1 PUCPR – CCET – Curso de Engenharia Civil – Grade Curricular para Ingressantes a partir de 2007 1º Ano

1º Semestre
Cálculo Diferencial e Integral I Geometria Analítica e Álgebra Linear I

2º Ano
1º Semestre
Cálculo Diferencial e Integral III

3º Ano
1º Semestre 2º Semestre

4º Ano
1º Semestre
Transportes e Logística I

5º Ano
1º Semestre
Estradas e Pavimentação I

2º Semestre
Cálculo Diferencial e Integral II Geometria Analítica e Álgebra Linear II

2º Semestre
Cálculo Diferencial e Integral IV

2º Semestre
Transportes e Logística II

2º Semestre
Estradas e Pavimentação II

Cálculo Numérico I

Cálculo Numérico II

Engenharia Geotécnica I

Engenharia Geotécnica II

Engenharia Geotécnica III

Engenharia Geotécnica IV

Engenharia Geotécnica V

Engenharia Geotécnica VI

Física I

Física II

Mecânica Racional I

Mecânica Racional II

Resistência dos Materiais I

Resistência dos Materiais II

Teoria das Estruturas I

Teoria das Estruturas II

Estruturas de Edifícios I

Estruturas de Edifícios II

Topografia I

Topografia II

Probabilidade e Estatística I Fenômenos de Transporte e Hidráulica I

Probabilidade e Estatística II Fenômenos de Transporte e Hidráulica II Engenharia de Recursos Hídricos I Engenharia de Recursos Hídricos II

Concreto Armado I

Concreto Armado II Engenharia Sanitária e Ambiental II

Concreto Protendido I

Concreto Protendido II

Geometria Descritiva e Des. Técnico I

Geometria Descritiva e Des. Técnico II Processos do Conhecer

Engenharia Sanitária e Ambiental I

Aço e Madeira I

Aço e Madeira II

Filosofia

Ética

Cultura Religiosa

Engenharia de Pontes I Engenharia Legal e Segurança do Trabalho I

Engenharia de Pontes II Engenharia Legal e Segurança do Trabalho II Trabalho de Conclusão de Curso II Estágio Supervisionado II

Materiais de Construção I

Materiais de Construção II

Materiais de Construção III

Materiais de Construção IV

Construção Civil I Introdução à Engenharia Civil II

Construção Civil II

Construção Civil III

Construção Civil IV

Instalações Prediais I

Instalações Prediais II

Trabalho de Conclusão de Curso I Estágio Supervisionado I

Introdução à Engenharia Civil I

Administração e Economia I

Administração e Economia II

Projeto Comunitário

Atividades Complementares Núcleo Básico Núcleo Complementar Construção Civil e Arquitetura

Atividades Complementares Estruturas

Atividades Complementares

Atividades Complementares Geotecnia

Atividades Complementares

Hidráulica, Saneamento e Meio Ambiente Transportes

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Organização curricular do Curso de Engenharia Civil do CCET-PUCPR, para ingressantes a partir de 2007
1º ano – 1º semestre Programas de Aprendizagem Cálculo Diferencial e Integral I Física I Geometria Descritiva e Des. Técnico I Geometria Analítica e Álgebra Linear I Introdução a Engenharia Civil I Materiais de Construção I Topografia I Total 1º ano – 2º semestre Programa de Aprendizagem Cálculo Diferencial e Integral II Física II Geometria Descritiva e Des. Técnico II Geometria Analítica e Álgebra Linear II Introdução a Engenharia Civil II Materiais de Construção II Topografia II Processos do Conhecer Total 2º ano – 1º semestre Programa de Aprendizagem Cálculo Diferencial e Integral III Cálculo Numérico I Construção Civil I Mecânica Racional I Materiais de Construção III Fenômenos de Transporte e Hid. I Probabilidade e Estatística I Total 2º ano – 2º semestre Programa de Aprendizagem Cálculo Diferencial e Integral IV Cálculo Numérico II Construção Civil II Mecânica Racional II Materiais de Construção IV Fenômenos de Transporte e Hid. II Probabilidade e Estatística II Total AT 3 0 0 2 2 2 0 9 AP 0 2 3 2 2 2 2 13 Créd. 3 1 2 3 3 3 1 16 Horas 54 36 54 72 72 72 36 396 MT 60 0 0 60 60 60 0 MP 0 30 30 30 30 30 30 AT 3 0 0 2 2 2 0 9 AP 0 2 3 2 2 2 2 13 Créd. 3 1 2 3 3 3 1 16 Horas 54 36 54 72 72 72 36 396 MT 60 0 0 60 60 60 0 MP 0 30 30 30 30 30 30 AT 3 2 0 3 0 0 0 2 10 AP 0 2 3 0 2 2 4 0 13 Créd. 3 3 2 3 1 1 2 2 17 Horas 54 72 54 54 36 36 72 36 414 MT 60 60 0 60 0 0 0 60 MP 0 30 30 0 30 30 30 0 AT 3 2 0 3 0 0 0 8 AP 0 2 3 0 2 2 4 13 Créd. 3 3 2 3 1 1 2 15 Horas 54 72 54 54 36 36 72 378 MT 60 60 0 60 0 0 0 MP 0 30 30 0 30 30 30

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3º ano – 1º semestre Programa de Aprendizagem Resistência dos Materiais I Engenharia de Recursos Hídricos I Construção Civil III Administração e Economia I Engenharia Geotécnica I Filosofia Total 3º ano – 2º semestre Programa de Aprendizagem Resistência dos Materiais II Engenharia de Recursos Hídricos II Construção Civil IV Administração e Economia II Engenharia Geotécnica II Ética Total 4º ano – 1º semestre Programa de Aprendizagem Transportes e Logística I Teoria das Estruturas I Engenharia Sanitária e Ambiental I Concreto Armado I Instalações Prediais I Engenharia Geotécnica III Cultura Religiosa Total 4º ano – 2º semestre Programa de Aprendizagem Transportes e Logística II Teoria das Estruturas II Engenharia Sanitária e Ambiental II Concreto Armado II Instalações Prediais II Engenharia Geotécnica IV Projeto Comunitário Total AT 2 0 2 0 0 0 0 4 AP 2 3 2 3 3 2 0 15 Créd. 3 2 3 2 2 1 1 14 Horas 72 54 72 54 54 36 36 378 MT 60 0 60 0 0 0 0 MP 30 30 30 30 30 30 0 AT 2 0 2 0 0 0 2 6 AP 2 3 2 3 3 2 0 15 Créd. 3 2 3 2 2 1 2 15 Horas 72 54 72 54 54 36 36 378 MT 60 0 60 0 0 0 60 MP 30 30 30 30 30 30 0 AT 2 2 2 0 0 2 8 AP 2 2 2 2 2 0 10 Créd. 3 3 3 1 1 2 13 Horas 72 72 72 36 36 36 324 MT 60 60 60 0 0 60 MP 30 30 30 30 30 0 AT 2 2 2 0 0 2 8 AP 2 2 2 2 2 0 10 Créd. 3 3 3 1 1 2 13 Horas 72 72 72 36 36 36 324 MT 60 60 60 0 0 60 MP 30 30 30 30 30 0

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5º ano – 1º semestre Programa de Aprendizagem Estradas e Pavimentação I Engenharia de Pontes I Concreto Protendido I Estágio Supervisionado I Aço e Madeira I Estruturas de Edifícios I Trabalho de Conclusão de Curso I Engenharia Legal e Seg. do Trabalho I Engenharia Geotécnica V Total 5º ano – 2º semestre Programa de Aprendizagem Estradas e Pavimentação II Engenharia de Pontes II Concreto Protendido II Estágio Supervisionado II Aço e Madeira II Estruturas de Edifícios II Trabalho de Conclusão de Curso II Engenharia Legal e Seg. do Trabalho II Engenharia Geotécnica VI Sub-Total Atividades Complementares AT 2 2 2 0 2 0 0 2 0 10 0 AP 2 0 0 4 0 2 1 0 2 11 0 Créd. 3 2 2 2 2 1 1 2 1 16 0 Horas 72 36 36 72 36 36 18 36 36 378 180 MT 60 60 60 0 60 0 0 60 0 MP 30 0 0 30 0 30 30 0 30 AT 2 2 2 0 2 0 0 2 0 10 AP 2 0 0 5 0 2 1 0 2 12 Créd. 3 2 2 3 2 1 1 2 1 17 Horas 72 36 36 90 36 36 18 36 36 396 MT 60 60 60 0 60 0 0 60 0 MP 30 0 0 30 0 30 30 0 30

Total Geral:

Carga Horária: Atividades Complementares: Carga Horária Total: Total de Créditos:

3.762 horas 180 horas 3.942 horas 152 créditos

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Ementas, temas de estudo e bibliografia dos Programas de Aprendizagem do Curso – Ingressantes a partir de 2007 (Anual)
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I (1º Período – 1º Ano)

Ementa: Números reais. Funções reais de uma variável real. Derivadas e aplicações. Integrais indefinidas imediatas. Integral definida e aplicações ao cálculo de áreas de regiões planas e volumes. Temas de Estudo: • Números reais. Os números reais. Valor absoluto de um número real. Intervalos. • Funções reais de uma variável real. Definição, domínio, imagem e gráfico de uma função. Funções polinomiais e racionais. Funções pares e ímpares, injetoras e sobrejetoras. Função inversa. Funções exponencial e logarítmica. Funções trigonométricas e trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. • Limite e continuidade. Definição e propriedades do limite. Limites laterais. Limites infinitos e limites no infinito. Assíntotas horizontais e verticais. Definição e propriedade de funções contínuas. Teorema do valor intermediário. • Derivadas e aplicações. Definição de derivada. Interpretações geométrica e física. Diferenciabilidade e continuidade. Regras de derivação. Derivada da função composta (Regra da cadeia). Derivação de funções dadas implícitamente. Aplicações das derivadas. Taxas relacionadas. Teorema do valor médio. Análise do comportamento das funções. Esboço do gráfico de funções. Máximos e mínimos. Formas indeterminadas e Regras de L´Hospital. • Integrais indefinidas imediatas. Primitiva de uma função. Integral indefinida. Integrais imediatas. • Integral definida. Definição e propriedades. Teorema Fundamental do Cálculo. Aplicação da integral ao cálculo de áreas. Área em coordenadas polares. Volume de um sólido qualquer. Volume de sólidos de revolução. Bibliografia básica: FLEMING, D. M., GONÇALVES, M. B. Cálculo A. 2. ed. São Paulo: Makron Books 2006. Bibliografia Complementar: GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Vol. 1 e 2. São Paulo: LTC, 2002. THOMAS, G. B. Cálculo. Vol. 1. São Paulo: Addison-Wesley, 2002. ANTON, H. Cálculo, um novo horizonte. Vol. I e II. São Paulo: Bookman, 2000. MARIANI, V. C. Maple: Fundamentos e aplicações. São Paulo: LTC, 2005. FÍSICA I (1º Período – 1º Ano)

Ementa: Medidas em Física e Vetores. Movimento em Uma Dimensão. Movimento em Duas e Três Dimensões. Leis de Newton (Força e Movimento). Energia Cinética e Trabalho. Energia Potencial e Conservação da Energia Mecânica. Sistemas de Partículas e Colisões. Temas de Estudo: • Medidas de grandezas físicas • Sistema Internacional de unidades, transformações de unidades. • Operações com vetores. • Velocidade média e instantânea. • Movimento em duas e três dimensões. • Aplicações da segunda lei de Newton.. • Leis do atrito, aplicações. • Trabalho de força constante e força variável.

Física. bidimensional e tridimensional. • Métodos Descritivos. SERWAI. Bibliografia Básica: SCHLEMM. Temas de Estudo: 1 .Sistemas de coordenadas. Planificação de poliedros. São Paulo: Editora Tomson. sd.ed. • Aplicações gráficas. Malcolm J. operações. São Paulo: Makron Books. • Projeções ortogonais • Perspectiva paralela. Bibliografia básica: RAYMOND. Alfredo dos R.GETTYS. 2 . 1 e 2. Conceito de forças conservativas. • Planificação de poliedros. expressão analítica. 3ª Ed. Física. vetorial e misto. Interseções..W. Geometria descritiva aplicada. Energia Mecânica. GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA LINEAR I (1º Período – 1º Ano) Ementa: Sistema de coordenadas. GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO I (1º Período – 1º Ano) Ementa: Interpretação e elaboração de esboços e desenhos técnicos por meio manual: Instrumentos e material de desenho. V. São Paulo: Nobel. Bibliografia Complementar: MACHADO. V. YONG. Colisões elásticas e inelásticas. 1 e 2. Definições. .Edward. David. Hugh. John W. produtos escalar. Aplicações gráficas em projetos de engenharia. Sistema cartesiano no espaço unidimensional. • Interseções. SEARS. A. Estudo das cônicas. V. 1. Curitiba: Educa. Princípios de física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. Projeções ortogonais. RESNICK. propriedades. • Cortes e seções em peças. Métodos descritivos. Noções de Geometria Descritiva. KELLER. Ardevan. Escalas. WALKER. São Paulo: Addison Wesley. Estudo da reta no espaço tridimensional. Impulso e momento linear. 1.. São Paulo: Nacional. PRÍNCIPE Jr. Frederick j. 1967. decomposição. ed. Mark. Robert. 17. Estudo do plano. Bibliografia Complementar: HALLIDAY.. Roberto A. Geometria Descritiva.Vetores no espaço.6 • • • • • • • Energia ciética Energia potencial gravitacional Energia elástica. Vetores no espaço. DEMETERCO. 2. Fundamentos de física. Aramis. Jearl. Francis. Distâncias. 1966. Perspectiva paralela. ZEMANSKI.. V. Temas de Estudo: • Tipos de projeções.

ed. 6. ed. ortogonalidade e coplanaridade de duas retas. softwares. Background pessoal.7 3 . 1996. São Paulo: Makron Books. Bibliografia Complementar: REIS. 212 p. 144 p. agendas e bancos de dados. 232 p. 5. DE CAROLI. São Paulo: McGraw-Hill. Geometria analítica. Equações. STEINBRUCH. Jacir J. O papel social e político do engenheiro. História da engenharia. 2. Serviços básicos de engenharia na Teoria e na Prática. 12. 1987. ed. Campinas: Papirus. . 6 . 4 . Normas técnicas. 8. Exercícios de geometria analítica. 5.Plano. Paulo. 385 p. Alésio. 1. 1991. Genésio Lima dos. 292 p. Jacir J. Atuação prática em alvenaria e serviços afins. ed. ed. OLIVEIRA. A informatização na engenharia. Identificação de expectativas e mitos: Por que engenharia civil? Que esperam do curso. Unificado. Palestras com alguns professores. Paulo. de uma reta com um plano. Curso de Engenharia Civil . O papel científico e tecnológico do engenheiro. Criatividade. interseção de dois planos. circunferência e hipérbole. Campos de atuação do engenheiro civil. Entre dois pontos. Que imaginam serem as funções e o trabalho do engenheiro. Parábola. Alfredo.Reta no espaço tridimensional. Qualidade e segurança na Engenharia Civil. Ivan de Camargo. 1987. Os órgãos de classe. ângulo de duas retas. de reta com plano. WINTERLE. 232 p. entre dois planos. ed. 2. Vetores.. Curitiba: Artes Gráficas Ed. Cônicas e quádricas. 7. de uma reta a um plano. VENTURI. INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL I (1º Período – 1º Ano) Ementa: O mercado de trabalho. FEITOSA. São Paulo: Graf.Cônicas. São Paulo: McGrawHill. Cronograma de vida. Temas de Estudo: 1. 4. condições de paralelismo. 242 p. ed. Paulo. 11. 9. Técnicas de estudo e organização: Organização: arquivos. 2. Atuação prática em canteiro de obras. BOULOS. 5 . Francisco. Geometria analítica: um tratamento vetorial. Que esperam da profissão. Miguel Oliva. interseção. ângulo: de dois planos. Geometria analítica. CALLIOLI.currículo: Apresentação do currículo. Visitas a laboratórios. Equações. 2000. BLASI. ed. entre duas retas de um ponto a um plano. VENTURI. Rio de Janeiro: LTC. Computadores pessoais. 1991. de um ponto a uma reta. Álgebra vetorial e geometria analítica. geometria analítica: teoria e exercícios. Valdir Vilmar da. 5. SILVA. A biblioteca – como utilizar. Carlos A. Introdução ao projeto de engenharia. Dissertação breve de cada programa de aprendizagem – Objetivos. LPM. Produtividade. Curitiba: Editora da UFPR. Campos de atuação do engenheiro civil. elipse. posições relativas de duas retas. 1994. 2. Atuação prática em carpintaria. 10. 6. Bibliografia Básica: WINTERLE. 3.Distâncias. Vetores e geometria analítica. Atuação prática básica. Técnicas de estudo em grupo.

. Barcelona: G. 2. O Nome da Rosa. V. W. métodos de moldagem e aplicações • Estudo da água: potável e industrial. A. R. reconhecimento através da chama. Bibliografia Complementar: FALCÃO BAUER. Bibliografia Complementar: MUNRO. • Corrosão: tipos mais comuns. W. M. ed. Rio de Janeiro: LTC. Avaliação das ordens de grandeza dos sistemas de medida. GOMIDE. categorias. T.. 1979. da UFSC. Introdução à Engenharia. PINI. • Tintas e vernizes: tintas a base de água. obtenção. rev. A técnica de edificar. capacidade de desmonte e aplicações. SANTOS. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I (1º Período – 1º Ano) Ementa: Aplicação e interpretação de resultados de experiências químicas e práticas na área de materiais aplicados à engenharia civil. PEREIRA. • Cal e cal hidratada: generalidades. São Paulo: R. 3. Aprendendo a estudar... ed. 2003. V. Corrosão. matérias primas. 2007. matérias primas. fabricação. poder calorífico. Vicente. específicas e genéricas. processo de fabricação. planos e de segurança. substituição pelo gás natural. Bibliografia Básica: AZEVEDO NETTO. C. métodos de prevenção e controle. Uma visão futurológica da engenharia civil. YAZIGI. São Paulo: Ed. 2005. GOMIDE. matérias primas. Os sete saberes necessários à educação do futuro. D. E. M. Bibliografia Básica: BARRON.. argamassas e suas aplicações. Materiais de Construção. Gili. Rio de Janeiro: Editora Ao Livro Técnico. . • Cerâmica: histórico. A. M. BOTELHO. • Ferro e ligas metálicas: estudo e verificação dos diversos tipos de ligas metálicas e suas aplicações. Pini Ltda. Temas de Estudo: • Cimentos e aglomerantes: histórico. GENTIL. incrustações e corrosão. L. Ed. Florianópolis: Ed. BAZZO. 1991. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 1952. Harry. Martin. • Explosivos. Manual de saneamento de cidades e edificações. • Plásticos: noções de macro moléculas. Reynaldo. Estudo do impacto químico ao meio ambiente das obras. 1996. 2005. 6. Rio de Janeiro: LTC. TAMAK. Lloyd A. reciclagem.8 13. Bilbao: Urmo. M. MORIN. Modelagem matemática de fenômenos e processos físicos e químicos.A.. polimerização. processos de tratamento de efluentes e afluentes. ed. H. conceito de dureza e medidas de dureza. Rio de Janeiro: DP&A. Ed. Plásticos modernos.. Gestão de materiais de construção. detonadores e retardadores: composição química. A. 1976. Estequiometria industrial. Quimica en ingenieria. Gomide. 2006. generalidades. Volumes I e II. 2000. • Vidro e vidro temperado: processo produtivo e aplicações de vidros comerciais. L. 1998. propriedades e aplicações. análise de situações clássicas. evolução das aplicações.. • Gesso: novas utilizações. J. aplicações em diversos substratos e resistência a diversos agentes externos. São Paulo: Cortez. utilização e novos desenvolvimentos. • Combustíveis e lubrificantes: obtenção industrial.

