E-Book Juca Bala - (Oficial) PDF
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BMW
E-BOOK
BEM VINDO!
Caro reparador mecânico,
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BMW NO BRASIL
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NOMENCLATURAS &
CARROCERIAS
Os nomes dos modelos da BMW podem ser confusos! Da
escala de números ascendentes a adições como os modelos
xDrive e M. Felizmente, a BMW segue padrões em toda a
linha que são simples quando você os aprende.
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SÉRIE 4 Cupê compacto de duas portas
também disponível como conversível
ou Gran Coupé de quatro portas
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MODELOS X MODELOS Z
Série de SUVs maiores e Roadster conversível de duas
crossovers do X1 ao X7, com portas.
modelos M disponíveis.
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O QUE SIGNIFICAM AS LETRAS NOS MODELOS BMW?
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Além das nomenclaturas em relação às séries, também há outra nomenclatura para as
carrocerias, variando de E até G conforme a evolução. Os modelos mais antigos
pertencem a carroceria E, posteriormente passaram a utilizar F e os modelos atuais são
de carroceria G. Abaixo estão listadas as carrocerias BMW de acordo com a série:
E36
E90
10
F30
G20
BATERIAS
Um dos itens mais importantes do veículo, ainda mais nos dias atuais onde a
tecnologia já avançou bastante em relação aos veículos antigos e vem
avançando cada vez mais. Isso fez com que a quantidade de itens
eletro/eletrônicos nos carros aumentasse consideravelmente.
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Schedule
SENSOR DE BATERIA
INTELIGENTE
INTELLIGENT BATTERY SENSOR (IBS)
Sensor Inteligente de Bateria Este sensor tem a função de monitorar a
corrente que passa pela bateria, tanto a
que entra na bateria quanto a que sai.
Além disso, também monitora a
capacidade de carga e a temperatura. É
instalado no polo negativo e sua
comunicação com os outros módulos do
veículo é feita através da Rede LIN.
CAIXA DE DISTRIBUIÇÃO/
CAIXA DE FUSÍVEIS
A distribuição de energia entre os
veículos, tanto nacionais quanto
importados, são muito parecidas e
seguem uma estrutura base.
Geralmente essa estrutura é
composta por caixas de fusíveis, e as
localizações são:
O veículo é programado/codificado
através do acesso Ethernet. A rede
geral consiste em vários sistemas de
barramento que garantem a
comunicação entre as unidades de
controle individuais.
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K-CAN
K-CAN a K-CAN8
PT-CAN
O PT‐CAN conecta o sistema de controle do motor com a
unidade de controle da transmissão, mas também interliga
sistemas na área de segurança e sistemas de assistência ao
motorista. É baseado em linha com linhas de derivação para os
sistemas individuais. O PT-CAN tem uma taxa de transferência
de dados de 500 kBit/s e consiste em 2 núcleos trançados.
PT-CAN2
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Flexray
MOST
Ethernet
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LIN
O barramento LIN é um sub-barramento e significa:
Barramento de rede de interconexão local. O barramento de
rede de interconexão local (barramento LIN) é um barramento
serial de fio único, padronizado para a indústria automotiva. O
barramento de rede de interconexão local (barramento LIN) é
usado principalmente em uma combinação de mestre e
escravo. O barramento LIN é usado para uma comunicação
rápida e segura entre a unidade de controle mestre e a
escrava.
D-CAN
Rede utilizada para diagnóstico. Interliga a tomada de
diagnóstico com a gateway. As comunicações de diagnóstico
são aceleradas através do módulo de gateway central (ZGM).
O acesso do veículo é fornecido pelo diagnóstico CAN (D-CAN)
com uma taxa de transmissão de 500 kBit/s.
ARQUITETURA DE REDE
Rede K-CAN2
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Rede PT-CAN2
Rede LIN
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Schedule
Módulo FRM
O módulo FRM é um ponto nodal elétrico localizado na área dos pés do lado do
motorista. O módulo footwell capta os sinais das portas e controla a iluminação.
Também é a interface para o painel.
