Prova de Matemática ITA 2007-2008: Questões e Respostas
Prova de Matemática ITA 2007-2008: Questões e Respostas
Renato Madeira
3n 3n 1
e) 5 3 n 1
1
a) 3n b) 2 2 c) d)
5 5 5
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16) A soma de todas as soluções distintas da equação cos3x 2cos 6x cos9x 0, que
estão no intervalo 0 x 2, é igual a:
23 9 7 13
a) 2 b) c) d) e)
12 6 6 12
18) Considere o triângulo ABC isósceles em que o ângulo distinto dos demais, BACˆ ,
ˆ 15º. Sobre o lado AC, tome
mede 40º. Sobre o lado AB , tome o ponto E tal que ACE
ˆ 35 . Então, o ângulo EDB
o ponto D tal que DBC ˆ vale:
a) 35° b) 45° c) 55º d) 75º e) 85º
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20) Sejam r e s duas retas paralelas distando 10 cm entre si. Seja P um ponto no plano
definido por r e s e exterior à região limitada por estas retas, distando 5 cm de r. As
respectivas medidas da área e do perímetro, em cm2 e cm, do triângulo equilátero PQR
cujos vértices Q e R estão, respectivamente, sobre as retas r e s, são iguais a:
3
a) 175 e 5 21
3
3
b) 175 e 10 21
3
c) 175 3 e 10 21
d) 175 3 e 5 21
e) 700 e 10 21
26) Determine todos os valores , tais que a equação (em x)
2 2
x 4 2 4 3x 2 tg 0 admita raízes reais simples.
27) Em um espaço amostral com uma probabilidade P, são dados os eventos A, B e C tais
1 1
que: P A P B , com A e B independentes, P A B C , e sabe-se que
2 16
3
P A B A C . Calcule as probabilidades condicionais P C | A B e
10
P C | A B .
C
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FIM ENUNC
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1) a (Probabilidade condicional)
2) b (Números complexos)
3) a (Sistemas lineares – discussão de sistemas lineares na forma matricial)
4) d (Determinantes – propriedades)
5) b (Polinômios – grau, e progressões)
6) e (Geometria espacial – diedro)
7) d (Geometria plana – áreas de polígonos)
8) a (Equações polinomiais e progressões)
9) c (Equações polinomiais)
10) e (Equações polinomiais – equação recíproca)
11) b (Trigonometria – funções trigonométricas inversas)
12) e (Geometria analítica – reta tangente e perpendicular)
13) c (Trigonometria – funções trigonométricas)
14) d (Equação modular e exponencial)
15) c (Função – tipologia)
16) e (Trigonometria – equações trigonométricas)
17) a (Probabilidade)
18) d (Geometria plana – congruência de triângulos)
19) c (Conjuntos)
20) b (Geometria plana – relações métricas no triângulo)
21) (Inequação irracional)
22) (Números complexos – plano de Argand-Gauss)
23) (Função – paridade)
24) (Equações polinomiais)
25) (Matrizes)
26) (Equação biquadrada e inequação trigonométrica)
27) (Probabilidade – teorema de Bayes)
28) (Geometria plana – relações métricas no triângulo e áreas)
29) (Geometria espacial – tronco de cone e segmento esférico)
30) (Geometria analítica – reta e parábola)
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Resposta: a
Sejam H, M e D os eventos correspondentes a selecionar na população, respectivamente,
um homem, uma mulher e uma pessoa daltônica.
Considerando o teorema de Bayes, a probabilidade de uma pessoa escolhida
aleatoriamente nessa população ser mulher e daltônica é
1
P M D P M P D | M 0, 25%.
2
Considerando o teorema da probabilidade total e o fato de homens e mulheres
constituírem uma partição da população, a probabilidade de que uma pessoa escolhida ao
acaso nessa população seja daltônica é
1 1 1
P D P D | H P H P D | M P M 5% 0, 25% 5, 25%.
2 2 2
A probabilidade de que seja uma mulher uma pessoa daltônica selecionada ao acaso nessa
1
0, 25%
P M D 2 25 1
população é P M | D .
P D 1
5, 25% 525 21
2
Esse problema também poderia ser resolvido construindo-se uma árvore de
probabilidades.
A probabilidade de que seja uma mulher uma pessoa daltônica selecionada ao acaso nessa
1
0, 25%
25 1
população é P M | D 2 .
