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Núcleo Gerador: Saberes Fundamentais (SF)

DR3 – Ciência e Controvérsias Públicas (CCP)

Colectânea de textos (pequenas citações com a indicação dos respectivos links


direccionando para a página original), seleccionados a partir de pesquisas
efectuadas no motor de busca "Google" e que se pretende ajudem a descodificar
o tema Ciência e Controvérsias Públicas (CCP) do Núcleo Gerador: Saberes
Fundamentais (SF) do Referencial de Competências-Chave de Nível Secundário,
relativo ao Processo RVCC no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades.

[Nota: Todos os Adultos/Formandos devem mencionar no seu PRA as fontes de todas as leituras que
efectuam, não podendo copiar ou plagiar, arriscando-se à expulsão do processo RVCC.]

Boas leituras...

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Co-incineração

Ao Homem associa-se a Inevitável produção de resíduos que é


necessário eliminar

Á existência humana é inevitável associar-se a produção de resíduos. O


trabalho para remediar/minimizar os problemas de contaminação tem de
ser paralelo ao conceito de desenvolvimento sustentável, de forma a
adaptar os meios de satisfazer as nossas necessidades actuais, sem causar
alterações nem colocar em perigo as próximas gerações.

Continuar a ler em:


http://efa-stc.blogspot.com/2008/06/co-incinerao.html

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http://www.educacao.te.pt/professores/index.jsp?p=133

Co-incineração
[...]
Vantagens
Como principais vantagens do processo de co-incineração de resíduos industriais em cimenteiras, os
cientistas destacam a taxa de destruição dos resíduos pelo processo de co-incineração ser superior à das
incineradoras; o facto de os fornos das cimenteiras, ao utilizar os calcários como matéria-prima principal,
terem um ambiente tipicamente alcalino e, por isso, comportarem-se como “lavadores” naturais dos gases;
o facto de, no processo de cozedura, as cinzas de combustão dos resíduos ficarem dissolvidas na estrutura
do próprio cimento e, finalmente, o custo do tratamento para os resíduos ser três vezes inferior ao de uma
incineradora.
Desvantagens
Como desvantagens os cientistas apresentam o facto de os fornos rotativos das cimenteiras não terem uma
temperatura uniforme, não garantindo que se evite a formação de compostos indesejados; os limites das
emissões das cimenteiras estarem abaixo dos exigidos para as unidades de incineração; os filtros deixarem
de funcionar (quando a laboração é interrompida) e os gases escaparem-se, praticamente sem tratamento,
pela chaminé devido ao facto de os filtros de mangas previstos para as cimenteiras não terem capacidade
para reter gases mais voláteis como o mercúrio (mas esta é uma questão operativa, que pode ser
facilmente resolvida, tornando as possíveis fugas residuais) e, por último, não estar suficientemente
estudada a questão das emissões de metais pesados pelas cimenteiras na sequência da queima de resíduos

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industriais perigosos, nem a incorporação destas substâncias cancerígenas no cimento (embora, regra
geral, este cimento seja transformado em blocos que são colocados em locais onde não há contacto directo
com as pessoas – as fundações, por exemplo).
Riscos para a saúde pública
Existem doenças que podem ser associadas à proximidade de uma incineradora, sobretudo no caso das
incineradoras de resíduos urbanos. No final da década de 1980, verificou-se, na Holanda, que os níveis de
dioxinas no leite junto a centrais de incineração eram três vezes mais elevadas do que noutros locais. A
Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública considera que não estão reunidas as condições técnicas
que permitam dizer que a co-incineração é a de menor risco para a Saúde Pública e considera que existem
argumentos que apontam para riscos não controlados.
Em Fevereiro de 2002, iniciaram-se os testes de queima de resíduos industriais perigosos no forno número
9 da cimenteira do Outão, na serra da Arrábida, sob o fogo de críticas provenientes da Quercus e do
Movimento de Cidadãos pela Arrábida, que engloba autarcas, ambientalistas e residentes na região.
Adaptado de Enciclopédia Universal, Texto Editora
Texto completo

