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RESENHA GENEALÓGICA DESCRITIVA

FAMILIAS FERREIRA ROQUETTE * BRITO SEABRA

Casas Brasonadas em Salvaterra de Magos e seu concelho

(José Rodrigues Gameiro)

O Autor: JOSÉ GAMEIRO

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RESENHA DESCRITIVA
FAMILIAS FERREIRA ROQUETTE * BRITO SEABRA

1 – Autor: José Gameiro

2–

RESENHA DESCRITIVA FAMILIAS FERREIRA ROQUETTE * BRITO SEABRA
(Casas Brasonadas em Salvaterra de Magos)

3 – Editor: José Rodrigues Gameiro 4 – Salvaterra de Magos - 16.03.2014

5 – 71 Páginas

Edição em PDF Blogue: “http//:www.historiadesalvaterra.blogs.sapo.pt”
Foto da capa:: Antigo Palacete (Casa de Campo) Condeses Almada – séc. XVIII

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Introdução
Em 1999, como colaborador do Jornal Vale do Tejo – JVT, sediado nesta vila de Salvaterra de Magos, e tendo responsabilidades na chefia da sua redacção, estava interessado em escrever uns artigos sobre algumas familias mais antigas de Salvaterra de Magos, com brasonato. Além da familia Costa Freire, sabia que na geanologia da familia Ferreira Roquette, cruzavam-se pelo menos duas outras de nome Brito e Seabra. Por volta de 1883, uma grande avenida tinha sido aberta, vindo da Capela da Misericórdia, passando em frente à Fonte do Arneiro, terminando junto à Falcoaria, anos mais tarde recebeu o toponimo: José Luiz Brito Seabra. Numa pesquiza no Arquivo da Torre do Tombo, colecção de documentos Séc. XVIII, D. Manuel I, sobre os judeus Sufraditas (Cristãos Novos), não foram encontrados deportados para Marrocos e Brasil, gente com este nome. Apenas consta um Francisco Temóteo da Silva Brito, de Salvaterra de Magos, séc.XVIII (1740-1822), que teve larga descendência, dando nome a ramos; Brito Seabra e Brito da Silva Correia. Estes últimos muito conhecidos na vizinha vila de Benavente, enquanto os Seabras, estiveram radicados em Valada, onde possuiam Palacete. Já em 1993, estive junto de D. Teresa da Assunção Correia Ferreira Roquette (Rocha e Melo), ou mais conhecida por D. Teresa Rocha e Melo, moradora no antigo Palacete da familia, - Roquette . Com a solicitude que já me habituara em contactos anterios, colocou à minha disposição acervos da familia, bem como os alvarás reais, que deram origem ao aparecimento do titulo de Barão, ao seu avô – Luis Ferreira Roquette. Com as suas informações e apontamentos que

António José Seabra/ ou António Correia de Sampaio Seabra. pois nele encontrei um manancial de informações. sobre a Familia dos Barões de Salvaterra. pedidndo desde já a necessária benovelência por tamanha ousadia. que se dedicava a enserir periodicamente a riqueza de vários concelhos de Portugal. fiz um pequeno rascunho do inicio da sua geanologia. 16. de um seu parente:. na pesquisa da origem do nome Seabra em Portugal. sediado durante séculos. Quanto à presença da familia Conde Monte Real. devendo-se a uma situação de litigio financeiro. ao seu autor. brasonados em 1793. em Valada do Ribatejo. encontrei a excelsa e antiga famila Cadaval. deu permissão de tirar alguns apontamentos do trabalho atrás referido de António Seabra. lancei mão dum escrito de 1939. O livro sendo um estudo familiar traduz o empenho e foi concluído em 1992. sendo agora pertença de particulares. que não deixei de o transcrever. escrever algo que disse-se do meu sentimento. com o decorrer dos tempos chegou a estar na posse da familia Roquette. na já extinta Revista “A Hora”. Teresa. Podia e devia. em Salvaterra de Magos.2014 José Gameiro (José Rodrigues Gameiro) .4 tirei de alguns documentos. descendente do ramo genealógico Seabra. XX. Mais nos D. neste concelho de Salvaterra de Magos. Também me facultou um pequeno estudo. Tal edição. Também em Muge. me encantou.03. mas como não convivi com tais pessoas. tinham em Salvaterra um Palacete (Casa de Campo). Uma outra familia – Os Conde de Almada. quer no Palacete e terras que foram da familia de José Luiz Brito Seabra. no do inicio do séc.

sob a forma de Brasão Honorífico. que tem raízes profundas no tempo. o El-Rei D. que foi o terceiro av^do primeiro Barão de Salvaterra de Magos. João V. em testemunho de muita consideração em que tinha a sua pessoa. grangearam-nos por legítimo direito. Só mais tarde. como soberano. e por Decreto de 29 de Agosto. uma abastada familia. o sentimento divino da bondade. a João de Melo Pestana Travassos. que são muito seus. os titulos de fidalguia . possuidora de uma tradição fidalga.5 Casa dos Barões de Salvaterra de Magos “ Compreende a nobre Casa dos Barões de Salvaterra de Magos. que sempre gozaram de elevado conceito pelos primores do seu caracter austero. Luiz I. O primeiro titulo de que temos conhecimento data de 1745. e foi concedido. fidalgos. Em consequencia. cavaleiros da Casa Real. concedeu . pelas luzes do seu espirito e pelas fulgurações da sua alma. que promana das suas virtudes invulgares pela sua grandeza e excelsidade. nos termos precisos e enaltecedores da Carta de Armas daquele dia e ano. onde pontifica. em 1770. a 3 de Junho por El-Rei D. e composta de lavradores .

aos seus titulos de fidalgo cavaleiro da Casa Real. recebido por herança . que se dedicou também à agricultura. foi por este facto estimadissimo e ao mesmo tempo muito estimado pelas suas extraordinárias faculdades de trabalho e de intelegência de que deu bastas provas. e bem assim de Comendador das Ordens de Nossa Senhora da Conceição e de Izabel a Católica. Desta sorte. seu filho primogénito. também. Por sua morte.6 o titulo de Barão a Luiz Ferreira Roquette Pestana de Melo Travassos. José Ferreira Roquette. em Março de 1884. tendo sido um desvelado trabalhador pelo bem e progresso da sua terra natal. especialisando-se na cultura da vinha e . Tendo sido. para o desenvolvimento de cujos concelho contribuiu. Ritta Leone Barreto de Melo Pestana Travassos. foi acrescentado o de Barão de Salvaterra de Magos. Foi Presidente das Câmaras de Salvaterra e de Benavente. Luiz Ferreira Roquette Pestana de Melo Travassos. onde sempre exerceu os cargos de maior destaque. um grande benemérito cujos dotes de bondade fora conhecida em ambos os concelhos e arredores. fidalgo cavaleiro da Casa Real e de D. Este titular. dedicou-se à agricultura. sucedeu-lhe na casa e no titulo. filho de António de Carvalho Roquette Pestana. os quais com a arborização com que foram dotados inapreciável serviço lhe ficaram devendo.

Este. é o seu sobrinho José Manuel Viana Ferreira Roquette. Deu grande desenvolvimento à sua casa agricola. que muitas vezes era consultado e ouvidopelos mais insignes professores do Instituto de Agronomia. Engenheiro – Agrónomo. seu filho mais velho. eram tão vastos os seus conhecimentos destas. administradordelegado e tesoureiro da União dos Vinicultores de Portugal. em 1914. Luiz Ferreira Roquette. por seu falecimento em Julho de 1936. nos anos de 1933 a 1935. tendo sido o primeiro. Tendo falecido este. António Viana Ferreira Roquette. que como os antecessores se dedicou à agricultura e administração da casa. e foi presidente da câmara de Salvaterra. o fez em grande escala.7 fabrico de vinhos. de que foi um administrador modelar. que em Salvaterra. é o actual presidente da Câmara de Salvaterra. Embora não diplomado em ciências agronómicas. de quem os seus concidãos estão–lhe manifestando muitas simpatias pelo trabalho prestado. seu irmão Dr. O actual representante do titulo de Barão de Salvaterra de Magos. Foi durante cerca de 30 anos. deixado por . teve como sucessor na casa e foi herdeiro do titulo. tomou conta da administração da casa. que em grande conta tinham o seu muito saber e experiência.

das Sesmarias. Esta casa agricola. sendo talvez nos dois concelhos quem mais trigo e arroz cultivam. Pinhal dos Morros. conhecida por Salema. José. imponente.8 descendência. Para terminarmos esta página que poderiamos designar de sinteses biograficas dos Barões de Salvaterra. “ ***************** ********** . é ainda grande produtora de vinho e hortícolas. Corte do Freixo e Boca da Gaoiva e no concelho de Benavente. chaufage. austero. Alagoa das Eiras. Quintas de Santa Maria e S. Finalmente acentuamos ao fechar estas notas que o palácio dos Barões de Salvaterra de Magos. É um edificio de amplas e ricas salas com todos os requisitos modernos inclusivé luz electrica. entre outras. etc. reconstruído pelo último Barão falecido. que saibamos pelas importantes propriedades no concelho de Salvaterra de Magos. a grande área de semeadura. é um edifício muito antigo. resta-nos dizer que a sua opulenta casa é constituída pelo menos . grave.

. João V. de Luiz Ferreira Roquette Pestana de Melo Travassos. concedido. 3º Avô do 1º Barão De Salvaterra de Magos Brasão de Pedra. em que tinha a pessoa. em 1770 pelo rei D. por sua carta de Armas de 3 de Junho de 1745 A João de MeloPestana Travassos.9 Brasão de Armas do Barão de Salvaterra de Magos Brasão concedido por El-Rei D. em testemunho de muita consideração e apreço. Luiz I.

do Palacete da Familia Roquette (Barão de Salvaterra). existente em Salvaterra de Magos .10 Pintura a óleo.

1º Barão de Salvaterra Magos (Faleceu em 1884) .11 Luiz Ferreira Roquette.