Os seguintes componentes são controlados pelo FRM: espelhos externos,
acionamento da janela elétrica, farol, luzes traseiras, faróis de nevoeiro, luz de
parada central alta, luz indicadora de direção auxiliar, iluminação frontal de
cortesia, iluminação de cortesia traseira, luz da matrícula, os dois controladores
de motor de passo para os motores de passo do farol adaptativo.
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CAIXA DE JUNCTION BOX
ELECTRONICS (JBE)
JUNÇÃO
ELETRÔNICA
O módulo JBE é responsável por
executar as seguintes funções:
Botão DSC;
Aquecimento do jato do espelho/lava-vidros;
Aquecimento do banco;
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SISTEMA DE
ACESSO AO CARRO
CAR ACCESS SYSTEM (CAS)
Imobilizador eletrônico;
Sistema de travamento
central;
Acesso Conforto;
Bloqueio eletrônico de
direção;
Vidros elétricos;
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CAR ACCESS SYSTEM (CAS)
O CAS compreende as seguintes funções:
Controle terminal;
Início de conforto; Módulo CAS
MÓDULO ELETRÔNICO
FRONTAL
FRONT ELECTRONIC MODULE (FEM)
O módulo FEM já é uma nova geração de unidade de
controle, mais comum de ser encontrada nos veículos
de carrocerias F. Neste módulo estão acopladas as
unidades FRM, CAS e JBE, além da ZGM, gateway que
interliga os barramentos de rede do veículo. Essas
unidades anteriormente separadas e instaladas em
locais diferentes no veículo, foram unificadas em um só
módulo. Juntas controlam a maior parte dos sistemas
elétricos/eletrônicos do veículo. A unidade de controle
FEM está localizada no lado do passageiro na região
dos pés.
21 Módulo FEM
MÓDULO ELETRÔNICO
TRASEIRO
REAR ELECTRONIC MODULE (REM)
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CONTROLE
BODY DOMAIN
DE DOMÍNIO CONTROL (BDC)
DE CORPO
O controlador de domínio da carroceria (BDC) é
a unidade de controle central na eletrônica da
carroceria. O módulo de gateway central (ZGM)
é uma unidade de controle virtual
independente integrada no Body Domain
Controller (BDC).
A BDC é uma unidade de controle
recentemente desenvolvida com muitas
funções integradas. O objetivo é reduzir o
número de unidades de controle e melhorar a
rede de componentes. Ao mesmo tempo, a
otimização do chicote elétrico reduz a
capacidade física do barramento.
Esta unidade integrou o módulo FEM (que já
inclui os módulos CAS, FRM e JBE) com o
módulo REM. Com essa nova geração da
unidade, praticamente toda a parte de controle
dos componentes elétricos/eletrônicos é a BDC
quem comanda.
Módulo BDC
MÓDULO COMBOX
No módulo combox podem ser incluídas duas
unidades, a combox multimídia (CBX-MEDIA) e a
chamada de emergência combox (CBX- ECALL).
Há veículos em que o módulo combox funciona
apenas para parte de multimídia. As funções esta
unidade oferece ao condutor são: conexão de
dispositivos de áudio via Bluetooth, acoplamento
simultâneo de telefones celulares e dispositivos
de áudio via Bluetooth, contatos com imagens,
atualização de software diretamente pelo cliente,
conexão de certos iPods via cabo, exibição da
capa para álbuns, mensagem de texto SMS do Módulo Combox
Office, calendário e notas do celular, escritório
com e-mail a partir do telemóvel, internet via A comunicação com o rádio é feita via rede MOST.
telemóvel.
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A Headunit pode ser HU-B (Headunit Basis) ou HU-H (Headunit High).
Sintonizador digital (DAB); Sintonizador digital EUA (IBOC); Rádio via satélite (SDARS).
A última geração do Headunit Basis está agora equipada com uma linha CVBS ou, para
navegação, duas linhas CVBS. A unidade de controle HU-H é usada como uma unidade
principal. O auto-rádio High é o auto-rádio no anel MOST (para veículos com MOST). Caso
contrário, o Headunit High é conectado ao
K-CAN (dependente da série, por exemplo,
para K-CAN2 ou K-CAN4). As mudanças
perceptíveis para a versão alta do auto-rádio
são:
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Funcionalidade WLAN e Bluetooth (reprodução de áudio via WLAN);
IDRIVE
CENTRAL
INFORMATION
DISPLAY (CID)
O visor central de informações (CID)
é uma unidade de exibição gráfica.
