Saeb 97 Primeiros Resultados
Saeb 97 Primeiros Resultados
Primeiros
Resultados
Primeiros
Resultados
Mec/Inep/Daeb
Fundação Cesgranrio
2
Química: Hiroyuki Hino
José Alencar Simone
Natalina Aparecida Laguna Sicca
Neusa dos Santos Fook
3
Sumário
4
Primeiro Relatório do SAEB/97
2. O SAEB/1997 em números
O SAEB/97 foi aplicado no período de 27 a 31 de outubro, em uma amostra
nacional de alunos representativa do País e de cada uma das 27 unidades da Federação.
Participaram do SAEB/97 167.196 alunos de 1.933 escolas públicas e privadas. A
distribuição, por série, de alunos, turmas, professores e diretores que participaram do
SAEB/97 pode ser vista na Tabela 1.
Dos totais acima apresentados, 56.106 alunos, 1.598 turmas, 4.306 professores e
624 diretores pertenciam a escolas da rede particular de ensino.
Para a realização da pesquisa de campo, o SAEB utilizou 27 coordenadores
estaduais das Secretarias de Educação, 27 assistentes de pesquisa da Fundação
Cesgranrio (entidade contratada para realizar a pesquisa), 129 supervisores de campo e
2.695 aplicadores.
5
3. As escalas de proficiência em Português, Matemática e Ciências
Uma escala é uma maneira de ordenar medidas de acordo com valores arbitrados.
Por exemplo, a temperatura pode ser medida com um instrumento, o termômetro, que
pode utilizar duas escalas: a Celsius e a Fahrenheit. Essas duas escalas são diferentes,
pois, na Celsius, o ponto de fusão da água foi arbitrado em zero grau e o de ebulição, em
100 graus, enquanto na Fahrenheit esses pontos correspondem a 32 graus e 212 graus,
respectivamente. Embora diferentes, os valores de uma escala podem ser convertidos
aos valores da outra por uma simples transformação.
A teoria estatística utilizada no SAEB permite a construção de uma escala para
cada disciplina, que engloba as três séries avaliadas e ordena o desempenho dos alunos
em um continuum (do nível mais baixo para o mais alto). Isto é possibilitado pela
aplicação de itens comuns entre séries e a transformação (equalização) das escalas de
cada disciplina entre as séries para a obtenção de uma escala comum a todas as séries.
A metodologia para interpretação das escalas inclui dois procedimentos principais:
identificação de itens âncora e a interpretação desses itens por painéis de especialistas.
Itens âncora são itens que caracterizam os níveis das escalas no sentido de que a
grande maioria dos alunos situados em cada um dos níveis acerta o item, enquanto
menos da metade dos alunos situados no nível imediatamente inferior também o acerta.
Para o item ser considerado âncora no Nível 250, por exemplo, ele deve satisfazer ao
seguinte critério:
• que 65% ou mais de todos os alunos situados no nível acertem o item, que menos de
50% dos alunos posicionados no nível anterior (nível 175) acertem o item e que a
diferença entre os percentuais de alunos posicionados no nível 250 e os alunos
posicionados no nível imediatamente superior (nível 325) que acertaram o item seja
maior que 30%.
A seleção dos itens âncora para os demais níveis das escalas obedece ao mesmo
critério. No SAEB/97 foram identificados 691 itens âncoras. Alguns exemplos estão
incluídos no Anexo III.
De acordo com o segundo procedimento, a interpretação dos itens âncora, que visa
buscar o significado das respostas dadas pelos alunos, foi realizada por Painéis de
Especialistas que contaram com a participação de 35 professores especialistas de
conteúdo.
Para interpretar os desempenhos em 1997, foram escolhidos cinco pontos das
escalas: 100, 175, 250, 325 e 400 para as disciplinas Língua Portuguesa e Ciências. Em
Matemática, o nível 100 não foi considerado. As proficiências dos alunos foram então
explicadas pela descrição dos conhecimentos e habilidades que eles demonstraram
possuir quando situados em torno dos pontos correspondentes a cada nível. Por exemplo,
alunos posicionados em torno do ponto 175, na escala de Língua Portuguesa, são
capazes de identificar personagens a partir de sua fala (gírias, expressões típicas), entre
outras habilidades, e os posicionados em torno do ponto 250, em Matemática, são
capazes de estabelecer relações entre os valores de cédulas e moedas e de resolver
situações de pagamento e troco.
As figuras a seguir trazem as escalas de proficiência de Matemática, Língua
Portuguesa e Ciências, com os níveis de desempenho selecionados. Apresentam, ainda,
a posição, de acordo com as médias de proficiência, do Brasil, suas cinco regiões e de
cada uma das 27 unidades da Federação no ano de 1997.
6
FIGURA 1 – NÍVEIS DE PROFICIÊNCIA EM MATEMÁTICA - 1997
• Os alunos demonstram • Os alunos possuem conhecimento de geometria • Os alunos apresentam noções de • Os alunos resolvem problemas de Geometria Euclidiana,
que possibilita a descrição da movimentação de paralelismo, perpendicularismo e ângulo e empregando relações algébricas e trigonométricas,
conhecimentos elementares utilizando as propriedades e características das principai
de geometria. São capazes objetos, tendo como referência o próprio corpo. descrevem a posição e o movimento de
figuras planas e espaciais.
de localizar a posição dos • Reconhecem polígonos e quadriláteros. um objeto utilizando diferentes pontos de
• Resolvem problemas envolvendo ponto, reta,
• Estabelecem relações entre os valores de referência. circunferência e suas relações.
objetos tendo como • Classificam sólidos geométricos em
cédulas e moedas e resolvem situações de • Solucionam problemas que envolvem cálculo de
referência o próprio corpo e pagamento e troco, embora ainda não saibam corpos redondos e poliedros. comprimento, área, volume, temperatura e tempo,
de reconhecer figuras operar com decimais. • Interpretam resultados de medidas de utilizando fórmulas e as unidades de medidas usuais e
geométricas simples, desde • Relacionam diferentes unidades de medida de comprimento, massa, tempo e suas inter-relações.
que representadas na forma tempo e sabem selecionar a unidade de medida capacidade. • Resolvem problemas simples em porcentagens,
proporcionalidade direta e inversa e probabilidades.
usual. mais adequada para fazer determinada • Estabelecem relações entre unidades de • Interpretam dados em tabelas representando-os em
• Reconhecem o valor de medição. medida relacionadas a uma mesma gráficos de barras.
cédulas e moedas. • São capazes de multiplicar e dividir e de grandeza e resolvem problemas • Estabelecem relações e fazem conversões entre frações
identificar unidades, dezenas, centenas etc. envolvendo essas medidas. ordinárias e números decimais.
• Lêem horas em relógios
• Resolvem problemas envolvendo mais de uma • Identificam, comparam e ordenam • Resolvem problemas que envolvem equações e
digitais e analógicos e operação. números racionais (nas formas fracionária inequações simples de 1º e 2º graus e sistemas de 1º
sabem que a hora tem 60 • Adicionam e subtraem frações de mesmo e decimal) e números inteiros. grau.
minutos. • Conhecem os princípios básicos de polinômios e efetuam
denominador e conhecem números naturais na • Interpretam informações apresentadas em
operações elementares entre eles.
• Lêem e escrevem números forma fracionária. gráficos e tabelas, incluindo aquelas • Resolvem problemas simples que empreguem conceitos
de poucos dígitos. • Interpretam gráficos de barra e de setor e apresentadas em forma de porcentagem, de matrizes, determinantes, identificação de números
• Resolvem problemas identificam o gráfico mais adequado para sendo capazes de fazer prognósticos a complexos e sua representação e que envolvam a
representar uma dada situação. partir dessas informações. interpretação geométrica do conceito de módulo.
simples de adição e •
subtração com números • Expressam generalizações observadas em • Interpretam escritas algébricas e resolvem Conhecem as propriedades básicas de exponenciais e
logaritmos.
naturais. seqüências numéricas por meio de equações e sistemas de equações de 1º
representações algébricas. grau.
7
FIGURA 2 – NÍVEIS DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA PORTUGUESA - 1997
• Os alunos localizam • Os alunos são capazes de fazer • Os alunos percebem a • Os alunos são • Os alunos revelam um
uma informação em uma leitura mais elaborada do organização interna capazes de, em textos repertório significativo de
um texto, texto, interpretando-o. de diferentes tipos de curtos de certa leituras, uma vez que têm
recuperando-a, • Identificam informações e textos. complexidade, capacidade de
posteriormente, para reconhecem o tema central em • Reconhecem que o articular informações compreender a paródia
continuar a leitura. textos curtos e simples, como autor usa a linguagem implícitas e como uma referência a
• Identificam a bilhetes, receitas, instruções, para expressar pressupostas. outros textos.
pontuação expressiva poemas, historinhas. determinados • Percebem que a • Reconhecem a estrutura
e são capazes de • Relacionam informações sentidos. maneira como o texto do texto poético, bem
analisar o efeito de contidas em outros textos. • Reconhece o papel do está organizado supõe como os recursos
sentido decorrente de • Percebem o sentido da contexto na o seu leitor. expressivos utilizados para
seu uso. pontuação e das palavras que identificação de • Identificam diferentes criar efeitos de sentido
• São capazes de expressam sentimentos, por sentidos explícitos ou pontos de vista no nesse tipo de texto.
consultar um pequeno exemplo. implícitos presentes tratamento do • Reconhecem o papel das
texto informativo para • Identificam personagens a partir no texto. assunto, preposições, conjunções e
resolver um problema de sua fala (gírias e expressões compreendendo os advérbios na organização
localizado de leitura. típicas). argumentos utilizados. e desenvolvimento do
texto.
8
FIGURA 3 – NÍVEIS DE PROFICIÊNCIA EM CIÊNCIAS – 1997
• Os alunos • Os alunos identificam, nomeiam, • Os alunos interpretam problemas • Os alunos compreendem a descrição
interpretam classificam, comparam e seqüenciam elementares ligados ao Meio Ambiente e de fenômenos e processos naturais e
eventos a partir de textos ou à Saúde, cujos dados aparecem em técnicos em linguagem cotidiana
pequenos textos e
observam figuras representações figurativas. textos ou tabelas muito simples. • Identificam elementos de notação
• Conhecem conceitos básicos das
para identificar • Observam e reconhecem relações entre diferentes Ciências Naturais. Por
científica, mas fazem uso rudimentar
parte e todo e estabelecem relações da notação científica e de símbolos
elementos do exemplo: formação da imagem na retina; específicos.
cotidiano temporais entre fenômenos. transporte de oxigênio pelo sangue; ação
• Interpretam esquemas - como o de
relacionados ao • Demonstram conhecimentos elementares da gravidade; derivados do petróleo;
propriedades de alguns materiais; circuitos elétricos -, diagramas - como
ambiente ou à vida de Astronomia, Meio Ambiente e Saúde.
transformação de energia realizada em o ciclo da água -, tabelas e gráficos
humana. Por exemplo, definem planeta e estrela, com dados ambientais e de saúde.
comparam condições para a alguns equipamentos domésticos.
• Identificam, por • Compreendem os fenômenos, mas • Estabelecem relações causais
sobrevivência de seres vivos, envolvendo fatores não diretamente
exemplo, árvores reconhecem procedimentos de higiene
raramente operam com as grandezas
entre outras físicas envolvidas. observáveis, como a orientação da
pessoal e a utilidade da camisinha, • Calculam a velocidade média de um agulha imantada pelo campo
representações de utilizando, para tanto, a linguagem carro, relacionando grandezas de tempo magnético da Terra ou o aumento do
plantas cotidiana e o senso comum. e espaço. dióxido de carbono atmosférico devido
• Reconhecem • São capazes de aplicar corretamente • Utilizam basicamente, ainda, a à combustão.
quais veículos vocábulos científicos elementares cujo linguagem do cotidiano e do senso • Dominam conceitos científicos de
utilizam derivados significado lhes é fornecido. comum, pois têm pouca familiaridade temas vivenciais, como temperatura,
de petróleo como com a nomenclatura científica. poluição, cadeia alimentar.
combustível.
3ª SÉRIE
ENSINO
MÉDIO
9
FIGURA 3 – NÍVEIS DE PROFICIÊNCIA EM CIÊNCIAS – 1997 (CONTINUAÇÃO)
BIOLOGIA FÍSICA QUÍMICA
• Os alunos dominam vários conceitos científicos básicos das • Os alunos são capazes de identificar e denominar fenômenos • Identificam alguns processos químicos a partir de
grandes áreas do conhecimento biológico e aplicam alguns e processos físicos. textos em linguagem cotidiana e transcrevem esses
dos conceitos adquiridos. • Utilizam linguagens simbólicas, notações vetoriais, diagramas processos utilizando notação química.