Foi presidente das Câmaras Municipais de Salvaterra de Magos e Benavente.12 Árvore Genealógica da Família Ferreira Roquette (A) 0 . que usou o título: Baronesa de Salvaterra. através do Dec. pelo rei D. Lei de 29 de Agosto. que juntou aos já possuídos: de Fidalgo da Casa Real. Pai de Luiz Ferreira Roquette (de Melo Travassos) – ( N ? – F. casado com Bárbara Dum. * Casou Maria Isabel de Magalhães. o titulo de Barão de Salvaterra de Magos. de nacionalidade Inglesa ? 1 . recebido por herança. em 1745. nasceram 3 Filhos . natural de Paris.Do 2º Casamento c/ Maria Garcia de Oliveira e Silva. casou c/ Ritta Leone Barreto de Melo Pestana Travassos.1884 ) * 1º Barão de Salvaterra * Em 1770. . em Carta de Armas.Do 1 º Casamento c/ Catarina Manions. recebeu do rei D. o titulo de fidalguia em forma de Brasão Honorifico. nasceram 7 filhos: João de Melo Pestana Travassos * Recebeu. . * Comendador das Ordens de Nossa Senhora da Conceição e de Isabel a Católica.Claudé de La Roquette.Leon de La Roquette. Luiz I. João V * 3º Avô do Primeiro Barão de Salvaterra António de Carvalho Roquette Pestana. concedido a 3 de Junho.

na posse da casa e do titulo de: 2º Barão de Salvaterra Luiz Ferreira Roquette. António Viana Ferreira Roquette. foi presidente da Câmara de Salvaterra em 1936/1938 José Luís Seabra Ferreira Roquette Presidente da Câmara de Salvaterra. sucedeu a seu pai. em 1935/37. Sucedeu a seu irmão na administração da casa agrícola. por seu tio: Luiz Ferreira Roquette. na casa e no titulo Barão de Salvaterra * Foi presidente da Câmara do Concelho de Salvaterra de Magos. (Engenheiro-Agrónomo). não deixar descendência. de 1933 a 1935 * Faleceu em Julho de 1936 José Manoel Viana Ferreira Roquette. Dr. Sucedeu a seu pai. e 1954/1957 . recebeu o título de Barão de Salvaterra. Filho de João Ferreira Roquette.13 José Ferreira Roquette (Faleceu 1914). irmão do Luiz e do António Viana.

pela morte deste. sendo Diogo Seabra. se veio pôr ao serviço de D.14 I Seabras de Valada do Ribatejo A ORIGEM DO APELIDO SEABRA “ Segundo a lenda. Fernão Perez. que tinha sido Mordomo-mor do Rei de Castela D. Pedro. e acompanhavam-no dois filhos e duas filhas. e defendeu dos moiros um lugar estreito.Mayor Fernandez. passou a Portugal Mem Rodriguez de Senabria (que outros autores indicam como Fernão Garcia de Senabria). e aí foram armados cavaleiros. o povo alegrou-se. Parece que. alferesmor do Infante D. com umas correntes fechadas a candeado e um letreiro que dizia “non se abra”. na Galiza. Um dos filhos chamava-se Mem Seabra e o outro Diogo Seabra. casado com D. dos Seabras da Galiza. ou tinha sido. Nada se sabe sobre a . ambos estiveram na tomada de Ceuta. Parece porém mais provável que Seabra seja uma corrupção de Senabria. apelido que existe em Espanha. Pedro e. repetindo muitas vezes: que se abra o cadeado. que viveu cerca do ano 713. Era. Neste dito teria tido o apelido. filha de Fernão Rodriguezde Biedma. os Seabras procedem de D. Fernando de Portugal. Saindo vitorioso. junto de Pueblo de Senabria.

. As armas des apelido são: de vermelho. Elvira. casou com Pedro Anes da Nova. e o D. Das suas irmãs. bordadura de prata carregada de uma cadeia de negro fechada com um cadeado do mesmo. tudo de oiro. entre elas as vilas de Feira na província da Beira e de Montalegre. em ponta. Timbre: leão nascente de oiro com cadeado negro na garra. Ignora-se se houve descendência. A Mem Rodrigues e seus filhos foram feitas muitas mercês pelo Rei. com dois leões rompantes de oiro e. casadas respectivamente com Pedro Fernandes de Castro e Afonso Mendes. alcaíde-mor de Santarém. entre eles.15 sua descendência. em Trás-osMontes. Maria Dada e D. Teresa Fernandes Seabra. o Moço. D. Tiveram duas filhas. um S coroado. foi terceira mulher de Martim Dade. Inês Dada. D.

já no fim do século XVI. era tradição familiar. Pela consulta dos assentos Paroquiais de Salvaterra de Magos. com quem se inicia o capítulo II. provavelmente pai de Paulo Fernandes Seabra. cremos que a mesma tradição e a mesma impossibilidade de identificar os antepassados que viveram obscuramente durante a segunda dinastia. tal como vêm em várias eciclopédias e no Armorial Lusitano. não foi possivel estabelecer ligação. Sebastião. baptizou um filho a 24 de Maio de 1597. e . A referência mais antiga que encontramos a Seabras do Ribatejo diz respeito a Fernando Gomes Seabra que viveu em Vale Paraíso (concelho de Azambuja) no reinado de D. onde se lê que provou ser descendente por linha legítima da geração dos Syabras. casada com Diogo Martins. os Seabras que identificamos no Ribatejo.16 Entre os Seabras vindos da Galiza que acabamos de enumerar. existe nas várias familias de apelido Seabra do Norte. casada com Roque Dias. baptizou um filho António em 1608. XVI e princípio do XVII: Maria Seabra. que voltaremos a referir. encontram-se muitos baptismos . Centro e Sul do país. Que os Seabras de Salvaterra provinham dos Senabrias galegos. casamentos e óbitos de Seabras. no fim do séc. outra Maria Seabra. A comprovar porém a ligação há a carta de brasão passada a Pedro Seabra de Freitas.

*********** ******* ***** . voltou a casar com Maria Oestana Cotta.17 uma filha Leonor em 1605. Álvaro Dias Seabra casou com Inês da Cunha. que faleceu em 1602. em 1606. Tendo sido padrinho de vários casamentos e baptismos. Padre Francisco de Almeida Seabra presidiu a vários casamentos e baptismos da família Seabra entre 1610 e 1640.

e ter sido padrinho de sua sobrinha. provavelmente filho de Fernando Gomes Seabra. onde lhe nasceram os seguintes filhos: 2. filha de Simão Dias de Valadares. menciona este casamento e informa que Francisco Seabra de Freitas e seu pai Paulo . viceu em Salvaterra. e viveu em Salvaterra. no titulodos Cottas.18 II Seabras de Salvaterra de Magos (Ramo Masculino) 1. 19 ).1 . o primeiro a quem pudemos identificar e estabelecer a descendência. ambos naturais de Coruche. Isabel em 1617.ANTONIO FREITAS SEABRA. natural de Coruche. de quem apenas sabemos ter vivido em Salvaterra. Com quem se inicia o capítulo III.FRANCISCO DE FREITAS SEABRA (ou Seabra de Freitas). 2 . nasceu em Vale do Paraíso. e casou (entre 1610 e 1614). onde casou . durante a regência do Cardeal D. (pág. Henrique. 4. 3. e sua mulher Isabel Cotta Falcão. com Margarida Gomes de Freitas. Casou no último quartel do século XVI.Maria.2 . Não identificamos descendência. O genealogista Felgueiras Gayo.PAULO FERNANDES SEABRA. com Ana de Abreu Cotta. 2 . que vivia em Vale do Paraíso.

Edições Biblion. de Benaente. Filhos de Pedro Seabra de Freitas: 8. 6. Casou com André Gonçalves. nascida em 1621.nascido em 1649. Lisboa 1986 – pág.4 . Cottas. em 1615. com geração (extinta). 9. *********** (1) Incluímos este dado com reservas.4 .3 . Celebrou o casamento.3 .67 .19 Fernandes Seabra. nascida em 1641. Freitas. datada de 29 de Junho 1648: armas dos Seabras e habilitado para Abreus. 7. pois não encontramos outra refrência ao facto. casou com Gaspar Gonçalves Frade. e Valadares. (2) Cartas de brasão coligidas e prefaciadas por António Machado e Faria Cabral. Sem geração/ou geração extinta. o Padre Francisco de Almeida Seabra. filha de Pedro Gomes. Como já referimos teve carta de brazão (2). nasceu em Salvaterra. Ignoramos se teve descendência.ISABEL.SEBASTIÃO. natural de Salvaterra. Casou em 1634. com Isabel Gomes.PEDRO SEABRA DE FREITAS. de Coruche. e de Domingas Alves. eram fidalgos cavaleiros da Casa Real (1). Filhos: 5.3 . Foi familiar do Santo Ofício por carta de 1639.MARIA.CATARINA. nascida em 1623.

c.g. em 1643. Foi cavaleiro professo da Ordem de Cristo e confirmou a carta de brazão. extinta. em 1719. nasceu em Salvaterra.20 10.ISABEL COTTA SEABRA.4 . Filha: 11. com sua prima Isabel Cotta. ************* ****** ********** . a 27 de Novembro de 1670. e faleceu na mesma vila. casou com João Gonçalves Veco. tendo casado em Salvaterra.5 .FRANCISCO SEABRA DE FREITAS.

natural de Salvaterra.LUÍS. seu tio António. com Luís Pires. 17). nasceu em Salvaterra no fim do séc.2 . nascido em 1649 15. Celebrou o casamento o Padre Francisco de Almeida Seabra.MARIA SEABRA. e casou com Francisco de Carvalho. onde foi baptizada. natural de Alverca. filha de Paulo Fernandes Seabra e de sua mulher.21 III Seabras de Salvaterra e Valada (Ramo Feminino) 12. que nasceu em 1639 e professou na Ordem Franciscana. natural de Samora Correia. natural de Salvaterra.4 . nascido em 1650 . o primo Pedro Seabra de Freitas. filho de Álvaro Pires.MANUEL. Filha: 13. como já referimos. Casou a 11 de Outubro de 1638. Margarida Gomes de Freitas (pág. Maria Barrosa. nasceu em Salvaterra em 1617. Filhos: 14.3 . sendo seu padrinho. XVI.4 .4 . e foi seu padrinho.ISABEL SEABRA DE CARVALHO. e de sua mulher.ÁLVARO. 15.

