira Fonseca F. Alzira Maria Afonso Parreiras.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Ana Cristina Ferreira Lopes. Alexandra Cristina Ferreira Branco. Ana Maria da Silva Neves. Ana Isabel Fernandes Dias. Ana Luisa Consciência Brilhante Lopes. Alexandra Isabel Costa Alves. Américo Gonçalves Pereira. Ana Isabel de Sampaio Pinheiro de Sousa. Albertino Manuel da Fonseca dos Santos. Ana Maria Dias do Coito. Ana Margarida Sineiro dos Reis Correia. Ana Filipe Matos da Silva. Ana Maria Gomes Ventura Frias. Ana Cristina Dinis Vicente Pardal. Ana Maria Neves Moreira. Ana Maria Robalo Branco. Ana Mafalda Paiva Rodrigues. Ana Paula Borges de Carvalho Pio. Alexandra Marisa de Sousa Paquete. Alexandra Cristina Morais Almeida. Ana Maria Pires Caramona.ª série — N. Adelina Maria C. Ana Isabel Apresentação A. Ana Cristina Jesus Nascimento Barreiros. Ana Catarina Lemos Lopes. Silva Rezende Pinto. Caramelo de Carvalho. Alexandre José dos Santos. Alexandre Luis Albuquerque Q. Diário da República. Faria. Alexandra Maria Olmo Teixeira Fonseca. 2. Alexandra Isabel A.4132 Abel Lopes Cardoso. Ana Cristina Ferreira Fernandes. Ana Maria Brito Lacerda Cristiano Mestre. Alfredo Manuel Mendes Craveiro. Alexandra Isabel da Fonseca Magalhães. Gaiolas. Ana Margarida dos Santos Leal. Ana Isabel de Jesus Gonçalves. Ana Cristina Vicente da Silva. Ana Isabel Campos Rodrigues. Adriana de Almeida de Sousa. Américo Lavrador dos Santos. Ana Maria Baptista de Sousa Fernandes. Ana Cristina de Almeida Rocha Fontinho. Ana Cristina Pinto Martins. Ana Paula Cardoso Gonçalves. Ana Cristina Soares Cardoso Catarino. Ana Isabel Andrade da Silva. Ana Isabel Carreto Leitão Sequeira. Pereira Macedo. Santos Brandão. Alexandra Maria das Neves Máximo Durães. Alberto Luis Jantarão Almas. Ana Cristina Coelho Soares. Ana Maria Costa Monteiro. Ana Isabel Martins Rigueiro. Ana Isabel Brás da Silva Cristão. Ana Isabel Tavares Rodrigues. Ana Maria Gomes Batalha. Figueiredo Morais. Abílio da Conceição Gonçalves Pereira. Ana Patricia Pereira Coutinho. Altina da Glória Lopes Pinto. Acácio Jardim Martins. Álvaro Jose Correia. Abilio Miguel Alves Fernandes. Ana Marisa Simões Raposo. Amílcar Jorge Lopes Pereira. Alexandra Filipe Portugal Ferreira. Santos. Ana Cristina Rainho Ribeiro. Ana Patricia M. Ana Fátima da Costa Nunes. Ana Maria Martinho Malta Marques. Américo Filipe Silva Lopes. Adelaide Sofia Gonçalves Cardoso. Ana Cristina Correia Pereira Silva. Alfredo Manuel Meira Lima. Ana Isabel Valente da Silva Oliveira. Ana Elisabete Barbosa Albuquerque Paiva. Américo Quintas Costa. Ana Maria Simões da Silva Gaspar. Álvaro Rodrigues Ferreira. Adolfo Rui Quintas Pires. Ana Paula da Fonseca Loureiro. Ana Paula Charneco Gaudêncio. . Ana Filipa Menaia Esteves Cruz.L. Acácio José Rodrigues Cardoso. Ana Cristina da Cunha Pereira. Alberto Manuel Tomás Cardoso. Ana Paula Carvalho dos Santos Duarte. Alexandrina Raquel Ribeiro Duarte. Alexandra Solange Ribeiro Sousa. Ana Cláudia Leite Coelho. Adriana Isabel Pinto de Almeida. Ana Margarida Fernandes Simões Pereira. Ana Cláudia Cordeiro Fernandes. A. Ana Cristina Gonçalves Pereira Romão. Alexandra Maria Martins e Silva. Ana Margarida Amador Ferreira. Ana Maria Rodrigues da Cunha. Américo Santos Duarte. Ana Isabel da Conceição Azevedo Oliveira. Ana Isabel Bento Pinheiro. Ana Cristina Garcia Carneiro. Alexandra Maria Chambel Rato. Ana Márcia Cardoso Moreira Rosalino. Alexandra Raquel de Oliveira Cabo. Ana Cristina Paulo Marcelino. Ana Maria de Oliveira Madeira. Ana Marisa Ramos Lúcio. Aires Manuel de Araújo Barbosa. Ana Cristina Gomes Dias. Ana Lúcia Pereira Rocha Raposo. Ana Maria Rodrigues Júlio. Brito Mendes Saúde. Ana Josefina Figueiredo Anjinho. Ana Cristina R.

António Fernando Costa de Jesus. Ana Paula Gomes Pirralha. Ana Sofia Cardoso Baptista Saraiva. Ana Paula Guerreiro dos Ramos. Pestana Vasconcelos. António Augusto Ribeiro Elias. António Daniel Moreira Fontinha. Ângela Cristina Rodrigues Marques. Ana Paula Marçal Miranda Rodrigues. Anabela Morais de Matos. Lisboa Vaz de Carvalho. António José Fernandes Antunes.ª série — N. Andreia Alvarez Porto. Antonio Carlos Rocha Nobre. Antonio Fernando Machado Almeida. Andrea Sofia Ferreira Bento. Ana Sofia Nozes Pedro.R. António Joaquim da Silva Ferreira. Anabela Machado Silva Magalhães. António dos Reis Marcos. António da Silva Correia. Ana Paula Pereira da Costa Dias. António Cândido da Silva Gomes. Anabela Proença de Matos. Ana Paula Ferreira Carvalho T. Anabela de Fátima Cristão Moreira Caldas. Ângelo José Pimentel Gonçalves. Ângela Deolinda M. Antonio Eduardo Teixeira Conde. Ana Sofia Martins Coelho da Veiga. Andreia Filipa Gomes Ferreira. Anabela Pereira Machado. Anabela Q. S. Angela Maria Tavares Paulino. Anabela Branco da Costa. Ângelo Jorge Carvalho Pedrosa. Ana Paula Vieira Soares. Ana Teresa Afonso Leandro Farinha. Ângelo Miguel do Vale Saramago. António Fernandes Jardim. António Davide da Costa Alves. António Daniel da Silva Sampaio. Ana Paula Milharo Vieira Pereira. Anabela da Conceição Gandra da Silva. Antero Rodrigues Cardoso. Anabela Oliveira Abreu Ataíde. Ângelo Fernando Fernandes. António Jorge Lamosa de Sousa. Andrea Fernanda Silva Lomba. André Manuel Lopes dos Santos. André Vasconcelos de Oliveira Monteiro. Ana Paula Rodrigues São Pedro. André Martins Ramos. Anabela Jesus Miranda Gorjão Gomes. Anabela Cristina Oliveira G. André Joaquim do Couto Ferreira da Costa. Moreira de Sousa. Anselma Maria Silvério Pereira. André Joaquim Couto Ferreira da Costa. Coelho. Antero Correia Ramos. Anabela Conceição B. Ana Paula Jorge Ferreira. Anabela Carvalho Ferreira. António Eusébio Pereira Cardoso Martins. André Alberto Carvalho de Pinho. António Fernando Ferreira Lemos. Ana Paula dos Santos Manuel. António Carlos Neto A. Ana Paula Oliveira Paixão. António Fernando Ribeiro da Silva. Anabela Rodrigues Palma. Anselmo Filipe de Sousa Rocha. 4133 . António Francisco Pereira Gonçalves. Ana Rita Ribeiro Rosinha. André Guilherme Santos Vallespir. Anabela Salgueiro Oliveira. Ana Paula Martins Mercador V. Anabela de Oliveira Monteiro Nunes. António José de Jesus Arrais. António dos Santos Martins. Andreia Catarina da Fonseca Cardoso. Ângela Maria Reais Sampaio. Andrea Helena Freitas Ribeiro Azevedo. Aníbal Jorge Agostinho Teixeira do Carmo. Manuel. Ana Sofia Pimenta de Abreu. Anabela Mendes Barata. Ana Rita Ferreira de Carvalho Maia. Domingos Henriques. Barreto de Oliveira. António Augusto Soares Fernandes. António Filipe Teixeira Tavares. André Alves de Matos. Ana Paula Silva Barros. Anabela Bettencourt L. Ana Raquel Silva Carvalho. António Jorge Matias Ventura. Anabela Martins Rodrigues. Ana Paula Esteves Dias Alves.Gomes da Silva. Antero Miguel Santos Aleixo. Ângelo Évora Viegas. António Dias da Silva. António Jorge da Rocha Ferreira. Ana Paula Duarte Lebreiro. Anacleto Paulo dos Santos Cunha.Silva Mota Santos. António José Ferreira de Oliveira. António João Barrocas Ortiz. António Joaquim Amorim Santos. André Filipe da Fonseca Carreto Lopes. António Fernando da Silva Sousa. Angela Maria de Sousa Moreira. António Filipe Cerqueira Amorim. André Melo Fernandes. Anabela Lucas Carvalho. Andrea Rita da Costa Oliveira. Sousa. António André Miranda Assena. Ana Paula Natividade Silva. Ana Rute Fernandes de Oliveira. Ana Sofia dos Santos Oliveira Silva. António Fernando Teixeira de Moura. 2. Sousa Aguiar. Anabela de Almeida Rosado. António Jorge de Oliveira. Anabela Mateus Correia Lopes. António Alexandre Correia Cardoso. António Fernando Vitorino Marques. C. Analia Maria Simões Barata. Ana Paula Godinho Costa.Diário da República. António João Gomes Caneira. Anabela Assunção Dantas Cunha de Lemos. Angélica Machado de Oliveira. António de Loureiro Sampaio. Ana Zulmira Rocha Araújo Vieira. Antero Cândido da Rocha Guimarães. António José Ferreira Pereira. António José de Bessa Carvalho. António Benjamim Tomé de Sousa. António José de Macedo Pinto Rios. André Ferreira Costa Carvalho. Anabela Isabel G. Ângela Marisa Gomes de Oliveira. António João Duarte Prudêncio Gil. André Filipe Marques Gomes. Garcia Rodrigues. Anabela Rosinha Grifo Cunha. Ana Sofia Rodrigues Mendes Cardoso. António Jorge de Oliveira Tavares. Angela Maria Pereira Morgado da Costa. António Felisberto Bernardo Carreiro. Ana Teresa Antas Beaumont. António José Câmara dos Ramos. Andreia Fino Pinto. E. Ana Sofia Gonçalves Marreiros. Angelina de Lurdes A. António César Machado Rito. António Horácio Tavares Vilarinho. António Fernando Alves Moreira. António Gonçalves Silva. Ana Rita Montezo Casquinha.R. Ana Paula Portela da Silva Salgueiro.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Ana Paula de Ascenção F. Aníbal Ferreira dos Santos. Antero Cândido da Rocha Guimarães. António José da Rocha Magalhães. Andreia Cristina Ribeiro da Cruz. Anabela Duarte Matias Cruz. António Henrique V. Anabela de Jesus Pinto Viegas. Angelina Cristina Pimenta Mendes. Anthony Rodrigues Sousa.

António Luis Curado Freitas. M. António Manuel Pequito Castor. Carla Alexandra da Silva. António José Rodrigues Borges. Bruno Miguel Ferreira Saraiva. Artur Filipe Coelho dos Santos. António José Matias da Costa. Bruno Miguel Tomé Malta. António Luis Nicolau Casimiro. António José Pinto Cerqueira T. António Manuel Albuquerque Leite. Bruno Miguel Vaz Pires. António José Marques Nereu. Carla Alexandra Pereira Bandeira Santos. Bruno Teixeira Correia. Cordeiro Mendes. António José Pena Soares. Bruno João Gonçalves Ribeiro. António Riachos Mota. Carla Margarida Pereira Geraldes Alonso. António Vargas Guerreiro. . Arménia Maria Miranda Rodrigues. Carla Andreia Dias Félix. Bruno Filipe da Costa Monteiro. de Almeida Pedreira Gomes. Bruno Aurélio Marques Aguiar. Arminda do Céu Fraga Morais. Arménio Teixeira de Carvalho. 2. Bruno Rogério de Oliveira Correia. Azélia Patricia Teixeira de Carvalho. Belinda Maria H. Carla Cristina A. Bruno Miguel Nazareth de Figueiredo. António Miguel Antunes Batista. Bruno Bernardino Gomes Pereira. Bruno Jorge C. António Luis Pinto Carvalho. Bruno Miguel Bernardes Lucas Neira Nunes. Beatriz Manuel C. Carina Alexandra Salvador Varela. Armando Jorge Ferreira de Sousa. António Pedro Santil Mariz da Silva. Bruno Miguel de Sousa Tavares. António Miguel Pereira Afonso. Bruno Miguel Lourenço Moço. Veiga. Carla Emilia Azevedo da Silva.4134 Antonio José Horta Nascimento Belisário. Rodrigues Rocha. Carla Alexandra Barbosa de Albuquerque. Carla Alexandra Braz Vitoria. Armando Jorge Reis Moura. N. Áurea Luisa P. António Manuel Gonçalves Raposo. Bruno Filipe Monteiro Queirós. Armando Manuel Gomes Pimentel. Bruno Edgar Magalhães Gonçalves. Carina Manuela Silva Fernandes. Bruno Miguel Ribeiro Neves. Carla Isabel Gomes G. Arlindo Manuel Roque Dias. António Miguel Vedor Garvão Sinfrónio. António Manuel Caiado Gonçalves. Carla Manuela Cruz Ferreira. Bruno Miguel Gonçalves Ramada. Augusto Manuel dos Reis Marinho. António Luis Dias Barbeiro. Armando Manuel Teixeira Nogueira. António Manuel Pires Correia. Bruno Jorge Fernandes Silva. Bruno José Batista Martins. António Manuel Freitas Matos. Bruno Miguel dos Santos Alves. Carla Isabel Gonçalves Mucha. Belmiro Sebastião Pinto. Bruno Miguel Ricardo Lopes. António Manuel do Cabo Gonçalves. Carla Augusta Rodrigues. Bárbara Claudina M. António Manuel Abreu dos Santos. Carla Alexandra Alves de Matos Afonso. António Miguel da Cruz Barata Garcia. António Manuel Gonçalves Sampaio. Carla Graça Dinarez. Bruno Miguel Morais Lage. Bruno Miguel Martins Justino. Cabrita da Silva. Dias Gaspar. António Sérgio M. Artur Manuel da Silva Dinis. Bruno Alexandre Carvalhais Teixeira. Gonçalves Henrique. António Rui de Sousa Rodrigues. António José Rodrigues de Sousa. António Manuel Sobral Vieira. Belmira Helena Ferreira da Mota. Bertina Lara de Carvalho Alves e Cunha. Artur Manuel Saavedra Santos Nascimento. António José Miranda da Silva. Arlindo Cerqueira Rocha. Artur Augusto Sequeira. Armindo de Castro Soares. Bruno Miguel Teixeira Gomes. Bruno João Domingos Tapadas. Bruno do Nascimento Madureira. Bruno Miguel dos Santos Quitério. S. Carla Alexandra Leitão Azevedo Santos. Carla Isabel dos Santos Almeida. Carla Alexandra Garcia da Rocha Gaspar. Bruno Miguel Senra Pita. Carla Alexandra Antunes Caramelo Hilário. Artemisa Albino da Conceição Ferreirinha. Brígida Deodata Silva Marques. Bruno Manuel Lousada Atilano. Carla Isabel Magalhães de Oliveira. António Martinho Pereira Fernandes. António Teixeira Vieira. António Pedro Fonseca Cardoso. Bruno Alexandre Magalhães Peixoto. António Miguel Santos Peixoto. António José Pereira Henriques Barata. Bruno Manuel Pereira de Sousa. António José Vieira Correia. António Manuel Mendes Soares. Carla Alexandra Mendes Antunes. Bruno Miguel Vivas Pina. Bruno Miguel Lopes de Almeida. António Manuel Gomes da Silva. Bruno Gonçalo Pereira da Silva. António Miguel dos Santos de Oliveira.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Bruno Alexandre Mendes Azevedo. Carla Manuela de Sousa Miranda. Carla Dina da Cunha Caramujo. Figueiredo Soares. Carla Margarida Tereso Suzano. Bruno Miguel Mendes Moreira. Bruno José Barbosa Coelho. Arnaldina da Luz Gonçalves Mucha. Armando Manuel Domingues Pinto. Rosa Tavares Santiago. Carla Filipa Simões dos Santos. Bruno Emanuel Machado Forte Figueiredo. Carla Isabel Jesus Simões Riscado. Arsénio Óscar dos Reis Inácio. Bruna Rosalina Lopes Oliveira. R. Bruno Eduardo Rodrigues de Almeida. Bruno Miguel Domingues Soares. P. Bruno Ricardo de Oliveira Nobre. Bruno Miguel Santos Almeida. Bruno Alexandre Simões Rodrigues. Diário da República. Bruno Miguel Mendes Ramalhais. Carla Diana Cota Laranjo. Artur Jorge Duarte Dias. Sobral Capela. António José Simão Andrade Martins. Artur Jorge Dias Santos. Bruno Joel Farto de Magalhães. António Pedro Soares Afonso. Bruno Adilio Festa Martins. Carla Isaura Gonçalves Paula. António Manuel da Costa Grandeocio. Bruno José Gregório Romba. Carla Cristina C. António Manuel Conceição Rocha. Bruno Ricardo dos Santos Neto. António José Rodrigues Roberto. Bruno André do Lago Malheiro. Sequeira Marcelino. de B. Augusto Filipe Machado dos Santos. Carla Cristina Faustino Chaves. Bruno Miguel Santos Silva Bonifácio.ª série — N. Bernardo Carvalho M. Carla Afonso Ferro Ferreira.

º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Carla Maria Fidalgo Inverneiro. Carlos Manuel Ferreira Lopes. Carlos Manuel Fernandes Gonçalves.Diário da República. Célia Maria Mendes Peixoto. Carlos Manuel Gomes Freire. Carlos Manuel Aragão Rosa Guerra. Carlos Alberto da Silva Pires. Carlos Manuel da Silva Sousa a). Carlos Borges Antunes. Célia Maria Lopes da Trindade. Carmen Susana Silva Pereira Ramos. Carlos Manuel Nogueira de Moura. Carlos Agostinho Batista Borges. Carlos Manuel de Oliveira Centeio. Rodrigues. Catarina Marta da Silva Brás. Carlos Alberto Alves Teixeira Francisco. César de Matos Gomes. P. Gomes Sampaio Nascimento. Carlos Alberto Dias Correia. Cecília Emanuela Lomba das Neves. Carlos Alberto Monteiro de Castro Nunes. Carlos Manuel Rodrigues Repolho. Carla Marina Limpo Paulino. Carla Susana da Costa Almeida. Cátia Alexandra Osório Meireles. Carlos Alberto Teixeira de Sousa. César Ricardo Pinheiro Oliveira e Silva. Casimiro Aires Ferreira Machado. 2. Carlos Alberto Pereira Menezes. Célia Maria Lopes Pereira. Carlos José Rosa Neves. Celiza Isabel Pires Joaquim Caetano. J. Carlos Frederico Sousa Silva. Carlos António Barros de C. César Franclim Carvalho Mucha. M. Carlos Manuel da Silva Borges. N. Celita Isabel da Costa. Catarina Cristina Chaves Gomes Neves. Carlos Alexandre Gonçalves Sá. Carlos Manuel Rodrigues dos Reis. C. Célia Ferreira Neves. Cátia de Jesus Gonçalves Marques. Carlos Manuel Cardoso Pereira. Carlos Miguel Dias Lopes. Carmen Selene R. Carlos Miguel de Gouveia Freire. Celeste Maria Nunes de Oliveira. Catarina Susana dos Santos Várzeas. Carla Sofia da Silva Viveiros. N. Carlos Manuel Ferreira de Sousa. Carlos Nuno Pires Durão. Cecília Manuela Carvalho Mendes. Carla Ribeiro Firmo. Celeste Emilia Mateus Dias. Celestino Nogueira Borges. Celina Gonçalves Ribeiro. Carlos Bruno Rodrigues Reis. Carla Patricia Almeida Carvalho. Carla Patricia Ferreira Gonçalves. Célia Duarte Parrinha Bota. Célia Goreti Ribeiro Rodrigues. Carla Maria Peralta Agapito. Carla Rita Martins Rios. Carla Marisa de Sousa Jorge. Carmen Schumacher de Freitas G. Carlos Alberto Jorge Ferreira. César Luis Simão de Jesus. Carla Susana Valejo Barroso. Carlos Alves Pereira. Cecília Maria Oliveira Pereira Bernardes. Catarina Varela Assunção. Carlos Manuel Bessa Oliveira Campos. Carlos Alexandre Borges Pereira. Carlos Manuel dos Santos Ferreira. Carlos Alberto Clérigo Padre Santo. Carla S. Roque da Silva Marques. Célia Cristina Mestre Valério. Carlos Manuel Branco Gomes. Carlos Manuel Ribeiro de Sousa. Carlos Manuel Rodrigues Lopes. Carlos Manuel da Silva Tiago. da Conceição Guedes. Carla Maria R. Catarina Isabel Ferraz do Amaral. Carla Maria Matos Oliveira. Carlos Manuel Freire Osório. Carlos Manuel Carracinha Grelado. Célia Maria Rodrigues Gonçalves Batista. Carlos Manuel Rio Simões Gonçalves. Célia Cristina Rodrigues Alves. Cátia Vanessa de Freitas Ferreira. Carlos Manuel Gouveia Vieira. Cardoso da Silva. Carla Marisa da Fonseca Rodrigues. Carlos Gonçalves Ferreira. Carminda Mendes Lage. Carla Paula Ramos da Fonseca Ferreira. Catarina Rosa da Silva Azevedo. Cecília Margarida Marques da Silva. Carlos Manuel da Silva Sousa b). Carla Sofia Loureiro Governo. Almeida Macedo. das Neves. Carla Maria Pacheco de Sousa. César Augusto Sousa M. Carlos Alexandre Miranda Braga. Carla Sofia Constantino Xavier. Catarina Isabel Henriques da Silva. Carlos Manuel Costa Dias Jesus. Carla Patricia de B. Carla Michele Silveira Costa. Catarina Maria Charrua Candeias Rodrigues. Carla Maria Ramalho Ferreira Andrezo.ª série — N. Carlos Alberto Alves Baptista. Carmen Dolores Tavares da Silva. Cecília Maria Morais. Célia Maria Gomes Rodrigues. Célia Maria da Silva Almeida. Carla Sofia Caldeira Manuel de Sousa. Carlo Alexandre Rebelo Barrento. Carlos José Vicente Palma. Carlos Teixeira Rodrigues. Catarina Andreia Faria de Campos. Carlos Alberto Fernandes Pires. Carlos Manuel Cardoso de Sousa. Carlos Luis Ribeiros da Rocha Dias. Carlos Luis Machado Gonçalves. Carlos Manuel Marques Freire. Carlos David Sousa Silva. Catarina Marília Sousa Moreira Barbosa. Carla Sofia Pinheiro de Jesus Inácio. César Augusto Pires Marques. Carlos Miguel Marão da Torre. Catarina Luisa Marques Martins. Catarina Isabel Carvalhal Cardoso. Carlos Manuel da Gama Pires. Carlos Alexandre da Silva Costa. Carlos Alberto Santinha Martins. Célia Marisa Rodrigues Cordeiro. Christine Emilie Miranda Martins. César José Brites da Silva. 4135 . Carlos Alberto Vieira Martins. Celso José Martins Rodrigues. Carlos Duarte dos Santos Cristão. Duarte. Celeste Maria da A. Carla Maria Rodrigues dos Santos. Castanheira Almeida. Carla Susana Nobre Aguiar. Carlos Filipe Assunção Firmino. Carlos Manuel Cristina Caçador. Celso Filipe Ferreira Sousa Matos. Carlos Augusto Santos Martins. Carlos Alberto de Albuquerque Clemente. Carlos Manuel Rosa da Silva. Catarina Cristina dos Santos. C. Catarino Alves. Carlos Alberto Gomes Barata. Carlos Manuel Seixas Santos. Carla Sofia Ferreira da Costa. Célia Pereira da Costa. B. Carlos Manuel Rodrigues da Cruz. Carla Mónica R. Célia Madalena L. Carlos Manuel Cordeiro Pedro. Carlos Jorge Pereira Correia. Carlos Manuel da Silva Veiros. Célia Carmo Pipa Beirão Ganhão. Carlos Alberto de Jesus Fernandes. César Manuel Esperança da Silva.

Cristina Maria Vieira Canavarro. Cremilde da Silva Borges. Clara Maria Rodrigues Noro. Cláudia Sofia Mónica Martins Lopes. Cristina Alexandra Cascão Teixeira. Diana Soares Bastos. Dina Maria Ribeiro Simões. David do Sul da Silva.4136 Christophe Manuel da Costa. Dina Maria Anjo Pinto. Cláudia Sofia Damas Tanchanita. Daniel Fernando Paz Teixeira Vila Pouca. Duarte Afonso dos Santos Morais. Daniel André Ladeiro. Edite Lurdes Dias Amorim. Custódia Conceição Lopes Silva Ribeiro. Delfim Botelho Macário Ramos. Cristina Fernandes Braz. Daniel Lopes da Costa. Cristina Maria Elvas Pinto Ferrão. Clarisse Cândida dos Santos Nogueira. Cristina Isabel Gomes dos Santos. Dinis Emanuel Guedes Vieira. David Elísio dos Santos Ferro. Cristina Maria Saraiva Faria Falcão. Edgar Alexandre Gomes do Gordo. Deolinda Teixeira Leite Veiga Ribeiro. Davide da Silva e Cruz. David Fernando Almeida Domingues. Daniel Alexandre Nogueira de Castro. David Domingues Marinho. Cláudia Patricia Vaz Taveira da Silva. Duarte Miguel da Silva Vilela. Daniel da Fonseca Monteiro. Cristiano Jesus Santos. Correia Atanasio. Dulce Isabel Romão Félix do Nascimento. Clara Isabel Ferreira Luis. Edgar Miguel Pereira Santos. Débora Luisa Simões Vicente Alves Canas. Edite Maria Portela da Silva. Cristiano Pereira Gonçalves. Cláudia Daniela Magalhães Rocha. Cristina Nunes Dias. Eduardo Augusto Pereira Teixeira. Cristina Alexandra Tavares Rodrigues. Cristina Maria F. Dina Rita Martins Ribeiro. Daniela Sofia Pimentel Martins. David Alexandre Alcagarenho Santos. Cláudia Isabel F. Deolinda Maria Vieira Santos Damaciano. Eduardo Jorge de Abreu Correia. Cristina Maria Ferreira Taveira Borges. Daniel Oliveira Proença. Duarte Miguel Vieira Machado. Dinis Manuel Martins Pita. David Miguel da Rocha Macedo. Cristina Maria Roque Jesus Magro. Cláudia Cristina S. Cláudio Paulo Patrício de São Brás. Daniel Oliveira de Sousa. Dulce Cristina Sesinando Santana.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Dário Miguel Pessoa Pereira. Cláudio Nuno Correia Barradas. Cláudia Alexandra Martins Gouveia. David António Silva Costa. Eduardo Conejero Martins. Edgar André Ferreira Pereira. Diogo Daniel dos Santos Ferreira. Daniel Diogo Costa Gonçalves. Diana de Almeida Soares. Dinis Josué Costa Romão. Calado Faria Santos. Rosa Salgueiro Lima. Eduardo Jorge Batista Inocêncio. David de Jesus Durão. Dário António Francisco Newton Viegas. Dionisia Maria Pereira Agostinho. Cláudia Palricas Carrasqueira. David Jorge Rodrigues de Oliveira. Rouxinol. Edite da Conceição dos Santos Pimenta. Cláudio Filipe Duarte Gonçalves. Cláudia Virgínia Borges de Barros. Cristina Maria Costa M. Dina Maria Marques Conceição Algarvio. Cláudia Filipa Nogueira Alves. Cláudia de Fátima Freire Vieira. . Cristina da Boanova Busca Claréu Lagoa. Clarisse Maria Domingos. Cristina Maria Vitorino Pombo Lourenço. Cristina da Luz Lopes Marques. Duarte Manuel Campelo Ricardo. Queiroga. David Borges Palos. Dário Santos Matos. Cláudia Mestrinho Sobreiro. Daniel Cristiano Lourenço Belo. Edite Lameiras Ribeirinho. Duarte Nuno Caetano das Neves. Marques. Duarte Preto Pacheco Branco Velho. Dora Maria Fernandes Costa. Dália Valentina Gouveia Reis Rodrigues. Délio Marcos da Fonseca. Dulce Maria Henriques Rodrigues Ferreira. Cláudia Alexandra Conceição Cunha Afonso. Cláudia Margarida Vale Leite Pinho Rocha. Duarte Filipe Carvalhuço Fonseca. Dora Isabel Gonçalves Jorge Sousa. Cristina Conceição Alves Rodrigues Silva. Edgar António Palma Rodrigues. Constantino José Alves Crespo Dias. Clotilde Conceição Simões Duarte. Domingos Jorge Pereira Calisto Gonçalves. Delfina Maria Campião Mira. Cristina Maria Correia da Cruz. Cristiano Didiério Rebelo Lucas. Cristina Maria Ferreira B. Dulce Pires Pimentel. Daniel Martinho Pinto. Eduardo das Neves Carvalho. Cláudia Marisa Delgado Pinto. David José Almeida Ferreira.ª série — N. David Miguel Moreira Azevedo. Diana Pinto Quintela. 2. Gapo. Daniel da Silva Vicente. Cristina Maria Ribeiro Fernandes Duarte. David Renato Carvalho Pedro do Vale. Débora Maria Mendes Lage. Diana Casimiro Canedo. Diana da Piedade Rolim Manzoupo. Dalmo Filipe Caldas Bezerra. C. Cristina Maria Mateus Francisco. Cláudia Alexandra Mendes Morais. Eduarda Maria Oliveira Rodrigues. Deolinda Manuela Pedroso Costa. Edite Fernanda R. Cláudia Patricia C. Cristina Isabel Pereira Cardoso F. Cláudia Sofia Santos Vieira. Daniel Monteiro Guimarães. Dina Maria Ferreira Pires. Cláudia Maria Ferreira Gonçalves Silva. Eduardo Filipe Pinheiro Simões Pinto. Dulce Maria Vaz da Costa. Cristina da Natividade Fernandes. Cláudio André Pereira Gonçalves. Dina Maria Rodrigues Conceição Viegas. Diário da República. Deolinda da Conceição Gonçalves Mateus. Duarte Rodrigues Mateus. Craveiro de Almeida. Cláudia Sofia Areias de Andrade. Dinis Manuel Sobral Batista. David Alberto Dias Alves. Cristina Maria Conceição Peres Almeida. David Fernandes Pereira. Cristina Rodrigues Camões Fernandes. Edgar Manuel Gomes Ferreira. Correia Folgado. Duarte Miguel Nunes Valdiscas. Dora Alexandra Guerreiro J. Cidália Varela Pereira Bizarro. Domingos Jorge Ferreira dos Santos. Daniel Carvalho Mendes. Daniela Solange dos Santos C. Dulce Maria Guerreiro Quintas Silvestre. Cristina Natália Candeias Gomes Oliveira. Crisália Ascenção Tavares Cerqueira. Mogadouro Teixeira.

Filipe Miguel Farinha Malacho. Filipe Miguel de Carvalho Figueiredo. Fábio Filipe Freitas Barbosa. Fernando Louraço da Florencia. Filipa Alexandra Vicente Matos Pimenta. Gabriel Tiago Miranda Cação. Emanuel Sílvio Duarte Guerra Pessanha. Eva Cristina Ribeiro Silva B. Fernanda Cristina Pires Trigo. Fábio Alcides de Sousa Correia Pinto.ª série — N. Elsa Maria Pinto Rodrigues Martins. Sampaio. Elsa Manuela Morais Ribeiro. Francelina Maria Figueiredo de Almeida.Diário da República. Emanuel dos Santos José. Elisabete Rodrigues Pereira. Elisa Maria Santos Caridade Araújo. Felicidade de Fátima Alves Moreira. Florinda Susana Mota Moreira Panzo. Filomena de Jesus de Sá. Elisa Cristina da Silva Pinto Rodrigues. Emilia Venâncio Silva Cruz. Fernando Manuel Taboada Pires. Nunes. Emanuel de Passos Ribeiro. Eunice Isabel A. Elisabete Patricia Alves Vicente. Eduardo Saraiva Lourenço. Fátima Úrsula Neto Gomes. Gabriela Guedes de Jesus. Fernanda Maria da Silva Nascimento. Fernando Joaquim Loureiro Vilas Boas. Filipe José Almeida Rodrigues. Fernando Octávio Barreira Teixeira. Emiliana Teixeira de Noronha. Elsa Marisa Filipe Costa. Elisabete Gomes Alves. Filipe César Rosa dos Santos. Filomena Maria Ventura Rebelo. Fernando Gabriel Neves Cruz. Eric Nabaes Salvado. Francisco José Fernandes de Oliveira. Flávia Regina Teixeira Neto Pereira. Eunice Lopes Aurélio. Estela de Sousa Carrapiço. Eduardo Teixeira de Melo. Elsa Francisco de Simas. Elisabete Maria Marques Lima. Georgina Maria Gonçalves Duarte Gervásio. Faustino Manuel Inácio Ferreira. Emilia Isabel Valente Mendes Filipe. Fernando José Branco Fernandes. Fernando Daniel Ramos Oliveira. Emanuel Alexandre Dinis Ribeiro. Fernando Manuel Lopes Marques. Eliseu Manuel Mosca da Gama. Eliseu Gomes Gaspar. Fernando António da Rosa Francisco. Elsa Maria de Almeida Alves. Fernando Manuel Viegas de Carvalho. Fátima Maria Cristóvão Inácio. Frederico Amargar Mendes Ferreira. A. Fernando Carlos Pacheco da Costa. Fernando Manuel Gonçalves Moreira. Filipe Calisto Martins. Esmeralda L. Rodrigues Mata Nazaré. Flávio Miguel Gonçalves Vicente. Elisabete Cristina Sousa Teixeira. Francisco Jorge Correia de Queirós. Fernanda de Jesus Garnacho Vale. Filomena Maria Pires Pinto. Francisco Nuno Ferrão de Almeida. Elisabete Magalhães Teixeira D. Filipe Miguel Paulo Mendes. Neves. Elga Carina Mota César de Oliveira. Eunice Susete Nogueira Rebelo. Francisco Machado Soares. Francisco Manuel Moura da Costa. Fernando António Loureiro Azevedo. Emanuel Tomé Dinis Brás. Florbela de Oliveira Vicente. Elza Maria Martins Gonçalves. Gervásio Manuel Bessa Mendes Aveiro. Fernando Jorge Almeida Giroto. Elisabete Medeiros da Costa Veiga. Elsa Maria Ambrósio Tomé. Elise Edith Constantino. Fernando Manuel da Silva Tomé. Filipe Manuel Pires Lourenço. 2. de Almeida Gouveia Silva. Francisco António Borges Vieira. Felisbela Piedade Galvão Barata Esteves. Fernando José da Silva Viegas. Felisbela Margarida Parente Amaro. Eunice Marlene Fardilha Lages. Gil Xavier Barella dos Santos Alves. Fábio Leandro Paulos Nogueira. Fábio Miguel Cacho Teixeira. Elisabete Patricia Moreira Pinto. Filipe Mendes Silva. Francisco Paulo Nunes Moreira. Elga Pires Rodrigues. Elisabete de Lurdes Queda Gomes. Emanuel José Ramos Peixoto Real. Francisco Manuel de Sousa Ferraz. Filipe Nuno P. Elisabete Veríssimo Rebelo. Filipe Manuel Almeida da Costa. Elisabete Maria Cibrão Oliveira. Fábio André Soares Teixeira. Elsa de Fátima Lucas de Sousa. Fedra Mara Lagarteira de Arede. Fernando Manuel de Oliveira Martins. Alcaçovas Chichorro. Antunes Toscano Fernandes. Elisabete da C. Filipe João Vaz de Campos. Fernando Miglietti C. Eduardo Manuel Magalhães Silva. Francisco Miguel Marreco Gouveia.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Eduardo Jorge Rodrigues Figueiredo. Filipe Pepe Nogueira. Fátima Isabel Ramos Duarte Mendes. Fernando Manuel Duarte Sousa. Fernando Jorge Martins da Costa. Flórida de Fátima Pires Pereira. Elisabete Patricia Rodrigues de C. Filipe Chagas de Almeida Fernandes. Elisabete Batista Miguel. 4137 . S. Fernando Mário Ribeiro Mendes Pereira. Fernando Manuel da Trindade Catela. Francisco António Pinto Barreira. Fernando Manuel Gonçalves Nunes. Gilberto Fagundes Coutinho. Fernando Manuel Santos Duarte Almeida. Francisco José Ribeiro Afonso. Fernando José Gonçalves da Cunha. Álvaro Geraldes Pereira. Gabriel Cruz Cardoso. Elisete Maria dos Reis Ferreira B. Fábio Edgar do Carmo Estevam Gonçalves. Fernando Manuel da Silva Dias. Ezequiel Ricardo Barbosa Rodrigues. Filipe Manuel Pereira Malaia. Fausto Manuel Venâncio Lopes. Filipe dos Santos de Sousa. Elisabete Fátima Rodrigues Gonçalves. Etelinda Mendes Lage Silva. Fernando Manuel Pereira de Freitas. Elisabete Fernandes Monteiro Sendão. Francisca Agostinha Pereira Vieira. Élio Martins Coutinho. Filipe Manuel de Almeida Nunes. Cameira. Elisabete Maria Narciso Martins. Elidio Alexandre Morais. Francisco José Lourenço Marques. Fernando Guilherme Lopes dos Santos. Fábio Fernando Teixeira Marques. Gil Francisco Cavaleiro Pinto. Emanuel Silva Pinhal. Francisco Sebastião Rodrigues Ferreira. Fernando Valério Alves Ferreira. Geraldo Jerónimo Amiguinho Ferreira. Francisco Manuel Casqueira das Neves. Fernando Pedro Monteiro Simões. Fernando José Barreto dos Santos. Filipe Almeida Pacheco. Emanuel Serrão Chicharo.

Gonçalo Nuno Franco Paixão Senra. Henrique Araújo Campos. Glória Maria Simões Dinis Cunha. Joana Graciela Moreira da Fonseca. Helder Tiago Campos Fernandes. Horário Manuel da Silva Figueiredo. Isabel Maria da Conceição Carvalho César. Hugo Miguel Martins Costa. Isabel Maria Almeida Pacheco. Helder Manuel Cordeiro Agante. Isabel Maria Monteiro Marques. Helena da Glória Barros dos Santos. Joana Andrea Situ Gonçalves Pereira. Isabel Pessoa Lopes. Guilherme Fernando de Carvalho Nogueira. Valada da Cruz. Henrique dos Santos Fernandes. Ilídio Miguel Lacerda da Mota. Helder Miguel Branco Barbosa. Hugo Manuel de Oliveira Leite. Isabel Maria da Silva Pratas. Hugo Manuel Martins Gonçalves. Henrique de Jesus Rodrigues. Isabel Maria de Oliveira Rodrigues. Rua de Gomes. Isabel Maria Silva Nunes. Helder Alexandre Coelho Sousa Tadeu. Isabel Maria de Matos Teixeira Corujo. Helder Emanuel de Sá Jamba Dias. Alves Mendes. Ilídio Manuel Resende da Silva. Henrique Manuel Candeias Rosa Gomes. Helena Maria Fernandes Rainha. Nunes Pereira Monteiro. Hugo Ledo Lopez Mota Carmo. Helder Filipe Leão Moreira da Silva. Helder Manuel Pereira Carvalho. Graça Maria dos Santos Fonseca. Isabel Maria Oliveira Faria. Helena Isabel Moreira das Neves.ª série — N. Helder Marciel Oliveira dos Santos. Hugo Ricardo Fernandes de Elvas Regala. da Cruz Alexandre. Hélder José Almeida Ferreira. Isabel Maria Martins Matos Araújo. Hugo Fernando Teixeira dos Reis. Gonçalo Filipe Carreira Reixa. Helder Filipe Alves da Costa. Joana Maria Cardoso C. Gonçalo Daniel da Silva Germano. Isabel Cristina Sobral Batista. Idalina Maria Ribeiro da Costa Forte. Helena Maria Pereira Dias Ferreira. Helena Sofia Marinho de Magalhães. Gustavo Alexandre Pereira Branquinho. Gonçalo Nuno Pires Trindade. Gonçalo Fernando da Rocha de Jesus. Henrique Manuel Leite Miranda. Hélder Fernandes da Rocha. Idalina de Jesus da Silva Antunes. Hugo Filipe Queirós Ribeiro. Helder Ricardo de Jesus Filipe. Helder Ricardo Ferreira dos Santos. Isabel Maria Pereira dos Reis. Isabel Montalvão Pinto. Helena Sofia Lele Capelo. Ilda Sousa Dias Henriques. Hélio Manuel Dias da Silva. Helena Maria da Cunha Santos de Almeida. Guida Maria Reis Tomé. Jessica Rachel da Conceição Neto. Isabel Maria Garcia Pinto. Gonçalo Fernandes Rocha. Cunha Dias. Helena Cristina Pires Mourão Martins. Joana Alexandra Pereira da Silva. Hugo Miguel Cardoso da Silva. Gonçalo Afonso de Oliveira Corceiro. Helena da Conceição Alves Jerónimo. Veríssimo de Sousa Roxo. Helder Bruno da Silva Lopes. Joana Daniela Barbosa da Silva Gomes. Ilda Palma Barão. Isabel Fernandes Meira. Hugo Ricardo Tavares Estima. Ilídio José dos Santos Brasão. Inês Marta de V. Humberto Carlos Pereira Manteigas. Hélder Duarte Amorim Lima. Hugo Miguel Macedo Vieira Marques. Horácio Manuel Monteiro Lopes. Isabel de Fátima Luz Custódio Palma. R. Idalina Cristina Oliveira Graça Veiros. Isabel Rute Vieira B. Hermínia Maria dos S. Isabel da Silva Freitas. Hugo Alexandre Gomes Rocha. Helder Pedro Teixeira Pinto. Joana Catarina Ferreira Gomes. João Alexandre Monteiro da Silva Antunes. Humberto Alvão de Carvalho. Isabela Carvalho da Silva. Ilda Cristina Rodrigues Marques de Sousa. Gonçalo José Mourão de Almeida. Joana Aruil Narciso. Jerónimo Silva Lopes. Irene Isabel Correia Gaizita.4138 Gisela Carvalho e Silva Ferreira. Helder Manuel Pereira da Silva. Isabel Luisa Pires da Silva. Helder Filipe dos Santos Vila Pouca. Helder Joaquim Martins Pires. Helena Isabel Rodrigues Mesquita. Hugo Rafael do Carmo Santana Meneses. Horácio da Silva Martins. Joana Eneia Almeida Correia Monteiro. Isabel Maria G. Hugo André Teixeira de Sousa Coimbra.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Hugo Manuel Jordão dos Santos. Hélio Leandro Fernandes da Costa. 2. Isalita Celina Arede M. Gonçalo António dos Santos. Hélder José Fontes dos Santos. F. Isabel Maria Cascalheira A. João Alberto Dias Mansinhos. Hugo José Lopes Viana Mesquita. Isildo José Gomes Paulo. Inês Maria Gravito Velhinho Damásio. Helder Rodrigues Góis. Helder Manuel da Cruz Silva. Isabel Fernandes Lourenço Cruz Carvalho. Graciete de Lurdes da Silva Gomes. Inês Correia Durão. Hugo Miguel Fernandes Ribeiro. Íris Maria Monteiro de Brito. Joana Alexandra Crespo Lucas. Horácio Luis Almeida Monteiro. Hugo José Lopes Soares. Hélio Rodrigo Monteiro Graça. Isabel Maria Pedroso Nobre Miguel. Isidoro Manuel Guerra Pestana Branco. Diário da República. Helder Luis de Almeida e Sousa. Isabel Alexandra da Silva Oliveira Abade. Gustavo César da Silva Afonso. Hélio Filipe da Piedade Nunes. Hugo Miguel Ferreira Dias. Hugo Miguel Hortas Mendes Rosa. Isabel Gomes Ferreira de Carvalho. B. Idalina Maria Fontes de Abreu. Hugo Ricardo do Nascimento Vaz. Hilário Fernandes Machado Pessoa. Hugo Manuel dos Santos Figueiredo. Graça Maria Marques Parente Sampaio. Helena Maria Pereira da Rocha. Isabel Maria Pratas Simões. Isabel Maria Martins Rodrigues. Higino Francisco Manuel Antunes da Silva. Joana Rita M. Isabel Cristina da Rocha Bernardo. Helena Maria Amorim Maciel. Hugo Miguel Mendes Pereira. Helder Gonçalves Marques. Hugo Manuel Matos Fonseca. Gonçalo Guerra Seita Machado. Isabel Maria Barbosa Teixeira. Humberto Jorge Lopes Branco. Helder Ribeiro da Silva. Medeiros Santos. . Joana Gomes Braga de Bastos Guerreiro. Isabel Maria Oliveira Leite.

Joaquim António Verga dos Santos. José António de Magalhães Sales. Jorge Manuel Teixeira Carvalho. Jorge Miguel Laranjo Machado. João Carlos Pinto dos Santos. Joaquim Miguel Guedes Mota. João Tapadas Esteves. João Manuel Carvalho Correia. José Américo de Oliveira Alves. João Manuel Lamin Beiramar Barbosa. João Manuel Franco Rodrigues Costa. João Joaquim Pimento Grilo. 4139 . Joaquim Manuel Oliveira Alves. José Augusto Santos Correia. Joaquim Fernandes Loureiro. João António Monteiro Lima. Joel Augusto Mendes Mateus. Joaquim José Sousa Lopes Santos. José António Caeiro Ramos. Joaquim António Moreira da Silva. Joaquim Agostinho Gonçalves Ribeiro. Jorge Manuel Borges Arrojado. João Pedro Silva Pinto. João Miguel Alves Leitão Pereira. João José Simão Caldeira Reis. José Alves Simões Melâneo. João Carlos Jesus Bragança Nunes Lacerda. Joaquim Gaspar Henriques. Jorge Manuel Loureiro Cravosa. João Ribeiro. Joaquim Maria Tremoço Fernandes. Jorge do Espírito Santo Afonso. João Paulo Barros Ramalho. Jorge Miguel Gamelas Mónica Modesto. José António de Jesus Saraiva. José António Lourenço Januário. Jorge Manuel da Costa Ferreira. João Paulo Da Piedade Seleiro. João Paulo Silva Romão. Jorge Humberto Ramiro Lucas. João Carlos Coimbra Malcata. Joaquim Manuel Cortes Quadrilheiro. José Alberto Pereira Viana da Costa. João Carlos dos Santos Rodrigues. José Aurélio Teixeira Monteiro. Jorge Manuel Ferreira dos Santos dos Santos Oliveira. José António Campos Lopes. João Leonel Costa de Sousa. João Rui de Carvalho Pereira. João Manuel Alves Carvalho. João Fernando Ferreira Lourenço. Jorge Manuel Gonçalves Ferreira. Jorge Manuel Roso Tavares. João Filipe Martins Benedito. Joaquim Silvestre Santana Marques.ª série — N. Joaquim António Serpa Madeira. João Manuel Jaime Araújo Fidalgo. João Manuel Espada Real. João Carlos Ferreira dos Santos. João Miguel Alves Romão. José Belmiro Alves. João Paulo Santo Carriço. Joel Santa Rita Bento Morais. Joaquim José António Pita. João Manuel Machado da Mota. Jorge Luis Fernandes Rocha. Joaquim André Gomes Pereira. João Pedro da Cunha Lopes. Jorge Manuel Freitas Marinho. João Manuel da Silva Nascimento. José António Baptista de Gouveia Lopes. João Luis de Sousa Dias. Joaquim Francisco Rodrigues S. Jorge Manuel da Silva Vaz. João Rafael Peixoto Godinho. João David L. Jorge Semedo Correia. Jorge Miguel Matos Catarino. João Paulo de Oliveira Jacinto. da Silva G. Joel Lourenço da Silva Graça Mateus. Joaquim Monteiro Guedes. Joaquim José Garcia Freitas Frestas. José Alberto Conceição Cerqueira. João Pedro Coelho Pequenão. Joaquim Guimarães Rodrigues. João Manuel Carvalho Correia. Jorge Manuel Gaspar Casaleiro. Jorge Manuel Gonçalves das Neves. Jorge Fernando Geleia Nunes. João António Martins Queimado. João Paulo Paulino dos Santos. Jorge Manuel Cardoso Gonçalves. Joaquina Rosa de Matos Lopes. João José Ramos Mendonça. João Manuel Quitério Fernandes. José António Paes Duarte. José Carlos da Cunha Fernandes. Jorge António Duarte Torres. Joel Tito da Cruz Pinto. Joaquim Jorge Correia da Cunha. João Luis Faria Jacinto. José António Morgado Lourenço. João Carlos Ferreira de Barros. Joaquim Miguel Pereira Teixeira. João Sequeira Costa. João Luis Vitorino Lopes. João Luis da Eira Martins. João Luis Vieira dos Santos Lima. João Manuel Simões Charrua. João Paulo Carvalho da Silva.Diário da República. Joaquim Luis Gonçalves Simões. João Carlos da Silva Dias. José António Ferreira Dias. Joaquim Manuel Leitão dos Santos. Teixeira. José Bruno Ferreira Pereira. Jorge Miguel dos Santos Duarte Marques. Joaquim Manuel Ferreira Delgado. Jorge Daniel Pinto Fonseca. João Manuel da Silva Nogueira. 2. João Ricardo Palminha Cascalheira. Joel Filipe Carola Calção. João Paulo Araújo da Silva.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 João António Alves Fernandes. Jorge Alberto de Brito Ramalho. João Pedro da Costa Teixeira. José António Moreira da Silva. João Flávio Moreira Cunha. João Paulo Pessoa Bento. João Pedro Rodrigues Chincho. João Paulo Lopes Rosa. João Pedro Marques Júlio. João Paulo Fernandes Lopes. Joaquim Cunha dos Santos. Jorge Manuel Gomes Silva. João Paulo Gonçalves dos Santos. João José Mendes Lemos Pires. João Paulo da Cruz Pinto. Joaquim José Preto Baptista. José António Castanheira Presas. João Manuel Serra da Silva. José Augusto Pereira Pinto. Jorge Leonel da Silva Andrade Ferreira. José Carlos Capela Marques. João Manuel Fernandes Azevedo. José Alexandre Figueiredo Fernandes. João Carlos Peralta Matos F. José Augusto Gaspar de Oliveira Pegado. Pais. Jorge Manuel Almeida Brandão. João Pedro da Costa Rodrigues. Serafim. Joaquim João Barbara Chorão. João Manuel dos Santos Centeno. João Pedro Segurado Dias. José António Dias Guimarães de Sousa. João Pedro Madeira de Almeida Monteiro. João Martins Almeida Ribeiro de Oliveira. José António Correia Nóbrega. José António Ferreira da Silva. João Hugo Sales Garcia de Almeida. Jorge Alberto Morim Duarte. José António Fernandes Pires. João Miguel Dias Botelho. Jorge Miguel Franco Viegas.

José Manuel Pinto dos Santos. Laura Maria Teixeira de Carvalho. Lidia Maria Fraga Gonçalves. Juleca Mamade Abibo. Leonel José dos Santos Ferreira. José Eduardo da Silva Azevedo. José Luis Gonçalves Pereira. José Manuel Rodrigues Pires. Lina Paula Rodrigues Marques Afonso. Lidia Sofia Patrício dos Santos Costa. José Manuel Gomes Almeida. José Carlos Martinho de Moura. Lídia Maria Miranda Dias.ª série — N. Liliana Odete Moreira Cardoso. José Ferreira de Sousa. Lina Maria Silva Tavares Almeida. Lilia Maria Correia Alexandre Andrez. José Luis Machado da Silva Gonçalves. José Jorge Marques da Silva Carvalho. José Ernesto Ferreira Simões. José Manuel Oliveira Vilas Boas. Juliana Fernanda da Silva Fernandes. José Carlos Monteiro Fernandes. Leandro Barbosa Ferreira. José Henrique Simões Rodrigues. Ligia Maria Carvalho Batista. José Fernando Meireles da Silva. Júlio Manuel Simões Miranda. José Manuel Mendes Lopes. Licínio Crispim Gaspar Monteiro. Liliana Carolina Gomes Raposo. José Daniel Rosa Farinha. Liliana Sofia A. José e Sá Vaz Garrido. Júlio Filipe Freitas da Silva. José Manuel da Silva Rosalino. Jose Carlos Ferreira Rodrigues. José Manuel Pereira Fontes Eusébio. José Manuel Esteves Duarte. José Francisco Rebelo Ferreira Pinto. Liseta Cristina de Sousa Morais Vieira. José Carlos Ferreira da Cunha. Leonel Fonseca Ramos. José Ivo Sousa Sacramento. Leonel Alexandre Pinto de Almeida. Liliana Andreia da Silva Fernandes. Brites Pinto Oliveira. Lilia Maria Sobral Pereira Fernandes. José Luís Moreira da Rocha. Lidia Maria da Costa Monteiro. Lina Maria Pereira Carvalho. José Miguel de Carvalho Gomes. José Luiz Duarte da Silva Castro. José de Oliveira Azevedo. José Nuno C. José Manuel Antunes Abreu. Laurentino Manuel Pereira Alves. José Luis Pinto Dias. José Luis Borges Paulo. Lia Zita Pereira Pires. Ligia Maria da Lage Fernandes. José Rolando Magalhães de A. Luciano Ferreira Fernandes. José Simões Gonçalves. José Paulo de Oliveira Teixeira. Leandro Nuno Ferreira Martins. José Pedro Moreira Cardoso. Julia Moreira Santo Gama. José Miguel Rodrigues Vilela. José Manuel Amaral dos Reis. José Manuel Dias Santos. Leandro Jorge Lemos Pinto. José Rui Alves Marinho. Laurentino Teixeira Cardoso. José Eduardo Fonseca de Sousa. Luciana Maria Morais Felgueiras. José Manuel Brás dos Santos. Gonçalves. Júlia Cândida Pacheco Antunes. José Carlos Martins Cabral.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 José Miguel Teixeira Pinheiro M. José Manuel da Cruz Basílio. José Manuel Rodrigues Nabais. José Fernandes Alves. José Manuel Martins Mendes. Leonardo Filipe Rodrigues Esteves Rosa. José Frederico Teixeira. Laura Rita Cabral Lopes Pais. Liliana de Almeida Fonseca. Liliana Batista Ferreira. Ligia Marta Pinho dos Santos Magalhães. José Maria Miranda Carneiro. Júlia Margarida Borges Martins Santos. Júlio Augusto Abreu de Azevedo. José Carlos Jesus Caetano dos Santos. Licínio Manuel dos Santos Rodrigues.4140 José Carlos Ferreira Balbino. José Luis de Matos Almeida. José Joaquim Matos da Silva. Luciana Maria Alves Brandão. José Júlio Lopes Pessoa. José Luis Lopes Castilho. Liliana Isabel das Neves Dias. José Luis Gomes Pereira da Silva. 2. José Miguel Lopes Santos Caetano. Juliana Centeio Baptista. José Eduardo Garcia Mesquita. José Manuel Semedo Sanches Mendes. Ligia Cláudia Couto Silva. José Carlos Rodrigues Izes. Costa. José Pedro Teixeira Mendes. José Pedro Mendes Alves. Liliana Margarida da Costa Vicente. José Eduardo Correia dos Santos Dixo. Julieta Susana Reis São Bento. José Miguel Melo Pereira. Leandro Jorge da Silva Saraiva. Leonel Filipe Correia David. Libânia Maria da Costa Leite Machado. Liliana Isabel Botelho Soares Correia. José Manuel dos Santos Lucas. Liliana Maria Carvalho Barroso. . José Pedro Gonçalves Gomes. José Gentil Almeida Ferreira. Liliana Daniela Martins da Silva. Leandro da Rosa Guimarães. José Lúcio Rodrigues da Silva. José Manuel Andrade Bicho. Cortesão Pimenta. José Manuel Abreu Santos Loureiro. José João Moedas da Silva. José Luis Silva Ferreira. Júlio Américo Lopes Ribeiro. José Joaquim Rodrigues Oliveira Dias. José Eduardo Abreu Ferreira. Lina Maria Monteiro Coito Casimiro. Luciana Conceição Galveias Barreto Gomes. José Joaquim Almeida Rasões. Lina Maria Oliveira Cavaco Duarte. Licinia Maria Sousa de Oliveira. José Mendes Taborda. José Humberto Moura Coelho. José Paulo Soares Jorge. Leonel Faria de Sousa. Lina Maria Silva Canha Barradas. José Henrique Coelho Esteves. José Ricardo Sequeira Lima. José Paulo Almeida da Nova Leite. José Manuel Canelhas Trigo. José Manuel Madeira Diamantino. Júlio Miguel Matos Santos. José Manuel Monteiro dos Santos. José Secuna Embalo. Júlia Maria dos Santos Ramos. José Manuel Matos Gomes. José Carlos Ramos dos Santos. José Ernesto Pereira Carvalho. José Manuel Claro de Castro. José Eduardo Mendes Reis. José Marco Serrão Chicharo. Licinia Maria Rodrigues Santos Batalha. José Miguel Correia Chaveiro Romão. José Joaquim Pinto Pedreira. Leonel Figueiredo Rodrigues. José Manuel Campos Loureiro. Diário da República.

Luis Miguel Abrantes Gil. Manuel Farinha. Manuela Augusta Rodrigues Taveira Afonso. Luis Casimiro Gonçalves de Freitas. Luisa Alexandra Horta Sampaio Martins. Luis Filipe Vicente Duarte. Manuel Joaquim Moura Monteiro. Luis Fradique Costa Figueiredo Cordeiro. Lucília Fernanda Pinto Monteiro. Luis Gabriel de Oliveira da Fonseca. Luisa Maria Lopes Rosa. Luis Filipe Alves P. Manuel Evaristo Fidalgo Lopes. Manuel Luis Gonçalves Domingues. Luisa Maria Braga Correia Teles. Manuel Fernando Bravo Gonçalves. Luis Manuel Costa Santos. Luis Manuel de Matos Bispo. Luis Miguel Cordeiro Páscoa. Manuel Maria Xavier Martins. Marcelo Campelo Amaral Ferreira. Luis Miguel Dias de Carvalho Belo. Madalena da Conceição Ferreira da Silva. Manuel Alexandre Vicente Gaspar. Luis Miguel Monteiro Afonso. Manuel Emílio Moreira Dias. Leite de Magalhães. Manuel António Rodrigues Dias Alves. Luis Ricardo Beato Pereira. Marcelo Gustavo Costa Rodrigues. Luis Filipe da Silva Pinho. Luis Francisco Calado. Guerra Cabral. Luis Miguel Dias Carneiro. Luis Fernando Machado Coelho. Luis André Graça Rodrigues Oliveira. Luis Miguel Bastos Costa Lemos. Luis Filipe Cerdeira de Matos. Manuel Rui Viegas Martins. Luis Pinto Rodrigues Mendonça. Manuel Alexandre Lopes Amado. Manuel Filipe Cerqueira de Andrade. Mafalda Sofia Santos Morgado Rodrigues.Diário da República. Manuel Macedo Teixeira Dias. Luis Miguel Gonçalves Faia. Mahomed Ali Ismael Aboobacar. Manuel Adriano de Amorim Gomes Oliveira. Marcelo Azeredo Carvalho S. Luis Filipe Mendes Fraga. Luis Miguel Gameiro Lucas. Madalena Monteiro Costa. Luis Miguel Vaz de Carvalho. Manuel Oliveira Barbosa. Luis Manuel Correia Alves de Oliveira. Manuel Domingos Ramos Fernandes. Mara Inês Silva Lirio Lima. Luis Miguel Silva Cunha. Luis Miguel Ferreira Martins. Luis Miguel Matos da Cunha. Luis Miguel Mourão dos Santos. Luis Miguel Cabaça São Braz. Luis Filipe Pereira Gonçalves. Manuel Joaquim Almeida Cardoso. Luis Miguel Pereira Simões. Luis Miguel Alves Jerónimo. Luis Miguel Rodrigues de Matos. Luis Micael Agostinho Couxão. Luis Manuel dos Santos Marques. Luis Manuel Alves Moreira Esteves. Luis Miguel dos Santos Viriato. Baptista. Luisa Maria Monteiro. Lista B Nome do candidato: Luis Alexandre Costa Dias. Luis Carlos Hipacio Gonçalves. Luis Fernando Bártolo de Almeida Pinto. Luis Ricardo Ferreira Branco.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Luciano Miguel Russo Esteves. Luis Manuel Abreu Martins. Luis Miguel Salvado Taborda. Luis Frederico de Carvalho Simões Gomes. Manuel José Teixeira Pereira. Manuel José da Cunha Moreira da Silva. Luis Miguel Carvalho Ferreira. Luis António de Castro Ribeiro. Luis Filipe Pinto de Albuquerque. Luis Miguel Correia Macedo. Manuel Francisco Saruga Pereira. Luis Manuel Carvalho de Almeida. Luis Manuel da Silva Dâmaso. Luis Filipe dos Santos Miranda. Mafalda Sofia Gonçalves Duarte. Manuel Armando Alves Correia. Luis Filipe Ferreira Coelho. Luis Manuel dos Santos Faúlho Rasoilo. Luis Miguel Silva Cabral. Manuel António Oliveira e Silva. Luis Manuel Pinto Monteiro. Vasconcelos. Manuel António Teixeira. Luis Miguel Marques Duarte Castanheira. Manuel José Lopes Serrão. Luis Filipe Valente Azevedo. Luis Miguel Pereira de Almeida. Luisa Maria Lopes Teixeira. Luisa Margarida Pedro Vicente. Luis Carlos da Silva Rodrigues. Manuel de Jesus Gonçalves Pinto Diniz. Luis Manuel Veigas Cepeda. Luis Cláudio dos Santos Rodrigues. Luis Filipe Marcos Gonçalves. Luis Manuel Lopes Fernandes. Luis Filipe Guerra Cardoso. Luis Filipe Fernandes de Sousa. Luis Manuel Pereira Marques de Moura. Luis Manuel Dias Ribeiro. 2. Luis Manuel Mendes Baltazar. Luis Miguel Mira Casares. Luis Filipe Pinto Martins da Silva. Luis Rodrigo Cortez Sales dos Santos. 4141 . Luis César F. Luis Armando André Bento. Luis Manuel Rodrigues Oriola. Luis Miguel Pinheiro. Manuel João Bento Marques Alves da Cruz. Manuel António Correia Pinto. Lima de Almeida. Manuela Alexandra de Sá Carneiro Travessa. Lucinda Elisabete Fortuna C. Luisa Olinda Coutinho Gonçalves. Maisa de Fátima Guedes Nunes. Luis Filipe Coelho Ferreira. Luis Miguel de Sousa Martins. Luis Miguel Valada Pedrosa da Silva. Luis Miguel de Castro Ferreira. Luis José Soares Lapa. Luis Manuel Mateus Correia Dias. Manuel Joaquim Ferreira Pinto. Luis Miguel Rodrigues Simões. Manuela Alexandra G. Luis Miguel Correia Veiga. Luzia Isabel Ferreira da Cunha de Sousa. Mafalda Cristina Rodrigues Pires. Luis Miguel Costa Gonçalves. Luis Manuel Pereira Pinto. Manuel Jorge dos Santos da Costa. Luis Miguel Máximo Abreu Nunes Gomes. Luisa Almeida Sousa do Nascimento. Lurdes Manuela Pacheco Gândara. S. Manuel Jorge Teixeira dos Santos. Luis Filipe Machado Ferreira. Luis Filipe Rego Viriato Vale Ascenção. Luis Filipe Lopes Guicho. Luzia Carla Palha do Rosário.ª série — N. Manuel José Dias Cardoso. Luis Miguel Marques Costa. Magda Gisela Magalhães Figueira. Luis Manuel Afonso Póvoa. Luis Miguel Máximo Abreu Nunes Gomes. Luis Miguel Nunes Simões. Luis José Oliveira Berbem. Luis António Ascenção Mestre Bota. Luis Miguel Pastor Carretas.

Maria Aurora Ferreira dos Santos Pereira. Maria Celina Pereira Martins. Marco Paulo de Brito Lopes. Marco Paulo Barbosa de Sousa. Marco Filipe de Sousa Barbosa Morgado. Ferreira Novais. Marco António Teixeira Correia. Maria do Carmo Santos Ribeiro. Marciano Patrício da Silva Alves. Maria Arminda P. Maria Cristina Ferreira Pires da Cal Lopes. Marco Sérgio Rodrigues. Maria de Fátima da Silva Martins Queirós. Margarida Maria dos Santos C. Maria Amélia da Costa Pereira Lopes. Maria Celeste da Silva Cruz. Marco Paulo Moreira Ferreira. Marco António Ribeiro da Silva Caldas. Maria Clara Montinho Marques. Marcos Jorge Alves Costa. Marco Paulo de Almeida Ribeiro. Marco António Libório Barrau. Maria de Fátima Tavares Gil Gonçalves. Maria da Conceição Oliveira Marques. Costa Casal. Maria de Fátima Sampaio Pereira Teixeira. Maria da Ascenção Bonifácio Afonso. Santos Tomé. Marco José Carvalho Matos. Maria do Céu Paiva Marques. Maria Deolinda Martins e Sousa. Marco Paulo de Castro Fernandes. Maria do Rosário Pestana T. Maria Antonieta Gonçalves Gerez. Maria Conceição Jesus Fernandes Cardoso. Fartouce. Maria de Fátima Almeida Gonçalves Gomes. Maria de Lurdes Panta Freire. Maria Alice Gonçalves Lameiras. Maria de Fátima de Jesus Gomes. Marco Paulo Costa da Silva. Margarida Maria Ferreira. Marcos Paulo Santos. Marco António Dias Antunes. Maria Adelaide Silveira J. Marco Paulo dos Santos Martins. Maria do Rosário Guerreiro Alves. Maria da Luz Faria Nascimento Ferreira. Maria da Conceição Borges Giraldes. Marcos Daniel Teixeira Grácio. Maria Alexandrina Almeida da Silva. Marco Miguel da Costa Vieira. Maria de Lurdes Trindade Prisal. Maria de Fátima Gonçalves da Fonseca. Maria Adelaide Pereira da Silva A. Maria da Glória Nogueira M. Maria do Sameiro Oliveira L. Marco Paulo Gonçalves Venâncio. Marco Alexandre Simões Mendes. Marco Miguel Rodrigues dos Santos. Margarida Sofia Dias Rodrigues. Maria de Fátima Jacob dos Reis Panão. Margarida Isabel Gomes Ferreira Osório. Maria do Carmo dos Santos Campante. Maria Adozinda Ambrósio Ferreira. Maria da Luz Teixeira Cardoso Batista. Maria Clara Gomes de Jesus. Maria do Sameiro Pinheiro Antunes. Margarida Maria Madeira Craveiro. Maria de Fátima Balelo da Costa. Maria de Fátima Pereira Mesquita. Maria de Fátima Reis Buco Pereira Cunha. Maria do Rosário Melides Coelho Graça. Maria de Lurdes Quelho Branco de Oliveira. Maria de Nazaré Vieira Dias. Maria da Graça Rocha Pereira. Maria do Carmo de Almeida Cardita Silva.ª série — N. Gomes. Maria da Graça Oliveira Magalhães. Maria da Luz Lopes Cabral Carvalho. Marco Nuno Mendes Forte Henriques. Marco Rafael da Silva. Maria de Fátima Pratas de Almeida. Márcia Fabricia Barbosa da Silva Gomes. Costa. Maria da Conceição Ribeiro da Silva. Maria de Lurdes Nunes das Neves Lourenço. Marco Gil Seixas Formoso.4142 Márcia Cristina Barge Costa. Margarida Maria Palma Ribeiro da Silva. Marco Octávio de Jesus Delfim. Marco Filipe da Costa Ribeiro e Silva. Marcos Dias da Costa. Maria de Fátima Neves Pinto. Márcio Martins Dias de Sá. Marco Paulo da Luz Rosado Oliveira. Marco António Baptista Rebelo Afonso. Marco Aurélio Lucas Fortes. Margarida Alexandra Ceia Martins. . Marcio Paulo da Silva Filipe. Maria Arminda Gonçalves Nunes. Maria de Fátima Silva Teixeira Torres Ramos. Maria do Carmo Figueiredo Pajote. Maria da Conceição Terroso Matos Oliveira. Maria das Dores Magalhães de Sousa Alves. Ferreira. Maria Anabela Borges Ribeiro. Marco André Vicente Custódio. Maria Cristina Moreira Lopes Seleiro. Maria de Fátima Sousa Fernandes Quintas. Maria Célia Esteves Pinto. Maria de Fátima Dias Gonçalves Ferreira. Maria de Fátima Ferreira de Jesus Soares. Bastos. Margarida Sofia de Almeida Vicente. Maria de Fátima das Neves Pinto Salgado. Maria Andreia Pereira da Silva Pires. Diário da República. Maria Augusta Franco de Jesus. Maria Cristina Rodrigues Rabasqueira. Maria da Conceição Pereira Gonçalves Silva. Maria Adosinda Peixoto Teixeira. Maria de Fátima Pinto Ribeiro. Maria do Céu Teixeira Lima. Maria Arminda Cunha Leite Agostinho. da Silva.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Maria Bárbara Veiga Zabumba. Maria de La Asuncion da Silva F. Maria da Conceição Augusto dos Santos. Maria Ângela Franco Catanho. Maria de Fátima Pereira de A. Maria Cristina Santos Pinto Almeida. Maria da Glória Duarte Ferreira. Maria de Lurdes Araújo Couto. Maria de Lurdes Pires Garrido Mesquita. Marco Paulo Nunes Ribeiro. Maria Beatriz Marinho Magalhães. Marco Paulo Vieira Marques da Costa. Maria da Conceição Clemente Pina Sousa. da Silva. Marco Nelson C. Marco Paulo Brito Carvalho. Margarida Maria Botelho da Fonseca. Marco António Ribeiro Silva Caldas. Maria do Rosário Pedro C. Marco António Conde da Saúde Marques. Maria de Fátima Ribeiro Fernandes Silva. Marcos António Dias Coutinho. Maria de Fátima Garcia Duarte. Maria da Conceição Almeida V. Maria do Rosário Pacheco S. Maria Beatriz Sécio Antas Castor. Pedro Mourato. Marco Paulo da Silva Martins. Maria do Céu Machado Agudo. Maria de Fátima Teixeira Sousa. Maria da Encarnação Marques da Palma. 2. Maria Aldina Ramos Teixeira Costa. Maria Augusta Martins dos Santos Pereira. Maria da Conceição Machado Nunes Brito. e Lopes. Marcos Manuel Gonçalves Duarte. Margarida Adelaide da Cunha Fernandes. Maria de Fátima Lopes Subtil da Silva. Carvalheira Francisco. Maria Amélia Claro Santana. Maria Cristina da Costa Faria. Maria de Lurdes Joana. Márcio Figueiredo de Almeida. Maria da Graça Sousa Norte Carretas. Marco Agostinho Pereira de Oliveira. Marcio José Vieira Silva. Marco Noel Ferreira Monteiro. Maria Assunção Amorim Rocha. Carreiras de C. Maria Adelaide Reis Salsinha. Margarida Isabel Ferreira de Almeida.

Mota. Mário Jorge Antunes Paulino. Mário José Fernandes Ribeiro.ª série — N. Maria Raquel Sena Lopes de Oliveira. Maria Fernanda Gonçalves Silva Pires. Maria José Godinho da Silva Lopes. Maria Luisa Pinto Neves. Marta de Jesus Vieira Pinto. Maria João Domingues Macedo. Mário Luis da Fonseca Araújo. Maria João dos Reis Cameira R. Maria Manuela Teixeira Conde M. Maria Luisa Cardoso Pimenta. Marília Camilo Grilo Silva. Maria Isabel de Matos Salgado. Maria Elisa Neves Rocha Silveira. Maria Manuela Silva dos Santos. Mario Manuel Vieira de Sousa. Maria Idalina Barroso Pereira. Maria Eugénia Cabrita Borralho. Maria Helena Rodrigues Vilaça. Maria Goreti Moreira da Silva. Maria João Teixeira da Silva. Maria Goreti Carneiro Teixeira. Maria Luisa Ribeiro da Silva. Marisa Murraças dos Santos Carlota. Mário Filipe Teixeira Afonso. Maria José Quintas Catarino Henriques. Maria Isabel da Silva Sousa. Maria Manuela Pereira dos Santos. Maria Marisa Pinto Massi R. Marisa Leong Ley Ha Santos. Maria Teresa Pereira Barbosa Marques. Maria João Esperança de Carvalho. Maria Madalena Fernandes Miranda. Maria João Cunha Lourinho Vila.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Maria Dolores Fernandes Resende. Marília Elisabete Fernandes Machado. Mário Virgilio dos Santos Fernando. Maria Filomena Rolão A. Vieira Alcântara Carreira. Maria Esmeralda Ramos Presa dos Santos. Maria Miquelina Cerejo Serra. Maria Dulce Abreu Soares. Almeida Fevereiro. Marta Cecília da Conceição Graça. Maria Micaela Rodrigues Castro Miranda. Maria Helena Rodrigues Miranda. Marisa Alexandra Cozinha Coelho. Amorim. Maria Odete Barata Antunes. Maria Teresa do Carmo Flor Sebastião. Maria Dulce de Castro Cartaxo. Maria Florinda E. Mário Jorge Alves Machado. Maria Dulce Gonçalves Neto Alves Cardoso. Maria Sónia Soares de Araújo. Maria Helena Dias da Silva Raposo Soares. Maria Manuela Inês Nabais Niza Ribeiro. Amaral. Maria Glória Rodrigues Teixeira Santos. Maria Vitória Azevedo Costa. Maria José Ferreira Serpa Fernandes. Maria Isabel Silva Marcelino Farinha. Maria José Lamego Rego Neves. Maria Manuel N. Maria Helena Cravid Sousa Pontes. Maria Eduarda Ferreira Rodrigues. Maria João Matos Lemos Carneiro Amaral. Maria Isabel Cardoso Sobrinho Frade. Maria Inês Pinto Santos de Carvalho. Marisa Andreia Polido Guerreiro. Maria La Salete Sousa Alves. Marina Celeste Rebelo da Silva. Mário Rui Ribeiro de Carvalho. Maria Helena Ribeiro Pereira. Maria Emilia Leite Ferreira. Maria João Mano Pinto. Mário Aureliano Ferreira José. Marisa Alexandra Nobre Freire Curto. Miguel Alexandre Dantas da Cruz. Maria Teresa Azevedo Afonso. Maria Ivone C. Maria Helena Sanches Rodrigues Viana. Mário Fernando Pires Felix. Mauricio José da Silva Morais. Maria Lucinda Barbosa Silva Mouta. Maria Inês Cerqueira Vieira. Maria Trindade Alves da Silva. Maria José Rebolo Charrua. Micaela Seixas Correia Rodrigues. Mário Alberto de Figueiredo Soares. Calheiros Fernandes. Maria Eugénia Gregório Borges. Mauricio Andrade de Oliveira. Maria Emilia da Silva Bessa. Maria José Silva Marques Viegas. Maria Susana Antunes Reis. Maria Margarida Ferreira Silva Alves. Marianela Cristina Lima Perreira. Maria Fernanda da Cunha Batista. Maria Otília Gregório Rosa. Maria Helena Cortez de Oliveira. Maria Luisa Bispo da Silva Oliveira. Maria Vânia Marques Rosa. Mário Jorge Machado Teixeira. Maria Goreti Amorim Tavares. Maria Manuela Oliveira Cabral São Bento. Maria Irene Barros Silva Ramos de Jesus. Maria Madalena Machado Vicente. Marinho Porto Pires. Mauro Filipe Rodrigues Batista. Maria Manuela Fontes Carmelino Galego. Maria Helena Gonçalves Cardoso. Maria Graciosa Bessa de Sousa Silva. Marta Valentina Domingues Gonçalves. Mário Fernando Silva Conceição. Maria Helena Ildefonso Mendes Rodrigues. Maria João Lima Mendonça Prada. Marli Susete Fernandes Mogrão. Maria Eufémia Silva Ferreira. Mauro Jorge Alcântara Chande. Maria Isabel da Costa Sargaço. Marta Anes Amaro Salgueiro Fidalgo. Maria Giselia Castro e Silva. Maria Luisa Pereira Salvado. Maria Manuela Costa Almeida. Mário Jorge Vaz do Carmo Barbosa da Cruz. Maria José Ribeiro Evaristo. 4143 . Mário Lobato Chambino. Maria Laura de Oliveira Gaspar. Maria José Murcho Lavradorinhos. Maria Teresa Lamela da Silva Martins. Marta Luisa Zenha Leite Tavares. Maria Luisa Alcobia de Sousa Marujo. Marta Cristina Almeida Pereira. Maria João Tomás da Graça. Marta Isabel Simão Gomes José. Figueiredo. Maria Luisa do Nascimento Duarte. Mário Luis dos Santos Simões. Maria Margarete Silva Tavares de Almeida. Maria João Pereira. Maria Rosalina Ferraz Pereira de Queiroz. Marta Sofia de Almeida Figueiredo. Maria Fernanda Barbosa de Almeida. Mário José Matos e Lemos C. Mário Jorge Gonçalves Pires dos Santos. Maria Marina da Silva Rosário. Pereira Mendonça Santos. Maria Fortes Flor. Maria José de Barros Dias. Marisa da Glória Bartolomeu Costa. Maria José Cruz Oliveira. Mário Jorge Santos Reis. Mário Arménio da Costa Felício. Maria Helena Marques Santos Crispim. Marina Isabel Madeira Rodrigues. Marta Isabel Ferreira Pereira Gomes. Maria Isabel Mendes de Figueiredo Garcia. Mário Sérgio Gomes Nunes. Miguel Alberto Correia Marecos. Maria Manuela Augusto Santos Veríssimo. Maria Filomena Rodrigues Governo. Mercedes Marques Raimundo Nero Luis. Maria Luisa Mota Gordo Barreto Pimpão. Maria João Gomes dos Santos. 2. Michel Soares Francisco.Diário da República. Mário Duarte Pereira. Marília Teresa Martinho Carlos Batalha.

Nelson Celestino Teixeira da Silva. Mónica Patrícia da Silva Galego Maroco. Nuno Filipe Jorge Antunes. Nelson Ricardo Antunes de Sousa. Mónica Cristina da Silva Carvalho Braga. Nuno Filipe da Costa Oliveira. Nuno Filipe de Matos Mota. Nuno Gonçalo Pereira Lucas. Mónica Filipa Rocha Mónica. Natércia Paula da Silva e Sousa. Modesto Moreira Correia. Nuno Miguel Rodrigues Sabino.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Nuno Filipe da Costa Albuquerque Cabral. Nuno Miguel Elias Cardoso. Nuno Miguel da Silva Fernandes. Nuno Jorge Paulos F. Nuno Francisco Campos Cardoso. Nuno Miguel Pires Frias. Mónica Alexandra Silva Palma. Nuno José Pereira Matias. Miguel José das Neves Mendes Bergano. Nuno Jorge Batista do Espírito Santo. Dias. Nuno Miguel Catraia de Deus. Nuno Filipe Baptista de Lima F. Nuno Alexandre Costa Moreira. Nuno Miguel Oliveira Morais. Nuno Filipe Neto Gatoeiro. Nelson José Gaspar Sargento. Mónica da Costa Felício. Nuno Manuel Viegas Morais. Nuno Ricardo Barbosa Fernandes. Nasário Monteiro Rodrigues. Nelson Marques Cavaco. Nuno Américo Lima Monteiro. Nuno Miguel Lomba Mota. Miguel Cruz Fonseca dos Santos e Silva. Nelson Manuel Cabral dos Santos. Neide Sofia Alho Pereira Nobre. Nelson António Marques Carvalho Vitorino. Nelson João Pires da Silva. Correia. Nuno Miguel Gabriel Condesso. Nuno José Barros Casimiro. Miguel José Vieira Cabral de Carvalho. Nuno Miguel Carvalho e Silva. Nuno Manuel Azevedo Gonçalves. Nuno Fernando de Sousa Rosa. Nuno Miguel Patrocínio de Sousa. Mónica Mara Santos Lopes. Nelson Jorge Amorim da Silva. Nuno Miguel Gonçalves da Silva Moreira. Nelson David Cabral Esteves. Nuno Miguel de Melo Ferreira. Nuno José da Silva Grade. Diário da República. Miguel Ângelo Santos Almeida da Luz. Nuno Filipe Garcia Ramos Meda Saavedra. Miguel Carrondo Rodrigues. Nuno Miguel Martins Ferreira. Nuno Daniel de Sousa Ferreira. Nuno André Rodrigues Baptista Neves. Nawal Naima Nobre. Nuno Filipe Duarte Silva. Mónica Maria Soares Ribeiro Silva. Neuza Eliana Alves Ferreira. Nuno Guilherme Teixeira Mourão da Costa. Milton Gabriel da Silva Pedro. Nuno Gouveia Nogueira. Noémia da Conceição Fernandes Parreira Guerra. Nelson Eduardo Lomba Fernandes. Nelson Jorge Pires da Silva Matos. Nuno Manuel Nunes Sereno Évora. Mónica Idalina B. Mónica Paula Ribeiro Parreira F. Nelson Rafael de Oliveira César. Nuno Filipe Mourão Freitas. Nuno Filipe dos Santos Moutinho. Nuno Miguel Pereira Antunes Augusto. Nuno Miguel Leote Francisco. Ribeiro. . Miguel Filipe Barbosa da Conceição. Nuno Manuel Figueira Corchado.ª série — N. Nuno Rafael Carvalho Lopes. Nuno Miguel Arnauth Nunes. Miguel Bastos Vilas Boas de Faria. Nuno Filipe Aires Jorge. Ferreira G. Nuno Miguel Domingos Piteira Segurado. Nuno Miguel de Sousa Fonseca. Nuno Miguel Gouveia Dias Fernandes. Nuno Miguel Pereira Aleixo. Nuno Paredes Valpaços. Nuno Miguel dos Anjos Fragoso. Nuno Filipe Henriques Sequeira. Nuno Miguel Marques Pinto. Miguel Ângelo Lopes Palminha dos Santos. Natália Vieira Lopes. 2. Noélia Maria Viana Marreiros. Nuno Miguel Matos e Lemos Portela Lurdes. Nuno Miguel Queiroz Monteiro. Nuno André da Rosa Garrinhas. Nuno Jorge de Lima Ferreira. Nuno Miguel Pires dos Reis. Nuno Alexandre do V. Nuno Miguel Lage da Fonte. Nuno Miguel Caldas da Fonseca. Nelson do Rosário Baptista Nóbrega. Nelson da Silva Dias Miguel. Nuno Miguel Costa da Mata. Norberto Miguel Oliveira Azevedo. Nuno Miguel Ornelas Ramos. Nelson Jorge Gomes Pinto. Nuno João Viana Jorge.4144 Miguel Ângelo Castro Casulo dos Reis. Miguel Ângelo Martins Luis. Nuno André Pimentel Esteves. Nicolas Brás Brito Aniceto. Nuno Meira e Cruz Miguel. Natália Castro Costa. Nuno Miguel Gomes Correia de Andrade. Nuno Manuel dos Santos Barros. Nelson Filipe Ribeiro Marques. Norberto Nunes. Nuno Fernandes Antunes Correia. Nuno Miguel Urbano Silva. Nuno Edgar da Silva Paulo dos Santos. Nuno Manuel Paulino Santos. Nelson Ricardo Rodrigues Delgado Tomás. Nuno Filipe da Costa Lucas. Nuno Filipe Machado Alves. Nelson da Costa Ramalhoto. Nuno Miguel Costa Leite. Nuno Miguel da Silva Tavares. Nuno Miguel Rodrigues Pinto. Natacha Sofia Neves Lima. Nuno Miguel Barrento da Mata. Mónica Isabel Ribeiro Tavares. Nuno Manuel dos Santos Rodrigues. Miguel Ângelo de Carvalho Margal Pereira. Nuno Fernando Almeida Monteiro. Nuno Miguel Meleiro Pascoal. Miguel Ângelo Filipe Silva. Nuno Miguel Costa de Almeida. Nuno Filipe Santos Amaral. Miguel Fernando Pereira Gonçalves. Miguel José Chambel Vicente. Carreira. Nuno Miguel Cardoso Diniz Silvestre. Nelson de Jesus Lopes da Trindade. Momade Anifo Mamudo Abdulganio. Nuno Filipe Lopes Rosa Chagas. Nuno José Touças Cabral. Pereira. Nelson Manuel Pacheco Amaral. Nelson Alexandre Pimentel S. Nuno Alexandre Cortes Marmota Marques. Nuno Miguel Silva Ferreira. Nuno Filipe Pacheco Tavares. Nuno Manuel Tôco Dias. Nuno Manuel Sousa Dias Pinto Gabriel. Nelson Cassaca Pinto. Nuno Alexandre Sanches Teixeira. Nuno Miguel Simões Mendes. Nuno João Carriço Ramos. Saavedra C. Nélia Teles da Rosa. Nelson David Madaleno Soares. Nuno Alexandre Sá Sampaio. Leite Fernandes. Natalina Maria Lopes Dias.

Odilia Maria Anacleto Santos Alves. Paulo Joaquim Bastos Vingadas. Orciano Silvino Rosa Ramos. Paulo Alexandre Ribeiro Almeida. Paulo Fernando Santos Teixeira. Paulo Alexandre de Brito Guerreiro Pita. Fraga Miranda Fernandes. Inácio. Paulo Jorge Fernandes Parreira.Diário da República. Paulo Alexandre Marto de Carvalho. Paulo Alexandre do Rosário Ferreira. Paulo Alexandre Rodrigues Correia. Osvaldo Emanuel Sousa Cardoso. N. Paula Cristina Alves G. Paulo Adérito de Almeida e Silva. Paula Cristina Barros Fortes Filipe. Orlando Bernardino Pinto Rodrigues. Otília Natália Ventura Gomes. Paulo Alexandre Lança Descalço. Paulo Jorge Figueiredo de Melo. Paula Cristina da Silva Pinto. Paulo Jorge Gordon Pinto. Paula Cristina Batista Costa. Patricia da Ascensão Quental de Sousa. Paulo Jorge da Costa Maia. Paulo Jorge Amaral Monteiro. Patricia Alexandra Nunes Conceição Lima. Ruela dos Santos. Patrícia Isabel Serrão I. Paula Maria dos Santos Fonseca. Paulo Artur da Costa Brandão Sérvolo. Paulo Jorge dos Santos Geraldes. Paula Margarida Martins Silva Lourenço. Paulo Jorge Ferreira Barbosa. Paula Maria Pereira Tinoco. Paulo Jorge Santos Moreira. Paulo Jorge Paradela Meneses. Paulo Fernando Alves Correia. Paulo Jorge da Conceição Domingues. Henriques. Orlando Jorge Teixeira Morais. Paula Rodrigues Azevedo Pereira. Paula Cristina Torres Bispo. Paula Cristina Grade Lopes. Otília Maria Rolo Longo. Paulo Jorge Brás Guerra Moiteiro. Paulina Rosa Vinha da Silva. Paulo Jorge Gouveia da Silva. Orlando Alves da Silva. Paulo Jorge Mendonça Apolónia. Paula Maria Candeias Batista Domingos. Marques M. Paula Nunes de Oliveira. Patricia Aguilar Corwissiano Domingos. Patricia de Jesus Carvalho Poeiras. Patricia Cecília Valentim Ganhão. Paulo Alexandre de Carvalho Santos. Patricia Margarida Sousa Pinto Coimbra. Paulo Alexandre Cunha Lopes. Paulo Jorge Ramalho Cunha. Paulo Alexandre Soares Pinto. Paulo Jorge Cardoso Freire. Paulo Jorge Marques Pires Alves. Paulo Jorge de Sousa Alvito. Paula de Fátima Moreno. Paula Cristina Justino Ventura. Paulo César Rodrigues de C. Paulo Alexandre B. Paulo Alexandre Cavaco Horta. Osvaldo Serafim Moreira Dias. Patricia da Costa Fernandes Talina. Paulo Jorge Henrique da Silva. Octávio Manuel Alves Reis. Paulo da Cunha Fevereiro.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Nuno Ricardo Dionísio de Vasconcelos. Nuno Ricardo Pinto da Silva. Paulo Jorge Gonçalves Cardoso de Almeida. Paulo Jorge Rodrigues Gonçalves. 4145 . Paulo Jorge do Amaral da Costa Lopes. Paulo Jorge Morais Simão. Paula Cristina Fontes Pinto. Paulo Jorge Tavares Pinheiro Grão. Orlando Abilio Dias Viegas. Paulo Jorge Fabião Ferreira. Paula Luisa Pego Simões. Olga Mariza Simões Melro. 2. Patricia Sofia Ferreira Damásio Campos. Paula Cristina Carvalho Véstias. Paulo Alexandre Espírito Santo Almeida. Orlando Manuel Santos Almeida. Nuno Silva Leal Martins. Octávio Manuel da Cruz Miranda Pelixo. Paula Adriana dos Santos Costa. Paula Alexandra Ferreira Fernandes. Paulo Coutinho Mendes. Paula Dias Pereira. Paulo Domingos T. Palmira Maria de Oliveira Maçãs. Orlando João Forjaz da Silva. Paula Marta Rodrigues da Silva Pinto. Paulo Jorge dos Anjos Fragoso. Paulo Jorge Albano. Paulo Filipe Oliveira Ramos. Paula Alexandra Soares Gonçalves. Patricia Alexandra S. Paulo Alexandre Ladeiro Mendonça. Paula Alexandra Lucas Jorge Brás. Paula Cristina Ramos Vieira. Paulo Jorge Frontoura Valdrez. Paula Cristina Ribeiro Rodrigues. Paulo Jorge Azevedo Martins. Sousa Carvalho. Paulo Agostinho da Silva Rodrigues. Patrício dos Santos Costa. Paula Cristina Moreira de Azevedo. Paulo Alexandre Rosa Simão Pato. Paulo César de Carvalho Lopes. Paulo Jorge Leite Machado. Orlando Jorge de Almeida F. Paula Cristina Ramalho do Carmo Guia. Paulo Jorge Gomes da Silva. Lopes. Nuno Ricardo Ventura Miguel. de Almeida. Paula Elisabete de Abibo Moita Janeiro. Paulo Bruno Pereira Francisco. Patricia Falcão Paciência.ª série — N. Olga Marina da Costa Cid. Paulo Caetano Louro Alves Ales. Paulo José Pires Ribeiro. Paulo Alexandre Gorrilhas Monteiro. Paula Alexandra Fonseca Pinto. Patricia Manuela Duarte Crespo. Paulo João Moreira Pires Pinheiro. Patricia Silva e Souza do A. Paulo Jorge Machado Correia Pinto. Paulo Emanuel Ribeiro Assunção. Nuno Tiago Ribeiro Pacheco. Paulo Jorge Moreira Amorim. Paula Cristina Cravo Francisco Brás. Patricia Alexandra Castro Fernandes. Paula Cristina Mateus Azevedo Soares. Paulo Jorge da Silva Marques. Paulo José Nunes dos Santos. Paulo Jorge Gabriel Marques. Óscar Nuno Pereira Pedro Lopes Sampaio. Paulo César Pombo Horta Alfaiate. Paulo Firmino de Barros Gomes. Paulo Joaquim Conceição Gomes. Paula Alexandra Fernandes Coelho.C. Paulo Alexandre Silva Martins. Paulo Jorge Loureiro Martins. Paula Cristina Roios Figueiredo Teixeira. Paula Alexandra Vieira Cristóvão. R. Paula Martins da Silva. Correia. Paula Alexandra P. Orlando Jorge Cruz Dias Gomes. Paulo Jorge Martins Ribeiro Lopes Santos. Patricia Cristina Coelho Marques. Paula da Conceição Afonso Pereira. Paula Alexandra Máximo Morais. de Carvalho Gouveia. Paulo Jorge Carneiro Moniz Robinson. C. Nuno Ricardo Silva Pereira. Paulo César Melo Serra. Octávio Manuel de Oliveira Gil. Paulo Jorge dos Santos Lourenço. Paulo Jorge Mono Moreira. Patricia Maria da Rosa Rodrigues. Paulo Alexandre Frade Jara Ribeiro. Paulo Jorge Nunes Costa.

Paulo Miguel da Ponte Gaspar. Ricardo Jorge Aguiar Teixeira. Pedro Miguel Pratas Serrano. Pedro Jorge da Silva Moutinho. Renato Paulo Sá Ribeiro. Pedro Miguel Ferreira Gonçalves. Ricardo Manuel da Silva Caldas. Pedro Miguel de Sousa Mendes. Pedro Miguel Vicente Cabrito. Pedro Miguel da Conceição Agostinho. Paulo Luis dos Santos Amado. Pedro Rodrigues Araújo Amorim. Ricardo Jorge Duarte Carvalho. Renato Alex Carneiro dos Santos Barqueira. Ricardo Filipe Santos Silva. Pedro Miguel dos Santos Silva. Pedro Castro Rodrigues Santos. Ricardo Manuel Figueiredo de Sousa. Ricardo Jorge Nascimento Leitão. Pedro Miguel Correia Gomes. dos S. Paulo Norberto Rodrigues da Silva. Pedro Manuel Neves de Carvalho. Pedro Manuel Afonso. Ricardo Alexandre Ribeiro Mendes. Pedro António Vilaverde de Barros. Pedro Miguel Vieira Casquinha. Pedro Daniel Leitão Abrantes. Pedro Nuno Falcão Moreira Sousa Silva. Ricardo Jorge Lopes da Silva. Paulo Sérgio Moura. Plácido Portugal da Costa. Renato Filipe Aires Alves Dores Tiago. Ricardo Daniel Honório Ferreira Oliveira. Ricardo Miguel Duarte M. Pedro Miguel Sousa da Mota. Ricardo Jorge Miranda Pereira. Pedro Miguel Moura Santos. Pedro Manuel Maciel Abreu. Pedro Lourenço Neto. Ricardo Jorge Lapa Nunes. Ricardo Bruno Ferreira Garcia. Pedro Miguel Torres dos Santos. Pedro Manuel R. Pedro Miguel Pinto França. Ricardo Jorge Fontes Leite F. Paulo Sérgio dos Santos Perdiz. G. Reinaldo Mendes Matias. Pedro Miguel Gonçalves Oliveira. Pedro Filipe da Silva Pardal. Paulo Sérgio Sousa Silva. Pedro Miguel Rosado Carvalho. Pedro Alexandre Lopes Vaz. Pedro Manuel Martins Barros. Pedro Miguel Plácido Pereira. Ricardo da Silva Mendes Guerreiro. Paulo Sérgio Veríssimo de Almeida. Paulo Nelson Lima da Conceição. Pedro Miguel Marques Centeio. Pedro Joaquim Ferreira Couto. Ricardo Miguel Moreira de Sá Cardoso. Regina Maria de Almeida Soares. Ricardo José Ramos Palma. Paulo Miguel Moura Afonso. Raquel Abreu Gomes Pereira. . Pedro Miguel Ribeiro de Morais Calado. Ricardo Miguel Martins Ferreira. Pedro Filipe dos Santos Costa. Pedro Alexandre Silva Nunes Pereira. Pedro Miguel Melgueira Nascimento. Pedro Miguel Almeida Neves Lopes Gil. Pedro Miguel Henriques Francisco. Paulo José Vaz Lourenço. Ricardo Jorge Loureiro Agostinho. Pereira. Pedro Manuel Gonçalves Domingues. Pedro Jorge Lopes da Silveira Aperta. Paulo Sérgio de Gravato Andrade. Fernandes da Cunha. Pedro Miguel da Silva Rodrigues. S. Pedro Hermínio Correia da Fonseca Rocha. Paulo Miguel Sá Santos. Paulo Miguel Coelho Alves. Pedro Miguel Moreira Pedrosa de Almeida. Pedro António Gonçalves da Silva Moura. Pedro Vasco Costa Lopes. Paulo Rafael da Costa Monteiro. Jesus. Pedro Miguel Ruivo Lopes Cintra.4146 Paulo José Valente Teixeira. Diário da República. Paulo Silvério da Costa Rodrigues. Pedro Miguel dos Santos Bernardo. Pedro Nuno Toscano de Almeida. Pedro Miguel Coelho S. Pedro José Tiago de Sousa. Pedro Miguel Martins Monteiro. Raquel Correia Borges. Pedro Miguel Pires Alves. Paulo Manuel Pedro Cassiano. Pedro Filipe Santos Moreira. Reinaldo Bartolo Teixeira. Ricardo Manuel Calado Guerreiro. Pedro Joaquim Cabral Pinto. Paulo Manuel Rosendo Ameixoeiro. Pedro Filipe Pereira de Carvalho. Pedro Nuno Sales Duque. Paulo Rui Ferreira Gomes. Ricardo João Clemente Lopes. Pedro Miguel Rodrigues Cardoso. Paulo Manuel Quintas Gonçalves. Paulo Martins Uvaldo Salgueiro. Pedro Luis Soares Henriques de Oliveira. Pedro Miguel Oliveira Moreira. Pedro Miguel Alves Soares. Pedro Miguel A.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Pedro Miguel Lopes de Oliveira. Rafael António Marinho Marques. Pedro Miguel Pombo Soares Nunes. Pedro António da Conceição Dias. Paulo Sérgio Barreiro dos Santos. Renato Carlos Oliveira Manuel. Ricardo Jorge de Almeida Carmo. Pedro Alexandre Ramos Afonso Magro. R. Pedro Jorge Ramalho Gonçalves. Pedro Alexandre dos Santos Mendes. Pedro Filipe dos Santos Carvalho. Pedro Miguel Rodrigues dos Reis. de A. Ricardo Jorge Alves Carvalho. Paulo Miguel Neves Martins Correia. Pedro Miguel F. Raquel de Jesus Saragoça Ventura. Pedro Manuel Rato. Pedro Miguel Monteiro Cristóvão. Pedro Jorge Gavinhos Marques. Pedro Nuno Ribeiro Ventura. Paulo Sérgio Paiva Fernandes. Pedro Manuel Rita da Silva. Ricardo António Pereira Liquito. Pedro Alexandre Nogueira Jacinto. de Paiva Martins. Pedro Alexandre Frutuoso Martins Juliano. Pedro Miguel Fonseca Robalo. Pedro Manuel Mendes Ribeiro. Paulo Nuno Marques Lopes. Pedro Leonel Ferreira Lopes. Pedro Nuno Rodrigues de Carvalho.ª série — N. 2. Pedro Miguel Pereira da Silva. Pedro Manuel Amorim Gonçalves. Pedro Miguel Correia Ferrage. Pedro Manuel Reis Valongo. Ricardo Jorge Fernandes Rodrigues. Da Conceição. Ricardo Joel Ferreira Nunes. Pedro Nuno Cordeiro Reis Pousadas. Pedro Miguel Santos Ferreira. Pedro Miguel Seabra Pereira. Ricardo António Lucas Cancela Carvalho. Pedro Miguel Tavares Costa. Pedro Manuel Simões Ferreira. Raquel Filipa da Silva Ferreira. Pedro Monteiro Pinto. Pedro Miguel Mendes da Silva. Marques Gonçalves. Pedro Tiago Lima de Carvalho. Ricardo Jorge Afonso Helena. Regina Alexandra Correia Gomes Fino. Pedro Miguel dos Santos Alexandre. Raquel José Cabrita da Conceição. Ricardo Francisco Martinho de Aguiar.

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009
Ricardo Miguel Subtil Paulino. Ricardo Nuno Galharda da Costa. Ricardo Torres Moreira. Rita da Ascenção Pedro Martins. Rita Inês Cúcio Parada. Rita José Lourenço Oliveira. Rita Mafalda Casqueiro Gonçalves. Rita Manuela Luis Vences Morgado. Rita Maria Gomes Vaz. Rita Marisa Ávila da Silva Reis Pascoal. Rita Sofia Duarte Pereira. Roberto Augusto Ferreira Alves. Roberto José Martins Mota. Rodrigo Filipe Gouveia Batista. Rodrigo Humberto Baptista. Rogério António Melão Alves. Rogério Batista Pimento. Rogério Fernando S. P. Dias da Cruz. Rogério Filipe Monteiro Freire. Rogério Gomes Constantino. Rogério Manuel de Almeida Coelho. Rogério Manuel Ferreira Rosa. Rogério Nuno Gonçalves e Paz. Rogério Paulo de Azevedo Abreu Dias. Rogério Vitor Ferreira da Silva. Rolando Fernandes Rei. Romeu Araújo da Silva. Romeu Martins Prior. Romeu Orlando Pereira Rodrigues. Rómulo Fábio Paiva Moreira. Rosa Angélica de Almeida Pinho. Rosa Barroso Ponteira. Rosa Branca dos Santos Teles Andrade. Rosa de Jesus Biscaia Macedo. Rosa Francisca Aguiar Leitão. Rosa Manuela Monteiro Marinho. Rosa Maria da Silva Oliveira. Rosa Maria Dias Monteiro. Rosa Maria Gonçalves Bravo. Rosa Maria Granja Sampaio de Araújo. Rosa Maria Machado de Brito. Rosa Maria Pinto Mota. Rosa Maria Ribeiro Simões. Rosa Maria Rodrigues Mourato Cândido. Rosa Maria Serra Leite. Rosa Maria Tavares Leite. Rosária de Fátima Vilela Grácio. Rubim José Gouveia Martins Capelinha. Rubino Manuel Melim Bettencout. Rui Alberto de Lemos Albuquerque. Rui Alexandre da Apresentação Ramôa. Rui Alexandre de Sousa Matos. Rui Alexandre Marques A. Silva Azedo. Rui Alexandre Moreira Silva. Rui Alexandre Ramos Isidoro. Rui Aparício M. Ribeiro Lopes Santos. Rui Carlos da Fonseca Relvas. Rui Carlos Moreira Ferreira F. Matos. Rui dos Santos Marques. Rui Eduardo Braz Guerreiro. Rui Filipe Rocha Mogo. Rui Filipe Sequeira Roque. Rui Gonçalo Corwissiano D. Sousa Mamede. Rui Jorge da Mota Pereira. Rui Jorge da Rocha Soares. Rui Jorge Lopes Gonçalves Domingues. Rui Jorge Pepe Costa. Rui Jorge Ribeiro da Silva. Rui Jorge Rodrigues Ribeiro. Rui Jorge Serra da Costa Machado. Rui Jorge Sobral Henriques. Rui Luis Costa Carneiro. Rui Manuel Bernardo Fernandes. Rui Manuel Costa Ribeiro. Rui Manuel da Costa Almeida e Silva. Rui Manuel da Silva Lopes. Rui Manuel da Silva Rocha Pinto. Rui Manuel de Almeida Gaspar. Rui Manuel de Mendonça Lourenço. Rui Manuel Domingos Faustino. Rui Manuel Fernandes de Amorim. Rui Manuel Martins Gomes. Rui Manuel Pinto Gomes. Rui Manuel Prata dos Santos da Silva Neves. Rui Manuel Rato Gabriel. Rui Manuel Ribeiro Carneiro Pereira. Rui Manuel Vicente Antunes. Rui Martinho Figueiredo Correia Baptista. Rui Miguel Amarante Oliveira. Rui Miguel Cabrita Guerreiro. Rui Miguel Carvalho Batista. Rui Miguel Cordeiro de Sousa Ribeiro. Rui Miguel dos Santos Afonso. Rui Miguel Ferreira Marques. Rui Miguel Lino Reis Pedroso. Rui Miguel Lopes Manaia. Rui Miguel Martins Sousa. Rui Miguel Mauricio Matos. Rui Miguel Mocho Galego. Rui Miguel Pereira Nunes Saraiva. Rui Miguel Vidal Palermo. Rui Morgado Fernandes. Rui Nuno Moreira da Silva. Rui Osório Oliveira Pereira. Rui Pedro Chambel Pereira. Rui Pedro da Cruz Carvalho. Rui Pedro da Silva Soto Maior. Rui Pedro Ferreira Coelho. Rui Pedro Machado Gonçalves. Rui Pedro Trancoso Pinto. Rui Sérgio Pires Pinto Batalha. Rui Tiago da Silva e Sá. Rute Alexandra Veiga Amante. Rute Cristina Alves Monteiro. Rute Isabel Reis dos Santos. Rute Marília Lucas Fernandes. Rute Orquídea Carneiro Pimenta. Saidy Guevara Martins Machado. Samuel António Cavaleiro Gonçalves. Samuel de Jesus Oliveira. Samuel de Jesus Oliveira. Samuel Filipe Brites Mendes Pedro. Sandra Andreia Martins Miranda. Sandra Arminda João Seixas. Sandra Carla Guedes Teixeira Ferreira. Sandra Cristina Borges Portelinha Santos. Sandra Cristina da Costa Fernandes. Sandra Cristina da Fonseca Loureiro. Sandra Cristina da Silva. Sandra Cristina dos Santos Cardoso. Sandra Cristina Gonçalves Cunha Martins. Sandra Cristina Henrique Pina. Sandra Cristina Martins. Sandra Cristina Morais Lourenço. Sandra Cristina Neves Pinto. Sandra Cristina Nunes Costa Gaspar. Sandra Cristina Sampaio de Freitas. Sandra Cristina Silva Henriques Lopes. Sandra Cristina Simões Antunes Cardoso. Sandra Cristina Tojal Trigo. Sandra da Conceição Oliveira Saraiva. Sandra Daniela Rodrigues Coutinho. Sandra das Dores Torres de Campos. Sandra Eugénia Carvalho D.S.P. Pereira. Sandra Gonçalves de Sousa. Sandra Isabel Antão Marcelino Neves. Sandra Isabel C.G.B. Ribeiro Barata. Sandra Isabel Cordeiro Montez. Sandra Isabel Cortinhas Machado. Sandra Isabel Duarte Esteves Félix. Sandra Isabel Martins Guerreiro Antunes. Sandra Isabel U. Machado da Silva Neves. Sandra Luiza Ferreira dos Santos. Sandra Madalena Moreira Coelho. Sandra Manuela Azevedo Mirra. Sandra Manuela Freitas Silva Costa. Sandra Margarida M. Magalhães Gonçalves. Sandra Margarida Monteiro Ribeiro. Sandra Margarida Silva Monteiro Cardoso. Sandra Maria Brás Franco. Sandra Maria Coelho Maneiras Fialho. Sandra Maria Costa Pereira.

