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Diferenças EIII e EV - 900

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Global Training

Componentes do motor
Modelos da série 900
(Euro V)

Instrutor
Este documento destina-se somente para treinamento. Os exercícios executados não
podem ser implementados diretamente na prática. Devem ser sempre seguidos a
legislação, os regulamentos e as especificações específicas de cada país.

Este documento e todas as suas seções são protegidos pela legislação de direitos Observação:
autorais. O seu uso para qualquer outra finalidade exige o consentimento prévio por O termo “empregados” não implica em preferência de
escrito da DaimlerChrysler AG. Isso se aplica particularmente à sua reprodução, gênero e o gênero masculino incorporado e se refere
distribuição, modificação, tradução, gravação em microfilme ou armazenamento e/ou indiferentemente aos gêneros masculino e feminino.
processamento em sistemas eletrônicos, incluindo bancos de dados e serviços on-line.
Sumário
Observação importante................................................................................................................................................................................................... 3
Modificações técnicas do modelo da série 900 EURO V ................................................................................................................................................ 4
Quais são os componentes básicos da tecnologia BlueTec5? ...................................................................................................................................... 4
Baumusters de motores Euro V .................................................................................................................................................................................. 5
Cabeçote .................................................................................................................................................................................................................... 6
Junta do cabeçote ....................................................................................................................................................................................................... 7
Bloco do motor .......................................................................................................................................................................................................... 8
Bielas ......................................................................................................................................................................................................................... 9
Casquilhos bipartidos da biela .................................................................................................................................................................................. 10
Êmbolos ................................................................................................................................................................................................................... 11
Anéis dos êmbolos ................................................................................................................................................................................................... 12
Pino do êmbolo ........................................................................................................................................................................................................ 13
Árvore de manivelas ................................................................................................................................................................................................ 13
Semi casquilhos dos colos principais ........................................................................................................................................................................ 14
Árvore de comando de válvulas................................................................................................................................................................................ 15
Guias das válvulas.................................................................................................................................................................................................... 17
Assentos postiços das válvulas de admissão, assentos postiços das válvulas de escapamento .................................................................................... 17
Porta injetor combinado ........................................................................................................................................................................................... 18
Tubos curtos de pressão (caneta) e tubulações de injeção ......................................................................................................................................... 18
Flange do freio motor ............................................................................................................................................................................................... 19
Unidade injetora ....................................................................................................................................................................................................... 18
Compressor de ar ..................................................................................................................................................................................................... 20
Turbocompressor ..................................................................................................................................................................................................... 21
Bomba do líquido arrefecimento .............................................................................................................................................................................. 22
Circuito de combustível dos modelos da série 900........................................................................................................................................................ 23
Exercício 1 ............................................................................................................................................................................................................... 25
Exercício 2 ............................................................................................................................................................................................................... 26
Circuito de óleo dos modelos da série 900 .................................................................................................................................................................... 27
Exercício 1 ............................................................................................................................................................................................................... 27
Exercício 2 ............................................................................................................................................................................................................... 28
Exercício 3 ............................................................................................................................................................................................................... 29
1
Sistema SCR .................................................................................................................................................................................................................. 1
Sistema SCR - Operação com sensor NOx ................................................................................................................................................................. 1
Bomba do SCR .......................................................................................................................................................................................................... 3
Aparelho dosador do SCR .......................................................................................................................................................................................... 6
Suprimento de ar comprimido ao SCR ....................................................................................................................................................................... 9
Suprimento de ar comprimido para veículos sem chave geral ..................................................................................................................................... 9
Suprimento de ar comprimido ao SCR - Veículos com chave geral) ......................................................................................................................... 12

2
Observação importante
Os documentos de treinamento aqui apresentados são apenas para caráter informativo, não estão sujeitos à atualização constante. Para trabalhar no
veículo, devem ser usadas as literaturas de apoio de oficina mais atualizadas (por exemplo, rede EPC, rede WIS, DAS, ferramentas especiais) do
fabricante para o veículo em manutenção, nunca considerar que as peças e as medidas do motor Euro 5 é igual ao Euro 3 sem antes consultar a
literatura existente.

3
Modificações técnicas do modelo da série 900 EURO V

Quais são os componentes básicos da tecnologia BlueTec5?

Os componentes básicos da tecnologia BlueTec5 para atingir a


Norma Proconve P7 (Euro5) consistem de:
-Um motor altamente eficiente e
-Sistema de redução catalítica seletiva (SCR).

Motor eficiente:
• Foram feitas extensas modificações de desenho no motor.
• Materiais do motor mais resistentes.
• Aumento na eficiência.