1 1
5% 0, 25% 525 21
2 2
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Resposta: b
2
1
2
1
2
2
2 2
2 0
1 2 2
1
0 0 2 2 0
Resposta: a
Uma condição necessária para que o sistema seja possível e indeterminado ou impossível
é det A 0.
det A k k 3 12 18 3k 4 k 3 18 k 2 4k 0 k 0 k 4
Para k 0 , temos:
x 2y 3z 1 x 2y 3z 1 x 2y 3z 1
2x 6z 6 L2 2 L1 4y 4 y 1
x 3y 3z 0 L L y 1 0 0
3 1
Logo, o sistema é possível e indeterminado.
Para k 4 temos
x 2y 3z 1 x 2y 3z 1
2x 4y 6z 6 L2 2 L1 0 4
x 3y 7z 0 L L y 4z 1
3 1
Logo, o sistema é impossível.
Assim, T 4 e S 0 , donde T S 4 0 4 .
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3n 3n 1
e) 5 3 n 1
n 1
a) 3 b) 2 c) d)
52 5 5
Resposta: d
det C 1A
1
3
det A 1A C 1A
1
3
1 [Link] 1
det A 1 C 1 A det A 1 C 1 det A
3 3
1
det A 1 C 1 5 det A 1 C 1
3
1
15
t t t
B 3 A 1 C 1 det B det 3 A 1 C 1 det B 3 n det A 1 C 1
3n 1
det B 3n det A 1 C 1 det B 3n
1
15
det B
5
Resposta: b
P(x) P1 x P2 x P3 x P4 x P5 x
Seja Pi o grau de Pi e Pi Pj para i j .
Do enunciado, temos: P1 2.
Seja q a razão da progressão geométrica formada pelos graus dos polinômios Pi .
5
P Pi 2 2q 2q 2 2q3 2q 4 62 q 4 q3 q 2 q 30 0
i 1
Por inspeção, observamos que q 2 é raiz da equação.
Aplicando o algoritmo de Ruffini-Horner, temos:
2 1 1 1 1 30
1 3 7 15 0
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Resposta: e
Se a esfera tem volume 4 3 cm3 e sendo R o seu raio, então
4
V R 3 4 3 R 3 3 3 R 3.
3
A figura a seguir representa uma seção reta do diedro (seção por um plano perpendicular
à aresta do diedro) que passa pelo centro da esfera.
Resposta: d
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2
SAMON SABCD 10 x x 2 102
2 2
SOPCQ
x 0
10 x 10x 100 20x x 2 10x x 2 30x 100 0 x 15 5 5
2
Resposta: a
PA : a1, a 2 , a 3 , a 4 , a 5 a1 a 5 a 2 a 4 2a 3
p 1 a 5 a 4 a 3 a 2 a1 a 3 0 a 3 0
1 1
A razão da P.A. é r a 4 a 3 0 .
2 2
1
Logo, a1 1 , a 2 e a5 1 .
2
1 1 5 1 4 1
Portanto, p(x) x5 x 4 x 2 1 e p 2 2 2 2 1 25 .
2
2 2 2 2
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Resposta: c
Sejam p e q as raízes inteiras distintas.
1 i
Dado que os coeficientes da equação são reais, então, se é raiz, então seu conjugado
2 2
1 i
também é raiz.
2 2
Pelas relações de Girard, o produto das raízes é dado por:
1 i 1 i 1 1 1
4 p q p q p q 1 .
2 2 2 2 2 2 2
Como p e q são inteiros, então, sem perda de generalidade, p 1 e q 1 .
Assim, a equação pode ser escrita como
1 i 1 i 1
2 x x x 1 x 1 2 x 2 x x 1 x 1
2 2 2 2 2
2x 4 2x3 x 2 2x 1 0.
Portanto, a 2 , b 1 e c 2 , e o máximo de a , b , c é 2 .
Resposta: e
1ª SOLUÇÃO:
Equação recíproca de 1ª espécie é aquela que possui coeficientes dos termos equidistantes
dos extremos iguais.
a c 2 a b 4 b c 2
b 3c 1 c a a b 2c 1
Como 1 é raiz, temos:
a c 2 b 3c 1 c a a b 4 0 a 2b 5c 7 .
b c 2
Resolvendo o sistema a b 2c 1 , obtemos a 4 , b 3 e c 1 .
a 2b 5c 7
Portanto, abc 4 3 1 12 .
2ª SOLUÇÃO:
Como a equação tem grau ímpar e é recíproca de 1ª espécie, 1 é raiz, e portanto a terceira
raiz deve ser 1 ou 1 (já que seu inverso também é raiz). O polinômio é, então, igual a
k x 2 1 x 1 ou k x 2 1 x 1 , mas somente o segundo é recíproco de 1ª espécie.