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Sandra Maria da Costa Batista e Simas. Sandra Maria Lopes Dias. Sandra Maria Miranda de Almeida. Sandra Maria Moreira Leitão da Silva. Sandra Maria P. M. de Albuquerque Costa. Sandra Maria Reis Costa. Sandra Maria Sanches Folgado Vilela. Sandra Maria Simões Antunes. Sandra Marisa Amaral C. Nunes Santos. Sandra Marisa Ferreira Queirós. Sandra Marisa Morais Machado de Oliveira. Sandra Marisa Moreira Vaz. Sandra Marisa Reis Ferreira. Sandra Martins Louro Quintas Páscoa. Sandra Mendes Marques de Lobato. Sandra Patricia Dias Marinho. Sandra Paula Rainho Ribeiro. Sandra Sofia Ferreira Salgado. Sandra Vera Moura Galinha. Sandrine Azevedo. Sandro Filipe Vieira Bessa. Sandro Hugo de Carvalho Bela. Sandro Ricardo Curvo Semedo Maia Leão. Sara Cristina Fragoso Mendes. Sara Cristina Salvado Lopes. Sara Isabel da Silva Almeida. Sara Josefina Montenegro Pinto Queirós. Sara Margarida de Oliveira Fernandes. Sara Marlene Casimiro Tibúrcio. Sebastião Nicolau Mesquita. Serafim Rui Santos Sousa. Sérgio Alberto Costa Oliveira. Sérgio Alexandre Castelo Branco Patrício. Sérgio Araújo Cunha. Sérgio Carlos Soares dos Santos. Sérgio Daniel Cabral Marques. Sérgio Dias Pinto. Sérgio Fernando Fangueiro. Sérgio Fernando Palhinha Alves. Sérgio Fernando Preto de Brito. Sérgio Filipe Cardoso Mouco. Sérgio Filipe de Freitas Henriques. Sérgio Frederico Calheiros de Almeida. Sérgio João da Conceição Alves. Sérgio José da Silva Santos. Sérgio José Neiva Rebelo. Sérgio Manuel Calado Gonçalves. Sérgio Manuel da Conceição Luis. Sérgio Manuel de Oliveira Martins. Sérgio Manuel Ferreira dos Santos. Sérgio Manuel Ferreira Tavares. Sérgio Manuel Gomes Salgueiro. Sérgio Manuel Maneiras Laranjinho. Sérgio Miguel da Costa Lucas. Sérgio Miguel Ferreira Santarém. Sérgio Miguel Martins Félix. Sérgio Nuno de Matos Branco. Sérgio Nuno Proença Rodrigues. Sérgio Paulo Dias Fontes. Sérgio Paulo Moreira Pinheiro. Sérgio Paulo Pereira Coelho. Sérgio Paulo Ribeiro Jacinto. Sérgio Paulo Simões de Carvalho. Sérgio Paulo Valente Alcântara. Sérgio Ricardo Mendes Garcia. Sérgio Santos Barata Luis. Sérgio Saraiva de Oliveira. Sérgio Suzano da Costa. Severo Ramires Branco Santos Silva. Sibia Moreira Gomes Barreto de Oliveira. Silvia Carina de Almeida Neves. Silvia Clara Pereira Figueira. Silvia Cláudia Tavares Morgado Barbosa. Silvia Cristina Comendinha Fortes Tomás. Silvia Cristina Ribeiro Couto. Silvia Cristina Saraiva Braz. Silvia de Castro Paço Nascimento. Silvia de Freitas Franco. Silvia Isabel Pires Campino. Silvia Manuela Oliveira Cardoso. Silvia Maria Barbosa Barroso.

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009
Silvia Maria da Costa Lopes. Silvia Maria Fazendeiro Duarte Ferrão. Silvia Maria Giovetty da Silva Jesus. Silvia Maria Moura França Ferreira. Silvia Maria Neves Abrantes Sanches. Silvia Miranda Ferreira. Sílvia Paula Jorge de Carvalho. Silvia Sofia Moreira dos Santos Almeida. Silvia Sofia P. M. Silva da Conceição. Silvia Susana dos Santos Gameiro. Sílvio José Ribeiro de Carvalho. Simão José da Conceição Vieira. Sofia Amoroso Lopes Moreira Pais S. Pinheiro. Sofia Batista Martins. Sofia Cristina de Gouveia Rodrigues. Sofia Goreti da Silva Cunha. Solange de Barros Correia Lopes Simões. Sónia Alexandra Basílio Mendes. Sónia Alexandra Bastos Ferreira. Sónia Alexandra Rosa Lage. Sónia Andreia Alves Lopes. Sónia Cristina Brito Teixeira. Sónia Cristina Castro Carvalho. Sónia Cristina Gonçalves Veiga. Sónia Cristina Nunes Azevedo Abreu. Sónia Cristina V. Ferreira Gonçalves. Sónia de Jesus Fontes Nunes. Sónia Isabel Bizarro Silva Rodrigues. Sónia Isabel Paiva Sequeira. Sónia João Fonseca da Silva. Sónia Maria da Rocha Martins. Sónia Maria de Abreu Figueiredo. Sónia Maria Figueiredo Paulo Raposo. Sónia Maria Martins de Barros. Sónia Maria Sequeira Piteira Ribeiro. Sónia Marina Oliveira Botelho Mourão. Sónia Marina Pimentel Santos Inocêncio. Sónia Marisa Figueiredo Cardoso. Sónia Marisa Figueiredo Cardoso. Sónia Patricia Guerreiro. Sónia Ribeiro Ferreira. Sónia Sofia Dias do Carmo Matos. Soraia Alexandra Varanda Alves. Susan Christina Lopes Grosso. Susana Alexandra Ferreira Carneiro. Susana Carina Teixeira Pichel. Susana Clara de Oliveira Isabel. Susana Cristina Correia Belchior. Susana Ferreira de Matos. Susana Gabriela da Costa Marta. Susana Gomes de Almeida Morais. Susana Isabel Pinto Cardoso. Susana Isabel Teixeira de Sousa. Susana Joaquina Rebelo Alves Cordeiro. Susana Lopes Cardoso Teixeira Ferreira. Susana Margarida Almeida dos Santos. Susana Margarida dos Santos Umbelino. Susana Margarida Silva Moutinho Magalhães. Susana Maria Azevedo Gonçalves Pereira. Susana Maria da Costa Mendes. Susana Maria da Silva Oliveira. Susana Maria da Silva Rafael Martins. Susana Maria da Silva Teixeira. Susana Maria de Almeida Junça Monteiro. Susana Maria Ferreira Silva. Susana Maria Gomes Ferrão de Melo. Susana Maria Martins Carvalho. Susana Maria Oliveira Magalhães. Susana Maria S. R. Zimbarra Almeida Botas. Susana Maria Santos M. Oliveira Silva. Susana Milene Moreira de Oliveira. Susana Mónica Santos Oliveira. Susana Natália Vieira Veloso. Susana Patricia Machado Gomes. Susana Paula Calapez Lourenço. Susana Paula Dias Chaves. Susana Raquel de Jesus Costa Pinto. Susana Rita Silva Daniel. Susana Sofia Godinho Simões. Susana Tavares Martins Ferreira. Suse Marina Alves da Costa.

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009
Suzana Maria Matos Pimenta Neves. Suzete Maria Monteiro Cinos Farizo. Suzi Carla Simões Góis. Suzi Paula Pinto Correia. Tânia Isabel Almeida Pereira. Tânia Marina Carvalhais Mota. Tânia Marisa Marques das Neves. Tânia Sofia Casaleiro do Carmo. Tânia Vanessa Correia da Cunha Rebelo. Telma Alexandra Oliveira e Pereira. Telma Dantas Silva Cruces. Telma Maria Monteiro Guerreiro Costa. Telmo Leandro Ferreira Mesquita. Telmo Ricardo Fernandes Morais Teixeira. Teófilo Dinis Batista Preto Pereira. Teresa Alexandra Afonso Ruivo. Teresa Catarina Monteiro Lopes Courinha. Teresa Cláudia Carvalho Cunha. Teresa Cristina de Oliveira Martins. Teresa Cristina G. Almeida Pereira Silva. Teresa de Jesus Dias Nunes. Teresa de Jesus Pereira Ferreira. Teresa de Lima Santos Ribeiro. Teresa Luisa da Rocha Moreira Dias. Teresa Manuela Pinto Pereira. Teresa Maria Custódio Teixeira. Teresa Maria da Cruz Alves. Teresa Maria Rodrigues Azevedo Pereira. Teresa Maria Rodrigues Jorge. Teresa Maria Saraiva Ramos de Almeida. Teresa Patricia F. A. Temudo. Tiago Alexandre Lagarto Barrelas. Tiago Alexandre P. P. Calado Realinho. Tiago Filipe Santos Monteiro. Tiago Francisco Nunes Teixeira. Tiago Manuel Mauricio Vitorino. Tiago Manuel Nogueira de Carvalho. Tiago Miguel Antunes Teotónio. Tiago Miguel Cordeiro Costa. Tiago Miguel Lopes Ferreira. Tiago Miguel Pedra Machado Alves. Tiago Miguel Silvares Lopes. Tiago Nuno Pereira da Silva. Tiago Pereira Valente. Tiago Rafael Pereira Duarte. Tiago Rodrigo Nogueira Amaro. Tiago Vaz Sousa. Tito Castro dos Santos. Tolentino J. Silva Pacheco. Toni Sérgio Durães Henriques. Tony Augusto Máximo Pascoal. Valdemar Esteves Bernardes. Valdemar Fernando Coelho Ataíde. Valter Afonso Gonçalves dos Santos. Vanda Carina Marques da Silva. Vanda Maria Fernandes Imperial. Vanda Sofia dos Santos F. Rodrigues. Vanessa Ferreira Borges Gerardo. Vânia Conceição Arriaga Geadas. Vânia Cristina Fernandes Portugal. Vasco Alexandre Gonçalves Policarpo. Vasco Bernardo Diogo Montez. Vasco Gonçalves Pereira de Oliveira. Vasco Luis dos Santos Cardigos. Ventura Manuel Guibarra Lança. Vera Alexandra Cardoso Sá. Vera Liliana Seixeiro da Rocha. Vera Lúcia da Fraga Gomes de Carvalho. Vera Lúcia dos Santos Matias de Andrade. Vera Lúcia Oliveira Rodrigues. Vera Lúcia Simões Medeiro. Vera Maria Rodrigues Ferreira. Vera Mónica Neves Ventura. Verónica Assunção C. G. Barbosa. Victor Amadeu Meireles Amorim e Sá. Victor Ferreira Muge dos Santos Morgado. Victor Manuel Alves Dias. Victor Manuel Alves dos Santos. Victor Manuel Cunha Melo. Victor Manuel Nunes da Costa. Victor Manuel Ramos Ribeiro. Victor Manuel Reis Balcinha Nascimento. Victor Manuel Rodrigues Gonçalves. Virgilio da Costa da Silva Pais. Virgilio Manuel da Silva Piloto Móia. Virgínia Conceição Saraiva Lourenço. Virgínia Matilde Lopes Moreira. Vitor Ângelo Santimano Sequeira. Vitor Carlos da Silva Mendes. Vitor Fernando Correia dos Santos. Vitor Filipe Martins Malheiro. Vitor Gonçalves Barata. Vitor Hugo Cabral Pires Vieira da Silva. Vitor Hugo Faustino Nunes. Vitor Hugo Lopes Bernardes. Vitor Manuel Abrantes de Matos. Vitor Manuel Aires Taveira. Vitor Manuel Albuquerque Pinto. Vitor Manuel Alves Brites. Vitor Manuel Barbosa Fonseca. Vitor Manuel Bastos Correia. Vitor Manuel Charters L. Rijo Faritas. Vitor Manuel Coelho Pires. Vitor Manuel Costa Sabino. Vitor Manuel Cracel Machado. Vitor Manuel da Costa Pinto. Vitor Manuel da Silva Oliveira. Vitor Manuel Fernandes. Vitor Manuel Fernandes dos Reis. Vitor Manuel Gomes dos Santos. Vitor Manuel Gonçalves Ferreira. Vitor Manuel Magalhães de Sousa Alves. Vitor Manuel Moreira Martins. Vitor Manuel Pereira Rodrigues. Vitor Manuel Ribeiro Rodrigues. Vitor Manuel Serra Teixeira. Vitor Miguel da Silva Marques. Vitor Miguel Pereira da Silva. Vitor Ricardo Antunes Nunes. Vitor Rodrigo Miranda Pinheiral. Vitória Barroso Fernandes Rodrigues Pinto. Vladimiro de Sousa Gomes Cravid. Walter António Fernandes dos Santos. Zacarias Fernandes Lopes Louro. Zélia Margarida Antunes Marques.

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Direcção-Geral das Actividades Económicas
Despacho n.º 3526/2009 Pelo meu Despacho n.º 99/2009/DG, de 19 de Janeiro de 2009 e de acordo com a fundamentação da proposta de nomeação apresentada pelo Júri do procedimento concursal para provimento do cargo de direcção intermédia de 1.º grau, para Director de Serviços, ao abrigo do n.º 8 do artigo 21.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro, na redacção dada pelo artigo 2.º da Lei n.º 51/2005, de 30 Agosto, e artigo 29.º da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro, foi nomeado, em comissão de serviço, por três anos, renováveis por períodos iguais de tempo, para o cargo de Director de Serviços para a Inovação e Competitividade Empresarial (DSICE), o licenciado José António de Magalhães Barros Feu do quadro de pessoal da ex-Direcção-Geral da Indústria. O Júri entendeu como relevante, para além da adequação das habilitações académicas, a sua experiência profissional, do ponto de vista técnico do concurso, quer no desempenho de funções de direcção, bem como a qualidade da formação profissional apresentada. Na entrevista profissional foram evidenciadas excelentes qualidades profissionais, ao nível da motivação, tendo demonstrado muito interesse no desempenho das funções de dirigente e um excelente sentido crítico nas situações apresentadas. Expressou-se com muita clareza e fluência verbais. De realçar os conhecimentos profundos e a qualidade de experiência que detém na área da inovação e competitividade empresarial, bem como o conhecimento da organização e coordenação evidenciada pelas participações em que representou, designadamente a Direcção-Geral das Actividades Económicas, em comissões, em grupos de trabalho, conferências internacionais e em Júris, que permitam garantir que o seu desempenho será eficaz, conforme se poderá verificar na nota curricular anexa, que faz parte integrante do presente despacho. 19 de Janeiro de 2009. — O Director-Geral, Mário Lobo.

em 2007 foi nomeado em regime de substituição. essencialmente.º. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. relativos à Acção «Alteração de modos de produção agrícola». Este sistema de recepção de candidaturas mantém-se em vigor na campanha de 2009. que estabelece as regras de execução daquele Regulamento. nomeadamente as medidas 5 e 6 relativas ao Associativismo e às Parcerias Empresariais. no âmbito da Comissão Europeia. 2. e no que respeita ainda ao PRODER o presente despacho normativo abrange. das ajudas às superfícies e das ajudas aos animais. que estabelece as regras comuns para os regimes de apoio directo no âmbito da Política Agrícola Comum e institui determinados regimes de apoio aos agricultores. os pedidos de apoio que.4150 Síntese Curricular Diário da República. também. especificamente no âmbito das indústrias culturais e criativas. para o eixo Emprego e Qualificações. junto das direcções regionais de agricultura e pescas (DRAP) e de outras . designadamente em termos de realização de controlos administrativos cruzados.º 796/2004. aconselha a que as respectivas declarações de candidatura e de cultura ou de superfície devam também ser feitas no PU 2009. os seguintes pedidos de apoio/pagamento: pedidos relativos à Medida «Manutenção da actividade agrícola em zonas desfavorecidas». nas datas e nos períodos estipulados. Nestes termos. Qualidade.ª série — N. a formalização daqueles pedidos é feita. Anti-dumping. Responsável desde 1995 pelo Comité REC — Regulamento de Entraves ao Comércio. à Acção «Protecção da biodiversidade doméstica» da Medida «Valorização dos modos de produção» e ou às componentes agro-ambientais e silvo-ambientais da Medida «Intervenções territoriais integradas». DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS Gabinete do Secretário de Estado Adjunto. no 1. de acordo com o previsto no SIGC. da Direcção-Geral das Actividades Económicas. Gestão Pública. da Comissão. de 7 de Dezembro. no continente. No quadro do processo de reestruturação e de modernização da Administração Pública. Licenciatura em Engenharia Química Industrial (IST-1972). em regime de substituição. prevê nos artigos 22. nos termos do Regulamento (CE) n.º 885/2006. Integrou a equipa do Ministério da Indústria e Energia para os trabalhos da Presidência Portuguesa da CEE. Programas de Incentivos. no Serviço de Política Comercial. desde 2004. com a responsabilidade de concertar os interesses da indústria portuguesa com as políticas comercial e aduaneira da CEE. Estágio curricular no Laboratório da Mobil Oil Portuguesa em Cabo Ruivo. representante do Ministério da Economia e da Inovação na Agenda Europeia para a Cultura. relativamente ao Plano Nacional de Acção para o Crescimento e Emprego (PNACE). são declarados no pedido único de ajudas (PU 2009). de 23 de Abril de 2008. Anti-subvenção e Antipráticas ilícitas.º 24/2008. Segurança e Higiene no Trabalho.º 4/2009 O Regulamento (CE) n. do Conselho.º 1782/2003. de 29 de Setembro. que os agricultores apresentem anualmente os pedidos de ajudas e os pedidos de apoio. Delegado Nacional do Comité da Indústria e do Ambiente Empresarial (CIBE). Ambiente. com as necessárias adaptações. Com a nova orgânica da Direcção -Geral da Indústria é nomeado em 1993 Chefe de Divisão do Serviço de Competitividade Industrial. Licenciado em Engenharia Química Industrial em 1972. respectivamente. São igualmente apresentados no PU 2009 os pedidos de pagamento relativos às confirmações dos compromissos às medidas agro-ambientais que se encontram ainda em vigor no âmbito da aplicação do Plano de Desenvolvimento Rural para a Região Autónoma da Madeira (PDRu/M). nas áreas dos Assuntos Europeus.º 1975/2006. também. no âmbito do PRODERAM. pelo Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA) e pelo Fundo Europeu Agrícola para o Desenvolvimento Rural (FEADER). os pedidos de pagamento para os pedidos de apoio previamente aprovados. entidade na tutela do então Ministério do Comércio e Turismo. de 21 de Junho. até à actualidade. tendo ingressado em 1973. tendo sido Chefe de Divisão de Produtos Químicos. da utilização de metodologias. a optimização da gestão integrada de outras ajudas. da Agricultura e das Pescas Despacho normativo n. bem como na sua recolha online. bem como formação. Possui diversos trabalhos publicados e cursos de especialização.º 1290/2005. curso de Integração Europeia (INA-1985) e curso de Alta Direcção na Administração Pública. e os pedidos relativos à medida designada de apoio específico aos agricultores em regiões desfavorecidas e às medidas agro-ambientais. torna-se imprescindível.º semestre de 2000. de 2000 a 2002. pelo Instituto Superior Técnico. Com a criação da Direcção-Geral da Empresa. até à actualidade. e das comunicações de alteração de uso das parcelas classificadas como pastagens permanentes. até à actualidade. tendo sido nomeado Chefe de Divisão em 1991. os procedimentos e os prazos para a apresentação dos pedidos de autorização para permuta e ou de alteração de uso. se tal se justificar. desde 2004 até à actualidade. na consolidação. em Lisboa. foi nomeado em 2004. Emprego. Delegado Nacional do Comité eBSN (Rede de apoio ao e-Business nas PME). no âmbito deste programa sejam apresentados à Acção «Alteração de modos de produção agrícola». entre 1984 e 1988. acompanhando os Comités Origem. Desde Janeiro de 2008. Por outro lado. de 1 de Fevereiro. Inovação e Empreendedorismo (CIIE) no âmbito da OCDE. complementar e secundário. no âmbito da DG Indústria e Empresa da Comissão Europeia. muito embora em formulário distinto (PAS 2010). de Nível Avançado (INA-2004). Com a criação da Direcção-Geral das Actividades Económicas. tendo aí completado os estudos do ensino básico. de 21 de Abril.ª série. Integrou a equipa do Ministério da Economia para os trabalhos da Presidência Portuguesa da União Europeia. Relações Internacionais e Informática. Além disso. Ingressou em 1989 na Direcção-Geral da Indústria. pelas entidades a quem. posteriormente designado Comité da Indústria.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Director do Serviço da Inovação e Competitividade Empresarial. que se traduziu. do Conselho. Representante em 2006 e 2007 do Ministério da Economia e da Inovação nas reuniões bilaterais Portugal/Comissão Europeia. A fim de permitir manter actualizados os dados do sistema de registo da identificação dos beneficiários.º. com a redacção que lhe foi dada pelo despacho normativo n. Representante do Ministério da Economia e da Inovação na Comissão Interministerial de acompanhamento do Plano Nacional de Emprego (PNE) desde 2005. e em consonância com o que se encontra previsto no Regulamento (CE) n. publicado no Diário da República. financiados. de procedimentos e do calendário de candidaturas. relativo ao financiamento da política agrícola comum e do Regulamento (CE) n. para o efeito. ainda. Projectos e Investimentos. com o objectivo de optimização. com as anteriores competências e ainda com uma nova área relacionada com a dinamização da ferramenta “benchmarking”. que os novos beneficiários procedam à declaração dos respectivos elementos de identificação no acto da formalização da candidatura e que os antigos beneficiários alterem ou completem os respectivos elementos de identificação constantes na base de dados. de 21 de Junho. da Comissão. de tramitação. num pedido único (PU). No que respeita ao Programa de Desenvolvimento Rural do Continente (PRODER) e ao Programa de Desenvolvimento Rural da Madeira (PRODERAM). de acordo com as regras do sistema integrado de gestão e de controlo (SIGC). 2. foi implementado. Competitividade e Inovação Empresarial. no âmbito da Estratégia de Lisboa. Responsável pela coordenação e acompanhamento de medidas de incentivo no âmbito do PRIME. Director do Serviço da Competitividade Empresarial. que incluiu participação em projectos comunitários e divulgação de boas práticas no sentido da melhoria da competitividade industrial. todas no âmbito do PRODER. Em conformidade com o previsto no despacho normativo n. em 2007. Tecnologias da Informação e da Comunicação.º semestre de 1992. no Gabinete de Estudos Económicos da Comissão Reguladora dos Produtos e Farmacêuticos. no 1. pelo presente despacho estabelecem-se.º 7/2005. desde 2004 até à actualidade. Os pedidos abrangidos pelo presente despacho normativo são recepcionados. um novo sistema de recepção de candidaturas. Nasceu a 29 de Agosto de 1949 em Portimão.º e 26. em conjugação com o artigo 1. forem delegadas funções ao abrigo do Regulamento (CE) n. possuindo na Administração Pública a categoria de Assessor Principal. da Comissão. Vogal efectivo do Conselho Técnico Aduaneiro desde 1998. Director do Serviço para a Inovação e Competitividade Empresarial. à Acção «Protecção da biodiversidade doméstica» da Medida «Valorização dos modos de produção» e ou às componentes agro-ambientais e silvo-ambientais da Medida «Intervenções territoriais integradas». Delegado Nacional do Benchmarking Competitiveness Group (BCG).

os beneficiários devem proceder à confirmação de todos os dados pré-preenchidos que constam dos respectivos formulários. caso já possuam número de identificação do IFAP e pretendam alterar os dados relativos à sua identificação. b) Prémio específico à qualidade do trigo duro. l) Prémio por vaca em aleitamento e prémio nacional suplementar. 1.º efectua-se através de recolha informática directa. e) Ajuda às culturas energéticas. pelo IFAP e. previsto no Regulamento (CE) n.º 1782/2003. t) Pedidos de apoio/pagamento relativos ao apoio específico aos agricultores em regiões desfavorecidas (do Programa de Desenvolvimento Rural da Madeira — PRODERAM). r) Pedido de pagamento relativo às Acções «Alteração de modos de produção agrícola» e «Protecção da biodiversidade doméstica» da Medida «Valorização dos modos de produção» (PRODER). c) POSEI — declaração das parcelas da exploração e das respectivas áreas e ocupações culturais para a produção de frutas. neste contexto. de 13 de Janeiro. h) Pagamento específico para o algodão. b) As áreas de vinha nos casos em que o beneficiário apresentou candidatura ao abrigo do Regulamento (CE) n. do azeite e de azeitona de mesa. u) Pedidos de apoio/pagamento às medidas agro-ambientais (PRODERAM).º 19 — 28 de Janeiro de 2009 entidades que. quer na apresentação daqueles pedidos quer na apresentação dos pedidos de autorização para permuta e ou de alteração de uso e das comunicações de alteração de uso das parcelas classificadas como pastagens permanentes.º 2/2009. nos seguintes períodos e nos seguintes prazos: a) De 16 de Fevereiro a 15 de Maio de 2009. com discriminação das respectivas áreas de bananal (RAM). v) Pedidos de pagamento relativos às confirmações dos compromissos às medidas agro-ambientais que se encontram ainda em vigor no âmbito da aplicação do Plano de Desenvolvimento Rural para a Região Autónoma da Madeira (PDRu/M).º Pedido único de ajudas 1 — O pedido único de ajudas (PU) está sujeito ao sistema integrado de gestão e de controlo (SIGC). n) Prémio por ovelha e por cabra e prémio complementar. no âmbito do sistema integrado de gestão e de controlo: a) Os animais relevantes para efeitos dos pedidos de apoio/pagamento relativos à manutenção da actividade agrícola em zonas desfavorecidas (continente). a tramitação. q) Pedidos de apoio/pagamento relativos à manutenção da actividade agrícola em zonas desfavorecidas (do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente — PRODER). junto das direcções regionais de agricultura e pescas (DRAP) e das organizações de agricultores reconhecidas para o efeito. b) De 16 de Fevereiro a 30 de Abril de 2009.º efectua-se. c) Prémio às proteaginosas. i) Ajuda transitória ao tomate. 4151 1. do arroz. para o efeito. seguindo a metodologia. para os pedidos que não incluam a candidatura ao prémio por ovelha e por cabra e ao prémio complementar previstos na alínea n) do n. em execução do Regulamento (CE) n.2 — No pedido único de ajudas devem ainda ser indicadas as declarações para efeitos de candidatura aos pagamentos complementares. c) Até 30 de Setembro de 2009. I. b) POSEI — declaração das áreas para a produção de frutas.Diário da República. Artigo 3. b) Proceder. Artigo 2. abrangidos pelo artigo 69. ao abrigo do despacho normativo n. no continente. determinar as competências.º 1 do artigo 1. f) Pagamento por superfície para os frutos de casca rija. à Acção «Protecção da biodiversidade doméstica» da Medida «Valorização dos modos de produção» e ou às componentes agro-ambientais e silvo-ambientais da Medida «Intervenções territoriais integradas». com assinatura pelos requerentes dos correspondentes suportes em papel. da Comissão.º 2 — A formalização do pedido único de ajudas e dos pedidos de apoio referidos nos n. hortícolas e flores (RAM) no âmbito da fileira das frutas. . e a fim de este número lhes ser atribuído. do Conselho. são apresentados num formulário específico (PAS 2010). as normas gerais associadas à função delegada no âmbito da recepção de formulários. em particular. g) Ajuda ao tabaco. s) Pedido de pagamento relativo às componentes agro-ambientais e silvo-ambientais da Medida «Intervenções territoriais integradas» (PRODER). datas e prazos para a apresentação dos pedidos 1 — A formalização do pedido único de ajudas e dos pedidos de apoio referidos nos n. 1. os procedimentos e os calendários que devem ser respeitados e tidos em conta por todos os intervenientes. junto das entidades que venham a ser designadas competentes para o efeito.os 1 e 2 do artigo 1. a metodologia. p) POSEI — Ajuda ao abate [Região Autónoma da Madeira (RAM)]. venham a ser reconhecidas pelo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas.º 796/2004.º 1 do artigo 1. bem como as alterações de aumento de área ou de efectivo pecuário elegível para pagamento em pedidos anteriormente aprovados no âmbito do PRODER. no âmbito da fileira dos produtos biológicos. através de recolha informática directa. k) Ajuda às forragens secas. A recepção é realizada através de recolha informática directa e da assinatura dos correspondentes suportes em papel. o respectivo formulário de identificação e assinar o correspondente suporte em papel. à alteração dos dados constantes do respectivo formulário de identificação e assinar o correspondente suporte em papel.1. forem divulgadas pelo IFAP. de bovinos e de ovinos e caprinos. de 21 de Abril. de 21 de Abril. na RAM. ao apoio específico aos agricultores em regiões desfavorecidas (RAM).º Local. 2 — As alterações referidas no número anterior são efectuadas de acordo com os procedimentos estabelecidos para a recepção do formulário do pedido único de ajudas e até 31 de Maio de 2009. junto das respectivas entidades competentes. dos produtos hortícolas e das flores. hortícolas e flores segundo o modo de produção biológico (RAM).1 — No pedido único de ajudas devem também ser indicadas: 1. da Comissão. 2 — Os pedidos de apoio à Acção «Alteração de modos de produção agrícola». Assim. e na Região Autónoma da Madeira (RAM).1 — As declarações de superfícies e as declarações de cultura referentes aos seguintes regimes de ajudas: a) POSEI — declaração das áreas de vinha destinadas à produção de vinhos (RAM). sem prejuízo da eventual implementação de uma recepção desmaterializada. do Conselho. 2. sem prejuízo dos formalismos a observar. de 29 de Abril. o) POSEI — Medida n. os beneficiários devem: a) Preencher. P. m) Prémio ao abate.º 796/2004. nomeadamente organizações representativas de agricultores.º Alterações aos pedidos 1 — Após a data limite para apresentação do pedido único de ajudas podem ser feitas alterações ao mesmo em conformidade com o previsto na regulamentação comunitária.º. d) Pagamento específico para o arroz. através de recolha informática directa. determino o seguinte: Artigo 1. de 29 de Setembro. j) Ajuda às sementes (certificadas). bem como para efeitos dos pedidos de pagamento às medidas agro-ambientais e ou silvo-ambientais.2 — As áreas afectas a pastagens permanentes.3 — No pedido único de ajudas devem também ser declarados. no respectivo acto de recepção.º. Importa. 3 — Antes da formalização dos respectivos pedidos. com discriminação obrigatória das áreas de pastagens permanentes semeadas biodiversas ricas em leguminosas. 1. das normas de procedimento que. (IFAP).os 1 e 2 do artigo 1. para os pedidos que incluam a candidatura ao prémio por ovelha e por cabra e ao prémio complementar previstos na alínea n) do n. d) POSEI — declaração de intenção de beneficiar da ajuda à banana.ª série — N.º 1 «Apoio base aos agricultores madeirenses». os procedimentos e os calendários definidos para o pedido único de ajudas (PU).º 1 do artigo 1. e inclui os seguintes regimes de ajudas: a) Regime de pagamento único. com recurso ao cartão de cidadão. a declaração de participação no prémio ao abate ou na ajuda ao abate previstos nas alíneas m) e p) do n. 4 — No acto da formalização dos pedidos.1. a tramitação. para o efeito. nos termos a divulgar pelo IFAP. e previstos em regulamentação específica para os produtores dos sectores das culturas arvenses. caso ainda não possuam número de identificação do IFAP.º do Regulamento (CE) n. no caso de eventual implementação de uma recepção desmaterializada. com recurso ao cartão de cidadão e com observância.º 479/2008.

do Parlamento Europeu e do Conselho.º.º do presente despacho. 2 — As entidades referidas no número anterior devem proceder à entrega.º 3528/2009 O Decreto-Lei n. da Agricultura e das Pescas. da mesma carreira e mapa.º Artigo 9. no caso das Regiões Autónomas. Luís Medeiros Vieira. a qual deve ser efectuada nos 10 dias seguintes à ocorrência que determinou a substituição.º 24/2008. durante o mês de Junho.º do presente despacho normativo e termina na data da apresentação do pedido de ajudas do novo titular dos direitos.º Datas e períodos de candidatura à reserva nacional e de transferência e cedência de direitos referentes aos sectores dos bovinos. 3 — As candidaturas à reserva nacional relativas aos direitos ao prémio por vaca em aleitamento a efectuar ao abrigo do despacho normativo n.º do presente despacho normativo. devendo o técnico receptor apor. Artigo 5. de 6 de Novembro. Artigo 8.º 55/2005. 13 de Janeiro de 2009.º do citado diploma.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 pena de não aceitação por parte do IFAP. posicionada no escalão 1.º 20/2008. de 29 de Julho. devem ser entregues no IFAP. até 21 de Julho e.º e 30. devem ser apresentadas de 1 a 30 de Setembro de 2009. 2 — As candidaturas à reserva nacional relativas aos direitos ao prémio por ovelha e por cabra para o 2. ao prémio por vaca em aleitamento e ao prémio por ovelha e por cabra. e sobre a data de recepção o carimbo da respectiva entidade receptora. na categoria de assessor. junto das entidades referidas no artigo 2. bem como o suporte em papel da identificação do beneficiário. Artigo 4. a qual deve ser efectuada nos 20 dias seguintes à ocorrência que determinou a substituição. que estabelece o código comunitário relativo aos medicamentos veterinários. Artigo 6.ª série — N. pelas entidades referidas no artigo 2. 3 — Os formulários referentes às transferências e às cedências de direitos.º período de atribuição anual e aplicáveis ao ano de 2010. de 27 de Julho. Artigo 7. no caso dos pedidos do continente.º 7/2005.º. que determina os critérios de isenção da receita veterinária para determinados medicamentos veterinários aplicáveis a animais produtores de alimentos.os 2 e 3 do artigo 4. a assinatura e o carimbo da entidade receptora que procedeu à sua recolha. com a redacção que lhe foi dada pelo despacho normativo n. no prazo de 35 dias. de 18 de Abril.º Prazos de entrega no IFAP 1 — O suporte em papel de cada pedido. tendo direito à remuneração pela nova categoria e escalão desde a data da cessação do exercício de funções dirigentes em 31-03-2007. 21 de Janeiro de 2009. com excepção do disposto no artigo 7. com o parecer prévio previsto no n. quando se tratar de abates compulsivos ou de abates de emergência. no IFAP. de 10 de Março. dos pedidos e das comunicações referidas no número anterior.º 2004/28/CE.º 142/2006. ovinos e caprinos 1 — As candidaturas à reserva nacional relativas aos direitos ao prémio por ovelha e por cabra para o 1. e a Directiva n. sobre a sua assinatura. devidamente assinado e rubricado por este. no caso dos pedidos da RAM. pelas entidades referidas no artigo 2. bem como das comunicações 1 — Os pedidos de autorização para permuta e ou de alteração de uso. índice 610.º do despacho normativo n. alterada pela Lei n. — A Directora de Serviços.º 148/2008. transpõe para ordem jurídica interna a Directiva n. a contar da data da respectiva submissão electrónica. do Desenvolvimento Rural e das Pescas. os dados informativos relacionados com a substituição de animais inscritos para o prémio por ovelha e por cabra ser remetidos ao IFAP no prazo de 10 dias úteis a contar da data da substituição.º 2001/82/CE. Ana Cristina Veloso de Basto Ucha Lopes foi nomeada nos termos do artigo 29. e revoga os Decretos-Leis . pelas entidades referidas no artigo 2. no prazo de 15 dias a contar da data da sua recepção. e o despacho normativo n. devem ser remetidos ao IFAP. da Comissão de 11 de Dezembro. até ao dia 20 de Outubro de 2009.º do despacho normativo n.º 2/2004. no que concerne à Região Autónoma dos Açores. 4 — As comunicações relativas a alterações de efectivos devem ser efectuadas nos seguintes prazos: a) As respeitantes a ovinos/caprinos devem ser remetidas ao IFAP no prazo de 10 dias úteis a contar da data da ocorrência que motivou a redução de efectivo. devendo.º 25/2005.º 24 do anexo II ao despacho normativo n.º devem ser remetidas ao IFAP. sendo a mesma responsável pela verificação da existência de todos os elementos constitutivos e formalmente exigidos e pela respectiva entrega atempada de forma organizada e segura. 2.º e. — O Secretário de Estado Adjunto. por força do disposto no n. de 31 de Março. a técnica superior principal da carreira de médico veterinário.º. 4 — Os pedidos de transferência e de cedência de direitos ao prémio por ovelha e por cabra efectuam-se no período previsto na alínea b) do artigo 2.º Formalidades dos pedidos 1 — Os pedidos devem ser formalizados de acordo com as normas gerais associadas à função delegada no âmbito da recepção de formulários divulgadas pelo IFAP. de 15 de Janeiro. a conceder de acordo com os critérios definidos no artigo 3. devendo.º 3527/2009 Por despacho de 31-12-2008 da Subdirectora-Geral de Veterinária. sob pena de não aceitação. 3 — As alterações aos pedidos de apoio são efectuadas de acordo com os procedimentos definidos para o efeito pelo IFAP e até 31 de Maio de 2009. 2 — Os formulários referentes às candidaturas à reserva nacional efectuadas ao abrigo dos n.º Revogação São revogados o despacho normativo n. 2 — Os suportes em papel dos pedidos e dos documentos anexos que os integram devem conter. Despacho n. 3 — As entidades receptoras devem obrigatoriamente fornecer ao requerente um duplicado do suporte em papel do pedido. de 17 de Julho.º Pastagens permanentes — Apresentação dos pedidos de autorização para permuta e ou alteração de uso.º 6 do artigo 29. de 20 de Dezembro. devem ser apresentadas de 1 a 30 de Setembro de 2009. e pelas entidades designadas competentes para o efeito. junto da Direcção Regional dos Assuntos Comunitários da Agricultura (DRACA).º 51/2005 de 30 de Agosto.4152 Diário da República. com parecer favorável da Secretaria -Geral do Ministério da Agricultura. Isabel Cordeiro Ferreira. sempre que tal estiver previsto e sob Direcção-Geral de Veterinária Direcção de Serviços de Administração Despacho (extracto) n. e parcialmente a Directiva n.º 2006/130/CE. do Parlamento Europeu e do Conselho.º Âmbito de aplicação O presente despacho não se aplica na Região Autónoma dos Açores. são efectuadas simultaneamente com a formalização do pedido de ajudas. os respectivos comprovativos ser enviados ao IFAP no prazo máximo de 10 dias úteis a contar da data de abate e quando se tratar de dados informativos relacionados com a substituição de animais inscritos para o prémio por vaca em aleitamento os mesmos ser enviados ao IFAP no prazo de 7 dias úteis a contar da data da substituição.º período de atribuição anual. ainda. 5 — Os pedidos de transferência e de cedência de direitos ao prémio por vaca em aleitamento iniciam-se no período previsto na alínea a) do artigo 2. do mapa de pessoal da Direcção-Geral de Veterinária. de 18 de Abril. b) As respeitantes a bovinos devem ser comunicadas ao Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA) nos prazos estabelecidos no Decreto-Lei n. no período previsto na alínea b) do artigo 2. no prazo de 30 dias. a efectuar ao abrigo do artigo 4. que tenham sido objecto de recolha informática directa.º 25/2005.º da Lei n.º 34/2008. bem como para a apresentação das comunicações de alteração de uso relativamente a parcelas classificadas como pastagens permanentes devem ser apresentados.

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n.os 146/97, de 11 de Junho, 184/97, de 26 de Julho, 232/99, de 24 de Junho, 245/2000, de 29 de Setembro, 185/2004, de 29 de Julho, e 175/2005, de 25 de Outubro. A receita médico-veterinária normalizada é um elemento fundamental de controlo da utilização dos medicamentos de prescrição obrigatória destinados a animais de exploração. Aquela receita é validada pela aposição de vinheta identificativa do médico-veterinário prescritor, nas condições preconizadas para a sua utilização, reforçando o referido controlo. Nos termos do Decreto-Lei n.º 148/2008, de 29 de Julho, o preço de venda da receita médico veterinária normalizada e da vinheta, são fixados pelo director-geral de Veterinária, atendendo aos custos de edição e distribuição. Assim, nos termos do n.º 4 do artigo 119.º do Decreto-Lei n.º 148/2008, de 29 de Julho, determina-se o seguinte: 1 — Cada livro de receitas médico veterinárias normalizadas é constituído por 50 receitas. 2 — As vinhetas apresentam-se em folhas, cada uma delas com 24 vinhetas. 3 — Pela venda dos materiais referidos nos números anteriores são cobrados os seguintes valores: a) Livro de receitas médico veterinárias normalizadas — 25 € (preço unitário); b) Vinhetas — 10 € (conjunto de 5 folhas). 15 de Janeiro de 2009. ― O Director-Geral, Carlos Agrela Pinheiro. Despacho (extracto) n.º 3529/2009

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Por despacho de 24-10-2008 da Subdirectora-Geral de Veterinária, as licenciadas Filomena Isabel Lopes Ventura e Margarida Maria Barreira Antunes Bairrão Falcão Carvalho, técnicas superiores de 2.ª classe da carreira de técnico superior, do mapa de pessoal da Direcção-Geral de Veterinária, foram promovidas a técnico superior de 1.ª classe (escalão 1, índice 460) da carreira de técnico superior, em conformidade com o disposto no artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 54/2000, de 7 de Abril, com efeitos a 30-06-2008. (Isento de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.) 16 de Janeiro de 2009. — A Directora de Serviços, Isabel Cordeiro Ferreira.

Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo
Despacho (extracto) n.º 3530/2009 Pelo meu despacho de 14 de Janeiro de 2009, foi autorizada a colocação em situação de mobilidade especial, por opção voluntária, do funcionário abaixo indicado, por preencher os requisitos constantes da alínea b) do n.º 1 do Despacho n.º 27 266-A/2008, do Ministro das Finanças e da Administração Pública, de 17 de Outubro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 207, de 24 de Outubro de 2008, com efeitos a partir do dia seguinte à publicação.

Nome

Modalidade

Carreira

Categoria

Posição Remun.

Nível Remun.

Montante

Joaquim António Reis . . . . . . .

C.T.F.P.

Assistente Técnico . . . . .

Assistente Técnico . . . . .

Entre 6.ª e 7.ª

Entre 11 e 12

1.012,68

19 de Janeiro de 2009. — O Director Regional, João Filipe Chaveiro Libório. Despacho (extracto) n.º 3531/2009 Pelo meu despacho de 15 de Janeiro de 2009, foi autorizada a colocação em situação de mobilidade especial, por opção voluntária, da funcionária abaixo indicada, por preencher os requisitos constantes
Nome Modalidade Carreira

da alínea a) do n.º 1 do Despacho n.º 27 266-A/2008, do Ministro das Finanças e da Administração Pública, de 17 de Outubro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 207, de 24 de Outubro de 2008, com efeitos a partir do dia seguinte à publicação.
Categoria Posição Remun. Nível Remun. Montante

Antónia Rita Martins Mansos Felício

C.T.F.P.

Assistente Operacional

Assistente Operacional

Entre 1.ª e 2.ª

Entre 1 e 2

487,46

19 de Janeiro de 2009. — O Director Regional, João Filipe Chaveiro Libório. Despacho (extracto) n.º 3532/2009 Pelo meu despacho de 7 de Janeiro de 2009, foi autorizada a colocação em situação de mobilidade especial, por opção voluntária, do funcionário abaixo indicado, por preencher os requisitos constantes da alínea b)
Nome Modalidade Carreira

do n.º 1 do Despacho n.º 27266-A/2008, do Ministro das Finanças e da Administração Pública, de 17 de Outubro, publicado no Diário da República, 2.ª Série, n.º 207, de 24 de Outubro de 2008, com efeitos a partir do dia seguinte à publicação.
Categoria Posição Remun. Nível Remun. Montante

Eurico Edgar Mendes da Palma Pires . . .

C. T. F. P.

Assistente Técnico

Assistente Técnico

Entre 6.ª e 7.ª

Entre 11 e 12

1 012,68

19 de Janeiro de 2009. — O Director Regional, João Filipe Chaveiro Libório.

Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I. P.
Deliberação (extracto) n.º 320/2009 Por deliberação do Conselho Directivo do IFAP, I. P. 18 de Dezembro de 2008: Manuel Borralho Augusto, nomeado para a categoria de Técnico Superior de 1.ª classe, da carreira de Economista, do quadro de pessoal do ex-INGA, escalão 1 e índice 460, com efeitos à data de 18 de Dezembro de 2008. (Não carece de Visto do Tribunal de Contas) 21 de Janeiro de 2009. — O Conselho Directivo: Francisco Brito Onofre — José Egídio Barbeito.

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
Secretaria-Geral
Deliberação n.º 321/2009 Por deliberação da Comissão Directiva do Programa Operacional Valorização do Território (POVT) de 22 de Outubro de 2008, foi ratificado o contrato de delegação de competências, celebrado ao abrigo do disposto no artigo 59.º n.º 2 do Regulamento (CE) n.º 1083/2006 e do artigo 12.º do Regulamento (CE) n.º 1828/2006, da Comissão e

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g) Evidenciar ter condições de sustentabilidade técnica económica e financeira, assegurando as receitas necessárias à cobertura de todos os encargos de exploração e manutenção e das reposições futuras; h) Demonstrar que o financiamento a fundo perdido é essencial para permitir uma tarifa média aceitável para o nível de desenvolvimento económico e social da população, evitando assim uma tarifa excessiva que resultaria da estrita aplicação dos critérios de sustentabilidade económica e financeira; i) Assegurar a existência de um adequado modelo de gestão que permita uma exploração técnica, económica e ambientalmente qualificada e ofereça garantias de cumprimento das obrigações técnicas, financeiras e temporais contratadas; j) Demonstrar que foi dada prioridade à análise da oportunidade para a realização de fusão de sistemas, no contexto da vertente em «alta» que contribuam para geração de economias de escala, de gama ou mais-valias ambientais; l) Demonstrar níveis adequados de integração das soluções técnicas que possibilitem a geração de economias de escala, sob a forma de projectos supramunicipais. No caso de aglomerados muito pequenos ou em habitats dispersos, pode ser técnica e economicamente preferível adoptar sistemas de menor escala ou sistemas apropriados de baixo custo, esta opção deve ser ponderada; m) Demonstrar, nos casos em que existam já níveis de atendimento em abastecimento de água acima de 80 % e em saneamento de águas residuais acima dos 70 %, que foi ponderada a utilização de soluções de menor escala, em função do seu custo e eficiência que poderão envolver diferentes tipos de soluções e de modelos de gestão. Esta ponderação é obrigatória, condicionando as soluções técnicas e de gestão a adoptar; n) Demonstrar compatibilidade e alinhamento com os objectivos do planeamento de recursos hídricos da respectiva bacia hidrográfica, respeitando as obrigações decorrentes do Decreto-Lei n.º 58/2005, de 29 de Dezembro, com as suas alterações subsequentes; o) Enquadrar-se nos programas de medidas visando a protecção do meio aquático e a melhoria da qualidade das águas em função dos seus principais usos nos termos do Decreto-Lei n.º 236/98, de 1 de Agosto; p) Verificar o cumprimento da legislação ambiental (nacional e comunitária). 5 — Para o exercício das competências referidas nas alíneas a) a o) do número anterior o segundo outorgante adopta as check list do Programa. 6 — Na apreciação do mérito das candidaturas referido na alínea a) do n.º 1, o segundo outorgante compromete-se a analisar e a apresentar uma proposta fundamentada do mérito de cada candidatura, tendo por base os critérios de selecção aprovados pela Comissão de Acompanhamento do POVT e a metodologia divulgada no respectivo Aviso de Abertura. 7 — Para o exercício das competências referidas no número anterior o segundo outorgante apresenta a Ficha de Apuramento de Mérito para cada candidatura em vigor no POVT, com a pontuação que propõe seja atribuída a cada critério e subcritério de selecção. 8 — As competências delegadas no segundo outorgante no âmbito do presente contrato não são susceptíveis de subdelegação. Cláusula 3.ª Obrigações dos outorgantes 1 — No quadro da interacção funcional entre as partes, o primeiro outorgante compromete-se no âmbito das suas competências a: a) Emitir directrizes e ou orientações vinculativas sobre o modo como devem ser exercidas as competências delegadas no segundo outorgante e que se revelem necessárias para assegurar a boa gestão do Eixo II, bem como para dar cumprimento às directrizes dos órgãos de governação do QREN e das autoridades comunitárias; b) Informar o segundo outorgante sobre directrizes e ou orientações com carácter vinculativo, no quadro da gestão geral do Programa Operacional e que também se devam aplicar no exercício das competências delegadas; c) Acompanhar a execução do presente contrato mediante a realização, entre outras, de acções de verificação junto do segundo outorgante; d) Definir os períodos relativos à abertura, suspensão e encerramento de candidaturas e a dotação de Fundo de Coesão a associar a cada concurso ou período de apresentação de candidaturas em consonância com o segundo outorgante. e) Disponibilizar ao segundo outorgante toda a informação relevante, resultante do exercício das competências próprias, em ordem a facilitar o exercício das competências delegadas; f) Indicar o(s) elemento(s) do Secretariado Técnico da Autoridade de Gestão do POVT, responsável pela interlocução com a estrutura técnica do segundo outorgante;

artigo 60.º, n.º 1, alínea d), n.º 8, alínea a) e n.º 9 do artigo 61.º e do artigo 63.º do Decreto-Lei n.º 312/2007, de 17 de Setembro, republicado pelo Decreto-Lei n.º 74/2008, de 22 de Abril, entre o Programa Operacional Valorização do Território e o Instituto da Água, I. P. (INAG), na qualidade de organismo intermédio, o qual foi previamente aprovado pela Comissão Ministerial de Coordenação do POVT, em 31 de Julho de 2008, com as seguintes cláusulas: Cláusula 1.ª Objecto do contrato 1 — O presente contrato estabelece e define a delegação de competências do primeiro outorgante no segundo outorgante para efeitos do Eixo II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento». 2 — A delegação de competências referida no número anterior é aplicável às candidaturas de operações cuja tipologia se enquadra nas alíneas a) a f) do n.º 3 e no n.º 4 do artigo 5.º do Regulamento Específico do Eixo Prioritário II do POVT. Cláusula 2.ª Competências delegadas 1 — Nos termos do previsto no n.º 1 do artigo 45.º do Decreto-Lei n.º 312/07, de 17 de Setembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 74/2008, de 22 de Abril, em conjugação com a alínea a) do n.º 8 do artigo 61.º do mesmo diploma são delegadas no segundo outorgante, as seguintes competências, nos termos definidos nos números seguintes, a realizar e a documentar conforme a orientação do primeiro outorgante: a) Apreciar a aceitabilidade e o mérito das candidaturas a financiamento pelo PO, assegurando designadamente que as operações são seleccionadas em conformidade com os critérios aplicáveis ao PO; b) Garantir o cumprimento da legislação e dos normativos aplicáveis designadamente no domínio do ambiente; c) Verificar que foram fornecidos os produtos e os serviços financiados; d) Assegurar a recolha e o tratamento de dados físicos, financeiros e estatísticos sobre a execução para a elaboração dos indicadores de acompanhamento e para os estudos de avaliação estratégica e operacional. 2 — Para além das referidas no número anterior são ainda competências do segundo outorgante: a) A apreciação e aprovação dos Documentos de Enquadramento Estratégico (DEE) apresentados pelas entidades gestoras; b) A verificação do alinhamento da operação com os objectivos definidos no PEAASAR 2007-2013; c) A verificação do alinhamento da operação com os objectivos da ENEAPAI quando estiver em causa o tratamento de efluentes agro-pecuários e ou agro-industriais; d) A verificação da articulação com os vários Organismos sempre que a operação tenha complementaridade com outros Programas de financiamento; e) O acompanhamento técnico da execução física das operações co-financiadas e a elaboração dos respectivos relatórios. 3 — No âmbito da selecção das operações respeitantes às tipologias das alíneas a), b), c), d) e) e f) do n.º 3 e do n.º 4 do artigo 5.º do mesmo Regulamento Específico segundo outorgante avaliará o mérito das operações no que se refere aos critérios de selecção, constantes do seu Anexo que lhes são aplicáveis. 4 — O segundo outorgante verificará ainda se as operações candidatadas satisfazem as seguintes condições de admissibilidade e aceitabilidade, previstas nos artigos 5.º, 6.º, 7.º e 8.º do Regulamento Específico «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», a documentar conforme orientação do primeiro outorgante: a) O enquadramento no Documento de Enquadramento Estratégico (DEE) do respectivo Sistema, de acordo com o definido no artigo 3.º do Regulamento Específico do Eixo Prioritário II; b) O enquadramento do Beneficiário e da Operação; c) Os documentos de licenciamento e enquadramento ambiental constantes do dossier da candidatura; d) Os documentos necessários para a verificação do cumprimento das condições específicas de admissibilidade e aceitabilidade da operação; e) Os documentos necessários para o apuramento do mérito da operação; f) As condições gerais de admissão nos termos do n.º 1 do artigo 11.º do Regulamento Geral FEDER e Fundo de Coesão;

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g) Promover reuniões periódicas, pelo menos uma vez por ano, entre os outorgantes, em ordem a uma maior eficiência, complementaridade e sinergia das tarefas de gestão próprias e delegadas; 2 — No quadro da interacção funcional entre as partes, o segundo outorgante compromete-se a: a) Manter as capacidades institucionais técnicas e administrativas necessárias para exercer a presente delegação de competências de forma eficiente e profissional, até ao encerramento do POVT ou do seu Eixo II se este encerrar primeiro; b) Colaborar na apreciação e emitir parecer técnico relativo aos documentos enviados pelos Beneficiários a pedido do primeiro outorgante; c) Adoptar todas as disposições previstas no Regulamento específico para a gestão do Eixo II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», nos Manuais de Procedimentos, formulários e documentos, instruções e check lists de análise e sistemas de registo criados pela Autoridade de Gestão, com aplicação ao referido Eixo e competências delegadas; d) Emissão de pareceres no âmbito do acompanhamento da realização das operações co-financiadas e do respectivo de encerramento, nos termos a definir pelo primeiro outorgante; e) Apoiar o primeiro outorgante, em moldes a acordar, em todas as iniciativas de avaliação do Eixo II, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», e do POVT; f) Garantir o cumprimento das directrizes, das orientações e das recomendações formuladas pelas autoridades nacionais e comunitárias competentes; g) Facilitar ao primeiro outorgante e as entidades por ele indicadas o acesso aos sistemas de informação, bem como colocar à sua disposição toda a documentação necessária à realização de acções de acompanhamento e auditorias; h) Conservar, pelos prazos exigidos na legislação nacional e comunitária, toda a documentação relativa à gestão do Eixo Prioritário II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento»; i) Disponibilizar todas as evidências dos procedimentos que utilizou na análise, acompanhamento e verificação da execução das operações; j) Colaborar com o primeiro outorgante no exercício das competências não delegadas; k) Participar nas reuniões da Comissão de Acompanhamento (CA) do POVT, nos termos estabelecidos no respectivo Regulamento Interno. Cláusula 4.ª Dotação financeira 1 — A dotação do Fundo de Coesão associada ao presente contrato tem como montante máximo de referência o total 803 milhões de euros para o período de programação 2007-2013, correspondente à dotação do Eixo II do POVT. 2 — O montante referido no número anterior destina-se ao cumprimento dos objectivos e metas do domínio de intervenção Eixo II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», incluindo os indicadores de realização e de resultado, de acordo com as regras de execução financeira anual do Fundo de Coesão. 3 — O montante fixado no n.º 1 da presente cláusula pode ser alterado em função de futuras reprogramações do POVT, com efeitos na programação financeira do Eixo II, inclusive as decorrentes do não cumprimento da regra N+3 e N+2 e de outras disposições regulamentares aplicáveis Cláusula 5.ª Indicadores de realização e de resultado Os indicadores de realização e de resultado a alcançar pelas operações são os que respeitam ao Eixo II do POVT, Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», e que podem ser alterados caso seja exercida a prorrogativa prevista no n.º 3 da cláusula 4.ª Cláusula 6.ª Tipologia das operações As tipologias de operações que podem beneficiar do financiamento do Fundo de Coesão do Eixo II do POVT, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», abrangidas pelo presente Contrato são as previstas nas alíneas a) a f) do n.º 3 e no n.º 4 do artigo 5.º do respectivo Regulamento específico, aprovado pela CMC deste Programa. Cláusula 7.ª Taxa máxima de financiamento 1 — A taxa máxima de co-financiamento do Fundo de Coesão para as operações a aprovar no âmbito do Eixo II, «Rede Estruturante de

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Abastecimento de Água e Saneamento», do POVT, é de 70 % e incide sobre a despesa elegível. 2 — O primeiro outorgante poderá propor o ajustamento da taxa referida no número anterior em função da necessidade de convergência para a taxa de co-financiamento média programada no Eixo Prioritário II do POVT. Cláusula 8.ª Relatórios de execução 1 — O segundo outorgante obriga-se a apresentar ao primeiro outorgante contributos para os relatórios anuais de execução das operações cuja gestão e objecto da presente delegação, com o conteúdo indicativo constante do Anexo II. 2 — O contributo para os relatórios anuais será apresentado ao primeiro outorgante nos três meses seguintes ao ano civil a que respeita, devendo o primeiro ser apresentado até 31 de Março de 2009. Cláusula 9.ª Irregularidades O segundo outorgante obriga-se a disponibilizar todos os elementos que permitam ao primeiro outorgante cumprir adequadamente as suas obrigações quanto à manutenção de uma contabilidade dos montantes de financiamento eventualmente a recuperar no termos do artigo 20.º do Regulamento n.º 1828/2006 da Comissão e de comunicação de irregularidades às entidades competentes, nos termos do disposto nos artigos 27.º a 36.º daquele Regulamento. Cláusula 10.ª Cumprimento da legislação e normas aplicáveis Os outorgantes comprometem-se, durante a vigência do contrato e no exercício das competências próprias e delegadas, a respeitar e fazer respeitar o cumprimento da legislação nacional e comunitária aplicável, nomeadamente em matéria de Fundos Estruturais e do Fundo de Coesão (Regulamento (CE) n.º 1083/2006, de 11 de Julho, Regulamento (CE) n.º 1084/2006, de 11 de Julho, Regulamento (CE) n.º 1828/2006, de 8 de Dezembro, e Regulamento Geral do FEDER e Fundo de Coesão elaborado pelo IFDR e aprovado pela Comissão Ministerial do QREN em 4 de Outubro de 2007), bem como em matéria de sistemas de gestão e controlo e ambiente, contratos públicos, publicidade e informação das acções financiadas pelo POVT. Cláusula 11.ª Aprovação dos financiamentos 1 — As decisões de financiamento de operações incumbem ao primeiro outorgante e respeitarão o artigo 16.ºdo Regulamento específico do Eixo II, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», do POVT 2 — O segundo outorgante obriga-se a disponibilizar ao primeiro outorgante, nos moldes e prazos por este fixados, a informação decorrente das análises efectuadas. 3 — As decisões de financiamento de operações que estejam abrangidas pelo n.º 2 do artigo 16.ºdo Regulamento específico do Eixo II, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento», do POVT carecem de confirmação pela CMC. 4 — No caso dos Grandes Projectos (custo total superior a 25 milhões de euros), previstos nos artigos 39.º a 41.ºdo Regulamento (CE) n.º 1083/2006, os que reúnam condições de aprovação serão submetidos a decisão da Comissão Europeia, após concordância prévia da CMC. Cláusula 12.ª Registo da execução A execução física das operações cuja gestão e objecto de delegação será registada através da introdução e actualização dos dados das operações, pelo segundo outorgante, no Sistema de Informação do POVT, de acordo com as orientações da Autoridade de Gestão. Cláusula 13.ª Informação e publicidade Cabe ao segundo outorgante, em articulação com o primeiro outorgante colaborar nas acções previstas no Plano de Comunicação com referência ao Regulamento Específico do Eixo II, «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento».

P. avaliação. — A Subdirectora. incluindo o pessoal devidamente mandatado pela Autoridade de Gestão.ª Disponibilização de documentos Diário da República. 2. são elegíveis para efeitos de co-financiamento. P. I.4156 Cláusula 14.ª Elementos integrantes do contrato Fazem parte integrante do presente Contrato os seguintes anexos: Anexo I — Comunicação do segundo outorgante. delego ou subdelego. A. Helena Pinheiro de Azevedo. n. Aviso n. com sede na Rua do Nogueiral (Edifício Galinha) Apartado 46 — 2354-413 Torres Novas. à Assembleia da República.. informação e disseminação. dentro dos limites legais e por conveniência de serviço. pela Autoridade de Certificação e pela Autoridade de Auditoria.3 — Os pedidos de justificação de faltas. sejam observados os condicionalismos legais. P.4 — Os processos relacionados com dispensas para amamentação.ª série. 3 — Excepcionalmente. antes da aprovação do plano de férias. Anexo II — Estrutura e conteúdo indicativo do contributo para o Relatório Anual de Execução do POVT. certificação e auditoria e dos organismos mencionados no n. salvaguardando situações de mero expediente ou de natureza urgente. por iniciativa de qualquer um dos outorgantes. Deolinda Picado. 2 — O presente contrato vigora até três anos após o encerramento do POVT ou do seu Eixo II. republicado pelo Decreto-Lei n. a primeira candidatura anual a apresentar reportar-se-á aos custos com assistência técnica relativos aos anos de 2007 e 2008.º 2310/2008. publicada no Diário da República. nos termos legais aplicáveis. ao Governo e aos titulares destes órgãos de soberania. Cláusula 18. de 8 de Dezembro. 2. bem como o respectivo gozo. os regulamentos aplicáveis e as orientações técnicas do Conselho Directivo e no âmbito da respectiva Unidade: Autorizar/Decidir: 2.) 16 de Janeiro de 2009. incluindo a dirigida aos tribunais. por parte de qualquer dos outorgantes. auditorias e verificações no local das operações.º 1083/2006. na Directora de Unidade de Assuntos Jurídicos e de Contencioso. I. a competência para a prática dos seguintes actos: 1 — Em matéria de gestão em geral: 1. 2 — Em matéria de recursos humanos desde que precedendo o indispensável e prévio cabimento orçamental.1 — Os planos de férias e as respectivas alterações. de 30 de Julho. 2 — O segundo outorgante garante igualmente que são fornecidos às entidades referidas no número anterior os extractos ou cópias dos documentos considerados adequados a prossecução dos objectivos dos mencionados trabalhos.º 404-A/98. prazos e circuitos Os procedimentos.º do Código do Procedimento Administrativo. se este encerrar primeiro. Cláusula 17. de 25 de Agosto de 2008. consultas ou exames complementares de diagnóstico e tratamento ambulatório. considerando-se exonerado do anterior lugar a partir da data da publicação no Diário da República. do Conselho Directivo do Instituto de Segurança Social.º 1 do artigo 19. «Rede Estruturante de Abastecimento de Água e Saneamento». de 18 de Dezembro. ficando desde já ratificados todos os actos no entretanto praticados pelo dirigente .º 2503/2009 Por despacho de 03 de Dezembro de 2008. os documentos referidos no n. do Vogal do Conselho Directivo deste Instituto. anualmente. prazos e circuitos inerentes à operacionalização do presente contrato serão definidos e aprovados pelos outorgantes. 2 — Qualquer revisão do presente contrato carecerá da aprovação da CMC. I. passando a designar-se Caldas da Rainha — Salir do Porto. Centro Distrital de Segurança Social do Porto Despacho (extracto) n. requerida pela Rodoviária do Tejo. 16 de Dezembro de 2008.1 — Assinar a correspondência relacionada com assuntos de natureza corrente necessária ao normal funcionamento dos serviços. das cláusulas do presente contrato..ª série — N. MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Instituto Nacional para a Reabilitação.º 2504/2009 Por despacho de 30 de Dezembro de 2008 da Subdirectora do Instituto Nacional para a Reabilitação. se constituírem despesas relacionadas com a análise e selecção de candidaturas. foi nomeada Anabela da Cruz Ramalho Fidalgo Rosa. Luís Teixeira.. Cláusula 20.ª Rescisão do contrato 1 — O incumprimento. 4 — A mobilidade de pessoal dentro da respectiva Unidade.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres. designadamente no n.ª Assistência técnica 1 — Os custos incorridos pelo Organismo Intermédio para a gestão. acompanhamento.º do Regulamento (CE) n. no âmbito de trabalhos de verificação. uma candidatura ao POVT.º 3 do artigo 28. índice 400 da tabela anexa ao Decreto-Lei n. de 22 de Abril.ª Procedimentos. para introdução das alterações que se revelem pertinentes e ainda das que decorram da modificação das circunstâncias que determinaram os seus termos. 2 — Para efeitos do disposto no número anterior deverá o segundo outorgante submeter. P. I. com poderes de subdelegação. De acordo com o n.ª Revisão do contrato 1 — O presente contrato pode ser revisto.º 1083/2006 e no Decreto-Lei n. S. bem como das actividades destinadas a reforçar a capacidade administrativa e técnica para a sua execução. bem como os funcionários habilitados das Instituições Comunitárias e respectivos representantes autorizados. A presente delegação de competências é de aplicação imediata. I. Aviso n. bem como a acumulação parcial com as férias do ano seguinte.ª Vigência e produção de efeitos 1 — O presente contrato produz efeitos no dia seguinte ao da sua aprovação pela Comissão Ministerial de Coordenação. à Provedoria da Justiça e a outras entidades de idêntica ou superior posição na hierarquia do Estado. 2. Cláusula 19. P. — A Presidente da Comissão Directiva. 2.º 312/2007. o dirigente referido no presente despacho pode subdelegar as competências ora delegadas e subdelegadas. que torne impossível ou dificulte seriamente a realização dos seus objectivos. confere ao outro o direito de rescisão do mesmo. — O Director Regional de Mobilidade e Transportes de Lisboa e Vale do Tejo. Instituto da Segurança Social. 301143982 1 — O segundo outorgante obriga-se a disponibilizar para consulta às pessoas e aos organismos competentes. Técnica Superior de 2.º 1828/2006 da Comissão.º 74/2008. de 30 de Maio. 3 — A instrução de processos administrativos. foi autorizada a alteração de percurso da carreira de serviço público de passageiros entre Caldas da Rainha — Casais da Boavista.º 163 2. 2 — O contrato pode ainda ser denunciado com base no incumprimento da manutenção dos requisitos subjacentes ao exercício da delegação de competências objecto do presente contrato e previstos no Regulamento (CE) n.ª Classe. 15 de Janeiro de 2009. Isabel Margarida Barbosa Raínho. Cláusula 16. e dos que me foram delegados pela deliberação n. execução e acompanhamento e controlo do Eixo II. Cláusula 15.º do Regulamento (CE) n. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. mediante concurso interno geral para admissão a estágio. remunerado pelo escalão 1. com excepção da que for dirigida ao Presidente da República.º 3533/2009 No uso dos poderes que me são conferidos no anexo à Portaria 638/2007.º 2 do artigo 36.2 — As férias.º 3 do artigo 62.º do mesmo diploma legal.

º do mesmo diploma legal. Croft Moura.º 2 do artigo 36. durante o limite máximo de um ano.3 — Justificar faltas. no âmbito dos acordos de cooperação.8 — Promover a organização dos processos técnico-administrativos relativos a pedidos de licenciamento. à Assembleia da República. nos termos legais aplicáveis.º do Código do Procedimento Administrativo e do preceituado no n. 2. Sub-Região de Saúde de Viseu Aviso (extracto) n.P.8 — Autorizar. 2. manutenção do acolhido e despesas extraordinárias. 1.9 — Autorizar subsídios para aquisição de ajudas técnicas até ao limite de € 1000. n. de 30 de Julho. desde que precedendo o indispensável e prévio cabimento orçamental. de 14 de Janeiro de 2009. 3.4 — Os processos relacionados com dispensas para amamentação. desde que precedendo o indispensável e prévio cabimento orçamental.º do Código do Procedimento Administrativo. 20 de Janeiro de 2009.º 9. — O Director do Centro Distrital do Porto. reuniões. 3. 1. 3. ficando desde já ratificados todos os actos no entretanto praticados pelo dirigente em causa.º 2505/2009 Relativamente aos despachos n. 2.º a 37.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 em causa. nos termos legais. desde que devidamente justificadas na lei ou em normativo interno.º 3 do artigo 28.º do Decreto-Lei n. 1.ª série. e dos que me foram delegados pela deliberação n. Alfredo da Costa Deliberação n. n. Maria Fernanda Rodrigues de Carvalho Guerra. relativamente ao pessoal de enfermagem.º 188/2003. vigor. 1. relativamente ao pessoal de enfermagem e auxiliar de acção médica adstrito à direcção de enfermagem. à Provedoria da Justiça e a outras entidades de idêntica ou superior posição na hierarquia do Estado. sejam observados os condicionalismos legais. 3. — O Coordenador.º 10724/2008.3 — Os pedidos de justificação de faltas.1 — Os planos de férias e as respectivas alterações.2 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante. quando de carácter regular.º do Código do Procedimento Administrativo. o conselho de administração da Maternidade Dr. de 1 de Abril. 20 de Janeiro de 2009. desde que respeitados os normativos legais e.Diário da República. até ao montante de € 1500 referentes a um único processamento. antes da aprovação do plano de férias.º s 1686. durante o limite máximo de um ano. o dirigente referido no presente despacho pode subdelegar as competências ora delegadas e subdelegadas. publicado no Diário da República.º 4 do artigo 6. A presente delegação de competências é de aplicação imediata. na Directora da Unidade de Desenvolvimento Social. durante o limite máximo de um ano.1 — Autorizar o pagamento de despesas pelo fundo de maneio. quando de carácter regular. 3 — Em matéria de segurança social. declara-se que os mesmos produzem efeitos à data em que foram praticados. 3. Alfredo da Costa a integrar júris de concursos em outras instituições. sem encargos para o hospital. congressos. 1.11 — Autorizar o exercício de funções em tempo parcial. bem como a acumulação parcial com as férias do ano seguinte. o gozo de férias. consultas ou exames complementares de diagnóstico e tratamento ambulatório. 2. Despacho n.º do Código do Procedimento Administrativo. P. quando de carácter regular. seminários. I.º 3534/2009 No uso dos poderes que me são conferidos no anexo à Portaria 638/2007. 1.ª série — N. nela delegando para o efeito as seguintes competências: 2. Alfredo da Costa a enfermeiros em formação cujas escolas o solicitem.ª série. nos termos da alínea a) do n.7 — Autorizar os enfermeiros pertencentes ao quadro da Maternidade do Dr. a competência para a prática dos seguintes actos: 1 — Em matéria de gestão em geral: 1. e até ao montante de € 500 mensais. ao Governo e aos titulares destes órgãos de soberania.1 — Assinar a correspondência relacionada com assuntos de natureza corrente necessária ao normal funcionamento dos serviços. 2 — Em matéria de recursos humanos. 2. 4157 MINISTÉRIO DA SAÚDE Administração Regional de Saúde do Centro. 1.4 — Autorizar o exercício de funções em tempo parcial. referentes a um único processamento e até ao montante de € 500 mensais. as seguintes competências: 1. 1.6 — Celebrar contratos com amas e famílias de acolhimento para crianças e jovens e para idosos e adultos com deficiência e autorizar o pagamento dos montantes referentes à retribuição. bem como comissões gratuitas de serviço previstas na legislação em vigor. . 3. Alfredo da Costa delibera delegar e subdelegar na enfermeira Directora.º 2310/2008. de 20 de Agosto.2 — Homologar as avaliações de desempenho do pessoal de enfermagem. de acordo com o respectivo regulamento. 2. e aprovar os respectivos planos anuais. 2. do Conselho Directivo do Instituto de Segurança Social.5 — Autorizar o pagamento dos apoios previstos no âmbito da promoção e protecção das crianças e jovens em risco.4 — Aprovar os horários mensais do pessoal de enfermagem.2 — Efectuar o cálculo das comparticipações a conceder às IPSS. 3. e aprovar os respectivos planos anuais. bem como o respectivo gozo. 2. nos termos legais. no âmbito das matérias por ela abrangidas. mesmo nos casos de acumulação. I.7 — Autorizar o pagamento de alojamento e rendas de casa para pessoas e famílias em situações de desalojamento e emergência social. nos termos do artigo 137. a inscrição e participação em estágios. proferida por delegação de competências: 1 — Ao abrigo do disposto nos artigos 35. colóquios. 21 de Janeiro de 2009. mesmo nos casos de acumulação. os regulamentos aplicáveis e as orientações técnicas do Conselho Directivo e no âmbito da respectiva Unidade: Autorizar/Decidir: 2.º 163.ª Série.º do Código do Procedimento Administrativo. dentro dos limites legais e por conveniência de serviço. n.1 — Autorizar o gozo de férias. 2. 2. Luís Cunha. publicada no Diário da República. incluindo a dirigida aos tribunais.5 — A mobilidade de pessoal dentro da respectiva Unidade.6 — Autorizar.5 — Autorizar as faltas e ausências ao serviço ao pessoal de enfermagem e auxiliar de acção médica adstrito à direcção de enfermagem.1 — Autorizar a realização de visitas de estudo e estágios na Maternidade Dr.1687. publicados no Diário da República. — O Director. de 25 de Agosto de 2008.3 — Proceder à movimentação interna do pessoal de enfermagem. quando de carácter regular.3 — Autorizar a concessão de subsídios de precariedade económica a indivíduos e famílias até ao montante de € 1500. durante o limite máximo de um ano.5 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos. designadamente no n. Alfredo da Costa a acumular funções em outros organismos. mestre Maria Gabriela Matos F. delego ou subdelego.12 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos.º 2 do artigo 128. nos termos do artigo 137. 2. Hospitais Civis de Lisboa Maternidade do Dr.. de 30 de Maio. até ao montante de € 1500 referentes a um único processamento e até ao montante de € 500 mensais. até ao montante de € 1500 referentes a um único processamento e até ao montante de € 500 mensais.10 — Autorizar os enfermeiros pertencentes à Maternidade do Dr. Alfredo da Costa de 02-12-2008. 1. Luís Cunha. de 11 de Abril de 2008. sejam observados os condicionalismos legais. 1. 3.2 — As férias.º 72. e no usa da faculdade conferida pelo despacho do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde n. os regulamentos aplicáveis e as orientações técnicas do Conselho Directivo: 3. salvaguardando situações de mero expediente ou de natureza urgente. De acordo com o n. 1. José Carlos Coelho Ferreira de Almeida. no âmbito das matérias por ela abrangidas.9 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante ao pessoal de enfermagem e auxiliar de acção médica adstrito à direcção de enfermagem. com excepção da que for dirigida ao Presidente da República. com poderes de subdelegação.4 — Autorizar o pagamento de apoios complementares aos beneficiários do rendimento social de inserção.1688 e 1689/2009. 2.º 322/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Maternidade Dr. cursos de formação ou outras iniciativas semelhantes que decorram no território nacional. 2 — Foi ainda deliberado atribuir à enfermeira-directora a responsabilidade pela gestão corrente e coordenação da área de serviço social.

de 11 de Abril de 2008.ª série — N. prorrogação e rescisão de contratos de pessoal. reuniões.5 — Autorizar médicos pertencentes ao quadro da Maternidade Dr. À Vogal Executiva do Conselho de Administração. 2 — Delegar e subdelegar no Presidente do Conselho de Administração.ª Série). e no uso da faculdade conferida pelo despacho do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde n. 2. nos termos do n. de 8 de Junho e 109.1 — Autorizar despesas com empreitadas de obras publicas. 2. congressos. 2. 2. no âmbito dos serviços de acção médica.º do Decreto-Lei n.5 — Autorizar comissões gratuitas de serviço. e aprovar os respectivos planos anuais.10 — Autorizar deslocações em serviço. relativamente ao pessoal das carreiras médicas. as seguintes competências: 1. proferida por delegação de competências.6 — Autorizar comissões gratuitas de serviço. colóquios. Margarida Moura Theias. Esta deliberação produz efeitos desde 01 de Fevereiro de 2008.º 188/2003.3 — Aprovar a constituição das equipas do serviço de urgência e respectivas alterações.º 259/98. 2. 2. até ao limite de 15 dias por ano civil. publicado no Diário da República.3 — Justificar faltas.º 18/2008. 22 de Janeiro de 2009. para o efeito. Prof. n.1 — Autorizar o gozo de férias. n. de 18 de Agosto. antecipadas ou não.º do CPA. n.º 188/2003.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 11 de Abril de 2008. 1.º 5 do artigo 33.12 — Conferir posse ao pessoal médico. reuniões. de descanso complementar e de feriados ao pessoal dirigente e de chefia. para alem dos limites fixados nos n.2 — Autorizar a disponibilização de dados clínicos às entidades competentes para os solicitar. de 29 de Janeiro. ainda que de valor superior ao agora delegado.5 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos. Alfredo da Costa. nas áreas sob a sua coordenação: 2.14 — Autorizar a prestação e o pagamento de trabalho em dias de descanso semanal. nos termos dos artigos 292. — A Vogal Executiva do Conselho de Administração. de 29 de Janeiro. 2.º 1.os 1 e 2 do Decreto-Lei n. qualquer que seja o meio de transporte. a inscrição e participação em estágios. nos termos da alínea d) do n.º do Decreto-Lei n. até ao limite de 15 dias por ano civil.º do Decreto-Lei n.9 — Assinar termos de responsabilidade relativos às deslocações de utentes a outras unidades de saúde para efeitos de realização de exames e outros tratamentos que a Maternidade Dr.11 — Homologar as avaliações de desempenho.ª série.º. publicado no Diário da República.º 4 do artigo 6.º 1 e 67. aprovado pelo Decreto-Lei n. Doutor Jorge da Cunha Branco.os 1 e 2 da citada disposição legal e com a observância do disposto no n. 2. com estrita observância dos condicionalismos legais aplicáveis. congressos. a gestão corrente e a coordenação genérica de todas as áreas com excepção das que se encontrem especificamente atribuídas aos outros membros do CA. cursos de formação ou outras iniciativas semelhantes que decorram mo território nacional.º 3 do artigo 27. 1. competências para a prática dos seguintes actos. de 29 de Janeiro. cursos de formação ou outras iniciativas semelhantes que ocorram fora do território nacional.º. ficando por este meio ratificados todos os actos que. relativamente aos médicos internos do internato médico.7 — Autorizar licenças. o Conselho de Administração da Maternidade Dr. renovação.º. de 20 de Agosto. de 20 de Agosto. do Código dos Contratos Públicos.7 — Autorizar. aprovado pelo Decreto-Lei n.º 10724/2008. 2.8 — Autorizar a celebração. no seu âmbito tenham sido entretanto praticados. 2.6 — Conceder licenças sem vencimento até 90 dias. 2. designar os júris dos procedimentos. 2. 1. Alfredo da Costa de 02-12-2008.3 — Conceder adiantamentos a empreiteiros e fornecedores de bens e serviços.º 72. a responsabilidade pela gestão corrente e coordenação do Serviço de Admissões e Informações.º 183/06.4 — Autorizar.º 4 do artigo 6. publicado no Diário da República.3 — Justificar faltas. e aprovar os respectivos planos anuais. seminários. colóquios. a responsabilidade pelas áreas e serviços do hospital que lhe estão habitualmente confiados. Mestre Margarida Moura Theias. Margarida Moura Theias. nos termos previstos na Portaria n. 3. mesmo no caso de acumulação. locação e aquisição de bens e serviços.6 — Autorizar comissões gratuitas de serviço. com excepção das relativas ao pessoal de enfermagem. de 14 de Janeiro de 2002.4 — Autorizar o exercício de funções em tempo parcial. 3. 1. Abílio Jorge Ferreira Lacerda. de 22 de Fevereiro.º 1 do Código dos Contratos Públicos. até ao limite de 15 dias por ano civil.4158 Diário da República. Deliberação n.8 — Autorizar. 2. aprovado pelo Decreto-Lei n.º do Código do Procedimento Administrativo e do preceituado no n. de 1 de Abril.º a 37. 1. Prof.º 2 do artigo 36.7 — Autorizar dispensas e quaisquer outras regalias a que os funcionários tenham direito. Doutor Jorge da Cunha Branco. 1. Serviço de Aprovisionamento.1 — Autorizar o gozo de férias. — A Vogal Executiva do Conselho de Administração. Dr. bem como comissões gratuitas de serviço previstas na legislação em vigor.13 — Autorizar a prestação e o pagamento de trabalho extraordinário e em dias de descanso semanal.º 18/2008.º 259/98. de acordo com o abaixo indicado: Ao Presidente do Conselho de Administração.15 — Autorizar a inscrição e participação dos trabalhadores. mesmo no caso de acumulação. funcionários e agentes dos serviços em estágios. n.º 323/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Maternidade Dr.º e 293. desde que devidamente justificadas na lei ou em normativo interno. Alfredo da Costa. de 1 de Abril. proferida por delegação de competências: 1 — Ao abrigo do disposto nos artigos 35.º do mesmo diploma. 3 — No âmbito da gestão orçamental: 3. Alfredo da Costa a integrar júris de concursos noutras instituições.º 324/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Maternidade Dr. ao abrigo do disposto nos artigos 35. Alfredo da Costa delibera: 1 — Distribuir pelo presidente do Conselho de Administração e pela Vogal Executiva a coordenação das áreas de gestão da Maternidade Dr. de 17 de Agosto.º a 37.4 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos. 2 — Foi ainda deliberado atribuir ao Director Clínico a responsabilidade pela gestão corrente e coordenação da área da psicologia clínica.º 10724/2008. 2. É ainda conferido ao actual Director Clínico a faculdade de subdelegar as competências que agora lhe são delegadas. no seu âmbito tenham sido entretanto praticados. desde que destas não resultem acréscimos de despesas. 2. inclusive nas situações de acumulação. e na ausência ou impedimento do presidente do Conselho de Administração. dispensas e quaisquer outras regalias a que os funcionários tenham direito.7 — Autorizar dispensas e quaisquer outras regalias a que os funcionários tenham direito.1 — Autorizar a realização de visitas de estudo e estágios na Maternidade Dr.º do Código dos Contratos Públicos. 2. dos Serviços Financeiros. Deliberação n. e do Serviço de Recursos Humanos.9 — Autorizar a concessão e o pagamento de abonos. 1. até 30 dias por ano. com a redacção introduzida pelo Decreto-Lei n. relativamente a procedimentos que não excedam o montante de € 125. previstos nos artigos 17. o gozo de férias.º 72. Alfredo da Costa delibera delegar e subdelegar no Director Clínico. relativamente ao pessoal médico.º 1 do artigo 30. o Conselho de Administração da Maternidade Dr. n. sem encargos para o hospital. 1. nos termos legais. de 18 de Agosto.º 867/2002 (2. 2. fisioterapia e dietética delegando-lhe. 2. as seguintes competências: 2. Alfredo da Costa de 16-12-2008. 2. complementar e feriados. 2.º 197/99.º n.º do Código do Procedimento Administrativo e do preceituado no n.º 11. dirigente e de chefia e assinar os respectivos termos.ª série.6 — Autorizar faltas e ausências ao serviço ao pessoal médico. seminários. Esta deliberação produz efeitos desde 01 de Fevereiro de 2008. 2. e aprovar os respectivos planos anuais. 2. ficando por este meio ratificados todos os actos que. n. nos termos da legislação aplicável e com observância do disposto no Despacho n. 2. 2. e no uso da faculdade conferida pelo despacho do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde n. de acordo com o n.º 18/2008. de . incluindo os destinados a assegurar a presença portuguesa em quaisquer reuniões ou instâncias de âmbito comunitário. 22 de Janeiro de 2009.º 169/2006. comissões gratuitas de serviço.2 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante. excepto nas suas ausências.º do Decreto-Lei n.2 — Nos termos dos artigos 109. Alfredo da Costa não tenha condições para prestar.2 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante. bem como o processamento dos correspondentes abonos ou despesas de aquisição de bilhetes ou títulos de transporte e de ajudas de custos. do Conselho da Europa e da organização Mundial de Saúde.000. 2.

5.º 239/2009 Por ter saído com inexactidão a deliberação (extracto) n. nomeada.10 — Aprovar as listas de antiguidade do pessoal e decidir das respectivas reclamações.º do Decreto-Lei n. de 11 de Julho. autorizar que essa reposição se efectue em prestações e determinar que a mesma seja entregue. na sequência de concurso interno de acesso limitado.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4 — Delegar e subdelegar na Vogal Executiva do Conselho de Administração. por deliberação de 31-12-2008 do Conselho de Administração do Hospital de Joaquim Urbano — Porto. ainda que de valor superior ao agora delegado. índice 269 e após confirmação de cabimento orçamental.8 — Autorizar a celebração. Margarida Moura Theias. nos termos dos artigos 292.º 327/2009 Em cumprimento do disposto no artigo 41.º 427/89.º do CPA. do quadro de pessoal deste Hospital. e com efeitos a 31-12-2008.º 2 do artigo 36.4 — Autorizar o abono de vencimento de exercício perdido.º 76/2009. Rui Alberto Moreira Machado. 4. 4. — O Presidente do Conselho de Administração. Esta deliberação produz efeitos desde 01 de Fevereiro de 2008. (Isento de Fiscalização prévia do Tribunal de Contas. nomeados.8 — Solicitar aos órgãos centrais informações e pareceres. de 11 de Julho.11 — Assinar os termos de aceitação e posse de todo o pessoal com excepção das situações que se encontram expressamente delegadas no Presidente do CA. por deliberação de 31-12-2008 do Conselho de Administração do Hospital de Joaquim Urbano — Porto. e Decreto-Lei n. 5. para a categoria de Chefe de Secção do quadro de pessoal deste Hospital. Cílio Pereira Correia. 6.3 — Qualificar acidentes em serviço. 6. 5. Arminda do Céu Fraga Morais. por deliberação de 31-12-2008 do Conselho de Administração do Hospital de Joaquim Urbano — PortoCA/HJU. Felismina Cruz da Costa nomeada. e Decreto-Lei n.CA/HJU.6 — Proceder à anulação de facturas até ao montante de € 5000 por factura. competências para a prática. Maria Celeste Silva Ferreira e Rosa Ramos Fernandes.º 1 do artigo 30. dispensas e quaisquer outras regalias a que os funcionários tenham direito.1 — Autorizar despesas com empreitadas de obras publicas. para a categoria de assistente administrativo especialista. — O Vogal Executivo. 6.º e 293.-Lei n.º 427/89.º 1 do Código dos Contratos Públicos.os 1 e 2 da citada disposição legal e com a observância do disposto no n.º 97/2002. 6. 5. R.º 204/98. 4. bem como a restituição de documentos aos interessados. — O Vogal Executivo. aprovado pelo Decreto-Lei n. de 7-12 se publica que. 6. 22 de Janeiro de 2009. Ismael de Lima Carvalho. salvo no caso de aposentação compulsiva. 6.3 — Conceder adiantamentos a empreiteiros e fornecedores de bens e serviços. Alfredo Alexandre Costa Nogueira. 4.9 — Fixar os horários de trabalho específicos e autorizar os respectivos pedidos.º 427/89.6 — Conceder licenças sem vencimento até 90 dias.º 326/2009 Em cumprimento do disposto no artigo 41. locação e aquisição de bens e serviços. de 11 de Julho. 4. n. 6. 4.3 — Conceder o estatuto de trabalhador-estudante. 6. Fernando António Loureiro Azevedo.5 — Dar balanço mensal à Tesouraria. até ao limite de 15 dias por ano civil.º do Decreto-Lei n. Mestre Margarida Moura Theias. ficando por este meio ratificados todos os actos que.6 — Determinar a reposição de dinheiros públicos. Jaqueline Margarete Carvalhal Teixeira e Maria Gorete Rodrigues Esteves Guerreiro. ficando exonerada da categoria anterior à data da tomada de aceitação. publicada no D.2 — Nos termos dos artigos 109. nas áreas sob sua coordenação: 4.º 204/98. (Isento de Fiscalização prévia do Tribunal de Contas) 21 de Janeiro de 2009. 4. Maria Josefina Vazquez Mendez.º. com estrita observância dos condicionalismos legais aplicáveis. aprovado pelo Decreto-Lei n.) 21 de Janeiro de 2009. do Regulamento dos Concursos de Provimento na categoria de Assistente da Carreira Médica Hospitalar de 26 de Janeiro de 1998. de 29 de Janeiro. de acordo com o n. 4159 Hospital de Cândido de Figueiredo Declaração de rectificação n.os 1 e 2 do Decreto-Lei n. 4.º do Código dos Contratos Públicos.) 22 de Janeiro de 2009. 6. na sequência de concurso Institucional Interno Geral. nos termos da Resolução do conselho de Ministros n. (Isento de Fiscalização prévia do Tribunal de Contas) 21 de Janeiro de 2009. Deliberação (extracto) n.1 — Notificar os funcionários e agentes para se apresentarem a junta médica ou mandar submetê-los a essa junta.º 18/2008. para a categoria de Assistente da Carreira Médica Hospitalar. aprovado pelo Decreto-Lei n. para a categoria de Auxiliar de Acção Médica Principal.º do mesmo diploma.ª Série — n. — Administração Indirecta do Estado.9 — Assinar a correspondência e o expediente necessários à execução das decisões. e após despacho superior de indeferimento do recurso interposto. 2.000. nos termos da Resolução do conselho de Ministros n. complementar e feriados.10 — Autorizar a prestação e o pagamento de trabalho extraordinário e em dias de descanso semanal. Mestre Margarida Moura Theias.º 8 -13 de Janeiro de 2009.5 — Autorizar comissões gratuitas de serviço. estejam ou não sob a sua coordenação. José da Silva Castro. designar os júris dos procedimentos.º 1.º 37 da Secção VII. na sequência de concurso interno de acesso limitado. com a redacção introduzida pelo Decreto-Lei n. Jorge Caneca.º. 5 — No âmbito da gestão orçamental: 5. de 7-12 se publica que. dos seguintes actos: 6. escalão 1.CA/HJU. índice 337 e após confirmação de cabimento orçamental.Diário da República. ficando exonerados da categoria anterior à data da tomada de aceitação.º 97/2002.7 — Autorizar licenças. nomeados. de 29 de Janeiro.º 97/2002.º n. por meio de guias.5 — Confirmar as condições legais de progressão de funcionários. competências para a prática dos seguintes actos.4 — Justificar faltas.º 204/98. É ainda conferido à actual vogal executiva a faculdade de subdelegar as competências que agora lhe são delegadas. em todas as áreas. Jorge Caneca. 6. índice 181 e após confirmação de cabimento orçamental.º 169/2006.12 — Autorizar a concessão e o pagamento de abonos. — Administração Indirecta do Estado. Deliberação (extracto) n. — A Vogal Executiva do Conselho de Administração. 4. 6 — Delegar na vogal executiva do conselho de administração.7 — Autorizar a passagem de certidões de documentos arquivados no processo individual dos funcionários e agentes. escalão 1. Humberta Páscoa Anciães Bezelga Melo Lourenço. por deliberação de 31-12-2008 do Conselho de administração do Hospital de Joaquim Urbano — Porto — CA/HJU. — O Vogal Executivo. António Fernando Vieira Pinto.º do Decreto-Lei n. nos termos da Resolução do conselho de Ministros n. do Código dos Contratos Públicos. na sequência de concurso interno de acesso misto. 5. e com efeitos a 31-12-2008. de 7-12 se publica que. de 7-12 se publica que.4 — Acompanhar a execução do orçamento. em regime de exclusividade. de 17 de Agosto.º 18/2008.2 — Praticar todos os actos relativos à apresentação dos funcionários e agentes. do quadro de pessoal deste Hospital.º 18/2008. Deliberação (extracto) n. — Administração Indirecta do Estado.º 427/89. rectifica-se onde se lê «[…] Cristina Maria Gomes de Oliveira […]» deve ler-se «[…] Cristina Maria de Oliveira Gomes Pereira […]» (Isento de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.º 325/2009 Em cumprimento do disposto no artigo 41. de 8 de Junho e 109.º 259/98.º do Decreto-Lei n. aplicando as medidas destinadas a corrigir os desvios em relação às previsões realizadas.º 197/99. no seu âmbito tenham sido entretanto praticados pelo presidente do conselho de administração e pela vogal executiva.. n. e com efeitos a 31-12-2008. e com efeitos a 31-12-2008. — Administração Indirecta do Estado.º 328/2009 Em cumprimento do disposto no n. Jorge Caneca. bem como autorizar publicações no Diário da República.º 3 do artigo 27. e Dec. nos termos da alínea d) do n. prorrogação e rescisão de contratos de pessoal.2 — Autorizar o gozo de ferias em acumulação.ª série — N. de 29 de Janeiro. n. e Decreto-Lei n. índice 120 e após confirmação de cabi- . relativamente a procedimentos que não excedam o montante de € 125. renovação.º. de 18 de Agosto. ficando exonerados da categoria anterior à data da tomada de aceitação. 2. para além dos limites fixados nos n. previstos nos artigos 17. do quadro de pessoal deste Hospital. escalão 1.º 1 e 67. 6. Hospital de Joaquim Urbano Deliberação (extracto) n. escalão 1.1 — Autorizar o gozo de ferias e aprovar os respectivos planos anuais.

f) Menção dos documentos que acompanham o requerimento. b) Declaração do serviço a que se encontra vinculado. especificando o Diário da República onde se encontra publicado o aviso de abertura e respectiva categoria a que concorre. de 31 de Março de 2000: “Em cumprimento da alínea h) do artigo 9. do tempo de serviço na categoria. 8. de 6 de Março. providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação.º. 9 — Métodos de selecção: avaliação curricular e provas públicas de discussão de uma monografia.º da Constituição. datados e assinados pelo candidato.º 77.1 — Requisitos gerais: os constantes no n.ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica Menção a que se refere o Despacho conjunto n. Maria Domitília Fernandes Ramos Santiago.º do Decreto-Lei n. com aviso de recepção. promove activamente uma política de igualdade de oportunidade entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na formação profissional.º e artigo 58. de 15 de Novembro.º da Lei n. 9. por deliberação do Conselho de Administração deste Hospital de 23 de Dezembro de 2008. EPE.º 4 do artigo 15.º 53/2006. 23. artigo 55.º 373/2000. e do Regulamento do Concurso de Provimento na categoria de Chefe de Serviço da Carreira Médica Hospitalar aprovado pela Portaria n.º do Decreto-Lei n. de 21 de Dezembro. se o houver).1 — As candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento em papel de formato A4 dirigido ao Presidente do Conselho de Administração do Hospital de São Marcos. se encontra aberto concurso interno geral para provimento de um lugar na categoria de chefe de serviço de estomatologia da carreira médica hospitalar do quadro de pessoal deste Hospital aprovado pela Portaria n.os 427/89. de 5 de Setembro.os 3.º 408/98. constam de acta do júri do concurso.º 564/99.º do Decreto-Lei n. 2 — A abertura do presente concurso foi precedida dos necessários procedimentos. de 22 de Agosto de 2008. 7 — Local de trabalho: no Hospital de São Marcos. 2. se encontra aberto. naturalidade. Hospital de São Marcos Aviso n. Vogais suplentes: Maria José Almeida Faria Monteiro Esteves. e dos n.º 53/2006.º 77. técnica especialista de 1. Jorge Caneca. na carreira e na função pública. para o Hospital de São Marcos. pelo menos.º 564/99. (Isento de Fiscalização prévia do Tribunal de Contas) 21 de Janeiro de 2009.º e 62. técnica especialista de 1.º 2 do artigo 47. publicado no Diário da República.º 564/99. três anos de exercício de funções na categoria e avaliação de desempenho de Satisfaz.º do Decreto-Lei n. entregue pessoalmente na Secção de Pessoal. providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação. EPE. publicado no Diário da República. de 1 de Março. e) Declaração.2 — São requisitos especiais: os previstos no n.ª série — N. nos termos do n. e a classificação de serviço dos três anos relevantes para efeito de concurso. de 14 de Julho. EPE. 12 — A publicação das listas de candidatos admitidos e de classificação final será efectuada de acordo com o preceituado nos artigos 51. incluindo a respectiva fórmula classificativa.º do Decreto-Lei n.º 4 do artigo 15. que a facultará sempre que solicitada.º da Constituição.º 2506/2009 Concurso interno de acesso geral para provimento na categoria de técnico especialista de 1.” 1 — Nos termos dos artigos 15. número e data do bilhete de identidade e serviço de identificação que o emitiu. em cumprimento do disposto no artigo 34. . devidamente autenticada da existência e natureza do vínculo.4160 Diário da República. técnica especialista de 1. 6 — O conteúdo funcional: o conteúdo funcional é o previsto no artigo 6. Aviso n. enquanto Entidade empregadora. de 5 de Setembro. de 1 de Março. 442/91. estado civil. de 21 de Dezembro.º 564/99. 19 de Janeiro de 2009.º 721/2000.2 — Do requerimento deverá constar os seguintes elementos: a) Identificação completa (nome. c) Três exemplares da monografia. e Portaria n. n.º 97/2002. de 21 de Dezembro. concurso interno de acesso geral para provimento de um lugar na categoria de técnico especialista de 1.1 — Os critérios de apreciação e ponderação da avaliação curricular e o sistema de classificação final. 11 — Sob a pena de exclusão. n.º do Decreto-Lei n. promove activamente uma política de igualdade de oportunidade entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na formação profissional. b) Habilitações literárias e profissionais. de 22 de Janeiro de 2001. expedido até ao termo do prazo fixado. código postal e telefone. de 21 de Dezembro. a Administração Pública. sob compromisso de honra.º 564/99.º. 2. tendo em vista a selecção de pessoal em mobilidade especial para reinicio de funções. os requerimentos deverão ser acompanhados dos seguintes documentos: a) Documento comprovativo das habilitações literárias e profissionais. mento orçamental. do quadro de pessoal aprovado pela Portaria n. — O Vogal Executivo. residência. em cumprimento do disposto no artigo 34. EPE. de 21 de Dezembro. tendo sido criada a oferta com o código P20087567.ª série.ª Série. e de acordo com a deliberação do Conselho Directivo de Administração da Administração Regional de Saúde do Norte.» 1 — Para os devidos efeitos se publica que. de que reúne os requisitos gerais de admissão constantes do n. n. de 7 de Dezembro.ª classe do Centro Hospitalar do Porto. de 11 de Março. de 21 de Dezembro.º 2 do artigo 47. 10. não tendo sido encontrados dados na pesquisa de opositores obrigatórios efectuada pela Entidade Gestora da Mobilidade. 8 — Requisitos de gerais e especiais de admissão ao concurso: 8. publicado no Diário da República. 2. nos termos da Resolução do conselho de Ministros n. de 31 de Março de 2000: «Em cumprimento da alínea h) do artigo 9. IP. 6/96.1 — O primeiro vogal efectivo substituirá a presidente nas suas faltas e impedimentos. de 21 de Dezembro.ª classe da Unidade Local de Saúde do Alto Minho. ser técnico especialista com.ª classe dos Hospitais da Universidade de Coimbra. d) Três exemplares do curriculum vitae.º 2507/2009 Concurso interno geral para provimento na categoria de chefe de serviço de estomatologia da carreira médica hospitalar Menção a que se refere o Despacho conjunto n. 4701-965 Braga. de 7 de Dezembro. data de nascimento.º 1284/2001 da Ministra da Saúde.º e 30.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 d) Quaisquer outros elementos que o candidato repute susceptíveis de influírem na apreciação do seu mérito. técnica especialista de 1.º 18. 14 — A constituição do Júri é a seguinte (todos técnicos da área funcional de ortóptica): Presidente — Maria Manuela Monteiro Saraiva de Sousa Santos.º e 7. 2. de 7 de Dezembro. EPE. Teresa Maria Fernandes Ramos Mendes.º e 5. enquanto Entidade empregadora. que aprovou o plano anual de concursos internos da carreira médica hospitalar ano 2008. 564/99. sendo as condições de trabalho e as regalias sociais as actualmente vigentes para os funcionários da Administração Pública. 5 — Remuneração e condições de trabalho: a remuneração será a constante das tabelas do anexo I ao Decreto-Lei n. técnica especialista de 1.º 721/2000. de 31 de Janeiro. por deliberação do Conselho de Administração de 23 de Dezembro de 2008. nos termos do despacho n. Pedro. nacionalidade. Braga. 14. conforme os casos. 4 — Legislação aplicável: Decretos-Leis n. Apartado 2242. 3 — Prazo de validade: o concurso cessa com o preenchimento do lugar. 13 — A apresentação ou a entrega de documento falso implica a participação à entidade competente para procedimento disciplinar e penal. de Braga. Lino Mesquita Machado.º do Decreto-Lei n.ª Série. 10 — Apresentação das candidaturas: 10. — O Presidente do Conselho de Administração. de 21 de Dezembro.º 73/90. faz-se público que. a Administração Pública. tendo em vista a selecção de pessoal em mobilidade especial para reinicio de funções. tendo sido criada a oferta com o código P20087937.º 177/97. Vogais efectivos: Maria Helena Duarte Correia Pinto.º da Portaria n.º 373/2000.º 564/99.ª classe do Hospital de Santa Maria Maior.ª classe ortoptista da carreira de técnico de diagnóstico e terapêutica. filiação. ou remetido pelo correio. 2 — A abertura do presente concurso foi precedida dos necessários procedimentos. ficando exonerada da categoria anterior à data da tomada de aceitação. de 14 de Julho. não tendo sido encontrados dados na pesquisa de opositores obrigatórios efectuada pela Entidade Gestora da Mobilidade.º 408/98. pelo prazo de 15 dias úteis contados a partir da data da publicação do presente aviso no Diário da República.º da Lei n. devidamente documentado.ª classe do Hospital Infante D.º 564/99. c) Identificação do concurso a que se candidata.

