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T T é é c c n n i i c c o o e

TTééccnniiccoo eemm RRaaddiioollooggiiaa

TTééccnniiccaass RRaaddiioollóóggiiccaass PPaarrttee II

TECNICAS RADIOLÓGICAS

INTRODUÇÃO

Incidência ou Projeção

É

o conjunto de meios para a obtenção de uma radiografia.

O

principais meios que condicionam a obtenção de uma radiografia são:

Fatores radiográficos;

Posicionamento;

Raio central/

FATORES RÁDIOLÓGICOS

Os fatores radiológicos básicos são:

mA (miliamperes) 1/1000 A

kV (quilovolt) 1 x 1000 volts

e (espessura) em cm e suas frações

d (distancia) em m e suas frações

1 – mA (miliampere)

O mA que penetra na ampola pelo aquecimento do filamento catódico, que libera os elétrons

para chocarem-se no anódio, produzindo os raios – X.

A miliamperagem utilizada numa determinada radiografia, associada ao tempo (segundos e

suas frações), no dá o mAs (miliampere segundo), que representa a quantidade de raios – X.

A – tempo (t) o tempo a ser utilizado numa radiografia é proporcional a incidência, aplicada no exame radiológico. O tempo de exposição dos raios – X coincidem com o tempo de aquecimento do catódico (pólo negativo).

B – mAs (miliamperes segundo) representa a quantidade de raios X emitida durante a

exposição. O mAs é o responsável pelos contrastes fortes, isto é, o preto e o branco.

Obtemos o mAs multiplicando o mA (miliampere) pelo t (tempo).

mAs = mA x t

Exemplos:

mAs = ?

mA = 300

mAs = 300 x 0,5

mAs = 150

mAs = ?

 

mA = 200

mAs = 200 x 1,0

mAs = 200

t

= 1,0s

mAs = ?

 

mA = 100

mAs = 100 x 2,0

mAs = 200

t = 2s

Podemos concluir:

Numa mesma unidade de tempo, quanto maior o mA, maior a quantidade de raios X.

Com alta miliamperagem, podemos conseguir grande quantidade de raios X, com tempo curto.

2 – kV (quilovolt)

O kV (quilovolt), representa a velocidade de impacto dos elétrons liberados do catódio (-) contra o anódio (+). Quanto maior a quilovoltagem, menor o comprimento de onda e maior a penetração dos raios X.

O kV é o responsável pelos contrastes intermediários entre o preto e o branco.

Podemos obter a quilovoltagem multiplicando a espessura (e) da região a ser examinada por 2 (dois) e somando uma contraste (k), para um mesmo exame a constante pode variar de acordo com o tipo de aparelho.

Exemplos:

kV = ?

kV = 2 e + k

e

= 20cm

kV = 2 x 20 + 30

kV = 70

k

= 30

kV = ?

 

e

= 15cm

kV = 2 x 15 + 60

kV = 90

k

= 60

kV = 80

 

e

= 25cm

80 = 2 x 25 + k

k = 30

k = ?

kV = 100

e

= ?

100 = 2 x e + 60

3 = 20cm

k

= 60

3

– e (Espessura)

 

De acordo com a espessura da região a ser examinada o kV e o mAs terão que ser ajustados de maneira precisa para obtermos uma radiografia de bom padrão.

A espessura entre na formula para a obtenção do kV:

kV = 2 e + k

Há uma certa padronização do mAs para cada região do corpo humano a ser examinada, proporcional, alem da espessura, a densidade da região.

4 – d (distancia)

A distância foco-filme para a maioria dos exames radiológicos é de 1 m, excetuando-se as

telerradiografias (TELE, do grego: a distância), que são efetuadas a maiores distancias, que variam entre,

1,50 e 2,00 m.

De

acordo

com

a

Lei

de

Kepler,

se

dobrarmos

a

distancia

foco-filme,

teremos

que

quadruplicarmos a intensidade da radiação. Para termos uma radiografia de padrão semelhante.

POSICIONAMENTO

É a posição em que o operador coloca o paciente para a obtenção de uma determinada

incidência.

RAIO CENTRAL

uniforme, o único que não é obliquo, sai perpendicular em relação ao

maior eixo da ampola. O que especifica uma incidência é a penetração do raio central, pois num mesmo posicionamento, com os mesmos fatores, pode haver varias entradas de raios central diferentes.

É o feixe de raios X

TIPOS DE INCIDÊNCIAS BASICAS

Incidências que representam como ponto de referencia a penetração do raio central

AP – Antero posterior – RC, penetra na região anterior, saindo na região posterior mais próxima do filme.

PA – Postero anterior – RC, penetra na região posterior saindo na região anterior. Região anterior mais próxima do filme.

Incidências que apresentam como pondo de referencia a região do paciente mais próximo do filme.

Pesq:

Perfil esquerdo ou lateral esquerdo. Região esquerda do paciente mais próximo do filme.

Pdir:

Perfil direito ou lateral direita. Região direita do paciente mais próxima do filme.

Pint ou pmed:

Perfil interno ou perfil medial Região externa ou lateral, mais próxima do filme.

Pext ou Plat:

Perfil externo ou perfil lateral. Região externa ou lateral, mais próxima do filme.

OAD:

Obliqua direita Região anterior direita, mais próxima do filme.

OAE:

Obliqua anterior esquerda Região anterior esquerda, mais próxima do filme.

OPD:

Obliqua posterior direita. Região posterior direita, mais próxima do filme.

OPE:

Obliqua posterior esquerda Região posterior esquerda, mais próxima do filme.

OAI ou OAM:

Obliqua anterior interna ou medial. Região anterior interna ou medial, mais próximo do filme.

OAE ou OAL:

Obliqua anterior externa ou lateral; Região anterior externa ou lateral mais próxima do filme.

OPI ou OPM:

Obliqua posterior interna ou medial Região posterior interna ou medial, mais próxima do filme.

OPE ou OPL:

Obliqua posterior externa ou lateral. Região posterior externa ou lateral, mais próxima do filme.

Axial:

Raio central percorre internamente o maior eixo da região a ser examinada.

ESCOLHA DE FILMES

Sempre que fomos estudar detalhadamente uma região, devemos sempre associar incidências panorâmicas e localizadas.

INCIDÊNCIAS PANORAMICAS

São radiografias de grandes anatômicas que utilizam a diafragmentação somente para o tamanho do filme.

Ex.: radiografia do tórax, abdome simples, perna, crânio, etc.