Alistou-se em seguida. 18. E como ela o perseguisse “disparou uma pistola nos peitos e a matou” (sic). casou a 3 de Setembro de 1682. do Marquês das Minas. em 1655. nasceu em Salvaterra EM 1683. Fiipe era filho de João Rodrigues Perdigão e de sua mulher D. em 1630 e falecido em Salvaterra por volta de 1685. *Este Filipe Monteiro de Goveia. Joana de Lima. LUÍSA. e faleceu na mesma vila a 12 de maio de 1730. com Filipe Monteiro de Gouveia. onde chegou a Capitão.22 17. tendo casado a 6 de Agosto . que tinha sido ouvidor no Crato. nascido em Montemor-oNovo.D. Retirou-se depois para Salvaterra onde voltou a casar. apenas desta encontramos descendência. Filipe Monteiro Gouveia. contra vontade da familia.4 . nasceu em Salvaterra. FRANCISCA SEABRA DE GOUVEIA. 22 ) por um sobrinho de Filipe.5 . casou com uma fulana “parrilha” (sic). Deste casamento houve apenas uma filha: Francisca – que segue: 19.ANDRÉ. Vendo-se desprezado pelos pais e parentes (o pai era Juiz) determinou deixá-la.D. tem uma biografia curiosa (e pouco recomendável) que vem narrada no processo de habilitação do neto – João Álvares Soeiro para familiar do Santo Ofício (pág. Luísa Seabra(3). capitão de Unfantaria. D.4 . como simples soldado no Regimento da Beira. António Monteiro Perdigão . Segundo este depoimento. Francisca Pessoa de Gouveia. e era Juiz em Lisboa. já viúvo de D.

FRANCISCO. era filho de Zuzarte Rodrigues. e a outro Francisco Álvares Soeiro. Não conseguimos mais informes sobre a familia Álvares Soeiro.Atribuímos ou não o DOM às senhoras. Manuel Roiz Soeiro. Luís.6 . *********** de 1699. nascido em 1649 e Manuel. nascido em 1651. da qual se suspeitava ser Cristã-nova. com a mesma alcunha de Bode. nascido em 1709 . que morreu em Salvaterra.JOAQUIM. natural de Coruche. e de Maria Soeiro. nascido em 1708 22. e tiveram numerosos filhos: 20. e de sua mulher Susana de Crasto. com D. Francisco. e casado com Clara de Matos. e tinha um irmão. Era proprietário e lavrador em Salvaterra e filho de Luís Álvares Soeiro. em 1590.SEBASTIANA. Francisco Álvares Soeiro. conforme eram mencionadas em documentos da época. deixou vários legados pios). casado com Brites Leitoa (esta falecida em 1591. que sabemos se casaram e tiveram descendência. de 16 anos de idade. por alcunha “o bode”. tendo falecido a 15 de Novembro de 1720. casou aos 40 anos de idade. tinha dois irmãos. Encontramos referência a um Luís Álvares bode.6 .Francisca Seabra. que nasceu em Salvaterra em 1659. com Francisco Álvares Soeiro.23 ********** (3) . *Luis Álvares Soeiro.6 . nascida em 1705 21.

foi-lhe dado o ofício de Mestre de Valas e Tapadas de Valada e Alpampilher e. Pedro ter feito mercês a seu filho. e de Maria Vaz. nasceu em 1706 e foi baptizado em Salvaterra. Em 1727.JOÃO ÁLVARES SOEIRO. Parece ter sido um homem dinâmico e empreendedor. o seu salário foi aumentado em dois moios de trigo anuais (ignoramos quanto era antes). como se confirma pelo facto de em 1758. casou com D. e sua mulher D. da vila de Aviz. natural da freguesia de Orade. neta paterna de Francisco Borralho. António José Seabra. Foi nomeado familiar do Santo Ofício por carta de 8 de Agosto de 1749. natural de Galveias.6 . o Infante D. Francisco Álvares Soeiro. nascido em 1711 e falecido em 1715 24.6. Júlia Maria Caetana. Faleceu em 1763. em sua memória. da Casa do Infantado e Juiz dos Direitos Reais.PAULO. filha de Luís Alves Rey. Em 1740. e de Maria Rebela. e neta materna de Manuel Francisco . consta da respectiva habilitação sem limpo de sangue e geração. sendo padrinho o Juiz João Ferreira Monteiro Mialheiro. e mais tarde. foi nomeado Almoxarife dos Reguengos de Valada. em 1746. cumulativamente Almoxarife de Castanheira e Povos. naturais de Galveias. Inácia de Siqueira. saber ler e escrever e ter rendimentos de trezentos a quatrocentos mil réis.24 23.

nos impedimentos de seu pai. pode justificar-se por se ter extinto a linha masculina dos Seabras. em recompensa dos serviços prestados por seu pai.7 . que parece não terem vivido em Valada. e por morte deste . Dois teêm o apelido Carvalho e um outro Seabra. Não descobrimos a razão porque não perpetuou nos três filhos. moradores na Herdade da Belçuçar (?) da freguesia de Montargil. A adopção do apelido Seabra. Em 1760. Não tivemos notícia dos filhos mais velhos. Filhos: 25. e chamou para o filho a representação da família. os apelidos Alves Soeiro.ANTÓNIO JOSÉ SEABRA.7 .LUÍS ANTÓNIO DE CARVALHO. 26. Possivelmente terá herdado dos primos Seabra de Freitas.25 Fragoso. e de Maria Vaz. de sua mãe. nasceu em Valada em 1742 e faleceu em 1783.FRANCISCO XAVIER DE CARVALHO. como já referimos foilhe feita mercê de cinco moios de trigo por ano. foi nomeado Almoxarife de Valada. alguns bens e também a pedra de armas (que só bastantes anos mais tarde os seus descendentes puseram na casa de Vala).7 . 27.

26 em 1763, foi-lhe dado o cargo por três anos, sendo sucessivamente reconduzido no cargo. Em 1779, teve também carta de ofício de Mestre de Valas e Tapadas em Valada e Alpampilher. Em2 de Janeiro de 1779, foi nomeado capitão-mor de ordenanaças da vila de Muge. Casou a 8 de Dezembro de 1763, com D. Rita Leonor da Fonseca, nascida em Salvaterra, em 1740, filha de

Palacete existente em Valada do Ribatejo

António da Fonseca e Costa, e de sua mulher D. Catarina de Sena Figueiredo, neta paterna de João Roiz da Fonseca, e de Ana da Costa, e neta materna de João Roiz de Figueiredo, e de Maria Sena, todos de Salvaterra de Magos. Nota: João Roiz da Fonseca e Ana da Costa, casaram em Salvaterra, em 1691, ele filho de Álvaro Roiz, e de ..... (ilegivel), e ela de Manuel da Costa, e de Luíza Roiz.
*António José Seabra, ao mudar-se de Salvaterra para Valada, foi habitar (segundo a tradição oral) a casa pertencente ao Infantado, (que ainda hoje existe e

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cremos pertencer à familia Lopes), que tem pátio em frente, em tempos fechado por dios portões. Os portões desapareceram, pelo que o pátio é hoje serventia pública. Pensamos que foi este António José Seabra, mandou construir a casa (Palacete) de familia em Valada, embora não tenhamos conseguido apurar a data exacta, em que foi construída. Apenas sabemos que os filhos já lá viviam na passagem do século XVIII – XIX.

Filhos: 28.8 - JOSÉ MARIA SEABRA, nasceu em Salvaterra, em 1765, e faleceu em Valada. Era chamado, Morgado, embora não conste que houvesse morgadio vinculado. Foi grande entendido e apaixonado de toiros e cavalos. Parece que morreu solteiro e sem descendência. 29. 8 - FRANCISCA LUDOVINA SEABRA (segue na pág. 38 ) 30.8 - VICENTE, nasceu em 1769 e professou na Odem Franciscana, onde tomou o nome de Frei “Pedro de Seabra”, segundo a tradição familiar, era também apaixonado da tauromaquia, e se tinha ocasião, montava a cavalo e picava toiros, mesmo com o hábito franciscano. 31.8 - MIGUEL, casou com D. Maria de Jesus da Silva Lavareda, seguiu a carreira militar e faleceu em Valada, em 1824.

28 32.8 - JOÃO ALVES SEABRA, nasceu em Salvaterra, em 1768 e faleceu em Valadaa i de Julho de 1826. Não sucedeu nos cargos de seu pai, após a morte deste ( pois tinha apenas quize anos). Em 1806, veio a ser nomeado Almoxarife e Juiz Executor dos Almoxarifados de Valada, Azinhaga e Foios, Administrador das Reais Manadas do Ribatejo, e Superintendente das Coudelarias. Em 1797 teve carta de Mestre de Tapadas e Valas de Valada, e Alpampilher. Em 1812, foi feiro cavaleiro professo da Ordem de Cristo. Ao contrário do irmão, que parece ter sido apenas diletante, foi activo e empreendedor. Viveu sempre na casa de Valada, mas não conseguimos apurar(como anteriormente já referimos) se foi ele ou o pai que a mandou construir. Encontrámos escrituras de compras de casas contíguas – à casa nobre que já possuia – mas nada sobre a casa nobre (Palacete) da familia. Comprou várias propriedades em Valada, e terá provalvelmente vendido as que tinha herdado em Salvaterra. Não parece que o cargo de Almoxarife lhe permitisse pazer fortuna, pois segundo contas do almoxarifado, que nos chegaram às mãos, ganhava por ano três moios de trigo, dois moios de cevada e 12.000 réis.
*Quando da primeira invasão francesa, ao saber que as tropas de Junot avançavam pelo Vale do Tejo, tomou a iniciativa de passar ao Alentejo com as manadas reais, em que superintendia, para evitar que caíssem nas mãos dos franceses. Estando ainda ausente, as tropas