Derivadas parciais. • Ângulos de orientação (azimutes e rumos). Integração das funções racionais por decomposição em frações parciais. Técnicas de manipulação dos dados levantados. Centro de massa. J. Área em coordenadas polares. A. Área de superfícies de revolução. Domínio e imagem. com enfoque na diversidade de instrumentos e técnicas para a obtenção de medidas de campo. 2000. Apostila. • Unidades de medidas e conversões. São Paulo: Edgard Blücher. LOCH. J. • Funções reais de várias variáveis reais. 1980 a 1999. Aplicações da integral definida. de C. Viçosa: UF de Viçosa. • Cálculo de azimutes em função de ângulos internos. Integração por substituição trigonométrica. Temas de Estudo: • Métodos de integração. Integrais impróprias.Execução de levantamento topográfico. A. 1978. 1994. Relação dos métodos e técnicas abordados com os resultados obtidos. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II (2º Período – 1º Ano) Ementa: Métodos de integração. B. Topografia: aplicada à engenharia civil. Limite e continuidade. Topografia contemporânea: planimetria. Rio de Janeiro: ABNT. 2000. • Navegação espacial (GPS). COMASTRI. C. L. Comprimento de curva dada em forma paramétrica. Curvas e superfícies de nível.9 TOPOGRAFIA I (1º Período – 1º Ano) Ementa: Metodologia para o planejamento e realização de levantamentos plano-altimétricos. Temas de Estudo: • Apresentação da disciplina. Florianópolis: UFSC. 1992. Cálculo de áreas e volumes. • Classificação de erros nos levantamentos. BRANDALIZE. CORDINI.. Bibliografia Básica: ESPARTEL. equipamentos e acessórios. • Medida direta de distâncias: métodos. C. • Definições básicas. Rio de Janeiro: Globo. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Curso de topografia. Apontamentos de Topografia. M. TULER. 1998. • Medida indireta de distâncias: métodos. Comprimento de curva em coordenadas polares. objetivos. • Aplicações da integral definida.. • Medida direta de distâncias: aplicação. BORGES. 321p. Definição de função real de várias variáveis. Bibliografia Complementar: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro: ABNT. Integrais impróprias. Integração por partes. C. . Funções reais de várias variáveis reais. equipamentos e acessórios. 2v. Topografia: altimetria. • Grandezas medidas nos levantamentos. ABNT NBR 14166:1998 . Integração das funções trigonométricas.Rede de referência cadastral municipal: procedimento. J. Representação gráfica de funções de duas variáveis. ABNT NBR 13133:1994 . • Escalas de representação dos levantamentos. • Cálculo de áreas (Método de Gauss). Comprimento de gráfico de uma função. Mudança de variável na integral. divisão.

ANTON. V . Princípios de física. W.: GONÇALVES. Definição de derivadas parciais. . H. D. São Paulo: Addison Wesley. • Grandezas básicas da mecânica dos fluidos. GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO II (2º Período – 1º Ano) Ementa: Interpretação e elaboração de esboços e desenhos técnicos por meio manual: Aplicação dos princípios da geometria descritiva na elaboração do desenho topográfico e do desenho arquitetônico.F. Continuidade de funções de várias variáveis. • Transferência de calor. KELLER. • Dilatação em sólidos e líquidos. Física . Bibliografia Básica: RAYMOND. 2006. Cálculo. WALKER. Movimento ondulatório. GETTYS. Jearl. Cálculo. São Paulo: Makron Books. • Primeira Lei da Termodinâmica. GUIDORIZZI. Teorema de Schwarz. David. • Absorção de calor em sólidos e líquidos. 2002. São Paulo: Editora Tomson. Interpretação geométrica. I e II: São Paulo: Bookman.10 • Limites e continuidade. MORGADO.. • Derivadas parciais. M. • Ondas estacionárias. • Equação de Bernoulli. Robert. THOMAS. Mecânica gravitacional. G. Bibliografia Básica: FLEMING. 2006..: GONÇALVES. H. ZEMANSKI. 2004. Temas de Estudo: • Movimento harmônico simples. L. RESNICK. Física. Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. 1 e 2. 1 e 2. Francis. D. Frederick J. M. I e II: São Paulo: Pioneira-Thomson Learning. Rio de Janeiro: UFRJ. Edward. B. • Pulso de ondas • Velocidade de ondas. um novo horizonte. YONG. V 1 e 2. FÍSICA II (2º Período – 1º Ano) Ementa: Oscilações. Mecânica dos fluidos. Vol. 2002. Limites por caminhos. Bibliografia Complementar: HALLIDAY. Cálculo A. Cálculo. V. V 2. Vol.1. • Escalas termométricas. São Paulo: Makron Books SEARS. M. D. John W.. Mark. B. B. Cálculo B. Hugh. A. • Principais tipos de pêndulo. M. J. • Princípios fundamentais da hidrostática. Malcolm J. 2000 STEWART. Vol. • Linhas de corrente e a equação da continuidade.C. SERWAI. Bibliografia Complementar: PINTO. 1999. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S/A. Definição e cálculo. • Ondas harmônicas. São Paulo: Makron Books. Vol. Rio de Janeiro: LTC. Termodinâmica. M. Um curso de cálculo. Fundamentos de física. Cálculo de derivadas parciais. FLEMING. Derivadas parciais de ordens superiores. Temperatura e calor. I e II: São Paulo: Addison – Wesley.

Alfredo. • Cortes e seções em peças. Espaços vetoriais. Projeções Cotadas. Saymour. Alcyr Pinheiro. • Transformações Lineares: Transformações lineares. transformações lineares no plano. Álgebra linear e aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 3. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Determinantes. combinação linear. • Espaços Vetoriais: Espaços vetoriais. Rômulo Soares. LEON Jr. Álgebra linear e aplicações.11 Temas de Estudo: • Normas técnicas para o desenho. dependência e independência linear. 1998. operações com transformações lineares. Sistemas com parâmetros. INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL II (2º Período – 1º Ano) Ementa: Leitura e produção de textos técnicos e científicos. São Paulo: McGraw-Hill. Normas da ABNT sobre trabalhos acadêmicos e científicos. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda. Rio de Janeiro: Prentice Hall de Brasil. SCHLEMM.. Matriz inversa. operações com matrizes e propriedades. Terry. Planos diretores municipais (urbano e rural). Bibliografia Básica: STEINBRUCH. Álgebra linear: introdução. São Paulo: McGrawHill. Autovalores e autovetores. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. et alii. Aramis. Operações elementares com as linhas de uma matriz. Noções de gestão e planejamento urbano. São Paulo: Makron Books. Álgebra linear. • Tipos de projeções. Desenho Técnico. subespaços vetoriais. KOLMAN. Temas de Estudo: • Matrizes e Determinantes: Matrizes. Álgebra linear com aplicações. base e dimensão. • Sistemas de Equações Lineares: Solução e discussão de sistemas de equações lineares. Introdução à álgebra linear com aplicações. LIPSCHUTZ. J. B. Álgebra linear. & DEMETERCO. GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA LINEAR II (2º Período – 1º Ano) Ementa: Matrizes e determinantes. 1972. 1982. 1987. São Paulo: Edgard Blücher. 1978. Infra-estrutura urbana. 1998. Carlos A. H. • Autovalores e Autovetores: Determinação de autovalores e autovetores. São Paulo: Atual. Bibliografia Complementar: CALLIOLI. Álgebra linear. São Paulo: Atual. Elementos de Desenho Topográfico. DOMINGUES. 1994. Curitiba: Educa. Gildo A. Bibliografia Complementar: FONSECA. 1999. Legislação urbana. 1997. Transformações lineares. Sistemas de equações lineares. 1993. • Projeções ortogonais. RANGEL. 1978.ed. P. Bibliografia Básica: MONTENEGRO. • Aplicações gráficas. H. 1977. LAWSON. núcleo. • Perspectiva isométrica. . CARVALHO. Desenho Arquitetônico. Roberto A. S. imagem.

PEREIRA. BOTELHO. et al. Manual de saneamento de cidades e edificações. • Normas da ABNT sobre trabalhos acadêmicos e científicos. massa específica e densidade. o Determinação da umidade do agregado miúdo (método speedy. M. 1999. V. o Controle da Qualidade na Indústria da Construção. Florianópolis: Ed. W. Tese apresentada à Escola Politécnica da USP . • Ensaios dos materiais o Direto. et al. C. Temas de Estudo: • Definições o Importância dos Materiais de Construção. ABES. M. • Características gerais dos corpos o Principais propriedades dos corpos. RIBEIRO. o Especificações Técnicas. C. Indicadores de qualidade dos serviços e infra-estrutura urbana de saneamento. • Noções de gestão e planejamento urbano. Município e meio ambiente. .. • Infra-estrutura urbana Bibliografia Básica: AZEVEDO NETTO. L. o Identificação. 2006. 1997. M. o Normalização.Universidade de São Paulo. 4. Drenagem e controle da erosão urbana. Bibliografia Complementar: FENDRICH. Curitiba: Editora Universitária Champagnat. Agregado miúdo. M. H. o Esforços mecânicos. • Planos diretores municipais (urbano e rural). A. São Paulo. 1992.. o Propriedades dos corpos sólidos. Introdução à Engenharia. A. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II (2º Período – 1º Ano) Ementa: Definições. Urbanização e meio ambiente. Agregado graúdo.. • Legislação urbana. J.12 Temas de Estudo: • Leitura e produção de textos técnicos e científicos. PINI. 1995.. o Peso específico. 1991. o Recebimento. • Agregado miúdo o Definição. da UFSC. estufa e álcool). o Ensaio de inchamento do agregado miúdo. Ensaios dos materiais. o Determinação da composição granulométrica do Agregado Miúdo. S. ed. Belo Horizonte: Fundação Estadual do Meio Ambiente. o Determinação da massa unitária solta. o Indireto. R. o Classificação. T. BAZZO. MOTA. o Controle de produção. GARCIAS. Características gerais dos Corpos. Ed.

Procedimento.. NBR NM33: concreto . Ao pé do Muro. Rio de Janeiro. NEVILLE. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rio de Janeiro. Associação Brasileira de Normas Técnicas. 5. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Editora CNI/SENAI.. E. Especificação. 1994. o Classificação.A. 2 v. o Determinação da massa unitária compacta.. o Determinação da impureza orgânica húmica. propriedades e materiais. Procedimento. SIQ-C . L. 2. Rio de Janeiro. 1998. o Determinação da composição granulométrica do agregado graúdo. ALVES. São Paulo: Pini. Rio de Janeiro.K.Metodologia de Implantação. São Paulo: ABCP. Editora CNI/SENAI. Concreto: estrutura. R. TERZIAN. HELENE. 1998. 2003. P. AMBROZEWICZ. ADAM M.. NBR 12655: concreto – preparo. H.. . ed. Materiais de Construção. Método de ensaio. controle e recebimento. Editora Emma. Concreto de Cimento Portland. P. Propriedades do concreto endurecido (ET-São Paulo: ABCP. MONTEIRO. Paulo. São Paulo: Pini. SOBRAL. Estudo técnico ET-67: parâmetros de dosagem do concreto. SOBRAL. o Determinação da massa unitária solta. o Determinação da massa unitária compacta do agregado miúdo. rev. Especificação. NBR 9479: câmaras úmidas e tanques para cura de corpos-de-prova de argamassa e concreto. 2003. Rio de Janeiro. MEHTA. São Paulo: ABCP. atual.. Paulo Henrique Laporte.. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. NBR NM67: concreto . L´HERMITE. Enio J. José Dafico. Procedimentos. o Determinação da densidade do agregado graúdo Bibliografia Básica: BAUER. G. rev. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Especificação. 1996. NBR 5739: Concreto .L. 1987. 1994. 1998.determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone. Rio de Janeiro.13 o Determinação do índice de material pulverulentos. São Paulo: ABCP. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rio de Janeiro. Paulo Henrique Laporte. picnômetro).. 1994. Rio de Janeiro: Globo. 1984. Bibliografia Complementar: AMBROZEWICZ. 1984. VERÇOZA. Falcão. 1998. Materiais de Construção. S. 1994. ed. Manual de dosagem e controle do concreto. Associação Brasileira de Normas Técnicas. ed. Editora Nobel.ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos. 1996Associação Brasileira de Cimento Portland. Senai. • Agregado graúdo o Definição. Propriedades do concreto. NBR 5738: moldagem e cura de corpos-de-prova cilíndricos ou prismáticos de concreto. Sistema da Qualidade – Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Habitat. o Determinação da massa específica (chapman. Associação Brasileira de Cimento Portland. 1997. 2 v. P. São Paulo: Pini. Materiais de construção 1. H. S. 1994. Filmes didáticos. o Determinação do teor da argila em torrões e materiais friáveis.. PETRUCCI. 1. NBR 7212: execução de concreto dosado em central. Propriedades do concreto fresco (ET-15). Serviços e Materiais. o Determinação do teor de material pulverulento. ed. 1.amostragem de concreto fresco. Estudo técnico ET-67: parâmetros de dosagem do concreto. Roberto. 1998. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Método de ensaio.

MARCHETTI.. Apontamentos de Topografia. Alves. • Sensoriamento remoto: recursos. • Fotogrametria: Terrestre x Aérea x Espacial. B. • Georreferenciamento. LAMPARELLI. Distinção dos tipos de conhecimento. • Construção histórico-social do conhecimento. Delmar A. • Problematização do conhecimento científico. 1992. • Modelagem numérica do terreno: importância e produtos. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. • Fotointerpretação: princípios. Geoprocessamento e agricultura de precisão : fundamentos e aplicações. Identificação dos pressupostos necessários para a elaboração do conhecimento: planejamento e execução da pesquisa. cartas e mapas plano-altimétricos. Rubens A. • Fotogrametria: recursos. 1994. Mauricio. NOVO. Carlos. 1985 a 1998. Florianópolis: UFSC. Temas de Estudo: • Definição de conhecimento.. de M. . • Geoprocessamento: princípios. 2000. Edis Mafra. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. bases de dados. C. GARCIA. produtos e aplicações. Guaíba: Agropecuária. etapas e produtos. Viçosa: UFV. C. • Processamento de imagens digitais: princípios. Florianópolis: UFSC. LOCH. LAPOLLI. São Paulo: Nobel. 1986. 2001. Bibliografia básica: ANDRADE. 1998. Paulo Araújo. L. Carlos. etapas. São Paulo: Edgard Blücher. Aplicações na Engenharia Civil.. Curitiba: SBEE. MOREIRA. Jansle V. Temas de Estudo: • Modelado terrestre: leitura de plantas. • Dimensões biológica. • Cartografia automatizada: recursos. BRANDALIZE. LOCH. 4. etapas. 2001. • Avaliação da extensão e da área de figuras planas para fins de projeto. • Tipos de conhecimento. ed. Posicionamento por Satélites e Geoprocessamento. Elaine. Sensoriamento Remoto. J. Evlyn M. Concepção de pesquisa científica-acadêmica. • Cartografia Analógica x Cartografia Numérica x Cartografia Digital. ROCHA. Cartografia (Básica e Temática). 2001 a 2005. Bibliografia complementar: DUARTE. produtos e aplicações. Apostila. M. José Bittencourt de. Análise da construção históricosocial do conhecimento. BORGHI. etapas. A interpretação de imagens aéreas: noções básicas e algumas aplicações nos campos profissionais. Elementos básicos de fotogrametria e sua utilização prática.14 TOPOGRAFIA II (2º Período – 1º Ano) Ementa: Estudo do modelado terrestre e de sua representação.. Noções de Fotogrametria. política e cultural do conhecimento. PROCESSOS DO CONHECER (2º Período – 1º Ano) Ementa: Definição de conhecimento. Florianópolis: UFSC. Fundamentos de cartografia. Fotogrametria. Reflexão dos discursos presentes nas concepções de conhecimento. B. • Sistemas de informações geográficas: princípios. Princípios de fotogrametria e fotointerpretação.