Assim, temos:
k x 2 1 x 1 kx 3 kx 2 kx k
a c 2 x 3 b 3c 1 x 2 c a x a b 4 0
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a c 2 k
b 3c 1 k
c a k
a b 4 k
a c 2 c a k k 2c 2 0 c 1
a c 2 k a 1 2 k a k 1
a b 4 k k 1 b 4 k b 3
b 3c 1 k 3 3 1 1 k k 5
a k 1 5 1 4
abc 4 3 1 12
Resposta: b
3
sen 2
3 5 3 4
arcsen cos 1
5 , 5 5
2 2
4
cos
2
4 4 3
arccos 5 sen 1
5 0, 5 5
3 4 4 4 3 3 7
cos arcsen arccos cos cos cos sensen
5 5 5 5 5 5 25
Observe que como e são do primeiro quadrante, eles são ângulos iguais.
Resposta: e
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x 2 mx 2m 3 1 x 2 m 2 x 2 4m 2 3 4m 2 x 2 3mx 4 3m 1
2
1 m2 x 2 4m 2 2 3m x 4m 2 4 3m 4 0
Para que a interseção seja única, o determinante deve ser nulo.
4m 2 2 3m 4 1 m 2 4m 2 4 3m 4 0
2
3m 2 4 3m 4 0 3m 2 0 m
2 2
3
Resposta: c
f x 2sen 2 3x sen 6x 1 sen 6x cos 6x
2 2
2 sen 6x cos 6x 2 sen 6x cos sen cos 6x
2 2 4 4
2sen 6x
4
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2
Logo, o conjunto imagem é dado por 2, 2 e o período é dado por .
6 3
Resposta: d
53x 52x 1 4 5x 5x 1 5x 5 5x 4 5x 5x 1
3 2
Fazendo y 5x 0, temos:
y3 5y2 4y y 1 y3 5y2 4y y 1 y3 5y 2 4y y 1
y3 5y2 3y 1 0 y3 5y2 5y 1 0
Observe que as duas equações possuem y 1 como raiz. Vamos fatorá-las usando o
algoritmo de Ruffini-Horner.
1 1 5 3 1
1 4 1 0
1 1 5 5 1
1 4 1 0
y3 5y2 3y 1 0 y3 5y 2 5y 1 0
y 1 y 2 4y 1 0 y 1 y 2 4y 1 0
y 1 y 2 5 y 1 y 2 3
Como y 5x 0, então y 1, 2 5, 2 3.
Vamos agora calcular os valores de x.
5x 1 x 0
5x 2 5 x log5 2 5
5x 2 3 x log5 2 3
5x 2 3 x log5 2 3
Portanto, o conjunto solução da equação é
S 0, log5 2 5 , log5 2 3 , log5 2 3 .
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Resposta: c
Inicialmente observemos que x 2 x 1 0, x , logo ln x 2 x 1 sempre está
definido.
ln x x 1 , para ln x x 1 0 x x 1 1 x 0 ou x 1
2 2 2
f x
ln x x 1 , para ln x x 1 0 0 x x 1 1 0 x 1
2 2 2
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16) A soma de todas as soluções distintas da equação cos3x 2cos 6x cos9x 0, que
estão no intervalo 0 x 2, é igual a:
23 9 7 13
a) 2 b) c) d) e)
12 6 6 12
Resposta: e
cos3x 2cos 6x cos9x 0 2cos 6x cos3x 2cos 6x 0
cos 6x cos 3x 1 0
0 x
k 5
2
cos 6x 0 6x k x , k x , ,
2 12 6 12 4 12
ou
0 x
2k 2
cos 3x 1 3x 2k x ,k x
3 3 3
5 13
A soma de todas as soluções distintas é `.
12 4 12 3 12
Resposta: a
Seja A o evento correspondente à seleção de um elemento de H cuja soma dos seus
elementos seja 183.
Seja x1, x 2 H tal que x1 x 2 183, então existem 91 possibilidades para esse
conjunto que são {1, 182}; {2, 181}; ...; {91, 92}. Assim, o número de casos favoráveis
é # A 91.
A quantidade de subconjuntos com dois elementos do conjunto D é
365 365 364
365 182. Assim, o número de elementos do espaço amostral é
2 2
# H 365 182.
#A 91 1
Assim, a probabilidade pedida é igual a P A .