Sistema de Redução Catalítica Seletiva:


• Um sistema de redução de emissão preferido na Europa
• Redução NOx por meio do catalisador SCR
• O agente redutor Arla32 tem reservatório separado
• Satisfaz os limites de emissões da Norma Proconve P7

4
Baumusters de motores Euro V

5
Cabeçote

Uma tampa de fechamento na parte traseira do cabeçote


que fecha um orifício necessário para a produção foi
substituído pelo flange do líquido de arrefecimento para
a válvula eletromagnética de calefação do depósito de
SCR para veículos com sistema de aquecimento (vide
seta).

Um parafuso de fechamento lateral no cabeçote foi


substituído por uma união roscada (1) que serve para
fixação do suporte do dosador.

O material do cabeçote nos motores 924.9 e 926.9 foi


trocado para ferro colado com grafite vermicular (GJV-
400). O cabeçote teve como conseqüência uma
resistência maior.

1 União roscada

6
Junta do cabeçote

Nos motores 924.9 e 926.9 foram modificados na junta Nos motores com estas modificações foi melhorada a
do cabeçote os elementos de vedação elastômeros (vide vedação entre o cabeçote e o bloco do motor.
seta A) e as bordas (vide seta B).

A Elemento de vedação elastômero


A Bordas

7
Bloco do motor

Nos motores 924.9 e 926.9 foi modificado o material do Com esta modificação de material o bloco do motor
bloco do motor para ferro colado com grafite vermicular recebe uma resistência maior, para suportar
(GJV-400). solicitações mais elevadas.

8
Bielas

Na cabeça da biela e na tampa


da mesma foi reduzida a
largura (A) da superfície de
apoio para os casquilhos
bipartidos da biela (1) e foram
adaptados assim aos mancais
da biela modificados na árvore
de manivelas.

Nos motores 924.9 e 926.9 foi


mudado o material da biela e
reforçada a haste da mesma.

A biela com estas


modificações possui uma
resistência maior.

A bucha da biela (2) se adapta


por usinagem e o diâmetro
interno desta bucha da biela
(2) foi modificado para 44 mm.
1 Semi casquilhos da biela
2 Bucha do pé da biela
A Largura da superfície de apoio para
os casquilhos bipartidos

9
Casquilhos bipartidos da biela

Foi reduzida a largura dos casquilhos


bipartidos da biela e foram adaptados assim
aos munhões dos mancais das bielas
modificados na árvore de manivelas.

Os casquilhos bipartidos das bielas são


fabricados a base de um material sem
chumbo. Este material atende ao
regulamento ambiental.

10
Êmbolos

Na cabeça do êmbolo modificado o formato da


cavidade, com a qual é reduzida parte de
fuligem na combustão.

A relação de compressão nos motores 900.9 e


902.9 e nos motores 924.9 e 926.9 é (▄) 17,5.
A pressão de ignição foi aumentada nos
motores 900.9 e 902.9 para 180 bar e nos
motores de cilindrada incrementada 924.9 e
926.9 para 190 bar.

Nos motores 924.9 e 926.9 foi modificado o


material dos êmbolos. Foi reduzido o contorno
do êmbolo encima do primeiro anel (área desde
a cabeça do êmbolo até o primeiro encaixe do
anel).

Com esta modificação foi aumentada a


resistência da cabeça do êmbolo.

Os êmbolos dos motores 924.9 e 926.9 podem


possuir um canal de arrefecimento de forma
anular. Neste canal de arrefecimento é injetado
óleo do motor, através do orifício de injeção
pelo injetor de óleo. O óleo sai pelo orifício
oposto. Faz-se necessário verificar na literatura
existente a necessidade ou não de êmbolo com
canal, que varia em função da potência do Esquema do êmbolo em corte
motor.

11
Anéis dos êmbolos

Nos motores 924.9 e 926.9 utiliza-se um anel do Devido à forma modificada do anel do êmbolo (cônica)
êmbolo mais alto (40 na ranhura 1 (anel de seção e necessária, ao montar o anel do êmbolo (5) no
trapezoidal com ângulo interno). Também neste anel mesmo, observar a marca indicadora da posição de
foi modificado o ângulo trapezoidal (E) e foi efetuado montagem “TOP” (seta F). Com esta modificação se
um ângulo interno (seta D). No anel do êmbolo (5) da consegue um efeito raspador melhor e se otimiza o
ranhura 3 (anel de chanfros convergentes com mola consumo de óleo do motor. Não foi modificado o anel
espiral) foi modificado o recobrimento e a forma do do êmbolo na ranhura 2 (anel de compressão com cara
anel do êmbolo. de roce oblíqua, com ângulo interno).

