SISTEMA DE SUPERVISÃO EM SOLDAGEM E
RASTREABILIDADE – 3SR 4.0.
1 – APRESENTAÇÃO.
O 3SR, fig. 1, é uma ferramenta focada em fornecer informações para todos os níveis da cadeia produtiva
as quais são importantes para aperfeiçoar a expertise na produção, promover melhorias, subsidiar as
tomadas de decisão e trazer informações estratégicas para tomada de decisão e novos investimentos.
Figura 1 – 3SR Informações a todos os níveis da cadeia produtiva.
2 – INICIANDO O SISTEMA.
Antes de ligar o sistema leia as instruções do apêndice A sobre conexões e cuidados.
O 3SR é composto por duas unidades, uma é a IHM formada por um display Touch e CPU padrão PC, e a
outra, é a unidade de processamento de sinal (UPS), que tem como base um microcontrolador ARM
Cortex 32 bits. As duas unidades são conectadas por Ethernet e dependendo da versão a UPS pode ser
destacada e instalada distante da IHM.
Para ligar o sistema pressione por volta de 2 segundos o botão ON/OFF (fig. 2), o LED verde acenderá
indicando que o sistema será inicializado. Durante a inicialização o LED amarelo irá ficar piscando,
indicando que a IHM está inicializando. Esta inicialização pode demorar até 2 minutos. Após a
inicialização irá aparecer a tela mostrada na figura 2.
UPS START
ON/OFF USB
Power
Figura 2 – Painel do 3SR.
Na inicialização a IHM se conecta a UPS. Em operação normal, o marcador de checagem estará em verde
indicando que a conexão está ok, figura 2 círculo pontilhado verde. O status da comunicação poderá ser
verificado no campo Status da aba Geral da tela do supervisor figura 3. Em caso de erro de comunicação
aparecerá este símbolo na caixa de checagem, e as mensagens de erros serão mostradas no estado
da rede, exemplo fig. 3b. Para tentar reconexão, pode-se usar o botão de CONECT. MANUAL, indicando
um novo Ip, soluções de problemas de conexões vide apêndice D.
a) b)
Figura 3 – Status da comunicação entre PC e UTS.
3 – Descrição da IHM do Usuário.
A tela do usuário, figura 4, tem como objetivo acompanhar a operação de soldagem através dos gráficos
e instrumentos digitais. Os gráficos permitem uma visualização do comportamento dinâmico dos sinais,
cujas variações podem indicar alterações nas condições de soldagem, auxiliando na detecção de
possíveis falhas, fatores que as causam e possíveis soluções. Através da observação, é possível se
reconhecer padrões e associá-los a eventos, promovendo aprendizado e expertise aos usuários, que
com o tempo irão interpretar os sinais de soldagem, identificando possíveis inconformidades,
minimizando o tempo de eventuais intervenções para corrigir problemas, e em alguns casos, permitindo
a previsão e antecipação de ações de correção.
Este sistema, além de auxiliar na identificação de falhas e suas soluções e minimizar a possibilidade de
propagação das falhas, permite o armazenamento dos sinais de soldagem em banco de dados. Assim
sendo, é possível se ter um histórico do componente soldado para consultas futuras e com isso se ter a
rastreabilidade deste.
O campo Mirar Equipo, é utilizado para selecionar as variáveis de uma das máquinas de soldagem (01,
02 ou 03) que serão mostradas nos gráficos e mostradores digitais. O indicador digital azul mostra qual
máquina foi selecionada.
As setas de incremento do campo Tiempo (s) permitem alterar o intervalo de visualização dos sinais de
soldagem.
O Botão Teclado torna visível o Teclado Touch, usado para o usuário fornecer dados para operação de
soldagem.
Figura 4 – Tela Usuário.
O Botão SUPERVISOR é utilizado para acessar a Tela do Supervisor, que possui uma série de
funcionalidades, desde configuração da operação de monitoramento, a visualização mais detalhada dos
sinais de soldagem. O capítulo 5 aborda a Tela do Supervisor.
O Botão Terminar é usado para desligar o sistema.
4 – Iniciando a Supervisão da Soldagem.
