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Método do caminho crítico_PERT-CPM

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Método do caminho crítico

O significado das siglas CPM e PERT; O algoritmo do caminho crítico; Primeiras e últimas datas de início e término de uma atividade; Durações determinísticas e probabilísticas. O método do caminho crítico refere-se a um conjunto de técnicas utilizado para o planejamento e o controle de empreendimentos ou projetos. Os fatores relativos a um empreendimento são três: prazo, custo e qualidade, e o método do caminho crítico é utilizado para o gerenciamento dos tempos e dos custos e também para permitir a avaliação dos níveis de recursos que são necessários para desenvolver o projeto. A aplicação desse método na programação da produção ocorre toda vez que devemos programar produtos únicos e não repetitivos. Um exemplo é a programação das atividades necessárias à construção de um navio, de transformador de grande porte, de uma turbina, entre outros. Existem dois métodos distintos: PERT e CPM. Modernamente, os cálculos são realizados por softwares, tais como o Microsoft Project (MS Project), e por isso apresentamos neste capítulo a lógica da montagem das redes e o algoritmo utilizado para a determinação do caminho crítico, não apresentando outros itens que decorram dos cálculos do caminho crítico pelo fato de serem mais facilmente executados com o auxílio de um dos softwares existentes. Do mesmo modo, apresentamos rapidamente o PERT, pois a prática nos mostra que sua utilização é bastante restrita, além de seus resultados não serem necessariamente muito corretos, dada a aproximação realizada para a distribuição de probabilidades que representa a duração de cada atividade. 14.1 Representação de um projeto

Um projeto é constituído por um conjunto de atividades independentes, mas logicamente ligadas, e pode ser representado por meio de uma rede, como a da figura 14.1.

2 A

B D

4 C 5

1 E Figura 14.1 Rede de um projeto 3 F

1

1.1 apresenta os seguintes dados: 2 . Determinar o tipo e a quantidade de recursos necessários para desenvolver a atividade. cada atividade do projeto é representada por um conjunto distinto de dois nós como sendo: • • • • • • A é representada pelo conjunto de nós 1. a quantidade e o custo de cada um dos recursos. e atividades que não apresentam dependência entre si.Na representação da figura 14. F é representada pelo conjunto de nós 3. as atividades D e F dependem do término da atividade E para que possa ser iniciadas. D é representada pelo conjunto de nós 3. Montar a rede do projeto. 14. desde que haja recursos disponíveis. a atividade B depende do término da atividade A para ser iniciada.2 Fases para a elaboração da rede do projeto As principais fases para a elaboração da rede do projeto são: • • • • • • • • • Definir o que é o projeto. verifica-se que não há atividades que precedam A e E que podem ser executadas em paralelo. Assim. Ainda.1 O projeto da Tabela 14. B é representada pelo conjunto de nós 2. 3. Exemplo 14. Identificar a lógica de seqüência que existe entre as atividades e verificar quais são as que. O objetivo é atribuir uma duração a cada atividade e determinar em quanto tempo é possível se completar o projeto. 2. 4. e. Determinar a duração de cada atividade. 5. 4. seu início e término. lógica e independentemente do nível de recursos existentes. C é representada pelo conjunto de nós 4. 5. Determinar o caminho crítico. do mesmo modo. mas com a condição de que as atividades abranjam o projeto todo. Determinar o custo de cada recurso. Por outro lado. E é representada pelo conjunto de nós 1. poderemos ter uma estimativa do custo do projeto e uma estimativa da quantidade física de cada um dos recursos alocados ao projeto em cada unidade de tempo. se para cada atividade designarmos o tipo do recurso que é necessário. Dividir o projeto em atividades de tal maneira que cada uma não tenha partes em superposição com outra. dependem de outra ou de outras. Elaborar o cronograma para programação do projeto.

