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Formas Das Relacoes Familiares

O documento aborda as formas das relações jurídico-familiares no contexto do Direito da Família em Moçambique, destacando o casamento, parentesco, afinidade e adoção como principais fontes dessas relações. A pesquisa explora a evolução histórica do conceito de família, sua noção e objeto, além de discutir as implicações jurídicas de cada forma de relação familiar. O trabalho é orientado pela metodologia bibliográfica e visa proporcionar uma compreensão abrangente das dinâmicas familiares no ordenamento jurídico moçambicano.

Enviado por

Stela Amoni
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Formas Das Relacoes Familiares

O documento aborda as formas das relações jurídico-familiares no contexto do Direito da Família em Moçambique, destacando o casamento, parentesco, afinidade e adoção como principais fontes dessas relações. A pesquisa explora a evolução histórica do conceito de família, sua noção e objeto, além de discutir as implicações jurídicas de cada forma de relação familiar. O trabalho é orientado pela metodologia bibliográfica e visa proporcionar uma compreensão abrangente das dinâmicas familiares no ordenamento jurídico moçambicano.

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ESCOLA SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO

DELEGAÇÃO ACADÉMICA DE MANICA

DIRECÇÃO CIENTÍFICA E PEDAGÓGICA

CURSO DE DIREITO/3o ANO

Cadeira:
Direito da Família e Sucessões

Tema:
As Formas das Relações Jurídico-Familiares

Chimoio, Junho, 2025


ESCOLA SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO

DELEGAÇÃO ACADÉMICA DE MANICA

DIRECÇÃO CIENTÍFICA E PEDAGÓGICA

CURSO DE DIREITO

As Formas das Relações Jurídico-Familiares


____________________________________________________________

Discentes: Trabalho de Direito da Família e


Sucessões-Sob Orientação do
Márcia Daniela Alfredo Farnela
Docente: Santana Andicene

Chimoio, Junho, 2025


Índice
1. Introdução ................................................................................................................. 1

1.1. Objectivos ............................................................................................................. 1

1.1.1. 1. Geral ................................................................................................................ 1

1.1.2. Específicos .......................................................................................................... 1

1.1.3. Metodologia ........................................................................................................ 2

2. AS FORMAS DAS RELAÇÕES JURÍDICO-FAMILIARES ................................. 3

2.1. A evolução histórica do conceito de família .......................................................... 3

2.1.2. Noção e objecto do Direito da Família ............................................................... 4

2.2. Relações Jurídicas familiares ................................................................................ 5

2.2.1 A relação Matrimonial ......................................................................................... 5

2.2.2. A união de facto .................................................................................................. 5

2.2.3. O Parentesco ....................................................................................................... 6

2.2.4. Efeitos do parentesco .......................................................................................... 6

2.2.5. Afinidade............................................................................................................. 7

2.2.6. Efeitos da afinidade............................................................................................. 7

2.2.7. Adopção .............................................................................................................. 7

2.2.8. Modalidades da adopção ..................................................................................... 7

3. Considerações finais ................................................................................................. 9

4. Bibliografia ............................................................................................................. 10
1. Introdução
Como se sabe o art. 7.º da Lei da família apresenta como relações jurídicas familiares o
casamento, o parentesco, a afinidade e a adopção. Estas seriam, portanto, as fontes das
relações familiares, assentando nelas a concepção de família. Sem prejuízo de um
conceito de família tão alargado não ser habitual na realidade social1, parece que só
estas relações dão origem à família.

Entre nós, o art. 36.º, n.º 1, da Constituição da República de Moçambique (CRM),


determina que todos têm o direito de constituir família e de contrair casamento em
condições de plena igualdade.

Ainda que o mesmo artigo possa levantar algumas dúvidas, tem‑se entendido que aqui
se consagram dois direitos: o de constituir família e o de contrair casamento. Ao
distinguir a família do casamento pretendeu o legislador demonstrar que se trata de
realidades diversas. Ao lado da família conjugal, assente no casamento, há lugar à
família natural, resultante do facto biológico da geração, e à família adoptiva3. O direito
a constituir família não está, assim, vedado a quem não pretenda contrair casamento,
sendo este apenas uma das formas de família. Não se consagra um direito a contrair
casamento e, através dessa celebração, constituir família42. As Formas das Relações
Jurídico Familiares.

