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serpentes brasileiras não peçonhentas butantan

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INSTITUTO BUTANTAN

PRINCIPAIS SERPENTES BRASILEIRAS
SERPENTES NÃO PEÇONHENTAS Família Anomalepididae
Liotyphlops beui - Cobra-cega

Família Leptotyphlopidae
Leptotyphlopis septemstriatus - Cobra-cega

Família Typhlopidae
Typhlops reticulatus - Cobra-cega

Família Aniliidae
Anilius scytale - Cobra-coral (falsa)

Família Boidae
Boa constrictor amarali - Jibóia * Boa constrictor constrictor - Jibóia* Corallus caninus - Periquitambóia* Corallus hortulanus - Suaçubóia * Epicrates cenchria - Salamanta* Eunectes murinus - Sucuri

Família Colubridae
Chironius exoletus - Cobra-cipó Clelia clélia - Muçurana Erythrolamprus aesculapii - Cobra-coral (falsa) * Helicops modestus - Cobra d'água * Hydrodynastes gigas - Surucucu do pantanal * Liophis miliaris - Cobra d'água* Oxyrhopus guibei - Cobra-coral (falsa)* Philodryas nattereri - Cobra-cipó* Philodryas olfersii - Boiubu * Philodryas patagoniensis - Parelheira * Spilotes pullatus - Caninana* Tropidodryas striaticeps - Cobra-cipó* Waglerophis merremii - Boipeva*

*Em exposição no Museu

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NÃO PEÇONHENTAS
Cobra-cega, Liotyphlops beui Nome popular: Cobra-cega Nome científico: Liotyphlops beui Dentição: áglifa Alimentação básica: insetos (formigas, cupins e suas larvas) Reprodução: ovípara Tamanho: 0,20 metros Hábitat: campos e matas Atividade: noturna Serpente de hábito subterrâneo. Uma das menores serpentes brasileiras e totalmente inofensiva. Apesar de ser comum, não é fácil encontrá-la devido ao seu hábito fossório.
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Cobra-cega, Leptotyphlops septemstriatus Nome popular: Cobra-cega Nome científico: Leptotyphlops septemstriatus Dentição: áglifa Alimentação básica: insetos (cupins e suas larvas) Reprodução: ovípara Tamanho: 0,25 metros Hábitat: matas Atividade: diurna e noturna Serpente de hábito subterrâneo, mas também sobe em troncos. Uma das menores serpentes brasileiras totalmente inofensiva. Apesar de ser comum, não é fácil encontrá-la devido ao seu hábito fossório.

Cobra-cega, Typhlops Nome popular: Nome científico: Dentição: Alimentação básica: Reprodução: Tamanho: Hábitat: Atividade:

reticulatus Cobra-cega Typhlops reticulatus áglifa insetos (formigas saúvas e suas larvas) ovípara 0,50 metros matas noturna

Serpente de hábito subterrâneo. Deste grupo é a que alcança maior tamanho e espessura de corpo. É totalmente inofensiva. Apesar de ser comum, não é fácil encontrá-la devido ao seu hábito fossório. Costuma aparecer na superfície quando o solo está muito encharcado e quando se revolve a terra.

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NÃO PEÇONHENTAS
Cobra-coral (falsa), Anilius scytale Nome popular: Cobra-coral (falsa) Nome científico: Anilius scytale Dentição: áglifa Alimentação básica: Cobra-de-duas-cabeças Reprodução: ovípara Tamanho: 1,10 metros Hábitat: matas, em várzeas e semi-alagados Atividade: noturna Serpente de hábito subterrâneo. É totalmente inofensiva apesar da semelhança com as corais peçonhentas. É possível encontrá-la também em regiões urbanas da área de ocorrência.
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Jibóia, Boa constrictor amarali Nome popular: Jibóia Nome científico: Boa constrictor amarali Dentição: áglifa Alimentação básica: roedores e lagartos Reprodução: vivípara Tamanho: 2,00 metros Hábitat: campos Atividade: noturna Serpente de hábito semiarborícola. É totalmente inofensiva apesar de morder quando se sente ameaçada. Quando irritada expira o ar dos pulmões com violência, que ao passar pela glote faz um ruído característico o “Bafo da Jibóia”. Mata suas presas por constricção. É possível encontrá-la também em galpões e depósitos de materiais e grãos onde se beneficia com a presença de roedores. É muito usada por camelôs e artistas de variedades.