Nas radiografias de braço, antebraço, coxa e perna, que são as regiões onde estão os ossos mais longos do corpo humano é importante sempre que possível incluir as articulações proximais e distas. Quanto isso não for possível como acontece normalmente nas radiografias de coxa e perna, deve-se sempre incluir a articulação mais próxima do local afetado.

Ex: fratura no terço distal da perna as radiografias devem incluir a articulação tíbio-társica.

Como regra geral, em pacientes politraumatizados, deve-se sempre utilizar os maiores filmes, na procura de eventuais fraturas ou luxações.

É bastante freqüente encontrarmos associada a uma fratura completa de cúbito, luxação de cabeça de rádio, que poderia não aparecer a um exame radiológico tecnicamente errado, isto é realizado em filmes pequenos.

INCIDÊNCIAS LOCALIZADAS

Essas incidências também chamadas “spot film” (to spot = localizar), apresentam uma melhor definição de imagem, pois utiliza desfragmentação ou colimação, cilindros, cones e outros localizadores, com a finalidade de filtrar a radiação secundaria, aumentando em muito o detalhe da imagem.

Normalmente são projeções que não utilizam a área total do filme. A identificação deve ser colocada numa região que não sofreu exposição, para evitar que haja suspensão do numerador com estruturas importantes para o exame.

Como regra geral nunca devemos realizar um exame radiológico somente com incidências localizadas, pois as vezes, próximo a região que foi radiografada no “spot film”, pode haver uma patologia que fugiria assim a percepção do radiologista.

Ex.: fazer panorâmicas de crânio no estudo radiológico do osso temporal ou da sela turca.

Fazer panorâmica de abdome no estudo dos rins ou vesícula.

INCIDÊNCIAS DE ROTINA

É o numero mínimo de radiografias, necessários para estudar radiologicamente uma determinada região.

Mão:

Postero-anterior (PA)

Antebraço:

Antero posterior (AP) Perfil interno (Pint)

Tórax:

Postero-anterior (PA) Perfil esquerdo (Pesq)

INCIDÊNCIAS COMPLEMENTARES

São incidências pelas quais o radiologista pode incluir na rotina, com a finalidade de esclarecer juma hipótese diagnostica.

Exemplos:

Perna:

Rotina: Antero-posterior (AP) Perfil externo (Pext) Complementares: obliqua posterior externa (OPE) Obliqua posterior interna (OPI)

Seios da face:

Rotina: fronto-naso (FN) Mento-naso (MN) Complementares: perfil esquerdo (Pesq) Hirtz (H)

IDENTIFICAÇÃO DAS RADIOGRAFIAS

Identificação é colocar o numerador de maneira que apareça na radiografia, com a data de exame, numero de registro do paciente no hospital ou no serviço de radiologia, e se é possível as iniciais do nome do paciente.

O ato de conferir a identificação deve exigir grande atenção por parte do operador, pois uma radiografia com a numeração errada representa uma grave falha, que tornará o exame radiológico sem efeito.

A identificação nunca deve ser superpor estruturas ao exame radiológico e deve sempre aparecer totalmente no campo radiográfico.

Quando for o caso de suas incidências localizadas num mesmo filme, estudando os lados direito e esquerdo de alguma região, deve ser uma identificação que especifique esses lados.

COLOCAÇÃO DO NUMERADOR

Há uma convenção que estabelece a colocação do numerador, sempre no lado direito do paciente.

A posição do doente, também indicará a região do chassis onde se colocará o numerador.

Paciente de pé parte mais alta do chassis.

Paciente sentado no lado do chassis

Paciente deitado parte mais baixa do chassis.

Quando a radiografia é colocada no negatoscópio a imagem do numerador deve estar colocada a esquerda do observador.

Quando o paciente esta em AP o numerador é colocado de maneira que se consiga ler a data, numero de registro e as iniciais.

Quando esta em PA, o numerador acompanha a inversão do posicionamento, neste caso, não mais conseguimos ler a data, numero de registro e iniciais em ambos quando colocado ao chassis.

A colocação do numerador nas incidências obliquas acompanha a mesma convenção da Antero- posterior AP e postero anterior PA.

Exemplo:

OAD – obliqua anterior direita de tórax em posição ortotástica.

Será colocado na região superior direita do chassis com sua frente voltada para o filme.

Nas incidências em perfil, a colocação do numerador no lado direito ou esquerdo, passa a não ter tanta importância pois neste caso deixa de existir o lado direito e esquerdo e sim o anterior ou ventral e o posterior ou dorsal.

Devemos seguir como norma que o numerador sempre caia no lado esquerdo quando a radiografia em posição de observação.

Há como incidência que a identificação ter que ser de maneira atípica.

Exemplo:

- perfil de crânio com o paciente em lemi – decúbito lateral.

Deve ser colocado ao nível da região mentoriana supondo-se então com a mandíbula. Nesse caso de importância secundaria. Se for colocado próximo a qualquer um dos três vértices restantes do filme, poderá superpor estruturas de grande importância no estudo radiológico do crânio.

- perfil de coluna torácica e lombar em posição ortostática

Deve ser colocado na parte superior do chassis, superpondo-se com alguma parte da região anterior do tórax ou abdome. Essa superposição deve ser aceita, pois se o numerador for colocado num espaço vazio por trás da coluna, como é feito no estudo da cervical, não ira aparecer na imagem por causa da alta quilovoltagem utilizada nas radiografias.

Nos exemplos citados o numerador será colocado com a face anterior voltada para o filme.

COLIMAÇÃO

As bordas da luz do colimador são então ajustados (aberto ou fechado), de forma a incluírem somente a anatomia (estrutura), essencial, (estudado, solicitado), região a ser radiografada.

COLIMAÇÃO COM CILINDROS E CONES;

Serve para reduzir ou aumentar o feixe de raios X eles diminuem a radiação secundária.

CAPITULO 2

MEMBROS SUPERIORES

ANATOMIA RADIOLÓGICA

CAPITULO 2 MEMBROS SUPERIORES ANATOMIA RADIOLÓGICA Membro superior (extremidades) Os ossos do membro superior são

Membro superior (extremidades)

Os ossos do membro superior são divididos em quatro grupos principais (1) Mao e punho, (2) antebraço, (3) úmero e (4) cintura escapular. Os três primeiros grupos serão estudados neste capitulo sobre o membro superior. As importantes articulações do punho e cotovelo serão incluídas, mas a articulação do ombro juntamente com a porção proximal do úmero serão estudadas com a cintura escapular.