Antônio. Curso de Filosofia. Máximos e mínimos relativos. B. São Paulo : Ática. Vol. 2001. Definição. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III (3º Período – 2º Ano) Ementa: Regra da cadeia e vetor gradiente. Edgar. Zahar. 6. Cálculo.15 • Relação entre conhecimento. Rio de Janeiro: J. H. ed. M.. p. São Paulo: Ática. 2. 99-108. ciência e técnica. Derivada direcional. Integral dupla em coordenadas polares. G. 2. Cálculo. Cálculo B. Bibliografia Complementar: ARAÚJO. II. 2002. ed. Definição. DESCARTES. A Formação do Espírito Científico. M. SEVERINO. 2000. Aplicação da integral tripla ao cálculo de volumes. Rio de Janeiro: LTC. GONÇALVES. Disponível em http://www.fmb. Hessianos. 22. Marilena. 2002. • Integrais triplas. 2006. CHAUÍ. • Derivada direcional. ANTON. Danilo. Introdução à filosofia da ciência. Propriedade fundamental do vetor gradiente: direção de crescimento mais rápido da função.pdf CHAUÍ. In: RESENDE. Máximos e mínimos de duas variáveis em conjuntos fechados e limitados.interface. Educação e universidade: conhecimento e construção da cidadania. II: São Paulo: Brokman. Vol. ed. Os sete saberes necessários à educação do futuro. UNESCO. • Integrais duplas. O empirismo inglês. Aplicações de derivadas parciais ao estudo de máximos e mínimos. Bibliografia Básica: FLEMING. 1988. Mudança de ordem na integral tripla. Cálculo de integrais triplas. Integrais duplas. São Paulo: Nova Cultural. • Reelaboração e produção do conhecimento científico: planejamento. MARCONDES. Curitiba: ed. 2 e 3. Inês Lacerda. B. Vol.br/revista10/espaco1. Cálculo de integrais duplas. Plano tangente e reta normal à superfície de nível de uma função de três variáveis. 2002. Definição e propriedades. Marilena. 1999. Definição das diversas formas de composição. Antonio. São Paulo: Addison–Wesley. . 23-33. Convite à Filosofia. O discurso do método. René. São Paulo: Makron Books. execução e apresentação.. Bibliografia Básica: BACHELARD. Convite à Filosofia. 1996. Aplicações. São Paulo: Cortez. ed. Um curso de cálculo. Integrais triplas. 117-126. SEVERINO. Aplicação da integral dupla ao cálculo de áreas. Metodologia do trabalho científico. Antônio. ed. Definição. volumes. Mudança de ordem na integral dupla. 6. 1997. da UFPR. Máximos e mínimos condicionados. Temas de Estudo: • Regra da cadeia e vetor gradiente. GUIDORIZZI. um novo horizonte. L. Rio de Janeiro: Contraponto. . p. Derivada de função dada implicitamente. Gaston.derivação de funções compostas. 1997. trabalho. MORIN. Regra da cadeia . p.unesp. H. D. • Aplicações de derivadas parciais ao estudo de máximos e mínimos. Vetor gradiente. Integrais duplas e triplas. Bibliografia Complementar: THOMAS.

Técnicas de construção. Alberto de Campos. Temas de Estudo: • Conceito de algoritmo: Definição. 1988. 2. ed. 383 p. Etapas construtivas. 2. São Paulo: Makron Books. Matlab 5. LOPES. O edifício até a sua cobertura. Carlos Torres. Cálculo numérico .16 CÁLCULO NUMÉRICO I (3º Período – 2º Ano) Ementa: Conceito de algoritmo. Resolução numérica de equações algébricas e transcendentes. 1999. Temas de Estudo: • Introdução à indústria da construção civil. Técnicas PERT e COM. A. CONSTRUÇÃO CIVIL I (3º Período – 2º Ano) Ementa: Introdução à indústria da construção civil. Sistemas de equações lineares e não lineares. São Paulo: Makron Books.. 2. Expressões. Rio de Janeiro: LTC. FORMOSO. M. G. Cristina. DUANE. .aspectos teóricos e computacionais. 1996. • Gerenciamento de obras. com problemas práticos abordando: Resolução numérica de equações algébricas e transcendentes e Sistemas de equações lineares e não lineares. CUNHA. Porto Alegre: Antac. RUGGIERO. Orçamento de obras de pequeno porte. • Modularização de algoritmos: Procedimentos e funções. • Linhas de balanço. Bibliografia Básica: BORGES. ed. rev. 2000. 1997. Matlab 6 – Fundamentos de Programação. São Paulo: Makron Books. Élia Yathie. RUGGIERO. Leitura e interpretação de projetos. Linhas de balanço. Bibliografia Básica: CAMPOS. Bibliografia Complementar: SAURIN. 406 p. Campinas: Universidade Estadual de Campinas. Tarcisio Abreu. Bibliografia Complementar: HANSELMAN. • Técnicas PERT e CPM. • Leitura e interpretação de projetos. G. São Paulo: Edgard Blücher. Modularização de algoritmos. • Orçamento de obra de pequeno porte. O papel do Engenheiro na obra e no projeto.ed. Ferramenta de programação Matlab. Exemplos. Estruturas básicas. Métodos numéricos. • Aplicações de algoritmos e uso da ferramenta de programação Matlab. • O papel do Engenheiro na obra e no projeto. Frederico Ferreira. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. MATSUMOTO. Vera Lúcia da Rocha. 2006. M. São Paulo: Edgard Blücher. Hélio Alves de. Planejamento de canteiros de obras e gestão de processos. 1981. Algoritmos Numéricos. 2001. e ampl. São Paulo: Editora Érica. A. Tipos de dados. AZEREDO. Prática de pequenas construções. • Etapas construtivas. 2003.

A. Ubiraci E. Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos: conforto ambiental. sistemas equivalentes de forças. Equilíbrio dos corpos rígidos em duas e três dimensões. Notação vetorial. 4. • Equilíbrio da partícula em duas e em três dimensões. Determinação da finura do cimento.17 SOUZA. YANNAS. Leis de Newton. CORBELLA. HIBBELER. Determinação da consistência normal do cimento. Consistência do concreto. preparo. Mecânica vetorial para engenheiros . Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. • Resultante de forças. J. Aditivos. 1988. Bibliografia Complementar: MERIAM. JOHNSTON. BOTELHO. MECÂNICA RACIONAL I (3º Período – 2º Ano) Ementa: Conceitos básicos da Estática. 8ª ed. adensamento e cura. lançamento. Determinação da expansibilidade do cimento. P. binários. São Paulo: Makron Books. 3 ed. Estática. rev. Argamassa. Momento polar. • Preparo do concreto com betoneira de eixo inclinado. Ensaio de compressão. Equilíbrio de uma partícula em duas e três dimensões. F. Tecnologia de edificações. Ensaio não destrutivo do concreto. L. Estudo de dosagem. • Sistemas de forças • Cálculo de momentos e binários • Sistemas Equivalentes • Equilíbrio do Corpo Rígido em 2 dimensões. 1974. 2000. ed. Temas de Estudo: • Cimento: Definição. c1999. R. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. SOUZA. 2003. COSTA. • Aditivos: Características do concreto. transporte. INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO S. • Estudo da consistência do concreto: Ensaio de trabalhabilidade. Manual de primeiros socorros do engenheiro e do arquiteto. Física aplicada à construção: conforto térmico. São Paulo: E. Preparo do concreto. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO III (3º Período – 2º Ano) Ementa: Cimento. São Paulo: E. Roberto. Temas de Estudo: • Forças e Equilíbrio • Forças coplanares. 1996. Mecânica estática. Oscar. Controle estatístico do concreto. São Paulo: PINI. Simos. 1995. E. Determinação do tempo de pega do cimento. KRAIGE. • Forças no espaço tridimensional. C. Manoel Henrique Campos.. Ênnio Cruz da. L. Lemes de. . Agressividade das águas. Blücher. • Agressividade das águas. Ed. Corpos de prova cilíndricos de concreto. c1994. Rio de Janeiro: Revan. Bibliografia Básica: BEER.estática. São Paulo: O Nome da Rosa. Determinação da resistência do cimento. Blücher. Pini.. 2002. ed. Projeto e implantação do canteiro. 5. Rio de Janeiro: LTC. G.

Noções básicas de mecânica dos fluidos e hidráulica. Associação Brasileira de Normas Técnicas. rev. Rio de Janeiro. Método de ensaio. atual. Procedimento. • Cinemática dos fluidos. Conjunto Bender FE 20. 1994.L. São Paulo. MONTEIRO.determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone. NBR 7212: execução de concreto dosado em central. 1.. 5. FENÔMENOS DE TRANSPORTES E HIDRÁULICA I (3º Período – 2º Ano) Ementa: Fluidos. Escoamento uniforme em condutos.. • Estática dos fluidos incompressíveis – hidrostática. Método de ensaio.amostragem de concreto fresco. • Escoamento uniforme em condutos.. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. .. Associação Brasileira de Normas Técnicas. • Escoamento ao redor de corpos imersos. Estudo técnico ET-67: parâmetros de dosagem do concreto. ed. Rio de Janeiro. esclerometria. 1998 HELENE. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Propriedades do concreto.ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos. H. Temas de Estudo: • Fluidos. 2.K. S. Especificação. P. H. NBR 9479: câmaras úmidas e tanques para cura de corpos-de-prova de argamassa e concreto. Concreto: estrutura. NBR NM33: concreto . TERZIAN. ADAM M. 1994. Bibliografia básica: PINTO. SOBRAL. ed. 1998. Ensaio não destrutivo do concreto. MEHTA. propriedades e materiais. Estática dos fluidos incompressíveis – hidrostática.. GIORGETTI. Manual de dosagem e controle do concreto. 1997. São Paulo: Pini. Especificação. Associação Brasileira de Normas Técnicas. 1. Especificação. Associação Brasileira de Normas Técnicas. 1994. SOBRAL. 1984. Bibliografia Básica: BAUER. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Propriedades do concreto fresco (ET-15). Paulo. ed. Escoamento unidimensional de fluidos incompressíveis ideais.A. 2 v. Rio de Janeiro.F e ROMA.. Falcão. Aloysio. 1984. L. ed. Rio de Janeiro. Controle estatístico do concreto. 1974/1987. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. M. São Paulo: ABCP. Rio de Janeiro.18 • • • • • Moldagem e cura dos corpos de prova cilíndricos de concreto. 1994... São Paulo: Pini. NBR 5738: moldagem e cura de corpos-de-prova cilíndricos ou prismáticos de concreto. rev. Bibliografia Complementar: Associação Brasileira de Cimento Portland. W. P.. VIENKEN. • Escoamento unidimensional de fluidos incompressíveis ideais. 1996. Curitiba. Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos. NBR 12655: concreto – preparo. Indústria e Comércio Bender S. propriedades do concreto endurecido. P. 1994. NBR NM67: concreto .A. ICAM – Indústria de Artefatos de Metais. Propriedades do concreto endurecido (ET-São Paulo: ABCP. Associação Brasileira de Normas Técnicas. 1998. S. Procedimento. NBR 5739: Concreto .. São Paulo: ABCP. Argamassa. Materiais de construção 1. São Paulo: Pini. 1996. Cinemática dos fluidos. controle e recebimento. Nelson Luiz de Souza. NEVILLE. Módulo Experimental de Hidráulica – Aulas Práticas. 1998.

o Níveis de medida. Estatística básica: probabilidade. Armando. Medidas de dispersão amostragem. São Paulo: McGraw-Hill. 6. 341 p. 482 p. George C. o Planejamento de experimentos. Distribuição de freqüências. Manual de hidráulica geral. o Gráficos das distribuições de freqüência. 185 p. Campos vetoriais harmônicos e conservativos. MORETTIN. ed. Problemas de mecânica dos fluidos. o Técnicas de amostragem. variança e desvio padrão. ISBN 85-216-1360-1 Bibliografia complementar: MARTINS. Luiz Gonzaga. David S. divergente. o Quartis percentis e outros fractis. Separatrizes. Douglas C. TANAKA. 2005. Equações diferenciais ordinárias. Gilberto de Andrade. ISBN 85-216-1219-2 (broch. ed. Integrais de linha e de superfície. o Interpretando o desvio padrão. São Paulo: Atlas. Estatística: conceitos básicos. Definição de campo escalar e de campo vetorial. o Amplitude total. Blücher. ISBN 85-224-4172-3 (broch. o Distribuição de freqüência. São Paulo: McGraw-Hill. • Estatística descritiva. Rio de Janeiro: LTC. Temas de Estudo: • Introdução à Estatística. Francisco de Assis Albuquerque. 1972. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV (4º Período – 2º Ano) Ementa: Campos escalares e vetoriais.. Wilson. Regressão linear simples. o Tipos de dados. PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA I (3º Período – 2º Ano) Ementa: Introdução a Estatística. Temas de Estudo: • Campos escalares e vetoriais. o Conjunto de dados. c2000. 3. 1983. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. 463 p. o Coleta de dados. Correlação. Medidas de posição e tendência central.19 Bibliografia complementar: BASTOS. gradiente. ed. São Paulo: E. RUNGER. 1990. 421 p. desvio. o Ramos da Estatística. 2003. rotacional e laplaciano. Bibliografia básica: MOORE. Estatística geral e aplicada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. mediana e moda. Seqüências e Séries numéricas e de potências. o Média. A estatística básica e sua prática. LENCASTRE. .) PEREIRA.) MONTGOMERY. Rio de Janeiro: LTC. Oswaldo K. o Escore padrão. [19--]. 2. Operadores diferenciais: nabla.

• Equações diferenciais ordinárias. homogêneas e com coeficientes constantes.. São Paulo: Brokman. Rio de Janeiro: UFRJ. R. G. Bibliografia Complementar: STEWART. Rio de Janeiro: LTC. 2001. MORGADO. Exatas. Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis. 3. propriedades e cálculo de integral de superfície de uma função escalar. Séries de potência. São Paulo: Pioneira – Thomson Learning. Cálculo. Resolução de equações diferenciais separáveis. Definição. Polinômio interpolador de Lagrange e de Newton. Propriedades e cálculo. Cálculo numérico . Teoremas.. Cálculo de área de figuras planas. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. Método de Euler. Bibliografia Básica: FLEMING. Integração Numérica: Fórmulas de Newton-Cotes: trapézios. Critérios de comparação. G. Raio de convergência. Métodos para determinação do polinômio. M. J. Cálculo. CÁLCULO NUMÉRICO II – (4º Período – 2º Ano) Ementa: Implementação de algoritmos em Matlab. São Paulo: Makron Books. Bibliografia Básica: CAMPOS. 2. Teorema de Green no plano. homogêneas. Vol. Rio de Janeiro: LTC. M. 2000. E. M. Classificação quanto ao tipo e quanto à ordem. • Seqüências e séries numéricas e de potências. Limite de uma seqüência. Diferenciação: Solução numérica de equações diferenciais ordinárias. ANTON. Implementação de algoritmos em Matlab: Elementos de programação. PINTO. Rio de Janeiro: LTC. W. um novo horizonte. não homogêneas e com coeficientes constantes. Teorema da divergência ou de Gauss. Sistemas de equações diferenciais. razão e raiz. M. THOMAS. Ajuste de Curvas: Método dos quadrados mínimos. • Integral de superfície. Séries numéricas. Vol. Erros das aproximações. Equações redutíveis a separáveis. C.20 • Integrais de linha. C. Convergência. Simpson de 1/3 e Simpson de 3/8.. A. propriedades e cálculo de integral de superfície de uma função vetorial. Fluxo de um campo vetorial. ZILL. São Paulo: Addison–Wesley. 1999. 2. exatas e lineares. São Paulo: Pioneira – Thomson Learning. Solução de uma equação diferencial. BOYCE. Um curso de cálculo.aspectos teóricos e computacionais. 2002. H. 1988. Cálculo B. Equações lineares de ordem n: definição. 2002. Métodos de Runge-Kutta. RUGGIERO. GONÇALVES. Equações diferenciais – problemas de valores de contorno. Interpolação Polinomial. II. Equações diferenciais de primeiro grau e ordem superior à primeira. D. Frederico Ferreira. . 3 e 4. Problema de valor inicial. Definição de equação diferencial de ordem n. homogêneas. D. 4. fator integrante. Ajuste de Curvas. Definição de seqüência. Erros na integração numérica. Teorema de Stokes no espaço. Temas de Estudo: 1. L. Uso de arquivos M. Definição de integral de linha de uma função escalar. G. 2003. 2006. 1994. Cálculo do trabalho. Propriedades. São Paulo: Makron Books. GUIDORIZZI. II. 383 p. Interpolação Polinomial: Definição do problema. Definição. 5. integração sucessiva. DIPRIMA. Definição e propriedades de integral de linha de um campo vetorial. Algoritmos Numéricos. B. D. Algumas aplicações de equações diferenciais de primeira ordem. H. Cálculo. Vol. Séries de potências como séries de Taylor. Vol. Independência do caminho. F. B. Diferenciação e Integração Numérica. lineares e de Bernoulli. 2004.

Controle de obras. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2002. ed. e formação do preço. CONSTRUÇÃO CIVIL II (4º Período – 2º Ano) Ementa: Orçamentos de obra. Cristina. TCPO 12.21 RUGGIERO. Bibliografia Complementar: HANSELMAN. Vera Lúcia da Rocha. DUANE. 2000. Administração de recursos humanos na construção civil. • Planejamento de obras. São Paulo: Makron Books. Cristina. Campinas: Universidade Estadual de Campinas. Orçamento de obras prediais. formatação das Leis Sociais. 2. MATSUMOTO. Fritz. Orçamento e custos na construção civil. 2004. • Gerenciamento de obras. Caderno de encargos. • Custo do equipamento. GEBAUER. Planejamento e gestão de obras. Tabela de composição de preços para orçamentos. • Controle de obras: cronograma e histogramas. Carlos Torres. 1996. ed. Curitiba: SEBRAE. • Preço. José Alexandre. • Custo do material. 2005. Métodos numéricos. • Custo de mão-de-obra. G. Salvador. Élia Yathie. COELHO. ed. Construção civil . rev. E. • Programação de material. controle. São Luís: Universidade Estadual do Maranhão – São Luís – Campus I. Campinas: Universidade Estadual de Campinas. 1991. Curitiba: CEFET-PR. 1986 GOLDMAN. 1999. Bibliografia Complementar: SEBRAE. Métodos numéricos. A. rev. . Pedrinho. 2003. São Paulo: Makron Books. 2006. SAURIN. • Programação de mão-de-obra. M. Planejamento de canteiros de obras e gestão de processos.. 1995. A. Ed. e ampl. São Paulo: PINI. Temas de Estudo: • Orçamento de obras de grande porte. 2003. planejamento. LOPES. Ronaldo S. GIAMMUSSO. 4ª edição. Matlab 5. Bibliografia Básica: GUEDES. São Paulo: Editora Érica. São Paulo: PINI. 2. CUNHA. 406 p. PINI. ed. Introdução ao planejamento e controle de custos na construção civil brasileira. 2ª ed. FORMOSO. Planejamento de obras com o auxílio do computador. Milber Fernandes. ASSED. e ampl. 4. Porto Alegre: Antac. São Paulo: PINI. Matlab 6 – Fundamentos de Programação. 2003. custos de materiais e equipamentos. 2. Tarcisio Abreu. Editora Pini. 2006.viabilidade. CUNHA.