12
D Ângulo interno
4 Anel do êmbolo E Ângulo trapezoidal
5 Anel do êmbolo F Marca de posição “TOP”

Pino do êmbolo

Nos motores 924.9 e 926.9 foram reforçados para


44 mm os diâmetros externos dos pinos dos
êmbolos, para conseguir uma resistência maior.

Árvore de manivelas

Nos colos dos mancais das bielas foram


aumentados para 4 mm os raios de transição
(vide setas).
Devido aos raios de transição maiores (vide
setas) foi aumentada a resistência da árvore de
manivelas.

13
Semi casquilhos dos colos principais

Os casquilhos dos colos principais são fabricados a base de materiais


sem chumbo. Este material atende as normas regulamentares sobre
a eliminação de veículos usados.

14
Árvore de comando de válvulas

A árvore de comando de válvulas para os motores

15
924.9 e 926.9 é fabricada com aço de cimentação
aleado usinado a frio e temperado por cimentação,
existem três versões de comando para a série 900 que
variam em função da potência do motor.

Esta modificação foi necessária devido a maiores


forças que exercem as bombas de injeção solidarias ao
bloco do motor.

Nos ressaltos da bomba solidária da árvore de


manivelas foi modificado o contorno dos ressaltos e
como conseqüência, se modificou também o inicio de
alimentação das bombas de injeção solidárias ao bloco
do motor.

Os mancais da árvore de comando de válvulas (1) nos


blocos dos motores 924.9 e 926.9 foram adaptados
para uma carga maior.

1 Mancal da árvore de
comando de válvulas

16
Guias das válvulas
Assentos postiços das válvulas de
Devido à redução da parte de fuligem na combustão, admissão, assentos postiços das válvulas de
diminui a lubrificação das hastes das válvulas nas escapamento
guias das mesmas (vide setas).
Nos assentos postiços das válvulas de admissão e de
Para compensar um desgaste incrementado foi escapamento foi modificado o material de elaboração
modificado o material das guias das válvulas (vide para compensar um desgaste incrementado.
setas).

17
Porta injetor combinado Unidade injetora

No porta injetor combinado foram efetuadas mudanças Devido à pressão de injeção mais elevada (de 2200
para otimizar a combustão de tal forma a diminuírem as bar) nos motores 924.9 e 926.9, foi aumentado o curso
partículas de fuligem nos gases do escapamento e das bombas de injeção solidárias ao bloco do motor.
reduzir o consumo de combustível.

A pressão de injeção nos motores 900.9 e 902.9 foi


aumentada para 2000 bar.

A pressão de injeção nos motores 924.9 e 926.9 é de


2200 bar com 10 furos. Adicionalmente foi modificado o
material do porta injetor combinado para suportar uma
maior pressão de injeção.

Porta injetor combinado

Unidade injetora

Tubos curtos de pressão (caneta) e


tubulações de injeção

Por motivo de uma maior pressão nos motores 924.9 e


926.9 foi modificada a aleação do aço para os tubos
curtos da pressão.

Nas tubulações de injeção foi adaptado o material para

18
as maiores cargas.
Flange do freio motor

Devido á necessidade de montagem do bico de injeção de Arla 32 foi modificada a flange do freio motor.
Existe um alojamento para a montagem do bico de injeção, adicionalmente foi modificado o alojamento para a
abraçadeira que conecta o tubo de escape, para uma melhor vedação dos gases.

19
Compressor de ar

Devido á necessidade de uma maior demanda de ar no veículo pelo motivo do sistema SCR utilizar
ar foi adicionado compressor de ar de maior capacidade, existem muitas variedades de compressor
e o tipo de compressor depende de cada tipo de veículo.

20
Turbocompressor

Nos veículos Euro5 é montado um turbocompressor de ar com curva do Wast Gate modificada,
devido á demanda de ar ser diferente dos veículos Euro5, adicionalmente os componentes internos
do turbocompressor também sofreram modificações devido ao requisito de passar o mínimo de óleo
para a admissão.

21
Bomba do líquido arrefecimento

Na bomba do líquido de arrefecimento foi


aplicada uma tubulação roscada para montar
uma tubulação de líquido de arrefecimento (vide
seta) para o sistema de tratamento posterior dos
gases do escapamento SCR de veículos com
sistema de aquecimento do Arla32.

