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Terapia Estetica Capilar

O documento apresenta informações sobre terapia capilar e a anatomofisiologia do folículo capilar, destacando a importância do cabelo na estética e suas funções. Também aborda patologias do couro cabeludo, como caspa, seborréia, dermatite seborreica, psoríase, foliculite, e outras infecções fúngicas e parasitárias. O curso é ministrado pela Prof. MS. Lidiane Rocha, especialista na área.

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lou rdinha
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Terapia Estetica Capilar

O documento apresenta informações sobre terapia capilar e a anatomofisiologia do folículo capilar, destacando a importância do cabelo na estética e suas funções. Também aborda patologias do couro cabeludo, como caspa, seborréia, dermatite seborreica, psoríase, foliculite, e outras infecções fúngicas e parasitárias. O curso é ministrado pela Prof. MS. Lidiane Rocha, especialista na área.

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186-72
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APRESENTAÇÃO DO
CURSO E PROFESSOR
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PROF. MS. LIDIANE ROCHA


✓Graduada em Estética – Universidade Anhembi Morumbi (SP);

✓Especialização em Pré e Pós Procedimentos Médicos - Universidade Anhembi


Morumbi (SP);

✓Pós Graduada em Cuidados Paliativos e Terapia da Dor (PUC);

✓Mestra em Biofotônica para Ciências da Saúde – Universidade Nove de Julho


(SP);

✓Doutoranda em Biotecnociência (UFABC);

✓CEO e RT no Instituto Lidiane Rocha (SP);

✓Docente pós graduação –INAESP, ESB, ABEB e Universidade Anhembi


Morumbi.

✓Palestrante em Congressos e Simpósios da área estética.


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TERAPIA CAPILAR
• PESQUISAS APONTAM AUMENTO NA PROCURA POR TERAPIA
CAPILAR.

• NICHO DE MERCADO QUE CRESCEU MUITO NOS ÚLTIMOS


ANOS.

VOCÊ ESTA PREPARADO?


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TERAPIA CAPILAR
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ANATOMOFISIOLOGIA DO
FOLÍCULO CAPILAR
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Os pêlos têm como função, proteger a


pele contra a luz do sol, frio e calor.
Cabelos são um tipo de pêlo que têm
uma importância fundamental na
estética sendo que suas alterações
podem causar problemas psicossociais
e diminuição da qualidade de vida.

Darwin E et al. Lasers Med Sci. 2017


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Estrutura do folículo capilar.


Sampaio SAP, Rivitti EA. Dermatologia. 3 edição. 2007
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• Ligados ao folículo piloso estão o músculo eretor do pelo e a


glândula sebácea (Junqueira & Carneiro, 2004).

• O ciclo do pelo pode ser dividido em três fases: fase anágena ou


fase de crescimento, está em constantes divisões mitóticas na
matriz do folículo, ou seja, há uma grande atividade celular
(Kleinhans, 2012; Rebelo, 2015). Fase catágena ou fase de
regressão é caracterizada pelo encurtamento epitelial da sua base,
onde ocorre uma involução do folículo piloso (Kleinhans, 2012;
Rebelo, 2015). E por último a fase telógena ou fase de repouso
que caracteriza a fase de desprendimento do cabelo.

• Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD,


2016), aproximadamente 90% dos cabelos estão na fase anágena.
O restante encontra-se em telógena, cuja duração aproximada é
de 2 a 4 meses. Ao final da fase telógena, inicia-se uma nova fase
anágena (Kleinhans, 2012).
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HASTE CAPILAR E
COURO CABELUDO
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Haste capilar

• O cabelo é uma fibra extremamente forte. A carga necessária


para quebrá-lo é de 50 a 100g.
• Possui uma geometria elíptica e seu diâmetro é variável
• Constituído de 3 partes: cutícula, córtex e medula.
• Cada fio poderia ser comparado com um lápis
• A parte mais interna - o grafite - seria a Medula.
A madeira seria o Córtex.
A parte mais externa - a tinta - seria a Cutícula.
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Cutícula

• A cutícula é a parte externa do fio de cabelo.


