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Modelo Atômico de Rutherford Explicado

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E.E.

ARMANDO FAJARDO
Rayssa V. Gomes
Regiane
Renato
Rosana
Riam
Satomy
Sofia
Ana
MODELO ATÔMICO DE
ENEST RUTHERFORD
Ananindeua
2024

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Modelo Atômico de Ernest
Rutherford
Trabalho apresentado escola estadual Armando Fajardo

Prof. Orientador : Erickson Frindade

Ananindeua
2024

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SUMÁRIO

1. Capa___________________________________________ 1
2. Trabalho Apresentado [Link] Fajardo___________ 2
3. Modelo Atômico Rutherford_______________________
4
4. Modelo do átomo de Rutherford____________________ 5
5. Experimento das lâminas __________________________ 6
6. Falha no modelo de Rutherford ___________________________ 7
7. Contribuição Baron Rutherford ____________________________ 8
8. Ref. Biográfica _________________________________________ 12

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Modelo Atômico Rutherford

Ernest Rutherford, o 1º Barão Rutherford de Nelson,(Brightwater, Nova


Zelândia, 30 de agosto de 1871 — Cambridge, 19 de outubro de 1937), foi
um físico e químico neozelandês naturalizado britânico, que se tornou
conhecido como o pai da física [Link] um trabalho no começo da
carreira, descobriu o conceito de meia-vida radioativa, provou que a
radioatividade causa a transmutação de um elemento químico em outro, e
também distinguiu e nomeou as radiações alfa e beta. Foi premiado com o
Nobel de Química em 1908 "por suas investigações sobre a desintegração
dos elementos e a química das substâncias radioativas".

Modelo atômico

O modelo atômico de Rutherford (também conhecido como modelo


planetário do átomo) é um modelo atômico proposto pelo físico Ernest
Rutherford. Para montar sua teoria, Rutherford analisou os resultados do
experimento de Geiger-Marsden. Nesta experiência, utilizando uma fonte
radioativa para emitir partículas alfa, um contador Geiger, e uma fina
lâmina de ouro, Geiger e Mardsen mediram o número de partículas alfa
que atravessaram esta folha. Porém, eles perceberam que, embora muitas
das partículas atravessassem a folha, um número muito pequeno de
partículas alfa eram refletidas ou eram desviadas por esta folha. Com base
nisto, Ernest Rutherford elaborou o modelo.

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Modelo do átomo de Rutherford.

Modelo para o resultado obtido pelo Rutherford em sua experiência


Em 1911, Rutherford apresentou a sua teoria para o seu modelo atômico,
afirmou que o modelo vigente até então, também conhecido como
"pudim de passas", que foi feito por J. J. Thomson, estava incorreto.
Rutherford afirmou com seu experimento, que o átomo não era apenas
uma esfera maciça de carga elétrica positiva incrustada com elétrons como
dizia J. J. Thomson. Segundo Rutherford, o átomo teria na verdade um
núcleo de carga elétrica positiva de tamanho muito pequeno em relação
ao seu tamanho total, sendo que este núcleo, que conteria praticamente
toda a massa do átomo, seria rodeado por elétrons de carga elétrica
negativa.

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Experimento das lâminas
Fatos
1º A maioria dos raios passa direto pelas placas de metal;
1. Algumas partículas sofrem desvio em uma das placas de ouro;
2. Pouquíssimas partículas são rebatidas.
Conclusão
1. 1º postulado: Os elétrons descrevem órbitas circulares estacionárias ao
redor do núcleo, sem emitirem nem absorverem energia;
2. 2º postulado: Fornecendo energia (elétrica, térmica etc) a um átomo,
um ou mais elétrons a absorvem e saltam para níveis mais afastados do
núcleo. Ao voltarem as suas órbitas originais, devolvem a energia recebida
em forma de luz (fenômeno observado, tomando como exemplo, uma
barra de ferro aquecida ao rubro);
3. O núcleo é positivamente carregado;
4. A região vazia em torno do núcleo é denominada eletrosfera que seria
onde os elétrons estão localizados.
Ou seja, Rutherford concluiu: Que todo átomo possui uma eletrosfera, na
qual se baseia em um espaço ao redor do núcleo, em que os elétrons
estão localizados e giram em órbitas circulares estacionárias ao redor do
núcleo maciço e positivo.
Tamanho do átomo