ATIVIDADE A B C D E F Tabela 14.280.00/ dia = $ 1. 14.00 Soldador = 2 soldadores x 5 dias x $ 70. Depois de determinada a data média T de cada atividade.00/ dia = $ 2.100.00 Caminhão = 3 caminhões x 4 dias x $ 100. mas é uma variável aleatória que segue uma distribuição β de probabilidade.00/ dia = $ 1.00/ dia 300.00 Compactador de solo = 1 compactador x 2 dias x $ 100.080.00/ dia 90.00/ dia = $ 200.00/ dia 100. Duração pessimista: B.4 CPM Para a utilização do método CPM (critical path method). Para que o algoritmo de solução possa ser aplicado. 3 .200.00/ dia 100. deve-se determinar uma única duração para cada atividade e aplicar o algoritmo do caminho crítico. aplica-se o algoritmo do método do caminho crítico para determinação da duração do projeto.00/ dia = $ 700. Caso seja decidido utilizar o método PERT. 14.1 DURAÇÃO DIAS 3 5 4 3 7 2 TIPO DE RECURSO QUANTIDADE Operador de máquina Soldador Caminhão Operador de máquina Escavadeira Compactador de solo 1 2 3 1 1 1 CUSTO UNITÁRIO ($) 90. determina-se a duração média (T) da atividade pela expressão: T = (A + 4 x M + B) / 6 Essa aproximação é proveniente da hipótese de que sua duração não é fixa.00 O total de custo previsto para o projeto é igual a $ 5. a cada atividade atribuem-se três durações distintas: • • • Duração otimista: A.00 Escavadeira = 1 escavadeira x 7 dias x $ 300.00/ dia 70. poderão ser desenvolvidos cálculos estatísticos que mostram a probabilidade de um projeto ser terminado até uma certa data. Duração mais provável: M.3 PERT No método PERT (program evaluation and review technique).00.00/ dia Os custos seriam: Operador de máquina = 2 operadores x 6 dias x $ 90.

Para isso. Portanto. Conseqüentemente. a atividade D tem sua PDI em 7. que representa o início da atividade B. pela dependência apresentada na rede. iniciar cada atividade. • Início de F • 4 . se a atividade E é iniciada na data 0. Desejamos determinar a duração do projeto da Figura 14. seja a data média calculada pelo método PERT. deve terminar em 0 + 7 = 7.14. Portanto. como sua duração é 3. ou ti Inicialmente determinamos as primeiras datas de início – PDI. Início de D Para que a atividade D possa ser iniciada.2 Rede do projeto. determinamos que o projeto se inicia na data zero. logicamente. que representa o início da atividade D. Conseqüentemente. • Determinação das primeiras datas de início – PDI. que colocamos sobre o nó 2. por convenção. • Início de B Para que a atividade B possa ser iniciada. supomos que cada atividade tenha uma única data – seja a data atribuída pelo método CPM. as primeiras datas em que é possível. A rede do projeto é: 2 t2 T2 B 5 D 3 4 t4 T4 A 3 1 t1 T1 C 4 F 2 5 t5 T5 E 7 3 t3 T3 Figura 14. pela dependência apresentada na rede. ou seja. colocando o número 0 no nó 1.5 Algoritmo do caminho crítico Para a apresentação do algoritmo do caminho crítico. sempre observando as dependências entre as atividades.2. deve terminar em 0 + 3 = 3. se a atividade A é iniciada na data 0. a atividade B tem sua PDI em 3. a atividade A deve estar terminada. como sua duração é 7. início das atividades A e E. que colocamos sobre o nó 3. a atividade E deve estar terminada.

Nesse nó convergem as dependências de C e de F. A atividade F termina em: 7 + 2 = 9. Portanto.são as chamadas de atividades críticas. que deveria ser colocada sobre o nó 3. a atividade F tem sua PDI em 7. como sua duração é 7. a atividade E deve estar terminada. a atividade C somente pode ser iniciada na data 10. pela dependência apresentada na rede. é preciso que as duas atividades estejam terminadas. Portanto.Para que a atividade F possa ser iniciada. pela dependência apresentada na rede. nó de término do projeto. Conseqüentemente. Determinação das últimas datas de início das atividades – UDI. início da atividade C. ou ti A determinação das PDIs não significa que todas as atividades devem ser iniciadas na data marcada. mas somente que a atividade não pode ser iniciada antes daquela data. O término da atividade D ocorre na data: início de D + duração de D = 7 + 3 = 10. • Início de C Para que a atividade C possa ser iniciada. a atividade C termina em: data de início + duração = 10 + 4 = 14. 5 . o término da atividade B ocorre na data: início de B + duração de B = 3 + 5 = 8. sob pena de que a duração do projeto seja alterada .são as atividades que têm folga. No caso. 2 3 T2 B 5 D 3 4 10 T4 A 4 1 0 T1 C 4 5 E 7 3 7 T3 F 2 14 T5 Figura 14. No caso. deve terminar em 0 + 7 = 7. o projeto somente termina na data 14. A figura 14.3 • Rede do projeto – PDI. O projeto somente termina quando a atividade que demora mais termina. a atividade C depende do término das atividades B e D. se a atividade E é iniciada na data 0. a PDI para esse nó já foi obtida a partir da atividade D sobre o nó 2. • Data de término do projeto O nó de término do projeto é o nó 5. que marcamos no nó 4. que também representa o início da atividade F. Portanto. Existem atividades que devem ser iniciadas na PDI. Mas há aquelas que podem ter um relativo atraso em seu início . que marcamos no nó 5.3 apresenta as PDIs das atividades. para que o projeto termine.

