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ICS / START

ICS
CICLO DESASTRE
CICLO VITAL DO DESASTRE

MITIGAÇÃO
(REDUÇÃO DE
RECUPERAÇÃO RISCO,
PREVENÇÃO)

RESPOSTA PREPARAÇÃO

DESASTRE
CICLO DESASTRE
CICLO VITAL DO DESASTRE

MITIGAÇÃO Gerenciamento da emergência, tratar as ameaças potenciais e provável etiologias de IMVs na


(REDUÇÃO DE
RISCO,
comunidade são identificadas e abordadas. As etapas são seguidas para prevenir que essas
PREVENÇÃO) ameaças causem um incidente ou para minimizar seus efeitos caso algo inesperado aconteça.

Envolve a identificação prévia de um incidente e dos suprimentos específicos das necessidades


da população , incluindo as pessoas com necessidades especiais; de equipamentos; das equipes
PREP ARAÇÃO
que seriam necessárias para gerenciar o incidente; plano de ação específico para o incidente
que seria usado se ocorresse um determinado incidente.

Essa fase envolve ativação e o envio dos vários recursos identificados na fase da preparação
RESPOSTA para gerenciar um incidente ativo. Os profissionais de emergências pré-hospitalares costumam
trabalhar durante esse período.

Esse componente abrange as ações necessárias para que a comunidade retorne ao seu estado
RECUPERAÇÃO
funcional pré-incidente.
ICS
Objetivos

• Compreender a importância do SICOE /


ICS na resposta a desastres

• Estrutura do SICOE / ICS

• Princípios-chave do SICOE/ ICS


ICS

O SCI oferece estrutura organizacional e


linguagem comum para simplificar a comunicação
entre as organizações de resposta a desastres.

Tenda do SCI, Pentágono, 2001


(Foto de domínio publico do
Governo Federal dos EUA)
ICS
Permite diferentes tipos de agências (bombeiros, polícia,
equipes de resgate), e/ou múltiplas jurisdições de agências
similares a trabalhar juntas eficientemente em um desastre.
ICS
APLICAÇÕES

Grandes Operações Policiais


ICS
APLICAÇÕES
ICS
APLICAÇÕES

Incêndios Florestais
ICS
APLICAÇÕES

Grandes salvamentos
ICS
ICS e SICOE
ICS
TIPOS DE EMRGÊNCIA E ESTRUTURA MINIMA PARA ATENDIMENTO
ICS
IMPORTÂCIA

▪ Organização;

▪ Qualidade no atendimento;

▪ Comunicação efetiva;

▪ Trabalhar com um método que é aplicado mundialmente por grandes


instituições governamentais;

▪ Agilidade e Excelência no atendimento;

▪ Integração dos protocolos; e

▪ Primeira Concessionária de Rodovias a utilizar a Doutrina do


ICS/SICOE
ICS
O que entendemos como Desastre?

❖ Existe uma diferença entre um acidente simples e o que


entendemos como um desastre.

❖O acidente é um acontecimento inesperado, casual e fortuito, dele


resultando danos e/ou vítimas.

❖O desastre é resultado de eventos adversos, naturais ou


provocados pelo homem sobre um local ou ecossistema
vulnerável, causando danos humanos, ambientais e materiais,
consequente prejuízo econômico e social.
ICS
Desastre
ICS
Desastre

▪ Todo cenário inicial de uma área atingida por um desastre será


caótico.

▪ Às primeiras equipes/guarnições que chegam ao local podem ter a


sensação de impotência e ou se sentir desorientadas.

▪ O cenário vai se adequando à medida que o tempo passa e mais


ajuda vai chegando.
ICS
ORGANOGRAMA
MÉTODO START
INTEGRAÇÃO

SAMU 192 Concessionárias de


Bombeiros Rodovias

Salvar Vidas!
3-T

Quando usar?
• Recursos de pessoal e
material insuficientes
Triagem frente ao acidente
• Número de recursos
imediatamente
disponíveis
insuficientes
PASSADO X ATUALIDADE

.
CHEGADA NO LOCAL

Cena
3 “S” Segurança
(scene)
Situação
CHEGADA NO LOCAL

Controle

3 “C”

Comando Comunicação
CHEGADA NO LOCAL

Triagem

Tratamento
3 “T”
Transporte
3-T

3-T
Triagem
• Método mais
utilizado no
3-T
Tratamento
• Abordagem
primária e
Transporte
• Aéreo,
terrestre,
Brasil = secundária aquático
START
START
EMERGÊNCIA AMPLIADA
Complexidade

Tempo
Emergência
SCI – 8 PASSOS

• Informa a chegada no local da ocorrência


• Assumir e Estabelecer o PC
• Avaliar a situação
• Estabelecer ó perímetro de segurança
• Estabelecer os objetivos
• Determinar as estratégias
• Determinar a necessidade de recursos adicionais e possíveis instalações
• Preparar as informações para transferir o comando
ZONAS DE TRABALHO

• ÁREAS DE TRABALHO

– Divisão de zonas ou setores para:

1. Organizar melhor a estrutura de resposta

2. Organizar melhor os recursos disponíveis

3. Facilitar o comando das ações

• Área Quente

• Área Morna

• Área Fria
CENA

PC ACV
Canteiro Central
AF
AM
BARREIRA DE
SACRIFÍCIO
AQ

TRIAGEM

ACESSO

Acostamento
DESLOCAMENTO

• Tipo de acidente
• Quantidade de veículos e tipo
• Se houver caminhão tipo de carga
• Faixas fechadas
• Informações sobre vítima (s)
• Queda em ribanceira
• Vítima presa as ferragens
• Acionamento da policia
• Informações adicionais (CFTV)
CHEGADA NO LOCAL
No local
• Parar antes do acidente
• Realizar a sinalização com cone com auxilio do homem bandeira
• Posicionar a viatura criando uma barreira do sacrifício (observação a
viatura deve ser substituída por um veículo maior)

Comando da ocorrência (até a chegada em superior)


• Isolamento da área / definição de área / PC / ACV / Estacionamento das
VTRs
• Ronda 360
• Localizar vítimas dentro e fora dos veículo
• Estabilização
• Acesso
• Triagem (START)
• Reunião para definir planos de ação
Após triagem
• Retirar a vítimas vermelhas por primeiro
• Retirar as vítimas amarelas
• Após perícia e/ou autorização da polícia (vítimas pretas)
• Após instituir o posto de comando orientar todas as equipes realizarem o
check-in
ACV

• Realizar a reavaliação das vítimas ( se houver sido montada na área morna


com equipes a retriagem ocorre na morna)
• As vítimas vermelhas deverão ser atendidas primeiro, depois as amarelas e
verdes (X– A – B – C – D – E)
• As vítimas vermelhas deverão ser encaminhas por primeiro para o hospital
e assim sucessivamente (conforme regulação médica).
• As viaturas deverão ficar posicionas próximo a área de concentração de
vítima
• As vítimas não devem deixar o local sem antes ser comunicado o
responsável da ACV, com as seguintes informações: numero e/ou QRA,
gravidade, hospital de destino, viatura que irá transportar
RONDA 360
Riscos:

Ronda 360 • Instabilidade dos veículos


• Risco de queda em ribanceira
• Vazamento de combustível
• Bateria
• Instabilidade do terreno
• Instabilidade da carga
• Tipo de carga
• Fios elétricos

Vítimas:
• Vítimas no interior dos veículos
• Vítimas fora dos veículos (ejetada)
• Vítimas Presa as ferragens
• Quantidade de vítimas
• Triagem
Apoio
• Bombeiros
• SAMU
• Defesa Civil
• Águia
START

START (simples triagem


e rápido tratamento)

Respiração Circulação Nível de consciência

RESPIRAÇÃO - 30
PERFUSÃO - 2
ESTADO MENTAL - PODE FAZER
TRIAGEM

Reposicionar Não PRETO


Não
a via aérea

!
Etapa –I
Respira? SIM

SIM

Avaliar
Circulação
ENTRE
30 E 10
>30
<10
!
Etapa – II
Circulação
Pulso
>2
Pulso ausente
ou fraco e
irregular
Controlar
Sangramento
Controlar
Sangramento
!
<2 Pulso Forte

Avaliar Estado
Mental

PODE
SIM AGUARDAR
Etapa – III
Estado
mental
NÃO
!
ASSISTÊNCIA
Retirar o
Triagem de Vítima 0001 responsável pelo
verde atendimento na lona
0001
Retirar o
Triagem de Vítima responsável pelo
Amarela transporte

Triagem de Vítima
vermelho

Triagem de Vítima
Preta

0001

0001

0001

x x
0001 0001
X - EXSANGUINANTE

• Tratamento em extremidades:
Tempo limite do torniquete: 120 à 150 minutos

Aplicação:
• Em extremidades 4 dedos e/ou 10 cm acima da
lesão;
• Aperta até a o sangramento cessar;
• O local deve ficar exposto para visualização do
membro;
• Marcar o horário de aplicação ex: TQ 1808
• Se o sangramento persistir pode ajustar e/ou
aplicar 2º torniquete logo acima do primeiro
• Considerar analgesia se possível
START
TRIAGEM
START
TRIAGEM
ASSISTÊNCIA LONA - XABCDE

A
• Manobras de desobstrução manual e dispositivo
orofaríngeo;
• Dispositivos supraglóticos;
• Intubação Endotraqueal;
• Via aérea cirúrgica; e
• Adjunto : saturimetria.
ASSISTÊNCIA LONA - XABCDE

B
• Oxigenioterapia suplementar;
• Ventilação assistida;
• Ventilação mecânica assisto controlada, mandatória
intermitente, controlada;
• Toracocentese e drenagem torácica; e
• Controle: FR e qualidade da FR.
ASSISTÊNCIA LONA - XABCDE

C
• Controle de hemorragia;
• Reposição volêmica;
• Monitorização cardíaca;
• Venopunção; e
• Controle: FC, PA e monitorização.
ASSISTÊNCIA LONA - XABCDE

D
• Avaliação neurológica: pupilas, ECG ou AVDI

E
• Exposição;
• Conduta em ferimentos e traumas de extremidades; e
• Controle da hipotermia
ASSISTÊNCIA

Ver imagem em tamanho grande

Apoio aos familiares

Divulgação Oficial

Controle das vagas


START
EMERGÊNCIA REDUZIDA
Complexidade

Tempo
Emergência
START

OBRIGADO!
juliano.souza@grupoccr.com.br

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