1.1. Objectivos

1.1.1. 1. Geral
 Falar sobre as formas das relações jurídico-familiares no ordenamento jurídico
moçambicano.

1.1.2. Específicos
 Contextualizar a evolução histórica do conceito de família;

 Conceituar a noção e objecto do Direito da Família;

 Identificar as formas das relações jurídico-familiares.

1
1.1.3. Metodologia
Para a materialização desta pesquisa, pela sua natura, privilegiou-se a pesquisa
Bibliográfica. Que na inteligência de Prodanov & Freitas (2013, p. 54) “ é elaborada a
partir de material já publicado, constituído principalmente de: livros, revistas,
publicações em periódicos e artigos científicos, jornais, boletins, monografias,
dissertações, teses, material cartográfico, internet, com o objectivo de colocar o
pesquisador em contacto directo com todo material já escrito sobre o assunto da
pesquisa”. Através desta, usou-se os materiais devidamente referenciados na presente
pesquisa.

2
2. AS FORMAS DAS RELAÇÕES JURÍDICO-FAMILIARES

2.1. A evolução histórica do conceito de família


A história do direito de família está relacionada ao entendimento tanto do fenómeno
natural quanto do fenómeno social dos povos primitivos e das primeiras configurações
sociais. É sabido que, nos primórdios, "a família tem sua origem no fenómeno natural
da procriação e da propagação da espécie humana."1.

Contudo, com o decorrer da evolução civilizatória, passa a ser observada como um


fenómeno social, pois, com o tempo, verificamos que não há intervenção apenas de
factores biológicos.2 Assim, factores não biológicos passam a coexistir com mais
intensidade nos fenómenos sociais.

Superada esta premissa e a escolha metodológica, a primeira conclusão segura a se ter é


que o conceito de família é antigo, existindo desde o início das primeiras aglomerações
humanas. Desta forma, é um fato social que, independentemente de suas múltiplas
configurações e modelos, está presente há muito tempo na humanidade.

Portanto, em resumo, "a família é uma entidade social inerente à vida humana" 3. O que,
em primeiro plano, permite concluir que a realidade familiar é, acima de tudo, fática;
entendimento que será adoptado como pensamento no decorrer desta dissertação.
Contudo, também não deixa de ser, hoje, uma questão jurídica, pois está
institucionalizada em diversos dispositivos dos ordenamentos jurídicos dos mais
variados países.

Uma segunda conclusão que se pode extrair é que o conceito de família, mesmo com as
distintas teorizações, ramificações e diferenciações, existe em praticamente todas as
sociedades, desde os tempos primitivos até os mais modernos, o que permite concluir
que é um conceito universal –no sentido de estar presente em todas as configurações
humanas.

Fazendo-se, mister, para fins de abrangente entendimento do tema, um breve apanhado


histórico de alguns modelos familiares específicos, cuja pretensão nesta dissertação está
longe do esgotamento, haja vista a complexidade, multiplicidade, abrangência e o

1
MEDINA, Maria do Carmo – Direito de Família. p. 21.
2
Idem.
3
PEREIRA, Maria Margarida Silva – Direito da Família. p. 13.

3
multifacetamento, a causar, assim, uma inevitável mobilidade conceitual; que, por
questões de didáctica, não é a intenção serem abordadas no campo histórico.

Desta forma, escolheu neste espaço a teorização no sentido de que a génese da família
está nos primórdios da história da civilização, surgindo como um fenómeno natural e,
posteriormente, social. E, desta forma, algumas sociedades antigas, com destaque para a
romana, serão apontadas.

