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Instrum

entos

ópticos

I

a

ASSOCIAÇÀI]

DXLENTES.

LEÌITXs JUSTÀPOSTAS

I

ÌNsrRUMÉxTosDE PRoJEçÀo

ÌNsTRuMENTos

!E oBSERVAçÃo

O OLHOHÜMAXO

ÀNOMAIIASDA VÌSÃO

. ouT!.ÁsAÌloMÂrÌÀs \ÍsuÁÌs

Nestecapítulo são eíudados os apârelhos

ópticot constituídospor uma ou mâislentes,

eventualmenteassociados a outros ristemas

ópti(os.lnclurmos,

nêse esludo,o olho humdno.

Na foto, uma pesoa <olocandouma lente

El t. Rssociação

delentes.

Lentes justapostas

Muitosdos instrumentosópticos, de lafgautiLÌzação

na vidamodemâ, são

t

constituídospor ãssocÌaçõesde lentes.Tajs associações visam corrigif os defeitos

que uma únicalente produz ou sãoimpostas pelo tipo de imagemque o lnstru-

mento oevelofrÍìat

As

chamadasobietivâs (lentes vo tadaspara ô objeto),em máquinasfoto

gráficas,microscópÌos e lunetasde boa qualidade,são constituídas por paresde

lentescom separaçãonu a entreelas: são lentes iustapostas (flguÍa1). Essetipo

de associaçãocofrige a aberraçãocromática causada pela decomposição

da luz

  • i branca(policromática) ao atravessaf uma única lente. Assim, com a justaposição de lentesconstituídas de nrateriaisde índicesde reÍraçãodiÍerentes, essa aberra- ção é corrigida.O conjuntodas duas lentes constituÌum sistemâ acromático.

A enteequivalente

à associação

de duaslentes justapostas

apfesenta vergên-

ciaD igualà somaa gébricadas vergências

das lentes associadas:

CÂprruLor5 .

lNsÌRUMENÌos

oprL.o5

lentequeapÌesênta

aberação<Ìomática:

os limitesda imagem

direitafoitnada com

um sistemade lentes

t47 '

iii'

'E

'RlrgJ A bjp,\ d a ru ltili.t deü nahìm"dor" é J óso.iJ' dode dur lênrFsdêls Já.

justapostas(veja a frgura).Uma deÌas é convelo'côncãvâ.de lndicede relrãção

1,7,e aoutra é biconvexâ,de índicede relrâçâôÌ,5 e Íaiôs de curvâtuÍaiguais

a 10cn. AIace livre dâ Ìêntecónvdo-côncãva teú raio de 20 cm. Detê.tuine:

  • a) a vergência de cada uDÌa das leDtesi

  • b) a vergência dalente

equivalente ao sisiemâ.

5nuçáo:

â) A vergêÍcia de .ada ìenie pode ser dete.minada apìicando se â liÌmuÌa

dos Iâbricanres de le.tesl

l:n

I

:

fq*'

l

._

,ì. f1

,r

l&

ì

'

R.)

T

Nessalórmüla, n.,,," é o índicede relraçãoda Ìentee Ãr e Ã?são os raiosde cuÍvãturade suasiaces.

t€nte convexo<ôncava:

'IemosrnL.",L.

  • - ''l! =

1,7in-=

1: nr=20cm:0,2m:

A

1

_

I

.j

l

j

02

L

0l

p

10cÌn=

0.1m (sinaÌ negâtilo:fâcê côncavâ).

n

..

1s

nr

r,

I

35.

r

'femosrnL.,,L.

=

1.5i Ì.,:

li

RL :

Ã

=

l0 cm :

0.1mi Ìogo:

"'

^

Íl,s

t,

t]

ln,t ' fr]

i

D, : 0.5(10 ' rol = [o, - rooiì

i

  • b) Avergência dalente equivaÌente é a somaaÌgéblica das vergências das lentes asociadasl

 

D=D.

+D:ìr:-3,5+10=

F:

rF

Respostãs:a)

3,5dj

e 10dii b) 6,5dì

 

1 11r1r.1:

11

1

r,l:::r:l:l;'::::::

.:,.i1riit,,.,,,,

r:::rr:irr'ii:.

'P.36a Umalente conver€ente,íle distãnciãlocal Ì0 cm,

é jLìstâpostã â oútrâ divergê.te. de distâôcia local

20 cm, e!ìnìódulo.

Detèrmine ádistãnciàíocal e

a ve"q-n' id d , ì"n Ê êqu vâlpnr. d ds,^.iá.d^

P.360 0 esquemâmostra a associaçãode

uma ìentebìconve de raio 10cm

e índice de reiração 1,8com uDÌâ

ìente plano côncavadê indice de

reÍfaçãoi,5.

  • a) a distânciaIocaÌ e a vergênciade cadàle.tei

  • b) - Jrsl;n iolo,dlêave"!.ì.iaad êrrêFq' \á-

n32,0 (Faap-SP) Uúa pequena lânÌpadâestá â 20 .m

de uÌnâlentedeìgadae sobre seu eixo principâÌ

prodüz iftagem reaÌ a 20 cm da ÌeDte.Determi-

ne â distãncia focaÌ da leDie qüe, jüstâposta À

aDterior,permite que os raios luminososprov6

ri''l-i

dê ìdmpcdo

rem do sistema.

.cidrn !d'Jc

o,

do cìÊ"9

g

@ 2.Inrttrrentosde projeção

Chamarnosde instrumentosde projeçãoaqueles que fornecem uma imagem real -

portanto,ser projetada sobÍe um anteparo,uma tela ou um filme.

que pode,

2.1. Câmerafotográfica

A câmerafotográfica é constltuídaessencialmente porurna câmara escura pfovida de uma lente

(a objetiva)e pelofilme, posicionado

na paíedeoposta à da objetiva,perpendicular

ao eixo óptico

dessãlente.

.348

OsFUNDÁMrNÌos

DÂFr, cÀ

A câmera

Íepresentadana figura2 estáextÍemamente simplificada/ sem os refinamentosópticos

e mecânicos.

A objetivaestá representada

por uma únicalente convergente L Na verdade,a objetiva

das câmeras

modeÍnasé constituídapor duasou maislentes, visando corrigir os diíerentestipos de

aberração.

Figur.2. A imagem,na máquina íotogÉfica, é íeãle inveúida.

O mecanismode focalização,ao variar a distâncìado objeto à lente, é basicamenteo seguìnte:

quando o objeto se aproxima,a imagemse afastada lente e deixâ de seformar sobreo filme. Paraque

novamentea imagem se projete sobreo filme/ a lente deve ser afastadadele, como está indicado na

figura3.

$

 

É

l

d

;

I

 

p

câmeradigital

FiguÍâ3. Pah"focãlizârãimâgêmi vâriâ-sêâdistân(ia Ìênte-film.

Diminuindosêp,sêndô ã distânciaíocâl f constãnte,p'dêvê aumentaÌ

deacoÌdocomaêquâçãodos pontos .onjueados íl

\r

= 1+

p

1ì.

p')

NascâmeÍas digitais, existe (no lugardo Íilme)um conjuntode célulassensíveis

à luz. Essas

células

geramsinaìs elétricos que variam de acordocom a quantìdadede luz que incidesobre elas. Os sinais

elétricossão então transformados

em sinaisdigitais e armazenadosna memórìada câmera/ou em

cârtõesdê memória.AÁ imagens armazenadas

podem servisualizadas

no monitordacâmera, apagadas,

traníeídas paraum computador,editadâs, g.avadas em outrasmídias (como o CD)ou impressas.

Chama-sepixel a menorÍegião onde se Íorma uma imagem digital. A palavrapixel deriva da fusão

de duaspalavÍas da línguainglesa: pix (contmção da palawapicturÒ e e/dent. A imagemcompleta do

objetofotografado é obtìdapor meioda utilizaçãode um grandenúmero de prxels.De modogerà|, a

resolução(nitidez) da imagemé tanto maiorquanto maior for a quantidadede p/xels.