Metais em geral. Editora CNI/SENAI. Matéria prima e processo de fabricação. Mecânica . Paulo Henrique Laporte. Centróides e Momentos de Inércia de figuras planas. Estática. • Materiais cerâmicos: Cerâmica. AZEREDO. 2003. vernizes. Bibliografia Básica: BEER. SIQ-C . • Teorema de Pappus-Guldin. vernizes. ed. Trilhos. rev. 4. lacas e esmaltes. c1994. Alumínio. L. G. . A. • Tintas. 5. Temas de Estudo: • Aços e produtos siderúrgicos: Definição e importância. O edifício até sua cobertura. • Cabos com cargas distribuídas. c1999. F. Telas. H. Aços para proteção. KRAIGE. São Paulo. Procedimentos. 2002. Bibliografia Básica: AZEREDO. Vidros.. Plásticos na construção. Cobre. 1987. Propriedades. • Estruturas de máquinas. A. Sistema da Qualidade – Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Habitat. Materiais cerâmicos. ed. • Análise de treliças simples. Rio de Janeiro: LTC. Tintas. Bibliografia Complementar: MERIAM. • Asfalto e alcatrões. O edifício e seu acabamento. Estruturas isostáticas. Características. 1997. • Método dos Nós. Madeira como material de construção. Editora CNI/SENAI. H. Asfalto e alcatrões. São Paulo: Edgar Blücher Ltda. • Vidros.estática.. Perfis. J.22 MECÂNICA RACIONAL II (4º Período – 2º Ano) Ementa: Forças distribuídas. • Plásticos na construção. • Método das seções. C. lacas e esmaltes. E. Serviços e Materiais.. Ferragens. AMBROZEWICZ. Vigas e cabos. Barras para concreto armado. Tijolo. Mecânica vetorial para engenheiros . Paulo Henrique Laporte. JOHNSTON. São Paulo: Makron Books.Diagramas. • Cabos com cargas concentradas. • Madeira como material de construção. • Forças em vigas. • Esforços internos solicitantes . Metais Sanitários. HIBBELER. • Centróides de áreas. • Forças distribuídas. • Metais em geral: Definição. Chapas.. Temas de Estudo: • Momentos de primeira ordem. Bibliografia Complementar: AMBROZEWICZ. Edgar Blücher Ltda.estática.. 8ª ed. P. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO IV (4º Período – 2º Ano) Ementa: Aços e produtos siderúrgicos. 2003. L. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Telha.Metodologia de Implantação. R. treliças e estruturas de máquinas.

1994. TAMAK. atual. Impermeabilização de coberturas. Scobey. Potência do conjunto elevatório. Materiais de construção I e II. Revista THÉCNE. São Paulo: Ed. 2007. 1994. • Equação geral de resistência. • Condutos alimentados por dois reservatórios. F. 1995. A técnica de edificar. São Paulo: Ed. PICCHI. ALVES. São Paulo.K.. Ao pé do Muro. ADAM M.L.. E. Escoamento em condutos forçados. São Paulo: Pini. Pini Ltda. Técnicas de construção ilustrada. Fair-Whipple-Hsiao. Como reduzir perdas nos canteiros – manual de gestão do consumo de materiais na construção civil. rev. 2005. MONTEIRO. Editora Emma. • Perfis dos encanamentos em relação as linha de carga. Pini Ltda. Concreto de Cimento Portland. Ed. Pini Ltda. Ed. 2004. Pini Ltda. . M. MEHTA. Darcy-Weisbach. Tabelas.. • Condutos com distribuição em marcha. F. Gestão de materiais de construção. SOUZA. Trinca em edifícios . Ed. Fórmulas racional. • Slides e comentários sobre obras de canais em perímetro urbanos e rurais. São Paulo: Ed. L´HERMITE. NEVILLE.Pini Ltda. prevenção e recuperação. • Velocidades aconselháveis em condutos. Luso Brasileira Ltda. E. 2001.. 2005. São Paulo: Ed. Roberto. Pini Ltda. Concreto: estrutura. Flamant. Ed. ADAMS. rev. RIPPER. VERÇOZA.. Martins Fontes.E. Rio de Janeiro: Globo. Pini Ltda. F. São Paulo: Ed. Pini Ltda. 2 v. ed. ed. RAMALHO. São Paulo: Ed. • Hidráulica dos sistemas de recalque. E. 1996. 2004. São Paulo.Causas. Revista Engenharia e Construção. Senai. P. Tipos de bombas. FENÔMENOS DE TRANSPORTE E HIDRÁULICA II (4º Período – 2º Ano) Ementa: Hidráulica de Fluxo. Falcão. Temas de Estudo: 1. Ed. perímetro molhado. 2. 2005.. ed. Parte teórica: • Cálculo de condutos forçados. 1997.L. Pini Ltda. TERZIAN. Como evitar erros na construção. PETRUCCI. • Teorema de Borda-Belanger. Associação de bombas e NPSH.. L. São Paulo: Ed. • Altura manométrica. Materiais de Construção. YAZIGI. ________. Propriedades do concreto.. 1998. LORDSLEEM. • Equação de Chesy. R. Dicionário visual de arquitetura..C. CHING. A. Construção da linha de carga. Bookman. THOMAZ. propriedades e materiais. 1999. Enio J. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. BAUER. ed. 5. CHING. perdas de carga na sucção e no recalque. P. 1987.23 HELENE.. Filmes didáticos. P. área molhada. • Perda de carga localizada. Paulo. • Canais abertos e fechados. dedução e comentários. Editora Nobel.. raio hidráulico.. Manual Prático de Materiais de Construção. 1. Sistemas de recalque. G. São Paulo.. • Condutos com uma tomada intermediária vazão virgem. Ed.. Energia específica. 1.A. M. Manual de dosagem e controle do concreto. Materiais de Construção. Hazen-Willians. Escoamento em regime uniforme e variado em canais. U. O Nome da Rosa. Execução e inspeção de alvenaria racionalizada. W. Projetos de edifícios de alvenaria estrutural. José Dafico. C. São Paulo: Pini. 2 v.A. Métodos dos comprimentos virtuais. 1986. São Paulo: Pini. • Condutos equivalentes.

Canais com declividades reais de campo. Fórmulas de Manning. Temas de Estudo: • Estatística inferencial. GIORGETTI. • Coeficiente de atrito. Exemplos de passagem do regime super-crítico para o sub-crítico e vice-versa. perfis de sustentação da formas.discussão sobre os vários aspectos no local como rugosidades. Forrcheimer. Noções de Distribuição por Amostragem. Regimes de escoamento crítico. São Paulo: E. • Diagrama de Moody. • Perdas localizadas. 2. Safranes. canal em terra. 1972. Noções de Intervalos de Confiança. Roberto de. Parte prática: • Manometria (piezômetros). Paschoal. ed. trabalho com planta baixa e perfil. A. • Esforços hidrodinâmicos sobre comportas. Noções de Regressão Linear Simples. Bibliografia complementar: AZEVEDO NETTO. Rio de Janeiro: LTC. LENCASTRE. Fator cinético de escoamento e número de Froude. Douma e USBR. Blücher. Manual de Hidráulica geral. Ganquillet-Kutter e Kutter.teoria. etc. 9. Noções de Correlação Linear Simples. 1989. 1979. • Medidores de vazão de água em tubulações. Energia específica em canais. Método de diferenças finitas. ed. 8. M.. Miguel. ITO. São Paulo: E. de. Cálculo do canal a partir de uma determinada vazão e uma declividade natural do terreno. São Paulo: Globo. Bibliografia básica: SILVESTRE. Manual de hidráulica. trapezoidais e circulares. Seção de mínima resistência ou máxima eficiência. Módulo Experimental de Hidráulica – Aulas Práticas. Dedução da equação do regime crítico. FERNANDEZ y FERNANDS.F e ROMA. • Ressalto hidráulico. PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA II (4º Período – 2º Ano) Ementa: Teoria da Amostragem. comprimento e altura do ressalto. • Medidores de vazão em canais. Curso de hidráulica. Acácio Eiji. • Levantamento de curva característica de bomba hidráulica. • Perda de carga (equação de Darcy-Weisbach). Blücher. Eurico Trindade. ensecadeiras. • Medida de velocidade da água em canais e tubulações. Strickler.24 • • • • • • • • • • • • • • Velocidades máximas e mínimas permissíveis em canais. Canais de navegação. Projeto de macrodrenagem rural. • Vertedores. NEVES. ICAM – Indústria de Artefatos de Metais. 1998. . ARAÚJO. José M. Hidráulica geral. Visitas a uma obra de canalização no perímetro urbano . Teoria e exercícios com vertedor. Fórmula de Smetana. Ressalto hidráulico . retirada de solo mole. Lançamento dos cálculos no perfil. super-crítico e sub-crítico. Caracterização do regime crítico. Movimento gradualmente variado.. taludes em canais. esgotamento de água. 669 p. W. Exercícios sobre canais retangulares.

• Tensões em vigas. Teorema do limite central. o Deformação de torção em barras circulares. • Torção. Rio de Janeiro: LTC. 2005. Temas de Estudo: • Conceitos preliminares. Luiz Gonzaga. George C. o Introdução. São Paulo: Atlas. • Cisalhamento direto.. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. c2000. o Curvatura de uma viga. ed. ed. Distribuição normal padrão. o Efeitos de temperatura. RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I (5º Período – 3º Ano) Ementa: Conceitos preliminares. Wilson. RUNGER. 2003. 482 p.25 o o o o o o o Probabilidade. Cisalhamento direto. São Paulo: McGraw-Hill. Flexão em vigas – força cortante e momento fletor. Intervalos de confiança. o Tensões normais em vigas. 3. Introdução. ISBN 85-224-4172-3 (broch. • Esforços axiais – tração e compressão. A estatística básica e sua prática. o Tensões tangenciais em vigas de seção retangular. Torção. 341 p. 185 p. o Flexão combinada com carregamento axial. o Barras circulares de materiais elástico-lineares. Correlação e regressão. o Propriedades dos materiais. ISBN 85-216-1219-2 (broch. o Tensão normal e deformação específica. o Coeficiente de Poisson. São Paulo: McGraw-Hill. 421 p. 463 p. Estatística: conceitos básicos. Estatística geral e aplicada. 6. Reações. Estatística básica: probabilidade. Gilberto de Andrade. David S. Bibliografia básica: MOORE. TANAKA. o Introdução. Oswaldo K. o Sistema internacional de unidades. Determinado probabilidades. o Distorção tangencial. Carregamentos. MORETTIN.) MONTGOMERY. [19--]. o Diagramas de força cortante e momento fletor. o Tensão de cisalhamento. ISBN 85-216-1360-1 Bibliografia complementar: MARTINS.) PEREIRA. 2. . Douglas C. ed. Rio de Janeiro: LTC. Conceitos básicos de probabilidade. 1990. Esforços axiais – tração e compressão. o Lei de Hooke para o cisalhamento. • Flexão em vigas – força cortante e momento fletor: o Tipos de vigas. Tensões em vigas. o Lei de Hooke.

Bibliografia básica: VILLELA. Stephen P. Exercícios de hidrologia. • Reservatórios. 1973. Antonio C. • Barragens tipo gravidade. Hidrologia aplicada. MATTOS. Infiltração. Thiessen. 1975. Ray Franzini. • Precipitação anual. B. Volume de sedimentos. Curva cota-volume-área..Projeto Eureka. 1993. Curva de permanência de vazões. • Chuvas de curta duração. Bacia hidrográfica. • Hidrograma unitário sintético. • Barragens tipo gravidade. • Reservatórios. 3. São Paulo: McGraw-Hill. Altura da barragem. 1976. MARTINS. • Métodos estatísticos para o cálculo de vazões de enchentes. Temas de Estudo: • Obras hidráulicas. Bibliografia complementar: BEER. • Reservatórios. Ferdinand P. Projeto básico. Nelson L. • Hidrograma unitário. ENGENHARIA DE RECURSOS HÍDRICOS I (5º Período – 3º Ano) Ementa: Ciclo Hidrológico. Diagrama de Rippl. 3. 25p. Características. Escoamento superficial.26 Bibliografia básica: HIBBELER. T. Projeto básico. José A. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. Características. Forças. Detalhes. E. Curitiba: PUCPR . 179p. Vazões de enchentes. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. Isoietas.. LINSLEY. 798p. S. Tipos. Projeto básico. Hidrologia básica. Altura de ondas. São Paulo: MacGrawHill. • Barragens de terra. • Barragens tipo contrafortes. Tipos... • Ciclo hidrológico. Russell. Amaurí Beltrão. Bacia Hidrográfica. Estabilidade. Hidrologia. PINTO. GERE. Relação intensidade-duração-frequência. JOHNSTON JÚNIOR. Curva de permanência de vazões. James M. São Paulo: Edgard Blücher. Resistência dos materiais. Hidrogramas. S. • Escoamento superficial. ed. Hidrologia de superfície. PONTES. HOLTZ. Russell Charles. JOSEPH. • Barragens. • Barragens tipo gravidade. • Dimensionamento preliminar. Média aritmética.. 2000. Importância. 1995. • Manipulação de dados de vazão. TIMOSHENKO. Mecânica dos sólidos. 278p.. Precipitação. . Projeto básico. Arthur. tipo arco e tipo enrocamento. • Barragens de terra. Resistência dos materiais. • Precipitação média. Reservatórios e barragens. Bibliografia complementar: PINTO. São Paulo: Edgard Blücher. Engenharia de recursos hídricos. Nelson L. Swami M. 1978. 2003. Precipitação. Evaporação. Regularização de vazões. São Paulo: Makron Books do Brasil Editora. • Barragens de terra. ed.. Aplicações.

pisos. Pini. Celso. São Paulo: ABCI. Temas de estudo: • Introdução à Administração de Empresas: teorias e conceitos. Técnicas da construção. • Execução de formas. Manual técnico de alvenaria. 2001. 2004. São Paulo: PINI. • Planejamento estratégico. • Análise de Cenários e o ambiente de negócios. • Execução das instalações. CARDÃO. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA. THOMAZ. 1987. Alberto de Campos. Bibliografia Complementar: AZEREDO. A administração e o ambiente de negócios. CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA. Funções da administração. GUEDES. 4ª edição. esquadrias. Temas de Estudo: • Etapas preliminares. Prática de pequenas construções. Integração de sistemas construtivos e racionalização da produção. conceitos. O edifício e seu acabamento. São Paulo: PINI. Roberto. Dimensionamento de canteiro de obras. Ercio. Tomada de decisão. Curitiba: CREA PR . • Execução de revestimentos internos. ARQUITETURA E AGRONOMIA DO PARANÁ. Milber Fernandes. ARQUITETURA E AGRONOMIA DO PARANÁ. Helio Alves de. Bibliografia Básica: SOUZA. 2003 ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA I (5º Período – 3º Ano) Ementa: A administração. c1990. Walid. • Modelos de Gestão. CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA . R. gerenciamento e qualidade na construção. OLIVEIRA.27 CONSTRUÇÃO CIVIL III (5º Período – 3º Ano) Ementa: Execução de obras: etapas preliminares. Nildo Carlos. 2003. • Impermeabilização de obras. cobertura e instalações. fundações. Caderno de encargos. Planejamento. Teoria da administração. • Cálculo de tráfego de elevadores. 2005. Belo Horizonte: Ed. Tecnologia. Marketing. Manual de regularização de obras. São Paulo: PINI. BORGES. • Execução de alvenarias. alvenarias. arquitetura e agronomia. Lázaro A. 1981. revestimentos internos e externos. PARELLADA. Ed. impermeabilização. Roteiros de construção civil. . Manual do profissional da engenharia. • Execução de revestimentos externos. 1996. Curitiba: CREA-PR. • Lançamento de concreto. • Tipos de fundação. Blucher. estruturas de concreto. São Paulo: E. São Paulo: Edgard Blücher. • O processo de decisão. A técnica de edificar. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. 1981. YAZIGI. • Execução de esquadrias. Curitiba 1997. de Engenharia e Arquitetura.

Bibliografia Complementar: ABGE. PETERS. T. 2000. R. 1994. Temas de Estudo: • Geologia. Geomorfologia e Meio Ambiente. • Geologia do Paraná. J. Atlas geológico do Estado do Paraná. TEIXEIRA. Curitiba-PR. Gestão e Marketing na Era do Conhecimento. Idalberto.Uma Introdução. São Paulo: ABGE. 2005. • Riscos e acidentes geológicos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. Peter Ferdinand. processo e prática. 73p. Tom. 2000. Disponível na Intranet da PUCPR. Bibliografia Básica: MORO. visando a passagem de uma análise exclusivamente técnicocientífica do conhecimento para uma abordagem que considere o ser humano em suas relações sócio-econômicas. Fernando C. KOTLER. Rochas Metamórficas. Rochas Ígneas. W. • Rochas Sedimentares. In: Administração de Empresas: enciclopédia de direção. A. FAIRCHILD. . M. Administração: teoria. Luiz Afonso C. ambientais e culturais. 4. 1998. produção. • Estrutura e dinâmica da Terra.. políticas. Champagnat. ed. • Ciclo das Rochas. São Paulo: Pioneira.R. 2000 DRUCKER. • Mapas e seções geológicas. 1991. ed São Paulo: Makron Books.. 2. 2001 ERBANO. de. Peter Ferdinand. Mapas e seções geológicas. São Paulo: Pioneira. Decifrando a Terra. MINEROPAR. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Administrando para o futuro: os anos 90 e a virada do século. São Paulo-SP. 3. CUNHA. MOTTA. Philip. Teoria Geral da Administração . Ciclo das Rochas. 1986.M.C. finanças e marketing. Prestes. T. 1992. 1999. Bibliografia Complementar: DRUCKER. Geologia do Paraná. TOLEDO. 2002. V. • Rochas Metamórficas. ENGENHARIA GEOTÉCNICA I (5º Período – 3º Ano) Ementa: Geologia. São Paulo: Nova Cultural. Estrutura e dinâmica da Terra. São Paulo: Harbra Business. Apostila de Geologia Geral e Geologia de Engenharia.. Introdução à administração. • Rochas Ígneas. ed. FILOSOFIA (5º Período – 3º Ano) Ementa: Enfoque filosófico da existência. Estrutura das Organizações. GUERRA. Vol.28 • Marketing: conceitos e definições Bibliografia Básica: CHIAVENATO. B. S. Curitiba: MINEROPAR. F. V. São Paulo: Oficina de Textos. Riscos e acidentes geológicos. José M. Prentice Hall. Rochas Sedimentares. Manual de sondagens. TAIOLI. VERGÉS. 10. Rompendo as barreiras da Administração. Administração de marketing. 3.