# H 365 182 730
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18) Considere o triângulo ABC isósceles em que o ângulo distinto dos demais, BACˆ ,
ˆ 15º. Sobre o lado AC, tome
mede 40º. Sobre o lado AB , tome o ponto E tal que ACE
ˆ 35 . Então, o ângulo EDB
o ponto D tal que DBC ˆ vale:
a) 35° b) 45° c) 55º d) 75º e) 85º
Resposta: d
Resposta: c
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20) Sejam r e s duas retas paralelas distando 10 cm entre si. Seja P um ponto no plano
definido por r e s e exterior à região limitada por estas retas, distando 5 cm de r. As
respectivas medidas da área e do perímetro, em cm2 e cm, do triângulo equilátero PQR
cujos vértices Q e R estão, respectivamente, sobre as retas r e s, são iguais a:
3
a) 175 e 5 21
3
3
b) 175 e 10 21
3
c) 175 3 e 10 21
d) 175 3 e 5 21
e) 700 e 10 21
Resposta: b
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21) Dado o conjunto A x
: 3x 2 2x x 2 , expresse-o como união de intervalos
da reta real.
Resolução:
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3x 2 2x x 2 3x 2 2x x 4 3x 2 2x 0
2
x 4 3x 2 2x 0 3x x 0
3
x x 3 3x 2 0 x x 0
2
3
2
x x 1 x 2 0 x x 0
2
3
A fim de resolver a inequação x x 1 x 2 0 vamos dispor suas raízes sobre a reta
2
2
Portanto, o conjunto A é dado por A , 1 1, 2, .
3
Resolução:
4z6 256 0 z 6 64 z6 64 cis
Pela 2ª fórmula de De Moivre, temos:
2k
z 2 cis , k 0,1, 2,3, 4,5
6
k 0 z1 2cis 3 i
6
k 1 z 2 2cis 2i
2
5
k 2 z3 2cis 3 i
6
[Link]
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7
k 3 z4 2cis 3 i
6
3
k 4 z5 2cis 2i
2
11
k 5 z6 2cis 3 i
6
Observe que as raízes da equação são vértices de um hexágono inscrito em uma
circunferência de raio 2 e centro na origem.
A equação S z ; 1 z 2 3 representa o interior de uma coroa circular de centro
em 2, 0 e raios 1 e 3.
2
A fim de verificar quais raízes pertencem a S, podemos calcular zi 2 , para
i 1, 2, , 6, e verificar se o resultado pertence a 1,9 , pois
2
1 z 2 3 1 z 2 32 9.
3 i 2 2 3 i 2 3 12 8 4 3 9
2 2 2 2
z1 2
z 2 2 2i 2 22 22 4 1,9
2 2
z3 2 3 i 2 2 3 i 2 3 12 8 4 3 1, 08 1,9
2 2 2 2
z 4 2 3 i 2 2 3 i 2 3 1 8 4 3 1, 08 1,9
2 2 2 2
2
z5 2 2i 2 22 2 4 1,9
2 2 2
3 i 2 2 3 i 2 3 1 8 4 3 9
2 2 2 2 2
z6 2
Logos, as raízes que pertencem a S são 2i e 3 i.
A figura a seguir é uma representação no plano de Argand-Gauss da situação descrita no
problema.
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Resolução:
f (x) g(x) h(x) , x
h(x) é par h(x) h(x), x
g(x) é ímpar g(x) g(x), x .
Assim, para todo real x, temos:
f x g x h x
f x g x h x g x h x
f x f x f x f x
h x g x
2 2
Neste caso, de fato, h é par e g é ímpar.
Assim, temos:
h(x) ln x 2 x 1 ln x 2 x 1 ln x 2 x 1 x 2 x 1
1 1
2 2
ln x 2 x 1 x 2 x 1 ln x4 x2 1
1 2 1 x 2 x 1 x2 x 1
g(x) ln x x 1 ln x x 1 ln 2 ln
2
.
2 2 x x 1 x2 x 1
Resolução:
Como x 0 é raiz tripla de p x de coeficientes reais, então p(x) x 3 q(x) , com
q 0 0 . Portanto, devemos ter:
2 2 2 0
1 0
2 1 0
2 0
Escalonando o sistema formado pelas três primeiras equações, temos:
2 2 2 0 2 2 2
0
1 0 3 3 3
2 1 0 3 3 3 1
Analisando a desigualdade, vem: 2 0 0 1 2 0 1 .
Portanto, 0 , 1 e 1 .