Jibóia, Boa constrictor constrictor Nome popular: Jibóia Nome científico: Boa constrictor constrictor Dentição: áglifa Alimentação básica: roedores, lagartos e aves Reprodução: vivípara Tamanho: 4,00 metros Hábitat: campos e Matas Atividade: noturna Serpente de hábito semiarborícola. É totalmente inofensiva apesar de morder quando se sente ameaçada. Quando irritada expira o ar dos pulmões com violência, que ao passar pela glote faz um ruído característico o “Bafo da Jibóia”. Mata suas presas por constricção. É possível encontrá-la também em galpões e depósitos de materiais e grãos onde se beneficia com a presença de roedores. Esta sub-espécie é maior e apresenta coloração mais vistosa que a anterior.

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NÃO PEÇONHENTAS
Periquitambóia, Corallus caninus Nome popular: Periquitambóia, Cobra papagaio, Arabóia Nome científico: Corallus caninus Dentição: áglifa Alimentação básica: roedores, morcegos Reprodução: vivípara Tamanho: 2,00 metros Hábitat: floresta amazônica – matas e capoeiras Atividade: noturna Serpente de hábito arborícola, onde passa a maior parte do dia enrolada em tronco de árvore, em uma posição bem característica com a cabeça apoiada no centro das voltas do corpo. É pacífica apesar de morder quando se sente ameaçada. Mata suas presas por constricção. Apresenta variação ontogenética na cor, nos jovens a coloração varia de róseo a avermelhado até amarelo, com o crescimento, após a muda pele a cor verde vai aos poucos tornando-se cada vez mais evidente. Veja em Desenvolvimento. Suaçubóia, Corallus hortulanus Nome popular: Suaçubóia, Cobra de veado Nome científico: Corallus hortulanus Dentição: áglifa Alimentação básica: roedores, morcegos, aves Reprodução: vivípara Tamanho: 1,50 metros Hábitat: matas amazônica e atlântica Atividade: noturna Serpente de hábito arborícola. É pacífica apesar de morder quando molestada. Mata suas presas por constricção. Apresenta variação ontogenética na cor e nos adultos vários padrões de coloração ao longo da distribuição. Salamanta, Epicrates cenchria Nome popular: Salamanta, Jibóia Vermelha Nome científico: Epicrates cenchria Dentição: áglifa Alimentação básica: roedores, aves Reprodução: vivípara Tamanho: 1,20 metros Hábitat: mata amazônica e cerrado Atividade: noturna Serpente de hábito terrícola. Não é muito pacífica podendo morder quando molestada. Mata suas presas por constricção. Uma de suas características é apresentar a pele com iridescência, que não é causado por pigmentação, mas pelas propriedades físicas da luz, que quando incide sobre as escamas se decompõe em vários espectros e cada comprimento de onda produz uma cor diferente, produzindo o efeito de iridescência. Apresenta diferentes sub-espécies, sendo que na Amazônia temos a E.c.cenchria e nos cerrados do Sudeste e Centro-Oeste a E.c.crassus, além de outras.
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NÃO PEÇONHENTAS
Sucuri, Eunectes murinus Nome popular: Sucuri, Sucuriju, Boiuna, Anaconda Nome científico: Eunectes murinus Dentição: áglifa Alimentação básica: mamíferos, aves, jacaré Reprodução: vivípara Tamanho: 10,0 metros Hábitat: bacias do Sul até o Norte e Nordeste Atividade: diurna Serpente de hábito semi-aquático, quando em terra está sempre próximo a água onde encontra refúgio e tem muita agilidade. Mata suas presas por constricção. Sua principal características é o grande porte, o que faz dela um animal perigoso pela força e violência com que pode atacar e pelo ferimento que a mordida causa. A ela são atribuídos feitos fantásticos como por exemplo, a capacidade de engolir um boi!
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Cobra-cipó – Chironius exoletus Nome popular: Cobra-cipó Nome científico: Chironius exoletus Dentição: áglifa Alimentação básica: anfíbios Reprodução: ovípara Tamanho: 1,20 metros Hábitat: matas e capoeiras Atividade: diurna Serpente de hábito semi-arborícola. É muito comum ao longo de sua distribuição. Quando sente-se ameaçada pode achatar um pouco a parte anterior do corpo, abrir a boca e ou dar botes; ao ser manipulada pode ainda eliminar fezes.

