UNIVERSIDADE ROVUMA
EXTENSAO DE CABO DELGADO
Instituto superior de recursos naturais e ambiente
Curso de Licenciatura em Gestão do Ambiente e território
Teorias Geomorfologicas
Universidade Rovuma
Montepuez
2024
Luena Fazila Abdula
Curso de Licenciatura em Gestão do Ambiente e Território
Teorias Geomorfologicas
Trabalho de carácter avaliativo a ser submetida no
departamento de Geociências, curso de Gestão do
ambiente e do território II semestre do 1ano.
Docente: Alima Fernando Chitata
Universidade Rovuma
Montepuez
2024
Índice
1.Introdução.......................................................................................................................3
1.1.Objectivos....................................................................................................................3
1.1.1.Objectivo Geral........................................................................................................3
1.1.1.1.Objectivos Específicos..........................................................................................3
2.Aspectos Gerais da Geomorfologia................................................................................3
3.Génese das Formas de Relevo em Moçambique............................................................4
3.1.Superfícies dos cumes e cristas, de origem intrusivo-tectónica..................................5
3.2.Superfícies dos cumes e cristas, de origem intrusivo-tectónica e erosivo-desnudada 5
3.3.Superfícies dos cumes e cristas de origem erosivo-desnudada...................................6
3.4.Vertentes, vales e fundos dos rios...............................................................................7
3.5.Superfícies aplanadas que cortam o complexo de base (peneplanície de soco)..........7
3.6.Depressões erosivo-desnudadas e de acumulação.......................................................7
3.7.Depressões de acumulação..........................................................................................8
3.8.Superfícies de lavas.....................................................................................................8
4.Principais formas de Relevo de Moçambique e suas Características.............................9
4.1.Planícies.......................................................................................................................9
4.2.Planaltos......................................................................................................................9
4.2.1.Principais Planaltos de Moçambique......................................................................10
4.3.Montanhas.................................................................................................................10
5.Conclusão.....................................................................................................................12
6. Referência bibliográfica...........................................................................................13
1. Introdução
Moçambique é caracterizado pela ocorrência de uma grande diversidade
geológica (geodiversidade), da qual fazem parte locais geológicos com carácter
excepcional do ponto de vista científico, didático, turístico, etc., denominados por
geossítios
O presente trabalho debruça-se em torno da teoria geograficas na cadeira de
geomorfologia, curso de Licenciatura em gestão do ambiente e território, 1º Ano, na
Universidade Rovuma Montepuez. Em concernente as elaborações do mesmo usaram-se
vários artigos publicados na internet, livros, e entre outros, no que culminou a uma
pesquisa bibliográfica.
1.1. Objectivos
1.1.1. Objectivo Geral
Analisar o impacto da Geomorfologia de Moçambique.
1.1.1.1. Objectivos Específicos
Conceituar A Geomorfologia;
Conhecer a geomorfologia de Moçambique nas regiões norte, centro e
sul;
Descrever a morfoestruturas da geomorfologia de Moçambique;
Diferenciar os processos da estrutura da dinâmica da terra;
Conhecer as formas de relevo de Moçambique;
Descrever os principais planaltos de Moçambique;
Conhecer as principais cadeias montanhosas de Moçambique.
2. Aspectos Gerais da Geomorfologia
Segundo Ross (2010), afirma que:
“Geomorfologia é a ciência que estuda as formas de relevo
terrestre sob diversos pontos de vista. Na geografia física, essa
disciplina constitui uma área de fundamental importância, tendo
em vista que, assim como a paisagem (principal objeto de
estudo da geografia física), os relevos demandam análises
complexas para serem adequadamente compreendidos”.
O avanço dos conhecimentos no âmbito das ciências da Terra, em que se inclui a
Geomorfologia, deu-se principalmente a partir de meados do século XIX.