O início da supervisão do processo ocorre ao se pressionar o botão Iniciar. Este botão ficará desabilitado
até que se forneça os dados da solda. Para isso, é necessário fornecer os dados numéricos dos três
campos que identificam a soldagem, figura 5a. Após fornecer os dados deve-se pressionar o botão
Validar, ação que ativa o botão Iniciar, figura 5b.
Ao se pressionar o botão Iniciar, o sistema irá iniciar as leituras dos sinais de soldagem, o botão Finalizar
será ativado e o de Iniciar desativado, figura 5c.
a) b) c)
Figura 5 – Identificação da soldagem.
O início do registro dos sinais de soldagem ocorre ao iniciar a solda. O sistema irá registrar cada cordão
de solda até que seja pressionado o botão Finalizar, quando irá aparecer a janela perguntando ao
usuário se deseja terminar o sistema ou fazer a solda de um novo Tramo. Informações sobre o
procedimento de aquisição e tratamento dos sinais estão no apêndice B.
Para desligar o sistema deve-se pressionar Terminar e para iniciar a supervisão de um novo Tramo a
opção Nueva. Com isso, o usuário deverá fornecer novamente os dados de identificação da solda
conforma foi descrito acima.
Figura 6 – Painel que é mostrado após o usuário finalizar a operação de soldam.
El ajuste de las barras de límite, indicado por las flechas amarillas en la Figura 5 y los datos provistos en
la configuración del sistema, se tratan en los Capítulos 5 y 6.
Los datos de unión se almacenarán en el disco junto con las señales de soldadura medidas y se pueden
enviar a través de la red (UDP, TCP, RabbitMQ, ...).
En el video IniciandoSupervisao.mp4, proporcionado junto con la documentación del sistema, se
muestran los principales pasos para configurar el sistema e iniciar la supervisión de soldadura.
5 – Tela do Supervisor.
A tela principal, figura 7, possui dois conjuntos de abas horizontais, marcadas com a linha tracejada roxa,
que permitem acesso as diversas funcionalidades que serão apresentadas neste capítulo.
A tela inicia com o conjunto da esquerda apresentado a aba Instantâneas, usada para visualizar o gráfico
dos sinais instantâneos de forma mais detalhada e flexível. Já no conjunto da direita a aba Soldaduras,
que mostra a tabela de dados parciais do cordão de solda.
O campo é usado para selecionar qual máquina será mostrada nos gráficos.
A Aba vertical SETUP permite selecionar 10 configuração de junta de soldagem (botões de 1 a 10 linha
tracejada azul), as quais são definidas na aba Configuração, conforme indicado pela mão, figura 8. Ao
acessar essa opção irá surgir a tela apresentada na figura 8.
Figura 7 – Tela principal.
5.1 - Aba Configuraciones:
Nesta aba são fornecidos dados para registro das condições de soldagem, os quais são definidos nas
Sub-Abas indicadas em cor verde.
Figura 8 - Aba Configuração.
Deve-se dar atenção aos dados marcados com a linha tracejada vermelha. A velocidade (Velo. de
soldadura) é usada para cálculo do aporte térmico, e o Tiempo del Segmento define um intervalo de
tempo para cálculo de dados parciais da soldagem. Em cada intervalo os dados parciais são salvos em
disco com os respectivos sinais instantâneos, maiores detalhes são apresentados no apêndice C.
Para ler, alterar ou salvar os dados da configuração da soldagem é necessário selecionar uma
das opções de 1 a 10, que mudará de cor quando pressionada para roxo, indicando que está selecionada.
Após pode-se ler ou salvar. Exemplo, para alterar uma configuração salva, selecionar um botão, no caso
02, após deve-se ler , então alterar os dados e selecionar novamente a opção 02 ou outra e .
5.2 - Aba Geral:
Nesta aba, figura 9, são apresentadas algumas informações sobre o estado da conexão da IHM com a
UPS. As funções desta aba são:
Selecionar a linguagem: Após selecionar uma das opções de linguagem deve-se pressionar o botão
Confirm, linha vermelha tracejada.