22
Circuito de combustível dos modelos da série 900

23
Legenda: BR900

1 Bomba de baixa pressão de combustível Circuito de combustível


1.1 Válvula de limitação de pressão na bomba de baixa pressão de A Alimentação de combustível (lado de sucção)
combustível (9,2 bar) B Retorno de combustível
1.2 Válvula de retenção na bomba de baixa pressão de combustível C Alimentação de combustível (lado da baixa pressão)
(0,2 bar) D Lado de alta pressão de combustível (após as unidades de
2 Filtro principal de combustível injeção)
2.1 Válvula de retorno de combustível E Retorno de combustível (dreno do filtro de combustível)
2.2 Ventilação constante no filtro de combustível
3.1 Desvio da passagem de alimentação de combustível para a
passagem de retorno de combustível Pontos de teste
5 Porta injetor combinado G Teste de medição de pressão
8 Válvula reguladora de pressão (4,5 bar) H Teste do volume de retorno de combustível
8.1 Ventilação constante (0,5 mm)
10 Bomba injetora (Y6 a Y11)
12 Pré-filtro de combustível Pressão de combustível atrás do filtro de combustível:
12.1 Válvula de retenção no pré-filtro de combustível Marcha lenta: > ou = 4,3 bares
14.1 Válvula de retenção na alimentação de combustível (aberta pela Regime de limitação: 4,0.....6,5 bares
pressão)
15.1 Válvula de retenção no fluxo de retorno de combustível (aberta Volume de retorno de combustível ao reservatório:
pela pressão) Marcha lenta: 0,9......2,0 l/min
17 Tanque de combustível Regime de limitação: 2,0.....10,5 l/min
18 Filtro separador de água
Pressão para teste de estanqueidade:
B10 Sensor de temperatura de combustível 5,0 bares sem queda de pressão durante o tempo de
5 minutos

Pressão de sucção:
Regime de limitação: -0,4.....-0,5 bares

24
Exercício 1  Vamos examinar os seguintes requisitos do circuito de combustível.
Transfira os diferentes requisitos para os componentes correspondentes.
Use o diagrama do circuito de combustível para ajudá-lo.

Componentes necessários Requisitos exigidos


Válvula de corte de alimentação de combustível (14.1) Nenhum combustível deve escapar do circuito de combustível do motor durante a
Válvula de corte do retorno de combustível (15.1) remoção ou instalação do motor.
Bomba de baixa pressão de combustível (1) A cabeça da unidade injetora deve ser resfriada pelo combustível.
Dessa forma, deve circular uma grande quantidade de combustível.
Válvula reguladora de pressão (8) Se deve ajustar no sistema uma pressão definida.
Ventilação permanente na válvula reguladora de pressão No funcionamento normal o circuito deve purgar ar automaticamente de forma
(8,1) constante.
Válvula de limitação da pressão (1,1) A pressão máxima do circuito deve ser limitada em caso de falha.
Carcaça e torre vertical do filtro O sistema de alimentação de combustível não deve funcionar a seco, quando o motor
for desligado.
Válvula de retorno do filtro (2,1) Na substituição do filtro de combustível, o combustível deve fluir para fora da carcaça
do filtro de combustível após levantar o elemento filtrante.
Filtro separador de água (18) O combustível somente pode chegar à bomba de alimentação de combustível após
passar pelo filtro separador de água.

25
Exercício 2  Em que pontos são feitos os seguintes testes? Case os itens.

Ponto de teste Teste de combustível


I Pressão do sistema no circuito de baixa pressão
III Volume de enxague da unidade injetora
IV Pressão de sucção antes da bomba de combustível
III Volume de retorno de combustível para o tanque
II Volume de retorno de combustível (quantidade de vazamento); conjunto de suporte do bico injetor com a caneta
V Estanqueidade do circuito de combustível de baixa pressão
III Quantidade de retorno do filtro principal de combustível
IV Formação de bolhas de ar na linha de entrada

26
Circuito de óleo dos modelos da série 900

Exercício 1
 Case os números correspondentes aos
componentes da lista.
Se necessário consulte a literatura disponível

1 Cárter de óleo
2 Bomba de óleo
4 Carcaça do filtro de óleo
5 Duto principal de óleo
9 Bucha do eixo comando
14 Balancim com orifício para óleo
13 Eixo dos balancins
2.1 Válvula de limitação da pressão
2.2 Peneira da bomba de óleo com tubo de
admissão de óleo
3 Trocador de calor óleo/água
12 Duto de óleo para o cabeçote de cilindro
6 Linha de pressão de óleo para o
turbocompressor
7 injetor de óleo
8 Casquilhos de biela ao virabrequim
10 Duto transversal traseiro para óleo
11 Duto de óleo para as unidades injetoras

27
Exercício 2  Foram incluídas no circuito de óleo diversas válvulas com tarefas e funções muito
diferentes.
Insira a válvula apropriada na tabela abaixo.