• Utilizam, com certa familiaridade, a terminologia científica e gráficos relativos a grandezas e processos físicos.
relacionada à estrutura, reprodução e hereditariedade dos • Interpretam situações físicas, estabelecendo relações de • Interpretam representações gráficas de fenômenos,
seres vivos. causa e efeito correlacionando mais de dois fatores. Por obtendo dados, efetuando cálculos simples e
• Explicam determinados desequilíbrios ambientais e indicam exemplo: gravidade e peso, formato da chama e convecção estabelecendo relações entre variáveis.
fatores que contribuem para a maior estabilidade do meio de gases, circuito e continuidade de corrente elétrica, • Analisam uma transformação química em solução
ambiente e para a manutenção da biodiversidade. deflexão de elétrons e campo magnético de um imã. aquosa e no estado gasoso, estabelecendo relações
• Reconhecem alguns procedimentos simples para minimizar • Calculam relações entre grandezas físicas - como força, área entre reagentes e produtos por meio de cálculos
problemas de degradação ambiental. e pressão -, entre agentes de um processo e suas
simples envolvendo massa, energia e tempo, em
• Identificam grupos de seres vivos a partir de características conseqüências – como determinação de tensão elétrica a
internas e externas. partir da corrente e da resistência. diferentes unidades.
• Relacionam estruturas dos seres vivos com suas funções. • Convertem unidades (calorias em joules). • Identificam a influência de fatores externos sobre as
• Possuem noções básicas sobre hereditariedade e • Compreendem e utilizam princípios gerais da Física em transformações químicas, considerando a extensão e
reconhecem na seleção natural o processo fundamental de situações simples, tais como uso e conservação de energia a velocidade.
transformação da vida ao longo do tempo. em queda livre ou percepção das perdas térmicas em • Utilizam modelos microscópicos simples para explicar
• Solucionam problemas relativos ao corpo humano, à motores. fenômenos químicos.
evolução dos seres vivos e à hereditariedade, mesmo • Relacionam fenômenos, processos e modelos abstratos.
quando apresentados em diferentes linguagens (textos, OBS: Somente em níveis mais altos os alunos
OBS: Só em níveis mais elevados os alunos apresentam
tabelas e gráficos). competências mais globais necessárias à compreensão de apresentam competências mais globais, como, por
situações mais complexas, aos cálculos mais elaborados e à exemplo, avaliar as implicações econômicas, sociais e
capacidade de formulação de modelos e previsão de eventos ambientais de processos químicos.
10
3.1 Análise do desempenho dos alunos, segundo os níveis de proficiência
Uma das maneiras de se obter informação sobre o grau de eqüidade e de
efetividade existente na aprendizagem dos alunos é a verificação das porcentagens
de alunos de cada série que estão acima de cada nível de desempenho das escalas,
uma vez que é desejável que a maior parte, senão a totalidade dos alunos,
apresente desempenho semelhante.
De modo a facilitar o entendimento dos resultados aqui apresentados,
diversos especialistas das disciplinas avaliadas pelo SAEB/97 estabeleceram as
associações ou relações entre momentos dos ciclos escolares (e os desempenhos
mínimos ou básicos que a eles correspondiam) e os níveis de proficiência da escala
do SAEB/97 (que retrata o desempenho real dos alunos), conforme mostra o Quadro
1, a seguir.
Quadro 1: Relação entre níveis de proficiência e ciclos dos níveis de ensino
11
Gráfico 1: Porcentagem de alunos acima do nível 175 na escala de Matemática.
Brasil e Regiões. 1997
100
80
60
40
20
Fonte: MEC/INEP/DAEB
100
80
60
40
20
0
Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste
Fonte: MEC/INEP/DAEB
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste
Fonte: MEC/INEP/DAEB
12
Pela análise dos resultados de proficiência em Matemática, pode-se afirmar
que:
• Quanto ao nível de proficiência 175,
as maiores porcentagens de alunos da 4ª série acima desse nível encontram-
se nas regiões Sul e Sudeste, indicando maior efetividade do ensino nessas regiões
do que nas demais e sendo um claro exemplo das desigualdades regionais
brasileiras;
uma vez que o desempenho descrito nesse nível da escala de Matemática
pode ser comparado ao desempenho mínimo esperado para alunos por volta da
metade do 1º ciclo do Ensino Fundamental, os dados indicam que grande parte dos
alunos da 4ª série está aprendendo bem menos do que é proposto nos currículos
para o primeiro ciclo deste nível de ensino (até a 4ª série), uma vez que apenas 56%
dos alunos apresentam desempenho superior ao ali descrito;
na 8ª série, quase todos os alunos demonstram ter adquirido as capacidades
descritas nesse nível, já que a menor porcentagem aparece na região Nordeste,
com 92,2% dos alunos da 8ª série acima deste nível;
na 3ª série do Ensino Médio, as competências descritas no nível 175 já estão
consolidadas, com 100% dos alunos demostrando o seu domínio.
• Quanto ao nível de proficiência 250,
embora esse nível guarde correspondência com as propostas curriculares
para até a 4ª série do Ensino Fundamental, verifica-se que apenas 11% dos alunos
da 4ª série apresentam o desempenho ali descrito. Como era de se esperar, há uma
ampliação do descompasso, já observado no nível 175, entre o desempenho real e o
esperado;
na 8ª série o descompasso também é grande, pois somente cerca da metade
dos alunos (48%) apresentam o desempenho mínimo esperado para os alunos da 4ª
série;
o desempenho descrito nesse nível só aparece de forma consolidada no
Ensino Médio, quando mais de 80% dos alunos da 3ª série o superam.
• Quanto ao nível de proficiência 325,
este nível é bastante elevado para os alunos da 4ª série, praticamente não
havendo alunos dessa série capazes de demonstrar o desempenho a ele associado:
apenas 0,3% dos alunos do País;
embora a expectativa dos currículos para os alunos da 8ª série esteja em
torno desse nível de proficiência, são muito poucos os alunos de 8ª série que
chegam a ultrapassá-lo (apenas 10% do alunado);
cerca de um terço (32%) dos alunos da 3ª série do Ensino Médio superam o
nível 325, o que é muito pouco, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos,
para o final da escolaridade básica.
• Quanto ao nível de proficiência 400,
são raros os alunos da 3ª série do Ensino Médio posicionados acima desse
nível (5,3% no Brasil, 1,1% na região Norte, 6% na região Nordeste, 5% na região
Sudeste, 7% na região Sul e 5,5% na região Centro-Oeste).
O conjunto dos dados aqui apresentados revela que as dificuldades de
ensino e aprendizagem na área de Matemática parecem ter origem no início da
escolarização. Os baixos percentuais de alunos que apresentam o desempenho
13
mínimo esperado na etapa de escolarização em que se encontram podem ser uma
conseqüência das defasagens adquiridas nas séries iniciais do Ensino Fundamental.
80
60
40
20
4ª EF 4 2 ,0 2 8 ,3 3 2 ,8 4 9 ,5 4 6 ,7 3 6 ,7
8ª EF 9 2 ,1 9 2 ,6 8 9 ,4 9 2 ,2 9 4 ,7 9 4 ,2
3ª EM 9 9 ,2 9 8 ,0 9 9 ,2 9 9 ,1 9 9 ,8 9 9 ,4
Fonte: MEC/INEP/DAEB
100
80
60
40
20
Fonte: MEC/INEP/DAEB
Gráfico 6: Porcentagem de alunos acima do nível 325 na escala de Língua Portuguesa.
Brasil e Regiões. 1997
100
80
60
40
20
0
Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro Oeste
4ª EF 0,0 0,2 0,3 0,2 0,2 0,2
8ª EF 5,9 2,9 4,0 6,5 7,8 5,5
3ª EM 26,3 16,2 24,2 24,6 36,5 30,3
Fonte: MEC/INEP/DAEB
14
a grande maioria dos alunos da 4ª série parece ter consolidado o
desempenho mínimo previsto nas propostas curriculares para os alunos até a
metade do 1º ciclo do Ensino Fundamental, que corresponde a esse nível da escala.
• Quanto ao nível de proficiência 175,
esse nível corresponde, em termos curriculares, ao que é proposto até o final
do 1º ciclo do Ensino Fundamental (4ª série). Os dados mostram que menos da
metade dos alunos da 4ª série são capazes de, por exemplo, relacionar informações
dadas em um texto com experiências pessoais e com informações contidas em
outros textos. Era de se esperar que houvesse um número maior de alunos da 4ª
série com desempenho superior ao descrito nesse nível;
na 8ª série do Ensino Fundamental, podem ser considerados satisfatórios os
percentuais de alunos que superam esse nível (entre 89% e 95% dos alunos), sendo
capazes, portanto, de fazer uma leitura direta de textos curtos, retirando informações
e identificando o tema. Apesar da defasagem existente entre o desempenho real e o
esperado pelos currículos, esses dados demonstram a consolidação, na 8ª série, da
aprendizagem básica preconizada pelos currículos para os alunos da 4ª série do
Ensino Fundamental.
• Quanto ao nível de proficiência 250,
esse nível guarda correspondência com o desempenho esperado para os
alunos até o final do 2º ciclo do Ensino Fundamental (8ª série) e, por isso, o pequeno
percentual de alunos da 4ª série que consegue superar esse nível (9% dos alunos
do País) não pode ser considerado baixo;
em termos regionais, somente entre 43,6% e 58% dos alunos da 8ª série do
Ensino Fundamental apresentam um desempenho superior a esse nível, ou seja,
cerca da metade dos alunos da 8ª série ainda não são capazes de ler textos
relativamente longos e complexos;
os resultados da 3ª série do Ensino Médio, onde 73,2% e 88,5% dos alunos
superam o nível de proficiência 250, mostram que a grande maioria dos alunos já é
capaz de ler e compreender textos que usem termos abstratos, períodos longos e
elementos retóricos como a metáfora.
• Quanto ao nível de proficiência 325,
a pouca efetividade do currículo proposto aparece nos resultados da 3ª série
do Ensino Médio, onde 26,3% dos alunos superam esse nível, que reflete aspectos
básicos do desempenho desejável nessa etapa da escolarização;
a variação regional mostra um quadro bastante deficiente e desigual, pois o
maior percentual de alunos da 3ª série do Ensino Médio acima desse nível aparece
na região Sul (36,5%), enquanto que o menor é o da região Norte (apenas 16,2%).
• Quanto ao nível de proficiência 400,
esse nível descreve um desempenho superior ao que pode ser considerado
básico para os alunos da 3ª série do Ensino Médio. Talvez por isso, apenas 1% dos
alunos brasileiros posicionam-se acima dele. Nas regiões Sul, Nordeste e Norte
praticamente não apareceram alunos que demonstrassem dominar as capacidades
descritas nesse nível da escala.
15
Gráfico 7: Porcentagem de alunos acima do nível 175 na escala Ciências. Brasil e
Regiões. 1997
100
80
60
40
20
0
C ent r o
B r as i l N or t e N or de s t e Sud es t e Sul
Oe s t e
4ª E F 5 2, 0 4 3, 0 4 4, 0 5 7, 0 56, 0 52, 0
8ª E F 9 4, 0 9 3, 0 91 , 0 9 4, 0 96, 0 96, 0
3ª E M - B i o l og i a 1 00 , 0 1 00 , 0 1 0 0, 0 1 0 0, 0 1 0 0, 0 1 0 0, 0
3ª E M - Fís i c a 1 00 , 0 1 00 , 0 1 0 0, 0 1 0 0, 0 1 0 0, 0 1 0 0, 0
3ª E M - Q uími c a 1 00 , 0 1 00 , 0 1 0 0, 0 1 0 0, 0 1 0 0, 0 1 0 0, 0
Fonte: MEC/INEP/DAEB
100
80
60
40
20
0
Cent r o
B r asi l Nor t e Nor dest e Sudest e Sul
Oest e
4ª E F 9, 0 4, 0 7, 0 1 2, 0 1 0, 0 7, 0
Fonte: MEC/INEP/DAEB
4ª EF 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0 0 ,0
8ª EF 7 ,0 3 ,0 5 ,0 8 ,0 7 ,0 8 ,0
3 ª E M - B io lo g ia 3 1 ,0 2 0 ,0 3 1 ,0 2 6 ,0 4 7 ,0 4 0 ,0
3 ª E M - F í s ic a 2 7 ,0 1 9 ,0 2 6 ,0 2 4 ,0 4 2 ,0 3 5 ,0
3 ª E M - Q u ím ic a 2 8 ,0 2 3 ,0 3 1 ,0 2 2 ,0 4 3 ,0 3 6 ,0
Fonte: MEC/INEP/DAEB
16
Observando- se os resultados de proficiência na área de Ciências, pode-se
afirmar que:
• Quanto ao nível de proficiência 100,
nas séries iniciais, a aprendizagem de Ciências apresenta os melhores
resultados, pois praticamente todos os alunos da 4ª série (no mínimo 94%) superam
esse nível da escala de proficiência, que corresponde ao desempenho esperado
para alunos até a metade do 1º ciclo do Ensino Fundamental.