• É a unidade morfológica responsável pela proteção das células
corticais.
• É a principal barreira à penetração de agentes químicos e
enzimáticos para o interior da fibra. Permanece intacta somente
alguns milímetros próximos ao couro cabeludo.
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Cutícula

• A cutícula é a principal
responsável pelo atributo
brilho do cabelo, tendo
ainda influência
fundamental no toque
(maciez) e na
penteabilidade.

– Função: proteger o córtex


e controlar o conteúdo de
água dentro da fibra.
Importante para a coesão
do fio. Possui de 6 a 10
camadas. É incolor e
Transparente.
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Córtex

• Consiste em células queratinizadas, em forma de fuso, que estão


paralelamente orientadas ao longo do fio. Possui uma estrutura
muito compacta (pouco porosa).
• O córtex é a unidade morfológica responsável pela elasticidade e
resistência do cabelo. Também é a estrutura que determina a maior
ou menor porosidade dos fios.
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Medula

• Coluna de células anucleadas. Só aparece em pelos grossos e


sua função não está definida. Sem importância funcional.
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COURO CABELUDO

•Conjunto de tecidos moles que cobrem o crânio;

•Dividido em cinco camadas. No entanto, as três primeiras


chamamos de couro cabeludo.

[Link]
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PATOLOGIAS DO COURO
CABELUDO – PARTE 1
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CASPA

• A caspa caracteriza-se por uma descamação fina, esbranquiçada e difusa que


acomete o couro cabeludo, alguns autores a definem como uma forma branda
de dermatite seborreica e alguns atribuem o seu aparecimento somente a
aceleração da multiplicação celular. Os fatores externos que podem
desencadear essa afecção são principalmente agentes irritantes como xampus,
géis e condicionadores inadequados ou deficiência nutricional.
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SEBORRÉIA

• A seborréia é caracterizada pela produção excessiva de sebo, não apresenta


descamação e vermelhidão e pode ser influenciada por fatores hormonais,
alimentares, emocionais e climáticos. É um fator predisponente para a
dermatite seborreica.
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DERMATITE SEBORREICA

• Inflamação na pele que causa principalmente


descamação e vermelhidão em algumas áreas
da face, como sobrancelhas e cantos do nariz,
couro cabeludo e orelhas.
• É uma doença de caráter crônico, com períodos
de melhora e piora dos sintomas. A causa não é
totalmente conhecida, e a inflamação pode ter
origem genética ou ser desencadeada por
agentes externos, como alergias, situações de
fadiga ou estresse emocional, baixa temperatura,
álcool, medicamentos e excesso de oleosidade.
• A presença do fungo Pityrosporum
ovale também pode provocar a doença. Já a
dermatite seborreica em recém-nascidos,
conhecida como crosta láctea, é uma condição
inofensiva e temporária.
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PSORIASE

• Doença da pele relativamente comum, crônica e não


contagiosa. É cíclica, ou seja, apresenta sintomas
que desaparecem e reaparecem
periodicamente. Sua causa é desconhecida, mas se
sabe que pode estar relacionada ao sistema
imunológico, às interações com o meio ambiente e à
suscetibilidade genética. Acredita-se que ela se
desenvolve quando os linfócitos T (células
responsáveis pela defesa do organismo) liberam
substâncias inflamatórias e formadoras de vasos.
Iniciam-se, então, respostas imunológicas que
incluem dilatação dos vasos sanguíneos da pele e
infiltração da pele com células de defesa chamadas
neutrófilos, como as células da pele estão sendo
atacadas, sua produção também aumenta, levando
a uma rapidez do seu ciclo evolutivo, com
consequente grande produção de escamas devido à
imaturidade das células. Esse ciclo faz com que
ambas as células mortas não consigam ser
eliminadas eficientemente, formando manchas
espessas e escamosas na pele. Normalmente, essa
cadeia só é quebrada com tratamento.
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FOLICULITE

• Infecção de pele que se inicia nos folículos pilosos.