CaPiruro15 .

lNsÌRUMTNÌos

óPncos

349.

Um iotógraÍo,com ulna câmerâcüja leôte apresenÌa5 cD de distAnciaIocal, Iotograíaum objeto situâdo a 50 m de

distância.Um segundolotógralo, obrjSâdo â frcâÍâ I km do objeto, quer obterum negat'voem que a ìmagem

tenhao mesmotamanho que o da imagemobtidapelo pÍiúeiío lotógralo.Determine adistânciaiocal dâ ob

jetiva da câmara que deveser usada para taÌfrnalidâde.

Nâsduâs situaçôes, pode-se considerar que a imagemse formano plâôo Iocaìdâobjetiva, dada agrande dis-

tânciado objetôàlente (rêspectivâmente50me 1 km):

t

Às abscissa d6 imãgemsão, portãnto, praticamente iguais às respectivasdistânciâs locais:

p\=^

e

p;=f,

O aumentolinear thnsversaÌ dâimagem, na primena situação,vaÌe:

1

sendo í

= 5 cm e p1 = 5.000cn, ven:

À'=

=

^L

5.000

-,,1'

1.000

-:

O aumentolinea. tfânsveÍsaldã imagem, nã segundasìtuâçãoi tem o mesmovaÌof que nâprimeifa:

Mãs: a"

/-

P,

I

iécrT

P2

sendo p

. kn

I 000

1.000m. ob,emos:

#=

#=tr,:1'ì

g

E

ã

Resposta:À lentedâ cânâÍâ do segundolotógrãlô deve ter 1m de distâncialocal, sendo destinada a IotograÍaf

ãgrandedistánciã. Tâl lentèé conhecidâcômo teleobjetiva.

i#$i,i:i CpuCSpl u-"

rotosrá6câsimples é constituidã por uúa câmaraescurâ. Numa dãs Iacesverticais, é

colocadoun 6lúe lotogÍáficô sensívele,na ôposia.está umã Iente adequada que pode se alastarou se

-aquina

ãprorimãr dô filmê. Pergúntâ-se:

  • a) Alente pôdeser diveqente?Justifique a resposta.

  • b) En qüe lugâr,reìãtivamente à lente,deve ser colocadoo frlúe, para se obteremimagens nÍtidas de um objetoinônitâmenÌe âf ãstâdo?

  • c) Fixândoo frlóe nâ iaceverticalacima indi.ãdã, como proceder para que a imagemcontinue nÍiidâ no frìme qüddo o objêtosê apÍoÌimãr dâ câmah?

Umacâmâra fotogránca tem

tivoacessório,dispõe se de

comoobjetiva odginal uma ìente delgãdã, de distânciaIocâl 10 cm. Cono

dispos!

umateleobjetìva que equivalea umalente deÌeâdade distânciâ Íocal40 cm. Foto,

graiaie um objetosituado à distânciade 50m, umavezcom a objetivaoriginâl e out.â vezcofr ateleobjetiva.

Determinea relaçâoentre G tamdhos dõ imagensobtidas no nbe ôasduâs situaçÕes.

.350

Os FUNDÁMENÌoS

DÁFG ca

r

2.2.PÍojetores

Os proietoresconstam Íundamentalmente

de

umalente convergente,

como objetiva, quefornece

(Jrde, Íilme)uma ima-

deum objeto bem-ìluminado

gemreal, invertida e maiorAfigura 4 representaum

projetorde s/idesbastânte simplificado.

o espelhocôncavo E, colocado atrás da lâmpa-

da do projetor,tem porfinalìdadeaumentar a inten-

sidadeda luzque ilumina o objeto,mìnimizando a

perdade energia luminosa.

O filam€nto

da lâmpada

devesituaí-se no centrode cuÍvatuÍado espelho,de

Figur.4. Esquemãdo projetorde slides.

modoque sua imagem rcal se forme nessa mesma

posição.

j

il',-",:lg-':-;"*

O ÍetÍoproj€torÍoÍnece ê magemde ura objetocomo um desênhoou

um texto mpÍessosnuma ârnina transpêfente,

comumente denominada

transparêncra.

A transparência,

colocada sobÍe uma base de vidro,situê-se enÌre o

focoobjeto e o pontoantipr ncipa ôbjeto da lentede pfojeção. Os raios

de uz erntldos pela lêlÌìpada âtÍâvessarn Llma ente denornlnada lente

de Fresnel*,que é conslÍuídâde foÍma a aumentêra ef ciênciada Íonte

a

..

It

H

o

t

Os raiosde luzatÉvessarn ê trânsparência,nc dem nalefte de pÍoleção,

;

!

F

È

I

a

Ã

sofremfefração e em seguda são Íefletldos no espelhoplano, ÍoÍmando na

te a a imagemamplada do obleto.

A A lentede Frern€l (mo5trada em <ode,nêsta

figurõ)é multiÍacetada, construidà dê modo que

todâsãs facetas tenhãm a me5mâ (u rvâtura.

S€ndoâssim, êlâ âpíêsêntâ a mêsmadhtância

focalea mêsmavergência d€ uma lênt€de

(urvàturà(ontÍnuà,

masé muito menosesDeria.

Comisso. àlém dê seÌ màisleve. a lentedê Ffernel

pfod uz mênorperdâ de energialuminosa,

*

FRESNEI,Augustinlsn(17881827),íírl.ofÍãn.êrauÌóÍdetÍabahos5obÍeateoÍiaôôduatóÍiãdaluzeof€nôm€nô

dapolazaçáo.EntiesuôsnúmeÍasrealizçõ€s,desta.áseaconitÍuçãodasl€ntesfomadaspôrãnéhconcênÍicosfnos,

dê pes bemmenordoqueodólenÌescônvencionak,com

mesmacufratura,FaÌóÌs

maítimor holofotes,

refletoÍes

e ÌetÌoDroietoÍes

5âo consÍuído5 .om lentêsde Fresne .

CÁPirúú15 .

lNsiRUMÈNros

óPÌrco

s

351 .

ffi=ÉìlE

ffi.f$i

um proletor oe sr,zes.leve projetarsobre ã tela

iffii

situãdâ ã 7 m do ãpârelho uma imagem 20 vezes

  • a) â distância do slde à lente;

  • b) avergência da objetiva do projeton

Guvest-SP) Um pfojetor de s/i.14 tem lente de

distânciaÍocal igual a 10 cm. Ào se focaÌizâra

imagem,o sftdeê pGicionâdoâ 10,4cm dã lente.

  • a) Façaum esquemaque representeo objeto,a lentèe a imagemformãdâ.

  • b) Qüalé â distánciada tela à ìente?

Osinstrumentos

ópticos que fornecem uma imagem final virtual do objetosão denomìnados

instrumentosde ob5ervação,

t

Entreeles, chamamos de instrumentosde aumentoos quefornecem imagem virtual maior que

o objeto€ de instrumentosde aproximaçãoàqueles em qu€a imagemformada não é maiorqu o

objeto,mas sim vista segundo um ângulovisual maìor. No primeirogrupo enquadram-se a lupa e

o microscópio; do segundogrupo fazem parte as lunetas.

3.1.Lupa ou lentedê aumento

Chamamosde lupa ou lente de aumentoa umâ simpleslente convergente que Íornece de um

objeÌoreal uma imagem vìrtual, direìta e maÌor

A figura5 repr€sentauma pessoa segurando uma lupa diante de um lápis(fìguÉ 5a) e a imagem

observadapor ela(figura 5b).

I

j

3

É

Figur.5.Lupa ou lentê de aumento.

Nafigura 6, esquematizamos

a trajetória dos raios que determinam

a fofmação da imagem/ de

um objetoo na lupa.

FiguÌâ6. E quemãdãfomação dêimagemnã lupa.