Muçurana – Clelia clelia Nome popular: Muçurana, Cobra preta, Limpa mato Nome científico: Clelia clelia Dentição: opistóglifa Alimentação básica: serpentes, lagartos Reprodução: ovípara Tamanho: 1,80 metros Hábitat: matas Atividade: noturna Serpente de hábito terrícola. Em seu desenvolvimento apresenta variação ontogenética, nos jovens o corpo é avermelhado, cabeça negra com uma faixa nucal branco amarelada. O adulto é todo cinza escuro quase negro. É muito conhecida é famosa pelo hábito de comer outras serpentes, inclusive peçonhentas, sendo imune ao seu veneno. Há relato na literatura de acidentes com esta serpente.

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NÃO PEÇONHENTAS
Cobra coral (falsa) – Erythrolamprus Nome popular: Cobra coral (falsa), Boicorá Nome científico: Erythrolamprus aesculapii Dentição: opistóglifa Alimentação básica: serpentes Reprodução: ovípara Tamanho: 0,80 metros Hábitat: matas Atividade: diurna Serpente de hábito terrícola. Mimetisa a coral peçonhenta ao longo da sua distribuição geográfica, principalmente a Micrurus corallinus na faixa litorânea, onde a semelhança entre ambas e muito grande, tanto na coloração como no comportamento.
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Cobra d’água – Helicops modestus Nome popular: Cobra d’água Nome científico: Helicops modestus Dentição: áglifa Alimentação básica: peixes, anfíbios Reprodução: vivípara Tamanho: 1,00 metro Hábitat: rios e alagados Atividade: diurna e noturna Serpente de hábito aquático. Possui olhos e narinas posicionados no topo da cabeça, o que favorece a vida dentro d’água. Causa muitos acidentes, mordidas sem gravidade, principalmente aos pescadores de água doce, atraídas que são para o samburá com peixes.

Surucucu do pantanal Nome popular: Nome científico: Dentição: Alimentação básica: Reprodução: Tamanho: Hábitat: Atividade:

– Hydrodynastes gigas Surucucu do pantanal Hydrodynastes gigas áglifa peixes, anfíbios, roedores ovípara 2,00 metros rios e alagados diurna

Serpente de hábito aquático. Muito comum no pantanal. Quando irritada achata dorso ventralmente a parte anterior do corpo, podendo esta atitude ser precedida de bote e mordida.

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NÃO PEÇONHENTAS
Cobra d’água – Liophis miliaris Nome popular: Cobra d’água Nome científico: Liophis miliaris Dentição: áglifa Alimentação básica: peixes, anfíbios Reprodução: ovípara Tamanho: 1,00 metro Hábitat: rios e alagados Atividade: diurna e noturna Serpente de hábito aquático. Causa alguns acidentes, mordidas sem gravidade, principalmente aos pescadores de água doce, atraídas que são para o samburá com peixes ou pelas iscas. Apesar de ser uma serpente de água doce, no litoral também explora os costões rochosos e a orla da praia a procura de peixes.
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Cobra coral (falsa) – Oxyrhopus guibei Nome popular: Cobra coral (falsa) Nome científico: Oxyrhopus guibei Dentição: opistóglifa Alimentação básica: roedores Reprodução: ovípara Tamanho: 1,00 metro Hábitat: áreas abertas, cerrados e campos Atividade: noturna Serpente de hábito terrícola. . Mimetisa a coral peçonhenta ao longo da sua distribuição geográfica, principalmente a Micrurus frontalis, onde há semelhança no padrão de coloração. É um animal dócil, raramente morde, mesmo assim é desaconselhável a sua manipulação.