Para isso. tanto a atividade D quanto a F poderiam ser iniciadas na data 14. colocamos embaixo do nó 5 a UDI = 14. A figura 14. se fosse selecionada a data 12. convergem as atividades C e F. marcamos as datas do fim para o começo da rede a partir da pergunta: qual seria a última data possível para o início da atividade sem que a duração do projeto fosse alterada? Inicialmente. Qual é a última data possível para iniciar as atividades D e F de forma a não alterar a duração do projeto? Devemos analisar cada atividade separadamente: UDI para D: 10 – 3 = 7 UDI para F: 14 – 2 = 12 A data a ser selecionada deve satisfazer a D e a F. contrariando a data de término (14). Portanto. • UDI no nó 4 Qual é a última data possível para iniciar a atividade C de forma a não alterar a duração do projeto? UDI = (UDI do nó 5) .duração de B = 10 – 5 = 5 • UDI no nó 1 Qual é a última data possível para iniciar as atividades A e E de forma a não alterar a duração do projeto? A análise a ser realizada é idêntica à análise feita para o nó 3.4 apresenta todas as datas. que atende às atividades D e F. que dura 4 . ou as últimas datas de início de cada atividade. há a atividade C. a data que deve ser colocada no nó é a data 7. resultaria que o projeto somente terminaria na data 19. a UDI do nó 1 é 0. • UDI no nó 2 Qual é a última data possível para iniciar a atividade B de forma a não alterar a duração do projeto? UDI = (UDI do nó 4) . a UDI é: 5 – 3 = 2. e para a atividade E a UDI é: 7 – 7 = 0. Contudo.. • Determinação do caminho crítico 6 . São as UDIs. Vejamos: para a atividade A. Portanto. assim. Nesse nó. se a atividade D iniciasse em 12 – e considerando que ela dura 3 e após D.duração de C = 14 – 4 = 10 • UDI no nó 3 Desse nó se originam as atividades D e F.Para que possamos determinar cada um dos tipos de atividade. devemos determinar as últimas datas em que ela pode ser iniciada sem comprometer a duração final do projeto.

as datas do nó seguinte devem ser iguais às datas do nó inicial mais a duração da atividade. Identificando esses caminhos. não críticas. 2. em cada nó da atividade PDI = UDI (tanto no nó inicial quanto no nó terminal). apresentam uma folga em suas durações. haverá um aumento na duração do projeto.5 ilustra o fato. 7 . Caso haja algum atraso na duração de qualquer uma das atividades do caminho 2 (EDC).5 Data 2 Data 2 = data 1 + duração ou Data 2a = data 1a + duração Data 2a Verificação de atividade crítica. Portanto. Uma maneira de reconhecer se uma atividade é crítica ou não consiste em verificar se a atividade atende às condições que seguem: 1. Data 1 Duração Data 1a Figura 14. As demais atividades. A figura 14.4 Rede do projeto – datas PDI e UDI. As atividades que formam o caminho crítico são denominadas atividades críticas.Entende-se por cainho a seqüência de atividades que ligam o início ao fim do projeto – no caso o nó 1 ao nó 5. este é o caminho que determina a duração do projeto e que é chamado de caminho crítico. temos: Caminho 1: ABC com duração 3 + 5 + 4 = 12 Caminho 2: EDC com duração 7 + 3 + 4 = 14 Caminho 3: EF com duração 7 + 2 = 9 2 3 5 B 5 D 3 4 10 10 A 5 1 0 0 C 4 5 E 7 3 7 7 F 2 14 14 Figura 14.

Efetuando a mesma análise para todas as atividades. temos: 0 = 1 0 Figura 14. assinalamos com um traço mais forte as atividades críticas na rede. 3 3 2 5 ≠ Logo. a atividade não é crítica. temos: 0 = 1 0 Figura 14.6 Atividade não crítica. No caso da atividade E.No caso da atividade A.8. 2 3 5 B 5 D 3 4 10 10 A 6 1 0 0 C 4 5 E 7 3 7 7 F 2 14 14 Figura 14.7 Atividade crítica. E. 7 7 3 7 = 0+7=7 Logo. A. a atividade é crítica. resultando a figura 14.8 Atividades críticas. 8 .

