INSTITUTO SUPERIOR
POLITÉCNICO DO ZANGO
INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE I
INVESTIMENTO FINANCEIRO
DOCENTE
_________________________
LUANDA, DEZEMBRO, 2023
CONTABILIDADE GERAL I
INVESTIMENTO FINANCEIRO
GRUPO Nº 06
SALA: 20
TURMA: A
TURNO: MANHÃ
ANO: 1º
CURSO: GESTÃO DE EMPRESA
INTEGRANTE DO GRUPO
NOTAS
Nº NOME INDIVIDUAL COLETIVA PERCENTAG
01 AVELINA VASSOLE RAMOS 100%
02 ELISÂNGELA J. MANUEL MANECO 100%
03 LUÍSA MANUEL ALBERTO NETO 100%
04 KÁTIA FONSECA MANUEL 100%
05 RUTH JULIANA PEDRO NSINGUI JOÃO 100%
RESUMO
Em economia e finanças, investimento financeiro é a aquisição de um ativo financeiro, tal
como ações, commodities, moeda estrangeira, etc., sendo uma área de investimentos
específica destinada às finanças pessoais e à educação financeira.
São amplamente buscados por pessoas físicas, mas também por pessoas jurídicas, em
instituições como bancos e corretoras de valores, sendo que em alguns casos o interessado
também pode efetuar a aplicação individualmente, como na compra e venda de ações e de
moeda estrangeira.
ÍNDICE GERAL PÁGINAS
Resumo
INTRODUÇÃO.......................................................................................................................01
OBJECTIVO...........................................................................................................................02
1. INVESTIMENTO FINANCEIRO.................................................................................03
1.1. Os Principais Perfis de Investidor.................................................................................05
1.2. Começar a Investir........................................................................................................06
1.3. Objectivo do Investimento Financeiro o.......................................................................07
1.4. Diferença entre Investimento e Especulaçã..................................................................08
2. INVESTIMENTOS FINANCEIROS: OS PRINCIPAIS TIPOS E QUAIS ATIVOS
COMPRAR......................................................................................................................08
2.1. As Diferenças Entre Investir, aplicar, economizar e
Apostar........................................09
2.2. Ativos
Financeiros.........................................................................................................10
2.3. Considerados Investimentos Financeiros......................................................................10
3. OS PRINCIPAIS TIPOS DE INVESTIMENTOS
FINANCEIROS…......................11
3.1. Investimentos financeiros em Renda
Fixa.....................................................................11
3.2. Investimentos financeiros em Renda
Variável...............................................................11
4. INVESTIR NO MERCADO
FINANCEIRO.................................................................12
4.1. Investimentos de Médio
Prazo.......................................................................................13
4.2. Investimentos de Longo
Prazo.......................................................................................13
CONCIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................................14
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...................................................................................15
INTRODUÇÃO
São considerados investimentos de curto prazo aqueles cujo resgate ocorrerá em até dois anos.
Por conta do prazo, é sempre indicado que o investidor escolha investimentos mais
conservadores para compor sua carteira de investimentos de curto prazo.
Um planejamento adequado, alinhando os objetivos da empresa com os investimentos,
permitirá ao investidor escolher as melhores opções de investimentos de curto prazo, que
ofereçam bons rendimentos e a liquidez necessária para atender às necessidades de curto
prazo da empresa sem comprometer sua organização financeira.
Há opções de investimentos de curto prazo para quem planeja um resgate em até dois anos.
Podemos citar como exemplo a poupança, os Certificados de Depósito Bancário (CDB) com
liquidez diária e Fundos de Renda Fixa atrelados ao CDI, entre outros.
A poupança é o principal exemplo de investimento de curto prazo. A vantagem é que você
pode fazer depósitos e resgates em qualquer dia do mês, sem limite mínimo. Além disso, essa
modalidade de investimento oferece baixo risco, ideal para quem gosta de ter mais segurança
na hora de aplicar seu dinheiro.
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OBJECTIVO GERAL:
O objetivo geral deste trabalho e sabermos o que se pode conceituar como
investimento financeiro.
OBJECTIO ESPECIFICO:
As diferenças entre investir, aplicar, economizar e apostar.
Identificar os principais investimentos financeiros.