Percebaque o obietoestá situado entre o foco-objetoe a lupa.

Quando a lupae o objetosão fixados a suportesestáveis, o apaÍelhoé denominadomi<rolcópio

srmp!es,

Instrumentosópticos mais complexos, como o microscópiocomposto, são dotados de umaobjetiva,

e a imagemfornecìda por elaé observadaatravés de oLrtralente, chamada de ocular(lupa).

.352

Os FUNoaMENÌos

DAFcrÀ

3.2.Microscópio composto

O microscópiocomposto (figura 7) é

um ìnstrumentoóptico normalmen-

te utilizadona observaçãode obietosde pequenasdÌmensões. Dìscutiremos

aquiapenas sua pãte óptica.

O microscópiocomposto consta de duaslentes convergentes,

geralmente

compostas, associadas coaxialmente, isto é, comeixos coincidentes (figura 8).

A primeira,pÍóxima do objeto,é denominadaobjetìva. A segundaé uma

lupadenominada ocular e coma qualobselvamos a ìmagem íornecida pelâ

obj€tiva.

O esquemada figura8 representao trajeto de raiosluminosos

que de-

teÍrninama formaçãodas imagens no micfoscópio.Note que o obietoa ser

observadoestá situado um poucoalém do foco-objetoFì da objetiva,que

é umalente d€ pequena distância focal, da ordemde algunsmilímetros.

A imagemformada pela objetiva (i) é real,invertida e maiorque o obieto.

Essaimagem é objetopara a ocular,quefornece a imagem finaldo sistema (L)

virtual,invertìda e maior oue o obieto.A distánciafocal da oculaÍ é daordem

dealguns centimetros.

f iguÍà 7, l\4icroscópio

FiguÌaa, Formaçãoda imagemno micros(ópio composto.

O aumentolineaÍ transveÍsal

,4clo microscópio

OoO" ,"r" ""Or"so Oor,

F

aTÌ

Multiplicandb,

o

segundo membro da Íórmula ant"rior. nor" l1),oft"ror,

,t =

2.:!

Sabemo)que /

o"'il

4.e

transversalda oculaf.Assim:

o aumentolinea'tran5versdl

da objetivae i

-

Á- ê o aumentolinedÍ

CÀPrÌuLo15 .

lN$RuMENrosóPÌ .os

353 .

o aumentolinar transversal

À do microscópiocomposto é dadopelo produ-

to dosaumentos lineares transversãìs

aproximadaÍnente.

muitornaioÍes

da objetivae da oculat

Os microscópioscompostos pÍoduzem aumentos entre 300 e 2,000vezes,

OsÍnicroscópios

eletrônÌcos,

por sua vezl peÍmitem auÍnentos

ópticos. Ness€s

aparelhos,

em vez

poÍ camposmagnéticos

que os obtidos nos microscópios

de luz,utilizam-se

feixes de elétÍonsque são desviados

quefuncionam como verdadeiras

"lentes magnéticâs".

A imagem formada não

é obseÍvadadiretamente;

obtêm-se "ÍotograÍìaí'delâ

ou imagensna tela de um

produz aumentos supe-

oscìloscópio,

A maior pâfte dos micÍoscópios

el€trônicos

rloÍesa cemmilvezes.

a

:

a

j

.354

evorurucom o pâssaÌ

microscópiodoséculo

XVllle (2) micrôscópio

de 1876 -

âté os mais

modêmos (foto 3, na

quãlháuma(âmerã

fotográficaa(opl.da

Os FUNDAMTNÌo5DÁ

Fltc^

ffitr

ffi

u

..

i".o""Opio

compostoé constituído por duaslentes convergentes com distânciâslocais de 5 mm (objef

va) e 4,8cm (ocular).De um objetoa 5,1mh

da

objetlva,o instrumentofornece uma imagem viÌtual a 24 cm

dâ ôculâr.Determlóe:

  • a) ô âunenro I'ned trâìsversaldaobjettvâ e dâ oculari

  • b) o âumenrolinee trdsvêrsãl do microscópiol

  • c) a distânciâd entreas duõ lent$.

Solüção:

  • a) Esquematizandoâ Íormaçáo daimâgem, temos:

o

t

e

!

&

E

E

E

&

3

d

-',

A abscissada imagemij na objetivaem quepÌ = 5,1nn e f, = 5 mm é caÌcüladapela equaçãode Gauss:

tlllÌltlt

rn,pìpi\ppSt,l

l5,l

í

510,1

,s.s

pi-

E.s =

P

O ãumento lineâr úânsversaÌ dâ objetiva vãlei

^:i:-*-4":-ff=[,,*::aì

Caussl

t:

f,

Pâraa oculâ! lÌ é objetoe suãâbscissãp? ê cãlculadâpelâ equaçãod€

Sendop, =

24 cm (imagenürtuaÌ) e f, = 4,8cm, vem:

11

1

1

I

1

1

p

t-

p;

p

4.8

f

\.24)

1

p-

5+1

24

1

p,

=9

24

O aumenÌo lined trasversal

da ocular vaÌe:

^=ì= * -^= l+l-@

  • b) O aunento llneâr transveÍsâlá do microscóploé dado pelo produto dos aumentosda objetiva ê dâ

Á=.4.1

.,{- +,4=( sol.e= Gl

:oôl

À imâgèmformada é vlrtuâÌ,lnvertldâ (âum€nto negativo) e 300vezes mâlor que oobjeto.

c)

Obseúe que â distânciad entreas lentesé

àsoma:d = p', + p,

Comôp'Ì : 255mm = 25,5cm e p, = 4 cm,resultã:

'guaÌ

Respostas:a),4,,b =

d:

50

e Á"" :

6i b),4 :

2E,s+ 4 è

G= ,ri

;-ì

300t c) d = 29,5cm

CÀPÌuLo15 .

lNÍNuMËNÌosoa(o5

355 .

fÍí.; B

ndiO: e ot'i"t'.aa",.

'

m.rô!.opiocomPosl^ rêÌ

.tisLanc:álolard.6mm,edo,

Llâí,umadistàn'ia

Íocalde 24mm. Unobjetoestáa 6,Ì mm do cen'

tro ópticodaobjetiva e a iúãgemfrnâl se lorlnââ

250mm da ocÌrld-Determine:

os aumentoslinearès ttansvèrsâis pãra a ob-

  • a) jer'\a. Púa d ocrìdr ê Pdrâ o mi(roscÁpio:

  • b) âdistânciaent.e aobjetivae ã ocula.

#ltiiíj

Un microscopioconsiste em duâslentes bicon-

vêxasdentro de um tubo metálico,conlorme

indicaâfrgura. ComesseapaÌelho se êstáobser-

vddo umaformigã colocadaà disÌância de 3 cm

dã lente de menor distância focaÌ. Quâl será o

aumentoobseÍvado no tamanhoda Iormlgâ Por

meiodo microscópio?

+

l0 cm

;-3

cm

3.3.Lunêta astÍonômica

As lunetassão instrumentos destinados à

paÍa observar

observaçãode

objetosdistantes A lunetaastronômica

dduas lentes (onveÍgentes,

simples

íliouía9). utilizada

o5 astros,

(onstae\5enciaìm€nte

ou"comoostas- a ;bietiva

de algunsm€tros. A

e a ocular'A obietivaapresenta grande distância focal, às vezes da ord€m

imagem (lÌ) reale ìnve|tidafornecida pela obietiva €stá no seuplano focal imagem,

ocular,que Íorma a imagemfinal (L) do

poisã objetoestá muito afastado. A imagemir é objetopara a

sistema,virtual e invertida.

t

l

Figulâ 9. Formaçãodã imagemna luneta âçtÍonômica

Paraas

lunetas não se deÍine o aumentolinear transversal,

entÍe o ângulovisual sob o

mas sim um aumentovisual(ou aumento

qualé vistaâ ìmag€mfinalfornecida

pelo

angular)C, dado pela rlação

insarumento

(e') e o ângulovisual segLlndo o

qualo asÌroé vistoa olhonu (0):

É

3

!