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http://www.apagina.pt/

EUTANÁSIA: Homicídio qualificado ou suicídio assistido? O tabu


da "morte tranquila"
Muito recentemente, os portugueses tiveram oportunidade de assistir nas salas de cinema a um filme que
mostra como a vida – por vezes desafortunadamente – se pode tornar dramática ao ponto de não
desejarmos prolongar a existência.
O filme “Mar Adentro”, do realizador espanhol Alejandro Amenábar, retrata a condição humana de um
homem tetraplégico que, após 28 anos preso dentro de si mesmo, decide pôr termo à vida. A história de
Ramón Sampedro, o marinheiro galego, já correu mundo e tornou-se numa espécie de símbolo daqueles
que defendem que a vida nem sempre tem de ser vivida até ao fim da nossa existência biológica.
A eutanásia é uma questão extremamente controversa e tem dividido tanto a sociedade civil como a classe
médica ao longo da história. Desde o início da medicina moderna que os médicos tiveram de se confrontar
com pacientes que, vítimas de males incuráveis ou de situações limite de dor, pediam assistência para
antecipar a sua própria morte.
O termo Eutanásia provém do grego e etimologicamente significa "morte doce" ou "morte tranquila".
Como conceito, designa uma acção ou uma omissão que, pela sua natureza, ou pelo menos na intenção,
procura a morte com o objectivo de eliminar a dor física ou psicológica, estando habitualmente associada
a doentes que sofrem de doenças terminais, que se encontram em situação de morte cerebral ou de
imobilidade total e na dependência de terceiros. Na sua forma prática, é o processo através do qual alguém
causa deliberadamente a morte de outra a pedido desta última.
Continuar a ler em: http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=3950

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http://julieta-ferreira.com/blog/
O direito à morte
Maio 13, 2008
O direito à vida é uma prerrogativa básica que começa mesmo antes do nascimento de qualquer indivíduo
e é apresentado em forma de lei numa constituição societária. É assim que muito se tem debatido sobre a
cessação da vida intra-uterina ou o direito a uma morte com dignidade quando o paciente decide pôr termo
a uma existência de sofrimento onde é negada qualquer melhoria de condição. Para aqueles que seguem
um culto religioso, a vida é sagrada e só poderá ser terminada pelo Criador Divino mas, mesmo para
muitos dos que não seguem esse princípio, se torna difícil e complexo aceitar o direito à morte. Existe tal
direito? E, se existe, em que circunstâncias deve ser posto em práctica?
Quem decide acerca desse direito? O próprio ou os outros?
A regulamentação de uma sociedade ou Estado é feita por um grupo de indivíduos e sofre alterações
consoante as mentalidades desses indivíduos.
Na minha opinião, o direito à vida é válido quando protege o ser humano e lhe oferece um sistema ético e
judicial que o defende de procedimentos maléficos ou actos criminosos. E também no caso de uma
conduta clínica que observa o valor da vida humana e se empenha em ilibar o paciente de enfermidades e,
se possível, aumentar a qualidade de vida ou longevidade. Mas quando não se trata de um atentado ou a
medicina esgotou todos os seus recursos para preservar a vida daquele que sofre, porquê negar o direito à
morte àqueles que assim o desejam e deliberadamente manifestam essa intenção? Muitos alegarão que é
um acto contra a natureza ou até egoísta. Já não falando dos que acreditam que só Deus tem o direito de
acabar com a vida de qualquer criatura e condenam o aborto, suicídio ou eutanásia como abomináveis
crimes ou pecados capitais. Continuar a ler em: http://julieta-ferreira.com/blog/o-direito-a-morte.html

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http://dn.sapo.pt/

eutanásia em espanha
Amiga de Ramón Sampedro conta como o ajudou a morrer
Márcia augusto
Ramona Maneiro, amiga de Ramón Sampedro, o tetraplégico galego que passou 30 anos da sua vida numa
cama devido a um acidente, confessou publicamente como ajudou o amigo a morrer. As declarações de
Maneiro, sete anos depois da morte de Sampedro, relançam agora em Espanha a polémica sobre a
eutanásia. Continuar a ler em:
http://dn.sapo.pt/2005/01/14/sociedade/amiga_ramon_sampedro_conta_como_o_aj.html

http://ww2.publico.clix.pt/
Proposta aprovada por curta maioria
Luxemburgo será terceiro país da União Europeia a despenalizar eutanásia
20.02.2008 - 12h04 AFP

Os deputados luxemburgueses adoptaram ao final da tarde de ontem uma proposta de lei que irá
despenalizar a eutanásia, tornando-se assim no terceiro país da União Europeia a não sancionar os
médicos que ponham fim à vida de um doente terminal que o solicite.
Continuar a ler

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http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/