A .................... Tarefas e funções


Válvula de retenção A ..... (pressão de abertura 0,03...0,07 bar) está localizada na carcaça do filtro de óleo e destina-se a impedir que o
óleo de motor flua de volta para os dutos de óleo ou para o cárter quando o motor estiver desligado. Como resultado,
os dutos de óleo estão sempre cheio de óleo de motor. Isso assegura a lubrificação ideal dos componentes desde o
momento em que é dada partida novamente no motor.
Válvula de limitação de A ...... está localizada sob a bomba de óleo e serve para limitar a pressão máxima de óleo.
pressão Se a pressão máxima de óleo for excedida, a ........ se abre e permite que o óleo do motor flua diretamente da bomba
de óleo para o cárter.
Válvula de manutenção A ....... está localizada na carcaça do filtro de óleo, sob a inserção do filtro de óleo e se abre quando a cobertura do
filtro de óleo é removida. Isso assegura uma troca por um filtro de óleo limpo, com pouca poluição ambiental pois a
quantidade de óleo que sobra no elemento do filtro de óleo no momento do descarte é reduzida.
Válvula de desvio do filtro A ........ (pressão de abertura 1,8...2,6 bar) está instalada na parte superior da torre de suporte do elemento do filtro de
óleo (carcaça do filtro de óleo). A ........ está normalmente fechada.
Se o elemento do filtro de óleo estiver entupido, o aumento de pressão na carcaça do filtro de óleo faz com que .........
se abra. Isso assegura que o motor continue lubrificado, apesar de que o óleo de motor que passa através da........ não
está sendo filtrado.

28
Exercício 3

Enumere os nomes de componentes de acordo com


o gráfico.

1- Sensor combinado
2- Válvula de manutenção
3- Válvula de desvio do filtro
4- Reservatório
5- Válvula de retenção

29
Sistema SCR
Sistema SCR - Operação com sensor NOx

Sistema SCR - Operação com sensor NOx TT_14_40_005298_FA

1
Válvula eletromagnética do aquecedor do
1 Reservatório de ARLA 32 8
reservatório SCR
2 Bomba de Arla32 9 Bico de Injeção de Arla32

3 Dispositivo de dosagem 10 Linha de ar comprimido e Arla32

4 Silencioso com catalisador SCR 11 Radiador

5 Válvula de retenção 12 Motor

6 Válvula limitadora de pressão 13 Sensor NOx com unidade controladora

7 Válvula 3/2 vias (Solenóide pneumática)

A bomba de ARLA 32 retira o ARLA 32 do reservatório. O ARLA 32 é filtrado na bomba e é bombeado ao dispositivo de dosagem à pressão absoluta aprox. de 4600
a 5000 mbar via linha de suprimento.
A dosagem exata de ARLA 32 ocorre no dispositivo de dosagem por meio de uma válvula de dosagem acionada eletricamente pelo módulo MR2.
Quando o sistema SCR está pronto para operação, um fluxo contínuo de ar comprimido (máx. 25 l/min) passa através do dispositivo de dosagem e em direção à
injeção. O ar comprimido, necessário para isso, é tomado do circuito de acessórios do veículo.
Quando o ARLA 32 é injetado pela válvula dosadora, ele é levado pela corrente de ar comprimido e é misturado em forma de aerossol. O aerossol é enviado para
dentro do fluxo do gás de escape através de um bico.
O ARLA32 que foi injetado no fluxo do escapamento se decompõe (hidrólise), formando amônia (NH3) e dióxido de carbono (CO2). A amônia reage com os
indesejáveis óxidos nitrosos no catalisador SCR e os transforma em nitrogênio (N2) e vapor de água (H2O), esse fenômeno é chamado de Catálise.
O catalisador necessita ter atingido sua temperatura operacional acima de 200°C, antes do ARLA 32 poder ser injetado.
O software que é necessário para operar e diagnosticar o sistema SCR está integrado na unidade de comando do controle do motor (MR2).

A fim de descongelar o ARLA32 após uma partida a frio ou para prevenir que ele congele durante a marcha (países frios), todo o circuito ARLA 32 é aquecido por
meio do líquido de arrefecimento. As linhas ARLA32 são agrupadas com linhas de líquido de arrefecimento, e o módulo de bomba e o reservatório ARLA32 são
aquecidos pelo líquido de arrefecimento. O circuito de líquido de arrefecimento do ARLA32 é controlado pela válvula eletromagnética do aquecedor do reservatório,
dependendo da temperatura.
A introdução do sensor NOx significa que a emissão NOx no gás de escape é monitorado. Se forem excedidos os limites permitidos de emissão no gás de escape, a
luz de advertência amarela MIL pisca. Se as emissões excederem consideravelmente os limites especificados, o torque também é reduzido.

