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DIREITO TRIBUTÁRIO

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DIREITO TRIBUTÁRIO Professor Alexandre Mazza

www.alexandremazza.com.br www.professorsabbag.com.br 04 PESSOAS JURÍDICAS Pólo ativo - Entes credores Pólo Passivo – Entes UNIÃO (U), ESTADOS (E), devedores MUNICÍPIOS (M) e DF São pessoas físicas ou pessoas jurídicas. • Invasão é o tributo

Poder de tributar: Compulsoriedade: Os princípios são iguais a limitação constitucional, ao poder de tributar.

A)

PRINCÍPIO DA LEGALIDADE TRIBUTÁRIA

Art. 150, I, CF e art. 97, I, CTN – Criação, lançamento, redução e extinção de tributos dependem sempre de lei.

“U, E, DF e M” Só podem criar e aumentar tributos LEI ORDINÁRIA, cria IMPOSTOS, TAXAS E CONTRIBUIÇÕES Ex. IPTU – criado por lei ordinária municipal PRIMEIRA EXCEÇÃO:
04 TRIBUTOS FEDERAIS QUE DEPENDEM DE LEI FEDERAL COMPLEMENTAR LEI

- IGF - IMPOSTOS SOBRE GRANDES FORTUNAS - EMPRÉSTIMOS COMPULSÓRIOS - IMPOSTOS RESIDUAL CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RESIDUAL

ART. 153, VII, CF ART. 148, CF ART. 154, I, CF ART. 195, § 4° CF

Existem ressalvas, exceções, atenuantes à legalidade – Atuação do poder executivo.
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MP –o medida provisória – pode tratar dos temas de LEI ORDINÁRIA, se a MP CRIAR OU AUMENTAR o imposto, esta poderá ser exigida no exercício seguinte. SEGUNDA EXCEÇÃO:
06 tributos que podem ter ALÍQUOTAS modificadas por DECRETO

LISTA de 04 IMPOSTOS FEDERAIS QUE PODEM TER SUAS ALÍQUOTAS MAJORADAS ou REDUZIDAS POR ATO DO PODER EXECUTIVO, ART. 153, § 1° CF II IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO São impostos aduaneiros IE IMPOSTO DE ligados à balança comercial EXPOSTAÇÃO IPI – IDF Lista de 02 exceções à legalidade- EC 33/2001 CIDE – Combustível tributo federal (contribuição) – art. 177, , §
4°, I, “B” CF

ICMS COMBUSTÍVEL – Tributo estadual, art. 155 § 4°, IV, DICAS FINAIS:
A) o PORQUÊ DAS EXCEÇÕES – Os tributos da lista são

extrafiscais, isto é, regulam o mercado econômico do país (extrafiscalidade). B) Art. 62, § 2° CF – EC 32/2001 - MEDIDA PROVISÓRIA – Tratam das MP. A MP é um instrumento idôneo para criar / aumentar o imposto no Brasil.  Ex. A MP que majora o IR; a MP que aumenta o ITR (Ler art. 62, , § 1° IV, CF) • Onde a LEI COMPLEMENTAR estiver a MP não poderá estar. Ex. MP não cria empréstimo compulsório, que é criado pela LEI COMPLEMENTAR.

B) “A definição da data para pagamento do tributo NÃO DEPENDE DE LEI, pois cabe ao executivo.

B) PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA art. 150, III, b,c, CF Princípio da não surpresa Observação: Não confundir com o princípio da Anualidade
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TRIBUTO CRIADO OU MAJORADO EM (01) UM EXERCÍCIO

SÓ PODERÁ SER EXIGIDO NO EXERCÍCIO SEGUINTE Anterioridad e ANUAL

RESPEITADO O INTERVALO MÍNIMO DE 90 DIAS Anterioridade NONAGESIMA L

A U,E,M e DF só poderão exigir o tributo no exercício financeiro posterior ao da publicação da lei. •

“b” do art. 150, III CF – anterioridade anual ou anterioridade de exercício. Exercício financeiro – É igual a ANO FISCAL que é igual a ANO CIVIL (01.01 até 31.12) A Anterioridade anual existiu sozinha até 2003, a partir de 2004 (inclusive) em razão da EC 42/03 passamos a ter um nova anterioridade no Brasil. Tal emenda trouxe a alínea “C”ao inciso III do artigo 150, CF, prevendo um prazo de 90 dias entre a lei e a existência do tributo. LEI – PAGAMENTO EM 90 DIAS ANTERIORIDADE NONAGESIMAL

Cálculo: a) O tributo ISS, majorado em 15.12.06 quando incidiu? R.: ANTERIORIDADE ANUAL 01.01.07 ANTERIORIDADE NONAGESIMAL – 15.03.07 Escolho a maior b) O tributo ISS, majorado em 15.03.06 quando incidiu? R.: ANTERIORIDADE ANUAL 01.01.07 ANTERIORIDADE NONAGESIMAL – 15.06.07
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Escolho a maior • Escolho a maior - Se os tributos forem majorados até setembro vão ser pagos em 01.01.08, ou seja, caso o tributo seja criado, majorado entre janeiro e dezembro, a incidência ocorrerá em 01 de JANEIRO DO ANO SEGUINTE. Todavia, se isso se der no mês de OUTUBRO a DEZEMBRO, em razão dos 90 dias, a data de exigência poderá ser posterior a 01 de JANEIRO. Lista de exceções, ressalvas ao PA Exceções ao Princípio da ANTERIORIDADE, art. 150, §1°, CF Tributos de Tributos que Tributos cobrados cobrança somente respeitam no ano seguinte, IMEDIATA os 90 dias podem sem os 90 dias (criou hj, cobra hj) ser cobrados no mesmo ano II, IE, IOF, IEG, IPI, CIDE IR, Alterações na COMBUSTÍVEL; ICMS base de cálculo do art. 154, II CF COMBUSTÍVEL e IPTU e IPVA
CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS

C) PRINCÍPIO DA ISONOMIA TRIBUTÁRIA – art. 150,
II, CF Conceito: “Ao fisco é vedado o tratamento desigual àqueles que se encontra em situação tributariamente equivalente”

Hot!hot! A incapacidade civil é irrelevante para o direito tributário – paga tributo. Hot!hot! Empresa sem registro na Junta Comercial, não tem personalidade jurídica, não interfere no contribuinte – paga tributo. Art. 5°, “caput” e I, CF – Isonomia Genérica – Tratamento igual –os iguais, e tratamento desigual – os desiguais. Quem são os Iguai / desiguais? • No Direito Tributário a isonomia será determinada a partir da realização do fato gerador, sendo irrelevantes os critérios a eles esternos.
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Assim prevalece a interpretação objetiva do FG, baseada na aplicação da máxima tributária – “NON OLET” – não cheira

Conclusão: A capacidade tributária passiva é PLENA, art. 126, “caput”, CTN – art. 118 do CTN. A exata compreensão da isonomia requer ainda o estudo do princípio da capacidade contributiva, art. 145, § 1°, CF, que se apresenta como corolário da isonomia.

D) PRINCÍPIO DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA –
Sempre que possível os impostos terão caráter pessoal e serão graduados 2° a capacidade econômica DO CONTRIBUIN TE

Tal comando pode ser exteriorizado por meio de técnicas de incidência de alíquotas tendentes à justiça fiscal. Uma importante técnica, caracterizada pela variação de alíquotas é a progressividade. Há 03 impostos com previsão explicita de progressividade na CF/88 IR, art. 153, § 2°, I, CF IPTU, art. 156, § 1°, I, CF c/c art. 182, § 4°, II, CF • IPTU no tempo • IPTU no valor • IPTU no uso e localização ITR, art. art. 153, § 4°, I, CF Cuidado: IPVA NÃO É PROGRESSIVO, mas tem alíquotas diferenciadas pelo uso e tipo do carro

E) PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE – art. 150, III,
“a”, CF • Conceito: A Lei tributária não se aplica a FATOS GERADORES ANTERIORES a data de sua publicação. • Significa que a lei tributária não se aplica a fatos pretéritos, somente a fatos PRESENTES E FUTUROS.

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Exceções: A lei tributária retroage em 2 casos: A) Quando for interpretativa a lei tributária B) Quando for a lei tributária mais benéfica em matéria de infração (penalidade e multa), desde que o ato não tenha sido definitivamente julgado. • Ex. a lei reduz multa (tributária), • Lei que deixou de considerar o ato como infracional. • Ler: art. 144, §1°, CTN

Observação: A lei tributária retroage também quando aumenta as garantias e privilégios do crédito ou estabeleça novos procedimentos para a cobrança do tributo.

F) PRINCÍPIO “NON OLET”
• Não importa a origem do dinheiro do contribuinte e nem se a atividade tributária é lícita ou não. Ex. traficante que deve imposto de renda.

G) PRINCÍPIO DA NÃO LIMITAÇÃO – art. 150, V, CF
• • Os tributos não podem ser usados para RESTRINGIR O TRÂNSITO DE PESSOAS E BENS no território brasileiro. Ex. É inconstitucional a TAXA DE ESTACIONAMENTO para impedir o acesso de turistas populares (farofeiros) no litoral.

Exceção: É permitida a cobrança de pedágio pela utilização da rodovia.

H) PRINCÍPIO DA SELETIVIDADE (escolha)

O ICMS e o IPI são impostos seletivos ESSENCIALIDADE DO PRODUTO OU SERVIÇO.

pela

O legislador ESCOLHE / SELECIONA os produtos e serviços conforme a importância, e para os mais consumíveis tem ICMS MAIS BAIXO. Ex. Feijão. Atenção: Na verdade o IPI é seletivo enquanto que o ICMS poderá ser seletivo (é uma faculdade do ICMS) – ler art. 152, §2°, II

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I) PRINCÍPIO DA UNIFORMIDADE GEOGRÁFICA –
art.151, I, CF • Sempre que possível, os impostos federais devem ter a MESMA ALÍQUOTA em todo o território nacional. o Ex. É inconstitucional o decreto que aumenta o IPI somente sobre calçados fabricados no RS. Exceção: É permitida a concessão de incentivos fiscais para estimular o desenvolvimento de certa região. Ex. Zona franca de Manaus.

J) PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO DO CONFISCO – art.
150, IV, CF • Proíbe que a tributação seja usada para retirar todos os bens do contribuinte.

Perigo!!!!! Entendimento do STF – Vale para MULTAS TRIBUTÁRIAS. o NÃO se aplica a tributos extra-fiscais (aqueles instituídos a fins sociais ou políticos. Ex. IPI sobre cigarros TRIBUTOS FISCAIS Possui apenas finalidade arrecadadora TRIBUTOS PARAFISCAIS ou nome novo TRIBUTAÇÃO INDUTIVA NÃO tem a finalidade arrecadadora, mas objetivos sociais ou políticos. Ex. Nada impede que o IPI sobre cigarro (cuja finalidade extrafiscal de inibir o consumo) tenha alíquotas de 2.000% ou mais.

Observação final – Quando houver exagero em obrigações tributárias principais (tributos e multas) deve-se usar a vedação do confisco, mas se houver exceção nas obrigações tributárias acessórias deve se defender o contribuinte com o princípio da proporcionalidade.