O existencialismo é um humanismo. Estado plano de tensões: • Introdução. 2004. • Tensões em um plano inclinado. Col. 35-39. • Apresentação das diversas compreensões do humano ao longo da história do pensamento filosófico ocidental. 63-71. São Paulo. • Flambagem de pilares engastados na base e livres no topo. . Explicando Filosofia com Arte. 13-37. MARTINS. Col. Ed. MATOS. p. p. Moderna. • Flambagem de pilares biarticulados. Círculo de Mohr. Rio de Janeiro: Objetiva. Flambagem de pilares. São Paulo: Moderna. • Comprimento de flambagem. Petrópolis. Ed. Aprender a viver. p. 2. 154-156. Vozes. FEITOSA. Luc. Ed. VÁRIOS AUTORES. PLATÃO. 141-143. 83-93 (Livro VII) SARTRE. Estado plano de tensões. RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II (6º Período – 3º Ano) Ementa: Deformações elásticas das vigas. Maria L. Logos. • Vigas estaticamente indeterminadas. 1987 Bibliografia complementar: ARANHA. Scipione. 2. FERRY. Filosofando: Introdução à Filosofia. 3. Deformações elásticas das vigas: • Equação diferencial da linha elástica. 2005. p. • Método da energia de deformação. 1993. Os pensadores. Flambagem de pilares: • Introdução. Resposta à pergunta: o que é Esclarecimento? In: Textos seletos. A escola de Frankfurt: luzes e sombras do iluminismo. 1997. • Apresentação da filosofia e do seu papel histórico na construção da sociedade e da cultura. 5. • Relação entre os princípios norteadores da cultura e suas implicações sobre o sentido de homem e de mundo vivenciados na contemporaneidade. Bibliografia básica: KANT. São Paulo. • Tensões principais. Temas de Estudo: 1. • Flambagem de pilares biengastados. 2002. 4. • Método do diagrama de momentos. 2007. I. Olgária. Adaptação de Marcelo Perine. Charles. • Tensões máximas de cisalhamento. • Descrição do cenário da sociedade científico-tecnológica atual e suas implicações no humano. Pilares com cargas axiais excêntricas. São Paulo: Paulus. A República. Os filósofos através dos textos: De Platão a Sartre. Maria Helena Pires. • Flambagem de pilares engastados na base e articulados no topo. 45-48. p.29 Temas de Estudo: • Caracterização do ser humano. Ed. ed. Rio de Janeiro: Ediouro. 1993. Nova Cultural.

SCHREIBER. T. Vertedouro de soleira curva. PINTO. P. • Controle de enchentes em polderes. • Golpe de ariete. 1978. Rio de Janeiro: Prentice Hall. • Propagação de enchentes.. Gehard P.. CONSTRUÇÃO CIVIL IV (6º Período – 3º Ano) Ementa: Analise econômico-financeira.. Tipos. shopping centers. JOHNSTON JÚNIOR. Pré-fabricados: processo fabril e execução de obras. 1977.S. Gerenciamento de projetos. 1995. 2002. 2. POPOV. Introdução à mecânica dos sólidos. James M. Compêndio de resistência dos materiais. Hidrologia básica. TIMOSHENKO. 2000. • Dissipadores de energia hidráulica. E. 1984. • Vertedouros em tubulação. 1978. • Aproveitamento hidroelétrico. São Paulo: MacGrawHill. Chaminé de equilíbrio. 3. condomínios e edifícios verticais. Curitiba: PUCPR. Resistência dos materiais. Ray Franzini. Russell. E. POPOV. Nelson L. Adução. Sistemas de controle de enchentes e redes de galerias de águas pluviais. JOSEPH. Engenharia de recursos hídricos. . LINSLEY. Dissipadores de energia. Ferdinand P. Turbinas. João L. • Controle de enchentes. P. São Paulo: Editora Blücher. Sistemas de aproveitamento hidroelétrico. Resistência dos materiais. ed. E. ed. B. Mecânica dos sólidos. 1976. Temas de Estudo: • Vertedouros. São Paulo: Makron Books do Brasil Editora. Hidráulica. Bibliografia básica: PONTES. 798p. • Controle de enchentes. ed. • Vertedouro tipo canal. Planejamento estratégico empresarial. Bibliografia complementar: PINTO. ENGENHARIA DE RECURSOS HÍDRICOS II (6º Período – 3º Ano) Ementa: Vertedouro. 3. Bibliografia complementar: BEER. • Projeto básico de galerias pluviais. Usinas hidrelétricas. GERE. • Projeto básico de pequenas centrais hidroelétricas. • Redes de galerias pluviais. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. • Casa de forças. Russell Charles. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. para loteamentos. Obras Hidráulicas – Curitiba – PUC-PR 2003. • Sistemas de aproveitamento de recursos hídricos e o aproveitamento integrado de bacias hidrográficas. 1993. Stephen P. São José dos Campos: 2005. São Paulo: Edgard Blücher. São Paulo: Edgard Blücher. Resistência dos materiais. • Pequenas centrais hidroelétricas. Amaurí Beltrão.. Medidas não estruturais. Projeto Eureka.30 Bibliografia básica: HIBBELER. Exercícios de hidrologia.

. shopping centers. Geraldo. 176 p. 1994. PUCCINI. 552 p. São Paulo: Atlas. 15. Mecanismo de mercado. MCDOUGALL. . Editora Saraiva. Manual de economia. Saraiva. Ed. 6ª Ed. São Paulo: DIFEL. Ed. Atlas. • Cálculo de juros simples e compostos. • Pré-fabricados.. HEILBRONER. • Matemática Financeira. planejamento. HESS. MATHIAS. • Planejamento estratégico empresarial. Bibliografia Básica: FILHO. 1973. 1987. VIEIRA. para loteamentos. WONNACOTT. 1999. Bibliografia Complementar: DERNBURG. Matemática financeira.viabilidade. • Decisões de financiamento e de investimentos. Dissertação de Mestrado. Construção civil .. Temas de Estudo: • Princípios de Economia. 2000. Engenharia econômica. 1988. Como gerenciar construções. Jose Maria.. 1992. ed. 3. Análise de Investimentos.. Abelardo de Lima. 2002. PINI. Luiz F. Eduardo Garcia. VIEIRA NETTO. Antonio. Washington Franco. Bibliografia Complementar: CIMINO. São Paulo: Mestre Jou. USP. • Valor do dinheiro no tempo. Ed. Agregados econômicos. ed. José Alexandre. Ed. Ronald J. 1982. Bruno Hartmut. Paul Campbell. • Princípios de Engenharia de Avaliações.. Thomas F. PAULA. PINI. medição. Bibliografia Básica: ASSED. • Gestão de projetos. Engenharia econômica. Planejar para construir. 449 p. Matemática financeira. 3. Remo. 1986. ed. Introdução à economia. 3.. PINI.. DINSMORE. QUIZA. 1999. ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA II (6º Período – 3º Ano) Ementa: O problema econômico e a atividade de produção. 6ª Ed. Análise de viabilidade econômica financeira para a construção civil. Nelson Casarotto & KOPITTKE. Ed. • Análise de viabilidade Econômico-Financeira de projetos. GOMES. Matemática Financeira. controle. Introdução à microeconomia.31 Temas de Estudo: • Analise econômico-financeira. análise e controle da atividade economica agregada. Ed. Microeconomia. Paul. Rio de Janeiro: Zahar. ed. Sergio Gões de. São Paulo: Fundação Getúlio Vargas. Robert L. Engenharia de avaliações. São Paulo: Makron Books. Equipe de professores. 1971. P. 265 p. Duncan M. PINI. condomínios e edifícios verticais. Gerência de programas e projetos. WONNACOTT..

2. Ensaios de laboratório de caracterização de solos. Trad. • A expressão ética nas práticas sociais. • Atuação profissional e responsabilidade ética. 1997. Temas de Estudo: • Análise das diferenças conceituais entre ética. . São Paulo: Abril Cultural. ORTIGÃO. 2000. Temas de Estudo: • Laboratório de Mecânica dos Solos. Orencio Monje. ÉTICA (6º Período – 3º Ano) Ementa: Reflexão sobre a ação humana. McGraw-Hill. H. de Marijane Lisboa e Luiz Barros Montez. Compactação dos solos. 1998. F. New York: John Wiley & Sons. Fundamentación de la metafísica de las costumbres. Bibliografia complementar: BUENO. ed.32 ENGENHARIA GEOTÉCNICA II (6º Período – 3º Ano) Ementa: Laboratório de Mecânica dos Solos. Investigação do subsolo. O Livre-arbítrio. ed. Lisboa: Guimarães. Benedito de Souza. Mardomingo. ed.. Soil mechanics. 1976. política e ético-sociais. Classificação de solos. Trad. São Paulo: PINI. • Ensaios de laboratório de caracterização de solos. 1995. econômica. moral e lei. HACHICH. Rio de Janeiro: Imago. Fundações teoria e prática. FREUD. NIETZSCHE. Conceitos norteadores da ética. W. Os Pensadores. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Índices físicos. Waldemar et al. J. ed. Questões pertinentes da sociedade contemporânea que desafiam a reflexão ética. 2. • Índices físicos. J. ARISTÓTELES. 1995 (Patrística). Rio de Janeiro: LTC. 1977. VILLAR. São Paulo: Oficina de Textos. Inc. JONAS. • Os valores e o agir humano. 1992. • Investigação do subsolo. S. São Carlos 1986. R. Milton. 16. Barcelona: Ariel. 3. 1973. T. • Problematização da sociedade contemporânea nas dimensões: ambiental. Bibliografia básica: AGOSTINHO. S. W. 1999. I. Bibliografia básica: PINTO. Rio de Janeiro: Editora da PUC-RJ. 2001. São Paulo: Ed. • Caracterização dos modelos éticos. • Classificação de solos. Curso básico de mecânica de solos em 16 aulas: exercícios resolvidos. V. A genealogia da moral. sobre o sujeito moral e seus atributos fundamentais. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. São Paulo: Iluminuras. KANT. Modelos éticos. Col. Ramalho. LAMBE. O utilitarismo. Mecânica dos solos. Carlos de Sousa. São Paulo: Paulus. • Compactação dos solos. 2006. VARGAS. Introdução à mecânica dos solos. Ética a Nicômaco. WHITMAN. Mal-estar na civilização. STUART MILL.

Transportes e distribuição física. Luis G. Rio de Janeiro: DP&A Editora. MELLO. DIAS. 1979. cordeiros e aves de rapina: um diagnóstico de nossos valores morais”. A. “Ética e violência”. São Paulo: Ática. São Paulo: Paulus. E. In: Teoria e debate. Bibliografia complementar: HUTCHINSON. • Transportes como componente econômico e social. BOCCA. C.br SINAY. 2002. Milton. Marco Aurélio P. São Paulo: Interciência. Apresentação da filosofia. S. “Hans Jonas: o princípio responsabilidade”. A genealogia de Nietzsche.G. Correntes fundamentais da ética contemporânea. v. D. PASCHOAL.. 1990. L. Curitiba: Champagnat. estrutura e funcionamento das modalidades de transporte. n. Modelling transport. Ética. Transporte e meio ambiente. p. DALL’AGNOL. MARTON. 1986. Revista de Filosofia. Planejamento dos transportes. D. 1979. M.. Logística de Transportes. V. CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE. RUSS. • Planejamento de transportes. Antônio Galvão. Pensamento ético contemporâneo. São Paulo: MacGraw-Hill. Transportation engineering . São Paulo: Atlas. Metodologia para desenvolvimento do estudo de impacto ambiental de uma rodovia. Adolfo S. • Demanda de transportes. CHAUÍ. NOVAES. O. L. 1989. S. 13-42. V. ASHFORD. . • Transporte e meio ambiente: influência dos diversos sistemas de transporte no meio ambiente. 1985. GIACÓIA JR. Princípios de planejamento dos sistemas de transportes urbanos. José Carlos. p. Planejamento de transportes. A. 13. B. CHAUÍ. 2002. São Paulo: Martins Fontes. 1994. Rio de Janeiro: IME. 39. M. Introdução ao planejamento dos transportes. p. ed. VARGAS. WILLUMSEN. 2003. Maria Cristina Fogliatti et allii. 2001. São Paulo: Cortez. COMTE-SPONVILLE. 2002. M. Ética. DALL’AGNOL. Convite à filosofia. • Terminais logísticos.. VASQUEZ.33 Bibliografia complementar: BORGES. 12. ORTÚZAR. TRANSPORTES E LOGÍSTICA I (7o Período – 4º Ano) Ementa: Sistemas de transportes no Brasil. S. New York: John Wiley & Sons. www. 2003. F. • Modelagem matemática aplicada a transportes. D.planning and design. 1999. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda. Revistas CNT. 32-41. In: ARAÚJO. características de um estudo de impacto ambiental. • Logística regional. Petrópolis: Vozes. WRIGHT. I.. A. RAMOS. “Lobos. Michael. 2004. • Logística de Transportes. VOLPATO DUTRA. Juan de D. Chichester: John Wiley & Sons. Rio de Janeiro: DP&A Editora. Bibliografia básica: BRUTON. Temas de ética. Curitiba: Champagnat. São Paulo. 1999. Temas de estudo: • Sistemas de transportes no Brasil: características. Metodologia da pesquisa tecnológica.. 13-22. Globo.. “Aristóteles e a ética das virtudes”. Rio de Janeiro: Ed. In: OLIVEIRA. Rio de Janeiro: Guanabara Dois.org. Jacqueline. Bioética: princípios morais e aplicações. A. e estudo sobre terminais. 1979. 2000. 2. 1987.cnt. Sistemas de transportes. M.

Compatibilidade. www. Métodos de análise estrutural. Mobilidade. 2. Saneamento urbano: sistemas de abastecimento de água. demografia e cálculo de vazões. Indeterminação estática e cinemática. 4th ed. 2007. Trens-tipos usuais. Verificação da segurança. O papel do colapso estrutural no desenvolvimento da engenharia. Da régua de cálculo ao computador. C. LIMA SORIANO. o Captação de água superficial: bacias e classes. o Ambiente terrestre ar (poluição do ar). Traçado de diagramas – exemplos. Ações solicitantes. • Conceitos básicos: Definição de estrutura. 2007. ar e água. Curitiba: PUCPR. Relações entre carga. Segurança em estruturas.biblioteca. Highway Capacity Manual – HCM 2000. • Linhas de influência e cargas móveis: Introdução – Cargas móveis. Cargas. Trens-tipos. Vigas e pórticos isostáticos. • Vigas e pórticos isostáticos: Forças e momentos internos. Convenção de sinais. o Adutoras por gravidade e recalque. Utilização de águas pluviais e reuso de águas. Estruturas reticuladas. SÜSSEKIND. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna. o Captação de água subterrânea. Conceito de linha de influência. 1983. Saneamento geral do solo. Classificação geral dos esforços. . Estática das estruturas. Conceitos básicos.pucpr. Humberto. Bibliografia e normas brasileiras pertinentes. o Rede de distribuição. Equilíbrio estático.34 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ. Humberto. Apoios e reações. • Sistemas de tratamento de água: o Padrões de potabilidade. sistemas de tratamento de água. Normas para trabalhos acadêmicos. Obtenção de solicitações. o Salubridade ambiental (ciclo das doenças). Temas de Estudo: • A engenharia e as ciências ambientais: o A biosfera e os ciclos. Linhas de influência e cargas móveis. Temas de Estudo: • Introdução: A engenharia estrutural. Structural analysis. ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL I (7º Período – 4º Ano) Ementa: A engenharia sanitária a serviço do saneamento ambiental e preservação da saúde pública. R. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna. Análise de estruturas – Método das forças e método dos deslocamentos. José Carlos. Breve histórico da engenharia estrutural. ed. • Sistemas de abastecimento de água: o Concepção. força cortante e momento fletor. 1998.br/sibi/normas Transportation Research Board. obras de captação. Curso de análise estrutural. Bibliografia complementar: HIBBELER. Estados limites. Convenção de sinais. Princípio da superposição dos efeitos. Ringbound edition (December 2000) TEORIA DAS ESTRUTURAS I (7º Período – 4º Ano) Ementa: Introdução. o Reservatórios de distribuição. Porto Alegre: Editora Globo. Biblioteca Central. Upper Saddler River: Prentice Hall. Esforços internos solicitantes. 3rd Edition . Classificação dos elementos estruturais. Bibliografia básica: LIMA SORIANO. 2006.

• Dimensionamento ao Cisalhamento. Hidráulica aplicada às estações de tratamento de água. Bibliografia Básica: ARAÚJO. S. Urbanização e Meio Ambiente. Coeficiente de dilatação térmica. J. VON SPERLING. Diagrama tensão-deformação. C. • Características do aço: Aços de armadura passiva. • Tópicos sobre concreto armado: Ações. Solicitações e Resistências. 2006. BOTELHO. • Dimensionamento de vigas com seção retangular. 2006. N. São Paulo. Agregado. Fluência. Rio Grande: Editora Dunas. Rio de Janeiro: LTC. Tratamento de água: tecnologia atualizada. 2003. 2. Manoel H. Retração. Sistemas urbanos de água. Normas técnicas para elaboração de projetos de sistemas de abastecimento e tratamento de água. 1979. DACACH. R. Belo Horizonte: UFMG. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. o Desinfecção e casa de química. CETESB . C. Concreto. Coeficiente de dilatação térmica. Dimensionamento ao cisalhamento. • Características mecânicas e reológicas do concreto: Massa específica. CONCRETO ARMADO I (7º Período – 4º Ano) Ementa: Introdução. Conceitos básicos. o ETA convencional: mistura. Curso de concreto armado. Temas de Estudo: • Introdução: Histórico. Abastecimento de água. 1991. ed. decantação e filtração.. R. ed. 2005. Uso racional da água em edificações. Bibliografia complementar: DACACH. rev. Concreto armado. N. Resistência à compressão e á tração. . Tópicos sobre concreto armado. Argamassa. Módulo de elasticidade. Introdução à engenharia ambiental. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. 1996. GONÇALVES. • Dimensionamento de vigas com seção T. ed. F. VIANNA. Águas subterrâneas e poços tubulares. S. 1997. Características do aço. 1997. Características mecânicas e reológicas do concreto. G. Detalhamento completo de vigas. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro: LTC. T. Belo Horizonte: Imprimatur. • Conceitos básicos: Cimento. Armaduras longitudinais máximas e mínimas. ABES. • As bases do dimensionamento: Domínios da ABNT 6118. MOTTA. José Milton de. ABNT. Blücher. São Paulo: Editora Edgard Blücher. floculação. Bibliografia básica: TSUTYIA.. & AZEVEDO NETO. M. 1999. 1. Dimensionamento a flexão simples reta. Saneamento básico. ABES. 2003. M. Concreto armado eu te amo. Diagrama tensão-deformação para compressão e tração. Resistência ao escoamento e à tração. 1979. ABNT NBR 6118:2003 – Projeto de estruturas de concreto. São Paulo: E. M.35 o Concepção de ETAs.M. Módulo de elasticidade. 243 p. 314 p. Massa específica. Rio de Janeiro. As bases do dimensionamento. Vigas com seção T. 2. MOTA. RICHTER. G. Prescrições no detalhamento a flexão. ABES. Coeficiente de Poisson.

