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Alimentação e Homeostase

O documento aborda a homeostase e a regulação alimentar, destacando a importância do equilíbrio interno do corpo para a saúde. Discute os mecanismos biológicos que influenciam o apetite e a saciedade, incluindo hormônios como a colecistocinina e a adiponectina. Além disso, explora a interação entre fatores biológicos, psicológicos e sociais na escolha alimentar e no controle do peso.
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Alimentação e Homeostase

O documento aborda a homeostase e a regulação alimentar, destacando a importância do equilíbrio interno do corpo para a saúde. Discute os mecanismos biológicos que influenciam o apetite e a saciedade, incluindo hormônios como a colecistocinina e a adiponectina. Além disso, explora a interação entre fatores biológicos, psicológicos e sociais na escolha alimentar e no controle do peso.
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HOMEOSTASE

E REGULAÇÃO
ALIMENTAR
DOCENTE: ANDRÉA MARINHO
O QUE COMER? POR QUE? QUANDO? QUANTO?
ALIMENTO NATURAL / ORGÂNICO
ALIMENTAÇÃO
CONHECENDO
O PROCESSO
DEGLUTIÇÃO
PASSAGEM
DO BOLO
ALIMENTAR
ESTÔMAGO
• o estômago
mantém um pH que
é diferente dos
órgãos ao seu redor,
e cada célula
mantém as
concentrações de
íons diferentes do
fluido circundante. A
manutenção da
homeostase em cada
nível é fundamental
para manter a função
global do corpo.
INTESTINO DELGADO E GROSSO
COMPORTAMENTO ALIMENTAR
HOMEOSTASE

Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-NC


HOMEOSTASE

• A tendência a manter ambiente interno


estável e relativamente constante é chamada
de homeostase. O corpo mantém a
homeostase para muitos fatores, além da
temperatura. Por exemplo, a concentração de
vários íons no seu sangue deve se manter
estável, bem como o pH e a concentração de
glicose. Se estes valores ficam muito altos ou
baixos, você pode ficar muito doente.
• Sistemas biológicos, como aqueles do seu corpo, estão
constantemente sendo empurrados longe de seus pontos de
equilíbrio. Por exemplo, quando você se exercita, seus
músculos aumentam a produção de calor, elevando a sua
temperatura corporal. Da mesma forma, quando você bebe
um copo de suco de fruta, a glicose no seu sangue sobe. A
homeostase depende da capacidade do seu corpo de
detectar e se opor a estas mudanças.

Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-SA-NC


HVM e HL
CONTROLE
HOMEOSTÁTICO
EIXO HPA
LEPTINA
COLECISTOCININA
CCK
A colecistocinina (CCK) é um hormônio peptídico que atua na digestão de alimentos, na
saciedade e no controle do apetite.
Funções:
Estimula a produção de enzimas pancreáticas
Contrai a vesícula biliar
Reduz a secreção de ácido gástrico
Estimula a digestão intestinal
Absorção de gordura e proteína
Retarda o esvaziamento gástrico
Inibe a resposta alimentar aos incentivos alimentares
A CCK é produzida no intestino delgado. Quando proteínas e gorduras entram no intestino
delgado, a CCK faz com que o pâncreas e a vesícula biliar se contraiam. Eles então liberam
enzimas e bile no duodeno, ajudando a quebrar os alimentos para a absorção.
INSULINA E
GLUCAGON
SABER O QUE ESCOLHER
Os comportamentos alimentares estão intimamente associados ao apetite, e ambos são
modulados por fatores ambientais e sociais, e por mecanismos biológicos internos. Apetite
é um conceito complexo:

Ponto de vista biológico


O apetite, sob este ponto de vista, pode ser definido como a força motriz interna para
busca, escolha e ingestão de alimentos

Contexto mais amplo


O apetite representa um conjunto de processos fisiológicos acoplados a fatores psicológicos
e ambientais, determinando o padrão alimentar diário.
O processo de regulação do apetite é explicado principalmente pela relação entre
mecanismos homeostáticos e hedônicos, que possuem funções distintas, mas não
independentes.

Mecanismos homeostáticos
Os mecanismos homeostáticos são mediados pela necessidade biológica de manter
depósitos de energia, aumentando a motivação para a alimentação ingestão.