L) PRINCÍPIO DA NÃO-CUMULATIVIDADE
• • Vale para ICMS, IPI e alguns casos da COFINS. Segundo a CF tais tributos são pagos “compensando-se em cada operação o montante recolhido na etapa anterior.”
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Na prática quando o produto entra no estabelecimento o tributo pago gera um crédito a ser descontado na saída do produto. COFINS – Existe 03 regimes da CONFINS o COFINS MONOFÁSICA o COFINS PLURIFÁSICA CUMULATIVA o COFINS PLURIFÁSICA NÃO CUMULATIVA

Tarefa: site: www.alexandremazza.com.br – Simulado Princípios
Tributários (04)

ESPÉCIES TRIBUTÁRIAS – São 05
• • • • • IMPOSTOS TAXAS CONTRIBUIÇÕES DE MELHORIA EMPRÉSTIMOS COMPULSÓRIOS CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS PARAFISCAIS

OU

Cuidado!!! É um fato gerador que define o tributo (imposto, taxa e contribuição de melhoria), sendo irrelevante: - A denominação legal - A destinação do dinheiro – art. 4°, CTN Lembrar que: O art. 3° do CTN conceitua tributo como: a) b) c) d) e) Uma obrigação legal Uma prestação pecuniária Uma obrigação compulsória Não constitui sanção por ato ilícito Cobrado por lançamento

O art. 3° do CTN conceitua tributo como:  TRIBUTO – como uma OBRIGAÇÃO LEGAL Significa que todo tributo surge da lei “nunca “nasce de contrato” – as convenções particulares não podem ser opostas a FAZENDA PÚBLICA.
Ex. O contrato de locação que transfere ao inquilino o dever de pagar IPTU NÃO PODE ser oposto a Fazenda Pública, produzindo apenas efeitos civis.

 TRIBUTO – como uma PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA (ou uma

prestação em moeda)
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Significa que o tributo é sempre OBRIGAÇÃO DE DAR uma quantia em dinheiro ao Estado, nunca uma OBRIGAÇÃO DE FAZER ou NÃO FAZER. Atenção !!! Serviço militar obrigatório, convocações para eleições ou para ser jurado – TEM NATUREZA TRIBUTÁRIA? NÃO, são obrigações de fazer enquanto que o tributo é obrigação de DAR.  TRIBUTO – como uma OBRIGAÇÃO COMPULSÓRIA Significa que o tributo não é pagamento facultativo.  TRIBUTO – NÃO CONSTITUI SANÇÃO PR ATO ILÍCITO Significa que tributo surge com um ATO LÍCITO – FATO GERADOR, é diferente de multa, que surge com um ATO ILÍCITO – INFRAÇÃO.  TRIBUTO – COBRADO POR LANÇAMENTO Significa que o lançamento é um ato administrativo vinculado.

IMPOSTOS
• •

Impostos são tributos DESVINCULADOS, independem de atuação estatal relativa ao conteúdo (unilateral). São os tributos – O contribuinte realiza o FATO GERADOR e o contribuinte paga. São criados por LEI ORDINÁRIA – pois a LO que cria IMPOSTO, a TAXA e a CONTRINUIÇÃO.
ESTADUAL ICMS Imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços IPVA Imposto veículos automotores Não incide sobre veículos marítimos ITCMD – Causa mortis Imposto sobre a transmissão causa mortes e doações MUNICIPAL IPTU Imposto sobre propriedade ISS Imposto sobre serviços de qualquer natureza. ITBI Imposto de transmissão de bens imóveis Transmissão onerosa ou ITIV Imposto sobre a transmissão intervivos. (onerosa)

FEDERAL IOF Imposto sobre operações inanceiras IPI Imposto sobre produtos industrializados II Imposto de impostação IE Imposto de exportação IR Imposto de Renda ITR Imposto Territorial

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Rural IGF Imposto grandes fortunas

Lembrar que: 03 serviços recolhem ICMS – e não pagam ISS para o município. • Comunicação • Transporte Interestadual • Transporte Intermunicipal. Quais são os impostos do Competem ao DF os impostos municipais – art. 147, parte final CF – IPTU, ISS, ITBI ou ITIV. DISTRITO FEDERAL? E competem os impostos estaduais art. 155, “caput”, CF – IPVA, ICMS e ITCMD

Quais são os impostos do TERRITÓRIOS? Não existe mais no BR. Art. 147, parte inicial, CF, compete Território é uma intenção a UNIÃO, nos territórios os impostos da UNIÃO, se houvesse a Federais, Estaduais e Municipais, União seria competente desde que com relação a estes sobre os Impostos últimos os territórios não sejam Federais. divididos em municípios.

DICAS!!!! Art. 154, I e II – decorar A) Inciso I – Imposto residual, federal – LEI COMPLEMENTAR o Princípio da não cumulatividade – ICMS, IPI, Imposto Residual. o Proibição de coincidência (fato gerador, base de cálculo) com outro imposto.

B) Inciso II – IEG – Imposto Extraordinário de Guerra – FEDERAL (União) – LEI
ORDINÁRIA

o

Características:   Guerra externa – Guerra iminente ou deflagrada O IEG pode surgir com qualquer fato gerador. Ex. IR, IPTU, etc...