Rio de Janeiro: Editora Interciência. barrilete e colunas de distribuição de água fria. FUSCO. Curso de concreto. • Louças. PFEIL. • Vazão de projeto e método de cálculo por vazões reais. • Ramais de descarga e de esgotos sanitários. Construções de Concreto. 4. 1983. Porto Alegre: Editora Globo. • Capacidade de reservação. Instalação predial de água quente. SÜSSEKIND. • Equipamentos e acessórios necessários às instalações prediais de esgotos sanitários. • População de projeto. • Equipamentos e acessórios necessários às instalações prediais de esgotos sanitários. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. • Ramal de alimentação predial. 2. Temas de Estudo: 1. INSTALAÇÕES PREDIAIS I (7º Período – 4º Ano) Ementa: Instalação predial de água fria. coletores e condutores de águas pluviais. LEONHARDT. • Volume de reservação para combate a incêndio. 1979. Instalações prediais de esgotos pluviais. • Chuva de projeto. Instalação predial de combate e prevenção de incêndio. Instalações prediais de esgotos sanitários. São Paulo: Edgar Blücher. • Tecnologia de tubos e conexões necessários às instalações prediais de água quente. • Tecnologia de tubos e conexões necessários às instalações prediais de esgotos sanitários. Instalações prediais de combate a incêndio. • Sistema de combate a incêndios em pontos fixos. • Alimentação por gravidade e por conjunto moto-bomba dos hidrantes. 3. 1980. Walter. • Consumo 'per capita' de água fria. • Tecnologia de tubos e conexões necessários às instalações prediais de esgotos sanitários. Lauro Modesto dos.36 Bibliografia Complementar: SANTOS. São Paulo: Pini. • Equipamentos necessários às instalações prediais de água quente. Concreto armado. • Colar. Instalações prediais de água fria. Técnica de armar as estruturas de concreto. • Ramais e subramais de distribuição de água quente. Fritz. Cálculo de concreto armado. • Sistemas de recalque. • Ramais e subramais de distribuição de água fria. metais sanitários e equipamentos necessários às instalações prediais de água fria. Instalação predial de esgotos sanitários. . • Sistemas aquecedores. • Tecnologia de tubos e conexões necessários às instalações prediais de esgotos sanitários. • Sistema de combate a incêndios em pontos móveis. • Consumo diário de água quente. • Equipamentos e acessórios necessários às instalações prediais para combate a incêndio. • Tecnologia de tubos e conexões necessários às instalações prediais de água fria. 5. Instalação predial de água pluvial. José Carlos. Péricles Brasiliense. • Consumo diário de água fria. 1977. • Consumo 'per capita' de água quente. Instalações prediais de água quente. 1995. • Levantamento dos riscos a proteger. • Calhas.

1989. NBR 7198:1993 . Tensões verticais devidas ao peso próprio do solo. Tensões horizontais. • Horizontal. • Formato qualquer. IT/OPE/318. 1983.135. IA/OPE. o Diretos. o Fluxo bidimensional. Temas de estudo: • Tensões nos solos. o Ensaios de laboratório. • Retangular. • Resistência ao cisalhamento dos solos. Código de prevenção de incêndios. Rio de Janeiro: LTC. 1993. Archibald Joseph. ENGENHARIA GEOTÉCNICA III (7º Período – 4o Ano) Ementa: Tensões nos Solos. Instalações hidráulicas : prediais e industriais. o Atrito e coesão. Instalações hidráulicas e sanitárias prediais. ABNT. IA/OPE/126. ABNT. 3. ábaco de Newmark. Ensaios de laboratório. . Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. IA/OPE/372. MACINTYRE.Instalações prediais de águas pluviais.125. IA/OPE. Bibliografia complementar: ABNT. PF/OPE/024. ed. o Fluxo unidimensional em meios porosos. • Circular. o Tensões devidas a cargas aplicadas. 3ª Ed. Resistência ao cisalhamento dos Solos. Ensaios de campo. • Permeabilidade dos solos. Cargas uniformemente distribuídas. 1996. Manuais de procedimentos. • Método aproximado do ângulo de espraiamento. 739 p. Estado duplo de tensões.Instalações prediais de esgotos sanitários. Triaxial. Allen Hazen. 1982.Projeto e execução de instalações prediais de água quente. Polícia Militar do Paraná. solução de Cerruti. IT/OPE/371. o Lei de Darcy. Curitiba: Corpo de Bombeiros do Paraná. NBR 10844:1989 . o Ensaios para determinação do coeficiente de permeabilidade. Permeabilidade dos solos. Círculo de Mohr. o Indiretos.132. IT/OPE/317. IA/OPE. 2006. IA/OPE/133. IT/OPE/352. solução de Steinbrenner. solução de Bousinesq. Cargas concentradas • Vertical. ABNT. IT/OPE/373. IA/OPE/128. IA/OBR/005. Cisalhamento direto. Ensaio de adensamento. Princípio da tensão efetiva. 2001. coeficiente de empuxo no repouso. IT/OBR/004. NBR 5626:1982 . NBR 8160:1983 . o Critérios de ruptura. SANEPAR. IT/OPE/319. solução de Love.37 Bibliografia básica: Creder. H. IA/OPE/127.Instalações prediais de água fria. Redes de fluxo. o Tensões geostáticas.

• O fenômeno religioso e as respostas norteadoras dadas pelas tradições religiosas: o Para o sentido da vida. Temas de Estudo: • Fundamentos antropológicos do fenômeno religioso: o O sentido da existência (vida e morte). CULTURA RELIGIOSA (7º Período – 4º Ano) Ementa: A cultura religiosa produzida pela humanidade e os fundamentos antropológicos do fenômeno religioso na busca humana pelo sentido último da existência. 1977. Denis. 2. São Paulo: Paulus. no presente. 2001. 1981. 751 p. As religiões hoje. Bibliografia Complementar: AZEVEDO. Magia. 378 p. 112 p. 1995. ciência e civilização. As linguagens da experiência religiosa: uma introdução à fenomenologia da religião. 1998. ISBN 85-86238-15-5 BUENO. com o mundo. EDWARDS. MESLIN. Milton. o Para o sentido das relações. ISBN 85-7266-064-X ORTIGÃO. Ramalho. São Paulo: Oficina de Textos. ed. o Religião e política. .38 Bibliografia básica: PINTO. 1997. ed. o Religião e ética. SAMUEL. J. o Para a morte. Simões. Rio de Janeiro: L TC. São Paulo: Loyola. 16. São Paulo: Loyola. ISBN 85216-1031-9 VARGAS. Rubem. São Carlos 1986. 131 p. ed. na história. Introdução à mecânica dos solos. 2. VILLAR. Bibliografia Básica: ALVES. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Lisboa: Edições 70. 1998. Fundações teoria e prática. 1992. • O fenômeno religioso na atual crise da modernidade: o Religião enquanto busca do sentido último. nas culturas diversas e no agir pessoal e social de cada um. CROATTO. Waldemar et al. São Paulo: Loyola. com o outro e consigo). o Religião como elemento de reaproximação da experiência humana coletiva. Albert. J. Curso básico de mecânica de solos: em 16 aulas: exercícios resolvidos. São Paulo: PINI. Cultura religiosa. Michel. McGraw-Hill. BRONOWSKI. 2001. Modernidade e cristianismo: o desafio da inculturação. Marcelo. ORENCIO Monje. O que é religião: São Paulo: Brasiliense. Benedito de Souza. ed. A experiência humana de Deus. A experiência humana do divino: fundamentos de uma antropologia religiosa. Severino.. São Paulo: Ed. Mecânica dos solos. São Paulo: Paulinas. Petrópolis: Vozes. Carlos de Sousa. o Religião e ciência. J. o A dimensão social da religião. 2. Bibliografia complementar: HACHICH. o O homem enquanto ser de relações (com o transcendente. JORGE. 1995.

José Carlos. 2. São Paulo: Pioneira. 1997. Normas para trabalhos acadêmicos. • Método da carga unitária: Equações básicas. Logística aplicada: suprimento e distribuição física. Curitiba: UFPR. funções e tipos de transporte público. VALENTE. A.biblioteca. 2007. A. Highway Capacity Manual. Procedimento de resolução. Porto Alegre: Editora Globo. 1979. C. ed. Exemplos de aplicação. NOVAES. Structural analysis. AKISHINO. C. Método da carga unitária. Análise de estruturas – Método das forças e método dos deslocamentos. 2007. Estradas de ferro. Exemplos de aplicação. A. 4th ed. Bibliografia complementar: HIBBELER. Temas de Estudo: • Método da equação dos três momentos: Fundamentação teórica. TRANSPORTATION RESEARCH BOARD. Curitiba: PUCPR. L. . Curso de extensão de engenharia de tráfego. • Gestão de frotas. 1983. Oferta de Transportes. São Paulo: USP. ALVARENGA. Curso de análise estrutural. Bibliografia básica: BRINA. Temas de Estudo: • Engenharia de tráfego. Bibliografia básica: LIMA SORIANO. Transporte público urbano: características. 2000. H. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna. TRB Publications: 2000.. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna.. M. Bibliografia complementar: Escola Politécnica da Universidade de São Paulo . Humberto. Gerenciamento de transporte e frotas. Gestão de frota: dimensionamento. PASSAGLIA. G. dando ênfase ao transporte coletivo (incluindo cálculo de tarifa). Upper Saddler River: Prentice Hall. Exemplos de aplicação.. São Paulo: Pioneira. Humberto. SÜSSEKIND. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ. Transporte Ferroviário: histórico e componentes da super-estrutura. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. LIMA SORIANO.br/sibi/normas TEORIA DAS ESTRUTURAS II (8º Período – 4º Ano) Ementa: Método da equação dos três momentos. orçamento de serviços envolvendo frota e controle de frota. E.USP. Estática das estruturas. Engenharia de tráfego.pucpr. R. Método dos esforços. www. • Transporte público urbano. Pedro. 2006. G.39 TRANSPORTES E LOGÍSTICA II (8º Período – 4º Ano) Ementa: Engenharia de tráfego. 1998. NOVAES. • Método dos esforços: Coeficientes de flexibilidade. • Transporte ferroviário. 1985. Biblioteca Central. 1979. A.

Sistemas econômicos de esgotos sanitários. R. CONCRETO ARMADO II (8º Período – 4º Ano) Ementa: Lajes em concreto armado. • Planilha de cálculo. ABES. E P. Normas sobre resíduos sólidos. C. Princípios de tratamento de esgotos sanitários. PESSOA. P.. Temas de estudo: 1) Sistemas de coleta de esgotos sanitários: • Concepção e cálculo de vazões. CAMPOS.A. ABNT. tratamento e disposição final de resíduos sólidos urbanos: • O ambiente terrestre solo. T. São Paulo: EPUSP. Rio de Janeiro: ABES. Projeto de estações de tratamento de esgoto sanitários. IPT. 1990.. Tratamento de esgotos domésticos. D. AISSE. M. • Caracterização dos RSU. • Hidráulica dos coletores. São Paulo: IPT. • Lagoas de estabilização. M. Coleta e transporte de esgoto sanitário. • Resíduos sólidos industriais urbanos. Sistemas de tratamento e disposição final de esgotos e lodos sanitários. 1999. • Aterro sanitário. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos (manual). V. • Processos secundários anaeróbios. • Processos secundários aeróbios. • ETEs: Níveis de tratamento e fluxogramas. 1999. 3) Sistemas de coleta. • Estudo da auto-depuração dos corpos d’água receptores. • Resíduos sólidos dos serviços de saúde. Bibliografia básica: TSUTIYA. Sistemas de coleta. • Coleta e transporte. Dimensionamento de pilares. 1995. JORDÃO. BRASIL. M. DESA/UFMG. Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo. transporte. NB 570. 2000. ABNT. 2) Sistemas de tratamento e disposição final de esgotos sanitários: • Caracterização e composição dos esgotos.40 ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL II (8º Período – 4º Ano) Ementa: Sistemas de coleta de esgotos sanitários. • Fossa séptica e filtro anaeróbio. . • Coleta seletiva para a reciclagem e compostagem. ALÉM SOBRINHO. 1995. BRASIL. Rio de Janeiro: ABES. M. LIMA. transporte e disposição final de resíduos sólidos urbanos. Bibliografia complementar: BRASIL. VON SPERLING. • Lançamento da rede. • Elevatórias. J. 1: Introdução à qualidade das águas. • Biossólidos. J.

INSTALAÇÕES PREDIAIS II (8º Período – 4º Ano) Ementa: Carga Elétrica. José Milton de. Péricles Brasiliense. Curso de concreto. 1 e 2. Júlio. • Dimensionamento de pilares: Conceitos básicos. Lauro Modesto dos. • Corrente e resistência elétrica.W.. Capacitores. SERWAI. V. • Fluxo do campo elétrico. Técnica de armar as estruturas de concreto. RAYMOND. São Paulo: Makron Books. Bibliografia Básica: ARAÚJO. Prescrições para o detalhamento das armaduras. RESNICK. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Paulo: Pini. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. Walter. Porto Alegre: Editora Globo. São Paulo: Edgar Blücher. Instalações elétricas. Circuitos Elétricos. • Correção do fator de potência de uma instalação. 1977. Física . David. 2003. José Carlos. controle e proteção. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Construções de Concreto. Disposições construtivas. • Projeto de iluminação. Jearl. V. Esforços nas lajes armadas em cruz. Bibliografia Complementar: HALLIDAY. Cálculo de pilares por processos simplificados. SÜSSEKIND. • Energia armazenada nos capacitores. Curso de concreto armado. . WALKER. Proteção contra descargas atmosféricas. GETTYS. FUSCO. • Projeto de instalação elétrica de baixa tensão. Potencial Elétrico. Rio Grande: Editora Dunas. Fritz. PFEIL. • Cálculo da instalação de motores. Cálculo de concreto armado. Malcolm J. Vão teóricos. Campo Elétrico.Força magnética sobre carga e corrente elétrica. John W. 1983. Fundamentos de física. Processo de Marcus. Bibliografia Básica: NISKIER. A. Aplicação de dispositivos de comando. A. Rio de Janeiro. Bibliografia Complementar: SANTOS. • Campo Elétrico – Linhas de Força. Robert. Frederick j. Cálculo da instalação de motores. • Características de lâmpadas e luminárias. MACINTYRE.41 Temas de Estudo: • Lajes em concreto armado: Introdução. Características de lâmpadas e luminárias. Esforços nas lajes armadas em uma direção. Rio de Janeiro: LTC. Eletromagnetismo.. Dimensionamento de lajes. LEONHARDT. V. 1979. 2003. Temas de Estudo: • Carga Elétrica – Processos de Eletrização. São Paulo: Editora Tomson. ABNT NBR 6118:2003 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento. 1980. Correção do fator de potência de uma instalação. Projeto de instalação elétrica de baixa tensão. 1995. J. Princípios de física. • Aplicações da Lei de Ampére • Aplicação de dispositivos de comando. controle e proteção. 3. Concreto armado. • Proteção contra descargas atmosféricas. • Campo magnético . • Lei de Coulomb. KELLER. Carregamentos. 3.Edward. Rio de Janeiro: Editora Interciência. Classificação. Projeto de iluminação.

McGraw-Hill. Cortina em balanço Cortina com um nível de apoio Cortina com mais de um nível de apoio. ed. • Empuxos de terra o Teoria de Rankine. tensões na base e estabilidade global. ZEMANSKI. A vivência comunitária como fator de aprendizagem para a formação integral. São Paulo: PINI. 2001. Hugh. ISBN 85-86238-15-5 BUENO. ORENCIO Monje. São Paulo: Ed. 1995. Francis. Fundações teoria e prática. 1977. Hélio. . Carlos de Sousa. São Paulo: Addison Wesley. Curso básico de mecânica de solos: em 16 aulas: exercícios resolvidos. Física. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. V. Mecânica dos solos. Milton. ISBN 85-7266-064-X ORTIGÃO. Rio de Janeiro: LTC. o Analogia mecânica do adensamento. Temas de Estudo: • A missão institucional da PUCPR. A participação em projetos de atividades comunitárias. Empuxos de terra. Tombamento. elástico ou não drenado. 112 p. ENGENHARIA GEOTÉCNICA IV (8º Período – 4o Ano) Ementa: Compressibilidade dos solos. O aluno como aprendiz de transformação social. o Cálculo de recalques por adensamento. Estruturas de contenção. 378 p. • Estruturas de contenção o Muros de arrimo Principais tipos e soluções. • Os objetivos do Projeto Comunitário.42 SEARS. Bibliografia básica: PINTO. 2. ISBN 85216-1031-9 VARGAS. Waldemar et al. 16 ed. 1998. VILLAR. • O que é o Projeto Comunitário. Benedito de Souza. 2. A compreensão da responsabilidade social de cada indivíduo como integrante do contexto social no qual está inserido. o Teoria de Coulomb. o Ensaio de adensamento. Instalações elétricas. Estado ativo e passivo de Rankine. São Paulo: Oficina de Textos. YONG. 751 p. Bibliografia complementar: HACHICH. escorregamento. Verificação da estabilidade de muros de arrimo. ed. São Carlos 1986. o Recalques por adensamento primário e por adensamento secundário. o Cortinas Principais tipos e soluções. Mark. 1 e 2. PROJETO COMUNITÁRIO (8º Período – 4º Ano) Ementa: A caracterização do Projeto Comunitário da PUCPR. 131 p. o Teoria do adensamento unidimensional de Terzaghi. Ramalho. Rio de Janeiro: L TC. Introdução à mecânica dos solos. Temas de estudo: • Compressibilidade dos solos o Recalque instantâneo. CREDER.