Como começar a investir no mercado financeiro.
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1. INVESTIMENTO FINANCEIRO
Entender o que é investimento é algo fundamental para alcançar suas metas. Muitas
pessoas têm dúvidas sobre esse assunto, mas você verá aqui uma explicação que vai
mudar a forma como você entende esse conceito.
Investimento é qualquer gasto ou aplicação de recursos que produza um retorno futuro.
Esse conceito envolve tanto dinheiro quanto capital intelectual, social ou natural. E
acredite: desvendar seus significados pode ser bem mais simples do que parece.
Não é preciso ser um especialista em finanças para investir, mas é importante ter uma
noção do que é investimento porque esse conceito faz parte da vida da maioria das
pessoas. Afinal, a nossa relação com o dinheiro nos afeta diretamente.
Infelizmente, em muitos casos essa relação é conflituosa — principalmente para quem
não tem conhecimento de como lidar com o dinheiro. Para não passar por isso, leia este
post e entenda, de forma simples, o que é investimento e como ele pode ajudá-lo a
realizar seus objetivos.
Investimento: De maneira ampla, o conceito de investimento é um desembolso em que
há a expectativa de certo ganho ou resultado futuro. A partir desse raciocínio, vários itens
podem ser considerados como capital para investir: tempo, energia, estudos, atenção e
assim por diante.
Assim, tanto investir tempo nos estudos para adquirir conhecimento quanto plantar uma
lavoura são atitudes que podem ser entendidas como um investimento.
Quando se fala de finanças, o que é investimento financeiro? Basicamente é aplicar
dinheiro para que ele produza rendimentos no futuro. Isso é possível por conta do efeito
dos juros compostos sobre as aplicações financeiras, que faz com que o dinheiro se
multiplique.
O mecanismo é semelhante ao de uma dívida, que cresce com o passar do tempo. Os
valores são multiplicados por eles mesmos ao longo de um determinado período. O valor
final depende essencialmente do tempo pelo qual os recursos permaneceram sob o efeito
dos juros compostos.
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Em termos bem simples, estar endividado é dever dinheiro para o banco e investir é
emprestar dinheiro para ele.
Investir é diferente de especular: Benjamin Graham, um grande investidor, sintetizou
bem a diferença entre investir e especular:
“Uma operação de investimento é aquela que, por meio da análise, promete uma
segurança para o principal e um retorno adequado. As operações que não vão ao encontro
dessas exigências são especulativas. ”
Especular, então, é investir com condições de incerteza: o especulador compra um bem,
com a confiança de que ele vai se valorizar, para depois vendê-lo a um preço maior. O
risco desse tipo de operação é muito alto, já que no momento da compra, o especulador
nunca tem certeza de que ele vai mesmo se valorizar. Por isso, geralmente especular é um
ato associado a ganhos ou perdas de quantias enormes de dinheiro.
Já o investimento tem a segurança como característica. O investidor estuda as
possibilidades, considera os riscos e, só depois, quando já tem mais conhecimento sobre
as condições do negócio, toma a decisão de investir. Nesse caso, a chance de retorno em
relação à quantia aplicada é bem maior.
Investir: A princípio, a resposta para essa pergunta parece simples: ganhar mais
dinheiro. O que importa, entretanto, é: ganhar mais dinheiro para quê? Isso pode variar
de pessoa para pessoa. Alguns querem adquirir a casa própria, outros desejam uma vida
tranquila após a aposentadoria e assim por diante a maioria desses objetivos está
relacionada à segurança financeira.
Pode parecer clichê, mas a vida é cheia de imprevistos. Às vezes acontecem situações em
que a falta de dinheiro é um limitador para resolver um problema inesperado.
Portanto, por mais que você considere que não tem objetivos ou metas a serem
realizados, o simples motivo de ter uma reserva financeira para situações de emergência
pode ser uma boa razão para investir. Então, traçar objetivos é essencial para o
planejamento financeiro e deve ser sempre o primeiro passo para quem pretende ser um
investidor de sucesso.
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Investir é diferente de apostar: Outro erro comum é acreditar que o investimento é uma
aposta. Quem nunca ouviu uma frase como “se quiser investir, aposte no mercado
imobiliário” ou algo do gênero? Contudo, investir não é apostar! Apostar é arriscar o
dinheiro em algo totalmente incerto e aleatório, sem que haja qualquer garantia de
retorno.