Clara Blanc pede a Sarkozy para morrer


Nicolas Sarkozy está novamente a ser pressionado com a questão da eutanásia. Depois do caso de Chantal
Sébire, que sofria de uma doença terminal e foi encontrada morta em sua casa depois de lhe negarem o
pedido de ‘eutanásia activa’; agora Clara Blanc faz um pedido semelhante
Ler em:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=87980&tab=community

http://www.apcp.com.pt/
Os Cuidados Paliativos
[...] O movimento moderno dos cuidados paliativos, iniciado em Inglaterra na década de 60, e que
posteriormente se foi alargando ao Canadá, Estados Unidos e mais recentemente( no último quarteirão do
século XX ) à restante Europa, teve o mérito de chamar a atenção para o sofrimento dos doentes
incuráveis, para a falta de respostas por parte dos serviços de saúde e para a especificidade dos cuidados
que teriam que ser dispensados a esta população.
Os cuidados paliativos definem-se como uma resposta activa aos problemas decorrentes da doença
prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que ela gera e de proporcionar a
máxima qualidade de vida possível a estes doentes e suas famílias. São cuidados de saúde activos,
rigorosos, que combinam ciência e humanismo.
Apesar da pertinência da resposta advogada pelos cuidados paliativos para as questões em torno da

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humanização dos cuidados de saúde e do seu inequívoco interesse público, o certo é que hoje, no início do
século XXI, este tipo de cuidados não está ainda suficientemente divulgado e acessível àqueles que deles
carecem.
[...] Os cuidados paliativos constituem hoje uma resposta indispensável aos problemas do final da vida.
Em nome da ética, da dignidade e do bem estar de cada Homem é preciso torná-los cada vez mais uma
realidade. Continuar a ler

http://www.advita.pt/
[...]
Segundo a definição da OMS– Organização Mundial de Saúde, em 2002, os Cuidados Paliativos:
* Proporcionam alívio da dor e de outros sintomas incomodativos e geradores de sofrimento.
* Afirmam a vida e vêem a morte como um processo normal.
* A sua intenção não é, nem apressar, nem adiar a morte.
* Integram os aspectos psicológicos e espirituais dos cuidados aos pacientes e oferecem um sistema de
suporte para os ajudar a viver tão activamente quanto possível até à morte.
* Oferecem um sistema de suporte para ajudar a família a lidar com a doença do paciente e com o período
de luto.
* Utilizam uma abordagem em equipa para responder às necessidades dos pacientes e suas famílias,
incluindo aconselhamento durante o período do luto quando necessário.
* Realçam a qualidade de vida e podem influenciar positivamente o decurso da doença.
* São aplicáveis desde cedo no decurso da doença, em conjunto com outras terapias que visam o

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prolongamento da vida, tal como a quimioterapia ou a radioterapia, e incluem as investigações necessárias
para melhor compreender e lidar com os incómodos das complicações clínicas.
Continuar a ler em: http://www.advita.pt/index.php?id=10,56,0,0,1,0

http://bond.com.pt/
Cuidados Paliativos
O conceito de arte pública surgiu durante os anos 60, para caracterizar um novo tipo de intervenção
artística no espaço público que se distinguia do tradicional monumento comemorativo. Desde o princípio
do século xx que diversos artistas como Rodin, Brancusi e Picasso realizaram obras de grande
modernidade, que rivalizaram com a linguagem da escultura monumental. Na realidade, muitos dos
elementos que caracterizavam esta linguagem – o pedestal, a verticalidade, a figuração – tornaram-se
obsoletos à medida que surgiam os novos movimentos de vanguarda.
Enquanto despontava a necessidade de romper definitivamente com as clássicas concepções monumentais,
os artistas começaram a interessar-se pelos espaços não convencionais da arte, explorando novos
territórios para as suas intervenções.
É nesse momento que o espaço urbano se torna num local por excelência da experimentação artística,
desencadeando inevitavelmente o desenvolvimento da arte pública.
http://bond.com.pt/livraria/pdf/artepublica/introducao.pdf