Também é bem coerente a visão da autora Maria Berenice Dias, ao defender que,
mesmo sendo a união familiar um facto natural, surgida desde os primórdios, em que os
indivíduos se unem por uma química biológica, a família é um agrupamento informal,
de formação espontânea no meio social. E a própria organização social se dá ao redor
dessa estrutura familiar.4

Neste campo, adoptado o entendimento do facto natural, do facto social ou de


agrupamento informal, o certo é que, desde as sociedades mais primitivas até as mais
contemporâneas, podemos afirmar, com segurança, a respeito da existência de diversos
modelos e núcleos familiares. Quanto a tais núcleos, entende-se por aglomerações
humanas vinculadas entre si de forma mais perene, com intuitos dos mais diversos.

2.1.2. Noção e objecto do Direito da Família


Não é conferida à família personalidade jurídica, pelo que a expressão “interesse de
família” não diz respeito a um interesse autónomo associável a uma entidade colectiva,
mas sim ao interesse dos indivíduos da família. A Constituição fala deste grupo como
sendo um “elemento fundamental da sociedade”. Apesar disso, a importância das várias
modalidades de família, juridicamente falando, não é a mesma: a relação matrimonial e
a relação de filiação1 sobrepõem-se às restantes.

Não é correcto para os dias de hoje falar-se de Direito da Família enquanto o ramo que
regula a instituição família. O objecto desta legislação alargou-se, de maneira a englobar
as relações parafamiliares. Diz o Professor Jorge Duarte Pinheiro que devemos, para
entender o conceito de relação parafamiliar, atentar ao aspecto de similitude. Sendo
assim, definimos relações parafamiliares como as relações cuja eficácia jurídica é
idêntica à das relações familiares ou, então, às relações nas quais se de facto se verifica
uma vida comum, exigida às relações familiares. Cabe referir, não obstante, que o

4
DIAS, Maria Berenice – Manual de Direito das Famílias. (2017). p. 37.

4
Direito da Família não se fica apenas pelas relações familiares e parafamiliares,
englobando também aquilo a que chamamos protecção de crianças, jovens e idosos:
apadrinhamento civil5.

2.2. Relações Jurídicas familiares

2.2.1 A relação Matrimonial


É a que se estabelece entre os cônjuges em consequência do casamento. È um contrato
entre duas pessoas de sexo diferentes que pretendem constituir mediante uma comunhão
de vida. Da comunhão de vida que os cônjuges estabelecem em termos de colaboração
íntima em todos os aspectos da existência humana resultam naturalmente filhos.
Constitui-se família. Na sua colaboração na satisfação das necessidades económicas de
cada um e do grupo familiar estabelece-se uma patrimonial que pode chegar ao ponto da
comunhão de bens.

O casamento é hoje, em Moçambique a principal fonte de relações familiares,


representando o núcleo das famílias e sendo a fonte largamente predominante da
procriação.

2.2.2. A união de facto


É uma relação entre um homem e uma mulher. De outro modo, não pode pretender ser
semelhante ao casamento e obter algum do estatuto deste, é uma relação de facto a que
o Direito vem depois dar algum relevo jurídico. Porém, é necessário que seja uma
relação prolongada e estável, que haja uma comunhão da vida traduzida, ao menos por
uma coacção notória6.

Entre o casamento e a união de facto há extremas marcadas que impede que se fale de
analogia jurídica. Enquanto o casamento é um contrato, determinante por si mesmo, de
efeitos jurídicos que se impõem aos cônjuges, a união de facto é um estado cujo
conteúdo e duração está dependente da vontade de cada um deles. Os únicos efeitos
jurídicos a retirar da união de facto serão a tutela da colaboração económica entre eles
(na medida que esta realmente exista) e a protecção dos filhos nascidos dessa união,
impuntando-os ambos os concubinos. Ou seja retirar-se-ão os efeitos jurídicos naturais
dessa relação natural.

5
Professor Jorge Duarte Pinheiro baseia-se uma análise formal do Código Civil, destacando o número de
artigos dedicado a cada modalidade de família
6
Vide o artigo 207, da Lei n.º 22/2019 de 11 de Dezembro.