5 — Remuneração e condições de trabalho: a remuneração será a constante das tabelas do anexo I ao Decreto-Lei n. Carlos Manuel Diogo de Matos. e b) do n. pelo prazo de 15 dias úteis contados a partir da data de publicação do presente aviso no Diário da República. 4 — Prazo de validade — o concurso visa exclusivamente o provimento da vaga enunciada. 8 — Requisitos gerais e especiais de admissão ao concurso: 8. Vogais suplentes: Dr. salvo nos casos exceptuados por lei especial ou convenção internacional. publicado no Diário da República.ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica Menção a que se refere o Despacho conjunto n. chefe e directora de serviço do Centro Hospitalar do Porto. chefe de serviço do Centro Hospitalar de Setúbal. f) Endereço para onde deverá ser remetido qualquer expediente relativo ao concurso. n.º 721/2000.º 373/2000. Maria Raquel Figueiredo de Carvalho Neto Félix Alves. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. Braga. Francisco Gentil.1 — Prazo — o prazo para apresentação das candidaturas é de 20 dias úteis a contar data da publicação do presente aviso no Diário da República.º do Decreto-Lei n. Lino Mesquita Machado. 6 — O conteúdo funcional: o conteúdo funcional é o previsto nos artigos 6. para o Hospital de São Marcos. de 12 de Junho. chefe de serviço do Centro Hospitalar do Porto. concurso interno de acesso geral para provimento de um lugar na categoria de técnico de 1.º do Decreto-Lei n. EPE Dr. de 21 de Dezembro. João Geraldo dos Reis Correia Pinto. no prazo da candidatura. de 21 de Dezembro. Dr. a) Documento comprovativo do Grau de Consultor na área profissional a que respeita o concurso.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3 — Tipo de concurso: 3. dos seguintes documentos. implicando a sua não apresentação dentro daquele prazo a não admissão ao concurso.ª classe ortoptista da carreira de pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica.º 114/92. de 6 de Março. enquanto entidade empregadora. b) Categoria profissional e estabelecimento de saúde a que o requerente esteja vinculado. Maria da Conceição Almeida Teixeira Cerqueira. de 5 de Setembro. chefe de serviço do Hospital de São João. de 14 de Julho. não tendo sido encontrados dados na pesquisa de opositores obrigatórios efectuada pela Entidade Gestora da Mobilidade. 8. c) Não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito para o exercício das funções a que se candidata.º do Decreto-Lei n. c) Referência ao aviso de abertura do concurso. 13 — A constituição do Júri é a seguinte: (Todos da especialidade de estomatologia): Presidente: Dra. de 7 de Dezembro. após homologação. 6 — O regime de trabalho será desenvolvido em horário desfasado.º 193 de 22 de Agosto de 1990. ou remetido pelo correio.os 427/89.º do Decreto-Lei n. 9 — Os requerimentos deverão ser acompanhados. EPE. promove activamente uma política de igualdade de oportunidade entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na progressão profissional. entregue pessoalmente na Secção de Pessoal.º 2508/2009 Concurso interno de acesso geral para provimento na categoria de técnico de 1. 2. 2.º 73/90.º do Decreto-Lei n. 2 — A abertura do presente concurso foi precedida dos necessários procedimentos.ª série — N. 3 — Prazo de validade: o concurso cessa com o preenchimento do lugar. identificando o número e data do Diário da República onde vem anunciado.» 1 — Para os devidos efeitos se publica que. Pedro. 8. EPE.º 564/99.ª Série. de 21 de Dezembro. de 21 de Dezembro. Dra. 6/96. 9. ao abrigo do n. e) Quaisquer outros elementos que o candidato repute susceptíveis de influir na apreciação do seu mérito. número e data do bilhete de identidade e serviço de identificação que o emitiu) residência. 7 — Local de trabalho: no Hospital de São Marcos. filiação. — O Presidente do Conselho de Administração. de 15 de Novembro. tendo em vista a selecção de pessoal em mobilidade especial para reinicio de funções. do quadro de pessoal aprovado pela Portaria n. podem ser apresentados até 10 dias úteis após o termo do prazo de candidatura.º 564/99. Camilo Félix Almeida. Dr. b) Ter cumprido os deveres militares ou de serviço cívico. naturalidade. quando obrigatório.º 6 do artigo 22. José Manuel Barbas do Amaral.Diário da República. d) Possuir a robustez física e o perfil psíquico indispensáveis ao exercício da função e ter cumprido as leis de vacinação obrigatória. sob pena de exclusão. EPE. sendo as condições de trabalho e as regalias sociais as actualmente vigentes para os funcionários da Administração Pública. se encontra aberto. de Braga. 4701-965 Braga.º 73/90. chefe de serviço do Hospital Infante D. data de nascimento. Apartado 2242. a Administração Pública. e Portaria n. por deliberação do Conselho de Administração de 23 de Dezembro de 2008. chefe de serviço do Instituto Português de Oncologia Dr. 7.º 177/97. 12 — A lista de candidatos admitidos e excluídos será afixada no quadro junto à Secção de Pessoal deste Hospital. se o houver. dos documentos exigidos nas alíneas a).1 — A não apresentação. conforme o disposto na Secção VI da Portaria n. 9. 442/91.º 53/2006.º 73/90 de 6 de Março. nacionalidade. c) Sete exemplares do curriculum vitae. 11 — O método de selecção dos candidatos é uma prova pública que consiste na discussão do currículo do candidato. Vogais efectivos: Dr.º 77. através da suficiência curricular. em cumprimento do disposto no artigo 34. de 7 de Dezembro. EPE. chefe de serviço do Centro Hospitalar do Porto. publicado no Diário da República. EPE. 4161 10 — As falsas declarações prestadas pelos candidatos são punidas nos termos da lei penal e constituem infracção disciplinar. n. podendo também vir a prestar serviço em outras instituições com os quais este Hospital tenha ou venha a ter acordos ou protocolos de colaboração.2 — Requisitos especiais: a) Possuir o Grau de Consultor na área profissional a que respeita o concurso.1 — São requisitos gerais: os constantes no n.º da Constituição.º 408/98.º 19/90. Luís Manuel Medeiros Teixeira. Porto. 8 — Apresentação das candidaturas: 8. d) Indicação dos documentos que instruem o requerimento bem como a sua sumária caracterização.º da Lei n. .1 — O primeiro vogal efectivo substituirá o presidente nas suas faltas e impedimentos.3 — Do requerimento deverão constar os seguintes elementos: a) Identificação do requerente (nome.º 2 do artigo 47. Aviso n.º 210/91. nos termos do n. 5 — Local de trabalho — será no Hospital de São Marcos.1 — O concurso é interno geral. 2. de 1 de Março.2 — Os exemplares do curriculum vitae. 13. providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação.º 2 do artigo 27. bem como a lista de classificação final. b) Documento comprovativo da posse da categoria de Assistente Graduado na respectiva área profissional há pelo menos três anos ou documento comprovativo da obtenção do Grau de Consultor. b) Ter a categoria de Assistente Graduado na área profissional a que respeita o concurso há pelo menos três anos. e 564/99. ou beneficiar do alargamento da área de recrutamento previsto no n. 7 — Requisitos de admissão: 7.º 9 do presente aviso implica a não admissão ao concurso. tendo sido criada a oferta com o código P20087562. de 6 de Março. registado com aviso de recepção. de 4 de Junho. de 31 de Março de 2000: «Em cumprimento da alínea h) do artigo 9. esgotando-se com o seu preenchimento. 4 — Legislação aplicável: Decretos-Leis n.º e 7.º 564/99.º 2 do artigo 23. nos termos das disposições legais em vigor nesta matéria. código postal e telefone.ª série. EPE. nomeadamente o despacho ministerial n. expedido até ao termo do prazo fixado. de 11 de Março. 19 de Janeiro de 2009. bem como a área profissional a que concorre. de 31 de Janeiro. na redacção dada pelo Decreto-Lei n. aberto a todos os médicos possuidores dos requisitos gerais e especiais que estejam vinculados à função pública.1 — Requisitos gerais: a) Ter nacionalidade portuguesa.2 — As candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento em papel de formato A4 dirigido ao Presidente do Conselho de Administração do Hospital de São Marcos — Braga.

de que reúne os requisitos gerais de admissão constantes do n.4 — Homologar a avaliação do desempenho. 2. 2. para conhecimento dos alunos e das escolas.º ciclos decorre de 2 a 11 de Março e destina-se aos candidatos que: a) Frequentem estabelecimentos de ensino particular e cooperativo sem autonomia ou paralelismo pedagógico. c) Pedido para ser admitido ao concurso. com a redacção dada pela Lei n. Lino Mesquita Machado.º do mesmo despacho normativo e ainda de acordo com o calendário escolar em vigor.º 209/2002.º 3536/2009 A realização de exames nacionais nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática do 3. para o Hospital de São Marcos. na redacção dada pela Lei n. incluindo a respectiva fórmula classificativa. g) Endereço para onde deverá ser remetido qualquer expediente relacionado com o concurso. no que seja aplicável à equipa de projecto.1 — Os critérios de apreciação e ponderação da avaliação curricular e o sistema de classificação final. 2 — No âmbito da gestão dos recursos humanos afectos à equipa de projecto: 2.º 51/2005. 9 — Método de selecção: o método de selecção a utilizar será o de avaliação curricular. previamente autorizada. . conjugado com o disposto na Lei n. pelo menos. 19 de Janeiro de 2009.º do Decreto-Lei n. de 30 de Agosto. são automaticamente inscritos para os exames nacionais de Língua Portuguesa e Matemática pelos serviços de administração escolar. criada pelo despacho n.º 102. os requerimentos deverão ser acompanhados dos seguintes documentos: a) Documento comprovativo das habilitações literárias e profissionais. Vogais efectivos: Rosa Branca Marques Silva. com aviso de recepção. de 30 de Agosto.º da Lei n.º 2 do artigo 6. e com o Decreto-Lei n. com planos curriculares aprovados pelo Decreto-Lei n.ª série — N. no uso das competências próprias e no uso das competências que me são delegadas pelo despacho n. b) Categoria profissional e estabelecimento de saúde a que o requerente está vinculado.º 213/2006. de 6 de Janeiro. 11 — Sob a pena de exclusão. de 15 de Janeiro. relativamente ao pessoal afecto à equipa de projecto. número e data do bilhete de identidade e serviço de identificação que o emitiu). 1.º 105/2007.ª classe do Centro Hospitalar do Médio Ave. de 21 de Dezembro. expedido até ao termo do prazo fixado. na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 51/2005.6 — Autorizar o processamento de abonos de horas extraordinárias.7 — Autorizar o abono do vencimento de exercício perdido por motivo de doença e o respectivo processamento. 3 — No âmbito da gestão orçamental e realização de despesas — todos os actos que decorrem do exercício das competências previstas no n. entregue pessoalmente na Secção de Pessoal.º 2 do artigo 6.2 — Do requerimento deverá constar os seguintes elementos: a) Identificação completa (nome.º da Lei n.º 564/99. II — Consideram-se expressamente ratificados todos os actos praticados desde 1 de Fevereiro de 2008 pelo responsável da equipa de projecto. 12 — A publicação das listas de candidatos admitidos e de classificação final será efectuada nos termos dos artigos 51. c) Declaração do serviço a que se encontra vinculado.º 2/2004.3 — Aprovar o mapa anual de assiduidade.ª classe com. técnica especialista dos Hospitais da Universidade de Coimbra.º ciclos do ensino básico e das disciplinas dos cursos do ensino secundário exige a fixação e a publicitação dos prazos de inscrição para admissão às provas de exame. de 15 de Janeiro. 14 — A constituição do Júri é a seguinte (todos da área funcional de ortóptica): Presidente — Fátima Olívia Peixoto Cardoso Oliveira Gomes Leite.º 3535/2009 I — Nos termos do disposto no n. com referência ao número e data da Diário da República onde se encontra publicado o presente aviso.º 1 do artigo 15. as competências para a prática de actos nas seguintes matérias: 1 — No âmbito da gestão geral: 1. de 28 de Maio de 2008.1 — O primeiro vogal efectivo substituirá a presidente nas suas faltas e impedimentos. no desenvolvimento do disposto nos n.º da Portaria n.º 2/2004. residência. — O Secretário de Estado da Educação.º da Lei n.º e 1 do artigo 2. conforme os casos.ª série. nomeado pelo mesmo despacho.º 564/99. d) Quaisquer outros elementos que o candidato repute susceptíveis de influir na apreciação do seu mérito.º 2444/2009.º do Decreto-Lei n. Vogais suplentes: Alda Sofia Gaspar Baltar. sem prejuízo do que se prevê no n. com a redacção dada pela Lei n.º 2/2004. estado civil.º do Despacho Normativo n. 2 — O prazo de inscrição para admissão às provas dos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática do 3. de 30 de Agosto. licenciado João Manuel Viegas Libório Correia. se o houver.º 3.2 — São requisitos especiais: os previstos no n. de 17 de Outubro. 4701-965 Braga.2 — Todos os actos que decorrem do exercício das competências previstas no n.º ciclo e para os exames de equivalência à frequência dos 2.os 2 do artigo 1. técnica especialista do Hospital de São Marcos. que a facultará sempre que solicitada. 2.º 564/99. de 3 de Abril. delego e subdelego no responsável da equipa de projecto. observados os condicionalismos legais. de 19 de Janeiro de 2009. e) Declaração. de 18 de Janeiro. datados e assinados pelo candidato.º 2/2004. de 5 de Setembro. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Gabinete do Secretário de Estado da Educação Despacho n.5 — Autorizar o processamento de boletins itinerários mensais de deslocação. bem como adoptar os horários de trabalho mais adequados ao funcionamento da equipa.º 51/2005.º 4/2004.º 51/2005.º da Lei n. 2. ser técnico de 2. de 21 de Dezembro. técnica principal do Hospital de São Teotónio.º ano de escolaridade. filiação. no âmbito dos poderes agora delegados e subdelegados. Apartado 2242.2 — Aprovar o plano anual de férias. técnica principal dos Hospitais da Universidade de Coimbra.º 2 do artigo 7. relativamente ao pessoal afecto à equipa de projecto. n. 9. de 30 de Agosto. data de nascimento. 10. constam de acta do júri do concurso. nos termos do artigo 55. código postal e telefone. e a classificação de serviço dos três anos relevantes para efeito de concurso.º do Decreto-Lei n. b) Três exemplares do curriculum vitae.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 8. EPE. Assim. de 15 de Janeiro. tendo em atenção as disposições do Código do Procedimento Administrativo. abreviadamente denominada por REDESCOLAR.1 — Autorizar o exercício de funções a tempo parcial e a prestação de horas extraordinárias.º 564/99. Valter Victorino Lemos. 14. 19 de Janeiro de 2009. devidamente autenticada da existência e natureza do vínculo. de 15 de Janeiro.º 721/2000.º do Decreto-Lei n. naturalidade.º e 3. nacionalidade.º e 62.º 2 do artigo 47. e do n. três anos de serviço na categoria e avaliação de desempenho de Satisfaz. bem como do calendário de realização dos exames nacionais. devidamente documentado. do tempo de serviço na categoria.º e nos n. f) Menção dos documentos que acompanham o requerimento. Marta Andreia Basto Ferreira. EPE.º ciclo e dos exames de equivalência à frequência dos 2. 2. de 21 de Dezembro. de 21 de Dezembro. publicado no Diário da República. Braga. 13 — A apresentação ou a entrega de documento falso implica a participação à entidade competente para procedimento disciplinar e penal. Maria Manuela Gonçalves Ferreira.º 6/2001.4162 Diário da República. ou remetido pelo correio. de 27 de Outubro. determino o seguinte: Ensino básico 1 — Os alunos do 9. 10 — Apresentação das candidaturas: 10. publicado no Diário da República.os 2 e 4 do artigo 9. com a redacção dada pela Lei n. previamente autorizadas. de 11 de Maio. EPE. — O Presidente do Conselho de Administração. 2. Despacho n.º 14 759/2008.ª série. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. 2. EPE. de 15 de Janeiro.1 — As candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento em papel de formato A4 dirigido ao Presidente do Conselho de Administração do Hospital de São Marcos.º 3 do artigo 7. 2. sob compromisso de honra.º 24/2000. 2.º 4 do artigo 7. na carreira e na função pública. técnica de 1.1 — Todos os actos que decorrem do exercício das competências previstas no n.º e 3.

8 — Os exames de equivalência à frequência dos 2. Valter Victorino Lemos. 18 — Os exames nacionais e os exames elaborados pela escola equivalentes aos exames nacionais das disciplinas dos cursos do ensino secundário realizam-se nos seguintes períodos: 1. neste caso. 4 — Os alunos que tenham iniciado o ano lectivo com 15 ou mais anos de idade e que anulem a matrícula após o prazo atrás referido inscrevem-se nos dois dias úteis a seguir à data de anulação. 24 — Os números referidos sob cada disciplina nos anexos ao presente despacho correspondem aos códigos das provas de exame que se realizam nas data e hora indicadas.º e 3.os 15 e 18. 21 — As pautas referentes às classificações dos exames nacionais e dos exames elaborados a nível de escola são afixadas: a) 1. de 29 de Agosto) de disciplinas em que não houve inscrição na 1. com uma só chamada. 9 — Nos exames de Língua Portuguesa e de Matemática.ª fase. Disposições gerais 23 — Não se realiza qualquer época especial de exames.ª fase — 10 de Agosto. que decorre entre: 19 de Junho e 6 de Julho — 3.ª fase — 7 de Julho. 3 — O prazo de inscrição para os exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática dos alunos dos cursos de educação e formação dos percursos curriculares alternativos e outros que. Nível intermédio (29). B e C têm trinta minutos de tolerância.ª chamadas dos exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática são afixadas em 13 de Julho. pelo que os estudantes residentes no estrangeiro que pretendam realizar exames em Portugal têm acesso às fases de exame acima estipuladas para os demais alunos.ª fase. excepto para os alunos que anularem a matrícula até ao 5.ª fase.º ciclo. 25 de Junho e 7 de Julho — 2.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 b) Frequentem seminários não abrangidos pelo Decreto-Lei n.00 Ensino Básico — 3. estando dispensados dos exames. Matemática (23).ª série — N. inclusive. 7 — Os exames nacionais do 3. — O Secretário de Estado da Educação.º e 3. Anexo C — exames nacionais do ensino secundário. b) Que pretendam realizar exames de equivalência à frequência.ª fase — chamada única — de 13 a 16 de Julho. 2.ª fase.ª chamada (chamada obrigatória) — 19 e 22 de Junho. tendo realizado os exames na fase de Junho. Prazo suplementar — 12 e 13 de Março.ª chamada (chamada para situações excepcionais) — 25 e 26 de Junho e 13 de Julho. c) Estejam abrangidos pelo ensino individual e doméstico. b) 2.ª fase: Prazo único — 8 e 9 de Julho.ª fase — chamada única — de 16 a 23 de Junho.ª fase — 28 de Agosto.ª feira — 19 de Junho 2.ª chamada. 11 — As pautas referentes às classificações dos exames de equivalência à frequência das restantes disciplinas devem ser afixadas até ao dia 14 de Julho. 2. nas condições previstas para os alunos internos. Português Língua não Materna. os períodos estabelecidos no número anterior. d) Estejam fora da escolaridade obrigatória e.ª e 2. 14 — Os resultados dos processos de reapreciação das provas dos exames de equivalência à frequência da época de Setembro são afixados em 6 de Outubro. deverão ser acauteladas as necessárias alterações horárias no correspondente à Região Autónoma dos Açores e aos diferentes países em que os exames nacionais se realizam.º Ciclo Língua Portuguesa (22).º ciclo.º período. 19 — Os exames de equivalência à frequência realizam-se também em chamada única. tanto quanto possível.º 286/89. que dele fazem parte integrante: Anexo A — exames nacionais do ensino básico. 2. Dado que as provas decorrem em simultâneo. 12 — As pautas referentes às classificações dos exames de equivalência à frequência da época de Setembro devem ser afixadas até ao dia 14 de Setembro. 17 — Os prazos de inscrição para admissão a provas de exame elaboradas pela escola são os estabelecidos no n. de 12 de Setembro. c) Que pretendam realizar exames nacionais ou exames a nível de escola equivalentes aos exames nacionais (Decreto-Lei n. os alunos autopropostos podem.º anos de escolaridade e que se candidatem aos exames na situação de autopropostos. em situações excepcionais. no mesmo ano lectivo. b) 2.ª chamadas. Ensino secundário 15 — Os prazos de inscrição para admissão às provas dos exames nacionais do ensino secundário decorrem nos seguintes períodos: 1.ª e 2. 10 — As pautas referentes às classificações das 1. tendo como referência. 16 — As inscrições para a 2.º ou 9. Anexo B — exames nacionais do ensino secundário.ª fase: Prazo normal — de 2 a 11 de Março. igualmente.ª fase — 30 de Julho. 6 — A inscrição para a época de Setembro nos exames de equivalência à frequência (provas elaboradas a nível de escola) dos alunos autopropostos dos 2. 22 — Os resultados dos processos de reapreciação das provas dos exames nacionais e dos exames elaborados a nível de escola do ensino secundário são afixados: a) 1.º ciclos que.ª feira — 22 de Junho Ensino Básico — 3.ª fase destinam-se aos alunos: a) Não admitidos a exame na 1. 9.ª fase.º e 3. 2. 1 e 7 de Setembro — 2. . 2. a inscrição será efectuada nos termos do regulamento dos exames. 27 — O calendário de realização das provas dos exames nacionais de 2009 é o constante dos seguintes anexos a este despacho. 20 de Janeiro de 2009. de 2 a 11 de Março.º período.º 293-C/86. 13 — Os resultados dos processos de reapreciação das provas dos exames nacionais e dos de equivalência à frequência da época de Junho são afixados em 7 de Agosto.º Ciclo 4163 d) Que pretendam obter melhoria de classificação de exames que já tenham sido efectuados na 1. pretendam prosseguir estudos nos cursos científico-humanísticos decorre. se candidatem aos exames na situação de autopropostos. inscrevem-se obrigatoriamente para a fase de Junho no dia útil a seguir ao da afixação das pautas de avaliação do 3. fase única — 1.Diário da República.º ciclos. ANEXO A Exames nacionais do ensino básico — 2009 (fase única) 1.º dia de aulas do 3. 1. 25 — A hora de início das provas de exame tem como referência a hora oficial em Portugal continental. 5 — Os alunos que atinjam a idade limite da escolaridade obrigatória (15 anos até 31 de Agosto) sem aprovação na avaliação sumativa final nos 6. não frequentando qualquer estabelecimento de ensino. realizar exame na 2. 20 — A inscrição e a realização dos exames das disciplinas que se constituam como provas de ingresso para candidatura ao ensino superior em 2009 ocorrem nas mesmas datas e prazos referidos nos n. 26 — Todos os exames dos ensinos básico e secundário constantes dos anexos A.º ciclos do ensino básico realizam-se em Junho e em Setembro.º 15 do presente despacho. não concluíram o respectivo ciclo de estudos decorre de 16 a 20 de Julho desde que a sua realização lhes permita a certificação da conclusão do ciclo.º ciclo realizam-se numa fase única com duas chamadas: 1.ª chamada 6. Nível de iniciação (28).

00 Alemão (701). Ensino Básico — 3. Alemão (501).ª fase Horas 3. Nível intermédio (839). Francês (517).º/11. Português (239).º/ 12.º/12.ª feira — 16 de Julho 12. Ensino Básico — 3.ª feira — 13 de Julho Ensino Básico — 3.º anos Economia A (712). Espanhol (547).º ano História B (723).Literatura Portuguesa Materna.º ou 11.ª feira — 14 de Julho 4. ticas B (703).º ano 11.ª Feira — 18/6 6.º anos 10/11.ª série — N.ª Feira — 22/6 3.º/ 12.º ano 12. Inglês (550).º anos 17.º ou11.ª feira — 13 de Julho 3. Nível de iniciação (28).ª Feira — 17/6 5.º ano História B (723).ª Feira — 16/6 4. Sociais (835). Espanhol (747). (734).º ano 9.ª feira — 25 de Junho 6.º ou 11.º ou 11. Português Língua não Materna. Nível intermédio (29). Geografia A (719). 10. 12.º/ 12. Geometria Descritiva A (708).º/11.ªFeira — 23/6 12.º ano 14.º/11.º ciclo Matemática (23).4164 Diário da República.º ano Matemática A (635).º ano Matemática A (635).º anos 10. Nível de iniciação Matemática B (735).ª feira — 26 de Junho 2.º/12. 12.º ou 11.º/12. Aplicações Informáticas B (703).00 Desenho A (706).º ano Física Química A Geometria Descritiva História A (623). 12.º/12.º anos Português (639). ANEXO C Exames nacionais do ensino secundário — 2009 2.º anos Alemão (501). Francês (517).º ou 11. Matemática Aplicada às Ciências Sociais 11.º ou 11.00 10. 11.º anos 12. 11. Inglês (550). Inglês (850). 12. 10. 10.º/11. (739).º ou 11.º/11.º/12. Matemática Aplicada às Ciências Matemática B (735).º ou11.º ciclo 9.º ano 9. Física Química A (715).00 História da Cultura e das Artes (724).º anos 10.ª chamada (situações excepcionais) 5.º ano 14.º anos 10. (715). 2.º/12. A (708).º/11. Biologia e Geologia (702). Literatura Portuguesa (734). Espanhol (547). .º/11. ANEXO B Exames nacionais do ensino secundário — 2009 1.ª fase Horas 2.º anos 12.00 Língua Portuguesa (22). Geografia A (719). Português Língua não Aplicações Informá.ª Feira — 19/6 2.00 Português (639).º/11. 12. Francês (817).º/ 12. (702).º/12.º anos 12.º ciclo Português Língua não Materna. Nível de iniciação (739).º/ 12.º anos 10.º anos Biologia e Geologia Desenho A (706).º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2. Latim A (732). 11. Latim A (732).º/12.ª feira — 15 de Julho 5. Português (239). Nível intermédio (839).º anos (835).º/12.

º 11/2008. . .º e o n. Ajuste directo . . . 20 de Janeiro de 2009. .º ano História A (623). Ampliação e reestruturação das redes de voz nos Pisos 1. no 11. nos termos do artigo 32. pelo período de 8 (oito) anos.º e do n.º. por opção voluntária. . .º e Galeria. Ajuste directo . 12. Sede do ME. . . (724). discriminam-se as obras adjudicadas por esta Secretaria-Geral. com efeitos a 01 de Janeiro de 2009. afecta à Secretaria-Geral do Ministério da Educação.º 21/2009 Nos termos do artigo 275. . por opção voluntária. . nos termos do artigo 32. pelo período de 5 (cinco) anos. durante o ano de 2008. 107. de 7 de Dezembro. . Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão.º 59/99. Ajuste directo . com as alterações introduzidas pela Lei n. do ed.da António Palmira Martins. Trab. da carreira de Assistente Administrativa.12. afecto à Secretaria-Geral do Ministério da Educação. na situação de mobilidade especial. Assistente Administrativa Especialista.29 do Secretário-Geral e nos termos do disposto no n.º da Lei n.º 3539/2009 Por despacho. . do ed. . . — A Directora de Serviços de Administração Geral. . de 2 de Março. nos termos do artigo 32. autorizada a passar à situação de licença extraordinária.º/12. . de 20 de Fevereiro.º da Lei n. . 12. de 20 de Fevereiro. do Senhor Secretário de Estado da Administração Pública: Elsa Clara Lameiro Nunes Martins. de 7 de Dezembro. . Despacho (extracto) n. nos termos do artigo 32.. na situação de mobili- dade especial.º. S. pelo período de 20 (vinte) anos. Espanhol (747). 107. 5 Out.107 -1. . com as alterações introduzidas pela Lei n. na situação de mobilidade especial.º 1 do artigo 38.ª feira — 13 de Julho 3. 3.º 3538/2009 Por despacho. Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão. na redacção conferida pela Lei n.º 4 do artigo 11. Sede do ME. do pavimento no gabinete técnico do CIREP.º 3540/2009 Por despacho.ª feira — 16 de Julho Horas 2. . . . . . autorizada a passar à situação de licença extraordinária.76 2 730 4 188. do Senhor Secretário de Estado da Administração Pública: Elisa da Conceição Ferreira Coelho Vaz. Técnico-Profissional Principal. . autorizada a passar à situação de licença extraordinária.. 20 de Janeiro de 2009. faz-se publica a lista nominativa do pessoal do Quadro Único do Ministério da Educação que optou voluntariamente pela sua colocação em situação de mobilidade especial: Nome do funcionário: Maria Júlia Melo Martins Fernandes Natureza do vínculo: Nomeação Definitiva Carreira: Ajudante de Creche Categoria: Ajudante de Creche e Jardim de Infância Escalão 5. . por opção voluntária.º 1 do artigo 19. Ajuste directo . ed. — A Directora de Serviços de Administração Geral. Direcção de Serviços de Administração Geral. com efeitos a 28 de Outubro de 2008. 2. de 09 de Janeiro de 2009. Despacho (extracto) n. Especialista de Informática. Valor sem IVA (em euros) Designação da empreitada Forma de atribuição Entidade adjudicatária Remod. com efeitos a 24 de Novembro de 2008. 20 de Janeiro de 2009. por opção voluntária. Sede do ME. . com efeitos a 01 de Janeiro de 2009. do edifício sede. autorizado a passar à situação de licença extraordinária. — A Directora de Serviços de Administração Geral.º 11/2008.º anos Francês (817). de manutenção e beneficiação no 8. . do Decreto-Lei n. . n.º 3537/2009 Por despacho de 2008. desde 01/12/2001 5 de Janeiro de 2009. — A Directora de Serviços de Administração Geral. . n. L.º da Lei n.Diário da República. da iluminação do gabinete do Sr. de 09 de Janeiro de 2009. de 14 de Janeiro de 2009. 4. de 20 de Fevereiro. com as alterações introduzidas pela Lei n.Índice 170.da António Frutuoso.º e 9. L.00 Economia A (712).º 53/2006. L. . Técnica Principal.17 4 758. — A Directora de Serviços de Administração Geral.59 8 400 1 120.º e Único Adicional. do Senhor Secretário de Estado da Administração Pública: José António Ferreira Borges Mendes. Despacho (extracto) n.º and. . de 09 de Janeiro de 2009. 20 de Janeiro de 2009. na situação de mobilidade especial. L. Afagamento do pavimento em gabinetes do 9.º. . Secretário Estado da Educação. Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4165 4. .º 53/2006. .ª feira — 15 de Julho 5. .º 3541/2009 Por despacho. Secretaria-Geral Direcção de Serviços de Administração Geral Despacho (extracto) n. . L. .º 11/2008. Trab. 11.da Lovarte — Comércio e Indústria de Construção.º 31/2009-SEAP. . diversos de manutenção e reparação no ed.º 12 do artigo 32. .º. Sede do ME. Ajuste directo . .º ou 11. com as alterações introduzidas pela Lei n. Sede do ME.º da Lei n.º and.ª feira — 14 de Julho 10.º 53/2006.º. Despacho (extracto) n. 2 687. do Senhor Secretário de Estado da Administração Pública: Olívia Meireles Pereira.. Sede do ME. A. ed.º 53/2006. Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão. Remod. . na Av. . de 7 de Dezembro. Construções Casimiro. na Av. . 9. da iluminação do gabinete do Chefe de Gabinete. Av.º/12.º 11/2008.º 53/2006. n.º 68/2009-SEAP.ª série — N. .º 35/2009-SEAP.º/11.º 37/2009-SEAP. A. n. .º anos 17. . 2. .º da Lei n. 5 Out. pelo período de 20 (vinte) anos.º 11/2008. .86 António Palmira Martins. de 20 de Fevereiro. Trab. de 7 de Dezembro. Ajuste directo com consulta a cinco firmas. . . Ajuste directo . Listagem n. afecta à Secretaria-Geral do Ministério da Educação. de 7 de Dezembro.º ano Alemão (701). afecta à Secretaria-Geral do Ministério da Educação.da Lovarte — Comércio e Indústria de Construção. S. Maria Isabel Lopes Afonso Pereira Leitão. . .da Construções Casimiro.º do ed.º and. História da Cultura e das Artes Inglês (850).54 2 613. de 20 de Fevereiro. de repar. conjugados com o n. 5 Out.

. de Anúncio. do edif.º Adicional -Trabalhos Adicionais. Sede do ME. .da António Palmira Martins. 13 800.º Adicional — Trabalhos a Mais. de Média e Baixa Tensão dos edifícios do ME na Av.º 100/99.4166 Designação da empreitada Diário da República. para reclamação ao dirigente máximo do serviço. de Anúncio.Telecomunicações e Construção Civil. L. . .º 5 do artigo 16.Telecomunicações e Construção Civil. na Av. de Anúncio. remod. n. Emp. . Concurso limitado s/Public. Sede do ME. . .º e Único Adicional — Trabalhos a Mais. 5 Out.º and. João S.º e Único Adicional. .. Emp. ed. . e do n. Concurso limitado s/Public.º e Único Adicional. Ajuste directo . de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no 12. remod. avisam-se todos os interessados que se encontra afixada no placard de entrada dos serviços administrativos deste Agrupamento. de Anúncio.º 200/2007. — A Presidente do Conselho Executivo. Remodelação parcial das instalações eléctricas nos 3.º e 9. . Sede do ME — 1. Ajuste directo . Equip.º do Decreto-Lei n.da 19 de Janeiro de 2009.95 9 200. da junta de dilatação. 5 Out. 2. 2. . RAIOCOOP -Electric. Ajuste directo com consulta a cinco firmas. L. publicado no Diário da República. . . das redes de energia eléctrica. . de 31 de Março. das instalações AVAC e eléctricas. secagem de quadro elécrico.84 5 732 78 855.da RAIOCOOP — Electric. de Anúncio. .da Ventifor — Repres. . .da Tecnospie. de 15 . .32 1 841. 5Out 107. . . 107. Sede do ME.º e 4 . . Batista. L. de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no 9. no uso das competências que lhe foram delegadas. . Av. de 22 de Maio. . . na Av. de manutenção e beneficiação no 8.da Lovarte — Comércio e Indústria de Construção. 134 a 142. 21 de Janeiro de 2009. de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no 10.85 5 291.107 — Revisão de Preços.º and. Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso. de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no R/C. .º 3 do artigo 95. Ajuste directo . L.º Pisos do ed. L. .º do Decreto-Lei n. 22 de Janeiro de 2009. 107. remod. . . . e Assistência Técnica.da Construções Casimiro. Trab. 107.º 2510/2009 Nos termos do disposto no n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Valor sem IVA (em euros) Forma de atribuição Entidade adjudicatária Remodelação parcial das instalações eléctricas nos 1. Concurso limitado s/Public..º and. foram nomeados os docentes de nomeação definitiva para a categoria de professor titular do quadro de escola de acordo com o Decreto-Lei n. de Média e Baixa Tensão dos edifícios do ME na Av. S.42 55 708 445. 107. Emp. com efeitos a partir de 18 de Novembro de 2008. Ajuste directo .da RAIOCOOP-Electric. Emp. 5 Out.º 3542/2009 José António de Pinho Sobral Torres. Equip. . a Lista de Antiguidade do Pessoal Não Docente deste Agrupamento de Escolas com efeitos a 31 de Dezembro de 2008. do ME na Av. Galeria e 5. Trab. . — O Presidente da Comissão Administrativa Provisória. . 107. L. Emp. 24 Julho. — O Secretário-Geral.Telecomunicações e Construção Civil. Emp. . na Av. . Cecília de Fátima Ribeiro da Cunha Pita de Araújo. Grupo Nome do docente Departamento 910 Cecília Rosa de Sousa Ferreira Departamento de Expressões 21 de Janeiro de 2009. Os interessados dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste Aviso para reclamar.ª série.. L.º 100/99. Intervenção nos quadros eléctricos do ed. Emp. 53 823.134. a lista de antiguidade do pessoal não docente com referência a 31 de Dezembro de 2008.º do já citado diploma.º do Decreto-Lei n. Direcção Regional de Educação do Norte Agrupamento Vertical de Escolas da Abelheira Aviso n.1.º 1 do despacho n. 134 a 142.da RAIOCOOP — Electric.Telecomunicações e Construção Civil. do Bar/Refeitório do edif.. . de Anúncio Ajuste directo . L. . . faz-se público que se encontra afixada no placard dos Serviços Administrativos. . 5 Out.da RAIOCOOP -Electric.32 Lovarte — Comércio e Indústria de Construção.º 104/2008.70 António Palmira Martins. Emp. 107. 13 050. L.º Piso do ed. em Lisboa — 2. Concurso limitado s/Public.º Piso do ed.da Ventifor — Repres. . remod. Sede do ME. — A Presidente do Conselho Executivo.Telecomunicações e Construção Civil. . . .º Piso do ed.36 Tecnospie. . Sede do ME. L. Sede do ME. e Assistência Técnica. nos termos da alínea a) do n. na Av. José António de Pinho Sobral Torres. 24 Julho. L. 5 Out. do Bar/Refeitório do edif. .º Piso do ed. A. . . Agrupamento Vertical de Escolas de Alfena Aviso n. 5 Out. . . presidente da Comissão Administrativa Provisória do Agrupamento Vertical de Escolas D’Agrela e Vale do Leça.. em Lisboa — 1. de 24 de Junho. Ajuste directo .º e 13. L. . . Agrupamento de Escolas d’Agrela e Vale do Leça Despacho n. . 8 815. Concurso limitado s/Public. de alterações na entrada principal do Complexo de Caparide. de Abril de 2008. Emp. repar. 24 Julho. 5 Out. Concurso limitado s/Public.ª série — N.Telecomunicações e Construção Civil.º 2509/2009 Em cumprimento do disposto no artigo 95. Emp. Sede do ME. . A. . efecuados no edif.04 31 747. . . na Av.º e 2.1. Sede do ME. .30 29 679.. S. . Fernanda Maria dos Santos Simões Mendonça.80 Ajuste directo . .90 33 033. na Av. . das redes de energia eléctrica. 5Out 107. . Emp.74 38 110. A. . na Av. de 31 de Março. da Directora Regional de Educação do Norte. S.º 74.º 10969/2008. do edif. das instalações AVAC e eléctricas.. . Sede do ME.da RAIOCOOP Electric. Concurso limitado s/Public. Sede do ME. de remodelação parcial das instalações eléctricas e de Telecomunicações no 11. na Av. nos termos do artigo 96. de Anúncio.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Maria Emília Coelho Prado e Castro. Nome Grupo/ Código Código da escola 21 de Janeiro de 2009. Iva Liliana Araújo de Oliveira Monteiro . . . . . de publicado no Diário da República. . . .º 3 do artigo 95. . . . . . Patrícia Maria Vaz Gomes . . . . . . . as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. . . . . . Lina Maria Brito da Cunha Ferreira Moreira. . . . . . publicado no Diário da República. . . . . publicado no Diário da República. . . . . . . . . Liliana de Jesus Freitas Rodrigues. os docentes a seguir indicados: Grupo Nome Anabela da Conceição Cabral Pinho . . . . . . Maria Helena Soares de Oliveira Lestre. . . . . . . . . . .º 3546/2009 Por despacho da Presidente da Comissão Provisória do Agrupamento de Escolas D. . . . . com efeitos a 01 de Setembro de 2007: Nome Código Índice do remuneratório grupo Departamento Domingos da Silva Abreu . . . . .º 3543/2009 Por despacho da Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas André Soares. Maria Graça Martins Pereira de Moura. . . . . . . . Sara Madalena Moreira da Costa. torna-se público que se encontra afixada no placard a Lista de Antiguidade do Pessoal Não Docente com referência a 31 de Dezembro de 2008. . . . no uso das competências que lhe foram delegadas através do despacho n. . . Ana Cristina Martins Pires. . . . . . . . . Elaine Beatriz Cordeiro Barciela da Silva . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . Olga Maria Dias Domingues de Sousa . . . . . . . . . . . 2. . .º 10969/2008. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . — A Presidente do Conselho Executivo. . . de 31 de Março. . . . . . . . .º 233. . . . . . . . . . . . . . abaixo indicados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Manuel Alberto de Castro Malheiro . . . . . . . . . . .ª série — N. . . . Isabel Margarida dos Santos Couto . . . . . . Orlanda Maria Pinto Santos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Ana Cristina de Almeida Tavares. Afonso Henriques. . Leonel Fernandes Gomes. . Sérgio Artur Santos Franco . . . . . Maria de Lurdes Tavares de Pinho. . . . João Manuel Lopes Nunes .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Agrupamento de Escolas André Soares Nome 4167 Grupo Despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 24941/2006. . . . . — A Presidente do Conselho Executivo. . . . . António Pedro Reis Guimarães . . . Orquídea Marcela Ferreira da Silva. . . . . . . . . . . . Flávia Manuela Pinto Vieira . Gina Maria da Silva Oliveira . . . . . . . . . . . . . . Isabel Maria Baptista Monteiro Cardoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 3545/2009 Por despacho de 21 de Janeiro de 2009 da presidente da Comissão Executiva Instaladora. . . . . . . . . . . Carla Paula da Silva Pires . . . . . foram providos para a categoria de Professor Titular. . . . . . Margarida Maria Lisboa Tavares de Pina . . . . . . . . . . . . os seguintes professores para a categoria de professor titular do quadro deste Agrupamento. . .º 74 de 15 de Abril. . . . . . . .º 200/2007. . . . n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Agrupamento Vertical de Escolas do Búzio Aviso n. Maria José Teixeira Costeiro Salgado .º 24 941/2006. . Perla Alves dos Reis Pinho . . . . . . . . . . . . . . . . . Marta Catarina Figueiredo Carvalho . no uso da competência delegada no despacho n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Maria Isabel Amorim Resende. . de 23 de Outubro. foram nomeados. . Catarina Isabel da Silva e Sousa . — A Presidente da Comissão Executiva Instaladora. . . . . . . . . . . . . . . Carla Isabel Saldanha Lopes de Sá Quintela . . . . . .ª série n. . . . .º do Decreto-Lei n. . . . . . . . . .º 200/2007. . . . no uso das suas competências delegadas. Maria Conceição C. . . . . . . . . . . . . de 15 de Abril de 2008. . . Flora Cristina Vaz da Silva. . . . . . . . . . . . Elisa Maria Moura Afonso Fernandes . . . . Filipe de Melo Tavares Santos Leite . Maria da Graça dos Santos Silva Trigo Moutinho. . . 240 260 240 240 340 340 340 340 Expressões Expressões Expressões Expressões 19 de Janeiro de 2009. . . 110 110 110 110 110 110 210 220 230 230 230 230 240 240 240 260 400 410 430 430 430 500 500 510 510 510 510 520 530 600 620 620 21 de Janeiro de 2009. . . . . . . . . . . . . . . . Eva Maria Simões de Matos . . . . . 2. . . . . . . . . faz saber que. . . . . . . . . . . . . . Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escola Bento Carqueja. .º 100/99. . . .º 10969/2008. . . Mónica da Luz Cera. . . . .º 2511/2009 Nos termos do disposto no n. . . . . 210 230 110 260 Maria da Conceição Ribeiro Leite. . Moreira Carneiro Costa Maria Madalena Silva Abreu Coelho Virgínia da Costa Carvalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . após concurso extraordinário. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Sandra Filomena Rangel de Oliveira Gonçalves . . . . Agrupamento de Escolas D. . . . . Vítor Ricardo Glória Carlos . . . . . . . . . . Rui Pedro Henriques Rodrigues Alves . . . . . Lídia Maria Tavares de Sousa . . . Despacho n. . . . . . . . . . . . . Agrupamento Vertical de Escolas Bento Carqueja Despacho n. . . . Maria Catarina Lopes Paiva. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . de acordo com o Decreto Lei n. . Joana Maria Faria Portela Moreira . . . . . . . . . . . . . . — A Presidente da Comissão Executiva Instaladora. . . . Hugo Miguel dos Santos Álvares . . . . . . . .º 233 de 05 de Dezembro de 2006. . .º 3544/2009 Maria Helena Soares de Oliveira Lestre. . . . . . . . . . . . . 21 de Janeiro de 2009. Jorgelina Antónia Gomes Arede Bastos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . referentes aos professores não pertencentes aos quadros. . . . . . . . . . . . . . . . . . n. .ª série. . . . . . . . . . . . Maria Catarina Lopes Paiva. . Ana João Ribeiro Lopes. . . . . celebrados para o ano lectivo de 2008-2009: Nome Grupo Carla Susana Tavares Pedro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . nos termos do artigo 96. . . . . . . . . . . de acordo com o despacho n. . . . . de 5 de Dezembro. Sandra Cristina Moura Rodrigues . . . . . . . . . . . . . . . . . . Susana Andreia Abreu Ribeiro. . . . . . . . . . . . . . Maria Luísa Gomes Correia. . Maria Luísa Miranda Costa. . . . .Diário da República. . no uso das competências que lhe foram delegadas e subdelegadas pelo Despacho n. . . . . . . . Dina de Almeida Cancela.º do referido Decreto-Lei. . . . . . de 22 de Maio. . . . . . Os interessados dispõem de 30 dias a contar da publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. Angelita Beatriz Ferreira Rebelo . . . . . . . Dominique Adriano Pires da Conceição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Cristina Tavares Vilela . . Maria Lúcia Avelar Azevedo e Sousa . . . Teresa Maria Caldas da Silva Araújo. . . . de 22 de Maio. . . . . . . . 110 110 110 110 110 110 200 210 220 230 230 290 290 350 420 430 500 500 500 510 550 550 237670 253753 253753 250144 237670 237670 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 340674 . . Isabel Sofia Cabral Pimentel . Catarina Romana Ferreira Rodrigues. . . . foram homologados os contratos administrativos de provimento relativos ao ano escolar 2008/2009. 100 100 Arminda Manuela Mendes da Costa Ribeiro da Silva. . .º 104/2008 de 24 de Junho. . . . . . . . . . . . são homologados os seguintes contratos administrativos de serviço docente do 3. . nos termos do Decreto-Lei n. . .º ciclo e secundário. . . .ª série. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Afonso Henriques Despacho n. . . . . da Directora Regional de Educação do Norte. . .

. . . dirigido à presidente do Conselho Geral Transitório da Escola Secundária de Maximinos com 3. . ou remetidas por correio registado com aviso de recepção. Agrupamento Vertical de Escolas de Freixo Despacho n. 21 de Janeiro de 2009.esmax. . Os docentes dispõem de 30 dias. 20 de Janeiro de 2009. . no prazo de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso. . — A Presidente do Conselho Executivo.pt. e no artigo 2. a contar da data do dia seguinte ao da publicação do presente aviso no Diário da República: 1 — Os requisitos de admissão ao concurso são os fixados nos pontos 3 e 4 do artigo 21. .º. . vinculo e o tempo de serviço do candidato d) Fotocópia de documento comprovativo das habilitações literárias.º 1 do artigo 96.º da Portaria n. . n. . no placard do átrio principal a lista de antiguidade de pessoal não docente com referência a 31 de Dezembro de 2008.º 100/99. 15 de Janeiro de 2009. a contar da data da publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao presidente do órgão de administração e gestão da Escola. . Da referida lista cabe reclamação.4168 Nome Grupo/ Código Código da escola Diário da República. . . torna-se público que se encontra aberto concurso para provimento do lugar de Director da Escola Secundária de Maximinos com 3. . . . . Daniel Carvalho Lima . . . . . . . . . a lista de antiguidade do pessoal não docente deste Agrupamento. . . . 3. para reclamação.º 2512/2009 Nos termos do n. . . . . . . . . . . . . . . a apresentar ao dirigente máximo do serviço.º ciclo. . . . . . Os funcionários dispõem. . . . . .º do Decreto-Lei n. . . Maria Adelina Gomes Guedes Pereira. das 9.ma Senhora Directora Regional de Educação do Norte. . faz-se público que foi afixado nesta Escola a lista de antiguidade do pessoal docente referente a 31 de Agosto de 2008. nos termos do n. . . 20 de Janeiro de 2009. . .1 — Os candidatos podem. Ivone Alexandra Carneiro de Sousa. . . .º 3 do artigo 93. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Agrupamento Vertical de Escolas da Madalena Aviso n. . . . 550 910 340674 340674 21 de Janeiro de 2009. Agrupamento Vertical de Escolas de Marco de Canaveses Aviso n. . . 550 230 500 110 550 110 530 550 510 21 de Janeiro de 2009. . . . torna-se público que se encontra afixada na sala de pessoal auxiliar e nos serviços de administração escolar. . Isabel Maria Carvalho Guimarães . Os funcionários dispõem de 30 dias. . . a lista de antiguidade do pessoal não docente deste estabelecimento de ensino. . . . .2 — É obrigatória a prova documental dos elementos constantes do currículo. . . sob pena de exclusão: a) Curriculum vitae detalhado. . 21 de Janeiro de 2009. . Manuel Joaquim Correia da Silva. . Luís Paulo Moreira Garcês. . 3. . 2 — Formalização das candidaturas — as candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento. . designadamente no seu artigo 96. Maria Adelina Gomes Guedes Pereira. . . c) Declaração autenticada do serviço de origem onde conste a categoria. datado e assinado. de 9 de Julho. . . . . de 31 de Março. .º. faz-se público que se encontra afixado. Emília da Assunção Cardoso Bragança Gordete . Código Bruno José Correia Martins . .º 76/2008. .º 100/99 de 31/03. . .º ciclo — Avenida Colégio Órfãos de S. . . no uso das competências que lhe foram delegadas pela Ex. . .30 às 16 horas. de 22 de Abril.º 100/99. de 15 de Abril. António Manuel Pinto Ribeiro. Célia Bernardo . . de 22 de Abril. . . .º 3547/2009 Por despacho de 21 de Janeiro de 2009. . . . em modelo próprio. . para consulta. . . .º 74. . . . . do Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas de Freixo. Luís Henrique Cardoso Fernandes.º da Portaria n. . . definidos objectivos e estratégias e estabelecida a programação das actividades que o candidato se propõe realizar no mandato. . . Mónica Alberta Félix de Sousa Sanfins. . . de 9 de Julho. as listas de antiguidade do pessoal docente e não-docente deste Estabelecimento de Ensino. — O Presidente do Conselho Executivo. . .º 1 do artigo 96. pelo prazo de 10 dias úteis. .º 2516/2009 Nos termos do disposto no n.º do referido Decreto-Lei. João Alberto Pedroso de Oliveira . . . . relativos ao ano escolar 2008-2009. 2. . . . .º 2514/2009 Torna-se público que se encontram afixadas nos Serviços Administrativos deste Agrupamento de Escolas. . . . . . . .º do Decreto-Lei n.º 2517/2009 Aviso de abertura do procedimento concursal prévio à eleição do director Nos termos do disposto no artigo 22. . reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . . . . . . que considerem ser relevantes para apreciação do seu mérito. .ª série — N. Daniela Alexandra Coutinho Novo . . b) Projecto de intervenção na escola onde sejam identificados problemas. . expedido até ao termo do prazo fixado para apresentação das candidaturas. . . . .º 1 do artigo 95. . Maria da Conceição Esteves Vieira .º 1 do artigo 95. com excepção daqueles que se encontrem arquivados no respectivo processo individual e este se encontre nos Serviços Administrativos da Escola Secundária de Maximinos com 3. . . ainda. de 31 de Março. . . . .º 2515/2009 Para cumprimento do disposto no n. . e) Fotocópia dos certificados de formação profissional realizada.ª série. . e para os devidos efeitos. . . . . através do despacho n. — O Presidente do Conselho Executivo. Deolinda de Fátima Dias Esteves Gaspar . reportada a 31 de Dezembro de 2008. — O Presidente do Conselho Executivo.º 75/2008. faz-se público que se encontra afixada. . .º do Decreto-Lei n. devidamente comprovados. .º 100/99. disponibilizado em http://www. Escola Secundária de Maximinos Aviso n. . Manuel Pinto de Vasconcelos Aviso n. . Caetano — Maximinos 4700-235 Braga. devendo ser entregues. . . .º 604/2008. . . . — O Presidente do Conselho Executivo.º ciclo. nos serviços administrativos da Escola Secundária de Maximinos com 3. Vânia Marisa de Carvalho Belo. . na sala do pessoal não docente desta escola. 3 — Os requerimentos de admissão deverão ser acompanhados da seguinte documentação. f) Fotocópia do bilhete de identidade e do número fiscal de contribuinte. 2. . . . . — A Presidente do Conselho Executivo.º do Decreto-Lei n. .º ciclo. . a contar da data da publicação deste aviso. . . Os interessados dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso para reclamar.º do Decreto-Lei n. indicar quaisquer outros elementos. 4 — Será entregue a cada candidato o comprovativo da apresentação da candidatura. . . . .º 1 do artigo 95. . de 31 de Março. . Agrupamento de Escolas Domingos Capela Aviso n. de 30 dias a contar da publicação deste aviso.º 10 969/2008. homologo os contratos administrativos de serviço docente abaixo indicados. Aviso n. — A Presidente da Comissão Provisória. . para reclamação nos termos do n.º 2513/2009 Em cumprimento do disposto no n. .º 604/2008. e para efeitos do disposto no mesmo diploma. . . Agrupamento de Escolas Dr. .º do Decreto-Lei n. . . . . e no artigo 5. em envelope lacrado. . publicado no Diário da República. .

. . . . . . . . . n. . . José Rafael Pinto de Barros . . . . . . faz-se público que se encontra afixada.º 3550/2009 No uso das competências que me foram delegadas pelo despacho 10975/08. 4169 de serviço docente. . . .º do .º 24 941/2006. António Almeida de Figueiredo Agrupamento de Escolas de Paços de Brandão Declaração de rectificação n. alínea a). . . 22 de Janeiro de 2009. . — A Presidente do Conselho Executivo. . . . Deve ler-se: 320 320 Línguas Línguas 420 Nome Grupo Departamento Vítor Jorge Barros Pedro de Figueiredo Vila Real 17 22 de Janeiro de 2009.º 233. onde se lê: Grupo 220 — Esmeralda Maria Almeida Rodrigues Brunido — Matemática e Ciências Experimentais Grupo 910 — Arminda Gonçalves Ferreira — Expressões Grupo 910 — Maria Filomena Narra Bettencourt Furtado — Expressões Grupo 910 — João Manuel Figueiredo Alves — Expressões Deve ler-se: Grupo 230 — Esmeralda Maria Almeida Rodrigues Brunido — Matemática e Ciências Experimentais Grupo 240 — Arminda Gonçalves Ferreira — Expressões Grupo 240 — Maria Filomena Narra Bettencourt Furtado — Expressões Grupo 260 — João Manuel Figueiredo Alves — Expressões 26 de Agosto de 2008. . . 2. . . os professores do Quadro de Nomeação Provisória a seguir indicado referente ao ano lectivo 2006-2007 Grupo Nomes Para QZP Código Jose Rafael Pinto de Barros . . Carla Marisa Martins da Costa . . esgotados os prazos previstos no ponto 3 do artigo 5.ª série — N. Dinis Despacho n. . . . . . .º 20959/2008. publicado no Diário da República.º do ECD. António José Ferreira Rodrigues . . Olema Natércia Fernandes Gonçalves. Os interessados dispõem de 30 dias. Maria Helena Silva Coelho Barros Rolo Dias . .º 30728/2008. n. . a lista de antiguidade do pessoal não docente reportada a 31 de Dezembro de 2008.º 240/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho n.º 64. Pedro Alves Teixeira Sousa Tavares . . de 02/01. . Escola Secundária de Paços de Ferreira Aviso n. . . . . . . . . de acordo com o ponto 1 do artigo 24. . . .º 231 de 27 de Novembro/2008 referente à nomeação de professores titulares do quadro deste agrupamento com efeitos a 1 de Setembro de 2007. . d) Na avaliação das candidaturas será dada maior importância à análise do Projecto de Intervenção na Escola.º 224. . . . . 26/07. b) A análise do Projecto de Intervenção na Escola de cada candidato. . no Diário da República.º 139-A/90.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 5 — Os métodos de avaliação das candidaturas são os seguintes: a) A análise do curriculum vitae de cada candidato. . . — A presidente do Conselho Geral Transitório. . . . visando apreciar. Ana Patrícia Mendes Dias Neves. . .º do Decreto-Lei n.º 2518/2009 Nos termos do disposto no artigo 95. no Despacho n. . . rectifica-se onde se lê: Nome Grupo Departamento Agrupamento de Escolas de Valpaços Despacho n.º 241/2009 Por ter sido publicado com inexactidão no Diário da República 2. . . . aprovado pelo Decreto Lei n. . . de 31 de Março. . . . . .ª série. . . . de 15 de Abril. .º e artigo 65. apreciar a coerência entre os problemas diagnosticados e as estratégias de intervenção propostas. .º 1. .º 121/2005. e alínea a) do n. . Maria Helena Silva Coelho Barros Rolo Dias .º 1 do artigo n. publicado no Diário da República. Lei n. . .ª Série n. . . para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . foram homologados os contratos administrativos Escola Secundária c/ 3. . .º Série n. numa relação interpessoal objectiva e sistemática.º 1 do artigo 13. . . da Directora Regional de Educação do Norte. — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . .ª Série. 6 — Resultado do procedimento concursal — a lista dos candidatos admitidos e a dos candidatos excluídos será afixada na escola e divulgada na página electrónica da escola. . . de 23 de Outubro. . . . 16 de Dezembro de 2008. José Valentim Teixeira de Sousa. . . . . .1 do despacho n. . 28/04 com as alterações dadas pelo decreto Lei n. designadamente. . .º 27/2006. nos termos das alíneas a) do n. José Rafael Pinto de Barros. . designadamente para efeitos de apreciação da sua relevância para o exercício das funções de director e o seu mérito. . . Maria Odete Ferreira Lameiro . . no uso das competências que lhe foram delegadas através do despacho n. Nádia Inácio Marques Pereira . . visando.º 23 731/2006. . . de 21 de Novembro de 2006 com efeitos a 1 de Setembro de 2006 foi Nomeado. . Beatriz Maria Pereira Ferreira Gomes Ribeiro Gonçalves. as capacidades com o perfil das exigências ao cargo. . . . de 5 de Dezembro de 2006. . . . . Nome Escola Grupo Ana Beatriz Gonçalves Santos Costa. 2. . . — O Presidente do Conselho Executivo.º 154 de 11 de Agosto de 2008. .º do Dec. no placard dos serviços administrativos. — A Presidente da Comissão Provisória.º do Regulamento Concursal. . . . ponto 1. Agrupamento de Escolas de São Roque e Nogueira do Cravo Despacho n. .º 20/2006 de 31 de Janeiro e Decreto-Lei n. .º 1/98. . .º 100/99. de 10/02. . publicado no Diário da República . Filipa Silva Pais Lopes Santos. . . . .º 3549/2009 Por Despacho da Presidente do Conselho Executivo. . . . . Rocelin Tavares Soares Serafino . . . . Leonilde Martins Rodrigues Gomes . . .º 3548/2009 Por despacho do Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas de São Roque e Nogueira do Cravo. . 22 de Janeiro de 2009. . Ana Paula Soares Resende Azevedo . 300 300 Línguas Línguas Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas do Conde de Castelo Melhor Declaração de rectificação n. . — O Presidente do Conselho Executivo. . a contar da data da publicação deste aviso. c) O resultado da entrevista individual realizada com os candidatos. . e Decreto Lei n. . . . . celebrados entre 1 de Setembro de 2008 a 31 de Dezembro de 2008. . 2. no uso da competência delegada no n. . . . . Teresa Paula Nabais Preto Chaves. . . Paula Cristina Oliveira Resende . . . 2. . 242354 242366 242366 244430 244430 346603 346603 346603 346603 346603 346603 346603 110 110 110 110 110 240 240 260 290 300 500 500 19 de Janeiro de 2009. .Diário da República.º Ciclo D. . . .

. nomeio em Comissão de Serviço para a categoria de Professor Titular a Professora Maria Carolina Duarte Silva Velhinho G. . . . . . . . Sandra Custódia Almeida dos Santos . Despacho (extracto) n. . . Helena Margarida Fernandes Neves . . . . . . . . . . . .º 10975/2008 publicado no Diário da República. Isabel Maria de Faria Romão. . . Teresa Susana Figueiredo Roque . . . . .º 74. . Carla Sofia Abrantes Correia . Maria das Neves da Rocha Carvalho . . . . . . — O Presidente do Conselho Executivo. .º do referido Decreto-Lei. . . . . Pedro Miguel Moreira da Silva . . . . .4170 Diário da República. . . José Cândido Labrincha da Silva. . . . . . .º 1b) do Despacho n. . .º 100/99. . . .ª série n. . . . O presente despacho produz efeitos a partir desta data até às alterações orgânicas dos órgãos de gestão previstos pelo Decreto-lei 75/08. . . . . . . de 22 de Maio. . . . . . . . . . . . . . . . Natália de Jesus Sousa de Almeida Ribeiro. no uso da competência delegada no n. . . 100 100 110 110 110 220 230 230 290 300 550 620 910 Agrupamento de Escolas de Vagos Aviso n.º 2 do artigo 19.º. publicado no Diário da República. Augusto Fonseca Nogueira. . 2. 2. . . . . Os funcionários dispõem de 30 dias. . . Lígia Maria Moreira Pedrosa. Nelson da Silva Auxiliar . . . . . . . os professores do Quadro de Nomeação Definitiva posicionados no índice 340 abaixo mencionados. . . . . . . . . . . os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso para reclamação ao dirigente máximo do serviço.º do Decreto-Lei n. — A Presidente do Conselho Executivo. no uso das competências que lhe foram delegadas através do despacho n. reportada a 31. de 22 de Maio.º 2519/2009 Nos termos do disposto no n. . nos Serviços de Administração Escolar da Escola Secundária c/ 3. Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga Despacho n. . . .º 104/2008. . Carlos Alberto Maia Rodrigues. . . . . . . . . . . . . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . . . — O Presidente do Conselho Executivo. 22 de Janeiro de 2009. . no uso das competências delegadas pelo despacho n. . Escola Secundária c/ 3. . de 19 de Janeiro. Sílvia Margarida dos Santos Rodrigues Costa. com efeitos a 15 de Novembro de 2008. . . n. n. . Nos termos do artigo 96.12. .º 100/99.ª série. ponto 4. . .º 2520/2009 Nos termos do Disposto no artigo 95. . . . .ª série. . . . faz-se público de que se encontra afixada. . . . . . . . Departamento de Línguas. . . . . . . . Sousa. dos docentes abaixo indicados: Nome Grupo Decreto-Lei 200/07. . celebrados ao abrigo do Decreto-Lei n. . . . . . . 22 de Janeiro de 2009. . . . 22 de Janeiro de 2009.º 2521/2009 Nos termos do disposto artigo 95. . . . Maria de La Salete Goes Geraldo . 2. de 15 de Abril de 2008. Da mesma cabe reclamação no prazo de 30 dias a contar da publicação deste Aviso no Diário da República. . . . . . . . . . .º 3552/2009 José Cândido Labrincha da Silva.º 3554/2009 João Augusto da Fonseca Brás. .º 3553/2009 Maria de Lurdes Alves da Silva. . . .º 74 de 15 de Abril de 2008. 21 de Janeiro de 2009. . de 24 de Junho e do n. . . António Júlio Anunciação Castro. . . . . . . . . . . . faz-se público que se encontra afixado no respectivo placar a lista de antiguidade do pessoal não docente com referência a 31 de Dezembro de 2008. .º 20/2006. .º 1 do artigo 95. . Nome do Docente Grupo Carla Sofia Jesus Matos Catarina Alexandra Portela Sousa 110 110 . Sara Isabel Mendes Leite . . . .º 219 2. . do Decreto-Lei 15/07. e nos termos do Decreto-Lei n. . . publicado no Diário da República. Carlos Alberto Maia Rodrigues. . . . . . .º do Decreto-Lei n. . nos termos do Artigo 96. . . . .º 100/99 de 31 de Março. alínea c). . . . . . . . faz saber que. . . . . . . . . . . . . . . . n. . . . . . . . a lista de antiguidade do pessoal não docente reportada a 31 de Dezembro de 2008.º Ciclo de Tábua.º do Decreto-Lei n. . de 22 de Abril. . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2008/2009 com contrato administrativo de serviço docente. 21 de Janeiro de 2009. . .º do Decreto-Lei n. para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . . . no uso das competências que lhe foram delegadas através do despacho n. . . . dos seguintes docentes não pertencentes aos quadros das escolas deste Agrupamento. . . . .º 200/2007. . . Marília dos Santos Reis . presidente do conselho executivo do Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga. . . . . . e a fim de serem cumpridas as exigências previstas no artigo 35. Maria Manuela Rodrigues Conde . . . . . . — A Presidente do Conselho Executivo.º 23189/2006.º 23189/2006.º do mesmo diploma. . . . 21 de Janeiro de 2009. de 14 de Novembro de 2006. . 2. Ana Teresa Pereira Serra . . . António Manuel de Sá Caldeira. . Escola Secundária de Seia Despacho (extracto) n. . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . faz-se público que se encontra afixada na Sede do Agrupamento a lista de antiguidade de Pessoal Não Docente do Agrupamento de Escolas de Vagos. . . . . . . a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República. . . . . . . . publicado em Diário da República. . . . . . de 31 de Março. . . . . . . . . . . Nome Grupo Álvaro Sérgio Barreto de Almeida. . de 31 de Março. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 20/2006 de 31 de Janeiro. . . Sara Cristina Soares Serra . . 230 230 250 290 620 620 21 de Janeiro de 2009. . Maria Irene Pestana dos Santos . . . . . . . . . . . Departamento de Expressões. . . . nomeio. Francisco Seabra Ferrão. . Maria de Lurdes Alves da Silva. . . . . de 31 de Janeiro. presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Seia.º Ciclo de Tábua Aviso n. . homologa os contratos referentes ao ano lectivo 2008/2009 dos docentes com Contrato Administrativo de Provimento. Departamento de Expressões. . . . . . . . . . . . . para a categoria de Professores Titulares desta Escola. . homologo os contratos referentes ao ano lectivo Por despacho da Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria. . — O Presidente do Conselho Executivo. . . .º 3551/2009 Por despacho do presidente do conselho executivo do Agrupamento de Escolas de Mealhada. . . . . . . Carla Maria Martins Tavares . . . . foram homologados os contratos administrativos de provimento de serviço docente celebrados no ano lectivo 2008/2009. ao abrigo do Decreto-Lei n. . .2008. — O Presidente do Conselho Executivo.ª série de 14 de Novembro de 2006. . . . Agrupamento de Escolas de Mealhada Despacho n. . Nome Departamento Agrupamento de Escolas de Vieira de Leiria Aviso n. . . . . . Sidónio Fernandes Costa. . . . .º 10975/2008. . faz saber que.º 219. . . .

Isabel Maria Tramoceiro Lopes Matemática e Ciências Experimentais. . . no uso da competência delegada através do despacho n.º 15/2007.º do Decreto Regulamentar n.ª série — N. n.º 3556/2009 Por despacho do Presidente do Conselho Executivo. . com efeitos a 28 de Novembro de 2008. Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo Agrupamento de Escolas de Afonsoeiro e Sarilhos Grandes Aviso n. . . . de 19 de Maio de 2008. Catarina Alexandra Oliveira Martins. no uso da competência delegada no n. na sequência do concurso extraordinário a que se refere o artigo 30. — O Presidente do Conselho Executivo. . Fátima Maria Prata dos Santos do grupo de recrutamento 110.º 3 do artigo 95.º 2523/2009 Em cumprimento do artigo 41. 21 de Janeiro de 2009. .º 1 alínea c) do Despacho n. na redacção dada pela Lei n.º do Decreto-Lei 100/99. Eduardo Jorge Santos Pina Pires . de 31 de Março.º s 1 e 8 do Decreto-Lei n. Agrupamento de Escolas do Algueirão Despacho n. . foram nomeados para a categoria de Professor Titular deste Agrupamento. 2. . .º do Decreto-Lei n. Augusta Alves. . . .º 2524/2009 Em cumprimento do disposto no n.º 104/2008 de 24 de Junho e de acordo com o Decreto-Lei n. foi autorizada a licença sem vencimento por um ano. .º 3555/2009 António Afonso Melo Martins Ferreira da Graça. Ana Catarina Teixeira Castro Lopes. Agrupamento Vertical de Escolas de D. — A Presidente da Comissão Executiva Instaladora. Duarte Línguas. de 22 de Maio.º do Decreto-Lei n. a partir de 01 de Setembro de 2008. . . . .º 13 862/2008. no uso da competência delegada no n. . . 21 de Janeiro de 2009. . . . Pedro II Aviso (extracto) n. . a lista de antiguidade do pessoal docente deste Estabelecimento de Ensino com referência a 31 de Agosto de 2007. . — O Presidente do Conselho Executivo. conjugado com o artigo 106. . . de 19 de Janeiro.º 23 731/2006. Lígia Maria Moreira Pedrosa.º Ciclo do Ensino Básico. . . Fernando Pires da Fonseca.º 224. Ana Cristina Rosado Branco de Sousa.ª série.ª série. . Escola Secundária de Emídio Navarro Aviso n.º do Decreto-Lei n. . .ª série.º Ciclo do Ensino Básico. Valter Camilo da Silva Moreira Matos .1 do Despacho n. .º 1.º 100/99. 21 de Janeiro de 2009. referentes ao ano lectivo de 2008/2009 dos docentes abaixo mencionados: Grupo Nome Escola Secundária Alfredo da Silva Despacho (extracto) n. . . n. Maria Teresa Nóbrega Q. Soares. 300 620 21 de Janeiro de 2009. . . — O Presidente do Conselho Executivo. e por despacho do Director Geral dos Recursos Humanos da Educação de 08 de Agosto de 2008. António Afonso de Melo Martins Ferreira da Graça. Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. 2. Célia Maria Santos Rodrigues. . . . Carlos Alberto Marques Lopes.Diário da República.º 96. . de 21 de Novembro.º n. 1. . Ângela Raquel Antunes Barreiros. . — A Presidente do Conselho Executivo. .º 224 de 21 de Novembro. presidente do conselho executivo da Escola Secundária Alfredo da Silva. 2. . . . .º 2522/2009 Nos termos do disposto no artigo 95. . Mário Jorge Silva. 110 110 520 220 Ana Maria Cruz Toscano Oliveira 1. . . . .º 23731/2006 publicado no Diário da República. . torna-se público que se encontra afixada a lista de antiguidade do pessoal não docente deste Agrupamento reportada a 31 de Dezembro de 2008. foram homologados os contratos administrativos de serviço docente. e do artigo 3. torna-se público que se encontra afixada no placard da sala de professores deste Agrupamento.º e 76. Carlos Manuel Silva Oliveira. . . de 11 de Agosto. . 22 de Janeiro de 2009. . Carla Margarida Nunes Lourenço. . de 11 de Agosto e nos termos dos artigos 73. . .º 2525/2009 Por despacho da Presidente do Conselho Executivo. Agrupamento Vertical de Escolas de Alcochete Aviso (extracto) n. Ana Furtado Rodrigues Nunes de Oliveira.º 200/2007. publicado no Diário da República. homologou os contratos de serviço docente referentes ao ano lectivo 2007-2008 abaixo indicados: Nome Grupo de docência Ana Cristina Rosa Lavado Francisco. 430 540 420 510 620 300 540 300 510 420 Adolfo Oliveira Torres. Os interessados dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso no Diário da República para reclamação junto do dirigente máximo do serviço.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4171 Nome Grupo de docência Nome do Docente Grupo Elisabete Simões Mateus Lídia Gonçalves Marques Marta Susana de Jesus dos Reis Batista Gameiro Paula Cristina Vieira Barbosa Lídia Carmo Santos Morgadinho Carlos José Mendes Lourenço Diogo Carvalho Alves Elisabete Cristina Nunes Silva Fernanda Jorge Mota Campos Isabel Maria Marques Ribeiro de Sá Couto Maria Goreti Costa Silva Pereira Claudia Sofia Cavaleiro Canoso Sara Cristina Gomes Tarrafa Carla Margarida Cravo Fernandes Carmen Lúcia Rodrigues Fernandes Sandra Maria Canelas Rodrigues Ana Paula Pereira de Almeida Selma Maria Pedrosa Seco 110 110 110 110 230 290 290 300 410 420 430 500 500 510 510 520 530 550 Sónia Maria Tomás Labreca . . . . . . .º do Decreto-Lei n. . . . . de 11 de Agosto. n. à professora do quadro deste agrupamento.º 117/99. de 31 de Março. de 31 de Março. . .º 100/99.º 13/2006. 2.º 165/2006. os docentes de nomeação definitiva abaixo mencionados: Código do grupo Nome Departamento 22 de Janeiro de 2009. publicado no Diário da República. — A Presidente da Comissão Administrativa Provisória.

Manuela Antonina Antunes Fernandes Correia. — A Presidente do Conselho Executivo. . Maria Graça Silva Dias Costa Maria Silva Brito Nobre Vitória Maria Águas Cardeira Mateus 21 de Janeiro de 2009.º 13862/2008. Márcia Sofia Leite Veloso Figueira. .º 3560/2009 Por despacho da presidente do conselho executivo. Miltom de Brito da Costa Guerreiro Carvalho. 510 300 510 410 510 620 410 620 520 520 540 500 300 400 430 Catarina Maria Ramalho Santos Alves. Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja Despacho (extracto) n. Agrupamento de Escolas do Concelho de Ferreira do Zêzere Despacho n.º 1 do artigo 132 do ECD.º 7259/ 2006 publicado no Diário da República. . faz-se público que se encontra fixada a lista de antiguidade do pessoal não docente deste estabelecimento de Ensino.4172 Grupo Nome Diário da República. Fernanda Mendes Barreiro. . no uso da competência delegada no n. .º 3 do artigo95 do Decreto-Lei n.º 100/99. de 21 de Novembro. . — A Presidente do Conselho Executivo. — A Presidente do Conselho Executivo. . Helena Cristina da Conceição Morais. . . Pedro Rafael Pereira Reis Carromeu.º do Decreto-Lei n. Despacho n.os 1 e 2 do artigo 22. os docentes de nomeação definitiva abaixo indicados: Nome Grupo Departamento 22 de Janeiro de 2009. — A Presidente do Conselho Executivo. publicado no Diário da República. V. 199 142 142 21 de Janeiro de 2009. 2. Nome Categoria Índice Marta Isabel Figueiredo Barrelas. formam homologados os contratos Administrativos de Provimento de serviço .ª Série. da Subdirectora — Geral dos Recursos Humanos da Educação. Maria Rosa Ventas Pereira Amoédo 110 1. . Da referida lista cabe reclamação ao dirigente máximo do serviço. publicado no Diário da República. nos termos do artigo 96.º do Decreto-Lei n. no prazo de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso 21 de Janeiro de 2009.º 1.ª série.2 do Despacho n. de 31 de Março. — A Presidente do Conselho Executivo. .º 224. dos Estabelecimentos públicos de educação Pré-Escolar e dos ensinos Básico e Secundário. . precedendo concurso aberto pelo Aviso n. . Cecília Gonçalves de Brito. . . Sílvia de Oliveira Ferreira. 31 de Março. . no uso da competência delegada no n.º 200/2007 de 22/5. . . Barbara Augusta Gonçalves Pola. . . Assistente técnico (funções de assistente de administração escolar).º do referido decreto-lei. . com efeitos a partir de 1 de Setembro de 2008. . . n. . Agrupamento Vertical de Escolas Mouzinho da Silveira Despacho (extracto) n. foi homologado o contrato administrativo de serviço docente. 2. foram nomeados na categoria de professores titulares desta Escola.º 224. Maria da Graça Nunes Duarte de Melo e Silva de Almeida Ribeiro.º 96 de 19 de Maio de 2008. — A Presidente do Conselho Executivo. .ª série — N. n.º 23 731/2006. . Solange Maria Fernandes Rodrigues Delicado. . Susana Maria Teixeira Gomes Lopes. . . Susana Semião Gama Mestre de Brito. Despacho n. reportada a 31 de Dezembro de 2008. Dina Mestre Revés. com efeitos a 1 de Setembro de 2008. referente ao ano lectivo 2008/2009 da docente Ana Filipa Rodrigues Braz — Grupo 230. faz-se público que se encontra afixada na sala de professores da Escola Sede do Agrupamento a lista de antiguidade do pessoal Docente pertencente a este Agrupamento. .º 3562/2009 Por despacho do Presidente do Conselho Executivo. e de acordo com as alíneas a) e b) dos n.º 3558/2009 Nos termos do n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Os interessados dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso no Diário da República. José da Silva Jorge. Fernandes 110 1.º Ciclo Ensino Básico Gomes. . . 28 de Novembro de 2008. publicado no Diário da República. . . 2. Elizabete Sacramento Rosário Pereira Racha Pacheco. na categoria de Assistente de Administração Escolar Principal da Carreira de Assistente de Administração Escolar. os candidatos a seguir indicados: Ana Paula Serôdio Tomás Ramos Quaresma Maria Adriana Carracha Gonçalves Mota. 2. .º 100/99. . . . de 21 de Novembro. Maria Leonor Conceição Gueifão Sousa Guerreiro. reportada a 31 de Agosto de 2008.º 3559/2009 Nos termos do artigo 95. . 2. Maria Luísa Barros de Almeida Beato. 21 de Janeiro de 2009. .º 3561/2009 Por despacho de 18 de Abril de 2008. . . foram nomeados definitivamente com efeitos a 01 de Fevereiro de 2008. . foram homologados os Contratos Individuais de Trabalho por Tempo Indeterminado dos funcionários: Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho Despacho (extracto) n. . Priscila Paiva Ferreira.º Ciclo Ensino Básico Canudo. Lina Maria Palma Cantinho.º 1 do Despacho n. . . Assistente operacional (funções de auxiliar de acção educativa) . . .º 1. . . . no uso da competência delegada nas alíneas b) e c) do n. 22 de Janeiro de 2009.2 do Despacho n. n.º 23731/2006. Coroadinha.ª série.º 3563/2009 Por despacho da presidente do conselho executivo do Agrupamento Vertical Escolas Ordem Sant’Iago. — A Presidente do Conselho Executivo. conjugado com o n. S. Maria Baltina Costa F. Maria de Lourdes Tavares A. Assistente operacional (funções de auxiliar de acção educativa) .º 123 de 28 de Junho. Maria Isabel Saúde Ferreira da Silva.ª série. Agrupamento Vertical de Escolas Ordem de Sant’Iago Despacho n. . Solange Maria Fernandes Rodrigues Delicado. n. para efeitos de reclamação ao dirigente máximo do serviço.º 3557/2009 Por despacho da Presidente do Conselho Executivo. . do Quadro Distrital de Vinculação de Setúbal do Pessoal Não Docente.

. . . . . . . . . . . .º do mesmo diploma. . . . . . . n. Agrupamento de Escolas de Santo Onofre Aviso (extracto) n. Línguas. . Línguas. . . João Amândio da Silva Reis Ribeiro .ª série. . . . . . . . . . . . . . . . Agrupamento de Escolas Quinta da Lomba Despacho (extracto) n. .º do Decreto-Lei n. . . . . . . . Línguas. . . 06/11/2008 04/12/2008 11/09/2008 11/09/2008 01/09/2008 240 240 240 260 500 Ana Margarida Moreira Braz. . . . . . .º do Decreto-Lei n. . Ciências Sociais e Humanas. 22 de Janeiro de 2009. . . . . pessoal não docente deste Agrupamento de Escolas reportada a 31 de Dezembro de 2008.º 1 do artigo 95 do Decreto-Lei n. . Solange Maria Fernandes Rodrigues Delicado. . . . . . . . . . . . . . . . Ricardo Miguel Oliveira Calado P. . . . . . .C. Dora Alexandra Batista de Sousa Rocha . . . . . . . . .º 224. de 21 de Novembro de 2006. . . . . . . . . . . 21 de Janeiro de 2009. . . Maria Lucinda Trindade Martins . . . . . . . . Maria Lin de Sousa Moniz. . Matemática e Ciências Experimentais. . . . . . . . Escola Secundária de Palmela Aviso (extracto) n. . Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Palmela. . . . . . . . . . . Teixeira . . . . . . . .º 2526/2009 Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão. . . . . . . . . . . . . . a docente abaixo indicada: Grupo 300 — Maria Cristina de Melo da Costa Falcão — Departamento Línguas 22 de Janeiro de 2009. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . João Manuel Vassalo Pereira . . — A Presidente do Conselho Executivo. . . . Matemática e Ciências Experimentais. .º 23731/2006. . . . . .º do Decreto-Lei n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Línguas. . . . . . . . . . . . . . . . . Lina Maria Soares de Carvalho. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 docente relativos ao ano escolar de 2008-2009 dos seguintes docentes não pertencentes aos quadros para o Agrupamento Vertical Escolas Ordem Sant’Iago: Código/ Grupo Nome Início de funções Código/ Grupo 4173 Nome Início de funções 110 110 110 110 200 Ana Catarina Caleira Guerreiro . . . . . . . . . sendo o prazo de reclamação para o dirigente máximo do serviço de 30 dias a contar da data da publicação do presente aviso. . . . . . . . . . . com efeitos a 18 de Novembro de 2008. . Maria Adelaide Pintado Rodrigues . . . . . . . . . . Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão . . . . . .º 100/99. . . . Ana Maria Fernandes Tavares Borges dos Santos . . . . . . . . . faz-se público que se encontra afixada na sala do pessoal não docente a lista de antiguidade relativa ao ano de 2008. . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . Expressões. . . . . Matemática e Ciências Experimentais. . . . . . . . . . . . . . . Da referida lista cabe reclamação por um período de 30 dias a contar da data de publicação do presente aviso no Diário da República ao dirigente máximo do serviço. . . . . . . . . . . . . — O Presidente da Comissão Executiva Instaladora. . . de 21 de Novembro de 2006. Maria Isabel Pires Araújo. . 2. . . publicado no Diário da República. . . . . . . . . . . . . . . . Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão. . . . . . . . . . . . . . . .ª série. .º 104/2008 de 24 de Junho. . . Marisa Isabel Tavares Leiria Martins. . . . Línguas. . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . — A Presidente do Conselho Executivo. . . foi nomeada por concurso extraordinário para acesso à categoria de professora titular ao abrigo do artigo 30. . de 31 de Março. . . . . . . . . . Línguas. .C. . . . . . . . . . . . . . . . . .ª série — N. . para a categoria de professores titulares ao abrigo do artigo 19. .º 3564/2009 Nos termos do disposto no artigo 95. . Carlos Manuel Ferreira Pinto. Luísa Manuela Reia Raimundo de Gouveia . . Maria Manuela dos Santos Simões . Línguas. . Ciências Sociais e Humanas. . . n. . . . . . . . . . . torna-se público que se encontra afixada no placard dos Serviços Administrativos. para consulta. . .º 2528/2009 Nos termos do n. . . . . . . . . . . . . . . . . . Natália Gonçalves Melo Ferreira . . . . 2. . . . . . . . . . . Ciências Sociais e Humanas. . . . Maria Margarida Ravasco Machado C. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Maria Helena da Costa Pacheco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . publicado no Diário da República. . . . . . . . . de 31 de Março. . . . . . . . . . . . . . faz saber que. . . faz saber que. . . . Maria Isabel Paninho Magalhães de Jesus Aleixo . Maria Margarida Neves Heliodoro . . . . . . . . . . . . . . . . a lista de antiguidade do . . . . . . . . . . .Diário da República. . . . . Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Palmela. . . .º 23731/2006. . . . . . Eduardo Jorge Pato Cruz . . Patrícia Isabel Duarte Serrinha Vilalva Estemenha João Francisco Sobral Branco Campaniço . . . . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . . 11/09/2008 01/09/2008 11/09/2008 26/09/2008 25/09/2008 22 de Janeiro de 2009. . . . . . . . . Chumbinho . . . . . . . Maria da Conceição de Oliveira Cardoso M. . . . Ciências Sociais e Humanas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . no uso das suas competências que lhe foram delegadas através do Despacho n. . . . . . . . . . . . . . Judite Isabel Pego Medinas . . . . . . . . . . com efeitos a 1 de Setembro de 2007. . . . . . Maria José Delgado Silva Ribeiro . . . Aviso (extracto) n. . .º 2527/2009 Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão. . . . . . . . . . . . . . . . . .º 200/2007 de 22 de Maio. . . . . . . . . . Línguas. . . . . . .º 224. . . Maria de Fátima Maduro Canário . . . . . . . . . . . . . . . . foram nomeados por concurso interno de acesso limitado. . . . nos termos do artigo 96. . . . . . . . . . . . no uso das suas competências que lhe foram delegadas através do Despacho n. . Expressões. . . . . Joaquim Alexandre Corista Nunes. . . . 22 de Janeiro de 2009. . . Matemática e Ciências Experimentais. . . . . . . . . . . . . . . . .º 100/99. . . . . . . Ana Isabel Gonçalves Pinheiro . . . . . . . . . Raul Manuel Ribeiro Pinto Cristóvão. . . Línguas. Matemática e Ciências Experimentais. os docentes abaixo indicados: Grupo Nome Departamento 300 300 300 320 330 330 330 330 330 420 420 430 530 500 500 510 510 510 520 530 620 620 Deolinda Maria do Nascimento Ferreira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Matemática e Ciências Experimentais. . . . Graça Maria dos Reis Correia Batista . Juliana Maria Parreira Telmo Pereira. .

. . . .ª série — N. . . . . . no placard dos serviços de administração escolar deste estabelecimento a lista de antiguidade do pessoal não docente reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . . . . . . desde 8 de Junho de 2006. n. . . . . . . . índice 400. . . . . .º s 2 a 6 do artigo 14. . . . .ª classe. índice 326. faz-se pública a lista nominativa do pessoal do quadro único do Ministério da Educação que foi colocado em situação de mobilidade especial. . . escalão 2. . . . . . . .º 1.º e do n. . .Tecnológica — 240 . . . . . . . .º 2529/2009 Nos termos do disposto no n. Categoria: técnico profissional especialista. .ª série. Carreira: desenhador construção civil. . . .º 204. . Maria Manuel Carvalho Aleixo. . . . . . . . . . . .º 100/99. . 31 de Dezembro de 2008. Inglês — 330 . . . . . torna-se público que se encontra afixada a lista de antiguidade do pessoal não docente deste estabelecimento. Categoria: técnico profissional especialista principal. . .º 2531/2009 Nos termos do disposto no n.ª classe. . . . . índice 510. . . . . Nome do funcionário: Maria Emília Vital da Rocha Silveiro. . . . . . . . . . . . reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . . . . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . . . . Fátima Ventura Toscano Bravo . . Nome do funcionário: Maria da Visitação Cardoso Zambujo. . . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . . . . Filosofia — 410 . . .M. 22 de Janeiro de 2009. Francisco Manuel Guerreiro Tonim.º 242/2009 Por ter sido publicado com inexactidão no Diário da República n. . . . . . . 1 e 3 do artigo 93. . . . . . . . .V. .º 2530/2009 Nos termos dos n. . . Categoria: assessor principal. . . Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da publicação do presente aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço.Católica — 290. . . . . índice 238. . escalão 1. . . escalão 1. . . . . . . . . . . . . Nos termos do disposto nos n. . . Pacheco . . .4174 Direcção Regional de Educação do Alentejo Despacho n. . . . . — O Director Regional. . . . . . . . . . Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data da publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . no uso de competências delegada no n. foram homologados os contratos administrativos de serviço docente relativos ao ano escolar 2008/2009 dos seguintes docentes não pertencentes aos quadros do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo: Nome Grupo Docência/Código Inicio de funções José Manuel Chaveiro Raminhos. . . índice 269. . Carreira: desenhador de construção civil. . . . . . 01-09-2008 11-09-2008 01-09-2008 14-10-2008 23-10-2008 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 . . Germano António Alves Lopes Bagão. publicado no Diário da República 2. . .º 22696/2006. . .º 3565/2009 Diário da República. . . .º do Decreto-Lei n. . . 2. . . . .R. . índice 360. . . . nos termos do artigo 96. escalão 1. . . . Nome do funcionário: Carlos Avelino Patinha Cabaço. . . . . Nome do funcionário: António Manuel Ferreira Monteiro. . . . Categoria: técnico profissional especialista principal. . . — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . . deve ler-se “Maria Belmira da Silva Gomes Branco Estevens”. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Escola Básica Integrada com Jardim-de-Infância de Alcáçovas Aviso n. .º 1 do artigo 19. . Categoria: técnico profissional de 1. Sandra Cristina Oliveira Neto . . . . . . Mat/ Ciências Natureza — 230 . . . . . . . . . . Elsa Maria Branco Ambrósio. . . . . . . . . Carreira: arquitecto. . . . . . Ed. Francês — 320 . . Ana Maria Marques Caldes . de 31 de Março. . . 21 de Janeiro de 2009. . . .º do citado diploma. . .º do Decreto-Lei n. . . .º 100/99. referente à homologação dos Docentes de Nomeação Definitiva para a Categoria de Professor Titular rectifica-se: Onde se lê”Maria Belmira Branco Gomes Estevens”. desde 4 de Fevereiro de 2005. . . . desde 1 de Janeiro de 2008. . índice 345. Carreira: fiscal técnico de obras. . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . 22 de Janeiro de 2009. . .º 215. . . . . — O Presidente do Conselho Executivo. . Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo Aviso (extracto) n. . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . faz-se público que se encontra afixada no placard da secretaria a lista de antiguidade do pessoal não docente deste estabelecimento de ensino com referência a 31 de Dezembro de 2008. . Serafina Venâncio Lains. . .º 3 do artigo 95. . . índice 228. — O Presidente do Conselho Executivo. . . . . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . . Carreira: desenhador. . . . escalão 2. escalão 2. . . de 31 de Março. . . . de 31 de Março.º 100/99. . . . . . . . . . Ed. . . . Carreira: engenheiro técnico. . . História — 400. índice 770. . desde 1 de Março de 2005. 19 de Janeiro de 2009. desde 1 de Março de 2005. . . . . na sequência do processo de reestruturação da Direcção Regional de Educação do Alentejo: Nome do funcionário: Manuel Lucílio Bamond das Neves. . . no placard à entrada dos serviços administrativos. . de 7 de Dezembro. de 8 de Novembro de 2006. . . . . . . . . José Lopes Cortes Verdasca. desde 27 de Setembro de 2006. .º 53/2006. Despacho (extracto) n. os Agrupamento de Escolas de Cuba Declaração de rectificação n. .º do Decreto-Lei n. escalão 1. . . .º 3 do artigo 95. . Carreira: engenheiro. . . . — A Presidente do Conselho Executivo. escalão 5. . . . . . para consulta. . . . Categoria: técnico especialista principal.3 do despacho n. . . Rogério Paulo dos Santos Capeto Coelho. . . . página 42734. . . . . . Escola Secundária de Castro Verde Aviso n. desde 12 de Novembro de 2003. . . . escalão 4. . . . Carreira: desenhador construção civil. . Categoria: técnico profissional especialista principal. o Despacho (extracto n. . . . 2. . . . . . . . . . . .º da Lei n. . . Nome do funcionário: António Maria de Sousa Ramalho. . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . . . . Geografia — 420 . . Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . Nome do funcionário: António Manuel Barrocas Albardeiro: Natureza do vínculo: nomeação definitiva. . . . Lídia Isabel Sousa Grave . . Carla Sofia Conceição M. . . .ª série de 21/10/2008. Carreira: fiscal técnico de obras. . . . Nome do funcionário: Francisco Tiago Mendes Branco. desde 1 de Abril de 2004. . . . . . Categoria: técnico profissional principal. . . . . . .º 3566/2009 Por despacho de 2 de Janeiro de 2009 da Presidente do Conselho Executivo. . . . torna-se público que se encontra afixada. . Nome do funcionário: José Alberto Timóteo das Neves. . . .º 26515/2008. . . . desde 29 de Junho de 2006. . . Categoria: técnico superior de 2. . . .

. . . Jorge Couto. . . . . . . . . . . . .º 2532/2009 Lista de Antiguidade do Pessoal Não Docente da Escola Secundária do Dr. . de 15 de Janeiro. . reportada a 31 de Dezembro de 2008. . . . . . . . . 1. João Manuel Pires Manita. . . . . . . assessora da carreira técnica superior de biblioteca e documentação (BD). . . . Educação Física — 620 . . com efeitos reportados a 31 de Dezembro de 2008. . . Agrupamento de Escolas do Concelho de Monchique Despacho n. . . . . . . . . . . . . . de 31 de Março. . . . . . . . . . . . . . Artur Jorge Milhases Carvalho Fernandes Ferreira José Carlos da Assunção Soares Mendonça. . . . . . .º 23106/2006. . 31 de Dezembro de 2008. — O Director-Geral. . . . . . . . . . .º 100/99.º 3569/2009 Por meu despacho de 31 de Dezembro de 2008. . . . . . . . 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 01-09-2008 25-09-2008 21-11-2008 22 de Janeiro de 2009. . . . . Francisco Fernandes Lopes — Olhão Dando cumprimento ao disposto no n. . .º 100/99 de 31 de Março. . . . 200 260 500 320 500 01/09/2008 01/09/2008 01/09/2008 01/09/2008 11/09/2008 . . . . . . . MINISTÉRIO DA CULTURA Biblioteca Nacional de Portugal Agrupamento Vertical Dr. 300 110 230 600 200 400 110 11/09/2008 11/09/2008 15/09/2008 15/09/2008 26/09/2008 26/09/2008 13/10/2008 23 de Janeiro de 2009.º 218. considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da referida data. . — A Presidente do Conselho Executivo. . . . . . . Sofia Teresa Ribeiro Delgadinho . sem prejuízo de continuar a exercer. . . . . . . de 30 de Agosto. . . . . . . foi à Mestre Maria Luísa Ferreira Nunes dos Santos. . . . Paulo Francisco Português Ribeiro . . . de 30 de Agosto. nos termos do artigo 96. Jorge Manuel Dias Palma . . . . . . . . . Informática — 550. . . . . . . . .º 3 do artigo 95. . . . torna-se público que se encontra afixada no expositor vitrina do átrio da Escola Sede deste Agrupamento a lista de antiguidade do pessoal não docente. . . . . faz saber que. . . . . . . — A Presidente do Conselho Executivo.º do Decreto-Lei n. com efeitos reportados a 31 de Dezembro de 2008. . . . . . Educação Pré-Escolar — 100 . . . . . . . Rute Alexandra Cláudio Mota Apolónia Colaço Ana Isabel Domingues da Silva Gusmão. . . . . . . . . . . . . . . . Educação Física — 620 . . . . do quadro de pessoal da ex-Biblioteca Nacional. . nos termos do disposto no n. . . . Idalécio Lourenço Santos Nicolau. . de 15 de Janeiro. . . Francisco Fernandes Lopes Aviso n. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4175 Grupo Docência/Código Inicio de funções Nome Vera Lúcia Candeias Goulão . . . em comissão de serviço. . . Solange da Silva Marques Guerra . . . . . . . .º da Lei n. Nome Código/ Grupo Data de início Luciano Joaquim Martins de Almeida . . . . . no uso das competências que lhe foram delegadas através de Despacho n. dos docentes abaixo indicados: Nome Código/ Grupo Data de início Mariana Fernandes dos Santos Guerreiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . n. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . precedendo confirmação da Secretaria-Geral do Ministério da Cultura.ª série — N. Raquel do Carmo Coelho Dias .º 1 do artigo 95 do Decreto — Lei n. . . Gilda Filipa Figueiredo Camelo. . . .º 3568/2009 Por meu despacho de 31 de Dezembro de 2008. . . . a lista de antiguidade dos funcionários com referência a 31 de Dezembro de 2008. do quadro de pessoal da ex-Biblioteca Nacional. . Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Monchique. . . . . . . . alterada pala Lei n. . . . . . . . faz-se público que se encontra afixada na sala do pessoal não docente da Escola Secundária do Dr. . o cargo de Directora de Serviços Bibliográficos Nacionais da Biblioteca Nacional de Portugal. . . . . . . . . . . . . 21 de Janeiro de 2009. homologa os contratos Administrativos de serviço docente referentes ao ano lectivo 2008/2009. . . . . . José Manuel dos Santos Moreira . . . . e para os devidos efeitos. . . . . Direcção Regional de Educação do Algarve Escola Secundária Dr. . Despacho (extracto) n. Despacho (extracto) n. . . . . . . João Lúcio Aviso n. — O Director-Geral. . . Informática — 550. . . . . . . . . . . .º 3567/2009 Maria Irene Escudeiro Dias. . . . Informática — 550. . . . . O pessoal não docente dispõe de 30 dias a partir da publicação deste aviso para reclamação ao dirigente máximo do serviço. sem prejuízo de continuar a exercer. .º 2/2004. .Diário da República. . . a exercer. . . . reconhecido o direito ao provimento na categoria de assessora principal da mesma carreira e quadro.º 51/2005. . . considerando -se exonerada do lugar anterior a partir da referida data. . . . . . . foi à Doutora Maria Inês Durão de Carvalho Cordeiro. . . . . Manuel Pedro Carriço Noites. . . . Francisco Fernandes Lopes — Olhão. em comissão de serviço. . . . . . . . . . . . Maria Irene Escudeiro Dias. . . — O Presidente do Conselho Executivo.º 2533/2009 Texto: Nos termos do n. . técnica superior principal da carreira técnica superior de biblioteca e documentação (BD). . . . . . as funções que desempenha. . . . nos termos do disposto no n. Informática — 550. . . precedendo confirmação da Secretaria-Geral do Ministério da Cultura. . . . . . .º 1 do artigo 30. . . . . o cargo de Subdirectora -Geral da Biblioteca Nacional de Portugal. . 2. . . . . . . . .º do referido Decreto-Lei. . de nomeação definitiva. . . Os funcionários dispõem de 30 dias a contar da data de publicação deste aviso no Diário da República para reclamação ao dirigente máximo do serviço. . . . . . . Maria Manuel Carvalho Aleixo. . . . . em comissão de serviço. de nomeação definitiva. . . 21 de Janeiro de 2009.º 2/2004. . . . . . .º Ciclo Ensino Básico — 110 . . . . . Artur . . 2. . . . reconhecido o direito ao provimento na categoria de assessora principal da mesma carreira e quadro. . . . . . . Emanuel Rocha Valadão e Silveira . . . . as funções que desempenha. . . . .º da Lei n. de 13 de Novembro de 2006. — O Presidente do Conselho Executivo. . . . Assunção Nobre Vairinhos. publicado no Diário da República. . . . . . Isabel Maria Ceia F. . . . Jorge Couto. . Alexandre Miguel Possacos. . . . . . . . . . 31 de Dezembro de 2008. a exercer. . . . . em comissão de serviço. . . . .º 1 do artigo 30. . . .ª série. alterada pala Lei n. . . . . .º 51/2005. . . . Pedro Filipe Francisco Rodrigues . . . . . .

Endereço: Rua General Costa Cascais. decorridos que sejam 10 dias de éditos. NIF — 505778645. faz saber que são os credores e a/o insolvente Aura & Graça — Transportes..ª. 2. que começarão a contar-se da publicação do anúncio. — A Juíza de Direito. a sua natureza comum. qualquer pessoa responsável pelas dívidas da insolvência ou qualquer credor ou grupo de credores que representem um quinto do total dos créditos não subordinados reconhecidos na sentença de graduação de créditos ou. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora -Cifercil-Malhas e Confecções.º 6 do artigo 72.º 732/2009 Insolvência pessoa singular (Apresentação) Processo: 3514/07. 111. 1.º-CIRE).º JUÍZO CÍVEL DO TRIBUNAL DE FAMÍLIA E MENORES E DE COMARCA DO BARREIRO Anúncio n. 3800-192 Aveiro. Insolvente: Aura & Graça — Transportes. Lda. a taxa de juros moratórios aplicável. Endereço: Av.Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. Capitão Tenente Oliveira e Carmo.º-CIRE). 2. 33.º G. 301223304 2.º 6-2.Ficam advertidos os credores da insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. n. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham.º 4490/08. Juiz (artigo 193.º Dto. subordinada. Endereço: R. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n.º do CIRE). Romeu Lemos. artigo128. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789.º Juízo Cível.9TBALQ-C Prestação de contas administrador (CIRE) Credor: Repsol Portuguesa. Lourenço Peixinho.º-CIRE). 3.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE BARCELOS Anúncio n. Encerramento de Processo nos autos de Insolvência acima identificados em que é Insolvente Fornalha Doce — Pastelarias Lda.º e 42. Apúlia. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. O Prazo é contínuo.º 730/2009 Processo n. com sede na R. Endereço: Rua Duque da Barcelos. notificados para no prazo de 5 dias.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE ALENQUER Anúncio n. montante de capital e de juros. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. pelas 14:30 horas.º 1 do artigo 9. Informação — Plano de Insolvência Pode ser aprovado Plano de Insolvência. com identificação dos garantes. Dr. as condições a que estejam subordinados. 2 de Janeiro de 2009. A decisão de encerramento do processo foi determinada por insuficiência da massa insolvente — artigo 232. 301196243 3.Da presente sentença pode ser interposto recurso.4176 Diário da República. Pedro de Brito Conde Veiga. ao meio dia. Apartado 51.º 2 artigo.NIF-220164720. Carla Fortes.º 1 do artigo 9. 4.º 1 do CIRE). o devedor. 3800-164 Aveiro.ª Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal Judicial de Barcelos.º Andar. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não à próprio insolvente. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas.º-CIRE): a proveniência dos créditos. se pronunciarem sobre as contas apresentadas pelo administrador da insolvência (Artigo 64. É designado o dia 04-03-2009. no prazo de 5 dias (artigo 40. com domicílio na Rua do Funil. se aplicável. tanto suspensivas como resolutivas.da Estrada. NIF 505459132. Lda. na estimativa do Sr. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. Juiz de Direito deste Tribunal. neste último caso. 4740-Esposende. Ana Paula Silva Carapinha Gomes. Esgueira. Ficam advertidos os devedores da insolvente de que as prestações a que estejam obrigados.Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (n. na falta desta. Administrador da Insolvência: José Augusto Machado Ribeiro Gonçalves.º 2 do artigo 25. . Joaquim Castro. S.º-CIRE). na falta desta.º-CIRE). embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. 2. e. privilegiada ou garantida. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. foi encerrado por decisão proferida a 8/1/2009. 15. indicando-se o respectivo domicílio: Francisco José Areias Duarte.º do CIRE.8TBAVR — Insolvência de pessoa colectiva Insolvente: Fornalha Doce — Pastelarias. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. n. — O Oficial de Justiça. com vista ao pagamento dos créditos sobre a insolvência. Podem apresentar proposta de Plano de Insolvência o administrador da insolvência. A.º 729/2009 Processo: 240/06.º-CIRE).º 731/2009 Processo n. 75. 4750-786 Barcelos. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Isabel Vaz Vieira. — O Oficial de Justiça. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno (alínea i do artigo 36.Ld.Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. Ana Paula Silva Carapinha Gomes. 301235763 Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada.Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva.5TBBCL Insolvência de pessoa colectiva (apresentação) Insolvente: Cifercil-Malhas e Confecções.º-CIRE). 4750-Barcelos.. a quem é fixado domicílio na morada indicada.128.º 44. 12 de Janeiro de 2009. — O Oficial de Justiça.º 3 do artigo 128.8TBBRR Devedor: Isabel Maria Tadeu Credor: Banco Santander Totta S A e outro(s). no prazo de 15 dias (artigo 42. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. Sala 4.º 1.no dia 31-12-2008. Lda O Dr.Os prazos são contínuos. 2580-505 Carregado. de que o processo supra identificado.º do Código de Processo Civil (n. data de vencimento.NIF-501696954. Várzea. a existência de eventuais garantias pessoais.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE AVEIRO Anúncio n. e ou deduzidos embargos.Ld.º-CIRE). 12 de Janeiro de 2009.ª série — N. os bens ou direitos objecto da garantia e respectivos dados de identificação registral.Com a petição de embargos. — A Juíza de Direito.º Dto.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 PARTE D 1.º-CIRE). Ficam notificados todos os interessados. Dr(a). Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda:O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 20 dias. para o domicílio constante do presente anúncio (n.º n.º -CIRE). — O Juiz de Direito. a liquidação da massa e a sua repartição pelos titulares daqueles créditos e pelo devedor (artigo 192.º 3457/08. É administradora da devedora:Carla Alexandra Oliveira da Silva.

NIF 187323798. 73-Rc Dto. 2.º. Ficam notificados todos os interessados. 7000-000 Évora. — A Juíza de Direito. 3.º Dt. nacional de Portugal. A sua natureza comum.º JUÍZO CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE BRAGA Anúncio n. freguesia de Nossa Senhora de Fátima [Lisboa].º. Qt. Por despacho de 22-12-2008 foi qualificada a presente Insolvência como Fortuita ( artigo18. 1800-329 Lisboa Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. A. Da presente sentença pode ser interposto recurso. freguesia de São Sebastião da Pedreira [Lisboa].º 733/2009 Processo n.º 734/2009 Processo: 25/09.º do CIRE). — A Juíza de Direito. . com domicílio na morada indicada. Pedro Ascensão. José de S. Ana Filipa Vinagre Carretas Martins. indicando-se o respectivo domicílio: João Correia Chambino. freguesia de Ribeira de Nisa [Portalegre].º e 42. Batista Tavares. Encerramento de Processo Nos autos de Insolvência acima identificados em que são: Insolventes: Jorge Humberto da Silva Fragoso da Cunha. Costureira. estado civil: Solteiro. Pires Navalho. artigo 128.º 3 do artigo 128. se aplicável. Álamos. A Dr. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. Lda. Maria Gilberta C. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. às 17:00 horas. foi encerrado. As condições a que estejam subordinados. Raquel G. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. 4700-000 Braga notificados para.º Dt.º 1 do artigo 9. neste último caso. — A Juíza de Direito. BI 6106441.Diário da República. Batista Tavares. Insolvente: SONOBATE — Comércio e Distribuição Auto. NIF 181316200. Évora. estado civil: Casado (regime: Desconhecido). concelho de Lisboa.ª Raquel G.º. O Prazo é contínuo. e. S..º do CIRE).º do CIRE). nascido(a) em 05-11-1956. Endereço: Rua Dr Manuel Pacheco Nobre. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. no prazo de 5 dias (artigo 40. A taxa de juros moratórios aplicável. Ana Cavaco. A decisão de encerramento do processo foi determinada por requerimento dos insolventes por pagamento aos credores. 301154714 4177 para o domicílio constante do presente edital (n. Ana Mafalda Sequinho dos Santos. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. com identificação dos garantes. tanto suspensivas como resolutivas. os bens ou direitos objecto da garantia e respectivos dados de identificação registral.ºº n. nascido(a) em 20-05-1962.º 2 artigo 128.º Juízo Cível de Évora. 1. devendo-se aguardar o prazo de cinco anos fixado na decisão de tal incidente. lote 8.º 4 do CIRE ) 26 de Dezembro de 2008. — O Oficial de Justiça. pelas 14:00 horas.º 1 do artigo 9. Endereço: Rua Cosme Delgado.º. C. José Vilaça. foi encerrado. 12.º n. BI 7704304. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. n. Vieira Silva. J. Efeitos do encerramento: cessam “todos” os efeitos resultantes da declaração de insolvência. nascido em 26-07-1968.º do CIRE). Lázaro. 7000-000 Évora. Endereço: Herdade do Perdiganito. NIF 190708751.ª da Lomba. sem prejuízo da manutenção da instância para tramitação legal e subsequente da execução da exoneração do passivo restante. faz saber que são os credores e a/o insolvente SONOBATE — Comércio e Distribuição Auto.2TBBRG-J — Prestação de contas de administrador Administrador de insolvência: Rui Manuel Pereira de Almeida. 14 de Janeiro de 2009. NIF — 162562985. Endereço: Rua Sargento Armando Monteiro Ferreira. concelho de Portalegre. depois de ouvidos o administrador da insolvência e a comissão de credores não foi deduzida oposição. data de vencimento. montante de capital e de juros. estado civil: Casado. Trás. se pronunciarem sobre as contas apresentadas pelo administrador da insolvência (Artigo 64. no prazo de 5 dias.º Dt. no prazo de 15 dias (artigo 42. — O Oficial de Justiça. Ana Margarida Fernandes. 7000-000 Évora Administrador da Insolvência: João Manuel Correia Chambino. Lda. 1. BI — 4884729. 2830-080 Barreiro Ficam notificados todos os interessados. privilegiada ou garantida. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. de que o processo supra identificado.º 735/2009 Insolvência de pessoa singular (requerida) Processo n. estado civil: Casado.º 9748/05.º do CIRE): A proveniência do(s) crédito(s).º 2 do artigo 25. — O Oficial de Justiça. 2 de Dezembro de 2008. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. subordinada.º do Código de Processo Civil (n. decorridos que sejam 10 dias de éditos. C.º 21. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n. — O Juiz de Direito.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE ÉVORA Anúncio n. Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva.Os prazos são contínuos. 2830-171 Barreiro Dr(a). 13 de Janeiro de 2009.0TBEVR Insolvência pessoa singular (Requerida) No Tribunal Judicial de Évora.º do CIRE). Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. 1800-329 Lisboa. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. Caixa 4. Endereço: Rua de Damão.º 12. Évora.ª série — N. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. A decisão de encerramento do processo foi determinada por: Insuficiência da Massa Insolvente.0TBEVR Requerente: Barclays Bank Plc Insolvente: Jorge Humberto da Silva Fragoso da Cunha e outro(s). 301059523 1. Endereço: Herdade do Perdiganito.º do CIRE). podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. Endereço: Rua Sargento Armando Monteiro Ferreira. nacional de Portugal. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno (alínea i do artigo 36. Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (n. Com a petição de embargos. recuperando designadamente os insolventes o direito de disposição dos seus bens e a livre gestão dos seus negócios. A existência de eventuais garantias pessoais. BI 8128462.º do CIRE). de turno. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. 301231583 2.º CIRE) Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. NIF 503142069.º 1 do CIRE). Endereço: Rua Dr. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. 301230432 2.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE ÉVORA Anúncio n. É designado o dia 17-03-2009. Juiz de Direito deste Tribunal. Caixa 4. que começarão a contar-se da publicação do anúncio.º Dt. n.º 1. e Ana Cristina Cardoso Veiga da Cunha Fragoso. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. de que o processo supra identificado. Francisco Galvão Correia. concelho de Lisboa. 23 — 1.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Insolvente:Isabel Maria Tadeu. — O Oficial de Justiça. e ou deduzidos embargos. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Teresa de Fátima Meirelles Infante da Câmara. no dia 07-01-2009. 3.º 2965/06.