é que Junot se deslocou do Cartaxo a Lisboa num dia. O que porém parece histórico. parava a o cavalo. ver passar o senhor Infante que passava com o cavalo a passo. Miguel. o povo contar. Provavelmente terá sido qualquer destacamento (sabe-se que as tropas e Junot. Era de tradição de familia. General ou não. que tinha em Salvaterra. segundo me contaram. Miguel. João Alves Seabra. . tendo os salvaterrianos vencido o inimigo.29 francesas passaram por Valada. A miha avó Conceição. e o povo de Salvaterra. que sendo raparigas novas. tinha pernoitado lá em casa. que estava de passagem. que existiu um combate enre tropas francesas. contava que “as primas velhas e solteironas”. não tendo tido. ( não apoiavam a sua causa). corriam à janela do rés-do-chão da casa. que este Infante gostava de Salvaterra e não gostava das gentes de Benavente. que o General Junot. gostavam de contar “deleitadas”. que tinha em pequena conhecido pessoas contemporâneas de D. vinha completamente dispersas) e portanto terá sido outro oficial. Era de resto tradição. desorganizadas e famintas. mas. e aquém chamava as “as primas-mores” – por serem filhas de um capitãomor. Nota à parte de transcrição: Existem escritos. “esterrecidas” ficavam porque D. que pernoitou lá em casa. comeram e beberam tudo o que havia para comer e beber. era profundamente miguelista e muito dedicadoao Infante. portanto ocasião de passar por Valada. e passando por dentro da vila metia o cavalo a galope. não roubaram mais nada. e lhes dava a mão a beijar. nas duas margens do Tejo. como de resto era a grande maioria da população.

com D. Do casamento nasceu uma filha – Maria Rita Corrêa Seabra. na Igreja de Nossa Senhora do Desterro. que faleceu em Valada. Enviuvando. por 1870. em 1884. Rosa Teresa Joaquina. 35. casou uma terceira vez. Maria Rita Correia Cotrim.9 . e de sua mulher D. Bárbara Margarida da Silva Lavareda. Maria Gertrudes Cotrim. casou com seu primo João Manuel Corrêa de Barros. e de sua mulher D. Filhos do segundo casamento: 34. RITA GENOVEVA CORREIA SEABRA.9 . . Filhos do primeiro casamento: 33.9 . que faleceu solteira por 1865.D. filha do Alferes Manuel da Silva Lavareda. da vila de Azambuja. casou segunda vez. que faleceu solteira. naturais de Valada. natural de Azambuja e faleceu em Valada.D. com D.30 João Alves Seabra. casou a primeira vez a 10 de Dezembro de 1792. MARIA JOSÉ SEABRA. Novamente viúvo. Genoveva Perpétua Correia Cotrim.D. MARIA GERTRUDES CORREIA SEABRA. natural desta vila. com a cunhada D. filha de Felix Correia de Barros. em 9 de Novembro de 1847. faleceu solteira em 1876. nasceu a 21 de Julho de 1802.

37. em 1845. querido das damas.9 .9 . Não deve ter sido propriamente um homem rico. de quem teve uma filha: D.31 36. pois as propriedades de seu pai tinham sido divididas com as três irmãs. com D.JOSÉ MARIA SEABRA. que os novos . que exerceu até à extinção desta. Maria Joana Roquette da Silva e Brito. Casou em 1844. faleceu em 1819. viuva. nasceu em 1806.JOÃO JACINTO SEABRA. e faleceu em Salvaterra. já com 45 anos. Para ambos os cargos foi nomeado por supervivência de seu pai. Foi lavrador e proprietário. Rita da Ascenção de Brito Roquette (1854-1919). 43 ) Filhos: *Maria Joana. que desempenhou até morrer. da Casa do Infantado. esta veio a casar com Francisco de Almeida Cardoso de Albuquerque. Sucedeu a seu pai no Almoxarifado de Valada. voltou a casar com seu primo Francisco Ferreira Roquette. 1º Conde de Mangualde. e no cargo de Superintendente das Coudelarias. em Agosto de 1799. Deixou fama de ter sido um belo homem. nasceu em Valada. quando da limpesa das ervas (muito crescidas). Nota: do autor – Em Dezembro de 1964. natural de Benavente (pág.

Conde de Esterreja. Falecido a 13 d`Abril de1854. herdeira dos titulos de Condessa de Vila real e de Melo.Aqui Jaz João Jacinto Seabra. Maria Cândida. tendo 45 annos d`Edade Filhos: Fernando de Almeida Cardoso de Albuquerque . Maria Joana. casou com D. fazendo 75 annos d` Edade Em Baixo . falecido a 5 de Julho de 1853 * Fazendo75 annos de d`Edade “ Lado Esquerdo” – Em Cima – Aqui Jaz Francisco Ferreira Roquette. e algumas pedras tumulares de campas razas. 2º Conde de Mangualde (1874-1932). nasceu em Salvaterra de Magos. casou com D.g. a 30 de Agosto de 1845. c. Falecido a 5 de Novembro de 1853. efectuaram no espaço do antigo cemitério. em terreno anexo à antiga Capela Real. nascida em 1875. Conde de Seisal. casou com José Maurício Correia Henriques.JOSÉ LUIS DE BRITO SEABRA. constava as inscrições seguintes: “ Frente “. mandou erigir à saudoza memória de seus queridos pai e esposo no anno de 1845. c.10 . dois Jazigos em pedra.g. *D.Aqui jaz Joze Luis da Silva Brito. Maria Teresa de Sousa Botelho e Melo.32 escuteiros de Salvaterra. Num dos Jazigos. a 27 de Julho de 1893. faleceu em Valada do Ribatejo. João da Costa de Sousa de Macedo. foi posto a descoberto. 28). Filho do 3º casamento de João Jacinto Seabra e de Maria Joana Roquette da Silva e Brito ( pág. 37. com geração! *D.Maria Joaana da Silva Brito. . “Lado Direito” Em Cima .

enviuvando. 1º Visconde da Fonte Boa (1805-1857). com D. e membro da Junta Geral do Distrito de Santarém. Foi sócio fundador do Real Club Tauromachico Portuguez – fundado em 23 de Fevereiro de 1892. Romão Botelho da Cunha Rebelo (1826-?) de quem enviuvou e teve descendência. vivendo numa bonita casa apalaçada em Salvaterra. veio a casar com seu primo. ganadero. Maria Vitória Burlamachi Marecos (18481875). casou a primeira vez. Maria Henriqueta de S.33 Esta. que foi lavrador. José Luís de Brito Seabra. e de sua mulher. a Viscondessa D. presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos. filha única de – Joaquim Augusto Burlamachi Marecos. . Viscondessa da Fonte Boa. Francisco Ferreira Roquette. aí criou o filho José Luis.

D. por Decreto de 21 de Outubro de 1907. Este era donatário de alguns compromissos financeiros. Maria Vitória Burlamachi Marecos 38. filho de José de Melo Campelo e de . nasceu a 15 de Novembro de 1866 e faleceu em Lisboa a 27 de Dezembro de 1941. engenheiro. Foi herdeira do titulo de Viscondessa da Fonte Boa e casou com seu primo Álvaro Ferreira Roquette. 1º Conde de Monte Real (titulo nobiliárquico criado e concedido pelo Rei D. Filhos: 39. que não foram satisfeitos pela familia de José Luis Seabra.XX.D. e de sua mulher a Baronesa . a 7 de Julho de 1879. com sua prima D. *O Palacte e algumas propriedades da familia. 1º Barão de Salvaterra de Magos. MARIA DA CONCEIÇÃO SEABRA ROQUETTE. no inicio do séc. Carlos I). casou com Manuel de Melo Campelo. Filha: do primeiro casamento. na Igreja Paroquial de Santos-o-Velho.D. Maria da Conceição Sequeira Seabra (pág. filho de Luís Ferreira Roquette. Maria Isabel de Magalhães. C/ D.11 .34 Casou a segunda vez. CRISTINA BURLAMACHI MARECOS DE SEABRA.12 . passam para a posse de Artur Melo e Faro. 40 ).

D. 40.35 sua mulher. Pauline Joséphine Van Zeller. C. 41.12 . casou com D. Maria Ó Neil Van Zeller de Roure.JOÃO JACINTO SEABRA FERREIRA ROQUETTE. Manuela Mouzinho de Albuquerque d`Orey.12 . 42.g Filhos do segundo Casamento: Com Maria Conceição Sequeira Seabra . casou com João Manuel de Sousa Bastos.C.JOSE LUIS SEABRA FERREIRA ROQUETTE.g. casou com D. D.g. irmã de sua cunhada Maria Ó Neil. 43. C.12 – ANTÓNIO. C. faleceu solteiro 44.g. MARIA ISABEL SEABRA FERREIRA ROQUETTE. Cururgião urologista dos HCL.12 . Maria Isabel da Gama Machado. filha de Robert Ó Neil de Roure.LUIS JOSÉ SEABRA FERREIRA ROQUETTE. Maria da Graça Ó Neil van Zeller de Roure. 3º Visconde da Fonte Boa. Fernanda de Almeida.12 – D.g. Maria Manuela Formigal de Sousa. filhos de Henrique Bastos (cirurgião dos HCL). filha de José Manuel Albuquerque d`Orey e de sua mulher. engenheiro. e de sua mulher D. casou com D. C. e de sua mulher D.