2
Bomba do SCR

Bomba do SCR N_14_40_001032_FA

3
1 Filtro de pressão da bomba 11 Entrada de líquido de arrefecimento
Conexão de linha para ARLA32 (linha de
2 12 Carcaça da bomba
alimentação)
Conexão de linha para ARLA32 (linha de
3 13 Tampa da carcaça
retorno)
4 Válvula de funcionamento pneumático 14 Conector Elétrico

5 Conexão de controle de ar comprimido 15 Diafragma de ventilação da tampa

6 Reservatório de pressão 16 Conexão de linha para ARLA32 (entrada)

7 Carcaça do reservatório de pressão 17 Filtro de entrada (na conexão de entrada)

8 Saída de líquido de arrefecimento M25 Bomba SCR ARLA32


Válvula de abastecimento do reservatório
9
de pressão
Conexão de abastecimento do
10
reservatório de pressão

O módulo de bomba é composto de uma carcaça à prova de respingos de água da carcaça da bomba (12) e de um bloco de alumínio parafusado nela - da carcaça
do filtro de pressão e do acumulador de pressão (7). A bomba Arla32 SCR (M25) encontra-se na carcaça da bomba (12) - uma bomba de diafragma elétrica de 3
câmaras.
Além do filtro de pressão (1) e do acumulador de pressão (6), também há uma válvula de comando pneumática (4) na carcaça do filtro e do acumulador de pressão
(7). O módulo possui, além disso, conexões para as tubulações do líquido de arrefecimento e um canal para o fluxo de líquido de arrefecimento.

Funcionamento da bomba:

Ao receber o sinal de ativação, a bomba Arla32 SCR (M25) aspira Arla32 desde o reservatório Arla32. O produto é pré-filtrado pelo filtro (17) de malha 100 µm
integrado no bocal da tubulação Arla32 (16).

A bomba leva o Arla32 a uma pressão operacional de aprox. 6 bar (ela liga sempre que a pressão medida na unidade dosadora atingir 4,6 bar e desliga quando
atingir 5,0 bar), transportando-o até a carcaça do filtro e do acumulador de pressão (7). Para eliminar partículas de sujeira mais finas restantes, o Arla32 passa pelo
filtro de pressão (1) com malha 30 µm antes de ser bombeado na direção do aparelho dosador.
O acumulador de pressão (6) é basicamente uma bexiga de borracha cheia de gás, cuja função é compensar as oscilações de pressão e reduzir a freqüência de
ativação da bomba Arla32 SCR (M25). Ele possui um volume de aprox. 0,13 l. Ele está cheio de nitrogênio (N2) de fábrica. No reabastecimento, ele pode ser
abastecido com ar isento de óleo e graxa.
A válvula de comando pneumática (4) e o bocal da tubulação Arla32 (3) servem para a ventilação automática do módulo da bomba durante a operação ou na
colocação em funcionamento. A válvula de comando pneumática (4) está fechada ao ser submetida a ar comprimido.
4
Geralmente, a bomba Arla32 SCR (M25) não alimenta quando estiver "vazia", pois ela desliga quando o sensor de nível no reservatório Arla32 ficar abaixo de um
certo valor limite. Porém, quando a bomba estiver vazia, pode funcionar por pouco tempo, se o AdBlue se movimentar dentro do reservatório. Porém, se quando a
bomba estiver vazia, funcionar por mais de 10 segundos, isto será reconhecido pelo módulo de comando da regulagem do motor (MR2) e a ventilação automática
será iniciada. Para evitar que Arla32 em congelamento danifique o módulo da bomba, a pressão Arla32 é reduzida dentro do módulo da bomba e no trajeto da
tubulação entre o módulo da bomba e o aparelho dosador, após o desligamento da ignição. A redução da pressão ocorre pela unidade controladora do ar
comprimido (SCR). Assim, abre-se a válvula de comando pneumática (4), possibilitando o retorno do Arla32 ao reservatório. O líquido de arrefecimento flui pela
carcaça do filtro e do acumulador de pressão (7) para o seu aquecimento e desgelamento. A alimentação do líquido de arrefecimento é comandada por uma válvula
instalada no motor que depende do módulo de comando(veículos com sistema de aquecimento do Arla32).

5
Aparelho dosador do SCR

2 Tela de filtro (ar comprimido) 9 Tela de filtro (ARLA32)

3 Conexão de ar comprimido 11 Conexão do aquecedor difusor

4 Válvula de retenção R28 Aquecedor difusor


Sensor de pressão de ar comprimido do
5 Difusor B128
SCR
6 Saída de aerosol B129 Sensor de pressão ARLA32