Geralmente, é motivada por uma infecção
bacteriana ou fúngica, mas também pode ser
causada por vírus e, até mesmo, por uma
inflamação de pelos encravados. A infecção se
apresenta no formato de pequenas espinhas, de
pontas brancas, em torno de um ou mais folículos
pilosos. A maioria dos casos de foliculite é
superficial, mas pode coçar e doer. Normalmente, a
inflamação do pelo se cura sozinha, mas casos
mais graves e recorrentes merecem atenção e
tratamento, pois podem levar a perda permanente
do pelo (CABELO) e cicatrizes.
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PITIRÍASE

• A micose do couro cabeludo (também conhecida como


tínea capilar ou pitiríase) é uma infecção fúngica que
causa coceira e descamação. O fungo existe
normalmente no couro cabeludo e pode ser ativado por
fatores como estresse, sudorese excessiva, alteração
do pH do couro cabeludo, etc.
Os sintomas mais comuns são coceira e aparecimento
de descamação que pode ficar presa nos fios de cabelo.
O diagnóstico é feito por um profissional da saúde que
utiliza aparelhos e exames adequados. A tínea
normalmente não causa graves complicações, mas
pode ocasionar perda de cabelo temporária.

• Micose do couro cabeludo (ou tínea capilar) é infecção


fúngica que atinge a área que cobre o crânio onde o
cabelo é implantado. Caracteriza-se pela presença de
uma descamação da pele. Esta infecção é causada pelo
crescimento de um fungo chamado pitiríase capitis.
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MIÍASE

• Infecção de pele causada pela presença de


larvas de moscas Dermatobia hominis. Na
maioria das vezes, a região da pele onde a larva
penetra, e pode se desenvolver por um período
de 30 a 60 dias, assume um aspecto
avermelhado e inflamatório que se assemelha a
um “furúnculo” – motivo pelo qual é conhecida
como miíase furunculóide. Pode ocorrer tanto em
crianças como adultos, especialmente em regiões
expostas da pele, inclusive no couro cabeludo.
Eventualmente, a miíase pode ser consequência
da deposição de larvas de determinadas moscas
em ferimentos na pele, cavidades naturais (como
nariz e orelhas) ou as larvas são ingeridas por
meio de alimentos ou bebidas contaminados.
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PEDICULOSE

• Doença parasitária causada por piolhos: seres


sugadores de sangue que vivem e se reproduzem
na superfície da pele e dos pelos. Pode ser
confirmada pela presença de lêndeas ou piolhos no
couro cabeludo.

• A transmissão da infestação se dá por meio de


contato direto, destacando-se as situações de
aglomeração infantil, como escolas e creches. A
pediculose do corpo é adquirida pelo uso
compartilhado de roupas. Já a pubiana pode ser
adquirida por via sexual.
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TINEA

• Impinge é o termo popular para descrever as


infecções superficiais da pele causadas por fungos
dermatófitos, que se alimentam da queratina da
pele. São as micoses superficiais, também
chamadas de tinha ou tinea. Podem ocorrer em
qualquer local da pele como mãos, pés, corpo,
face, virilha e couro cabeludo (este último mais
comum em crianças). Desenvolvem-se em área de
pele úmida, acometem mais facilmente pessoas
com baixa imunidade e são transmitidos por
contato de pessoa para pessoa.
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PATOLOGIAS DO COURO
CABELUDO – PARTE 2
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ALOPECIA
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ALOPECIAS CICATRICIAIS

[Link]
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Radwanski H. et al. Rev. Bras. Cir. Plást. 2009; 24(2): 170 –5


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Smirdale D. et al. An Bras Dermatol. 2010;85(6):879-82.


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Duque-Estrada B. et al. An Bras Dermatol. 2010;85(2):179-83.


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PATOLOGIAS DO COURO
CABELUDO – PARTE 3
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ALOPECIAS NÃO CICATRICIAIS

Pereira L. Universidade FUMEC.


ALOPECIA ANDROGENÉTICA
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MASCULINA E FEMININA

• A calvície masculina inicia-se pela perda de cabelos na linha frontal do


couro cabeludo com entradas no vértex, acompanhada de seborreia,
devido ao estimulo andrógeno nas glândulas sebáceas ;

• O quadro clínico na mulher é diferente, os cabelos ficam mais finos e há


uma rarefação difusa nas regiões fronto-parietais, não há seborreia e
alterações hormonais na maioria das vezes .