47. Filhos: 46.12 – D. filha de Delfim Maya. António de Portugal (Vimioso). (engenheiro químico). 48. Casou segunda vez com D. Eugénia de Mello Breyner. João da Câmara) e de sua mulher D. Maria Edite do Carmo de Noronha. e de sua mulher D. D. MARIA INÊS SEABRA. António Maria de Sales de Noronha. João Gonçalves Zarco da Câmara ( o eminente escritor e dramaturgo D. JOÃO LUÍS SEABRA DA CÃMARA.12 – D. a Baronesa de S. . António Eliseu de Portugal e Castro. filha de D. Maria Carlota Appleton de Noronha Cordeiro Feio. e de sua mulher. e faleceu em Lisboa a 2 de Setembro de 1936. Maria Cristina da Costa Maya. nasceu e faleceu em Lisboa. tendo casado a primeira vez com D. Casou com D.12 .D. S. médico. Augusta Gustava Peyle da Costa.36 45. nasceu e faleceu em Lisboa. Teve descendência. nasceu em Salvaterra. MARIA EMILIA SEABRA DA CÂMARA. e de sua mulher.g. Cosme. tendo sida com D. MARIA DA CONCEIÇÃO SEABRA DA CÂMARA. Vicente de Paula da Câmara (1878-1923).12 – D. filho de D. a 11 de Maio de 1880. filho de de D.

a 24 de Março de 1961 (pág. Mariana Corrêa de Sampaio Melo e Castro. na Capela dos Condes de Castro Martim. em 20 de Junho de 1906. Casou com João Francisco Reboredo de Oliveira. Sofia Isabel Reboredo. a 27 de Março de 1885.JOÃO JACINTO SEABRA. 49. nasceu em Salvaterra. em Xabregas. 50 ) Filhos: De D.D. ). e casou com D. Maria Margarida Seabra . Casou a 20 de Junho de 1906. filho dos 6º(s) Marqueses de Vagos. Visconde do Tojal. Foi vicePresidente da Junta Nacional do Vinho. Mariana Corrêa de Sampaio Melo Castro. e faleceu em Valada a 24 de Setembro de 1944. e de sua mulher a Viscondessa D. Esta nasceu em Lisboa a 16 de Agosto de 1886 e faleceu em Lisboa a 24 de Março de 1961 (pág. com D.37 Nasceu em Lisboa. Conde de Povolide. que nasceu em Lisboa a 16 de Agosto de 1886.José da Silva Telo de Noronha.12 . engenheiro agrónomo. nasceu em Vala da em 1893 e faleceu em Lisboa em 1939. Casou com D. MARIA MARGARIDA SEABRA. Teve filhos: 50. Director da Associação Central da Agricultura Portuguesa e Procurador à Câmara Corporativa.12 . proprietário e lavrador. e faleceu em Lisboa.

e de sua mulher. 54. C.13 – D. 52. D. Casou com Duarte Anjos Diniz. 53. S. nasceu em Lisboa. filho de Carlos Joyce Diniz.g. a 24 de Abril de 1926.g. MARIA DA CONCEIÇÃO SEABRA DE OLIVEIRA. Filhos: De João Jacinto Seabra 55. nasceu a 27 de Março de 1907. nasceu em Lisboa. . e de sua mulher. Casou com D. Casou com D. (economista). NASCEU EM Lisboa a 24 de Abril de 1920. C. e faleceu em Lisboa. Maria Francisca Pinto Basto. Conde de Bobone. D.13 – JOÃO VICENTE SEABRA DE OLIVEIRA. e de sua mulher.38 51. nasceu em Lisboa a 20 de Janeiro de 1919 e faleceu em Lisboa.g. filha de Carlos de Araújo Bobone.14 – D. a 24 de Outubro de 1921.13 . Eugénia Pinto Basto Bobone. e faleceu solteiro em Angola. António Manuel de Avilez Lobo de Almeida Melo e Castro. D.13 – JOSÉ LUIS SEABRA DE OLIVEIRA. Maria Leonor Munroe dos Anjos. Teresa Ó Neil.NUNO MARIA SEABRA DE OLIVEIRA. a Condessa. MARIA LUÍSA CORRÊA SEABRA.

MARIA DA CONCEIÇÃO CORRÊA SEABRA. D. C.14 – D. Maria Luísa Nunes da Silva Moreira de Almeida. a 18 de Agosto de 1977. e de Maria Luísa de Beires Vale. D. e de D. e neta materno do casal Manuel Nunes da Silva (Juiz Conselheiro – Presidente do Supremo Tribunal de Justiça). C. Maria do Carmo Assunção Empis Felix da Costa – filha de António de Almeida Felix da Costa e de .g. Maria Luísa de Beires Vale Nunes da Silva.C. Casou com D.g.39 56. 57. e faleceu em Valada. Henriqueta Metrass. e faleceu a 8 de Novembro de 1943. nasceu em Lisboa. 59. a 2de Abril de 1909. Casou com António Alberto Fernandes de Oliveira (Bacharel em Direito). MARIA RITA CORRÊA SEABRA. nasceu em Lisboaa 30 de Novembro de 1915. e de sua mulher.14 – D.14 – JOSÉ LUIS SEABRA. 58. casou com Afonso José Matoso de Sousa Botelho. e de sua mulher. Neta paterna do casal José Augusto Moreira de Almeida. Maria del Pilar Fernandez Velasco. filha de João Moreira de Almeida. Ana Emília Malva Matoso. nasceu em Valada. nasceu em Lisboa a 13 de Agosto de 1912.g. filho do casal Afonso Botelho e de D.14 – ANTÓNIO JOSÉ SEABRA (médico). a 17 de Maio de 1911. Casou com D. filho de António Duarte de Oliveira.

Guilhermina Ferreira de Almeida. Maria Empis.40 sua mulher. C. Ludgera Martins.g. e de sua segunda mulher D. ********** ***** *********** . D. Neta materna de Ernest Laurent Empis (Cônsul da Bélgica em Portugal). Neta paterna do casal António Felix da Costa (consagrado pintor de arte) e D.

Rita Leonor da Fonseca ( pág. onde faleceu em 1807. FRANCISCA LUDOVINA SEABRA. com Manuel Fernandes Gomes.MARIA JOSÉ DA SILVA SEABRA. Filho: 34.8. filha de António José Seabra e de sua mulher D. nasceu em 1801. 32. em 1805. nasceu em 1793 e morreu um ano depois.2 – MARIANA. João Alves Seabra) e .1 – PEDRO.8. 25). natural de Azoia de Baixo. Filhos: 30. nasceu em Azoia de Baixo. onde vivia. a 7 de Outubro de 1821 (sendo padrinho de baptismo seu tio-avô.5 – JOÃO AUGUSTO SEABRA. nasceu em 1795 e morreu solteira. nasceu em 1803 e casou em 1820. casou com seu primo José da Silva Barreto (Capitão-mor de ordenanças).8 – D. residente em Azoia. 33. Úrsula Rosa Caetano. 31. que faleceu em Azoia.8.8.8.4 . filho de Manuel Fernandes e de Maria Joaquina.41 IV SEABRAS DE AZOIA DE BAIXO 29. filho de António HenriquesFeyo.3 – MIGUEL. e de sua mulher D. e faleceu solteiro.

vivia em Lisboa (solteiro). D. Convidado pelas primas de Valada.42 faleceu em Valada do Ribatejo. quando morreu. com D.6 . ao que parece desprovido de qualquer bem de fortuna. só uma veio a casar e teve . MARIA DA CONCEIÇÃO SEQUEIRA SEABRA. natural de Lisboa e falecida em Valada. aceitou e foi viver para Valada.8. a 17 de Setembro de 1945. a 27 de Janeiro de 1859 e faleceu também em Valada. Inês Margarida de Sequeira e Silva (pág. mas nunca mais cortou a barba que. em 1859.Maria Gertrudes Magna). Filha: 34. que vivia também na casa de Valada. Conseguiu. Em 1850. nasceu em Valada. Tendo falecido a mãe. Rita e D. para administrar a sua casa. foi criada pelas tias de Valada (D. João Augusto. modesto funcionário da Imprensa Nacional e. lhe chegava a meio do peito. depois que a morte do irmão. e ele fez o propósito de não cortar as barbas enquanto não saldasse todas as dívidas e hipotecas. na qualidade de parente pobre. e por uma prima da Azambuja (D. quando ainda não tinha um ano. ). Parece que a casa agrícola estava em más condições. a 4 de Julho de 1873. Maria Gertrudes). Como daquelas primas. deixara a família sem nenhum homem. Maria José. Casou em 1857. numa casa contígua à casa grande.D.

Manuel Fernandes e Maria Joaquina” Em 1850. modesto funcionário em Lisboa. que veio a ser herdeira das velhas tias. e a sua ida para Valada. um dia quando lhe perguntei o nome do avô paterno. e a filha (minha avó. . “escrevendo que os pais da noiva eram o ilustríssimo José da Silva Barreto e D. faziam. e os pais do noivo simplesment. Conceição). Francisca. Úrsula. pessoa pobre. como o Pároco da freguesia deixou expresso no assento. a única filha viva fez um casamento desigual. a região esteve sujeita durante meses aos saques e vandalismos que as tropas de Messena. respondeu-me secamente : “isso não sei”. aquarteladas em Santarém. Casou em 1880. 31). Mariana e D. tinha uma posição elevada.43 uma filha. se nos lembrarmos que em 1811 (Maria José tinha oito anos). que faleceu muito nova. A mãe. Também é de considerar que entre o nascimento de João Augusto. com seu primo José Luís de Brito Seabra. Em 1823. *Ao findar o séc. estas vêm indicadas à margem como D. já viúvo da Viscondessa da Fonte Boa – como referido no capítulo anterior (pág. deixou fama de Santa pelo muito que socorria os pobres.o nome do pai. e que ele andou metido na “Patuleia” . filha de João Augusto. encontramos João Augusto Seabra. Nos registos de baptismo das filhas. o que não encontrei em mais regime algum. desta ficou-lhe uma espada que existia na casa de Valada. Não usava – parece que nunca usou . XVIII. houve duas guerras civis. D. A descida de posição social e financeira deste ramo não é dificil de aceitar. enquanto tentavam debalde ultrapassar as linhas de Torres. Maria José. Foi a (Maria da Conceição). a familia do Capitão-mor José da Silva Barreto.

O mistério subsiste!.44 Mas não tendo explicação plausivel para o facto de Manuel Fernandes Gomes. que craram ódios dentro das famílias.... Não parece que a sua origem modesta fosse justificação suficiente. Mas pode também relacionar-se com as guerrascivis. ter sido repudiado pelo filho e pela neta.. ************* ***** ******** .

na Igreja Paroquial daquela . que era casado com Margarita Martin. casado com D. Bartolomina Espinosa. o rei Filipe III. XVII. aparece em Espanha. Um outro registo também nos dá conta que em 1608. Por volta de 1664. O casal teve descendência. Em Tenarife (Espanha). D. com a familia. na região de Castela. sendo um sobrenome. este Real Perfeito da cidade de Hermigua. Pedro Navarro e Maria de Espinosa. que teria vindo de Castela. Nos últimos anos do séc. onde se destaca Manuel de Brito. XVII. que tiveram um filho. Beatriz de Brito. Pedro Brito “O Velho”. mas fala-se de um Luis de Brito. viveu em Santa Maria de Valverde (Ilha de Hiero). Manuel Espinosa e Brito. como recompensa de serviços prestados à coroa. dando conta de linhagens portuguesas. sendo batizado em a 16 de Maio de 1635. casada com Arvelo Salvador e mãe de Salvador de Brito. filha do casal. no séc. que são notadas na cidade de La Laguna (Tenarife). fez concessão de armas a Filipe de Brito Nicole.45 V A ORIGEM DA GEANOLOGIA BRITO EM ESPANHA Consta que a geanologia Brito. da cidade de Placencia e na ilha de Lá Gomera.