• Quanto ao nível de proficiência 175,
cerca da metade dos alunos da 4ª série e quase todos os alunos da 8ª série
superam esse nível, cuja descrição guarda relação com o desempenho mínimo
esperado ao final das quatro primeiras séries do Ensino Fundamental.
• Quanto ao nível de proficiência 250,
esse nível, que reflete o desempenho básico esperado para alunos em torno
da metade do 2º ciclo do Ensino Fundamental (6ª série), só é ultrapassado por 48%
dos alunos da 8ª série.
• Quanto ao nível de proficiência 325,
esse nível, que corresponde ao desempenho esperado para alunos por volta
da 8ª série do Ensino Fundamental, não chega a ser alcançado por 10% dos alunos
dessa série;
em termos regionais, no máximo 47% dos alunos da 3ª série do Ensino
Médio ultrapassam esse nível de proficiência.
• Quanto ao nível de proficiência 400,
o percentual de alunos acima desse nível de proficiência diminui
drasticamente a partir do momento em que a área de Ciências se subdivide nas três
disciplinas avaliadas (Biologia, Física e Química);
apenas 2% dos alunos da região Norte, entre 3% e 5% dos alunos das
regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste e 6% dos alunos da região Sul o
superam;
no Brasil, apenas entre 4% e 5% do alunado da 3ª série demonstrou o
desempenho que pode ser associado ao desempenho esperado para alunos que
terminam o Ensino Médio, completando o ciclo de escolaridade básica.
Para o conjunto das disciplinas avaliadas, os dados aqui apresentados
apontam a grande distância que parece existir entre o que é proposto nos currículos
e, por conseqüência, entre o que é esperado em termos de desempenho dos alunos
e o que os alunos de fato estão sendo capazes de aprender e realizar. De maneira
geral, o desempenho dos alunos está aquém do que é preconizado para o momento
de escolaridade que atravessam.
Os resultados apontam uma baixíssima efetividade do ensino e da
aprendizagem nas três disciplinas avaliadas, com as defasagens entre o proposto
pelos currículos e o desempenho real dos alunos acentuado-se principalmente a
partir da segunda metade do Ensino Fundamental e durante o Ensino Médio.
Embora seja essa a situação geral, é possível matizar o quadro e verificar
pequenas nuances nos resultados das diferentes disciplinas.
Nesse sentido, os resultados em Língua Portuguesa e Ciências no Ensino
Fundamental (4ª e 8ª séries) parecem ser um pouco melhores que os de
Matemática, sob dois aspectos: primeiramente, os percentuais de alunos da 4ª série
17
acima dos níveis de proficiência 100 e 175, que correspondem à metade do 1º ciclo
do Ensino Fundamental em Português e Ciências, respectivamente, são maiores do
que os encontrados para Matemática no nível 175, indicando haver maiores
dificuldades no ensino e na aprendizagem de Matemática nas séries iniciais do
Ensino Fundamental; em segundo lugar, também em Ciências e Língua Portuguesa
é maior o percentual de alunos da 8ª série que apresenta o desempenho mínimo
esperado para alunos até a 4ª série (nível 175).
Os dados indicam que garantir a aprendizagem desejável para todos os
alunos é ainda um grande desafio para o sistema educacional brasileiro.
Para superar esse quadro, é preciso continuar buscando o aperfeiçoamento
e uma melhor adequação da formação e da prática dos professores das séries
iniciais do Ensino Fundamental, de forma a ampliar o conhecimento e o uso de
métodos de ensino mais efetivos e inovadores. É fundamental avaliar a qualidade
dos recursos de ensino que estão sendo utilizados e até mesmo rever as propostas
curriculares em vigor, pois somente com base nesse conhecimento é possível definir
e implementar alternativas de intervenção que ampliem os níveis de aprendizagem
em todas as disciplinas avaliadas pelo SAEB/97.
18
Quadro 2: Matemática - Comparação das Médias de Proficiência das Unidades da
Federação e das Regiões com a Média Nacional, segundo a série. 1997
Disciplina Série Abaixo da Média No mesmo nível da Média Acima da
Nacional Nacional Média
Nacional
4ª série N, NE SE, S, CO MG
Ensino RO, AC, AM, RR, PA, CE, RN, PB, SE, BA, ES, RJ,
Fundam AP, TO, MA, PI, PE, SP, PR, SC, RS, MS, MT, GO,
. AL DF
Matemática 8ª série N, NE SE, CO S
Ensino RO, AC, RR, AP, MA, AM, PA, TO, PI, CE, RN, BA, PR, SC
Fundam PB, PE, AL, SE, MT MG, ES, RJ, SP, RS, MS, GO,
. DF
3ª série N NE, SE S, CO
Ensino RO, AC, AM, RR, PB PA, AP, TO, MA, CE, RN, PE, PI, SE,
Médio AL, BA, ES, RJ, SP, PR, MS, MG, SC,
MT, GO RS, DF
400
325
250
175
100 Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste
4ª EF 187 169 176 195 194 185
Fonte: MEC/INEP/DAEB
19
Quadro 3: Língua Portuguesa - Comparação das Médias de Proficiência das Unidades
da Federação e das Regiões com a Média Nacional, segundo a série. 1997
400
325
250
175
100
B rasil N orte N ordeste S udeste S ul C entro-O este
4ª E F 165 147 153 175 171 160
Fonte: MEC/INEP/DAEB
20
Quadro 4: Ciências - Comparação das Médias de Proficiência das Unidades da
Federação e das Regiões com a Média Nacional, segundo a série. 1997
Disciplina Série Abaixo da Média No mesmo nível da Média Acima da
Nacional Nacional Média
Nacional
4ª série N, NE SE, S, CO MG
Ensino AC, AM, RR, AP, MA, PE RO, PA, TO, PI, CE, RN, PB, AL,
Fundam. SE, BA, ES, RJ, SP, PR, SC, RS,
MS, MT, GO, DF
8ª série N, NE SE S, CO
Ciências Ensino AC, AM, RR, PA, AP, TO, RO, PI, CE, SE, BA, MG, RJ, SP, PR, SC, MS
Fundam. MA, RN, PB, PE, AL, ES RS, MT, GO, DF
3ª série RO, AC, AM, RJ, SP N, NE, SE S, CO
Ensino RR, PA, AP, TO, MA, PI, CE, RN, MG, SC,
Biologia Médio PB, PE, AL, SE, BA, ES, PR, RS, MS, DF
MT, GO
3ª série RO, AC, AM, RR, PB, RJ, N, NE, SE S, CO
Ensino SP PA, AP, TO, MA, PI, CE, RN, PE, MG, SC,
Física Médio AL, SE, BA, ES, PR, MT, GO RS, MS, DF
3ª série RO, AM, RJ, SP N, NE, SE S, CO
Ensino RR, PA, AP, TO, MA, PI, CE, RN, MG, SC,
Química Médio PB, PE, AL, SE, BA, ES, PR, MT, RS, MS, DF
GO
Gráfico 12: Proficiência média por série em Ciências (Biologia, Física e Química)
Brasil e Regiões. 1997
400
325
250
175
100
Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste
Fonte: MEC/INEP/DAEB
21
que entre a 8ª série do Ensino Fundamental e a 3ª série do Ensino Médio, revelando
maiores ganhos de proficiência durante o Ensino Fundamental do que durante o
Ensino Médio.
22
Gráfico 13: Percentis da distribuição de proficiência em Matemática, por série.
Brasil e Regiões 1997.
Brasil
3ª série do E.M.
4ª série do E.F.
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
23
Gráfico 14: Percentis da distribuição de proficiência em Língua Portuguesa, por série.
Brasil e Regiões 1997.
Brasil
3ª série do E.M.
8ª série do E.F.
4ª série do E.F.
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
24
Gráfico 15: Percentis da distribuição de proficiência em Ciências, por série.
Brasil e Regiões 1997.
3 ª Biologia do E.M.
3ª Física do E.M.
8ª série do E.F.
4ª série do E.F.
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
25
Gráfico 16: Gráfico 17:
Distribuição das proficiências, Distribuição das proficiências,
ordenadas pela média, da 4ª série do ordenadas pela média, da 8ª série do
Ensino Fundamental, em Matemática, Ensino Fundamental, em Matemática,
por unidade federada. 1997 por unidade federada. 1997
MA
RR
AC
AC
AP AL
AL RR
PA TO
MA AM
TO MT
MT AP
AM PE
PE SE
PI PB
RN RN
RO PA
SE RO
ES ES
PB CE
CE BA
BA SP
RJ PI
RS RS
DF GO
MS RJ
GO DF
SP SC
PR MS
SC MG
MG PR
25 100 175 250 325 400 475 25 100 175 250 325 400 475
Gráfico 18:
Distribuição das proficiências,
ordenadas pela média, da 3ª série do
Ensino Médio, em Matemática, por
unidade federada. 1997
AP
RR
RJ
RO
PA
AC
TO
MA
AM
MT
AL
PE
RN
PR
MS
ES
CE
GO
SE
PI
SC
BA
DF
RS
MG
25 100 175 250 325 400 475
Fonte: MEC/INEP/DAEB
26
Fonte: MEC/INEP/DAEB
Gráfico 19:
Distribuição das proficiências, Gráfico 20:
ordenadas pela média, da 4ª série do Distribuição das proficiências,
Ensino Fundamental, em Língua ordenadas pela média, da 8ª série do
Portuguesa, por unidade federada. Ensino Fundamental, em Língua
1997 Portuguesa, por unidade federada.
1997
RR
AC
AL
AP MA
AL AC
PA
TO
MA
RR
TO RN
MT SE
AM
AM
PE MT
PI ES
RN PB
RO
PE
SE AP
ES
PI
PB
RO
CE
CE
BA
BA
RJ
SP
RS
PA
DF
MG
MS
GO
GO
MS
SP SC
PR
RS
SC
RJ
MG
DF
25 100 175 250 325 400 475 PR
Fonte: MEC/INEP/DAEB 25 100 175 250 325 400 475
Fonte: MEC/INEP/DAEB
Gráfico 21:
Distribuição das proficiências,
ordenadas pela média, da 3ª série do
Ensino Médio, em Língua Portuguesa,
por unidade federada. 1997
AC
AP
AM
MA
RR
PB
RN
AL
TO
RJ
RO
PE
PA
SP
MT
CE
PI
BA
SE
MS
SC
PR
GO
ES
DF
RS
MG
27
Gráfico 22: Gráfico 23:
Distribuição das proficiências, Distribuição das proficiências,
ordenadas pela média, da 4ª série do ordenadas pela média, da 8ª série do
Ensino Fundamental, em Ciências, por Ensino Fundamental, em Ciências,
unidade federada. 1997 por unidade federada. 1997
RR AC
AC AL
PE MA
MA TO
AP AP
MT AM
AL RR
PA MT
RO PE
ES RN
SE PB
AM SE
CE PA
TO RO
RN ES
PI BA
RJ CE
BA SP
MS PI
PB RS
RS DF
DF MS
PR GO
SP SC
GO MG
SC RJ
MG PR
25 100 175 250 325 400 475 25 100 175 250 325 400 475
28
Gráfico 24: Gráfico 25:
Distribuição das proficiências, Distribuição das proficiências,
ordenadas pela média, da 3ª série do ordenadas pela média, da 3ª série do
Ensino Médio, em Biologia, por Ensino Médio, em Física, por unidade
unidade federada. 1997 federada. 1997
RR RJ
RJ RR
AC AL
MA
AP
AC
TO
AM
AM
PB
AL RO
MA SP
PB TO
MT AP
PE PE
RN RN
PA
SP
PE
SE
RN
RO
PA
CE MT
PR SE
MS CE
PI GO
SE MS
GO PR
BA
BA
PI
SC
ES
ES SC
DF DF
RS RS
MG MG
25 100 175 250 325 400 475 25 100 175 250 325 400 475
Gráfico 26:
Distribuição das proficiências,
ordenadas pela média, da 3ª série do
Ensino Médio, em Química, por
unidade federada. 1997
RJ
RR
AL
MA
AC
AM
PB
RO
SP
TO
AP
PE
RN
PA
PE
RN
PA
MT
SE
CE
GO
MS
PR
BA
PI
ES
SC
DF
RS
MG
25 100 175 250 325 400 475
Fonte: MEC/INEP/DAEB
29
4.3 Média de proficiência segundo a localização (capital e interior)
A proficiência média dos alunos da capital, em todas as séries, disciplinas e
regiões, é mais elevada que a proficiência média dos alunos do interior.
Quando se observa os dados por região, verifica-se que as desigualdades
regionais permanecem, já que, por exemplo, as proficiências dos alunos da 4ª série
da capital nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, em todas as disciplinas, são
menores que as proficiências médias dos alunos do interior da região Sudeste, que
obtiveram a maior média no interior, dentre todas as regiões.