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Ross (2010), enfatiza que:
“Entretanto, as raízes desse impulso são encontradas desde o
período renascentista, quando foram resgatadas as obras gregas
e romanas. Contribuições como a do engenheiro e artista
italiano Leonardo da Vinci (1452 - 1519), no final do século
XV e do início do século XVI, sobre os processos erosivos e a
deposição fluvial, não chegaram a intensificar o interesse por
novas observações e ideias”.
Somente a partir do final do século XVIII e do início do século XIX,
começaram a ser materializadas correntes de pensamento que buscavam encontrar
respostas para a origem e a evolução da superfície terrestre.
O gênio da Renascença italiana, Leonardo da Vinci, ao encontrar, em grandes
altitudes, nos montes Apeninos, rochas com ocorrência de conchas, percebeu que tais
eventos guardavam semelhança com as conchas novas encontradas nos terrenos baixos
de depósitos recentes.
Diante dessas constatações, concluiu que o fato de se encontrar rochas com
conchas em diferentes altitudes e em diferentes inclinações indica um grande
soerguimento de terras que antes certamente eram parte do fundo do mar.
No século XVIII, destacaram-se os trabalhos de James Hutton (1726 -1797) e
John Playfair (1748 - 1819), nos quais elaboraram e divulgaram importantes obras no
sentido de explicar fenômenos relacionados à história natural da Terra.
James Hutton é considerado o precursor da Teoria do Atualismo, por ser o
primeiro a identificar a importância do conhecimento do presente para melhor
compreender o passado.
3. Génese das Formas de Relevo em Moçambique
Segundo Cumbe (2007, p. 6), afirma que “O relevo de Moçambique dispõe-se
em forma de anfiteatro onde se distingue uma zona montanhosa a Oeste, que decresce
em degraus aplanados até à planície litoral a Leste”.
Assim, de acordo com a altitude, identificam-se em Moçambique, planícies,
planaltos, montanhas e depressões. Cerca de metade (44%) do território moçambicano é
constituído por planície, com altitudes até 200 metros.
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“Com uma extensão maior (51%), ocorrem superfícies aplanadas com altitudes
compreendidas entre 200 e 1.000 metros, desenvolvidas na metade Norte de
Moçambique e constituindo o Planalto Moçambicano” (Cumbe, 2007).
Segundo Cumbe (2007, p. 8), afirma que “Distinguem-se em Moçambique duas
zonas planálticas. A primeira, de altitudes entre 200 e 500 metros é designada por
planaltos médios e está representada ao Norte do paralelo 17º Sul”.
A segunda, designada por altiplanáltica, tem altitudes superiores a 500 metros.
“A sua maior ocorrência verifica-se no Norte e Centro do País. A zona de
planaltos com altitudes entre os 200 e 500 metros, situa-se nas províncias de Cabo
Delgado, Nampula e interior de Inhambane” (Cumbe, 2007).
Segundo Cumbe (2007, p 8), enfatiza que “As áreas de montanhas que incluem
formas de relevo com altitudes superiores a 1.000 metros, são pouco extensas (5%) e
não constituem faixas contínuas, à semelhança dos planaltos. A sua maior ocorrência
regista-se a Norte do paralelo 21º Sul, nas províncias de Niassa, Zambézia, Tete e
Manica”.
Segundo Bondyrev (1983), enfatiza que “a geomorfologia de Moçambique pode
ser descrita pelas morfoestruturas que a seguir se descrevem”.
3.1. Superfícies dos cumes e cristas, de origem intrusivo-tectónica
Segundo Cumbe (2007, p. 8), afirma que “Fazem parte deste grupo
morfoestrutural”:
Relevos em patamar da zona do rifte: São representados pela elevação de
Cheringoma, a leste do maciço de Gorongosa. O planalto está muito
peneplanizado pelo facto de este se situar na intersecção dos grabens de
Chire-Urema e Zambeze. As altitudes variam entre 210 e 220m.
Relevos de desligamento;
Relevos intrusivos em patamar;
Relevos básicos;
Relevos graníticos: Este tipo de relevo é muito comum em Moçambique
e pode ser visto em todo território, a norte do rio Búzi.