Turquia e Marrocos. Holanda. XVIII. Outras familias foram até ao México e Brasil. encontram-se ainda muitos núcleos de terras. que no séc. Mato Grosso. NO BRASIL Devido à persiguição em Espanha e Portugal. pertencente a Guimãraes. séculos depois floreceu o nome Brito. tem raízes em Portugal. regista-se a existencia de ramos desta geanologia. Belo Horizonte. em terras de Espirito Santo. etc. tendo uma estátua. ocorreram fugas de milhares de Judeus para França. na igreja de Fátima. Em Las Palmas. em muitas cidades. nas Ilhas Canárias e Tenarife. EM PORTUGAL Alguns dizem que Brito (do latim Brittus). e aparece em Portugal em 1033. Nesta antiga colonia portuguesa. Também este sobrenome é encontrado em genealogias aparentemente sem qualquer traço familiar próximo. aquele que mais se destacou como missionário. Aqui neste país do norte africano. através D. na vila do mesmo nome. também existe um ramo Brito. que aqui teriam sido os primeiros colonos. Nos séculos seguintes. Minas Gerais. sendo fundador . sendo San Juan de Brito.46 cidade. com este nome. foram dadas em regime de Sesmarias. Hero de Brito.

o “Clérigo”. foi Par do reino e conselheiro do rei de Castela e Leão. Foi senhor de muitas herdades em Oliveira. em Portugal no reinado do rei D.47 do Mosteiro de Oliveira. Manuel I. . e através deste foi feito nobre da corte. que vivendo em Évora. em Portugal. A medida de homogeneazar a religião católica na Peninsula Ibérica. Há noticias de um Anez Juan Brito. da sua prol nasceu Mary Anez de Brito. e Afonso Anez de Brito. entre os filhos. que casou com Gonzalo Vásquez de Moura. com a Infanta Isabel de Aragão. casado com D. natural de Almeida (Portugal). Sendo o Marrano um Cristão Novo (convertido ao cristianismo). pois seus dois filhos se tornaram Bispos. Em alguns escritos. ou a expulsão de Portugal. Magdalena de Acosta. Um Pedro de Brito Freire. só começou a ser mais notado. Afonso V. são descendentes dos Judeus. que sob decreto assinado no Palácio de Muge (Salvaterra de Magos). veio de um acordo. impunha aos Judeus a conversão. Manuel I. como das suas colónias. Fiéis à sua primitiva religião. quando do contrato do casamento do Rei D. entrou na Ordem de Calatrava em 1645. o Gonzalo Acosta. D. Carrazelo e Subilhães. se destaca que a genealogia dos Britos. Marranos/ ou Sefarditas. herdeira dos reis católicos de Espanha.

com o alargamento do país. uma conceituada familia de apelido Brito. Estima-se que na época eram um quinto da população portuguesa. Em pleno séc. XVII. mulheres e ciranças. 3 – 31 – 47). eram agricultores. Em Portugal. pois as terras na bacia hidrica do rio Tejo. o apelido Brito. Grécia. nasceu D. Almodovar e Aljustrel. houve a fuga de milhares de familias. onde alguns registos descrevem que mãos intolerantes e criminosas. Arco de Valdevez e mais no sul. Maria Joana Roquette da Silva Brito ( Vér pág.48 foram identificados por: Marranos/ ou Criptojudeus os Judeus. em Lisboa. trisavó paterno de D. Devido à persiguição. mesmo vindos daTurquia e Palestina. no Alentejo. De um tal Temóteo Brito. para França. Domingos. que na época. Maria de Brito. Turquia e norte de África (Marrocos). a uma escassa légua de Salvaterra de Magos. Holanda. de origem Judaica. foi acompanhando a sua colonização encontrando-se desde o norte do país como: Porto. mataram homens. Um século antes. se movimentavam em Portugal. tinha ocorrido um massacre no Largo de S. vivia em Benavente. Itália. e com as conquistas de terras aos Mouros. eram férteis em pasto para gado. O inicio da sua perseguição em Espanha foi entre (1478-1483). desde o tempo da nacionalidade. Com os decorrer dos . Espanha.

e carregando o fardo de culpa. na capital. foi inaugurado um monumento. os portugueses vinham tentado redimir-se. homenageia o Judaísmo. em Abril de 2008. escrito em 34 linguas. na Assembleia da República propõe e é votada favoralvente a lei que concede a nacionalidade portuguesa para os Judeus Sefarditas. o partido politico – PS. Cinco anos depois. ************** ********** . onde a sua Sé Patriarcal. que faz referência a Lisboa “Cidade da Tolerância”. pedindo perdão pela eventual culpa por não ter sido capaz de evitar o Massacre de Lisboa de 1506.49 tempos. assim no dia 23 de Abril de 2008.

Trisavós Paternos Luis da Silva (N 1678) – D.Avós Paternos Francisco Temóteo da Silva Brito (1749-1822) .Avós – Francisco Roquette Ferreira de Carvalho (1760-1839) – D. Maria das Neves Gomes .D. 30) .50 VI BRITO – Maria Joana Roquette da Silva e Brito (pág. Maria Roquette Pestana de Matos (N 1791) .D. Prudência Constância . Maria de Brito * Manuel de Carvalho – D.Pai José Luis Timóteo da Silva Brito – Casou 1816 .Mãe – D. Ana Maria dos Santos ******* . Antónia Joaquina dos Santos (F 1796) * Francisco Gomes – D.Bisavós – Manuel Ferreira de Carvalho – D. Casou 1772 D. Maria Bárbara Roquette Pestana de Matos * José Roquette Pestana de Matos (1720-1771) – Casou 1752 – D. Mariana Isabel Roquette Ferreira de Carvalho – Casou 1816 . Ana Luísa de Matos * Bernardo Roiz Figueiredo – D. Antónia Maria da Fonseca .D. Ana Silvéria de Figueiredo da Fonseca e Costa .Trisavós Maternos Luis Ferreira de Carvalho . Madalena de Oliveira da Fonseca * Joseph Roquette da Silva ( N 1683) – D.Bisavós Paternos Estevão da Silva Brito (F 1793) . Ana Luísa de Matos * Joseph Roquett da Silva .

e de su mulher Luísa Rita de Santo António. estabelecido como agente de navegação no Havre. pois os dois filhos mais velhos estavam internados em cólégios franceses. filho de Mauel Ezequiel da Silva. Fernando José da Silva. era filha de António José de Sequeira. pois eram proprietários da Quinta de Mil Flores – às Laranjeiras. Este exilado em França durante o reinado de D. Maria Inês de Sequeira. Maria Inês de Sequeira. ) era filha de Fernando José da Silva. tendo morrido ao chegar a Lisboa. Foi tentar fortuna para a Ilha do Príncipe. Inês Margarida de Sequeira e Silva (pág. ou durante a viagem. casou em 1817 e veio a falecer ‘0r 1840. Era comerciante em Lisboa e liberal. Miguel. e de sua mulher D. Parece que eram pessoas ricas. nasceu em Lisboa a 11 de Abril de 1792. D. e deram à sua filha um .51 VII SEQUEIRA D. e de mulher D. onde vivam. cavaleiro professo da Ordem de Cristo. Aparentemenet tinha boa situação financeira. Inês Maria Sequeira. Terminada a guerra civil. parece que arruinado (das cartas que escreveu à mulher para Lisboa. voltou a Portugal. mas adoeceu e teve de regressar. concluise que dera ajuda financeira a outros emigrados).

Carlota. que emigrou aos dezasseis anos para Nova Orleans. tiveram os seguintes filhos: .Inês Margarida. .João Carlos. mas não teve descendência. mas também não teve descendência. e sua mulher D.António. em cima. . Inês. Fernando José da Silva. que não consta ter casado. está descrita. e lá casou. que emigrou também para Nova Orleans.Fernando. .52 dote de seis contos de réis. casou em Lisboa. Nada mais pudemos apurar sobre esta familia. . ************ ****** ******** .

Mariana Correia de Sampaio Melo e Castro (Pág. Mariana de Meneses (Marquesa de Olhão) . Joaquina Teles da Silva (Condessa de Olhão) ** .Bisavós Materno – Vicente António da Silva Corrêa (Fidalgo. Maria Rita Valezia da Silva Corrêa (Condessa de Castro Marim) .53 VIII CORRÊA SAMPAIO D. Casa real – Cor. Maria Luísa da Cunha (Viscondessa de Castelo Novo) . 36) .Pais – António Pedro da Conceição Corrêa da Cunha Melo ( 1ª Visc. Francisco de Meneses da Silveira e Castro (1º Marquês de Valada) * Ana Teresa de Almeida (Marquesa de Valada) ** Francisco de Melo da Cunha Mendonça e Meneses (1º Marquês de Olhão -9º Monteiro-Mor) D.Engenharia) * Pedro de Melo da Cunha Mendonça e Meneses (2º Marquês de Olhão) * D. Castelo Novo) D.Avós Maternos – José de Melo da Cunha Mendonça e Meneses (4º Conde Castro Marim) D.Trisavós Materno – Domingos José Fernandes (Capitão) ** D.

Bisavós Paternos – António Manuel Corrêa da Silva Sampaio (Fidalgo Cav Casa real) *D. Maria Leonor de Melo e Castro Costa e Sousa (Senhora da Casa dos Melos) .Ana Luísa de Albuquerque (Provedor Com S. Maria Rosa de Melo e Castro Costa e Sousa (Senhora da Casa de Mel ** . Mar e Guerra *D.54 . Pedro da Cunha Mendonça e Meneses (Fidalgo Cav Casa real) D. Maria Joana de Figueredo Costa Sottomayor ** D. Ana Vitória Sottomayor ** Pedro de Melo de Cunha Mendonça e Meneses * D. Mariana Rosa de Melo e Castro e Sousa (Senhora da Casa dos Melos) .Trisavós Paternos – Francisco Lopes Sarafana Corrêa da Silva * D. Leonor de Ataíde ** .País – António Pedro da Conceição Corrêa da Cunha Melo e Castro (1º Conde de Castelo Novo) * D.Avós Paternos – Francisco da Silva Sampaio (Fidalgo Cav Casa real) *D. Mariana de (2º Marquês de Olão) Meneses (Marquesa de Olhão) ** Francisco Manuel Bernardo de Melo e castro Costa e Sousa (Fidalgo Cav Casa real) – Cap.Oficio) Freire de Serpa ** José Nicolau Figueredo (Fidalgo Cav Casa Real) * D.