Com relação à 8ª série, constata-se que os alunos do interior da região Sul
tiveram um desempenho melhor que os alunos da capital nas regiões Norte e
Nordeste.
Na 3ª série do Ensino Médio, em Língua Portuguesa, Física e Química, os
alunos do interior da região Sul também obtiveram melhores resultados que os
alunos da capital das regiões Norte, Nordeste e Sudeste.
No Anexo II encontram-se gráficos e tabelas com todos os dados aqui
citados.
30
meninos apresentam médias de proficiência levemente superiores às alcançadas
pelas meninas.
No entanto, há uma situação diferente na 3ª série do Ensino Médio, pois as
médias de Matemática das alunas somente foram inferiores às dos alunos na região
Nordeste. Na região Norte a média foi a mesma e nas outras três regiões as alunas
superaram os alunos.
Em Língua Portuguesa a situação se inverte, e as meninas alcançam médias
um pouco superiores às dos meninos praticamente em todas as séries e disciplinas.
Somente na 3ª série do Ensino Médio se observa uma situação de igualdade na
região Norte e um desempenho feminino mais baixo na região Nordeste.
No Anexo II encontram-se gráficos e tabelas com todos os dados aqui
citados.
31
Esses resultados reafirmam o vínculo que existe entre a escolaridade dos
pais, que reflete, em grande medida, as condições socioeconômicas da família, e a
proficiência dos alunos.
No Anexo II encontram-se gráficos e tabelas com todos os dados aqui
citados.
32
Gráfico 28: Como você se considera.
G 34,9 G 186
F 1,8 F 229
E 6,9 E 226
D 10,5 D 191
C 185
C 16,0
B 180
B 21,7
A 161
A 7,5
Legenda
(A) Nunca freqüentou a escola (E) Superior
(B) Ensino Fundamental - 1ª a 4ª série (F) Pós-Graduação
(C) Ensino Fundamental - 5ª a 8ª série (G) Não sei
(D) Ensino Médio (2º Grau)
33
Gráfico 30: Qual o nível de instrução de sua mãe?
S.I. 0,8
S.I. 177
G 24,9
G 185
F 2,0
F 229
E 7,7
E 221
D 11,6 D 191
C 19,6 C 186
B 27,1 B 180
A 6,3 A 165
Legenda
(A) Nunca freqüentou a escola (E) Superior
(B) Ensino Fundamental - 1ª a 4ª série (F) Pós-Graduação
(C) Ensino Fundamental - 5ª a 8ª série (G) Não sei
(D) Ensino Médio (2º Grau)
F 86,2 F 189
E 2,1 E 176
D 0,9 D 171
C 1,6 C 173
B 2,5 B 166
A 6,4 A 169
Legenda
A) Sim, por 1 ano D) Sim, por 4 anos.
B) Sim, por 2 anos E) Sim, por mais de 4 anos.
C) Sim, por 3 anos F) Não
34
Gráfico 32: Você já repetiu de ano?
E 1,4 E 163
D 164
D 4,4
C 165
C 10,9
B 172
B 22,8
A 198
A 60,9
Legenda
A) Não D) Sim, 3 vezes.
B) Sim, 1 vez. E) Sim, mais de 3 vezes.
C) Sim, 2 vezes.
E 11,8 E 173
D 1,9 D 174
C 11,2 C 185
B 8,6 B 182
A 65,8 A 190
35
Gráfico 34: Você sabe usar um computador?
C 40,1 C 179
B 45,8 B 186
A 11,5 A 221
Legenda
(A) Sim (B) Não (C) A minha escola não tem computador.
36
Gráfico 37: Você está na escola porque:
G 0,3 G 178
F 59,8 F 194
E 1,6 E 182
D 0,1 D ND
C 1,0 C 170
B 1,9 B 179
A 31,8 A 176
Legenda
(A) gosta de estudar. (E) é obrigado(a).
(B) gosta da escola. (F) é importante para o futuro
(C) gosta dos colegas. (G) quer ficar fora de casa.
(D) tem merenda.
18 anos 224
17 anos 8,6
17 anos 231
16 anos 12,5
16 anos 238
15 anos 19,1
15 anos 246
14 anos 32,5
14 anos 273
37
Gráfico 39: Gênero
Feminino 244
Feminino 55,2
Masculino 257
Masculino 44,1
Branco(a) 257
Branco(a) 53,7
38
Gráfico 41: Qual o nível de instrução de seu pai?
G 15,3 G 241
F 5,7 F 289
12,6 E 283
E
D 258
D 16,5
C 243
C 18,9
B 236
B 23,3
A 221
A 6,4
G 8,3 G 243
F 4,5 F 287
E 282
E 11,1
D 262
D 19,2
C 244
C 22,4
B 234
B 26,6
A 223
A 6,6
39
Gráfico 43: Você costuma conversar em casa sobre o que acontece na escola?
E 13,5 E 209
D ND
D 3,1
C 240
C 13,3
B 234
B 14,2
A 252
A 55,2
40
Gráfico 46: Você usa o computador da escola?
C 36,7 C 242
B 49,2 B 247
A 12,4 A 287
Mais de 44% dos alunos de 3ª série do Ensino Médio estão com 16-17 anos,
sendo estes os alunos que exibem a maior média de proficiência. A não existência
de defasagem idade-série, já observada nas séries anteriores, corresponde à maior
média de proficiência. Estudos anteriores (Barbosa, 1979; Ribeiro, 1981), realizados
no final da década de 70 e publicados em início de 80, sobre as variáveis preditoras
de sucesso no exame vestibular, encontraram a idade de 17 anos como uma das
três variáveis que melhor prediziam a chance de ingresso na universidade. A idade
também foi uma das variáveis preditoras de desempenho do aluno no estudo
realizado pela Fundação Carlos Chagas com base nos dados da Avaliação dos
Concluintes de Ensino Médio (ACEM), realizada em 1997 pelo MEC/INEP e sete
Secretarias Estaduais de Educação.
41
Gráfico 48: Qual é a sua idade?
19 anos 275
19 anos 11,2
18 anos 288
18 anos 18,4
17 anos 311
17 anos 36,4
16 anos 321
16 anos 8,2
Negro(a) 279
Negro(a) 4,5
Pardo(a)/mulato(a) 282
Pardo(a)/mulato(a) 26,8
Branco(a) 299
Branco(a) 60,1
Dos pais dos alunos, 16,4% possuem nível superior, assim como 14,6% das
mães. As médias de proficiência destes alunos e dos que têm pais com nível de
instrução mais alto (pós-graduação) são maiores.
42
Gráfico 51: Qual o nível de instrução do seu pai?
G 5,7 G 267
F 3,8 F 327
E 16,4 E 320
D 21,7 D 301
C 18,8 C 284
B 28,6 B 281
A 4,2 A 267
G 2,2 G 266
F 3,5 F 323
E 14,6 E 316
D 23,2 D 306
C 20,6 C 283
B 31,0 B 279
A 4,2 A 271
43
Gráfico 54: Você possui computador em casa?
C 25,5 C 283
B 295
B 64,1
A 307
A 9,3
Legenda
(A) Sim (B) Não (C) A minha escola não tem computador.
Legenda
(A) gosta de estudar. (E) é obrigado(a).
(B) gosta da escola. (F) é importante para o futuro.
(C) gosta dos colegas. (G) quer ficar fora de casa.
(D) tem merenda.
44
4.9.4 Média de proficiência em Matemática segundo características
selecionadas dos professores da 4ª série do Ensino Fundamental
Serão aqui comentados os resultados de apenas algumas das variáveis
constantes do questionário do professor. Como era de se esperar, 90% dos
professores de 4ª série são do sexo feminino.
90
190
186
175
3,6 6,1
207
51,0
26,0
0,3
1,4 0,8 1,0 A B C D E F G H S.I.
A B C D E F G H SI
Legenda
(A) Nenhum (E) Ensino Médio - Outros
(B) Ensino Fundamental – 4ª série (F) Superior - Licenciatura
(C) Ensino Fundamental – 8ª série (G) Superior - Outros
(D) Ensino Médio - Magistério (H) Pós-Graduação
45
A maioria dos professores declarou que participou, em 1997, de cursos de
treinamento, capacitação ou atualização.
25 178
9,1
53 203
189 191
188
30
179 180
177
5 3,9 6,2
0,85 0,61
Menos de De 20 a 30 De 31 a 40De 41 a 50De 51 a 60 Mais de S.I. Menos de De 20 a 30 De 31 a 40De 41 a 50De 51 a 60 Mais de S.I.
20 horas horas horas horas horas 60 horas 20 horas horas horas horas horas 60 horas
Gráfico 61: Qual é o seu salário bruto como professor(a) desta escola?
27
253
219
20 193 204 194
173 174 182
15 15 163 155
9
7,1
3,9
2,5
0,87 0,01
A B C D E F G H I S.I. A B C D E F G H I S.I.
46
Um percentual de 70% dos professores informou que seu desempenho no
trabalho seria ajudado pela promoção de programas de recuperação paralela e 80%
declarou que teriam seu trabalho melhorado se houvesse maior disponibilidade de
material pedagógico.
Gráfico 62: O que a escola deveria promover para ajudá-lo no desempenho de seu
trabalho? Programas de recuperação paralela.
70
190
186
184
17
12
Gráfico 63: O que a escola deveria promover para ajudá-lo no desempenho de seu
trabalho? Disponibilizar material pedagógico adequado e em quantidade suficiente.
80 207
190
183
8,8 11
Gráfico 64: Quantos dos seus alunos você acha que serão aprovados neste ano?
48 210 200
188
172 164 175
22
12 9,4 7,5
0,82
47
4.9.5 Média de proficiência em Língua Portuguesa segundo características
selecionadas dos professores da 3ª série do Ensino Médio
Dos professores de Língua Portuguesa de 3ª série do Ensino Médio, 67%
são do sexo feminino e 28% do sexo masculino.
Gráfico 65: Gênero
298
67
290
279
28
53
295
40 291
279
7,1
11
9,4
4,7 5,2 5,5
3,1 3,8
0,61
A B C D E F G H I S.I. A B C D E F G H I S.I.
48
A expectativa de 54% dos professores de 3ª série é que entre 90 a 99% dos
alunos sejam aprovados. O dado mostra que, quanto maior a expectativa dos
professores, melhores são as médias alcançadas pelos alunos.
Gráfico 68: Quantos dos seus alunos você acha que serão aprovados neste ano?
54
293
292 292 292
290 290
17
14
8,6 5,7
1,1
5. Considerações finais
Os resultados do SAEB/97sobre a proficiência dos alunos apontam, em
síntese, a existência de dois tipos de problemas relacionados à qualidade da
aprendizagem no nosso País: o primeiro refere-se à grande heterogeneidade de
resultados de desempenho existente nos sistemas estaduais de ensino, que parece
ser mais um fator de desigualdade do que de simples diferenciação, na medida em
que a dimensão das diferenças significa, para os alunos que apresentam
desempenhos mais baixos, a oferta de oportunidades de aprendizagem menos
efetivas do que aquelas proporcionadas aos alunos que apresentam desempenhos
mais altos; o segundo aspecto relaciona-se à efetividade dos currículos em
desenvolvimento hoje no País.
Sabe-se que existem pelos menos três níveis de abordagem do currículo: o
primeiro é o currículo proposto ou indicado, que é o mais abrangente, completo,
conceitualmente coerente e, em muitos casos, bastante ambicioso; o segundo nível
é o currículo efetivamente ensinado, que é resultado das escolhas das escolas e dos
professores, bem como das condições em que é ministrado (infra-estrutura física e
pedagógica, calendário escolar etc). Portanto, é provável que o currículo
efetivamente ensinado seja menos abrangente e um pouco menos coerente do que
o currículo recomendado; por fim, no terceiro nível há o currículo aprendido, onde se
observa aquilo que os alunos aprenderam e dominam.
Os dados do SAEB/97 permitem a verificação de dois dos três níveis citados:
o currículo proposto e o currículo aprendido. Assim, na medida em que as questões
de prova utilizadas no SAEB/97 ampliaram o espectro de conteúdos, competências
e habilidades examinados e passaram a vincular-se fortemente com as propostas
curriculares em uso pelos sistemas de ensino, os resultados obtidos revelam que o
currículo indicado (ou proposto) não está sendo apreendido de forma satisfatória,
pois é pequeno o número de alunos que apresenta um desempenho próximo do
esperado pelos currículos.
Esse descompasso pode estar acontecendo devido às diferenças existentes
entre o currículo proposto e o efetivamente ensinado, significando que o currículo
indicado ainda está ausente das salas de aula. Ou, ainda, pode também ser
atribuído ao alto nível de expectativa presente no currículo proposto, que o torna de
difícil alcance pelos alunos.