O formato e a estrutura de todos os ossos e as articulações do membro superior devem ser completamente conhecidos por tecnólogos em radiologia para que eles sejam capazes de identificar e demonstrar cada parte em radiografias.

Mao e punho

em três

Os 27 ossos da Mao e punho são divididos grupos.

1. Falanges (dedos e polegar) 14

2. Metacarpianos (palma) 5

3. Carpianos (punho) 28

Total – 27

TECNICAS RADIOLÓGICAS DA MÃO

TECNICAS RADIOLÓGICAS DA MÃO Vista anterior da Mão a) Falange distal; b) Falange medial c) Falange

Vista anterior da Mão

a) Falange distal;

b) Falange medial

c) Falange proximal;

d) 1º metacárpio;

1. Capitato (grande osso)

2. Hamulato do harmato (osso ganchoso)

3. Piramidal

4. Semilunar

5. Escafóide

6. Trapézio

7. Trapezóide

8. Pisiforme

9. Rádio

10.Ulna

A radiografia da Mão é considerada como exame elementar, mas existem vários aspectos que

devem ser observados. O exame não deve ser muito resumido porque a patologia é variada e requer

posicionamento diferentes.

Na radiografia da Mao as articulações falangianas devem ser tangenciadas pelos raios, caso

contrario pode dar como conseqüência um falso pinçamento articular, o que poderia prejudicar quando a

suspeita clinica fosse para osteoartrite ou artrite reumatóide.

Outro aspecto importante é excesso de contraste na radiografia óssea também na radiografia da

Mao para pesquisa de artrite reumatóide, as partes moles dos dedos devem ser visualizadas porque os

radiologistas e os especialistas fazem diagnósticos da referida patologia quando na fase inicial

simplesmente pelas partes mole.

Outro aspecto importante na radiografia da Mao é no caso de suspeita de fratura, se a suspeita for

nos metarcapos é evidente que a rotina para este exame é Antero posterior e obliqua bem acentuada,

porque o perfil superpõem os metarcapianos. Mas se a suspeita de fratura for num dos dedos, nesse caso

basta efetuar a incidência em Antero posterior e obliqua, é necessário realizar incidências também em perfil

rigoroso do dedo suspeito, o que pode dar melhor visualização ao especialista. A radiografia óssea pode ser

feita no mínimo em dois planos.

Também precisamos ter cuidado na radiografia da Mao para determinação da idade óssea. Não se

deve efetuar radiografia localizada do punho. Deve se realizar radiografia panorâmica das mãos e punhos

em ser corta as falanges, o que atrapalharia na referida pesquisa.

Também queremos alertar para a importância da radiografia do punho para fratura do escafóide.

Este exame deve ser feito com radiografias, em serie, ou seja, Antero posterior normal, Antero posterior

com abdução e axial (túnel do carpo). Esta seqüência de radiografia possibilita ao radiologista e ao

ortopedista um estudo melhor do referido osso.

MÃO

MÃO Estruturas mais bem demonstradas Falanges, metacarpianos, osso do carpo e todas as articulações da Mão.
MÃO Estruturas mais bem demonstradas Falanges, metacarpianos, osso do carpo e todas as articulações da Mão.

Estruturas mais bem demonstradas

MÃO Estruturas mais bem demonstradas Falanges, metacarpianos, osso do carpo e todas as articulações da Mão.

Falanges, metacarpianos, osso do carpo e todas as articulações da Mão. Resulta em uma incidência obliqua do polegar.

Critérios de avaliação

Ausência de rotação da Mao como evidenciado por:

- A aparência simétrica de ambos os lados ou concavidades das diáfises dos metacarpianos e falanges (exceto o 1º metacarpiano e falanges do polegar obliquo).

- a quantidade de tecidos moles de cada lado das falanges deve parecer igual.

POLEGAR LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Falanges distais e proximal e metarcapiano do primeiro dedo

POLEGAR LATERAL

POLEGAR LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Falanges distais e proximal e metarcapiano do primeiro dedo em

Estruturas mais bem demonstradas

POLEGAR LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Falanges distais e proximal e metarcapiano do primeiro dedo em

Falanges distais e proximal e metarcapiano do primeiro dedo em posição lateral juntamente com as articulações abertas associadas e ossos sesamóides se presentes.

Critérios de avaliação

As articulações interfalangianas e metacarpofalangianas devem apresentar-se abertas.

DEDOS

POLEGAR PA E AP

DEDOS POLEGAR PA E AP Estrutura mais bem demonstrada Falange articulações associadas. distal e proximal, Critérios
DEDOS POLEGAR PA E AP Estrutura mais bem demonstrada Falange articulações associadas. distal e proximal, Critérios
DEDOS POLEGAR PA E AP Estrutura mais bem demonstrada Falange articulações associadas. distal e proximal, Critérios

Estrutura mais bem demonstrada

Falange

articulações associadas.

distal

e

proximal,

Critérios de avaliação

primeiro

metacarpiano

e

Todo o polegar (desde a sua extremidade distal ate a 1ª

articulação carpometacarpiana) deve ser centralizado

em relação ao filme, com inclusão do trapézio e bem

visualizado.

DEDOS Incidência Lateral – Médiolateral ou Lateral medial

Incidência Lateral – Médiolateral ou Lateral medial Estruturas mais bem demonstradas Falanges articulações
Incidência Lateral – Médiolateral ou Lateral medial Estruturas mais bem demonstradas Falanges articulações
Incidência Lateral – Médiolateral ou Lateral medial Estruturas mais bem demonstradas Falanges articulações

Estruturas mais bem demonstradas

Falanges articulações interfalangianas e

metacarpofalangianas em posição lateral.

Critérios de avaliação

Todo dedo em questão (falange distal, media e

proximal) e a articulação matacarpofalangiana devem

ser excluídos com colimação nos quatro lados.

INCIDÊNCIA PA – OBLIQUA

MÃO

LATERAL EM EXTENSAO E FLEXAO

INCIDÊNCIA PA – OBLIQUA MÃO LATERAL EM EXTENSAO E FLEXAO Estruturas mais bem demonstradas Falanges, metacarpianos,
INCIDÊNCIA PA – OBLIQUA MÃO LATERAL EM EXTENSAO E FLEXAO Estruturas mais bem demonstradas Falanges, metacarpianos,
INCIDÊNCIA PA – OBLIQUA MÃO LATERAL EM EXTENSAO E FLEXAO Estruturas mais bem demonstradas Falanges, metacarpianos,

Estruturas mais bem demonstradas Falanges, metacarpianos, ossos do carpo e todas as

articulações em posição obliqua.