4178 1.º do CIRE): A proveniência do(s) crédito(s). S.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 É designado o dia 17-03-2009. ao meio dia. pelas 09. no dia 05-01-2009.5TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Biodietomundo — Sociedade de Venda de Produtos Dietéticos. e. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. no dia 08-01-2009. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte.º 92. A taxa de juros moratórios aplicável. data de vencimento.º do CIRE). 2. NIF 201641950. 1350 Lisboa.º 1 CIRE). pelas 09:45 horas. que começarão a contar-se da publicação do anúncio.º do Código de Processo Civil (n. os bens ou direitos objecto da garantia e respectivos dados de identificação registral. Informação — Plano de Insolvência Pode ser aprovado Plano de Insolvência. na falta desta.9TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Credor: Maria Rosa Capelo Pinto Insolvente: Almeida.da Administrador da Insolvência: Dr. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. com identificação dos garantes. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. Podem apresentar proposta de Plano de Insolvência o administrador da insolvência.º. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. Os credores podem fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.da Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. NIF — 504859390.º do CIRE). para o domicílio constante do presente edital (n. — O Oficial de Justiça. Carla Sofia Sousa Costa Melo. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.ª Maria Teresa F. Mascarenhas Garcia. 12 — 1. Susana Pereira. A.º 737/2009 Processo: 1508/08. foi designado o dia 17-03-2009. Juiz de Direito deste Tribunal.º 3 do artigo 128. A sua natureza comum.º do CIRE). Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. As condições a que estejam subordinados. Endereço: Calçada dos Mestres.º Cunha Leal. foram remetidos os respectivos anúncios para publicação.º.da. Da presente sentença pode ser interposto recurso. — A Juíza de Direito. pelas 15. — A Juíza de Direito.º e 42 do CIRE). Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (n. Mascarenhas Garcia. NIF 500045674. . 1200-290 Lisboa. Endereço: Rua Eng. O prazo é contínuo. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. montante de capital e de juros.º do CIRE). o devedor.º 2 do artigo 25. com sede na morada indicada. 12 de Janeiro de 2009. notificados para no prazo de 5 dias. Juiz (artigo 193. Silva e Rodrigues. de que no processo supra identificado.8TYLSB-D — Prestação de contas administrador (CIRE) Diário da República.º Dt.º 738/2009 Processo: 318/06. neste último caso. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n. com a finalidade de ouvir os mesmos acerca da promoção de encerramento do processo por insuficiência da massa insolvente.º Juízo de Lisboa.ª Ana Rito A Dr. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.ª Maria José Peres.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE LISBOA Anúncio n. Susana Pereira. Marvila. Lisboa.45 horas. Endereço: Rua Nova do Almada. 1900-000 Administradora de insolvência: Dr. Lda Convocatória de Assembleia de Credores nos autos de Insolvência acima identificados em que são: Almeida. subordinada.º 1 do artigo 9. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE LISBOA Anúncio n. se aplicável. Campolide. A existência de eventuais garantias pessoais. — O Oficial de Justiça. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente.º do CIRE). L. tanto suspensivas como resolutivas. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Biodietomundo — Sociedade de Venda de Produtos Dietéticos.º 6 do artigo 72 do CIRE). no prazo de 15 dias (artigo 42. Os prazos são contínuos. se pronunciarem sobre as contas apresentadas pelo administrador da insolvência (Artigo 64. para a realização da reunião de assembleia de credores.º Dt. na falta desta.00 horas.º 5 — 3.. Comércio e Indústria de Material Eléctrico. 1. 1100-619 Lisboa. A.º. 2. Maria Teresa F.ª série — N. n. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. com sede na morada indicada. Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva. 46 e 48. e ou deduzidos embargos. a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). faz saber que são os credores e a/o insolvente(o). para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório.º. n. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36.º do CIRE). 7 de Janeiro de 2009. 69. artigo 128.º 6 do artigo 72 do CIRE). Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. Dr. Lda.º do CIRE). ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. — O Oficial de Justiça. Endereço: Rua Arco do Carvalhão. 3780-215 Anadia Ficam notificados todos os interessados. Lisboa. na estimativa do Sr. 2. no prazo de 5 dias (artigo 40. — A Juíza de Direito. Maria Teresa F. 13 de Janeiro de 2009.º 739/2009 Processo: 1531/08. 301223945 Anúncio n.0TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Rádio Vitória. NIF 500225966.º 1 do artigo 9. 301227477 Insolvente: TURBILUZ — Iluminação. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. S. na falta desta. Lote 519 — 3. Ao Administrador da Insolvência. Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa.º 2 artigo 128. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. Importação e Exportação. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. 301202528 Anúncio n. Mascarenhas Garcia. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. com vista ao pagamento dos créditos sobre a insolvência. Endereço: Rua da Vitória. Endereço: Praça do Município. 1.º Juízo de Lisboa.º. Com a petição de embargos. qualquer pessoa responsável pelas dívidas da insolvência ou qualquer credor ou grupo de credores que representem um quinto do total dos créditos não subordinados reconhecidos na sentença de graduação de créditos ou.º n.º 736/2009 Processo: 1309/07. privilegiada ou garantida. Silva e Rodrigues. É administrador do devedor: Nathaniel Parsons Merril. a liquidação da massa e a sua repartição pelos titulares daqueles créditos e pelo devedor (artigo 192 do CIRE). L. Maria Teresa F. decorridos que sejam 10 dias de éditos.º 1. L.º do CIRE]. 2. Mascarenhas Garcia. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: Rádio Vitória. indicando-se o respectivo domicílio.ª Cristina Maria Rodrigues Alfaro. Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias.

indicando-se o respectivo domicílio.da. 2710 Sintra. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. Endereço: Rua Major Neutel de Abreu.º 1 do artigo 9. N.º 8. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. — O Oficial de Justiça. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. Endereço: Rua Sargento Armando Monteiro Ferreira. Endereço: Casal do Matoutinho-St..º 12 — 3. 1000-000 Lisboa. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Garrido Paulo e Leite Arquitectos Associados.Diário da República.º Juízo de Lisboa. a quem é fixado domicílio na morada indicada. São administradores do devedor: Jorge Rodrigues Paulo. Fonte Boa da Brincosa — Ericeira. D. Endereço: Rua Manuel Teixeira Gomes.º do CIRE). a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). — A Juíza de Direito.º 1 do artigo 9. Da presente sentença pode ser interposto recurso. 9 de Janeiro de 2009. Adelino Lopes de Aguiar. no prazo de 15 dias (artigo 42.6TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Requerente: Faria e Santos — Materiais de Construção.º Dto. 2795-105 Carnaxide Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. Da presente sentença pode ser interposto recurso.º do CIRE] 4179 Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias.º do CIRE).01 C. Várzea de Sintra.º 2 artigo 128. Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio.º 15 E.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 É administrador da devedora: Francisco Manuel Boto Machado Seabra. João Correia Chambino. N. ao meio dia.º do CIRE).º do CIRE). 7. É designado o dia 30-03-2009. É designado o dia 18-03-2009.º 19. Os prazos são contínuos.da Insolvente: António Veloso & Fernando Veloso Pinturas L. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s).da Credor: Serviço de Finanças de Mafra e outro(s). 301214298 Anúncio n. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham.º Juízo de Lisboa. 1500-409 Lisboa. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado.º 741/2009 Processo: 1368/08. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.º 2 artigo 128. pelas 15:30 horas ( a Realizar-se nas novas instalações . Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36. — A Juíza de Direito. É obrigatória a constituição de mandatário. no dia 13-01-2009. 1800-329 Lisboa Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva.º. Endereço: Av.9TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Garrido Paulo e Leite Arquitectos Associados. Os prazos são contínuos. 2665-404 Mafra. n. 3. Atelier.º Fte. indicando-se o respectivo domicílio. n. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. com sede na morada indicada.º Dt.º 15-1. indicando-se o respectivo domicílio. pelas 10:00 horas. Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. É designado o dia 24-03-2009.Endereço: Avenida Almirante Gago Coutinho. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n.º do CIRE).º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE LISBOA Anúncio n. Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. L. 2705-734 S.º 1. João das Lampas.º do CIRE). Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. Maria de Fátima dos Reis Silva. e ou deduzidos embargos. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. no prazo de 5 dias (artigo 40. para o domicílio constante do presente edital (n. João XXI. Endereço: Estrada do Sacário. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): António Veloso & Fernando Veloso Pinturas L. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter Pleno [alínea i) do artigo 36. NIF 507060792. no dia 06-01-2009. Joaquim Baltazar Roque. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado.º do CIRE).º 2 artigo 128.º Estevão. São Costa. estado civil: Divorciado. Pavilhão 14. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem.ª série — N. n. 301213925 3. sitas na Av. João II.º 3 do artigo 128.º e 42 do CIRE). 1000-000 Lisboa. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Endereço: Rua da Liberdade. no prazo de 5 dias (artigo 40.º e 42 do CIRE). L. bloco G. e ou deduzidos embargos. no prazo de 15 dias (artigo 42. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. 2. 9 de Janeiro de 2009. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. N.º 740/2009 Processo: 9/09. Elisabete Assunção. pelas 14:00 horas. Galés. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. São administradores do devedor: Fernando Manuel Veloso da Conceição. — O Oficial de Justiça. NIF 501188614.08. n. ao meio dia. É obrigatória a constituição de mandatário judicial. 2655 Ericeira António José Veloso da Conceição. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório.da Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36. N.º 56-5. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. Maria do Céu Silva. com sede na morada indicada. para o domicílio constante do presente edital (n. para o domicílio constante do presente edital (n. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente.º do CIRE] Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias.º do CIRE). L. Frac- . podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.º do CIRE]. Endereço: Beco do Barracão. 2.º Dt.da.º 100.

do CIRE). . É administrador da devedora: Jorge Rodrigues Paulo.º do Código de Processo Civil (n. — A Juíza de Direito. 5. artigo 128. S. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789.º 2 do artigo 25.º 1. É obrigatório a constituição de mandatário judicial. não se suspendendo durante as férias judiciais (n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 A assembleia ora convocada poderá igualmente pronunciar-se sobre o encerramento do processo nos termos do artigo 232.01C — Bloco G. 12 — 3. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. Dto. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. Os prazos são contínuos. Paula Sá e Silva. Para Administrador da Insolvência. D. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.Loja B. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. João Correia Chambino.08.º. e ou deduzidos embargos. Com a petição de embargos.º Juízo de Lisboa. com sede na morada indicada. Ana Paula A. É designado o dia 09-03-2009.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE LISBOA Anúncio n. 2845-136 Amora Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. Declara-se aberto o incidente de qualificação insolvência com carácter pleno (al. Álvaro Benamor.da.º. do CIRE).º 2. do CIRE). Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. a quem é fixado domicílio na morada indicada. do CIRE). n. 1990-097 Lisboa. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. Quinta de Monserrate. Endereço: Azinhaga da Carreta 9.º 1. 14 de Janeiro de 2009.2TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Habiserra. D. do CIRE). no prazo de 15 dias (artigo 42. NIF — 502412054.º 1 do artigo 9. no dia 07-01-2009. do CIRE). a quem é fixado domicílio na morada indicada. 1800-329 Lisboa. artigo 128. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. 3. Para Administrador da Insolvência.01C — Bloco G. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.º e 42 do CIRE). no prazo de 5 dias (artigo 40. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. A. no prazo de 5 dias (artigo 40. do CIRE.4180 Diário da República. Os prazos são contínuos. 4. Piso 0 — 1990-097 Lisboa) para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. caso até à data designada o Administrador verificar a insuficiência da massa insolvente para satisfação das custas do processo e restantes dívidas da massa. Da presente sentença pode ser interposto recurso. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio.da Insolvente: TECNOPORTA — Comércio e Indústria de Portas e Grades Metálicas. Fte. com sede na morada indicada.º. É obrigatória a constituição de mandatário. Endereço: Rua Sargento Armando Monteiro Ferreira. — O Oficial de Justiça. 8-2. Da presente sentença pode ser interposto recurso. 301232158 4. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado.. do CIRE. 2820-153 Charneca da Caparica. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. Sociedade de Construção de Infra-estruturas.º e 42.º Dto.º 1. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. Palhais. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. L. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. do CIRE. e ou deduzidos embargos. 1700-031 Lisboa.º. Barata. em substituição do que inicialmente foi designado. 2.. Cruz de Pau. NIF 501694749. elaborado nos termos do artigo 128. ao meio-dia. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: TECNOPORTA — Comércio e Indústria de Portas e Grades Metálicas.ª série — N. i). Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: Habiserra. para o domicílio constante do presente edital (n. elaborado nos termos do artigo 128. e ou deduzidos embargos. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. do artigo 9. para o domicílio constante do presente edital (n.º 743/2009 Processo: 10/09. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. sitas no “Campus de Justiça de Lisboa” — Av.08. do CIRE). Endereço: Casal do Matoutinho.º 2. Os prazos são contínuos. no prazo de 5 dias (artigos 40.º.º 6 do Artigo 72 do CIRE). no prazo de 15 dias (artigo 42. A. Declara-se aberto o incidente de qualificação insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36. Viana da Mota. João II. Sociedade de Construção de Infra-estruturas.. do artigo 9.º do CIRE] Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias.º.º. 2820-174 Charneca da Caparica. Galés. João II. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. Endereço: Av. 301207275 Anúncio n. A. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte.º. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. Maria Emília Cravidão Fonseca.º Esq. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. 1990-097 Lisboa.º.. nas novas instalações deste Tribunal. Maria de Fátima dos Reis Silva. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.º 742/2009 Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Processo: 248/08. pelas 15:00 horas. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. A assembleia ora convocada poderá igualmente pronunciar-se sobre o encerramento do processo nos termos do artigo 232. 2665-407 Santo Estêvão das Galés.º e 42. — A Juíza de Direito. NIF 132670674. no dia 1112-2008. caso até à data designada o Administrador verificar a insuficiência da massa insolvente para satisfação das custas do processo e restantes dívidas da massa. — O Oficial de Justiça. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. n. ção AD a BB. É administrador da devedora: Manuel da Graça Lopes Calretas. É designado o dia 02-04-2009.º Juízo de Lisboa. do artigo36. do CIRE. na falta desta. Carvalho. NIF — 123500389. sitas no “Campus de Justiça de Lisboa” — Av.º. Botequim. no prazo de 15 dias (artigo 42.º do CIRE).º do CIRE). Endereço: R. Almirante Gago Coutinho. CIRE) Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias.º.da Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. L. Da presente sentença pode ser interposto recurso.0TYLSB Requerente: Global Dis — Distribuição Global de Materiais. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito nas novas instalações deste Tribunal.º. A. indicando-se o respectivo domicílio. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. 4. L.º.º do CIRE). 18 horas. 8 de Janeiro de 2009. indicando-se o respectivo domicílio. S.º 1. é agora nomeada a pessoa adiante identificada. pelas 14:30 horas. Endereço: R. do CIRE). 56.º. é nomeada a pessoa adiante identificada.

e ou deduzidos embargos. A. Ana Paula A. D. do CIRE).º. Declara-se aberto o incidente de qualificação insolvência com carácter pleno (al. 3. — O Oficial de Justiça.º 744/2009 Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Processo: 651/08. — O Oficial de Justiça. Alexandre Ferreira.da.º Juízo de Lisboa. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham. do CIRE). 1600-581 Lisboa. Avelino José Machado Martins. 4. no prazo de 15 dias (artigo 42. do artigo 9. Lisboa.º Dto. Bruno Vicente.º. 14 de Janeiro de 2009.18. 15 — 3. Endereço: R. n.º.º Juízo de Lisboa. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: CONGEMAR — Distribuição de Congelados. 1500023 Lisboa. do artigo36. do CIRE). pelas 10:00 horas. Para Administrador da Insolvência. no prazo de 5 dias (artigo 40. de que o processo supra identificado. NIF — 500938776.da Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte.i). nas novas instalações deste Tribunal. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. no prazo de 15 dias (artigo 42. artigo 128.º.01C — Bloco G. NIF — 122065980. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. 1990-097 Lisboa.º e 42. 2. É obrigatório a constituição de mandatário judicial. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem.2TYLSB Insolvência pessoa colectiva (requerida) Requerente: Imosalgest Gestão e Administração SA Insolvente: Lana Caprina — Comércio de Confecções.º.da Insolvente: CONGEMAR — Distribuição de Congelados.º. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso.º 1. — O Oficial de Justiça. Endereço: R.01C — Bloco G.º.Diário da República. do Brasil. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.º. 2460-813 Turquel.º 1. L. L. A assembleia ora convocada poderá igualmente pronunciar-se sobre o encerramento do processo nos termos do artigo 232. é nomeada a pessoa adiante identificada. Da presente sentença pode ser interposto recurso. 2735-671 Cacém. Os prazos são contínuos. para o domicílio constante do presente edital (n.º 1. É administrador da devedora: Alberto Fernando Matos Camacho. Unipessoal. Elisabete Assunção.º Frente. 14 de Janeiro de 2009. artigo 128. 57-5. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. do CIRE).º 2. 13 de Janeiro de 2009.da Encerramento de Processo nos autos de Insolvência acima identificados em que são: Insolvente: Mak Kay — Sociedade Comercial Importação e Exportação. A. com sede na morada indicada.º 746/2009 Processo n. A. Barata.º 964/08.da 4181 Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Lisboa. Carvalho. do CIRE). É obrigatório a constituição de mandatário judicial. Endereço: Av. dos Soeiros. no dia 07-01-2009. 15 — 3.da. e ou deduzidos embargos. NIF — 501967575. do CIRE. É obrigatório a constituição de mandatário judicial. no prazo de 5 dias (artigo 40. do CIRE. Administrador da Insolvência nomeado: Dr. é nomeada a pessoa adiante identificada.º 675/08. Declara-se aberto o incidente de qualificação insolvência com carácter pleno (al. A. São Marcos. Carvalho. L. — A Juíza de Direito. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. Administrador verificar a insuficiência da massa insolvente para satisfação das custas do processo e restantes dívidas da massa. 35-6.João II. a quem é fixado domicílio na morada indicada. É designado o dia 02-04-2009. do artigo 9. i). Para Administrador da Insolvência. 145 A. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Praia da Vitória. indicando-se o respectivo domicílio. Ana Paula A.º. Os prazos são contínuos. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente. L..º. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias. 4. É designado o dia 30-03-2009.º Dto.. Alcobaça. 301228457 Anúncio n. foi encerrado.º 1.5TYLSB Requerente: Bemposta e Pires — Comércio de Marisco.º. 338 — 1. João II. Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. no dia 08-01-2009. Alexandre Ferreira. n. Endereço: Av. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham.º 745/2009 Processo n. para o domicílio constante do presente edital (n. 1000-246 Lisboa Ficam notificados todos os interessados. Barata. CIRE) Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. nas novas instalações deste Tribunal.. Endereço: Av. 1750-010 Lisboa.º. A. A. . 301233332 Anúncio n. do CIRE).º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. É administrador da devedora: António Pestana Cristiano. sitas no “Campus de Justiça de Lisboa” — Av. 301234086 Anúncio n. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. D.º 2. pelas 14:15 horas. L. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente.da. António Anatalício de Jesus Dias. 1750-010 Lisboa. Endereço: Rua Poeta Bocage. elaborado nos termos do artigo 128. do CIRE). CIRE) Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. — A Juíza de Direito.08..08. Endereço: R. a quem é fixado domicílio na morada indicada. às 18 horas. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: Lana Caprina — Comércio de Confecções. — A Juíza de Direito. ao meio-dia. L.ª série — N. do artigo36.º Dto. L. Unipessoal.6TYLSB Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: Mak Kay — Sociedade Comercial Importação e Exportação. com sede na morada indicada. indicando-se o respectivo domicílio. caso até à data designada o sr. Da presente sentença pode ser interposto recurso. do Brasil. elaborado nos termos do artigo 128. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Barata. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. NIF — 125457812.º. NIF — 504490281. Endereço: Orjo.º Esq.º e 42.º C. sitas no “Campus de Justiça de Lisboa” — Av. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. do CIRE). do CIRE. 1990-097 Lisboa.

Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter pleno [alínea i) do artigo 36. — O Oficial de Justiça. L.º 2 artigo 128.º 1.º 1. . do CIRE. a). A. SA e outro(s). Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal Judicial de Ovar. BI 4746042. NIF 503626872.º 1. e ou deduzidos embargos. — O Oficial de Justiça. para a realização da reunião de assembleia de credores. pelas 09:30 horas. 301222121 1. João Manuel Correia Chambino. 301261245 1. ambos do CIRE.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE MONTEMOR-O-NOVO Anúncio n. al.º. Apartado 112. com domicílio na morada indicada. de que no processo supra-identificado. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. embargos e reclamação de créditos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. do CIRE. d) Os credores da massa insolvência podem reclamar da devedora os seus direitos não satisfeitos — artigo 233. e outro(s). Ficam notificados todos os interessados.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 É designado o dia 30-03-2009. sem qualquer restrição — artigo 233. A.ª série — N. se aplicável.º 748/2009 Processo: 759/07. Porta 31.da. Com a petição de embargos. e se ainda estiver em curso o prazo fixado na sentença para reclamação. podendo fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. foi proferida sentença de declaração de insolvência do devedor: José Maria Monteiro. no caso. n. Carvalho. S.º do CIRE). A. A existência de eventuais garantias pessoais. 1800-329 Lisboa Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. não está dispensado de o reclamar no processo de insolvência (n. 2. c) Todos os credores da insolvência podem exercer os seus direitos contra o devedor. 7050-000 Montemor-o-Novo. 6 de Janeiro de 2009. n.4182 Diário da República. al. No Tribunal Judicial de Montemor-o-Novo.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE OVAR Anúncio n. Sandra Martins Serra de Carvalho. na falta desta.º 4 do artigo 75. com identificação dos garantes. n. b). vigilante. foi designado o dia 19-05-2009. indicando-se o respectivo domicílio.º Dt. administrador da insolvência. no prazo de 5 dias (artigo 40.º do CIRE). no prazo de 15 dias (artigo 42.º do CIRE): A proveniência do(s) crédito(s). montante de capital e de juros. para o domicílio constante do presente edital (n. A sua natureza comum. al. al.º 749/2009 Processo n. n. 2. artigo 128. Credor: Banco Espirito Santo. 7104-909 Estremoz. Conceição Henriques. Endereço: EN 114. no dia 22-10-2008.º 18.da Credor: Administração Fiscal — Serviço de Finanças e outro(s).º. pelas 13h30m.º Juízo de Ovar. designadamente recuperando a devedora o direito de disposição dos seus bens e a livre gestão do negócio.9TBMMN Insolvência pessoa singular (Apresentação) Insolvente: José Manuel Bernardes Brito e outro(s). ao meio dia. n. Os prazos são contínuos. nascido(a) em 05-08-1960.º 12 — 3. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. a reclamação pode ser feita na própria assembleia (alínea c n. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas.º 1. do CIRE. Os credores podem fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. b) Cessam as atribuições do sr. d). Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: O prazo para a reclamação de créditos foi fixado em 30 dias.. O requerimento de reclamação de créditos deve ser apresentado ou remetido por via postal registada ao administrador da insolvência nomeado. e. Alice Moreira.º Juízo de Montemor-o-Novo. n. para a realização da reunião de assembleia de credores de apreciação do relatório. Do requerimento de reclamação de créditos deve constar (n. para efeito de participação na reunião. Barata. pelas 14:00 horas.º 18 -. não se suspendendo durante as férias judiciais (n.0TBOVR Insolvência de pessoa singular (apresentação) Devedor: José Maria Monteiro Credor: Banco Cetelem.º e artigo 233. 6 de Janeiro de 2009. sem prejuízo dos efeitos da qualificação de insolvência e do disposto no artigo 234. Joaquim Manuel Gouveia de Carvalho de Castro Peres. NIF 116334193.º 3 do artigo 128.º e 42 do CIRE). c). L. — A Juíza de Direito. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente.º do CIRE).º. 301227606 A decisão de encerramento do processo foi determinada por insuficiência da massa insolvente: Efeitos do encerramento: a) Cessam todos os efeitos decorrentes da declaração de insolvência. Da presente sentença pode ser interposto recurso. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. Gracinda Mendes. Endereço: Rua Benigno Almeida Faria.4TBMMN Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: SOTRANSFAS — Sociedade de Transportes.º 1567/08.º do CIRE). NIF 116334185. Endereço: Herdade da Amieira.º 2 do artigo 25. neste último caso. nacional de Portugal. no dia 31-12-2008. 1.º do CIRE). — A Juíza de Direito. tanto suspensivas como resolutivas.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE MONTEMOR-O-NOVO Anúncio n. 20 de Janeiro de 2009. — O Oficial de Justiça. A taxa de juros moratórios aplicável.. — A Juíza de Direito. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados.º 1. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): José Manuel Bernardes Brito. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Ana Paula A.º do Código de Processo Civil (n. As condições a que estejam subordinados. Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. sendo que.º 1 do artigo 9. Convocatória de Assembleia de Credores Nos autos de Insolvência acima identificados em que são: SOTRANSFAS — Sociedade de Transportes. de que o podem fazer. data de vencimento. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. Endereço: Rua Sargento Amando Monteiro Ferreira.º do CIRE).º.º 747/2009 Processo: 789/08. 1. privilegiada ou garantida. 7050-000 Montemor-o-Novo. NIF — 142963402. BI 5397352. Endereço: Rua Benigno Almeida Faria. Ficam advertidos os titulares de créditos que os não tenham reclamado.. os bens ou direitos objecto da garantia e respectivos dados de identificação registral. acompanhado dos documentos probatórios de que disponham.7050-000 Montemor-o-Novo Ana Maria Saruga Fialho Brito. Mesmo o credor que tenha o seu crédito por reconhecido por decisão definitiva. excepto as relativas à apresentação de contas — artigo 233. Foros de Vale Figueira. subordinada. n.º 6 do artigo 72 do CIRE).º do CIRE] Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. freguesia de Pereiro [Tabuaço].

5 dias.º do CIRE).º do CIRE). Os prazos são contínuos.º 1 do artigo 9. de que no processo supra identificado.ª série — N. L. indicando-se o respectivo domicílio. NIF — 505655675.º do CIRE). Podem apresentar proposta de Plano de Insolvência o administrador da insolvência. Credores: CUSTOITEX — Custóias Têxtil.ª. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha.º 94. no prazo de 15 dias (artigo 42. Carla Alexandra Ferraz Laranjeira. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. Presidente Com. Ovar. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. no prazo de 5 dias (artigo 40.º Frente. foi proferida sentença de declaração de insolvência da devedora: XXI. 4605-000 Vila Meã Ficam advertidos os devedores do insolvente de que as prestações a que estejam obrigados. com vista ao pagamento dos créditos sobre a insolvência. Informação — Plano de Insolvência Pode ser aprovado Plano de Insolvência. 4590-000 Paços de Ferreira com sede na morada indicada. sendo que. 4605-010 Vila Meã Ficam notificados todos os interessados.º 2 do artigo 25. Francisco Ferreira da Silva. Paula Margarida Oliveira. Endereço: Fontelas. na falta desta. São administradores do devedor: a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s).º 6 do artigo 72 do CIRE). verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente.º do CIRE). não estando essa satisfação por outra forma garantida. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. 15 de Janeiro de 2009. Fica ainda notificado de que nos 10 dias anteriores à realização da assembleia. — O Oficial de Justiça. no prazo de 15 dias (artigo 42. Endereço: Edificio Santa Rita.Com. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. Da presente sentença pode ser interposto recurso. Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado. José Garcês Pereira Caldas. Da presente sentença pode ser interposto recurso. Real. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. às 11:30 horas. foi designado o dia 18-02-2009. no prazo de 5 dias (artigo 40. a liquidação da massa e a sua repartição pelos titulares daqueles créditos e pelo devedor (artigo 192 do CIRE).º dp Código de Processo Civil (alínea c do n.da. 22 de Outubro de 2008. Real. Ficam notificados todos os interessados que podem. na falta desta. 4580-000 Paredes Administrador da Insolvência — Amadeu José Maia Monteiro de Magalhães. . 333. o devedor. e outro(s). e ou deduzidos embargos. para a realização da reunião de assembleia de credores para discussão e aprovação do Plano de Insolvência.º JUÍZO DO TRIBUNAL DA COMARCA DE PAÇOS DE FERREIRA Anúncio n. qualquer pessoa responsável pelas dívidas da insolvência ou qualquer credor ou grupo de credores que representem um quinto do total dos créditos não subordinados reconhecidos na sentença de graduação de créditos ou. deverão ser feitas ao administrador da insolvência e não ao próprio insolvente.º Santa Rita. previsto no artigo 191. Os credores podem fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito. Endereço: Rua Ferreira de Castro.º 750/2009 Processo n. no prazo de 5 dias. não se suspendendo durante as férias judiciais (n.E.1TBPFR Insolvência pessoa colectiva (requerida) Requerente: Ministério Publico de Paços de Ferreira Insolvente: Carlos Neto. 2. Declara-se aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado nos termos dos artigos 39. Consultadoria de Gestão e Técnica a Empresas. Lourenço Medeiros. Lídia Martins. de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. Lda.º do CIRE). — A Juíza de Direito. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha.ª e outro(s). 5. no dia 06-01-2009. Os prazos são contínuos. embargos só começam a correr finda a dilação e que esta se conta da publicação do anúncio. e 191. e se ainda estiver em curso o prazo fixado na sentença para reclamação. 1.I.º 6 do artigo 72 do CIRE). Lda. Lordelo.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE SANTARÉM Anúncio n.º 4 do artigo 75.º 752/2009 Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de Insolvência n.º 751/2009 Processo: 1292/08.º 333. Vila Meâ.1TBSTR No Tribunal Judicial de Santarém. n. Juiz (artigo 193. no dia 30-10-2008. Lda. de que o podem fazer. e que esta se conta da publicação do anúncio.º n.º do CIRE.Diário da República. na estimativa do Sr. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. indicando-se o respectivo domicílio. na secretaria do Tribunal.º 2497/08.º e seguintes do C. Figueiró.º do CIRE). Ficam advertidos os credores do insolvente de que devem comunicar de imediato ao administrador da insolvência a existência de quaisquer garantias reais de que beneficiem. Marta João da Silva Dias. 2005-040 Vale de Santarém. Dr.º e 42 do CIRE). 301152073 4183 as testemunhas arroladas.º 1513/08. Ficam citados todos os credores e demais interessados de tudo o que antecede e ainda: É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. NIF — 503189251. É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou. Com a petição de embargos. — O Oficial de Justiça. Ficam advertidos os titulares de créditos que os não tenham reclamado.º. Ficam ainda advertidos que os prazos para recurso. 30 de Outubro de 2008. na falta desta.R.. 3880-000 Ovar Conforme sentença proferida nos autos. N. Endereço: Edif.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE PAREDES Anúncio n. — O Juiz de Direito. Cruz. Com a petição de embargos.2TBPRD Insolvência pessoa colectiva (Apresentação) Insolvente: CUSTOITEX — Distribuição de Produtos Têxteis — Ld. Amadeu José Maia Monteiro de Magalhães. Ricardo Óscar Alves Pinho Costa. Para citação dos credores e demais interessados correm éditos de 5 dias. — O Oficial de Justiça. se encontram à disposição dos interessados. todos os documentos referentes ao plano de insolvência. a reclamação pode ser feita na própria assembleia (alínea c n. ao meio dia. n. 1. Endereço: Lugar da Boavista. 301254547 1.º Juízo Cível de Santarém. com sede na morada indicada. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): Carlos Neto.º do CIRE Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos. para efeito de participação na reunião. ficando obrigado a apresentar 2.º 32. 2.º 2 do artigo 24.º e 42 do CIRE).º do CIRE). de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (n. Endereço: Rua Dr. Convocatória de Assembleia de Credores nos autos de Insolvência acima identificados em que são: CUSTOITEX — Distribuição de Produtos Têxteis — Ld. Endereço: Rua Dr. — A Juíza de Direito. Águeda Moreira Cerqueda Sá. Ovar. pelas 09:00 horas.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 BI — 8168697. 2. Publicidade de sentença e citação de credores e outros interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal Judicial de Paços de Ferreira.º Juízo de Paços de Ferreira. 25.º do Código de Processo Civil (. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. 3880-065 Ovar Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. Cruz. e ou deduzidos embargos. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. 301238469 2.º 1 do artigo 9.º do CIRE).º.

ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. 354. 5 dias.ª Ana Maria Rito Pereira.º do CIRE). Os prazos são contínuos. verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente. BI — 6012151. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. Ermelinda Maria Moutinho. a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). 117. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789.º 206/08. Ficam notificados todos os interessados que podem.. e-mail: csantos-6808p@adv. no dia 7 de Novembro de 2008. Da presente sentença pode ser interposto recurso. Maria José Pita. Os prazos são contínuos. no prazo de 5 dias (artigo 40.º 5815055-2.º Juízo de Vila Nova de Gaia. Da presente sentença pode ser interposto recurso. n. Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos. Com a petição de embargos. 2780-145 Oeiras. com sede na morada indicada. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. 301249914 Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte.º 1 do artigo 9.º do CIRE).º 119 — 1. Endereço: Rua dos Salgueiros.º 2 do artigo 25.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE VILA NOVA DE GAIA Anúncio n. 89. Endereço: Rua de Aveiro.º do CIRE). n. É administrador da devedora: Vítor Alves dos Santos. no prazo de 15 dias (artigo 42. Folgosa.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado. — A Escrivã-Adjunta. pelas 19:58 h. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. a quem é fixado domicílio na morada indicada. Lda. 4450-000 Maia Paulo Jorge Moreira de Sousa. no prazo de 5 dias. previsto no artigo 191.º do CIRE).º do CIRE. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. Faustino. Sá Couto. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. e ou deduzidos embargos. 7 de Janeiro de 2009.º 206/08. Conceição Santos. Com a petição de embargos. Para administrador da insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. Serafim Moreira. — O Juiz de Direito. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. foi proferida sentença de declaração de insolvência do devedor: Carnes de Sousa & Silva.º e 42 do CIRE). 7. no dia 15-01-2009. Da presente sentença pode ser interposto recurso.º do Código de Processo Civil (n. 301161567 1. Endereço: Rua Guilherme de Sousa.º do CIRE Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos.º 28.º e 42. Dr.º e 42 do CIRE). São administradores do devedor: José Manuel Ribeiro. e que esta se conta da publicação do anúncio. telef. indicando-se o respectivo domicílio. . e ou deduzidos embargos. — No Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia. indicando-se o respectivo domicílio. NIF — 161944850. 1. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. e que esta se conta da publicação do anúncio. nascido(a) em 5 de Novembro de 1959. endereço: Rua S. 1202 Geneve — Suiça Suíça. Folgosa. 3. Endereço: Rua dos Salgueiros. 4425-373 Maiacom sede na morada indicada. no prazo de 5 dias. 4900-495 Viana do Castelo São administradores do devedor:Rui Miguel Teixeira da Silva. não estando essa satisfação por outra forma garantida.º 2 do artigo 25. 1. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. 2.º do CIRE). — O Juiz de Direito. Vilar Luz — Fulgosa. no prazo de 5 dias (artigo 40. fax 256375762.ª série — N.oa. não se suspendendo durante as férias judiciais (n.º 754/2009 Processo n. e que esta se conta da publicação do anúncio.4TYVNG. 87. 256385608. 5 dias. estado civil: Casado.º do CIRE. Alapraia — Estoril.º 753/2009 Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de insolvência pessoa colectiva n. não estando essa satisfação por outra forma garantida. 2. 16 de Janeiro de 2009. Nicolau. bilhete de identidade n. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. Geneve. às 10. Tras. Carlos Gil. sala 102.º Juízo de Vila Nova de Gaia.4TYVNG Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de insolvência acima identificados No Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados.º do Código de Processo Civil (n.º 117. no prazo de 15 dias (artigo 42. Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. no prazo de 5 dias (artigo 40. L. número de identificação fiscal 166944033. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789.º do CIRE. Conforme sentença proferida nos autos. 4450-000 Maiaa quem é fixado domicílio na morada indicada. Conforme sentença proferida nos autos.º 2 do artigo 25. indicando-se o respectivo domicílio: Dr(a).º do Código de Processo Civil (n. Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado. previsto no artigo 191. NIF — 506987370. processo n. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas.º do CIRE). 29 de Dezembro de 2008. Os prazos são contínuos. — A Juíza de Direito.º JUÍZO DO TRIBUNAL DE COMÉRCIO DE VILA NOVA DE GAIA Anúncio n. Ficam notificados todos os interessados que podem. Ficam notificados todos os interessados que podem.º do CIRE). ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas.º.º do CIRE). 5 dias.1TYVNG.pt. Endereço: Rua Quinta Palmeiras.49 horas.4184 Diário da República. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es): RIBERMAIA. Dr. — O Oficial de Justiça.º do CIRE. M.º do CIRE. endereço: Rue de Vermont. Com a petição de embargos.º do CIRE). previsto no artigo 191.º 832/08.º Esq. Isabel Maria A. devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. 4520-248 Santa Maria da Feira.º 1 do artigo 9. 4475-154 Maia. no prazo de 5 dias. 301197604 3. — O Oficial de Justiça.º 1 do artigo 9.º do CIRE). 2750-000 Cascais. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos. N. número de identificação fiscal 507317300. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. no prazo de 15 dias (artigo 42. verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente. endereço: Rua Particular do Bairro. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente. não estando essa satisfação por outra forma garantida.da. e ou deduzidos embargos. Conforme sentença proferida nos autos. Endereço: Rua Silva Lobo. Miguel Ribas.

António Nunes Ferreira Girão. Endereço: Ecralis Ld. Quinta D´del Rei. II e III “Curso General de Información y Documentación Jurídica”. O presente despacho produz efeitos a 1 de Fevereiro de 2009. de forma a garantir o normal e regular funcionamento dos serviços e a consolidação do novo modelo organizacional. 2006). 2.º 504664387. Ficam ainda notificados que se declara aberto o incidente de qualificação da insolvência com carácter limitado.º 1 do artigo 9.º JUÍZO DE COMPETÊNCIA ESPECIALIZADA CÍVEL DO TRIBUNAL DA COMARCA DE VISEU Anúncio n. Fte — Loja B. 1995). biblioteca e arquivo. 301140855 4185 Considerando o perfil profissional da licenciada Alexandra Rute Pires Costa. 3800-164 Aveiro São administradores da devedora: Arlindo Ferreira Chaves. ficando obrigado a apresentar as testemunhas arroladas. torna-se necessário proceder à nomeação dos dirigentes intermédios.ª. I. Actividade profissional: Assessora do quadro de pessoal do CSM a exercer funções nas áreas da documentação. Escreveu sobre o II Encontro no Boletim Informativo do CSM (Dez. Aveiro. Endereço: Ecralis Ld. Fte. Lote 255. o Juiz de Direito. Endereço: Av.ª. Ana Maria de Andrade e Silva Amaro. 14 valores). 5 dias. Quinta D ´el Rei. Lote 255. previsto no artigo 191. 2006 e 2008).º e 42 do CIRE). contribuinte n. 3500-000 Viseu Luís Manuel Ferreira Silva.º 3570/2009 Com a publicação da Lei n. Para Administrador da Insolvência é nomeada a pessoa adiante identificada. e ou deduzidos embargos. nomeio. Terminando o prazo em dia que os tribunais estiverem encerrados. 15 valores). devem ser oferecidos todos os meios de prova de que o embargante disponha. 2002 e 2004). Endereço: Ecralis Ld. CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA Despacho n. Lote 255. não estando essa satisfação por outra forma garantida.º do CIRE Ficam ainda advertidos que os prazos só começam a correr finda a dilação dos éditos. — O Oficial de Justiça. ANEXO Síntese curricular Habilitações literárias: Licenciatura em Ciências Históricas.º G.º do CIRE. R/c. requerer que a sentença seja complementada com as restantes menções do artigo 36. R/C. a licenciada Alexandra Rute Pires Costa. Apoiou o desenvolvimento dos programas.º 36/2007.º do CIRE). Os prazos são contínuos. foi proferida sentença de declaração de insolvência do(s) devedor(es) com sede na morada indicada. . “Gestão de Bibliotecas e Serviços de Documentação” (BAD. de 14 de Agosto foi aprovado o regime de organização e funcionamento do Conselho Superior da Magistratura. O presente despacho produz efeitos a 1 de Fevereiro de 2009. Da presente sentença pode ser interposto recurso. Luís Barros. — O Presidente.º do CIRE). indicando-se o respectivo domicílio. organizados pelo Consejo General del Poder Judicial de Espanha (2001.º da Lei n. Conforme sentença proferida nos autos. pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa (2001. 3500-000 Viseu Elisabete Maria Brito Chaves. Estágio na Biblioteca da Procuradoria-Geral da República (2000/2001). Formação complementar e profissional: curso de Especialização em Ciências Documentais — Opção Documentação e Biblioteca. — A Juíza de Direito. 22 de Janeiro de 2009. de 14 de Agosto. organizados pelo CGPE de Espanha (2004.º 755/2009 Insolvência pessoa colectiva (Requerida) Processo: 4150/08.ª. endereço — Urbanização Qt. Face à estrutura ora implementada. no prazo de 5 dias (artigo 40.ª. no cargo de direcção intermédia de 2. No âmbito de um Acordo de Colaboração celebrado entre o CSM e a DGARQ tem acompanhado com esta instituição o desenvolvimento dos projectos da Portaria de Gestão dos Documentos e Plano de Classificação (Regulamento de Conservação Arquivística). Lda. foi aprovado o regime de organização e funcionamento do Conselho Superior da Magistratura.º grau da Divisão de Documentação e Informação Jurídica.º 2/2004.ª Dr. em regime de substituição. 3. como adjunto do gabinete de apoio ao Vice-Presidente e aos membros do Conselho Superior da Magistratura. Considerando que a mesma detém os requisitos legalmente exigidos. 22 de Janeiro de 2009. de 30 de Agosto. Ranhados.º da citada Lei.º do Código de Processo Civil (n. e em regime de comissão ordinária de serviço. Ficam notificados todos os interessados que podem. R/c. 1998).º 2 do artigo 25. Quinta D ´el Rei. Joel Timóteo Ramos Pereira. R/c. Com a petição de embargos. Nessa conformidade e de acordo com a proposta do Plenário que teve lugar na sessão Plenária do passado dia 13 de Janeiro de 2009. — O Vice-Presidente. na redacção dada pela Lei n. 255.ª série — N. 22 de Dezembro de 2008. Edificio 15. Endereço: Ecralis Ld. no prazo de 5 dias. Ranhados. coordenando os levantamentos das produções documentais dos diversos serviços do Conselho. tendo integrado os grupos de trabalho e realizado apresentações sobre o tratamento. Lt. Lote 255.7TBVIS Requerente/Insolvente: Ecralis — Mediação Imobiliária e Gestão de Condominios. no dia 22-12-2008. Luís António Noronha Nascimento. Ranhados. Cursos: “A Gestão de Recursos Humanos na Administração Pública” (INA. Quinta D ´el Rei.º 3571/2009 Com a publicação da Lei n. No âmbito dos serviços da respectiva Secretaria compreende-se o gabinete de apoio ao Vice-Presidente e aos membros do Conselho Superior da Magistratura que integra adjuntos. Actividades e projectos relevantes: Criação da Biblioteca do CSM (inventariação e tratamento do acervo documental) e responsável pela implementação e desenvolvimento dos sistemas de tratamento informatizado do fundo documental e dos empréstimos em cooperação com o ITIJ. nomeio. Loja B. Nos termos do artigo 27. Loja B.º 10 do artigo 19. de 15 de Janeiro. recopilação e difusão da documentação surgida no âmbito da actividade judiciária em Portugal. 3500-000 Viseu a quem é fixado domicílio na(s) morada(s) indicada(s). Fte. Fte. Lourenço Peixinho. Maria da Purificação Carvalho. pela Universidade Lusíada de Lisboa (1988. 1.º 36/2007.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 1. designadamente os relativos aos diversos conteúdos a integrar o Portal lberius na parte relativa a Portugal. não se suspendendo durante as férias judiciais (n. no prazo de 15 dias (artigo 42.º Juízo Cível de Viseu. Despacho n. às 10:00 horas. II e III “Encuentro Iberoamericano de Responsables de Centros de Documentación Judicial de la Red Iberius”. Fte. Representante do CSM/Portugal nos I. Ranhados.Diário da República. 3500 — Viseu Publicidade de sentença e notificação de interessados nos autos de Insolvência acima identificados No Tribunal Judicial de Viseu. Dr.º 51/2005. Assistiu a eventos e frequentou acções e cursos relacionados com a sua área de formação e actuação no CSM. Loja B. transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. 3500-000 Viseu José Ricardo Munhoz Gonçalves Afonso. R/c. e que esta se conta da publicação do anúncio. cujo número não pode exceder os limites previstos no artigo 789. Loja B. verifica-se que o património do devedor não é presumivelmente suficiente para satisfação das custas do processo e das dívidas previsíveis da massa insolvente. nos termos do n.ª D ´El Rei.º do CIRE).

nomeadamente por via postal”. leva a que se deva ter a maior das atenções. na sequência de processo concursal. por um período de tempo superior a 90 dias.º 57/2009 Regulamento de Acreditação das actividades de formação contínua Preâmbulo A importância da formação contínua dos Médicos Dentistas. no que respeita aos conteúdos programáticos. de 31 de Julho.º do Decreto-Lei n. CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1. tendo ficado deserta por falta de opositores/candidatos.º 53/2006. de 31 de Julho. 107198555 Hilário Gonçalves Santos. na sequência de processo concursal. 2. para o exercício de funções correspondentes à categoria de técnica administrativa.º 144/2006. nos termos do artigo 56. 301244413 INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Aviso n. e no Anexo IV da Norma Regulamentar n. numa primeira fase. 2. Francisco Oliveira.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 PARTE E INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL Edital n. respectivamente com datas de 01-04-2008 e 27-08-2008. aprovado pela deliberação n. na certeza de que os cursos. . serão instituídas normas regulamentares respeitantes à acreditação de eventos científicos. publicada na 2.º mediador Nome mediador Ramo(s) Aviso n.º 111/2009 Notificação de cancelamento da inscrição de mediador de seguros O Instituto de Seguros de Portugal endereçou ao Sr. com efeitos a partir de 29 de Dezembro de 2008.º do Decreto-Lei n. Daí que importe definir um conjunto de regras que permitam organizar o sistema e conferir a todos o grau de confiança que se exige. Por carta deste Instituto de 08-09-2008.º 53/2006. sem qualquer controlo quanto à sua valia técnica e científica. foi celebrado. “Impossibilidade. proferido no uso de competência delegada e. de 22 de Agosto. de o Instituto de Seguros de Portugal contactar o mediador.º 1 do artigo 49. publicada no Diário da República n.º 1. com efeitos a partir de 29 de Dezembro de 2008.ª série de 12 de Julho de 2007. Verificando-se esgotado o prazo de 26-09-2008.º 5401/2007. designadamente a informação relativa ao local de exercício profissional.º 133. n. — O Administrador.º da Lei n. contrato individual de trabalho por tempo indeterminado entre o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e Denise Raquel Fernandes dos Santos. nível 1. formas de organização.º 17/2006-R. nível remuneratório 20. publicada no Diário da República n. aprovado pela deliberação n. e após ter sido ouvida a Comissão Científica da OMD. as quais foram devolvidas pelos CTT a este Instituto com a indicação de “Mudou-se”. Nos termos do n. . n.º 144/2006. Maria Amélia Vicente. cartas com as referências 54/08/ CRT/DCM/DSP e 201/08/CRT/DCM/DSP. . 2. .º 1363-A/2007. particularmente na defesa dos colegas que às mesmas recorrem sem quaisquer garantias de qualidade.º Competência 1 — A Ordem dos Médicos Dentistas (OMD) organizará. única morada que consta do seu registo de mediador de seguros. .º P20085919. de 31 de Julho. que têm vindo a desenvolver e aplicar acções de formação.4186 Diário da República. desenvolver a cultura médico-dentária e qualificação dos seus profissionais. eventos ou acções são validamente acreditados pela Ordem dos Médicos Dentistas. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. rigor de conteúdo e condições de funcionamento. de 31 de Julho. — O Administrador. faz-se público o texto integral do Regulamento de Acreditação das Actividades de Formação Continua da Ordem dos Médicos Dentistas.º 2535/2009 Por meu despacho de 29 de Outubro de 2008. como melhor forma de zelar pela elevação dos padrões de qualidade na Medina Dentária a fim de proteger os doentes. de 20 de Março. nível 1.º 44/03. até 26-09-2008.º 56.º 144/2006.º 2534/2009 Por meu despacho de 29 de Outubro de 2008.) 19 de Janeiro de 2009. públicas e privadas. de 7 de Dezembro através da oferta pública sigaME n. ao abrigo do disposto no Regulamento Interno do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa aplicável aos Contratos Individuais de Trabalho. A presente contratação foi precedida de procedimento de selecção de pessoal em situação de mobilidade especial (SME) nos termos do Decreto-Lei n. para o exercício de funções correspondentes à categoria de técnica administrativa. que a nível da União Europeia será tendencialmente obrigatória. — A Directora-Coordenadora Principal. alínea e). no prazo de 30 dias. Nesta perspectiva.ª série de 12 de Julho de 2007. o mediador de seguros ligado está obrigado a comunicar ao ISP através da empresa de seguros.º 144/2006.º P20085919. Hilário Gonçalves Santos. condições de funcionamento. de 29 de Dezembro. grau 1. nível remuneratório 20.º 1 alínea e) do artigo 56. Vida e Não Vida 31 de Outubro de 2008. sem que o mediador abaixo indicado tenha remetido a informação necessária à actualização dos dados relativos ao seu local de exercício profissional: Ao abrigo dos poderes que me foram delegados pela deliberação do Conselho Directivo do Instituto de Seguros de Portugal n. contrato individual de trabalho por tempo indeterminado entre o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e Maria Esperança Francisco Gomes da Cruz. de acordo com a política por si livremente definida. .º 1363-A/2007. de 8 de Fevereiro. promoverá e acreditará actividades de formação. . .ª série do Diário da República. foi celebrado. determino o cancelamento do registo de mediador de seguros de: N. Sem prejuízo doutra legislação aplicável. Em cumprimento do disposto no artigo 44. depois de ouvido o parecer da sua Comissão Científica. as alterações aos elementos relevantes para aferição das condições de acesso previstas nas secções II e III do capítulo II do Decreto-Lei n.ª série — N. A presente contratação foi precedida de procedimento de selecção de pessoal em situação de mobilidade especial (SME) nos termos do Decreto-Lei n. o Conselho Directivo da OMD delibera alterar e aprovar o respectivo regulamento em reunião de 6 de Setembro de 2008. Cabe à OMD na prossecução das atribuições que a lei lhe confere. obriga a Ordem dos Médicos Dentistas a assumir a responsabilidade do controlo das acções formativas dos seus membros e a organização dos respectivos programas. e à creditação individual dos Médicos Dentistas. 2 — A acreditação técnica e científica de eventos será atribuída pela OMD. entre outros elementos julgados relevantes. Francisco Oliveira. para o local de exercício profissional. ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS Regulamento n. proferido no uso de competência delegada e. de 7 de Dezembro através da oferta pública sigaME n. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas) 19 de Janeiro de 2009. numa segunda fase. grau 1. tendo ficado deserta por falta de opositores/candidatos.º 133. do Decreto-Lei n. foi o mediador notificado para se pronunciar. sobre a provável decisão do ISP de cancelar o seu registo nos termos previstos no n. ao abrigo do disposto no Regulamento Interno do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa aplicável aos Contratos Individuais de Trabalho.º. A proliferação de entidades. definindo a sua regulamentação.

para cumprimento do disposto no número anterior. Artigo 5. utilizando para o efeito modelos definidos pela OMD. nos termos do Regulamento aplicável. 5 — Sobre a OMD não impende qualquer obrigação de correcção do requerimento ou de solicitação de elementos em falta. no máximo até 30 dias antes do evento. 6 — A OMD nomeará dois membros responsáveis pela coordenação do processo de avaliação dos eventos acreditados.º Obrigações das entidades organizadoras 1 — Aceitar a avaliação técnico-científica do evento pelo(s) elemento(s) designado(s) pela OMD. m) Patrocinadores do evento. 2 — A acreditação do evento será concedida pelo Conselho Directivo da OMD. b) Comissão organizadora e ou entidade responsável. e) Descrição das razões e objectivos da organização do evento.º Actividades passíveis de acreditação 1 — São passíveis de acreditação os eventos teóricos e ou práticos.º 1 — Todas as actividades de formação contínua acreditadas pela OMD serão avaliadas pela Comissão Científica após a sua realização. 6 — O incumprimento do prazo referido.º do presente Regulamento. contra o pagamento antecipado dos respectivos emolumentos. 4 — Pagar antecipadamente os serviços de expedição de correspondência da OMD. n) Assinatura da entidade responsável. à qual as entidades estão obrigadas nos termos no número anterior. 8 — As entidades organizadoras ficam obrigadas a divulgar que se trata de um evento acreditado mediante a utilização correcta do respectivo logótipo. 7 — Em caso de recusa do requerimento nos termos do disposto no número anterior.º Direitos e deveres da OMD 1 — A OMD por intermédio da sua Comissão Científica avaliará o requerimento no prazo máximo de 30 dias. 7 — Sem prejuízo do disposto no número anterior. porém. Artigo 4. 3 — Aceitar a presença no secretariado de elementos da OMD para controlo do processo de registo de créditos nos cartões individuais dos médicos dentistas. após a data de recepção do pedido. dentro do prazo que lhe for comunicado por carta registada com aviso de recepção. a entidade organizadora não poderá alterar o conteúdo que foi objecto de acreditação. 3 — A não acreditação de qualquer evento não confere à entidade requerente qualquer direito sobre a OMD. conferencistas e carga horária parcial e total). através de requerimento em formulário elaborado pelo OMD. nos termos do ponto 3 do artigo 5. dirigido ao Conselho Directivo desta. 2 — Aceitar a distribuição e recolha de eventuais inquéritos aos participantes no evento. sem necessidade de fundamentação. c) Comissão científica.º Requerimento para a acreditação de um evento científico 1 — A acreditação será solicitada pela entidade organizadora.ª série — N. 2. j) Universo das pessoas a que se destina. CAPÍTULO III Controlo de Qualidade Artigo 6. ou a falta de elementos exigidos é da exclusiva responsabilidade da entidade requerente. ouvida a Comissão Científica após análise dos elementos fornecidos no requerimento. deverá ser indicado se existirá tradução simultânea). 5 — A entidade organizadora deverá pagar o valor correspondente ao número de inscrições dos observadores nomeados nos termos do disposto no número quinto do artigo 4. 4 — As actividades referidas no n. 5 — A avaliação dos eventos acreditados será realizada através de observadores nomeados pela Comissão Científica da OMD e ou através de inquéritos próprios a preencher pelos formandos. 3 — A OMD poderá recusar a prestação dos serviços indicados no número anterior.º 1 — A acreditação de uma actividade de formação contínua pela OMD dá à entidade organizadora o direito de divulgar esse facto nos documentos informativos relacionados com o evento. 6 — Comunicar à OMD.º do presente Regulamento. 2 — A entidade organizadora poderá solicitar os serviços de mailing da OMD com vista à divulgação aos membros desta.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3 — A creditação individual dos médicos dentistas será implementada após estar a funcionar regularmente o programa de formação contínua e a acreditação de eventos. as alterações ao requerimento submetido. com uma antecedência mínima de 90 dias do início do evento. 10 — O manual referido no número anterior existe em suporte CD-ROM e encontra-se disponível na OMD para as entidades organizadoras de eventos que tenham obtido acreditação. 2 — A avaliação dos eventos pela OMD será feita tendo por base o relatório elaborado pelo(s) avaliador(es) designados pela Ordem e os eventuais questionários preenchidos pelos participantes. 4 — À OMD assiste-lhe o direito de divulgar junto dos seus membros os eventos por si acreditados. . pelas universidades ou instituições equivalentes ou por entidades privadas. quando solicitados. duração do evento. 2 — A organização por módulos distribuídos temporalmente por dias diferentes. não existindo. não podendo a entidade organizadora exigi-lo. as máquinas de leitura e registo automático dos cartões individuais dos seus membros para registo dos respectivos créditos (após a entrada em vigor da creditação individual dos médicos dentistas). não conferindo qualquer direito ou expectativa para realizações futuras ainda que de conteúdo semelhante. 3 — A acreditação conferida pela OMD é válida apenas para uma realização. poderá a entidade organizadora apresentar novo pedido completo de acreditação. a entidade requerente procederá ao pagamento dos emolumentos definidos pela OMD no valor de 200 €. Artigo 3. salvo nos casos de envio do pedido através da página electrónica da OMD. local.º. não sendo impugnável a deliberação tomada pelo órgão competente. nomeadamente o de exigir qualquer reembolso ou indemnização. e aprovados previamente pela Ordem. 9 — Entende-se por utilização correcta do respectivo logótipo. não prejudica os eventos referidos no número anterior para efeitos da sua acreditação pela OMD. referentes às despesas de análise processual. mediante as regras definidas pela OMD. e morada para correspondência. 4187 CAPÍTULO II Acreditação de Eventos Artigo 2. 4 — O requerimento é de exclusiva iniciativa e autoria da entidade requerente que por ele assumirá total responsabilidade. bem como iniciativas afins que tenham uma duração mínima de três horas úteis. f) Língua oficial do evento (sempre que haja conferências em língua estrangeira. apresentando a respectiva justificação. h) Identificação profissional e curricular dos conferencistas. i) Referência a demonstrações e exercícios práticos (caso existam). qualquer obrigação nesse sentido. g) Programa científico (com as áreas abrangidas. sendo motivo bastante para a imediata recusa de acreditação. CAPÍTULO IV Divulgação Artigo 7. 11 — As entidades organizadoras ficam ainda obrigadas a fazerem constar do material de divulgação a utilizar para o efeito a identificação dos membros componentes da comissão científica. aquela que obedeça às normas obrigatórias de utilização do logótipo que constam de manual próprio. 3 — Com o requerimento. d) Secretariado. 7 — A OMD disponibilizará. O resultado será registado na base de dados da OMD. as acções formativas à distância em ambiente electrónico de aprendizagem.Diário da República. 2 — Do requerimento constarão os seguintes elementos: a) Data. desde que o faça dentro do prazo estabelecido no número primeiro do artigo 3.º 1 deste artigo poderão ser organizadas pela OMD. l) Local (infra-estrutura) onde se realizará o evento (lotação e meios técnicos — audiovisuais disponíveis). k) Valor da inscrição e número máximo de inscritos. por sociedades científicas.

4188
CAPÍTULO V Omissões
Artigo 8.º

Diário da República, 2.ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009
d) Detentores de um currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido, pelo conselho científico, como atestando capacidade para a realização deste ciclo de estudos. Artigo 5.º Candidatura 1 — Os candidatos ao mestrado devem formalizar a sua candidatura através de um requerimento dirigido ao Reitor da Universidade. 2 — O requerimento deve ser instruído com os seguintes elementos: a) Documento comprovativo de que o candidato reúne as condições a que se refere o artigo 4.º; b) Boletim de candidatura; c) Curriculum vitae; d) Fotocópia do bilhete de identidade e do cartão de contribuinte; e) Quaisquer outros elementos que o interessado julgue constituir motivo de valorização da sua candidatura e permita melhor ajuizar a sua aptidão para ingressar no ciclo de estudos. 3 — Os prazos de candidatura e o número de vagas serão anualmente fixados por despacho do Reitor, mediante proposta do coordenador de curso, depois de aprovados em conselho científico. Artigo 6.º

Todas as dúvidas ou omissões relativas a este regulamento serão resolvidas pela OMD. Artigo 9.º O requerimento de acreditação pressupõe o conhecimento e compreensão de todas as regras definidas neste regulamento, devendo ser acompanhado de declaração emitida pela entidade requerente de que as aceita integralmente, em todas as suas consequências. Artigo 10.º O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte imediato à sua publicação. 6 de Setembro de 2008. — O Bastonário, Orlando Monteiro da Silva.

UNIVERSIDADE ABERTA Reitoria
Regulamento n.º 58/2009 Por terem sido objecto de alterações dos artigos 8.º e 10.º, bem como os quadros n.º 1.1 e 1.2 do Anexo 1, os quadros 2.1 e 2.4 do Anexo 2 do Regulamento do Mestrado em Estatística, Matemática e Computação, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 160, de 21 de Agosto de 2007, Regulamento n.º 208-G/2007, em anexo, procede-se à sua republicação. 21 de Janeiro de 2009. — O Reitor, Carlos António Alves dos Reis. ANEXO Regulamento do mestrado em Estatística, Matemática e Computação Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento aplica-se ao mestrado em Estatística, Matemática e Computação. Artigo 2.º Criação Decorrente das normas constantes dos Decretos-Leis n.º 42/2005, de 22 de Fevereiro, e n.º 74/2006, de 24 de Março, a Universidade Aberta cria o mestrado em Estatística, Matemática e Computação e concede o respectivo grau de mestre. Artigo 3.º Objectivos e competências O mestrado em Estatística, Matemática e Computação orienta-se para a formação especializada e para o desenvolvimento das competências nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de Março, bem como para as seguintes competências específicas, a saber, o aprofundamento de conhecimentos nas áreas da Estatística, Álgebra e Lógica, em particular, nos seus aspectos computacionais, incluindo a demonstração automática de teoremas e o tratamento avançado de dados estatísticos. Artigo 4.º Condições de Acesso Podem candidatar-se ao ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Estatística, Matemática e Computação: a) Titulares do grau de licenciado ou equivalente legal; b) Titulares de um grau académico superior obtido no estrangeiro e conferido na sequência de um 1.º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um país signatário da Declaração de Bolonha; c) Titulares de um grau académico superior obtido no estrangeiro e que seja reconhecido, pelo conselho científico, como satisfazendo os objectivos do grau de licenciado;

Creditação Os pedidos de creditação de competências anteriormente adquiridas devem ser incluídos no processo de candidatura, devendo ser apreciados pelo respectivo júri dentro do prazo previsto no artigo 7.º do presente Regulamento. Artigo 7.º Júri de selecção e seriação As candidaturas serão apreciadas por um Júri, presidido pelo coordenador do curso e composto por três vogais, um dos quais suplente, docentes do referido curso. Este júri, aprovado pelo conselho científico, reunir-se-á até 30 dias úteis após a conclusão do processo de candidatura e procederá à selecção e seriação dos candidatos. Artigo 8.º Critérios de selecção e seriação Com vista à selecção e seriação dos candidatos, compete ao júri: 1 — Definir, divulgar e aplicar os critérios de selecção e seriação dos candidatos; 2 — Conferir os dados apresentados pelos candidatos, verificando se cumprem as condições de admissão; 3 — Analisar os perfis curriculares dos candidatos e ordená-los tendo em atenção as habilitações académicas e a experiência profissional, discriminados nos elementos de candidatura; 4 — Nos casos julgados necessários, convocar os candidatos para uma entrevista ou para a realização de uma prova escrita; 5 — Publicitar a lista ordenada dos candidatos, no prazo de 8 dias úteis, após a conclusão do processo de seriação e selecção. Artigo 9.º Propinas 1 — A Universidade Aberta cobra uma taxa de matrícula e propinas pela inscrição, em cada um dos semestres lectivos que constituem a parte curricular do mestrado, e uma propina de inscrição para a preparação, realização e defesa da dissertação bem como pelas inscrições para repetição e ou melhoria de classificação. 2 — O valor das propinas e o respectivo regime de pagamento são fixados anualmente pelos órgãos competentes da Universidade. Artigo 10.º Coordenação do Mestrado 1 — O curso possui uma equipa de coordenação constituída por um coordenador e por dois vice-coordenadores. 2 — A equipa de coordenação do curso é eleita pelos doutorados da área científica de Matemática, do Departamento de Ciências e Tecnologia. O mandato da equipa de coordenação é bianual. Cabe à equipa de coordenação do curso planear, organizar e assegurar a articulação pedagógica e o funcionamento adequado do curso, superintender a sua avaliação, assegurar os processos de ambientação online dos estudantes e o seu acompanhamento personalizado.

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Artigo 11.º Funcionamento 1 — O Mestrado é um curso de carácter formal, conducente a um diploma de estudos pós-graduados e ao grau de mestre, que é certificado através de uma carta de curso. 2 — O Mestrado é oferecido em regime de ensino a distância, na modalidade de classe mista: ensino online na modalidade de classe virtual, privilegiando-se as formas de comunicação assíncrona, possivelmente complementadas com sessões presenciais, com carácter de seminário. 3 — Anualmente, é fixado pelo Reitor, sob proposta do conselho científico, o número mínimo de inscrições que viabilize o funcionamento do mestrado, e que é publicitado no respectivo despacho de abertura. 4 — As unidades curriculares que constam do plano curricular do mestrado são leccionadas por doutores, professores da Universidade Aberta, podendo ainda ser leccionadas por doutores, professores de outras instituições de ensino superior, ou especialistas de reconhecido mérito, mediante aprovação do conselho científico da Universidade Aberta. 5 — A título excepcional, o Reitor pode autorizar a inscrição de mestrandos para satisfazer compromissos institucionais de natureza protocolar. Artigo 12.º Duração e creditação do mestrado 1 — As partes curricular e de elaboração da dissertação de Mestrado têm, cada uma, a duração normal de dois semestres. 2 — O curso é regido pelo sistema de unidades de crédito ECTS, em vigor na Universidade Aberta. 3 — A parte curricular corresponde a 60 unidades ECTS. 4 — A preparação, elaboração, apresentação e defesa da dissertação corresponde a 60 unidades ECTS. Artigo 13.º Estrutura curricular Áreas científicas predominantes do mestrado: Matemática (Mat.) e Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). As áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau são explicitadas no anexo 1. Artigo 14.º Plano de Estudos 1 — O plano de estudos do curso de mestrado em Estatística, Matemática e Computação estrutura-se em duas Áreas de Especialização e desenvolve-se em 4 semestres. 2 — A organização do plano de estudos é explicitada no anexo 2 Artigo 15.º Regime de frequência e precedências 1 — A participação nas actividades definidas para as diferentes unidades curriculares é obrigatória, devendo o mestrando assegurar a realização de um mínimo das actividades previstas pela equipa de coordenação e docentes das unidades curriculares, as quais são definidas e publicitadas anualmente, de molde a obter a respectiva frequência, sem o que não pode ser aprovado nessa unidade curricular. 2 — Para poderem transitar do 1.º semestre para o 2.º semestre da parte curricular, os mestrandos têm que obter aprovação em unidades curriculares que perfaçam pelo menos 25 ECTS. Os mestrandos têm de obter aprovação em unidades curriculares perfazendo 60 ECTS para poderem transitar para a parte reservada à elaboração da dissertação. Artigo 16.º Regime de avaliação e classificação das unidades curriculares 1 — A avaliação contempla, obrigatoriamente, uma componente de avaliação contínua que não pode ser inferior a 60 % da avaliação final, e é especificada pelos docentes em cada uma das unidades curriculares. 2 — A avaliação final de cada unidade curricular é ponderada entre a avaliação contínua e uma componente de avaliação somativa final, de carácter individual, podendo contemplar a elaboração de ensaios, a elaboração, apresentação e discussão de trabalhos, ou a realização de exame escrito ou oral, de acordo com o definido pelo docente de cada unidade curricular, em articulação com a equipa de coordenação. 3 — As classificações finais de cada unidade curricular são expressas numa escala numérica de 0 a 20, correspondendo as classificações inferiores a 10 à reprovação. Artigo 17.º Repetição e melhoria de classificação

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1 — É admitida melhoria de classificação no máximo de 1/3 das unidades curriculares que compõem a parte curricular do mestrado. 2 — Em caso de reprovar é permitida uma segunda inscrição no máximo de 1/3 de unidades curriculares constantes da parte curricular. 3 — A inscrição para efeito das situações referidas nas alíneas anteriores deve ser efectuada no 3.º e 4.º semestres, desde que se verifique a abertura da nova edição do curso de mestrado. Esta nova inscrição pressupõe o adiamento da data prevista para a apresentação da dissertação. 4 — Em caso de nova reprovação nas unidades curriculares em atraso não há lugar a reembolso das propinas pagas e cessa o direito de apresentação da dissertação, sem prejuízo do estudante se candidatar a outra edição do mesmo mestrado. Artigo 18.º Inscrição como supranumerários 3 — Aos mestrandos que tenham obtido aprovação em pelo menos 2/3 das unidades curriculares é permitida a sua reinscrição uma única vez como supranumerários, sendo as condições de admissibilidade estabelecidas pela coordenação de cada curso anualmente. 4 — O valor desta reinscrição, bem como o respectivo pagamento, são estabelecidos de acordo com o estipulado no artigo 9.º do presente regulamento Artigo 19.º Diploma de Estudos Pós-Graduados 1 — A Universidade Aberta atribui um “certificado de curso de estudos pós-graduados em Estatística, Matemática e Computação” aos mestrandos que tenham obtido a aprovação na parte curricular do mestrado. 2 — A classificação final é expressa no intervalo de 10 a 20, da escala numérica inteira de 0 a 20. 3 — A classificação da parte curricular do mestrado é obtida pelo cálculo da média ponderada das classificações obtidas nas unidades curriculares que a integram, tendo em consideração os respectivos créditos. 4 — A Universidade Aberta atribui o Diploma de Estudos Pós-Graduados em Estatística, Matemática e Computação aos mestrandos que tenham obtido a aprovação na parte curricular do Mestrado. 5 — O diploma a que se refere o número anterior é reconhecido como formação especializada pós-graduada. 6 — O diploma e o suplemento ao diploma são emitidos nos prazos estabelecidos pelos órgãos competentes da Universidade Aberta. Artigo 20.º Suspensão da contagem dos prazos 1 — A contagem dos prazos para a entrega e para a defesa da dissertação pode ser suspensa por decisão do Reitor, após exposição do mestrando e ouvido o conselho científico, para além de outros órgãos previstos na lei, nos seguintes casos: a) Prestação de serviço militar; b) Licença por maternidade e licença parental; c) Doença grave e prolongada ou acidente grave do mestrando, quando a situação ocorra no decurso do prazo para a entrega e para a defesa da dissertação; d) Exercício efectivo de uma das funções a que se refere o artigo 73.º do Decreto-Lei n.º 448/79, de 13 de Novembro, ratificado, com alterações, pela Lei n.º 19/80, de 16 de Julho. Artigo 21.º Regras para a apresentação e aceitação do plano de dissertação 1 — A preparação da dissertação é orientada por um doutor ou por um especialista de mérito reconhecido pelo conselho científico da Universidade Aberta. 2 — A orientação pode ser assegurada em regime de co-orientação. 3 — No prazo máximo de 30 dias úteis após a afixação da última pauta de avaliação da parte curricular, deve ser entregue no secretariado do mestrado: a) O plano da dissertação; b) O parecer e declaração de anuência do(s) respectivo(s) orientador(es); c) O orçamento de encargos e a declaração da anuência da entidade que os suportará, quando a elaboração da dissertação envolva o recurso a infra-estruturas ou serviços a título oneroso.

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Artigo 22.º Regras para a entrega da dissertação

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4 — Da defesa da dissertação e das reuniões do júri é lavrada acta, da qual constarão a classificação e os votos emitidos por cada um dos seus membros, bem como a respectiva fundamentação. Artigo 27.º Classificação final do grau de mestre 1 — A classificação final do grau de mestre é obtida pela média ponderada das classificações das diversas unidades curriculares e pela classificação final da dissertação, pesadas de acordo com os créditos ECTS correspondentes. 2 — A classificação final do grau de mestre é expressa no intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira de 0 a 20, bem como no seu equivalente na escala europeia de comparabilidade de classificações. Artigo 28.º Carta de Curso 1 — O grau de mestre é titulado por uma Carta de Curso emitida pelo órgão legal e estatutariamente competente e é conferido na especialidade de Matemática e Estatística Computacionais, pressupondo a frequência e aprovação nas unidades curriculares que constituem o curso, ou equivalente, a elaboração de uma dissertação, especialmente escrita para o efeito, sua defesa e aprovação em provas públicas. 2 — A emissão da Carta de Curso, suas certidões e do suplemento ao diploma, elaborado nos termos e para os efeitos do Decreto-Lei n.º 42/2005, ocorrem no prazo fixado pelos órgãos competentes da Universidade. Artigo 29.º Disposições finais 1 — Aos Conselhos Científico e Pedagógico da Universidade compete acompanhar a aplicação do presente regulamento, intervindo, quando solicitado, no âmbito das respectivas competências e emitindo os devidos pareceres. 2 — As dúvidas e omissões decorrentes da aplicação do presente Regulamento são resolvidas pelos órgãos da Universidade, no respeito pelas suas competências e legislação geral aplicável. ANEXO 1 Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau Área de especialização Matemática Computacional
QUADRO N.º 1.1 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos

1 — A dissertação deve ser entregue dentro do prazo máximo de um ano, a contar da data de publicitação da última pauta de avaliação da parte curricular. 2 — Nos serviços da Universidade Aberta devem ser entregues: a) Três a cinco exemplares da dissertação em suporte papel, consoante o número de membros do júri; b) Parecer e declaração de anuência do(s) respectivo(s) orientador(es) ou declaração de desvinculação do(s) respectivo(s) orientador(es). 3 — Após a aceitação, pelo júri, da dissertação para provas públicas de defesa, deve o mestrando proceder à entrega de mais cinco exemplares da dissertação, sendo dois em suporte papel e três em suporte digital, em formato PDF. Artigo 23.º Composição e nomeação do Júri 1 — A apreciação e a discussão pública da dissertação são efectuadas por um júri. 2 — O júri é nomeado pelo Reitor, sob proposta do conselho científico, nos 30 dias úteis posteriores à entrega da dissertação. O Júri é constituído, no mínimo, pelos seguintes elementos: a) O orientador ou orientadores da dissertação; b) Um doutor da área ou especialista de mérito reconhecido, pertencente à Universidade Aberta; c) Um doutor da área ou especialista pertencente a outra Universidade ou Instituição de reconhecido mérito (nacional ou estrangeira). 3 — A presidência do júri é desempenhada pelo professor mais graduado e antigo. Em caso de impedimento, as suas funções são desempenhadas pelo vogal mais antigo. 4 — O despacho de nomeação do júri deve ser comunicado ao mestrando, por escrito, no prazo de oito dias úteis a partir da data da sua publicitação. Artigo 24.º Tramitação do processo 1 — Nos 30 dias úteis subsequentes à publicitação do despacho da respectiva nomeação, o júri profere um despacho liminar, no qual, em alternativa: a) Declare aceite a dissertação; b) Recomende, fundamentando, a reformulação da dissertação. 2 — Verificando-se a situação descrita na alínea b) do número anterior, o mestrando dispõe de um prazo de 90 dias úteis, improrrogável, durante o qual pode proceder à reformulação da dissertação ou declarar que a pretende manter tal como a apresentou. 3 — Considera-se desistência do mestrando se, esgotado o prazo referido no número anterior, não apresentar a dissertação reformulada nem declarar que prescinde dessa faculdade. 4 — As provas públicas devem ter lugar no prazo de 60 dias úteis a contar: a) Do despacho de aceitação da dissertação; b) Da data de entrega da dissertação reformulada ou da declaração de que prescinde da reformulação. Artigo 25.º Defesa pública 1 — O acto de defesa da dissertação é público. 2 — A defesa da dissertação só pode ter lugar com a presença de um mínimo de três membros do júri. 3 — A defesa da dissertação não pode exceder noventa minutos e nela podem intervir todos os membros do júri, sendo concedido ao candidato 10 minutos iniciais para a apresentação oral do seu trabalho. 4 — É proporcionado ao candidato um tempo igual ao utilizado por cada membro do júri. Artigo 26.º Deliberação do júri 1 — A deliberação do júri é tomada por maioria dos membros que o constituem através de votação nominal justificada. 2 — Em caso de empate, o membro do júri que assume a presidência dispõe de voto de qualidade. 3 — A deliberação do júri é expressa no intervalo de 0 a 20 na escala numérica inteira de 0 a 20.

Matemática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mat Tecnologias da Informação e da Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TIC Ciências da Educação . . . . . . . . . . . . CEduc Total . . . . . . . . . . . .

90 (1) 20 110

10 10 10

(1) Dos 90 créditos obrigatórios, 60 correspondem à dissertação.

Área de especialização Estatística Computacional
QUADRO N.º 1.2 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos

Matemática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mat Tecnologias da Informação e da Comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TIC Ciências da Educação . . . . . . . . . . . . CEduc Total . . . . . . . . . . . .

95 (1) 15 110

10 10 10

(1) Dos 95 créditos obrigatórios, 60 correspondem à dissertação.

. Opcional Obrig. . . . Obrig. . . . . . . . . . Obrig. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Estatística I. . . . . . .º 2. . . . . . . . . Obrig. . . . . . . Demonstração Automática de Teoremas . . . Amostragem.ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Obrig. .º ano/1. . . . . .º ano/2. . . . . . . . . .º ano/2. . . . . Controle de Qualidade . . . . . Análise de Dados Multivariados e Aplicações. . . . . .º 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º semestre QUADRO N. .2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Lógica II. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Obrig Obrig. . . . . . . . .º semestre QUADRO N. . . . . . . . . . . . . .º semestre QUADRO N. . . . . . . . . Obrig. . . . .3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Estatística I. .Diário da República. (1) S: Semestral (2) O: Outros (apoio tutorial a distância de tipo convencional e apoiado em plataforma de e-learning) 1. . . . .1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos 4191 Observações Lógica I . . . . . . . . . . . . . .º 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mat Mat Mat TIC S S S S 260 130 130 260 40 20 20 40 10 5 5 10 Obrig. . . . . Programação em Lógica . . . . . . Matemática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Matemática e Computação Área de especialização em Matemática Computacional 1. . . . . Aprendizagem Significativa das Ciências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Análise e Tratamento de Dados. . . . . . . . . . . . Opcional (1) S: Semestral (2) O: Outros (apoio tutorial a distância de tipo convencional e apoiado em plataforma de e-learning) Área de especialização em Estatística Computacional 1. . . . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 ANEXO 2 Estrutura curricular do curso Mestrado em Estatística. . . Métodos Numéricos . . . . . . . . . . . Computação Estatística I . . . . 2. . . . . . . . . . . . Mat Mat Mat S S S 260 260 130 40 40 20 10 10 5 Opcional. . . Obrig. . . . (1) S: Semestral (2) O: Outros (apoio tutorial a distância de tipo convencional e apoiado em plataforma de e-learning) 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º semestre QUADRO N. . . . . Computação Estatística I . . . Obrig. . . . . . . Estatística II . . .4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Métodos Numéricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Mat Mat Mat TIC S S S S 130 260 260 130 20 40 40 20 5 10 10 5 Obrig.º 2.º ano/1. . . . Mat Mat Mat TIC CEduc S S S S S 130 260 260 130 260 20 40 40 20 40 5 10 10 5 10 Obrig. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

. .2 do artigo 8. . professora auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade da Beira Interior. . . . o Despacho (extracto) n. .ª Série. .º.os 1 e 2 do artigo 9. de 28 de Julho. de 25 de Novembro de 2008. . .º 245/2009 Ao abrigo do disposto nos n. . proferido por delegação de competências (DR. Doutora Ana Maria Amorim Sampaio da Silva. Licenciada Maria de Fátima Carvalho Almeida.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Computação Estatística II . . . de 29 de Julho. . professora auxiliar da Universidade de Évora. 22 de Janeiro de 2009. .ª série. Despacho (extracto) n. . 2. pela forma seguinte. 2. .º 2 do Decreto-Lei n. .º 35-A/2008. Doutor António João Coelho de Sousa.º 145. . .º do Regulamento de Atribuição do Grau de Doutor pela Universidade de Évora e artigo 29. . . . . . — O Vice-Reitor. proferido por delegação de competências (DR. . n. UNIVERSIDADE DE COIMBRA Despacho (extracto) n. rectificase que onde se lê «Doutor José António da Silva Barata» deve ler-se «João António da Silva Barata». . . . . . . . n. referente à Licença sem vencimento de Maria Alice Real Sainhas. . . Doutor Esteban Pérez Calderón. professora associada com agregação da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. . N. — A Chefe de Divisão do Expediente e Pessoal. Aprendizagem Significativa das Ciências .ª classe. de 31 de Janeiro. António Gomes Martins. aprovado pelo Despacho Normativo n. . o Despacho (extracto) n. . . (Não carece de verificação do Tribunal de Contas. 22 de Janeiro de 2009. . professor catedrático da Facultad de Ciencias Empresariales da Universidad de Huelva. com efeitos à mesma data.ª série. 2. (1) A: Anual Mat A 1560 50 60 UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Declaração de rectificação n. Doutora Lúcia Maria Portela Lima Rodrigues. 22 de Janeiro de 2009. 2. . n. Opcional. . do quadro do mesmo serviço. Declaração de rectificação n. . Doutor Jacinto António Setúbal Vidigal da Silva. . . . . . nos termos do ponto 8. n. por um quinquénio.º 81.º 3573/2009 Por despacho de 07-01-2009 do Vice-Reitor da Universidade de Coimbra. . de 26 de Abril de 2007). de 25 de Novembro de 2008. . professor associado com agregação da Universidade de Évora. . (1) S: Semestral (2) O: Outros (apoio tutorial a distância de tipo convencional e apoiado em plataforma de e-learning) QUADRO N.º 2/2009». com efeitos retroactivos a 28-11-2008. . . . . . (Não carece de verificação do Tribunal de Contas) 22 de Janeiro de 2009. . Alda Bebiano Ribeiro. .º 244/2009 Por ter saído com inexactidão a publicação inserta no Diário da República. publicada no Diário da República.ª série. . 21 de Janeiro de 2009. . .º 229.ª série. professor auxiliar da Universidade de Évora. TIC CEduc S S 130 260 20 40 5 10 Obrig. .º 2/2009» deve ler-se «Declaração de rectificação n. . . . .) 22 de Janeiro de 2009. reclassificada como Técnica Superior de 2. . além do quadro da Faculdade de Direito desta Universidade — contratada provisoriamente como Professora Auxiliar. Alda Bebiano Ribeiro. 2. . 2. .º 30463/2008. . — A Chefe de Divisão do Expediente e Pessoal. .º 30463/2008. . do quadro da Faculdade de Direito desta Universidade. Doutora Ana Fialho Silva.º 229. professora auxiliar da Universidade de Évora. .º 2. António Gomes Martins. . . considerando-se rescindido do anterior contrato. . . publicado no Diário da República. referente a equiparações a bolseiro. . . professor colaborador da Facultad de Ciencias Económicas e Empresariales da Universidad de Extremadura. .º 81. — A Chefe de Divisão do Expediente e Pessoal. — O Vice-Reitor. Vogais: Doutor Alfonso Vargas Sánchez. além do quadro da mesma Faculdade. . — A Directora. UNIVERSIDADE DE ÉVORA Serviços Académicos Aviso n. . o júri das provas de doutoramento em Gestão.ª série — N.º 1504/2007. . rectifica-se o Despacho (extracto) n. .5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total (1) Contacto (2) (O) Créditos Observações Dissertação.4192 Diário da República. . de 24 de Março. .º 2536/2009 Por despacho de 12-12-2008 do Reitor da Universidade de Évora: Constituído. Margarida Cabral. . Assistente. Declaração de rectificação n. n. . . . requeridas por Jorge Luís Pedreira Murteira Marques Casas Novas: Presidente — Reitor da Universidade de Évora. com efeitos à data do termo de aceitação. N.º 3572/2009 Por despacho de 30-12-2008 do Vice-Reitor da Universidade de Coimbra.º 74/2006. Doutora Maria do Céu Ferreira Gaspar Alves.º 22. . Chefe de Secção. No sumário onde se lê «Rectificação n. . de 26 de Abril de 2007): Doutora Helena Isabel Gonçalves Moniz Falcão Oliveira.º 243/2009 Por ter saído com inexactidão a publicação inserta no Diário da República. 2. . . . Alda Bebiano Ribeiro.º do Regulamento de Publicações de Actos no Diário da República. . . rectifica-se que onde se lê «com início em 6 de Setembro de 2006 e até 31 de Agosto de 2007» deve ler-se «com início em 6 de Setembro de 2006 e até 5 de Setembro de 2007».ª série.

ª série — N. professora auxiliar. professora auxiliar. com início em 10.Diário da República.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão.º 11. — O Administrador. no período de 5 a 9 de Janeiro de 2009. com efeitos a partir de 27-10-2008 até 26-10-2009. Despacho (extracto) n. de 22 de Dezembro de 2008. ao abrigo da competência delegada. professora auxiliar. aos seguintes docentes: Doutor Soumodip Sarkar. assistente. no período de 22 de Janeiro a 8 de Fevereiro de 2009. — O Director de Serviço. — Mestre António Luís Gonçalves Caramelo. UNIVERSIDADE DO MINHO Despacho (extracto) n. no período de 27 a 31 de Janeiro de 2009. assistente.09. de 16 de Janeiro de 2009. no período de 11 a 15 de Dezembro de 2008. ao abrigo da competência delegada. no Diário da República. professor auxiliar. celebrado contrato administrativo de provimento entre esta Faculdade e o Licenciado Shiv Kumar Singh para exercer as funções de Leitor.09. aos seguintes docentes: — Doutor António Manuel de Carvalho Soares Correia. professor associado. — Doutora Adelinda Maria Araújo Candeias. no período de 15 a 19 de Dezembro de 2008. Doutor Joaquim Augusto Lauriano.09.09.º 3579/2009 Por despacho 17. professora auxiliar. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Mestre Maria da Graça Dias Carraça. Rui Manuel Gonçalves Pingo.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. foi concedida equiparação a bolseiro.º 246/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho (extracto) n. assistente. assistente. professor associado com agregação. além do quadro a 60 %.) 22 de Janeiro de 2009. foi concedida equiparação a bolseiro. — O Presidente do Conselho Directivo. 4193 UNIVERSIDADE DE LISBOA Faculdade de Letras Declaração de rectificação n. assistente — pelo período de 14 dias. da Universidade do Minho. professora catedrática — no período de 24 a 26. no período de 13 a 18 de Janeiro de 2009. Luís Carlos Ferreira Fernandes. 2. — Doutora Maria Manuela Clemente Vilhena.09.ª série. 21 de Janeiro de 2009. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. professora auxiliar. Doutora Ângela Maria Franco Martins Coelho de Paiva Balça. no período de 27 a 30 de Novembro de 2008. — Doutora Teresa Paula Gonçalves Cruz. onde se lê: «Por despacho do Senhor Reitor da Universidade de Lisboa.2008.º 3578/2009 Por despacho 19. no período de 8 a 18 de Janeiro de 2009. com efeitos a partir de 20-10-2008 até 19-10-2009. Luís Carlos Ferreira Fernandes. no período de 25 de Janeiro a 4 de Fevereiro de 2009. por delegação: Licenciada Tânia Micaela Brito Meneses Montenegro Barbosa. professor associado com agregação. da Universidade do Minho.º 3580/2009 Por despacho 07. no período de 17 de Dezembro de 2008 a 17 de Fevereiro de 2009.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho n.º 3576/2009 Por despacho do Vice-Reitor da Universidade de Évora de 29/12/2008. 21 de Janeiro de 2009.2008 21 de Janeiro de 2009. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 07 a 11. no período de 6 a 9 de Janeiro de 2009. Doutora Maria de Fátima Nunes Ferreira. fora do país. 21 de Janeiro de 2009. — O Director de Serviço. aos seguintes docentes: Doutor Gottlieb Basch. da Universidade do Minho. Despacho (extracto) n. — O Administrador. no período de 15 a 27 de Janeiro de 2009. Rui Manuel Gonçalves Pingo. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Maria de Lurdes Castro Martins. — O Director de Serviços. no período de 20 de Janeiro a 14 de Fevereiro de 2009. no período de 31 de Janeiro a 1 de Março de 2009.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 20 a 23. Despacho n. Despacho (extracto) n. professor auxiliar. no período de 12 de Janeiro a 15 de Maio de 2009. por delegação: Doutora Maria Cristina Guimarães Almeida Moreira. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. 21 de Janeiro de 2009. Doutora Maria João Broa Martins Marçalo. no período de 20 de Dezembro de 2008 a 5 de Janeiro de 2009. de 22 de Dezembro de 2008. professor auxiliar convidado.09.09.09.º 3575/2009 Por despacho do Vice-Reitor da Universidade de Évora de 13/01/2009. professor auxiliar. professora auxiliar — no período de 17 a 20. professor auxiliar.» (Isento de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. rectifica-se que. no período de 13 a 26 de Dezembro de 2008. Despacho (extracto) n. 21 de Janeiro de 2009. Álvaro Luís Antunes Pina.º 3581/2009 Por Despacho 24. — Doutor Tiago Manuel Monteiro Mora Porteiro. — Mestre Fernando dos Santos Gomes.09. com início em 25. — Doutora Ana Clara de Sousa Birrento de Matos Silva. Rui Manuel Gonçalves Pingo.» deve ler-se: «Por despacho do Senhor Reitor da Universidade de Lisboa. Luís Carlos Ferreira Fernandes. — Doutor Pedro Miguel Madureira Pimenta Nogueira. professor auxiliar. ao abrigo da competência delegada. no período de 19 a 30 de Dezembro de 2008.2008. Doutora Heldemerina Samutelela Pires. — O Administrador. por delegação: Doutora Cristina Maria Soeiro Matos. da Universidade do Minho. — O Director de Serviços. — Doutor Rui Manuel Almeida Brandão.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. Doutor Pablo Tomás Carús.09. fora do país. professora auxiliar com agregação. professora auxiliar. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Maria Margarida Santos Proença Almeida. professora auxiliar. no período de 27 de Janeiro a 2 de Fevereiro de 2009. — Mestre Carla Sofia Borges Pinto da Cruz Ferreira.º 3574/2009 Por despacho do Vice-Reitor da Universidade de Évora de 09/01/2009. no período de 24 de Janeiro a 3 de Fevereiro de 2009. celebrado contrato administrativo de provimento entre esta Faculdade e o Licenciado Shiv Kumar Singh para exercer as funções de Leitor. n. — Doutor Alfred Stadler.º 3577/2009 Por Despacho 04.2008. no período de 15 a 19 de Janeiro de 2009. assistente — concedida a equiparação a bolseiro pelo período de 10 dias. Doutora Mafalda Sousa Machado Soares da Cunha. professor auxiliar.2008 . no período de 24 a 31 de Dezembro de 2008. fora do país.2008 Licenciada Cristina Alexandra de Oliveira Amado. da Universidade do Minho. — Doutora Maria Elvira Sales Baptista. no período de 7 a 9 de Janeiro de 2009. no período de 12 a 14 de Maio de 2009. — Doutor João Pedro Carvalho d’Alvarenga.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão.09. 21 de Janeiro de 2009. professora auxiliar. foi concedida equiparação a bolseiro. nos períodos de 24 de Novembro a 13 de Dezembro de 2008 e de 3 de Janeiro a 11 de Fevereiro de 2009. professora auxiliar com agregação.º 2317/2009. Serviços Administrativos Despacho n. além do quadro a 60 %. — Doutora Maria João Tavares da Costa. professora auxiliar. 2.

09.2008 21 de Janeiro de 2009. professora catedrática — concedida a equiparação a bolseiro no período de 23 a 26 de Novembro de 2008. 22 de Janeiro de 2009. da Universidade do Minho. Luís Carlos Ferreira Fernandes.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. 22 de Janeiro de 2009. assistente — concedida a equiparação a bolseiro pelo período de 30 dias. com início em 1 de Novembro de 2008. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Cláudia Maria Neves Simões.º 3584/2009 Por despacho 09. 22 de Janeiro de 2009.4194 Diário da República. por delegação: Doutor José António Oliveira Rocha. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Doutor António Mendes da Silva Ferraz.º 3595/2009 Por despacho 15. professora auxiliar — no período de 11 a 13. da Universidade do Minho. professora auxiliar — no período de 3 a 4 de Novembro de 2008 22 de Janeiro de 2009.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. professora associada — no período de 23 a 25 de Outubro de 2008.º 3583/2009 Por Despacho 08. — O Director de Serviços. Luís Carlos Ferreira Fernandes. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 19 a 24. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. por delegação: Doutora Ana Maria Santos Costa Soares. da Universidade do Minho.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. Luís Carlos Ferreira Fernandes. por delegação: Doutora Ana Maria Santos Costa Soares. Despacho (extracto) n.2008 Doutor Manuel de Herédia Caldeira Cabral. Despacho (extracto) n. com início em 16. Licenciado Carlos Alberto Silva Menezes. — O Director de Serviços. assistente — no período de 27 a 30 de Outubro de 2008. por delegação: Doutora Maria Margarida Santos Proença Almeida. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. 22 de Janeiro de 2009. professor auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 12 a 14 de Dezembro de 2008.11. — O Director de Serviço. 22 de Janeiro de 2009. professor catedrático — pelo período de 11 dias.º 3594/2009 Por despacho 15.2008 21 de Janeiro de 2009.10.º 3585/2009 Por Despacho 10. Despacho (extracto) n. Luís Carlos Ferreira Fernandes. assistente — concedida a equiparação a bolseiro no período de 21 a 26. com início em 27. Luís Carlos Ferreira Fernandes. da Universidade do Minho.2008. 22 de Janeiro de 2009.º 3593/2009 Por despacho 14 de Novembro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão. assistente — no período de 07 a 11. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro. Luís Carlos Ferreira Fernandes.09.09. por delegação: Licenciado Carlos Alberto da Silva Menezes.09. — O Director de Serviços. por delegação: Doutor Miguel Ângelo dos Reis Portela. Despacho (extracto) n. Luís Carlos Ferreira Fernandes. — O Director de Serviços. Luís Carlos Ferreira Fernandes.º 3588/2009 Por despacho 18. — O Director de Serviços. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Cláudia Maria Neves Simões. — O Director de Serviço. professor catedrático — no período de 24 a 26. aos docentes a seguir mencionados: Doutor Manuel José da Rocha Armada. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Ana Maria Santos Costa Soares.2008.º 3587/2009 Por despacho 22 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão. professor auxiliar — no período de 11 a 16. — O Director de Serviço.09. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro.º 3586/2009 Por despacho 24 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão.2008 22 de Janeiro de 2009. 21 de Janeiro de 2009. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Despacho (extracto) n.11.º 3589/2009 Por despacho 31 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão. da Universidade do Minho.09. professor catedrático — concedida a equiparação a bolseiro no período de 25 a 26. da Universidade do Minho.11. Despacho (extracto) n. — O Director de Serviços.º 3590/2009 Por despacho 6 de Novembro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 13 a 18 de Janeiro de 2009. 22 de Janeiro de 2009.09. da Universidade do Minho. professor catedrático — concedida a equiparação a bolseiro no período de 23 a 26.12. professor associado — no período de 03 a 07. da Universidade do Minho. Despacho (extracto) n. por delegação: Doutora Rosa Branca Silva Vilas-Boas Esteves.11.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 15 a 18 de Dezembro de 2008.11. Despacho (extracto) n. da Universidade do Minho. da Universidade do Minho.ª série — N. .09.11. 21 de Janeiro de 2009.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. — O Director de Serviço. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão. Despacho (extracto) n.10.2008.2008 Doutor Vasco Duarte Eiriz Sousa. — O Director de Serviço. por delegação: Licenciada Lídia Cristina Alves Morais de Oliveira. — O Director de Serviços.2008 21 de Janeiro de 2009.08 do Presidente da Escola de Economia e Gestão.2008. Despacho (extracto) n. da Universidade do Minho. 2.º 3582/2009 Por despacho 25. da Universidade do Minho. — O Director de Serviço. professora associada — pelo período de 30 dias.09. Luís Carlos Ferreira Fernandes.11. aos docentes a seguir mencionados: Doutora Natália Maria Carvalho Barbosa. — O Director de Serviço. da Universidade do Minho.09.º 3592/2009 Por despacho 13 de Novembro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão. professora associada — no período de 03 a 07.2008 Licenciado José João Correia Leite Ribeiro. da Universidade do Minho. Luís Carlos Ferreira Fernandes. 22 de Janeiro de 2009.º 3591/2009 Por Despacho 27. Doutora Ermelinda Amélia Veloso Costa Lopes Fernandes Silva. — O Director de Serviço. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Despacho (extracto) n.2008. por delegação: Doutor José António Cadima Ribeiro. Despacho (extracto) n. Despacho (extracto) n.

Maria Luís Ribeiro Rodrigues e Ana Luísa de Almeida Cardoso Macedo. professora associada com agregação — no período de 6 a 10 de Outubro de 2008. João Sàágua. do quadro de pessoal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa — nomeados definitivamente. “Teresa Filomena de Matos Teixeira. Caldas de Almeida.ª série n. da mesma Faculdade. J. precedendo concurso. — O Director de Serviços. foram concedidas seguintes equiparações a bolseiro fora do país: Professora Associada Ana Cristina Moreira Freire — 8 a 23 de Janeiro de 2009. J. proferido por delegação de competências. de nomeação definitiva. 2.º 3599/2009 Por despacho 8 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho.) 21 de Janeiro de 2009. M. proferido por delegação de competências: Foi concedida equiparação a bolseiro no País ao Docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa abaixo indicada: Mestre Manuel Maria dos Santos Matroco Gonçalves Pereira — Assistente Convidado — no período de 26 de Janeiro de 2009 a 27 de Janeiro de 2009. Despacho (extracto) n. por delegação: Doutora Laura Cristina Ferreira Pereira. — O Director.º 3606/2009 Por despacho do Director da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. M. 22 de Janeiro de 2009. Caldas de Almeida. Luís Carlos Ferreira Fernandes. de 17 de Janeiro de 2007. 22 de Janeiro de 2009. Caldas de Almeida.. considerando-se exonerados do anterior lugar”.R. da carreira técnica superior.º 3603/2009 Por meu despacho de 16 de Janeiro de 2009. foi concedida equiparação a bolseiro no Estrangeiro UNIVERSIDADE DO PORTO Faculdade de Ciências Despacho (extracto) n. de nomeação definitiva. — O Director. UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências Médicas Despacho (extracto) n.ª Classe. professor associado — concedida a equiparação a bolseiro pelo período de 11 dias.º 3596/2009 Por despacho 30 de Setembro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. da carreira técnica superior. C. 22 de Janeiro de 2009.º 3601/2009 Por meu despacho de 23 de Dezembro de 2008. 22 de Janeiro de 2009. Pedro Manuel Coutinho Diniz de Sousa. professora auxiliar — no período de 26 a 30 de Novembro de 2008. 2. considerando-se exonerados do anterior lugar”. M. — O Director.º 12. 22 de Janeiro de 2009. com efeitos a partir da data do despacho do Senhor Reitor. João Manuel dos Santos Torres Pereira e Helder Romana da Palma Teixeira.ª Classe de nomeação definitiva. da carreira técnica superior. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Técnicos Superiores Principais. 4195 ao Docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa abaixo indicado: Mestre Manuel Maria dos Santos Matroco Gonçalves Pereira. — O Director de Serviço. 22 de Janeiro de 2009. professor auxiliar — no período de 26 a 30 de Novembro de 2008. . J. Técnicos Superiores Principais. Técnicos Superiores de 2. Técnicos Superiores de 1. por delegação: Concedida equiparação a bolseiro aos docentes a seguir mencionados: Doutora Maria Helena Almeida Silva Guimarães. com efeitos a partir da data do despacho do Senhor Reitor. por delegação: Doutor Manuel José da Rocha Armada. Assistente Administrativa Principal. do quadro de pessoal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa — nomeados definitivamente. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Despacho (extracto) n. Luís Carlos Ferreira Fernandes. Assistente Convidado — no período de 22 de Fevereiro de 2009 a 28 de Fevereiro de 2009. Doutor Miguel Ângelo dos Reis Portela. com efeitos a partir da data do despacho do Senhor Reitor. 22 de Janeiro de 2009.º 3602/2009 Por meu despacho de 23 de Dezembro de 2008. Assistente Administrativa Especialista.º 3598/2009 Por despacho 6 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. Despacho (extracto) n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. Maria Irene Simões Tomé. proferido por delegação de competências: Foi concedida equiparação a bolseiro no País à Doutora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa abaixo indicada: Doutora Patrícia Maria Freire de Andrade de Carvalho Rosado Pinto — Assessora Principal — no dia 9 de Janeiro de 2009. Despacho (extracto) n. Despacho (extracto) n. com efeitos a partir da data do despacho do Senhor Reitor.) 21 de Janeiro de 2009. Luís Carlos Ferreira Fernandes. precedendo concurso. — O Director.º 3605/2009 Por despacho do Senhor Reitor da Universidade Nova de Lisboa de 30 de Dezembro de 2008: “Sandra Maria Cid Ferreira Matias.ª série — N. J. da mesma Faculdade.º 3604/2009 Por despacho do Senhor Reitor da Universidade Nova de Lisboa de 30 de Dezembro de 2008: “Berta Rosa da Conceição de Sousa. Despacho (extracto) n. por delegação: Doutor Carlos Alberto Páscoa Machado. considerando-se exonerada do anterior lugar”.ª Classe. — O Director. Despacho (extracto) n. considerando-se exonerados do anterior lugar”. Caldas de Almeida. precedendo concurso. de nomeação definitiva. (Isento de fiscalização prévia do T. publicada no D. 22 de Janeiro de 2009. proferido por delegação de competências: Foi concedida equiparação a bolseiro no Estrangeiro à Docente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa abaixo indicada: Doutora Maria Isabel Rodrigues de Abreu Figueiredo de Almeida — Investigadora Auxiliar — no período de 13 de Dezembro de 2008 a 16 de Dezembro de 2008. proferido por delegação de competências. Técnicos Superiores de 1. — O Director.Diário da República. M.º 3597/2009 Por despacho 1 de Outubro de 2008 do presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. “Alice Gomes Martins Oliveira.º 3600/2009 Por meu despacho de 12 de Dezembro de 2008. com início em 7 de Novembro de 2008. Despacho (extracto) n. Assessores. do quadro de pessoal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa — nomeada definitivamente. (Isentos de fiscalização prévia do T. professor catedrático — concedida a equiparação a bolseiro no período de 1 a 5 de Outubro de 2008. C. do quadro de pessoal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa — nomeados definitivamente. da mesma Faculdade. precedendo concurso. — O Director de Serviço. da mesma Faculdade. — O Director de Serviço. João Sàágua. Carla Sofia Soares Saraiva e Manuel Sebastião Candeias Sabala. professora auxiliar — concedida a equiparação a bolseiro no período de 23 a 26 de Outubro de 2008. Doutora Carla Angélica da Silva Pinto de Sá.

grupos de disciplinas de Geosistemas e Geomática ou de Planeamento e Gestão de Recursos Naturais e Sistemas Ambientais ou de Valorização de Matérias-Primas Minerais e Resíduos Sólidos do Instituto Superior Técnico. Associados e Auxiliares com Contrato de Trabalho em Funções Públicas por tempo indeterminado presentes. Vogais: Doutor Mário Rui Machado Leite. o Contrato de Trabalho em Funções Públicas por Tempo Indeterminado do Professor Auxiliar Doutor Samuel Cruz Alves Pereira.01. publicado no Diário da República n. nas áreas científicas de Geociências. ou de Geoengenharia. Lídia Soares. 22 de Janeiro de 2009. considerando-se rescindido o . UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA Reitoria Edital n. U. C. Professor Auxiliar desta Faculdade.09. Doutor Fernando Ramôa Ribeiro.º 177. do Doutor Samuel Cruz Alves Pereira O conselho científico da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.2009 do Senhor Reitor da Universidade Técnica de Lisboa. Doutor Carlos Altino Jansen Verdades Dinis da Gama. (Não carece de visto do Tribunal de Contas. Doutor Fernando Ramôa Ribeiro. Manuel F.º do Dec.. de 12. por unanimidade dos seus Professores Catedráticos.. aprovou. Prazeres Freitas. com efeitos a partir de 17 de Fevereiro de 2009. — A Técnica Superior. Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.º. em sessão da sua Comissão Coordenadora de 12 de Dezembro de 2008. de 13 de Novembro. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.ª série — N. no cargo de professor auxiliar.º 19/80. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.) Deliberação relativa ao contrato de trabalho para o exercício de funções públicas por tempo indeterminado. além do quadro. ratificado pela Lei n. — A Chefe de Divisão de Alunos e de Recursos Humanos. por unanimidade dos seus Professores Catedráticos. Rocha Neves. (Não carece de visto do Tribunal de Contas. Doutor Carlos Alberto Ferreira de Sousa Oliveira. Despacho (extracto) n.º 3608/2009 Por despacho de 15 de Janeiro de 2009. contratado para exercer funções docentes em regime de Contrato de Trabalho em funções públicas por tempo indeterminado na categoria de Professor Auxiliar da mesma Faculdade. Professor Catedrático Pedro Ventura Alves da Silva — 23 a 29 de Janeiro de 2009.) 21 de Janeiro de 2009. Doutor António Jorge Gonçalves de Sousa. C.º 2 do E. grupos de disciplinas de Geoquímica e Pedologia ou Hidrogeogologia ou Mineralogia e Geologia. Professor Auxiliar Ricardo Jorge Gomes Lopes Rocha — 17 a 22 de Janeiro de 2009. Manuel F. é constituído. Lei n. Prof. de 13 de Novembro. nos termos do artigo 25. n. do Doutor Paulo Sérgio Amaral de Sousa O conselho científico da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.2008. Associados e Auxiliares com Contrato de Trabalho em Funções Públicas por tempo indeterminado presentes.º 112/2009 Por despacho de 15. no exercício de delegação de competências concedida pelo Reitor da Universidade do Porto foi o Doutor Paulo Sérgio Amaral de Sousa Professor Auxiliar da Faculdade de Economia desta Universidade. Despacho (extracto) n. para provimento de um lugar de Professor Associado do Departamento de Engenharia de Minas e Georrecursos. Não são devidos emolumentos. D.º 3610/2009 Por despacho de 16 de Janeiro de 2009 da Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. — A Técnica Superior. Professora Auxiliar desta Faculdade.º 448/79.º 23287/2008 (2. do Director da Faculdade de Economia da Universidade do Porto. por delegação de competências do Reitor da Universidade do Porto: — Doutora Isabel Maria Salvador Macedo Pinto Abreu Lima.º 19/80. concedida a equiparação a bolseiro fora do País de 19 a 24 de Janeiro de 2009. Doutor Abílio Augusto Tinoco Cavalheiro. nos seguintes termos: Presidente — Reitor da Universidade Técnica de Lisboa. com efeitos a partir de 25 de Maio de 2009. Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. no exercício de delegação de competências concedida pelo Reitor da Universidade do Porto foi o Doutor Samuel Cruz Alves Pereira Professor Auxiliar da Faculdade de Economia desta Universidade. Esta deliberação foi tomada com base na apreciação do Relatório apresentado pelo candidato e com base nos pareceres subscritos pelos Professores Catedráticos Doutor Pavel Bernard Brazdil e Doutor Sofia Balbina Santos Dias de Castro Gothen. por urgente conveniência de serviço. ambos da Faculdade de Economia da Universidade do Porto. concedida a equiparação a bolseiro fora do País de 16 a 20 de Abril de 2009. Lei n. Doutor Fernando António Batista Branco. ambos da Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Doutor António Manuel Antunes Fiúza. Jaime Ribes.º 3611/2009 Por despacho de 15 de Janeiro de 2009 da Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. contratado para exercer funções docentes em regime de Contrato de Trabalho em funções públicas por tempo indeterminado na categoria de Professor Auxiliar da mesma Faculdade. Despacho (extracto) n. do Senhor Reitor da Universidade Técnica de Lisboa. com efeitos a 15 de Dezembro de 2008. ratificado pela Lei n. Lídia Soares. Rocha Neves. Doutor Rogério Eduardo Bordalo da Rocha. Prof. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Doutor Henrique José Figueiredo Garcia Pereira.01. 22 de Janeiro de 2009. é constituído.º 448/79. (Não carece de visto do Tribunal de Contas. no cargo de professor auxiliar. n. aberto por Aviso n. por delegação de competências do Reitor da Universidade do Porto: — Doutor Henrique Malheiro Vaz.º 3609/2009 Por despacho de 18 de Dezembro de 2008 da Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação. 22 de Janeiro de 2009. D. nos termos do artigo 25. de acordo com o estabelecido no artigo 46. de acordo com o estabelecido no artigo 46. 2. 21 de Janeiro de 2009. por delegação de competências do Reitor da Universidade do Porto. em sessão da sua Comissão Coordenadora de 12 de Dezembro de 2008. Edital n. o Contrato de Trabalho em Funções Públicas por Tempo Indeterminado do Professor Auxiliar Doutor Paulo Sérgio Amaral de Sousa. — O Director de Serviços. — O Coordenador do Gabinete de Apoio. Professora Auxiliar Maria Isabel Gonçalves Fernandes — 8 a 14 de Fevereiro de 2009.) Deliberação relativa ao contrato de trabalho para o exercício de funções públicas por tempo indeterminado.) 19 de Janeiro de 2009.ª série).º 19 — 28 de Janeiro de 2009 contrato anterior a partir da mesma data. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. — O Director de Serviços. de 16 de Julho o júri do concurso documental. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Faculdade de Economia Despacho (extracto) n.4196 Diário da República. (Não carece de visto do Tribunal de Contas. U.2009. de 16 de Julho o júri do concurso Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Despacho (extracto) n.º 3607/2009 Por despacho de 21 de Janeiro de 2009.º 2 do E.º do Dec. Não são devidos emolumentos. — A Presidente do Conselho Directivo. grupos de disciplinas de Exploração de Minas e Pedreiras ou de Geotecnia ou de Prospecção Geofísica e Sondagens. foi o Doutor Ricardo Jorge Sá Dias Vasconcelos contratado. do Director da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.º. 22 de Janeiro de 2009. Esta deliberação foi tomada com base na apreciação do Relatório apresentado pelo candidato e com base nos pareceres subscritos pelos Professores Catedráticos Doutor António Abílio Garrido da Cunha Brandão e Doutor Elísio Fernando Moreira Brandão. Carlinda Leite. aprovou.º 113/2009 Por despacho de 15. da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação desta Universidade. ou de Recursos Naturais e Ambiente. Não são devidos emolumentos. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. como professor auxiliar.

nos seguintes termos: Presidente: Reitor da Universidade Técnica de Lisboa Vogais: Doutor José Luiz Lopes Fiadeiro.2009. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. ratificado pela Lei n. Arquitecto Alexandre Vieira Pinto Alves da Costa. Arquitecto Manuel Pinheiro Fernandes de Sá.º Enquadramento jurídico O presente regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n. Doutor João Gabriel Monteiro de Carvalho e Silva. para provimento de um lugar de Professor Associado do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura. Artigo 2.º 23286/2008 (2. — O Coordenador do Gabinete de Apoio. a seguir “UTAD”.º Condições de funcionamento 1 — O numerus clausus máximo será estabelecido em cada edição do curso. de acordo com o estabelecido no artigo 45. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.º 108/88.º do Decreto-Lei n. fundamentados nas mais recentes investigações científicas. Doutor José Manuel Nunes Salvador Tribolet. aberto por Aviso n. de 16 de Julho o júri do concurso documental. Lei n. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. correspondente a 60 ECTS. adiante simplesmente designado por “curso”. Doutor Fernando José Silva e Nunes da Silva. grupo de disciplinas de Projecto de Arquitectura do Instituto Superior Técnico.º Âmbito de aplicação O presente regulamento disciplina o regime especial aplicável ao curso de Mestrado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia.º 74/2006. adoptada ao abrigo das disposições conjugadas nos artigos 7.2008. por despacho reitoral. Jaime Ribes. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.º do Decreto-Lei n. 2 — São objectivos específicos: a) Estimular a iniciação científica através da elaboração de trabalhos académicos. Arquitecto Manuel Correia Fernandes. bem como para grupos especiais. de 11 de Maio.º do Decreto-Lei n.ª série). Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. Armando Mascarenhas Ferreira.º 1 do artigo 21. de cárdio e de musculação para diferentes tipos de utentes de ginásios e academias. publicado no Diário da República. de 11 de Maio. Doutor Luís Eduardo Teixeira Rodrigues.ª série — N. UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO Reitoria Despacho (extracto) n. publicado no Diário da República n.º 74/2006. 22 de Janeiro de 2009 — O Reitor. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. entidades desportivas. e demais normativos aplicáveis. de 24 de Março.º do Decreto-lei 42/2005.09.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 documental. nos termos arquitectados pelos artigos 4. o Regulamento n. laboratórios e academias. b) Na sequência do registo R/B-CR-312/2007. Doutor Miguel Caetano de Oliveira Filgueiras. Professor Catedrático da Universidade de Sevilha. Edital n. Doutor António Ressano Garcia Lamas. Professor Catedrático da Universidade de Leicester. Artigo 3. n. bem como na alínea d) do n.º e 25. na área científica de Arquitectura. de 12. no sentido de aprovar a criação do curso de Mestrado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia. confere a atribuição de um diploma não conferente de grau.Diário da República.º 7287-C/2006. de 13 de Novembro. nos seguintes termos: Presidente: Reitor da Universidade Técnica de Lisboa Vogais: Doutora Sheila Walbe Ornstein.º 11-A/98.2008. de 11 de Maio e no Despacho n. Jaime Ribes.º 342/2007.º dos Estatutos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.º do Dec.º a 10. diploma que regula o regime jurídico dos graus e diplomas do . efectuado conforme o disposto no artigo 4.º 114/2009 Por despacho de 15. homologados através do Despacho Normativo n. Professora Titular da Universidade de São Paulo. Doutor António José Luís dos Reis. sob proposta da Comissão de Curso. Doutor Fernando António Baptista Branco.º 23289/2008 (2. (Não carece de visto do Tribunal de Contas) 19 de Janeiro de 2009.ª série).01.º da Lei n. para provimento de um lugar de Professor Catedrático do Departamento de Engenharia Informática. 3 — A conclusão da parte curricular. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. num período normal de quatro semestres lectivos. com a denominação de “Curso Avançado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia. Doutor Fernando Ramôa Ribeiro. é constituído. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.º 155/89. Doutor João Emílio Segurado Pavão Martins. reunido em 8 de Novembro de 2006.º 177. Doutor Luis Fernando Lopes Monteiro. Professor Catedrático da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. 4197 ensino superior. Artigo 4.º Organização do curso 1 — O curso está estruturado de acordo com o Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (a seguir “ECTS”). aberto por Aviso n. e pelo Regulamento Interno de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. de 120 ECTS. estrutura curricular e plano de estudos referentes à criação do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia. Professor Catedrático da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Doutor Mário Júlio Teixeira Krüger. a entrada em funcionamento de novas licenciaturas. 2. Prof. Professor Catedrático da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. de 24 de Março. Artigo 5. 2 — A aquisição do grau de mestre pressupõe a obtenção. Doutor Victor Perez Escolano. de 12. Doutor José Manuel da Costa Alves Marques. nos termos estabelecidos pela estrutura e plano de estudos. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa.º Objectivos do curso 1 — Este Curso tem como objectivos geral capacitar profissionais para actuar com competência e compromisso nos clubes. até à criação e entrada em funcionamento da agência de acreditação. à publicação do regulamento.º 1 do artigo 1. através do aprofundamento de conhecimentos actualizados de modo a atender às crescentes exigências e expectativas do mercado de trabalho presente e futuro. (Não carece de visto do Tribunal de Contas) 19 de Janeiro de 2009. grupos de disciplinas de Algoritmia ou Engenharia da Programação ou Linguagens de Programação do Instituto Superior Técnico. Regulamento do curso de Mestrado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia Artigo 1. no n. Doutor Amílcar dos Santos Costa Sernadas. do Senhor Reitor da Universidade Técnica de Lisboa. Doutor Arlindo Manuel Limede de Oliveira. de 16 de Fevereiro. na área científica de Metodologia e Tecnologia da Programação. de 24 de Setembro. ao regime em vigor à data da sua publicação.º 3612/2009 Conforme o disposto na alínea a) do artigo 67. que estabelece o regime de Estudos Pós-Graduados na UTAD. de 31 de Março. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Brasil. Espanha. nos termos estabelecidos pelo Despacho n. Procede-se em anexo. Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. leccionado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.09.º 448/79.º 177. b) Desenvolver estratégias de avaliação e prescrição de treino personalizado.º 155/89.º 10543/2005. no âmbito das actividades de academia. Assim: a) Tendo em atenção a deliberação do Senado Universitário. — O Coordenador do Gabinete de Apoio. mestrados e doutoramentos está sujeita. de 21 de Dezembro. de 22 de Fevereiro.º 19/80. Professor Catedrático do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa. c) Melhorar a qualidade de actuação profissional através da análise crítica das diferentes metodologias de actividades em ginásios e academias.