49
De toda maneira, o que emerge dessas ponderações é o papel fundamental
da prática pedagógica das escolas e, principalmente, dos professores, que são o elo
de ligação entre o currículo proposto e os resultados alcançados pelos alunos.
Buscar alternativas para tornar mais efetivos e eqüitativos os resultados de
desempenho dos alunos brasileiros significa, portanto, que, além de continuar a
discutir, aperfeiçoar e rever os currículos, é preciso, principalmente, capacitar
nossas escolas e professores a transformar o desejo em realidade por meio de sua
prática cotidiana.
Nesse sentido, o exame dos resultados de proficiência associado a algumas
características dos alunos e dos professores pode dar importantes pistas sobre
quais podem ser os novos direcionamentos da prática de alunos, professores,
escolas e famílias.
Os dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica são uma
preciosa fonte de estudos e, principalmente, garantem o monitoramento de aspectos
relacionados à oferta educacional e aos resultados que vêm sendo obtidos pelo
sistema educacional brasileiro, principalmente aqueles relacionados à eqüidade. Na
medida em que a série histórica estiver consolidada, muito se poderá afirmar sobre
as reais oportunidades de ensino e de aprendizagem dos estudantes brasileiros.
50
Bibliografia
BARBOSA, Maria Tereza Serrano. Modelo logit para explicar as chances de
classificação no vestibular. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Matemática Pura
e Aplicada, 1979.
ESTADOS UNIDOS. Department of Education. National Center for Educational
Statistics. State indicators in education 1997. Washington, 1997.
FISHER, Lloyd D., BELLE, Gerald van. Biostatistics: a methodology for the health
sciences. New York: John Wiley & Sons, 1993.
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS. Relatório
Final SAEB/95. Brasília, 1998.
RIBEIRO, Sérgio C. et al. Mecanismos da escolha da carreira e estrutura social da
universidade. Educação e Seleção, São Paulo, n.3, p.93, 1981.
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ANEXO I
Tabela 1: Percentual de alunos acima do nivel da escala de proficiência em Matemática, segundo série
Brasil, Regiões e Unidades da Federação 1997
Área 4ª Série E.F. 8ª Série E.F. 3ª Série E.M.
Geográfica
175 250 325 400 175 250 325 400 175 250 325 400
Brasil 55,6 10,9 0,3 - 94,7 47,6 7,6 0,2 100,0 87,2 32,2 5,3
RO 48,2 4,2 - - 94,0 40,7 3,2 0,1 100,0 84,5 17,0 0,6
AC 30,8 1,5 - - 89,3 31,1 0,9 - 100,0 84,8 18,6 0,4
AM 42,4 4,7 0,2 - 94,4 32,8 2,4 0,4 100,0 86,2 22,1 1,9
RR 30,8 1,0 - - 93,8 26,8 0,8 - 100,0 85,2 9,1 -
PA 39,5 2,5 - - 95,3 39,8 1,9 0,1 100,0 81,8 18,4 1,2
AP 37,7 1,6 - - 93,9 34,1 1,4 - 100,0 77,6 8,0 0,4
TO 41,0 4,8 0,0 - 91,1 31,0 1,3 - 100,0 80,8 25,8 0,5
Norte 40,5 3,3 0,0 - 93,9 35,7 2,0 0,2 100,0 83,1 18,5 1,1
MA 39,8 5,4 - - 87,9 25,4 3,1 - 100,0 79,5 22,6 2,1
PI 44,1 5,3 0,3 - 95,5 42,3 15,2 0,6 100,0 87,6 44,7 15,2
CE 48,9 9,6 0,3 - 91,4 38,2 11,8 0,5 100,0 87,8 41,3 9,9
RN 43,4 5,3 0,0 - 93,5 37,6 7,0 0,1 100,0 84,3 31,0 4,2
PB 53,0 5,2 - - 89,2 38,1 5,2 0,1 100,0 84,5 24,6 1,9
PE 42,4 8,0 0,2 - 93,0 35,1 4,0 - 100,0 80,3 29,0 3,1
AL 38,6 3,8 0,1 - 90,9 29,2 1,5 - 100,0 77,4 29,6 3,7
SE 47,7 5,5 0,0 - 93,3 34,7 7,3 0,1 100,0 97,3 41,7 1,8
BA 52,4 8,5 0,4 - 94,0 44,4 6,9 0,3 100,0 94,1 45,8 10,5
Nordeste 46,7 7,3 0,2 - 92,2 37,4 4,7 0,2 100,0 85,3 34,2 6,0
MG 71,2 22,9 0,4 - 93,1 60,9 9,3 0,3 100,0 89,4 60,9 22,8
ES 45,9 7,4 0,3 - 96,0 41,6 6,3 0,1 100,0 95,3 40,9 7,7
RJ 54,0 8,6 0,4 - 97,5 55,1 8,1 0,1 100,0 88,0 15,0 0,1
SP 59,9 13,7 0,5 - 94,3 45,0 8,6 0,4 100,0 84,5 23,2 2,5
Sudeste 61,1 14,8 0,5 - 94,6 50,4 8,6 0,3 100,0 85,8 27,7 5,0
PR 68,3 11,7 0,6 - 97,1 59,3 12,0 0,2 100,0 89,8 34,7 4,9
SC 72,6 16,9 0,3 - 98,9 58,3 8,6 0,1 100,0 95,9 47,4 5,6
RS 55,9 6,7 - - 98,0 49,3 5,3 0,1 100,0 97,3 58,9 9,8
Sul 64,3 10,8 0,3 - 97,9 55,1 8,6 0,2 100,0 93,9 46,3 6,8
MS 55,1 9,9 0,0 - 97,4 61,0 8,1 - 100,0 92,5 42,0 3,6
MT 43,7 3,7 0,2 - 91,7 37,4 2,6 - 100,0 82,9 28,2 1,4
GO 58,6 10,2 0,1 - 97,9 57,0 6,4 0,1 100,0 94,1 42,8 5,9
DF 55,1 10,5 0,8 - 97,6 56,8 9,0 0,2 100,0 93,9 55,3 8,7
Centro Oeste 54,3 8,9 0,3 - 96,6 53,8 6,4 0,1 100,0 92,0 43,5 5,4
Fonte: MEC/INEP/DAEB
53
Tabela 2: Percentual de alunos acima do nivel da escala de proficiência em Língua
Portuguêsa, segundo série
Brasil, Regiões e Unidades da Federação 1997
Área 4ª Série E.F. 8ª Série E.F. 3ª Série E.M.
Geográfica
100 175 250 325 400 100 175 250 325 400 100 175 250 325 400
Brasil 86,2 42,0 8,8 0,2 - 100,0 92,1 51,8 5,9 0,0 100,0 99,2 80,0 26,3 0,6
RO 81,1 30,4 2,3 0,1 - 100,0 94,4 45,7 3,0 - 100,0 98,7 83,4 18,5 0,2
AC 78,2 18,9 1,3 - - 100,0 88,7 32,8 1,5 - 100,0 98,3 66,1 11,5 -
AM 84,5 31,2 3,9 0,0 - 100,0 91,6 41,7 2,2 - 100,0 97,1 64,9 14,6 -
RR 73,2 17,5 1,0 - - 100,0 91,6 35,4 1,5 - 100,0 99,5 72,6 12,0 1,5
PA 81,2 28,0 3,0 0,0 - 100,0 95,2 48,2 4,1 0,0 100,0 97,5 76,1 17,9 0,2
AP 81,3 22,4 2,0 - - 100,0 93,4 46,0 2,7 - 100,0 99,4 71,6 7,8 -
TO 81,8 30,5 3,1 0,0 - 100,0 87,9 38,9 1,9 - 100,0 99,7 70,9 19,3 0,2
Norte 81,6 28,3 2,9 0,0 - 100,0 92,6 43,6 2,9 0,0 100,0 98,0 73,2 16,2 0,2
MA 77,8 28,7 4,4 0,2 - 100,0 85,5 35,8 2,2 - 100,0 98,9 59,9 16,5 0,6
PI 88,2 34,8 4,0 0,1 - 100,0 89,7 45,4 4,8 - 100,0 99,3 74,2 29,5 1,3
CE 83,9 36,0 6,5 0,1 - 100,0 88,5 46,9 6,5 - 100,0 99,1 76,0 25,7 0,2
RN 76,3 30,0 4,0 0,2 - 100,0 85,7 39,8 4,2 0,1 100,0 98,6 64,4 22,0 0,3
PB 85,8 38,5 3,5 - - 100,0 87,8 44,1 3,8 - 100,0 98,4 72,6 16,9 0,1
PE 78,7 29,5 6,6 0,1 - 100,0 91,6 46,2 1,8 - 100,0 100,0 73,4 25,9 0,6
AL 77,2 26,3 3,6 - - 99,8 86,8 31,5 1,7 - 100,0 97,7 75,5 15,0 -
SE 83,2 32,5 3,5 0,1 - 99,8 88,9 38,5 4,7 - 100,0 100,0 89,6 25,7 -
BA 82,2 34,6 7,9 0,3 - 99,8 91,8 47,1 5,0 0,0 100,0 99,5 79,4 33,2 0,8
Nordeste 81,4 32,8 5,9 0,2 - 99,9 89,4 43,8 4,0 0,0 100,0 99,2 73,2 24,2 0,4
MG 92,5 61,0 18,3 0,4 - 100,0 93,1 59,0 7,7 - 100,0 100,0 92,3 51,1 3,1
ES 84,2 34,5 6,2 0,2 - 99,8 88,5 43,8 3,1 - 100,0 98,8 84,2 32,3 0,6
RJ 82,7 39,6 7,5 0,2 - 100,0 95,0 59,3 8,1 0,1 100,0 97,2 77,1 15,3 -
SP 89,1 48,6 11,6 0,3 - 100,0 91,2 50,5 5,8 - 100,0 99,2 77,3 21,0 0,3
Sudeste 88,6 49,5 12,3 0,3 - 100,0 92,2 53,8 6,5 0,0 100,0 99,1 79,4 24,6 0,6
PR 92,9 49,1 11,0 0,3 - 100,0 95,1 60,8 7,0 - 100,0 100,0 83,7 34,9 0,3
SC 92,7 53,2 9,7 0,1 - 100,0 94,6 57,4 7,2 - 100,0 99,9 87,9 26,4 0,5
RS 87,1 40,8 5,1 0,1 - 100,0 94,4 57,0 8,8 0,2 100,0 99,6 94,3 44,7 0,6
Sul 90,6 46,7 8,4 0,2 - 100,0 94,7 58,6 7,8 0,1 100,0 99,8 88,5 36,5 0,4
MS 87,8 39,6 5,8 0,0 - 100,0 96,2 58,5 3,5 - 100,0 99,6 88,9 28,4 0,8
MT 77,8 27,8 3,2 0,4 - 99,9 91,2 42,4 2,6 - 100,0 98,8 80,3 19,8 1,0
GO 89,6 39,2 6,2 0,1 - 100,0 94,4 57,2 5,8 - 100,0 99,5 87,9 29,5 0,8
DF 87,9 38,2 8,5 0,5 - 100,0 95,0 59,3 9,5 - 100,0 99,4 88,4 39,7 0,7
Centro Oeste 86,6 36,7 5,9 0,2 - 100,0 94,2 54,9 5,5 - 100,0 99,4 87,1 30,3 0,8
Fonte: MEC/INEP/DAEB
54
Tabela 3: Percentual de alunos acima do nível da escala de proficiência em Ciências, segundo série
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
4ª Série E.F. 8ª Série E.F. 3ª Série E.M.