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http://clc-rvcc.blogspot.com/
CLC - NG7 - DR3 - Ciência e Controvérsias públicas
Competência: Formular opiniões críticas, mobilizando saberes vários e competências culturais,
linguísticas e comunicacionais.
Uma das mais importantes formas de afirmação que o indivíduo tem é através da palavra, pois esta é o
reflexo da sua cultura, dos seus saberes e também do seu carácter. A palavra - escrita ou oral - é o reflexo
do seu próprio emissor, pois espelha o que sabe e o que não sabe. Não admira pois que por vezes nos
surpreendamos com a capacidade que alguns têm de se expressar, de falar, de convencer os outros. Mas
também nos admiramos com o contrário, sobretudo quando é alguém que supostamente deveria possuir o
dom da palavra... Para nos conseguirmos expressar de forma loquaz, convincente, é muito importante o
domínio que temos dos conteúdos, dos temas, a cultura geral que possuimos e claro, a capacidade de
argumentação! Assim, a todo o momento, a sociedade exige a nossa mobilização enquanto cidadãos para
tomarmos partido, para agirmos, para intervirmos com a expressão da nossa opinião, tornando-nos
(co)responsáveis em muitas das decisões que se tomam quer a nível local, quer a nível nacional.
Critérios de evidência:
Cutura: Sou capaz de actuar perante debates públicos reconhecendo a multiplicidade de instituições,
agentes e interesses em presença.
Proposta de Trabalho: Identifique a nível nacional ou local uma intervenção (obra, painéis de azulejos,
monumentos, espaços públicos...) que tenha gerado polémica, pelo facto de não ser bem aceite pelas
pessoas que aí vivem ou por ser demasiado vanguardista, talvez desenquadrada do espaço circundante e
por isso controversa. Não se esqueça que este tipo de intervenção é sempre avaliada de duas formas: os
que estão de acordo e os que estão em desacordo. Para isso conta também a idade e a cultura de cada um,

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ou seja, para uma pessoa com mais idade, que tenha vivido sempre no mesmo local, será mais difícl de
aceitar a alteração, por exemplo, da traça tradicional da igreja matriz local.
Poderá também abordar este tema de outro ângulo, explorando por exemplo uma lei, um assunto que tenha
gerado polémica, obrigando a uma tomada de posição, a assumir uma opinião/ um dos lados...(co-
incineração, aborto, eutanásia, pena de morte, etc.).
Língua: Sou capaz de actuar individual e/ou colectivamente entendendo a língua e sua utilização – língua
portuguesa e/ou língua estrangeira – como forma de intervenção cívica e social e campo de conhecimento
científico.
Proposta de Trabalho: Recorde um qualquer momento da sua vida em que tenha sido necessário participar/
intervir com a sua opinião, de modo a impedir algo com que não concordava ou que tenha que ter
defendido os seus interesses, o seu ponto de vista, por exemplo num tema de interesse nacional - regra
geral polémico -, local, na escola do seu filho (por exemplo um projecto de trabalho de âmbito
escolar)...Como preparou a sua intervenção? Respeitou a opinião e o tempo de resposta de cada um?
Como estruturou a sua argumentação? Pensou numa forma de captar a atenção do(s) seu(s)
interlucutor(es), usando por exemplo materiais de apoio? Organize a sua reflexão de forma corente, bem
estruturada, ilustrando com exemplos que evidenciem realmente que detém esta competência linguística.
Comunicação: Sei actuar nas sociedades contemporâneas reconhecendo o papel central dos sistemas de
comunicação nas formas de intervenção e construção da opinião pública mundial?
Proposta de trabalho: Que meios utilizou para recolher informação, de modo a fundamentar bem a sua
intervenção (textos informativos/ jornalísticos; científicos/ técnicos...), para expressar os seus pontos de
vista? Soube depois expressá-los? De que forma? (debate público, folhetos informativo, porta-à porta,
blog...). Adaptou o seu registo oral/ escrito de acordo com os intervenientes/ interlocutores? (tipo de
linguagem utilizada, cuidada, familiar, científica/ técnica, etc.). Continuar a ler

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http://www2.fcsh.unl.pt/cadeiras/plataforma/foralinha/atelier/b/www/default.asp?edicao=03
Arte pública

As eternas incompreendidas
Obras de arte pública são pouco consensuais, mas muito comentadas

Quem faz o percurso a pé à beira-rio entre o Terreiro


do Paço e o Cais do Sodré, mais tarde ou mais cedo
acabará por esbarrar com um aglomerado de
metálicos gigantes vermelhos. Um círculo de
diâmetro seguramente três vezes superior à estatura
humana, ladeado por duas séries de arcos, enche um
pequeno jardim, por onde muitos passam e poucos
se detêm. Àqueles que, por uma rotina diária, se
cruzam com a obra todos os dias esta não inspira
qualquer significado, nem é pela beleza que enche a
vista. “Sinceramente, não me faz lembrar nada”,
repetem diversas pessoas. O Luís e a Susana, um
casal de jovens universitários de 23 anos, que
costumam atravessar o jardim, afirmam que “só
serve mesmo para quem ali dorme à noite, e
também de dia”.