ou seja. utilizando somente recursos gráficos e ainda determinar prioridades no caminho crítico para não comprometer o prazo final.10. entre outras automaticamente.(duração da atividade) . Seria extremamente trabalhoso atualizar o cronograma diariamente. data final de projeto. caso a atividade não seja crítica. para o projeto da tabela 14. colocando-se uma barra proporcional à sua duração e adicionando-se uma barra final que representa a FT. análises estatísticas PERT. Imagine um cronograma com mais de cem atividades realizadas por departamentos diferentes e diversos fornecedores. A utilização de softwares para esse fim é necessária.1.O MS Project é um software para gerenciamento de projetos. que realiza as atividades de determinação de caminho crítico. cálculo de recursos e custos. O cronograma para o projeto é apresentado na figura 14. Conforme a evolução do projeto. sendo que todas as atividades têm um seqüenciamento lógico. 9 . A elaboração do cronograma é feita programando-se as atividades a partir de sua PDI. é possível com a utilização do software gerenciar as atividades para que se tenha o menor comprometimento do prazo final.9 apresenta a tela do gráfico de Gantt e gerenciamento das atividades no MS Project. • Elaboração do cronograma do projeto e determinação da folga total das atividades A folga total (FT) de uma atividade é definida como sendo: FT = (UDT) . e outros eventos não previstos na elaboração do projeto. A figura 14.(PDI) As atividades críticas têm as folgas iguais a 0. atrasos que ocorrem e atividades que encerram previamente. conforme a evolução do projeto.

13 e 14 como feriado. A figura 14. 10 .12 seguinte ilustra o relatório que se pode obter da utilização dos recursos durante o projeto. o software indicará quantas horas extras serão necessárias caso haja somente um operador. automaticamente a folga da atividade B desaparecerá. Mas. pois que B somente poderia ser iniciada na data 5.0 A B C D E F A 3 5 FT B 7 E FT = 5 – 3 – Ø = 2 10 FT = 10 . Isso é importante. isoladamente. Note que. O cronograma em gráfico de Gantt também pode ser realizado pelo MS Project. 7.5 – 3 = 2 10 C 14 Crítica D 10 Crítica 7 Crítica 7 F 9 FT 14 FT = 14 – 2 . por exemplo. considerando os dias 6. se a atividade A tiver seu término na data 5. As folgas do cronograma indicam que cada atividade pode.10 Cronograma do projeto. pois o programa já tem um calendário no qual é possível programar todos os feriados do ano. utilizando toda a folga da atividade.7 = 5 FT 8 Figura 14. o projeto atrasaria.11 mostra o gráfico de Gantt. para o operador de máquina. atrasar até aquela data terminal. e caso não terminasse até a data 10. que podem ser uma surpresa no meio de um projeto. A figura 14.

No caso. 2 A. 3 E. 2 5 D. há dois caminhos críticos: A → D = 15 e B → C → D = 15 A figura 14. 7 C. c) O cronograma e as FTs de cada atividade. 3 G.14.13 Rede do projeto.14 apresenta a solução.15 apresenta o cronograma. 8 Solução A figura 14. 4 F. Dada a rede da figura 14. 3 1 B.13. b) O(s) caminho(s) crítico(s). 11 .6 Exercícios resolvidos 1. 4 4 Figura 14. determinar: a) As PDIs e as UDIs de cada atividade.

6 H. 2 C. 3 1 B. 3 G.16.16 Rede do projeto. c) O cronograma e as FTs de cada atividade. determinar: a) As PDIs e as UDIs de cada atividade.17 apresenta a solução. 2 A. b) O(s) caminho(s) crítico(s). Dada a rede da figura 14. 3 5 F. 4 Solução A figura 14.1. 2 4 Figura 14. 12 . No caso há um caminho crítico: B → C → H = 14. 5 E. 3 D.

7 6 5 G. 4 2 D. 14. determinar: a) As PDIs e as UDIs de cada atividade. 3 B.18 apresenta o cronograma.20 apresenta a solução. 3 1 A. 6 Solução A figura 14. 3 E.19 Rede do projeto. F. 8 C. 1. 7 4 Figura 14. c) O cronograma e as FTs de cada atividade. Dada a rede da figura 14.19. No caso há somente um caminho crítico: A → D → F → G = 25 13 .18 Cronograma do projeto. b) O(s) caminho(s) crítico(s).A figura 14.

o gerente do projeto deseja reduzir o tempo do projeto e decidiu alocar mais recursos à atividade C. para que esse caminho fosse crítico. 2. No exercício 1.A figura 14. fazendo com que sua duração passasse a 2 (inicialmente era 3). no projeto do exercício 2. E deveria durar 2 a mais. que dura 10. A duração do projeto não será alterada. 14 . deveria ter uma duração igual a 5. Portanto. qual deveria ser a duração mínima da atividade E para que houvesse mais um caminho crítico de duração 12? Solução A atividade E faz parte do caminho B → E → F. ou seja. existem dois caminhos críticos: A → D e B → C →D. 1. pois a ação do gerente reduz apenas um dos caminhos críticos.21 apresenta o cronograma. O gerente agiu corretamente? Solução No caso.

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