• O diagnóstico de alopecia androgenética não apresenta dificuldades. Nas


mulheres é realizado por conta das alterações hormonais, em homens o
diagnóstico se dá no início do quadro após a puberdade, padrão de
recesso e afilamento capilar bitemporal, frontal ou do vértex, miniaturizacão
visível dos fios, história familiar de alopecia androgenética em parentes de
1º e 2º grau.
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A)

B)

A) Padrão da alopecia androgênica em homens, segundo a classificação


Norwood; B) O padrão da alopecia androgênica em mulher, segundo a
classificação Ludwig.
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TESTOSTERONA

5 – ALFA ALTA CONVERSÃO EM


REDUTASE 2 DIHIDROTESTOSTERONA

FOLÍCULOS PILOSOS
ANDRÓGENO SENSÍVEIS

MINIATURIZAÇÃO FOLICULAR, ALTERAÇÃO


NO CICLO DE CRESCIMENTO, AFILAMENTO E
QUEDA
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PRÉ DISPOSIÇÃO GENÉTICA, HORMÔNIOS


ESTEROIDAIS E ANDRÓGENOS E ESTROGÊNIOS

Yip L et al. Austr Jour of Dermatol.2011: 52, 81–8.


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Yildiz B. Research Clinical End & Metal. 2006; (20):2, 167-76.


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ALOPECIA AREATA

• Doença inflamatória que provoca a queda de cabelo. Diversos fatores


estão envolvidos no seu desenvolvimento, como a genética e a
participação autoimune. Os fios começam a cair resultando mais
frequentemente em falhas circulares sem pelos ou cabelos.

• A extensão dessa perda varia, sendo que, em alguns casos, poucas


regiões são afetadas. Em outros, a perda de cabelo pode ser maior. Há
casos raros de alopecia areata total, nos quais o paciente perde todo o
cabelo da cabeça; ou alopecia areata universal, na qual caem os pelos
de todo o corpo. A alopecia areata não é contagiosa. Fatores
emocionais, traumas físicos e quadros infecciosos podem desencadear
ou agravar o quadro.

• Estudos sugerem que cerca de 5% dos pacientes perdem todos os


pelos do corpo.
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EFLÚVIO TELÓGENO

• O eflúvio telógeno acontece quando algum fator encurta a fase anágena,


deixando um desequilíbrio entre a quantidade de fios em cada fase de
desenvolvimento, aumentando a quantidade de fios preparados para cair.

Esse desequilíbrio pode ser causados por


diversos motivos, como:
• Má alimentação ou dietas extremamente restritivas;
• Perda de importantes nutrientes devido a cirurgias ou infecções;
• Pós-parto (entre 3 e 8 meses);
• Mudanças hormonais (Menopausa);
• Problemas na tireóide;
• Parada da pílula anticoncepcional;
• Estresse emocional (Depressão, ansiedade)
• Uso de alguns tipos de medicamentos ( antidepressivos, estabilizadores de
humor, ansiolíticos, contraceptivos, fórmulas para emagrecimento, entre
outros).
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TRICOTILOMANIA

• Do grego trico=cabelo + tilo=puxar + mania);


• Desordem comportamental crônica, caracterizada pelo impulso recorrente e
incontrolável de arrancar fios ou tufos de cabelos do couro
cabeludo, sobrancelhas e cílios.
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TRICOLOGIA E
AVALIAÇÃO
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TRICOLOGIA

• Ciência que se dedica ao estudo dos


cabelos e pelos e/ou patologias do couro
cabeludo;

• Nome de origem grega, tricologia une


“trico”, de thrikos, que significa cabelo ou
pelo, com “logia”, que identifica estudo ou
campo do conhecimento.
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ANAMNESE ESPECÍFICA

• DADOS PESSOAIS;

• HISTÓRICO CLÍNICO;

• HABITOS DIÁRIOS;

• HOME CARE UTILIZADO (CUIDADOS DIÁRIOS);

• Investigação de lesões e disfunções cutâneas.