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A dita obra, oferecida pelo Metropolitano de Lisboa à cidade, em 1995, é uma criação de Charter
d’Almeida. O simbolismo subjacente remete para a circularidade dos percursos, numa analogia ao espaço
próprio do metropolitano. Nem sequer é fácil, porém, reconhecer a perspectiva do autor, sobretudo quando
uma obra é abstracta e não possui qualquer legenda. Talvez alguns mais atentos tenham notado essa falta e
tomado a iniciativa da inscrição, assinando e “assassinando” o monumento.

Continuar a ler em:


http://www2.fcsh.unl.pt/cadeiras/plataforma/foralinha/atelier/b/www/view.asp?edicao=03&artigo=213

http://br.truveo.com/

Estátuas causam polêmica em Londres

Estátuas de valor elevado causam controvérsia entre especialistas de arte de Londres.

Ver vídeo aqui: UOL

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Nova lei do tabaco
A favor ou contra?
A nova lei do tabaco em Portugal, que entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 2008, limita o fumo em
locais públicos fechados e estabelece coimas que podem ir até aos 250 mil euros para os incumpridores.
Locais de trabalho, de atendimento directo ao público, estabelecimentos onde sejam prestados cuidados de
saúde, áreas de serviço, postos de abastecimento de combustíveis e parques de estacionamento cobertos,
são alguns dos locais interditos. Sendo ainda proibido fumar nos transportes públicos e nos
estabelecimentos de restauração ou de bebidas, incluindo os que possuam salas ou espaços destinados a
dança.
Muitas pessoas já se insurgiram perante a nova lei. Outras exultam uma medida que visa o bem estar geral.
CONTRA
Miguel Sousa Tavares acha “patético e até um atentado à liberdade das pessoas”, a proibição de se fumar
em cafés, bares, discotecas, hospitais, restaurantes, repartições públicas, entre outros, pois é-lhe “retirado
um bem muito precioso” e um prazer.
FAVOR
Já o CDS-PP é a favor da nova lei. De acordo com o deputado Hélder Amaral, "a proposta do Governo vai
no sentido da legislação adoptada, na generalidade dos países europeus, em relação aos malefícios do
tabaco e protecção dos não fumadores, no entanto esta precisa de ser mais equilibrada".
MEIO TERMO
Já Francisco Moita Flores escreve no jornal Correio da Manhã: “Desculpem lá, mas as coisas devem ser

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chamadas pelos nomes. Desde o princípio do ano que não se fala de outra coisa a não ser da lei
antitabágica. E escrevo com a tranquilidade dos estúpidos: sou fumador. Inveterado, diria mesmo,
empedernido. Várias vezes impelido a acabar com o vício para sempre, várias vezes reincidente. Meia
dúzia de dias passados sobre o radicalismo legal, estou satisfeito. Diminui as doses. Portanto, concordo
com a lei. Vulgarmente discordo, mas desta vez julgo que é uma boa medida. Tem apenas um pequeno
problema. É excessivamente portuguesa. Quando nos dá para reformar ou é o oito ou o oitenta. E agora
fomos até ao oitenta.” Continuar a ler

http://aeiou.visao.pt/Pages/default.aspx

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A


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Tabaco: Fumadores concordam com nova lei e reduziram consumo, estudo

2008-08-21 11:00:21
Lisboa, 20 Ago (Lusa) - A grande maioria dos fumadores concorda com a nova lei do tabaco e a totalidade
afirma ter reduzido, em média, 10 por cento do seu consumo diário de cigarros, concluiu um estudo.
Ainda a aguardar publicação, este estudo inquiriu em Abril 400 fumadores e 308 ex-fumadores e indica
que cerca de 31 por cento dos que fumam entre 10 e 19 cigarros reduziram o consumo diário.
Esta redução explica-se, segundo o estudo, pela proibição de fumar em locais públicos, principalmente no
local de trabalho (47,8 por cento) e em restaurantes/cafés (42,2 por cento).

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Desde a entrada em vigor da nova lei, em Janeiro, cerca de 73 por cento dos fumadores manifestou o
desejo de reduzir ou deixar de fumar e destes 34,5 por cento quer diminuir o número de cigarros
consumidos até deixar definitivamente de fumar.

http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200808218686266

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