Curvas horizontais circulares. Responsabilidade social e cidadania empresarial: a administração do terceiro setor. Procedimentos e abordagens sociais. dimensionamento utilizando o Método da Resiliência. MORIN. O serviço comunitário. Boaventura de Sousa. Educação um tesouro a descobrir. CASTEL. São Paulo: Vera. Densidade e compactação. Projeto de terraplenagem. Pela mão de Alice: o social e o político na transição pósmoderna. Estudos do subleito. Cálculo de volumes. MEC-UNESCO. 1997. A visão sistêmica do contexto social. Djalma Rocha Al-Chuery Martins. MARSHALL. Responsabilidade social e competências empreendedoras. Mecânica dos Pavimentos. 1967. Jacques de. • Projeto geotécnico: Introdução e fases do projeto geotécnico. Critérios para a seleção qualitativa de materiais na terraplenagem. PONTES FILHO. Serviços de terraplenagem. 1998. 2002. 2000. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Características de deformabilidade de solos e materiais de pavimentação. Manual do Projeto Comunitário. Bibliografia básica: BAPTISTA. As metamorfose da questão social: uma crônica do salário. Myrian Veras.43 • • • • • • A participação do aluno no Projeto Comunitário. . COSTA. Análise das tensões. Dimensionamento de pavimento flexível – método do DNIT (DNER). • Mecânica dos pavimentos. 1999. classe social e status. MELO NETO. Elaboração dos quadros de orientação da terraplenagem. cidadania e justiça: a questão social em foco. Como trabalhar solidariamente. Estudos de ocorrências de materiais para a pavimentação. Relatório para a Unesco da Comissão Internacional. 1994. São Paulo: Cortez. Curvas verticais. • Projeto de terraplenagem: Introdução e conceitos gerais. Fatores de homogeneização. 155p. Características técnicas para projeto. Rio de Janeiro: Zahar. MEDINA. Projeto geotécnico. Thomas Humphrey. 1998. 611p. 1998. Programa Universidade Solidária. São Carlos. Distribuição do material a ser escavado. Temas de estudo: • Projeto geométrico: Introdução. A operacionalização do Projeto Comunitário. SANTOS. Rio de Janeiro. Curitiba: Champagnat. Traçado. Elementos geométricos das estradas. Rio de Janeiro: Qualitymark. Projeto de terraplenagem. Dimensionamento e projeto de pavimentos rígidos e flexíveis. 2000. Mecânica dos pavimentos. Equipamentos. Robert. dimensionamento de pavimentos de concreto utilizando os métodos da PCA e AASHTO. Petrópolis: Vozes. dimensionamento e projeto de pavimentos rígidos e flexíveis: Introdução. Porto: Afrontamento. Célia M. São Paulo: AAPCS. Bibliografia básica: PEREIRA. 1983. 118p. Estradas de Rodagem: Projeto geométrico. 1999. Cidadania. Curvas horizontais de transição. Planejamento social: intencionalidade e instrumentação. Curitiba. Editora Educa. ESTRADAS E PAVIMENTAÇÃO I (9º Período – 5º Ano) Ementa: Projeto geométrico. A educação para o século XXI. Compensação de volumes. Gestão de projetos sociais: coleção gestores sociais. 2001 Bibliografia complementar: ÁVILA. Terraplenagem. Edgar. São Paulo: Cortez. Francisco Paulo de et al. deformações e deslocamentos. Brasília: Bandeirante. Roberto. Glauco.

Ações permanentes. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.dnit. Temas de estudo: • Introdução à Engenharia de Pontes: Definições. Rio de Janeiro.br/ipr_new/download_manuais. • Lajes – teoria e cálculo: Conceitos gerais. (www1. Manual de técnicas de pavimentação. Exemplo de cálculo. Projetos. A habilidade de projetar pontes. 2003. NBR 7187:2003 – Projeto de pontes de concreto armado e de concreto protendido – Procedimento. 2006. Dimensionamento aos esforços cortantes. Esforços solicitantes. Rio de Janeiro: ABNT. Parâmetros geométricos das pontes. Apresentação de um projeto. Elementos constituintes das pontes. (www1. Wlastermiler de. DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT. Cargas aplicadas diretamente nas transversinas. 1998. Fundamentos do método. • Estudo do vigamento principal de uma ponte rodoviária em duas vigas isostáticas de concreto armado: Geometria da obra.gov. Manual de pavimentos rígidos.DNER. Ações variáveis. • Parâmetros geométricos das pontes: Características geométricas das vias de tráfego. Resistência dos materiais. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS E RODAGENS .gov. Bibliografia complementar: BRASIL. Normas brasileiras pertinentes. I e II. • Ações solicitantes em pontes rodoviárias: Ações permanentes. Conhecimentos afins para o projeto de pontes. Características geométricas das pontes. 1999. Encontros. NBR 7188:2003 – Carga móvel em ponte rodoviária e passarela de pedestre – Procedimento. São Paulo.br/ipr_new/download_manuais. Ações variáveis. A qualidade de uma ponte. DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT. Manual de Pavimentação.gov. 1984. Rio de Janeiro. Manual de projeto geométrico de rodovias rurais. John Wiley & Sons. Determinação simplificada dos trens de carga. Bibliografia básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. • Elementos constituintes das pontes: Superestrutura. Pini. Dimensionamento aos momentos fletores. 2003. Lajes – teoria e cálculo. Infraestrutura. Exemplos de cálculo. Cálculo de lajes de pontes através das tabelas de Rüsch. . WRIGHT. Lajes contínuas de pontes. 1987. DNIT. Método de projeto de pavimentos flexíveis. Rio de Janeiro.htm) BRASIL. (www1. São Paulo. V. 2005. IPR.dnit. Distribuição transversal de cargas pelo método aproximado de Engesser-Courbon. Durabilidade de uma ponte. J. Rio de Janeiro: ABNT. Rio de Janeiro. Normas e códigos internacionais. Estudo do vigamento principal de uma ponte rodoviária em duas vigas isostáticas de concreto armado. Mesoestrutura. Ações solicitantes em pontes rodoviárias. IPR. ENGENHARIA DE PONTES I (9º Período – 5º Ano) Ementa: Introdução à Engenharia de Pontes. Highway engineering.htm) BRASIL. DNER. 1981.44 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND-ABCP. PAQUETTE. • Distribuição transversal de cargas pelo método aproximado de Engesser-Courbon: Campo de aplicação. A ponte como elemento chave em um sistema de transporte. Rio de Janeiro: ABNT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Murillo Lopes de.dnit. • Determinação de solicitações: Combinações de solicitações nos estados limites últimos. 1997. Paul. NBR 6118:2003 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento.br/ipr_new/download_manuais. Dimensionamento de Pavimentos Rodoviários e Urbanos de Concreto Pelo Método da PCA/1984.htm) SENÇO. Combinações de solicitações nos estados limites de utilização. Elementos de projeto. SOUZA. New York. Determinação de solicitações.

45 Bibliografia complementar: PFEIL. Construções de concreto – Princípios básicos da construção de pontes de concreto. Materiais para concreto protendido. Pontes – Curso básico. Conceito de protensão como força externa aplicada. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I (9º Período – 5º Ano) Ementa: Projeto. CONCRETO PROTENDIDO I (9º Período – 5º Ano) Ementa: Introdução ao concreto protendido. 2005. Aço de armadura ativa. Injeção de cabos internos pós-tracionados. Armadura suplementar. o Definição do problema a ser enfrentado. Fritz. 1979. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 6. Exemplos de aplicação. A protensão aplicada ao concreto. Rio de Janeiro: Editora Campus. Exemplos de aplicação. Vantagens e desvantagens do concreto protendido. Verificação no estado limite último no ato da protensão. 1983. • Materiais para concreto protendido: Concreto. Construções de Concreto. Rio de Janeiro: Editora Interciência. Alexandre A. Fritz. o Delimitação do tema a ser trabalhado. • Geometria dos cabos: Armadura pré-tracionada. 1979. 1984. Graus de protensão. Walter. Temas de Estudo: • Projeto do estágio supervisionado: o Delimitação da área do conhecimento. Armadura pós-tracionada. 1983. NBR 6118:2003 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento. Aço de armadura passiva. • Perdas imediatas de protensão (Parte I): Perdas por atrito. • Tensões limites no ato da protensão: Valores limites da força de protensão por ocasião do estiramento da armadura. Walter. Geometria dos cabos. Vol. LEONHARDT. Pontes em concreto armado. Durabilidade e comportamento conjunto dos materiais. o Definição dos objetivos gerais e específicos. Tensões limites no ato da protensão. Perdas por encurtamento elástico do concreto. Alongamento do cabo. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. o Justificativa. • Sistemas de protensão: Cabos protendidos aderentes e não aderentes. Walter. Projeto e execução de lajes protendidas. Rio de Janeiro: Editora Interciência. Bibliografia Complementar: PFEIL. Bainhas dos cabos de protensão. 2003. EMERICK. Disposições construtivas para lajes protendidas. LEONHARDT. Equipamentos de protensão. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Temas de Estudo: • Introdução ao concreto protendido: Definição de protensão. PFEIL. Sistemas de protensão com fios e cordoalhas de aço. Sistemas de ancoragem. Exemplo de aplicação. Sistemas de protensão. Apresentação e desenvolvimento do estágio supervisionado. Rio de Janeiro: ABNT. o Revisão bibliográfica. Exemplos de aplicação. Rio de Janeiro: Editora Interciência. o Procedimentos metodológicos. Breve histórico. Perdas imediatas de protensão (Parte I). . Concreto protendido.

ed. Corrosão. Combinações normais de ações. Fragilidade. • Contraventamento . Diagrama tensão-deformação. 101 p. et al. Bibliografia complementar: BIANCHI.497. C. 1997. Tabelas de espécies usuais. o Bibliografia básica: PUCPR. A. Resolução CNE/CES N. A. de M. de 18 de agosto de 1982.2003. BRASIL. Temas de Estudo: • Introdução: Vantagens e desvantagens das estruturas de madeira.46 • • Apresentação do projeto do estágio supervisionado: De acordo com os padrões de apresentação gráfica da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. que regulamenta a Lei 6494/77. Critérios de verificação. • Barras tracionadas: Introdução. de 7 de dezembro de 1977. 92p.494. Exemplos. Brasília – DF. Diretrizes Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. 2002. PFEIL... Fadiga. Ações e segurança em estruturas de madeira.A.Cargas de ventos em estruturas de madeira. 6. Exemplos de aplicação. Ministério da Educação / Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.. MEC/INEP. W. Contraventamento. Dimensionamento dos pinos e dos elementos da ligação. Decreto nº.. Estruturas de madeira. MORAES. o projeto deverá ter a seguinte Desenvolvimento do estágio supervisionado. Propriedades físicas da madeira. AÇO E MADEIRA I (9º Período – 5º Ano) Ementa: Introdução à construção em madeira. Normas técnicas e bibliografia. Peças de madeira para uso estrutural. Critério de dimensionamento. Propriedades de resistência e de rigidez da madeira. 1998. Entrega do relatório final do estágio supervisionado. BRASIL. 101 p. Exemplos de aplicação. de acordo com os padrões de apresentação gráfica da ABNT. Livros Técnicos e Científicos Editora S. Estados limites. 87. C. que dispõe sobre os estágios de estudantes de estabelecimentos de ensino superior.º 11/2002. • Ações e segurança das estruturas: Ações. Conselho Nacional de Educação / Ministério da Educação. p. São Paulo: Editora Pioneira. NBR 7190:1997 – Projeto de estruturas de madeira. Diário –Oficial da União: Seção 1. Brasília – DF. 2002. Disposições construtivas. • Ligações com pinos: Tipos de pinos. Exemplos de aplicação. B. Projeto e estruturas treliças de madeiras. Resolução Nº 110/2005 – CONSUN – Manual de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Civil do CCET – Campus Curitiba. • Barras axialmente comprimidas: Resistência de cálculo. Treliças de telhados de madeira.. BRASIL. PFEIL. Manual de Orientação: Estágio Supervisionado. São Paulo: Pioneira. Rio de Janeiro: ABNT. . • Propriedades da madeira e dimensões usuais: Características físicas da madeira. 32. _____. Bibliografia básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. M. Sistemas de Avaliação da Educação Superior: Manual de Diretrizes e Avaliação do Curso de Engenharia Civil. Efeito da umidade. • Projeto de estruturas e treliças de madeira. • Flexão simples – momento fletor: Introdução. Lei nº 6. Ligações em estruturas de madeiras. Critérios de dimensionamento. Manual de orientação: estágio supervisionado. Produtos comerciais de madeira. 2002. Valores limites do índice de esbeltez.

1.ufu. Materiais empregados.47 CALIL JÚNIOR. LAHR. Editora Edgard Blücher. Recomendações para o lançamento da estrutura. Construções de Concreto. Rio Grande: Editora Dunas. URL: www. . FUSCO. 2003. fazer a integração de diversas ações e aptidões desenvolvidas nos programas de aprendizagem. Bibliografia Básica: ARAÚJO. Classificação dos elementos estruturais. 1979. • Deslocabilidade horizontal de edifícios: Ações do vento. Pré-dimensionamento de pilares. Estruturas. F. A. São Paulo: Pini. Deslocabilidade horizontal de edifícios. C. 1995. Estados limites últimos. Prescrições normativas. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. F. ampliada. A. • O projeto escolhido deve permitir a síntese e integração de conhecimentos adquiridos ao longo do curso. Orientações práticas. A. ESTRUTURAS DE EDIFÍCIOS I (9º Período – 5º Ano) Ementa: Conceitos preliminares. Estruturas de madeira. Detalhamento de lajes maciças e nervuradas. Temas de Estudo: • Cada uma das áreas indicadas apresenta as especificações e condições gerais para o desenvolvimento dos trabalhos e projetos. Bibliografia Complementar: LEONHARDT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Avaliação da estabilidade global de edifícios. Temas de Estudo: • Conceitos preliminares: Definição de Estrutura. Curso de concreto armado. José Milton de. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I (9º Período – 5º Ano) Ementa: Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso em uma das seguintes Áreas: Construção Civil e Arquitetura.R.. que leva em conta as características e peculiaridades de cada área. Péricles Brasiliense. ed.htm. • Detalhamento de lajes maciças e nervuradas: Introdução. 1980. • Recomendações para o lançamento da estrutura: Conceito. 2003. Transportes. 2003. • Para cada uma das grandes áreas de trabalho ofertadas pelo Curso é preparado um plano de trabalho específico.feciv. Editora Manole Ltda. Técnica de armar as estruturas de concreto. Plano de Trabalho. Hidráulica e Saneamento. Ações solicitantes. 1997. Fritz. NBR 6118:2003 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento. • Pretende-se.. NBR 6120:1980 – Cargas para o cálculo de estruturas de edificações – Procedimento. a partir de um projeto correspondente a uma das grandes linhas do Curso.. Caderno de projeto de telhados em estruturas de madeira. ed. Rio de Janeiro: ABNT. R. DIAS. Bibliografia complementar: GESUALDO. Acréscimos de carga vertical..A. Escolha do projeto. • Pré-dimensionamento de pilares: Processo das áreas de influência. Rio de Janeiro: ABNT. Relatório de Pesquisa. Exemplos práticos. Rio de Janeiro: Editora Interciência. MOLITERNO. 2. 2003. A. Dimensionamento de elementos estruturais de madeira. Elaboração do relatório preliminar. Geotecnia e Planejamento da Produção. Exemplos práticos..br/docentes/francisco/ franscisco. de acordo com as diretrizes do MEC.

2003.. Rio de Janeiro. Segurança em atividades extra-empresa. o Sapata isolada.A. Bibliografia Básica: BRASIL. São Paulo: Editora Atlas S. Método do talude infinito. Juarez. Contato com os equipamentos e suas utilidades. Armazenagem. o Principais causas de movimentos de taludes. • Equipamentos de proteção individual.Entendimento por meio de leitura de textos de normas e leis. em especial relativas ao capítulo V da consolidação das leis do trabalho relativas a segurança do trabalho. estocagem. Superfície de ruptura plana. Método de Bishop simplificado. Waldemar. Método de Culmann. de acordo com cada uma das áreas de trabalho e conforme o plano de trabalho específico.48 Bibliografia: Manual de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Engenharia Civil. Qualidade na segurança e higiene do trabalho. Inspeção de segurança.mte. Editora Atlas S. Armazenagem. o Bloco não armado. Prevenção e controle de riscos em obras de engenharia. Higiene do trabalho. Qualidade na segurança e higiene do trabalho. Giovanni Moraes.br Bibliografia Complementar: BENITO. o Análise de estabilidade. PACHECO JÚNIOR. 2004. ARAÚJO. 2007. ENGENHARIA GEOTÉCNICA V (9º Período – 5o Ano) Ementa: Estabilidade de Taludes. Método de Taylor. Manual de Legislação Atlas: segurança e medicina do trabalho. Temas de Estudo: • Estabilidade de taludes. Diversas Leis e Decretos. Higiene do trabalho. ENGENHARIA LEGAL E SEGURANÇA DO TRABALHO I (9º Período – 5º Ano) Ementa: Introdução à segurança e higiene do trabalho. Normas regulamentadoras. Temas de Estudo: • Introdução à segurança e higiene do trabalho. Proteção contra incêndio.. • Inspeção de Segurança. • Qualidade na segurança e higiene do trabalho. • Fundações superificiais. manuseio e transporte. Trabalhos feitos em canteiro de obras para que o aluno tenha consciência do estado em que as obras e serviços se encontram. manuseio e transporte.A. Fundações Superficiais. SOUZA. o Taludes naturais e artificiais. Cuidados em cada fase da obra. A ser indicada pelos professores do Curso. Equipamentos de proteção individual. estocagem. Normas regulamentadoras comentadas. .gov. BRASIL. o Conceituação. • Proteção contra incêndio. Superfície de ruptura circular. www. Normas Regulamentadoras. Carlos Roberto Coutinho. • Cuidados em cada fase da obra. Prevenção e controle de riscos em obras de engenharia. Segurança em atividade extra-empresa.