Imprimir arquivo ËSQUEMA SINÓPTICO DE IMPOSTOS – Resumo dos impostos em espécies. www.professorsabbag.com.br

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TAXAS – art. 145, II, CF, c/c art. 77 a 79 CTN

Conceito: Taxa é um tributo vinculado à atividade estatal. Criado por lei ordinária. E não podem ser base de cálculo de imposto. “O ESTADO AGE, EU PAGO” TRIBUTO BILATERAL LEI ORDINÁRIA, cria TAXAS O TRIBUTO É FEDERAL, ESTADUAL OU MUNICIPAL

No Brasil existem 02 tipos de taxas TAXA DE SERVIÇO – UTILIZAÇÃO TAXA DE POLÍCIA – Art. 79, CTN FISCALIZAÇÃO Art. 78, CTN A taxa de serviço público será cobrada em razão de uma efetiva ou potencial utilização de serviço público. Será cobrada em razão de um regular poder de Ou, são cobradas quando o estado polícia – “AÇÃO ESTATAL presta serviço público específico ou DE FISCALIZAÇÃO” que divisível. Vide abaixo limita os direitos e liberdades individuais em prol da coletividade. Se INDIVISÍVEL é INCONSTITUCIONAL
Taxa pode ser EFETIVA (serviço usado de fato) ou POTENCIAL (serviço disponível

Deve o estudioso memorizar o tipo de serviço público ensejador da taxa de serviço.

Ex. Taxa de Alvará (de localização de funcionamento).

Requisitos cumulativos: ESPECIFICIDADE DIVIDIBILIDADE (DIVISÍVEL)

(ESPECÍFICO)

E

A) Serviço público específico / singular = “UT SENGULE”

– É o serviço prestado em unidades autônomas de utilização.
B) Serviço público divisível – É o serviço quantificado,

individualizado. controvérsias).

Ex.

Luz,

gás,

águas

e

esgotos

(há

IMPORTANTE: O serviço público geral (universal) não enseja TAXA:
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• • • •

Segurança Pública Segurança externa Iluminação Pública Etc ..

Atenção: Súmula 670 – STF – Não pode haver taxa de iluminação pública

Importante: EC 39/2002 – Inserindo o art. 149, “a”, CF permitiu a instituição da contribuição para o serviço de iluminação pública (CIP ou COSIP) TRIBUTO MUNICIPAL – competência dos municípios e DF – LEI ORGANICA Dicas extras sobre taxas: Base de cálculos da Taxa x preço público taxa PREÇO PÚBLICO IMPOSTO TAXA TAXA Não é tributo Valor Custo da É tributo venal do ação bem estatal Contrato Lei Obrigação Ex Obrigação Ex lege Compulsória Principio Constitucional tributário
Ex. taxa da fiscalização ambiental... etc.. Voluntate Voluntário

Ex. Tarifa de ônibus

Ex. Pedágio – Para o STF o pedágio é tributo, na espécie de taxa – Espécie taxa de serviço. Caso concreto – “Selo do Pedágio”

CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA – ART. 145, III, CF c/c ART.
81 e 82 CNT Conceito: É tributo vinculado / cobrado quando o Estado realiza OBRA PÚBLICA e VALORIZA O IMÓVEL do contribuinte. “O ESTADO AGE, EU PAGO” TRIBUTO BILATERAL LEI ORDINÁRIA criam CM Competência comum: U, E, DF e M
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O TRIBUTO É FEDERAL, ESTADUAL OU MUNICIPAL E O FATO GERADOR? Valorização imobiliária decorrente de obra pública. BASE DE CÁLCULO: • É o custo da obra, errado, esta é a base de cálculo da TAXA. • É o valor da obra, errado, esta é a base de cálculo do IMPOSTO • Valor real do imóvel (antes da obra) – Valor real do imóvel (depois da obra) • A base de cálculo é o “quantum” de valorização do imóvel. Atenção – Deve haver o respeito os 2 limites de cobrança, são eles: STF – Individual Global - teto “de valor gasto com a obra” Valorização individual Pagaremos após a obra estar finda / acabada Dica: a) LER ART 82, CTN – REQUISITOS MÍNIMOS para a exigência de tributos (publicação prévia do orçamento da obra, prazo para impugnação, etc.. b) A obra de asfaltamento não poderá ensejar em uma taxa. Para o STF o tributo deve ser de CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA. Ex. O recapeamento asfáltico não deve ensejar nenhum tributo.

EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO – art. 148, CTN
Conceito: São tributos restituíveis (pago e a União devolve). Lembrar que: Não são qualificados pelo fato gerador. o Competência: UNIÃO o Criados por Lei COMPLEMENTAR nas seguintes hipóteses: 02 HIPÓTESES Calamidade pública Investimento público relevante (tragédia da natureza) ou respeitada a anterioridade (SÓ ANUAL) guerra externa Cobrança imediata Art. 148, § 2° GUERRA INTERNA / CIVIL Hot! hot! Art. 148, § único, CF – O valor NÃO tem que ser BR e arrecadado com o empréstimo outro ESTADO compulsório fica vinculado a situação que ensejou a cobrança. Neste caso a destinação do dinheiro arrecadado é relevante. (O art. 14 CTN,
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não se aplica). Muito importante: Art. 15, CTN - Não se admite mais cobrança de empréstimo compulsório diante de circunstâncias que exija ABSORÇÃO TEMPORÁRIA DO PODER AQUISITIVO. Art. 15, inciso III, CTN – Está revogado tacitamente. Lembrar que: Empréstimos compulsórios admitem BITRIBUTAÇÃO podem ter fato gerador e base de cálculo de outros tributos.

CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS OU PARAFISCAIS – art. 149,
CTN

Conceito: São tributos qualificados pela destinação (não são definidas pelo fato gerador, mas pela destinação ou a finalidade que levou o legislador a criá-las. Criado por LEI ORDINÁRIA São de competência PRIVATIVA DA UNIÃO – COMPORTA EXCEÇÃO, se a competência fosse exclusiva, não comporta exceção. Sempre FEDERAIS,

• •

Existem 02 exceções MUNICÍPIOS e DISTRITO ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E FEDERAL podem cobrar MUNICÍPIOS podem cobrar contribuição de iluminação contribuição de seus servidores pública, CIP ou COSIP, para custeio de REGIME facultados a arrecadação na PREVIDENCIÁRIO PRÓPRIO. FATURA DA ENERGIA RESIDENCIAL (art. 149ª, CF) ESTADO NUNCA • •

Perigo: Nada impede que as contribuições tenham FATO GERADOR e BASE DE CÁLCULOS próprios de impostos. Contribuições podem BI-TRIBUTAR, ou incidirem em “bis-inidem”

BI-TRIBUTAR BIS IN IDEM Peça: Mandado de Peça: Consignação em pagamento Segurança Tem-se duas cobranças pela Quando as cobranças simultâneas MESMA ENTIDADE vem de ENTIDADES DIFERENTES. FEDERATIVA (só União, ou só
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Estado, ou..) sobre um FG ou BC.

Serve esta diferença identificar qual a peça.

para

Cuidado!!! Lembrar que existem 03 regimes de incidência da COFINS a) Cofins monofásico b) Cofins plurifasica cumulativa c) Cofins plurifásica não cumulativa Pergunta: CONTRIBUIÇÕES INCIDEM NAS IMPORTAÇÕES? E NAS EXPOSTAÇÕES? R.: QUANDO IMPORTO UM PRODUTO, PAGO TUDO QUE É TRIBUTO, MAS NA EXPORTAÇÃO SÓ INCIDE O IE – imposto de exportação
Música: Como pode um peixe vivo viver fora da água fria.

EXISTEM 03 TIPOS DE CONTRIBUIÇÃO ESPECIAL OU PARAFISCAL A) Contribuição de interesse das categorias profissionais e econômicas. A contribuição sindical (CS) é um valor compulsório pago apenas para custear o sindicato da categoria. o Ex. Anuidade da OAB, (para o exame da ordem); Anuidade do CRM, Contribuição Sindical. o Atenção: CS tem natureza de TRIBUTO, CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA não é tributo. mas a

o CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA (CC) dispõe o art. 8, IV, CF, é arrecadação facultativa, é determinada pela Assembléia da Categoria e não por lei. Logo, a CC NÃO é legal, foge do art. 3 do CNT, custeia o Sindicato. B) Contribuição de intervenção no domínio público – CIDE’s Ex. Cide combustível.
C) Contribuições sociais previdenciárias (art. 195, CF).

o São as únicas com anterioridade NONAGESIMAL (90 dias) o Servem para custear a seguridade social – É um conjunto formado por PREVIDÊNCIA, ASSISTÊNCIA, SAÚDE... o Ex. CSLL – Contribuição Social do Lucro Líquido, paga pelo empregador.

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COFINS – Contribuição Social para financiamento da seguridade PIS Importante: Existem quatro fontes de custeio da seguridade; 1) Empregador 2) Empregado 3) Importador 4) Concurso de prognóstico – loterias

IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS
Conceito: São normas constitucionais que afastam a incidência de IMPOSTO sobre pessoas ou produtos.
o

Para a OAB – Imunidades é só de IMPOSTO.

Impostos: Existem casos raros de imunidades relacionadas a TAXAS (é gratuita a obtenção de certidões para defesa de direitos, art. 5°, CF) e CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS. DIFERENÇAS ENTRE IMUNIDADES ISENÇÃO Tá - Prevista na CF/88 Mora na LEI – norma legal Só de imposto Qualquer tributo Limita a competência Dispensa o pagamento tributária Interpretada de modo É interpretada de modo literal ampliativo ou restritiva GRANDE SEMELHANÇA – hot!hot! IMUNIDADE ISENÇÃO Ambas afastam apenas a obrigação tributária principal (as obrigações acessórias não são atingidas.

IMUNIDADES EM ESPÉCIES
1) Imunidade recíproca – art. 150, VI, “a”, CF

União, estados, Distrito Federal e Municípios NÃO PAGAM IMPOSTOS uns aos outros. Taxa, contribuição de melhoria... TEM QUE PAGAR.
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Vale também para AUTARQUIAS E FUNDAÇÕES PÚBLICAS, art. 150, §2°, CF. Ex. BACEN, INSS, Universidades Federais Pergunta: E as Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista? NÃO há regras na CF/88. • Entendimento doutrinário? R.: Depende, o As prestadoras de serviço público são imunes (ex. Correios). o As exploradoras de atividades econômicas não têm imunidade (ex. BB, Petrobrás). qualquer culto

2) Imunidades

subjetivas dos templos de imunidade religiosa – art. 150, VI, “b”, CF

Instituições religiosas (beneficia qualquer religião), não pagam nenhum IMPOSTO, outras espécies (taxas, contribuição de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições especiais) são devidas. Ex. Não pagam: IOF, IE, IPVA (carro em nome da instituição), IR... IMUNIDADES não é de TRIBUTOS... taxas, contribuição de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições especiais são DEVIDOS. Apesar do emprego da palavra TEMPLO, trata-se de uma IMUNIDADE SUBJETIVA, que afasta todos os impostos. Vale também para áreas contíguas (mesmo número de matrículas do templo, ligada fisicamente ao templo) ao templo, como estacionamento, creches, casas sacerdotais, quadras esportivas, colégios... não esquecer MESMA MATRÍCULA. Pergunta: E se o imóvel for locado? Depende? • • Se a Instituição religiosa for locadora (é a proprietária do imóvel, está alugando...) é IMUNE Agora se a instituição religiosa for LOCATÁRIA NÃO TEM IMUNIDADE. (Observação, se o município conceder a imunidade OK, mas para OAB não tem).