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Resolução:
A é ortogonal A1 At At A I (1)
A é simétrica At A (2)
(1) e (2): A A I A I
2
(3)
a b
Seja a matriz simétrica e ortogonal 2 2, A
c
, então de (3) temos:
b
a 2 b 2 1 a 2 b 2 1
a b a b 1 0 a 2 b2 ab + bc 1 0
b ab bc 0 b(a c) 0
c b c 0 1 ab + bc b2 c2 0
1 2 2 2 2
b c 1 b c 1
Da segunda equação, temos b 0 ou a c 0.
b 0 a 1 c 1
1 0 1 0 1 0 1 0
A ou A ou A ou A
0 1 0 1 0 1 0 1
a c 0 a c a 2 1 b 2 a 1 b 2 c 1 b 2 , onde b 1,1
1 b2 b 1 b2 b
A ou A
b 2
1 b 2
1 b
b
Note que, quando b 0, temos as duas últimas matrizes do caso anterior.
Assim, as matrizes que satisfazem às condições do enunciado são:
1 0 1 0 1 b2 b
A ; A 0 1 e A , onde b 1,1 .
0 1 2
1 b
b
26) Determine todos os valores , tais que a equação (em x)
2 2
x 4 2 4 3x 2 tg 0 admita raízes reais simples.
Resolução:
Para que a equação em x tenha apenas raízes reais simples é necessário e suficiente que a
equação em y, y 2 2 4 3y tg 0, tenha duas raízes reais positivas distintas.
A condição para raízes reais distintas é 4 3 4 tg 0 tg 3 .
Além disso, a menor raiz deve ser positiva, ou seja,
43 3 tg 0 0 tg 3 .
Assim, o conjunto de todos os valores de pedidos é 0, .
3
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27) Em um espaço amostral com uma probabilidade P, são dados os eventos A, B e C tais
1 1
que: P A P B , com A e B independentes, P A B C , e sabe-se que
2 16
3
P A B A C . Calcule as probabilidades condicionais P C | A B e
10
P C | A B .
C
Resolução:
1 1 1
Como A e B são independentes, então P A B P A P B .
2 2 4
Aplicando o teorema de Bayes, temos:
1
P(C (A B)) P(A B C) 16 1
P(C | A B) .
P(A B) P(A B) 1 4
4
Note que C A B A B C, pois a interseção é comutativa e associativa.
Aplicando novamente o teorema de Bayes, vem:
P C A B P A B C
P C | A B .
P A B P A B
1 1
Sabemos que P B 1 P B 1 . Se A e B são independentes A e B também
2 2
1 1 1
serão, então P A B P A P B . .
2 2 4
Pelo princípio da inclusão exclusão, temos:
P A B A C P A B P A C P A B A C
P A B P A C P A B C
3 1 1 9
P A C P A C .
10 4 16 80
Vamos agora calcular P A B C .
B B A C A C B B A C B A C B
Note que A B C e A B C são disjuntos, então
P A C P A B C P A B C
9 1 1
P A B C P A B C
80 16 20
1
P A B C 20 1
Logo, P C | A B .
P A B 1 5
4
e P C | A B .
1 1
Portanto, as probabilidades pedidas são P(C | A B)
4 5
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RESOLUÇÃO:
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Resolução:
A rotação da região sombreada determina um sólido cujo volume pode ser calculado
fazendo-se a diferença de um tronco de cone e de um segmento esférico.
O lado do triângulo equilátero BDE inscrito na circunferência C de raio r é DE r 3.
Os triângulos retângulos OME e OAF são semelhantes, então
r 3 r
ME OM
2 2 AF r 3
AF OA AF r
r 3 r
O tronco de cone tem raio maior AF r 3, raio menor ME e altura MA ,
2 2
então o seu volume é
r 3 r 3 r 3
2
r 3 3 r 3 21 7r 3
Vtronco r 3 r 3
2
3 .
3 2 2 2 6 2 4 6 4 8
r
O segmento esférico pertence a uma esfera de raio OE r, tem altura MA e é
2
r 3
delimitado por uma circunferência de raio ME , então seu volume é
2
2
r r r 2 5r 5r 3
Vsegmento 3 r .
3 2 2 12 2 24
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com y1 x 3x e y 2 x r 2 x 2 .
Logo,
r
r 2 4x
4x 3 2
r r
V 3x r x
2 2 2 2
r 2
dx r x
r2 3 r 2
4 3 4 r
3
r 2
. r r 3 r 2 r 3
3 3 8 2 3
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Resolução:
Se a parábola passa pelos pontos 2,5 e 1, 2 , então
a 22 b 2 c 5 4a 2b c 5
a 1 b 1 c 2 a b c 2
2
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