Na aposta, depende-se exclusivamente da sorte para obter retorno — é, literalmente,
como jogar na loteria. Já o investimento pressupõe estudo e análise sobre um ativo e seus
riscos. Isso não quer dizer que o retorno é certo, mas o estudo prévio traz maior
possibilidade de lucro.
No entanto, é importante ressaltar que não existe investimento sem risco! Existem
investimentos com riscos diferentes, em maior ou menor grau. Até mesmo guardar o
dinheiro poupado em casa é arriscado, já que ele pode se desvalorizar com a inflação. Ou
seja, não há como fugir do risco quando se fala em investimento.
Por isso mesmo, na hora de investir, é necessário saber qual é sua tolerância ao risco.
Algumas perguntas podem ser feitas para identificar essa característica.
1.1. Os Principais Perfis de Investidor
O primeiro passo para investir é conhecer o próprio perfil de investidor. Isso é importante
porque nem todas as modalidades de aplicações financeiras são adequadas para todos as
pessoas: algumas tolerarão maior risco, outras não.
A determinação do perfil de investidor considera aspectos como a fase da vida, os
objetivos, a tolerância a possíveis perdas e o montante de dinheiro disponível para
aplicar. Para ajudá-lo a descobrir o seu, apresentamos a seguir as características dos
perfis mais comuns.
Conservador: O perfil conservador inclui os investidores que não toleram riscos, não
querem perder patrimônio e não lidam bem com flutuações bruscas nos preços dos ativos.
Esse perfil tem objetivos no curto e no médio prazos e geralmente investe para formar
uma reserva de emergência ou alcançar metas menores.
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Moderado: De certa forma, o investidor moderado pode ser definido como aquele que
aceita correr riscos controlados. Geralmente, inclui aqueles que buscam incrementar o
patrimônio a longo prazo. Combina formas de investir conservadoras (como as aplicações
em renda fixa) com escolhas arrojadas, como fundos de investimento.
Agressivo: Os investidores com perfil agressivo são conhecidos por darem preferência a
ganhos maiores, ainda que isso acarrete uma exposição grande a riscos. Esse tipo de
investidor admite sofrer algumas perdas, desde que elas sejam compensadas no futuro.
Por isso, a carteira de investimentos desse grupo é composta, principalmente, por ações
na bolsa, cotas de fundos multimercados e operações em moeda estrangeira
1.2. Começar a Investir
Depois de entender melhor o que são investimentos e qual é o seu perfil, que tal começar
a investir? Uma boa maneira de entrar nesse universo é fazer um levantamento de todos
os aspectos da sua situação financeira atual: suas fontes de renda, suas dívidas e suas
despesas fixas.
Assim, é possível saber o quanto você pode aplicar. E a boa notícia é que nem sempre é
preciso de muito dinheiro para começar. Atualmente, existem diversas aplicações
disponíveis no mercado e elas servem aos mais diferentes perfis de investidores. Confira,
a seguir, algumas opções.
Tesouro Direto: Já pensou em emprestar dinheiro para o governo? Essa é a lógica por
trás dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto. Eles são emitidos pelo Estado
para captar recursos e financiar atividades governamentais.
Quem os compra tem a promessa de receber o dinheiro de volta em um prazo
determinado, acrescidos de juros e outras correções (como a inflação, por exemplo), que
mudam de acordo com o papel escolhido.
A grande vantagem do Tesouro é sua segurança. Por ser financiado com recursos do
Tesouro Nacional, as chances de que os títulos não sejam pagos são ínfimas, mesmo nas
situações econômicas mais adversas. Por outro lado, esse tipo de investimento apresenta
melhor desempenho em aplicações de médio e longo prazos.
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Fundos de investimento: Fundos de investimento são uma espécie de união de recursos
de diversos investidores. Quem investe neles tem seu dinheiro convertido em cotas. Os
recursos depositados são, então, aplicados de acordo com uma estratégia e podem variar
entre opções conservadoras (como renda fixa), ousadas (como ações) ou um misto delas.