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3) Imunidade dos partidos políticos – art. 150, VI, “c”, CF. Beneficia as seguintes pessoas jurídicas: a) Partidos e suas fundações b) Sindicatos de empregados e suas fundações c) Entidades de educação sem fins lucrativos d) Entidades de assistência social sem fins lucrativos (imunes a impostos e contribuições) Lembrar que: Entidades de assistência também são imunes a contribuições para seguridade, art. 195, § 7°, CF. • Errou o constituinte, são IMUNES e não ISENTAS (tem que arrumar a CF/88. Atenção: O art. 14, CTN menciona 03 requisitos para entidade de assistência receber imunidade: a) Não distribuírem patrimônio ou renda b) Aplicarem integralmente seus recursos no país c) Manterem a escrituração adequada. Até aqui Imunidade subjetiva
4) Imunidade dos livros, jornais, períodos e o papel para sua

impressão (art. 150, VI, “d”, CF – Imunidade objetiva  Serve para baratear a difusão cultural  Único insumo imune é o PAPEL (tinta não tem imunidade, alguns julgados reconhecem, mas para OAB NÃO)  • São imunes livros em formato de CD-ROM.

Atenção: Como é uma imunidade objetiva do produto (só do produto) e não subjetiva da editora, a editora paga todos os impostos pessoais (IPTU, IPVA e IR). Pergunta? Material de conteúdo adulto (revista pornográfica) também é imune? R.: SIM, pois para o STF não importa o conteúdo da publicação.

Resolver simulados: Espécies Tributárias, Importação e Exportação

Observações: Estudo do CTN – DICAS!!! WWW.professorsabbag.com.br – imprimir 02 arquivos, megasimulado Linha do tempo – pg 270 do LIVRO
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CARACTERÍSTICAS DA COMPETENCIA TRIBUTÁRIA
• • • • • • Indelegabilidade Privatividade Facultatividade Irrenunciabilidade Incaducabilidade Inampliabilidade

RESERVA DE LEI COMPLEMENTAR
Só podem ser tratados por LEI COMPLEMENTAR os seguintes temas: • Empréstimos compulsórios • IGF • Impostos residuais • Contribuições previdenciárias residuais • Normas gerais (obrigação, crédito, lançamento, base de cálculo e FG) • Conflitos de competência • Disciplina das limitações ao poder de tributar • Fato gerador do ISS MEDIDA PROVISÓRIA não pode tratar de nenhum assunto de lei Complementar.

REPARTIÇÃO DE RECEITA – art. 157, 158, CF
• A CF fixa casos de RETARTIÇÃO DE RECEITA, tais como: A) Pertencem aos ESTADOS e DISTRITO FEDERAL – art. 157.  100% do IR sobre a remuneração de servidores Estaduais e Distritais.  20% de impostos residuais

B) Pertencem aos MUNICÍPIOS – art. 158  100% do IR retido na fonte sobre a remuneração de servidores municipais.  50% do ITR ficam no município (se o município celebrar convênio com a União pode ficar com a totalidade do ITR. 50% do IPVA, de onde o carro foi registrado.
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25% do ICMS

C) Além desses casos, também se submetem a repartição de receita o IPI, IOF sobre o ouro e a CID combustíveis Reler: Tributo Exclusivo Tributo Privativo

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA – Art. 96
Elementos que compõem o conceito: leis, tratados e convenções internacionais, decretos e normas complementares. Normas • • • • complementares - Art. 100, CTN. Atos normativos Decisões de órgãos singulares ou coletivos Práticas reiteradas da autoridade (costumes) Convênios CTN entrou em vigor Atos normativos – Data da publicação As decisões – 30 dias após a publicação Os convênios na data prevista

Artigo 103, • • •

RENOVAÇÃO DE ISENÇÃO
“Se a isenção for temporária e também condicionada, que preenche a condição não pode perder a isenção, no prazo prometido”.

CERTIDÕES TRIBUTÁRIAS
a) Certidão Positiva – tem dívida b) Certidão negativa – Não tem dívida c) Certidão positiva com efeitos de negativa – quando existe

dívida, mas a exigüidade esta suspensa. Ex. Dívida parcelada, permite a participação em licitações.

DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO – art. 127 • “O CTN admite domicílio de eleição, mas se o domicílio eleito
prejudicar a arrecadação o fisco pode recusar”. • “Na ausência domiciliados: de domicílio de eleição consideram-se

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1) Pessoas naturais (pessoas físicas), a sua residência habitual ou centro de sua atividade. 2) Pessoa Jurídica de direito privado: O lugar de sua sede ou de cada estabelecimento. 3) Pessoas jurídicas de direito público (U,E,DF, M, Fundações, autarquias, associações), qualquer de suas repartições.

ARTIGO 166, CTN – Decorar
 “A restituição de tributos que por natureza, comportem transferência do encargo financeiro, só será feita a quem não repassou tal encargo a terceiro.”
 Princípio da repercussão - Fala sobre a restituição de tributos

indiretos, sua classificação:  Tributo Direto – TD – É aquele pago por uma pessoa e sofre a conseqüência do pagamento. Ex. IPVA.  Tributo Indireto – TI – Pessoa paga e outras pessoas sofrem as conseqüências do pagamento. Ex. ICMS  Obs.: O comerciante paga e o consumidor (conseqüência) sofre o impacto financeiro do pagamento. Se o comerciante pagou a maior o tributo somente poderá pedir restituição se não embutiu na mercadoria.