Critérios de avaliação

A obliqua a 45º é evidenciada por:

de avaliação A obliqua a 45º é evidenciada por: Nota; estas duas posições são alternativas: -
de avaliação A obliqua a 45º é evidenciada por: Nota; estas duas posições são alternativas: -
de avaliação A obliqua a 45º é evidenciada por: Nota; estas duas posições são alternativas: -

Nota; estas duas posições são alternativas:

- lateral em extensão pode ser feita para localizar corpos estranhos e fratura dos metacarpianos. - Lateral em flexão demonstrará deslocamento ântero-posterior de fraturas dos metacarpianos.

Estruturas mais bem demonstradas

Falanges, metacarpianos e ossos do carpo

superpostos em uma posição lateral, exceto o polegar,

que é mostrado em uma incidência PA verdadeira.

- as porções mediais das diáfises do 3º, 4º e 5º

metacarpianos não devem superpor-se.

Algumas superposições das cabeças distais do 3º, 4º

e 5º metacarpianos mais sem superdose; cão das

porções distais do 2º e 3º metacarpianos.

Critérios de avaliação

A Mao e o punho devem estar em uma posição lateral

verdadeiro evidenciada por:

- superposição direta das partes distais do rádio e da

ulna;

metacarpofalangianas e

interfalangianas devem estar abertas sem

encurtamento das falanges medias e distais.

As

articulações

- Superposição

falanges;

direta

dos

metacarpianos

e

das

PUNHO

INCIDÊNCIA PA

PUNHO INCIDÊNCIA PA Estruturas mais bem demonstradas Partes média e proximal dos metacarpianos, ossos do corpo,

Estruturas mais bem demonstradas

Partes média e proximal dos metacarpianos, ossos do corpo, partes distais do rádio e da ulna e articulações associadas, e tecidos moles, pertinentes como coxins adiposos e faixas adiposas da articulação do punho.

Critérios de avaliação

INCIDÊNCIA PA OBLIQUA – ROTAÇÃO LATERAL

de avaliação INCIDÊNCIA PA OBLIQUA – ROTAÇÃO LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Partes média e distais

Estruturas mais bem demonstradas

Partes média e distais dos metacarpianos ossos do carpo (principalmente trapézio e escafóide), partes distais do rádio e da ulna e articulações associadas e coxins adiposos e faixas adiposas pertinentes da articulação do punho.

Devem ser visualizadas as partes distais do rádio e da ulna, e todos os ossos do carpo, centralizados em relação a parte media e ao eixo longitudinal daquela parte do filme usada com margens de colimação dos quatro lados.

O centro do campo de colimação deve ser na área média do carpo.

PUNHO

LATERAL INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL

PUNHO LATERAL INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL Estruturas mais bem demonstradas Porções proximais dos metacarpianos superpostas,

Estruturas mais bem demonstradas

Porções proximais dos metacarpianos superpostas,

ossos do carpo, porções distais do rádio e da ulna e

a articulação do punho e coxins e faixas adiposas

pertinentes da articulação do punho.

Critérios de avaliação

Devem ser visualizar as porções distais do rádio e

da ulna, os ossos do carpo e ao menos a área

media do metacarpo centralizados em relação a

porção media e ao eixo longitudinal daquela parte

do filme utilizado.

CANAL (TUNEL) DO CARPO – INCIDÊNCIA INFERO SUPERIOR TANGENCIAL METODO DE GAYNOR HART

Advertência: não tentar esta posição em casos de

possível traumatismo do punho antes da conclusão

da serie de rotina a fim de determinar a presença

de possíveis fraturas

a fim de determinar a presença de possíveis fraturas Estruturas mais bem demonstradas Túnel ou canal

Estruturas mais bem demonstradas Túnel ou canal (sulco) do carpo, constituído pela

face palmar do trapézio, tuberosidade do

escafóide, faces palmares do trapezóide e capitato,

o hámulo do osso hamato, o piramidal (que se

apresenta superposto em sua maior parte) e o

pisiforme.

Critérios de avaliação

Os ossos do carpo devem ser demonstrados em

um arranjo “curvo” semelhante a um túnel na

incidência ínfero superior.

PUNHO ESCAFOIDE

PA do escafóide – com ângulo do RC e flexão ulnar

PA do escafóide – com ângulo do RC e flexão ulnar INCIDÊNCIA PA – FLEXAO RADIAL

INCIDÊNCIA PA – FLEXAO RADIAL

Advertência: não tentar esta posição em caso de possível traumatismo do punho antes da conclusão da

rotina para punho a fim de determinar a presença de possíveis fraturas.

a fim de determinar a presença de possíveis fraturas. Estruturas mais bem demonstradas Escafóide sem encurtamento
a fim de determinar a presença de possíveis fraturas. Estruturas mais bem demonstradas Escafóide sem encurtamento
a fim de determinar a presença de possíveis fraturas. Estruturas mais bem demonstradas Escafóide sem encurtamento

Estruturas mais bem demonstradas

Escafóide sem encurtamento com espaços abertos

entre os ossos do carpo adjacentes

Critérios de avaliação

O escafóide deve ser claramente demonstrados

sem distorção (encurtamento), com os espaços

intercarpianos adjacentes abertos.

com os espaços intercarpianos adjacentes abertos. Estruturas mais bem Demonstradas Os ossos do carpo com
com os espaços intercarpianos adjacentes abertos. Estruturas mais bem Demonstradas Os ossos do carpo com
com os espaços intercarpianos adjacentes abertos. Estruturas mais bem Demonstradas Os ossos do carpo com

Estruturas mais bem Demonstradas

Os ossos do carpo com espaços articulares mais

abertos com espaços na face ulnar (lateral) do

punho, principalmente semi-lunar, piramidal

pisiforme e hamato.

Critérios de avaliação

Os ossos do carpo com espaços devem ser mais

bem visualizados na face lateral (ulna) no punho.

INCIDÊNCIA AP SUPINO

INCIDÊNCIA AP SUPINO Estruturas mais bem demonstradas ANTEBRAÇO LATERAL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL Estruturas mais bem
INCIDÊNCIA AP SUPINO Estruturas mais bem demonstradas ANTEBRAÇO LATERAL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL Estruturas mais bem

Estruturas mais bem demonstradas

ANTEBRAÇO

LATERAL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL

demonstradas ANTEBRAÇO LATERAL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL Estruturas mais bem demonstradas Todo rádio e a ulna,

Estruturas mais bem demonstradas

Todo rádio e a ulna, fileira proximal dos ossos do carpo, cotovelo e extremidade distal do úmero.