5
2.2.3. O Parentesco
O Parentesco é uma relação de sangue: são parentes as pessoas que descendem umas
das outras (parentesco em linha recta ou indirecta), que descendem de progenitor
comum (parentesco em linha transversal colateral). Parentesco é o vínculo entre que une
duas pessoas em consequências de uma delas descender de outra ou de ambas
procederem de um progenitor comum7.

A linha recta de parentesco pode ser ascendente (de filhos) ou descendentes (de filhos
para os netos por exemplo). Tanto na linha recta como transversal pode ser materna ou
paterna. Neste âmbito há que distinguir também os irmãos germanos (parentes nas
linhas paterna e materna) e dos uterinos (parentes só na linha materna). (artigo 11, da
Lei da família)

2.2.4. Efeitos do parentesco


Os efeitos jurídicos do parentesco produzem – se em qualquer grau, em linha recta
embora quase não ultrapassem o oitavo grau na colateral8.

Enquanto que um dos efeitos principais do parentesco, o Direito de suceder por morte,
embora se verifique ilimitadamente na linha recta restringe-se ao quarto grau da linha
colateral (sem levar em conta o direito da representação na sucessão legal em benefícios
dos descendentes, dos irmãos do falecido, qualquer que seja o grau do parentesco)9.

Outro importante efeito do parentesco é a obrigação de alimentos que impende em


certos casos, sobre alguns parentes: os descendentes, os ascendentes, os irmãos e os tios
(artigo 417 da Lei supracitada). Da relação de parentesco resultara também a obrigação
de exercer tutela (339 a 381 da Lei supra), impedimentos ao casamento (artigo 32 a 34).

7
Vide Artigo 09 da Lei 22/2019, de 11 de Dezembro.
8
Vide artigo 13 da Lei 22/2019, de 11 de Dezembro.
9
Artigo 36 da Lei supra.

6
2.2.5. Afinidade
A afinidade é o vínculo que liga um dos cônjuges aos parentes do outro 10. A afinidade
conta-se por linhas e graus, em termos idênticos aos do parentesco.

2.2.6. Efeitos da afinidade


Os efeitos da afinidade não passam normalmente na linha colateral, do segundo grau.
Assim, não havendo direitos sucessórios entre os afins, a obrigação de alimentos esta
limitada, em certos termos, ao padrasto ou a madrasta. A afinidade determina-se pelos
mesmos graus e linhas que definem o parentesco e não cessa pela dissolução do
casamento11.

2.2.7. Adopção
A adopção é o vínculo que a semelhança da filiação natural mas independentemente dos
laços do sangue se estabelecem legalmente entre duas pessoas12.

A adopção é um vínculo de parentesco legal, moldados nos termos jurídicos da filiação


natural embora com esta não se pode confundir nem haja qualquer ficção legal a faze-lo.
O vínculo de adopção estabelece-se por sentença judicial13.

2.2.8. Modalidades da adopção


São admitidas duas modalidades de adopção: a plena e a restrita. A adopção restrita
pode converter-se a todo o tempo e a requerimento do adoptante, em adopção plena
mediante a verificação de um certo número de condições.

A adopção plena tal como restrita constitui-se mediante sentença judicial14. Para que a
adopção seja decretada é necessário preencher-se os requisitos do artigo 399, apresentar
reais vantagens para o adoptando, fundar-se em motivos legítimos, não envolver em
sacrifício injusto para os outros filhos do adoptante e ser razoável supor que o adoptante
e o adoptando se estabeleça um vínculo semelhante ao da filiação, e o adoptando ter
estado ao cuidado do adoptante durante prazo suficiente para se poder avaliar da
conveniência da constituição do vínculo.

10
Vide Artigo 14 da Lei 22/2019 de 11 de Dezembro.
11
Vide art. 15 da Lei 22/2019 de 11 de Dezembro.
12
Cfr. artigo 16 da Lei 22/2019 de 11 de Dezembro.
13
Cfr. art. 398 da Lei 22/2019 de 11 de Dezembro.
14
Ibidem.