FÍeqüentemente,

paraeÍeito de cálculo,o aumentovis{ìal é expressopela relação entre as tangentes

dessesmesmos ânqulos:

umaluneta depende das condições de observaçãoda imagem.PaÍa

O valordoaumento visualde

ascondições (Í)
ascondições
(Í)

usuaìs, o aumento

visualé expresso pelarelação ent.e as distânciasfocais da objetiva

e daocular (fr:

.356

OsFuNoÀMËNros

oÀFr5.a

.WWiffiifl*üàËtr

--

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I

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pn r r oÍl

ÍerracEor

DÍmm

vocêpode simuÌara tÍajetóiia

voce pooe sÌmurara tÍaletona

  • i dosraios de tuz atravessandoa objetiva e a ocìrlarde urna luneta astronônìca (teÌescóúo âsiÌonômico reftaiot.

ì i

j

Demortração do aumento vi3üâl em condi€õe3uruais

ã

o

Nascondições usuai5 de observação,a ocuìaré deslocadaaté qu seu Íoco principalobjeto

f2 coìncìdacom o foco principal imagem da objetiva Fi. Assim,a imagem final é focalizadano

infìnito.A lunetâé chamadaaÍocal.

t

Nessascondições, temos parao aumento angulaf Cl

13

j

'I

i

$

$#ëË#@

-

too'

igo

-

!:,

Í

tl

illiiilË

e

ã

a"

runetaâstronômicasimples tem 60cm de.listãnciâio.ãle aocurartem disrãnciârocãt iguál

a 43,5cm da oculâr Derermine:

"ul"ti".

1,5cm. A ìnagemde um astroobservado vai selormar

"-a

  • a) o

  • b) o

comprinentodotubo queconstiÌui a ìunetãi

aumentovìsüálda lunetâ, eh condiçõesusuais de observação.

ãì

EsqucmalicdmênrF.

d Íormdç;ô dÊ ìnâgen é:

À imãgemiÌ rormâ-seno pÌano tocaìdaobjetiva e éobjeto pâra a ocule. Câtculândoa abscissap,de 4, em

rclaçãoà ôculâr,tenos:

tp,p;'

l

;

r

i

. sendor

.

l

p

l

p

..

5.m

ê p

43,5.mt "ssrn, obtêros:

1

rs

a

l

,.is

)

l

Ã

29+t

4.ì.5

';

i

30

4t.s -

CaPrÌuIo15 .

IN5TRUMENÌo5õPrcôj

t57 .

AdistAnciâêntre s lentes (comprimentodotubo), sendo 4 = 60 cm,vaÌe

d:

tt+ p2

-

d=60+ 1,45=

G=6lG;a

  • b) O ãumentoüsuâÌ, emcondições usuais de obsenação ouneta aJôcaÌ),é dãdo Pela relaçãoentre âs distân- ci6 focaisdâs lentesl

R8postasra) 61,45cn; b) 40

$ijiffie

iil,üii*l

u ..

tun.tu u"t.onômicâé constituidapor duâs

lentesdelgad6 de distânci6 Íocajs 2 m e 5 cn. Sen-

do 2,04m a distânciã otre õ lentes,determinê:

aJ

a posiçãoda imãgemnnaìque o insirumento

ioÌnecede um ãstfoobservâdoì

  • b) o aumento visual da luneta em condições usuaisde obseÍvaçào.

i!;$;$ì: e ai"ta"ci" e't." " objetìvae â ocuÌarde umâlu-

netâãstronômicasimples é de 100cm. A imagên

deumetrc

observadose iorma a 15cúdâocu-

lai Sendode 95 cm a distânciafocaldaobjetiva,

determineadistância focal da ocuìaÍ.

3,4.Luneta têÍrestre

O inconvenienteda utilizaçãoda lunetaastÍonômica pafa observar objetos na Terra é quea imagem

finalé inveúida.A luntaterrestre é adaptadapara tornar direita a imagemfinal. O modode proc€der

à inversãoda imagemé variável,hâvendo então diversos tipos d€ lunetas t€rÍestr€s.

A lunetade Galileué uma lunetaterestre que utiliza uma lente dÌvergente, de pequenadistância

focal,como ocular A imagemlr fornecidapela objeÌiva está em seuplano focal imagem, pois o objeto

esÌámuito afastado. A Ientedivergente é dispostaentre a obietivae a imagem 4. Essaimagem é um

objetovirtual para a lentedìvergente, situando-se

entre seu foco principalobieto F, e seuponto anti-

principalobjeto c,. A imagemfinal i é direitaem relaçãoao objetovisado (figura 10).

O binóculoé constituídoporduas lunetas terrestres.

Cada uma delas possui lentes objetiva e ocular

e um conjuntode doisprismas de Porrc,que promovem a inversãoda imagemfinaÌ. As arestas desses

prìsmassão dispostas oÍtogonalment€ e com asfaces-hipotenusa paralelas (figura 11).

ì

;

5

FiguÌ. 10. Fomaçãoda imagemnâ lun€tade Galileu,

Figurâri,

Fi

Sabemos que no

pÍismade Porroos raiosemergem em ordem

(Íigura 12). A imagemde um objeto

contráriaà dosraios incìdentes

fornecìdapela obietiva é invertìdae, alémdisso, a dìreitae a esquefda

aparecemtrocadas. O prismaPr endireitaa imagem,mas não troca a

direitapela esquerda e

vice-versa.

Essa troca é efetuadapelo prìsma Pr.

Aocularfuncionacomo lupa, fornecendo

uma imâgem finalexatamente

igualao objeto,e ampliada.

.ll8

FiguÌar2.

Os TUNDAMENÌo5

DAFúrcÀ

3,5,Telescópio

O teles<ópiodifeÍe das lunetãspela substiiuiçãoda lente objetivapor um espeho côncavo- esfé-

fico ou parabóico. A vantagemdesse apafelho é que o espelhoapresenta merìos deíeitos (aberraçõet

qLreas lentes.Por isso,os grandesobservatófios prefefem, na atualidade,utÌlÌzar telescópios em vez de

unetas.Esses telescópios são equÌpados com espelhosparabó ìcos. Os telescópiosmat simples,desti-

nadosâ amadoTes, noTma mente são construídos com espelhoseíéricos.

Porvezes, a lunetaé denominadatelescópio de refração,reservando se o termo telescópiode feíle

xão parao te escópjopfopriâÍnente dito.

No telescópiode reÍlexão(ou telescópiofefletof) a imagem(lr) reale invertidafornecida pelo espelho

Eestá no seuplano focal. A imagem i é um obletovirtual para um pequenoespe ho p ano É,,o qual

conjugauma imâgemreal t. EssaiÍìagem funciona corno objeto para â ocuar l, queforma a imàgem

Í:"al; {figuraIlr.

obletono

ni,to

j

j

Figura13.

^

Répli(ado segundo teles<ópiode

reflexãoprojêtado econstruídopoÌ

IraacNewton, êm 1671.

  • I Telescópiode Íefraçãodo

ObsêrvatóioLowell,

localizadoem FlagíâÍf, Arizona,EUA.

i&

No endeÌeçoeletÌônico httpr//www.observatorio.ufmg.brlpas1o.htm,

vocêpode ler um texto sobÌa evoÌução

dost€Ìescópios

ao longoda hisióÌiae sobÌea construçãode un teÌescóliosimpÌes coÍÌ Íìãteiais dbaüo cuto.

CaPiÌuLô15 .

lNÍi0MÈNÌosónr.os

359 .