Cobra cipó – Philodryas nattereri Nome popular: Cobra cipó Nome científico: Philodryas nattereri Dentição: opistóglifa Alimentação básica: roedores, anfíbios, lagartos, aves Reprodução: ovípara Tamanho: 1,20 metros Hábitat: cerrados e caatingas Atividade: diurna Serpente de hábito terrícola. Explora também os arbustos. Durante os períodos mais secos pode ser encontrada dentro das galerias de cupinzeiros, onde têm abrigo e alimentação.

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NÃO PEÇONHENTAS
Boiubu – Philodryas olfersii Nome popular: Boiubu, Cobra verde Nome científico: Philodryas olfersii Dentição: opistóglifa Alimentação básica: roedores, anfíbios Reprodução: ovípara Tamanho: 1,00 metro Hábitat: cerrado e mata Atividade: diurna Serpente de hábito semi-arborícola. Sua coloração verde se confunde com a folhagem quando explora os arbustos, dificultando sua visualização. Ao ser surpreendida pode morder e, ficando aderida ao local consegue injetar veneno, provocando um quadro clínico importante, mas os acidentes não são comuns. Se não tocada, não oferece perigo.
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Parelheira – Philodryas patagoniensis Nome popular: Parelheira Nome científico: Philodryas patagoniensis Dentição: opistóglifa Alimentação básica: roedores, anfíbios Reprodução: ovípara Tamanho: 1,20 metros Hábitat: cerrado e mata Atividade: diurna Serpente de hábito terrícola. Ao ser surpreendida pode morder. Se não tocada, não oferece perigo.

Caninana – Spilotes pullatus Nome popular: Caninana, Papa-pinto, Cobra-tigre Nome científico: Spilotes pullatus Dentição: áglifa Alimentação básica: roedores, aves Reprodução: ovípara Tamanho: 2,50 metros Hábitat: mata e cerrado Atividade: diurna Serpente de hábito semi-arborícola. Adapta-se bem aos ambientes degradados, sendo comum encontrá-la junto às casas na zona rural. É agressiva; quando molestada infla o pescoço, arma o bote e pode atacar o seu oponente mordendo-o.

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NÃO PEÇONHENTAS
Cobra cipó – Tropidodryas striaticeps Nome popular: Cobra cipó Nome científico: Tropidodryas striaticeps Dentição: opistóglifa Alimentação básica: roedores, lagartos, anfíbios Reprodução: ovípara Tamanho: 1,00 metro Hábitat: mata Atividade: diurna Serpente de hábito semi-arborícola. Restrita às áreas com domínio de Mata Atlântica do Sul e Sudeste. É agressiva e tenta morder quando molestada. O jovem , para caçar, usa a técnica de engodo caudal (isca) para atrair pequenos lagartos e anfíbios que lhe servirão de alimento. A serpente movimenta sinuosamente a ponta da cauda, que apresenta a coloração mais clara que o resto do corpo, semelhante a uma larva de inseto. Ela caça de espreita desenvolvendo uma série de movimentos só com a cauda e a ponta da cauda.
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Boipeva – Waglerophis merremii Nome popular: Boipeva, Cobra-chata Nome científico: Waglerophis merremii Dentição: áglifa Alimentação básica: anfíbios Reprodução: ovípara Tamanho: 0,80 metros Hábitat: cerrado Atividade: diurna Serpente de hábito terrícola. É muito comum e é uma espécie polimórfica, ou seja, apresenta diversos padrões de coloração. è imune ao veneno do sapo, seu principal alimento; Possui dentes maiores que perfuram o pulmão do sapo, esvaziando-o, facilitando a ingestão. Como mecanismo de defesa costuma usar o achatamento dorso-ventral, podendo também, ou não, escancarar a boca, além de movimentos erráticos, que é a mudança rápida e repetida da postura do corpo.

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