7 Parafuso de calibragem B130 Sensor de temperatura ARLA32

8 Conexão ARLA32 Y109 Válvula de dosagem ARLA32

Dispositivo de dosagem do SCR em corte TT_14_00_001884_FA

6
O módulo de bomba bombeia ARLA32 via linha de alimentação ao dispositivo de dosagem. Até aqui, na entrada (8) da ARLA32 ela primeiro passa pela tela de filtro
(9) da ARLA32, com uma malha de 32 µm de largura, para remover quaisquer possíveis contaminantes, e está então disponível na válvula de dosagem (Y109)
fechada do SCR ARLA32 na pressão de operação.
Uma corrente de ar contínua passa através da entrada de ar comprimido (3) após o motor ter sido ligado. Essa corrente de ar já passou pela tela filtro (2) (32 µm)
de ar comprimido.
Quando a válvula de dosagem (Y109) do SCR ARLA32 abre nos intervalos calculados pela unidade de comando MR2, ARLA32 flui através da válvula de dosagem
(Y109) do SCR ARLA32 e devido à pressão e razoes de fluxo do gás de escape, é então conduzida na direção do bico de injeção.
Graças ao fluxo contínuo de ar comprimido através do dispositivo de dosagem, nenhum resto de ARLA32 pode permanecer no dispositivo de dosagem.
A linha de ARLA32 entre o módulo de bomba e o dispositivo de dosagem é uma linha de mangueira elástica. Ela pode aceitar o volume adicional gerado quando a
ARLA32 congela.
Adicionalmente, a pressão nessa linha é reduzida por uma função de redução de pressão no módulo de bomba para quase a pressão atmosférica.
Função adicional do dispositivo de dosagem com aquecimento difusor:

O acionamento elétrico ocorre via módulo de comando (MR2). Se o difusor deixa passar ar comprimido insuficiente, o sensor de ar comprimido envia um sinal de
retorno ao MR2.
O aquecedor difusor (R28) é ativado pelo MR2. Após ativação, os cristais de ARLA32 dissolvem-se à temperatura de 135°C.

Nota
Para assegurar que seja realizada a injeção secundária, você pode tanto esperar 5
minutos depois de apagar o motor antes de iniciar o trabalho no sistema, ou interromper o
suprimento de energia. A partir da liberação do software MR2 (veículos com
monitoramento NOx), a função de injeção secundária somente se torna ativa se a ARLA32
tiver sido injetada ou depois de cada 11a parada do motor sem injeção. De outra forma o
suprimento de ar comprimido é fechado imediatamente depois de uma parada do motor.
 Se não houve injeção de Arla32, não haverá a purga do sistema de dosagem
(veículos sem chave geral);

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 A purga será realizada todas as vezes que o motor for ligado e for injetada
Arla32 no sistema de pós tratamento;

 A purga é necessária para que não hajam resíduos de Arla32 remanescentes na


unidade dosadora e tubo injetor, que podem cristalizar e assim obstruir a
passagem de Arla32 e consequentemente causando aumento nas emissões de
NOx;
 Não havendo a correta purga e a eletrônica constatando o entupimento da
unidade dosadora, o MR2 registrará falha.
 Com o veículo em funcionamento o ar comprimido passa pela unidade
dosadora constantemente, mesmo que esta não esteja injetando Arla32.

 Nos veículos sem chave geral não se deve em hipótese alguma desligar a
bateria antes que a rotina de purga tenha sido totalmente efetuada. Caso haja
necessidade de se desligar a bateria (reparos por exemplo), deve-se aguardar até
que a purga tenha sido completada e só então efetuar o desligamento

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Suprimento de ar comprimido ao SCR

Existem duas montagens pneumáticas para purga do sistema de dosagem de Arla32 e passíveis de serem montadas em veículos BLUETEC5 e
possuem as seguintes características:

1. Veículos sem chave geral:


• Não possuem reservatório auxiliar
• Apenas uma válvula pneumática (normalmente fechada)

2. Veículos com chave geral:


• Reservatório de ar auxiliar
• Duas válvulas pneumáticas, uma normalmente fechada e uma normalmente aberta

Suprimento de ar comprimido para veículos sem chave geral


Tarefa
Assegura o suprimento de ar comprimido para o aparelho dosador de ARLA32 e para a bomba de Arla32.
Desenho
O suprimento de ar comprimido ao SCR em veículos sem chave geral consiste da unidade de válvulas (30.09) com uma válvula 3/2-vias de liberação de ar, uma
válvula de retenção e uma válvula limitadora de pressão com respiro.

9
Esquema do suprimento do ar par veículos sem chave geral

30.09 Unidade de válvulas 38.02 Conexão de teste M16x1,5

Suprimento de ar comprimido
O ar comprimido do circuito de consumidores flui para a unidade de válvulas (30.09). A pressão do ar comprimido é então reduzida para aproximadamente 5,5 bar e
está então disponível na válvula 3/2 vias de respiro. Assim que o motor Diesel começa a funcionar, a válvula 3/2 vias é energizada (acionada eletricamente pela
unidade de comando do motor MR2 via módulo do quadro do SCR). Então o ar comprimido entra no dispositivo de dosagem e no módulo de bomba via válvula de
retenção.