É difícil determinar previamente a rentabilidade de um fundo de investimento, mas eles
podem oferecer bons rendimentos. Contudo, eles costumam apresentar riscos maiores,
além de custos mais elevados, já que é preciso arcar com diversas taxas e tributos.
Ações: As ações são as menores partes de uma empresa de capital aberto. Quem investe
nelas passa a compartilhar os riscos da companhia e pode obter rendimentos a partir dos
ganhos alcançados pelo eventual bom desempenho que ela apresentar.
Não existe um modo único de investir em ações. Mesmo assim, para negociar esses
papéis, é preciso estar ciente dos riscos que eles apresentam, ter conhecimento do
mercado e ter uma quantia razoável de dinheiro disponível. Apesar disso, elas podem
apresentar excelentes rendimentos.
Para quem não tem a menor ideia de como identificar seu perfil e escolher um
investimento adequado, uma boa dica é procurar uma consultoria de investimentos.
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Tipos de Investimento e conheças as alternativas.
1.3. Objectivo do Investimento Financeiro
O principal objetivo de um investimento financeiro é repor o valor de compra da moeda
perdido com a inflação, que é outro fator importante a ser considerado, mas sendo também
largamente possível a obtenção de lucro.
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As aplicações podem ser classificadas segundo vários critérios, tais como: tipo de renda
(renda fixa ou renda variável), risco (alto, médio ou baixo risco), prazo (curto, médio ou longo
prazo), liquidez (alta ou baixa), entre outros, os quais o investidor deve analisar e comparar,
para ver o que se encaixa melhor seus projetos pessoais, suas necessidades, etc.
Outro item importante a ser analisado é a tributação que incidirá sobre cada tipo de
investimento.
1.4. Diferença entre Investimento e Especulação
Muitos apontam uma distinção entre investir e especular, o que se dá pelo fato de que algumas
modalidades de investimentos não se constituírem por uma análise aprofundada de todas as
questões econômicas envolvidas, sendo simplesmente o ato de comprar um ativo por
determinado preço apostando que ele se valorize no futuro, para então vendê-lo, geralmente
no curto prazo.
Um exemplo é a compra de ações na bolsa de valores: investir em ações seria, então, comprá-
las fazendo um estudo aprofundado de toda a situação financeira das empresas, para entender
o que traria melhores dividendos no futuro, enquanto que especular seria comprá-las apenas
considerando o preço da compra, esperando um momento de preço maior para vender.
Também acontece com a compra e venda de imóveis, moedas, etc.
As especulações também são realizadas com bastante frequência em períodos de boatos sobre
as eleições, os especuladores utilizam de informações disponíveis na mídia (na maioria das
vezes boatos) e antecipam-se em relação à maioria dos investidores, dessa forma, eles
esperam lucrar com a diferença de preços entre a compra e a venda de um ativo em um curto
período de tempo.
2. INVESTIMENTOS FINANCEIROS: OS PRINCIPAIS TIPOS E QUAIS ATIVOS
COMPRAR
Investimentos financeiros são aqueles quando você aplica dinheiro em ativos financeiros, isto
é, aqueles ativos não-físicos e não-intangíveis que estabelecem uma relação contratual entre o
investidor e uma instituição por uma riqueza ou privilégio de receber um valor corrigido por
juros.
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Você conhece quais são as possibilidades de investimentos financeiros no mercado de capitais
brasileiro? Essa parece uma pergunta carregada de jargão econômico, não é mesmo? O
desconhecimento e a educação financeira insuficientes são barreiras que ainda separam muitas
pessoas do mundo dos investimentos e da acumulação de patrimônio.
Embora a maioria dos investidores ainda busca a segurança da Poupança por
desconhecimento das possibilidades, o perfil dos investimentos financeiros que as pessoas
realizaram nos últimos anos começa a indicar uma mudança de tendência.
Basta analisar o número de CPFs cadastrados em nível recorde Bolsa de Valores − mais de 3
milhões − e de investidores também pessoas físicas nos Fundos Imobiliários − alcançando os
2 milhões.
2.1. As Diferenças Entre Investir, aplicar, economizar e Apostar
Quando falamos em investimentos, muitos sinônimos para esta palavra podem aparecer na sua
jornada como investidor e que parecem ser, na prática, a mesma coisa.