Botões AQS e Demo: O botão demo pode ser usado para teste. Pressionando-se o mesmo antes de
iniciar a aquisição a UTS irá emular u ma soldagem no processo GMAW por curto circuito. Para voltar
ao estado de aquisição é necessário Finalizar a supervisão, e pressionar AQS. Com isso, o sistema irá ler
novamente os sinais de soldagem quando for iniciada um nova supervisão.
Campo Ficheiro: SSD indica o espaço disponível em disco. Quando o espaço ficar menor que 10 Gb, ao
selecionar a opção Iniciar (capítulo 4) o sistema irá apagar automaticamente os arquivos de
dados mais antigos até que se tenha um espaço maior que 10 Gb. No Apêndice C é sugerido
soluções para fazer backup dos dados em outras mídias/nuvem. A opção Abrir permite ler
dados de um Tramo. A opção está disponível somente antes de se iniciar uma supervisão.
Figura 9 – Aba Geral.
Botão Salir/Windows : Este botão é usado para sair do programa e acessar o Windows. Para retornar
ao programa é necessário executar o programa 3SR indicado por um ícone na área de trabalho.
Botão Apagar: Este botão desliga todo o sistema, idem ao botão terminar da tela do usuário.
5.3 - Aba ETH:
Nesta aba, figura 10, é configurada a conexão do 3SR com outro computador para envio de dados por
rede. Estão disponíveis os protocolos TCP e UDP. O usuário deve definir Ip e Porta para cada uma das
opções. Para ativar a conexão é necessário pressionar o protocolo desejado, ou ambos.
Após realizada a conexão os dados irão ser enviados a cada intervalo de tempo definido no campo taxa.
Ao definir o tempo é necessário pressionar confirmar.
O botão Consultar envio é usado para testar a comunicação, pressionando o mesmo, os dados da caixa
de texto serão enviadas para os protocolos que estiverem ativos. Durante a soldagem, os dados enviados
pela rede são mostrados na caixa de texto também.
Figura 10 – Aba ETH.
5.4 - Aba Tabela Completa:
Esta tabela apresenta informações mais completas dos cordões de solda e dados parciais, como custos
e quantidade de material consumidos.
Figura 11 – Aba Tabela Completa.
5.5 -Aba Medios:
Nesta opção é possível observar os gráficos dos valores médios e eficazes, figura 12, calculados em
intervalos de 0.1 s. A linha azul representa os valores médios e a vermelha os eficazes.
Como as amostras são em intervalos de 0.1 s, em alguns casos, mesmo os sinais de soldagem sendo
repetitivos no tempo, a exemplo soldagens com corrente pulsada, os valores médios mostrados no
gráfico podem flutuar devido as amostras não estarem sincronizadas com o sinal de soldagem. Um caso
hipotético seria a soldagem pulsada com tempos de base e pulso de 0.1 s, eventualmente, numa
sincronização perfeita, nos gráficos seriam apresentados pontos intercalados com o valor do pulso e de
base.
Figura 12 – Aba Medios.
5.6 - Aba Soldaduras:
Nesta aba são apresentados alguns dados dos cordões de solda e das amostras parciais da máquina de
solda selecionada em uma das 3 opções indicada pela linha pontilhada azul.
Quando os dados são lidos de arquivo para análise de soldas já realizadas, para se visualizar o gráfico
dos sinais de solda deve-se selecionar uma das amostras parciais da tabela, como exemplo indicado pela
mão vermelha. No gráfico serão mostrados os sinais da máquina selecionada no campo .
Figura 13 – Aba Soldaduras.
5.7 - Aba Amostras:
Nesta aba são apresentados os pontos de médias e eficazes da amostra parcial selecionada na aba
Soldadura, figura 14. Com a tabela é possível se perceber alterações quantitativas dos valores. A última
coluna dá uma estimativa da posição de soldagem de cada uma das amostras, a qual é calculada em
função da velocidade de soldagem selecionada na opção SETUP informada na Aba Configuraciones
((item 5.1).
Ao se selecionar uma das soldaduras, item 5.6, o número do cordão parcial será mostrado no campo
da tabela da aba Muestras, conforme exemplo da figura 14.