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AVALIAÇÃO COURO CABELUDO

Duque-Estrada B. et al. An Bras Dermatol. 2010;85(2):179-83.


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TRATAMENTOS
DISPONÍVEIS
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TRATAMENTOS DISPONÍVEIS

• FÁRMACOS TÓPICOS: Minoxidil, Alfaestradiol,


Latanoprosta;

• FÁRMACOS SISTÊMICOS: Finasterida,


Espironolactona, Acetato de Ciproterona
associado ao Etinilestradiol e Flutamida;

• CIRURGICOS: Implantes (minienxertos e


microenxertos);

• FITOTERAPIA: Serenoa repens, Pygeum


africanum, Curcuma aeruginos e Rosmarinus
officinalis.
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Cervantes J et al. Journ of Invest Dermatol. 2018;(19): 25 – 31.


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Kelly Y et al. Adis. 2016; 76:1349–1364.


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Kelly Y et al. Adis. 2016; 76:1349–1364.


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PROPOSTAS TERAPÊUTICAS
PARTE 1
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VASODILATADORES E OXIGENAÇÃO
TECIDUAL

• Alta frequência;

• Endermologia (vacuoterapia);

• Carboxiterapia;

• Vapor de ozônio;

• Terapia manual;

• Eletrocautério (ponteira L);

• Fitoterápicos e cosmiatria de ação vasodilatadora.


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PERMEAÇÃO DE PRINCIPIOS ATIVOS

• Microagulhamento;

• Eletroporação;

• Iontoforese;

• Fotobiomodulação LED ou Laser de Baixa


intensidade Infravermelho.
ANTISEPSIA E EFEITO BACTERICIDA NO COURO
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CABELUDO

• Alta frequência;

• LED Azul;

• Desincruste;

• Vapor de ozônio;

• Cosmiatria bactericida e fungicida


LIBERAÇÃO DE FATORES DE CRESCIMENTO E
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OXIGENAÇÃO

Fotobiomodulação:
• LED Vermelho (660nm);
• Laser Vermelho de baixa intensidade (660nm);

• Microagulhamento;

• Cosmiatria a base de fatores de crescimento e


peptídeos bioidênticos.
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PROPOSTAS TERAPÊUTICAS
PARTE 2
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FATORES DE CRESCIMENTO E PEPTÍDEOS
BIOIDÊNTICOS
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Melo et al. J Cosmet Dermatol. 2019;00:1–3.


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Rosa. Trabalho de conclusão de curso apresentado


ao IBMR – Laureate International Universities , 2017.
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TERAPIAS COMBINADAS
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TERAPIAS COMBINADAS

EXISTEM
MUITAS OPÇÕES
DE TERAPIAS
• Microagulhamento + Dermocosméticos;
COMBINADAS!!!
• Microagulhamento + Fotobiomodulação;

• Microagulhamento + Dermocosméticos + Fotobiomodulação;

• Endermologia + Dermocosméticos;

• Carboxiterapia + Dermocosméticos + Fotobiomodulação;

• Alta frequência + Microagulhamento + Fotobiomodulação;

• Desincruste + Vapor de ozônio + Aromaterapia + Dermoscosméticos;

• INTRADERMOTERAPIA TRADICIONAL
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CRIANDO TERAPIA COMBINADA

ANTISEPSIA DO
VASODILATAÇÃO
COURO
E OXIGENAÇÃO
CABELUDO

PERMEAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE
PRINCIPIOS FATORES DE
ATIVOS CRESCIMENTO

ASSOCIAÇÃO A
NUTRICOSMÉTICOS
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REFERÊNCIAS

• Darwin E, Heyes A, Hirt PA, Wikramanayake TC, Jimenez JJ. Low-level laser therapy for the treatment
of androgenic alopecia : a review. Lasers Med Sci. 2017.

• Sampaio SAP, Rivitti EA. Dermatologia. 3 edição. 2007.


• Pereira L. Principais Tipos de Alopecias não cicatriciais e suas Fisiopatogenias. Universidade FUMEC,
2016.
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