Contudo, na realidade, não são. As principais diferenças que você deve se atentar estão entre
os verbos investir, economizar, aplicar e apostar. Vamos entender o que significam cada um
deles:
Aplicar é simplesmente o ato de fazer um depósito ou a compra de um ativo financeiro. Ou
seja, é o momento em que você realiza a transação de troca do seu dinheiro por um produto do
mercado financeiro. Por exemplo, quando você compra uma ação ou troca reais por dólares.
Investir é destinar parte dos seus recursos a uma estratégia que visa acumular patrimônio,
multiplicar o valor investido ou fazer com que o dinheiro gere renda passiva. Logo, investir
está intrinsecamente ligada ao futuro, seja ele de curto ou longo prazo.
Economizar é quando “salvamos” uma parte da nossa renda com a restrição de algum gasto
ou despesa. Por exemplo, se usarmos menos o ar condicionado, estaremos economizando na
conta de luz. Esses recursos, então, poderão ser usados para aplicar em investimentos.
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2.2. Ativos Financeiros
Ativos financeiros são direitos não-físicos derivados de uma relação contratual entre o
investidor e uma instituição por uma riqueza ou privilégio de receber um valor corrigido por
juros.
Os ativos financeiros são negociados no mercado, tais como títulos do Tesouro Direto, ações
de empresas, Certificados de Depósitos Bancários, cotas de Fundos de Investimentos,
contratos futuros e/ou de commodities etc.
Logo, são apenas a representação contratual do valor que garante a emissão desse ativo.
Então, o ativo financeiro é aquele contrato que estabelece um contrato entre você, enquanto
investidor-proprietário, a uma determinada riqueza.
Portanto, a chave para compreender o que é investimento financeiro está aqui. Só são
investimentos financeiros aqueles realizados em ativos financeiros, uma vez que outros bens
podem ser ativos, mas não financeiros.
Antes de encerrarmos este tópico, veja um vídeo especial de uma das especialistas da Toro
Investimentos sobre ações e como funcionam esses ativos:
2.3. Considerados Investimentos Financeiros
Por outro lado, alguns investimentos ou aplicações não podem ser considerados de natureza
financeira, seguindo o conceito que aprendemos até então.
Propriedades como imóveis, terras, máquinas e equipamentos também são ativos − tanto para
empresas quanto para pessoas físicas−, mas não são ativos financeiros e, por isso, não podem
ser considerados investimentos financeiros.
Há ainda o que podemos chamar de ativos intangíveis, que são aqueles que se referem à itens
como propriedade intelectual, tais como: direitos autorais, patentes, licenças, reconhecimento
de marca, entre outros. Eles diferem dos ativos físicos e dos ativos financeiro e, dessa forma,
são enquadrados em uma categoria especial.
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Para o investidor pessoa física, é importante compreender que ter uma carteira diversificada
com patrimônio acumulado em diversos tipos de ativos e investimentos que se valorizam é
uma excelente maneira de minimizar o risco e proteger os seus investimentos.
3. OS PRINCIPAIS TIPOS DE INVESTIMENTOS FINANCEIROS
Agora que os conceitos estão bem sólidos na sua mente, vamos explorar as opções do
mercado para você conhecer os melhores investimentos financeiros:
3.1. Investimentos financeiros em Renda Fixa
Primeiramente, os investimentos financeiros podem ser do tipo Renda Fixa, isto é, com uma
remuneração determinada previamente em contrato ao realizar o investimento.
Então, o investidor já sabe, quando realiza a aplicação, quanto vai receber ao final do prazo
combinado. Alguns exemplos são:
Certificados de Depósito Bancário (CDBs).
Títulos do Tesouro Direto.
Letras de Crédito (LCI e LCA).
Debêntures.
Fundos de Investimentos de Renda Fixa.
Assim sendo, esses ativos financeiros estabelecem uma relação contratual entre o investidor e
uma instituição para o direito de receber o valor da aplicação inicial mais a remuneração pela
taxa de juros do investimento ao final do período.
3.2. Investimentos financeiros em Renda Variável
Ademais, os investimentos financeiros também podem ser de Renda Variável. Em outros
termos, seu valor se altera todos os dias, conforme os mais investidores queiram comprar ou
vender tais ativos. Vamos aos exemplos:
Ações de empresas.