3.2. Superfícies dos cumes e cristas, de origem intrusivo-tectónica e
erosivo-desnudada
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Cumbe (2007, p. 11), enfatiza que “Este grupo morfoestrutural é caracterizado
por”:
“Inselbergs” graníticos: Os “inselbergs” e formas relacionadas ocorrem
principalmente nos distritos de Nampula e de Ruvama-Mavago. Alguns
exemplos são os “inselbergs” clássicos de Murrupula (1.098m),
Nambiuca (1.288m) e Maadja.
Maciços erosivos-desnudados;
Relevos graníticos aplanados e em vias de rejuvenescimento: Estas
estruturas ocorrem no nordeste de Moçambique, no distrito de Meluco
(província de Cabo Delgado) e entre os rios Metamboa e Mucanha
(província de Tete). Distinguem-se quer pelas altitudes, quer pela própria
posição no quadro geral do relevo. A morfoestrutura de Meluco, por
exemplo, é uma elevação que tem aspecto de mesa, com pequenas
elevações de altitude variando entre 550 a 700m.
Relevos desnudados e parcialmente peneplanizados com cobertura
charnoquítica;
Relevos enrugados bem pronunciados, de origem quartzítica e xisto-
gnaissica;
Relevos estruturais altos e compartimentados: Este grupo de
morfoestruturas está amplamente representado em todo território de
Moçambique, para norte do rio Save. Fazem parte deste grupo as
montanhas mais altas de Moçambique, tais como, por exemplo, os cumes
ocidentais da parte central da cadeia Chimanimani, representados pelo
monte Binga (2.436 m), Mesurucero (2.176 m), Macace.
3.3. Superfícies dos cumes e cristas de origem erosivo-desnudada
Cumbe (2007, p. 12), afirma que “As superfícies dos cumes e cristas de origem
erosivo-desnudada são caracterizadas por”:
Relevos esculpidos por desnudação (ruiniformes): O relevo ruiniforme
está bem desenvolvido na província de Nampula, na região de Ribauè-
lalana.
Os montes afectados pela desnudação criam uma paisagem
absolutamente fantástica, nomeadamente os maciços Ribauè I (1.777 m),
Ribauè II (1.536 m), Norre (1.038 m), Lepe (1.154 m).
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Relevos suaves e compartimentados: As morfoestruturas deste tipo
ocorrem em todo o território de Moçambique e ocorrem nas zonas
periféricas dos sistemas montanhosos mais altos.
Relevos em cúpula de origem sedimentar;
Relevos suaves nas formações do Karoo;
Colinas nas zonas de sopé: O relevo de cuestas, representado por dobras
monoclinais, é característico das regiões constituídas por rochas
sedimentares. Este tipo de relevo está representado, por exemplo, pelos
estreitos cumes de cuestas do complexo sedimentar da margem direita do
rio Zambeze.
3.4. Vertentes, vales e fundos dos rios
Segundo Cumbe (2007, p. 15), afirma que “Este grupo morfoestrutural é
caracterizado por”:
Deslocamentos tectónico-gravíticos;
Fundos e vertentes dos vales sem aluviões típicos;
Fundos e vertentes dos vales com terraços rochosos e outros com
aluviões pouco espessos;
Leitos antigos cortando grés e conglomerados (Cretácico Superior
Quaternário Inferior);
Leitos abandonados cortando depósitos eluviais do Quaternário Inferior;
Plataformas litorais recobertas por conglomerados e arenitos cretácicos.
3.5. Superfícies aplanadas que cortam o complexo de base (peneplanície
de soco)
Cumbe (2007, p. 15), diz que “Este grupo morfoestrutural é caracterizado por”:
Superfícies aplanadas que intersectam o complexo de base, peneplanícies
e pedimentos (peneplanície de soco de origem extrusivo-desnudada);
Peneplanícies talhadas em rochas granitóides;
Pedimentos sobre o substrato basáltico (peneplanície de soco de origem
extrusivo-desnudada e de acumulação).