O Central Information Display é um
display com tecnologia combinada
de LCD e TFT (LCD = display de
cristal líquido, TFT = transistor de
filme fino). O display central de
informações possui retroiluminação
por meio de LEDs.
iDrive (CID)
O visor central de informações é conectado diretamente à unidade
principal por meio de uma linha de dados APIX. A exibição de informações
central representa dados de imagem fornecidos pela unidade principal
(headunit). Com esta tecnologia, o display central de informações não
possui mais uma conexão CAN. Assim, o display central de informações
não é mais uma unidade de controle na faixa de diagnóstico.
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CONTROLADOR DO IDRIVE
CONTROLLER (CON)
O controlador é o elemento operacional central para as funções
do veículo que podem ser selecionadas e configuradas no display
central de informações. O painel de controle e a unidade de
controle do controlador (CON) foram combinados em um único
componente. Existem 5 teclas seletoras fixas dispostas ao redor
do controlador. Essas teclas seletoras agora permitem a seleção
de metade de todos os sub-menus.
CON
RECEPTOR DE
CONTROLE REMOTO
Tem a função de receber os sinais de
rádio da chave remota e retransmitir
esses sinais para o módulo de acesso
do veículo, nos veículos anteriores
essa informação ia para o módulo
CAS ou FEM, na linha atual quem
recebe esses sinais é a BDC.
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ANTENA DE CHAVE
PRESENCIAL
Para os veículos que possuem a chave presencial,
há algumas antenas internas que permitem que o
condutor dê a partida no veículo sem precisar
inserir a chave em nenhum alojamento. Quando
essas antenas falham, o condutor precisa
aproximar a chave próximo a coluna da direção
para funcionar o veículo. No acabamento plástico
da coluna de direção há uma antena de Antenas internas
emergência justamente para esse caso.
GERENCIAMENTO
INTEGRADO DE CHASSIS
INTEGRATED CHASSIS MANAGEMENT (ICM)
Há dois objetivos principais em relação ao
módulo ICM: aumentar o desempenho do
controle de estabilidade de direção
individual e melhorar a interação dos
sistemas individuais de controle de
estabilidade de direção.
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MÓDULO DO AIRBAG
CRASH SAFETY MODULE (ACSM)
As tarefas que o módulo ACSM realiza são:
detecção de uma situação de acidente crítica
para os ocupantes e a ativação dos sistemas de
retenção necessários (seletivamente
dependendo da gravidade do acidente e do tipo
de acidente).
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CHAVE SELETORA
DE MARCHA
GEAR SELECTOR SWITCH (GWS)
Há dois tipos de GWS, com acionamento mecânico e com
acionamento eletrônico. Em ambos os casos possuem
comunicação via rede CAN. Sua principal função é
selecionar a marcha do veículo (P, N, R e D). O controle
eletrônico serve para registrar a posição da alavanca
através de sensores e inibir mudanças de marchas
inadequadas.
CONTROLE
ELETRÔNICO DA
TRANSMISSÃO (EGS)
A unidade de controle da transmissão processa os sinais
da caixa de câmbio, do motor e do veículo. O sistema de
controle calcula a marcha correta usando os parâmetros
de entrada e os dados armazenados. O sistema de Controle Eletrônico Transmissão 8HP
controle também calcula o fornecimento de pressão
ideal para a seleção de marcha, bem como o ajuste da
pressão hidráulica ao torque a ser transferido. Os
parâmetros de entrada são transferidos para o PT- CAN.
Os parâmetros de entrada são, por exemplo, a escolha
do motorista (posição da alavanca seletora por meio da
chave seletora de marchas), rotação do motor,
temperatura do motor e período de injeção.
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CHAVE DE SETA
O conjunto de interruptores tem as seguintes
funções: fazer a leitura dos sinais dos
interruptores do volante multifuncional,
fornecimento de saída de dados via rede LIN
(exemplo: sinal de seta, solicitação de
acionamento do limpador de para-brisa,
relampejo) e sinais de retransmissão (bolsa do
airbag do motorista).