PREENCHIMENTO TRIBUTÁRIO

DE

LACUNAS

NO

DIREITO

O processo de preencher lacunas chama-se INTEGRAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA. Sendo caso de LACUNA (ausência de norma expressa) a autoridade usará NA ORDEM: 1°) Analogia – mais importante 2°) Princípios do Direito Tributário 3°) Princípios do Direito Público 4°) Equidade

ESTUDO DA LINHA DO TEMPO Relação jurídica tributaria
Momento ABSTRAT O Momento CONCRET O AÇÃO DE EXECUÇA O FISCAL

Hi
Hipótese de incidência

O Estado se apropria do tributo

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Hi
Hipóte se de incidên cia

FG
Fato Gerad or

OT
Obrigaç ão tributár ia LANÇA MENTO

CT
Credito Tributá rio INSCR IÇÃO

DA
Dívi da Ativ a

AÇÃO DE EXEC UÇÃO FISCA L

CONCEITOS: A) Hipótese de incidência – É a situação abstrata prevista
em lei, é hábil a deflagrar a relação jurídica tributário. Ex.: Auferir renda; circular mercadoria. Caso se realize / concretize a hipótese ou situação hipotética (HI),teremos o fato gerador (FG) ou fato impossível. AUFERIR RENDA: • Aspecto pessoal determina quem são credor e devedor. • Aspecto Territorial • Aspecto Temporal • Aspecto Quantitativo – Base de cálculo / alíquota Observação: • Como saber se o imóvel é URBANO que paga IPTU para o Município ou se é RURAL? • Se a empresa tem sede no Município “X” e presta serviços no Município “Y” onde é devido o ISS?

R.: Art. 32, CTN – Pela localização do imóvel

R.: O ISS é devido no LOCAL DA SEDE DO ESTABELECIMENTO PRESTADOR. Exceto: Construção Civil que paga no local da prestação. de alíquotas de

Interferência da União na fixação tributos ESTADUAIS E MUNICIPAIS:

Quem cria tributo, fixa alíquota, é a regra, mas há 04 exceções: hot! hot!

INSTRUÇÃO NORMATIVA DA UNIÃO Resolução do SENADO estabelece o patamar MÍNIMO e MÁXIMO Alíquota MINIMA Alíquota MÁXIMA

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IMPOSTO S ESTADUAI S

IPVA ITCMD ICMS

 NÃO 

Não  

INSTRUÇÃO NORMATIVA DA UNIÃO Lei COMPLEMENTAR estabelece o patamar MÍNIMO e MÁXIMO Alíquota MINIMA Alíquota MÁXIMA IMPOSTOS ISS   MUNICIPAI S

Observação: Além dos IPVA, ITCMS, ICMS a LEI COMPLEMENTAR da UNIÃO pode fixar alíquotas mínimas e máximas do ISS.

B)

Fato gerador – É a ocorrência da situação descrita na
hipótese de incidência. O que dá atributo de ato constitutivo, pois cria direitos e deveres. • Art. 4, I e II, CTN – O fato gerador indica a natureza jurídica do tributo, e o nome deste será irrelevante. (Obs.: Onde se lê FG, leia HI.

Art. 118 e 126, CTN – O FG avoca uma interpretação objetiva, afastando-se os aspectos a ele externos. (ilicitude do ato), (incapacidade civil), etc...

Art. 116 e 117, CTN – FG submetido a uma condição Condição Condição Suspensiva FG Resolutiva / Resolutória Como implemento da condição Quando ocorrerá? Desde o momento da prática do ato ou da celebração do negócio

C)Obrigação Tributária
Retomando a linha do tempo: HI – FG - OT 02 TIPOS DE OT OT PRINCIPAL OT ACESSÓRIA É sempre de pagar São as obrigações de fazer e não incluindo o tributo fazer, ou seja, prestações positivas
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e a multa

e negativas no interesse da arrecadação e fiscalização. Elementos da OT 2 - Sujeito 3 - Objeto Passivo

1- Sujeito Ativo

4 - Causa

1)

Sujeito / Pólo Ativo da OT: É o ente credor do tributo.
São entes credores: • • A União, Estados, DF e Municípios, entes que instituem o tributo – competência tributária. Entes parafiscais: entes que arrecadam (capacidade tributária ativa) e fiscalizam o tributo. Ex. CRC, CRM, CREA e etc... o Parafiscalidade é a delegação legal de capacidade para cobrar tributos. o Lembrar que no DT não existe solidariedade ativa. Observação: Ler art. 164, CTN – Em caso de BITRIBUTAÇÃO, poderá o sujeito passivo se valer da ação de consignação em pagamento.

2)

Sujeito / Pólo passivo da OT – É o ente devedor do
tributo (quem deve/devedor) • Linha do tempo: HI – FG – OT – CT

Sujeito Passivo – 02 TIPOS - Art. 131,§ único, CTN
Inciso I Inciso II

Contribuinte

Responsável

É aquele que tem É o DEVEDOR que não se enquadra no relação PESSOAL e conceito de contribuinte. É a 3° pessoa DIRETA com o FG escolhida por lei para pagar o tributo sem que tenha realizado o FG. Art. 131, I Art. 131, I
Contribuinte: Filho menor Responsável: Pais

Art. 130, CTN
Contribuinte: Alienante vende) (quem

Art. 130, CTN
Responsável: Adquirente (quem compra) Ressalva: caso o adquirente possua prova de quitação dos tributos poderá se livrar da

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responsabilização.

• •

Estudar: Responsabilidade tributária – resolver
simulado – WWW.professor.sabbag.com.br

Dicas: Ler art. 128 a 135, CTN (cairá a cópia de
um deles, (hot!hot!).