O olhohumano é umsìstema

óptico complexo,

cons-

tituídopor váriosmeios transparentes

que são atravessã-

dos pelaluz: a córnea(calota esférica frontal), o humor

aquoso,o cristalino*(que funcìona como uma lente

biconvexa)e o corpovítreo. A calotaesférica posterior é

opaca/sendo constituída de trêscamadas: a esclera,qúe

dá sustentaçãomecânica e proteçãoao olho,a coÍióide,

camadairrigada porvasos sangüíneos/ e a retina,camada

internaque se estende sobre a corióide(figura 14).

ParaÍacìlitar o estudo,Íepresentamos o olho humano

por meìode um esquemasimplificado, o olho reduzido

(Íigura15), no qualos meios Íansparentes (córnea, humor

âquoso,cristalino e coÍpo vítreo) são representados por umâ

únicalente delgada convergente l, situada a 5 mm da cóÊ

neâe a 15 mm da retina(Íundo do olho).

O funcionamentodo olhohumano assemelha-se

ao

de uma câÍnerafotográfica (figuÍa I6). A objetivaI con-

jugade um objetoreal uma imagem̀al e invertidano

aquoso corpolnr€o

óprico

Figurâ | 4. Coltêêsquêmáti(o do olho humano.

fundodo olhosobÍe a retina.A entradade luzno oìho

é controÌadapela íris, cujo orìÍícìo cenÌral, a pupila,tem

diâmetrovariável, funcionando como o obtuÍadorda

câmerafotográfica.

A retinaé constitüídade célulasneruosas (cones e

Figurâ 15,Olho rcduzido.

bastonetes) sensíveis à luz e quetransmìtem ao cérebro as

sensaçõesvisuais, por meìodo nervoóptico,

ljma pessoade visãonormal pode enxergarobjetos

situadosdesde uma distância média convencional de

25cm - distân<iamínima convencionalde visão distinta

atéo infinito.Para que a imagemse forme sempre sobr€

a retina,a distânciaÍocal da lenteI deveser variável. Essa

varìaçãoé

possÍvel pelo fato de o cristalinoseÍ constituído

Figuràl6.Eomaçãodã imagemno olho

de materialflexível, variando a cuÍvaturade suasfaces pela

contÍaçãodos músculos ciliares. A essemecanismo de foca-

hzaçàoda-se o nomede a<omodaçáovituâ|.

Quando o objetoestá infinitamente afastad o - situado

no ponto remoto-, osmúsculos cìliaÍes estão relaxados e

o focoimagem de I estáexatamente na retina (Íigurâ 17).

o olho nãoestá realìzando eíorço de acomodação.

  • a) objerom l

Í

FiguÍà r7,a) objêto no iníinitor o olho náo realizâesforço de acomodaçãovisuâl. b) Montaqemsimulando

o olho humano,(omo objeto no infinito.

*

Nanôme.clâtuÈarua,ocÌistalinoéchamadosimplesmentedelênte,Nestecapitulo,porém,mântivemos

a denomiiacáoantÌoa, vÈando ev tara contusão

.a6o

Os FUNDÁMENÌo5

DAFscÁ

I

À medidaque o objetose aproxima, os músculosciliares vão se contraindo, diminuindo a distância

focalda lenteL Defato, na fórmula )

=

tpp

I

,

!,

.o-

,' ,onstante,diminuìndo-se

p (ottJeto se apro-

ximandodo olho),ftambém diminui. Quando o obletoestivera 25 cm do olho

nâ posiçãoconhecida

comoponto próximo-, osmúsculos estarão em suamáximã contração, realizando esforço máximo de

acomodaçãovisual (figura 18). A lenteI apresentadistância focal mínima.

!

d= 2scn-

FlguÍâ r8.Objêtono ponto próximo: ô olho reãliza

ffi@

esÍorcomáximo d€ a(omodacão.

o

t

W Umolho nornêl (emetrope)pode ver nitidamenteobjetos situados desde o infrnito,que é o ponto.emoto,âté

25 cm, que é o ponto p.óxlmô.De quântovâria avergênciado cristalino,quddo o objetose movimeniade

q

t

F

uma posiçãopãra oubã?

Soluçáo:

Aposiçãoda imagemformada pelo olho é lnvadável,pois estásempre nâ retina.Avêreênciadô.ristalino pode

ser câlcülàda, pah âs duassituações extremâs, pelâequação de Gâuss.

PaÉp,

€ (objerono innnito):

-

,,,:-L+1

è

Para p2 = d = 25 cn = 0,25m (objetono ponto próxtmo)l

^ll

A vanação da vêrgência vãle:

s

M=D,

Dt+

LD=

tvrl/-ll

 

-*

 

p,

k'

o

,b

p2

Substitulndo os váÌors

numéricos, temos:

 

-=õ;

o=@=ìA

p

À vadação da veÌência do üistallno

entre âs duâs posições dtrem6

do objeto é denominada

ãúplttudê

de

aconodaçáo ddo oìhohunâdo. Assim, pãrâ o olho normal, aamplitüde de acomodaçãovaÌeì

CenerlcaÌÌìente,

portãnto, a amplitudede âcoúodaçãod pode seÍ expÌessa poÍl

em quepp é a abscissado pônto próximoepR, a abscissado ponÌo rèmoto.

À medida que â pessoa enveìhece,o

cristalino perde sua capacidadede variar a vergêncla.E o deleiÌo da

presbiopiâ ou vi6ta câr8ada, no qual diminui a amplitude de acomodação.Outros defeitos, como a Diopia e

ã hipemetropiâ, não aÌtefamã âmplitudede acomodâçáo.

CÁplÌuro15 .

lisÌRUMTNÌo5ópÌrcos

36r o

ffiÌlxtr

Uma pessoa idosa tem o seu ponto próximo si

tuado a 50 cm de seu oÌho, conservddo se suã

vistanormâÌpda avbão â distãncia. Determine

a amplitude de âcomodação visuãÌde suaüsia,

isto é, a variação davergência de seu cristalino

quando o objeto se movimenta entre o ponto

Próximoeopontorcmoto.

Nô deleitoda miopia,ã ãmplitudede âconodâ-

ção

é nornal (4 dD, máso ponto remotoestá â

umadistãnciaiinita. Éstândo, para certomiope, o

Ponto rcmotoa2 m do olho,determine a posição

E

S.Anor"liasda visão

5,1.Miopia

Quando um olhomíope não realìza eíorço de acomodação,

o foco da lenteI nãoestá na retìna, mas

sim ântesdela (Íigura 19). Essaanomalia ocorre em virtudede um alongamentodo olho humanona

direçãodo eixoóptìco ou de umacurvatura excessiva

na cómea e/ou no cristalìno.

A posìçãomais afas-

tadaem queuma pessoa míope pode ver nìtidam€nte

sem esforço de acomodação(ponto remoto) estiá,

conseqüentemente,

a uma distânciaíìnita -

e não infinìta,como no olho normal(figura 20). Sendo

c

assim,o míopenão enxerga bem de longe,

a)

obr:r"-

-

I

b)

FiguÌa 19. (a) objêto no

infrnito:olho míopêsêm êsÍorço dê ãcomodação;o fo<oF'è5tá antet

9

 

I

=

;

ã

t

da retina;aimagem não é nÍtidâ. {blMontâgem simu'andooolho miopê,como objetono infinito.

Figurâ20, Objêio no ponto remotorolho míopesem esfoÌqo de acomodação,

ofo(oF'êstáantêsda retinè;a imagemé nítida.

Comoo mecanismode acomodaçâovisual não é afetado,o olhomíope acomoda normalmente,

Com

isso,há umaaproxìmação

do pontopróxìmo, que passa a situar-sea uma distância inferior a 25 cm.