Manual de especificações de produtos e procedimentos ABEF: engenharia de fundações e geotecnia. Ensaios básicos de CAP`S e emulsões. Sinalização horizontal. 290p. Rio de Janeiro.. • Projeto de drenagem: Drenagem de transposição de talvegues. Técnicas de restauração de pavimentos asfálticos e de concreto. 1989. 2004. Projeto de fundação.. Waldemar et al. Sapata associada. Temas de Estudo: • Execução. ABNT – NBR-6122 . Sinalização semafórica. Manual de drenagem de rodovias. 2006. Terzaghi. rev. 1985. Exercícios de fundações. Sinalização vertical. ISBN 85-7266-157-3 (broch. São Paulo: E. Liedi B. 290p. ISBN 85-7266-064-X ALONSO. 2. Drenagem subterrânea ou profunda. ISBN 85-212-0019-6 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE ENGENHARIA DE FUNDAÇÕES E GEOTECNIA. Bibliografia complementar: VELLOSO. Laura M.49 o o o o o Sapata excêntrica. Técnicas executivas de pavimentos asfálticos e de concreto. Ensaios de misturas. ed. 410 p. Francisco Resende. Rio de Janeiro : COPPE/UFRJ.. Pavimentação Asfáltica: formação básica para engenheiros. G. CERATTI. PETROBRÁS-ABEDA. Ensaios de pavimentação (laboratório). Diagnóstico de defeitos. Francisco Resende. Viga alavanca. Fundações. Fundações teoria e prática. Edgard Blücher Ltda. Rio de Janeiro. Dirceu de Alencar e Lopes. São Paulo: Ed. 3. Ensaios de compressão e flexão. Volume 1: Fundações Superficiais. • Projeto de sinalização: Introdução. Urbano Rodriguez. MOTTA. 2002. Urbano Rodriguez. SOARES. Ensaios de agregados. DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT. Fundações. avaliação funcional e estrutural de pavimentos asfálticos e de concreto. Métodos teóricos. e ampl. Brinch Hansen. Projeto de drenagem. Dimensionamento de fundações profundas. Sistemas de gerência de pavimentos. Métodos semi-empíricos. ed. • Ensaios de pavimentação: Ensaios de CBR e expansão. Drenagem do pavimento. 169 p. Dirceu de Alencar e Lopes. Projeto de sinalização. Bibliografia básica: HACHICH.. 3. 751 p. Rio de Janeiro : COPPE/UFRJ. ISBN 85-285-0052-7. Volume 2: Fundações Profundas. Projeto de sinalização. reabilitação e gerência de pavimentos. 2002. São Paulo: PINI. São Paulo: PINI. . 1998. Blücher. Skempton. ed. Métodos empíricos. Bibliografia básica: BERNUCCI. Jorge Barbosa. DNIT. VELLOSO.Projeto e execução de fundações. Drenagem superficial. Drenagem de travessia ubana. 3. ed. reabilitação e gerência de pavimentos: Introdução. Jorge A. ISBN 85-285-0051-9 ALONSO. BRASIL. P. .) ESTRADAS E PAVIMENTAÇÃO II (10º Período – 5º Ano) Ementa: Execução. Capacidade de carga de fundações superficiais. Prova de carga em placa. 2006.

Lucas B. 1997. 2003. Walter.. Manual brasileiro de sinalização de trânsito. Florianópolis. Shell Bitumen. Vol.Estudo de Caso. PFEIL. Distribuição de esforços devidos a uma variação de temperatura. 4. Pontes em concreto armado. 2005 e 2007. Rio de Janeiro. Brasília: DENATRAN. FENDRICH. Articulações de concreto (articulação Freyssinet). Exemplo de cálculo. I a VI. Distribuição de esforços transversais entre os apoios de pontes com superestrutura contínua. Temas de Estudo: • Transversinas: Pontes em duas vigas (transversinas desligadas). Distribuição de esforços devidos a empuxos de terra aplicados nos pilares. Manual de Restauração de pavimentos asfálticos.gov.br/ipr_new/download_manuais. Avaliação das Condições Estruturais e Funcionais de Pavimentos de Concreto de Cimento Portland .dnit.br/ipr_new/download_manuais. BRASIL. Aparelhos de apoio. Construções de concreto – Princípios básicos da construção de pontes de concreto. DNIT. Rio de Janeiro. Roberto. • Aparelhos de apoio: Apoios elastoméricos. DNIT. Álbum de projetos – tipo de dispositivos de drenagem. 1979. ed. Bibliografia complementar: ADADA. 2001. Exemplos de cálculo. 1983.50 BRASIL. . Drenagem e controle da erosão urbana.gov. NBR 7187:2003 – Projeto de pontes de concreto armado e de concreto protendido – Procedimento.dnit. Rio de Janeiro: Editora Interciência. Curitiba. Surrey-UK.DNER. LEONHARDT. Rio de Janeiro: ABNT.htm) WHITEOAK. (www1. IPR. NBR 6118:2003 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento. CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO (CONTRAN). 1991. Bibliografia básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2003.br/ipr_new/download_manuais. The Shell bitumen handbook. 2006. OBLADEN. NBR 7188:2003 – Carga móvel em ponte rodoviária e passarela de pedestre – Procedimento. (www1. 1984.htm) ENGENHARIA DE PONTES II (10º Período – 5º Ano) Ementa: Transversinas. Distribuição de esforços horizontais entre os apoios de pontes com superestrutura contínua. (www1. Fritz. Pontes – Curso básico.gov. 6. Rio de Janeiro. 1983. et al. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS E RODAGENS . Manual de sinalização rodoviária. Rio de Janeiro: ABNT. DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT. Bibliografia complementar: PFEIL. 1998. Walter.dnit.htm) BRASIL. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro: Editora Campus. Champagnat. Rio de Janeiro: ABNT. Nicolau L. Transversinas de pontes em vigamento múltiplo (método aproximado). DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTESDNIT. MINISTÉRIO DAS CIDADES. 2006. Vol. David. • Distribuição de esforços horizontais entre os apoios de pontes com superestrutura contínua: Coeficientes de rigidez dos apoios. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. BRASIL.

EMERICK. Tensões normais no concreto. o Delimitação do tema a ser trabalhado. o Sumário. ESTÁGIO SUPERVISIONADO II (10º Período – 5º Ano) Ementa: Projeto. Rio de Janeiro: Editora Interciência. Relaxação do aço. Apresentação e desenvolvimento do estágio supervisionado. Rio de Janeiro: Editora Interciência. • Entrega do relatório final do estágio supervisionado. • Lajes protendidas. • Perdas progressivas de protensão: Idade fictícia do concreto. Exemplos de aplicação. NBR 6118:2003 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento. Bibliografia Complementar: PFEIL. • Apresentação do projeto do estágio supervisionado: De acordo com os padrões de apresentação gráfica da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. 1984. 2003. Lajes protendidas. o Definição do problema a ser enfrentado. Fritz. o Revisão bibliográfica. Alexandre A. Temas de Estudo: • Projeto do estágio supervisionado: o Delimitação da área do conhecimento. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Fluência do concreto. Espessura fictícia da peça.51 CONCRETO PROTENDIDO II (10º Período – 5º Ano) Ementa: Perdas imediatas de protensão (Parte II). o Objetivos gerais e específicos. Walter. o Cronograma. o Bibliografia. Perdas progressivas de protensão. Verificação das tensões normais no concreto. 2005. Exemplo de aplicação. . o Fundamentação teórica. LEONHARDT. • Verificação das tensões normais no concreto: Valores representativos da força de protensão. Concreto protendido. de acordo com os padrões de apresentação gráfica da ABNT. Temas de Estudo: • Perdas imediatas de protensão (Parte II): Perdas por encunhamento. o Página de rosto. • Desenvolvimento do estágio supervisionado. Retração do concreto. 1979. o projeto deverá ter a seguinte estrutura: o Capa. o Metodologia do trabalho. Valor da perda progressiva de protensão. Projeto e execução de lajes protendidas. o Procedimentos metodológicos. Construções de Concreto. o Introdução. o Definição dos objetivos gerais e específicos. Rio de Janeiro: ABNT. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. o Justificativa.

Dimensionamento dos conectores e dos elementos da ligação. MORAES. Critérios de verificação. Fragilidade. Enrijecedores transversais ao cisalhamento. • Ligações soldadas: Processos de soldagem. Exemplos de aplicação. São Paulo: Editora Pioneira.º 11/2002. NBR 8800:1986 – Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios (método dos estados limites) – Procedimento. B. BRASIL. Simbologia. • Flexão simples – momento fletor: Introdução. C. Flambagem local da alma. A. Enrugamento da alma. p. Resolução Nº 110/2005 – CONSUN – Manual de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Civil do CCET – Campus Curitiba. Normas técnicas e bibliografia. Brasília – DF. 1986. 92p. Notação empregada. Determinação do coeficiente Q. Propriedades dos aços e perfis usuais. Corrosão. Determinação do coeficiente redutor de flambagem. Bibliografia complementar: BIANCHI. Ações e segurança das estruturas. C. Enrijecedores sob pressão.52 Bibliografia básica: PUCPR. Disposições construtivas. Tipos de aços. Flexão simples – momento fletor e resistência da alma. Decreto nº. Exemplos. de 18 de agosto de 1982. Exemplos de aplicação.497. 1998. esbeltez da alma. A. Manual de Orientação: – Estágio Supervisionado... Tabelas de perfis usuais. Ministério da Educação / Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. 2002. 2002. Metal de solda e metal base. que regulamenta a Lei 6494/77. Ligações soldadas. Tipos de junta e de solda. Soldas de entalhe. Diário –Oficial da União: Seção 1. Estados limites. Produtos de aço para uso estrutural. Distribuição de esforços entre conectores em ligações excêntricas por corte. • Ações e segurança das estruturas: Ações. Exemplos. BRASIL. 101 p. Exemplos de aplicação. et al. • Barras axialmente comprimidas: Resistência de cálculo. Critério de dimensionamento. Ligações com conectores. Valores limites do índice de esbeltez. Lei nº 6. Conselho Nacional de Educação / Ministério da Educação. MEC/INEP. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.494. Barras axialmente comprimidas. Diagrama tensão-deformação. 101 p. Resistência do metal de solda. Combinações normais de ações. . 87. Vigas esbeltas. Vigas não-esbeltas. Posições de soldagem. • Flexão simples – resistência da alma: Introdução. São Paulo: Pioneira. • Propriedades dos aços e perfis usuais: Constantes físicas do aço. • Barras tracionadas: Introdução. de M. Fadiga. Brasília – DF. Diretrizes Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. BRASIL. Temas de Estudo: • Introdução: Vantagens e desvantagens das estruturas de aço. _____. Rio de Janeiro: ABNT. Resolução CNE/CES N. que dispõe sobre os estágios de estudantes de estabelecimentos de ensino superior. Exemplos de aplicação. Barras tracionadas. • Ligações com conectores: Tipos de conectores. de 7 de dezembro de 1977. Resistência de cálculo ao cisalhamento. Soldas de filete. Estados limites para verificação. Sistemas de Avaliação da Educação Superior: Manual de Diretrizes e Avaliação do Curso de Engenharia Civil. Manual de orientação: estágio supervisionado. 2002. AÇO E MADEIRA II (10º Período – 5º Ano) Ementa: Introdução. 32. Efeito de temperatura elevada.

Verificação da biela de compressão. • O projeto escolhido deve permitir a síntese e integração de conhecimentos adquiridos ao longo do curso. • Para cada uma das grandes áreas de trabalho ofertadas pelo Curso é preparado um plano de trabalho específico. fazer a integração de diversas ações e aptidões desenvolvidas nos programas de aprendizagem. Bloco para n estacas. Rio de Janeiro: ABNT. NBR 6118:2003 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Notas complementares. José Milton de. Bibliografia Complementar: PFEIL. 1. Michelle. exercícios e projetos. Exemplo de aplicação. 7. Bibliografia Básica: ARAÚJO. 1980. Exemplo de aplicação. Cisterna. Hidráulica e Saneamento. FUSCO. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II (10º Período – 5º Ano) Ementa: Elaboração do trabalho de conclusão de curso em uma das seguintes áreas: Construção Civil e Arquitetura. • Vigas-parede: Definição. Péricles Brasiliense. 1979. Temas de Estudo: • Cada uma das áreas indicadas apresenta as especificações e condições gerais para o desenvolvimento dos trabalhos e projetos. que leva em conta as características e peculiaridades de cada área. 2001. Armaduras longitudinais.. Bloco para quatro estacas. Bibliografia Complementar: LEONHARDT. Exemplos de aplicação. Bloco para duas estacas. Vigas-parede. Fritz. Projeto final. Consolos curtos. 2000. Estruturas. Rio Grande: Editora Dunas. . Distribuição das armaduras longitudinais. Walter.. 1995. São Paulo: Pini. Processo de cálculo. Bloco para três estacas. Técnica de armar as estruturas de concreto. • Escadas usuais de edifícios: Carregamento das escadas. ed. a partir de um projeto correspondente a uma das grandes linhas do Curso. Rio de Janeiro: Editora Interciência. A. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. Temas de Estudo: • Lajes lisas. Curso de concreto armado. Esquemas de distribuição de tensões. de acordo com as diretrizes do MEC.Dimensionamento prático. Rio de Janeiro: ABNT. Reservatórios elevados e enterrados. Blocos de fundação. Escadas usuais de edifícios. Verificação da altura do bloco.53 PINHEIRO. Construções de Concreto.. Estruturas metálicas – cálculo. Antonio Carlos da Fonseca Bragança. Estruturas de aço . ed São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda. • Reservatórios elevados e enterrados: Caixa d’água elevada. Precauções especiais nos apoios. Armadura de pele. Exemplos de aplicação. Armação. detalhes. Vãos teóricos. ESTRUTURAS DE EDIFÍCIOS II (10º Período – 5º Ano) Ementa: Lajes lisas. NBR 6120:1980 – Cargas para o cálculo de estruturas de edificações. • Pretende-se. 2003. • Consolos curtos: Funcionamento estático. Espessura mínima. PFEIL. Geotecnia e Planejamento da Produção. • Blocos de fundação: Bloco para uma estaca. 2003. Transportes. Esforços solicitantes.

MEIRELLES. Resoluções. Leis e Resoluções do Sistema Confea/Creas. O direito de construções. Belo Horizonte: FUMARC/ PUC MG. Deontologia da Engenharia. Restrições de Vizinhança. 1995. Versão atualizada da legislação em https://www. • A Lei de Defesa do Consumidor e o exercício da Engenharia. • Tipos de Contratos na Engenharia. CREA e Associações. 2003. Procedimentos legais em Perícias Judiciais.br/.gov. Versão eletrônica: http://www. Manual do Profissional da Engenharia Arquitetura e Agronomia. Tópicos do Direito de Construir. • O Direito de Construir: O Domínio. Arquitetura e Agronomia – Legislação Profissional.org. Contratos. GAVA. e de perícias judiciais. Dicas Legais: para quem projeta e constrói. Temas de Estudo: • Noções Gerais de Direito.planalto. Curitiba: Editora UFPR. Direito de Construir. Excertos da Lei 5194/66. Restrições de vizinhança. Diversas Leis e Decretos.br/. 2007. Limitações administrativas ao exercício do Engenheiro. JAUDE. Perícia Cível – Manual Prático. Mediação e Arbitragem. Mau Uso.confea. de acordo com cada uma das áreas de trabalho e conforme o plano de trabalho específico.cfm. Brasília: Subsecretaria de Edições Técnicas. Principais Resoluções do CONFEA. 9. • Legislação Profissional do Engenheiro: origens. em especial os Códigos de Processo Civil Brasileiro (Lei 10406/2002).mma. YEE. características dos Sindicatos. Aspectos Legais de mediação e arbitragem. Direito e Legislação para Engenheiros. Geraldo Generoso. O Direito Civil. 1986. Hálima Antônio. CONFEA/CREAs. Limitações Administrativas. de Proteção e Defesa do Consumidor (Lei 8078/90). Hierarquia Legal. CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Legislação Ambiental aplicada à Engenharia Civil.crea-pr. São Paulo: Malheiros Editores. Disponível em http://www. Orlando Ferreira de. 1999 . Zung Che. Bibliografia Básica: BRAGA. Manual de Direito para Engenheiros e Arquitetos. Responsabilidades do Engenheiro. 2005. ENGENHARIA LEGAL E SEGURANÇA DO TRABALHO II (10º Período – 5º Ano) Ementa: Noções Gerais de Direito. A ser indicada pelos professores do Curso.br/normativos/) FONSECA. 2004. CREAPR – Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná. Ronaldo. Pedro. Tópicos Legais do Código de Defesa do Consumidor. Tópicos da legislação profissional. Goiana: s. Salário Mínimo Profissional.Curitiba: Juruá Editora. • Aspectos legais das Normas da ABNT e da Lei de Licitações.. Bibliografia Complementar: CASTRO. Domínio. BRASIL. Alvará de Construção. (Versão impressa).n. e Lei Federal sobre Licitações (8666/93).br/port/conama/legi. da normalização técnica e de licitações.gov. (Ver em http://www. Hely Lopes. da legislação ambiental.org.54 Bibliografia: Manual de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de Engenharia Civil. ed. Poderes Constituídos. Senado Federal.

Francisco Resende. Waldemar et al. o Principais tipos. Edgard Blücher Ltda. 3. ISBN 85-7266-064-X ALONSO. Rio de Janeiro : COPPE/UFRJ. ISBN 85-212-0019-6 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE ENGENHARIA DE FUNDAÇÕES E GEOTECNIA. o Introdução. 2002. Dirceu de Alencar e Lopes. 290p. e ampl. 1989. Bibliografia complementar: VELLOSO. 169 p.. Blücher. São Paulo: Ed. técnica ou profissional). apresentadas sob múltiplos formatos e executadas pelo aluno durante a realização do curso. ISBN 85-285-0051-9 ALONSO. ed. São Paulo: PINI. ed.Projeto e execução de fundações. Temas de Estudo: Os temas abordados por quaisquer das atividades compreendidas pelas Atividades Complementares devem. Fundações. Bibliografia complementar: Não se aplica. Bibliografia básica: Não se aplica. ISBN 85-7266-157-3 (broch. 290p. rev. .. conhecimentos estes reconhecidos por meio de avaliação e que constituem um meio de ampliação de seu currículo. Rio de Janeiro : COPPE/UFRJ. 2. social. estar ligadas cientificamente com o currículo do curso de Engenharia Civil. Dirceu de Alencar e Lopes. Urbano Rodriguez. 1998. ABNT – NBR-6122 . Fundações. Urbano Rodriguez. cultural. Volume 1: Fundações Superficiais. portanto. assistencial. o Projeto de fundação. 2002.55 ENGENHARIA GEOTÉCNICA VI Ementa: Fundações Profundas. São Paulo: E. ISBN 85-285-0052-7. Manual de especificações de produtos e procedimentos ABEF: engenharia de fundações e geotecnia. 2004. Exercícios de fundações. Francisco Resende. Estacas. Volume 2: Fundações Profundas. São Paulo: PINI. ed. com experiências e vivências acadêmicas internas ou externas ao curso. (10º Período – 5o Ano) Temas de Estudo: • Fundações Profundas.) ATIVIDADES COMPLEMENTARES (1º ao 10º Períodos – 1o ao 5o Anos) Ementa: As Atividades Complementares são atividades que possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para sua formação pessoal e profissional. Tubulões o Métodos de cálculo da capacidade de carga de fundações profundas Teóricos Semi-empíricos. Dimensionamento de fundações profundas. necessariamente. práticas acadêmicas e nãoacadêmicas (atividades de natureza científica. 410 p. ed. 751 p. Compreendem. Fundações teoria e prática. Bibliografia básica: HACHICH. 3. 3. VELLOSO. 1985.

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