Analisando os resultados de números de partículas que passavam ou eram


refletidas pela camada de ouro, Rutherford conseguiu inclusive calcular a
provável proporção de tamanho entre núcleo e átomo, que segundo ele
seria 1/100 000 a 1/1 000 000. É de costume comparar o tamanho do
núcleo do átomo de Rutherford em relação ao seu todo, com uma formiga

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no meio de um campo de futebol, sendo a formiga o núcleo e o campo o
tamanho total do átomo.

Falha no modelo de Rutherford

A falha do modelo de Rutherford é mostrada pela teoria do


electromagnetismo, de que toda partícula com carga elétrica submetida a
uma aceleração origina a emissão de uma onda electromagnética. O
elétron em seu movimento orbital está submetido a uma aceleração
centrípeta e, portanto, emitirá energia na forma de onda eletromagnética.
Essa emissão, pelo Princípio da conservação da energia, faria com que o
elétron perdesse energia cinética e potencial, caindo progressivamente
sobre o núcleo, fato que não ocorre na prática. A falha foi corrigida pelo
modelo atômico de Bohr, de seu aluno e colega de trabalho Niels Bohr,
que dizia que considerava a ideia de um modelo atômico planetário bonita
demais para estar errada. Assim, com o auxílio das descrições quânticas da
radiação eletromagnética propostas por Albert Einstein e Max Planck,
conseguiu completar a teoria de Rutherford, ficando assim conhecida
como modelo atômico-molecular de Rutherford-Bohr.

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Contribuição
Baron Rutherford
Sua contribuição foi, com certeza, para além da física e da química. Suas
proposições, experimentações e métodos sobre radioatividade trouxeram
inúmeras ferramentas e esse advento da radioatividade auxiliou muito
áreas como geologia, arqueologia e paleontologia por meio da
possibilidade de estimar a idade de rochas, espécimes ou fósseis. A
motivação para isso, de acordo Arthur S. Eve, biógrafo de Rutherford, foi a
idade da Terra. Certa vez, quando andava pelos arredores de Cambridge
com um fragmento de pechblenda (minério oriundo do urânio) perguntou
a um geólogo a idade da Terra e obteve como resposta uma estimativa de
100 milhões de anos, mas Rutherford argumentou que aquela amostra de
minério possuía certamente 700 milhões de anos de idade.
Rutherford foi o primeiro cientista a propor que era possível usar a
radioatividade para datação de rochas e em 1905 suas contribuições
deram origem às técnicas de datação de materiais. E a genialidade foi a
ideia de determinar a meia-vida de substâncias, e assim sua idade precisa.
Meia-vida é o tempo necessário para metade de dada quantidade de
material radioativo decair. A meia-vida de um material é bem determinada
e não depende de condições físicas como pressão ou temperatura. Mais
tarde, como resultado da datação radiométrica, geólogos, físicos e
astrônomos concordaram que a Terra tinha idade na ordem bilhões de
anos, bem próxima da estimativa atual que é 4,5 bilhões de anos.
Rutherford realizou sua obra mais famosa após ter recebido esse prêmio.
Em 1911, ele defendeu que os átomos têm sua carga positiva concentrada
em um pequeno núcleo, e, desse modo, criou o modelo atômico de
Rutherford, ou modelo planetário do átomo, através de sua descoberta e
interpretação da dispersão de Rutherford em seu experimento da folha de
ouro. A ele é amplamente creditada a primeira divisão do átomo, em
1917, liderando a primeira experiência de "dividir o núcleo" de uma forma
controlada por dois alunos sob sua direção, John Cockcroft e Ernest
[Link] à sua memória, a Medalha e Prêmio Rutherford foi
instituída pelo Conselho da Sociedade de Física em 1939. A primeira