A correçãoda miopiaé Íealizadacom lentesdlvergentes. A lentedeve fazer os raios provenientes

do infinito(paralelqs)

emergirem como se estivessem

vindo do pontoremoto (figura 2l). Dessemodo,

a imagemque a lentefornec€ de um objetono infinitoÍoÍma-se no pontoremoto do olho humano,

podendoentão servista nitìdamente,

sem eíorço. Assìm, o focoimagem F" da lentedeve coincidircom

o pontoremoto do olho.Desprezando-se

a

distância entre a lentee osolhos, a distânciafocal fda lente

quecorrige a mìopiadeve ser igual, em módulo,à abscissapR do ponto.emoto do olho:

.362

Or FUNDAMTNÌo5

DAFÁr.a

t

=

Flqur.2l. (a) A lentecoÍêtora íorma do objetono inÍinito umaimagem no ponto remoto (PR.l

II

..

ó

doolhomíope.(b) Montãgêmsimulandoa iníluênciâ dâ lêntecoíetora sobreo olho míope.

'lIrl'ìiÍÍiE

3

0

iüãliii

o po.to ""

ae um miopesitua-se a 2 n .re

seuolho. DetermineadistânciaÍocal e ã vergên'

..

t.

ciâ da lêDteque coÌrige o deÍelto.

!$@i| umapessoaniopeusaócuros cujas rentes têm

2 dì. Determinea posiçãodo ponto remotodo

;$jf$$i

6'""st-se1 o p."to remotôcorresponde

à na,or

disiânciaque podeser focaÌizada na Íetina,Pãra

um olhomÍope, o ponÌoremoto, que normêlmen-

te estáno ininito, flcabempróximo dos ôlhos.

  • a) Que tipo de Ìente o míope deve usâr paÌã cor' igir o dêfeito?

  • b) Qual é a distâncìalocal de uma lente parã corrigir â miopia de üma pessoacujo ponto remotose enconthâ20cm do oÌho?

5.2.HipeÌm€tropia

Quando um olhohipermetrope não realiza esforço de âcomodação,o Íoco F' da lenteI estásitua-

:

a

g

:

  • I B

do alémda retina(figu.as 22a e 22b).Essa anomalìa ocorre em vi.tudedo €ncurtamentodo olho hu-

manona direção do eixoóptìco ou de umacurvatura insuÍiciente

na córnea e/ou no cristalino.TodavÌa,

realizandoesíorço de acomodação,a pessoahipermetrope pode diminuir a distânciafocal € trazero

focof'para a retina(figuÍa 22c). Assim, para ver nitidamente

tem d€reaÌizar esforço de acomodação.

um objetono infinito,o hipermetrope

a) semeíorço

  • b) c) comesforço

{

"o"o'"'"

?J*t

Ëigura22. o hipêrmêtropedeve Ìealizãresforyô dê ãcomodação pam vêr nitidâmênt€objetor no infinitô.

o hipermtropejárealiza esforço para ver no infinÌto.Por isso, comparado com uma pessoa devisão

normal,ele esgota antes sua capacidade

d€ acomodação.

Assim, ocorre !m afastamentodo pontopró-

ximo,qu passa a situaÊsea umadìstância superior a 25 cm (figurâ23). Sendo assim, o hipermetrope

nãoenxeroa bem d€ oerto.

FlguÌ. 23. olho hipêlmêtropêem máximoesforço de acomodãção:

o ponto próximôêstá âlém de 25 <mdo ôlho.

CÀPlÌuro15 .

lNsÌruM$ÌosóPÌrcos

t6t.

A correçãoda hipermetropiaé realìzadacom lentes convergentes. A lntedeve sertalque, de um

objetosìtuado a 25 cm,forneça uma imagem situada no pontopróxirno do olho(figura 24).

a)

o)

FiguÌa24.(â)A lêntecoretola formadoobjêtoa 25 cm uma imagêmi,

nopontopróximo (p.p.)

do olho hipêlmetrcpe.(b)Simulaçãoda inÍluênciâ dâ lente<oretola sobrêo otho hipêrmetroDe.

Desprezandoa dÌstância

entre a lente€ os olhos, podemos calcular a distânciafocal fda lenteque cor-

rigca hrpeÍÍ-ìeLropia

= O,25m e p' =

aolrcando

ã êquà(do dosponros conjuoados

] tpo
]
tpo

1

].

s"naop

z:c-

pp(imagem virtual)Ì em quepp e a distanciado ponto proximodo hipermetrope,

obtemos:

I

f

0,25

:';;:l','

.&

Uma pessoa hipermetropeten seu ponto próximo situadôâ 50 cm dã vista.Para qüe possa enxergarnitida-

menteobjetG situadosê25 cm de distância.determine â vergênciada

lenreque deve usar.

Vamosadmitir dêspreziveÌadistáncÌa que separââlentedô

olho. A lente develôrnecer do objetoa 25 cm uÌnaìmagen

no pooto próximo, isto é, â50 cn do olho.

Abscissado objeto:p:25 cú = 0,25m

Abscissadaimagem (virtuâl):p'-

pr=

ApÌicandoa equaçãode Gaússl

50cm=

0,5m

r

^lt-l

p

D

Resposta:Lente convergente deveência2

di.

uz5

-.

1D

4

2-

oóselraçrio:E comúm,no dia-a-dia.o uso dô termô "graú" signincêndo dioDtria,,.Assim, em vez de dizer

'óculos de duâsdiôpt.iás , noÌmaÌmentedizemos "óculos de doìs qraus'.

ts

O pontopróxifto deumhipermetropestáâ 75cú

de seuolho. Pãraque eìeenxergue niiidâmente

ubtFos.rrJd.cã ì5, m dpd

..

lán.iad"rF'anF.

  • a) otipo cìeÌenteqüe deve usar;

  • b) a vergênciâ.dessâlenie.

P.itB5 /V InFspìU nJ pe\c^a nurmdldê\c \Fr crp.7dê

perceber um objetoem foco a uma distânciâde

  • 25 cm.

Que tipo dê lente deveser usadoe quãì

sefia a distãnciaIocâl dessalente, para tornaÍ

nofmaia visãode umâpessoa hipermetrcpe qu€

conseguever em locô, apenasobjetos situados

a maisde 125cm?

:fitS6l: (UnitaÈsDA ngüã mos[a

a lormaçãode ima

gem,nudr olho, de üm pônto Pdistaore deÌe i m.

(A figurânão está em escãÌã.)O cristalino,lessa

situação.está comprimidô ao náximo, Consi-

derandoque, na

visão normãì,enxe.ga-se com

nitidez desde25 cm de distânciãâté o infrnito,

q, p leìrp d. vp ocr us.dJpar".or'igi

a \is.o

desseoìho e qual sedaâ suâve.gência?

i-

.1s4

Os FúNDÀMÉNÌo\

DÀ FÉr.a

t

5.3.Presbiopia

Quando umapessoa envelhece,

seu cristalino

vai perdendoa capacidadede acomodação.

Em

conseqüencìa,

háum afastamentodo pontopróximo,

emboraa visãoa distânciase conseNe normal.

Tem-s€explicado €ssa anomalia pela perda de

flexìbilidadedo cristalinocom a idade.Ao toÍnar-se

maisrígido, o cristalinodeÌxa de responderple-

namenteàs contÍações dos músculos ciliares que

modificamsua forma. Entretanto, pesquisas recentes

mostraramque o crìstalinocresce durante a vida/

aumentandocercâ de 0,02mm seudiâmêtro por

ano,Assim, ao ocuparmaìs espaço dentÍo do olho,

elepressiona os músculosciliares e impede-osde

cumpÍirsatisfatoriamente

suas funções, causando a

anomalia.

A correçâoda pÍesbiopiapara a visàopÍdxima

é realizadacom lentesconvergentes, de modo

semelhanteao quefoi vistona coÍreçãoda hiper-

metropra,

ç

I

5

.s

o

È

It

t

CéuslVocê tem que admitir que

precisatrocar seus óculos de leitural

a

ã

lffi

{UreD s" o w"to lróxino de umapessoa idosa está a 1,0m de seusoÌhos. qualé a convergência,

em dioptrias,

da lentêde coÍreçâoque essapessoãd€ve usar â nm de qüepossâ Ìer um liúo a 0,25m de disÌância?