7 Filhos 3 Leonardo Roquette I Catarina da Silva e Brito – 7 Filhos Catarina Manions Maria Garcia de Oliveira e Silva (1º Casamento) . Teresa Assunção Correia Ferreira Ferreira Roquette (Rocha e Melo) / ou D.I ( 2º Casamento) – 7 Filhos 2 Claudé de Lá Roquette 1 Leon de Lá Roquette Bárbara Dum (Inglesa ? ) (Natural de Paris) A – Filhos Ilegitimos extra-Casamento Nota: Resenha Geológica de José Gameiro (segundo Informações de D. Teresa Rocha e Melo .3 Filhos .55 IX ROQUETTE João de Melo Pestana Travassos 8 António Ferreira de Carvalho Roquette 6 A Mariana Bárbara Roquette 6 Maria Roquette Pestana de Matos C Roquette 7A Ana Silveira de 7 Francisco Figueiredo Foseca Carcalho e Costa Roquette Casamento entre Primos 5A Mariana Roquette I Manuel Ferreira 5 José Roquette i Ana Luísa Pestana Matos i de Satre de Matos I de Carvalho Nascidos em Salv Magos em 6 de Julho1724 4 José Roquette da Silva I Ana Maria Pestana de Matos .

Alguns descendentes da familia Brito Seabra. viram-se na necessidade entregar. também foram arroladas. mas começou a notar-se a sua presença nos primeiros anos do séc. Através de Artur Porto de Melo e Faro. no dia 3 de Maio de 1939. nasceu em 1916. tendo casado em Lisboa. casado com Laura Cardoso Diogo da Silva. Algumas propriedades tinham no concelho. Jorge Cardoso Pereira da Silva Melo e Faro. chegou a Salvaterra de Magos. do rei D. perante aquele. com a D. após o seu casamento com o primo. e que anos mais tarde foi cedida para a instalação da Raret – Emissores de origem americana. Maria Teresa de Castro Pereira . Francisco Ferreira Roquette. Carlos I.recebeu o titulo mobiliárquico “ 1º Conde de Monte Real”. como a que existia na Glória do Ribatejo. e onde criou o seu filho: José Luis Brito Seabra. O 2º Conde Monte Real.56 X A ORIGEM DA GENEALOGIA MONTE REAL (Conde) A familia Monte Real. não por motivos de raízes de genologia profundas. que foi habitação de Joana Roquette da Silva e Brito. além da casa apalçada de Salvaterra de Magos. por não satisfazerem compromissos de indole financeira. XX. ao longo dos séculos.

(Lisboa – 28 de Fevereiro de 1940). ******************* *********** ****************** . e o desporto náutico. Maria Madalena van Zeller de Castro Pereira. Do seu casamento. A Condessa. começa a habitar a casa solarenga. por largos meses com a filha e os netos. (filha de: Óscar Guimarães e de sua mulher D. Maria Madalena de Castro Pereira Guimarães de Melo e Faro. por volta de 1936. e de quem teve quatro filhos. divorciando-se anos depois. muitas vezes deslocavase até Salvaterra. existiu apenas uma filha. onde a vinha tinha lugar de grande interesse no seu desenvolvimento agricola. Já nos primeiros anos da primeira metade do século. nascida 1918 e faleceu 1975. Francisco Pinto Balsemão. pois Jorge de Melo e Faro. utilizando uma pista em terra batida. num pequeno avião. vivendo em Cascais onde possuía habitação. No dobrar do século XX. Tendo casado. tornouse agricultor. praticou o automobilismo. Rodrigo Delfim Pereira – tia materna de. de Salvaterra.57 Guimarães. neta paterna de: D. em 26 de Fevereiro 1962. com Manuel Tudela Nogueira Pinto (Conde de Leça) .

58 XI A ORIGEM DA GENEALOGIA DA FAMILIA COSTA FREIRE Fidalga e bem antiga. casado com D. lá foi a mando do rei. confirmar tal encontro de terras e bens. filha do último morgado de Alviela. É do conhecimento. Maria da Conceição Avelar Freire. é a linhagem dos ramos que deram origem à árvore genealógica dos Costa Freire. um remoto parente. é para eles motivo de legitimo orgulho. que aquela família começou com Pedro Joaquim da Costa Feire. por ser olheiro. é a carta régia passada em 1749. quando da descoberta. em que a casa Costa Freire é reconhecida e brasonada. No entanto a tradição histórica que. Por tal serviço prestado à coroa. No seio da família ainda existe a crença que. recebeu benesses e foi feito fidalgo. da Índia. . de Salvaterra de Magos.

D. António Eliseu da Costa Freire. no Ribatejo. suposto gravador ex-librista . a linhagem tinha em Carlos Avelar da Costa Freire.59 Vários membros da família. Maria Henriqueta da Silva Santos Freire. A casa Costa Freire. em 1751. foi mandada construir em Salvaterra de Magos por. nos concelhos de Salvaterra. . Maria Eugénia da Costa Freire e D. onde possuía imensas propriedades. No início do século XX. estão referenciados como pertencentes aos serviços da casa real e. ao Almoxarifado de Salvaterra de Magos. tornando-se frade. Com os filhos: Henrique Avelar da Costa Freire. foram D. Coruche. Eugénia Avelar da Costa Freire (Torres) e Carlos Avelar da Costa Freire. após enviuvar encaminhou a sua vida para a privação religiosa. As Filhas deste último. Ernesto Avelar da Costa Freire. Na geanologia desta família. edificada na rua João Gomes. o início de um ramo geracional. enveredou os seus rendimentos na área da agricultura. José dos Santos Freire. falecido em 1924 que. XVI. Maria Luísa Santos da Costa Freire.que viveu no séc. consta ainda que um seu membro. foi casado com D. Benavente e Azambuja. casa opulenta para a época. O solar.

Carta Régia “ Dom João. me fez petição dizendo-me que ele vinha por legitima descendência da geração e linhagem dos Costas. honras. faço saber aos que esta minha carta virem que José dos Santos Freyre. rei de Portugal. por graça de Deus. Tavares e Freyres. e gozar de honra e armas que pelos merecimentos de seus serviços ganharão e lhe forão dadas affim dos privilégios. graças e mercês que por direito. Coelhos. recebendo fama e proveito. no século XIX. se salientou na arte de bem tourear. as quais gerações neste Reino são de Fidalgos de Linhagem e Cotta de Armas e me pedia por mercê que para memória dos seus antecessores se não perder e ele usar.60 No entanto ainda existe no seu Palacete. Almoxarife do Paço Real da vila de Salvaterra de Magos. recebidos por alguém da família que. de Salvaterra. e por bem dellas lhe pertencem. lhe mandece dar minha carta das ditas Armas que estavão registadas em livros dos registos das Armas dos Nobres e Fidalgos dos meus reynos que tem Portugal meu principal das Armas dos Nobres e Fidalgos dos meus reynos que tem Portugal meu principal Rey de Armas para o que me apresentou . uma sala recheada de troféus e boquettes de flores.

Tavares. não consta que o seja de raiz carnal. foi “beber” em familiares afastados. meu Dezembargador e Corregedor Cível. Este símbolo familiar. sendo de raiz fidalga. Rus e Coelho. pois o uso de tal distinção foi concedido.” Brasão A família Costa Freire (1).61 sua pertença de justificação de sua ascendência e nobreza proferida pello Doutor Francisco Xavier Porcille. (1) . estão instalados numa construção heráldica do tipo inglês. de Salvaterra de Magos. .Os seus quatro campos familiares. encontra-se exposto na famosa sala dos brasões. que dependiam de ramos genealógicos como: Os Costa. ou próximos. no palácio de Sintra. O seu escudo de armas.

Sebastião. Benavente e Salvaterra de Magos. sendo ao tempo pertença de uma ramo da familia Ferreira Roquette. no entanto deixou à vista e intacta uma casa apalaçda. foi um refugio da familia dos Condes de Almada. que no amplo terreno do seu interior. perdeu o seu antigo hospital. aquela habitação de campo. para festejos da fidalguia. pois opunham-se ao Liberalismo. no Largo de S. Nesta vila. Miguel. sendo leais a D. tenha ocorrido “brincos” com toiros. . que provocou grandes danos no país. Existem versões. entre várias habitações destruídas. O titulo. que aqui vinha passar grandes temporadas. Segundo alguns documentos. também assolou algumas povoações do Ribatejo – Samora Correia.62 XII ORIGEM DA GENOLOGIA DOS CONDES DE ALMADA O Terramoto de 1909. VXIII. que vinha do séc. construída em Salvaterra de Magos.

desde o tempo de Lopo Soares de Alvarenga. na freguesia dos Anjos. em Salvaterra de Magos. em 11 de Maio de 1815.63 Conde Almada é nobiliárquico. e confirmado por carta régia a 4 de Maio seguinte. Diz-nos a história. que beneficiava os seus descendentes. passou a ser pertença de proprietários particulares. Lourenço). no palácio do Rossio (hoje: Palácio da Independência). criado pela raínha D. Morreu em Lisboa. que o 1º Conde de Almada. Maria I. e na qual foi baptizado a 10 de Agosto (dia de S. mantendo-se ainda uma casa senhoril. dos séculos passados. representantes do condado de Arronches. Nasceu em Lisboa em 14 Julho de 1758 (dia de S. Lourenço José Boaventura de Almada. a favor de D. XX. em jazigo de familia. Lourenço José Boaventura de Almada. Foi sepultado debaixo do altar de Nossa Senhora das Dores (no Convento da Graça – Lisboa). em 29 de Abril de 1793. que enriquece a parca construção monumental. que consta já vinha dos seus antepassados. . Já no séc. foi também 13º Conde de Abranches (nome primitivo: Avranches) de nome D. Boaventura).