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Procedimento de purga (limpeza) depois de desligar o motor em veículos sem chave geral:
Assim que o motor Diesel é desligado, a válvula 3/2 vias de respiro da unidade de válvulas (30.09) é pulsada por uns cinco minutos pela unidade de comando do
motor(MR2). Isso assegura que o dispositivo de dosagem, a linha de injeção e o bico de injeção estão isentos de resíduo de ARLA32.
Quando o motor funciona e não atinge as condições para injeção do Arla32:

O sistema não executa o procedimento de purga

Quando o motor funciona e atinge as condições para injeção do Arla32:

Alguns segundos após o desligamento do motor ocorrem 5 pulsos de descarga de ar com duração de 30s com intervalos de 15s.

Nota
 Se não houve injeção de Arla32, não haverá a purga do sistema de dosagem
(veículos sem chave geral);
 Nos veículos sem chave geral não se deve em hipótese alguma desligar a
bateria antes que a rotina de purga tenha sido totalmente efetuada. Caso haja
necessidade de se desligar a bateria (reparos, por exemplo), deve-se aguardar até
que a purga tenha sido completada e só então efetuar o desligamento

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Suprimento de ar comprimido ao SCR - Veículos com chave geral)
Tarefa

Assegura o suprimento de ar comprimido para o aparelho dosador de ARLA32 e para a bomba de Arla32.

SCR GGVS suprimento de ar comprimido TT_14_40_005420_FA

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Reservatório de ar comprimido de câmara Válvula 3/2 vias (ou Y128)
5.01 33.08
simples (normalmente aberta)
8.01 Válvula de retenção 38.02 Conexão de teste M16x1,5
Válvula limitadora de pressão com
30.03 A Para o aparelho dosador
ventilação
Válvula 3/2 vias (ou Y106)
33.01 B Para a bomba de Arla32
(normalmente fechada)

Suprimento de ar comprimido
Em veículos com chave geral são instalados adicionalmente um reservatório de ar comprimido de câmara única (5.01) e uma válvula 3/2 de controle direcional
(33.08). O ar comprimido flui do circuito auxiliar de ar à válvula 3/2 vias (33.01).
Assim que motor começa a funcionar, a válvula 3/2 vias é acionada eletricamente pela unidade de comando (MR2) de controle do motor via módulo do quadro do
SCR e o ar comprimido flui para o reservatório de ar comprimido de câmara única (5.01).
O ar comprimido flui então para a válvula 3/2 vias de ar de admissão (33.08). A válvula 3/2 vias é desenergizada (não acionada eletricamente pela unidade de
comando (MR2) de controle do motor).
O ar comprimido flui então, via válvula de retenção (8.01), para a válvula limitadora de pressão (30.03). Reduzindo para aprox. 5,5 bar, o ar comprimido então
alimenta o aparelho dosador e a bomba de Arla32.

Procedimento de limpeza (purga) para veículos com chave geral

Ao desligar o motor (cortar a ignição) inicia-se a purga:

1. Toda a rotina de injeção é interrompida;


2. A válvula dosadora permanece aberta
3. Ar comprimido é injetado na entrada de ar normal da unidade com o objetivo de limpar a válvula dosadora, o difusor e o injetor;

4. O tempo total de purga é de aproximadamente 5 minutos (300seg) divididos em ciclos 30 segundos de injeção de ar e intervalos de 15 seg;
Caso a chave geral seja desligada logo após ser desligada a ignição entra em funcionamento a rotina de purga auxiliar:

5. A segunda válvula pneumática (normalmente aberta) é desenergisada e o ar contido no reservatório auxiliar é liberado;

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6. O reservatório auxiliar é totalmente descarregado para ocorrer a limpeza

Nota
 Se não houve injeção de Arla32, não haverá a purga do sistema de dosagem
(veículos sem chave geral);
 A purga é necessária para que não hajam resíduos de Arla32 remanescentes na
unidade dosadora e tubo injetor, que podem cristalizar e assim obstruir a
passagem de Arla32 e consequentemente causando aumento nas emissões de
NOx;
 Não havendo a correta purga e a eletrônica constatando o entupimento da
unidade dosadora, o MR2 registrará falha.
 Com o veículo em funcionamento o ar comprimido passa pela unidade
dosadora constantemente, mesmo que esta não esteja injetando Arla32.

 Nos veículos sem chave geral não se deve em hipótese alguma desligar a
bateria antes que a rotina de purga tenha sido totalmente efetuada. Caso haja
necessidade de se desligar a bateria (reparos por exemplo), deve-se aguardar até
que a purga tenha sido completada e só então efetuar o desligamento

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