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palestra ocorreu em 1942. A palestra foi convertida em uma medalha e
prêmio em 1965, sendo a primeira Medalha e Prêmio Rutherford
concedida no ano seguinte.
Biografia de Ernest Rutherford
Ernest Rutherford nasceu em Spring Grove (atual Brightwater), cidade
portuária da ilha sul da Nova Zelândia, o quarto filho e segundo homem de
uma família de sete filhos e cinco filhas. Seu pai, James Rutherford, um
mecânico escocês, emigrou para a Nova Zelândia com toda a família em
1842. Sua mãe, nascida Martha Thompson, uma professora de inglês, com
sua mãe viúva, também se mudou em 1855.
Ernest recebeu a sua educação em escolas públicas. Aos 16 anos entrou
em Nelson Collegiate School. Graduou-se em 1893 em Matemática e
Ciências Físicas na Universidade da Nova Zelândia. Após ter concluído os
estudos, ingressou no Trinity College, Cambridge, como um estudante na
investigação do Laboratório Cavendish sob a coordenação de J. J.
[Link] na Inglaterra que Rutherford estudou as radiações de Urânio
em pesquisas feitas em colaboração com o Frederick Soddy. Em 1902,
ambos distinguem os raios alfa e beta e desenvolvem a teoria das
desintegrações radioativas espontâ[Link] oportunidade surgiu quando
o lugar de professor de Física na Universidade McGill, em Montreal ficou
vago. Em 1898 partiu para o Canadá, para assumir o posto. No mesmo
ano, foi nomeado professor de Física da Universidade McGill, em
Montreal, e em 1907 na Universidade Victoria em [Link]
época, Ernest formulou a hipótese de que a radiatividade não se tratava
de um fenômeno comum a todos os átomos, mas somente de uma certa
categoria. Esses estudos resultaram o livro Radiatividade, verdadeiro
marco na história do progresso científico.
Apesar de ser um físico, recebeu o Nobel de Química de 1908, por suas
investigações sobre a desintegração dos elementos e a química das
substâncias radioativas.
Ainda em Manchester, trabalhando em conjunto com Hans Geiger e
Thomas Royds, Rutherford elucidou a natureza da chamada radiação alfa.
Após comprovar que esta é formada por partículas com o dobro da carga
elétrica de um elétron, em 1907 Rutherford e seus colegas elaboraram um
experimento engenhoso no qual partículas alfa foram acumuladas em um

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tubo de vidro evacuado. Ao passar uma corrente elétrica pelo tubo,
puderam observar claramente o espectro do gás hélio, provando assim
que as partículas alfa eram na verdade átomos de hélio ionizados, mais
tarde identificados como núcleos de hélio.

Rutherford na Universidade McGill em 1905


Rutherford realizou seus trabalhos mais famosos depois de receber o
prêmio Nobel de 1908. Sob sua direção, em 1909 Hans Geiger e Ernest
Marsden realizaram o famoso experimento, o qual demonstrou a natureza
nuclear dos átomos através da deflexão de partículas alfa atravessando
uma fina folha de ouro. Nesse experimento, Rutherford pediu a Geiger e
Marsden que procurassem por partículas alfa refletidas por ângulos muito
grandes, algo que não seria esperado dadas as teorias atômicas da época.
Embora raras, tais deflexões foram de fato observadas, algo que
Rutherford mais tarde descreveu como "... o evento mais incrível que
aconteceu comigo em toda a minha vida. Foi quase tão incrível quanto se
você atirasse um projétil de 15 polegadas num lenço de papel e ele
ricocheteasse de volta e o atingisse". Para conseguir explicar a forma
precisa com que as deflexões dependiam do ângulo, Rutherford foi levado
em 1911 a formular o modelo atômico que leva seu nome - no qual
concebeu o átomo como constituído de um núcleo minúsculo de carga
positiva, contendo quase toda a massa do átomo, e orbitado por
elé[Link] na concepção de Rutherford, o físico dinamarquês Niels
Bohr idealizaria mais tarde um novo modelo atômico.
Em 1919, antes de deixar Manchester para assumir a direção do
Laboratório Cavendish em Cambridge, Rutherford se tornou a primeira
pessoa a deliberadamente transmutar um elemento em
[Link] nitrogênio puro com radiação alfa, ele foi capaz de
converter núcleos de nitrogênio em oxigênio. Nos produtos dessa reação
nuclear, identificou partículas idênticas a núcleos de hidrogênio,
demonstrando que estes eram partes constituintes do núcleo de
nitrogênio - e, por inferência, provavelmente de outros núcleos também.
Tal construção já havia sido suspeitada há tempos devido ao fato de a
massa atômica de todos os elementos serem aproximadamente um
múltiplo da do hidrogênio (Hipótese de Prout). Por conta dessas
considerações, em 1920 Rutherford postulou então que o núcleo de
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hidrogênio deveria ser uma partícula fundamental, que ele denominou
próton, a qual seria o elemento constituinte de todos os demais núcleos.
Tais fatos levaram a que Rutherford fosse considerado como o fundador da
física nuclear.