Critérios de avaliação

O eixo longitudinal do antebraço deve esta alinhado com o da metade do filme exposta.

Os

ossos

do

carpo

devem

ser

incluídos

distalmente,

e

a

parte

distal

do

úmero

proximalmente.

Vista lateral de todo o rádio e ulna, fileira proximal dos ossos do carpo, cotovelo e extremidade distal do úmero e tecidos moles pertinentes como coxins ou faixas adiposos das articulações do punho e cotovelo.

Critérios de avaliação

O cotovelo deve ser fletido a 90º e o antebraço deve estar alinhado com o eixo longitudinal da metade exposta do filme. Os ossos do carpo devem ser visíveis distalmente e a parte distal do úmero a nível proximal.

COTOVELO

INCIDÊNCIA AP

COTOVELO INCIDÊNCIA AP Estruturas mais bem demonstradas Parte distal do úmero, espaço articular do cotovelo e

Estruturas mais bem demonstradas

Parte distal do úmero, espaço articular do cotovelo e partes proximais do rádio e da ulna

Critérios de avaliação

O eixo longitudinal do braço deve estar alinhado com a parte do filme exposta;

O espaço articular do cotovelo deve estar aberto e centralizado na área exposta do filme;

As bordas de colimação devem ser visíveis nos quatro lados, com o meio da articulação do cotovelo no centro do campo de colimação;

COTOVELO

LATERAL OU PERFIL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL

COTOVELO LATERAL OU PERFIL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL Estruturas mais bem demonstradas INCIDÊNCIA EM FLEXÃO AGUDA OU

Estruturas mais bem demonstradas

INCIDÊNCIA EM FLEXÃO AGUDA OU AXIAL

mais bem demonstradas INCIDÊNCIA EM FLEXÃO AGUDA OU AXIAL Vista lateral da parte distal do úmero

Vista lateral da parte distal do úmero e proximal do

antebraço visualiza claramente olecrânio com

epicôndilos superpostos. Também se visualiza

tecidos moles associados, incluindo possíveis

coxins adiposos da articulação do cotovelo

elevados ou deslocados.

Critérios de avaliação

Estruturas mais bem demonstradas

Olecrânio em perfil e contornos superpostos dos

ossos do antebraço e do braço.

Critérios de avaliação Parte distal do úmero O antebraço e o úmero devem estar diretamente

superpostos.

O eixo longitudinal do braço deve estar alinhado

com o do filme, com articulação do cotovelo fletida

a 90º no centro do filma e do campo de colimação

de quatro lados.

Parte proximal do antebraço

As partes proximais da ulna e do rádio serão superpostas pela parte distal do úmero.

INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO

LATERAL (EXTERNA)

COTOVELO

INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO

MEDIAL (INTERNA)

INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO MEDIAL (INTERNA) Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem
INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO MEDIAL (INTERNA) Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem
INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO MEDIAL (INTERNA) Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem
INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO MEDIAL (INTERNA) Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem
INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO MEDIAL (INTERNA) Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem

Estruturas mais bem demonstradas

Estruturas mais bem demonstradas

Vista obliqua da parte distal do úmero e das

partes proximais do rádio e da ulna obliqua

externa: cabeça e colo do rádio.

Critérios de avaliação

O epicôndilo lateral e o capitulo devem

apresentar-se alongados e em perfil.

A cabeça,

devem ser visualizados totalmente livres de

superposição.

rádio

o

colo e a tuberosidade do

Vista obliqua da parte distal do úmero e das

partes proximais do rádio e da ulna e olecrânio

situado na fossa do olecrânio. Obliqua interna:

processo coronoide da ulna em perfil.

Critérios de avaliação

O olecrânio de ulna deve apresentar-se na fossa do colecrânio e a chanfradura troclear deve ser visível a posição obliqua. O processo coronóide deve ser bem demonstrado em perfil com o espaço articular associado aberto.

ÚMERO

INCIDÊNCIA AP

LATERAL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL OU MEDIOLATERAL

Advertência: não tentar rodar o braço se houver suspeita de fratura ou luxação.

rodar o braço se houver suspeita de fratura ou luxação. Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal
rodar o braço se houver suspeita de fratura ou luxação. Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal
rodar o braço se houver suspeita de fratura ou luxação. Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal
rodar o braço se houver suspeita de fratura ou luxação. Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal
rodar o braço se houver suspeita de fratura ou luxação. Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal

Estruturas mais bem demonstradas

Vista frontal de todo o úmero.

Critérios de Avaliação

Estruturas mais bem demonstradas

Vista lateral de todo o úmero.

Todo o úmero, incluindo as articulações do ombro e do cotovelo, é cerca de 3 cm da parte proximal do antebraço devem ser visualizados com margens de colimação nos quatro lados.

ANATOMIA RÁDIOLÓGICA

PORÇAO PROXIMAL DO ÚMERO E CINTA ESCAPULAR

RÁDIOLÓGICA PORÇAO PROXIMAL DO ÚMERO E CINTA ESCAPULAR PORÇÃO PROXIMAL DO ÚMERO A porção proximal do
RÁDIOLÓGICA PORÇAO PROXIMAL DO ÚMERO E CINTA ESCAPULAR PORÇÃO PROXIMAL DO ÚMERO A porção proximal do

PORÇÃO PROXIMAL DO ÚMERO

A porção proximal do úmero é aquela parte do braço que se articula com a escápula, formando a articulação do ombro. A parte proximal e a cabeça arredondada do úmero. A área diretamente abaixo a cabeça e o colo anatômico, que se apresenta como uma linha de demarcação entre a cabeça arredondada e os tuberculosos maior e menor de adjacência.

CLASSIFICAÇAO DAS ARTICULAÇÕES

Há apenas três tipos de articulações na cintura escapular, a externo clavicular, as acromioclaviculares do externo e a escapuloumeral ou ombro.