..... 2 — Aquando da abertura do respectivo concurso podem ser definidas quotas específicas para cada um dos grupos de admissão previstos no número anterior. . 1 — Estabelecimento de Ensino: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. . .. ramos. . .. . b) Formação realizada no âmbito de cursos de especialização tecnológica... . . condições necessárias para o funcionamento do curso. Avaliação Neuromuscular e Prescrição na Musculação . 102 102 85 80 TP: 60 TP: 60 TP: 50 TP: 55 6 6 5 5 .. . ... . . . . .º 9.. . nas Normas Pedagógicas da UTAD para os cursos de licenciatura. Artigo 9. .. .. .º Frequência. . .. . . devendo este ser definido. Artigo 8. .º Condições de acesso 1 — As condições gerais de acesso são as fixadas pelo Regulamento de Pós-Graduações. . ... . Artigo 7. . e publicitado aquando da abertura do procedimento concursal de acesso ou ingresso..4198 Diário da República. . Total.. segundo o sistema europeu de transferência de créditos. 7 — Duração normal do curso: Quatro semestres lectivos. .. avaliação de conhecimentos e classificações O regime de frequência. . . .1 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos 2 — O funcionamento do curso fica condicionado à matrícula de um número mínimo de estudantes.. nos Pontos 9. . 2.. 2 — Os candidatos admitidos deverão realizar a matrícula e inscrição nos Serviços Académicos nos termos definidos. Desporto.. . . .. 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: QUADRO N. .º Entrada em vigor As normas estabelecidas neste regulamento consideram-se em vigor aquando da entrada em funcionamento do curso. .. 8 — Opções. .º Avaliação e revisão do regulamento Por iniciativa da Comissão de Curso o presente regulamento deverá ser avaliado e revisto para cada edição do curso. .. . respectivamente. quer a obtida no quadro da organização decorrente do Processo de Bolonha quer a obtida anteriormente. Artigo 13.. Artigo 10 Regime de precedências Não são admissíveis precedências com carácter vinculativo. . do formulário em anexo.. .º 11. 10 — Observações: 11 — Plano de estudos: D BB 118 2 120 (1) Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro «Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia» «Mestrado» 1.. sob proposta da Comissão de Curso.. . .º Estrutura curricular e plano de estudos A estrutura curricular e plano de estudos são os constantes. . . Prescrição do Exercício para Grupos Especiais. .. por despacho do reitor. . . . ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: Não aplicável. também. . e 11..... . ... . ..1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Teoria e Metodologia de Investigação . D D D D Semestral Semestral Semestral Semestral . . .º Ano / 1. Ginástica Localizada de Academia . . . . .º Matricula e inscrição 1 — Os candidatos serão admitidos à matrícula e inscrição no curso de acordo com os critérios de seriação estabelecidos.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 12. .. . . 4 — Grau ou diploma: Mestrado. . c) Competências adquiridas através da experiência profissional e formação profissional ou pós-secundária. . . . . Artigo 11. . para o efeito. avaliação de conhecimentos e classificações são os previstos na lei e. sob proposta da Comissão de Curso.. ANEXO I Formulário de caracterização e apresentação da estrutura curricular e plano de estudos do curso de mestrado em ciências do desporto com especialização em actividades de academia... Artigo 6. com as necessárias adaptações. . . . 2 — Unidade Orgânica: 3 — Curso: Mestrado em Ciências do Desporto com especialização em Actividades de Academia. 5 — Área científica predominante do curso: Ciências do Desporto. . . . por interpretação ou integração. 3 — A existência de recursos humanos e materiais adequados às exigências científicas e pedagógicas e à qualidade do ensino são.. .ª série — N. . . Artigo 14. através de despacho reitoral. .. . necessário à obtenção do grau ou diploma: 120 ECTS.º Propinas As propinas são fixadas anualmente de acordo com a legislação e regulamentação em vigor. . . . .º Semestre QUADRO N. . por despacho do reitor. . Biologia e Bioquímica . 2 — Os procedimentos a adoptar para a creditação são os constantes do Regulamento de Creditação. . . 6 — Número de créditos. .º Creditação 1 — Com base no sistema europeu de transferência e acumulação de créditos (ECTS) e no princípio do reconhecimento mútuo do valor da formação realizada e das competências adquiridas podem ser creditadas: a) Formação realizada no âmbito de outros ciclos de estudos superiores em estabelecimentos de ensino nacionais ou estrangeiros.º Lacunas e Omissões Os factos relevantes não contemplados neste regulamento serão decididos. Artigo 15. . .

de 22 de Fevereiro. .. . . . quando reúnam as condições a que se refere a alínea d) do n. e de um subsequente mestrado em Ensino. .... .º 3613/2009 D A 1370 OT: 250 60 Conforme o disposto no artigo 26. . . . à aquisição de um determinado número de créditos na área disciplinar. . .. . . . . quer no quadro da habilitação académica a que se refere a alínea anterior. nos ensinos público. . . que satisfaçam os requisitos de créditos mínimos de formação fixados: i) Para as componentes de formação educacional geral e de didácticas específicas.ª série — N. . .º 1 do artigo 17.. ..º. os créditos mínimos de formação na área de docência fixados para essa especialidade no anexo ao presente diploma... . D D D D D Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 2. . . . ..os 5 a 17 do anexo aqueles que satisfaçam. . . .º 11. .. .. Avaliação Biomecânica e Prescrição do Exercício . de 24 de Março. Aeróbica e outras) . 68 102 85 85 170 TP: 40 TP: 60 TP: 50 TP: 50 S: 100 4 6 5 5 10 QUADRO N. 2 — Podem candidatar-se ao ingresso num ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em cada uma das especialidades a que se referem os n. . . . .. de 24 de Março. . . .. . .2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Composição Corporal e Cineantropometria.Diário da República.. ... . . . por um lado. na educação pré-escolar e nos 1. ..º 3 do artigo 15.º 1 do mesmo artigo. .3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação. . . . . A habilitação profissional para a docência de uma ou duas áreas disciplinares. . .º. . . . .. . .º do Decreto-Lei n.º 107/2008. foi por mim homologado. de 24 de Março. .º 74/2006..º do Decreto-Lei n. . . . .os Ciclos de estudo em Ensino Preâmbulo A posse do título de Mestre em Ensino num determinado domínio de especialidade constitui condição indispensável para o desempenho docente. . . ou. . Semestral ... . . ou em cada uma das áreas disciplinares abrangidas pelo mesmo (cf. .º 74/2006. ii) Para a componente de formação na área da docência. . . .. Anexo). pelas alíneas a) e b) do n. o respectivo regulamento. Despacho (extracto) n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos 4199 Observações Avaliação Fisiológica e Prescrição para Cárdio-fitness.. de 25 de Junho..º Ingresso nos Ciclos de Estudos Conducentes ao grau de mestre em Ensino É condição geral de ingresso nos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre em cada uma das especialidades a que se refere o anexo a prestação de uma prova escrita e de uma prova oral em Língua Portuguesa para comprovação do domínio da Língua.. b) Tenham obtido. .º 74/2006.. .. .. . . — O Reitor. . . .º Regras Específicas de Ingresso nos Ciclos de Estudos Conducentes ao grau de mestre em Ensino 1 — Podem candidatar-se ao ingresso nos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre em cada uma das especialidades a que se referem os n. por outro. . Assim. .º Semestre QUADRO N. . 2. . . 102 34 TP: 60 TP: 20 6 2 1. .. . . é conferida a quem obtiver tal qualificação através de uma licenciatura em Educação Básica. . particular e cooperativo e nas áreas curriculares ou disciplinas abrangidas por esse domínio. Nutrição e Suplementação Ergogénica e Doping . de 24 de Março. e satisfaçam os requisitos dos mesmos créditos. .º 2 do artigo 15. ... .º 1 do artigo 17..º 1 do artigo 17. . quer em outros ciclos de estudos do ensino superior. D BB Semestral . . . Normas regulamentares dos 2.º e 2. . . 22 de Janeiro de 2009.. de 24 de Março. . . . .. Seminário de Investigação . . . b) Os titulares de uma habilitação académica superior obtida nos termos das alíneas b) e c) do n. e através delas satisfaçam os requisitos fixados nas subalíneas i) e ii) da alínea anterior. Actividades de Grupo (Step. . . . alterado pelo Decreto-Lei n. . . cumulativamente. A titularidade da habilitação profissional para a docência generalista. . comum a quatro domínios possíveis de habilitação nestes níveis e ciclos de educação e ensino...º 74/2006. Armando Mascarenhas Ferreira. .. . . . .. Artigo 2.º do Decreto-Lei n. ... . . . . . c) Os que reúnam as condições a que se refere a alínea d) do n. elaborado de acordo com as disposições legais contidas no Decreto-Lei n.. . ... . . .. . Actividades de Grupo Aquáticas . num destes domínios. compete ao órgão legal e estatutariamente competente de cada estabelecimento de ensino aprovar as normas regulamentares referentes aos cursos de mestrado. .º 43/2007. . . . . à posse do grau de licenciado pelo ensino superior e. pelo n.. ainda. .º Ano / 2.. num dos restantes domínios de habilitação. .º 11. . Artigo 1.. . ..º 1 do artigo 17. . .º ciclos do ensino básico..os 1 a 4 do anexo: a) Os titulares da licenciatura em Educação Básica.. . .. . .º do Decreto-Lei n. . as seguintes condições: a) Sejam titulares de uma habilitação académica superior a que se referem as alíneas a) a c) do n... . . . ou reúnam as condições a que se refere a alínea d) do n. . . .. . .º do Decreto-Lei n. . .º Ano . é conferida a quem obtiver esta qualificação num domínio específico através de um mestrado em Ensino cujo acesso está condicionado.º 74/2006. .

4 — Na situação prevista no número anterior. 2 — O grau de mestre numa das especialidades a que se referem os n. de acordo com as seguintes percentagens mínimas: a) Formação educacional geral — 25 %. b) Didácticas específicas — 20 %.º 1 do artigo 20. 7 — O número de créditos dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre nas especialidades a que se referem os n. c) Prática de ensino supervisionada — 45 %. capacidades. pertencente. d) Formação na área de docência — 5 %. c) A preparação para as áreas curriculares não disciplinares e a reflexão sobre as dimensões ética e cívica da actividade docente. processos e desempenhos do quotidiano profissional. 5 — O número de créditos dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre nas especialidades a que se refere o n. capacidades.º do Decreto-Lei n. b) O alargamento a áreas do saber e cultura diferentes das do seu domínio de habilitação para a docência. 4 — Os créditos a que se refere o número anterior são distribuídos pelas componentes de formação nos seguintes termos: a) Formação educacional geral — 5 a 10 créditos. 3 — O número de créditos dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre na especialidade a que se refere o n. b) Didácticas específicas — 25 %. d) Formação na área de docência — 0 a 5 créditos. e) Formação em metodologias de investigação educacional. 6 — Os créditos a que se refere o número anterior são distribuídos pelas componentes de formação. b) Didácticas específicas — 15 a 20 créditos. social e ética e de formação em metodologias de investigação educacional incluem-se nos créditos atribuídos às componentes a que se referem as alíneas a) a c) dos números anteriores. c) Prática de ensino supervisionada — 40 a 45 créditos.º Concessão do grau de mestre 1 — O grau de mestre é conferido aos que obtenham o número de créditos fixado para o ciclo de estudos de mestrado. ensino e avaliação.º Vagas O número de vagas a abrir anualmente é divulgado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro durante o mês de Artigo 4.º 4 do anexo situa-se entre 90 e 120. b) Proporcionam aos formandos experiências de planificação. incluindo a prática de ensino supervisionada — 40 %. aqueles que apenas tenham obtido 75 % dos créditos fixados para essa especialidade. 7 — A componente de formação na área de docência visa garantir a formação académica adequada às exigências da docência nas áreas curriculares ou disciplinas abrangidas pelo respectivo domínio de habilitação para a docência. atitudes e competências no domínio da educação relevantes para o desempenho de todos os docentes na sala de aula. b) Didácticas específicas. 3 — A componente de didácticas específicas abrange os conhecimentos. 8 — Os créditos a que se refere o número anterior são distribuídos pelas componentes de formação.º Protocolos com as Escolas Cooperantes 1 — Nos protocolos previstos no artigo 18. 2 — Os créditos a que se refere o número anterior são distribuídos pelas componentes de formação nos seguintes termos: a) Formação educacional geral — 5 a 10 créditos. de 24 de Março. c) Prática de ensino supervisionada — 30 a 35 créditos.º Componentes de Formação 1 — Os ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre nas especialidades constantes do anexo incluem as seguintes componentes de formação: a) Formação educacional geral. no jardim-de-infância ou na escola.º s 5 a 17 do anexo situa-se entre 90 e 120. os créditos mínimos de formação na área de docência fixados para a especialidade em causa no mesmo anexo Artigo 7. a inscrição nas unidades curriculares das componentes de didácticas específicas e de iniciação à prática profissional.os 5 a 17 do anexo. 4 — As actividades integradas na componente de iniciação à prática profissional obedecem às seguintes regras: a) Incluem a observação e colaboração em situações de educação e ensino e a prática de ensino supervisionada na sala de aula e na escola. 2.ª série — N. 6 — A componente de formação em metodologias de investigação educacional abrange o conhecimento dos respectivos princípios e métodos que permitam capacitar os futuros docentes para a adopção de atitude investigativa no desempenho profissional em contexto específico. c) Número de lugares disponíveis para os estudantes de cada especialidade. ou não. Artigo 6. cumulativamente. incluindo os níveis e ciclos de educação e ensino e as respectivas áreas curriculares ou disciplinas em que se realiza a prática de ensino supervisionada. social e ética. através: a) Da aprovação em todas as unidades curriculares que integram o plano de estudos do curso de mestrado.º do Decreto-Lei n. ao mesmo agrupamento de escolas ou à mesma entidade titular. d) São concebidas numa perspectiva de desenvolvimento profissional dos formandos visando o desempenho como futuros docentes e promovendo uma postura crítica e reflexiva em relação aos desafios.º Estruturas Curriculares 1 — O número de créditos dos ciclos de estudos conducentes ao grau de mestre nas especialidades a que se referem os n.º 3 do anexo é de 90. fica condicionada à obtenção dos créditos em falta. 3 — Podem ainda candidatar-se ao ingresso num ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em cada uma das especialidades a que se referem os n. b) Identificação dos orientadores cooperantes disponíveis para cada domínio de habilitação para a docência e eventuais contrapartidas disponibilizadas aos mesmos pela escola cooperante. devendo. de acordo com as competências e funções cometidas ao docente. d) Formação cultural. social e ética abrange. 9 — Os créditos relativos às componentes de formação cultural. b) Didácticas específicas — 25 a 30 créditos. com base na compreensão e análise crítica de investigação educacional relevante.º 74/2006.os 5 a 17 do anexo é conferido aos que satisfazendo as condições previstas no número anterior obtenham. atitudes e competências relativas ao ensino nas áreas curriculares ou disciplinas e nos ciclos ou níveis de ensino do respectivo domínio de habilitação para a docência.º 43/2007 devem constar os seguintes elementos: a) Domínios de habilitação profissional para a docência.4200 Diário da República. Artigo 3. de acordo com as seguintes percentagens mínimas: a) Formação educacional geral — 5 %. f) Formação na área de docência. realizar-se em mais de um estabelecimento de educação e ensino. se para o efeito for necessário. b) Da aprovação no acto público de defesa do relatório da unidade curricular relativa à prática de ensino supervisionada. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 5. c) Iniciação à prática profissional. no caso do ensino particular ou cooperativo. d) Formação na área de docência — 25 %. nomeadamente: a) A sensibilização para os grandes problemas do mundo contemporâneo. c) Iniciação à prática profissional. 2 — A componente de formação educacional geral abrange os conhecimentos. correspondendo esta última ao estágio de natureza profissional objecto de relatório final a que se refere a alínea b) do n. 5 — A componente de formação cultural. c) Realizam-se em grupos ou turmas dos diferentes níveis e ciclos de educação e ensino abrangidos pelo domínio de habilitação para a docência para o qual o curso prepara. dentro e fora da sala de aula.os 1 e 2 do anexo é de 60. incluindo a prática de ensino supervisionada e outras definidas pelo órgão legal e estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior. na relação com a comunidade e na análise e participação no desenvolvimento de políticas de educação e de metodologias de ensino.

120 horas/Semestre / 3 estagiários = 30 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. O número total de horas de OE. g) Contrapartidas disponibilizadas à escola pelo estabelecimento de ensino superior. à Orientação Tutorial (OT) e ao Seminário. O número de horas de OE no 2. O Estágio do 1.2. 14 — Na avaliação do desempenho a que se refere o número anterior é ponderada obrigatoriamente a informação prestada pela escola cooperante. 12 — O orientador da universidade assistirá a duas aulas de cada estagiário em cada um dos semestres.2. está definido nos planos curriculares dos Cursos. responsável pela unidade curricular Estágio. quinzenal (2h) ou mensal (4h) e tem como objectivo discutir assuntos considerados relevantes para a prática lectiva em curso (planificações. 13 — A avaliação do desempenho dos estudantes na prática de ensino supervisionada é realizada pelo docente do estabelecimento de ensino superior responsável pela unidade curricular que a concretiza. 5 — O Estágio integra três componentes: Orientação de Estágio (OE).º e do 2. os seguintes requisitos: a) Posse das competências adequadas às funções a desempenhar (analisadas segundo documento próprio da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro).º Semestre será realizado preferencialmente no Ensino Pré-escolar e o do 2. para cada aluno. desde que apoiados pelos orientadores cooperantes. 10 — No caso de os grupos integrarem um número diferente de 3 elementos. envolvidos nos cursos.º Seminário Interdisciplinar 1 — A unidade curricular de Seminário Interdisciplinar é da responsabilidade do Departamento de Educação e Psicologia para os domínios de especialidade de 1 a 4. Estágio 2: OE.º Ciclo do Ensino Básico.º Ciclo do Ensino Básico — (considerando grupos de 3 estagiários) — Estágio 1 e 2: OE — 135 horas/Semestre / 3 estagiários = 33 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. 5 — Os professores cooperantes de cada domínio de especialização serão coordenados pelo professor da universidade.(Considerando grupos de 3 estagiários) Estágio 1 e 2: OE — 180 horas / 3 estagiários = 45 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. O Estágio do 1.º Ciclo em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e o do 2. de acordo com as competências e funções cometidas ao docente.º Semestre no 1. 4 — A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro reserva-se o direito de seleccionar os orientadores cooperantes de acordo com os parâmetros que constam do anexo às presentes Normas Regulamentares. 6 — A Orientação Tutorial destina-se a esclarecer individual ou colectivamente as dúvidas dos alunos. que definirá a necessidade da periodicidade das reuniões de coordenação. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 d) Funções. 4 — O aluno só poderá frequentar esta unidade curricular se tiver tido aprovação em todas as unidades curriculares que a antecedem. sempre na presença do orientador cooperante. 11 — O orientador cooperante supervisionará todas as unidades de ensino atrás mencionadas.150 horas/Semestre / 3 estagiários = 35 horas/estagiário (aulas 4201 leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. Estágio 2: OE — 195 horas/Semestre / 3 estagiários = 48 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. 2 — Na escolha do orientador cooperante a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro dará preferência aos que tenham formação especializada em supervisão pedagógica e formação de formadores e ou experiência profissional de supervisão. sendo para tal abonado das despesas de deslocação e das ajudas de custo nos termos legalmente fixados.2. tendo sido distribuído por 15 semanas previstas para cada semestre. f) Condições para a participação dos estudantes noutras actividades de desenvolvimento curricular e organizacional realizadas fora da sala de aula. está definido nos planos curriculares dos Cursos. do professor cooperante e do professor da UTAD).ª série — N. 3 — A responsabilidade do Seminário Interdisciplinar será sempre de um docente doutorado de uma das didácticas específicas e fará a articulação entre todos os intervenientes.2.º semestre no 2. O número total de horas de OE. à Orientação Tutorial (OT) e ao Seminário. através: a) Do orientador cooperante.º Ciclo do Ensino Básico. as aulas de responsabilidade individual e em grupo e as aulas assistidas dos colegas e do professor cooperante e para cada um dos Cursos distribui-se da seguinte forma: . incluindo os estudantes. tendo sido distribuído por 15 semanas previstas para cada semestre. Artigo 9. 7 — No caso de os orientadores cooperantes terem de se deslocar à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.º Funcionamento do Estágio 1 — Por Estágio profissional entende-se a prática de ensino supervisionada na sala de aula e na escola. ensino e avaliação. . Orientação Tutorial (OT) e Seminário. 2. assuntos de natureza científica dos domínios de especialidade ou de natureza pedagógico-didáctica). devendo. o número total de horas de contacto do aluno deverá dividir-se em horas consagradas à Orientação de Estágio (OE) (entendido como a presença do aluno na sala de aula/actividades sob sua orientação. responsabilidades e competências de todos os intervenientes. 6 — — A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro poderá oferecer aos professores cooperantes seminários de formação em cada uma das especialidades que estes últimos frequentarão. do professor que desempenhe funções equivalentes. 7 — O Seminário terá uma periodicidade semanal (1h).Diário da República. 2 — Esta unidade curricular será um espaço de discussão de aspectos de natureza científico-pedagógica e terá a intervenção dos docentes envolvidos nas seguintes unidades curriculares: Estágio e Didácticas Específicas. b) Do coordenador do departamento curricular correspondente ou o coordenador do conselho de docentes. cumulativamente. do professor cooperante e do professor da UTAD).º Ciclo em Educação Pré-escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico — (considerando grupos de 3 estagiários) — Estágio 1: OE — 150 horas/Semestre / 3 estagiários = 35 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas.º Ciclo do Ensino Básico — (considerando grupos de 3 estagiários) — Estágio 1 e 2: OE — 135 horas/Semestre / 3 estagiários = 33 horas/estagiário (aulas leccionadas) A restante carga horária será ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. de forma equitativa. e) Condições para a realização da prática de ensino supervisionada nas turmas do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada. Artigo 8. se assim o entenderem. nos restantes domínios será da responsabilidade dos Departamentos de especialidade. o docente publicitar o horário desta componente. nunca inferior a cinco anos. 2 — O Estágio deverá proporcionar experiências de planificação. o número de horas dedicado à leccionação será o mesmo e a restante carga horária ocupada com a assistência a aulas do professor cooperante e dos colegas. .º Semestre será realizado preferencialmente no 1. para tal. 3 — Os orientadores cooperantes devem preencher. .º Ciclo em Educação Pré-escolar — (considerando grupos de 3 estagiários) — Estágio 1: OE.º Ciclo do Ensino Básico é dividido de forma equitativa pelas diferentes disciplinas (Ciências e Matemática ou Português e História e Geografia de Portugal). dos colegas de grupo de estágio. Esse número pretende traduzir. o número total de horas de contacto do aluno deverá dividir-se em horas consagradas à Orientação de Estágio (OE) (entendido como a presença do aluno na sala de aula/actividades sob sua orientação. 3 — Realiza-se nas Escolas Cooperantes e sob acompanhamento do orientador cooperante e do docente definido para o acompanhamento dos alunos pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.º Ciclo em Ensino do1. serão abonados das despesas de deslocação e das ajudas de custo nos termos legalmente fixados. as aulas de responsabilidade individual e em grupo e as aulas assistidas aos colegas e ao professor cooperante e distribui-se da seguinte forma: . para cada aluno. Esse número pretende traduzir. e b) Prática docente nas respectivas áreas curriculares ou disciplinas. 8 — No caso dos domínios de especialidade de 1 a 4 do anexo. 9 — No caso dos restantes domínios de especialidade que a UTAD oferece e que constam do anexo. de forma equitativa. c) No caso do ensino particular e cooperativo. dentro e fora da sala de aula.

º Relatório de Estágio Diário da República. procede-se à marcação do acto público.º Discussão 1 — A discussão do Relatório de estágio só pode ter lugar com a presença do Presidente e. 3 — Ao candidato poderá ser facultado um tempo inicial. Artigo 17.ª série — N. a qual pode ser comum a todos ou apenas a alguns membros do júri. . através de votação nominal justificada. nacional ou estrangeiro. beneficia de dois semestres adicionais. 5 — O Relatório de Estágio terá sempre um orientador indicado pela Comissão de Curso nos termos em que adiante se define. no mínimo. trabalho de projecto ou relatório de estágio. propõe ao Reitor a constituição do júri. arredondada às unidades (considerando como unidade a fracção não inferior a cinco décimas). solicitando a indicação do júri de avaliação. que não deverá exceder vinte minutos.4202 Artigo 10. 5 — Nos casos em que para a conclusão do ciclo de estudos seja apenas necessária a elaboração de um Relatório de Estágio. o Relatório deverá integrar as componentes referidas no número anterior e desenvolver uma problemática estritamente relacionada com aspectos da Didáctica específica do grupo disciplinar do Curso em causa e suas implicações na prática lectiva. O resumo em inglês será encimado pela tradução. 4 — Os Serviços Académicos comunicam por escrito ao candidato a constituição do júri. A classificação será expressa no intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira de 0 a 20 e no seu equivalente na escala europeia de comparabilidades de classificação. 7 — Das reuniões do júri são lavradas actas. 3 — O Relatório de estágio deve conter resumos em português e em inglês. 6 — A língua de redacção do Relatório de estágio. o Relatório integrará duas partes com referência específica à prática lectiva das duas disciplinas em causa. tempo idêntico ao utilizado pelos membros do júri. o aluno entregará seis exemplares provisórios do Relatório. o do orientador e. 4 — Deve ser proporcionado ao candidato. 4 — Considera-se ter havido desistência do candidato se. fundamentadamente. Artigo 16. não incluindo índice. devendo traduzir uma reflexão fundamentada sobre as actividades em que o aluno participou. o aluno disporá de 15 dias para fazer nova apresentação do plano de trabalho. c) O orientador e. contendo o sentido do voto de cada um dos seus membros e respectiva fundamentação. depois de ouvir a Comissão de Curso. 2 — O aluno. este não apresentar a versão definitiva do Relatório de estágio. em alternativa. 2 — A Comissão de Curso comunicará ao aluno. após a entrega do plano de trabalho. das classificações obtidas pelos alunos nas unidades curriculares que integram o respectivo plano de estudos. aos Serviços Académicos. o aluno solicitará. 5 — As provas devem ter lugar no prazo de 60 dias a contar da data da entrega da versão definitiva do Relatório de estágio.º Tramitação do processo 1 — Nos 30 dias subsequentes à publicação do despacho de nomeação do júri. o presidente do júri solicita aos restantes membros que se pronunciem por escrito sobre a aceitação ou recusa do Relatório de estágio. pode admitir-se a existência de um co-orientador. que arguirá.º Apresentação e entrega do Relatório de estágio 1 — No prazo máximo previsto no curso de mestrado. externo à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. que não termine o Relatório de estágio no prazo referido. 8 — Das deliberações do júri não cabe recurso. procedendo ainda à respectiva afixação em lugar público. 3 — Recebidos os exemplares definitivos do Relatório de estágio. 5 — Após a nomeação do júri. 6 — As deliberações do júri são tomadas por maioria dos seus membros. Artigo 15. o seu registo. 2. não sendo permitidas abstenções.º Orientação 1 — A realização do Relatório de Estágio é orientada por um doutor ou especialista de mérito reconhecido. pode recomendar. ao candidato a sua reformulação. o do co-orientador do Relatório de estágio. Artigo 13. designado pela Comissão de Curso. sob proposta do mestrando. que farão o respectivo registo de entrega e enviarão um exemplar à Comissão Permanente do conselho científico. 2 — Em casos devidamente justificados. durante o qual pode proceder à reformulação do Relatório de estágio. ou declarar que a pretende manter tal como o apresentou. no prazo de 30 dias a contar da entrega do Relatório de estágio nos Serviços Académicos. 2 — No caso em que tenha havido um reconhecimento do estágio. Artigo 11. consentimento do orientador e autorização da Comissão de Curso. nos Serviços Académicos. 2 — Verificada a situação a que se refere a parte final do número 1. excepto se fundamentado na preterição de formalidades legais. 3 — Em caso de rejeição. no prazo de 15 dias. 4 — A capa e a folha de rosto devem mencionar. bibliografia e anexos. 2 — A Comissão Permanente do conselho científico.º Júri do mestrado 1 — O júri para apreciação e discussão pública do Relatório de estágio é constituído por quatro membros: a) Um doutor da Comissão de Curso. que presidirá. esgotado o prazo referido no n. trabalho de projecto ou relatório de estágio e nomeado de entre os titulares do grau de doutor ou especialistas de mérito reconhecido pela Comissão de Curso. 5 — O Relatório de estágio deve respeitar as normas de estilo em vigor na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e situar-se entre as 50 e 100 páginas de texto. no domínio em que se insere a dissertação. deverá o aluno apresentar o plano de trabalho até ao último dia útil do mês de Outubro do ano em que se candidata. assim como dos actos públicos de defesa. do título do Relatório de estágio. a sua aprovação ou rejeição. caso exista. para resposta. devidamente fundamentada. destinados à difusão pelas vias que a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro entenda convenientes. nos Serviços Académicos. dez exemplares definitivos do Relatório de estágio. para além do nome do autor. o Relatório deverá contemplar referência específica à prática lectiva das diferentes áreas curriculares disciplinares. na mesma língua. mais dois membros do júri. realizado num outro modelo de licenciatura em ensino. cada um até 150 palavras. em modelo impresso. contado a partir do registo do plano do Relatório de estágio. o co-orientador da dissertação. e três exemplares em versão digital. 4 — No caso das especialidades de 1 a 4. é o Português. acompanhados do parecer do orientador. integrando uma componente teórica e uma componente teórico-prática ou prática. 2 — A discussão do Relatório de estágio não pode exceder noventa minutos e nela podem intervir todos os membros do júri. 3 — No caso dos grupos bidisciplinares. Artigo 12.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 14.º Plano para o Relatório de estágio 1 — Desde o início e até ao prazo de 30 dias após a conclusão do curso de mestrado. caso exista. devendo entregar. improrrogável. os Serviços Académicos enviam a cada membro do júri um exemplar provisório do Relatório. o aluno proporá à Comissão de Curso o plano de trabalho para o Relatório de estágio. incluindo o resumo. no prazo de cinco dias contados a partir da recepção do despacho de nomeação do júri. mediante o pagamento de propinas acrescidas de taxas e emolumentos fixados pelo Senado.º Classificação final do mestrado 1 — A classificação final do curso de mestrado será a média ponderada com base nos ECTS. 1 — O Relatório de Estágio deverá possuir uma feição dissertativa. b) Um especialista. 4 — Depois de aprovado o plano pela Comissão de Curso. o candidato disporá de um prazo de 90 dias.º 3. para apresentação do seu Relatório. considerado tempo complementar da prova. de acordo com as indicações do júri. 3 — O júri é nomeado pelo Reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

sino básico.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino do Português no 3. . Ensino secundário . c) Muito bom — 16 e 17 valores.º Ciclo do Ensino Básico e com menos de 50 créditos. 30 créditos em Estudo do Meio (Ciências da Natureza e História e Geografia de Portugal). em caso de aprovação. 30 créditos em Português. Todas as áreas do 1. Professor de Inglês e de outra língua estrangeira no ensino básico. 30 créditos em Expressões. .º ciclo do ensino secundário em Inglês e outra línestrangeira] no 3.º. 30 créditos em Estudo do Meio básico. . 30 créditos em Estudo do Meio (Ciências da Natureza e História e Geografia de Portugal). 3 — À classificação final deverá associar-se uma menção qualitativa nos termos seguintes: a) Suficiente — 10 a 13 valores.º ciclo do ensino Ensino do 1. . Básico e no Secundário. Professor de Matemática . 2. .º ci. . dário. . . Professor do 1. Ensino Básico em Inglês e outra língua estrangeira.º Ciclo do Ensino 40 créditos em Línguas Clássicas. Ensino de Filosofia no Ensino Secundário.100 créditos em Inglês. História e Geografia de Portugal. . secundário.Educação Pré-Escolar e Ensino do 30 créditos em Português.º e do 2. . . 30 créditos em Português. . 3 — Em caso de empate. 3.º e do 2. . 3. . . 30 créditos em Matemática. Professor do ensino básico: 1. . 3. Professor de Português e de língua estrangeira (excepto Inglês). Professor de Inglês e de outra língua 3. . 30 créditos em Expressões. . -escolar e do 1. cundário. . é expressa no intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira de 0 a 20. .100 créditos em Português.º ciclo do ensino básico.ª série — N. . trabalho de projecto ou relatório de estágio.Ensino do 1. 2 — A classificação do acto público. .º Ciclo do Ensino Básico. . é expressa no intervalo de 10 a 20 da escala numérica inteira de 0 a 20 e no seu equivalente na escala europeia de comparabilidades de classificação. . 30 créditos em Expressões. no Ensino Secndário. estrangeira do 3.Educação Pré-Escolar . temática. ANEXO Créditos mínimos de formação na área de docência para ingresso no ciclo de estudo conducente ao grau de mestre Domínios de habilitação para a docência Níveis e ciclos abrangidos Especialidade do grau de mestre Educador de infância .º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Inglês e de [língua 100 créditos em Inglês. . . no 3. Professor de Português. .Todas as áreas do 1. . secundário em Português e outra clo do Ensino Básico e Ensino 60 créditos na língua estrangeira. ensino básico: 1. . . Professor de Filosofia . . 30 créditos em Expressões. Educador de infância e professor do Todas as áreas da educação pré. da qual constarão os votos emitidos por cada um dos seus membros e respectiva fundamentação. -escolar.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Português e de Línguas 120 créditos em Português.º Ciclo do 60 créditos na outra língua estranbásico e do ensino secundário. o presidente dispõe de voto de qualidade.º ciclo do en. 30 créditos em Matemática. . . . 60 créditos na outra língua estrangeira. . geira] nos Ensinos Básico e Secundário.º Ciclo do Ensino clo.Diário da República. não sendo permitidas abstenções. do Ensino Básico e no Secunsecundário. 4 — Da prova e das reuniões do júri é lavrada acta. Secundário e de [língua estranlíngua estrangeira. Artigo 18.º Ciclo 120 créditos em Matemática.º ciclo do ensino 1.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de História e de Geografia 120 créditos no conjunto das duas áreas disciplinares e nenhuma secundário. Todas as áreas da educação pré. 30 créditos em Estudo do Meio (Ciências da Natureza e História e Geografia de Portugal). . (Ciências da Natureza e História e Geografia de Portugal). 3. gua estrangeira. em caso de aprovação. de acordo com a seguinte fórmula de cálculo: classificação final = classificação final do curso de mestrado * percentagem de ECTS do curso de mestrado + classificação obtida no acto público * percentagem de ECTS da dissertação. . .º Ci. Ciências da Natureza do 2. d) Excelente — 18 a 20 valores. 30 créditos em Matemática.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Matemática no 3. MaEnsino Básico.º Deliberação do júri 4203 1 — Concluída a discussão referida no artigo 18. . . . Ensino Básico e no Ensino Segeira. trangeira] no Ensino Básico. Ensino de Inglês e de [língua es. 30 créditos em Matemática. . . . . Professor de História e Geografia . o júri reúne para apreciação da prova e para deliberação sobre a classificação do acto público através de votação nominal fundamentada. . 30 créditos em Português. b) Bom — 14 e 15 valores.º ciclo do ensino básico.º ciclo.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2 — A classificação final do mestrado. Clássicas no 3. . . . . 120 créditos em Filosofia. . Básico.º Ciclo do básico e Língua Portuguesa. . .

b) Possuir um grau académico superior. efectuado conforme o disposto no artigo 4. . nomeadamente. e no Ensino Secundário. 2 — A aquisição do grau de mestre pressupõe a obtenção. . . . até à criação e entrada em funcionamento da agência de acreditação. a entrada em funcionamento de novas licenciaturas. clo do Ensino Básico e no Ensino Secundário. adoptada ao abrigo das disposições conjugadas nos artigos 7.º 108/88. tal e Vocal. .º do Decreto-Lei n.º 11-A/98. . de 31 de Março. Formação Musical e em Ciências Musicais e nenhuma com menos de 25 créditos. .º do Decreto-lei 42/2005.º e 25. Ensino básico . Artigo 2.º do Decreto-Lei n. estrutura curricular e plano de estudos referentes à criação do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Ciências da Cultura. de 24 de Março.º a 10.º Ciclo do Ensino Básico e no com menos de 50 créditos.º 1 do artigo 21. adiante simplesmente designado por “curso”. leccionado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Professor de Educação Física e Desporto.º Enquadramento jurídico O presente regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º da Lei n. . Assim: a) Tendo em atenção a deliberação do Senado Universitário. Despacho (extracto) n. Professor de Educação Visual e Tecnológica. reflexão e descoberta relativamente à realidade nacional e internacional das áreas de estudo propostas. Regulamento do curso de mestrado em Ciências da Cultura Artigo 1. para a promoção e participação na organização de eventos. . nos termos arquitectados pelos artigos 4. 2 — São condições especiais de acesso: a) Possuir uma licenciatura ou equivalente legal numa das áreas científicas constantes da estrutura curricular. áreas disciplinares e nenhuma com menos de 50 créditos. . . nacional ou estrangeiro. e Desporto. sinos Básico e Secundário. que seja reconhecido como satisfazendo os objectivos do grau de licenciado respeitante aos cursos referidos na alínea a) do presente número. também. . de 120 ECTS nos termos estabelecidos pelo plano de estudos. no n. por despacho do reitor. 3. de 11 de Maio. . . à publicação do regulamento.º 74/2006. reunido em 7 de Novembro de 2007. Artigo 4.4204 Diário da República.3. Procede-se em anexo. . .º 7287-C/2006. por despacho reitoral. . sob proposta da Comissão de Curso. Professor de Artes Visuais . . 2. Ensino Secundário. . .º 155/89. Professor de Física e de Química 3.º 3614/2009 Conforme o disposto na alínea a) do artigo 67. b) Proporcionar-lhe as condições de observação.º Ci. bem como na alínea d) do n. 3 — A existência de recursos humanos e materiais adequados às exigências científicas e pedagógicas e à qualidade do ensino são.º Âmbito de aplicação O presente regulamento disciplina o regime especial aplicável ao curso de mestrado em Ciências da Cultura. Artigo 5.º 74/2006. . de 24 de Setembro. Ensino de Educação Musical no 120 créditos em Prática InstrumenEnsino Básico. . b) Na sequência do registo R/B-CR-73/2008.120 créditos no conjunto das duas nológica no Ensino Básico. . de 16 de Fevereiro. Ensino de Educação Visual e Tec. . . no sentido de aprovar a criação do Mestrado em Ciências da Cultura.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Créditos mínimos de formação na área de docência para ingresso no ciclo de estudo conducente ao grau de mestre Domínios de habilitação para a docência Níveis e ciclos abrangidos Especialidade do grau de mestre Professor de Biologia e de Geolo. de 22 de Fevereiro. de 24 de Março. Professor de Educação Musical . . . . no 3. . . . . devendo este ser definido.º Condições de funcionamento 1 — O numerus clausus máximo será estabelecido em cada edição do curso. mestrados e doutoramentos está sujeita. homologados através do Despacho Normativo n.º dos Estatutos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. 3.º 10543/2005.º 342/2007. e pelo Regulamento Interno de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares. sob proposta da Comissão de Curso.ª série — N. diploma que regula o regime jurídico dos graus e diplomas do ensino superior.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Física e de Química no 120 créditos no conjunto das duas áreas disciplinares e nenhuma secundário. 22 de Janeiro de 2009. e demais normativos aplicáveis. Artigo 6. condições necessárias para o funcionamento do curso.º Ciclo do Ensino Básico áreas disciplinares e nenhuma com menos de 50 créditos. nos termos estabelecidos pelo Despacho n. para a elaboração de projectos culturais de âmbito nacional e transnacional. e publicitado aquando da abertura do procedimento concursal de acesso ou ingresso.º do Decreto-Lei n.Ensino de Educação Física nos En.º Condições de acesso 1 — As condições gerais de acesso são fixadas pelo Regulamento de Pós-Graduações. . Ensino básico .º ciclo do ensino básico e ensino secundário. Armando Mascarenhas Ferreira. — O Reitor. o Regulamento n. Artigo 3.120 créditos em Educação Física rio.º Organização do curso 1 — O curso está estruturado de acordo com o Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (a seguir “ECTS”). de 11 de Maio e no Despacho n. . Ensino de Artes Visuais no 3. . . ao regime em vigor à data da sua publicação. Ensino básico e ensino secundá.º Objectivos do curso Este Curso tem como principais objectivos: a) Oferecer ao estudante o conhecimento aprofundado nas formações propostas. de 11 de Maio. a seguir “UTAD”.120 créditos em Artes Visuais. 2 — O funcionamento do curso fica condicionado à matrícula de um número mínimo de estudantes. .º 1 do artigo 1. num período normal de quatro semestres lectivos.º 155/89. que estabelece o regime de Estudos Pós-Graduados na UTAD.º ciclo do ensino básico e ensino Ensino de Biologia e de Geologia 120 créditos no conjunto das duas gia. reuniões e seminários. . . de 21 de Dezembro. secundário.

MI CULT LIT/CULT GEST/CULT CULT ART ART 6 6 6 6 6 6 6 60 60 60 60 60 6 6 6 78 42 Especialização em Culturas e Expressão Lusófona QUADRO N. . . . . . . .º Frequência. . . . . . Estética e Comunicação . .º 9. . . . . .º Lacunas e Omissões Os factos relevantes não contemplados neste regulamento serão decididos. . b) Formação realizada no âmbito de cursos de especialização tecnológica. . . . . . . . . . . . Comunicação Intercultural. . Opção III . . . . . Opção II . . . . . . por interpretação ou integração. . Opção I (*) .Diário da República. . Opção III . Gestão Cultural . . Artigo 9. Estudos Interartes. Música e Outras Artes . respectivamente. . . . . . através de despacho reitoral. 7 — História Regional e Local. . . c) Competências adquiridas através da experiência profissional e formação pós-secundária. Culturas de Expressão Lusófona. . . . 5 — Área científica predominante do curso: Cultura. . . . Área científica 4205 2 — Unidade Orgânica: 3 — Curso: Mestrado em Ciências da Cultura. . . Opção III (*) . .º Entrada em vigor As normas estabelecidas neste regulamento consideram-se em vigor aquando da entrada em funcionamento do curso. . . . . 4 — Aquando da abertura do respectivo concurso podem ser definidas quotas específicas para cada um dos grupos de admissão enunciados no n. . . . Artigo 13. . quer a obtida no quadro da organização decorrente do Processo de Bolonha quer a obtida anteriormente. .º Creditação 1 — Com base no sistema europeu de transferência e acumulação de créditos (ECTS) e no princípio do reconhecimento mútuo do valor da formação realizada e das competências adquiridas podem ser creditadas: a) Formação realizada no âmbito de outros ciclos de estudos superiores em estabelecimentos de ensino nacionais ou estrangeiros. . . . . . . . . 2. . Artigo 15. . Opção I. . . . Total. . . . . . Cultura e Comunicação. . . . Literatura e Memória Cultural. . . . . . 6 — Património Cultural. . . . . . . . Cinema e Pintura . . Artigo 11. 2 — Cultura Portuguesa Contemporânea. . . . . . . . . . . . .2 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Metodologia da Investigação . ANEXO Formulário de Caracterização e Apresentação da Estrutura Curricular e Plano de Estudos do Curso de Mestrado em Ciências da Cultura 1 — Estabelecimento de Ensino: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. . . . . . . . . Literatura e Memória Cultural. . . . avaliação de conhecimentos e classificações O regime de frequência. . . . . . .ª série — N. . . . . . .º 9. Total. . 7 — Duração normal do curso: Quatro semestres lectivos. . nos Pontos 9. para o efeito. . . . . . . Total. . . ramos. . . . . . . . . . . . . . . . 4 — Grau ou diploma: Mestre. Artigo 14. 4 — Cinema e Literatura. . . . História da Cultura Portuguesa. . . . . . . 3 — Identidade e Multiculturalismo nas Literaturas Lusófonas. . . . . . . com as necessárias adaptações. . . . . . . avaliação de conhecimentos e classificações são os previstos na lei e. . (*) Unidades curriculares optativas: MI CULT LIT/CULT GEST/CULT COM COM/CULT CULT/COM 6 6 6 6 6 6 6 60 60 60 60 60 60 6 6 6 78 42 1 — Culturas Comparadas: A Diáspora de Expressão Portuguesa e Inglesa. . . Gestão Cultural . História da Cultura Portuguesa. . . científico ou profissional que seja expressamente reconhecido como atestando mérito e capacidade para a realização deste curso. . . . . . 2 — Os procedimentos a adoptar para a creditação são os constantes do Regulamento de Creditação. . . . necessário à obtenção do grau ou diploma: 120 ECTS. . . . sob proposta da Comissão de Curso. . . . . . . . . . . . . . . . Opção II (*) . . . 2 — Os candidatos admitidos deverão realizar a matrícula e inscrição nos Serviços Académicos nos termos definidos. . . Media e Cultura . 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: Especialização em Cultura e Artes QUADRO N. Opção II . . . . . Artigo 7. . .3 Créditos Sigla Obrigatórios Optativos Metodologia da Investigação . . 3 — Os reconhecimentos referidos nas alíneas b) e c) do número anterior competem à Comissão Permanente do conselho científico. . . . . Cultura Brasileira . . . . . 8 — Opções. . MI CULT LIT/CULT GEST/CULT CULT 6 18 6 6 6 60 60 60 6 6 6 78 42 Especialização em Cultura e Comunicação QUADRO N. . . . . . . . . do formulário em anexo. . Literatura e Memória Cultural. por despacho do reitor. . . .1 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Metodologia da Investigação . . . . . . Gestão Cultural . . . . 5 — Multiculturalismo e Dinâmicas interculturais. . . . 6 — Número de créditos. . Artigo 8. . . . . . . . Opção I. . . . . . . .º 2 do presente Artigo. . . . Artigo 12. .º 9. . . . . . Cultura Portuguesa. . .º Matricula e inscrição 1 — Os candidatos serão admitidos à matrícula e inscrição no curso de acordo com os critérios de seriação estabelecidos. . e 11. . . nas Normas Pedagógicas da UTAD para os cursos de licenciatura. . . . . . . Artigo 10 Regime de precedências Não são admissíveis precedências com carácter vinculativo.º Avaliação e revisão do regulamento Por iniciativa da Comissão de Curso o presente regulamento deverá ser avaliado e revisto para cada edição do curso. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 c) Ser detentor de um curriculum escolar. . .º Estrutura curricular e plano de estudos A estrutura curricular e plano de estudos são os constantes. . . . . . .º Propinas As propinas são fixadas anualmente de acordo com a legislação e regulamentação em vigor. . . segundo o sistema europeu de transferência de créditos. ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: Cultura e Artes. .

. . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . .º 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Gestão Cultural . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . .4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Seminário de Investigação . . . . . . os Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Ciências da Cultura Mestrado Especialização em Cultura e Artes 1. . . . . . . . . . . . . . Diário da República. . . . . . . . . . . TP: 30. Literatura e Memória Cultural . . . . . . . . TP: 30. . . . . . .º ano QUADRO N. . . . . . . . . . . . . . . 11 — Plano de estudos: 10 — Observações: Os créditos optativos necessários são obtidos pela realização de unidades curriculares constantes da respectiva tabela. 9 — Literatura. . . . . . . . . . . . . . . . .º 11. . . . . . . . OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . OT: 15 T: 15. . . . desde que respeite os seguintes requisitos: Sejam da mesma área científica. MI CULT LIT/CULT GEST/CULT Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 162 T: 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15.º semestre QUADRO N. . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . Tenham o mesmo número de ECTS. . . . TP: 30. . . Opção II* . . . . . . . . .4206 8 — Literatura e Outras Artes. . . . . . TP: 30. . . . . . . . TP: 30. . . . . . . . . .1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Seminário de Investigação . . Anual 1620 OT: 60 60 Especialização em Culturas de Expressão Lusófona 1. . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . TP: 30. Cinema e Pintura . . . . . . . . . . . . . . . . . . MI CULT CULT GEST/CULT Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 162 T: 15. . . . . . . . . . .º ano / 1. TP: 30. . . . . . . . . . . . . Cultura e Sociedade em Mudança. . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . . . . . . . . . .º ano / 2. . . . . . . . . no entanto. TP: 30. . . . 11 — História da Cultura Impressa. . . . . . . . . TP: 30. . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Opção I*. . 10 — Sociedade e os Media.º ano / 1. . . . .º semestre QUADRO N. . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . . OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação. . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . TP: 30. . OT: 15 T: 15. . . . . . . Literatura e Memória Cultural .º 11. 12 — Comunicação e Educação. . . . . . . . . . . . .º 11. . CULT ART ART Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 162 T: 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . TP: 30. . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 estudantes poderão optar por outras unidades curriculares disponíveis em outros curso de mestrado (ou de outras especializações do mesmo curso). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Estejam autorizadas pela Direcção do Curso. . .2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Estudos Interartes. . . . . . . . . . . . . .º semestre QUADRO N. TP: 30. . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . TP: 30. 1. . . . . OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . . . . . . . História da Cultura Portuguesa . . . . . . . . . . . Música e Outras Artes . . . . . . História da Cultura Portuguesa . . . . Opção III* . . . . . . . . . . . . Opção I*. . . . . Gestão Cultural . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . .

. . . . . . Diversidade Cultural no Mundo Lusófono . . prevê que os estabelecimentos de ensino superior promovam. . . . . Estética e Comunicação . OT: 15 Semestral 162 T: 15. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . até ao final do ano lectivo de 2008-2009. bem como na alínea d) do n. . . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . TP: 30. . . de 24 de Setembro. . . . . . . . . . . . . . . . . . .º da Lei n. . Optativa. . . . . .º semestre QUADRO N. OT: 15 T: 15. . . . Cultura Brasileira . . . . . homologados através do Despacho . . TP: 30. . . . . . . . . . MI CULT LIT/CULT GEST/CULT Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 162 T: 15. . . . . . . . . . . .º 1 do artigo 21. . a adequação dos cursos que se encontram a ministrar e os graus que estão autorizados a conferir à nova organização decorrente do Processo de Bolonha. alterado pelo Decreto-Lei 107/2008. . . . . . . . . . . . . .º dos Estatutos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. . . . . . . . .º 74/2006. . . .9 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação. . . . . . .º ano 6 6 6 6 6 Optativa. . . . . . . .º 11. . . . . .ª série — N. . . . . . .º 11. . . . . . . . . . . . . . OT: 15 CULT/COM Semestral 162 T: 15. . . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . . . . . . . TP: 30. CULT CULT CULT Semestral 162 T: 15. . . . . . . . . . . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º 1 do artigo 1. . . . . . 2. . . . . Literatura e Memória Cultural . . . . . . . OT: 15 COM/CULT Semestral 162 T: 15. . . . . . . . . . .Diário da República. OT: 15 T: 15.º do Decreto-Lei n. . . . . Opção II* . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . . .º e 25. . . . . . . . . . . . . . . .6 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação. . . . . . . .º 155/89. . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 1. . . . . . . . . . . . . . . .º 3615/2009 O Decreto-Lei n. . . . . . . Media e Cultura .º ano QUADRO N. . . . . . . no n. . . . . . . . . . .8 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Comunicação Intercultural. . . . . . . . . de 25 de Junho. . TP: 30. . . . . . . . . de 24 de Março. . . . . . . .5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos 4207 Observações Espaços e Paisagens Culturais na Ficção Africana de Expressão Portuguesa. . . . Despacho (extracto) n. . . . . . . . . TP: 30. . . . . . .º ano / 2. . . . AC: 15. . . . .º 11. . . . . . . . . . Opção II* . . . . . . . . . . . TP: 30. . . . . . . . OT: 15 T: 15. . . . . . . Gestão Cultural . . . . . . . . . . . OT: 15 T: 15. Opção III* . TP: 30. . . . . . . TP: 30. . . . . . . TP: 30. . . . . . . . . . . . . TP: 30. . . .º 108/88. . .º semestre QUADRO N. . . . . de 11 de Maio. . . . adoptada ao abrigo das disposições conjugadas nos artigos 7. . OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . . .º semestre QUADRO N. . . . Assim: Anual 1620 OT: 60 60 a) Tendo em atenção a deliberação do Senado Universitário. Opção III* . . . TP: 30. . . . . . . . . . . Optativa. .7 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Seminário de Investigação . . . . . . OT: 15 Semestral Semestral Semestral Semestral 162 162 162 162 PL: 30. . COM Semestral 162 T: 15. . . . . . . QUADRO N. . . . . . . . . reunido em 7 de Novembro de 2007. . . . .º ano / 1. . . . . . .º 11. . História da Cultura Portuguesa . . . OT: 15 6 6 6 6 6 Optativa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Opção I*. . . . .º 11. . . . . . . . . . . 1. . . . OT: 15 2.º ano / 2. . . . . OT: 15 T: 15. . OT: 15 Semestral 162 T: 15. . . . . . Anual 1620 OT: 60 60 Especialização em Cultura e Comunicação 1. . . . . . . . .

de 24 de Março. 2. Artigo3.º do Decreto-lei 42/2005.º Lacunas e Omissões Os factos relevantes não contemplados neste regulamento serão decididos.º 10543/2005.º 74/2006.ª série — N. Artigo 2. sob proposta da Comissão de Curso. que permitam o desenvolvimento e reforço da capacidade competitiva das suas organizações. c) Permitir a prossecução dos estudos de forma a responder aos requisitos das ordens profissionais. num período normal de quatro semestres lectivos. 2 — O funcionamento do curso fica condicionado à matrícula de um número mínimo de estudantes.º 342/2007. 3 — A concretização com sucesso da parte curricular do curso confere um diploma de especialização em Gestão.4208 Diário da República. por interpretação ou integração.º Condições de funcionamento 1 — O numerus clausus máximo será estabelecido em cada edição do curso. Artigo 15. a seguir “UTAD”. b) Formar quadros superiores de empresas e outras instituições. de 120. de 22 de Fevereiro. b) Formação realizada no âmbito de cursos de especialização tecnológica. Artigo 14. de 25 de Junho e no Despacho n. por despacho reitoral. nos termos estabelecidos pelo Despacho n. c) Competências adquiridas através da experiência profissional e formação pós-secundária. com elevada capacidade técnica e conhecimentos específicos nesta área do saber. 3 — A existência de recursos humanos e materiais adequados às exigências científicas e pedagógicas e à qualidade do ensino são. Artigo 7. e 11.º Creditação 1 — Com base no sistema europeu de transferência e acumulação de créditos (ECTS) e no princípio do reconhecimento mútuo do valor da formação realizada e das competências adquiridas podem ser creditadas: a) Formação realizada no âmbito de outros ciclos de estudos superiores em estabelecimentos de ensino nacionais ou estrangeiros.º do Decreto-Lei 74/2006. avaliação de conhecimentos e classificações são os previstos na lei e. à publicação do regulamento. através de despacho reitoral. 22 de Janeiro de 2009. de 31 de Março. Regulamento do curso de Mestrado em Gestão Artigo 1. Artigo 5. Artigo 11 Estrutura curricular e plano de estudos A estrutura curricular e plano de estudos são os constantes.º a 10.1 do artigo 17. — O Reitor. públicas ou privadas. que estabelece o regime de Estudos Pós-Graduados na UTAD. sob proposta da Comissão de Curso. nos Pontos 9. Armando Mascarenhas Ferreira. de 24 de Março.º 74/2006. de 11 de Maio. Artigo 8. 2 — Os candidatos admitidos deverão realizar a matrícula e inscrição nos Serviços Académicos nos termos definidos. também. Normativo n. e pelo Regulamento Interno de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares. por despacho do reitor. do anexo II.º Objectivos do curso Este Curso tem como principais objectivos: a) Dar a conhecer as teorias e conceitos. de 24 de Março e pelo Regulamento de Pós-Graduações. estrutura curricular e plano de estudos referentes à adequação do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Gestão. para o efeito. devendo este ser definido.º Propinas As propinas são fixadas anualmente de acordo com a legislação e regulamentação em vigor. e publicitado aquando da abertura do procedimento concurso de acesso ou ingresso. sob proposta da Comissão de Curso.º e 64.ºº do Decreto-Lei n. no sentido de aprovar a adequação do Mestrado em Gestão. de 21 de Dezembro. adiante simplesmente designado por “Curso”.º Avaliação e revisão do regulamento Por iniciativa da Comissão de Curso o presente regulamento deverá ser avaliado e revisto para cada edição do curso. 2 — As condições especiais de acesso são fixadas no aviso de abertura do respectivo concurso.º 11-A/98.º Condições de acesso 1 — As condições gerais de acesso são fixadas pelo n. Artigo 10 Regime de precedências Não são admissíveis precedências com carácter vinculativo.º Âmbito de aplicação O presente regulamento disciplina o regime especial aplicável ao curso de Mestrado em Gestão. Artigo 4.º Organização do curso 1 — O curso está estruturado de acordo com o Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (a seguir “ECTS”). de 16 de Fevereiro. por despacho do reitor.º Matricula e inscrição 1 — Os candidatos serão admitidos à matrícula e inscrição no curso de acordo com os critérios de seriação estabelecidos. . avaliação de conhecimentos e classificações O regime de frequência. Artigo 9. Artigo 13. condições necessárias para o funcionamento do curso. o Regulamento n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 6. 2 — A aquisição do grau de mestre pressupõe a obtenção. nas Normas Pedagógicas da UTAD para os cursos de licenciatura. efectuado conforme o disposto nos artigos 63. Artigo 12. com as necessárias adaptações. 2 — Os procedimentos a adoptar para a creditação são os constantes do Regulamento de Creditação. Procede-se em anexo.º Frequência. b) Na sequência do registo R/B-AD-112/2008. nos termos arquitectados pelos artigos 4. leccionado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.º Entrada em vigor As normas estabelecidas neste regulamento consideram-se em vigor aquando da entrada em funcionamento do curso. os métodos.º 7287-B/2006. as técnicas e instrumentos de Gestão que facultem aos alunos um quadro de referência adequado à sua aplicação. respectivamente. d) Incentivar a “produção do saber” através da realização de trabalhos académicos e dissertações de mestrado. e demais normativos aplicáveis. quer a obtida no quadro da organização decorrente do Processo de Bolonha quer a obtida anteriormente.º Enquadramento jurídico O presente regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n. alterado pelo Decreto-Lei 107/2008. ECTS nos termos estabelecidos pela estrutura curricular e plano de estudos.

..0 6. . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . .. no segundo semestre. . .º Semestre (Tronco Comum) QUADRO N. . .. .º Ano / 3. .2 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Gestão . .º Semestre Ramo: Gestão Pública QUADRO N..º 9. . . .. .. . . . . . . .. .. 5 — Área científica predominante do curso: Gestão.º Semestre Ramo: Gestão Agrária e Agro-Alimentar QUADRO N. .. . .. Gestão Estratégica . .º 11. . . ... . . . . . .. Sendo que. .º Semestre Ramo: Gestão empresarial QUADRO N. . . .5 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Gestão . . .º Ano / 2. Inovação e Empreendedorismo . o curso apresenta um primeiro semestre de tronco comum. A obtenção destes créditos confere o diploma de Curso Superior Especializado em Gestão. .. . .4 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Gestão . . . . . . . . .. . . 7 — Duração normal do curso: Quatro semestres lectivos. . . . . . . OT: 6 TP: 24.ºe 4. .. . . . . . .º Ano / 2. . 6 — Número de créditos. .. . OT: 6 TP: 24.º Ano / 1. . . . ... segundo o sistema europeu de transferência de créditos. . . . . . .0 6. . . . 2. . . . . . . . . . . . GES GES GES GES GES Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral . .. . . .. . . . . . . . 2 — Unidade Orgânica: 3 — Curso: Mestrado em Gestão. . . . . . . . . . necessário à obtenção do grau ou diploma: 120 ECTS. . . . com a realização da dissertação/projecto. . . . . . . . 10 — Observações: GES 60 60 -- Gestão . . . . . Total . . . no primeiro ano os alunos devem optar por um dos ramos. . . Total . . . . .. . Marketing. GES 30 30 -- 1. são obtidos os restantes 60 ECTS necessários à conclusão do grau de mestre em Gestão. . . .. .3 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Gestão . . . . . . .. . . Gestão de Recursos Humanos . GES 30 30 -- 1. . .. . GES 30 30 -- Conforme o previsto no plano de estudos. . . .0 . . . . . .. . . .º 9. . . . . . ..Diário da República. .. . . ramos. 4 — Grau ou diploma: Mestre. 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: 1. . .º Ano / 2. . . três ramos. . . .º Semestre Dissertação / Projecto QUADRO N. . .. . .º 9. . ... .ª série — N. Ramo em Gestão Agrária e Agro-Alimentar. . . .º 9. . 162 162 162 162 162 TP: 24.º Ano / 1. . . . .. Total . .º 9. . 11 — Plano de estudos: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro «Gestão» «Mestrado» 1. .. . . GES 30 30 -- 2. .º Semestre Tronco Comum QUADRO N. . .. . . do qual emergem. ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: Ramo em Gestão empresarial. . . . . . . onde devem obter 60 ECTS. .0 6. . . .. 8 — Opções. OT: 6 TP: 24. .0 6. . . . ... . Total .1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Metodologias de Investigação em Gestão . . . . . . . . . Total . . OT: 6 TP: 24. . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 ANEXO Formulário de caracterização e apresntação da estrutura curricular e plano de estudos do curso de mestrado em gestão 1 — Estabelecimento de Ensino: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro... . . . . .. . . . . . . . OT: 6 6.1 Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos 4209 1. . . . . . . . . . ... . . . . . . . . .. . . . . . . . No segundo ano. Ramo em Gestão Pública. . . .

. . .. . . . . .. . .º Ano ..0 6.º. . . . . . . . . . . .. . . . . OT: 6 TP: 24.. . . . . . . .. de 5 de Abril. . OT: 6 TP: 24. . . . .. . . GES GES GES GES GES Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral .. .. . nas seguintes condições: A Portaria n. . . 162 162 162 162 162 TP: 24. . Governo e Administração Local . .. foi aprovada a abertura de Candidaturas a Mudança de Curso.. .. .. por delibera- ção da Comissão Instaladora do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. . . GES Anual . . Gestão Estratégica em Empresas Agro-Alimentares . . . . OT: 6 S: 30 6.. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . Transferência e Reingresso. . .. . . . .. . .. . .. . . .º Ano / 2. . . . . . . . . . . . . ... . .º Semestre (Ramo Gestão Agrária e Agro-Alimentar) QUADRO N.. . . . . . .. . . .0 6.. . . . . . . .. .. . . . OT: 6 S: 30 6. . . . .. . do Regulamento dos Regimes de Mudança de Curso. 2. .. . . . . . ..0 6. .º Semestre (Ramo Gestão Pública) QUADRO N. .. . . . ... . . . .. . . . .. .. . .. .º 11. .. . . . . .. . . Seminário .. OT: 6 TP: 24. . . . . . . . Análise de Dados .. . . .2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Finanças Empresariais . . . . . .. . . .0 6. . . . .. . . . . .. .. .º 401/2007. . . . . . .3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Gestão e Dinâmicas do Território . Seminário .... .. . . . . . . .. Organização e Gestão Pública . . ..º Ano / 2. . . . . .. . . . . .ª série — N. . . .. . .. . . . . . . . . . . .. . . . .. . . .. . .. . ... aprovado pela Portaria n.... . . .. . .. . . .. . . .º Semestre (Ramo Gestão Empresarial) QUADRO N. .. . . . . .0 6. OT: 6 TP: 24.0 QUADRO n. . . . Seminário .. . . . . ... . . . ..0 6.º 11. . . .. .º Ano / 2. . . . .. OT: 6 TP: 24. . . .4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Política Agrária e Sustentabilidade . . . . .. . . Análise de Dados . . .. . . .0 6. . . . . . . . GES GES GES GES GES Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral 2. Controlo de Gestão . . . . . . 162 162 162 162 162 TP: 24.... . . . ..... .. . . ... .. . estabelece .. . . . .. .. . . . . de 5 de Abril que regula as candidaturas aos Regimes de Mudança de Curso.0 6.. . . . .5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área Científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Dissertação / Projecto . . .. . .0 6... . .. . . . . ..0 INSTITUTO POLITÉCNICO DO CÁVADO E DO AVE Despacho n. .. .. . .. . . Análise de Dados . . . .. . . ... .. . .º 401/2007. .. . . . . . . . . ..0 1. . . .. OT: 6 TP: 24. . . . .º 3616/2009 Nos termos do artigo 10. .. . . . . . .. . .. . . . . 162 162 162 162 162 TP: 24. .0 1. . . .º 11. . OT: 6 S: 30 6. . . . .º Semestre do ano lectivo de 2008-2009 nos Cursos do IPCA.. . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 1. .. . . . .4210 Diário da República. .. . Elaboração e Avaliação de Projectos . . .. . .. . . OT: 6 TP: 24. . . .0 6. . . .. . . .. . . OT: 6 TP: 24. . .. .0 6. Reingresso e Transferência para Ingresso no 2.0 6. . .. . ... .. . . Sistemas de Informação . . . .. . Transferência e Reingresso no Ensino Superior.. . . GES GES GES GES GES Semestral Semestral Semestral Semestral Semestral .. OT: 6 TP: 24. .. .. . .. . ... . .º 11. . .. . 1620 OT: 120 60.... . . . .. .. . .. . . .

. . de 25 de Junho. . transferência e reingresso são requeridos ao Presidente do IPCA. Transferência e Reingresso do IPCA. Fiscalidade . . . De acordo com o disposto com o artigo 11. . . . . . Transferência e Reingresso para o segundo semestre do ano lectivo 2008/2009 aplica-se o Regulamento de Mudança de Curso. . . . . . . . . . . n. . . . . ANEXO Lista de empreitadas adjudicadas até 29 de Julho de 2008 Objecto e natureza dos trabalhos Forma processual Valor sem IVA (em euros) Entidade adjudicatária Adjudicação Empreitada de Execução de um Muro de Su. até ao dia 29 de Julho de 2008. . .º ano 1. .º 74/2006. Design Industrial . . . . . Finanças (pós-laboral) . . — O Presidente. . . . . . . . . . de 24 de Março. . . . .2008 da Comissão Coordenadora do conselho científico do Instituto Superior de Engenharia do Instituto Politécnico de Coimbra. . . . . . . . . . . . . e respectivos programas das unidades curriculares realizadas. e disponibilizado no sítio do IPCA. . Informática. . que o órgão legal e estatutariamente competente dos estabelecimentos de ensino superior têm a possibilidade de aceitar requerimentos de mudança de curso. . . . . . . Fotocópias. . . . . mediante a apresentação do recibo. . . . . L. . . . . cada uma. . . . O Regulamento de Mudança de Curso.12. . . . Reclamação * . Solicitadoria .º semestre nos cursos do IPCA: 1 — Regulamento aplicável: 1. . Listagem n. . . . . . . . Design Gráfico (pós-laboral) . . nos termos do documento em anexo. Design Gráfico . .º 4 do artigo 4. . . .1 — A mudança de curso. . . . 55. Mudança de curso Curso 1. n. Regulamento n. 21 de Janeiro de 2009. . . . o plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado em Engenharia Informática. .da 22/07/2008 INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA Serviços Centrais Despacho n. . . de 7 de Maio de 2007) .00 João Manuel da Costa Lopes. 2. . através de formulário próprio disponível no sítio do IPCA. Gestão Bancária e Seguros. .00 0.º do Decreto-Lei n. . . .2 — Os candidatos que requerem a mudança de curso podem optar por três cursos. . . . . . . . .º e seguintes do Decreto-Lei n. porte de Terras e instalação de uma rede de Protecção do Grupo Gerador no Campus do IPCA. . .º 8073/2007. . .3 — Os candidatos interessados em apresentar pedidos de creditação (equivalências) têm de o fazer quando da apresentação do pedido de mudança de curso e transferência. sendo que para o efeito devem anexar ao pedido formulário próprio disponível no sítio do IPCA. . . . . . . . Informática para Saúde (pós-laboral) 2 2 2 2 2 2 2 2 4 4 2 2 0 0 0 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 0 0 2 2 0 0 0 2 2 2 2 0 0 1 1 2 2 0 0 1 1 0 0 0 1 1 2 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 0 1 1 21 de Janeiro de 2009. . .º ano 2. . . . . . Regulamento n. . . . . . . . . . . . . . . . . 4750-333 Barcelos. . . . . .º 419/2008 de 30 de Julho. . . . . . . . . . alterado pelo Decreto-Lei n. . . . Afixação dos editais de colocação . .ª série do Diário da República de 30 de Julho.Diário da República. . aprovado pelo Regulamento 419/2008. Transferência e Reingresso do IPCA para o ano lectivo 2008/20009. . .º 3617/2009 De acordo com o disposto nos artigos 75. . . . . . Sidónio Pais. . com sede na Avenida Dr. . Gestão Bancária e Seguros (pós-laboral) . .1 — Aos pedidos de Mudança de Curso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º. para o ano lectivo 2008/20009. . . Solicitadoria (pós-laboral) .Ajuste directo com consulta a 3 entidades. 2. . .º semestre do ano de 2008 Em cumprimento do disposto no artigo 275. de 2 de Abril de 2007 (Diário da República.ª Acção Início Fim 4211 4 — Emolumentos: Ref. . . torna-se pública a lista das adjudicações efectuadas ao abrigo do citado diploma. .40 2. .º 107/2008. 2. . . . . . . . .º 59/99. . . João Baptista da Costa Carvalho. . . . . . . 23 Jan 09 Fev 10 Fev 09 Fev 16 Fev 17 Fev 3 Fev – 13 Fev 12 Fev 16 Fev 18 Fev Lista das adjudicações do 2. Matrícula e inscrição dos estudantes com reclamações atendidas . . Contabilidade (pós-laboral) .º 222. . . .º 87. . . . . .º ano Transferência Contabilidade . .º do Regulamento dos Regimes de Mudança de Curso. prevê a possibilidade de apresentação de pedidos para o segundo semestre do corrente ano lectivo. . . . . . Informática para Saúde . . . . . . . transferência e reingresso em qualquer momento do ano lectivo. Fiscalidade (pós-laboral) .º. sob proposta aprovada em reunião de 18. . . . . . João Baptista da Costa Carvalho. .º 419/2008 de 30 de Julho. . 5 — Vagas — não existem limites quantitativos quanto aos pedidos de reingresso. . . . . . . . . . . . . . . publicado na 2. . . . no n. indicando a ordem de preferência no respectivo formulário. . 2. . Finanças .º do Regulamento de Mudança de Curso. . . fixam-se os prazos e vagas para apresentação de requerimentos a mudança de curso.ª Designação Emolumento (euros) 1 2 3 4 Candidatura . pelo Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. . . — O Presidente. . 2 — Instrução dos pedidos: 2. .º 4 do artigo 11. Reclamação dos resultados de colocação Decisão sobre as reclamações apresentadas . . . transferência e reingresso para ingresso no 2. é alterado. . Transferência e Reingresso nos Cursos do IPCA. . Informática (pós-laboral) . nos termos do artigo 12. . . . . . . . . . . . . Transferência e Reingresso do IPCA. . . . publicado através do Despacho n. . Matrícula e Inscrição dos estudantes colocados . . 3 — Prazos Ref. . . .00 25. . . .º ano 2. . . . . aprovado pelo Regulamento 419/2008. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 no n. 3 580. . .ª série — N. . plano de estudos do curso. . . . . . . . . . de 2 de Março.º 22/2009 1 2 3 4 5 6 Apresentação dos requerimentos . . . . publicado na 2. Certidões e ou declarações diversas. . sempre que a reclamação seja considerada procedente de motivo de erro imputável aos Serviços. . . .ª série. . . .ª série do Diário da República de 30 de Julho. . .00 * A taxa de reclamação sobre as colocações será devolvida. .

. . . . . . . . . . . . . . . . .0 4. . . PL: 7. .º ano/1. . . . . TP: 14. . . . 4 — Grau: Licenciatura. PL: 28. Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Engenharia Informática .0 5. . . . . . TP: 0. .º Semestre 1.º Semestre 2. . . . TP: 21. . Electrónica .0 2. . PL: 24.º Semestre 1. . . .º Semestre 2. . . . Álgebra Linear . . . . . OT: 0 T: 14. . PL: 7. . . PL: 28. OT: 0 T: 28. . . . . . . . . .0 4. . .º 2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Análise Matemática II .º 1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Análise Matemática I . . . . . TP: 0. Programação II. . . Introdução às Redes de Comunicação .ª série — N. . . . TP: 21. . Algoritmos e Programação . — O Presidente. . . . . . . . . . . . . TP: 14. Projecto e Configuração de Redes de Comunicação Modelação e Design. .º Semestre 1. PL: 14. .º Semestre 2. . . . . . . . . . . . TP: 0. . TP: 14. . . OT: 0 T: 28. . . . . . . OT: 0 T: 28. . . . . . . ramos. 3 — Curso: Engenharia Informática.0 1. . .º Semestre 130 130 104 156 156 104 T: 28. PL: 28. . OT: 0 T: 14. Contexto Socioprofissional . .º Semestre 1. . . . . . . . . . . OT: 0 4. . . . . .0 5. Introdução às Tecnologias Multimédia . . OT: 0 T: 28. . . . . . . . .0 6. . . . . .0 5. . . PL: 0. . . . . . PL: 28. . 5 — Área científica predominante do curso: Engenharia Informática. . . . . OT: 0 T: 28. . . . . Matemática Discreta .º semestre QUADRO N. . . . . . . .º Semestre 104 156 130 104 156 130 T: 14. . . . . . MAT MAT INF INF INF CSP 1. . . . TP: 0. . . . . . . . . PL: 14. . . . . . . . José Manuel Torres Farinha. . OT: 0 5. . OT: 0 T: 14. . . PL: 42. . . Sistemas Operativos I . . . .0 4. . . . . . . . OT: 0 T: 28. . PL: 28.º Semestre 1. PL: 28. OT: 0 T: 14. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: QUADRO A A presente alteração foi comunicada à Direcção-Geral do Ensino Superior em 21 de Janeiro de 2009. . . . . . . . . . OT: 0 T: 28. . . .0 6. . . . . . . . . .0 6. TP: 28. . . . . . . . . . . .º ano/1. . . .º Semestre 1. . . . . . . . . . . . . . . TP: 28. . Matemática. MAT INF INF INF INF INF 1. 21 de Janeiro de 2009. . . . . Programação I .º semestre QUADRO N. . . . . . . MAT MAT INF INF INF INF 2. . . . . . . . OT: 0 T: 28.0 5. . . .0 5. TP: 21. . . .0 6. PL: 42. PL: 0. .º Semestre 2. ANEXO 1 — Estabelecimento de ensino: Instituto Politécnico de Coimbra. . . . . .0 4. . . . . . . . . . . . . . PL: 49. . .º semestre QUADRO N.º 3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Probabilidades e Estatística . .º Semestre 130 104 130 156 130 130 T: 28.0 . 2.4212 Diário da República. . . . . TP: 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º ano/2. .0 6.º Semestre 1. . OT: 0 T: 14. . . 8 — Opções. . . . TP: 14. Total . . . . . . . .º Semestre 2. .º Semestre 1. . TP: 21. . . . . . . . . .0 5. . . . . . 6 — Número de créditos. Investigação Operacional. . . . TP: 0. Sistemas Digitais . . TP: 0. . . . . . 7 — Duração normal do curso: 6 semestres lectivos (3 anos curriculares). . . . . . . . . . OT: 0 5. . . . . . . . . . . . . Tecnologia da Informática .º Semestre 1. . PL: 42.º Semestre 1. . . OT: 0 T: 14. . . Linguagem e Comunicação . . OT: 0 T: 28. . . . . segundo o sistema europeu de transferência de créditos. 10 — Plano de estudos: INF MAT CSP 143 23 14 180 0 0 0 0 Instituto Politécnico de Coimbra Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Licenciatura em Engenharia Informática 1. . . . . . necessário à obtenção do grau ou diploma: 180 ECTS. . . . . . . . . . . . . PL: 7. . . . 2 — Unidade orgânica: Instituto Superior de Engenharia de Coimbra. . . . . . TP: 14. ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: não aplicável. . . . .

. .ª série — N.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2.º Semestre 130 130 104 156 130 130 T: 14. . . .º semestre QUADRO N. . . . . . . . — O Presidente. . .º Semestre 2. . . .º 90.0 5. PL: 28. . . Gestão II. . . Matemática. . . PL: 28. . . . . . . . . segundo o sistema europeu de transferência de créditos. . . . . . .0 5. .º Semestre 1. . . . é alterado. . . . . . . . .º Semestre 2. . .0 3. . . . . . . . OT: 0 T: 28. . . OT: 0 T: 14. sob proposta aprovada em reunião de 18. . . . . . . . .º Semestre 2. . . . José Manuel Torres Farinha. . .º Semestre 1. . . PL: 28. . . . . INF MAT CSP 143 23 14 180 0 0 0 0 . . . OT: 0 T: 28. . . . . . OT: 0 T: 28. OT: 0 T: 28. 2. . . . . . OT: 0 T: 14. TP: 0. . . OT: 0 T: 14. . . . . . . . OT: 0 T: 14. . . . .º Semestre 2. . . . . . . . . TP: 0.º ano/2. PL: 42. . . . PL: 28. . .2008 da Comissão Coordenadora do conselho científico do Instituto Superior de Engenharia do Instituto Politécnico de Coimbra. publicado através do Despacho n. . Programação III . PL: 42. . . . . . OT: 0 T: 14. . . 8 — Opções. . . . .0 4. . Arquitectura de Computadores I . . . PL: 42. . . . . . .0 5. . . . . . . . TP: 14. . . . . . . . . . . . . . . PL: 28. . . . . . . . INF INF INF INF CSP INF 1. OT: 0 T: 0. . alterado pelo Decreto-Lei n. PL: 28. . . . . . . . . . . . .0 5. . . . . . TP: 14. . . . . . . . . . . . . . . . . . OT: 0 4. . . . . o plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado em Engenharia Informática — Curso Europeu. . .0 6. . . .º Semestre 104 156 130 130 130 130 T: 14. . . . . . . . . necessário à obtenção do grau ou diploma: 180 ECTS 7 — Duração normal do curso: 6 semestres lectivos (3 anos curriculares). . . .0 5. 2. . . . . . TP: 14. . TP: 0. . . PL: 0. . . . .º Semestre 1. . . . . . . . de 25 de Junho. . . PL: 42. Linguagens Avançadas. . .0 5. Sistemas Operativos II . . . . . . . PL: 0. . Total. . . . .º e seguintes do Decreto-Lei n.º Semestre 2. . INF INF CSP INF INF 2.º 107/2008. . . . . . . OT: 0 T: 28.0 5. . . . . . Conhecimento e Raciocínio . . . . .º ano/1. . OT: 0 T: 28. . . . . . PL: 28. . . TP: 14. . . .0 5. .º 6 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Redes Empresariais . PL: 28. . . . . PL: 28. . . . . . . ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o curso se estruture: não aplicável 9 — Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma: QUADRO A Créditos Área científica Sigla Obrigatórios Optativos Engenharia Informática . . . . TP: 0.º 74/2006. . . . Computação Gráfica I .0 Despacho n. . . . PL: 28. . . . .º semestre QUADRO N. .0 10. . TP: 0. ANEXO 1 — Estabelecimento de ensino: Instituto Politécnico de Coimbra 2 — Unidade orgânica: Instituto Superior de Engenharia de Coimbra 3 — Curso: Engenharia Informática (Curso Europeu) 4 — Grau: Licenciatura 5 — Área científica predominante do curso: Engenharia Informática 6 — Número de créditos. . . .0 5.º Semestre 130 130 130 130 260 T:14. . . . . .º 3618/2009 De acordo com o disposto nos artigos 75. . . . . . . . TP: 0. . . . ramos.º Semestre 2. . . . . de 2 de Abril de2007 (DR n. TP: 14. . . . .º 8459/2007. . . . . . . . . . . . Gestão I .º semestre QUADRO N. .º Semestre 2. 21 de Janeiro de 2009. . . .º Semestre 1. . . . OT: 0 T: 28. . . . INF INF INF INF INF INF 2.12. Contexto Socioprofissional . . . Computação Gráfica II. . . OT: 14 5. . . . . .º Semestre 1. . de 10 de Maio de 2007) A presente alteração foi comunicada à Direcção-Geral do Ensino Superior em 21 de Janeiro de 2009. . . OT: 0 5. . . TP: 28.Diário da República.º Semestre 2. .º ano/2. . TP: 14. . . . . . . TP: 0. . . Bases de Dados Avançadas . . . . .ª S. . . . .0 6. . . . TP: 0. . . . . .º 4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos 4213 Observações Bases de Dados . . . OT: 0 T: 28. .º Semestre 2. PL: 0. . de 24 de Março. .º 5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Sistemas de Aquisição de Dados . . Projecto . . .0 5. . . . . . . Sistemas Inteligentes . . .0 3. TP: 0. . . TP: 28. . . . . . . . . . . . Engenharia de Software . Arquitectura de Computadores II. . . . . . . . . .

PL: 14. . . .º Semestre 1. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Instituto Politécnico de Coimbra Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Curso de Licenciatura em Engenharia Informática 1. . . . .º Ano / 1. . . . . . Programação I . . .º Ano/2. . PL: 7. . . . . . OT: 0 T: 28. . TP: 0. Sistemas Digitais . . . . TP: 0. .º Ano/2. . TP: 0. TP: 0. . . . . . . . .0 6. Projecto e Configuração de Redes de Comunicação Modelação e Design.º 1 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Análise Matemática I . . . . Sistemas Operativos I . . . OT: 0 T: 14. OT: 0 5. . OT: 0 T: 14. Arquitectura de Computadores I . .º Semestre 104 156 130 104 156 130 T: 14. . . . . PL: 0.º Semestre 1. . OT: 0 T: 28. . . OT: 0 T: 14. . . PL: 28. . . . . . . . TP: 14. . . OT: 0 T: 14. . . TP: 0. .º Semestre 1. PL: 28. . . .º Semestre 1. . . . OT: 0 4. .º Semestre QUADRO N. .º Semestre 1. .0 5. . TP: 28. MAT INF INF INF INF INF 1. .º Semestre 130 104 130 156 130 130 T: 28. .0 5. . . . OT: 0 5. . Tecnologia da Informática . . .0 4. .0 1. . . .º Semestre 1. . . . . . PL: 42. . . . . . . . . TP: 14.º Semestre 1.0 2. . .0 . . . PL: 42. . .º Semestre 2. TP: 21. 2. . .0 2. . PL: 7. PL: 24. . .º Semestre 1. . TP: 0. . . . . . . PL: 49. . OT: 0 T: 28. . . .º Semestre 2. .º Semestre 2. .0 5. . . . . . TP: 28. TP: 14. . PL: 28. . . TP: 0.º 2 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Análise Matemática II . . .º Semestre QUADRO N. . . .0 5. TP: 0. . . . . . . OT: 0 T: 14. PL: 42.º Semestre 1. .ª série — N. . . . . OT: 0 T: 28. . PL: 42. OT: 0 T: 14. PL: 42.0 6. OT: 0 T: 14. OT: 0 T: 28. OT: 0 T: 28. PL: 28. . . .º Semestre 2. . Linguagens Avançadas. PL: 28. . . . .º Semestre 2.0 4. . .0 4. TP: 14.0 5.º Semestre 130 130 104 156 130 130 T: 14. TP: 0. . Programação II. .º Semestre 130 130 104 156 156 104 T: 28. . .0 5. . . . . . . . . . . OT: 0 T: 28. . Programação III . . . . . . PL: 42. Introdução às Tecnologias Multimédia Algoritmos e Programação . . . Sistemas Operativos II . . . . .4214 10 — Plano de estudos: Diário da República. . . .º Ano / 1. INF INF INF INF INF INF 2.º Semestre 2. . . . TP: 21. .º Semestre 2. . . . TP: 14. MAT MAT INF INF INF INF 2.0 5. . . . . .º 4 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Bases de Dados . PL: 0. PL: 14. . TP: 21. .0 4.0 6.º Semestre QUADRO N. . . . . OT: 0 5. PL: 28. . . .0 5. PL: 28. . OT: 0 T: 28. OT: 0 T: 28. . TP: 21. . . . . OT: 0 T: 14. . . . . Investigação Operacional.0 5. . . . . . . PL: 7.º Semestre 2. . . TP: 14. . OT: 0 T: 28. . .0 6.º Semestre QUADRO N. . . . . OT: 0 T: 14. Matemática Discreta . . . . Álgebra Linear . . . . Electrónica . . . .0 6.º 3 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Probabilidades e Estatística . .º Semestre 1. . . . . . Introdução às Redes de Comunicação . . Engenharia de Software . . OT: 0 T: 28. TP: 14. . . . .0 4. PL: 28. PL: 28. TP: 0.0 6. . . . MAT MAT INF INF INF CSP 1. . . . . . TP: 0. .º Semestre 2. . . . . . . . . . Linguagem e Comunicação .º Semestre 2.

. Gestão II. . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3.º (Plano de estudos) 1 — A Escola estabelecerá para cada curso o plano de estudos aplicável aos alunos em regime de tempo parcial. OT: 0 T: 28. . Joaquim António Belchior Mourato. OT: 0 T: 28.º (Inaplicabilidade do regime de tempo parcial) 1 — Não é permitida a mudança de regime de tempo integral para tempo parcial quando: a) O número de unidades curriculares em falta para a transição de ano é igual ou inferior a 50 % do n. .0 5. . . 2. . .0 3. . . . . OT: 0 T: 28. . Artigo 4. PL: 28. . foi autorizada a deslocação a Arad. .º Semestre 1. . .º máximo de unidades curriculares de um ano curricular (de acordo com o plano de estudos aprovado para o curso). OT: 0 T: 14. . .º Ano Curricular / 2. Sistemas Inteligentes . . PL: 28. . Artigo 2.º Semestre 2. em cada ano lectivo. .º Escola Superior de Tecnologia e Gestão Despacho n. . . . se verificar que o aluno se encontra abrangido pelo disposto no n. PL: 0. . da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Portalegre.º Semestre 2.º 3619/2009 Ao abrigo do disposto no n. . 2 — Não serão autorizadas mudanças de regime após o acto de inscrição. . TP: 0. 3 — Quando.º Semestre 2. . Bases de Dados Avançadas . a Escola notificará o aluno de que a opção pelo regime de tempo parcial não é válida. . PL: 28.0 5. OT: 0 T: 0. . .º 2 do artigo 46.º 5 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos 4215 Observações Sistemas de Aquisição de Dados . . tendo em atenção o disposto no n. PL: 0. TP: 28. . . . . Computação Gráfica II. . sujeito às regras fixadas para a transição de ano e ao regime de precedências em vigor. . . TP: 14. . . INF INF CSP INF INF 2. em cada ano lectivo.º Semestre 1. o aluno poderá corrigir a sua inscrição. .º 107/2008 de 25 de Junho. OT: 0 T: 14. . b) O número de unidades curriculares em falta para a conclusão do curso é igual ou inferior a 50 % do n. Computação Gráfica I . . . . . . . . .2008) Artigo 1.º de unidades curriculares previstas para o ano curricular em que o aluno se inscreve do plano de estudos aprovado para o curso. . . . . OT: 0 T: 28. aprovo o Regulamento do Regime de Estudante a Tempo Parcial. . . .0 5. . . sujeito às regras de precedências em vigor. . 2 — A opção pelo regime de tempo parcial será validada pela Escola. PL: 42. Gestão I . . . 4 — No prazo de 10 dias consecutivos. . . OT: 0 T: 28. . . 3 — O plano de estudos de referência é o plano de estudos aprovado para o curso diurno. .0 5. . TP: 28. . . qualquer que seja a sua justificação. PL: 28. . considerando-se a inscrição provisória até que essa validação seja efectuada. TP: 14. . passando automaticamente o aluno ao regime de tempo integral. . Roménia. no período compreendido entre os dias 19 e 22 de Novembro. . . PL: 0.0 5. . . . . Arquitectura de Computadores II. PL: 28. . . . — O Presidente. se pode inscrever no n.0 6. TP: 14. .º Semestre 1.ª série — N.º Semestre 1. . . 2 — Entende-se por “Regime de Estudante a Tempo Parcial” aquele em que o estudante. 3 — A mudança de regime é independente do concurso de mudança de curso e não carece de qualquer outro formalismo para além da opção realizada no acto da inscrição. . . 21 de Janeiro de 2009. . . . TP: 0. . . . no acto de validação. . . .º Semestre 1.º Ano Curricular / 1. TP: 0.º-C do Decreto-Lei n. .º 1 do presente artigo.º (Definições) 1 — Entende-se por “Regime de Estudante a Tempo Integral” aquele em que o estudante. . — O Administrador.º de unidades curriculares previstas no plano de estudos aprovado para o último ano curricular do curso.º 6 Tempo de trabalho (horas) Unidades curriculares Área científica Tipo Total Contacto Créditos Observações Redes Empresariais . . . .0 INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE Aviso n. . contados a partir da data da notificação referida em 3. . Nuno Manuel Grilo de Oliveira. OT: 0 4.º Semestre 2. . . . . constante do anexo ao presente despacho.º Semestre 130 130 130 130 260 T:14. . . PL: 28. OT: 0 T: 28. . TP: 0. . . .º 3 do artigo 1. .º Semestre QUADRO N. . . . . . . .º Artigo 3. . . . OT: 14 5. . se pode inscrever num número máximo de 50 % das unidades curriculares de um ano curricular (de acordo com o plano de estudos aprovado para o curso). só poderá fazer-se no início do ano lectivo e no acto de inscrição.01. 6 de Novembro de 2008. . .0 10.0 5.º (Mudança de regime) 1 — A mudança de regime do estudante a tempo integral para estudante a tempo parcial. e de tempo parcial para tempo integral. Projecto . . TP: 0. . . . . Conhecimento e Raciocínio .º Semestre 104 156 130 130 130 130 T: 14.º Semestre QUADRO N. TP: 14.Diário da República.º 2537/2009 Por despacho do presidente do Instituto Politécnico de Portalegre de 5 de Novembro de 2008. . . . . . . . . . INF INF INF INF CSP INF 1. Regulamento do Regime de Estudante a Tempo Parcial (Aprovado pela deliberação CC-3/2008 de 23. do docente Ricardo Carvalho Bruno Ferreira da Escola Superior Agrária de Elvas deste Instituto Politécnico. PL: 28. . desde que o aluno não esteja abrangido pelo disposto no artigo 3.0 5.

º 1 do artigo 9. publicado no Diário da República.º 8. — O Vice-Presidente. n.º 3624/2009 Por despacho de 20-01-2009.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Despacho (extracto) n. com efeitos a partir de 2008/09/01 e validade até 2010/08/31. — O Vice-Presidente. n. considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da mesma data. 2 — O regime de pagamento de propinas é o constante do Regulamento de Propinas aprovado. com efeitos a partir da data da sua publicação no D. do Instituto Superior de Engenharia. R. ficando exonerada das funções anteriores a partir da mesma data. 2 — O plano de estudos fixado nos termos do n. 21 de Janeiro de 2009. 2. nos restantes casos.º 1454/2009. do Instituto Superior de Engenharia. 3 — Aos estudantes cuja inscrição como estudantes a tempo parcial não seja validada.º 3623/2009 Por despacho do Vice-Presidente. Artigo 10. proferido por delegação de competências: Maria Alexandra Pacheco Ribeiro da Costa — renovado o contrato administrativo de provimento como Equiparado a Assistente.º 2.º de anos em que o aluno frequentou o curso ao abrigo do regime de tempo parcial.º 3622/2009 Por despacho do Vice-presidente. Andreia Godinho Lopes. Andreia Godinho Lopes. nos termos do artigo 128. com efeitos a partir de 2008/09/19 e validade até 2010/09/18. Artigo 5. Artigo 8. INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO Despacho (extracto) n. rectifica-se que onde se lê “… considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da data de aceitação. b) 50 % do valor da propina do aluno a tempo integral. de 13 de Janeiro de 2009. ou dos “estatutos especiais” serão de 50 % do valor fixado nos referidos regulamentos para os estudantes a tempo integral.º (Propinas) 1 — A propina a pagar por um estudante a tempo parcial será: a) A propina mínima.º anterior constituirá a base para a aplicação das normas relativas a “Matrículas e Inscrições”. 1413. 1413. precedendo concurso de provas públicas. com carácter definitivo. escalão 1. para a mesma Escola. considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da mesma data. de “Exames”.ª Série.1 — Cada prestação de propinas terá valor igual ao fixado para os estudantes a tempo integral. 21 de Janeiro de 2009.º 3620/2009 Por despacho do Vice-Presidente. 2. p. Declaração de rectificação n. publicado no Diário da República. proferido por delegação de competências: Jorge Manuel Mendes Moutinho da Silva — renovado o contrato administrativo de provimento como Encarregado de Trabalhos. professora-coordenadora. até perfazer o valor total fixado para os estudantes a tempo parcial.º 2. — A Administradora para a Acção Social. desde que tal valor não seja inferior a 50 % da propina fixada para os alunos a tempo integral. com efeitos a partir de 2008/03/06 e validade até 2010/03/05. da tabela remuneratória do pessoal docente do ensino superior politécnico.ª Série.º (Disposições finais) 1 — As certidões requeridas pelos alunos são emitidas com base no plano de estudos de referência.º 3621/2009 Por despacho do Vice-presidente. Artigo 7. de 13 de Janeiro de 2009. proferido por delegação de competências: Carlos Manuel Abreu Gomes Ferreira — renovado o contrato administrativo de provimento como Equiparado a Professor-Adjunto. 20 de Janeiro de 2009. “Exames” e “Transição de Ano”. professora-adjunta de nomeação definitiva da Escola Superior de Enfermagem deste Instituto. INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO Despacho (extracto) n. José Freitas Santos.º (Precedências) Aplicam-se ao plano de estudos dos estudantes em tempo parcial as precedências aprovadas para o regime de tempo integral. 2 — Nas certidões de conclusão do curso será inserida a informação sobre o n.º INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL Serviços de Acção Social Declaração de rectificação n. p. José Freitas Santos. alínea a) do Código do Procedimento Administrativo. do Instituto Superior de Engenharia. nos termos do n. nos termos do artigo 128.º.º 248/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho (extracto) n. Artigo 9.º (Prescrições) Para efeitos de aplicação do “Regime de Prescrições” cada ano lectivo em que o aluno se inscreva como estudante a tempo parcial apenas será contabilizado como 0. José Freitas Santos. do Presidente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo: Maria Isabel Soares Parente Lasojo Amorim. aplica-se o regime de pagamento de propinas dos estudantes a tempo integral. — A Administradora para a Acção Social.º (Taxa de inscrição) A taxa de inscrição é a que for fixada para os alunos em regime de tempo integral e será paga no acto de inscrição. nomeada.4216 Diário da República. Despacho (extracto) n. alínea a) do Código do Procedimento Administrativo. com efeitos a partir de 2008/12/01 e validade até 2010/11/30. Vencimento correspondente ao índice 220. 3 — O presente Regulamento entrará em vigor à data de aprovação pelos órgãos próprios do Instituto Politécnico de Portalegre do disposto no n..5. — O Vice-Presidente.ª série — N. — O Presidente. proferido por delegação de competências: Ricardo Manuel Pereira dos Santos — renovado o contrato administrativo de provimento como Equiparado a Professor Adjunto. . — O Vice-Presidente. rectifica-se que onde se lê «… considerando-se exonerada do lugar anterior a partir da data de aceitação.º. n.º 247/2009 Por ter sido publicado com inexactidão o despacho (extracto) n. Despacho (extracto) n. 2.º 2 do artigo 3. Artigo 6. do Instituto Superior de Engenharia.” 21 de Janeiro de 2009. 2.º. 21 de Janeiro de 2009.º 1455/2009.º (Adaptação dos regulamentos em vigor para estudantes a tempo integral) Os limites quantitativos aplicáveis aos estudantes em tempo parcial no âmbito dos regulamentos relativos a “Matrículas e Inscrições”. 21 de Janeiro de 2009.» 21 de Janeiro de 2009. Rui Alberto Martins Teixeira. José Freitas Santos. n.º 8.” deve ler-se «A presente nomeação produz efeitos à data do despacho autorizador.» deve ler-se «A presente nomeação produz efeitos à data do despacho autorizador.

se os houver. Deliberação n. Vogais suplentes: Dr. Olavo Bragança Gonçalves — Assistente Graduado de Neuropediatria do Centro Hospitalar de Coimbra E. Deliberação n. bem como a referência do concurso a que se candidata. 2.P.P. e) Endereço para onde deverá ser remetido qualquer expediente relativo ao concurso.1987. Beja. por despacho do Senhor Secretário-Geral do Ministro da Saúde publicado no DR. a realizar durante 24 meses. com duração de duas horas. b) Documento comprovativo da natureza e do tempo de vínculo a qualquer serviço dependente do Ministério da Saúde. foi promovida à categoria de assessor. UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO BAIXO ALENTEJO .E. Rui Sousa Santos. valorizadas de 0 a 20 valores. se encontra aberto concurso para frequência de duas vagas deste ciclo no Hospital Pediátrico do Centro Hospitalar de Coimbra E.P. desde que tenha sido expedido até ao termo do prazo fixado no n.E. enquanto entidade empregadora.E. código postal e números de telefone e de telemóvel.ª Maria da Conceição Brito Neves Robalo — Assistente Graduado de Neuropediatria do Centro Hospitalar de Coimbra E. E. 10 — O Presidente do júri será substituído nas suas ausências ou impedimentos pelo 1. P. dos quais: 1 Vaga destinada a 1 Vaga destinada a candidato externo ao Centro Hospitalar de Coimbra E. E.P. 2. providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação. — O Presidente do Conselho de Administração. A candidatura deverá ser formalizada mediante requerimento. de 13 de Janeiro de 2009: Maria Amélia Baptista Fernandes. a fim de a mesma servir de recibo. residência. n.E.E.. Aquando da entrega pessoal da candidatura.º 194. n.1 Vaga destinada a candidato a contratar pelo Centro Hospitalar de Coimbra E. e elaboração de relatório. O concurso comportará uma prova de avaliação curricular e uma prova prática. 2 — Em cumprimento da alínea h) do artigo 9.) 22 de Janeiro de 2009. enfermeiras graduadas do mapa de pessoal residual do ex-Hospital José Joaquim Fernandes. P. Jorge Teixeira.12. ficando automaticamente excluídos os médicos classificados com nota inferior a 10 valores.1986. seguido de discussão do mesmo. com a identificação do número e data do Diário da República em que se encontra publicado o presente aviso. do Centro Hospitalar de Porto E. da carreira técnica superior de saúde. E. do mapa de pessoal residual do ex-Hospital de São Paulo — Serpa. tendo precedido concurso interno de acesso limitado. Assistente Graduada de Neuropediatria do Centro Hospitalar de Coimbra E.º 330/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo. nacionalidade. E.. O aproveitamento é atribuído pelo corpo docente. 22 de Janeiro de 2009. os candidatos devem ser portadores de fotocópia do requerimento. foi promovida à categoria de assessor superior. Martinho do Bispo.P. torna-se publico que. Rui Sousa Santos.E. 3041-853 Coimbra. 5 — Formalização das candidaturas — o prazo para a apresentação de candidaturas é de 20 dias a contar da data de publicação do presente aviso no Diário da República.. estado civil. Estefânia. em quatro horas. do mapa de pessoal residual do ex-Hospital José Joaquim Fernandes.P.. sob pena de exclusão: a) Documento comprovativo da posse do grau de Assistente ou equivalente na área de Pediatria Médica. promove activamente uma política de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na progressão profissional. b) Categoria profissional e estabelecimento de saúde a que o requerente pertence.ª Série. seu prazo de validade e serviço de identificação que o emitiu. — Hospital D. 2. 9 — Presidente: — Dr.P.º Vogal Efectivo.E. As informações semestrais terão a amplitude de 0 a 20 valores. ficando exonerada da anterior categoria à data da tomada de posse. 4 — O concurso destina-se a admitir dois médicos. foi autorizada a acumulação de funções públicas na Escola Superior de Saúde de Beja.P. — O Presidente do Conselho de Administração. E.º 331/2009 Por deliberação do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo. — O Presidente do Conselho de Administração.º 329/2009 Por deliberação do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.º 2538/2009 Ciclo de estudos especiais em Neuropediatria 1 — Para os devidos efeitos e nos termos do conteúdo que cria o ciclo de estudos especiais de Neuropediatria. por deliberação do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Coimbra de 22. c) Quatro exemplares do curriculum vitae. Rui Sousa Santos.Hospital Maria Pia Porto. Dr. mas em caso algum poderá ser dado a quem der faltas em número superior a 10% do total dos dias úteis da duração do ciclo. ficando exonerada da anterior categoria à data da tomada de posse. no caso de existir.E. com observação de dois doentes. podendo também ser enviado pelo correio (Serviço de Gestão de Recursos Humanos do Centro Hospitalar de Coimbra E. de 25.” 3 — Condições de admissão — possuir o grau de assistente de pediatria médica.ª Maria Manuela Santos — Assistente Graduada de Neuropediatria. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. de 30. P.º da Constituição. Helena Maria Milheiro Mira Galvão. número e data do bilhete de identidade. 6 — Dos requerimentos devem constar os seguintes elementos: a) Identificação completa do candidato (nome. As falsas declarações prestadas pelos candidatos nos requerimentos serão punidas nos termos da lei penal. data de nascimento.P. E. Aviso n. d) Identificação dos elementos que instruem o requerimento.. A classificação final será a média aritmética das classificações das duas provas. E.. E.º 124. naturalidade. da carreira técnica superior de saúde. sob registo com aviso de recepção. situação militar.E.05. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. a Administração Pública. de 13 de Janeiro de 2009.2008. Eunice Maria Costa Pereira dos Santos e Maria de Fátima Vila Verde dos Santos Rocha. rectificado no DR. dirigido ao presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Coimbra E. ramo laboratório.ª Isabel Maria Fineza Cruz.08. de 30 de Dezembro de 2008.. ramo farmácia. tendo precedido concurso interno de acesso limitado.P.P.E. — O Director do Serviço de Gestão de Recursos Humanos.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4217 PARTE G CENTRO HOSPITALAR DE COIMBRA. (Não carece de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. e entregue no Serviço de Gestão de Recursos Humanos. Quinta dos Vales — Covões — S. Dr.E. 7 — Os requerimentos deverão ser acompanhados da seguinte documentação.º 5.Diário da República. . 8 — Métodos de selecção: O método de selecção a utilizar para a admissão será o de avaliação e discussão do currículo profissional.) 22 de Janeiro de 2008. filiação. E. apartado 7005 — 3040-853 Coimbra).ª série — N. A frequência do ciclo por médicos não vinculados à função pública não confere o direito ao ingresso em estabelecimento de saúde. c) Pedido para ser admitido..ª Série. José Pedro Vieira — Assistente Graduado de Neuropediatria do Centro Hospitalar Central de Lisboa E. P. A avaliação final de conhecimentos constará de um concurso de provas públicas a realizar no mês imediato ao da conclusão do ciclo. Deliberação n. através de informação semestrais. A data da realização das provas será anunciada durante o último mês do ciclo. Beja. Vogais efectivos: Dr.) 22 de Janeiro de 2008.