Ciências Ciências Química Física B
175 250 325 400 100 175 250 325 400 100 175 250 325 400 100 175 250 325 400 100 175
52,0 9,2 0,2 - 100,0 93,9 47,8 7,1 0,1 100,0 100,0 79,8 27,5 3,5 100,0 99,9 72,3 27,4 4,2 100,0 100,0
45,9 4,4 - - 100,0 94,6 41,9 3,3 0,0 100,0 100,0 79,7 13,0 - 100,0 100,0 69,7 14,8 0,2 100,0 100,0
32,9 2,1 0,1 - 100,0 87,9 23,6 1,6 - 100,0 100,0 73,0 15,4 0,2 100,0 100,0 64,4 14,4 0,4 100,0 100,0
45,3 5,6 0,2 - 100,0 91,6 34,0 2,1 - 100,0 100,0 77,2 18,5 0,3 100,0 100,0 63,5 16,9 0,3 100,0 100,0
26,6 1,7 - - 100,0 91,9 34,9 1,9 - 100,0 100,0 79,9 5,4 - 100,0 100,0 64,2 4,6 - 100,0 100,0
42,9 3,6 0,2 - 100,0 95,6 41,6 4,1 - 100,0 100,0 87,9 32,1 2,0 100,0 100,0 71,3 24,3 1,7 100,0 100,0
37,2 2,8 - - 99,7 92,5 32,8 1,9 - 100,0 100,0 76,3 9,9 - 100,0 100,0 72,3 12,3 1,0 100,0 100,0
48,8 4,2 - - 99,9 89,4 30,1 1,9 - 100,0 100,0 76,1 19,0 0,2 100,0 100,0 68,9 14,6 0,9 100,0 100,0
43,3 4,0 0,1 - 100,0 92,9 36,4 2,9 0,0 100,0 100,0 82,1 22,7 1,0 100,0 100,0 68,5 18,7 1,0 100,0 100,0
36,1 2,3 - - 100,0 88,1 26,3 3,2 - 100,0 100,0 71,8 22,4 1,6 100,0 100,0 58,0 14,0 0,4 100,0 100,0
50,2 5,4 0,1 - 100,0 95,2 44,2 10,3 - 100,0 100,0 75,5 44,7 18,3 100,0 100,0 73,9 36,4 6,2 100,0 100,0
43,7 8,7 0,2 - 100,0 91,4 41,2 8,8 - 100,0 100,0 82,6 37,9 9,0 100,0 100,0 75,5 32,1 7,2 100,0 100,0
51,5 6,6 0,1 - 100,0 89,3 38,0 5,4 0,1 100,0 100,0 71,7 25,2 2,8 100,0 100,0 67,8 26,2 2,8 100,0 100,0
51,7 6,7 0,2 - 100,0 90,3 39,3 5,4 0,1 100,0 100,0 82,6 22,5 1,3 100,0 100,0 61,3 17,0 1,6 100,0 100,0
37,2 6,1 0,2 - 100,0 92,7 38,8 3,2 0,1 100,0 100,0 81,9 28,3 1,8 100,0 100,0 70,8 23,6 1,8 100,0 100,0
39,4 5,0 - - 100,0 85,2 30,3 1,5 - 100,0 100,0 79,7 21,0 1,2 100,0 100,0 60,1 14,7 0,8 100,0 100,0
47,0 4,0 0,1 - 100,0 91,8 38,8 7,0 - 100,0 100,0 87,5 30,4 0,5 100,0 99,6 76,1 25,9 0,5 100,0 100,0
48,6 8,5 0,2 - 100,0 91,2 42,7 5,3 0,2 100,0 100,0 86,2 38,8 6,4 100,0 100,0 75,2 37,4 4,6 100,0 100,0
44,3 6,6 0,1 - 100,0 90,9 38,6 5,3 0,1 100,0 100,0 80,6 30,9 4,8 100,0 100,0 69,7 26,2 3,4 100,0 100,0
66,6 18,7 0,6 - 100,0 96,0 57,3 12,6 0,6 100,0 100,0 95,9 65,9 16,2 100,0 100,0 91,2 58,8 19,1 100,0 100,0
43,2 8,0 0,3 - 100,0 92,8 43,3 5,5 0,3 100,0 100,0 86,2 39,1 8,2 100,0 100,0 85,1 37,4 3,0 100,0 100,0
51,9 8,7 0,1 - 100,0 96,0 57,8 12,1 - 100,0 100,0 61,2 9,5 - 100,0 99,9 57,3 8,3 - 100,0 100,0
54,9 9,8 0,3 - 100,0 93,4 44,9 5,7 - 100,0 100,0 74,0 15,3 1,3 100,0 99,8 64,6 19,5 2,4 100,0 100,0
56,8 11,7 0,4 - 100,0 94,4 50,0 8,4 0,2 100,0 100,0 75,7 21,8 3,3 100,0 91,8 67,8 23,8 4,4 100,0 100,0
55,5 10,9 0,0 - 100,0 97,3 61,2 7,2 - 100,0 100,0 85,9 34,4 4,8 100,0 100,0 83,6 32,9 4,5 100,0 100,0
62,3 9,0 0,1 - 100,0 99,4 57,1 6,4 - 100,0 100,0 90,2 35,9 2,2 100,0 100,0 89,7 35,7 4,2 100,0 100,0
52,9 9,4 0,0 - 100,0 93,7 50,9 6,7 - 100,0 100,0 94,2 58,6 3,4 100,0 100,0 93,0 55,7 6,5 100,0 100,0
55,9 9,9 0,1 - 100,0 96,3 56,3 6,9 - 100,0 100,0 89,8 43,4 3,7 100,0 100,0 88,4 41,7 5,2 100,0 100,0
49,5 7,3 0,1 - 100,0 96,6 56,8 8,6 - 100,0 100,0 95,9 33,9 1,3 100,0 100,0 82,4 35,9 3,4 100,0 100,0
38,4 3,5 0,0 - 100,0 91,6 35,2 4,0 - 100,0 100,0 76,2 22,1 1,9 100,0 100,0 78,8 23,1 1,7 100,0 100,0
58,8 7,9 0,1 - 99,9 96,9 58,1 7,5 0,1 100,0 100,0 87,9 33,9 4,6 100,0 100,0 83,2 31,2 4,2 100,0 100,0
55,5 8,7 0,2 - 100,0 96,3 52,4 10,2 - 100,0 100,0 92,2 48,8 4,4 100,0 100,0 87,4 45,4 7,6 100,0 100,0
52,4 7,0 0,1 - 99,9 95,7 52,3 7,5 0,0 100,0 100,0 89,1 35,8 3,4 100,0 100,0 83,4 34,6 4,5 100,0 100,0
Fonte: MEC/INEP/DAEB
55
Tabela 4: Percentis da distribuição de proficiência em Matemática
4ª Série do Ensino Fundamental
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
56
Tabela 5: Percentis da distribuição de proficiência em Matemática
8ª Série do Ensino Fundamental
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
57
Tabela 6: Percentis da distribuição de proficiência em Matemática
3ª Série do Ensino Médio
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
58
Tabela 7: Percentis da distribuição de proficiência em Língua Portuguesa
4ª Série do Ensino Fundamental
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
59
Tabela 8: Percentis da distribuição de proficiência em Língua Portuguesa
8ª Série do Ensino Fundamental
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
60
Tabela 9: Percentis da distribuição de proficiência em Língua Portuguesa
3ª Série do Ensino Médio
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
61
Tabela 10: Percentis da distribuição de proficiência em Ciências
4ª Série do Ensino Fundamental
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
62
Tabela 11: Percentis da distribuição de proficiência em Ciências
8ª Série do Ensino Fundamental
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
63
Tabela 12: Percentis da distribuição de proficiência em Ciências - Biologia
3ª Série do Ensino Médio
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
64
Tabela 13: Percentis da distribuição de proficiência em Ciências - Física
3ª Série do Ensino Médio
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
65
Tabela 14: Percentis da distribuição de proficiência em Ciências - Química
3ª Série do Ensino Médio
Brasil, Regiões e Unidades da Federação. 1997
66
Tabela 19
Matemática - Proficiência por Gênero. Brasil e Regiões. 1997
4a Série Mas Fem
BR 188 185
N 172 166
NE 180 172
SE 195 194
S 193 194
CO 189 180
Matemática - 4 a Série
Proficiência média por gênero
400
325
250
175
100
BR N NE SE S CO
Mas Fem
Tabela 20
Português - Proficiência por Gênero. Brasil e Regiões. 1997
4a Série Mas Fem
BR 159 171
N 142 152
NE 149 157
SE 167 182
S 163 179
CO 157 163
Português - 4a série
Proficiência média por gênero
400
325
250
175
100
BR N NE SE S CO
Mas Fem
Tabela 21
Ciências - Proficiência por Gênero. Brasil e Regiões. 1997
4a Série Mas Fem
BR 182 179
N 171 168
NE 174 170
SE 188 185
S 185 184
CO 182 177
Ciências - 4 a série
Proficiência média por gênero
400
325
250
175
100
BR N NE SE S CO
Mas Fem
70
Tabela 22 Tabela 23
Matemática - Proficiência por idade. Brasil e Regiões - 1997 Matemática - Proficiência segundo a localização. Brasil e Regiões - 1997
8ª Série =<14 anos 15 anos 16 anos 17 anos 18 anos =>19 anos 8ª Série Capital Interior
BR 279 257 239 227 226 218 BR 258 247
N 259 241 233 224 219 215 N 241 232
NE 275 254 232 222 214 212 NE 251 234
SE 281 258 241 223 230 221 SE 264 249
S 278 261 240 249 244 228 S 270 258
CO 281 259 247 237 232 223 CO 261 250
Matemática - 8ª série
Proficiência média segundo a idade do aluno Matemática - 8ª série
Proficiência média por localização
300
350
300
250
200
250
150
100
50
0
200
BR N NE SE S CO
=<14 anos 15 anos 16 anos 17 anos 18 anos =>19 anos
Capital Interior
BR N NE SE S CO
Tabela 24 Tabela 25
Matemática - Proficiência por Zona. Brasil e Regiões - 1997 Matemática - Proficiência por rede de ensino. Brasil e Regiões - 1997
8ª Série Urbana Rural 8ª Série Estadual Municipal Particular
BR 251 228 BR 241 239 301
N 236 - N 231 233 269
NE 241 213 NE 229 221 291
SE 253 240 SE 242 249 309
S 260 238 S 252 254 310
CO 255 226 CO 249 234 299
Tabela 26 Tabela 27
Matemática - Proficiência por Rede e Escolaridade do Pai. Brasil. 1997 Matemática - Proficiêncis por Rede e Escolaridade da Mãe. Brasil - 1997
8ª Série Nunca Fund. Incomp. Fund. Comp. Médio Superior 8ª Série Nunca Fund. Incomp. Fund. Comp. Médio Superior
Estadual 216 234 243 249 261 Estadual 215 230 243 256 260
Municipal 219 233 240 251 268 Municipal 218 232 243 259 251
Particular 227 267 284 295 313 Particular 244 263 279 297 313
300 300
250 250
200 200
150 150
100 100
50 50
0
0
Estadual Municipal Particular
Estadual Municipal Particular
Nunca Fund. Incomp. Fund. Comp. Médio Superior Nunca Fund. Incomp. Fund. Comp. Médio Superior
71
Tabela 73 Tabela 74
Matemática - Proficiência por Gênero. Brasil e Regiões. 1997 Português - Proficiência por Gênero. Brasil e Regiões. 1997
a a
3 Série Mas Fem 3 Série Mas Fem
BR 317 300 BR 290 295
N 297 285 N 280 280
NE 317 301 NE 287 284
SE 312 295 SE 288 295
S 333 319 S 298 309
CO 330 310 CO 300 302
100 100
BR N NE SE S CO BR N NE SE S CO
Mas Fem Mas Fem
Tabela 75 Tabela 76
Biologia - Proficiência por Gênero. Brasil e Regiões. 1997 Física - Proficiência por Gênero. Brasil e Regiões. 1997
a
3 Série Mas Fem 3a Série Mas Fem
BR 301 295 BR 302 280
N 290 278 N 294 268
NE 302 290 NE 302 276
SE 295 291 SE 295 276
S 321 316 S 328 300
CO 322 304 CO 321 289
325 325
250 250
175 175
100 100
BR N NE SE S CO BR N NE SE S CO
Mas Fem Mas Fem
Tabela 77
Química - Proficiência por Gênero. Brasil e Regiões. 1997
a
3 Série Mas Fem
BR 302 292
N 298 287
NE 306 295
SE 294 285
S 321 310
CO 321 302
Química - 3a série
Proficiência média por gênero
400
325
250
175
100
BR N NE SE S CO
Mas Fem
80
ANEXO III
Itens Âncora – Exemplos
81
MATEMÁTICA NÍVEL 175
475
• Os alunos demonstram conhecimentos
elementares de geometria. São capazes
Percentual de alunos acima do nível de localizar a posição dos objetos, tendo
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM como referência o próprio corpo, e de
BR 56% 95% 100% reconhecer figuras geométricas simples,
N 41% 94% 100% desde que representadas na forma usual.
NE 47% 92% 100% • Reconhecem o valor de cédulas e
SE 61% 95% 100% moedas.
S 64% 98% 100% • Lêem horas em relógios digitais e
CO 54% 97% 100% analógicos e sabem que a hora tem 60
175 minutos.
• Lêem e escrevem números de poucos
0 dígitos.
• Resolvem problemas simples de adição e
subtração com números naturais.
Exemplo 1:
Quantos reais estão representados abaixo?
(A) R$ 187,11
(B) R$ 1.087,11
(C) R$ 1.085,11
(D) R$ 198,00
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
76 A .67 .43 .44 .87 .50
82
Exemplo 2:
Na figura abaixo, qual o prédio que está entre o prédio A e o prédio C ?
A B C
D
E F
(A) O prédio B.
(B) O prédio D .
(C) O prédio E.
(D) O prédio F.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
104 A .76 .46 .49 .95 .61
83
MATEMÁTICA NÍVEL 250
475 • Os alunos possuem conhecimento de geometria que
possibilita a descrição da movimentação de objetos,
tendo como referência o próprio corpo.
Percentual de alunos acima do nível • Reconhecem polígonos e quadriláteros.