ANATOMIA RADIOLÓGICA

PORÇAO PROXIMAL DO ÚMERO E CINTA ESCAPULAR

RADIOLÓGICA PORÇAO PROXIMAL DO ÚMERO E CINTA ESCAPULAR CINTURA ESCAPULAR A cintura escapular consiste em dois

CINTURA ESCAPULAR

A cintura escapular consiste em dois ossos, a clavícula e da escápula e conectar cada membro superior ao tronco ou esqueleto axial. Anteriormente a cintura escapular conecta-se ao tronco na porção superior externo, mais posteriormente a conexão ao tronco é incompleta porque a escápula esta conectada ao tronco apenas por músculos. Cada cintura escapular do membro superior conectam-se na articulação do ombro entre a escápula e o úmero. Cada clavícula esta localizada sobre a caixa torácica Antero- superior. Cada escápula esta situada sobre a caixa torácica postero-superior.

RADIOGRAFIA DA CLAVICULA

A radiografia AP da clavícula identifica as duas articulações e as três partes da clavícula.

a) Articulação esternoclavicular.

b) Extremidade esternal.

c) Corpo.

d) Extremidade acromial.

e) Articulação acromioclavicular.

esternoclavicular. b) Extremidade esternal. c) Corpo. d) Extremidade acromial. e) Articulação acromioclavicular.

OMBRO

INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO EXTERNA

INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO INTERNA

Advertência: não tentar rodar o braço ou elevar se houver suspeita de fratura ou luxação (ver rotina para

traumatismo)

de fratura ou luxação (ver rotina para traumatismo) Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal da posição
de fratura ou luxação (ver rotina para traumatismo) Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal da posição
de fratura ou luxação (ver rotina para traumatismo) Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal da posição

Estruturas mais bem demonstradas

rotina para traumatismo) Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal da posição proximal do úmero e dois

Vista frontal da posição proximal do úmero e dois terços laterais da clavícula e porção superior da escápula,

incluindo a relação entre a cabeça do úmero e a cavidade glenóide.

Critérios de avaliação

O terço proximal do úmero e a porção superior da escápula e os dois terços laterais da clavícula devem

estar incluídos com colimação visível nos quatro lados.

OMBRO

INCIDÊNCIA OBLIQUA AP– POSIÇAO OPE OU OPO

OMBRO INCIDÊNCIA OBLIQUA AP– POSIÇAO OPE OU OPO Estruturas mais bem demonstradas INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO
OMBRO INCIDÊNCIA OBLIQUA AP– POSIÇAO OPE OU OPO Estruturas mais bem demonstradas INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO
OMBRO INCIDÊNCIA OBLIQUA AP– POSIÇAO OPE OU OPO Estruturas mais bem demonstradas INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO

Estruturas mais bem demonstradas

INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO NEUTRA.

mais bem demonstradas INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO NEUTRA. Estruturas mais bem demonstradas Vista obliqua frontal da
mais bem demonstradas INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO NEUTRA. Estruturas mais bem demonstradas Vista obliqua frontal da
mais bem demonstradas INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO NEUTRA. Estruturas mais bem demonstradas Vista obliqua frontal da

Estruturas mais bem demonstradas

Vista obliqua frontal da porção proximal do úmero,

dois terços laterais da clavícula e porção superior

da escápula, incluindo da relação entre a cabeça do

úmero e cavidade glenóide.

Cavidade

espaculoumeral aberto.

glenoide

em

Critérios de avaliação

perfil

e

espaço

articular

A cavidade glenoide deve ser observada em perfil

sem superposição da cabeça do úmero (o espaço

articular deve apresentar-se aberto).

Critérios de avaliação

O terço proximal do úmero, a porção superior da

escápula e no mínimo dois terços laterais da

clavícula devem estar incluídos com colimação

visíveis nos quatro lados.

OMBRO

INCIDÊNCIA AXIAL LATERAL INFERO SUPERIOR

OMBRO INCIDÊNCIA AXIAL LATERAL INFERO SUPERIOR Estruturas mais bem demonstradas INCIDÊNCIA LATERAL TRANSTORACICA
OMBRO INCIDÊNCIA AXIAL LATERAL INFERO SUPERIOR Estruturas mais bem demonstradas INCIDÊNCIA LATERAL TRANSTORACICA
OMBRO INCIDÊNCIA AXIAL LATERAL INFERO SUPERIOR Estruturas mais bem demonstradas INCIDÊNCIA LATERAL TRANSTORACICA

Estruturas mais bem demonstradas

INCIDÊNCIA LATERAL TRANSTORACICA

mais bem demonstradas INCIDÊNCIA LATERAL TRANSTORACICA Estruturas mais bem demonstradas Vista lateral da porção
mais bem demonstradas INCIDÊNCIA LATERAL TRANSTORACICA Estruturas mais bem demonstradas Vista lateral da porção

Estruturas mais bem demonstradas

Vista lateral da porção proximal do úmero e sua relação com a cavidade glenoide.

Critérios de avaliação

Vista lateral da porção proximal do úmero a relação com a articulação escapuloumeral para excluir luxação ou fratura da porção proximal do úmero.

O colo e a cabeça do úmero devem ser bem visualizados em uma porção lateral, evidenciada pelo tubérculo menor em perfil anteriormente;

A relação entre a cabeça do úmero e a cavidade glenoide deve ser claramente visualizada. A espinha da escápula deve ser observada na borda abaixo da articulação escapuloumeral.

Critérios de avaliação

A metade proximal do úmero e a articulação escapuloumeral devem ser visualizadas sem superposição pelo ombro oposto.

O contorno da porção proximal do úmero deve ser claramente visualizado anterior as vértebras torácicas. As costelas e as estruturas pulmonares devem se apresentar-se borradas se a técnica respiratória foi utilizada corretamente.

OMBRO

Rotina para traumatismo

INCIDÊNCIA LATERAL Y ESCAPULAR – OBLIQUA PA

INCIDÊNCIA AXIAL OBLIQUA APICAL AP

ESCAPULAR – OBLIQUA PA INCIDÊNCIA AXIAL OBLIQUA APICAL AP Estruturas mais bem demonstradas Porção proximal do
ESCAPULAR – OBLIQUA PA INCIDÊNCIA AXIAL OBLIQUA APICAL AP Estruturas mais bem demonstradas Porção proximal do
ESCAPULAR – OBLIQUA PA INCIDÊNCIA AXIAL OBLIQUA APICAL AP Estruturas mais bem demonstradas Porção proximal do

Estruturas mais bem demonstradas Porção proximal do úmero superposta a uma vista lateral da escápula. Demonstra a relação entre a cabeça do úmero e cavidade glenoide e excluir luxação ou fraturas.

