A História da educação de surdos
O contexto histórico da Educação do surdo no Brasil, passou por diversas fases para se tornar a
linguagem para a comunicação com as pessoas que apresentam essa dificuldade, como todas
as línguas orais-auditivas a linguagem de sinais, também varia de acordo com o local em que as
pessoas estão inseridas e sua especificidades culturais, sendo assim elas se adequam a cada
local que fazem parte, assumindo a sua importância para as pessoas com surdez, que por meio
dessa linguagem puderam se inserir dentro da sociedade, pois surdez não é uma doença.
Os estudos sobre a língua de sinais que também pode ser chamada de visuais auditivas, que
acontece por ter determinados parâmetros que a configuram e a torna universal para aqueles
que tem a necessidade de se comunicar com os outros através dos sinais, destacamos aqui
estes parâmetros, são eles:
Configuração das mãos: de suma importância para estabelecer as diversas formas a
comunicação através das 46 configurações existentes na língua brasileira de sinais;
Ponto de articulação: é a região em que são realizados os movimentos.
Antigamente os surdos eram vistos como inúteis por terem limitações, eram muitas vezes
castigados, abandonados e até sacrificados por não terem perfis adequados as exigências
cabíveis para uma sociedade grega.
Tendo em vista a visão de Aristóteles, podemos descrever a forma em que os surdos eram
vistos dentro da sociedade, para ele , se a pessoa não fala, ele não pensa e se ela não pensa,
ela não pode ser considerada como ser humana ou membra de uma sociedade.
Mudando o contexto histórico, no século XVI, Girolamo Cardamo afirma que a surdez não
prejudicava a aprendizagem, os surdos podem aprender a expressar e escrever.
As mudanças começaram a surgir a partir de um religioso surdo chamado Ponce de Leon, um
monge beneditino que ministrava aulas para surdos, filhos de nobres.
O Monge dedicou-se a ensinar os surdos, a ler, escrever, falar logo mais ele fundou a primeira
escola de surdos na Espanha e desenvolveu os sinais metódicos.
Logo após esses fatos revolucionários na educação surgiu com um convite feito por D. Pedro II,
que tinha um neto surdo.
Desde então iniciou-se no Brasil a regulamentação, reconhecimento e oficialização da Língua
de Sinais (Libras).
Desenvolvimento na Educação de Surdos no Brasil
A sociedade brasileira vem enfrentando grandes avanços na educação em relação a educação
especializadas e projetos que visam a inclusão de pessoas com deficiências auditivas e até
mesmo visuais.
O reconhecimento da Língua brasileira de sinais representou grande avanços e progressos,
porém somente em 2005 que de fato ela foi regulamentada pelo Decreto N°5.626/05, Artigo
2°, define o surdo como aquele que, por ter perda auditiva, é capaz de compreender e
interagir com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura
principalmente pelo uso da libras, complementando no mesmo Decreto Artigo 3°, que a libras
deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória no cursos de formação de professores
para o exercício de magistério em nível Médio e Superior.
Nos cursos de fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicos e privados, de Sistema
Federal de ensino e dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
A Educação esta sempre sofrendo mudanças principalmente quando se trata de evoluções na
educação, buscando recursos que venham a suprir todas as necessidades para que haja um
bom desempenho e uma educação significativas, fazendo utilizações de novos recursos e
metodologias adaptadas de forma que venha atender a todos, como por exemplo, a utilização
de jogos, que envolvam numerais, acompanhados das suas respectivas quantidades, ou seja,
uma amarelinha por exemplo, onde a criança irá pular, aprender a contar, ler, dependendo da
utilidade em que for designada, equilibrar-se , aprender o valor de acordo com o número e
quantidade representada.
Outras metodologias acabam sendo adaptadas para que ocorra interações entre alunos e os
demais membros da sociedade , outros recursos também são utilizados de forma que venha a
mostrar e acrescentar conhecimentos como é o caso de vídeos interativos com adaptações
para surdos , exposições adaptáveis, jogos, programas , além de confecções de jogos e
atividades que busquem atender a necessidade, chamar atenção e transformar suas práticas
mais acessíveis para os alunos, além de outros recursos metodológicos.
Tanto o Estado brasileiro, quanto os profissionais que atuam nesta área buscam recursos e
especializações voltadas a Educação Especial para que haja uma boa relação entre professores
e alunos, pois mesmo que haja um interprete, ainda há a carência entre o contato direto entre
professor e aluno, , pois trabalhar na educação já exige um fardo muito grande, ainda mais
quando se trata de adaptações viltadas a educação novos conceitos e ideias, que se tratem de
inclusão, porque com ela vem todos os desafios como, busca de novos recursos ,
metodologias, ideias que venham a suprir as necessidade e contribuir para uma educação mais
igualitárias, portanto o professor deve primeiramente aceitar o aluno da maneira que ele é,
além de aceitar como os demais colegas, ajudar a desenvolver sua linha de raciocínio, não lhe
dar respostas prontas, mais incentivar para que o aluno crie e desenvolva suas próprias ideias
e se possível expô-las, não superproteger para que ele venha a sentir-se independente,
preparar os colegas para receber o aluno, buscar utilizações de recursos para se obter melhor
aproveitamento e aproveitamento em suas aulas, podendo ser recursos simples, práticos e
adaptáveis como mímicas, materiais visuais, dramatizações, dentre outros recursos.
Fazer resumos de conteúdos para que se tornem mais acessíveis quando feitos na utilização de
quadros negros e depois repassa-los em língua de Sinais, estes são mais alguns dos desafios
que acabam tirando os professores de suas respectivas zonas de conforto, fazendo com que
busquem atualizarem-se, e buscarem novas metodologias para tornar suas aulas mais atrativas
visando o mundo tecnológico e retirando dele novas ideias para adaptarem em suas práticas
educadoras, ampliando seus horizontes em relação a atualidade, mudando o contexto da
educação tradicional, tornando suas aulas mais atrativas, práticas, interessantes,
comunicativas e sobretudo, muito mais construtivas.
Além do desafio em que os professores estão inclusos, a Instituição terá que se atualizar as
novas práticas construtivas para receber e ajudar no processo de inclusão de inclusão e
socialização e desenvolvimento das metodologias trabalhadas com alunos portados de
deficiências, sobretudo os surdos, como suportes cedidos, aos professores e planos
estratégicos de trabalhos com surdos.
Uma das ideias que seria muito benéfica para a aprendizagem em termos gerais em relação a
igualdade de desenvolvimento seria trabalhos em grupos, gincanas , onde os alunos teriam
que aprender a trabalhar em grupos, desenvolvendo assim a inclusão , a questão do
solidarismo e companheirismo, como por exemplo, ajudar o colega em uma questão ou
atividade na qual ele não sabe executar, além de trabalhara socialização, mostraria que todos
nós temos limitações e que não somos iguais, que cada um aprende se uma maneira, e cada
um aprende à seu tempo.
Conclusão
Concluimos no decorrer deste contexto histórico sobre a inclusão e expansão e
desenvolvimento da Língua Brasileira de sinais (Libras) que para que aconteça uma educação
construtiva, é preciso que haja uma capacitação e aprimoramento de ideias para que se
construa uma educação inclusiva, significativa que venha mudar a realidads, tornando-a mais
sociável e capacitada, para lidar com as indiferenças e para que sejamos bons professores e
profissionais ou em qualquer que seja a área de atuação, manter-se informado, é essencial
para que sejamos bons profissionais, mais atualizados, centrados, constutivos e sobretudo
saber fazer a diferença na vida de outras pessoas.