Ao se selecionar uma das amostras irá surgir uma janela flutuante com os gráficos instantâneo e médios
permitindo visualizar a referida amostra nos gráficos de sinais. O gráfico da aba Medios (item 5.5)
também será posicionado na amostra selecionada.
Figura 14 – Aba Amostras.
5.8 - Aba Panel Digital:
Nesta aba são mostrados os valore médios e eficazes calculados em
intervalos de 1s. A mesma é utilizada para acompanhar estes valores
enquanto está se usando a interface do supervisor.
O campo T. Sold. (s) apresenta o tempo total da operação a partir de
se iniciar a supervisão.
O campo Ft(%) apresenta o fator de trabalho da operação de
soldagem, que é o tempo de arco aberto divido pelo T. Sold.
5.9 - Aba Ajuste Gráfico.
Ao acessar esta aba é possível alterar as bases de tempos e escalas dos gráficos.
No painel Gráficos del Sistema Supervisor é ajustada a base de tempo dos gráficos apresentados na Aba
Instantâneas.
O botão Escalas altera as escalas de todos os gráficos, inclusive da IHM do USUÁRIO, capítulo 3.
No painel Gráficos de análisis detalhados é ajustada a base de tempo dos gráficos da janela Analise
Medidas, figura 4.
Apêndice A - CONEXÕES.
As conexões do sistema são realizadas através do painel mostrado na figura A.1.
CUIDADOS:
• Verificar se a tensão de rede é compatível com a indicada para modelo do 3SR.
• Não conectar ou desconectar os sensores com o sistema ligado. Apenas os conectores de Ethernet
e USB pode ser conectados / desconectados com o sistema ligado.
• Não utilizar os sensores em equipamentos com ignitor de HF, comuns em equipamentos TIG, a não
ser que haja instruções no sensor permitindo o uso com esse tipo de dispositivo.
• Verificar se as faixas de medição dos sensores são compatíveis com a aplicação.
• Para minimizar interferências nas medidas, buscar afastar os cabos dos sensores de cabos que
operam com correntes e tensões elevadas, como cabos de corrente de soldagem, cabo de
alimentação de motores, máquinas de solda ponto, ...., se possível, usar dutos/calhas/caminhos
específicos para os mesmos.
CN Descrição.
1 Entradas e Saídas para sinalizações e comandos.
Ver documentação específica.
2 Alimentação do sistema (Verificar compatibilidade
com rede).
1 2 Pinos: Fase, Neutro e Terra.
3 Conexão para comunicação em rede/remota (IoT).
4 USB – Uso geral (Pen Driver, Mouse, Teclado, ...)
5 Medida de tensão.
Pinos : 1 - +Ua, 2 - -Ua.
3 4 6 Medida de Velocidade de arame.
Pinos: 1 – 1A , 2 – 1B, 3 -3A, 4- 5V
5 – 0V, 6 – 3B, 7 – 2B, 8 – 2A.
7 Medida Gás (Observar tipo de gás defaut).
Pinos : 1 – +10 V, 2 – 0 V, 3 – Sinal.
8 Medida de Corrente.
5 Pinos: 1 - +15 V, 2 - -15 V, 3 – Sinal, 4 – 0 V.
6
5
Figura A.1 – Painel de conexões.
Apêndice B – Lógica de Supervisão.
O processo de supervisão é iniciado após pressionar o botão Iniciar (Capítulo 3). A detecção de início do
cordão ocorre quando o valor da corrente média ultrapassar o valor de Ini mostrado no gráfico da figura
B.1. Com isso, os sinais da solda são adquiridos, os valores instantâneos são mostrados nos gráficos,
como também, tradados em tempo real gerando dados parciais e totais que são mostrados nas diversas
tabelas e, ainda, gerar ações externas, segundo regras predefinidas, de forma a emitir sinais de alertas
ao usuário, ou enviar sinais ao sistema de soldagem, entre outras ações.
Iini = corrente de início.
Segmentos
(Parciais)
Totais
C = Cordão de Solda, Ex: C = 2
Ifim = corrente de início.