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM • Estabelecem relações entre os valores de cédulas e
BR 11% 48% 87% moedas e resolvem situações de pagamento e troco,
N 3% 36% 83% embora ainda não saibam operar com decimais.
NE 7% 37% 85% • Relacionam diferentes unidades de medida de tempo
e sabem selecionar a unidade de medida mais
SE 15% 50% 86% adequada para fazer determinada medição.
S 11% 55% 94%
• São capazes de multiplicar e dividir e de identificar
CO 9% 54% 92% unidades, dezenas, centenas etc.
250 • Resolvem problemas envolvendo mais de uma
operação.
• Adicionam e subtraem frações de mesmo
0 denominador e conhecem números naturais na forma
fracionária.
• Interpretam gráficos de barra e de setor e identificam
o gráfico mais adequado para representar uma dada
situação.
• Expressam generalizações observadas em
seqüências numéricas por meio de representações
algébricas.
Exemplo 3:
O gráfico mostra os alunos da escola que preferem cada esporte: futebol (F), vôlei (V),
natação (N) ou basquete (B).
Podemos concluir que:
N
B
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
31 C .51 .55 .23 .78 .54
84
Exemplo 4:
Que ordens devem ser dadas ao computador para que o aviãozinho vá até X passando por
Z?
Ponto
de
Partida
Z X
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
60 B .43 .45 .24 .69 .47
85
MATEMÁTICA NÍVEL 325
475 • Os alunos apresentam noções de paralelismo,
perpendicularismo e ângulo e descrevem a posição e
o movimento de um objeto utilizando diferentes pontos
Percentual de alunos acima do nível de referência.
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM • Classificam sólidos geométricos em corpos redondos
e poliedros.
BR 0% 8% 32%
N 0% 2% 18% • Interpretam resultados de medidas de comprimento,
massa, tempo e capacidade.
NE 0% 7% 34%
SE 0% 9% 28% • Estabelecem relações entre unidades de medida
relacionadas a uma mesma grandeza e resolvem
S 0% 9% 46% problemas envolvendo essas medidas.
CO 0% 6% 44% • Identificam, comparam e ordenam números racionais
325 (nas formas fracionária e decimal) e números inteiros.
• Interpretam informações apresentadas em gráficos e
tabelas, incluindo aquelas apresentadas em forma de
0 porcentagem, sendo capazes de fazer prognósticos a
partir dessas informações.
• Interpretam escritas algébricas e resolvem equações
e sistemas de equações de 1º grau.
Exemplo 5:
Num determinado dia, as temperaturas registradas em graus Celsius em 5 cidades da Europa
estão representadas na tabela abaixo:
Temperaturas
Cidades
em graus Celsius
Paris −5
Roma −8
Londres −2
Madri −3
Lisboa +5
Qual das opções abaixo representa a cidade com a temperatura mais baixa?
(A) Paris
(B) Roma
(C) Londres
(D) Madri
(E) Lisboa
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
101 B .42 .60 .16 .76 .64
86
Exemplo 6:
O professor Julio fez uma pesquisa para saber a idade dos alunos de sua turma e construiu a
seguinte tabela:
13 14 14 15 13 13 14 15 14 14 15
16 14 13 13 15 15 15 13 15 13 15
16 16 14 14 14 16 16 16
Uma tabela que representa o número de alunos por idade a partir dos dados coletados pelo
professor Julio é:
(C) Idade Nº de
Alunos
13 6
14 9
15 8
16 7
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
94 B .43 .53 .17 .70 .54
87
MATEMÁTICA NÍVEL 400
475 • Os alunos resolvem problemas de Geometria
Euclidiana, empregando relações algébricas e
trigonométricas, utilizando as propriedades e
características das principais figuras planas e
Percentual de alunos acima do nível espaciais.
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM • Resolvem problemas envolvendo ponto, reta,
BR 0% 0% 5% circunferência e suas relações.
N 0% 0% 1% • Solucionam problemas que envolvem cálculo de
NE 0% 0% 6% comprimento, área, volume, temperatura e tempo,
SE 0% 0% 5% utilizando fórmulas e as unidades de medidas usuais e
suas inter-relações.
S 0% 0% 7%
CO 0% 0% 5% • Resolvem problemas simples em porcentagens,
proporcionalidade direta e inversa e probabilidades.
400
• Interpretam dados em tabelas representando-os em
gráficos de barras.
• Estabelecem relações e fazem conversões entre
0 frações ordinárias e números decimais.
• Resolvem problemas que envolvem equações e
inequações simples de 1º e 2º graus e sistemas de 1º
grau.
• Conhecem os princípios básicos de polinômios e
efetuam operações elementares entre eles.
• Resolvem problemas simples que empreguem
conceitos de matrizes, determinantes, identificação de
números complexos e sua representação e que
envolvam a interpretação geométrica do conceito de
módulo.
• Conhecem as propriedades básicas de exponenciais e
logaritmos.
88
Exemplo 7:
Para armar um circo, foi fincado perpendicularmente ao solo um poste de 6 m de altura,
preso ao solo por diversos cabos estendidos de 8 m de comprimento.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
27 C .24 .38 .12 .49 .52
Exemplo 8:
O gráfico que relaciona duas grandezas X e Y é uma linha reta, conforme mostra a figura
abaixo. Quando X é igual a 40, o valor de Y é:
Y
?
42
32
X
10 30 40
(A) 52
(B) 50
(C) 57
(D) 44
(E) 47
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
67 E .32 .64 .07 .71 .65
89
PORTUGUÊS NÍVEL 100
475
• Os alunos localizam uma informação em
um texto, recuperando-a, posteriormente,
Percentual de alunos acima do nível para continuar a leitura.
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM • Identificam a pontuação expressiva e são
BR 86% 100% 100% capazes de analisar o efeito de sentido
N 82% 100% 100% decorrente de seu uso.
NE 81% 100% 100% • São capazes de consultar um pequeno
SE 89% 100% 100% texto informativo para resolver um
S 91% 100% 100% problema localizado de leitura.
CO 87% 100% 100%
100
Exemplo 9:
ANO NOVO
Renata Pallotini
Um Ano-Novo
deve ser um ovo:
inteiro.
a casca sem uma lasca,
e todo cheio
de recheio!
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
109 A .78 .40 .55 .95 .50
90
Exemplo 10:
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
36 A .75 .35 .54 .89 .45
91
PORTUGUÊS NÍVEL 175
475
• Os alunos são capazes de fazer uma
leitura mais elaborada do texto,
Percentual de alunos acima do nível interpretando-o.
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM • Identificam informações e reconhecem o
BR 42% 92% 80% tema central em textos curtos e simples,
N 28% 93% 73% como bilhetes, receitas, instruções,
NE 33% 89% 79% poemas, historinhas.
SE 49% 92% 79% • Relacionam informações contidas em
S 47% 95% 88% outros textos.
CO 37% 94% 87%
175 • Percebem o sentido da pontuação e das
palavras que expressam sentimentos, por
exemplo.
0 • Identificam personagens a partir de sua
fala (gírias e expressões típicas).
Exemplo 11:
Leia a poesia de Pedro Bandeira e, a seguir, responda às perguntas abaixo.
Os meus errinhos
Os adultos, muitas vezes, são intolerantes diante dos “errinhos” infantis, porque:
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
37 A .71 .45 .43 .88 .53
92
Exemplo 12:
Medição da Temperatura
O termômetro é usado para medir a temperatura, assim como o metro é usado para medir
os comprimentos. Quando você está com febre, o seu corpo fica muito quente. É possível
medir a febre usando um termômetro.
93
PORTUGUÊS
475 NÍVEL 250
Exemplo 13:
O BILHETE DO AMOR
Elias José
Logo que colocou os objetos embaixo da carteira, Pitu encontrou o bilhete. Leu, ficou
vermelho, colocou no bolso, não mostrou pra ninguém. De vez em quando, mordia-lhe uma curiosidade
grande, uma vontade de reler pra ter certeza. Era uma revelação que ele não estava esperando. Não
podia dizer que estivesse achando ruim, pelo contrário... Ele estava com vontade de olhar pra trás, para
as últimas carteiras e procurar uma resposta com o olhar. Era um tímido e não se encorajava. A
professora explicava num mapa as regiões do Brasil e ele viajava num rumo diferente. Ainda bem que
ela não estava olhando pra ele, nem fazendo perguntas, só estava expondo a matéria. Na hora da
verificação, acabaria saindo-se mal. Não gostava de ignorar as coisas perguntadas. Só não se saía
muito bem quando se tratava de fazer contas de números fracionários. A professora mesma dizia-lhe
que em Português e matéria de leitura e entendimento ele se saía bem; mas nos cálculos tinha
dificuldades. Agora estava distante, pensava em poesias românticas, em música sentimental. Estava
meio perdido nos pensamentos confusos. O bilhete queimando no bolso. Uma vontade de relê-lo,
palavra por palavra. Interessante, não era um bilhete bem escrito, tinha até erro de Português – por que
a curiosidade? Só ele sabia dele, não foi como no dia do correio-elegante, pai, mãe e seu Francisco do
armazém querendo saber, dando palpites. Agora, tinha um bilhete e era diferente. Tinha um bilhete que
trazia uma declaração de amor e uma assinatura. Trazia mais: trazia um convite para um bate-papo na
praça, às duas horas, se ele quisesse namorar de verdade. Marina era bonitinha, ele queria. Falta-lhe
jeito de dizer, tinha que escrever um bilhete respondendo, era mais fácil, No intervalo escreveu o bilhete,
fechado no banheiro. Quase no fim da aula, ele criou força e olhou para trás. Marina sorria, confirmando.
Ele sorria também. Diversas vezes, ele olhou pra trás e a encontrou olhando. Trocaram sorrisos e
olhares. Os dois estavam vivendo uma ternura primeira e não sabiam escondê-la mais. Tanto assim que
a professora pediu que ele virasse pra frente, observasse o que ela estava pedindo pra pesquisa do fim
de semana. Naquele fim de semana, ele iria pesquisar alguma coisa nova que não tinha experimentado,
como alguns outros de sua idade e turma.
94
Assinale a alternativa que apresenta adequadamente a seqüência das situações vividas por
Pitu na história:
(A) encontrou o bilhete / escreveu a resposta / olhou para Marina / perdeu a concentração na
aula
(B) olhou para Marina / perdeu a concentração na aula / encontrou o bilhete / escreveu a
resposta
(C) olhou para Marina / encontrou o bilhete / perdeu a concentração na aula / escreveu a
resposta
(D) encontrou o bilhete / perdeu a concentração na aula / escreveu a resposta / olhou para
Marina
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
106 D .67 .56 .37 .93 .63
Exemplo 14:
“O bilhete queimava no bolso.” Considerando o enredo de "O Bilhete do Amor", assinale a
alternativa que melhor corresponde ao sentido da frase destacada.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
107 B .71 .52 .44 .96 .64
95
PORTUGUÊS
475 NÍVEL 325
Exemplo 15:
O papo
Glossário:
Abstrai - Esquece. Entra no lugar do “deixar rolar” e do “relaxa”.
Bad trip - Depressão. Muito antigamente já foi fossa.
Bolado - Triste, desanimado, cismado.
Demorô - Sinal de aprovação. Já foi “falô”.
Punk – Cara
A linguagem dos jovens do texto O papo indica que no uso da língua ocorre muita variação e
isso:
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
77 B .65 .59 .34 .93 .63
96
Exemplo 16:
RAINHA DIZ QUE ENCONTRO NÃO INIBIRÁ AS INVASÕES
Os dois textos acima tratam da questão da terra no Brasil. O primeiro relata um acontecimento
específico: o encontro do líder sem-terra José Rainha com o ministro de Política Fundiária Raul
Jungmann. Já o segundo:
97
PORTUGUÊS
475 NÍVEL 400
Exemplo 17:
A pátria
Olavo Bilac
Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! não verás nenhum país como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A natureza, aqui, perpetuamente em festa,
É um seio de mãe a transbordar carinhos,
Vê que vida há no chão! Vê que vida há nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!
98
Ao brincar com o poema, Ziraldo faz algumas adaptações ao texto original, tal como mudar o
nome do poeta, trocar a palavra crianças por dinossaurinhos, seio de mãe por pezão de mãe.
Estas mudanças se articulam com:
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
152 C .33 .50 .15 .65 .54
Exemplo 18:
Desencanto
Manuel Bandeira
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
A leitura do poema "Desencanto" de Manuel Bandeira leva o leitor a perceber que o poeta vê
o ato de criação poética como
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
33 B .40 .52 .17 .69 .55
99
CIÊNCIAS NÍVEL 100
475
• Os alunos interpretam pequenos textos e
Percentual de alunos acima do nível observam figuras para identificar
Ciências Física Química Biologia elementos do cotidiano relacionados ao
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM ambiente ou à vida humana.