5.4.Astigmatismo

O astigmatismoocoÍe em vìrtudede umaimpeíeição do olho,particularmente da córnea:consìde-

randoos diversos planosque contêm o eìxodo olhoe interceptama córnea, os arcos obtidos nào âpíeten-

tama mesmacurvatum, isto é, não possuem mesmo raio de curvatu ra, como acontece paÍa o olhonormal,

cuiacóÍnea é p€rfeitâmenteesférica.

O astigmatapossui cómea mais ovalada do queeíérica.

Seiam,porexemplo, dois planos oe P pe.pendiculares ent.e si e quecontêm o eixodo olho (figura 25a).

A intersecçãodo planoo coma córneadefine o arcode raioRr. 5eja 4 a imagemde um pontoP (figu-

ra 25b).Por outro lado,a ìnt€Ísecçãodo plano P com a córneadefine outro afco, de raioRr. Sela P, a

imagemdo mesmoponto P (figura 25c).

SendoRr diferente de Rrlresulta que 4 e P, nãocoincidem e, portanto,o olho do astigmatanão

rccebena rctinauma imagem nítidâ.

Figur.25. Parao astigmata,a um ponto objetoo olho nâo conjugâum único ponto imâgem.

  • I
    I
    I

A correçãodo asÌigmatismoé feitacom o usode lentescilíndrìcas,

que podemser convergenìes

ou diveÍgentes.

A espessurada lentenão é a mesmaem toda a supeÍfície.Ela é con{eccionadadè tal

modoa apresentaÍefeito oposto ao da córnea,compensando

assim a imperfeìção.

cÁPlrurolt .

lNsÌruMrNÌosónkÕs

365 .

5.5.Análise de umaÍecêita de óculos

Abaixot€mos a Íeceitapr€scrita por um oÍtalmologistâa um de seuspacientes.

-3,00 di

2,s0di

1 ,25 d:l

Eiio

.

90"

120'

,l

64

mm

oE

..

i

ObseÍvandoque a vergênciadas lentes eÍéricas é negâtiva,concluímos que o paciente é míope,

devendousar, para o olhodireito (OD), uma lent€ div€Ígente de vergêncìa-3,00 di e, paÍao olhoes-

t

querdo(OE), outrâ lente divergente de 2,50di. Alémdisso, o pacientepossui também astigmatismo

e/ paraa coreção,deve usar lentes cilínd.icas divergentes

com vergência de - 1,25dì paracada olho.

Outrainformação que consta da receitaé a distânciainterpupilar (DP), isto é, a distânciaentre os eixos

dosolhos: 64 mm. OsângLrlos fornecidos (90' e 120')definem as posições em quedevem ser montadas

aslentes cilíndricas. O paciente,que possui miopia e astigmatismo, não deverá usar dois óculos: as duas

anomaliasvisuais serão corrìgidas com umaúnica lente.

@ o.Outr",anomalias

visuais

A retinaé umapelícula sensível à luz,localizada no fundodo olho.Suas células, chamadas cones e

g

'q

bastonete!,transformam a lüz em estímulosnervosos e os envìam ao cérebÍo por meio do ne;voóptico,

Emcada retina existem aproximadamente

7 milhões de conese 125 milhõesde bastonetes.

A visão à

luzdo dìaé oferecidap€ os cones, que são, também, responsáveis

pela percepção das cores.

Existemtrês tìpos de cones,cada um contendoseu respectivo pigmento visual, sensível a umadas

trêscores primárias, Quando a luzvefmelha incide no olhohumano, os cones sensíveis à luz vermelha é

queenviam sinais ao cérebrc.A cor quevemos de um determinadoobjeto é o resuìtadode comocada

tipode cone é estimulado.

A visão5ob luz fraca é feitapelos bastonetes.

Eles possuem um pigmentosensível à luz,chamado

iodopsina,que é consumidosob ação de luzintensa e seregenera sob a açãode luzfraca. São os bas-

tonetesque possibilitam

distìnguir os diversos tons de cinza.

6.1.Daltonismo

O daltonismoé uma anomaliaque imp€dea percepçãodas cores. Existem portadores sensíveìs

somentea duascores pÍimárias, sendo cegos Íelativamente à terceira.Outros são ìnsensíveìs

às três

corespímárias, enxergando tudo em brancoe pÍ€toou em tonsde cinza.O físico.equímico ìnglês

&

E

Ë

&

!

lohn Dalton(1766-1844) era portador dessa anomalia e realìzouestúdos sobre ela, o quedeu origm

aonome dalionismo.

6.2.Estrabismo

O estrab;smoconsiste num desalinhamentodos eixos ópticos, causado por defeitosnos músculos

quemovimentam os olhos. O estrábicotem dificLrldadede direcionar, simultaneamente,

seus dois eixos

ópticospara o pontoque deseia focalizar Nessas condiçôes, cada olho conjuga na retinauma imagem

diferente.

6.3.Catarata

Vimosqu€ ocristalìno é um coÍpotranspa Íente e quefunciona

A catarataconsiste na perdadâ tÍans-

comouma l€nte biconvexa,

parênciado cristalino.Instala-se

por um processolento e progres-

sivo,que tem comoconseqüência

a diminuição da entradade luz

no ìnteriordo olho.É curada mediante uma cirurgìa que consìste

em retìraÍo cÍistalinoe substituÉlopor umalente int|a-ocular

.366

Os FUNDAMENÌdDA Frs ca

I

ÍÍriïËffiig

g

3

#.i-H!$ììl

lorimpiaaa

arasiÌeirade Fisica)um sisteÍÌa

Iormado por duas Ì€nteslinas coladâs,sendo

umabicôncãvâ, de índicede rehâção1,5 € raios

de cuNatura 20 cm e 1 m, e a oulra planccon

vda, de indice de rcfrâçãoiguaÌ a 1,7e raio de

cunatura 20 cm. Calculea altura da imagemde

um objeiode 10cm de aÌturasituado a 40 cm do

iii,:f{Ë,ìÌCunicamp'sn rm umã náquina foiográncade

foco nto, a imagemde um ponto Do innnito é

formadãant6 do Êlme,conlorme

o es

'lustra

quemâ.No frlme,esse ponto está lige'ramente

deslocadoe suaimagem tem 0,03mm de diáme-

tro. Mesmoassim, as

cópias ampliadasaindâ

sãonitidas para o oÌho humano.AabertuÌâ pârâ

a entrada de luz é de 3,5 mm de diâmetÌo e â

distânciafocal da lenreé de 35 mm.

10,03 mm

ìiitià-Ai:(oÌimpíâda Brãsiteirade

risica) umâ Ìupâ é uma

lente convergenteusada (normatmente)para

iormâr,porexempÌo, imagensdpliadas de paÌa-

uãs com ieÌras pequenas,pda que possam ser

maisben pe.cebidas.

â)

Explique quaÌ deve ser a posição dãs pâlâvra,

em relaçâôã umalenie convergêntei pârâqüe

elaluncione cômo lupã.JustiÊque.

  • b) Se a ìupâ lor colocada dentrô da água,ela aümenlàrá oú diúinuirá seu poder de am- pliação, conpêradâa quando ela estáno ârÌ Jusr'fique.

$,l{.U{iiiturpO u

..

i"-*ópio

ê conposrode duasren

tes convergentes.A lente qu€fica maisprõnma

do objetoé chamadaobjetivaeâquelaatravésda

qualse observaa inãgen é aocuìâr A imagem/Ì,

Iormadapela objêiivã, lunciona cono umobjeto

para a oculâr(vejâ a 6gurã). Quândô o objetoé

colocãdoâ 1,0cm dâobjetÌla,â imâgemônal que

se observaé 100vez$ nâìôr do que o objetoe

se encontraa 50 cm da lenteoculai

â) Câlculeâ disÌAnciaddo filmeà lente.