7
A adopção plena pode ser feita por duas pessoas que estejam casadas ou vivam em
união de facto há mais de 3 anos e não estejam separadas de facto; por quem tiver mais
de 25 anos, possuam condições morais e matérias que possibilitem o desenvolvimento
harmonioso do menor15.

A adopção plena é irrevogável mesmo por acordo entre o adoptante e o adoptado16.

A adopção restrita prevista nos números 2, 3 e 4 do artigo 407 são aplicadas em


princípio as normas constantes dos artigos que regulam a adopção plena. Há contudo
algumas alterações uma delas é a de que qualquer pessoa pode adoptar restritamente
desde que tenha mais de vinte e cinco anos e não mais de cinquenta anos.

15
Cfr. art. 402 Lei 22/2019 de 11 de Dezembro.
16
Cfr. Artigo 407 da Lei 22/2019 de 11 de Dezembro.

8
3. Considerações finais
Chegado a este ponto, concluímos que, e em primeiro lugar, o conceito de vida familiar
do art. 7.º da Lei da família passou a abranger não só as relações\ matrimoniais
heterossexuais, mas também as uniões de facto entre pessoas de diferente sexo ou, até e
mais recentemente, do mesmo sexo. Enquanto as uniões de facto entre pessoas de sexo
diferente integravam o conceito de vida familiar.

A família continua a ser uma instituição social imprescindível, mas a sua formação
tende a se transformar para abarcar uma nova realidade que vem se sobrepor à
tradicional. A reforma social passa pela reforma do ser humano, tarefa estranha ao
Direito, mas o homem dedicado ao Direito saberá sempre caminhar na direcção dos
fenómenos sociais e transformará essas mudanças em princípios normativos.

O vínculo biológico não deverá sempre se sobrepor ao vínculo afectivo no tocante as


relações de parentalidade, devendo estes, encontrarem-se em perfeita harmonia de
forma a concretizar o princípio superior interesse da criança.

9
4. Bibliografia
ANTUNES VARELA, Direito da Família, Livraria Petrony, Lisboa, 1987.

CÂNDIDO MARTINS, Rosa, A Morte do Casamento: mito ou realidade? inTextos de


Direito da Família para Francisco Pereira Coelho, imprensa da Universidade de
Coimbra, 2016.

COSTA ANDRADE, Manuel da, Consentimento e Acordo em Direito Penal, Coimbra


Editora, 2004.

DUARTE PINHEIRO, Jorge, Perspectivas de Evolução do Direito da Família em


Portugal, in Textos de Direito da Família para Francisco Pereira Coelho, imprensa da
Universidade de Coimbra, 2016.

DUARTE PINHEIRO, Jorge, O Direito da Família Contemporâneo, 4.ª Edição


(Reimpressão), AAFDL Editora, Lisboa, 2015.

DUARTE PINHEIRO, Jorge, O Ensino do Direito da Família Contemporâneo, Lisboa,


2007.

FIGUEIREDO DIAS, Jorge de, O “Direito Penal do bem jurídico” como princípio
jurídico-constitucional implícito, in RLJ, Ano 145.º, n.º 3998, Maio-Junho 2016.

GONÇALVES DE PROENÇA, José João, Direito da Família, Universidade Lusíada


Editora, Lisboa, 2003.

PEREIRA COELHO, Francisco/ OLIVEIRA, Guilherme, Curso de Direito da Família,


Volume I – Introdução/ Direito Matrimonial, 5.ª Edição, Imprensa da Universidade de
Coimbra, 2016.

PIRES DE LIMA/ ANTUNES VARELA, Código Civil Anotado, Vol. IV, 2.ª Edição,
Coimbra Editora, 1992.

PRODANOV, C, C. FREITAS, E, C, de F. Metodologia do trabalho científico: Métodos


e Técnicas da Pesquisa e do Trabalho Académico. 2ª Edição, Rio Grande do Sul –
Brasil, 2013.

Legislação Consultada:

● Código Penal (Lei n.° 24/2019, de 24 de Dezembro);


● Lei da Família (Lei n.º 22/2029, de 11 de Dezembro);

10
● Código Civil de Moçambique.

11

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