Maria Bárbara de Menezes. e de sua mulher D. Luiza Gonzaga de Lemberg. e foi sepultada defronte da Capela de Nossa Senhora das Dores. I. nascida a 24 de Setembro de 17. filha de D. Dama da Rainha D. Casou na freguesia da Ajuda (Lisboa). e de sua mulher Luise Gonzaga de Lemberg (Condessa de Rappach). Maria Ana d' Áustria. filha de D. Lourenço José.. em 2 de Maio de 1786. Teve descendência. e de sua segunda mulher D.64 D. . na Ilha Terceira. no interior da Igreja de S. Morreu a 22 de Novembro de 1801. José de Menezes da Silveira de Castro e Távora (Comendador de Valada e senhor do Morgado da Patameia. era filho de D. e de sua prima D. Angra do Heroísmo. filha de D. camarista da rainha de Hungria. R. a Princesa Anna Mana de Frautmadorf. Maria Bárbara José António da Mercês Lobo da Silveira Quaresma.. filha de Carlos Adolpho (Conde de Rappach). Violante Josefa de Almada Henriques (11ª condessa de Avranches e 10ª senhora de Pombalinho. Antão de Almada (14º senhor dos Lagares d`El–Rei. Francisco. com: D. Lourenço de Almada (9º senhor de Pombalinho). Fernando José Lobo da Silveira Quaresma ( 4º Marquês de Alvito e 4º Conde de Oriola). filha de Francisco José (Principe de Lemberg). e de S.

nascida em Torino a 17 de de Janeiro de 199 e faleceu em Lisboa. segundo filho varão de D. Em 1929. Casou com D. António Caetano Álvares Pereira de Melo. em 21 de Dezembro de 1996. foi aí que foi apresentada ao que viria a seu marido. em Colares. primeiro e único marquês de Cadaval (1894-1939). o casal veio para Portugal.65 XIII CASA CADAVAL ( DE MUGE) D. A marquesa teve . era descendente de uma familia aristocrata italiana. Valentina. era a terceira filha de Edmondo Nicolis (Conde de Robilant e Ceraglio). foi um nobre português. habitando a Quinta da Piedade. Quando do primeiro conflito mundial. Jaime Caetano Álvares Pereira de Melo. foi o 8º Duque de Cadaval. que nasceu em Viena em 1871 e faleceu em Roma em 1941. como enfermeira. Olga Maria Nicolis di Robilant (Álvares Pereira de Melo). foi sepultada no Mosuléu da familia em Muge (Salvaterra de Magos). colaborou na Cruz Vermelha. condessa de Mocenigo (1876-1950). Olga Maria. Recebeu o marquesado já no século XX. D. e de sua mulher D.

foram desenvolvidas actividades de cariz agricola. a lavoura em grande desenvolvimento naquelas terras. desde o Ducado de Cadaval. Nas terras de Muge. Maria II. Outros periodos históricos. por decreto de D. mas noutras propriedades.66 um especial papel na recuperação do património da família portuguesa. Já antes no séc. foi extinto o concelho de Muge e criada a Junta de Paróquia de N. especialmente vestigios de Concheiros. Manuel. não só em Sintra.. Muge tinha estado no centro das grandes decisões do país. No últimos anos do séc. foram encontrados alguns espaços arqueológicos. Em 1837. como a presença romana. em 1496. já sua pertença. XIX. Foi no seu Paço. Senhorada Conceição de Muge e incorporada no concelho de Salvaterra de Magos. eram bem visiveis naquela zona. mesmo no Porto de Sabugeiro e nas margens da . que o rei D. decretou a expulsão das minorias judaicas e muçulmanas. XV.

Vila Nova de Anços. ao longo dos séculos.67 Ribeira de Mugem. Vilalva. e de Alvor. não só em Sintra. Mãe de duas filhas. que angariava o seu sustento em trabalho todo o ano. S. pertencentes à ordem de Cristo. Carapito. Vila Ruiva. * Foi Alcaide-mor das vilas e castelos de Olivença. Barrancos. Peral. Mateus. sempre repartiu muitas benesses. Grandola. da ordem de S. aqui passava grandes tempuradas. A Condessa. Rabaçal. Albergaria. e tendo especial carinho pelas gentes de Muge. Póvoa. * Comendador das comendas de: Santo Isidoro (vila de Eixo). . SENHORIO Senhorio das terras de: Cadaval. Tornou-se grande benemérita portuguesa. Tentugal. Sardoal. Olga. ficaria viúva em 1939. até porque D. Anobra. Santa Maria de Marmeleiro (1). etc. Água de Peixes. ficaria viúva em 1939. Noudar. mãe de duas filhas. Álvaiazere. O povo de Muge. Muge. Arega. Tiago. sendo naquela casa. Cercal. Murtágua. Dedicou grande parte da sua vida na recuperação do património da família portuguesa. Santo André de Morais. ainda tem grande veneração. crindo mesmo casas sociais. Buarcos. Penacova. mas noutras propriedades. Santa Cristina.

Tendo a mesma varonia que a casa de Bragança. João V * Teve os cargos de Capitão . os de Marqueses de Vilhescas. * Na árvore genealógica que descende do ramo de D. dos reis de D. João IV. e 4º Conde de Tentugal. * Quando D.General da Cavalaria da Província da Estremadura. Pedro II e D. Afonso VI. João de Castro. Nuno Álvares Pereira. Condes de Gelves e Duques de Veragua. AS ARMAS As armas de Cadaval. * Pertenceu aos conselhos de estado e da guerra. filha de D. para além dos títulos atrás referidos. Joana de Castro. GENEALOGIA D.Alguns documentos dão-nos o seu nascimento em Cernache de Bonjardim e Flor da Rosa (Dic. foi aclamado rei de Portugal. os Marqueses de Ferreira. . Álvaro. senhor do Cadaval. Governador das Armas de Setúbal e Cascais. era filho do 3º Marquês de Ferreira. são as antigas da Casa de Bragança – Uma Aspa Vermelha em campo de prata e nela o escudo das quinas. História Portugal . também possuía em Espanha. D. porque descende de D.Joel Serrão) ************* Foi Noudar. Fernando – 2º Duque de Bragança e de sua mulher a Duquesa D. dois títulos que sempre se mantiveram juntos com o de Cadaval. da ordem de Aviz. 4º filho de D. entre outras cidades. seus pais. Álvaro.68 *********** (1) .

António Caetano Pereira de Melo. em 12 de Outubro de 1887 * Marquês de Cadaval.1894 * F.2. D. quis D. pela alegria do nascimento do Infante D. OS TITULARES DA CASA CADAVAL Foi 2º Duque de Cadaval. Nuno Álvares Pereira. a princesa D. D. D. Nuno. .25. Olga Nicolis Di Robilan . Jaime Caetano Álvares Pereira de Melo. N. casou com D. destes matrimónios descenderam muitos filhos. tomar parte na guerra do Alentejo. Caetano Álvares Pereira de Melo * 5º Duque de Cadaval. Nuno Álvares Pereira de Melo. tentou novamente alistarse no exército. filho do primeiro duque. proibiu-o de tal dislate. Ao longo da sua vida. em 20 de Março de 1641. pois fazia falta na corte. Jaime Álvares Pereira * 4º Duque de Cadaval. exerceu altos cargos e desempenhou funções políticas de grande interesse para o interesse do país. D.1939.7. D.* Mais tarde. Aos 19 anos de idade. D. D. o rei D. Tendo casado três vezes. após o nascimento. mas a rainha regente D. em 1658. o que lhe foi dada permissão. alguns dos quais foram encaminhados para a vida religiosa. que casou com D. Nuno. – 17. Margarida Armanda de Lorena.69 mudaram residência para Lisboa e D. Luísa de Gusmão. foram concedidos os títulos de Conde de Tentúgal. acumulado com o de Alcoutim * Com apenas 10 anos de idade. e da sua terceira esposa.* 3º Duque de Cadaval. Nuno Caetano Álvares Pereira de Melo * 7º Duque de Cadaval. Luís Ambrósio de Melo. até porque a rainha tencionava nomeá-lo General de cavalaria. por serem ilegítimos. D. D. Pedro. teve educação no paço real. Miguel Caetano Álvares Pereira de Melo * 6º Duque de Cadaval. com retroactivos de validade ao dia em que nascera. Graziela Zilleri dal Verme. Três anos. João IV. autargou-lhe o titulo de Duque de Cadaval.

************** ********** . Graziela Álvares Pereira de Melo (Cadaval) – Condessa de Schonborn.70 Filhos: D. pelo casamento com o Conde Schonborn Wiessetheid (Alemão). Olga Alvares Pereira de Melo (Cadaval) e D.

Também é Reconstruir – do Autor * Livro “ Seabras de Valada “ – Resenha da Genealogia e Quanto possivel biográfica. foram gentilmente obtidas e oferecidas por: Ana Paula Martins ********* . Da Revista a “Hora” . Também é Reconstruir – do Autor * Casas Brasonadas em Salvaterra – Caderno Nº 44. da Colecção “Recordar. extraídos da “Wikipédia” – enciclopédia livre *Alguns apontamentos s/ a Genealogia Brito. é Reconstruir – Do Autor *Revista a “Hora”. 1936 .1936 As fotos do Palacete e Brasão dos Seabras em Valada. Também. duma família do Ribatejo: Edição .Lisboa 1993 * Autor: António Seabra/ ou António José Seabra/ ou ainda António Correia de Sampaio Seabra * Caderno Nº44 “As Nobres Casas Brasonadas” – em Salvaterra de Magos – Colecção Recordar. da Colecção “Recordar.71 ********** Indice Bibliográfico usado: * Vila Histórica no Coração do Ribatejo – edições de 1985 e 1892 – autor * Os Brasões de Pedra da Vila – Caderno Nº 30.edição dedicada ao concelho de Salvaterra de Magos *Alguns apontamentos s/ Conde Monte Real. extraídos da “ WIkipédia” – enciclopédia livre *Alguns Apontamentos s/ Condes Armada. extraídos da “Wikipédia” – enciclopedia livre ******** Fotos do autor.

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