C.4 ΔTr
C.3 ΔTs
L
C.2
ΔTs
C.1
ΔTs
ΔTs
ΔTr
Figura B.1 – Lógica de monitoramento do cordão de solda.
A iniciar a soldagem, dados parciais do cordão de solda são gerados quando o tempo de solda ultrapassar
múltiplos do valor definido na aba Dados da Junta, figura 8, campo tempo de segmento (ΔTs). Cada
conjunto de dados parcial são incluídos nas tabelas de dados com código (C.S ) mostrado na primeira
coluna (Soldad), que é formado pelo número do cordão (C) e do segmento (S).
O segmento (ΔTf) ocorre quando o cordão de solda é finalizado, que nunca terá um tempo superior a
ΔTs.
A finalização de um cordão ocorre quando a corrente fica menor do que Ifim. Ao final do cordão, é
gerada uma linha de dados totais do cordão, contendo somente o número do cordão C, resultante da
média de todos os dados parciais do referido cordão, conforme indicado pela linha tracejada na figura
B.1.
Os valores de Ini, Ifim podem ser alterados no arquivo 3SR.cnf, seção [Config] identificadores IarcoIni,
IarcoMin. Os valores defaut são: 200 A, 100 A.
Após a detecção do fim de solda, o sistema irá aguardar início de um novo cordão, até que seja
pressionado o botão de Finalizar supervisão.
Apêndice C – OPERAÇÕES COM ARQUIVOS.
Arquivos do sistema são gravadas na pasta C:\ARQ_3SR, Figura C.1. Na sub pasta C:\ARQ_3SR\RESTRITO
é gravado o arquivo 3srlog.txt, que contém uma série de informações da inicialização do sistema e
comandos executados pelo operador.
Os dados referentes a operação de soldagem são gravados na pasta C:\ARQ_3SR\RESULTADOS. Para
cada operação de soldagem é criado uma sub pasta com o nome iniciado pelas letras 3SR+número de
série do Tramo + identificador único (idu) criado automaticamente (no exemplo da Figura C.1 o número
do tramo é 444 e o idu 6860). Os arquivos salvos nesta pasta, linha pontilhada vermelha, são:
a) Arquivos dos sinais instantâneos: é gravado um arquivo com os sinais de cada intervalo de
dados parcial, onde o nome é formado pelo número do tramo e o código do dado parcial, linha
pontilhada amarela, gerando os arquivos com extensão “.aci”, linha pontilhada vermelha.
b) Arquivo de sinal médio: este arquivo tem extensão “.acm” contém os pontos que compões os
gráficos da aba Medios, item 5.5.
c) Arquivo do “.act” que contém os dados parciais da tabela aba Soldaduras.
d) Arquivo SAPV4.JUN, que contém os dados de configuração da Junta, item 5.1.
Figura C.1 – Armazenamento dos dados de soldagem.
Os arquivos serão mantidos no disco SSD até que o espaço livre seja menor que 10Gb. A cada início de
uma operação de supervisão (botão Iniciar), o programa verifica o espaço livre em disco, caso esteja
inferior a 10 Gb, as pastas mais antigas serão apagadas até que o espaço livre fique maior que 10 Gb.
Assim sendo recomenda-se fazer backup dos dados, que pode ser feito de várias formas com o uso de
ferramentas apropriadas. No 3SR está instalada a ferramenta Cobian (https://www.cobiansoft.com),
que pode ser configurada de diversas formas para realizar bakup dos dados, inclusive compactado os
arquivos para minimizar espaço do backup, abaixo será dada uma breve explicação de como usar.
Para acessar o Cobian acesse os ícones escondidos indicado pela seta azul figura C.2, informações
adicionais da ferramenta são fornecidas no Ayuda.
Figura C.2 – Cobian Backup.
Haga doble clic en la tarefa "3SR, flecha roja, para acceder al propiedades.
En la pestaña "Ficheros" deberá adicionar las "Fuentes" (los ficheros originales que desea respaldar) y
los "Destinos" (Vd. puede respaldar ficheros individuales, carpetas o lugares de FTP remotos).
En la pestaña "Archivo" podrá escoger si quiere hacer el copiado de los ficheros de forma cifrada o de
forma comprimida.