Primeira Conferência de Solvay, em 1911. Ernest Rutherford é o quarto de


pé, a partir da direita
Rutherford dirigiu o Laboratório Cavendish desde 1919 até à sua morte,
período em que foi Professor Cavendish de Física. Sua liderança e trabalho
inspiraram duas gerações de cientistas.
Foi presidente da Royal Society de 1925 a 1930.
Recebeu a Ordem de Mérito em 1925 e em 1931 foi condecorado Barão
Rutherford de Nelson, Cambridge, um título que foi extinto depois da sua
inesperada morte, enquanto aguardava uma cirurgia de hérnia umbilical.
Após tornar-se um Lord, ele só poderia ser operado por um médico
também nobre (uma exigência do protocolo britânico) e essa demora
custou-lhe a [Link] em 19 de outubro de 1937 em Cambridge, e
suas cinzas foram enterradas na Abadia de Westminster, perto das tumbas
de Isaac Newton e outros grandes cientistas.
Participou da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 7ª Conferência de Solvay.

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[Link]áfica
The Franklin Institute. Consultado em 1 de julho de 2015. Cópia arquivada
em 1 de julho de 2015
Líria Alves. «Ernest Rutherford». R7. Brasil Escola. Consultado em 29 de
agosto de 2012
«Ernest Rutherford: British-New Zealand physicist». Klick Educação (em
inglês). Encyclopædia Britannica. Consultado em 29 de agosto de 2012
«Biography». Nobel Lectures (em inglês). Nobel [Link]. Consultado em
29 de agosto de 2012
M. S. Longair (2003). Theoretical concepts in physics: an alternative view
of theoretical reasoning in physics. [S.l.]: Cambridge University Press.
p. 377–378. ISBN 9780521528788
BRENNAN, Richard P. (2012). Gigantes da Física: uma história da física
moderna através de oito biografias. Rio de Janeiro: Zahar. pp. 90–92
«Ernest Rutherford - Biografia». UOL - Educação. Consultado em 29 de
agosto de 2012
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vols. (Cambridge: Cambridge University Press, 1922–1958) ACAD - A
Cambridge Alumni Database

Rutherford, Ernest (1911). «The scattering of alpha and beta particles by


matter and the structure of the atom». Philosophical Magazine, volume
21, pag. 669-688
Ramsay, D.A. (2001). «Book review of Rutherford, Scientist Supreme by J.
Campbell». ISI Short Book Reviews (em inglês). International Statistical
Institute. Consultado em 5 de maio de 2008

Página 12 de 13
Heilbron, J. L. Ernest Rutherford and the Explosion of Atoms. Oxford:
Oxford University Press, 2003; pp. 123-124. Acessado 3 Jan 2012. (em
inglês)
Ernest Rutherford (em inglês) no Find a Grave

Referências da medalha de rutherford


About us, Instituto de Física.
History, The Rutherford Medal and Prize, Instituto de Física.
[Link]
Recipients, The Rutherford Medal and Prize, Instituto de Física.

Bibliografia

•María José T. Molina.. Mecánica Global e Astrofísica: Teoria da


Equivalência Global , Editora Molwick - 268 páginas. ISBN 8-415-

Referências
Modelo atômico de Rutherford
«Modelo Atômico de Rutherford». Consultado em 20 de agosto de 2014.
Arquivado do original em 24 de setembro de 2015
Falhas do modelo atômico

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