Chave de seta
SISTEMA INTEGRADO DE
AQUECIMENTO/ AR
CONDICIONADO
AUTOMÁTICO (IHKA)
É um sistema de controle de aquecimento
integrado ao ar condicionado. Através deste
módulo, do comando e de sensores, a
temperatura interna do veículo pode ser
controlada automaticamente. Também é
possível selecionar a temperatura desejada,
podendo ser diferentes tanto para o motorista
quanto para o passageiro.
Módulo IHKA
CENTRAL DE FUNÇÕES
DO TETO (FZD)
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PAINEL DE
INSTRUMENTOS (KOMBI)
MÓDULO DE INJEÇÃO
DIGITAL MOTOR ELECTRONICS (DME)
O módulo de injeção na linha BMW é conhecido como DME. Assim como
em qualquer central de injeção, a DME recebe sinais de entrada através de
sensores, a partir desses e de outros valores de setpoint determinados na
unidade de controle por meio de um modelo de cálculo, a unidade de
controle do motor consegue ativar os atuadores. A DME está ligada aos
barramentos FlexRay, PT-CAN, PT-CAN2 e LIN.
BICOS INJETORES
O injetor pulveriza o combustível na câmara de
combustão sob alta pressão. O injetor abre a ponta
da agulha do bico para dentro. A folga do anel
molda a injeção de alta precisão e garante uma
divergência uniforme em forma de cone. O injetor
é uma válvula multifuros de abertura interna com
alta variabilidade em relação ao ângulo do jato e à
forma do jato.
Bico injetor
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BOMBA D’ÁGUA
Em muitos modelos BMW é utilizada a bomba d’água
elétrica. Essa bomba é comandada via rede LIN pelo
módulo de injeção. O controle do motor determina a
potência de resfriamento necessária de:
Carga do motor;
Faixa de operação;
Sinais dos sensores de temperatura do
refrigerante.
O servomotor possui uma engrenagem helicoidal, que ativada aciona uma outra engrenagem em
um eixo excêntrico. Este eixo por sua vez possui cames que estão posicionados na direção dos
balancins das válvulas de admissão. Quando os cames do eixo excêntrico tocam os balancins, ele
altera a elevação da válvula de admissão, podendo assim, controlar a quantidade de ar que entra no
motor. Esse sistema possui também sensores para monitorar a posição do eixo. Anteriormente, esses
sensores eram instalados separados do motor do valvetronic, atualmente, os sensores foram
integrados ao motor em uma única peça. Com os motores trifásicos e com cinco sensores, os
sistema valvetronic tem uma precisão enorme para controlar a quantidade de entrada de ar.
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VANOS
É o nome dado ao sistema de polias variáveis na linha BMW.
O sistema tem o seguinte funcionamento:
MARCHA LENTA
Durante a marcha lenta, as árvores de cames são ajustadas
de modo que haja uma leve sobreposição das válvulas para
otimizar o consumo de combustível e proporcionar uma
operação suave. A menor sobreposição das válvulas é VANOS
conseguida através da abertura máxima das válvulas de
admissão e exaustão. As válvulas solenóides VANOS são
desativadas nesse momento. Essa mesma posição da
árvore de cames é mantida quando o motor é desligado.
Nesse estado, os ajustadores do comando de escape são
bloqueados, permitindo um ajuste estável da árvore de
cames durante a próxima partida do motor. Esse ajuste da
árvore de cames também é alcançado quando a bomba de
óleo ainda não forneceu a pressão adequada para o ajuste
estável da árvore de cames. No primeiro pedido de ajuste, o
óleo que entra desbloqueia novamente os ajustadores dos
cames de escape.
POTÊNCIA DE SAÍDA
Com o objetivo de obter um alto torque nas baixas rotações
do motor, as válvulas de escape são retardadas na abertura.
Isso possibilita uma expansão mais prolongada da ignição,
permitindo que o pistão se mova por um maior intervalo de
tempo. Em contrapartida, em altas rotações do motor, uma
sobreposição maior das válvulas é aceita (a válvula de
escape abre mais cedo e a válvula de admissão abre mais
tarde), produzida em um rendimento maior.
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CAIXA DE DIREÇÃO
ELÉTRICA
ELECTROMECHANICAL POWER STEERING (EPS)
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