3.6. Depressões erosivo-desnudadas e de acumulação
Cumbe (2007, p. 16), diz que “As depressões erosivo-desnudadas e de
acumulação são”:
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Depressões ocupadas por lagos: Estas morfoestruturas ocorrem
principalmente a sul de Moçambique, nas províncias de Gaza e
Inhambane. Contudo, também ocorrem nos arredores de Lichinga na
província de Niassa. As principais morfoestruturas deste tipo estão
representadas por lagos na parte continental (Inhatuco, Nhangul,
Marrângua, etc.). A zona litoral é caracterizada pela ocorrência de lagoas
limitadas por dunas, do lado do oceano (Maiene, Massava, Quissico).
Depressões e colinas com cobertura de aluvião e proluvião
Fundos de depressões entre escarpas (zonas de rifte com sedimentos).
3.7. Depressões de acumulação
As depressões de acumulação incluem:
Pântanos que ocupam leitos móveis com depósitos proluvionare: Este
tipo de morfoestrutura ocupa uma área extensa da planície de Changani,
situada entre os rios Save e Limpopo, numa extensão de 2.100 km2. Os
leitos pantanosos dos rios conferem à paisagem um aspecto particular. As
altitudes médias oscilam entre os 50-60 m na parte SE e 85-90 m na parte
NW. Estas morfoestruturas encontram-se também na parte sul da
província de Maputo, no vale do rio Govuro em Vilanculos, na elevação
de Pempe em Homoine, ambos na província de Inhambane;
Pântanos formados por obstrução de depósitos aluviais;
Depressões com acumulação e terraços de erosão;
Planícies de acumulação formadas por materiais argilosos e de aluvião-
proluvião.
3.8. Superfícies de lavas
Fazem parte deste grupo morfoestrutural:
Planaltos, mantos e maciços de lavas alcalinas;
Vertentes dos maciços de lavas alcalinas;
Mantos basálticos do Terciário;
Maciços de riolitos jurássicos;
Relevos sieníticos.
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4. Principais formas de Relevo de Moçambique e suas Características
Segundo Nonjolo & Ismael (2017), afirma que “O relevo moçambicano é
constituído por 3 estruturas principais: planícies, planaltos e montanhas. Basicamente
existe uma certa sequência na sua disposição: do litoral para o interior o relevo vai de
planície a montanha, mas nalguns casos as montanhas ocorrem em plena planície”.
4.1. Planícies
Nonjolo & Ismael (2017), afirma que “Planície é um campo ou terreno com altos
e baixos, ou seja, é uma superfície plana. A planície litoral constitui cerca de 44% do
território nacional; ela desenvolve-se ao longo da costa e forma uma faixa estreita entre
as fozes do rio Rovuma e Zambeze”.
Na região sul do rio Save, a planície alarga-se ocupando a quase totalidade da
área.“Toda essa faixa litoral tem características altitudinais homogéneas, não
apresentando depressões ou elevações pronunciadas. Na Planície distingue-se distingue-
se altitudes que variam de 0 á 100 metros, junto do litoral entre os 100 e aos 200 metros
mais para o interior” (Nonjolo & Ismael, 2017).
É comum destacar ao longo dos Vales dos principais rios depressões de acumulação (ou
planície de inundações), nomeadamente:
A planície do Incomáti;
A planície do Limpopo;
A planície do Save;
A planície do Búzi;
A planície do Lúrio.
A planície litoral, é constituída por formações sedimentares. Trata-se de dunas
recentes por vezes desmanteladas pela erosão.
4.2. Planaltos
Segundo Nonjolo & Ismael (2017), afirma que “O planalto é a classificação dada
a uma forma de relevo constituída por uma superfície, com o cume mais ou menos
nivelado devido a erosão eólica. Em Moçambique os planaltos ocorrem em superfícies
aplanadas cujo as altitudes variam de 200 a 1000 metros”.
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Esse tipo de relevo ocorre principalmente nas regiões centros e norte do país,
sobre tudo nas províncias de Niassa, Nampula, Teté, Zambézia e Manica, constituindo o
planalto moçambicano” (Nonjolo & Ismael, 2017).