José Carlos Martins Rolo. o Vice-Presidente. de 27 de Fevereiro.ª classe — engenheiro civil. 2. com os seguintes trabalhadores. de 04 de Setembro de 2008. publicado no Diário da República. realizado que foi o procedimento referente à oferta pública de trabalho para contratação de dez auxiliares de serviços gerais.º 115/2009 Augusto Fernando Andrade. no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado. escalão 1. realizado que foi o procedimento relativo à oferta pública de trabalho para con- CÂMARA MUNICIPAL DE ALBUFEIRA Aviso n. Vítor Manuel Correia Martins.º 162. 2. E para constar e conhecimento em geral. de 27 de Fevereiro. com as trabalhadoras. faz-se público que.334. — Por delegação do Presidente da Câmara. n. com início em 30 de Dezembro de 2008: Elisabete Alexandra Teixeira Gonçalves. de 18 de Agosto de 2008. 5 de Janeiro de 2009. publicado no Diário da República. — Por delegação do Presidente da Câmara (despacho de 21 de Outubro de 2005).º 158. foram nomeados em regime de comissão de serviço extraordinária.02. proferidos no uso de competência delegada. respectivamente.º 2544/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b). do artigo 37. 301218461 . índice 128.º 1. realizado que foi o procedimento relativo à oferta pública de trabalho para contratação de um estagiário da carreira técnica superior — arquitecto. publicado no Diário da República. no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado.º 1. por Tempo Indeterminado. — Por delegação do Presidente da Câmara. o Município de Albufeira celebrou Contrato de Trabalho em Funções Públicas. para a categoria de Auxiliar de Serviços Gerais.º 12-A/2008.º 2541/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b).º 12-A/2008. 301213552 Aviso n. do n. Pedro Alexandre Belchior do Nascimento.ª série do Diário da República. 5 de Janeiro de 2009. na redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-lei 316/2007.ª Série. escalão 1. torna público que a Assembleia Municipal de Aguiar da Beira. remuneração base de € 427.º 2540/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b). por meus despachos de 29 de Dezembro de 2008. com a trabalhadora. do n. índice 128.ª Série.º da Lei n.º 158. — Por delegação do Presidente da Câmara. para a categoria de Engenheiro Técnico Mecânico de 2. do n.ª Série. 301213617 Aviso n. de 27 de Fevereiro. José Carlos Martins Rolo.º 12-A/2008. A rectificação supra mencionada refere -se ao acerto de cartografia determinada por incorrecções de cadastro e de transposição de escalas. o Vice-Presidente.º 12-A/2008. faz-se público que.º da Lei n. 301218794 Aviso n. realizado que foi o procedimento relativo à oferta pública de trabalho para contratação de um estagiário da carreira de engenheiro técnico mecânico. para lugares da categoria de técnico superior de 2.º 2539/2009 Para os devidos efeitos se torna público que. remuneração base de € 1. 2. com a trabalhadora.º 2542/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b). agregada ao presente Edital. José Carlos Martins Rolo.º da Lei n. de 27 de Fevereiro.02.º 12-A/2008. 2. Carina Alambre de Sousa e Ana Carina da Silva Martins. remuneração base de € 984. os funcionários Dinis Gomes Alves e João Paulo da Silva Ramos.º 380/99.º 2543/2009 Em cumprimento do disposto na alínea b). aprovou a rectificação ao Plano Director Municipal de Aguiar da Beira ao abrigo da alínea c) do n. para a categoria de técnico superior de 2.ª classe — arquitecto. escalão 1. o Município de Albufeira celebrou Contrato de Trabalho em Funções Públicas. pelo período de um ano. de 27 de Fevereiro.º do citado diploma o presente Edital e respectivo anexo vão ser publicados na 2. presidente da Câmara Municipal de Aguiar da Beira. faz-se público que. Isabel Maria Ildefonso Valverde. 5 de Janeiro de 2009. no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado. José Carlos Martins Rolo. Augusto Fernando Andrade. o Município de Albufeira celebrou Contratos de Trabalho em Funções Públicas.º da Lei n. de 19 de Setembro. por deliberação tomada na sessão ordinária realizada em 19 de Dezembro de 2008. traduzindo -se na redefinição do limite do Espaço Urbano da localidade de Dornelas.4218 Diário da República.ª Classe.º da Lei n. publicado no Diário da República. com início em 31 de Dezembro de 2008. do mapa de pessoal do Município de Albufeira. para a categoria de Nadador Salvador. de 18 de Agosto de 2008. Rui César Figueiredo Ferreira. índice 400. por Tempo Indeterminado. remuneração base de € 427. o Município de Albufeira celebrou Contratos de Trabalho em Funções Públicas. n.ª série — N. — Por delegação do Presidente da Câmara. se lavrou o presente edital e outros de igual teor que vão ser afixados nos locais do costume.º 1.º 1 do artigo 97. com início em 31 de Dezembro de 2008. Nos termos do artigo 148. faz-se público que. n. de 22 de Agosto de 2008.º 1. no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado. na designada Rua do Cimo da Lage. 2. por Tempo Indeterminado. e consta da carta de Ordenamento rectificada anexa.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 PARTE H CÂMARA MUNICIPAL DE AGUIAR DA BEIRA Edital n.15. n. o Vice-Presidente. do artigo 37.º 171. por Tempo Indeterminado. 22 de Janeiro de 2009. com início em 30 e 31 de Dezembro de 2008.44. do artigo 37. índice 295. o Vice-Presidente. do n. do artigo 37. escalão 1. Rossana Soraia Timóteo Caldeira André. o Vice-Presidente. faz-se público que. José Carlos Martins Rolo.º-A do Decreto-Lei n.ª Série. — O Presidente da Câmara. de 22 de Setembro. Aviso n. com efeitos a partir de 29 de Dezembro de 2008. do n.º 1. realizado que foi o procedimento relativo à oferta pública de trabalho para contratação de três nadadores-salvadores. 5 de Janeiro de 2009. 301214695 Aviso n. do artigo 37. 29 de Dezembro de 2008.

com as seguintes características: Área total da propriedade. com início em 29 de Dezembro de 2008.º169/99. A nomeada deverá aceitar a nomeação no prazo de 20 dias.º 2 do artigo 27. conjugado com o artigo 77. nos termos do artigo. sendo o encargo do município de 60 % do valor atrás referido e mais proventos legais.º da Lei n. — Por delegação do Presidente da Câmara.ª Série. publicado no Diário da República. Área total máxima de construção para habitação — 40.º 555/99. ºda Lei n. 18 de Dezembro de 2008.º 2549/2009 Nos termos do n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 tratação de quatro operários qualificados — canalizadores. contados da data da publicação do aviso de nomeação no Diário da República. ou Quinta da Azinheira (UOPG n. no Diário da República. 2.º 2545/2009 Para os devidos efeitos se torna público que. de 26/08. de 21 de Agosto de 2008.ª Série.º 169/99. 2. decorridos que sejam oito dias sobre a data da publicação do presente aviso. no Diário da República. reclamações.ºda Lei n.º98/97.º da Lei n.º 161. Área a manter na posse do titular — 34. 16 de Janeiro de 2009.00 m2. para: técnico superior assessor principal (médico veterinário) Torna-se público em cumprimento do meu despacho de 23 de Dezembro de 2008 e no uso da competência que me confere a alínea a) do n. foi nomeada Técnica Superior Principal — Assistente Social do Quadro desta Câmara Municipal na sequência do Concurso Interno de Acesso e depois de homologada a classificação atribuída à candidata: Maria Antónia Calca Penedo Sargaço com 15.º2 do artigo.114. nos termos do artigo. aí podendo também ser apresentadas. no âmbito das competências da alínea a) do n.00 m2. 2.45 valores.º 249/2009 Por ter sido redigido incorrectamente. das 14h00m às 16h00m. 23 de Dezembro de 2008.º 6197. a contar da data da publicação do presente aviso. Numero máximo de fogos — 288. S.º do Decreto-Lei n. — O Vice-Presidente. Raul Manuel Sousa Carvalho.ª Classe.os 82 e 90) na Freguesia de Santo André. O projecto de loteamento cumpre o disposto no PDMB e não houve lugar à consulta de entidades exteriores ao Município. n. — 122. a contar da data da publicação do presente aviso. José Carlos Martins Rolo. com os trabalhadores. A nomeação em causa está isenta de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. 00 m2.68 valores.º 512004030.Diário da República. podendo ser consultado.º 169/99. Área loteada (soma das áreas dos lotes) — 26. com a redacção conferida pelo Decreto-lei 177/01 de 04 de Junho. A nomeação em causa está isenta de fiscalização prévia do Tribunal de Contas.00 m2. torna-se público que foi requerida na Câmara Municipal do Barreiro. índice 142.º do Decreto- . rectifica-se o aviso relativo à transferência do funcionário Rubim José Gouveia Martins Capelinha. nos termos do artigo. de 18/09. João Paulo Trindade. observações ou sugestões. para a categoria de técnico superior assessor principal (médico veterinário) classificado no concurso referido em epígrafe. 301213633 Declaração de rectificação n. no regime de contrato de trabalho por tempo indeterminado.390.114. Numero de lotes — 38.240. de 16 de Dezembro. descrito na Conservatória do Registo Predial do Barreiro sob os n. no uso de competência delegada.154.00 m2. de 26/08.95 m2. pela Lei n. Área total máxima de construção (excluindo caves para estacionamento) 41. no horário normal de expediente — a saber: 09h00m às 12h00m e.º 2550/2009 Concurso interno de acesso limitado. nos termos do artigo.os 01035/030618 e n.º 7. 301199598 CÂMARA MUNICIPAL DO BARREIRO Aviso (extracto) n. A. com as alterações introduzidas.º 2 do artigo 68. de 26/08. de 26/08.40 valores. a contar da data da publicação do presente aviso. o Vice-Presidente. — Por delegação do Presidente da Câmara (despacho de 21 de Outubro de 2005). de 18 de Setembro.263. a que se refere a alínea b) do n.º conjugado com o n. Área de cedência para espaços verdes de utilização colectiva ou Equipamentos — 25. João Paulo Trindade. 30 de Dezembro de 2008.º 2547/2009 Para os devidos efeitos se torna público que. — O Presidente da Câmara. juntamente com a informação técnica elaborada pelos serviços municipais. no Diário da República.º169/99.º 5-A/2002. do mapa de pessoal do Município de Albufeira. publicado no Diário da República.68. nos termos da alínea a) do n. Área de cedência para o domínio público municipal — 35.º do Decreto-Lei n.º2 do artigo.º98/97. Área total máxima de construção para comércio/serviços — 640.º169/99. José Carlos Martins Rolo. remuneração base de € 473. de 12 de Janeiro de 2009. no âmbito das competências da alínea a) do n.73.º 316/07 de 19 de Setembro. José Manuel Mateus da Silva e Rúben Durval Clemente Amaro.15 valores. o Município de Albufeira celebrou Contrato de Trabalho em Funções Públicas.º da Lei n. A nomeação em causa está isenta de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. por Tempo Indeterminado.º 4 do artigo 6. no Diário da República. nomeio. para lugar da categoria de Agente Municipal de 2. devendo declarar que aceita o cargo no prazo de 20 dias.68. Área do prédio a lotear — 87.ºda Lei n. no Diário da República.º 1 do artigo 34.º do Decreto-Lei n.24 m2.ª série — N. 301238703 4219 depois de homologada a classificação atribuída à candidata: Elsa Maria Fonseca da Cruz Janeiro com 18. com o vencimento mensal ilíquido de 2368. João Paulo Trindade.º da Lei n.º da Lei n. de 18/09.640. de 18/09.º 2548/2009 Para os devidos efeitos se torna público que. pessoa colectiva n.º 98/97.05 m2. — O Vereador do Pelouro. 301181574 Aviso (extracto) n.63 €. 301181541 Aviso (extracto) n. escalão 1. escalão 1.º 2546/2009 Para os devidos efeitos se torna público que. na Divisão de Gestão Urbana e Licenciamento da Câmara Municipal do Barreiro. António Castanheira de Campos. — O Presidente da Câmara. 14 de Janeiro de 2009.68. Área total máxima de construção para caves para estacionamento — 10. de 18/09. para a categoria de operário qualificado — canalizador.. por escrito.ºda Lei n. o projecto apresentado está sujeito a discussão pública pelo prazo de 15 dias.514. de 11 de Janeiro. para o prédio sito em Quinta Velha da Telha. Assim onde se lê «oriundo do quadro de pessoal do Município de Beja» deve ler-se «oriundo do quadro de pessoal do Município de Oeiras». 5 de Janeiro de 2009.114.514. de 11 de Julho.º 2 do artigo.20 m2.987.599. A nomeada deverá aceitar a nomeação no prazo de 20 dias. Joaquim Matias. Nos termos dos supra citados preceitos legais. A nomeada deverá aceitar a nomeação no prazo de 20 dias. 301253404 CÂMARA MUNICIPAL DE ALVITO Aviso (extracto) n.51 m2. foi nomeada Técnica Superior Principal — BD do Quadro desta Câmara Municipal na sequência do Concurso Interno de Acesso Limitado e CÂMARA MUNICIPAL DE BELMONTE Aviso n. A nomeação em causa está isenta de fiscalização prévia do Tribunal de Contas. no âmbito das competências da alínea a) do n. n.114.º2 do artigo. índice 710. — O Presidente da Câmara.º 204/98. foi nomeada Assistente Administrativa Especialista do Quadro desta Câmara Municipal na sequência do Concurso Interno de Acesso e depois de homologada a classificação atribuída à candidata: Lucília Rosa Arcadinho Beiçudo Piteira com 15. o Licenciamento de uma operação de loteamento à qual corresponde o processo LT/2/06 em nome de BENSAÚDE. foi nomeada Técnica Superior Assessora Principal (área de Sociologia) do Quadro desta Câmara Municipal na sequência do Concurso Interno de Acesso Limitado e depois de homologada a classificação atribuída à candidata: Maria Cristina da Costa Bernardo com 16. A nomeada deverá aceitar a nomeação no prazo de 20 dias. 18 de Dezembro de 2008. 301209202 Aviso (extracto) n. no âmbito das competências da alínea a) do n.º 3 do artigo 22. a contar da data da publicação do presente aviso.68. o Vice-Presidente.º98/97.

datado de 25 de Novembro de 2008. com efeitos reportados a 2 de Dezembro de 2008. Durante o período de discussão pública que decorrerá pelo prazo de 15 dias úteis.º 2556/2009 Discussão pública Processo n. divulga-se que se encontra no período de discussão pública o pedido de alteração da licença da operação de loteamento que se refere o alvará n. José Emanuel Malvar Rodrigues Ferreira.º 2551/2009 Nomeação Para efeitos do disposto na alínea b) do n. 2. reclamações. 29 de Dezembro de 2008. torna-se público que. com a categoria de Engenheiro Civil de 1.º 2552/2009 Licença sem vencimento por um ano Para os devidos efeitos.429.º. descrito na 1. requerido por José Filipe Martinho da Silva e outros na qualidade de proprietários do lote 29. — O Presidente da Câmara. para consulta.º 427/89.25 m2)e do n.º 409/91.00 m2 (-630.º 2555/2009 Licença sem vencimento por um ano Para os devidos efeitos.º 409/91. Os interessados podem apresentar por escrito.809.º 53/2006. com as respectivas alterações. 301170396 Aviso n. com a nova redacção que lhe veio ser dada pelo artigo 1. da Câmara Municipal de Coimbra.00H e das 14. 301172259 Aviso n. 9 e 12. do mesmo proprietário (P. Fernando José da Costa.º 1250 Nos termos do n. hei por conveniente divulgar que nos termos das disposições conjugadas previstas no n.4220 Diário da República. por despacho do Presidente da Câmara. Mantêm-se os restantes parâmetros do alvará inicial. que se anexa. e ao abrigo do artigo 25.º. 3 de Janeiro de 2009. índice 660. de 16 de Dezembro. de 19 de Dezembro. de 19 de Outubro.º 177/01. passando a área sobrante de 630.ª Conservatória do Registo Predial de Cascais sob a ficha n.º e n. nos Paços do Concelho e no local objecto do loteamento.00 m2 a ser designada por Parcela A destinada a equipamento e a ser cedida para equipamento no âmbito do loteamento a Sul.º de fogos para 1 (-2). e nos termos do n. com redução de área do lote para 375.ª série. N. de 16 de Dezembro.º 1 do artigo 76.00 m2).º 2554/2009 Licença sem vencimento por um ano Para os devidos efeitos. com a categoria de tractorista com efeitos a 01 de Janeiro de 2009.º 100/99.º.º 92/2005. de 31 de Março. 301199557 Aviso n.º 3 do artigo 22 do Decreto-Lei n. de 4 de Junho e no uso da competência que me foi subdelegada pelo Despacho n.25 m2 (-202.º 2 do artigo.º 409/91. Com esta alteração é reduzida a área total de construção para 6. contados a partir da data da publicação do presente aviso no Diário da República — 2.º 427/89.º 2557/2009 Discussão pública Processo n.º 2553/2009 Transferência Para os devidos efeitos. 27. datado de 5 de Dezembro de 2008. com a categoria de assistente de acção educativa. de 31 de Março. de 20 de Fevereiro. e nos termos do n. ao abrigo do disposto nos n. O presente aviso vai ser igualmente afixado na Junta de Freguesia de São Domingos de Rana. com a área de 955. com as respectivas alterações. devido a redefinição dos alinhamentos no local.º 218/98. no decurso daquele período. por despacho do Presidente da Câmara.º do Decreto-Lei n. de 7 de Dezembro. a de implantação para 3.º do Decreto-Lei n. em 50 m2. Fernando José da Costa.º da Lei n. de 31 de Março. aplicado à administração local pelo Decreto-Lei n.ª Classe.º conjugado com o n.) 23 de Dezembro de 2008.º SPO-790/2007 e 6675/2005 estarão disponíveis. do Decreto-Lei n.144. com a categoria de auxiliar administrativa com efeitos a 01 de Março de 2009. 301183283 CÂMARA MUNICIPAL DAS CALDAS DA RAINHA Aviso n.00 m2). A parcela “B” a reduzir da área de arruamentos passa a incorporar o lote 29.º SPO — 790/2007 — Alteração ao alvará de loteamento n. de 17 de Outubro. Fernando José da Costa.º 1 do artigo 76.º 302 Em cumprimento da sentença judicial proferida pelo Supremo Tribunal Administrativo. de 17 de Outubro.os 6. da sua área de construção para 198.º 302. observações. 29 de Dezembro de 2008. torna-se público que. 301177038 Aviso n. se torna público que. por meu despacho de 16 de Dezembro de 2008. 301171862 -Lei n.º 427/89. e nos termos do n.ª série — N. o funcionário do Gabinete de Apoio Técnico (GAT`s).º 1 do artigo 34.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 as respectivas alterações.º Civil Assessor. foi provido automaticamente em lugar vago no quadro de pessoal desta autarquia. de 7 de Dezembro. de 19 de Dezembro.º 11/2008. — O Presidente da Câmara. por despacho do Presidente da Câmara. Carlos Carreiras. Fernando José da Costa.º 1250.00H). na redacção do Decreto-Lei n. por deliberação de Câmara Municipal. de 7 de Dezembro. sugestões e pedidos de esclarecimento. 301177273 Aviso n. 29 de Dezembro de 2008. datado de 25 de Novembro de 2008. 29 de Dezembro de 2008.º 100/99. na redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei n.º 2 do artigo 27. com a categoria de Técnico Superior Eng. de 7 de Dezembro. foi autorizado o pedido de transferência para esta autarquia. — O Presidente da Câmara.º de Maio. aplicável à administração local pelo Decreto-Lei n.º do Decreto-Lei n.º 177/01. — O Presidente da Câmara. da área de implantação para 131.º 555/99.25 m2.º 1 do artigo 76. se torna público que. do artigo 12.º 92/2005. foi deferido o pedido de licença sem vencimento por um ano a João Manuel Enxuto de Oliveira. na Divisão Administrativa do Urbanismo — Secção de Apoio aos Loteamentos — das 9. escalão 2. e o n. foi deferido o pedido de licença sem vencimento por um ano a Susana Paula Borges Menezes. . — O Presidente da Câmara. com CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS Aviso n. — O Vice-Presidente da Câmara.º 100/99. passando para 3.º de fogos para 50 sendo também reduzida a área cedida para arruamentos.00 m2. o Processo n. — O Presidente da Câmara. as quais deverão ser entregues no Sector de Atendimento do Urbanismo.00H às 16.º da Lei n.00 m2. sito em Tires — Bairro 1.º SPO 6675/2005). Freguesia de São Domingos de Rana.00H às 13. torna-se público que. de 17 de Junho. que se encontra no período de discussão pública a alteração da licença de loteamento titulada pelo alvará n. datada de 27 de Outubro de 2008. de 4 de Junho e no uso da competência que me foi subdelegada pelo Despacho n. A alteração consiste na reconfiguração do lote 29.º SPO-389/2007 — Alteração ao alvará de loteamento n. (Não carece de visto do TC. requerido por Rogério Ferreira dos Santos.º 555/99. 29 de Dezembro de 2008.º 09924/240602. aplicável à administração local pelo Decreto-Lei n.00 m2. do Decreto-Lei n.00 m2 (-320.º 3 do artigo 22. do Decreto-Lei n. Fernando José da Costa. Amândio Manuel Ferreira Melo. na redacção que lhe foi conferida pelo Decreto–Lei n. foi deferido o pedido de licença sem vencimento por um ano a Maria do Rosário Francisco. com efeitos a 02 de Dezembro de 2008.

22 de Janeiro de 2009. . L. . . L.º do Decreto-Lei n. descrito na 1.º e do n. . . . . . S.º 01810/010987.62 € 112 134. Valor Adjudicatário Forma de adjudicação Trabalhos Complementares da Ligação A25/Fornos de Algodres Pavimentação do Caminho das Arrebacias — Matança . . de 2 de Março de 1999. . . . . Luís Manuel Fino Gil Barreiros. . .76 € 82 503. no placar do Edifício dos Paços do Município. 19 de Janeiro de 2009. . . S. .65 € 47 937. Domingos de Rana. . .s Pavimentação da Zona Industrial de Fornos de Algodres . . . no decurso daquele período.87 € 11 920. . . Reforço da Captação na Fonte Fria . . .º classificado no concurso oportunamente realizado. . observações. . . . . Caminho Rural do Godinho . .00m2. A. . . reclamações. . . . . Embeiral — Empreiteiros das Beiras.º.da Aurélio Lopes. . . . A. .º 59/99. . . Execução de Poços de Captação na Fonte Fria . A alteração incide sobre os parâmetros do lote 10. . Tal diferença será absorvida para o domínio publico municipal (arruamentos) cuja área total passa para 5.00H às 13. Pavimentação da Rua da Capela — Casal Vasco.da Lopes & Irmãos. . . Isento de visto do tribunal de Contas nos termos da conjugação do n. . publica-se a lista de todas as obras adjudicadas no ano de 2008 pela Câmara Municipal de Fornos de Algodres. . . . S. . . . Lopes & Irmãos.da Lopes & Irmãos. . O presente aviso vai ser igualmente afixado na Junta de Freguesia de S. . 301256823 CÂMARA MUNICIPAL DE FORNOS DE ALGODRES Aviso n. A. 301199735 Obra 4221 CÂMARA MUNICIPAL DA COVILHÃ Aviso n. . . . .º 98/97. a que se refere o aviso de abertura afixado. . .32 € 110 826. . de 26 de Agosto.. Mantêm-se inalterados os restantes parâmetros urbanísticos constantes do alvará inicial. . .º 2558/2009 Por meu despacho de 16 de Janeiro do corrente ano. Maria Emília da Fonseca Boleto Pinto. S. . .00H e das 14. L. de 3 de Janeiro em matéria de recursos humanos. . L. . . . A.º 2/2006. .º 1 do artigo 46. Pavimentação de Caminhos em Várias Freguesias do Concelho de Fornos de Algodre.º e 3. S. 1. . . . . . — O Vereador Responsável pela Gestão de Pessoal. . — O Presidente da Câmara. . Pavimentação do Caminho da Quinta da Ribeira .90 € 119 686. . . . . . Recuperação do Poço de Captação de Água e Pavimentação de Valetas na Freguesia de Infias. Lopes & Irmãos. . . A.00m2. Caminho Rural das Quintas de Infias . .00 € 87 233. . . Ana Maria Quelhas Silvestre e José António Lanzinha Neves. . . . . . . Freguesia de São Domingos de Rana.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 sito nos limites do lugar de Tires.º 1 do artigo 114.00 € 15 000. A Fical — Empreiteiros de Figueiredo & Carvalho. .da Manuel Rodrigues Gouveia. Pavimentação de Arruamento em Vila Chã . . . .68 € 101 058. O prazo de aceitação é de 20 dias a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República. — Construções. . . L. . . Reabilitação do Polidesportivo de Figueiró da Granja . . A. . .º 2559/2009 Em cumprimento do artigo 275. . . . . S. promovido pela Câmara Municipal de Cascais. . .SALO — das 9. . Ajuste Directo Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Ajuste Directo Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Ajuste Directo Ajuste Directo Concurso Limitado Concurso Limitado Ajuste Directo Ajuste Directo Ajuste Directo Ajuste Directo Ajuste Directo € 286 200. 2. nomeio definitivamente para os lugares da categoria de Assistente Administrativo.00 € 49 850. no uso da competência dada pelo Despacho n. . designadamente da CCDRLVT quanto à servidão do domínio hídrico e ANA. A. tendo a proposta obtido pareceres favoráveis das entidades consultadas. . .ª Conservatória do Registo Predial de Cascais sob a ficha n. .00 € 71 339.da António Caetano & Moreira. . . . S. Os interessados podem apresentar por escrito. . . .da Lopes & Irmãos. Rectificação e Alargamento de Arruamentos na Freguesia de Casal Vasco. .Diário da República. José Severino Soares Miranda. . . e na sequência do aviso publicado em 29 de Maio de 2008. .00H às 16. Maria Emília da Fonseca Boleto Pinto. . .00 € 21 050. . Durante o período de discussão pública que decorrerá pelo prazo de 15 dias úteis. S. . . para consulta. . do grupo de pessoal Técnico Superior. . . Alargamento de Caminhos de Acesso ao Complexo Desportivo de Fornos de Algodres. . S.º da Lei n. CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR Aviso n. . . . . L. . . . . . .º SPO-389/2007 estará disponível.42 € 38 029. .da Fical — Empreiteiros de Figueiredo & Carvalho.00 € 24 133. Construção de Reservatório de Água com a Capacidade de 100 m3 e Ampliação da Rede de Distribuição das Fuinhas. . cuja área se prevê reduzir de 294. .45 € 33 382. . o Processo n. . Fical — Empreiteiros de Figueiredo & Carvalho. .00 € 14 999. . . . A área de intervenção localiza-se em Plano Director Municipal nas categorias de espaço urbano de baixa densidade e histórico. . Beneficiação da EM Matança/Maceira . . do quadro de pessoal desta Autarquia. . . . L. .00m2 para 254. . . Caminho Rural da Rua da Pia .da Lopes & Irmãos. na Divisão Administrativa do Urbanismo. . Infraestruturas para Equipamentos do Centro Cultural de Fornos de Algodres. . . Montalvia — Construtora. . . . Carlos Carreiras.da Lopes & Irmãos. quando à servidão aeronáutica. . . . .42 € 15 000. .38 € 40 467. . . . . . Rectificação de Caminhos. .176. . . . 6 de Janeiro de 2008. . . — O Vice-Presidente da Câmara.00H). . . .75 € 68 757. L. Montalvia — Construtora. . . . . nos Paços do Concelho. .ª série — N. Pavimentação do Bairro das Tílias — Maceira .º 2560/2009 Para os devidos efeitos torna-se público que por meu despacho de 29 de Dezembro de 2008 e na sequência do concurso Interno de Acesso Li- mitado para o preenchimento de um lugar de Técnico Superior Arquitecto Assessor Principal. . Ana Maria Abrantes Elias. . . L. .L.R. . L. no dia 24/10/2008 e cuja lista de classificação final foi homologada pelo senhor Presidente da . . 2. Maria Emília da Fonseca Boleto Pinto Lopes & Irmãos. S. . A.38 Manuel Rodrigues Gouveia.ª série. A. Construção de Muros na Quinta do Alemão . no local objecto do loteamento e num jornal de âmbito nacional. .02 € 188 910. .07 € 124 638. . . . sugestões e pedidos de esclarecimento. . contados a partir da data da publicação do presente aviso no Diário da República — 2.da A. Caminho Rural das Quintas de Vila Soeiro do Chão . .

301276166 CÂMARA MUNICIPAL DE GOUVEIA Aviso n. 1 Lugar de Fiscal Municipal Especialista: António Agostinho Daniel Luís — escalão1 índice 269. procurando uma melhor e mais célere prestação de serviços ao munícipe.º 3 do artigo 3. ambas do artigo 64. Maria Fátima Lopes Santos — escalão 1 índice 269 — € 897. um novo regime relativo às consultas externas a efectuar à administração central.º 91/95. Maria Germana de Sousa Rocha.º 2561/2009 Para os devidos efeitos. foram seguidos. n.º 178/2006.º 98/97 de 26 de Agosto). do estipulado na Lei das Finanças Locais e no Regime Jurídico das Taxas das Autarquias Locais. de 4 de Junho.º 3. de 29 de Janeiro. Uma melhor clarificação de um conjunto de definições. designadamente as autorizações administrativas. das normas constantes do Decreto-Lei n.º 60/2007. procurando uniformizar o vocabulário urbanístico a aplicar. no dia 24/12/2008 e notificada. pelas Leis n.56. os candidatos abaixo indicados: 1 Lugar Técnico Superior Principal — Área História: Margarida Maria Lameiras Assunção Noutel Santos — escalão 1 índice 510 -€ 1.º 169/99. tendo em vista uma resposta mais célere e objectiva aos desafios de futuro que aquelas tecnologias perspectivam.º e da alínea m) do n. que assegura o normal desenvolvimento da tramitação processual nas suas diversas fases.º 555/99. com as alterações posteriormente introduzidas. o Decreto-Lei n. foram nomeados. tornando-se contudo necessário promover a adaptação ao definido no novo RJUE.4222 Diário da República. pelo Decreto-Lei n. minimizem o recurso a sistemas que dependam do consumo de energia de índole comercial e o impacto sobre o ambiente. na sua actual redacção. e pelo Decreto–Lei n. no caso presente.º 177/01. aprovado pelo Decreto-Lei n. Foi nomeado técnico superior arquitecto assessor principal. em complemento e conjugação com a demais regulamentação municipal existente.º da Constituição da República Portuguesa.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Destacam-se das alterações referidas aquelas que mais se reflectem no articulado do Regulamento actualmente em vigor.º 59/2009 Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação Preâmbulo Com a publicação da Lei n. de 4 de Setembro. que visem o conforto térmico.º 7 do artigo 112. e da Lei n. Álvaro dos Santos Amaro. o surgimento da figura do gestor do procedimento. 301182773 CÂMARA MUNICIPAL DE ÍLHAVO Regulamento n. 2 Lugares de Operário Qualificado Principal — Jardineiro: PauloAlexandre Figueiredo Silveira — escalão 1 índice 204 — € 680. 2.41. de 20 de Julho. de 11 de Janeiro.701. que apenas se mantêm para a utilização de edifícios e suas fracções. precedendo concursos internos de acesso limitado.º 5-A/2002.º 98/97. A sistematização de um conjunto de procedimentos técnicos e administrativos relativos às operações urbanísticas a desenvolver pelos particulares. 30 de Dezembro de 2008.º 555/99.º 1930/2009. elabora-se o presente Regulamento tendo como objectivos: Uma ocupação e fruição ordenada e qualificada do território municipal. de 18 de Setembro. e um novo regime das comunicações prévias. publicado no Diário da República n.) 2 de Janeiro de 2009.41. 2. a contar da publicação deste aviso no Diário da República.º 38382. — Por delegação do Presidente da Câmara.os 15/2002.º 267/2002. do previsto no Decreto-Lei n.41. submete-se à aprovação da Câmara Municipal o presente projecto de alteração do Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação e da correspondente tabela de taxas e a sua submissão a apreciação pública nos termos do disposto no n. — Por Delegação do Presidente da Câmara. Vereadora da DRH. — O Presidente da Câmara. um melhor e mais eficaz serviço prestado aos cidadãos.41. Acácio Costa Oliveira — escalão 1 índice 204 — € 680. de 26 de Agosto. de 5 de Setembro. Ana Isabel Vieira Pires — escalão 1 índice 269 — € 897.º 35-A/2008 de 29/07.º 2 do artigo 68.º 13/00. os mesmos princípios do RMUE actualmente ainda em vigor e que então fundamentaram a definição e o cálculo dessa mesmas taxas. de 2 de Setembro. Assim. 301276222 Aviso n. e nos termos e no uso da competência que lhe confere o disposto na alínea c) do n. de 8 de Agosto.€ 897. a saber: — António José de Carvalho Espinheira Rio O referido candidato deverá assinar o termo de aceitação para que foi nomeado no prazo de 20 dias. de 7 de Agosto de 1951.º 60/2007. na senda da modernização da administração municipal cuja implementação é já uma realidade no nosso Município. declara-se sem efeito o aviso n.º 2562/2009 Para os devidos efeitos se faz público que.56. de 26 de Novembro. a ampliação da figura dos impactes semelhantes a loteamento com o novo regime do impacte urbanístico relevante. nos termos da Lei n. e da alínea a) do n.º 64/03.º 4 do artigo 9. nos termos dos disposto no artigo 66. . com a redacção pela Lei n. a Vereadora da D. H. R. com as respectivas alterações. e 4-A/2003. em especial no que concerne às taxas aplicáveis nos casos de admissão da comunicação prévia. o candidato classificado em 1. a cobrança das taxas surge como uma necessidade. por despachos datados de 31 de Dezembro de 2008. de 19 de Fevereiro. ventilação e iluminação natural. (Isento do visto prévio do Tribunal de Contas.º lugar da referida lista. do n. Assim e tendo presente a experiência entretanto adquirida. do preceituado no Decreto-Lei n. com vista à sua adaptação a este novo enquadramento legal que lhe serve de fundamento. ao abrigo do disposto no n.ª série — N. o desaparecimento do emparcelamento enquanto operação urbanística de loteamento. de 16 de Dezembro. do determinado no Regulamento Geral das Edificações Urbanas.41. e finalmente.º da Lei n. com as alterações que lhe foram introduzidas pela Lei n.º da Lei n. de 4 de Setembro. do consignado nas alíneas a) e e) do n.º 7. de 16 de Dezembro. incluindo a definição das condicionantes formais e funcionais a considerar nos projectos que visem intervenções de carácter urbanístico e arquitectónico. sofre profundas alterações que implicam a necessidade de proceder à revisão do actual Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação (RMUE). alínea c) da Lei n. Uma abordagem à concepção sustentável de espaços exteriores e edifícios através da integração de princípios da utilização passiva da energia solar. Maria Germana de Sousa Rocha. os quais implicam um esforço financeiro contínuo por parte da autarquia. Da mesma forma e porque mais do que uma obrigação legal..º 157/2006.56. aprovado pelo Decreto-Lei n. de 23 de Agosto.º 14. de 22 de Fevereiro. a introdução das tecnologias de informação como meio privilegiado na entrada de documentos e como forma de proporcionar. de 4 de Setembro. tendo em vista a prestação de serviços às populações de forma a garantir uma cada vez melhor qualidade de vida dos munícipes nomeadamente ao nível de investimentos em infra-estruturas básicas. 3 Lugares de assistente administrativo especialista: Rui Manuel Paulo Costa — escalão 1 índice 269 — € 897.º.º 53 — E/2006.º do Despacho Normativo n. (A presente nomeação não está sujeita a visto prévio do Tribunal de Contas. O prazo de aceitação é de 20 dias a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República.º 60/2007.º 169/99. nos termos do artigo 114.º e do artigo 241.º 2. das disposições da Lei n. com as alterações introduzidas pela Lei n. Câmara. aos candidatos. 1 Lugar de Operário Qualificado — Calceteiro: José Manuel Santos Reis — escalão 1 índice 204 — € 680.º 2 dos artigos 53. de 18 de Setembro.ª série de 21 de Janeiro de 2009.º da Lei n. 21 de Janeiro de 2009.

(Anterior alínea l. 71. .º. 60. . . . .º do Decreto-Lei n. .º 555/99. . . .º. . 65. d) e f) do n. . aprovado pelo Decreto-Lei n. . . . O pedido de informação prévia relativo a operações de loteamento e obras de edificação é obrigatório. . 14. . . o pedido ou comunicação e respectivos elementos instrutórios serão. no Município de Ílhavo. .º. . .º. Zona urbana consolidada: zona caracterizada por uma densidade de ocupação que permite identificar uma malha ou estrutura urbana já definida. .º 555/99. . . .º. .º-A do RJUE.º. O pedido de informação prévia. . . . de 11 de Março. . . com a redacção dada pela Lei n. . sob proposta da Câmara Municipal. 9. n. Telas finais: peças escritas e desenhadas que correspondem. . . . . . . . . Cércea dominante: cércea que apresenta a maior extensão ao longo de uma frente edificada. . obrigatoriamente. . . . . 61. . . . . . . . . . da natureza e localização da operação urbanística pretendida. Os artigos 1. . . . .ª série.º 1 do artigo 91.º. 75. . . . . de 4 de Setembro. foi aprovado pela Assembleia Municipal de Ílhavo. d) e f) do n. (Anterior alínea u. . .º. pois. .º. . com a presente alteração do Regulamento. . . . .º. . . .º 107. Artigo 3. . d. . . . . .º 60/2007. . . Informação prévia de obras de edificação: quando as obras incidirem sobre área abrangida por Plano de Pormenor que contenha as menções constantes nas alíneas c). . . 9. . . . . de 19 de Setembro.º. (Anterior alínea o. 11. . . . .º.º 107.º. . . . . . . 6. . . aprovado pelo Decreto-Lei n.ª série. . . introduziu alterações profundas nos procedimentos de licenciamento municipal das operações de loteamento. . . . . . .º. . . 4. . 8. Em situações devidamente justificadas. . Visa-se. as regras gerais e critérios referentes às taxas devidas pela emissão de alvarás. f.) w. . . . . . . . (Anterior alínea i. . .) aa. .º. . . . ampliação. (Anterior alínea y. com as necessárias adaptações. de 16 de Dezembro. passam a ter a seguinte redacção: “Artigo 1. . .º do RJUE.ª série. apêndice 70.º. 46. .º. . . 5. . . . com vista a uma melhor apreciação da pretensão apresentada.º e 77. (Anterior alínea p. . . . n. .) z. Artigo 2. . no exercício do seu poder regulamentar próprio. . remete para regulamento municipal. pela admissão de comunicações prévias.º. . . y. apêndice 8. . . . 56. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Nota justificativa O Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação (RMUE) elaborado no âmbito do Decreto-Lei (DL) n. . do RJIGT. . 52. . que foram aprovadas pela Assembleia Municipal de Ílhavo em 10 de Dezembro de 2004. . . . de 22 de Setembro. bem como às compensações. de 16 de Dezembro. 67. Deverão ainda ser juntos ao pedido ou comunicação os elementos complementares que se mostrem necessários à sua correcta compreensão. . 23. exactamente. . . . . . . . . . (Anterior alínea m.) o. . . . . . e publicado no Diário da República. . § único — Nos casos previstos no artigo 13. . . . 48. .º 555/99. 2. . .º 15. . com as alterações introduzidas pela Lei n. com a redacção dada e republicado pela Lei n. . .) bb. . . . . 55. . com eventual reorganização do espaço interior. . h. 2.º 60/2007.º. bem como regulamentos relativos ao lançamento e liquidação das taxas que sejam devidas pela realização de operações urbanísticas contemplando-se. e de acordo com as normas contidas no Anexo II do presente Regulamento. . . . . 47. . . . . .º.00 m2. . . .) ff. . . . . estabelecer e definir aquelas matérias que o Decreto-Lei n. . . . . . de 4 de Setembro. . . . . x. . o pedido ou comunicação e respectivos elementos instrutórios serão apresentados em duplicado. . pela realização. . . . apresentados em formato digital para efeito de consulta das entidades da administração central. 62.º. .º 177/2001. . de 4 de Setembro. . . 22. . (Anterior alínea x. . . . 63.) k. . c. . de 4 de Junho.º — A. . . alterado e republicado pelo Decreto-Lei n. . . 59.º 316/2007. ou sobre área abrangida por alvará de loteamento em vigor. . . .º. . (Anterior alínea aa. . . . . 50. . g. . . . .) cc. . . . . .º […] Para efeitos deste regulamento.ª série — N.) j. . poderá ser exigido pela Câmara Municipal o conveniente Estudo Prévio instruído de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente Regulamento. . . . as regras gerais e critérios referentes às taxas devidas pela emissão de alvarás. . . . . adiante designado por RJIGT. . . . .) s. b. no sentido de garantir a sua adequação e coerência com as novas regras. . . de 16 de Dezembro. . . . . A realização de obras de edificação sujeitas a licenciamento ou comunicação. a concretização e execução do Decreto-Lei n. Face ao preceituado neste diploma legal. . 2. deste modo. . . . . . . . . . . .) r. (Anterior alínea j. 35. . . .º.º. . .º do Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação (RMUE). . . 49. . . .) v. . . . . . Enquanto não estiver implementado o sistema informático previsto no artigo 8. .º 380/99. .º 232/2008. . . . 2. . . . . houve necessidade de proceder a algumas alterações pontuais. em função. . . . . . . . e. 7. . . . adiante designado por RJUE. à obra executada. . . conservação e demolição de bens imóveis. . . . . . . . O actual Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE). Estufa de jardim: edificação construída em estrutura ligeira revertida a material transparente de cor clara. . manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas.º […] O presente regulamento estabelece os princípios aplicáveis à urbanização e à edificação. aplicando-se. . . em 7 de Março de 2003. . . . . . . . . entende-se por: a.º.º 1 do artigo 91. . alteração. .º. Obra: todo o trabalho de construção.º. 10. . obedece ao disposto no artigo 9.º.º Alterações 1. . (Anterior alínea k. . com excepção das seguintes situações: a. (Anterior alínea n. bem como a sua comunicação prévia. . . 3. . apêndice 70. consignando-se ainda os princípios aplicáveis à urbanização e edificação. .º. . . i. . . Com a entrada em vigor de novas disposições legais e em resultado da aplicação e da reflexão sobre este Regulamento. . (Anterior alínea s. pela realização. ocupação do espaço público para a realização de obras e concessão de outros documentos. apêndice 8. . . . . . .º. . .º. n. . . pela admissão de comunicações. . . .º […] 1.Diário da República. .º. . . Artigo 1. . . . . . os Municípios devem aprovar regulamentos municipais de urbanização e ou de edificação. . . . .º 15. . . Estas alterações obrigam a uma segunda alteração do presente Regulamento. . de 16 de Dezembro. . . .º. . .) t. . . bem como de obras de urbanização inseridas em operações . de 9 de Maio de 2003. . . .º. . Pérgula: estrutura de ensombramento aligeirada de reduzido impacte visual. . . . . (Anterior alínea q. . . 2. . com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. .) q. . .º. 69. . .º. seja pelo equilíbrio estético ou ambiental subjacente que urja salvaguardar. . . . . . cuja alteração foi publicada no DR. . bem como às compensações. .0 555/99.de 21 de Janeiro de 2005. . 7. (Anterior alínea v. dd. .º. .º. . de 21 de Janeiro de 2005. . de 16 de Dezembro. . . .º 60/2007. . . . Informação prévia de loteamento: quando a operação incidir sobre área abrangida por Plano de Pormenor que contenha as menções constantes nas alíneas c). m. . (Anterior alínea h. 64. .º. . . . o disposto no n. . . .) ee. . . . b. . . . 5. .) 4223 n. 19. 17. . . .º 2 do artigo 11. . .º. 4. . . . . . . das obras de urbanização e das obras de edificação.º. . . . . . l.ª série. . de 9 de Maio de 2003. . . . . manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas.) u. . mantendo o esquema estrutural básico e o aspecto exterior original. . . .º. . 57. 53. . . . . . . 6.º. . . nomeadamente. . 2. 15. .) p. . . e será instruído com os elementos referidos na Portaria n. . Equipamento lúdico: edificação a céu aberto com finalidade lúdica ou de lazer. . 76. sob proposta da Câmara Municipal. . .º 555/99. . . . .º. . . . 21. . . . Obra de reabilitação: Obra de alteração que visa adequar e melhorar as condições de desempenho funcional de um edifício. . . . . . . . . . reconstrução.) gg. . . 45. . com altura igual ou inferior a 2. 51. 2. de autorização e de licença relativo a operações urbanísticas. . 68. 16. . . . . . . 3. . . (Anterior alínea r.º do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial. . . localizada no logradouro posterior da habitação e sem recurso a fundações permanentes. (Anterior alínea w. . . onde existem as infra-estruturas essenciais e onde se encontram definidos os alinhamentos dos planos marginais por edificações em continuidade. . . . seja em áreas densamente construídas ou comprometidas.60 metros e área igual ou inferior a 50. (Anterior alínea z. n. . . a alteração ao RMUE foi publicada no Diário da República.º. . . . . . . . hh. . 74. publicado no Diário da República (DR). . .

. . ... c. . c.... ... . . ... ao edifício principal com altura não superior a 2. designadamente as que envolvam a alteração de materiais e cores desde que compatíveis com os existentes na envolvente.....º — A do RJUE 10. .. . b... no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova... . são dispensadas de apresentação de projecto de execução as edificações que disponham de menos de dez unidades de ocupação.. . . SECÇÃO I Isenções Artigo 4.. em vias de classificação e inseridos na respectiva zona de protecção.. tais como espaços de venda e promoção imobiliária relacionados com as operações urbanísticas em curso e instaladas nas respectivas propriedades. integrando este conceito as seguintes obras: a. 2. a requerer pelo promotor. ... .. em duplicado quando apresentado em formato de papel..00 m...º andar das edificações cuja utilização implica uso do público nos termos definidos no artigo 12. .. com excepção das obras de reconstrução... .. 4.. .º do RJUE deve obedecer às seguintes condições: a.º Edificações com impacte semelhante a um loteamento Para efeitos de aplicação do n... O pedido de certidão comprovativa da verificação dos requisitos de destaque de parcela nos termos do disposto no n. Artigo 5.. Artigo 11. . esta poderá ter uma profundidade superior a 15. . .. (Anterior alínea f.. (Revogado. . em alternativa. . ......º 3 do artigo 6.. Estão sujeitas a consulta pública as operações de loteamento que excedam dos seguintes limites: a.. . . acessibilidades e demais regulamentos específicos das boas normas construção.. 11.º Operações de loteamento sujeitas a consulta pública 1. de modo a não afectar a estética das povoações e a beleza das paisagens. A realização das obras previstas no n. b... .. b... 10% da população do aglomerado urbano em que se insere a pretensão.... . . ... impacte e dimensão não obedeçam ao procedimento de licença ou de comunicação... 2. . 50 fogos. .. sob pena de serem puníveis como contra-ordenação e ficarem à aplicação das sanções previstas nos diplomas legais que forem infringidos. As pequenas construções para abrigo de animais até 10 m2 sem fins comerciais e com altura igual ou inferior a 2. (Anterior alínea i.º 4 do artigo 6.... .. . i) e j) do n.20 m. 2.. . pelo director de obra ou de fiscalização ou pelo coordenador do projecto antes do início da obra de edificação sujeita a licenciamento. .. . b. forma.... f.. .º […] 1. . consideram-se obras de escassa relevância urbanística aquelas que pela sua natureza.. A edificação de pombais com a área máxima de 6 m2. Código Civil... nomeadamente: Plano Director Municipal (PDM) de Ílhavo..2 m ou.... . com excepção das instaladas sobre a cobertura dos edifícios sitos em áreas especificamente definidas no PDM como de grande sensibilidade paisagística e ou de reconhecido interesse histórico-social.) Artigo 9. ...... A edificação de equipamento lúdico ou de lazer associado a edificação principal com área inferior à desta última. .º […] 1. .º — A do RJUE. . . d. devendo em ... .. Para efeitos do consignado no n.. .... .) o....º Isenção de licença ou de comunicação 1. . ... . ... Artigo 6...ª série — N. . e.. . . . Ser precedido de informação prévia favorável para construção de uma edificação na parcela objecto de destaque. Em todas as edificações deve ser previsto. As operações urbanísticas referidas no número anterior estão isentas de controlo prévio. d.. .. ... .. .. Devem ainda salvaguardar uma adequada inserção no local. Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU)....50 m e com área igual ou inferior a 10 m2 e que não confinem com a via pública. .º do RJUE. h.. .. ...... do tipo de operação urbanística que vai ser realizada. no tardoz... .. instruída de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente regulamento.. implantados em zona exterior ao perímetro urbano definido para a propriedade respectiva. localização. ... .. 5 (cinco) dias antes do início das obras. .. 3. com as características definidas no diploma legal que aprova o regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público. 2. nos termos do artigo 80. 2. ... . ...º 1 e do n. ampliação e alteração de imóveis classificados. c. . As edificações. Estruturas amovíveis temporárias... mas têm sempre que cumprir a legislação aplicável em vigor. . (Revogado. . Ser instruído de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente Regulamento.. A demolição das edificações referidas nas alíneas interiores.. com afastamentos mínimos de qualquer estrema da propriedade de 4 m.. g.. considera-se geradora de um impacte semelhante a um loteamento: a. A edificação de estufas de jardim com altura inferior a 3 m e área igual ou inferior a 20 m2. 2. A obrigatoriedade referida em 1. .. .. até ao limite de 25 m. .. bem como os que constituem património edificado integrados nos espaços culturais definidos no Plano Director Municipal (PDM) de Ílhavo.. . desde que não ocupe o logradouro frontal e. o acréscimo não exceda 50% da respectiva área livre da parcela....... 5..º do RJUE. (Anterior alínea j.. ....... . . 3. .. b).. RMUE. .º — A do RJUE.º 1 do artigo 6. Artigo 7.. . . lotes ou espaço público pelo sector de topografia municipal.º 4 do artigo 80. o particular poderá optar pelo regime de licenciamento...... garantindo em qualquer situação a profundidade mínima de 5 m de área livre... .. contíguas ou não.. m. obrigatoriamente.. ..º do RJUE.. ..) n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 qualquer caso os interessados darem conhecimento à Câmara Municipal.. alvarás de loteamento em que se integrem.º 5 do artigo 57.. . .... ... k.. . A edificação de muros de estremas até 2 m de altura e de muros de suporte de terras até uma altura de 2 m ou que não alterem significativamente a topografia dos terrenos existentes. ... durante o prazo de validade do alvará ou da comunicação prévia admitida para a operação urbanística correspondente. Estão isentas de licença ou comunicação as operações urbanísticas identificadas nas alíneas a). ... . .. Nas edificações com cave.º.) 6.. . de loteamento sujeitas a comunicação. destinadas a apoio às funções habitacionais em prédio onde haja título válido para utilização da edificação principal. . j. . de construção e de demolição e ou fixar a data a partir da qual as mesmas se deverão iniciar.. A construção de rampas destinadas a pessoas de mobilidade condicionada e a eliminação de barreiras arquitectónicas quando localizadas no perímetro das habitações e dentro do lote edificável... ..º-A e para os efeitos do definido no artigo 93..... Quando o controlo prévio da operação urbanística estiver sujeito ao regime de comunicação prévia.. l. As obras de alteração exterior pouco significativa. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos para início e ou conclusão de obras de urbanização. .º […] 1. . Para efeito do disposto na alínea g) do n.. O limite previsto na alínea c) do número anterior será referenciado ao valor do último censo da população residente na freguesia em que se insere a operação.... . . pelo construtor. com altura igual ou inferior a 3. estende-se ao 1.º do presente Regulamento. o acesso a pessoas de mobilidade condicionada aos pisos de rés-do-chão... .. 2 ha. . .º 2 do presente artigo deve ser precedida de uma participação à Câmara Municipal no respectivo início nos termos do disposto no artigo 80.... antes da emissão do alvará de loteamento ou aquando da informação à Câmara Municipal da data do início dos trabalhos nos termos do disposto no artigo 80. As pequenas obras de arranjo e melhoramento da área envolvente das edificações que não afectem área do domínio público.. 7.. .) i. Pérgulas.. .. deve ser precedida da verificação dos respectivos alinhamentos da edificação.4224 Diário da República. via pública e edifícios habitacionais.. .

. . ... . .. . . . 5.. . . . 4. . .. .. . d. 2. ... . . . . .º Balanços fechados e varandas 1. . .. . . . . . . . ... individualizada.. . .. . . . . . . . . .. .. . .º […] 1. .. . . . .. . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . ... . . . . ... . . a arrumos. . . . . .. . .. . . .. . b.. . . . . .. . . . . . ... . . .. . . . . . .. .3 kg/habitante. . . Artigo 23. .. . . . a. . . . .. . Para terrenos servidos por um único arruamento. .. .. ... . . . .. .º […] A construção de pequenos edifícios denominados anexos. . .. . . . . . .. . .. . Quando a opção do projecto for a de cobertura em placa horizontal. . . . .. . . . . .º […] As taxas definidas no presente regulamento são devidas pela emissão de alvarás.. . . . . . a. .. . . . . .. industrial ou de serviços.. . . . a. . . . .. .. . . . . . .. . . . . não poderão ter uma altura inferior a 1.... . . . .. 5.. .... . . 6. . . . . . .. . . . . . . .. . . 6. . . . . ... . . .. .50 m acima da cota de referência do arruamento. . .. . .. . . . .. . .. . . nomeadamente por crianças. . . . . . . . .. . .. . . . .... . . .. . . . . . ... . . . . . . . . . Artigo 45. . .. . ... . .. . c. .. . ... .. . . . . . . . . . 2. . . . . . . .) 2. . . . A ocupação do espaço público para efeito da realização de obras nos espaços urbanos da Praia da Barra e da Costa Nova poderá não ser autorizada durante a época balnear caso se verifique que. . . .. . . . . . . .. . . . . . . ... . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. .. . . . . 4.º Terraços.. . . . . . ... . . . .. . b. . . . ... . . . . . . . . . . . . . . . .. ... . . . . .. . . .. .. . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . 3.. 2.. . . . não podem ter vãos tipológica e morfologicamente característicos de habitação. Deverá considerar-se como peso específico dos resíduos em contentor. . . . . .. . .. . . . .. . . . .. .. . . . .º Alinhamento e cota de soleira 4225 1.. . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 10. . . .. . . . . . . . .. sendo interdita qualquer utilização de carácter comercial. Em todos os edifícios destinados a habitação colectiva será obrigatório prever uma área específica para o tratamento e secagem natural de roupas em estendais. 7. . .. ..... . a utilização de uma única tipologia construtiva. .. . . . . . b. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . .... . ... . . . . poderá ser permitida a utilização para fins habitacionais.. . .. .. . . . . é a cota média do mesmo. . . . 3. ... . . . . . . .. . . . . . . ... . . . . .... c. . . . . . . desde que fiquem salvaguardadas as situações de servidão de vistas.. . . . e 2. .. 2. . .. . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . .. . . .. . . .. . . . devendo ser caracterizadas de forma a não potencializar uma utilização indevida. . . . e. . . . ... . . . . . . . . . . . c. . .. . . . . . . . .. .. .. . . . . . . . . . .. . ma- . . . . . . . mezaninos e espaços similares. . . . . . .. . ... .. .. . . . . . . c. . . 3. .. . . ... . . . . .. . . . . ... . . . . . .. 5. .. . .º […] 1. . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . .. Será permitida a instalação de marquises nas condições previstas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas. . . .. . . . . . . . . .. . . . . . Artigo 15. . . .. . . . . .. . . .. . Deverá considerar-se como média diária de produção de resíduos 1.. . . .. . . . . . . . . . . . Artigo 14. . . . . . . . . . . . . .. . .. . . .. . . . . . de uma área igual à resultante da determinada de acordo com as situações referidas em 1. . . . . . . .Diário da República. . . . .. . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . d.. .. . Não serão permitidos balanços fechados sobre os logradouros laterais quando estes possuam a largura mínima legalmente estabelecida. . .. . . . . . . . . . .. . .50 m. .. . . . . . . . .. o valor de 0. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .10 metros. . . .. . em piso recuado. . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . bem como aqueles cujo uso se destina a arrumos. . .. .. varandas e guardas 1.. . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . .. . . Destinar-se-ão. . 3. . pela realização. .. . . .. . . . . .. . . .. . .. . .. . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . ... . .. 2... .. . . . .. .. . . . . . conforme levantamento que constitui o Anexo IV do presente Regulamento. . . . . . d. . . . . definida da seguinte forma: Para terrenos servidos por mais que um arruamento. . . . Se encontrem definidos em Planos Municipais de Ordenamento do Território ou Estudos Urbanísticos aprovados pela Câmara Municipal alinhamentos diversos. . . . .. . . . .. . . . .. . . .. . . . .. . 5. Artigo 17. . .ª série — N. . . . . .... . .. . . .. . . .. . . .. . .. . . .. . . . . . .. . . é a cota do arruamento de cota inferior. ... .. pela sua localização. . . .. . . .. . . .. . .. . . . .. . .. .40 m acima do respectivo pavimento.. . . .. . . .. . . . . . ... . . . .. . . . . . . . . . . Garantam uma altura livre com o mínimo de 2. . . .. . .. . .. . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. a. . . . . . . . . . . . . .. . .. . a. . .. . . . . . . . .. . . . .. . .. ... . . . .. .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 3.. . . .. .. . .. . . .. . . . . . . . . É expressamente proibida a instalação de estendais. . . . . . . .. . . ... . . .. . b. . . ... . f. . .. . esta colide com os usos a desenvolver nesse mesmo espaço. . . . sobre a via pública ou mesmo em fachadas voltadas para a via pública. .. . . . ... . .. provisórios e ou definitivos. . . Os sótãos que não possuem as condições de habitabilidade previstas no RGEU. . .º […] 1.. .. . . .. .. . . . .. . A cota de soleira dos edifícios não poderá elevar-se mais do que 0. . . 4.. . . 7. . . As varandas devem dispor-se nas respectivas fachadas de forma a que a sua distância a qualquer das estremas seja superior ou igual a 1. . . . . . .. . . . . . . . . . .... . . . . . . . estacionamento automóvel e outras funções de apoio à habitação. .. . . . As guardas das escadas.. . . . . . . . .. . . . . Artigo 22.. . . . .. . . . . . . .. . 3. . ... .. .. . 6. .. ... . . . . . .. . varandins. . . . . ... . . . . .. .. .. . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . .. . ... . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . .. .. . deverá respeitar as seguintes condições: 1. . .. .... . .. . . . .. . . . . .. . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . .. . .. . .... . .. . Artigo 16. . . .. . .. . . . . .. .. . . § único — Esta regra não se aplica quando o último piso da edificação for já um piso recuado. . . . ... . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . ... . . . prejudicando a segurança de pessoas e bens. . . .. . . . . . .. . . . . . . .. . . . .. . . .. .. . . . .. ... .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . .. . . . . . desde que as mesmas se destinem a melhorar o desempenho energético e estético dos edifícios. . . . . . . .. .º […] 1.. . ... . .. ... ... .. . . . . c. . . .. . . .. . 2. . . ... . ... . . .. . .. . . . . . . . . . .. Artigo 21. . . . . . . . . . . ... .. b. . Artigo 19. .... . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . .... . .. 2. ... . . . ..... ....... . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . nomeadamente a circulação pedonal. .. . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . ... . .. . . . . . . . .. com excepção da actividade de fabrico artesanal de pão e folares regionais existentes.. . admite-se que as mesmas encostem às estremas em conjuntos geminados ou em banda. .. . . . . . ... . . .. . .... . .. .. . . . .. . . . . . . .. . . .. . . . em termos de desenho e materiais de construção aplicados.. . . . . . . . . . . .. . . . .. .. .. .. . . . 4. . . ... . 2. . . .º […] 1.. . . .. . . .. exclusivamente. .. . .. . . . . . .. . . . . .. .. . . . . .. .. . . . .. . . . 3. .. . . aceitando-se apenas. . . . . . .. . . . . ... . . . . . ... . . .. . . . .. . . . Artigo 35.. ... .. .. . . 2. .. .. . .. . . . determinada nos termos do ponto seguinte. . d. .. . .. . . 4. . . . . . . . nos edifícios existentes. . . . . . . . . . .. . ... . .15 Kgf/l. . . . . . . .º Tratamento e secagem de roupas em estendais 1. . .. . . .. . . . bem como a qualidade da paisagem e o usufruto público do espaço correspondente. . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . ... . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . ... . . ... . .. . . . .. . . . . . .. . . 4. .. . . .. .. .. . . . . . .. . . . .. . . . . . . pela admissão de comunicações prévias. . . . . . integrada na habitação e de forma a que a roupa estendida não seja visível a partir da via pública.. . . .. .. a implantar nos logradouros dos prédios. . . . do presente artigo. . . . . . . . . . .. . . . .. .. . . 2. . . . . . . .. . . . ... . .. .. (Anterior alínea e.. . . .

. . . . . . . 3. . Artigo 53. . . . . . . . . . . . . . . . desde que seja prestada caução nos termos do n. . . . . . . . . variando esta consoante o uso ou fim a que a obra se destina. . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . 9. . . . . . . . . . O pagamento fraccionado deve ser feito em prestações iguais. . . . . . . . . . . . . . . . . . Artigo 52. . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 de loteamento e de obras de urbanização está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro 1 da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento 1. . . . . . . . seus institutos e organismos autónomos personalizados. . . . em simultâneo. . e de outra variável em função do prazo de execução e do tipo de infra-estruturas previstos para essa operação urbanística. . . . . . . . . . . . . . sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. . . . . . . . sendo esta composta de uma parte fixa. . . . . . Artigo 47. . . . . . . . . . . . . . . sendo esta determinada em função da área sobre a qual incide a operação urbanística. . . . ampliação ou alteração de instalações de armaze- nutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas. . . . . . . . . . . . . . . . sendo esta composta de uma parte fixa. . . . As taxas previstas na presente tabela serão actualizadas. . . . . . . . . . Qualquer outra alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número um deste artigo. . . . incidindo a mesma. 2.º […] 1. . . . . . . . . . . 5. . . . . . . . . . . 7. . . apenas sobre o aumento autorizado. . . . . . . . . . . . . . que implique o aumento do número de fogos ou de lotes. . . . . . . . . a fixar pela Câmara Municipal a requerimento do interessado dentro do prazo determinado para a conclusão das obras de urbanização ou de construção. . . . . . . . .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de trabalhos de remodelação dos terrenos A emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia para trabalhos de remodelação dos terrenos. . incidindo a mesma. . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . nomeadamente o Estado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . As prestações seguintes serão pagas. . . . . mensais e sucessivas. . . . . . . . . . . . e de outra variável em função do número de lotes. . . . . . . . está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro IV da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . Artigo 46. . . . . . . . Em caso de qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização. . . . . funcionando como mecanismo perequativo. . . . . . . . 9. . 5. . . . . . . . . . . . . O fraccionamento referido no número anterior deverá obedecer às seguintes condições: a. . . . 2. .º da Lei n. . . . . . . a emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia de operação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . correspondente ao processamento técnico-administrativo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . A primeira prestação será paga com a emissão do alvará de licença ou com a admissão de comunicação prévia. . . . . . . . . .º 2 do artigo 54. 5. . . . . . sendo esta composta de uma parte fixa. . . . . . . . . . . . . . . . A emissão do alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção. . 8. Nos casos referidos no n. . 4. . . . . . . . . . . sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. Qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de obras de urbanização está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número anterior. . . . a aplicar ao montante da taxa em débito. . . . . . . . .º […] 1. . . . . . . 2. por deliberação da Câmara Municipal. . . . . . . . . . . . . . . . e. . . . . . . . . . . . . . .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização 1. . . . . . . . . . e de outra variável em função do número de lotes. . . d. . . . . . . . . . . sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. . . . . . . . 3. . . . . . . contudo. . . 6. . ser fraccionado até ao termo do prazo de execução fixado no alvará. . . . . . . . . . . . . . . . 4. ampliação ou alteração. Artigo 49. pelas compensações devidas pela não cedência de espaços verdes e equipamentos de utilização colectiva no licenciamento ou autorização de operações de loteamento ou de obras de edificação com impacte semelhante a um loteamento. . . . 8. .º 2/2007. . .º 3 do artigo 76. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . relativa ao período de Novembro do ano anterior a Outubro do ano corrente. . . . . . . . . . . . promover de imediato a restituição ao interessado da importância que pagou indevidamente. . . Quando se verifique ter havido erro de cobrança por excesso de valor superior a € 5. . . . . apenas sobre o aumento autorizado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a caução de valor correspondente às prestações seguintes e respectivos juros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . bem como pela prestação de serviços administrativos no âmbito do regime jurídico da urbanização e da edificação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . fogos e unidades de ocupação previstos nessa operação urbanística. . . inclusive. . . . . . . correspondente ao processamento técnico-administrativo. está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro V da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . . reconstrução. . . contudo. . funcionando como mecanismo perequativo. . . . 11. . . . independentemente de reclamação. . . . . . .ª série — N. . . . . . . . . . . . . . . . . . devendo ser prestada. 7. . .00. . . . . . . . . . Artigo 50. . . . pela ocupação do espaço público por motivo de obras. . . . . . . . . . é também devida a taxa referida no número anterior. . . . . com faculdade de delegação no presidente e de subdelegação deste nos vereadores. A emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia de obras de urbanização está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro III da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . . . . .º do RJUE. . . . 10. . . . . A emissão do alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro II da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . . deverão os serviços. . . . Artigo 48. . . . . . Artigo 51. . . . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . tal como se encontram definidos na alínea l) do artigo 2. . . . . . . . pode. . . . . 6. 2. . . . . . . fogos e unidades de ocupação previstos nessa operação urbanística. . . . . . . . . . . . . . . de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais). . Não serão feitas liquidações adicionais de valor inferior a € 5. . b. . . . . Qualquer outra alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número um deste artigo. . . . . . . . . . . . . . . .º […] 1. . . . . .4226 Diário da República. . . . . . . . . . . . . . .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção 1. . . . . . . . . . . A emissão do alvará de licença ou para obras de construção. . . . . . . . . . . . . funcionando como mecanismo perequativo. . 2. em função do índice harmonizado de preços no consumidor (taxa de variação média anual) publicado pelo Instituto Nacional de Estatística. . . . . durante os cinco primeiros dias úteis dos meses subsequentes e serão acrescidos de juros à taxa legal. . . . . . O pagamento das taxas referidas no presente Regulamento. . é também devida a taxa referida no número anterior. . . .º do RJUE. § único — No licenciamento ou comunicação de obras de alteração que impliquem a redução da área de construção não haverá lugar à devolução de qualquer taxa. . .00. . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . apenas sobre o aumento autorizado. . . . . . . . . . 2. . reconstrução. . . . . . . c. . . . . . . . . . . . . ordinária e anualmente. . . . . . . . . . . . . correspondente ao processamento técnico-administrativo. .º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de urbanização 1. . . . . . . . . . . . . . . .º do RJUE. Em caso de qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento que implique o aumento do número de fogos ou de lotes. . . . . . . . . . . . . . os municípios e as freguesias. . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . a área bruta a edificar e o respectivo prazo de execução. . . . . . . . . . . . . . . . Estão isentas do pagamento das taxas previstas no presente regulamento as entidades referidas no artigo 12. . . . .

. . . . . . . . . . . . . . .º […] (Revogado. Artigo 60. . . . . ao posto e serviços. o número de equipamentos a instalar e o respectivo prazo de execução. excluindo caves ou anexos para estacionamento/arrumos/instalações técnicas ou similares. .º e n. . . . . . a taxa definida no presente artigo terá um agravamento de 50%. . . . . . . . . . . . . Na determinação do montante das taxas será aplicável o estatuído nos artigos 49. . . . 3. . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 namento de produtos de petróleo e de postos de abastecimento de combustíveis está sujeito ao pagamento da taxa fixada no Quadro VI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . . . . respectivamente. ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: K = 0. . . .º […] Nas situações referidas no n. . . Z = 0. . Z = 0. . . . . . . . . . . . . Artigo 61. . Z = 0. b. . . . .º 4 do artigo 4.045 — quando a operação urbanística conne com arruamento público existente e não se integre na situação anterior. . . . . .º 6 do artigo 58. Artigo 63. . . . nomeadamente. . . . c. . .ª série — N. . . sendo devidas as taxas previstas no presente artigo. a concessão de nova prorrogação está sujeita ao pagamento da taxa fixada de acordo com o seu prazo. Zona 2 — Gafanha da Nazaré e Gafanha da Encarnação norte.84 — em zonas dotadas de cinco infra-estruturas. . a área bruta a edificar.º […] 1. . pela sua localização e dimensão.º do RJUE. estabelecimentos alimentares e não alimentares e serviços. variando esta consoante a área afecta às instalações.50 — em zonas sem infra-estruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . variando esta. . implicando a construção ou remodelação de arruamentos públicos ou infra-estruturas no prédio ou prédios a lotear. decorrente do preço de construção xado na Portaria anualmente publicada para o efeito. 3. . . . . nas situações referidas nos artigos 56. . .º. . . . alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de urbanização e alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção. . . O valor da taxa é resultante da aplicação da seguinte fórmula: Q(€) = K × A (m2) × C (€/m2) × Z × H em que: K — é o coeficiente que traduz a influência do custo das infra-estruturas públicas a executar pela entidade promotora. a. . . . A — (m2) é a superfície total dos pavimentos de construção. . . K = 0. . . . . . . . . . . . . . . Z = 0. . . . .º do RJUE.º […] A emissão do alvará de licença parcial na situação referida no n. . . . Nos casos referidos no n. . 3. . . . . 2.º e 53. . não dê.º […] Nos casos referidos no artigo 72. . . . . . . . . . . . . . . . a emissão do alvará está sujeita ao pagamento de um montante fixado em função do número de fogos ou unidades de ocupação e seus anexos. . estabelecida no Quadro XI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. reduzida na percentagem de 50% no que respeita à taxa em função da superfície. . . . no que se refere aos aerogeradores. .96 — em zonas dotadas de oito infra-estruturas. . . . . . . . . .) Artigo 55. . Artigo 62. . . . . . . . .64 — em zonas dotadas de uma infra-estrutura Z = 0. …………………………………………………………………… …………………………. .68 — em zonas dotadas de duas infra-estruturas Z = 0. . devida em virtude dos condicionamentos do tráfego e acessibilidades. .92 — em zonas dotadas de sete infra-estruturas.º Autorizações de utilização ou suas alterações previstas em legislação específica A emissão de autorização de utilização ou suas alterações relativa. . . . . .º Autorização de utilização e de alteração do uso 1. Artigo 54. . variando consoante o tipo de utilização. . . . . . . . . do seu uso industrial ou doméstico e do local em que são instalados. . . . . . a estabelecimentos de restauração e de bebidas. . . . . . . C — é o valor em euros para efeitos de cálculo correspondente ao custo do m2 de construção na área do município. 2. . . . . . . . . . . .º 4 do artigo 53. . . . e ainda uma taxa anual variável em função da ocupação do espaço público. . . 2. . . .º do RJUE. . Z = 0. . da inerente degradação e utilização ambiental dos recursos naturais (ar.º […] 1. . . a liquidar durante o mês de Janeiro. a cada fase corres- 4227 ponderá um aditamento ao alvará. . Z — é o coeficiente que traduz o número de infra-estruturas existentes na zona. . . . 4. . . K = 0. à taxa devida pela emissão do alvará acresce uma taxa anual fixa. . . . . . . destinados ou não a habitação. .………. 2. bem como os estabelecimentos hoteleiros e meios complementares de alojamento turístico e postos de abastecimento de combustíveis está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro IX da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . .80 — em zonas dotadas de quatro infra-estruturas Z = 0. . . . . . . . . . . incluindo a área urbana confinante por sul com a Rua de Ílhavo. . . . .º […] 1.72 — em zonas dotadas de três infra-estruturas Z = 0. . . .020 — quando a operação urbanística implique. . Em caso de deferimento do pedido de execução por fases. . quando for o caso. 3. . . . . . . . . alteração da rede viária pública existente ou redimensionamento das infra-estruturas exteriores do prédio ou prédios a lotear.º deste regulamento. . . . . variando esta em função do número de estabelecimentos e da sua área. . . A emissão do alvará de licença para a instalação de infra-estruturas de suporte de estações de radiocomunicações e de aerogeradores está sujeito ao pagamento da taxa fixada no Quadro VI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . .º e 59. . . está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro X da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . Artigo 56. . . . . . .030 — quando a operação urbanística. de alvarás ou admissão da comunicação prévia de operações de loteamento e de obras de urbanização. . . . . . . . . . . . . . . . lugar à alteração da rede viária pública existente ou alterações relevantes das infra-estruturas exteriores ao prédio ou prédios. . Aquando da emissão do alvará relativo a obras de edificação ou da admissão da comunicação prévia não são devidas as taxas referidas no número anterior se as mesmas já tiverem sido pagas previamente aquando do licenciamento ou da admissão da comunicação prévia da correspondente operação de loteamento e urbanização.º do RJUE. . . Quando a obra tenha sido iniciada antes da emissão do respectivo alvará de licença ou admissão de comunicação prévia. . consoante se trate. . . . Artigo 59. .88 — em zonas dotadas de seis infra-estruturas. . . . para as diversas zonas do país. de entre as seguintes: Arruamento Estacionamento automóvel Passeio Rede pública de água Rede pública de águas pluviais Rede pública de saneamento Rede pública de energia eléctrica Rede pública de telecomunicações Rede pública de gás — ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: Z = 1 — em zonas dotadas de todas as infra-estruturas. . . . . . . . . . águas e solos) e da consequente actividade de fiscalização desenvolvida pelos serviços municipais competentes.Diário da República. a emissão do alvará resultante de renovação da licença ou a apresentação de nova comunicação prévia está sujeita ao pagamento da taxa prevista para a emissão do alvará caducado. Artigo 57. . . . .º do RJUE. . . . . . . . contudo. . 2. . . .º 7 do artigo 23. . . . . 51. . . . . . . .

. . .4 — para residência fixa e unifamiliar. .º do RJUE... . . . . . . .. . os valores a adoptar por T e R.. . . .. .. .. . . . . .º do RJUE. .. . . . . . . . . . Artigo 64. . .. . . . . . .. . . Zona 1 Ílhavo — Cidade/Costa Nova/ Barra.. . . . . . . . . . . . deverão conter prova da sua aquisição. . . . . . . . . . . . . . a. . . . . . . . . . Definem-se. .. . . . . . . .. . .º 5 do artigo 57. total ou parcial.. d. . . . .. . . .. . H = 0... . . . . .. . . . .. . . . com as necessárias adaptações. . determinado de acordo com a seguinte fórmula: em que: C(€) = A (m2) × IU × T (€) × R 5. . .. . . . . . . . . . . . . . .. .º do presente Regulamento. (Anterior redacção do artigo) 2. . . . ... . . . . . . 2. . Artigo 75.º […] 1. . . . . . . . . .. . .. . . .... . . .. . . .. . . . . c... .00 9.. .ª série — N. Artigo 74.º do presente Regulamento. . . sob pena de serem sujeitos ao pagamento da totalidade da taxa devida pela respectiva aquisição.º […] 1. . . . . . por metro quadrado de construção.. . . . . . .. . . .. . . ... ..º do presente Regulamento. . . Fornecimento de cópias a cores e em formato digital... . . . . ... .. . . . . . A — é o valor.. . . . .. . . . . . .. . .. . . b. . . . . . . . . . A ocupação do espaço público por motivo de obras integradas no Programa Municipal de Apoio e Incentivo à Recuperação e Reabilitação de Edifícios do Concelho de Ílhavo (RECUPERA) fica isenta do pagamento das taxas previstas no presente artigo. . . . . . . . . . . . . . . . . ..26 132. .. . em termos urbanísticos. .. . . . .. . ... . . .. . . . ..º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3.. . . . . . . . . Artigo 65. . . . . . . ... . . . . . xado consoante a área territorial do município em que o loteamento se integra e a tipologia de construção do loteamento. . . . . Quando os processos relativos à urbanização e à edificação forem instruídos com extractos de levantamentos ou planos adquiridos em formato digital. .80 165. . . .. . . . ... . . . . . . . . . ficam isentas do pagamento da respectiva taxa. . . . do trânsito automóvel. da totalidade ou de parte das áreas que deveriam ser cedidas para espaços verdes e de utilização colectiva.31 0. .º […] A realização de vistorias no âmbito do RJUE está sujeita ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. . . . .. . . . ..º […] O preceituado no artigo anterior é também aplicável ao cálculo do valor da compensação em numerário nos edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si referidos no artigo 6. . . . . . . T (€) Habitação Unifamiliar Colectiva/ Comércio Indústria R 1. . .. . . . . . b. . . . . ... . . . . . . . . 4. ... .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . ... .. . . . .. . ... . . . . . . ... . . .. . . . . . .. Zona 2 Gafanha Nazaré/Encarnação Norte . restauração. . . . . . . . ... . . bem como para instalação de equipamentos públicos. . . . . . . . . . . . .. . 5.. . . .. . . . . . . . . Artigo 68. 4.. que será constituída nos termos do disposto no artigo 118. . . .º RJUE e determinadas no artigo 6.4228 Diário da República. . .. . . . . .19 152... . . . . . nos termos do disposto no artigo 72. . . . .. . . . Zona 3 Restante . . . . . . . . . . . . . . . Renovação de licença ou autorização caducada. . . 2. . . . .. ... . . b. ... . . T — é o custo do terreno. . . .. .. .. a.. . .. . a. .. .º […] C — é o valor. . . . . . . . . . . . 6.. . . .63 0. . . . .. . . .. . . .. prestada por fotocópia da guia de pagamento emitida em nome do requerente ou do técnico responsável. . . c. . . . .º 1 deste artigo não for aceite pela Câmara Municipal ou pelo promotor da operação urbanística.º 3 do artigo 44.. . . .. da compensação a pagar ao Município será determinado tendo em conta uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. . .. . .. . . .. . . Os interessados na realização de operações de loteamento urbano cedem. . . . . . a. . . . . . . . . . .. . 2. . .. . . .. . infra-estruturas viárias e equipamentos. . . ... .. . . . . . .. . .. . . . . . . . . A realização de obras de construção. . . .. . . .8 — para prédios de rendimento para habitação e ou outros fins (comércio. . . . . .. .4 — para fins industriais.. .. ... .. . . . . .. . . . . .4 132. .º […] A emissão do alvará de licença nos casos de deferimento tácito do pedido de operações urbanísticas está sujeito ao pagamento da taxa que seria devida pela prática do respectivo acto expresso. . . . . . . . . . . .... . . .. . devem prever áreas destinadas à implantação de espaços verdes e de utilização colectiva. . . .. . . . da taxa de compensação. . .22 10. em numerário. . . . . calculado de acordo com os parâmetros denidos na Portaria que xa os parâmetros para o dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização colectiva. . . .. gratuitamente. . . . . .. . . ... . . . . . . ... 3.. 2. . . . .º do RJUE. . reconstrução. . . 3. ... . . . . .. . . . . recorrer-se-á a uma comissão arbitral. . . . H — é o coeficiente que traduz a influência do uso e tipologia. ..2 . . . . . . . O disposto no número anterior é ainda aplicável aos pedidos de licenciamento ou admissão da comunicação prévia de obras de edificação. . .. . O valor. . .. ..... . . . . .. . . Se o valor proposto no relatório final da comissão referida no n. . . . . .. .. Artigo 67. . . .. . . . .. .. . .. .47 10. .. . . . . . . . . . funcionando como um mecanismo perequativo. . . . .. IU — é o índice de utilização ao solo na área ou parte da área objecto de aplicação da taxa. 3. . .. . . . . ..22 119. . . . . . . à Câmara Municipal. .. . . . .. . . . . .. .. . . .. . . . 2. . . . . . . . impactes semelhantes a uma operação de loteamento nos termos definidos no artigo 6. . . .. . .. . .. .. . . . . .º […] 1. . no quadro seguinte. . . . demolição e conservação integradas no núcleo antigo de Ílhavo definido no PDM que impliquem a interrupção. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . Artigo 76. . ... . . . . . . . . . b. . . . . .. . bebidas.. . de acordo com o denido no Regulamento do Plano Director Municipal de Ílhavo. . .. . . . . . . . hotelaria. . . . . . . . ... . .. . . . . .. . .. . . . . . . . . integração essa que se fará automaticamente com a emissão do alvará ou nos termos previstos no n. . . . . . . ampliação... .. parcelas de terreno para espaços verdes públicos e equipamentos de utilização colectiva e as infra-estruturas urbanísticas que de acordo com a lei e licença ou comunicação de loteamento. . . . . . . nas situações referidas no n. .º […] 1.. . . devam integrar o domínio municipal. serviços e similares). .. . . . xado consoante a área territorial do município em que o loteamento se integra. . . . . ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: H = 0. .. . . . . . . . . . . d.. ..º […] Os projectos de loteamento e os projectos de edificações quando respeitem a edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si que determinem. . . . . . . . 151. alteração. . . R — é o coeciente de redução dos valores reais. . Artigo 69. .. . . . . . . . . . . . . . .. . ... . em metros quadrados. . . . ... 3. . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . H = 0. . . . . . em euros. . .3 0. . . Artigo 71... . . . . . sujeitos a licenciamento ou comunicação prévia. .

A falta de participação à Câmara Municipal do início das obras e do responsável pelas mesmas. com a delimitação da área de intervenção. . . . . ou os pontos dos vértices dos polígonos de estremas dos lotes. . . . . . . .3. . Fotografias do terreno e da envolvente. . As contra-ordenações previstas nas alíneas a) e b) do n. . .5. datadas e assinadas pelo autor do projecto respectivo. . . .1. As contra-ordenações previstas no presente Regulamento são puníveis com as coimas fixadas nos números seguintes. actualizada e devidamente cotada. . . . . . . . . . . 1/500 ou mesmo 1/1000). devidamente cotada e referenciada ao eixo dos arruamentos. . . . . bem como do outro lado da via confinante e. . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . .2. A implantação da edificação. . obrigatoriamente. . . .º […] 1. . . . .4. . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . e. . . . . . A violação do disposto no presente Regulamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . são complementares ao procedimento da sua implementação. . . . . incluindo a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. . . .1. . 1. . no caso de pessoa singular. . . . . . . . . no caso de pessoa colectiva. . . . . . . . A Câmara Municipal de Ílhavo. . . . .000. . . . .6. com declarações das respectivas associações profissionais. .11. . 4. . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . .3. . . . . .2. . . . . Quando apresentado em formato de papel. . . antes da notificação da decisão final. . . . . . . . 3.5. . . . . . . Sem prejuízo da responsabilidade civil. . . . . . . . . . 4. . . . . . . 3. . . . numeradas. . . . . . . . 3. . de 4 de Setembro. . . c. Os arruamentos confinantes. . .º 1 são puníveis com coima graduada de € 1. . se for o caso. . 4. . . . . . .1. . . . . . . . no caso de legislação especial sobre as matérias infringidas não preverem outras sanções. . . . . . . . 4. . . . . contendo ainda as construções existentes na área objecto da intervenção e na envolvente. . sem o que não serão aceites no acto da apresentação do processo. . . . 2.ª série — N. .594 m de altura e ser dobradas em tamanho A4. . no caso de pessoa colectiva. . . . Artigo 77. . . . . . . que serão assinados pelo requerente ou seu representante legal. . . . . . . quando apresentadas em formato de papel. . não devendo ter. . sendo também numeradas. . . . . . . . . . . . . . .. 3. deverão ser impressas ou coladas em folhas de tamanho A4. . . .2. no caso de pessoa singular. . . . . . 2. . . . . dando entrada na Câmara Municipal de Ílhavo correctamente instruídos. . 3. . . . dentro do possível. . Os pontos 1. . . da comunicação prévia e de autorização referentes a todos os tipos de operações urbanísticas. . . . . . . . . . . . . . . . com gramagem compreendida entre 80g/m2 e 110g/m2. . . . . . . .10. . . . . . quando em formato de papel.1. . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . de 16 de Dezembro. . contendo todos os elementos apontados no n. . . . . e de € 3. . . . . . a sua deterioração e o prejuízo do seu arranjo estético. . . determinando quais os elementos que devem instruir os processos relativos aos pedidos de informação prévia. . . . 8. . . . . .5. .1. . . .8. . . . . . . . .CM-ILHAVO. . . . . . . são puníveis como contra-ordenação: a. . . 4. .2. . 3. .º da Portaria 232/2008. .500 até ao máximo de € 200.. . . 4. Planta da situação existente. . 3. . 3. . . bem como a forma da sua apresentação e conteúdo. . . . . . . datadas e assinadas pelo técnico autor do projecto. . com a redac00ção dada pela Lei 60/2007. . . . . . . . . . geo-referenciados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .3.1. . . . . . . . . . 4. . . . As cotas de soleira pretendidas. . . redigidas na língua portuguesa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . com excepção dos documentos oficiais e dos requerimentos.3. . . . . . com o modelo de requerimento disponibilizado pela Câmara Municipal. . As fotografias. . . . .2. . . . . . . . . . com a delimitação da área de intervenção . devendo conter: Um quadro com os pontos M e P de todos os cunhais da edificação ou edificações a construir. . .2. Todas as peças escritas devem ser apresentadas em formato A4. . . . . . .000. . . . . . 3. . . . . . . .2. . e fichas de dados estatísticos que forem necessárias à instrução do processo. . . 2. . . . . do Anexo I do RMUE passam a ter a seguinte redacção: “1. . .)” 2. . possam percorrer os seus trâmites sem atrasos desnecessários. . . . .Diário da República. . . . . a entidade promotora ressarcirá a Câmara Municipal do montante dessas mesmas taxas. . na escala 1/2000 ou 1/1000. poderão aceitar-se escalas inferiores.2. . . . . . . . . . . de 11 de Março. . . . . devem ser apresentadas a tinta indelével em papel opaco. . Termo de responsabilidade do autor ou autores do projecto. 4.000. . . Os processos deverão ser instruídos. . . . . . . . 2. . . . As contra-ordenações previstas nas alíneas c) a e) do n. . . . . . . Todos os processos de licenciamento ou comunicação prévia de operações urbanísticas deverão ser acompanhados de levantamento topográfico e de planta de implantação. . .2. . . no caso de operação de loteamento. . . . . . 4. . . 4. . . o levantamento topográfico e a planta de implantação deverão ser entregues no número de exemplares definidos em cada caso para os projectos de arquitectura ou de loteamento. . . . . . As normas estabelecidas no presente anexo destinam-se a complementar o estabelecido na Portaria 232/2008. .. . . . . . . .PT ou do Serviço de Atendimento Integrado (SAI).. . . . . . .4. .4. . . . . . . . . muros e edificações existentes a uma distância não inferior a 50 m do polígono atrás referido. . . 4. . . . . . . . . . . . . . Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000. . . 5. . .2. . de licenciamento. . . . . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . .2.º […] (Revogado. bem como as respectivas cotas de soleira. . . . . . . . . . . . . A não afixação ou a afixação de forma não visível do exterior do prédio. . As presentes normas regulamentam ainda a instrução de outros processos que. . .8. . . . deverão ser actuais e abranger um raio de. .pelo menos 100 m. . . Todas as peças desenhadas devem possuir boas condições de leitura. . deverão 4229 incluir os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções. e do coordenador de projecto.2. . . . . . . . . . . . . . actualizadas.. . bem como dos vértices dos muros de vedação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . Os requerimentos deverão ser apresentados com todos os seus campos preenchidos. . . Memória descritiva e justificativa. . . . . . . 4. . .000. . . . .1. com a delimitação da área objecto da operação urbanística. . .9. . . .000 até € 100. .1. fotografias das construções mais próximas. . . . . . . . . . . . 7.000 até € 450. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . 4. 4. . .4. . . . . . mais de 0. . 2. . . . 4. . .9. . . . 11. . . . . . . . . . . quando necessárias. . com curvas de nível no mínimo de metro a metro e cotas altimétricas nos pontos notáveis. . bem como do autor do plano de acessibilidades. . . . . . . .4. . .2. . . . . .1. no âmbito do licenciamento de operações urbanísticas abrangidas por legislação específica. . . . . . . . . . . . . . . . . . Planta contendo a proposta de loteamento e implantação das edificações. . O agravamento da falta de segurança ou de salubridade dos edifícios.1. 4. . adiante designado por RJUE. . . . .1. . . . . . . 4. . . 9. . . . . . 1. .4. durante o decurso do procedimento de comunicação prévia. . . . 6. A delimitação e identificação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4. . não constituindo operações urbanísticas previstas no Decreto-Lei 555/99. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU.º 2 do artigo 7. . . . . . . . 4. . . 4.2. . . . . . . . . . . . . . . . à escala 1/200 ou superior (em casos em que a área a levantar ultrapasse 1 ha. . . . . . . . d. . . A violação do disposto no Plano Director Municipal de Ílhavo. . . criminal ou disciplinar. . . . abrangendo pelo menos um raio de 100 m. realizados de acordo com os seguintes pontos: 3.º 1 são puníveis com coima graduada de € 250 até ao máximo de € 50. . . . de 11 de Março. . . . Artigo 80. . do aviso que publicita a comunicação.4. 3.. . . . Quando a Câmara Municipal tiver de proceder à liquidação de taxas devidas pela emissão de pareceres emitidos por entidades exteriores. . . adjacente e fronteira. . em volta da área da intervenção. . caso a operação urbanística incida sobre mais do que um. . 4. . . . . . .. . . . . . .6. . . O levantamento topográfico incluirá: A totalidade do prédio rústico ou urbano onde se insere o objecto de licenciamento. .1. . . .2. . provocados de forma dolosa. . .1.10. . . .6. . . . . 3. . . . . 3. . . . . . Um quadro com os pontos M e P de todos os marcos (ou vértices) do polígono que define os limites do prédio. 4.1. b. .3. . . no caso destes não terem edificada qualquer construção. . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . .1. . . e de € 1. 4. . 2. . . . Outros elementos considerados importantes para o esclarecimento da proposta. . . 4. .2. loteamento ou obras de urbanização que se pretende realizar deverá ser feita sobre o levantamento topográfico. . . . . . e 12. . . . . . . . . 4. . . existentes e propostos. . . . contribuindo para que os processos. . .11. . . acompanhados de um exemplar em formato digital (em CD-ROM). . . O levantamento topográfico será ligado à rede geodésica nacional. . . através da Internet em HTTP://WWW. 4. . fornecerá gratuitamente os modelos de requerimentos. . .7. . . . . . . ..7.

. . . . . Comunicação prévia 5. . . . .. . . . . 5. . .1. . . . . . .6. . . .. . . . ..2. . . ... ..3. .4. . . . . . . . . . nos termos previstos na Lei 100/97.2. . Comunicação prévia 4. . . . . ..2. . . . 6. . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. ... . . . .... .. . 5. . . . ... .. .10. . .1.. com o terreno delimitado a vermelho e devidamente cotado. .. . .. . . . . . . . . ... .1.. . ... . . . . . . ... . . . h. .. . . . com apreciação efectuada pela Lusitaniagás — Companhia de Gás do Centro.. .. .8. . . . . .3. . . . . . . .2. . . .. . 6.. . .. . . . . .. . . . . ... . . . nos termos do DR 23/95. . . . . .. . .. . . ... se for o caso..2... .. . . 6. se for o caso. . . . .. . . .. . .. .4. . . . . ... . .. . . . . . . . . e. . .. .2.. ...... ... . . .. . . . . . . Levantamento da construção existente e esboço da proposta de ampliação ou de alteração. . . . .. . ex-imoppi). . . . . Projectos das diferentes obras de urbanização necessárias à execução do loteamento — que incluirão os respectivos termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto com declarações das respectivas associações profissionais. .. . . .. .. . .. . .. . . .. . .. .. .. .. . .. . . . . ... ... . . . . . .. ... . . .. .. . ... . . . . .. .. ... .1. .. .. . . . . . . Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença. . . . . . . 6.. bem como do autor do plano de acessibilidades. .. .. . .. . . .. . . . . . .ª série — N.. . . .. . 6. . . . . . . . Plano de segurança e saúde. . .. . ...... . .. .. . .1.. . .. . . .. . .. . Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho.. . .3.. . .. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . ... . . . . . ..5. .. . . . . . .p. .1.. . . . .. . incluindo a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. . .. .2. .3... . . . 6. . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . 4. . .2. . . . . . . . . ..1. .. . .6.2. . .. . .6.. . ... . . . . . . . .. .. . ..1. ..1.. 6. .. .. . .6. . .. . .. ... . .. . . .. .. .1. . . . . . . .... . . .. .. . .. . . . .1. . . . . .. 5. . . . . .. . .. . .. .. . . . .. . . ... .. . .. .. . . . . .2. . .2. ..2.... . . . 4. . .. .. . . .. . mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário. . . .. . . .. . . . . .... . . . . .. . . .. . .. . ... .. .. . 5.. . . . se for o caso. . . .9. . . . . .7. . . . . . . . . . . .. .. . . . . .. .. . . . . .. 4. . . . . ... . . .. . . . incluindo a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. . . .. ... ..4. .3.. . .. 5. . .1. . . 6. Plano de acessibilidades que represente a rede de espaços e equipamentos acessíveis bem como soluções de detalhe métrico. . ..º do DL 163/2006. .. . .1.. . .. . . .. 4. . .. .... ... . .5.5. . . . . .1.1... . .. . . . elaborado e instruído de acordo com a legislação específica.. . .. .. .4... . . . . ...15) 4..4. 4.. . . . ... 6.. .14.2. .. .. . . 5. . . .. . . . .... . . . . 4. . . . .. . .1. . .. .2. . . . .1. .. .. ... . . . . . .. Comunicação prévia 4. ... . . . .. . . ..1. . ex-imoppi). . . . . .. .. . . . . . . . . . i. . . 4. . . .... .. . Comprovação das habilitações do construtor. .. . . . . .. . ... .. . .. ... .1. ..1. . .. .. . . . de 13 de setembro. . . .... .. . .. . . ... . . . . . .. .. . . . . . . . .. . .5. . . . . . . . . . . . 5.. .. ... . . ... . ... . . . . . .. . . . . . . . . . . . 6. .. . . . . . . . . . . . .. . . . ... .. . . . .. .. . . . ... . . . . . .1. . .. . .4.. . . .. . . . .. . .2. . . . . ... . . .... . .. . .. . . . . 4. . . . .. . . i.. . . . . i. . . .. . .. . . 5.. . . ... . .1... . . . . . . . . . .. . . ..1... ... .. . . . .. . ... . . . . . . .. . . .. .1.. . . . . .. . . . .. . .1. .. . .. . . . .. na escala 1/2000 ou 1/1000 com a delimitação da área de intervenção. Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000. de acordo com o definido no ponto 3. . .. . . 4. . . . 5. .. . .... .. . . . . .. . .. . . . . . . . . . 5. ... .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. incluindo a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. . .. . .3. . Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000.. .. . . . . . . . 5.. . . 5. . . . . . ... . . .... . . . . . .. de 8 de Agosto. . . . .. .1. . . ... . . .. . . . . . . . . . .1... ..1.. . . . . . . . . . . . ... . . . . . ... . . . . .. Arranjos exteriores públicos — passeio.. . .7.. . . . . . . .2. . .3. ... . . .. . . .. . . . . . .. . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . .. .. estimativas de custos e as peças desenhadas necessárias à clara leitura do projecto — nomeadamente: . . . . . . . . . .. . .. .. . . . .. .. . . . .. . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . .. . . . . . . . . Descrição e justificação das soluções adoptadas no âmbito da acessibilidade de pessoas com deficiência e mobilidade condicionada.. ……………….. ..3. . . ... . . . . ... . . . .. .. . . 4. . . . . . . . .. .4.. .. . . . . . . 5. . a. . Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho. ... . .... .. . .1. ... . ..3. 6.. . . ..1.. . . . . comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora.2. . . . . . . . . . .. Licenciamento 4..1.2. . . . ..2. . . .. . . . . . . . .11. .. . ... . ... .. ..2. . ... .. . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 5. . . .. . . . . . . . . . . . . ..5. . . . .. . . .4. . . . . . .º 5 do artigo 3. . . .. . . . . . . . .. .. . . . . .. . . . .... . . . . . . . . . . ... . . . . . . Comprovação das habilitações do construtor. Plano de segurança e saúde. . . . Livro de obra. . .1. . .. . . . .. . . . ... . . . . . .. . . . . .. .. . . ... . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .. .. . 5. . .. .4230 Diário da República. . . . .. . . . . . . . . . . 4.. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e declaração da respectiva associação profissional.2. . . . . . . .. . . . . 5. . 5. . . .3. . . .. . .p.. . . . . . . .. . .. Projectos das diferentes obras de urbanização. .. .... .. . . . .. . . . . . . . ...1.2. . ... . . . . . de acordo com o disposto no n. . . .. .12. . .. . . . .3. . . . . . . . . . .. i. . 5. ... . . . .. . . 5. . . ... quando existirem. . . .... ... . . . . . ..4. . . . . . . . .. . Planta da situação existente... . . . . . . . . . .. . .. . . . . .. .1. .. . .. . . ... . . .. . 4.2. . . . . 6. ... . .1.5..... . 5. .. ... .. . . . . .1. .2. . . . . .p. 6. . .2. . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . 4. .. 6. . . . . ... . . ... 5. .. . . .. . . . . . . .1.. .. mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário. . . . . . . esclarecendo as soluções adoptadas em matéria de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada.. . . .. . .. . ...1...10.. . . .8.. . . . . . . . .. . . . .. .. . . . .. .. .. . ... . ... . . .2. . .2. i.. . ... . . .1... . . . . . .. . . . . . . . . . . .. . de 13 de Setembro. Apólice do seguro de construção. . .. . .. .. .. ... . . . . .. . . . .. . .. .. . . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . .. .1.. . .. . .p.4. . . .. . . . . . .. . . ... .. .. . . .. .8. . .. . . . .2...4. .. .. . ... . . . . . .. .. Gás. ... .. . . . j. . . . ... . .. .. .... . .. . . .1. . .1. .. .4. . .. . 5.2. . . . .. . .. .... . . . ... . ... . ... . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . quando legalmente exigível. .. .. . . . . Todos os elementos necessários à instrução do processo de informação prévia para edificação nova. . . . .3. . ……………. . . . técnico e construtivo. .. .. . . . .. . .. . . . . ..6. . .2. . . . . .. .. . . . . . . . . .. .6. . .. ... . . . . . .. . . . . . . . .2. .. . .4.. . . 5. .. . . .. ... (inci.. . . . . . . estacionamento e zonas verdes. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . bem como a delimitação de cada artigo matricial e ou de cada prédio. . . .. .. . .. ... e indicação de servidões e infraestruturas... . g. . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . ... .. 6. . . . . (inci. .. ..2. .. . . . . . . . .. . . . . . ... . .. . . . ..4. . ... . . . . . . 4. ... . . .. .. .4. . . .... de 23 de Agosto. . .1.. . . . ...3... . . . .. .4... .. . . . . . . . .. . (anterior 4. 6. . . . . . . . .. . . . . . ... S. . . . . . .4. . .3. . . . . d.. . 6. . . . .. . . 5. .. . ... . . ..1. . .. ... .. .. . . . . .. . . . . .. . . . . ... . . ... . 5. . . . . . .. . . . . .. .. . . . . . . Infra-estruturas de defesa contra incêndios.. . . .. .. .. . . .4. ..1. .. ...1.. .16. ... .3. . . . .. . .. .. ... . . . . . . . .... com a delimitação da área de intervenção... . . . . . . . . . . . . . . . . .. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . .... . . . .. . . . .. . 4. . . . ... . ... . . . . .. . . . . . . . . . . .. . . Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e declaração da respectiva associação profissional. . . . . . .. . . .. . . . .. . . .. . .3. . ... . . . 4. .. . .. .7.. .2. . ..4. . . . . .. . . . . .. . .. . . . . . . . 5.. . ...... nos termos previstos na lei 100/97. . . . . . . .. .... ..2... . . ... .. . .. . .. .. comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora. . .. . . . . . . . . .1. . . . .7. . .9. .. .15. . .. . .. . .2. .... .. . . Livro de obra. . .11.. .2... ...1. . . .. ... . . . . .. ... .. . . 5.. . . . ... . 5.. . Apólice do seguro de construção. . . . . . ... .. Descrição pormenorizada dos lotes com indicação dos artigos matriciais de proveniência.. .. . .. . 5.. ... . .. . . .. . .. .. .. . 6.. .1. . . . .. .. . . . . . . 4. bem como a solução adoptada para a drenagem de águas pluviais..1. . . . . . . ...1. .. ... . Termo de responsabilidade do autor ou autores do projecto e do coordenador de projecto. .1... ..... . . . . ... . . ... .. .. . .. 6. . . . . . .... .12.. .. . ..... .13.. . . . . . .. . . . . . ... . . . . . . . . .2. . .. .3. . . . . ... . b.. . . . .1. . . . .. . . . . .2.. . 4.2. . . . . .. .. memórias descritivas e justificativas. . .. . . .. . ... ...1.. . ... .. . . . . . . . .. . . .. . . .. .4. 2... . .. . . . . . Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença.. . . 6. . . . . .4. .. . . .. . .1. .. . . . . ... . . ..... .3. . . .. . . . .. . ... .. ... . . . . . .2. .. . .. . . . .. . . . .. . ... . . quando legalmente exigível.. . . . . . .. .. . .2. .. com declaração da respectiva associação profissional.. . .. . . . . . .. . . ..4. .. .. . . .. . . . c. . . . . . . . . . . .. .. . ... .. . .. . . .. . . . .2. . . .. . . 4. . .. . . . .. . A.2. .. . . .. .... . . 5. 6. . ..1. .. f. se for o caso. ..2. .. .2.. .... ..1. .... . . . 6. 4. . . . . . .. . . . . . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. . Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença. . . . .. . . . . . . . 6.4. ... . . . .. .1. .. . . . . .. . . . . . ... . .. .. . . . .. .. . .

. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . .. . .. . ..... . . . . .. . . ... . . . . . . Todos os projectos de engenharias de especialidades devem ser instruídos. . . . . .. . . . .. . . . . . . . ..P.. . . . .. 7. . . . 7. . . . . . . . . . . publicada no Diário do Governo n. . . . ... .2. . . . . .º 5 do artigo 12.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 k.3. . 6. de 1 de Agosto e com o Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios aprovado pelo DL 129/2002. .. . . O processo deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto Regulamento Geral do Ruído (RGR). . no DL 368/99. . .. . .2. .. . . . (Revogada. . . . . . . . . . .1.º 4 do artigo 80. . . . . . . . . ... . .º das”Instruções para o cálculo dos honorários referentes aos projectos de obras públicas”. de 17 de Janeiro. . . . .. . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . .. .3.2. de 5 de Março de 1986. .. .. . . . . . . . .1. . . . . . .. . . m. .. . . . . . . . .2. . .2. aprovado pelo DL 9/2007. . . .. . .. 2. . 6. . . .. . . . . . . 4231 O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE). 6. . . Comprovação das habilitações do construtor. . e no DL 66/95. ... . . . .. .. . ..4. .1.. .2. . .. . . . .2. . . . ... .3. . . .. .. . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . .. . de 11 de Maio. . . . . g. . . . . . . . .. .ª série — N. . . . . de 4 de Abril. . . técnico e construtivo. . 6. . . . . Termo de responsabilidade do director de fiscalização de obra.... . . . . . .3. . . . .. . . . . .. . . . 7. . . .. . . desde logo.. .. . .. . ... . . . 7. .. Solução a adoptar para cumprimento do novo Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE). . 6. .. . . . . .. . . . . . . . . . . .. .. . . . . Plano de acessibilidades que represente a rede de espaços e equipamentos acessíveis bem como soluções de detalhe métrico. . . . . . . . . . . .. ..1. .P. . . . 6. . . 6. . . .) d. . . . .7. . . . . aprovadas por Portaria de 7 de Fevereiro de 1972. .. . .1. . . . ..2. I. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .3. ..3. . .2. .. . . Termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto e declarações das respectivas associações profissionais.7. . . .. . ..2.8. . . . .G. .2. . .. . . . . .2. . . . . . . bem como outros relativos a edificações de usos especiais. .. 6.. ... . . .3. . . . . . . . . . . Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença. . . . . . Para efeito do disposto no n. . . 6. . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . de 4 de Abril..3. . . .. . . . . . . . . .2. .... . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . 7. . .5. .. . . .. . . . .. . . 6. 6.. . . . . . . . . . 7. . . . ... . . . . .1. 6. . . esclarecendo as soluções adoptadas em matéria de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada. . .. . 7. e incluir declaração de conformidade regulamentar (DCR). . . . . . . . . . .. Projectos das engenharias de especialidade.. 6. . .1. 7. .2. ..3. . .. . . . . caso o requerente pretenda proceder.. .3. .. .. . .. . . . . .2. . .. nos termos da legislação em vigor. . . . . . . . . . . 2. . . . . .1.. .. . . . . . . . .6. . de 21 de Fevereiro (habitação). . . . . . . . . . . . . . emitido por empresa certificada. . . . .. . . .º 2.. . .4. . . .. b. . à sua apresentação.º 5 do artigo 3.. . . .6. . . d. . . . . . . . . .º 2 do artigo 8.-A. . . . . . . . . . .ª Série. ..2. .. . .º do RJUE. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .1. . .. . . . . . .. . . . ..-A. . . . .3. . . . . . . . . . . .. . .. .. de 9 de Junho.2. . . ..1. . . . . . 6. .. ..3. . . 6. . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . .-A. . . .. . . . . . . . . Projectos das engenharias de especialidade. .. . . ..2. . . . Nota . . . . . . . . . . . .ª Série. 7. com as alterações introduzidas pelo DL 96/2008. . . . . . . 6. . . . . . . . . . .3. . . .. . . .º do RJUE. . . .-A. . . . . . . .3. . com as alterações introduzidas pelo DL 278/2007. .. . quando aplicável. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. .. ... . . . . . . . . . . . . . . . . 6.. . . . . . .. .... .1. ..-A. . . . .. . .. . .. . . . . . . .. .. . e. .. . ..... Certificado de avaliação de conformidade dos elevadores. .. . .. . . ... . . . com os termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto.. . . . . ... . . .. . . . . . . . . .. . .2. . . . . . . . . . .5.. . . . .. . .. .. .. . . . . .. . . . ... . . . .9.8. . . . . . .. .. . (InCI. ... . . . . . . . . . .. . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . ... . . .. . . . .. . . . . .5.-A. Certificado energético e da qualidade interior (CE). . . alteradas por Portaria de de 22 de Novembro de 1974.. . . . .2.. .. . . . . . . .) 6. . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . nos termos do n. . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto 7. . . . . . e dos autores de projecto de obra. . . . . . . .1.. . .. . . .º 53. . . . . . . . . .. . 7. . . . . . . ..2. . . . . . . . .. .. . . .. 6. . . . ...º do DL 163/2006. . . ... . . .2.E. . .12. . .10. . . . . bem como declarações das respectivas associações profissionais. ... . . . . . . . . . . . . .. .. O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto nos artigos 6. . . ... . .. .º e do artigo 34. . 6. .. . . . . . .. . . . .. . . . . . .. a.. . .1. . de 4 de Abril. . .. ... . . . . ... . . . . . . . . . . . de 8 de Agosto.. .. .. .. . . . . 6.. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . e com as normas eventualmente emanadas pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). . . . . . . .. . Comunicação prévia 6. .. . . . .3. . .. . . . Nos casos simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com tabela de cálculo ao abrigo do Regulamento Geral de Canalizações. . . . . . 6. .. . .. . ... . . . . . . . . . . . . de 28 de Outubro... . . . ... . . . . .2. . . . ... . . . c. . . .13. . . . . .. . . . . . ..3. .7. .. . . . . .. . .2. . . . . . . (anterior 5. . . 6. . . . . .. .. . . . . . .. . . . ... .. . . . . . .. . . aprovado pelo DL 80/2006. . . e subscrito por um técnico com capacidade para subscrever projectos.5. . . . . . . . .. . . . . nos termos previstos na lei 100/97. .. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU.º do DL 78/2006.. 6. . . . . Plano de segurança e saúde 6. .. . . . . . . .. mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo Instituto da Construção e do Imobiliário. . . . . . . . . .2. . . . Livro de obra. . . . . . . . . . . . . . ... .2. . . . . .9. . . . . . . . .. . .1. . . . .. . . . .A. . . . . .. . . . . . . . publicada no Suplemento do Diário do Governo n. ... . . . . .3. . .. . . . . . . .. . . . .8. . ... . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . .. . 6. . . . . 6. ...1. Águas e Esgotos (RGCAE). . . .. . quando legalmente exigível. . ... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . .1. . Nota . . . . . . . . . . . . . . . . . . Memória Descritiva e Justificativa Nos casos mais simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com memória descritiva e justificativa. . . . . . com as alterações introduzidas pelo DL 278/2007. . . ... . . . . . . .14. Apólice do seguro de construção. . . . .. . . de 1 de Agosto: 7. . . .. . .. . . . . . . . . . . . . .3. . . . Fotocópia da guia de pagamento do ramal de água e de saneamento (edificações novas). . . . ... . . . . 6. . . .. .. . . . . . .. . . . . . . . .. . . . .. .. . . . Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e do director de obra e declarações das respectivas associações profissionais. . . . . . . . . . aprovado pelo DL 80/2006.2. . . .. . . .. . . .. .. . . . .. . . . . . . . . . de 13 de Setembro. . .. . . . . .. . . . . . .º do DL 78/2006. . . .. . ... 6. . . . . . .Diário da República.2. . . . . . .. Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho. . .7. . . . . Nos casos simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com tabela de cálculo ao abrigo do R. . . . . . . . . aprovado pelo DL 9/2007. . . . .. f. . . . . . .. .8. . . ..10. .. .1. . . . . . . . .. . . . . ... . . . . . . . . . .. 7. . . . e. .3. . . . .1. . . . . .. . . . . .4. . .1. . . . .. .. . .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .. .. .6. . . l. . . . . b. . . . . . . . . . . . . .. .11. .. . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . nos termo do disposto no artigo 63. . . . . . de 17 de Janeiro. . . .. . . . . . . .. .. .5. . . Engenharias de especialidades 6. . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . ... . . . . . . . . 6. . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . O processo deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no DL 64/90.. . . . . . . .. .4. . . . . ... . 6. . . .3. . .3.2. . . . . I.. . . .. . 7. . . . . . . . . . f. . . no âmbito do previsto na alínea b) do n. . . . . . . .C. . . . . . . . . .... . a.. .. . 2.. . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . ... .7. . . . . .º e 7. . .. . . 6. .. .. . . . . ... .. . . . ... . . . . . .. . .12.º do Regulamento Geral do Ruído (RGR). . n. . . . . . . . . . . . . . . ... . ... . . . . . . . . .. .. . . . . 7. . . . . . 6.. . . . . . . . . . . . de 4 de Abril. . . . . . . . quando aplicável. . . . .. . . . . . . . . . .. . . . .2.2. . . . . . . . . . . 6.5. . . . .. . . . . . .. . .. . . . . . . . Todos os elementos necessários à instrução do processo de edificação nova.. . . . . . . . . .. . . . .. ..º 2 do artigo 8. . . .. . .3. 6. .8. . .. .4.. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . 6. . .. . Nos casos mais simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com memória descritiva e justificativa. . .. .. . . . . . . . . .6. . . . . . .. . . . Certificado do cumprimento do Regime Jurídico sobre Poluição Sonora. .º do DL 273/2003. . . . . .. . . . . . .-A. para além das peças a seguir indicadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . de 18 de Setembro (comércio). . . . . . . . .. . . . . . . . . . de 8 de Abril (estacionamentos cobertos). .. . 6. .. . . . . . . o projecto de execução deve ser instruído com os elementos descriminados no artigo 19. .. . . . . . . . . 6. 6. . . .-A. .. . .. . . . .. . de 11 de Fevereiro de 1972. . . . .1. . . . 7. . . . . .. . . . . . . . . . .6. . . . ... comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora. . . . .1. . . . de acordo com o disposto no n. . . . . .. . . . . . no âmbito do previsto na alínea a) do n.. . . . .2.3. .3. . . . . . . Cálculo da rede.2. . . . .. . . . . . .11. . . .. .. . . . . .. . . .. . . . ex-IMOPPI). . . c.. . . . . ..-A. . . . . .. . . . . .. ... Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e do director de obra e declarações das respectivas associações profissionais. . . . . . .. . .. . . . . . . .1. . . . . .. .º 35. . . de 3 de Janeiro de 1975 e por Portaria publicada no Diário de República. . . . .. . . . . . . . ..

.1. . . . .. .. . . . . . . . . . .1. . . . VII. . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . .2. . . . . .. .. . . . . . .. . . .4. . . . . 6. . . . . . . . .2.5. . . . .3.. . . . .. . . .2. . 2. . .7. . . . . . . . .2. . . . .. . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . .. . Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. . . . . 9. . . .. .. . . . . . . . . 12. .5. .3. . . . .2. . . . . . . . . . .. . . .. . com a delimitação da área objecto da operação urbanística. . .. . .. . 12.. . .31 0. .. . . .3. . .1. . . .. . . . XIV. . . . . .. . . . . . .. . . . . . .1. .. . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . .. . . . Requerimento a solicitar os serviços de recolha de resíduos sólidos urbanos como Utilizador Especial ou comprovativo de aquisição do contentor de resíduos sólidos urbanos (unidades industriais).. . quando aplicável. . . . . . . . . . . . . .. . . . . .4232 Diário da República. .66 8..3. . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .00 0. .. Planta de implantação da edificação ou planta de síntese do loteamento de acordo com o processo de licenciamento ou comunicação prévia. . . . . . . . . .06 17. . . . . . . . . . . . . . . .. .2. . . . . . . ..17. . . . . . . . . . . 12. . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . .. 12.. . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . . . . . . .. . . . . Calendarização dos trabalhos em falta.1. . .1. . . . (Revogado. . .1. . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . .. .2. . . . . . . .. . . . . . . . .3. . . . . .. . . . . . . 12. . . . . 5. . . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . . . .3. . . . . Averbamentos. . Descrição do cumprimento do estabelecido no regime da gestão de resíduos de construção e demolição (RCD). . . ... . . . .. . . .. 12. . . . VI.1. . . . . . . . . . . 2. . 11... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . .. . . . . .06 17. . . . . . . . .. . .. ..3.. . . . . .. . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . . que contém a descrição das obras a realizar. . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . 12. 12. . .. .7. . . . . . . . . . .. . 7. 11. . . . . . . . . . .1. . .31 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . quando for o caso. . . . . . 7. . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . . . . . Peça (s) desenhada (s) que caracterize (m) graficamente a obra. . . . . . . .4. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .2.. . . . . . . .. (Revogado. . . . . em suporte digital.. . . . . ..7. . . . .. . . . . . .53 47. . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47. . . . . ..1. . . . . . . . 12. . . . .6. . . . . . A acrescer ao montante referido em 3. . IV. . XIII. . . . . . . . . com a delimitação do terreno. . . . . . .. . .. . . . 12. . .1. . . . . . .. .. . . . . . . 11... . . Prorrogação de licença ou comunicação 12. . . . . ... . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .... .. . . . .. . . .. . .. . .85 1. . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . 9. . . . .1. . . . . .. Certificado de homologação do sistema de extracção de fumos. . . . .1.1. . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 9... . .. . 12. . .4.. . . ... . XV e XVI do Anexo II do RMUE passam a ter a seguinte redacção: QUADRO I 7. . . . . .7. . com a delimitação da totalidade do prédio rústico objecto da certidão. . . . . . . . . . . . 7. . . . .6. . . .. . . . . . . . . . . .6. . . . . .. . . . . . .. . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7. . . . . . . . .. . . .. . . .2. . . . . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . .1. . . . . . . 12. . . . . . . .. .. . . . .5. . . .. . . . . . . . . .. . . . . .. . . .. . .4. . . 12. . . . . . 3.2. . . .3. . 1. . . . . 2. . . . 5. . . . . . . . 12.5. . . .4.4. . Termo de responsabilidade do director de fiscalização de obra. . . . . . . . . . . . .. . 12. . . . . .” 3. . . . quando aplicável. . . . . .1. . . . . .. . . . . . . . . . .1. . . .2. . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . . .1. . . . ... . . . . . . . . . 5. . . 5. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . ... . .3. . . . . . . . . . .1. .. . .. . projecto devidamente aprovado pelo Centro de Saúde de Ílhavo (CSI) e pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). . .2.) 12. . . . . . . .1. . . . . . . .. ... . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .17 17. quando necessário. . . . . . . . . . . . . . . . . . Alteração 7. .2. 12. . . . . ... . . 8. .1. . . . . . . XI. . . . .. . . . . . . . . . . . . .31 0. . . . . . . . . . . . 9.8. . . . . . .2. . . .1. .5. . . . . . . . .. . .. . . .2. . . . . . . . . . . . . . .2. . . 12. . .. .. .. . . . . . . . . . . . . . . . . .. quando aplicável. . . . . . .66 8. . .. . .. .. . .1.. . . . . . . .10. . . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . .. . .9. . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . ou em 4. . A acrescer ao montante referido em 2..19. . . . . . . .16. . . . . . . . .2. . . . . . ..1. . . . . . .1. . 7. . .. . . . . . . 11. .31 0. . . . . . 9. . . 12. . . . . .3. . ligação à rede pública 12. . . 11. . .2. . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . .2. . . . . . . . . V. 8.1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . .. . . 7. . . . . . 12. . . . . . . . e dos autores de projecto de obra. .. . . . . . .... .7. . . . . . .1..12.. . .. . . . . .. 12. . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . .. . . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . .. . . .1. . .2. . . . .. . . . . .2.º do RJUE. . . . . .. . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. 12. . . . . . . .1. . . . . . .3. . . . . . .. Planta de implantação da edificação e arranjos exteriores públicos e privados. . 11. . . . . . . . .. . . . .1. . . . . . .. . . . .ª série — N. . . .4. . . . . . . . . . . . 1. 7. . . . .1. . . . .. . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . 12. . . . . . . . . . ... . . . . . . .2. .. . .. . . .1. . 12. . . . . . . . . .3.. . . .. . . . . . . .. . 1. . . . . 2. . . . . . . .. Documento comprovativo de que a edificação é anterior a 2 de Maio de 1955 — certidão de registo matricial — caso a obra não tenha sido objecto de licenciamento municipal. . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . Planta de implantação da edificação e das redes públicas de águas e/de saneamento existentes. . . . . . . . . . . . . . . 9. . . . . . . . . . . . .. .2. . .. . . . . . . . . . . . . . .. . . . 4. .. . .. . . . . . . . . . 5.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . nos termo do disposto no artigo 63. . . .5. . . . . . . . . . . .6. quando tenham sido realizadas obras. .. . . . . . . . 7. . . . . . .2.4. . . . . . 4. . . . . . . . . . .2. . . . .17 11. . . . .. 1. . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . .2. .1. . . . . . .. . .1. . . . . .6. . . . . . . Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou de pela admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização (artigo 49.2. . ... . . . .. . .. .. . . . . . . . . . . . Os quadros I. . . . . . .. . . . . . . . 7. .3. . .4.. . . . . . .2. . . . . . . . 8. .4. . . . . . . .7. . . . . . . . . . . . . . . ..31 23.5. . . . . . . . . . .5. Termo de responsabilidade do técnico e declaração da respectiva associação profissional. . . . . .. .6.. . . . . III. . . . . . . elaborada sobre levantamento executado de acordo com o estabelecido no ponto 3. .. . ..1. . . . 12. .2. . . . . . . . . válido e redigido em língua portuguesa e respectivo contrato de manutenção e limpeza previsto no artigo 27. . .31 0. .... . . . . .3. . . . . . 8. .. . . 4.. . . .. . . . . . 12. . . . . . . . .2. . .. .. . . . . . . 12.. . . . . ... . . . . . . . . . . . . . .7. . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 12. . . . . . .. Fotografias do objecto da intervenção e da envolvente. . . . VIII. . . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . ..1.3. . . No caso de estabelecimentos de restauração e bebidas cuja instalação foi isenta de qualquer controle prévio. . 7.8. . . . 9.4. . . . . . . . . . . . . .. . . .4. . . . . . . . . . .. . . . ... . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . .. . 12. . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . 11. . . . . . .. . . . . . . .. . . . .1. .. 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . .3. . . .2. . . ... . . . . . . . . .. 12.) 12. . . . com a delimitação do edifício. . . . Planta topográfica de localização à escala 1/1000 ou 1/2000. . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . .1. . . . . . . .13. . . Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . . .3. . . . . . . . . .3. . . . . . . .. . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . II. . . . . . . . . . . . . .. com a localização do contador. . . 8. . . . ..3. actuais. . . . . .7. . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . ..7.. . . . . . .9.06 . . . . . . . . .3. . .. . 12. . .66 47. . . . . . . .6. .. . . . . . . . . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. . . . . Planta de localização na escala 1/1000 ou 1/2000. . .. .1. ..18. . .. . . . .1. . .. . . . ..3. . .4.4. . . . . . . . . . ... .. . . . . .1.. . . . . .. . . . 5. . .. . . . . ... . .2. . . . . . . .1. . . . .2.. . . . . . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . 8. . . . . .. . . . . . IX. .. 12. . . .. . . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto.. . .. . . 5. . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . ..2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . resultante da alteração autorizada: 5. . 12. . . . . . . . Informação sobre início dos trabalhos 9. . . . . .. . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 12. . . .1. . . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . . . 12. 7. . .. . . . . . . . . 12. . . ... . . . . . . . .. . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . XII. . . .6. . . .º-D do RMUE. .2. . . . .. . . . . . . .. . . . . . . .. . . . 7. . Demolição — licença e comunicação prévia 11.. . . resultante do aumento autorizado: 4.. .. .1. . . . . . .85 1. . . . . . . . . 11. . . . . . . . .15. . . .77 0. . . . . . . . . .2. . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . das presentes normas e apresentada em suporte digital.. . . 1. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . ..6. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . ... . .. . . . . . . . . . .. . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . . . .. . . . . . . .. . . .. . . . . . . . .11. . 11. . . 2as vias do alvará . . . . . Verificação de alinhamentos 12. .. 12. . 7. . . . . . .7. . .. . . .. . . .

. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . .3.. . . . .. . . . . . . . . . . . .. . 2.. a acrescer ao montante referido em 1: 2.64 1. . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . .. . . . . . . . . .. . . . Por m2 ou fracção da área afecta às instalações . . . . . . . . .50 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de trabalhos de remodelação dos terrenos (artigo 52. .31 29. . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. 2.. . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7.31 0. 2. . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .05 0. . c. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .31 0. . . . . .12 1. . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . .3. . .2. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..66 47. . . . . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . 5. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . b. . . . . . . . . . . . . .17 23. . . . . . . . . . . . . . .95 3. .. . . . . . . . . 4. . . . . 2 572. . .3. . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . ..4. .35 147. . . . . . . .. . 2as vias do alvará . . . . . .. . . . .1. . . . .. . . . . . . .84 2.. . . . . . . . . . . . ... . . . . . .5. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . 2. . . . 1 029.2. . . . . . . 58.. . . . . . . . . . ..70 1. . .29 3. . . .. . .. . 5. . . 257. . . . . . . . . . 5. . ... . . .. . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação .1.3. . . 2. . . . 35. .1. . . . . . a. . . . . . . . . . ..1. . . . . QUADRO IV 58. . . 2. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . Implantação. 2. . . . . . . . . . . . .. . 2. .2. . . . . . . . . . . . . . . . .2.5. . . . . . . . . . . .66 8. . . . .. Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . . . . . . . . . . .. .2. . .77 0. . . . . . .2. . .3. . . . . . . . . . . . .02 176. . . . . . . . 5.. . . . . . . . . .. .. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 4. 6. .6. . . . . . . . . . . . .29 0. . . . . . . . . . . . . . .. . 2. . . . . . . . .. . . .. . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .53 17. . . . . . .1. . . .1. .2. . .. . . . . . . . . . . . .53 47. .2. . . . . . . 5. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .2. .. . . Averbamentos. . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . Por cada instalação. . .31 0. . . .. . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . .. . . Por cada aerogerador de baixa tensão instalado no logradouro . . . . . . .1. . . . .. . . . . . . . . . . a acrescer ao montante referido em 1 . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . .. . . . Por cada instalação e por ano. . . . . b.1. . . a liquidar em Janeiro. . 2 vias do alvará . . . . . . . . . . . . . . . .17 17. . . . . . . . . . . . . .05 235. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . 2. . . . . . . . . . . .35 5. . . . . . .59 2. 2. . . .6. 2.2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.31 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. d. . . .53 17. . . . .3. . . .. . Instalação de infra-estruturas de suporte de estações de radiocomunicações: 3. . . . . . . . . . . 2. . . .. . . . .ª série — N. . . . . . . . . .. .. . . .. .. .2. . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . .. .. . . . .1. . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 QUADRO II QUADRO V 4233 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de operação de loteamento (artigo 50. . . . . . .2. . . .. . . . . .1. . . . . . . . 2. . . . . . . 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 2. . . . . . . . . . Averbamentos. . . .. . . . . . .2. .. . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .1. . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . 6. . . . . . . . .. . . . 2. . . .1. 2. . . . . . a acrescer ao montante referido em 1.2. . . . . . . . . .2. .. . 3. . . . . . . .. . . .. . .. . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . .. .. . . . .2. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .1. . . . . . . 51. . . . . .25 5. . . .Diário da República. . . . . . . . . . . . . . .06 17. . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 5. . . .. . . . . . . .31 0. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . 2. . . . .. . . .2. . . . . . . . . . 5. . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . .34 0. .65 35. . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .89 0. .77 0. . .. . . .63 11. . . . . . .. . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5. . . . 2.. . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .1. . 2. . . . . . . 2. .00 0. . .. . . . . .. . . . . . . . . . .2. . . . .. .2. . . . .94 7. . . . . . . . .1. . Averbamentos. .66 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .31 0. Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . . . . .1. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .84 . . . . .1. . . .1.36 58. . . . . . . . . . . . .29 0. . . . . . .. . . 3. . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . 2as vias do alvará . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . .51 706. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . .65 35. . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . 29.. . . .1. . . . . . . . . . . . .. .31 0. 2. .3. . a. 35. . . . . . . . . . .32 58. . . . . . . . . . . ... .º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de obras de construção (artigo 53. . A acrescer ao montante referido em 4. . . . . . ..65 176. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .4. . . . .. . . .2. .. .. . . por m2 da área de intervenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .68 529.. . . .42 as 6. . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .1. . . . . . . . . 4. .00 4. . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . .. . . .31 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . 2. . . . . . . . . Por cada aerogerador de baixa tensão instalado na cobertura do edifício . . . . . . . . . . . . . . . . . .31 0. . .90 5.4. . . . . . 2. . . . . .94 3.. . . . . .1. . . .06 17. . . .5. . . . . .1. . . . 7.1. . . .. . . . .. . . . . . . . . .2. . . . . . . 2. . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .1.2. .2.. resultante do aumento autorizado: 5. . . . . . . .. . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .50 588. . . . . . . 3. . . . . . . . . .1. . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . .00 4. Averbamentos.. . . . . . . 5. . . . ... . . . . . 58. . . . . . . . . . . . Instalações de armazenamento de produtos do petróleo e postos de abastecimento de combustíveis. . . . . .2. . .85 1. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . .2. . .31 1. . . . . . . . . . . .. . . . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2. . . . .. . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Instalação de aerogeradores: 4. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 2. . . . .4. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .85 1.2. . . . . .10 823. . . 2. . . . .31 0. . . . . . . . . .29 QUADRO VI 1. .4. . . . . . .. . . . . . .3. 7. . . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . ... . . 2as vias do alvará . 2. . . . . .50 3. . . . . .2. . . . .. .. . . . .. . . . . . . . . Por cada aerogerador de alta tensão a instalar em parque eólico. . . . . . . . . . . . . . . .45 4. . .. . . . . . . . . . . . . .31 0.. . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . .63 11. . . . . . Averbamentos. . .05 0. . . . . . . 2as vias do alvará . . . . . . . . . . . . . . QUADRO III 47. . . . . .06 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de obras de urbanização (artigo 51. . . . .89 588. . . . . . .36 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . 1 029. .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .2. . . . . 5.95 10. . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .63 Taxa devida pela emissão do alvará de licença de instalações especiais (artigo 53. . . . . . . . . . .. . .. .. 2. 4.

. . Industrial . . . . . . . . . .77 . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . .59 0. . . . . . . . . . . . . . . . .68 117. . . . . . . . . .13 35. . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 3. . .38 94. . . . . . . . . . . . . 1. . . . . 4. . . . . . . . . . 2. . . 2as vias do alvará . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . .53 […] Valor em euros QUADRO IX Taxa devida pela emissão do alvará de utilização/exploração e de alteração do uso de estabelecimentos previstos em legislação específica (artigo 56. . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . 3. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Valor em euros Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de obras de demolição (artigo 54. . . . . . . . . . . . De abastecimento de combustíveis . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Averbamento do alvará . . . . . . . . . . . . . . . . . .29 1. . . . . . . . . . . . . . 3. 4. . . .1. . . . . .96 29.2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .54 4. . . . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .17 47. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .84 […] Valor em euros 1. .ª série — N. . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . 58. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . .29 117. . . . . . . . . . .31 0. . . . . .9. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . .77 3. . .5. . . . . 1. . . . . . . . . . .4. .6. . . . . . .84 58. . .13 35. . . . . . . . . . .13 35. . . . . . . . .5. . . 3. . .4.68 117. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .59 0. . . . . . . . . . . . . . 7. . 7. . . 3. . .07 70. 6. . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Averbamento do alvará ou admissão da comunicação 2. . . . . . . . . 7. 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5. . 35. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .07 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .65 35. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.06 117. . . . 3. . . . . . . . . .1. . . . . . .29 Taxa devida pela prorrogação do prazo para execução da obra (artigo 60. .07 70. . . .8. . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . .89 58. . . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . .1. . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .2.70 11. . . . . . .3. . 2as vias do alvará . .8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .38 154. . . . . . . . . . . . .89 23.1. . . . . . . . .1. . .38 94. . . .º do RMUE) Valor em euros QUADRO VIII […] Valor em euros 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .27 94. . . . . . . .3. . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .82 17. . . . .84 11. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . De armazenamento de combustíveis. . . . . . . . . . 2as vias do alvará .68 5. . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Averbamentos. 35. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . 4. . . . . . . . . . . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6. . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . .68 117. . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . .7. . . . . . . . . . .68 47. . . . . . . .9. . . . . . . . .06 0. . . . . . . . . . . . . 2as vias da certidão . . . . .6. De bebidas. . . . . . . . . . . . . . . . .9. . . . .43 82. . . . . . . . . . QUADRO XII 47. . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .59 82. . . . . . . . . . . . . quando não integradas em procedimento de licença ou comunicação 1. . . . . . . . . . . . . . .68 117. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .68 117. . . . .59 82. . . 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .54 52. . . . . .19 5. . . 2. . . . . . . .89 23. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .19 5. . . . . . . . . . . . . QUADRO XI 117. . . . . 47. . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . De restauração e ou bebidas com dança . . . Hoteleiro e meio complementar de alojamento turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. .29 0. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . . . . .3.2. . . . . . 7. . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . .68 1. .38 94. . . Averbamentos. . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . QUADRO XIV 58. .41 5. .5. . .65 35. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . .1. . . . . . .1. . .68 117. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . 3. . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . .1. . . . Quando incidir sobre instalações de combustíveis derivados de petróleo. . QUADRO XIII 41. 2. . . . 7. . . . . . . . . .89 17. . . . . . . . . .68 Demolição de edifícios e outras construções. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. 4. . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . Industrial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4. . . . . .68 117. . . . .29 117. . . . . . . . . . . . .8. .29 1. . . . . . . . . . . . . .35 […] Valor em euros 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . De restauração e ou bebidas com fabrico próprio. . . . .68 117. . . . . . . . . . . 4. . . . . . .29 7.2. . .68 117. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . .07 70. . . . . . . . . Averbamento do alvará ou admissão da comunicação 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . . .. . . . . . . .6. . . .89 41. . . . . . .59 82. . . . . . . De armazenamento de combustíveis. . . . De armazenamento de combustíveis.4234 QUADRO VII Diário da República. . . . . . . . . . Industrial . . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 1. . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .84 88. . . . . . . . De restauração e ou bebidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .13 47. . .

1. . . . . . . . . 8. . . . .54 5. . . . . Averbamentos.94 4. . . .. . . . 12. . .. . . . (Anterior 10. a obrigação de indicar à Câmara Municipal a identificação de todos os titulares dos lotes constantes do alvará.. . . . . . . . . . . Por m2 ou fracção da superfície de ocupação. . . . . . . . . 6. . .. . 3. .1. . . . . . . . . . . .4. .º-D.. . .58 55. . . .7. . . . . . . .88 4. . . . 12.. . 10. . . . . . . . . . 41. . . . . . . . . . .) . . .23 11. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . 27. . . . .. . . . . É alterada a planta de zonamento que constitui o Anexo III. .7. . . . . . . ... . . . a cores . . . . . . A consulta tem por objecto o projecto de loteamento. . . . . . . . . . com a seguinte redacção: “Artigo 5.3. . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 3. . . . . . .. . . . . QUADRO XVII 5. . . . . . . .. . . . .. . .. . . . . . . . ... . a que acresce o montante da cópia ou fotocópia. . . . . . . . .º-C. . . .) . . . . . . . .4. 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . .4. . . . (Anterior 10. . . . . .7. por folha digitalizada . . . . . . . .84 117. . . . . .4.. 5. . . . . . . . . .. . 2. ... . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . 7. . 7. . . . consultar o processo e apresentar as suas […] Valor em euros 1. . . 5. 11. . . . . . . . . . 2. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .89 11. . . . . . . . . . . .. . . . . . . 8. . .. . . . . ..54 2. .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . 7. . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . A cores. . . sendo aplicável ao procedimento as normas constantes dos números 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . 12. . . . . . . . .. . 12.82 0. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .65 5. . . . . . . . . . . . . . (Anterior 10.. . . . . . . . 10. . 2. . . . . . .2. . . . . 27. . . . . . . . .. .1... . . . . . . . . . . . . . Artigo 2. . . . . . . . .54 23. . . .... . . . .) .89 17. . . 8. . a aprovação pela Câmara Municipal do pedido de licenciamento de operação de loteamento é precedido de um período de consulta pública a efectuar nos termos dos números seguintes. .7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . da forma e no local indicados no respectivo edital. . . . 2. . . . . a alteração da licença de loteamento implica. . A cores. .. . .. . . . . .06 8. 9. . . . .. . . .2. ... . .. . .7. . . . . . . . . . . .3. . .. . . . . 9. . .º Aditamento ao RMUE 1. . . . . . . .3. . . . . 7. feita com uma antecedência de 8 dias úteis e por um período de 10 dias úteis. . . .17 . . . . .. . . . . . .. . .. . .. . . . . .. . . . 9. . . . . . . . . 4. . . . .. . . . .. . . .1. .. . . . . .. . . . . . . (Anterior 10. . . . .. . . Artigo 5. . . . .. . .09 10. . . . . . . . . . . na Gafanha da Encarnação. . . . .3.. . . . . . . . . . . .. . . 8.. .. . . . . . . . . . 14. . 3. . . . . . . . Em suporte de papel transparente. . . . . ..) . .. . . QUADRO XVIII 4. . . . . . . . . .. . 2. . . . .1. . . . . . . . .17 20. .º-B Alterações a licença de loteamento sujeita a consulta pública Nas situações previstas no artigo 5. . . . .2. . . . . .º-A.51 28. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 12.. . A preto. . . . . . . . 10. . .23 55.7. . . . . . . . . . . . . . . .º-B. .. . . . . . . . . .) .76 34. .2. .. . .. . . . . . . . . . .. . . . . (Anterior 10. . . . . . . ... QUADRO XVI 22. .. . . .. . . (Anterior 10. 5. . . . .. . . . . . . . observações ou sugestões. . . . . 12.. . .. . A preto. . . . . . . . . . . podendo os interessados. . . . . . . . . . por m2 ou fracção: 9. . . . . . .11 22. . ..º-C Alterações a licença de loteamento não sujeita a consulta pública 1. . . . . . . . .7. . . .. . . . .. . . . . . . . . a cores .4. .. Formato A4. . . . Nas situações previstas no artigo anterior. . . .. . . . .1. . . . .. . . 2. . . . .23 3. . . . . . . . . Fornecimento do suporte. . . . . .. . .1. .. . .º-B. 2as vias do alvará . 1. . 2. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5. . .. . .23 7. . . . . . . . (Anterior 10. . . . . . . . . . . Emissão de alvará . no prazo previsto no número anterior. . . . . . .. . . . 1.11 22. . . . . . . . 8. . . .77 35. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .19 23. . . . 6. . . .53 58. . .71 22.1. . . . . . . . . . . . . .29 41.. . . . . . . . . . .25 9. . . . . 2.. . . . . . . Mostrando-se o pedido devidamente instruído e não havendo fundamentos para rejeição liminar. . .89 294.º-C e 34. . . . .. . . . .. . . .. . . . . . . .. . . .. . . . . . . .. . .2. . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . 8. . . Em suporte de papel opaco. . . . . . . . . . . . . . . .. .18 29. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2.º-A Procedimento de consulta pública 1. .23 4. . . . . . . . . . . . .. . . . . 3. . . 27. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. .03 1. ..54 1. . . 10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . para se pronunciarem sobre a alteração pretendida. . . . . . 4. . 13. . . . .. (Anterior 10. . . . . . . ... . .. .. . . .º-C. . . . . . .06 6. 12. . . . Averbamentos. .. .. . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 3 e 4 do artigo anterior.. Averbamentos de processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7. . . . . .. . . . . . . . 10. 9. . . . . . . Outros formatos. . . (Anterior 10. . .. . . . . .. . . . . . . . . . por m2 dou fracção . . . Os proprietários dos lotes serão notificados por via postal com aviso de recepção. Reproduções em formato digital . . . . . a preto .. . . . . . . . .31 0. . . . . . . . . . .1... . . . . .. . . . . .. .66 23. . 5. . 5. .. . . . . . . . . 3. . . . . 6. . . . . .. .2. . .. . . . . . . consultar o processo e apresentar as suas reclamações.º-B. . . . . . . . (Anterior 10. . . 9. . .66 17. . por ano .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Em suporte de papel opaco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . ... . . . . . . . . . .. . . .. . .3. . .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .) . sendo o requerimento instruído com documento comprovativo dessa qualidade emitido pela Conservatória do Registo Predial. . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .17 58. . . . . . . .. .. .. . . . . . ..) . . . . 12. . . . . . . .68 88. . . .. . . . 12. . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . para o requerente. . . . . . ..º. . . . . . .65 2. . . . . . .. . . . . . . .17 294. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . dentro deste prazo. . 4. . . . . . . . . . . . . a acrescer ao montante referido em 1. . . . . . . a preto . . . . ..7. . . . . Artigo 5. . . . . . . . .6. (Anterior 10. no prazo de 10 dias úteis a contar da data de recepção da notificação podendo. . . . .. . . . . . .54 17.1. . . . ..º-A. . .58 0. . . . . . . .. . . . . . .. . . . .1. . . . .. .54 23. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4.. . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .1.. . . . . . . Em suporte de papel transparente. . . .2. . . .1. . .. . . . . (Anterior 10. . . . . . . . . . . . . . . 19. .23 70. . . .) . . . 7. . . .. .. . . . . . .84 […] Valor em euros […] Valor em euros .. 2. . . . .. . . .89 10. . . . . . . 5.. 2. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .º. . . . . . . . . . . . . A notificação tem por objecto o projecto de alteração de loteamento. bem como das respectivas moradas para efeito da sua notificação para pronúncia. . . . . . . . . . .59 5. . . . . .2. . . . . . .. . . . . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . Formato A3. . . 4. . . . . . . . . 12. . . .60 11. . retirando da Zona 3 e incluindo na Zona 2 o espaço urbano a sul da Rua de Ílhavo. . .. . . . Cópia ou fotocópia autenticada. . . . .ª série — N. . . . . . . . . . 8. . . ..18 47. . . . . .66 11.54 41. . . . . . . . . . . .06 1. . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 12. . . . . . . . .. . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 QUADRO XV 4235 Valor em euros […] Valor em euros 1. . . . . Outros formatos. . . . . . . . . ..6. . . . .. . . . . . . . . .. proceder-se-á à consulta pública. . 2as vias do alvará ..58 1. . . . . . . . . . . .) . . . . . . . . Nas situações não enquadradas no artigo 5..5. . São aditados ao RMUE os artigos 5. . . . . . . . . . .. . . . .º-A.88 5.Diário da República. . . . . 12. . . . 12. . . . . . .5. . . .) .1. . . . . . . . . 10. . . . . . . . .. . . . . a alteração à licença de loteamento é precedida de consulta pública..3. . . . .. . .º-A. .) . . . . . . . . . . .43 23.27 11. . A consulta pública é anunciada através de edital a afixar nos locais de estilo e no site da autarquia. . 4. . . . .7. . .) . . . . . . . 22. . . . .. . . . . . . .. . . .. . por folha digitalizada . . . . . .. .. . .77 5. . . . .42 3.º-A. . . . . . . . .29 6. . . . . . . . . . .. .. .. . . . . .. . . . . . . .

000. Deve ser verificada a implantação da edificação e muros de vedação pelo sector de topografia municipal. ii.00 iii. do construtor.000. e. Deve assegurar-se que os RCD são mantidos em obra o mínimo tempo possível. As obras devem estar concluídas no prazo proposto pelo promotor.00 v. Deve assegurar-se que os RCD são mantidos em obra o mínimo tempo possível.00 iv. nomeadamente: a. Para efeito da determinação da caução a que se refere o artigo 54. São consideradas situações de elevado risco. Projectistas: i. ou 2 anos quando esse valor for superior. Empreiteiros e responsáveis técnicos pela execução dos projectos: i. Deve assegurar-se a aplicação em obra de uma metodologia de triagem de RCD ou. Artigo 8. as obrigações das partes relativamente à realização. iii. c. gestão e manutenção das obras e respectivo prazo de execução. a requerimento do promotor. edifícios que recebem público e ainda instalações que em caso de acidente possam provocar danos ambientais graves. Instalações com capacidade entre 5 m3 e 15 m3 – € 250. Deve ser cumprido o regime da gestão de resíduos de construção e demolição. 4. b. 7. estabelecimentos de saúde. esse período não pode ser superior a três meses.00. Instalações com capacidade superior a 10 m3 e menor ou igual a 100 m3 . 6. Caso seja impossível a identificação dos titulares de todos os lotes pela forma prevista no n. sendo o cumprimento destas obrigações condição da recepção provisória das obras de urbanização. serão notificados por edital a afixar nos locais de estilo e no site da autarquia. relativo à segurança e limpeza nas obras confinantes com a via pública.00. A construção das instalações de armazenamento de produtos do petróleo. A implantação das obras deve demarcada pelo sector de topografia municipal. Deve promover-se a reutilização de materiais e a incorporação de reciclados de RCD na obra. 3. . a identificação completa do prédio ou prédios de incidência das obras. por um período de 15 dias úteis.00. da forma e no local indicados na respectiva notificação. 5. a execução das obras de construção sujeitas a procedimento da comunicação prévia ficam sujeitas às seguintes condições: 1.º-C Licenciamento de instalações de combustíveis derivados de petróleo 1. do construtor. sendo o cumprimento destas obrigações condição para a emissão do alvará de utilização. Artigo 8. 6. Artigo 8.º do RJUE. 3. do director de obra ou de fiscalização ou do coordenador do projecto. 3. o seu encaminhamento para operador de gestão licenciado. designadamente as localizados nas proximidades de linhas de água e orla costeira.000.º do RJUE. Instalações com capacidade superior a 100 m3 – € 750. Instalações com capacidade menor ou igual a 10 m3 — € 100. no caso de resíduos perigosos.º-B Obras de edificação em procedimento de comunicação prévia Para efeito do previsto no n.00. c.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2.º do RJUE. o comunicante deve instruir o processo com mapa de medições e orçamento das obras a executar. a execução das obras de urbanização sujeitas a procedimento da comunicação prévia ficam sujeitas às seguintes condições: 1. Deve cumprir-se as demais normas técnicas respectivamente aplicáveis. 2.ª série — N. Artigo 8.€ 200.000. salvo casos excepcionais devidamente justificados e sem prejuízo do definido no Artigo 58.00. Quando houver lugar à celebração de contrato de urbanização. relativo à segurança e limpeza nas obras confinantes com a via pública. fica sujeito à instrução dos respectivos processos com o projecto aprovado por uma entidade inspectora de instalações de combustíveis derivados do petróleo (EIC) ou entidade inspectora de redes e ramais de distribuição e instalações de gás (EIG).º 1 do artigo 57. b. 2. e. sendo que.00. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos fixados referidos nos números anteriores e/ou fixar a data a partir da qual as obras de edificação se deverão iniciar.000. Instalações com capacidade superior a 10 m3 e menor ou igual a 100 m3 .00 2. o promotor fica obrigado a proceder ao levantamento do estaleiro e à limpeza da área nos termos previstos no regime jurídico da gestão dos resíduos de construção e demolição. A Câmara Municipal poderá corrigir o valor constante dos orçamentos.000.€ 500.º do RJUE. reclamações. do director de obra ou de fiscalização ou do coordenador do projecto. Instalações com capacidade entre 15 m3 e 30 m3 – € 500. b. 8.000. c.000. sendo que.000.000. total ou parcialmente. 5.000. adiante designados por RCD. nomeadamente: a. ii.4236 Diário da República. quando tal não seja possível. 7. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. Instalações com capacidade entre 30 m3 e 50 m3 – € 750. Titulares da licença de exploração: i. Deve assegurar-se a existência na obra de um sistema de acondicionamento adequado que permita a gestão selectiva os RCD. Os montantes dos seguros de responsabilidade civil previstos na legislação aplicável são os seguintes: a. designadamente as instalações localizadas a menos de 200 metros de estabelecimentos de ensino. Deve assegurar-se a existência na obra de um sistema de acondicionamento adequado que permita a gestão selectiva os RCD. 9.00 ii. A realização das obras não deve afectar ou ocupar. Deve cumprir-se as demais normas técnicas respectivamente aplicáveis. a via pública sem prévio licenciamento. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. esse período não pode ser superior a três meses. Instalações com capacidade entre 1m3 e 5 m3 – € 50. iii. a requerimento do promotor.º-D Seguros de responsabilidade civil 1.º 1 do artigo 53. 4. cujo licenciamento seja da competência da Câmara Municipal nos termos da legislação em vigor. Deve promover-se a reutilização de materiais e a incorporação de reciclados de RCD na obra. no caso de resíduos perigosos. lares de terceira idade. o seu encaminhamento para operador de gestão licenciado. dos postos de abastecimento de combustíveis e das redes e ramais de distribuição ligadas a reservatórios de gás de petróleo liquefeito (GPL). observações ou sugestões. Instalações com capacidade menor ou igual a 10 m3 — € 50. d. Deve assegurar-se a aplicação em obra de uma metodologia de triagem de RCD ou. o qual não poderá exceder 3 anos no caso de edificações com área de construção igual ou inferior a 500 m2 e 4 anos no caso de área de construção superior. sem prejuízo do disposto no n. Instalações com capacidade superior a 50 m3 – € 1. A exploração das instalações referidas no número anterior fica sujeita à instrução do pedido com certificado de conformidade das vistorias e inspecções previstas na legislação em vigor emitidos pela EIC ou pela EIG. 4. adiante designados por RCD. Instalações com capacidade superior a 100 m3 – € 500. Para instalações cuja localização envolva elevado risco. Concluídas as obras. os montantes definidos no número anterior são sempre os relativos às instalações de capacidade máxima. Deve ser cumprido o regime da gestão de resíduos de construção e demolição. 2. A realização das obras deve respeitar o disposto no Capítulo V do Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Ílhavo.º 5. quando tal não seja possível.º-A Obras de urbanização em procedimento de comunicação prévia Para efeito do previsto no n. Concluídas as obras. A realização das obras deve respeitar o disposto no Capítulo V do presente Regulamento. o qual não poderá exceder 1 ano quando o valor estimado das mesmas for igual ou inferior a € 25. o promotor fica obrigado a proceder ao levantamento do estaleiro e à limpeza da área nos termos previstos no regime jurídico da gestão dos resíduos de construção e demolição. o mesmo deve conter a identificação completa das partes.000. d. As obras de urbanização devem ser concluídas no prazo proposto pelo promotor. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos fixados referidos nos números anteriores e/ou fixar a data a partir da qual as obras de urbanização se deverão iniciar.º 1 ou no caso do número de titulares ser superior a 20.000.

ou platibanda. j. b. ou de recreio e lazer.” 2. acima e abaixo da cota de soleira. ou guarda do terraço. Artigo. As pérgulas que venham a ser colocadas sobre as coberturas dos edifícios não devem exceder a altura de 2. desde que ocultos por platibandas.60 metros e área igual ou inferior a 50. se a inclinação do perfil longitudinal não for superior a 5%.º. consequentemente. Nos terraços. Em local próprio previsto no edifício.) e à prática. 4237 Republicação do Regulamento Municipal da Urbanização e da Edificação de Ílhavo CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. Quando não for tecnicamente possível cumprir o estipulado no número anterior. k. 2. as regras gerais e critérios referentes às taxas devidas pela emissão de alvarás. destinado a aumentar a superfície útil da edificação. assistência social. Para terrenos servidos por um único arruamento – cota média do mesmo. Cave: espaço coberto por laje.º-A Pérgulas 1. pela colectividade. b. h. quando as diferenças entre a cota do plano inferior dessa laje e as cotas do espaço público mais próximo forem iguais ou inferiores a 0. educação. que não possui título autónomo de propriedade nem constitui uma unidade funcional. incluindo a cobertura mas excluindo acessórios.º Definições Para efeitos deste regulamento. l. Artigo 4. c. A cota de referência do arruamento é determinada da seguinte forma: Para terrenos servidos por mais que um arruamento. como um piso.º Norma revogatória São revogados os artigos 8. Nos edifícios e/ou fracções que não disponham de condutas interiores a cumprir o disposto no Artigo 113.50 m acima da cota mais baixa do arruamento.).20 metros. estabelecimentos. Área bruta de construção: soma das superfícies brutas de todos os pisos. Equipamento: edificação destinada à prestação de serviços à colectividade (saúde. Altura total da construção: dimensão vertical máxima da construção. nomeadamente em edifícios existentes. a instalação das unidades exteriores deve garantir uma altura mínima livre de 2. Na sua cobertura. com a redacção actual. de linhas de água ou outros. 27. O respectivo contrato de manutenção e limpeza. entende-se por: a. nela incluindo varandas privativas. locais acessórios e espaços de circulação. no caso de edifícios construídos em regime de propriedade horizontal. a cércea é referenciada. é admissível a existência de saídas de exaustão de fumos e de ventilação nas fachadas do edifício. m. 3. até à linha superior do beirado. d. desde que ocultos pelas respectivas guardas. esta carece de autorização dos condóminos nos termos previstos no Código Civil.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Artigo 19. nas restantes situações. g. reconstruções ou alterações profundas. Artigo 2. Estufa de jardim: edificação construída em estrutura ligeira revertida a material transparente de cor clara.Diário da República. Com o pedido de emissão de autorização de utilização deverá ser apresentado: a. em relação à via de cota inferior e adopta a descrição do ponto precedente. Alinhamento: linha que define a implantação da edificação e do muro de vedação. etc. b.º. com saída ao nível da cobertura e cumprir a legislação aplicável em vigor Artigo 34. Cércea: dimensão vertical da construção. Artigo 27. . São aditados ao RMUE os anexos IV e V.º-C Exaustão de Fumos e Ventilação 1. 54. integradas devidamente na construção.º Republicação O RMUE é republicado em anexo. pressupondo afastamento a linhas de eixos de vias. manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas. referida ao arruamento de acesso. 24. válido e redigido em língua portuguesa. f. ou outros dispositivos. Certificado de homologação do sistema de extracção de fumos. devem ser recuadas em relação às fachadas e não podem em caso algum ser encerradas. ficando sujeitas a todas as regras de edificabilidade. pela realização. localizada no logradouro posterior da habitação e sem recurso a fundações permanentes. i. desportivas. 2. Devem ser colocados nas coberturas dos edifícios. A colocação de aparelhos de ar condicionado e outros dispositivos. preferencialmente. Em edifícios novos. ou em vãos criados para o efeito. ou afastamentos a construções fronteiras. e. normas e regulamentos de construção aplicáveis.º Âmbito e objecto O presente regulamento estabelece os princípios aplicáveis à urbanização e à edificação.º 1 do presente artigo serão obrigatoriamente contabilizadas como área de construção e. as condutas de ventilação e de exaustão de fumos devem ser interiores. através de ligação á rede de esgotos do edifício. devendo este fazer-se. cuja projecção incide sobre espaço público ou logradouro privado.30 m no ponto médio da fachada principal da edificação. no Município de Ílhavo. 2. pela admissão de comunicações prévias. a cota de soleira dos edifícios não se poderá elevar mais do que 0. Na fachada posterior dos edifícios. bem como às compensações. ocupação do espaço público para a realização de obras e concessão de outros documentos. de modo a que uma estrutura sirva várias ocupações e/ou fracções do edifício. com altura igual ou inferior a 2.º-A Critérios de optimização energética e ambiental Na concepção dos projectos de loteamento e de edificação dever-se-á respeitar as normas constantes do Anexo IV do presente Regulamento. medida a partir da cota média do plano base de implantação até ao ponto mais alto da construção. nas fachadas ou para os arruamentos. Fogo: habitação unifamiliar em edifício isolado ou colectivo.º do RGEU. Artigo 3. etc. com uma função complementar e com uma entrada autónoma pelo logradouro ou pelo espaço público. desde que integradas nos vãos existentes e de forma harmoniosa na sua arquitectura. no local menos visível da via pública e de forma a não causar impacte visual. contada a partir da cota de referência do arruamento que a serve. Equipamento lúdico: edificação a céu aberto com finalidade lúdica ou de lazer.º-B Antenas e painéis solares A colocação das antenas e painéis solares quando não integrados no projecto da edificação deve respeitar os seguintes critérios de integração: 1. sempre.50 metros entre estes e a via pública. Anexo: a edificação ou parte desta. e inferiores a 1. É proibido o escoamento das águas de condensação dos aparelhos de ar condicionado.00 m2. ocultos por grelha em material idêntico aos das respectivas caixilharias sendo que. e. de actividades culturais. quiosques.ª série — N. referenciada a um edifício principal. chaminés e elementos decorativos. Em locais não visíveis da via pública.º-A Equipamentos de ar condicionado e outros 1. 2. feiras. Cota de soleira: demarcação altimétrica do nível do ponto médio do primeiro degrau da entrada principal. à prestação de serviços de carácter económico (mercados. Cércea dominante: cércea que apresenta a maior extensão ao longo de uma frente edificada. 2. com vista à utilização do menos número possível de elementos Artigo 27. Dever-se-á racionalizar a sua colocação. admitindo-se a sua cobertura com elementos vegetais ou toldo.º e 80. protecção civil. Balanço fechado: corpo volumétrico saliente da fachada da edificação.º do RMUE. considerando-se três o número médio de habitantes por fogo. 3.20 m em todos os pontos das outras fachadas. d. deverá preferencialmente ser realizada: a. c. medida pelo perímetro exterior das paredes exteriores. As pérgulas que não cumpram o definido no n.

sem contar palas de cobertura nem varandas salientes.º 1 do artigo 6. com vista a uma melhor apreciação da pretensão apresentada. com saída própria para uma parte comum do edifício. n. de integrar todas as peças escritas e desenhadas e não só as que forem objecto de rectificação. poderá ser exigido pela Câmara Municipal o conveniente Estudo Prévio instruído de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente Regulamento. Arruamentos ou espaços livres de uso público cobertos pela edificação. apresentados em formato digital para efeito de consulta das entidades da administração central. z. serviços.º-A do RJUE. Galerias exteriores públicas. ao edifício principal com altura não superior a 2. mantendo o esquema estrutural básico e o aspecto exterior original.2 m ou. 3. contíguas ou não. alteração.º 1 do artigo 91. deverão ser apresentadas telas finais. Infra-estruturas locais: as que se inserem dentro da área objecto da operação urbanística e decorrem directamente desta. Sempre que durante a apreciação do projecto de arquitectura seja necessário introduzir qualquer rectificação ao mesmo por parte do requerente. 5. palas e outros elementos decorativos projectados para além das fachadas.º-A. aprovado pelo Decreto-Lei n. da natureza e localização da operação urbanística pretendida. obrigatoriamente. Deverão ainda ser juntos ao pedido ou comunicação os elementos complementares que se mostrem necessários à sua correcta compreensão. Garagem: lugar de estacionamento coberto fechado. aa. O pedido de informação prévia. comércio. integrando este conceito as seguintes obras: a. 6. localização. Informação prévia de obras de edificação: quando as obras incidirem sobre área abrangida por Plano de Pormenor que contenha as menções constantes nas alíneas c). deduzida da superfície de implantação das edificações nele existentes. 11. ampliação. Serviços técnicos instalados nas caves dos edifícios.º 232/2008. Unidade de ocupação: edifício ou parte de edificação. indústria ou outros fins. dd. O alvará que titula as operações de loteamento só será emitido depois de efectuada. Para efeito do disposto na alínea g) do n. exactamente. Infra-estruturas de ligação: as que estabelecem a ligação entre as infra-estruturas locais e as gerais.50 m e com área igual ou inferior a 10 m2 e que não confinem com a CAPÍTULO II Do procedimento Artigo 3. em função. lotes ou espaço público pelo sector de topografia municipal. com eventual reorganização do espaço interior. incluindo escadas e caixas de elevadores. Varanda: avanço de um corpo não volumétrico relativamente ao plano de uma fachada. seja pelo equilíbrio estético ou ambiental subjacente que urja salvaguardar. logradouro ou via pública. nelas directamente apoiadas. em alternativa. Telas finais: peças escritas e desenhadas que correspondem. . gg. s. Superfície de ocupação: área resultante da projecção da edificação no solo. ee. Pérgula: estrutura de ensombramento aligeirada de reduzido impacte visual. x. de construção e de demolição e/ou fixar a data a partir da qual as mesmas se deverão iniciar.4238 Diário da República.º 1 e do n. servem ou visam servir uma ou diversas unidades de execução. Profundidade da edificação: distância entre os planos verticais definidos pelos pontos mais avançados das fachadas anterior e posterior. u. de 4 de Setembro.º do RJUE. p. 2. bb.0 555/99.ª série — N. y. 7. com as necessárias adaptações.º do Decreto-Lei n. beirados. forma. destinada a habitação. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. com a redacção dada pela Lei 60/2007. 8. pelo sector de topografia da Câmara Municipal. adiante designado por RJIGT. eventualmente previstas em PMOT. hh. a implantação dos lotes. A realização de obras de edificação sujeitas a licenciamento ou comunicação.º 316/2007. nomeadamente. obedece ao disposto no artigo 9.º 2 do 11. sem qualquer elemento de fechamento pelo menos em um dos seus lados. Muro de estremas: muro de separação entre parcelas de propriedade particular. bem como de obras de urbanização inseridas em operações de loteamento sujeitas a comunicação. e será instruído com os elementos referidos na Portaria n. aplicando-se. o pedido ou comunicação e respectivos elementos instrutórios serão apresentados em duplicado. — Nos casos previstos no artigo 13. em função de novas operações urbanísticas. t. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. de 16 de Dezembro.º Instrução do pedido 1. antes da emissão do alvará de loteamento ou aquando da informação à Câmara Municipal da data do início dos trabalhos nos termos do disposto no artigo 80. acima e abaixo do solo. sempre que necessário. conservação e demolição de bens imóveis. obrigatoriamente. 2. q. sendo o respectivo montante considerado ‘como decorrente da execução de infra-estruturas locais. incluindo anexos e excluindo varandas. demarcada no solo. Logradouro: espaço físico descoberto pertencente a um lote edificável. ou previstas em Plano Municipal de Ordenamento do Território (PMOT). consideram-se obras de escassa relevância urbanística aquelas que pela sua natureza. b. devam pela sua especificidade implicar a prévia determinação de custos imputáveis à operação urbanística em si. o projecto rectificado tem. w. deve ser precedida da verificação dos respectivos alinhamentos da edificação. o disposto no n. sendo este o de maior dimensão. com eventual salvaguarda de níveis superiores de serviço. adiante designado por RJUE.º do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial. ff. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos para início e/ou conclusão de obras de urbanização. Zonas de cave não habitáveis. Obra de reabilitação: Obra de alteração que visa adequar e melhorar as condições de desempenho funcional de um edifício.º 380/99. Zonas de sótão não habitáveis. à obra executada. Terraços descobertos. de 19 de Setembro. a requerer pelo promotor. 4. com excepção das seguintes situações: a. delimitado por paredes e portão de acesso.A do RJUE. Zona urbana consolidada: zona caracterizada por uma densidade de ocupação que permite identificar uma malha ou estrutura urbana já definida. Estão isentas de licença ou comunicação as operações urbanísticas identificadas nas alíneas a). Lugar de estacionamento: área destinada a estacionamento de veículos automóveis. reconstrução. § único. obras de edificação é obrigatório.º 1 do artigo 91.º Isenção de licença ou de comunicação 1. Enquanto não estiver implementado o sistema informático previsto no 8. pelo construtor.º-A do RJUE. v. e de acordo com as normas contidas no Anexo II do presente Regulamento.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 2. Infra-estruturas gerais: as que tendo um carácter estruturante. 10. d) e f) do n. efectuada a requerimento do interessado. CAPÍTULO III Procedimentos e situações especiais SECÇÃO I Isenções Artigo 4. Infra-estruturas especiais: as que não se inserindo nas categorias anteriores. Superfície de pavimento: soma das áreas brutas de todos os pisos. Em situações devidamente justificadas. i) e j) do n. de 11 de Março.º. decorrendo as mesmas de um adequado funcionamento da operação urbanística. b). de 22 de Setembro. seja em áreas densamente construídas ou comprometidas. bem como a sua comunicação prévia. do RJIGT. No final da obra e em simultâneo com o requerimento a solicitar o alvará de utilização. d) e f) do n. a sua área corresponde à área do lote edificável. com altura igual ou inferior a 3. 9. pelo director de obra ou de fiscalização ou pelo coordenador do projecto antes do início da obra de edificação sujeita a licenciamento. Muro de vedação: muro de separação entre o espaço público e as parcelas de propriedade particular. o pedido ou comunicação e respectivos elementos instrutórios serão. As edificações. cc.º do RJUE. impacte e dimensão não obedeçam ao procedimento de licença ou de comunicação. de autorização e de licença relativo a operações urbanísticas. com exclusão de: Áreas de estacionamento. Obra: todo o trabalho de construção. ou sobre área abrangida por alvará de loteamento em vigor. Sótão: pavimento resultante do aproveitamento do desvão da cobertura. O pedido de informação prévia relativo a operações de loteamento. o. r. Telheiro: espaço coberto.º 3 do artigo 6. onde existem as infra-estruturas essenciais e onde se encontram definidos os alinhamentos dos planos marginais por edificações em continuidade. Quando o controlo prévio da operação urbanística estiver sujeito ao regime de comunicação prévia. Informação prévia de loteamento: quando a operação incidir sobre área abrangida por Plano de Pormenor que contenha as menções constantes nas alíneas c). o particular poderá optar pelo regime de licenciamento.º .

RMUE. 3 e 4 do artigo anterior. estacionamento. e. etc. Pérgulas. Aumento de altura de muros existentes.A do RJUE. feita com uma antecedência de 8 dias úteis e por um período de 10 dias úteis. (Revogado. nomeadamente: Plano Director Municipal (PDM) de Ílhavo. O pedido de certidão comprovativa da verificação dos requisitos de destaque de parcela nos termos do disposto no n.º. Estruturas amovíveis temporárias. implantados em zona exterior ao perímetro urbano definido para a propriedade respectiva. o. Mostrando-se o pedido devidamente instruído e não havendo fundamentos para rejeição liminar. 50 fogos. c. A consulta pública é anunciada através de edital a afixar nos locais de estilo e no site da autarquia.º 4 do artigo 80. Toda e qualquer edificação que disponha de quatro ou mais unidades de ocupação com acesso directo a partir do espaço exterior.º 5 do artigo 57. h.º Operações de loteamento sujeitas a consulta pública 1. Para efeitos do consignado no n. A edificação de estufas de jardim com altura inferior a 3 m e área igual ou inferior a 20 m2. bem como . são dispensadas de apresentação de projecto de execução as edificações que disponham de menos de dez unidades de ocupação. 2. sendo o requerimento instruído com documento comprovativo dessa qualidade emitido pela Conservatória do Registo Predial. nomeadamente vias de acesso. 4. 2 ha. SECÇÃO IV Projecto de execução Artigo 7. sob pena de ficarem sujeitas a contra-ordenação e demais sanções previstas nos diplomas legais que forem infringidos. para se pronunciarem sobre a alteração pretendida. Artigo 5. Todas aquelas construções e edificações que envolvam uma sobrecarga dos níveis de serviço nas infra-estruturas e ou ambiente. b. redes de saneamento. considera-se geradora de um impacte semelhante a um loteamento: a.ª série — N. redes de águas. 4. d. 3. designadamente as que envolvam a alteração de materiais e cores desde que compatíveis com os existentes na envolvente. Os proprietários dos lotes serão notificados por via postal com aviso de recepção. Artigo 5. mas têm sempre que cumprir a legislação aplicável em vigor. SECÇÃO III Impacte semelhante a loteamento Artigo 6. bem como das respectivas moradas para efeito da sua notificação para pronúncia.º 1 ou no caso do número de titulares ser superior a 20. 2. devidamente licenciados. com chapas metálicas ou elementos vazados.º Dispensa de projecto de execução 1. A edificação de pombais com a área máxima de 6 m2. consultar o processo e apresentar as suas reclamações. da forma e no local indicados na respectiva notificação. de modo a não afectar a estética das povoações e a beleza das paisagens.) 6. do tipo de operação urbanística que vai ser realizada. O limite previsto na alínea c) do número anterior será referenciado ao valor do último censo da população residente na freguesia em que se insere a operação. A construção de rampas destinadas a pessoas de mobilidade condicionada e a eliminação de barreiras arquitectónicas quando localizadas no perímetro das habitações e dentro do lote edificável.20 m. Toda e qualquer edificação que disponha de mais do que uma caixa de escadas de acesso comum a fracções ou unidades de ocupação.º-C Alterações a licença de loteamento não sujeita a consulta pública 1. alvarás de loteamento em que se integrem. devendo em qualquer caso os interessados darem conhecimento à Câmara Municipal.º 2 do presente artigo deve ser precedida de uma participação à Câmara Municipal termos do disposto no artigo 80.º .º Edificações com impacte semelhante a um loteamento Para efeitos de aplicação do n.º do RJUE.º-A Procedimento de consulta pública 4239 1. instruída de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente regulamento. As pequenas construções para abrigo de animais até 10 m2 sem fins comerciais e com altura igual ou inferior a 2.º-B Alterações a licença de loteamento sujeita a consulta pública Nas situações previstas no artigo 5. no prazo de 10 dias úteis a contar da data de recepção da notificação podendo. podendo os interessados. 3. tais como espaços de venda e promoção imobiliária relacionados com as operações urbanísticas em curso e instaladas nas respectivas propriedades. no prazo previsto no número anterior. em duplicado.Diário da República. com afastamentos mínimos de qualquer estrema da propriedade de 4 m. As pequenas obras de arranjo e melhoramento da área envolvente das edificações que não afectem área do domínio público.º do RJUE.º. SECÇÃO II Consulta pública Artigo 5.º 4 do artigo 6. 7. Estão sujeitas a consulta pública as operações de loteamento que excedam dos seguintes limites: a. durante o prazo de validade do alvará ou da comunicação prévia admitida para a operação urbanística correspondente. 4. para o requerente. d. 2. c. c. sendo aplicável ao procedimento as normas constantes dos números 2. dentro deste prazo. A edificação de equipamento lúdico ou de lazer associado a edificação principal com área inferior à desta última. Ser precedido de informação prévia de construção na parcela objecto de destaque. tráfego. acessibilidades e demais regulamentos específicos das boas normas construção.º-A e para os efeitos do definido no artigo 93. com excepção das obras de reconstrução. Abertura de vãos. descoberto. com excepção das instaladas sobre a cobertura dos edifícios sitos em áreas especificamente definidas no PDM como de grande sensibilidade paisagística e/ou de reconhecido interesse histórico-social. 5 (cinco) dias antes do início das obras. Toda e qualquer edificação que disponha de dez ou mais fracções ou unidades de ocupação.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 via pública. consultar o processo e apresentar as suas reclamações. serão notificados por edital a afixar nos locais de estilo e no site da autarquia. ruído. Nas situações não enquadradas no artigo 5. destinadas a apoio às funções habitacionais em prédio onde haja título válido para utilização da edificação principal. a alteração à licença de loteamento é precedida de consulta pública. A notificação tem por objecto o projecto de alteração de loteamento. 2. A demolição das edificações referidas nas alíneas interiores. Código Civil. Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU). g. As obras de alteração exterior pouco significativa. A edificação de muros de estremas até 2 m de altura e de muros de suporte de terras até uma altura de 2 m ou que não alterem significativamente a topografia dos terrenos existentes. l. nos termos do artigo 80. 3. Caso seja impossível a identificação dos titulares de todos os lotes pela forma prevista no n. b. Artigo 5. 10% da população do aglomerado urbano em que se insere a pretensão. n. para o espaço público. em vias de classificação e inseridos na respectiva zona de protecção. A consulta tem por objecto o projecto de loteamento. a aprovação pela Câmara Municipal do pedido de licenciamento de operação de loteamento é precedido de um período de consulta pública a efectuar nos termos dos números seguintes. As operações urbanísticas referidas no número anterior estão isentas de controlo prévio. observações ou sugestões. b. Devem ainda salvaguardar uma adequada inserção no local. ampliação e alteração de imóveis classificados. A realização das obras previstas no n. 5. a obrigação de indicar à Câmara Municipal a identificação de todos os titulares dos lotes constantes do alvará.º do RJUE deve obedecer às seguintes condições: a. f. da forma e no local indicados no respectivo edital. i. Nas situações previstas no artigo anterior. m. observações ou sugestões. Ser instruído de acordo com as normas constantes do Anexo I do presente Regulamento. por um período de 15 dias úteis. a alteração da licença de loteamento implica. Abertura de portas ou portões do espaço privado. k. j. b. proceder-se-á à consulta pública.º.

) SECÇÃO V Comunicação prévia Artigo 8. a execução das obras de urbanização sujeitas a procedimento da comunicação prévia ficam sujeitas às seguintes condições: 1. 5. nomeadamente: a. Instalações com capacidade entre 1m3 e 5 m3 – € 50. 7. c. A realização das obras deve respeitar o disposto no Capítulo V do presente Regulamento. esse período não pode ser superior a três meses.000.00.00.00. As obras de urbanização devem ser concluídas no prazo proposto pelo promotor. ii. a requerimento do promotor. adiante designados por RCD. 4.00 v. gestão e manutenção das obras e respectivo prazo de execução. 2.000.º 1 do artigo 53.º (Revogado.000. iii. Artigo 8. a requerimento do promotor. o mesmo deve conter a identificação completa das partes. Os montantes dos seguros de responsabilidade civil previstos na legislação aplicável são os seguintes: a. Instalações com capacidade entre 15 m3 e 30 m3 — € 500. a via pública sem prévio licenciamento.º do RJUE.000.º-C Licenciamento de instalações de combustíveis derivados de petróleo 1. sendo que. . salvo casos excepcionais devidamente justificados e sem prejuízo do definido no Artigo 58.00. Concluídas as obras. A realização das obras deve respeitar o disposto no Capítulo V do Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Ílhavo. Deve promover-se a reutilização de materiais e a incorporação de reciclados de RCD na obra. Deve ser cumprido o regime da gestão de resíduos de construção e demolição. A construção das instalações de armazenamento de produtos do petróleo. Instalações com capacidade menor ou igual a 10 m3 — € 50. o qual não poderá exceder 3 anos no caso de edificações com área de construção igual ou inferior a 500 m2 e 4 anos no caso de área de construção superior.º 5. o qual não poderá exceder 1 ano quando o valor estimado das mesmas for igual ou inferior a € 25. sendo o cumprimento destas obrigações condição da recepção provisória das obras de urbanização.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 e.00. b.º do RJUE. Instalações com capacidade superior a 100 m3 — € 500. Para instalações cuja localização envolva elevado risco. o promotor fica obrigado a proceder ao levantamento do estaleiro e à limpeza da área nos termos previstos no regime jurídico da gestão dos resíduos de construção e demolição. 2.000.00. 6. Artigo 8. cujo licenciamento seja da competência da Câmara Municipal nos termos da legislação em vigor. o promotor fica obrigado a proceder ao levantamento do estaleiro e à limpeza da área nos termos previstos no regime jurídico da gestão dos resíduos de construção e demolição.) Artigo 8. 7. Instalações com capacidade entre 5 m3 e 15 m3 – € 250. Projectistas: i. Quando houver lugar à celebração de contrato de urbanização. (Revogado. Deve ser cumprido o regime da gestão de resíduos de construção e demolição. SECÇÃO VI Instalações de combustíveis derivados de petróleo Artigo 8.000. iii. Deve ser verificada a implantação da edificação e muros de vedação pelo sector de topografia municipal. nomeadamente: a. o seu encaminhamento para operador de gestão licenciado. do construtor. d. Deve assegurar-se a aplicação em obra de uma metodologia de triagem de RCD ou. quando tal não seja possível. Deve assegurar-se a existência na obra de um sistema de acondicionamento adequado que permita a gestão selectiva os RCD. 5.º do RJUE. Deve cumprir-se as demais normas técnicas respectivamente aplicáveis. Instalações com capacidade superior a 100 m3 — € 750. Deve assegurar-se a existência na obra de um sistema de acondicionamento adequado que permita a gestão selectiva os RCD. 2. Concluídas as obras. c. relativo à segurança e limpeza nas obras confinantes com a via pública. sem prejuízo do disposto no n. e.000. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos fixados referidos nos números anteriores e/ou fixar a data a partir da qual as obras de urbanização se deverão iniciar. Titulares da licença de exploração: i.00 ii. total ou parcialmente. A Câmara Municipal poderá corrigir o valor constante dos orçamentos. 3.º 1 do artigo 57.000. 9. As obras devem estar concluídas no prazo proposto pelo promotor.000. A exploração das instalações referidas no número anterior fica sujeita à instrução do pedido com certificado de conformidade das vistorias e inspecções previstas na legislação em vigor emitidos pela EIC ou pela EIG. A realização das obras não deve afectar ou ocupar.ª série — N. Deve cumprir-se as demais normas técnicas respectivamente aplicáveis. o seu encaminhamento para operador de gestão licenciado. Empreiteiros e responsáveis técnicos pela execução dos projectos: i. 4.000. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. b.º-D Seguros de responsabilidade civil 1. 8. Deve promover-se a reutilização de materiais e a incorporação de reciclados de RCD na obra. 3. A implantação das obras deve demarcada pelo sector de topografia municipal. Deve assegurar-se que os RCD são mantidos em obra o mínimo tempo possível.º-A Obras de urbanização em procedimento de comunicação prévia Para efeito do previsto no n. ou 2 anos quando esse valor for superior. Por razões do interesse público a Câmara Municipal pode restringir os prazos fixados referidos nos números anteriores e/ou fixar a data a partir da qual as obras de edificação se deverão iniciar. no caso de resíduos perigosos. 2. sendo o cumprimento destas obrigações condição para a emissão do alvará de utilização. Deve assegurar-se a aplicação em obra de uma metodologia de triagem de RCD ou. Deve assegurar-se que os RCD são mantidos em obra o mínimo tempo possível. no caso destas se situarem nas Praias da Barra e da Costa Nova. Para efeito da determinação da caução a que se refere o artigo 54. do director de obra ou de fiscalização ou do coordenador do projecto. Instalações com capacidade superior a 10 m3 e menor ou igual a 100 m3 — € 500. os que constituem património edificado integrados nos espaços culturais definidos no Plano Director Municipal (PDM) de Ílhavo.00 iii.000. fica sujeito à instrução dos respectivos processos com o projecto aprovado por uma entidade inspectora de instalações de combustíveis derivados do petróleo (EIC) ou entidade inspectora de redes e ramais de distribuição e instalações de gás (EIG).º do RJUE.000. os montantes definidos no número anterior são sempre os relativos às instalações de capacidade máxima. d. esse período não pode ser superior a três meses.4240 Diário da República. a identificação completa do prédio ou prédios de incidência das obras. 2. do construtor. c. o comunicante deve instruir o processo com mapa de medições e orçamento das obras a executar.000. a execução das obras de construção sujeitas a procedimento da comunicação prévia ficam sujeitas às seguintes condições: 1. b.00 2. do director de obra ou de fiscalização ou do coordenador do projecto. 6. adiante designados por RCD. no caso de resíduos perigosos. Instalações com capacidade superior a 50 m3 – € 1. quando tal não seja possível.º-B Obras de edificação em procedimento de comunicação prévia Para efeito do previsto no n. Instalações com capacidade entre 30 m3 e 50 m3 – € 750. ii. relativo à segurança e limpeza nas obras confinantes com a via pública. dos postos de abastecimento de combustíveis e das redes e ramais de distribuição ligadas a reservatórios de gás de petróleo liquefeito (GPL). as obrigações das partes relativamente à realização. Instalações com capacidade menor ou igual a 10 m3 — € 100. Instalações com capacidade superior a 10 m3 e menor ou igual a 100 m3 — € 200.00 iv. sendo que.

c. Admitir-se-ão excepções ao número anterior nos seguintes casos: a.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 3. 4. não podendo ser vendidos separadamente. Os lugares de estacionamento exteriores. Não serão permitidos balanços fechados sobre os logradouros laterais quando estes possuam a largura mínima legalmente estabelecida.00 metros. integradas na malha urbana antiga de Ílhavo. Dimensões mínimas do espaço individual de estacionamento: 2. São consideradas situações de elevado risco. um lugar de estacionamento. Nas edificações mistas. integrada na habitação e de forma a que a roupa estendida não seja visível a partir da via pública. esta poderá ter uma profundidade superior a 15. integrando um ou vários estabelecimentos. Os projectos de novos loteamentos deverão prever o sistema de deposição de resíduos sólidos em uso no município. Para efeitos do disposto neste artigo. revertendo estes para o domínio público municipal. b. pastelarias. e. no acto da realização da respectiva vistoria os equipamentos de deposição de resíduos estejam instalados nos locais definidos e aprovados. 7. deverão prever obrigatoriamente um espaço destinado à localização de contentores normalizados. Nas edificações com cave. Artigo 10. 4. 2.Diário da República. Os lugares de estacionamento automóvel coberto constarão dos títulos de propriedade dos fogos. até ao limite de 25 m. Edifícios a construir em terrenos de gaveto ou em terrenos com pouca profundidade entre dois arruamentos. Nas edificações destinadas a habitação colectiva integradas na malha urbana antiga de Ílhavo e da Costa Nova serão permitidos logradouros de tardoz com área e profundidade inferiores às estabelecidas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU).50 m. eventualmente. Deverá considerar-se como peso específico dos resíduos em contentor. bem como devidamente assinalados. 2.º Edificações de utilização mista 1. d. designadamente as localizados nas proximidades de linhas de água e orla costeira.40 m x 4. Os lugares de estacionamento automóvel público poderão ser reservados a entidades públicas ou privadas. duas vezes por semana. Largura mínima do acesso e espaço de manobra: 5. 3. 5. CAPÍTULO IV Regras relativas à edificação Artigo 9.00 m × 5. 6. designadamente restaurantes. O logradouro frontal das edificações só pode ser impermeabilizado na área estritamente necessária ao acesso de pessoas e de viaturas. As dimensões mínimas dos acessos e lugares de estacionamento abertos em área do condomínio serão as seguintes: a. mediante requerimento a apreciar. 2. o acesso a pessoas de mobilidade condicionada aos pisos de rés-do-chão. Artigo 11. É condição necessária para emissão do alvará de utilização das edificações abrangidas pelo estipulado no presente artigo. edifícios que recebem público e ainda instalações que em caso de acidente possam provocar danos ambientais graves. rés-do-chão e. Os locais para contentores normalizados deverão dispor de um ponto de esgoto e/ou outros meios que permitam a sua conservação e higiene e ser de fácil acesso para efeitos de remoção do equipamento. de insolação e de segurança contra incêndios da edificação e não haja qualquer tipo de prejuízo para as propriedades contíguas. quando for o caso. não serão computadas no cálculo da área máxima edificável. com as características definidas no diploma legal que aprova o regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público. 6. quando localizadas em cave. bem como para a recepção das obras de urbanização dos loteamentos que. Artigo 13.00 m. 2. A profundidade das edificações não poderá exceder os 15. Largura mínima do canal de circulação. desde que fiquem devidamente asseguradas as condições de ventilação. a profundidade deve medir-se a partir do plano exterior das paredes dos mesmos. situações a analisar caso a caso. Artigo 14. obrigatoriamente. a não ser que sejam individualizados (garagens) e o seu número seja superior ao da totalidade das fracções. 2. c. desde que não ocupe o logradouro frontal e. 2. designadamente as instalações localizadas a menos de 200 metros de estabelecimentos de ensino. restauração e bebidas. o acréscimo não exceda 50% da respectiva área livre da parcela. da Gafanha da Nazaré. serão integrados no domínio público. os pisos destinados a armazéns. O sistema a propor deverá permitir. caso a caso. Os logradouros de tardoz das moradias geminadas ou em banda deverão ter uma profundidade igual ou superior a 5. após pagamento da taxa referida no Quadro XVIII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. centros comerciais. individualizada. com uma margem de segurança de 20% para a contentorização de todos os resíduos produzidos no local. c.50 m. serviços e similares. neste se englobando os equipamentos que permitam a recolha selectiva . d. comércio. 6. O logradouro de tardoz das moradias isoladas deverá ter uma profundidade igual ou superior a 3. b. a partir da via pública confinante. para cada fracção. Quando existirem balanços fechados. A obrigatoriedade referida em 1. Costa Nova e. 3. Deverá considerar-se como média diária de produção de resíduos 1. fronteiros à edificação. Artigo 15. Em todas as edificações deve ser previsto. As dimensões mínimas das garagem são de 3. 2. 5. Edifícios de utilização colectiva em zonas densamente construídas e comprometidas.º Profundidade das edificações 1.15 Kgf/l. estabelecimentos ou escritórios. livre d qualquer obstáculo: 4. ficando sempre garantido. localizado no tardoz da parcela ou em cave. 4. que se situem no mesmo edifício. 5. 3. lares de terceira idade. bares. 8. Os arranjos exteriores deverão ser efectuados tendo sempre presente a drenagem natural das águas pluviais.º Tratamento e secagem de roupas em estendais 1. em 1. o dimensionamento do sistema de deposição de resíduos sólidos deverá ser determinado de acordo com os seguintes parâmetros: a.ª série — N. O fornecimento dos contentores é feito a expensas do promotor da operação urbanística.º Estacionamento automóvel 4241 1. consoante as zonas do município. em alguns casos.00 metros. Artigo 12. via pública e edifícios habitacionais. quando devidamente justificado e que não afectem a estética dos lugares nem as condições de salubridade das propriedades contíguas. a inclinação máxima da rampa de acesso é de 12. pela Câmara Municipal .º Resíduos sólidos urbanos 1. estabelecimentos de saúde. serão exclusivamente admitidos em cave. a analisar caso a caso. 3. talhos e peixarias. Moradias unifamiliares e conjuntos geminados de moradias unifamiliares. A recolha será diária ou. o valor de 0. no tardoz.50 metros. Quando a área de estacionamento coberto se situar em cave. As áreas de estacionamento.º ou 20%.50 m. . é de 3. Em todos os edifícios destinados a habitação colectiva será obrigatório prever uma área específica para o tratamento e secagem natural de roupas em estendais. A dimensão mínima do acesso à zona de estacionamento coberto. garantindo em qualquer situação a profundidade mínima de 5 m de área livre.º Acessibilidades 1. não podendo ser vedados ou transaccionados. quando a ocupação não se destine a habitação.º andar.3 kg/habitante. sendo a sua execução da responsabilidade do promotor. Os projectos de construção ou ampliação de edifícios. assim como os projectos de construção de edifícios com quatro ou mais unidades de ocupação. que devam adaptar-se a novos requisitos. b. no mínimo.00 metros.00 m. a analisar caso a caso. Nas edificações de utilização mista não serão admitidos acessos verticais comuns às habitações e a outras unidades de ocupação de diferente utilização. existentes e devidamente licenciados. estende-se ao 1º andar das edificações cuja utilização implica uso do público nos termos definidos no artigo 12º do presente Regulamento.º Logradouros 1. cuja implantação deverá ser objecto de um estudo de integração urbana e uma das componentes do projecto dos espaços exteriores. super e hipermercados e similares. Estabelecimentos abrangidos por legislação específica.

nomeadamente por crianças. em termos de salubridade ou paisagismo.º Telheiros A construção de telheiros ou alpendres. 2. 4. c. com excepção da actividade de fabrico artesanal de pão e folares regionais existentes. em termos de obtenção de soluções mais adequadas e integradas. devendo ser caracterizadas de forma a não potencializar uma utilização indevida. admite-se que as mesmas encostem às estremas em conjuntos geminados ou em banda. 7. sobre o qual se assinalará. desde que: a. Os muros de vedação não poderão exceder a altura de 1.50 m medidos a partir do pavimento do último piso. estacionamento automóvel e outras funções de apoio à habitação. ou de sebes vivas. elementos vazados ou outros.º Anexos A construção de pequenos edifícios denominados anexos. consequentemente. 4. normas e regulamentos de construção aplicáveis. preferencialmente. mezaninos e espaços similares. Os muros de estremas não poderão ter uma altura superior a 2. extensiva aos muros de estremas na parte correspondente ao recuo da edificação. poderá ser permitido o uso do sótão para fins habitacionais. quando se tratar exclusivamente da utilização do desvão da cobertura e sem que. ligado ao fogo situado imediatamente por baixo.10 metros.00 metros. d. exclusivamente. em duplex. sebes vivas. Artigo 21. Artigo 16. aceitando-se apenas.º Terraços. A cota de soleira dos edifícios não poderá elevar-se mais do que 0. Artigo 17. definida da seguinte forma: a. após aprovação. é a cota média do mesmo. No primeiro caso.º Marquises 1. para além da estrutura que se pretende implementar. até à altura máxima de 2. como um piso. a implantar nos logradouros dos prédios. 6. determinada nos termos do ponto seguinte. b. varandas e guardas 1. desde que fiquem salvaguardadas as situações de servidão de vistas. Só será permitida a sua construção em terrenos ou lotes para habitação. ficando sujeitas a todas as regras de edificabilidade.00 metros.º 1 do presente artigo serão obrigatoriamente contabilizadas como área de construção e. deverão ser cumpridas as regras definidas no Regulamento de Segurança contra Incêndios relativas à altura da edificação. A parcela se encontre abrangida por alvará de loteamento em vigor. devendo os mesmos ser paralelos ao eixo dos arruamentos com os quais confinam.4242 Diário da República. e existindo passeios. 2.20 metros. As edificações serão implantadas à face dos arruamentos ou recuadas relativamente a estes. Se verifique a existência de condicionamentos decorrentes da estrutura urbana local que aconselhem e justifiquem a adopção de valor diverso. excepto quando: a. 2. 3. industrial ou de serviços. desde que as mesmas se destinem a melhorar o desempenho energético e estético dos edifícios.º-A Pérgulas 1. 2. acima dessa altura apenas será permitida a utilização de . a utilização de uma única tipologia construtiva. A sua construção não será permitida para além do alinhamento da edificação. em planta. Será permitida a instalação de marquises nas condições previstas no Regulamento Geral das Edificações Urbanas. Artigo 20. sendo interdita qualquer utilização de carácter comercial. no qual de encontre definido o alinhamento a respeitar. Se registe a existência de Plano de Alinhamentos aprovado pela Câmara Municipal.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 chapas metálicas ou elementos vazados. Para terrenos servidos por mais que um arruamento. varandins. não poderão ter uma altura inferior a 1.50 m acima da cota de referência do arruamento. b. As pérgulas que venham a ser colocadas sobre as coberturas dos edifícios não devem exceder a altura de 2. conforme levantamento que constitui o Anexo IV do presente Regulamento. c. haja elevação das paredes exteriores. e a inclinação da cobertura não poderá ser superior a 25. 2. b. as respectivas guardas não poderão ter uma altura inferior a 1. Deverão ser implantados.º Sótãos 1. Não poderão exceder a altura de 3. Os alinhamentos dos muros de vedação serão definidos pela Câmara Municipal. nomeadamente por crianças.10 metros. 5. Se encontrem definidos em Planos Municipais de Ordenamento do Território ou Estudos Urbanísticos aprovados pela Câmara Municipal alinhamentos diversos. Artigo 19. devem ser recuadas em relação às fachadas e não podem em caso algum ser encerradas. deverá respeitar as seguintes condições: 1. sobre a via pública ou mesmo em fachadas voltadas para a via pública. As pérgulas que não cumpram o definido no n. A escassez da largura do lote na zona de implantação dominante não permita a respectiva concretização. haja elevação das paredes exteriores. a implantar nos logradouros dos prédios. e a inclinação da cobertura não poderá ser superior a 25. a arrumos. provisórios e/ou definitivos. d. Se destine a concretizar uma implantação em zona mais favorável. nos edifícios existentes. Artigo 22. e formados por alinhamentos rectos e respectivas curvas de concordância. Não será permitida a construção de churrasqueiras nas varandas ou terraços. quais os elementos geométricos definidores dos alinhamentos. A sua construção não será permitida para além do alinhamento da edificação. 2. 3.º Alinhamento e cota de soleira 1. Em termos de projecto deverão ser indicados. Quando haja manifesto interesse em defender aspectos estéticos e/ou funcionais da envolvente urbana.5 m nem 10 % da área do lote edificável ou 15% da área da edificação principal. as eventualmente existentes. a altura da cumeeira não poderá ultrapassar os 3. é a cota do arruamento de cota inferior. Sempre que o sótão tenha condições de habitabilidade nos termos definidos no RGEU. O alinhamento proposto seja nitidamente diferenciado relativamente ao dominante. segundo valor a definir pela Câmara Municipal. 3. admitindo-se a sua cobertura com elementos vegetais ou toldo. Nas edificações destinadas a habitação colectiva. quando se tratar exclusivamente da utilização do desvão da cobertura e sem que. a Câmara Municipal poderá autorizar ou impor outras alturas para as vedações. em termos de desenho e materiais de construção aplicados. 2. 4.ª série — N. As varandas devem dispor-se nas respectivas fachadas de forma a que a sua distância a qualquer das estremas seja superior ou igual a 1. Nos edifícios com varandas e coberturas em terraços utilizáveis. Artigo 18. deverá ser apresentado o alçado respectivo.50 m medidos a partir do pavimento do último piso. para aumento da área útil. Nas habitações unifamiliares poderá ser permitido o uso do sótão para fins habitacionais. considerado na sua totalidade. É expressamente proibida a instalação de estendais. no tardoz do lote edificável.º Muros 1. deverá sempre ser mantida uma largura uniforme destes a todo o desenvolvimento da fachada principal. Para terrenos servidos por um único arruamento. nos casos de não se desenvolverem exclusivamente em recta ou curva. da habitação correspondente. deverá respeitar as seguintes condições: 1. observada apenas para além do alinhamento da edificação. Artigo 19. para aumento da área útil.50 m. devendo ser caracterizadas de forma a não potencializar uma utilização indevida. independentemente da utilização que venha a ser proposta no projecto. No segundo caso. 3. 2. o recuo será o dominante na envolvente próxima. a altura da cumeeira não poderá ultrapassar os 3.º 3.10 metros. nos troços em que os mesmos se desenvolvem em curva. devendo evitar-se a sua disposição ao longo das estremas laterais. Da implementação desse alinhamento não resultem soluções geminadas ou em banda contínua. As guardas das escadas. Destinar-se-ão. pela Câmara Municipal. Poderão ainda vir a aceitar-se alinhamentos recuados em relação aos alinhamentos dominantes. Para efeitos de instrução do respectivo processo de licenciamento. 2.º 2.

Artigo 23. para além dos destinados à descarga de algerozes. que permita o correcto funcionamento das actividades propostas. Quando o desvão da cobertura for utilizado para arrumos.00 m. Não excedam 50% da fachada do edifício. a instalação das unidades exteriores deve garantir uma altura mínima livre de 2. Nos arruamentos em que os passeios possuam uma largura igual ou inferior a 1. Artigo 29. nas seguintes situações: a.º Balanços fechados e varandas 1. ou em zonas não visíveis da via pública. Na cobertura.Diário da República. Quando a opção do projecto for a de cobertura em placa horizontal. não podem ter vãos tipológica e morfologicamente característicos de habitação. de uma área igual à resultante da determinada de acordo com as situações referidas em 1. 2. a zona de refúgio dos caminhos de evacuação em caso de incêndio deve localizar-se na parte da edificação confinante com o arruamento. através de ligação á rede de esgotos do edifício. Poderá ser permitida a existência de balanços nas seguintes situações: a. estes deverão ser equitativamente distribuídos por todas as unidades de ocupação destinadas a habitação. paisagístico e cultural. — Esta regra não se aplica quando o último piso da edificação for já um piso recuado.º Respiros e ventilações 1.º do RGEU. não sendo emitido o alvará de utilização sem que as obras de pavimentação/ . Em edifícios novos. b. desde que integradas nos vãos existentes e de forma harmoniosa na sua arquitectura. — Sempre que exista rede de saneamento de águas pluviais. b.º-A Equipamentos de ar condicionado e outros 4243 1. 3. válido e redigido em língua portuguesa. Dever-se-á racionalizar a sua colocação. Quando se projectarem sobre o espaço público. desde que ocultos pelas respectivas guardas. Devem ser colocados nas coberturas dos edifícios. c. ocultos por grelha em material idêntico aos das respectivas caixilharias sendo que. Os sótãos que não possuem as condições de habitabilidade previstas no RGEU. no local menos visível da via pública e de forma a não causar impacte visual. Certificado de homologação do sistema de extracção de fumos. Nos edifícios e/ou fracções que não disponham de condutas interiores a cumprir o disposto no Artigo 113. § único. ligados à rede de saneamento pluvial ou. 27. só serão admitidas alterações que não ponham em causa qualquer dos seus elementos arquitectónicos. do ponto de vista arquitectónico. ou outros de reconhecido valor arquitectónico. A instalação de mecanismos e condutas de ventilação forçada deverão ser estudadas de modo a não comprometer as características essenciais da edificação. devendo as edificações possuir algerozes ligados a tubos de queda encostados e fixados às paredes. 2.º Área a integrar no domínio público 1. Quando não for tecnicamente possível cumprir o estipulado no número anterior. esta carece de autorização dos condóminos nos termos previstos no Código Civil. Não encostem às estremas das parcelas. A sua projecção não exceda 1. a sua projecção não exceda um terço da largura do passeio. 7.º Edifícios classificados Nos edifícios classificados. d. esta zona deve ser dimensionada em consonância com o número de potenciais utilizadores. Artigo 26. Artigo 28.50 metros entre estes e a via pública. integradas devidamente na construção. com vista à utilização do menos número possível de elementos Artigo 27. 2. Em locais não visíveis da via pública. Artigo 27. em piso recuado. A colocação de aparelhos de ar condicionado e outros dispositivos. reconstruções ou alterações profundas. a não ser que se trate de um projecto conjunto de vários edifícios e. com saída ao nível da cobertura e cumprir a legislação aplicável em vigor. deverá preferencialmente ser realizada: a.º-B Antenas e painéis solares A colocação das antenas e painéis solares quando não integrados no projecto da edificação deve respeitar os seguintes critérios de integração: 1. bem como de futuras adaptações a novos fins. ou que se integrem em conjuntos urbanos protegidos ou a preservar. Nos terraços. Artigo. ou outros dispositivos. sendo proibida a queda livre destas águas sobre a via pública. § único.º Estendais (Revogado. devendo preferencialmente ser colocados no interior.00 metros do plano da fachada. Nos arruamentos em que não existam passeios. c. propostos para classificação. quando esta não exista. 5. varandas e terraços.40 m acima do respectivo pavimento. Em local próprio previsto no edifício. lançando a água da altura de 0. as condutas de ventilação e de exaustão de fumos devem ser interiores. se justifique. cumprir o estipulado no artigo anterior. de modo a que uma estrutura sirva várias ocupações e/ou fracções do edifício. b. Nas situações em que os respectivos Planos de Pormenor ou Planos de Alinhamentos e Cérceas assim o definam.º Revestimentos exteriores As cores e materiais a utilizar nas fachadas deverão ser escolhidos de modo a proporcionar a integração do edifício no local.10m do chão. será da responsabilidade do proprietário a ligação àquela rede de acordo com indicações técnicas a fornecer pelo respectivo departamento da Câmara Municipal de Ílhavo. O respectivo contrato de manutenção e limpeza. Artigo 24. d. b. nas fachadas ou para os arruamentos. Deve ser previsto o número de respiros e ventilações suficiente. É proibido o escoamento das águas de condensação dos aparelhos de ar condicionado. formalmente. e 2. Na fachada posterior dos edifícios.º Águas pluviais Nas fachadas confinantes com a via pública são proibidos canos ou regos para esgoto de águas pluviais ou de qualquer outro líquido. e. Artigo 30.ª série — N. desde que ocultos por platibandas. ornamentais ou outros.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 4. devendo. Na sua cobertura. ou em vãos criados para o efeito. é admissível a existência de saídas de exaustão de fumos e de ventilação nas fachadas do edifício. devendo este fazer-se. 2. 2. Justifiquem a composição formal da fachada. Não será permitida a existência de balanços sobre o espaço público. f. devendo a sua aplicação obter a aprovação prévia da Câmara Municipal. poderá ser permitida a utilização para fins habitacionais. Com o pedido de emissão de autorização de utilização deverá ser apresentado: a. c.º Beirais São proibidos os beirais que lancem livre e directamente água sobre a via pública. 3. no caso de edifícios construídos em regime de propriedade horizontal. 6. Garantam uma altura livre com o mínimo de 2. bem como aqueles cujo uso se destina a arrumos. para o efeito. 2. Artigo 27. do presente artigo. O espaço fronteiro à edificação ou ao muro de vedação será integrado no domínio público por força dos alinhamentos aprovados. e. de forma a facilitar as operações de resgate.) Artigo 25. nomeadamente em edifícios existentes. e salvaguardarem a unidade de composição da edificação.º-C Exaustão de Fumos e Ventilação 1. preferencialmente. através dos respectivos serviços.

deve estar devidamente instalado. ajardinamento estejam devidamente executadas e concluídas. As caixas de correio e o número de polícia devem estar colocados. Devem estar instalados um extintor e um balde de areia por cada três garagens ou lugares de estacionamento em cave. Os restantes compartimentos devem estar. por caução que garanta a sua execução. que deverá estar instalado.º Vedação de terrenos 1.para poder ser emitida licença de utilização deverão observar-se no acto da vistoria. possuam já um lugar de estacionamento automóvel coberto a elas afecto. salvaguardando-se as situações em que as condições climatéricas não permitam a execução das pinturas. d. Artigo 32. 2. termo-acumulador ou equipamento equivalente. Área fabril: 0. b. não permitam essa garantia. c. As obras no espaço público devem estar em consonância com o projecto aprovado ou. e. Os arranjos exteriores privados e muros devem estar concluídos de acordo com o projecto aprovado. Em lotes ou parcelas não ocupados com construções. o esquentador poderá ser colocado no exterior da habitação. Varandas: 0. com a altura de 2 m. Os espaços destinados à instalação de comércio devem estar acabados. Artigo 31. sem a afectação de um lugar de estacionamento automóvel. 6. expresso em percentagem ou permilagem do valor total do prédio. 2. As redes de água e de electricidade devem estar ligadas. devendo estes espaços ficar afectos às fracções. f. comércio ou serviços. devem estar executados de acordo com o projecto aprovado e com as determinações da Câmara Municipal de Ílhavo no que respeita a alinhamentos. k. no caso de moradias unifamiliares. embora provisoriamente. pela sua especificidade de inserção urbana. A sala deve estar concluída. a rectificação dos projectos de águas e de saneamento. andaimes. Nos casos em que. forem detectadas pequenas alterações. em como a situação é de sua inteira responsabilidade. — Admitir-se-á situações especiais em zonas que. Em nenhuma situação será possível a constituição de lugares de estacionamento em fracções autónomas. 4. termo-acumulador ou equipamento equivalente. a requerimento do interessado. os quais devem ser mantidos em boas condições de conservação. a declaração deve ser devidamente reconhecida e acompanhada de fotocópia do contrato de promessa de compra e venda.º Utilização das edificações 1. O esquentador.º Propriedade horizontal 1. A cozinha deve estar concluída e ter como equipamento mínimo instalado a banca e o lava-louças ligado à rede de água e saneamento. Os elevadores deverão estar ligados. as seguintes condições: a. por forma a não constituírem perigo para os utentes do espaço público e a não ofenderem a estética do local em que se integram. de forma a ser possível a verificação da sua eficácia. no acto da vistoria. quando se tratar de esquentador. de acordo com o projecto aprovado. mais 2. h. num montante e período determinados consoante o volume de obra em falta.º do Código Civil. materiais de acabamentos. a construção deve estar completamente acabada. de acordo com o projecto aprovado. i. podem os espaços não estar acabados. debitando todos os custos aos respectivos proprietários.35. neste caso.30. § único.25 m de baia de estacionamento. deverão observar-se. 7. 2. entulhos. montado pelo interior da edificação. Em nenhuma situação será possível a constituição de espaços para arrumos em fracções autónomas. Plano de Alinhamentos e Cérceas ou Plano de Alinhamentos. g.15. não sendo necessária. estes dois últimos parâmetros apenas no lado da intervenção. permitindo-se apenas que o pavimento esteja em cimento afagado. i. com vista a uma distribuição mais equilibrada. Quando. g. 50% dos quartos e instalações sanitárias deverão estar completamente acabadas. As frestas e janelas gradadas devem estar de acordo com o artigo 1363. b. As redes de água e electricidade devem estar ligadas. amassadouros. nos casos de instalação de estabelecimentos que sejam objecto de projecto de instalação específico. embora provisoriamente. com os seguintes valores: Habitação/comércio/restauração e bebidas/serviços similares: 1. quando se tratar de esquentador. j. o tubo de exaustão de gases estar montado. deverão ser aplicados coeficientes de valoração em função do custo de obra. deverá instruir-se CAPÍTULO V Ocupação do espaço público — execução da obra Artigo 35.º-A Critérios de optimização energética e ambiental Na concepção dos projectos de loteamento e de edificação deverse-á respeitar as normas constantes do Anexo IV do presente Regulamento. e quando a intervenção se situar em área urbana não consolidada. Edificações para venda . de cor e material a submeter à apreciação dos serviços. sendo as mesmas avaliadas caso a caso.º Perfil da via pública Na ausência de Plano de Pormenor. Os espaços exteriores. Garagens: 0. Em nenhuma situação será possível a constituição de fracções autónomas nos sótãos. com a situação existente no início da obra. c. Terraços/arrecadações: 0. as seguintes condições: a. neste caso. mais 2. de forma a ser possível verificar a sua funcionalidade. a via de apoio à construção deverá ter o perfil mínimo de 6. públicos e privados. de acordo com o projecto aprovado. devendo estes espaços ficar afectos às fracções. ou a construção de chaminé. e.50 m de passeio. de acordo com o projecto. deverá afectar-se uma arrecadação a cada uma das fracções de habitação. Não será autorizada a constituição de fracções autónomas destinadas a habitação ou a qualquer outra unidade de ocupação. no mínimo. h) e i) não estiverem concluídas. Na determinação do valor relativo de cada fracção. no tosco e de acordo com o projecto aprovado no que concerne à forma. Indústria: Área administrativa/social: 1. 2. poderá instalar-se no exterior da habitação ou na cozinha devendo. f. distribuição e dimensões. Deve estar assegurada a exaustão de fumos e gases. mediante construção de chaminé ou de sistema mecânico. Artigo 34. entre outros. no acto da vistoria.º Âmbito e licenciamento 1. ou garagem. restauração e bebidas e serviços similares será sempre integrado no domínio público. 2. drenagem de águas pluviais. nomeadamente na disposição das peças sanitárias no quarto de banho ou dos equipamentos na cozinha. Se as situações referidas nas alíneas f). 5.ª série — N. equipamento de deposição de resíduos sólidos. Artigo 33. qualquer fracção esteja inacabada por razões alheias ao proprietário do prédio. equipamentos e depósito de materiais para efeito da execução de obras carece de licenciamento municipal. 3. h. rede de rega ou defesa contra incêndios. A ocupação do espaço público com tapumes. nos termos do .50 m de faixa de rodagem. por cada fracção.para poder ser emitida o alvará de utilização. Exteriormente. O esquentador. Edificações para habitação própria . com o tubo de exaustão de gases independente. poderá a Câmara Municipal exigir a instalação de tapumes de vedação com a via pública. A construção deverá estar totalmente acabada. deverão ser apresentadas telas finais do projecto de arquitectura de acordo com a obra executada.25. Artigo 34.4244 Diário da República. desde que o respectivo projecto já tenha dado entrada na Câmara Municipal de Ílhavo. apenas poderá instalar-se na cozinha. O não cumprimento do disposto no número anterior permitirá à Câmara Municipal implementar as medidas necessárias ao seu cumprimento. poderão ser substituídas. na ausência da sua necessidade. j. Quando o desvão da cobertura for utilizado para arrumos. deve estar devidamente instalado. eventualmente. de forma a ser possível verificar a sua funcionalidade. O espaço fronteiro às edificações cujo piso térreo seja utilizado para comércio. A constituição de fracções autónomas para lugares de garagem individualizada só será autorizada nos casos em que as fracções destinadas a habitação. d.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 o processo com declaração do promitente comprador da fracção. k.