Critérios de Avaliação

O corpo delgado da escápula deve ser observado de ponta, não superposta pelas costelas;

O acrominio e os processos coracoides devem apresentar-se como ramos superiores quase simétricos do Y.

A cabeça do úmero deve apresentar-se superposta a base do Y se o úmero não estiver luxado. A porção proximal do úmero apresentar-se-á medial e inferior á escápula em uma luxação anterior.

medial e inferior á escápula em uma luxação anterior. Estruturas mais bem demonstradas A cabeça do
medial e inferior á escápula em uma luxação anterior. Estruturas mais bem demonstradas A cabeça do
medial e inferior á escápula em uma luxação anterior. Estruturas mais bem demonstradas A cabeça do

Estruturas mais bem demonstradas

A cabeça do úmero e a cavidade glenoide, a

cabeça e colo escapulares são bem demonstrados.

Uma boa incidência para possíveis luxações escapulomerais (principalmente luxações posteriores), fraturas da cavidade glenoide, lesões

de Hill-sachs e calcificações das partes moles esta

é uma incidência recomendada no traumatismo

agudo do ombro.

Critérios de avaliação

A cabeça do úmero a cavidade glenoide e o colo e cabeça da escápula são bem demonstrados sem superposição, exceto pelo processo coracoide, que deve ser identificado sobre a região media da articulação escapuloumeral. A clavícula apresentar-se-á curva distorcida e o acromo e articulação AC devem ser projetadas acima da cabeça do úmero.

Luxações: uma luxação posterior do úmero projetará a cabeça do úmero posterior ou cefálica a cavidade glenoide; uma luxação anterior projetará a cabeça do úmero inferior ou caldalmente.

CLAVICULA

Incidência AP e Axial AP

CLAVICULA Incidência AP e Axial AP Estruturas mais bem demonstradas Clavícula, incluindo as articulações
CLAVICULA Incidência AP e Axial AP Estruturas mais bem demonstradas Clavícula, incluindo as articulações
CLAVICULA Incidência AP e Axial AP Estruturas mais bem demonstradas Clavícula, incluindo as articulações
CLAVICULA Incidência AP e Axial AP Estruturas mais bem demonstradas Clavícula, incluindo as articulações

Estruturas mais bem demonstradas

Clavícula, incluindo as articulações acromioclavicular e esternoclavicular. As rotinas de departamento incluem mais freqüentemente as incidências AP 0 o e axial AP.

Critérios de avaliação

AP 0 o

As bordas de colimação devem ser visíveis com toda a clavícula visualizada, incluindo as articulações AC e esternoclavicular.

AP axial

A angulação correta do RC projetará a maior parte da clavícula acima da escápula e costelas. Apenas a porção medial da clavícula será superposta pelas primeiras e segundas costelas.

ARTICULAÇOES ACROMIOCLAVICULARES (AC)

INCIDÊNCIAS AP

BILATERAL COM E SEM PESO

(AC) INCIDÊNCIAS AP BILATERAL COM E SEM PESO Estruturas mais bem demonstradas Ambos os espaços
(AC) INCIDÊNCIAS AP BILATERAL COM E SEM PESO Estruturas mais bem demonstradas Ambos os espaços
(AC) INCIDÊNCIAS AP BILATERAL COM E SEM PESO Estruturas mais bem demonstradas Ambos os espaços
(AC) INCIDÊNCIAS AP BILATERAL COM E SEM PESO Estruturas mais bem demonstradas Ambos os espaços

Estruturas mais bem demonstradas

Ambos os espaços articulares AC para comparação com e sem estresse. Demonstra possível separação dos espaços articulares. O alargamento do espaço articular em comparação com o outro durante a incidência com sustentação de peso geralmente indica uma separação da articulação AC.

Critérios de avaliação

O campo de colima;cão estreito longo deve permitir a visualização de ambas as articulações esternoclaviculares em uma ou duas radiografias separadas expostas simultaneamente.

INCIDÊNCIA AP

ESCÁPULA

INCIDÊNCIA LATERAL – POSIÇAO OAD E OAE

AP ESCÁPULA INCIDÊNCIA LATERAL – POSIÇAO OAD E OAE Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal da
AP ESCÁPULA INCIDÊNCIA LATERAL – POSIÇAO OAD E OAE Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal da
AP ESCÁPULA INCIDÊNCIA LATERAL – POSIÇAO OAD E OAE Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal da

Estruturas mais bem demonstradas

Vista frontal da escápula com borda lateral livre de superposição das costelas.

com borda lateral livre de superposição das costelas. Estruturas mais bem demonstradas Escápula lateral projetada
com borda lateral livre de superposição das costelas. Estruturas mais bem demonstradas Escápula lateral projetada
com borda lateral livre de superposição das costelas. Estruturas mais bem demonstradas Escápula lateral projetada

Estruturas mais bem demonstradas

Escápula lateral projetada sem a caixa torácica. A posição do braço deve ser determinada pela área escapular de interesse para haver a menor superposição da escápula pelo úmero.

Critérios de avaliação

Critérios de avaliação

Toda escápula deve ser visualizada (aproximadamente metade da escápula será visualizada através de estruturas torácicas borradas com técnicas respiratória)

O corpo da escápula deve ser observado em perfil, livre de superposição pelas costelas.

Tanto quanto possível, o úmero não deve superpor-se a área de interesse da escápula.

CAPITULO 3

MEMBROS INFERIORES

ANATOMIA RADIOLÓGICA MEMBRO INFERIOR – PE

INFERIORES ANATOMIA RADIOLÓGICA MEMBRO INFERIOR – PE Os ossos do membro inferior são divididos em quatro

Os ossos do membro inferior são divididos em

quatro grupos principais, pé, perna, fêmur e

quadril. Este capitulo inclui um estudo

completo da anatomia e do posicionamento

para os três grupos, pé, perna, fêmur e distal.

As articulações do tornozelo e joelho também

estão incluídas neste estudo.

tornozelo e joelho também estão incluídas neste estudo. PÉ Os ossos do pé são fundamentalmente muito

Os ossos do pé são fundamentalmente muito

semelhantes aos da Mão e do punho.

Os

grupos

26 ossos

do

pé são

Falanges (dedos); 14

divididos em

três

Metatarsianos (peito do pé): 5

Ossos do tarso: 7

Total: 26

INCIDÊNCIA AP

INCIDÊNCIA AP Estruturas mais bem demonstradas Falanges, metatarsianos, cuneiformes, cubóides e navicular. Critérios de
INCIDÊNCIA AP Estruturas mais bem demonstradas Falanges, metatarsianos, cuneiformes, cubóides e navicular. Critérios de

Estruturas mais bem demonstradas

Falanges, metatarsianos, cuneiformes, cubóides e navicular.