Nonjolo & Ismael (2017), enfatizam que “Desenvolvem- se no país duas
superfícies planálticas: os planaltos médios com altitudes que variam com 200 a 600
metros e os altiplanaltos com altitudes que variam a 600 metros. A principal
característica do planalto de Moçambique é a ocorrência de “Inselberg” montes
residuais e de altitudes”.
4.2.1. Principais Planaltos de Moçambique
Planalto de Moçambique: ocorrem nas províncias da Zambézia e
Nampula. As suas altitudes variam entre os 500 metros e aos 1000
metros.
Planalto de Moeda: ocorrem na província de Cabo Delgado;
Planalto de Lichinga: ocorre na província do Niassa;
Planalto de Maravia e Angonia: na província de Teté;
Planalto de Chimoio: na província de Manica.
4.3. Montanhas
Segundo Nonjolo & Ismael (2017), afirmam que “São formações que
ultrapassam mil metros de altitude. Elas diferenciam-se pelas altitudes mais elevadas em
relação a outras formas de relevo. As montanhas representam formas de relevo com
altitudes superiores a 100 metros”.
“Formam faixas não contínuas, isoladas constituindo apenas 5% do território
nacional. As superfícies montanhosas localizam-se principalmente nas províncias de
Niassa, Zambézia, Tete e Manica” (Nonjolo & Ismael, 2017).
As formações montanhosas em geral localizam nas regiões fronteiriças e
apresentam-se de uma forma mais dispersa.
Do norte ao Sul distingue-se as seguintes formações montanhosas:
A cadeia Maniamba-Amaramba: localizada na província de Niassa. A
serra jéci é o ponto mais elevado da província com mais de 1836 metros.
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As formações Chire- Namili: localizada na província da Zambézia. As
principais elevações desta Província são o monte Namili com 2419
metros e a serra Inago com 1807 metros de altitude.
As escarpas de Manica: localizada na província com o mesmo nome.
Nesta formação encontra-se o Monte Binga situado no maciço de
Chimanimani é o ponto mais elevado do país com 2436 metros de
altitude.
A cordinheira de Chimanimani: constitui um gigantesco maciço
rectangular de 35 quilómetros de comprimento e 8 a 10 quilómetros de
largura. Estande-se ao longo da fronteira do Zimbábue.
A cadeia dos Libombos: localiza-se na parte ocidental da província de
Gaza e Maputo. Alberga os montes Libombos, representados por dois
alinhamentos montanhosas paralelos de cerca de 900 km de comprimento
e 30 km de largura, no máximo é a continuação da cadeia de
Drakensberg da África do sul. A maior altitude da Área é o monte M’
poduine com 809 metros, no distrito de Namaacha.
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5. Conclusão
No que concerne ao término do trabalho, conclui-se que a superfície do território
moçambicano não é homogénea, aparenta zonas altas, baixas e zonas planas. A
configuração do relevo de Moçambique é o resultado de dois processos: o processo
interno ou endógenos (vulcânismos e outros), que dão origem as formas do relevo. O
processo externo e exógenos (acção do vento, água dos rios, das chuvas, das marés) que
são responsáveis pela redução do relevo aplanando-o ou baixando-o.
Conclui-se também que o relevo de Moçambique é formando por três formas
principalmente de relevo nas quais se destacam: Planície, planaltos e Montanhas
dispondo-se em forma de escadarias, sucessivamente do litoral ao interior desde a forma
mais baixa e alta. Está disposição de relevo é geral, pois nalguns casos há montanhas
que se erguem em plenos planaltos e noutros casos as montanhas só se verificam na
fronteira Ocidental do País.
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6. Referência bibliográfica
1. Cumbe, A. N. F. (2007). O Património Geológico de Moçambique:
Braga
2. Nonjoloo, A. I & Ismael, A. I. (2017). G10- Geografia 10ª classe.
Maputo
3. Ross, J. L. S. (2010). Geomorfologia: ambiente e planejamento. São
Paulo
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