Assim que estiverem concluídas as operações referidas no número anterior. esta colide com os usos a desenvolver nesse mesmo espaço. colocados pelo prazo mínimo indispensável. ser construído um passadiço de madeira que garanta a circulação pedonal. durante a vigência destas circunstâncias e se necessário. incluindo as obras de reparação de telhados ou fachadas confinantes com o espaço público.º Reposição das condições iniciais 1.º Amassadouros Os amassadouros não poderão assentar directamente sobre os pavimentos construídos. 4. Artigo 39. determinado de acordo com os valores constantes no Quadro XVI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. Artigo 44. Mobiliário Urbano e Publicidade. bem como a qualidade da paisagem e o usufruto público do espaço correspondente. Artigo 40. sarjetas e tampas de caixas de visitas. poderá determinar que sejam adoptadas medidas de precaução em obras e ou estaleiros que o justifiquem. Fora do período de trabalho. os tapumes e estaleiros. devendo a sua configuração.º Andaimes 1. poderá a Câmara Municipal exigir outros condicionalismos. Artigo 41. O prazo para a reparação das anomalias referidas no número 2 será de cinco dias. 3. abrangendo a totalidade da fachada acima do limite superior dos tapumes. resistente e liso. Os andaimes devem ser fixos ao solo e ou às paredes da edificação. A interrupção da via ao trânsito. Concluída a obra. 5. resguardado por um corrimão colocado à altura de 0.90 m acima do respectivo pavimento. cessarão todos os trabalhos exteriores que estiverem a ser realizados. com a altura mínima de 2 m. 5. É expressamente proibida a utilização de andaimes suspensos ou bailéus. ou superior sempre que o volume dos trabalhos a executar o justifique.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 presente Regulamento e do Regulamento Municipal de Ocupação do Espaço Público. os tapumes deverão ser colocados de forma a que estas fiquem completamente acessíveis da via pública. deverão fazer-se resguardos que impeçam quaisquer danos nos mesmos. Artigo 37. sem prejuízo do disposto no artigo anterior. 4245 pelo período de tempo estritamente necessário. Os contentores de recolha de entulhos devem ser metálicos e apropriados para o efeito. É proibido colocar na via pública e fora dos limites dos tapumes quaisquer entulhos. Caso as obras de reposição de pavimentos não sejam executadas no prazo referido no número anterior. solidez. pela sua localização. segurança e ambiente. A existência de contentores adequados ao depósito de detritos e entulhos provenientes das obras. 2. por circunstâncias imperiosas. 2. Quando. deve ser efectuada a reposição dos pavimentos e/ou outras infraestruturas que tiverem sido danificadas no decorrer da obra. a Câmara Municipal verificar a necessidade de remoção de andaimes ou tapumes da via pública. Sempre que a permanência do equipamento referido no número anterior crie transtornos ao trânsito. ficando o dono de obra obrigado a tomar todas as providências adequadas para garantir a segurança dos utentes da via pública. 3. e os baldes ou plataformas de carga convenientemente pousados. nomeadamente vedações de maior altura. poderá fazê-lo por sua conta. 9. excepto em casos devidamente justificados.Diário da República. repondo-os oportunamente no seu lugar. Artigo 42. ou sejam executadas de forma deficiente. de modo que fique livre uma faixa de rodagem. 2. 4.º Entulhos 1. 3.º Sinalização A ocupação da via pública por motivo de obras deverá ser sempre sinalizada. depois de avisar a entidade por conta de quem as obras se estiverem a realizar. A ocupação do espaço público para efeito da realização de obras nos espaços urbanos da Praia da Barra e da Costa Nova poderá não ser autorizada durante a época balnear caso se verifique que. Em qualquer caso de execução de obras é obrigatória a colocação de tapumes envolvendo toda a área respectiva. na sua manobra. de modo a evitar a projecção de materiais. No caso de ser permitida a ocupação integral do passeio ou de parte da plataforma viária como área de apoio à execução da obra deverá. incluindo o espaço público necessário para o efeito. Se das obras resultarem entulhos que tenham de ser lançados do alto. A colocação de redes de protecção. É permitida a ocupação da via pública com autobetoneiras e equipamento de bombagem de betão durante os trabalhos de betonagem. 4. Em todas as obras.º 2 do artigo 35.º Casos e condições especiais 1.º para execução ou correcção das mesmas. por empresa especializada e legalmente autorizada. 3. Tendo em conta a especificidade do espaço a ocupar. sempre que possível. A elevação dos materiais de construção deverá fazer-se por meio de guinchos. a trajectória de elevação não abranja o espaço público. ou ainda tendo em vista a segurança e a salubridade da própria construção e o trânsito na via pública. 6. 8. Nas ruas onde haja bocas de incêndio e/ou de rega. devem encontrar-se dentro do perímetro da obra ou do estaleiro. sê-lo-ão por meio de condutas fechadas para contentor adequado ou para a viatura destinada ao seu transporte. 2. 6. para salvaguarda das condições de trânsito. o dono de obra deve recorrer às autoridades policiais para assegurarem a sua disciplina. Os tapumes deverão ser de material rígido. a Câmara Municipal accionará a caução referida no n. de cor uniforme adequada ao local. Artigo 36. A ocupação da via pública com cargas e descargas de materiais necessários à realização das obras só é permitida durante as horas de menor intensidade de tráfego e no mais curto espaço de tempo. a Câmara Municipal poderá fazer depender a emissão do alvará de licença de ocupação do espaço público de apresentação de caução destinada a garantir a boa e regular execução das obras de reposição do pavimento. materiais da obra ou equipamento. é obrigatória a limpeza da via pública. sendo obrigatoriamente recolhidos quando se encontrarem cheios ou quando neles tenha sido depositado qualquer material que possa provocar insalubridade ou cheiros nauseabundos. nomeadamente a circulação pedonal. Os contentores não podem ser instalados na via pública ou em local que possa afectar a normal circulação de peões e veículos. quando existam. mediante sinalética diurna e nocturna.º Protecção e segurança 1. cábreas ou quaisquer outros aparelhos apropriados. quando os houver. Artigo 43. . A Câmara Municipal. mediante parecer fundamentado dos respectivos serviços técnicos. Os aparelhos de elevação de materiais devem ser colocados de forma a que. deve.ª série — N. cujo montante cubra o custo dos trabalhos. elementos construtivos ou detritos sobre o citado espaço público. montadas em estrutura própria ou acopladas aos andaimes. prejudicando a segurança de pessoas e bens. 2. 2. sempre que tal se justifique. 3. de modo a minimizar-se os riscos de acidente. b. salvo em casos de impossibilidade prática que só serão autorizados em condições a definir pela Câmara Municipal. Se junto da obra existirem árvores ou candeeiros de iluminação pública.º Circulação 1. ser parcial. devem ser imediatamente removidos do espaço público os entulhos ou materiais e. com especial incidência dos sumidouros. as lanças das gruas e os seus contrapesos. Artigo 38. 2. é obrigatória: a. 3.70 m. com a largura mínima de 0. alinhamento e demais características ser restituídas. ou trabalhos preliminares ou complementares para evitar inconvenientes de ordem técnica ou prejuízos para o público. 7. Nas artérias mais importantes e nas zonas mais sensíveis. no prazo de cinco dias.º Interrupção do trânsito 1. Durante o período de ocupação da via pública referido no número anterior é obrigatória a colocação de placas sinalizadoras a uma distância de 5 m em relação ao veículo estacionado. os quais devem ser inspeccionados frequentemente de modo a garantir a segurança das manobras. 2. Imediatamente após as cargas e descargas de materiais e entulhos. ainda que para simples operação de carga ou descarga dos mesmos. quando necessária.

não podendo ser iniciados sem prévia autorização da Câmara Municipal e conhecimento da Guarda Nacional Republicana. A Câmara Municipal poderá reduzir. por excesso. em função do índice harmonizado de preços no consumidor (taxa de variação média anual) publicado pelo Instituto Nacional de Estatística relativa ao período de Novembro do ano anterior a Outubro do ano corrente. mensais e sucessivas. Pessoas com carências socio-económicas. b.º Actualização de taxas 1.º Âmbito de aplicação As taxas definidas no presente regulamento são devidas pela emissão de alvarás. fotocópia do último recibo de vencimento. O rendimento mensal do casal. pelas actividades que se destinem directamente à realização dos correspondentes fins estatutários. decidirá em conformidade.º Liquidação de taxas 1.00. As isenções previstas não autorizam os beneficiários a utilizar meios susceptíveis de lesar o interesse municipal e não abrangem as indemnizações por danos causados ao património municipal ou a terceiros. As reduções serão concedidas a requerimento do interessado.º do RJUE.º 7/2001. de solidariedade social. 3.º 2/2007. quando esta não exista. desde que seja prestada caução nos termos do n. no caso singular. deverá ser feita até ao dia 30 de Novembro de cada ano por deliberação da Câmara Municipal. Os valores resultantes da actualização efectuada nos termos do número anterior. 6. b. em . 6. nos termos da lei. para vigorar a partir do início do ano seguinte. A concessão da redução prevista no n.º 7/2001. nos termos dos números anteriores. quando se trate de pessoas que vivam em união de facto. O fraccionamento referido no número anterior deverá obedecer às seguintes condições: a. com a idade compreendida entre 18 e 30 anos. O prédio construído. 10. 7.00. desportivas ou recreativas legalmente constituídas. e afixada nos lugares públicos do costume até ao dia 15 de Dezembro. 2. notificando o devedor para.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 d. b. e serão concedidas por despacho do Presidente da Câmara ou dos Vereadores com poderes delegados mediante requerimento das partes interessadas e apresentação de prova da qualidade em que requerem e dos requisitos exigidos para concessão da isenção. b. até ao máximo de 90%.4246 Diário da República. as taxas relativas à construção. a fixar pela Câmara Municipal a requerimento do interessado dentro do prazo determinado para a conclusão das obras de urbanização ou de construção. os serviços promoverão de imediato a liquidação adicional. não exceda o equivalente a dois e meio salários mínimos nacionais. preencham os pressupostos constantes na lei respectiva (Lei n. ser fraccionado até ao termo do prazo de execução fixado no alvará. propor à Assembleia Municipal uma actualização extraordinária e/ou alteração da Tabela. Independentemente da actualização ordinária referida. Declaração do(s) requerente(s) em como se compromete(m) a utilizar o prédio em causa para uso exclusivo de habitação por um período mínimo de cinco anos. pode. manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas. 9.º 5 obriga a que os requerentes tenham de fazer prova de que não possuem qualquer outra habitação própria. 8.º Isenções e reduções 1. Fotocópia do bilhete de identidade e do cartão de contribuinte fiscal. 3. A redução prevista no número anterior só poderá ser concedida desde que. culturais. liquidar a importância devida. através de arredondamento. seus institutos e organismos autónomos personalizados. As taxas previstas na presente tabela serão actualizadas. As falsas declarações integram o crime de falsificação de documentos previsto no Código Penal. e. 5. O desrespeito pelo preceituado na alínea a) do n. pela admissão de comunicações prévias. implica a cobrança coerciva. inclusive. independentemente de reclamação. pelas compensações devidas pela não cedência de espaços verdes e equipamentos de utilização colectiva no licenciamento ou autorização de operações de loteamento ou de obras de edificação com impacte semelhante a um loteamento. Os trabalhos devem ser executados no mais curto espaço de tempo. Não serão feitas liquidações adicionais de valor inferior a € 5. o qual só poderá ser formulado a partir do momento em que as taxas sejam devidas. Fotocópia da última declaração do IRS e respectivo original ou. poderá a Câmara Municipal. 2.ª série — N. 5. de 11 de Março. 11. por deliberação da Câmara Municipal. Estão isentas do pagamento das taxas previstas no presente regulamento as entidades referidas no artigo 12. promover de imediato a restituição ao interessado da importância que pagou indevidamente. O pagamento das taxas referidas no presente Regulamento. cumulativamente: a. os municípios e as freguesias.º 6 implicará a perda do benefício da redução concedida e a consequente obrigação do pagamento imediato das taxas devidas à data do licenciamento. reconstrução.º da Lei n. Jovens casais ou pessoas que. por um período mínimo de cinco anos. o montante e o prazo para pagamento e. bem como pela prestação de serviços administrativos no âmbito do regime jurídico da urbanização e da edificação.º 2 não dispensam as referidas entidades de as requererem à Câmara Municipal. 4. 2. comprovativa da não existência de quaisquer prédios urbanos em nome do(s) requerente(s). As isenções referidas no n. pela realização. de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais). CAPÍTULO VIII CAPÍTULO VII Isenção e redução de taxas Artigo 46. A primeira prestação será paga com a emissão do alvará de licença ou com a admissão de comunicação prévia. reconstruído ou alterado se destine à primeira habitação própria e permanente. Quando se verifique a ocorrência de liquidação por valor inferior ao devido. 8. A Câmara Municipal apreciará o pedido de redução e a documentação entregue e. 7. 5. Declaração emitida pela repartição de finanças competente. A actualização. ou em nome individual. para a centésima. ordinária e anualmente. Só haverá direito ao reembolso de taxas no caso previsto no número anterior. que a falta deste. devendo ser prestada. alteração ou ampliação de habitações cujos processos sejam requeridos por: a. não havendo lugar ao reembolso excepto em caso de erro na liquidação.º 2 do artigo 54. de 11 de Maio). Actualização e liquidação de taxas Artigo 47. serão arredondados. Quando se verifique ter havido erro de cobrança por excesso de valor superior a € 5. 4. c. Estão ainda isentas do pagamento de taxas: a. deverão os serviços. Pessoas colectivas de direito público ou de direito privado às quais a lei e/ou a regulamentação municipal aplicável confira tal isenção. por excesso. Da notificação deverão constar os fundamentos da liquidação adicional. O pagamento fraccionado deve ser feito em prestações iguais. Artigo 48. 2. cuja soma de idades não exceda 55 anos. devendo ainda o pedido ser instruído com: a. com base em relatório a elaborar pela Divisão de Acção Social. b. das pessoas unidas de facto ou das pessoas com carências socio-económicas não exceda o montante equivalente a quatro salários mínimos nacionais ou. Associações religiosas. findo o prazo estabelecido. 2. com faculdade de delegação no presidente e de subdelegação deste nos vereadores. pela ocupação do espaço público por motivo de obras. As taxas da Tabela que resultem de quantitativos fixados por disposição legal especial serão actualizadas de acordo com os coeficientes legalmente estabelecidos. 4.000. no prazo não superior a 30 dias. sempre que achar justificável. c. ainda. 3. agravadas em 50% do seu valor. O valor das taxas a liquidar e a cobrar será expresso em euros.00. nomeadamente o Estado. vivendo em união de facto. Declaração do(s) requerente(s) de que reúnem os pressupostos constantes da Lei n. O fraccionamento só será possível quando o valor das taxas a pagar for igual ou superior a € 25. CAPÍTULO VI Âmbito e aplicação de taxas Artigo 45.

águas e solos) e da consequente actividade de fiscalização desenvolvida pelos serviços municipais competentes. sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. d. durante os cinco primeiros dias úteis dos meses subsequentes e serão acrescidos de juros à taxa legal. funcionando como mecanismo perequativo.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização 1. SECÇÃO III Obras de construção Artigo 53. Nos casos referidos no n.º 4 do artigo 4. apenas sobre o aumento autorizado. 2.ª série — N.º do RJUE. fogos e unidades de ocupação previstos nessa operação urbanística. 2. contudo. 4. reconstrução.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de urbanização 1. 2. etc. e de outra variável em função do número de lotes. O não pagamento de uma prestação na data devida implica o vencimento automático das seguintes.º do RJUE.º Autorização de utilização e de alteração do uso 1. a liquidar durante o mês de Janeiro. é também devida a taxa referida no número anterior. 2. e ainda uma taxa anual variável em função da ocupação do espaço público. funcionando como mecanismo perequativo. da inerente degradação e utilização ambiental dos recursos naturais (ar. a emissão do alvará está sujeita ao pagamento de um montante fixado em função do número de fogos ou unidades de ocupação e seus anexos. ao posto e serviços. variando esta. fotocópias. que implique o aumento do número de fogos ou de lotes. é também devida a taxa referida no número anterior. devida em virtude dos condicionamentos do tráfego e acessibilidades. correspondente ao processamento técnico-administrativo. Quando a obra tenha sido iniciada antes da emissão do respectivo alvará de licença ou admissão de comunicação prévia. incidindo a mesma. 2.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento 1. A emissão do alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de operação de loteamento está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro II da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento.º 3 do artigo 76. à taxa devida pela emissão do alvará acresce uma taxa anual fixa. contudo. Qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de obras de urbanização está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número anterior. será a cobrança efectuada no acto da apresentação do requerimento. unidades de ocupação e seus anexos cuja utilização ou sua alteração seja requerida. sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. Ao montante referido no número anterior acrescerá o valor determinado em função do número de metros quadrados dos fogos. a aplicar ao montante da taxa em débito. a área bruta a edificar. sendo que os critérios para a sua fixação visam uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. variando esta consoante o uso ou fim a que a obra se destina. 9.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção 1. A emissão do alvará de licença ou para obras de construção. tal como se encontram definidos na alínea l) do artigo 2.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 simultâneo. funcionando como mecanismo perequativo. e de outra variável em função do prazo de execução e do tipo de infra-estruturas previstos para essa operação urbanística. variando consoante o tipo de utilização. Qualquer outra alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número um deste artigo.º do RJUE.Diário da República.º Emissão de alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de trabalhos de remodelação dos terrenos A emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia para trabalhos de remodelação dos terrenos. variando esta consoante a área afecta às instalações. e de outra variável em função do número de lotes. quando for o caso. está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro V da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento.). a área bruta a edificar e o respectivo prazo de execução. Artigo 51. correspondente ao processamento técnico-administrativo. 3. apenas sobre o aumento autorizado. no que se refere aos aerogeradores. A emissão do alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção. ampliação ou alteração de instalações de armazenamento de produtos de petróleo e de postos de abastecimento de combustíveis está sujeito ao pagamento da taxa fixada no Quadro VI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. bem como dos juros aplicáveis e dá lugar à imediata execução da garantia indicada na alínea c). . As prestações seguintes serão pagas. o número de equipamentos a instalar e o respectivo prazo de execução. — No licenciamento ou comunicação de obras de alteração que impliquem a redução da área de construção não haverá lugar à devolução de qualquer taxa.) SECÇÃO V Utilização das edificações Artigo 55. a emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro 1 da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. do seu uso industrial ou doméstico e do local em que são instalados. incidindo a mesma. SECÇÃO IV Casos especiais Artigo 54. 2. a taxa definida no presente artigo terá um agravamento de 50%. fogos e unidades de ocupação previstos nessa operação urbanística. Em caso de qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização. 4. A emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia de obras de urbanização está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro III da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. 3. A emissão do alvará de licença para a instalação de infra-estruturas de suporte de estações de radiocomunicações e de aerogeradores está sujeito ao pagamento da taxa fixada no Quadro VI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. Qualquer outra alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento está igualmente sujeita ao pagamento da taxa referida no número um deste artigo. está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro IV da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. § único. a caução de valor correspondente às prestações seguintes e respectivos juros. 4247 SECÇÃO II Remodelação de terrenos Artigo 52. apenas sobre o aumento autorizado. Nos casos referidos no n. sendo esta composta de uma parte fixa.º Casos especiais (Revogado. ampliação ou alteração. reconstrução. Artigo 50. e. sendo esta determinada em função da área sobre a qual incide a operação urbanística. CAPÍTULO IX Taxas pela emissão de alvarás SECÇÃO I Loteamentos e obras de urbanização Artigo 49. correspondente ao processamento técnico-administrativo. sendo esta composta de uma parte fixa. Sempre que seja possível determinar o valor das taxas a cobrar. nomeadamente por vistorias ou outros serviços diversos (como certidões. sendo esta composta de uma parte fixa. Em caso de qualquer alteração à licença ou comunicação prévia de operação de loteamento que implique o aumento do número de fogos ou de lotes.

º 19 — 28 de Janeiro de 2009 quando respeitem a edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si que determinem.º deste regulamento. Z = 0.º e 53. a cada fase corresponderá um aditamento ao alvará. A taxa pela realização. Costa Nova e Barra. a concessão de nova prorrogação está sujeita ao pagamento da taxa fixada de acordo com o seu prazo.ª série — N. manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas é devida quer nas operações de loteamento quer em obras de edificação .º Âmbito de aplicação 1. ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: K = 0. K = 0. H = 0.92 — em zonas dotadas de sete infra-estruturas. Z = 0.8 — para prédios de rendimento para habitação e ou outros fins (comércio. Artigo 61. Os valores referidos nos números anteriores são os fixados no Quadro VIII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. A taxa pela realização.045 — quando a operação urbanística conne com arruamento público existente e não se integre na situação anterior. Z = 0.º Taxa devida nos loteamentos urbanos e nos edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si 1. 3. estabelecimentos alimentares e não alimentares e serviços.º 4 do artigo 53.72 — em zonas dotadas de três infra-estruturas Z = 0.º do RJUE. Artigo 59. de entre as seguintes: Arruamento Estacionamento automóvel Passeio Rede pública de água Rede pública de águas pluviais Rede pública de saneamento Rede pública de energia eléctrica Rede pública de telecomunicações Rede pública de gás — ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: Z = 1 — em zonas dotadas de todas as infra-estruturas. ZONA 3 – restante área do município. nas situações referidas nos artigos 56. destinados ou não a habitação. O valor da taxa é resultante da aplicação da seguinte fórmula: Q(€) = K × A (m2) × C (€/m2) × Z × H em que: K — é o coeficiente que traduz a influência do custo das infra-estruturas públicas a executar pela entidade promotora. reduzida na percentagem de 50% no que respeita à taxa em função da superfície. implicando a construção ou remodelação de arruamentos públicos ou infra-estruturas no prédio ou prédios a lotear. sendo devidas as taxas previstas no presente artigo. Artigo 60. considera-se a área do município dividida em três zonas. 51. decorrente do preço de construção xado na Portaria anualmente publicada para o efeito. bem como os estabelecimentos hoteleiros e meios complementares de alojamento turístico e postos de abastecimento de combustíveis está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro IX da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento.º.º Deferimento tácito A emissão do alvará de licença nos casos de deferimento tácito do pedido de operações urbanísticas está sujeita ao pagamento da taxa que seria devida pela prática do respectivo acto expresso.º do presente Regulamento.º Autorizações de utilização ou suas alterações previstas em legislação específica A emissão de autorização de utilização ou suas alterações relativa. estabelecida no Quadro XI da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento.4248 Diário da República. C — é o valor em euros para efeitos de cálculo correspondente ao custo do m2 de construção na área do município. impactes semelhantes a uma operação de loteamento nos termos definidos no artigo 6. A — (m2) é a superfície total dos pavimentos de construção. para as diversas zonas do país.º Prorrogações Nas situações referidas no n. 2. Na determinação do montante das taxas será aplicável o estatuído nos artigos 49.68 — em zonas dotadas de duas infra-estruturas Z = 0. delimitadas na planta que constitui o Anexo III do presente Regulamento: a. variando esta em função do número de estabelecimentos e da sua área. K = 0. Z = 0. Artigo 58.96 — em zonas dotadas de oito infra-estruturas.50 — em zonas sem infra-estruturas H — é o coeficiente que traduz a influência do uso e tipologia. c.º 7 do artigo 23. ZONA 2 – Gafanha da Nazaré e Gafanha da Encarnação (norte). 2. CAPÍTULO X Situações especiais Artigo 57. alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de urbanização e alvará de licença ou admissão da comunicação prévia de obras de construção.4 — para residência fixa e unifamiliar. Z — é o coeficiente que traduz o número de infra-estruturas existentes na zona. hotelaria.º. e dos usos e tipologias das edificações. Zona 1 – Ílhavo (cidade). na Gafanha da Encarnação. a estabelecimentos de restauração e de bebidas.º e 59. b.º Emissão de alvarás de licença parcial A emissão do alvará de licença parcial na situação referida no n.88 — em zonas dotadas de seis infra-estruturas. Artigo 63. ao qual deverá atribuir-se os seguintes valores: H = 0. O valor encontrado será arredondado para a unidade de euros imediatamente superior.020 — quando a operação urbanística implique. em termos urbanísticos. Aquando da emissão do alvará relativo a obras de edificação ou da admissão da comunicação prévia não são devidas as taxas referidas no número anterior se as mesmas já tiverem sido pagas previamente aquando do licenciamento ou da admissão da comunicação prévia da correspondente operação de loteamento e urbanização.64 — em zonas dotadas de uma infra-estrutura Z = 0. Para efeito de aplicação das taxas de compensação previstas no artigo 67. Artigo 56.º e n.º 6 do artigo 58.84 — em zonas dotadas de cinco infra-estruturas. manutenção e reforço de infra-estruturas urbanísticas é fixada em função do custo das infra-estruturas e equipamentos gerais a executar. respectivamente. alteração da rede viária pública existente ou redimensionamento das infra-estruturas exteriores do prédio ou prédios a lotear. está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro X da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. reforço e manutenção de infra-estruturas urbanísticas Artigo 62. a emissão do alvará resultante de renovação da licença ou a apresentação de nova comunicação prévia está sujeita ao pagamento da taxa prevista para a emissão do alvará caducado. 3.4 — para fins industriais. de alvarás ou admissão da comunicação prévia de operações de loteamento e de obras de urbanização. 2.º Renovação Nos casos referidos no artigo 72. contudo.º do RJUE. serviços e similares). 2. lugar à alteração da rede viária pública existente ou alterações relevantes das infra-estruturas exteriores ao prédio ou prédios.º do RJUE. incluindo a área urbana confinante por sul com a Rua de Ílhavo. CAPÍTULO XI Taxas pela realização. bebidas. 3. 3. não dê.º do RJUE.º Execução por fases 1. excluindo caves ou anexos para estacionamento/arrumos/instalações técnicas ou similares.80 — em zonas dotadas de quatro infra-estruturas Z = 0.030 — quando a operação urbanística. Na fixação das taxas ter-se-á em consideração a obra ou obras a que se refere a fase ou aditamento. Em caso de deferimento do pedido de execução por fases. nomeadamente. H = 0. pela sua localização e dimensão. Z = 0. consoante se trate. restauração.

nos seguintes termos: a.º Cálculo do valor da compensação em numerário nos edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si O preceituado no artigo anterior é também aplicável ao cálculo do valor da compensação em numerário nos edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si referidos no artigo 6. nos termos do estabelecido no artigo 47. da totalidade ou de parte das áreas que deveriam ser cedidas para espaços verdes e de utilização colectiva. sujeitos a licenciamento ou comunicação prévia. .63 0. no entanto. . . . . o seu desenquadramento em termos de crescimento/desenvolvimento urbano.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 CAPÍTULO XII Compensações Artigo 64.26 132.19 152. 6.º 4. . . .3 0.2 3. Os valores de T serão actualizados anualmente. T — é o custo do terreno. 151.º Cálculo do valor da compensação em numerário nos loteamentos 1. . .º RJUE e determinadas no artigo 6. A compensação poderá ser paga em espécie.31 0. determinado de acordo com a seguinte fórmula: em que: C(€) = A (m2) × IU × T (€) × R T (€) Habitação Unifamiliar Colectiva/ Comércio Indústria 4249 R Zona 2 Gafanha Nazaré/Encarnação Norte . . gratuitamente. Se o diferencial for favorável ao município. A — é o valor.º Cedências 1. 4. será o mesmo pago em numerário pelo promotor da operação urbanística. .º Indemnização Quando a necessidade de área para equipamento dentro do prédio a lotear for superior à estipulada na Portaria que fixa os parâmetros para o C — é o valor. funcionando como um mecanismo perequativo.00 9. . Zona 3 Restante . caso se opte por realizar esse pagamento em espécie. estes integrarão o domínio público ou privado municipal. Quando se verificarem diferenças entre o valor calculado para a compensação devida em numerário e o valor dessa compensação a entregar em espécie. O valor encontrado será arredondado para a unidade de euros imediatamente superior. T (€) Habitação Unifamiliar Colectiva/ Comércio Indústria R Zona 1 Ílhavo — Cidade/Costa Nova/ Barra. que será constituída nos termos do disposto no artigo 118. 3. . . As decisões da comissão serão tomadas por maioria absoluta dos votos dos seus elementos. será o mesmo indemnizado no valor determinado de acordo com o estipulado no artigo 67. .º 3 do artigo 44. Artigo 69. . podendo ser afectados a qualquer fim julgado conveniente pela Câmara Municipal. . Se o diferencial for favorável ao promotor. O valor.º 3. O disposto no número anterior é ainda aplicável aos pedidos de licenciamento ou admissão da comunicação prévia de obras de edificação. integração essa que se fará automaticamente com a emissão do alvará ou nos termos previstos no n.º Áreas para espaços verdes e de utilização colectiva. . Definem-se. 5. .º do RJUE. Artigo 68. em metros quadrados. b.º 5 do artigo 57. devem prever áreas destinadas à implantação de espaços verdes e de utilização colectiva. Artigo 66. R — é o coeciente de redução dos valores reais. bem como para instalação de equipamentos públicos. . . impactes semelhantes a uma operação de loteamento nos termos definidos no artigo 6. IU — é o índice de utilização ao solo na área ou parte da área objecto de aplicação da taxa. . . .4 . . em euros.º do presente Regulamento. . 2. Quando a compensação for efectuada através da cedência de terrenos exteriores ao prédio a lotear.Diário da República. infra-estruturas viárias e equipamentos Os projectos de loteamento e os projectos de edificações quando respeitem a edifícios contíguos e funcionalmente ligados entre si que determinem. . d. . . à Câmara Municipal. parcelas de terreno para espaços verdes públicos e equipamentos de utilização colectiva e as infra-estruturas urbanísticas que de acordo com a lei e licença ou comunicação de loteamento. Planta de localização do prédio. edificações ou prédios rústicos. sendo dois nomeados pela Câmara Municipal e o terceiro pelo promotor da operação urbanística. o proprietário obrigado ao pagamento de uma compensação ao Município. Requerimento dirigido ao Presidente da Câmara onde esclarece a sua proposta. Certidão da Conservatória do Registo Predial. . devam integrar o domínio municipal. . Artigo 65. ficando. . prédios urbanos. 2. Se o valor proposto no relatório final da comissão referida no n. . o promotor deverá apresentar à Câmara Municipal a documentação comprovativa da posse do terreno ou imóvel a ceder. 2. .º do RJUE. com as necessárias adaptações. infra-estruturas viárias e equipamentos. consoante se trate de zonas verdes ou de equipamentos.22 10. da taxa de compensação. .º Compensação 1. as mesmas serão liquidadas da seguinte forma: a. 5. . por metro quadrado de construção. . . nas situações referidas no n. recorrer-se-á a uma comissão arbitral. c. não há lugar a cedências para esses fins. em numerário. .80 165. Se o prédio em causa já estiver dotado de todas infra-estruturas urbanísticas e ou não se justificar a localização de qualquer equipamento ou espaços verdes. nos termos da Portaria que fixa os parâmetros para o dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização colectiva.º do presente Regulamento. de acordo com o denido no Regulamento do Plano Director Municipal de Ílhavo. . . através da cedência de lotes.º do presente Regulamento. b. Quando a compensação for efectuada através da cedência de terrenos dentro do terreno a lotear. Os valores de R serão actualizados ou rectificados quando se verificar. Artigo 67. A Câmara Municipal poderá optar pela compensação em numerário. calculado de acordo com os parâmetros denidos na Portaria que xa os parâmetros para o dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização colectiva. 132. Para os efeitos do disposto no presente artigo. 2.º Compensação em espécie 1. . não podendo ser afectados para fim diferente do previsto. os valores a adoptar por T e R. . . e o seu valor será obtido com recurso ao seguinte mecanismo: a. Feita a determinação do montante total da compensação a pagar. .ª série — N. b. xado consoante a área territorial do município em que o loteamento se integra. em termos urbanísticos. estes integrarão o domínio privado municipal. com o tempo.º 1 deste artigo não for aceite pela Câmara Municipal ou pelo promotor da operação urbanística. . 2.47 10. da compensação a pagar ao Município será determinado tendo em conta uma justa redistribuição de encargos e benefícios entre os diferentes promotores. . Levantamento topográfico actualizado do prédio. Artigo 70. Os interessados na realização de operações de loteamento urbano cedem.22 119. xado consoante a área territorial do município em que o loteamento se integra e a tipologia de construção do loteamento. no quadro seguinte. . A avaliação será efectuada por uma comissão composta por três elementos. haverá lugar à avaliação dos terrenos ou imóveis a ceder ao município. indicando o valor do terreno ou imóvel.

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lação específica, a entidade promotora ressarcirá a Câmara Municipal do montante dessas mesmas taxas, antes da notificação da decisão final.

dimensionamento das áreas destinadas a espaços verdes e de utilização colectiva, o promotor será indemnizado no valor determinado de acordo com o estipulado no Artigo 67.º

CAPÍTULO XIII Disposições especiais
Artigo 71.º Vistorias A realização de vistorias no âmbito do RJUE está sujeita ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. Artigo 72.º Operações de destaque A emissão da certidão relativa ao destaque está sujeita ao pagamento da taxa fixada no Quadro XIII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. Artigo 73.º Recepção de obras de urbanização Os actos de recepção provisória ou definitiva de obras de urbanização estão sujeitos ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XIV da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. Artigo 74.º Ocupação do espaço público por motivo de obras 1. A ocupação do espaço público para depósito de materiais e equipamentos de apoio à execução de obras está sujeita ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XV da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. 2. A ocupação do espaço público por motivo de obras integradas no Programa Municipal de Apoio e Incentivo à Recuperação e Reabilitação de Edifícios do Concelho de Ílhavo (RECUPERA) fica isenta do pagamento das taxas previstas no presente artigo. 3. A realização de obras de construção, reconstrução, alteração, ampliação, demolição e conservação integradas no núcleo antigo de Ílhavo definido no PDM que impliquem a interrupção, total ou parcial, do trânsito automóvel, ficam isentas do pagamento da respectiva taxa. Artigo 75.º Deferimento tácito A emissão do alvará de licença nos casos de deferimento tácito do pedido de operações urbanísticas está sujeito ao pagamento da taxa que seria devida pela prática do respectivo acto expresso. Artigo 76.º Assuntos administrativos 1. Os actos e operações de natureza administrativa a praticar no âmbito das operações urbanísticas estão sujeitos ao pagamento das taxas fixadas no Quadro XVII da tabela que constitui o Anexo II do presente regulamento. 2. Inserem-se neste quadro as taxas devidas pela prática de novos actos, nomeadamente: a. Depósito da ficha técnica da habitação (FTH) no respectivo processo, que inclui o valor da taxa devida pela emissão da certidão comprovativa do respectivo arquivo, a liquidar no acto da entrega da ficha; b. Renovação de licença ou autorização caducada, nos termos do disposto no artigo 72.º do RJUE; c. Exposições e reclamações – o valor desta taxa será devolvido ao requerente caso a decisão lhe seja favorável; d. Fornecimento de cópias a cores e em formato digital. 3. Quando os processos relativos à urbanização e à edificação forem instruídos com extractos de levantamentos ou planos adquiridos em formato digital, deverão conter prova da sua aquisição, prestada por fotocópia da guia de pagamento emitida em nome do requerente ou do técnico responsável, sob pena de serem sujeitos ao pagamento da totalidade da taxa devida pela respectiva aquisição. 4. Quando a Câmara Municipal tiver de proceder à liquidação de taxas devidas pela emissão de pareceres emitidos por entidades exteriores, no âmbito do licenciamento de operações urbanísticas abrangidas por legis-

CAPÍTULO XIV Disposições finais e complementares
Artigo 77.º Contra-ordenações 1. Sem prejuízo da responsabilidade civil, criminal ou disciplinar, são puníveis como contra-ordenação: a. A violação do disposto no presente Regulamento; b. A violação do disposto no Plano Director Municipal de Ílhavo; c. A não afixação ou a afixação de forma não visível do exterior do prédio, durante o decurso do procedimento de comunicação prévia, do aviso que publicita a comunicação; d. A falta de participação à Câmara Municipal do início das obras e do responsável pelas mesmas; e. O agravamento da falta de segurança ou de salubridade dos edifícios, a sua deterioração e o prejuízo do seu arranjo estético, provocados de forma dolosa. 2. As contra-ordenações previstas no presente Regulamento são puníveis com as coimas fixadas nos números seguintes, no caso de legislação especial sobre as matérias infringidas não preverem outras sanções. 3. As contra-ordenações previstas nas alíneas a) e b) do n.º 1 são puníveis com coima graduada de € 1.500 até ao máximo de € 200.000, no caso de pessoa singular, e de € 3.000 até € 450.000, no caso de pessoa colectiva. 4. As contra-ordenações previstas nas alíneas c) a e) do n.º 1 são puníveis com coima graduada de € 250 até ao máximo de € 50.000, no caso de pessoa singular, e de €1.000 até € 100.000, no caso de pessoa colectiva. Artigo 78.º Dúvidas e omissões 1. As dúvidas na interpretação do presente Regulamento serão resolvidas por deliberação da Câmara Municipal de Ílhavo. 2. Os casos omissos deverão ser resolvidos por recurso às normas e princípios constantes na respectiva lei geral nacional. Artigo 79.º Entrada em vigor O presente regulamento entra em vigor 15 dias após a sua publicação na 2ª Série do Diário da República. Artigo 80.º (Revogado.) ANEXO I Normas para a instrução dos processos 1. Âmbito 1.1. As normas estabelecidas no presente anexo destinam-se a complementar o estabelecido na Portaria 232/2008, de 11 de Março, determinando quais os elementos que devem instruir os processos relativos aos pedidos de informação prévia, de licenciamento, de comunicação prévia e de autorização referentes a todos os tipos de operações urbanísticas, bem como a forma da sua apresentação e conteúdo, contribuindo para que os processos, dando entrada na Câmara Municipal de Ílhavo correctamente instruídos, possam percorrer os seus trâmites sem atrasos desnecessários. 1.2. As presentes normas regulamentam ainda a instrução de outros processos que, não constituindo operações urbanísticas previstas no Decreto-Lei 555/99, de 16 de Dezembro, com a redacção dada pela Lei 60/2007, de 4 de Setembro, adiante designado por RJUE, são complementares ao procedimento da sua implementação. 2. Generalidades 2.1. A Câmara Municipal de Ílhavo, através da Internet em http://www. cm-ilhavo.pt ou do Serviço de Atendimento Integrado (SAI), fornecerá gratuitamente os modelos de requerimentos, e fichas de dados estatísticos que forem necessárias à instrução do processo. 2.2. Os requerimentos deverão ser apresentados com todos os seus campos preenchidos, sem o que não serão aceites no acto da apresentação do processo.

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2.3. Os processos deverão ser instruídos, obrigatoriamente, com o modelo de requerimento disponibilizado pela Câmara Municipal. 3. Apresentação dos projectos As peças dos projectos deverão conter todos os elementos necessários a uma clara e correcta leitura das características da operação urbanística devendo, para tal, obedecer às seguintes normas: 3.1. Todas as peças escritas devem ser apresentadas em formato A4, redigidas na língua portuguesa, numeradas, datadas e assinadas pelo técnico autor do projecto, com excepção dos documentos oficiais e dos requerimentos, que serão assinados pelo requerente ou seu representante legal. 3.2. Todas as peças desenhadas devem possuir boas condições de leitura, sendo também numeradas, datadas e assinadas pelo autor do projecto respectivo; quando em formato de papel, devem ser apresentadas a tinta indelével em papel opaco, com gramagem compreendida entre 80g/m2 e 110g/m2, não devendo ter, dentro do possível, mais de 0.594 m de altura e ser dobradas em tamanho A4. 3.3. As fotografias, quando necessárias, deverão ser actuais e abranger um raio de, pelo menos, 100 m, em volta da área da intervenção; deverão incluir os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções, bem como do outro lado da via confinante e, no caso destes não terem edificada qualquer construção, fotografias das construções mais próximas; quando apresentadas em formato de papel, deverão ser impressas ou coladas em folhas de tamanho A4. 3.4. Todos os processos de licenciamento ou comunicação prévia de operações urbanísticas deverão ser acompanhados de levantamento topográfico e de planta de implantação, geo-referenciados, realizados de acordo com os seguintes pontos: 3.4.1. O levantamento topográfico será ligado à rede geodésica nacional; 3.4.2. O levantamento topográfico incluirá: A totalidade do prédio rústico ou urbano onde se insere o objecto de licenciamento, à escala 1/200 ou superior (em casos em que a área a levantar ultrapasse 1 ha, poderão aceitar-se escalas inferiores, 1/500 ou mesmo 1/1000), com curvas de nível no mínimo de metro a metro e cotas altimétricas nos pontos notáveis, com a delimitação da área objecto da operação urbanística; Um quadro com os pontos M e P de todos os marcos (ou vértices) do polígono que define os limites do prédio; Os arruamentos confinantes, muros e edificações existentes a uma distância não inferior a 50 m do polígono atrás referido, bem como as respectivas cotas de soleira; A delimitação e identificação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, caso a operação urbanística incida sobre mais do que um. 3.4.3. A implantação da edificação, loteamento ou obras de urbanização que se pretende realizar deverá ser feita sobre o levantamento topográfico, devendo conter: Um quadro com os pontos M e P de todos os cunhais da edificação ou edificações a construir, bem como dos vértices dos muros de vedação, ou os pontos dos vértices dos polígonos de estremas dos lotes, no caso de operação de loteamento; As cotas de soleira pretendidas; 3.4.4. Quando apresentado em formato de papel, o levantamento topográfico e a planta de implantação deverão ser entregues no número de exemplares definidos em cada caso para os projectos de arquitectura ou de loteamento, acompanhados de um exemplar em formato digital (em CD-ROM). 3.5. A responsabilidade pela correcção e veracidade das informações contidas no levantamento topográfico e planta de implantação recairá sobre o técnico autor do projecto de arquitectura, nas obras de edificação, e do projecto de loteamento, nas operações de loteamento. 3.6. Os projectos de alterações de edificações que não impliquem a modificação dos limites exteriores das mesmas, e os projectos de muros cujos alinhamentos estejam definidos por outros muros ou edificações existentes e não suscitem quaisquer dúvidas na sua localização e implantação, poderão ser isentos da apresentação das peças referidas no ponto 3.4.. 4. Loteamentos 4.1. Informação prévia 4.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 4.1.2. Cópia do registo do terreno na Conservatória do Registo Predial; 4.1.3. Memória descritiva e justificativa da intenção do projecto; 4.1.4. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 4.1.5. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 4.1.6. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000;

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4.1.7. Extracto do mapa de ruído ou, na sua ausência, do relatório sobre recolha de dados acústicos, nos termos do disposto no Regulamento Geral do Ruído (RGR), aprovado pelo DL 292/2000, de 14 de Novembro; 4.1.8. Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000, com a delimitação da área de intervenção, incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, se for o caso; 4.1.9. Planta contendo a proposta de loteamento e implantação das edificações, devidamente cotada e referenciada ao eixo dos arruamentos, existentes e propostos, contendo ainda as construções existentes na área objecto da intervenção e na envolvente, adjacente e fronteira; 4.1.10. Fotografias do terreno e da envolvente, actualizadas, abrangendo pelo menos um raio de 100 m; 4.1.11. Outros elementos considerados importantes para o esclarecimento da proposta. 4.2. Licença 4.2.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 4.2.2. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação; 4.2.3. Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial; 4.2.4. Cópia da notificação relativa à informação prévia; 4.2.5. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 4.2.6. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 4.2.7. Extracto do mapa de ruído ou, na sua ausência, do relatório sobre recolha de dados acústicos, nos termos do disposto no Regulamento Geral do Ruído (RGR), aprovado pelo DL 292/2000, de 14 de Novembro, quando o mesmo não tiver sido apresentado com o requerimento de informação prévia; 4.2.8. Memória descritiva e justificativa, contendo todos os elementos apontados no n.º 2 do artigo 7.º da Portaria 232/2008, de 11 de Março; 4.2.9. Termo de responsabilidade do autor ou autores do projecto, e do coordenador de projecto, bem como do autor do plano de acessibilidades, com declarações das respectivas associações profissionais; 4.2.10. Planta da situação existente, na escala 1/10 000, com a delimitação do terreno; 4.2.11. Planta da situação existente, na escala 1/2000 ou 1/1000, actualizada e devidamente cotada, com a delimitação da área de intervenção e indicação de servidões e infraestruturas, bem como a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, se for o caso; 4.2.12. Levantamento topográfico do terreno e da envolvente próxima, cotado relativamente a pontos de referência fixos existentes, em escala considerada adequada, nos termos do ponto 3.4. do presente anexo; 4.2.13. Planta com áreas de cedência para o Domínio Público; 4.2.14. Planta de síntese do loteamento, na escala 1/500 ou superior, devidamente cotada, contendo: A estrutura viária; A divisão em lotes e sua numeração; O polígono de implantação das edificações, incluindo anexos, quando existam; Indicação do n.º de pisos, acima e abaixo da cota de soleira; Localização dos espaços verde e equipamentos de utilização colectiva, quando existam; Quadro contendo, relativamente a cada lote identificado pelo respectivo número: Área; Utilização; Área de implantação; Área de construção; Número de pisos, acima e abaixo da cota de soleira; Número de fogos; Área de cedência para Domínio Público; Área total do terreno a lotear; Perfis transversais tipo, cotados, referenciados ao eixo da via, nas zonas de tipologia de construção ou de alinhamentos diferentes, com a indicação das cotas de soleira das edificações; 4.2.15. Plano de acessibilidades que represente a rede de espaços e equipamentos acessíveis bem como soluções de detalhe métrico, técnico e construtivo, esclarecendo as soluções adoptadas em matéria de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada, de acordo com o disposto no n.º 5 do artigo 3.º do DL 163/2006, de 8 de Agosto. 4.2.16. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. (anterior 3.2.15) 4.3. Comunicação prévia 4.3.1. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença;

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5.2.4. Cópia da notificação relativa ao pedido de informação prévia; 5.2.5. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 5.2.6. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 5.2.7. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000; 5.2.8. Orçamento das obras, por especialidade e global; 5.2.9. Calendarização das obras de urbanização; 5.2.10. Projectos das diferentes obras de urbanização, de acordo com o definido no ponto 3.4.; 5.2.11. Condições técnicas gerais e especiais do caderno de encargos, incluindo prazos para o início e termo da execução dos trabalhos; 5.2.12. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. 5.3. Comunicação prévia 5.3.1. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença; 5.3.2. Apólice do seguro de construção, quando legalmente exigível; 5.3.3. Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho, nos termos previstos na Lei 100/97, de 13 de Setembro, comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora; 5.3.4. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e declaração da respectiva associação profissional; 5.3.5. Comprovação das habilitações do construtor, mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário, i.p. (inci, i.p., ex-imoppi); 5.3.6. Livro de obra; 5.3.7. Plano de segurança e saúde. 6. Edifiçações 6.1. Informação prévia 6.1.1. Edificação nova 6.1.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 6.1.1.2. Cópia do registo do terreno na Conservatória do Registo Predial; 6.1.1.3. Memória descritiva e justificativa da intenção do projecto; 6.1.1.4. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 6.1.1.5. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 6.1.1.6. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000; 6.1.1.7. Extracto do mapa de ruído ou, na sua ausência, do relatório sobre a recolha de dados acústicos, nos termos do disposto no Regulamento Geral do Ruído (RGR), aprovado pelo DL 292/2000, de 14 de Novembro; 6.1.1.8. Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000, com a delimitação da área de intervenção, incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, se for o caso; 6.1.1.9. Planta na escala 1/500 ou superior, contendo a proposta de implantação, uso e n.º de pisos da edificação, devidamente cotada e referenciada ao eixo do arruamento, contendo ainda as construções existentes na envolvente, adjacente e fronteira, com indicação do n.º de pisos e utilização; 6.1.1.10. Fotografias do terreno e da envolvente, actuais, incluindo os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções, bem como do outro lado da via confinante e, no caso destes não terem edificada qualquer construção, fotografias das construções mais próximas; 6.1.1.11. Outros elementos considerados importantes para o esclarecimento da proposta. 6.1.2. Ampliação/alteração 6.1.2.1. Todos os elementos necessários à instrução do processo de informação prévia para edificação nova; 6.1.2.2. Levantamento da construção existente e esboço da proposta de ampliação ou de alteração. 6.2. Licença 6.2.1. Edificação nova 6.2.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 6.2.1.2. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação; 6.2.1.3. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial; 6.2.1.4. Projecto de arquitectura, contendo: a. Cópia da notificação relativa à informação prévia; b. Termo de responsabilidade do autor ou autores do projecto e do coordenador de projecto, bem como do autor do plano de acessibilidades, com declaração da respectiva associação profissional; c. Estimativa do custo global da obra, em que serão utilizados os valores de custo por metro quadrado de construção aprovados pela Câmara Municipal de Ílhavo, com base nos valores indicados anualmente

4.3.2. Descrição pormenorizada dos lotes com indicação dos artigos matriciais de proveniência. 4.4. Obras de urbanização, integradas no loteamento 4.4.1. Licenciamento 4.4.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 4.4.1.2. Cópia da notificação relativa à aprovação do projecto de loteamento; 4.4.1.3. Orçamento das obras, por especialidade e global; 4.4.1.4. Calendarização das obras de urbanização; 4.4.1.5. Projectos das diferentes obras de urbanização necessárias à execução do loteamento - que incluirão os respectivos termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto com declarações das respectivas associações profissionais, memórias descritivas e justificativas, estimativas de custos e as peças desenhadas necessárias à clara leitura do projecto - nomeadamente: Rede de água, elaborado e instruído de acordo com as regras definidas pela Divisão de Águas; Drenagem de águas residuais domésticas e drenagem de águas pluviais, elaborado e instruído de acordo com as regras definidas pela Divisão de Saneamento; Deposição de resíduos sólidos urbanos elaborado nos termos do respectivo regulamento municipal e de acordo com as vagas definidas pela Divisão de Ambiente e Qualidade; Rede eléctrica, de abastecimento privado e de iluminação pública, elaborado e instruído de acordo com as regras definidas pela EDP e pelo Ministério da Economia; Telecomunicações, elaborado e instruído nos termos do DL 59/2000, de 19 de Abril, e de acordo com as regras definidas pela Portugal Telecom; Gás, elaborado e instruído de acordo com a legislação específica, com apreciação efectuada pela Lusitaniagás – Companhia de Gás do Centro, S.A.; Passeios; Estacionamento automóvel, quando exista; Alargamento da plataforma viária, quando necessário; Espaços verdes de utilização colectiva, quando existam; Equipamentos de utilização colectiva, quando existam; Infra-estruturas de defesa contra incêndios, nos termos do DR 23/95, de 23 de Agosto; Condições técnicas gerais e especiais do caderno de encargos, incluindo prazos para o início e termo da execução dos trabalhos. 4.4.2. Comunicação prévia 4.4.2.1. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença; 4.4.2.2. Apólice do seguro de construção, quando legalmente exigível; 4.4.2.3. Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho, nos termos previstos na lei 100/97, de 13 de setembro, comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora; 4.4.2.4. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e declaração da respectiva associação profissional; 4.4.2.5. Comprovação das habilitações do construtor, mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário, i.p. (inci, i.p., ex-imoppi); 4.4.2.6. Livro de obra; 4.4.2.7. Plano de segurança e saúde. 5. Obras de urbanização 5.1. Informação prévia 5.1.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 5.1.2. Memória descritiva e justificativa explicitando as obras; 5.1.3. Extracto da carta de condicionantes do PDM, com a localização da área de intervenção; 5.1.4. Extracto da carta de ordenamento do PDM, com a localização da área de intervenção; 5.1.5. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000; 5.1.6. Planta da situação existente, na escala 1/2000 ou 1/1000 com a delimitação da área de intervenção, incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio, se for o caso; 5.1.7. Fotografias do terreno e da envolvente, actuais, abrangendo pelo menos um raio de 100 m; 5.1.8. Outros elementos considerados importantes para o esclarecimento da proposta. 5.2. Licença 5.2.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU; 5.2.2. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação; 5.2.3. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial;

Organização interna e sua justificação funcional. com o terreno claramente delimitado. Nos casos mais elaborados deverá ser tido em conta o prescrito na RGCAE. na escala 1/100.1. mencionando com rigor: A área e a utilização dos espaços projectados. Extracto da carta de condicionantes do PDM. Extracto da carta de ordenamento do PDM. Aspectos construtivos. insolação. 6. zona de sistema de aquecimento e ligação à rede geral exterior com indicação até à rede pública. Calendarização da execução da obra.1.deve ser feita a marcação dos circuitos de água fria e quente. efectuada nos termos do ponto 3. orientação. 6. a rampa de acesso. Cota de soleira referenciada à cota do eixo do arruamento.ª série — N. 6. 6. b. Generalidades Todos os projectos de engenharias de especialidades devem ser instruídos. na escala 1/100.2.3. b. Ficha com os elementos estatísticos.º 3 do artigo 31. quando existirem. Implantação das construções envolventes. no mínimo de um transversal e um longitudinal.aplicação do disposto no n. de forma a localizar: Escadas. esclarecendo as soluções adoptadas em matéria de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada. Nos casos mais simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com memória descritiva e justificativa. e zonas ajardinadas ou cultivadas. abertos ou fechados.8. Opções formais e técnico-construtivas. Planta topográfica na escala 1/2000.6.3. Nas edificações com cave destinada a estacionamento automóvel. Integração na rede existente. com cotas de afastamentos ao eixo da via.2. nos projectos mais elaborados devem ter em atenção os seguintes aspectos: contadores.3.º 5 do artigo 3. adjacentes e fronteiras.1. com o terreno delimitado a vermelho.2.1. de 9 de Janeiro. à vedação. 6. devem ser devidamente justificadas. m.3. resolução das condicionantes. j. com a localização da área de intervenção. Frestas.Diário da República. quando existam. quando existam. A planta de cobertura deve conter todas as fugas. Sempre que as soluções a adoptar saiam fora da legislação vigente aplicável. Integração na rede existente. quando existam. Solução a adoptar para cumprimento do novo Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE). montante(s). k. Arranjos exteriores privados – áreas impermeabilizadas com descrição dos respectivos materiais. devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto.2. Descrição e justificação das soluções adoptadas no âmbito da acessibilidade de pessoas com deficiência e mobilidade condicionada. do presente anexo. Ampliação/alteração 6. Justificação das opções tomadas no projecto.2. deve ser ainda apresentada planta de coberturas do conjunto. quando existam. devem ser apresentados alçados conjuntos. Águas e Esgotos (RGCAE). que incluirão balanços. . contendo: Indicação das infraestruturas existentes. tipo de aquecimento. bem como todos os elementos fixos da construção. Traçados da ligação à rede existente no caso de projectos de alteração. coluna(s). Instalações sanitárias. Arranjos exteriores públicos – passeio. com os termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto.2. desde logo. i. rede de rega exterior e dispositivos de segurança. muros de vedação e de estremas. Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. Implantação proposta para a edificação.5. que incidirá sobre: Características do terreno – área. e. e. Traçado da rede em planta aos diferentes níveis . para além das peças a seguir indicadas. devendo conter os seguintes elementos: Estudo cromático e descrição dos materiais de revestimento a aplicar nas fachadas. devem ser devidamente justificadas. Características dos diferentes elementos de construção.2. publicações do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e demais bibliografia da especialidade.2. aprovado pelo DL 80/2006. Nos casos que implicam cálculo e soluções mais elaboradas terão de ser tidos em conta os seguintes aspectos: Solução a adoptar e sua justificação. de 8 de Agosto. Projecto sobreposto ao existente. 6. Plantas dos pavimentos e da cobertura. Memória Descritiva e Justificativa. No caso de projectos de alteração deve ser explicado o modo de ligação à rede existente.2. ligação à rede geral exterior. incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio.3. caso o requerente pretenda proceder. Sempre que as soluções a adoptar saiam fora da legislação vigente aplicável.1. Cálculo da rede: Nos casos simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com tabela de cálculo ao abrigo do Regulamento Geral de Canalizações.º do DL 12/2004. 2.5.2. Todos os elementos necessários à instrução do processo de edificação nova. 6. Características dos materiais a utilizar. Cortes (dispensáveis nos casos simples). se for o caso. Memória descritiva e justificativa. Engenharias de especialidades 6. com a localização da área de intervenção. f. técnico e construtivo. 4253 de acordo com o disposto no n.4.) 6.2. nestas situações. Características da implantação proposta – integração no local. quando existam. 6. c. Nota: Deve prever-se a instalação de uma máquina de lavar louça e um dispositivo de lavagem de roupa (tanque ou máquina de lavar) em cada fogo. h.2. bem como declarações das respectivas associações profissionais.1. Drenagem de àguas residuais a. Plano de acessibilidades que represente a rede de espaços e equipamentos acessíveis bem como soluções de detalhe métrico. Cálculo da rede. No caso de projectos de alteração deve ser explicado o modo de ligação à rede existente. Quando a edificação encostar a outras já existentes. de 4 de Abril. g. Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000. Características dos materiais a utilizar. Projectos das engenharias de especialidade.2. Alçados. bem como a solução adoptada para a drenagem de águas pluviais.2. Água a. Desníveis dos pavimentos. calibres a utilizar. (anterior 5. ventilações e elementos considerados importantes.2. a planta deve conter a implantação definitiva dos pilares de estrutura e a demarcação dos lugares de estacionamento.º do DL 163/2006. à sua apresentação. c. Memória Descritiva e Justificativa: Nos casos mais simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com memória descritiva e justificativa. com o terreno delimitado a vermelho e devidamente cotado. com utilização das cores convencionais – amarelo para demolição e vermelho para nova construção. l. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. f. com o terreno delimitado a vermelho. Nos casos que implicam cálculo e soluções mais elaboradas terão de ser tidos em conta os seguintes aspectos: Solução a adoptar e sua justificação.1. d. Cotas do terreno e terrenos adjacentes.7. integração no PDM e na envolvente.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN) para determinação do tipo de alvará de construtor civil a exigir para efeito da emissão do alvará de licença de construção . Aspectos construtivos. condicionantes à sua ocupação.2.2. Nas edificações com cave destinada a estacionamento automóvel. d. todas as plantas deverão conter o arranque dos pisos correspondestes. Quando a edificação encostar a outras já existentes. laterais e de tardoz. Planta de implantação na escala 1/200. Cortes. estacionamento e zonas verdes.

tubos de ventilação.4.º 35.º 53.C.3.3. o projecto de execução deve ser instruído com os elementos descriminados no artigo 19. de 11 de Fevereiro de 1972. incluindo aquela que incida sobre a zona a reverter para o domínio público por força dos alinhamentos concedidos. de 9 de Junho. Convém ser indicada a ligação à rede exterior. fazer o traçado de ligação à rede existente. e apresentado com a aprovação da respectiva entidade.4.2. no DL 368/99. devendo estar a uma cota inferior a 0. alteradas por Portaria de de 22 de Novembro de 1974. tubos de queda. P. de 17 de Janeiro. Telecomunicações O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no DL 59/2000. d. Aspectos construtivos e regulamentares considerados importantes. de 18 de Setembro (comércio).º e 7. Os projectos de execução devem ser apresentados para junção ao processo de licenciamento no prazo de 60 dias após recepção da notificação de aprovação dos projectos de especialidades. tendo em atenção as condições topográficas e de drenagem natural do terreno envolvente. Pormenores dos meios de depuração utilizados.6. com possibilidade de risco de inundação devido a escoamentos superficiais e/ou infiltração de águas subterrâneas e onde se prevejam construções de cota inferior à do terreno natural.2. nos termos da legislação em vigor.3. b.2. publicada no Diário do Governo n. 6. Caso não haja a rede de esgotos domésticos deve prever-se uma ligação alternativa da caixa de ligação junto ao meio depurador utilizado para uma caixa de ligação junto ao arruamento que serve o imóvel em causa. com indicação de secções. Pormenores de todos os elementos estruturais na escala 1/20.º 2. Nos casos mais elaborados deverá ser tido em conta o prescrito na R.). Plantas e cortes . de 3 de Janeiro de 1975 e por Portaria publicada no Diário de República. aprovado pelo DL 80/2006.º 2 do artigo 8º do DL 78/2006.12. e.. Estabilidade a. de 21 de Fevereiro (habitação). exaustão. Para efeito do disposto no n. 6.2. Tipo de fundações a utilizar. tipo de material a utilizar e ligação nos nós. instruído nos termos das normas eventualmente emanadas pelas entidades inspectoras das redes e ramais de distribuição e instalação de gás.3.º 4 do artigo 80. Justificação da estabilidade da estrutura de acordo com o tipo de solicitações previstas no R. que incidirá sobre: Descrição da solução estrutural escolhida.G.2. Nas construções sujeitas a propriedade horizontal. A. definindo clara e correctamente a solução adoptada. e incluir declaração de conformidade regulamentar (DCR). aprovadas por Portaria de 7 de Fevereiro de 1972. Deve ser feita a marcação dos esgotos dos diferentes aparelhos com calibres.2. nos termos do prescrito no R. publicações do L. Memória descritiva e justificativa.4. E. Todos os elementos necessários à instrução do processo de licença. quadros de derivação e traçados de abastecimento de águas. Nos projectos mais elaborados devem ter em atenção os seguintes aspectos: tubos de queda. 6. nomeadamente de: Estabilidade. b. etc.ª série — N. e no DL 66/95. bem como outros relativos a edificações de usos especiais. devidamente reconhecidas para o efeito. de forma a poder aproveitar-se esta sobreposição de componentes como uma fase de preparação da obra. . funcionando em sistema separativo. 6. b. 6. Gás O projecto deve ser elaborado de acordo com o disposto no DL 521/99. A. inclinações. Comunicação prévia 6. saneamento. Deste modo. Em alternativa.2. bem como os meios depuradores a utilizar. com indicações das principais características dos elementos a utilizar de acordo com o cálculo efectuado. de acordo com o tipo de terreno de fundação em causa.G. com separação total dos esgotos domésticos e pluviais. de 5 de Março de 1986.3. Nas zonas de cotas mais baixas.2.S. de 4 de Abril. inserida do terreno claramente delimitado e com a implantação das construções adjacentes. gás.N. de 11 de Maio.1. e com as normas eventualmente emanadas pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). Acústico O processo deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto Regulamento Geral do Ruído (RGR).. f. 6. Cortes demonstrativos de funcionamento da rede (dispensáveis nos casos simples). deve ter-se em conta o dito anteriormente. tubos de ventilação e caixas de visita. com as alterações introduzidas pelo DL 96/2008. contendo todos os elementos de fundação.2.2. com os seguintes elementos e apresentação relativos ao projecto de arquitectura: a. Nota: Deve prever-se a instalação de uma máquina de lavar louça e um dispositivo de lavagem de roupa (tanque ou máquina de lavar) em cada fogo.1. de 1 de Agosto e com o Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios aprovado pelo DL 129/2002. componentes e dimensionamentos que constem dos projectos de especialidades.3.3.C. drenagem de fundações. aprovado pelo DL 9/2007.A. electricidade. 6. 2ª Série. de 19 de Abril e normas eventualmente emanadas pela Portugal Telecom. caixas de visita. Drenagem de águas pluviais a. e no R. bem como a sua integração no imóvel a construir.4254 Diário da República. As peças desenhadas devem ser apresentadas na escala 1/50 e por meios de representação que permitam identificar cada uma das especialidades.C.4. n.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 c. 6.3. c.2. Nos casos simples serão fornecidos no SAI folhas tipo com tabela de cálculo ao abrigo do R. deverá ser previsto um sistema de evacuação adequado. nomeadamente nas soluções de entivação para fundações profundas em estremas. com cotas aos eixos.11. poderá ser aceite uma versão simplificada que contribua para o global entendimento da obra. 6. Características dos elementos estruturais. publicada no Suplemento do Diário do Governo n.70 metros do eixo do arruamento. Cálculo dos elementos estruturais.2. 6.E. bem como as técnicas a utilizar na sua elaboração.adaptação aos elementos. 6.8. Electricidade O processo deve ser instruído de acordo com as normas eventualmente emanadas pela EDP e pelo Ministério da Economia.º das”Instruções para o cálculo dos honorários referentes aos projectos de obras públicas”.E. 6. 2. No caso de não haver rede de esgotos devem ser apresentados pormenores dos meios depuradores a utilizar. de 8 de Abril (estacionamentos cobertos).E. c. e subscrito por um técnico com capacidade para subscrever projectos.7. no âmbito do previsto na alínea a) do n. Segurança contra incêndios O processo deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no DL 64/90. deve ser apresentado o projecto de drenagem de águas pluviais.º do RJUE.9.º do DL 273/2003.. d.A. Traçado da rede em planta aos diferentes níveis. de 28 de Outubro. Nas construções a edificar em que as áreas a impermeabilizar dificultem a drenagem natural das águas pluviais. sifões. Projectos das engenharias de especialidade. ligação ao meio depurador (desenhos devidamente cotados) e outros aspectos considerados importantes.10. S. e demais bibliografia da especialidade.A. todos os dispositivos da rede terão de ser implantados em zonas comuns.2. com as alterações introduzidas pelo DL 278/2007. excepto nas zonas onde existe colector a profundidades que permitam o escoamento. armaduras. no caso da estrutura não apresentar cálculos de estabilidade. Térmico O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto no Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE). de 10 de Dezembro. No caso de haver rede de esgotos pluviais.3.2.5. e. Nos casos de projectos de alteração. 2ª Série. Plano de segurança e saúde O projecto deve ser elaborado e instruído de acordo com o disposto nos artigos 6.3. isto é.3.3. 6. O projecto deve conter todas as peças apontadas para o projecto de esgotos. com cotas aos eixos.. B. Plantas dos vários pavimentos. sendo esta rede completamente separada da rede de esgotos domésticos. Infra-estruturas – prumadas. etc. quando existam. de 4 de Abril. com a distribuição dos elementos estruturais. Planta de fundações na escala 1/100. bocas de limpeza. será sempre conveniente a implantação do meio depurador o mais junto ao arruamento. Projecto de execução 6.

nos termos previstos na lei 100/97.-A. projecto devidamente aprovado pelo Centro de Saúde de Ílhavo (CSI) e pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). Cópia do alvará de licença ou autorização de utilização.1.4. instruído de acordo com o descrito no ponto 6. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. Comprovação das habilitações do construtor. i. Fotografias do local e/ou da obra.aplicação do disposto no n. Projecto de águas. emitido de acordo com a alínea a) do n.2.2.. 11.3. i.2. Livro de obra.2.2.º 3 do artigo 31. 11.2.4. com base nos valores indicados anualmente pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN). quando legalmente exigível.7. 7.13.4.3. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. Estimativa do custo global da obra. de 4 de Abril de 2001.4. elaborada sobre levantamento executado de acordo com o estabelecido no ponto 3.-A.1. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação.1.3.1. fotografias das construções mais próximas. nos termo do disposto no artigo 63. expresso em percentagem ou permilagem do valor total do prédio.1. aprovado pelo DL 9/2007. Termos de responsabilidade dos autores dos projectos e do coordenador de projecto e declarações das respectivas associações profissionais.1. Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial.º-D do RMUE. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. e dos autores de projecto de obra. 6. nos termo do disposto no artigo 63. incluindo os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções. 6.2.-A.3. 10.10. Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000.2. Fotocópia da guia de pagamento do ramal de água e de saneamento (edificações novas). em planta. Telas finais.5.1. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. Certificado de avaliação de conformidade dos elevadores.16.4.6. 7.º do RJUE. 6. Estudo prévio 6. 7. de 13 de setembro. 6. Extracto da carta de ordenamento do PDM. 7. (inci. instruído de acordo com o descrito no ponto 6. Calendarização da execução da obra.7.º do DL 12/2004.14.5. 2.4. 7.3..1.º do DL 78/2006. válido e redigido em língua portuguesa e respectivo contrato de 4255 manutenção e limpeza previsto no artigo 27. Memória descritiva.1. na escala 1/200 ou 1/100. comprovativo de pagamento do prémio de seguro e folha de férias carimbada pela seguradora..º 3 do artigo 12.9. Certificado de homologação do sistema de extracção de fumos.º e do n.8.3.2. 7.1. Requerimento a solicitar os serviços de recolha de resíduos sólidos urbanos como Utilizador Especial ou comprovativo de aquisição do contentor de resíduos sólidos urbanos (unidades industriais).3.4.1.1.1. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000.5. cortes e alçados.8. 6. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto 7.4. Planta de localização na escala 1/1000 ou 1/2000.1. 7. quando tenham sido realizadas obras.-A.2. 6. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU.3. Apólice do seguro que cubra a responsabilidade pela reparação dos danos emergentes de acidente de trabalho. Livro de obra.º do Regulamento Geral do Ruído (RGR). 7.-A.2.4. incluindo: 10.1. Plano de segurança e saúde. quando aplicável. Cópia da notificação da informação prévia que viabilizou a alteração. 6. com as alterações introduzidas pelo DL 278/2007. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. Alteração 7. quando aplicável. Projecto de saneamento.1.2.3. com identificação do respectivo prédio. Descrição das partes do edifício correspondentes às várias fracções e partes comuns. 8. 9. Certificado relativo à instalação da rede de gás. ex-imoppi).2.1.3. Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. Apólice do seguro de construção.2. valor relativo de cada fracção. com a delimitação da área objecto da operação urbanística. Fotografias do objecto da intervenção e da envolvente.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 6.5. 7.1.10. 6. 6.1. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial. 6. 7. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. de 4 de Abril. 9.15. 7. das presentes normas e apresentada em suporte digital.9. Fotografias da edificação e da envolvente.5. 11. no âmbito do previsto na alínea b) do n. de 9 de Janeiro.1.2. 7.7. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto.2. Planta e corte do edifício ou fracção.3. quando aplicável.º 6934/2001 (2ª Série).3. Peças desenhadas contendo. Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. com a localização da área de intervenção. Plantas.1.12. 7. quando aplicável. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU.2.ª série — N. . 9. Demolição — licença e comunicação prévia 11.2. Cópia da notificação relativa à informação prévia. 7. 6. 6.º do RJUE. 9. Autorização 7.8.17. em que serão utilizados os valores actualizados do custo por metro quadrado de construção aprovados pela Câmara Municipal de Ílhavo.4..º 1 do artigo 11.1.1.2.6. 10. Termo de responsabilidade do director de fiscalização de obra.2.6.4. 6. 7. emitido de acordo com o Anexo do Despacho n.3. a delimitação clara de cada facção. Utilização 7.-A. 7. Certificado energético e da qualidade interior (CE). Termo de responsabilidade do director de fiscalização de obra. 7. mediante a exibição do original do respectivo alvará ou do título de registo emitidos pelo instituto da construção e do imobiliário. Planta de implantação elaborada sobre levantamento topográfico.6.º e do artigo 34. nos termos do n. 7. 9. consoante a especificidade e utilização da edificação.6. Certidão de registo na Conservatória do Registo Predial. Termo de responsabilidade do autor do estudo e declaração da respectiva associação profissional.1. Telas finais.-A. Certificado do cumprimento do Regime Jurídico sobre Poluição Sonora.2.4.2.º 59/2000.3.1. 6.3. Renovação de licença 6. quando aplicável. 7. 7. 10.4. bem como do outro lado da via confinante e.p. 7. Certificado de conformidade de ITED.6. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e do director de obra e declarações das respectivas associações profissionais. Documento comprovativo de que a edificação é anterior a 2 de Maio de 1955 – certidão de registo matricial – caso a obra não tenha sido objecto de licenciamento municipal. Termos de responsabilidade do director de fiscalização de obra e do director de obra e declarações das respectivas associações profissionais. quando tenham sido realizadas obras.6. actuais.Diário da República. No caso de estabelecimentos de restauração e bebidas cuja instalação foi isenta de qualquer controle prévio. 6. descritos no ponto 6. com a localização da área de intervenção.2.º 5 do artigo 12. Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. Informação sobre início dos trabalhos 9. 6. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação.11.2. Peça (s) desenhada (s) que caracterize (m) graficamente a obra. 7.1. 7.1. quando necessário. 8.2. 7.º 521/99. 6.3. 7.1. 9. 6. De 10 de Dezembro. 8. com a delimitação do edifício. Extracto da carta de condicionantes do PDM. com excepção dos projectos de especialidades referidos no ponto 6.º 1 do artigo 27. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU.8.2..5. Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. 7.5.1. quando aplicável. 9. e dos autores de projecto de obra. de 17 de Janeiro. 7. Edificações já construídas (legalizações) Todos os elementos necessários ao licenciamento de edificação nova. nos termos do disposto no n. no caso destes não terem edificada qualquer construção.4.º do Decreto-Lei n.4. 7. Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. actualizada.13.-A. 7.18.11.7.º 2 do artigo 8. Outros elementos ou projectos considerados importantes. de 19 de Abril.1. para determinação do tipo de alvará de construtor civil a exigir para efeito da emissão do alvará de licença de construção . Livro de obra.12.3.4. Propriedade horizontal 8. quando aplicável. 6. 7. emitido por empresa certificada. Planta de implantação da edificação e arranjos exteriores públicos e privados.º de DL n. 8.7.2. quando exista. 10.-A. actuais.6.p. 8. de 1 de Agosto. 8.

2. . . . . . .1. . por m2 ou fracção . com a delimitação do terreno. . . . quando existir.1.1. bem como do outro lado da via confinante e. . . . . com a localização da área de intervenção. 12. . 11. .3. . 5.9. . . com a localização da área de intervenção. . . . Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. .00 0. . . . . . . . . Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. Outras utilizações. . 3. . . . por m2 ou fracção . Certidões 12. . Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. .3. 12. .6. . . . .3. . 11. . Outras utilizações. . Descrição do cumprimento do estabelecido no regime da gestão de resíduos de construção e demolição (RCD). . . . . 2. . . . . . . parecer favorável ao parcelamento emitido pela Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral (DRABL). . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. .1.1. Local de depósito dos entulhos. . . . .ª série — N.17 17. . 12. . . . 12. . 11. .2. . . . . . por m2 ou fracção . ou em 4. .1. .: 2.2. . . Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/10000. . Tipo de infra-estruturas . resultante do aumento autorizado: 5. . com a localização da área de intervenção. . Planta topográfica de localização à escala 1/1000 ou 1/2000. .31 0. . . 12. incluindo a delimitação de cada artigo matricial e/ou de cada prédio. . . . . . .1. Por fogo ou unidade de ocupação . .1. .. 5. . . . ou declaração de técnico credenciado que classifique o tipo de terreno de forma a permitir a definição da unidade de cultura nos termos da lei. 2. .1.66 47. com a delimitação da área total do prédio. . Fotografias da edificação e da envolvente. Extracto da carta de ordenamento do PDM. . . . 2. . . . . Calendarização dos trabalhos em falta. . .17 23. 12. .4256 Diário da República. . . . o pedido deverá conter. . . . . Outras utilizações. Por lote . . . . . . 12. . . . . . .1. . Rede de telecomunicações – por metro linear .66 8. A acrescer ao montante referido em 1. . 12. . 12. . quer a área total do prédio. . Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial.5. . . . . . . Arranjos exteriores. .1.: 2. . Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. . . .2.1. .1.1. .17 11. .2. . . Extracto da carta de ordenamento do PDM.2. Técnicas de demolição. . . . 4. . .6. .31 0. . . Prorrogação de licença ou comunicação 12.5. Estimativa de custos. . . 12. 12. .6. . Por lote . . .31 0. . .3. . . 5.4. 2as vias do alvará . . . . . com a delimitação da totalidade do prédio rústico objecto da certidão. . . .66 8.2.4. . . quer a área da parcela a destacar. .1. . .06 17. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 12. 5. por m2 ou fracção . . devidamente cotada e referenciada.1. . 11. .06 17. . ligação à rede pública 12. . 2. . .7. . A acrescer ao montante referido em 1.) 12.7. . .11. .4. quando exista. .31 23.1. . Implantação. . em suporte digital. . . . se for o caso. . .2. . . . . 4. . . . . .3. .3.2. .2.1. Por lote . . . . . . . . . . . .1. . . . .1. 4. . . .31 0.8. . .4.1. .10. .3. . . 5. . . . A acrescer ao montante referido em 2. .3. . . Planta de localização na escala 1/2000 ou 1/1000. . Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. . . por lote . . . . . resultante da alteração autorizada: 5. . a qual deve delimitar. Planta de implantação na escala 1/200. .1. . . 5. 12. . resultante do aumento autorizado: 4. .. 2.2. 2.2. .66 8. 5. .3. Averbamentos. 12. . . . . nomeadamente: Estado de conservação do imóvel. . . .7. . . . .77 0. . Implantação. Diversos 12. fotografias das construções mais próximas. . com a delimitação do terreno.53 47.3.6. . . . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . . Quando o destaque incida sobre área situada fora do perímetro urbano. . . . .1. . . .4. . 12. . .2. . . . . .85 1. . por m2 ou fracção .1. . . . com a delimitação da área de intervenção. ..1. por cada mês ou fracção. Por lote . . 12. Planta de implantação da edificação ou planta de síntese do loteamento de acordo com o processo de licenciamento ou comunicação prévia. Por fogo ou unidade de ocupação . Por fogo ou unidade de ocupação .2. .53 47.85 1.4. . .6. . . 11. .7. . . . . Extracto da carta de condicionantes do PDM. .1.66 8. Destaque de parcela 12.1. . .1. QUADRO II 47. .2. .5. . . . . 12. . . 2. Cópia da notificação relativa à informação prévia ou à aprovação do projecto da nova edificação.3.4.85 1.) 12. . . . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . Arruamentos. Extracto da carta de condicionantes do PDM. . Certidão de registo do terreno na Conservatória do Registo Predial. . Documento comprovativo da qualidade de titular de qualquer direito que confira a faculdade de realização da operação. . . . 12.3. . por m2 ou fracção . .2. . . . . . . por lote . . . . 3. . . . Outras utilizações. 12. . . . Extracto do Plano de Pormenor ou da planta de síntese do loteamento. . .1. . . também. . . . . . Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU.06 17. Rede de gás – por metro linear . . . . .2. 12. . . . Área total objecto da demolição.2.3. . . .3.1. . . 6. Certidão de compropriedade 12. . 12. Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. actuais. Rede de saneamento – por metro linear. .4.1.06 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de operação de loteamento (artigo 50. . . Descrição da utilização futura do terreno. . . .2. . 7. . . . . . Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU.1. . . (Revogado. . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . .5. . .1. . . 12. 12. . . . .7.1.6. . . . A acrescer ao montante referido em 3. . Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU.7. incluindo os dois lotes adjacentes em cada uma das diversas direcções. 12.66 47. . . . Averbamento Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou de pela admissão da comunicação prévia de operação de loteamento e de obras de urbanização (artigo 49. . . 2. . . . . . . Memória descritiva e justificativa esclarecendo devidamente a pretensão.2. . . . . 12. com a localização da área de intervenção.1.7. Prazo. . no caso destes não terem edificada qualquer construção. 11. .17 17. quando for o caso. . . . . .06 17. Verificação de alinhamentos 12. . . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . Planta de implantação da edificação e das redes públicas de águas e/de saneamento existentes. Requerimento — modelo disponibilizado pela DOPGU. . que contém a descrição das obras a realizar.06 . .31 0. . .1. ANEXO II Taxas QUADRO I 11. . . 12. .2.3. . . . . . Requerimento – modelo disponibilizado pela DOPGU. . Planta topográfica na escala 1/2000 ou 1/1000. Memória descritiva e justificativa da intenção do projecto. . 12.6. 12. que permita verificar a fase em que se encontra a construção. .5. . A acrescer ao montante referido em 4. .2.1. . . . Por fogo ou unidade de ocupação . . . . . Fotografia actual da edificação.1. . . . . . . . . . . . . 5. . Ficha com os elementos estatísticos devidamente preenchida e subscrita pelo técnico responsável pelo projecto. . . . 12. .4. . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . .2. . . Planta de localização e enquadramento na escala 1/10 000. 12. Termo de responsabilidade do técnico e declaração da respectiva associação profissional.2. . . . Averbamentos. Rede de abastecimento de água — por metro linear 5.3. .2.3. . .1. . da área da parcela a destacar e da área a integrar no Domínio Público. . . com a delimitação do lote. .1. . . . . .7. Calendarização. 47. (Revogado.6. . . . . .1. .1. . . . . . 11. . . . . . 7. .3. .2. 5. . 12. Localização de indústria 12. . . . . .2. .4. . . . 5.85 1. . . . 2as vias do alvará . . .3. 6.2. . . . . . . Planta topográfica de localização à escala 1/1000 ou 1/2000. com a localização do contador. . .3. 4.

. .2. .6. . 5. por m2 ou fracção de área bruta de construção: 2. . . . . . . . . 2. . . . . . . A acrescer ao montante referido em 4. . . . .1. . . .2. . . Até quatro equipamentos.4. . .89 0. . .34 0. . . . . . . . a acumular com as restantes taxas. . . .50 Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão comunicação prévia de obras de construção (artigo 53. . Por cada instalação e por ano. Muro de vedação . . . . . . . . . . . . . Em função da superfície. A acrescer ao montante referido em 2. . Rede de telecomunicações – por metro linear . .31 0. . . . . . . . 2. . . . . . . . . . .. .12 1. . . . . 1 029. . . . por cada período de 30 dias ou fracção. . . . . . . . . . Emissão do alvará ou admissão da comunicação .3. . . . . Por metro linear ou fracção dos muros de vedação 3. . .2. .1. . . . . . . A acrescer ao montante referido em 1: 2. .65 35. . . . . . . . Habitação unifamiliar e habitação colectiva quando esta se integrar em loteamentos ou tiver impacte semelhante a um loteamento . . por cada mês ou fracção. . .2. Varandas. . . . . . . . Arruamentos. . . . . . Até 100 m2 . . Por cada instalação. 7. . . . .3. . . . . . . . .90 5. . .1. . . . . . . . . por m2 ou fracção . . . . . . . . . . . . .2. . . . .1. 35. .3. . . . . . . . . . . c. . . . . . . . .89 588.5. . . . . . . . . . . . . . QUADRO IV 58. . . . . Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . Instalações de armazenamento de produtos do petróleo e postos de abastecimento de combustíveis. 2. . .53 17. . . . . . 2. . . .1. .31 0. .1. . . . . . . a acrescer ao montante referido em 1. . . .2. . . . .00 4. .50 588.36 58.1. Rede de gás — por metro linear . . instalações técnicas e similares . . . . . .63 11.4. . . . mas abastecendo na via pública. .2. . . Por cada unidade de lavagem. . . . . . . Comércio e serviços. . águas e solos) e da consequente actividade de fiscalização desenvolvida pelos serviços municipais competentes: a. . . . Instalados inteiramente em propriedade privada. . . .: a.2. . . . Habitação colectiva. . . . por m2 ou fracção . . . . . . 4. . . . Balanços fechados. . . . .ª série — N. . . . . . . . . . Arranjos exteriores. . . .29 1.77 0. . . . . . . 2. . . . .84 2. . . . . . Arranjos exteriores.3. . . . . . . . . por cada um. . . 6. . . . 5. . . . . . . . . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 QUADRO III 4257 Valor em euros Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de obras de urbanização (artigo 51. . . . . . . . Instalação de aerogeradores: 4. . . a acrescer ao montante referido em 1: 2.51 706. 5. . . . . Mais de 500 m2 . . . . . 2. . . 5. . . Arruamentos.31 0. . . . .63 11. . . .1. . . . .2. . . . . . . 2. 2as vias do alvará . .2. . . . . . . . . .6. . . . . quando não integrados em loteamentos ou em edificação sem impacte semelhante a um loteamento . . . mas com depósitos na via pública . . 2. . . Rede de saneamento — por metro linear. . .º do RMUE) Valor em euros 1.2. . . . .31 0. . . . . . . .2.1. . . . . . . . . . 2. . . . .77 0. . . . da inerente degradação e utilização ambiental dos recursos naturais (ar. . .31 0. . . . Outras construções.63 2. .29 Taxa devida pela emissão do alvará de licença de instalações especiais (artigo 53. . . . . comércio e serviços.1. . . . . . . . .1.31 0. Instalados na via pública. Por m2 ou fracção da superfície de ocupação . . .1. Rede de abastecimento de água – por metro linear 5. . . . .2. . Implantação. . .2.94 3. . . . .2. . . . .4. . . . . Implantação. . .º do 3MUE) Valor em euros 1. . . . . . . a acumular com as restantes taxas . Muro de estremas. . .2. . . .2. . . na parte projectada sobre o espaço público. . . .59 2. . . . . .1. . .02 176. . .4. . . .1. . na parte projectada sobre o espaço público. . . Emissão do alvará . . .53 17. . . . Por cada posto e por ano. . .3. . . Tipo de infra-estruturas: 5. . . .2. . Com escavação.2. Instalados em propriedade privada. Por m2 ou fracção de área bruta de construção . . . 2. .: 2. .31 0. . . a acumular com as taxas anteriores . a acrescer ao montante anterior . . . .2. . 2.31 0. . . .2.5. por cada m2 ou fracção da área objecto de intervenção: 2. . d.2. . Por m2 ou fracção da área afecta às instalações . . . .31 29. . . . Tipo de infra-estruturas . . . Por cada aerogerador de alta tensão a instalar em parque eólico. . . .3. . .64 1. . . . .32 58. . . 3. . Prazo. . . .95 3. . . . . .2. . .50 3. . . . . .10 823. . . .Diário da República. . . 2.68 529. . . . . . . . Em função do prazo. . . mas com depósitos em propriedade privada. . . . . . . . . . . . arrumos. Mais de quatro equipamentos. . . . . a liquidar em Janeiro.2.1. . . .1. . . 2. . 2. . . por metro linear ou fracção. 2. . b. . .8. . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . . . . . 3. . Sem escavação.4. Emissão do alvará ou admissão da comunicação . . . . . . a liquidar durante o mês de Janeiro:. . . . . . . . . . . . . a acumular com as taxas anteriores. . . . . . por cada período de 30 dias ou fracção . . . QUADRO VI 10. . . . .1. . . . . .65 35. . . . . . .2. . Em virtude dos condicionamentos do tráfego e acessibilidades. . . .94 7. Rede de gás – por metro linear . .2. . . . . . . . . . .2.2. . . . . . a acrescer ao montante referido em 1 2 572. . .2. . . . . . . . . . . não consideradas de escassa relevância urbanística e não abrangidas nos números anteriores . .4. . . Prazo. . . 4. . . . . . . . Instalação de infra-estruturas de suporte de estações de radiocomunicações: 3. . . 5. . . . . em função da área total do terreno. .05 0. . . QUADRO V 35. 1 029. . . . . .7. . . . . .1. . . . . . . . . .2. . b. . . . . .4. . . . . 2.4. . . . . . . . . 2. . .35 5. por cada m2 ou fracção. . . . . . . . . . . . .1. . áreas destinadas a estacionamento automóvel. . Indústria .1. . . . . . 2. 2. a acumular com as taxas anteriores. 2. . . . 2. . . .º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela emissão do alvará de licença ou pela admissão da comunicação prévia de trabalhos de remodelação dos terrenos (artigo 52. . . . . . . . . 4. . . .31 0. . . . . 2. por m2 ou fracção . . . . . . . . 2. . . Instalados inteiramente na via pública . . 2. . . .31 0. . . . . . 2. De 100 m2 a 500 m2 . .1. 2as vias do alvará .70 1. . . . . . . . .05 235. .00 0. . .1. . Averbamentos. . . . .6. por cada mês ou fracção.1. . . . . Muros. . . 2. . . . . . Rede de saneamento – por metro linear. . . . . . . . . .36 2. . . . . . . . por m2 ou fracção . .31 0. 2. . . . . . . . Em função do número equipamentos. . . . . . quando não considerados de escassa relevância urbanística: 2. .31 1. . . . . . .1. . . . . . . .2.4. a acumular com as taxas anteriores. . .4. . 2as vias do alvará . 2. . 2. . .05 0. .95 3. . . . .00 . . . . . .35 147. . 58.2. . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . Aditamento ao alvará ou admissão da comunicação . . . Em função de superfície: 2. 2. A acrescer ao montante referido em 1. . . Por cada área de abastecimento . . . . . .2. . . . resultante da alteração autorizada: 5. por m2 da área de intervenção . . Averbamentos. A acrescer ao montante referido em 1. . . . inclusive . . Rede de abastecimento de água — por metro linear 2. . . . . . .29 0.29 0. . . . . . 2. . Averbamentos. 2. 2. . . . . 5.1. . . .: 2. . .2. . .5. . 2. . .1. . Em função do prazo. . . Anexos. .65 176. Rede de telecomunicações – por metro linear . . . . .

. . .1. a acumular com as taxas anteriores 2. . . . . . .1. .27 . . . . . 2. . De armazenamento de combustíveis 1.8. . QUADRO XI 1. . . . .82 17.8. . . . 3. . . . a acrescer ao montante anterior QUADRO XII 47. . . . . . . . . . . . . . .2. .1. . . . . . . . 2. . .68 117. . . . .45 257. . . . do alvará definitivo. . . . . . . .29 Taxa devida pela prorrogação do prazo para execução da obra (artigo 60. Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a habitação. . . Por m2 ou fracção de área bruta dos espaços destinados a habitação colectiva. . . De restauração e ou bebidas com dança . . . . . . . . . . . . . . . .89 17. . . em acumulação com o montante anterior . . Por m2 ou fracção de área bruta dos espaços destinados a outras utilizações. . . . . . . comércio ou serviços . Industrial .5. . . 4. .7.38 94. . . . .8. . . . . . .2. . . . . Industrial . . . . De bebidas. 3. . QUADRO VIII 35. De restauração e ou bebidas com dança . . .68 117. .59 82. . . a acumular com as taxas anteriores 2. . . . . . .2. . . 4. . . . . 3. Obras de edificação: 2. . . .4. . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . . . . . . . .1. .4. . . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 4. . . . . . . . . . a acumular com as taxas anteriores 2. .4. 3. . .7. . . a acrescer ao montante anterior 2.07 70. . . . . . . . 4.29 117. . . . . . . . . . 3. . 2as vias do alvará . . . . . . . . De restauração e ou bebidas com fabrico próprio. . . Obras de urbanização: 1. . . . . . Abastecimento de combustíveis . . .3. . . . . . . . . . . por estabelecimento . . . . . . . . . . 4. . . . . . Averbamentos. . . . . . .2.68 1. . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . . . .2. . . . . . . . . .38 94. 4.6. . . . . De abastecimento de combustíveis . . . . .º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela realização de vistorias (artigo 71. . .68 117. . . . . . .68 117. . . . . . . . . . . . . . . por m2 de área bruta ou fracção . . . QUADRO X 1. . . . por cada período de 30 dias ou fracção . .9. . . . .1. . . . . . . . .54 4. . . . . . . . . . . . 4. . . . . . . De abastecimento de combustíveis . . . Industrial .3. .68 117. . . . . . .68 117. . . De restauração e ou bebidas . . . . A acrescer ao montante do número anterior. . . 1. . . . . .29 0. . . .7.59 82. . . . . . Obras de demolição: 3.17 47. . . . De armazenamento de combustíveis. . .29 117. . . . . . Averbamento do alvará ou admissão da comunicação 2. . . . .ª série — N. . . . . . . 2. .65 35. . .2.84 Taxa devida pela emissão do alvará de licença de obras de demolição (artigo 54. . . De armazenamento de combustíveis. . . . . . . . 2as vias do alvará . . . . . . De restauração e ou bebidas com fabrico próprio. . . . . . . .29 117. . . .5. . . . 5. . . . . .65 35. Averbamentos. . . . . . . . . . . . . . . 3. .º do RMUE) Valor Taxa devida pela emissão do alvará de utilização e de alteração do uso (artigo 55. . . Por cada fogo ou unidade de ocupação. .38 94. .59 0. . . . . . . . .29 2.2. . . . 1. . De restauração e ou bebidas com fabrico próprio. .59 82. . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . . . . . . . . .13 35. . . . . .1. . . Por cada mês ou fracção. . . . . . . . .1. . . .19 5. . . . . . . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros Demolição de edifícios e outras construções. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Averbamento de alvará. . . . . Por cada 50 m2 ou fracção de área bruta de espaços destinados a indústria. Averbamento do alvará ou admissão da comunicação 1. . . . .07 70. . . . . . . Hoteleiro e meio complementar de alojamento turístico 3. . . . . . . . . . . .13 35. . . . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 3. . Comércio e serviços objecto de licenciamento específico 1. . .5.2. 2. . .6. 1. . . . . . . . . . . . . . . . . por cada estabelecimento: 1. . . . . . De bebidas. . . . . . . . . Por cada aerogerador de baixa tensão instalado na cobertura do edifício . . . .25 29. . . . . 2as vias do alvará . . QUADRO VII 51. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .68 117. . 4. . .89 58. . . . .4258 Valor em euros Diário da República. . . . . . . . 4. .3. . .4. . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .68 117. . . . . . 2. . . .5. . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a armazéns ou indústrias . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . .53 Taxa devida pela emissão do alvará de utilização/exploração e de alteração do uso de estabelecimentos previstos em legislação específica (artigo 56. Averbamentos. 2as vias do alvará . . . . .68 47. . . Emissão do alvará. . . .1. . . . . . . . . . a acumular com as taxas anteriores. .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Valor em euros 4. . De restauração e ou bebidas . . . Por cada mês ou fracção. . . 3. . . . . a acrescer ao montante anterior 3. . Averbamento do alvará . Por cada aerogerador de baixa tensão instalado no logradouro . . . . . . . Em função do prazo. . . . . . . . 4. . 2. . . . A acrescer ao montante referido em 1: 2. . . . . . Hoteleiro e meio complementar de alojamento turístico 4. . . . . . . . . . . . . . . Hoteleiro e meio complementar de alojamento turístico 1. . a acumular com as taxas anteriores 3. . . . Por m2 ou fracção de área bruta dos espaços destinados a comércio e serviços.68 117. . . .07 70. . . .77 3. 6. . . . Em função da superfície. . . . . . Emissão do alvará . Emissão do alvará . . . . . . . . . . . . . .70 11. . . . . . . A acrescer ao montante referido em 1: 2. . . . 47. . Por cada mês ou fracção. . . . De bebidas. . . . . . . . . . .42 58. . . 3. . . . . . . . . . Emissão de licença parcial (construção 30% do valor da emissão da estrutura). . . .31 0.06 0.89 23. .07 5. . . . . . . . . . . 1. De restauração e ou bebidas com dança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . .68 Taxa devida pela emissão do alvará de licença parcial (artigo 57.84 88. . . .1. por m2 ou fracção de área bruta a demolir . . . . . 4.13 35. . . . . . . . . . . . . . . . . . quando não integradas em procedimento de licença ou comunicação 1.2. . . Por fogo. . . . .29 7. . . . . .41 5. . . . . . .6. 1.59 0. . . . . . . . . . . .3. QUADRO IX 35. Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a serviços de restauração e ou bebidas. . . . . . . . . . .9. .9. . 41. . .3. . . . . De restauração e ou bebidas . 3. . . . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . 7×7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Por cada fracção. . . . . . . . . .51 28. . . .23 7. . . . . . .13 47. . . Outras vistorias não previstas nos números anteriores . . . . 22. . . . . . . por metro linear QUADRO XVII 5. .96 29. . . . . . .27 11. . . . . . . de serviços e por quarto. .5. . . .1. . . Lancis e guias de passeio. . . Passeios em blocos de cimento e lajedo. .23 3. . . . Emissão de certidão de aprovação de edifício em regime de propriedade horizontal . . a acumular ao montante anterior 7. . . . . . . . . . . . . . Andaimes . . . . . . . Lancis de rampa. . . . . . .77 Taxa devida pela ocupação do espaço público por motivo de obras (artigo 74. . . . . . com fundação. . . . . . . .1. . . . . . . 3. . por metro linear 12. . 1. . . . . . . . . . . . . . . .31 0. . por m2 ou fracção . . .2. . . . . . . . Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a serviços de restauração e ou bebidas. . . Até 6 m2 . . . . . . . 2. . . . Quando incidir sobre espaços destinados estabelecimentos alimentares. . . . . . . . Em suporte de papel opaco. . . Betonilhas. . . . de restauração e de bebidas. 6. . . . 2. . . . . 41.º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela emissão de certidão de destaque (artigo 72. 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a preto . . . . . . .1. . . . . . . . 2.58 0.º do RMUE) Valor em euros 1. . . . . . . . . . . .23 55. .66 17. . . . . . . . . . . . . por cada período de 30 dias ou fracção: 2. . . . Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a empreendimentos hoteleiros . . . . . . . . . . . Outros . . 6. por m2 ou fracção de área a ocupar. . . a acumular ao montante anterior . . . Averbamentos de processos: 1. . . . . . De 6 m2 a 12 m2 . . . . . . . . . . 13. . . . . .77 35. . Fotocópias simples de peças escritas ou desenhadas. . . . . . .2. Calçada à portuguesa. . .54 23. Por folha. 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Em função do comprimento. . .42 3. Outras certidões . . . . QUADRO XVI 58. a acumular ao montante anterior. por estabelecimento . . . .58 55. Tout-venant. . 7. . .66 11. .25 9. . por m2 ou fracção . . . . . . . . . . . . . por ml ou fracção. . Renovação de licença. por metro linear. . . . . . . 8. . . . . Por cada unidade instalada. . . . 5. . . 1. .82 0. . .54 41. . . Quando incidir sobre espaços destinados a armazéns ou indústrias. . Mais de 12 m2 . . . . .84 Reposição do pavimento da via pública. . . . . . . QUADRO XIII 94. . . . . . . . . . . . . . . . 6. . . . . . Vistoria para emissão de alvará de utilização de espaços destinados a estabelecimentos alimentares e não alimentares que envolvam risco para a saúde pública e de serviços. por cada período de 30 dias ou fracção. . . . em cimento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .68 5. . . . 5×5. . . . . . . 5. . . . . . 5. . . . . . . . . . .84 117. . . .68 88. . . . . .Fotocópias simples de peças escritas ou desenhadas. . . . . . . . Exposições e reclamações . . . . . 5. . 2. . . . 8. . Operações de loteamento . . . . . . Gruas . . .06 8. . . . . . . . .4. . . . . . . . por m2 ou fracção .84 11. Cubos de calcário. . . por m2 ou fracção . . . .18 29. . . . . a acumular ao montante anterior . . . . . . . . por estabelecimento . . . .6. . . . . . . . Por fogo ou unidade de ocupação. Por auto de recepção das obras . a multiplicar pelo número de pisos em que sejam instalados. Obras de edificação. . por m2 ou fracção . . . . . . . a cores . .76 34. A cores. . . . . . . . . . . . . . . 2as vias do alvará . . .1. . . . . . .1. . . . . em acumulação com o montante anterior. 3. . . . . . . . . . . . .43 23. . 3. .º do RMUE) Valor em euros 1. . 7. . . por folha. . . . . . . . . . .89 17.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 Valor em euros 4259 Valor em euros 4. .89 41. . . . . . em acumulação com o montante anterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Quando incidir sobre espaços destinados empreendimentos hoteleiros. 9. . .3. . . em cimento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . em acumulação com o montante anterior . . . . . . . levantado ou danificado por motivo de realização de quaisquer obras ou trabalhos não promovidos pela Câmara Municipal: 1. . . . A preto. Quando incidir sobre instalações de combustíveis derivados de petróleo. . Lancis e guias de passeio. . . . . . . . Interrupção total . . . . . . . . . . . . . . . . .54 1. Pavimento betuminoso – camada de desgaste e regularização.84 58. . . . . . . . . . . Por lote. . . . . . . . . em pedra. . . . . . . .3. . . . . . . . . . 2. . . . . . . . Calçada de paralelepípedos de granito. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . m2 ou fracção . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7. . . . . . .19 23. Por cada estabelecimento comercial. . . . . . . .66 23. . . . . . . . . . . Depósito da ficha técnica da habitação e emissão de certidão . . . . . . .18 47. . . . . .54 17. . . . . . . . . . . . .2. . . . com fabrico próprio ou com dança. . . . . em formato A3:. .43 82. .29 . . Emissão da certidão . . . . . . . . . . . . . . . . . . .71 22. . . . . . . . .09 10. . . . . . . a acumular ao montante anterior . . . . . . . . . 2as vias da certidão . . . . . . . . . . . .88 4. . . . . . . . . . por m2 ou fracção . . . . 11. . . . . . . .º do RMUE) Valor em euros Taxa devida pela prestação de serviços administrativos (artigo 76. . . . . . . . . . . . . 3. . 7. . . . . . a acumular com as taxas anteriores. . . . .1. . . .2. . 8. . . Área a ocupar com materiais e equipamentos . . . . . . . por m2 ou fracção . . . 2. . . . . . . 9. . . . .º do RMUE) Valor em euros 1. . . . por m2ou fracção . . . . . não alimentares que envolvam risco para a saúde pública e de serviços. . . . . integrados no empreendimento hoteleiro. . . . 5. Quando incidir sobre espaços destinados estabelecimentos de restauração e ou bebidas. .89 23. . . . . . . . . QUADRO XV 58. . . . por metro linear 14.ª série — N. . . . . . 7. 2. . . .23 Taxa devida pela reposição de pavimentos (artigo 35. . . . . por m2 ou fracção: 9. . . . . .Diário da República. . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . A cores. . . . . 4. 7. . .1. . . . . . . .1. . .11 22. por dia ou fracção . . . .2. Lancis e guias de passeio. . . . . . . . QUADRO XIV 58. . . .1. 7. Outros formatos. . . . . . 7. .53 1. . . . . Calçada à portuguesa. . . . . . . quando for o caso.3. 6. . . . 2. 2. . . Interrupção do trânsito automóvel. . . . . . . . . . 9. Pavimento betuminoso – camada de desgaste. . . Em suporte de papel opaco. . . . . .54 23. . . . . com fundação. 7.06 Taxa devida pela recepção de obras de urbanização (artigo 73. . . Interrupção parcial . . .19 5. . . . . . . . . . . .2. 6. Semi-penetração betuminosa. . . . . . . . . . . . . .29 41. . .88 5. . . . . . . . . . . . .54 5.06 117. . . 5. . . . . Averbamentos. . . . . . em pedra. . . . . .38 154. A preto. 4. . . . . . . . . Em função da superfície. em formato A4: 7. .54 52. Emissão de alvará . . . . . . a acrescer ao montante do número anterior . por cada período de 30 dias ou fracção . . por m2 ou fracção 10. . por folha. . . . . .35 4. . . .

. . . . . . . . . . . . . . . . . . Orientação dos espaços de permanência a sul. . . . Outros formatos. . . . . . . . Rua Prior Valente — Vale de Ílhavo. . .3. . . . . . .2.1. .5. . . . Eliminação de sombras permanentes projectadas sobre as fachadas orientadas a sul 5. . . . .17 20. . . . . .84 QUADRO XVIII Taxa devida pela ocupação do espaço público com estacionamento automóvel (artigo 13. Dimensionamento correcto dos sistemas de ventilação 2. .06 6. . . . . . . .1. 12. . Fradinho. . . . . . . . . . . . . . 2. . .3. . . . . 12. Levantamento na escala 1/1000. . . . Qualidade do ar 2. . . . . . . .17 4. por folha digitalizada . nascente e poente 5. Em suporte de papel transparente. . Averbamentos.3.23 70. Por m2 ou fracção da superfície de ocupação. . . Por folha A3 . . . . . . . . por m2 ou fracção. Térmico 3. . . . . . . . por folha digitalizada . . Carta do município na escala 1/10 000 . .4. . . . . . . . Álvaro Ratola Costa.2. Rua Tomé Barros Queirós — Presa.17 58. 10.3. Características a ter em consideração na especificação da caixilharia: 5. . . Plantas topográficas e extractos de planos municipais: 12. . 22.2. . . . . . 2as vias do alvará . . . . . .4. .2. . . . . .3. . . .7. . Acústico 3. . Caixilharias 5. . 12. .4. . . .3. . . . . Leonilde Morgado da Rocha Rua do Cabeço do Nuno – Vale de Ílhavo ANEXO V Medidas de Optimização energética e ambiental Índice 1. . . . . . . . . .1. .23 ANEXO III Zonamento . . . por m2 ou fracção digitalizado . .89 10. Rosa Maria da Silva Ribeiro Santos Beco António Santo “O Guerra” — Moitinhos Marília Silva dos Santos . Caminho de Aveiro — Moitinhos.2. .2. . Orientação das Fachadas e dos Espaços de Permanência 5. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . Maria Filomena Rocha Silva Ferraz Rua Quinta da Amora — Vale de Ílhavo Maria Francelina Rocha. 12. . . Permeabilidade das superfícies em contacto com o ar interior 3. . .4. . . . . . . . . Minimização do grau de toxicidade dos materiais 2. . . . . . .2. .6. . . . . . . . . . . . .17 294.4. . . . . . . Vale de Ílhavo. . . por ano . . . . . 12. . . . . . . . Por folha A4 . . .7. Maria Benilde Vidal Nunes de Beco do Magos — Vale de Ílhavo. Formato A4. .77 5. . . . .7. . .2. . 12. . . . . .3. . Características a ter em consideração na especificação das ferragens 1. . . . 12. 10. . . . . . . . .4. a preto . . . Formato A3. . . . . . . . Vãos envidraçados orientados a nascente e poente 5. . . . . .89 11.3. .4. . . . 4. . .º do RMUE) Valor em euros Orlanda Rosa Graça Jesus Rocha Rua Cap João Ventura — Ílhavo.2. . .3. . . .1. Emissão de alvará . . . Vãos envidraçados orientados a sul 5. Maria José Ribeiro Nunes . . . Introdução 2. . . . . . . . . .2. . Fornecimento do suporte. Maria Alcina Sacramento Rocha Rua Nossa Senhora do Alívio — Mano (Herd Celeste). . . por cada 100 Kilobytes ou fracção . Proporção adequada das áreas envidraçadas 5. . .4. . em suporte de papel opaco .5. . .Ermida Maria Francelina Vieira Loureiro Rua Nossa Senhora do Alívio — Vale de Ílhavo. . 3. . . . .2. . . 10. . . . Fernanda Vidal Silveira . . . Lúcia Maria Santos Torrão Lopes Beco do Pessegal — Vale de Ílhavo. . Vasconcelos. .03 1. . . . . Introdução de sombras sazonais sobre fachadas orientadas a sul 5. . . Rua Nossa Senhora do Alívio — Brilhanta). . . .º 19 — 28 de Janeiro de 2009 ANEXO IV Padeiras de vale de Ílhavo Explorador Localização 9. . . . 10. Castro. . . . . . . . . . . Maria Lassalete Vidal Rolo . 6.3. . . . . . Certificação energética 5. . . .59 5. Reproduções em formato digital . . . a acrescer ao montante referido em 1. . . . . .54 2. . Outros formatos. . . . . .2. . . . . Rua da Genial — Ílhavo. . Vãos envidraçados orientados a norte 5. . . . . . . . .2. . Vãos envidraçados zenitais — clarabóias 5. .7. 12. . . . . . a cores . . por m2 ou fracção. . . Carlos António Silva Santos (Herd. Outros formatos.58 1. .3. . . . . . . . . . . .1. . . . . .7. . .3.94 4.4. . Ortofotomapas A4 . . A relevância das decisões tomadas à escala do planeamento urbano 5. . . 11. . . . .11 22. . . . . . . .1. . . . . .3. . . . . 10.60 11. . . Rua da Barroca — Vale de Ílhavo. . . . . Rua do Paço . . . . . . . Rua dos Ferreiros — Vale de Ílhavo. . . . . . . . . Rosa Maria Ribeiro Nunes Santos Caminho de Aveiro — Moitinhos. . Medidas de optimização da procura de energia 5. . . . . . Em suporte de papel transparente. . . . . Ventilação natural 2. . . Proproção adequada das áreas envidraçadas em função da exposição solar 5.1. . . . . . 9. . 2.1. . . . . . Conforto ambiental 3. . .1. . . .65 5. . .5. 12.89 294. . . a que acresce o montante da cópia ou fotocópia . . Maria de Lurdes Ferreira Silva. . 12. . Vale de Ílhavo. . . . . . . . Maria Acácia Silva . . . Maria Elisabete Santos Curto Dias Rua Prior Valente — Vale de Ílhavo. . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . Cartas do PDM. . Volume de ar por utilizador 2. . . Ortofotomapas A4. 12. . . Alzira Manuela Marques Silva Rua da Fonte — Vale de Ílhavo. . . . Visual 4. Cópia ou fotocópia autenticada. . . . . .4260 Valor em euros Diário da República.65 2. . . Ortofotomapas A3. . . em suporte de papel transparente . .4. .ª série — N. Sistemas de Aquecimento com Biomassa 5. . . . . . Cartas em formato digital . . Rua Cabeço do Nuno — Vale de Ílhavo. .

Qualidades do vidro a considerar no acto de especificação 5. o assumir de responsabilidades ambientais e a aquisição de consciência social. é necessário avançar e intervir nesta problemática sobre as várias vertentes que melhor e mais capazmente possam enfrentar esses constrangimentos. Dimensionamento correcto dos sistemas de ventilação Dimensionando correctamente todos os sistemas de ventilação. Paredes trombe 5. determinam grande parte da qualidade do ar interior porque são fontes potenciais de contaminação do ar. Medidas para melhorar a eficácia dos sistemas produtivos que promovem a reutilização e reciclagem de produtos em fim de vida 1. forma.9.14. Torna-se por isso conveniente abordar este tema de forma integrada e abrangente. a centralização dos sistemas de aquecimento central e de aquecimento das águas quentes domésticas num ponto exterior à fracção habitacional. a normalização cultural e construtiva apoiada na facilitação dos contactos e divulgação generalizada do conhecimento.13. Vidros duplos 5.9. à utilização de materiais isentos de toxicidade e por outro. à implementação de pormenores mais específicos.2.14.2.6. a arquitectura tem como objectivo base.º 19 — 28 de Janeiro de 2009 5. Medidas de optimização da procura de água 8. 2. os próprios sistemas de ventilação podem-se tornar os principais focos de contaminação do ar interior. recuperando velhas lições e referências mas introduzindo novas possibilidades resultantes da evolução do conhecimento tecnológico e da física ambiental. Acresce a este aspecto a necessária formação dos quadros incluindo os próprios projectistas e construtores.4. No nosso contexto climático a temperatura do ar exterior permite que a ventilação natural seja a forma mais prática de diluir as toxinas que se acum