BR 96% 100% 100% 100% 100% • Identificam, por exemplo, árvores entre
N 94% 100% 100% 100% 100% outras representações de plantas.
NE 95% 100% 100% 100% 100% • Reconhecem quais veículos utilizam
SE 96% 100% 100% 100% 100% derivados de petróleo como combustível.
S 96% 100% 100% 100% 100%
CO 97% 100% 100% 100% 100%
100
Exemplo 19:
Dentre as figuras abaixo, qual representa uma árvore?
(A) (B)
(C) (D)
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
77 D .94 .13 .87 .99 .46
100
Exemplo 20:
A partir do petróleo podemos obter, por exemplo, a gasolina, o óleo diesel, o querosene, o
gás de cozinha e fabricar plásticos. Sabemos que o petróleo é um recurso natural que vai se
esgotar, por isso, precisamos utilizar outras fontes de energia para fazer funcionar:
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
118 A .74 .18 .62 .80 .24
101
CIÊNCIAS NÍVEL 175
475
• Os alunos identificam, nomeiam, classificam,
comparam e seqüenciam eventos a partir de
Percentual de alunos acima do nível textos ou representações figurativas.
Ciências Física Química Biologia
• Observam e reconhecem relações entre parte e
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM
todo e estabelecem relações temporais entre
BR 52% 94% 100% 100% 100% fenômenos.
N 43% 93% 100% 100% 100%
• Demonstram conhecimentos elementares de
NE 44% 91% 100% 100% 100% Astronomia, Meio Ambiente e Saúde. Por
SE 57% 94% 100% 100% 100% exemplo, definem planeta e estrela, comparam
S 56% 96% 100% 100% 100% condições para a sobrevivência de seres vivos,
CO 52% 96% 100% 100% 100% reconhecem procedimentos de higiene pessoal
175 e a utilidade da camisinha, utilizando, para
tanto, a linguagem cotidiana e o senso comum.
• São capazes de aplicar corretamente
0 vocábulos científicos elementares cujo
significado lhes é fornecido.
Exemplo 21:
A figura abaixo representa uma planta composta de todas suas partes principais. No exemplo
as letras mostram essas partes isoladamente. Quais são essas partes?
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
16 A .73 .41 .51 .92 .51
Exemplo 22:
Para a observação e estudo de objetos longínquos no céu, utilizamos o:
(A) periscópio.
(B) estetoscópio.
(C) telescópio.
(D) magnetoscópio.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
69 C .75 .35 .54 .89 .47
102
CIÊNCIAS NÍVEL 250
475 • Os alunos interpretam problemas elementares
ligados ao Meio Ambiente e à Saúde, cujos
Percentual de alunos acima do nível dados aparecem em textos ou tabelas muito
Ciências Física Química Biologia simples.
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM • Conhecem conceitos básicos das diferentes
BR 9% 48% 72% 80% 80% Ciências Naturais. Por exemplo: formação da
N 4% 36% 69% 82% 74% imagem na retina; transporte de oxigênio pelo
sangue; ação da gravidade; derivados do
NE 7% 39% 70% 81% 76%
petróleo; propriedades de alguns materiais;
SE 12% 50% 68% 76% 79% transformação de energia realizada em alguns
S 10% 56% 88% 90% 87% equipamentos domésticos.
CO 7% 52% 83% 89% 87% • Compreendem os fenômenos, mas raramente
250 operam com as grandezas físicas envolvidas.
• Calculam a velocidade média de um carro,
relacionando grandezas de tempo e espaço.
0 • Utilizam basicamente, ainda, a linguagem do
cotidiano e do senso comum, pois têm pouca
familiaridade com a nomenclatura científica.
Exemplo 23:
Os animais predadores são importantes controladores da quantidade de indivíduos da população
da qual se alimentam. Imagine que uma espécie de lagartos que se alimenta de mosquitos passe
a ser caçada pelo homem. O que aconteceria com a população de mosquitos?
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
12 A .34 .39 .20 .59 .45
Exemplo 24:
Um carro demora 5 horas para fazer a distância de 400 km que separa o Rio de Janeiro
de São Paulo. Qual foi a velocidade média desenvolvida pelo carro ?
(A) 80 km/h.
(B) 200 km/h.
(C) 0,80 km/h.
(D) 2000 km/h.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
149 A .79 .38 .58 .96 .61
103
CIÊNCIAS NÍVEL 325
475 • Os alunos compreendem a descrição de
fenômenos e processos naturais e técnicos em
Percentual de alunos acima do nível linguagem cotidiana
Ciências Física Química Biologia • Identificam elementos de notação científica,
mas fazem uso rudimentar da notação científica
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM
e de símbolos específicos.
BR 0% 7% 27% 28% 31%
• Interpretam esquemas - como o de circuitos
N 0% 3% 19% 23% 20% elétricos -, diagramas - como o ciclo da água -,
NE 0% 5% 26% 31% 31% tabelas e gráficos com dados ambientais e de
SE 0% 8% 24% 22% 26% saúde.
S 0% 7% 42% 43% 47% • Estabelecem relações causais envolvendo
CO 0% 8% 35% 36% 40% fatores não diretamente observáveis, como a
325 orientação da agulha imantada pelo campo
magnético da terra ou o aumento do dióxido de
carbono atmosférico devido à combustão.
• Dominam conceitos científicos de temas
0 vivenciais, como temperatura, poluição, cadeia
alimentar.
Itens de Biologia
Exemplo 25:
Para aumentar a chance de sobrevivência dos animais em seus ambientes, é fundamental
a detecção de situações ameaçadoras, bem como a capacidade de reagirem a essas
situações. Tanto a percepção quanto a reação são funções do tecido:
(A) ósseo.
(B) epitelial.
(C) muscular.
(D) nervoso.
(E) conjuntivo.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
3 D .51 .61 .21 .82 .64
Exemplo 26:
Segundo a Organização Panamericana de Saúde, a Doença de Chagas mata mais de 40 mil
pessoas por ano nos campos e localidades pobres da América Latina, constituindo a quarta
causa de mortalidade no continente. Para diminuir esses índices, seria mais adequado que
as instituições governamentais, dessas regiões, investissem na
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
22 E .61 .30 .44 .74 .32
104
Itens de Física
Exemplo 27:
Observe o circuito da figura abaixo.
ÍNDICES
Exemplo 28:
No sistema abaixo, os dois corpos, A e B, estão sendo empurrados por uma força F =
20N numa superfície perfeitamente lisa.
Sendo mA = 4 kg e mB = 6 kg, a aceleração do conjunto será:
F A B
(A) 1 m/s2
(B) 2 m/s2
(C) 3 m/s2
(D) 5 m/s2
(E) 10 m/s2
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
92 B .51 .54 .26 .80 .57
Itens de Química
Exemplo 29:
A figura geométrica abaixo representa, simplificadamente, a substância:
(A) C4H8.
(B) C3H6.
(C) C5H10.
(D) C6H14.
(E) C4H10.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
25 A .51 .42 .30 .72 .45
105
Exemplo 30:
Um estudante colocou a mesma quantidade de água, com a mesma temperatura, em duas
vasilhas diferentes, como na figura abaixo, e as deixou ao Sol durante o mesmo tempo.
Depois mediu a variação da quantidade de água em cada uma.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
157 C .63 .44 .39 .83 .48
106
NÍVEL 400 - BIOLOGIA
CIÊNCIAS • Os alunos dominam vários conceitos científicos
475 básicos das grandes áreas do conhecimento
biológico e aplicam alguns dos conceitos
adquiridos.
Percentual de alunos acima do nível • Utilizam, com certa familiaridade, a terminologia
Ciências científica relacionada à estrutura, reprodução e
4ª S EF 8ª S EF hereditariedade dos seres vivos.
BR 0% 0% • Explicam determinados desequilíbrios
N 0% 0% ambientais e indicam fatores que contribuem
NE 0% 0% para a maior estabilidade do meio ambiente e
SE 0% 0% para a manutenção da biodiversidade.
S 0% 0% • Reconhecem alguns procedimentos simples
CO 0% 0% para minimizar problemas de degradação
3ª S EM ambiental.
Física Química Biologia • Identificam grupos de seres vivos a partir de
BR 4% 4% 5% características internas e externas.
N 1% 1% 2%
• Relacionam estruturas dos seres vivos com
NE 3% 5% 5%
suas funções.
SE 4% 3% 5%
S 5% 4% 6% • Possuem noções básicas sobre hereditariedade
CO 5% 3% 5% e reconhecem na seleção natural o processo
fundamental de transformação da vida ao longo
400 do tempo.
• Solucionam problemas relativos ao corpo
humano, à evolução dos seres vivos e à
0
hereditariedade, mesmo quando apresentados
em diferentes linguagens (textos, tabelas e
gráficos).
Exemplo 31:
Um indivíduo partiu de Fortaleza, quando a temperatura local era de 40º C, e
desembarcou em Porto Alegre, onde o termômetro acusava 17º C.
Espera-se que a temperatura corporal desse indivíduo
(A) fique quase constante, pois dentro de certos limites, o corpo mantém estável a
temperatura.
(B) baixe, porque houve uma variação muito drástica na temperatura ambiente.
(C) fique oscilando até que o metabolismo das gorduras se acelere, provocando a
elevação da temperatura.
(D) diminua, pois a temperatura do organismo tende a acompanhar a do ambiente.
(E) aumente para compensar a diminuição da temperatura ambiente.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
111 A .27 .51 .07 .58 .62
107
Exemplo 32:
O uso do mercúrio para a separação do ouro nas regiões brasileiras de intensa atividade
mineradora tem atingido proporções que merecem atenção. A preocupação maior é
porque o mercúrio
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
104 B .35 .54 .13 .67 .57
108
CIÊNCIAS NÍVEL 400 - FÍSICA
475 • Os alunos são capazes de identificar e denominar
fenômenos e processos físicos.
Percentual de alunos acima do nível • Utilizam linguagens simbólicas, notações vetoriais,
Ciências Física Química Biologia diagramas e gráficos relativos a grandezas e
processos físicos.
4ª S EF 8ª S EF 3ª S EM • Interpretam situações físicas, estabelecendo relações
BR 0% 0% 4% 4% 5% de causa e efeito correlacionando mais de dois
N 0% 0% 1% 1% 2% fatores. Por exemplo: gravidade e peso, formato da
NE 0% 0% 3% 5% 5% chama e convecção de gases, circuito e continuidade
de corrente elétrica, deflexão de elétrons e campo
SE 0% 0% 4% 3% 5% magnético de um imã.
S 0% 0% 5% 4% 6% • Calculam relações entre grandezas físicas – como
CO 0% 0% 5% 3% 5% força, área e pressão –, entre agentes de um
400 processo e suas conseqüências – como
determinação de tensão elétrica a partir da corrente e
da resistência.
Itens de Física
Exemplo 33:
O esquema abaixo representa uma onda propagando-se em uma corda. Os segmentos MN e
NP representam respectivamente:
M N
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
75 C .36 .42 .14 .56 .46
109
Exemplo 34:
A transformação de energia que ocorre quando um automóvel freia é de:
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
141 E .29 .31 .17 .48 .41
110
QUÍMICA
CIÊNCIAS • Identificam alguns processos químicos a partir de
475 textos em linguagem cotidiana e transcrevem
esses processos utilizando notação química.
• Interpretam representações gráficas de
Percentual de alunos acima do nível fenômenos, obtendo dados, efetuando cálculos
Ciências simples e estabelecendo relações entre variáveis.
4ª S EF 8ª S EF • Analisam uma transformação química em
BR 0% 0% solução aquosa e no estado gasoso,
N 0% 0%
estabelecendo relações entre reagentes e
NE 0% 0%
produtos por meio de cálculos simples envolvendo
SE 0% 0%
massa, energia e tempo, em diferentes unidades.
S 0% 0%
CO 0% 0% • Identificam a influência de fatores externos sobre
3ª S EM as transformações químicas, considerando a
Física Química Biologia extensão e a velocidade.
BR 4% 4% 5% • Utilizam modelos microscópios simples para
N 1% 1% 2% explicar fenômenos químicos.
NE 3% 5% 5% OBS: Somente em níveis mais altos os alunos
SE 4% 3% 5% apresentam competências mais globais, como, por
S 5% 4% 6% exemplo, avaliar as implicações econômicas,
CO 5% 3% 5% sociais e ambientais de processos químicos.
400
Exemplo 35:
A partir do gráfico abaixo, pode-se dizer que
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
32 B .34 .58 .11 .69 .60
111
Exemplo 36:
O esquema abaixo representa o experiência de Rutherford: partículas α de polônio radiativo
atravessam a lâmina C do desenho, que é constituída por:
(A) zinco.
(B) chumbo.
(C) ouro.
(D) polônio.
(E) vidro.
ÍNDICES
ITEM GAB DIFI DISCR ABAI ACIM BISE
92 C .20 .33 .11 .44 .51
112