Mecanismos hedônicos
Mecanismos hedônicos aumentam o desejo de consumir alimentos de alta palatabilidade

Interação entre ambos


A interação entre esses mecanismos visa alcançar um equilíbrio entre a ingestão alimentar,
com base na necessidade, e a ingestão alimentar por prazer.
TER HORÁRIOS
A FOME
A fome é um sinal ou estado familiar precoce que leva ao início do processo de comer,
particularmente no que se refere às refeições, enquanto o acúmulo de sinais decorrentes
do ato de comer acaba resultando no término do evento alimentar. Os sinais de fome
mais comumente percebidos se originam no estômago:

Os sinais elétricos
Nervo vago

Relacionam o estado de vazio


Plenitude

Reforçado pela secreção do hormônio grelina e por sinais metabólicos, como a glicemia
Hipoglicemia
A saciedade de médio prazo é metabolicamente controlada por hormônios
peptídicos intestinais, incluindo peptídeo-1, semelhante ao glucagon (GLP-1),
colecistocinina (CCK) e peptídeo YY (PYY), que são liberados à medida que a
digesta passa pelo trato gastrointestinal e têm funções de processamento de
refeições, além de seus efeitos inibitórios na ingestão de alimentos.
A fase pós-absortiva é quando a saciedade em longo prazo é controlada pelas
concentrações de insulina, glicose e aminoácidos no sangue e oxidação de
nutrientes no fígado. O cérebro integra os sinais de todos os processos
envolvidos no controle hedônico e homeostático do apetite, bem como os
relativos à saciedade sensorial e metabólica.
No domínio dos processos psicofisiológicos, inclui-se o fenômeno da cascata da
saciedade, um fenômeno estrutural que combina os eventos fisiológicos
controladores do apetite com os aspectos comportamentais e psicológicos,
experiências associadas ao processo de alimentação. Descreve uma série de
eventos fisiológicos e comportamentais que ocorrem entre o estímulo da
sensação de fome (pré-prandial) e no final da refeição (pós-prandial),
posteriormente determinando a sensação de saciedade.
Na fase prandial:

Contato na boca com alimentos gera informações transmitida ao sistema nervoso central, que sinaliza a fome e
promove a ingestão de alimentos, o domínio de neurotransmissores e interações cerebrais;

Nesse estágio, o sistema nervoso central também recebe sinais sensoriais do intestino (por exemplo, da
colecistoquinina, peptídeo-1 semelhante ao glucagon e peptídeo YY);

Esses sinais são recebidos pelos mecanorreceptores, que sinalizam distensão causada pela presença de alimentos
(dando uma sensação da quantidade de alimento ingerido) e quimiorreceptores, que detectam a presença de
nutrientes (fornecendo informações sobre a composição nutricional dos alimentos ingeridos);

Dentro da circulação periférica, a detecção de nutrientes absorvidos do trato gastrointestinal gera sinais prandiais e
pós-prandiais (diminuição rápida de grelina e aumento das concentrações de insulina, glicose e aminoácidos em
sangue e oxidação de nutrientes no fígado), o domínio da fisiologia periférica e eventos metabólicos.
O prazer obtido de comer um tipo de alimento pode sobrepor os sinais
homeostáticos, promovendo ganho de peso. A ingestão de alimentos
altamente palatáveis e densos em energia desencadeia a liberação de
neurotransmissores como a dopamina e a serotonina.
O nível de dopamina liberado está correlacionado com o nível de prazer obtido
pela ingestão.
A serotonina está associada à sensação de bem-estar, melhora do humor e
promoção da motivação para a alimentação e ingestão.
Os recursos de controle do apetite
A restrição alimentar e a dieta são tarefas exigentes e estão associadas a custos psicológicos,
incluindo comprometimento significativo do desempenho cognitivo. A contenção também é
propensa à desinibição, com o resultado de que, às vezes, pode prejudicar o controle
alimentar, levando até mesmo ao desenvolvimento de padrões alimentares altamente
desordenados.
Em parte, essas dificuldades se devem à natureza auto perpetuante dos hábitos alimentares.
Esses recursos de controle do apetite fornecem barreiras e oportunidades para mudar o
comportamento. Assim, é necessário se concentrar nos fatores psicossociais e nas práticas
dietéticas que predizem o sucesso da alimentação e do controle de peso, com o objetivo de
identificar as estratégias cognitivas e comportamentais reais usadas pelos muitos dieters e
comedores restritos, que são capazes de alcançar a perda de peso e manter a estabilidade
do peso em longo prazo.
A adiponectina é uma proteína que atua como hormônio, regulando o metabolismo, a inflamação e a sensibilidade à
insulina. É produzida pelo tecido adiposo e secretada na corrente sanguínea.
O EXEMPLO É PRIMORDIAL
VAMOS ENVELHECER COM SAÚDE
SEXTOUUUU!
PENSE NISSO!

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