  • b) À que dlstânciâdâ ìente um objeto precisa

p

q

estâí para que süa inagem fique datãmenle

iocaÌizâdêno fihe?

.:'f'ji.áffi] 6etsel um proletor.te r/rzer encôntra se a 4,I m

da telâ de projeção.Um sllde de 35mm de altura

tem sua ìmagemprojetada na telacom 1,4m de

É

&

E

  • a) Qual é ã disiâìciâ lôcáÌ do instrumento?

  • b) Façâun esquema que rêpresenteô objeto,a lente e a imagen Íoímãdâ.

l,f$tiÍ;

Orv-uc)

  • I iig".a representaum proietor de

slidei contendo um s1'Ze(objeto) Iortemente iÌu-

minadopela lâmpãda,uma lenie de 100mm de

distâncialocâÌ. a 102mm do objeio, e uma tela

de prôjeçâo oocãÌde fomação da imagem).

ffi

Seâampliâçãodevida à lenteobjetivâ é 20vezes,

determineâ distânciaDentre a lêntes,em cm.

(Unicamp'SP) Um dos telescópios$ados por

CaÌil€upor voltadô anode 1610era composto de

düa lentesconvergentes, una objetiva oênte 1)

eumaocuÌãr(lente 2), de dÌstAnciãsíocab iguais

a 133cm e 9,5cm, respectivmente.Na obsena-

ção

de objetosceìestes, â imagem./rformada pela

objetivasituasepraticamente no seupÌanofocal,

Nafrgura(fora de escaÌa),o raioà é proveniente

da borda do disco lunar e o eiro óptico passâ

Ít

t

Nessêscondiçires, calculel

  • a) a distânciaidêãl entre â telâe aÌenter

  • b) a razãô entre ô tamânho da imag€m e do

CaPÌÌuro15 .

lNsrRUMENrosón.os

167 .

  • a) A Luatem 1.750kú de Íaio e licã a ãpro$ma-

danente384.000 kn da Terra. QuaÌ é o râio da

$ffi

ÌnãSemda Lua (D lornâdâ pela objetivado

telescópìode Galileü?

  • b) Unã segundã imâeem (./,) é lormada pela oculara partú daquelâlôrmâda pela objetiva

    • - a irnaseú dâ objetivâ

(./Ì)tôrnâ-se objeto

(o,) paÍâ â oculâf. Essa sesunda imãgem

é virtual e situâ-seâ 20 cm dâ ìente oculaÍ

A que distânciaâoculâÍdeve 6cârdaobjetiva

dô teìescópioparâque isso ocorra?

:ï:uÌSêfu.i" p-spl

..

Nos orhos .ras pessoasmío'

pes, um objeto Ìocãìizadomuito longe,isto

ê, no inlin'tô,

é iocâlizãdo antes da retina. À

nedida que o ôbjeto se aproxima,o ponto de

fôca1izâçàose âI8tâ ãtê cair sobre a fetina-

À

pârtir desse ponto,

o miope enxerga bem-

À

dìopüia r, ou "grâü , de uma lente é deÍini-

dà comôD =

rsendora distánciaÍocâì) e

l

;

grau = 1m I. Consid€reuma pessoa míope que

enxergãbêm objetosnab próximosdo qüe

0,40ú de seusolhos.

â) Façaum esquemãmostrando como uma

lente bem próximã dos olhos pode íazer

com que um objetono infrnito pareça estaf a

  • b) Qual éadìoptria(em graus)dessa lente?

  • c) À pânir de que dìstãnciaüma pessoa miope, que usã óculôs de "4 graüs",pode enxergar bemsem os ócülos?

gnit"spl *

sÍn-

ngurasmost.am o Nicodemus,

bolo da Asociação Atlética dos estudântesdâ

UniÍesp,ligeirmente nodifrcado: lorm

acrecú

tadosolhos. na r Êgurâ,e ócü1osbãnspãrentes

Figurà1

FiguÍâ2

â)

Süpondo quê ele estejã usando os óculos

devidôa um defêitode lisão, cômpâreas

duâsÊgurs e respondâ;qúâl pôde ser esse

provável deleitô?As lentes dos óculos são

convergentesoü dive€entes?

  • b) Considerando queaimagem do olho de Nice dehus com os ócüÌosseja 25%maior que o taÍnanho rcaÌ do olho e que a distância do olho à lente dos óculosseja de 2 cm, deÌefmiDea ve€ênciadaslentes usâda pelo Nicodemus,

t

I

f

;l${$$i

Cunr"r-ng ouse."eas duâs Íeceitâs de Ìentes mostrâdõ âbaixo, âs quais foram prescritas porum oltaÌmoro-

gistadenossacidâde, destìnâdãs ã dois de s€uspacientes, AndÉa e RaÍael,que apresentamdois dos dereitos

mâiscomuns de visãor

E

+5,50di

+5,00di

  • a) Considerando que nenhun dos pacientes êpresenta presbiopia, com base nas receitãs,qüal(is) o(s) deÍeito(s)devisão que cada paciente âprèsênta?JüstiÊque.

  • b) Caìculea distânciafocaldas ìentes eslé.icâs do pacientecorn hipermetropìã.

.368

Os FUNDAMENTo5

oÁ F3cÀ

I

g

E

3

$tS

crFPA) Dispõe se de düõ lentes delgadasconveF

gentesde dbtâìciâslocab f ef"-Jüstapondose

âs düâ6lenres, é pôssivelobter üm sistemade

â) menordoquel'ef.

O iguaÌaf.

b)

maiordoque f e f" e) igualaI".

Pa.âobter uma imagemnitida, ele, então, move

o filmeem rcÌaçãoà posiçâodescritâ.

Assinalea âìternarivacüjo diagrâmamelhor 16

pfesenta a posiçãodo frlmee a imâgemdâ vela

t8!4:

GarecSP) Justapiteú-seíldâs lentes .lersadã6

cujâsdistânciâs iocais são +10 cú e

20 cm,

respectivamente.

Adistâncialocal do pâr é:

a)

b)

c)

Ì0 có

5

cft

+5 cm

O +20 cn

e) neôhunâ da ãntêrioÍes

b)

fl$iif

prl

rrl

u.u *"ociação de lentesdersaoas

justapostas é formada por duas lentes. Uma

delasé convel€enre,de distâlcia Íocal iguala,1

À distância local dâ âssociaçãoé 2f Qüal è o

tipo e adistânciafocal (Í) dasegundalente?

a)

b)

c)

divergentei r:f

convergentei x > I

divergentetxl + f

dJ convergenieta < I

e)

convergeôterÍ = I

,f$ãt: Crnsel

u

..

upu.

construiuuma máqüinã

roto-

gÍálica tipo fole, úsândodmã lente divergente

cono objetiva. Ào tnâr iotogrãIias com essa

náqoìnâ,verifi.ãrá quê, no Êlme:

c)

o

Ì344

run rbÈ\,Íúì4

d" üÌa Ìaqriì"

gráh.-rÊm diqlú.id

^bj"_iv"

folo

'^.dì l{)n nm ê possuiur

dispositivoque permiteseu avançoe rctrôcesso.

A máquinâê util'zâdapãÍâ tnar dúãslôtos: ümâ

de um objeto no inÊnito e outrâ de um objeto

T.ú7

â) aimâgemseÍásempre úeno.que o objeto.

b)

a imagemserá sempre maior que o objeto.

distante30 cm da objetiva.O d€slocamenioda

objetiva, de

uma foto parâ outra, em mm, Ioi de:

c)

aiúãgem serámaiorqueôobjeto somentese

a)

50

b) 100

c) 150

O 200

e) 250

adistânciado objetoà lenteformaior que 2i

O a imagemserá menôr que o objeto someDtese

a distânciâdo objetoà ìenteÍôr maiorque 2rl

e)

não apareceuima€em algüúa, por óãis qúe se