3)

Objeto (estudo) da OT – O objeto é a prestação. Objeto da OT - Art. 118, CTN
Parágrafo 1° Parágrafo 2°

Ato de pagar: Obrigação Principal
4)

Ato diverso de pagamento
(emitir NFs, entregar declarações, ...)

Obrigação Acessória

Causa da OT
Causa da obrigação tributária - Qual é a causa da OT? Principal Acessória LEI - art. 114, CTN LEGISLAÇÃO - art. 115, CTN Ex. Imposto de renda
Regulamento,instrução portaria, etc.. normativa,

Ex. Regulamentação IR

D)Crédito Tributário
Retomando a linha do tempo: HI – FG – OT –lançamento- CT Observação: hot! hot! CRÉDITO TRIBUTÁRIO – Causas de ...S ...E ....E SUSPENSO EXTINTO EXCLUÍDO Causas Causas Causas excludentes (A e suspensivas extintivas B) Art. 151 Art. 156 Art. 175 6 incisos 11 incisos 2 incisos .x. .x. A) ISENÇÃO MO - moratória
DE – Depósito integral RE – Recursos e reclamações administrativa CO – Concessão Medida Liminar e tutela antecipada PA – parcelamento

PAGAMENT O

Exclui o CT Dispensa legal do pagamento TRIBUTO As obrigações acessórias permanecem

B) ANISTIA
Exclui o CT Dispensa legal do pagamento MULTA As obrigações acessórias permanecem 25

LANÇAMENTO

TRIBUTÁRIO, art. 142, CTN – O lançamento transforma a OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA (OT) em CRÉDITO TRIBUTÁRIO (CT), trazendo a exigibilidade para a relação jurídica tributária.

O lançamento é um ato vinculativo (balizado / regrado pela lei) O Lançamento é ato privativo do fisco, declaratório do FG, constitutivo do crédito e com natureza vinculada, art. 142 (parte inicial), CTN, podendo o contribuinte, em certos casos, auxiliá-lo. Conforme a intensidade do auxílio o lançamento poderá ser (tipos):hot! hot! 1) Direto ou “ex officio” (de ofício) – ler art 149, CTN 2) Misto ou por declaração – ler art. 147, CTN 3) Homologação ou auto-lançamento – ler art. 150, CTN PRAZO DO LANÇAMENTO TRIBUTÁRIO LANÇAMEN EXECUÇÃO TO FISCAL 5 ANOS 5 ANOS DECADÊN PRESCRIÇ CIA ÃO

FG

E) Dívida Ativa
Retomando a linha do tempo: HI – FG – OT –lançamento- CT - INSCRIÇÃO - DA

frustrada a cobrança administrativa, iniciar-se-á a cobrança judicial, por meio da inclusão do montante exigível nos cadastros da procuradoria (= inscrição).

F) Ação de execução fiscal
Retomando a linha do tempo: HI – FG – OT –lançamento- CT - INSCRIÇÃO – DA – Ação de execução fiscal.
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Note a equação: DA = CT = INSCRIÇÃO • Após a inscrição o procurador, valendo-se da certidão de dívida ativa, o título executivo extrajudicial, poderá / deverá propor a ação de execução fiscal – Lei de Execução 6830/80. • Após a sua protocolização, o juiz mandará citar o executado para PAGAR ou, querendo EMBARGAR, para garantir o juízo, tudo no prazo de 5 dias. Feita a garantia art. 9, LEF, o executado poderá no prazo de 30 dias, OPOR OS EMBARGOS A EXECUÇÃO, art. 16, LEF.

COMENTÁRIOS A PARTE:

“A CPMF, se tivesse sido prorrogada não precisaria respeitar
a anterioridade, pois para o STF prorrogação de tributo não se submete a anterioridade.”

“Lembrar que a tentativa do governo de criar IMPOSTO NOVO por MEDIDA PROVISÓRIA, para cobrir “rombo” da CPMF é inconstitucional, pois imposto residual depende de lei COMPLEMENTAR e MP não pode tratar de temas de Lei Complementar.” IR – Imposto de renda será formado por 03 critérios: • Universalidade – Todas as pessoas DEVEM pagar o imposto. • Progressividade - (IR, ITR, IPTU) • Generalidade - (todas as rendas são FG do imposto. Parafiscalidade – “De acordo com o art. 7°, CTN, a competência tributária é indelegável, mas a capacidade ativa pode ser delegada em favor de pessoa jurídica de direito público.” A parafiscalidade compreende também garantias e privilégios processuais.. Cabe a Lei COMPLEMENTAR definir serviços que recolhem ISS.

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Lembrar que: “Para o DT a capacidade civil e a constituição regular de pessoas jurídicas são irrelevantes. o “Segundo entendimento do STF, sócios, gerentes e administradores só respondem por dívidas da pessoa jurídica, no caso de FRAUDE OU INFRAÇÃO (descumprimento da lei, do contrato...)” “A falta de recolhimento do TRIBUTO não é suficiente para gerar responsabilidade dos sócios” o É condição necessária, mas não é suficiente para acionar os sócios. o É caso de desconsideração da personalidade jurídica. Julgados do STF sobre a responsabilidade de sócios o “Chama-se de extrafiscalidade a utilização de um tributo com finalidades sociais ou políticas. Ex. IOF, IPI, II e IE (exceções da legalidade). o Decreto do presidente pode alterar. o Tributos extrafiscais não se submetem a vedação do confisco. “Consulta é um procedimento pelo qual o devedor pergunta para o fisco a forma correta de realizar o pagamento. Na pendência de consulta não haverá incidência de juros moratórios.”

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