Cotas de Fundos Imobiliários.
ETFs.
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Câmbio e criptomoedas.
Contratos futuros.
Contratos de derivativos.
Fundos de Investimento Multimercados.
Fundos de Ações.
Portanto, como dissemos, nesses ativos financeiros a cotação se altera conforme as leis da
oferta e da procura e, por isso, são chamados de Renda Variável. Contudo, também podem ser
recomendados para todos os tipos de investidores, de acordo com o seu apetite pelo risco.
Também temos aqui um vídeo que te ajudará a entender como comprar ações na Toro
Investimentos com taxa zero:
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4. INVESTIR NO MERCADO FINANCEIRO
Antes de terminarmos esse artigo, vamos lhe ensinar rapidamente os passos necessários para
fazer aplicações nesses investimentos financeiros e compor uma carteira realmente vencedora:
Passo 1: defina o seu perfil de investidor, seus objetivos nos investimentos e a estratégia que
você vai realizar para alcançá-los.
Passo 2: abra conta em uma corretora. Para comprar esses produtos financeiros, você
obrigatoriamente deve ter uma conta ativa em uma corretora de valores. Para a sua sorte, há
empresas com a Toro Investimentos que não cobra corretagem (taxa de intermediação) para
uma série de investimentos, favorecendo muito os seus resultados finais.
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Passo 3: transfira os recursos para a corretora. A partir desse momento, você já pode fazer as
suas aplicações.
Passo 4: na plataforma da corretora, com base nos itens definidos no primeiro passo, busque
os investimentos desejados, configure as informações e clique em Investir. Você pode ainda
contar com a ajuda de especialistas para investir nas melhores recomendações de ações e
ainda não pagar nada.
4.1. Investimentos de Médio Prazo
A opção ideal para quem quer mais segurança e menos risco.
Podemos considerar investimentos de médio prazo aqueles cujo resgate ocorrerá, em média,
entre 2 e 5 anos. Há diversas opções de investimentos de médio prazo. Entre eles, podemos
citar os Certificados de Depósito Bancário (CDB), as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), as
Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), entre outros.
Um dos principais exemplos desse tipo de investimento são os Certificados de Depósitos
Bancários (CDB), que podem ter prazo mínimo de aplicação de 2 dias e prazo máximo de
1800 dias.
É um investimento ideal para pessoas que não gostam de correr riscos e preferem ter mais
segurança na hora de investir.
4.2. Investimentos de Longo Prazo
Saiba mais sobre fundos de investimentos e outras opções.
Os investimentos de longo prazo são aqueles em que a empresa pretende resgatar o valor
aplicado após cinco anos. Um exemplo dessa opção são os fundos de investimento, que já
estudamos anteriormente.
O mercado financeiro oferece diversas modalidades de fundos de investimento para todos os
tipos de investidores, como Fundos de Renda Fixa, Fundos Referenciados, Fundos
Multimercado, Fundos Cambiais e Fundos de Ações.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Investimento financeiro é a aquisição de um ativo do mercado que tenha natureza estritamente
financeira, isto é, ativos não-físicos e não-intangíveis, como ações, CBDs, Letras de Crédito,
commodities, entre outros. Os investimentos financeiros, além disso, precisam estar lastreados
em algo. Ser lastreado significa que o produto financeiro que você adquiriu tem valor
assegurado ou garantido em algo além do que está escrito no papel. Em outras palavras, é
“aquilo que está por trás” e que funciona como garantia que o ativo possa ser emitido e
negociado no mercado financeiro.
Para escolher um fundo, é importante ter em mente quais são suas necessidades e objetivos de
longo prazo e observar três atributos básicos: rentabilidade, liquidez e segurança. Antes de
contratar um fundo de investimento, é importante conhecer o perfil da instituição bancária e
as características do produto (valor da taxa de administração e outras tarifas, condições para
novas aplicações e resgates, regulamento), além de verificar se os riscos assumidos são
compatíveis com seu perfil de investidor.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
https://blog.toroinvestimentos.com.br/investimentos/investimento-financeiro/
https://www.caixa.gov.br/educacao-financeira/empresa/tipos-de-investimento/Paginas/
default.aspx
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