Critérios de avaliação

Todo o pé deve ser visualizado, incluindo todas as falanges e os metatarsianos, bem como o navicular os cuneiformes e os cubóides.

bem como o navicular os cuneiformes e os cubóides. PÉ INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO MEDIA
bem como o navicular os cuneiformes e os cubóides. PÉ INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO MEDIA

INCIDÊNCIA AP OBLIQUA – ROTAÇÃO MEDIA

Estruturas mais bem demonstradas

Falanges, metatarsianos, cubóide, 3º cuneiforme, navicular e porção distal do calcâneo com espaços intertarsianos associados. Nota: uma rotação lateral alternativa pode ser necessária como obliqua adicional para anatomias específicas.

Critérios de avaliação

Obliqua medial (45º)

Todo o pé deve ser visualizado desde as falanges distais ate o calcâneo posterior e talus proximal.

Do terceiro ao quinto metatarsianos devem estar completamente livres de superposição. O 1º e 2º metatarsianos também devem estar livres de superposição, exceto pela base.

LATERAL

DEDOS

DEDOS – SESAMOIDES

LATERAL DEDOS DEDOS – SESAMOIDES Estruturas mais bem demonstradas Falanges do teto em questão sem superposição.
LATERAL DEDOS DEDOS – SESAMOIDES Estruturas mais bem demonstradas Falanges do teto em questão sem superposição.
LATERAL DEDOS DEDOS – SESAMOIDES Estruturas mais bem demonstradas Falanges do teto em questão sem superposição.

Estruturas mais bem demonstradas

DEDOS DEDOS – SESAMOIDES Estruturas mais bem demonstradas Falanges do teto em questão sem superposição. Critérios
DEDOS DEDOS – SESAMOIDES Estruturas mais bem demonstradas Falanges do teto em questão sem superposição. Critérios
DEDOS DEDOS – SESAMOIDES Estruturas mais bem demonstradas Falanges do teto em questão sem superposição. Critérios

Falanges do teto em questão sem superposição.

Critérios de avaliação

As falanges do dedo em questão devem ser observadas em posição lateral sem superposição por outros dedos. A unha deve ser observada na borda em perfil. (quando não é possível a separação total dos dedos, principalmente dos terceiros a quinto dedos, a falange proximal deve ser incluída e visualizada através de duas estruturas superpostas).

Estruturas mais bem demonstradas

Sesamóide e cabeça do 1º metatarsiano em perfil. Nota: também pode ser realizada uma incidência lateral do 1º dedo em dorsoflexão para visualizar estes sesamóides.

Critérios de avaliação

Os sesamóides devem ser observados em perfil, livres de superposição.

LATERAL

LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Os ossos do tarso apresentam superposição parcial. A articulação do tornozelo
LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Os ossos do tarso apresentam superposição parcial. A articulação do tornozelo
LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Os ossos do tarso apresentam superposição parcial. A articulação do tornozelo

Estruturas mais bem demonstradas

Os ossos do tarso apresentam superposição parcial. A articulação do tornozelo e a articulação subtalar apresentam-se parcialmente superpostas os metatarsianos e as falanges estão superpostas.

Critérios de avaliação

Devem-se visualizar todo o pé e no mínimo dos centímetros da porção distal da tíbia e fíbula.

O centro de colimação deve ser ao nível da base do metatarsiano.

PÉS – COM CARGA

ao nível da base do metatarsiano. PÉ PÉS – COM CARGA Estruturas mais bem demonstradas Ossos
ao nível da base do metatarsiano. PÉ PÉS – COM CARGA Estruturas mais bem demonstradas Ossos
ao nível da base do metatarsiano. PÉ PÉS – COM CARGA Estruturas mais bem demonstradas Ossos
ao nível da base do metatarsiano. PÉ PÉS – COM CARGA Estruturas mais bem demonstradas Ossos

Estruturas mais bem demonstradas

Ossos dos pés para mostrar a condição dos arcos com o peso total do corpo. Nota: geralmente, são feitas incidências laterais de ambos os pés para comparação.

Critérios de avaliação

AP:

Vista frontal dos pés bilaterais com falange

e metatarsianos paralelos sem rotação.

Lateral:

Devem-se visualizar todo o pé e no mínimo dois centímetros da porção distal a tíbia e fíbula.

O

centro de colimação deve ser ao nível da

base do metatarsiano.

CALCANEO

AXIAL

CALCANEO AXIAL Estruturas mais bem demonstradas Calcâneo (os Cálcis), com o sustentáculo do talus e a
CALCANEO AXIAL Estruturas mais bem demonstradas Calcâneo (os Cálcis), com o sustentáculo do talus e a

Estruturas mais bem demonstradas

Calcâneo (os Cálcis), com o sustentáculo do talus e a tuberosidade mostrados em perfil.

Critérios de avaliação

Todo calcâneo deve ser visualizado, desde a tuberosidade posteriormente, ate

a articulação talucalcânea anteriormente;

LATERAL

• a articulação talucalcânea anteriormente; LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Calcâneo, talus é a
• a articulação talucalcânea anteriormente; LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Calcâneo, talus é a

Estruturas mais bem demonstradas

Calcâneo, talus é a articulação talucalcânea.

Critérios de avaliação

O

calcâneo

e

o

talus

devem

ser

visualizados sem

rotação

conforme

evidenciado por maléolo lateral superposto

a metade posterior da tíbia e do talus. O

seio

apresentar-se

abertos.

calcaneocubóide devem

espaço articular

tarsal

e

o

INCIDÊNCIA AP

TORNOZELO

LATERAL

INCIDÊNCIA AP TORNOZELO LATERAL Estruturas mais bem demonstradas A articulação do tornozelo, porção distal da tíbia
INCIDÊNCIA AP TORNOZELO LATERAL Estruturas mais bem demonstradas A articulação do tornozelo, porção distal da tíbia

Estruturas mais bem demonstradas

A articulação do tornozelo, porção distal da tíbia e

fíbula e porção proximal do talus e porção proximal

do quinto metatarsiano no plano frontal a porção

lateral do espaço articular do tornozelo não

apresentar-se-á aberta nesta incidência.

Critérios de avaliação

O centro de colimação quadrilátera deve ser

no meio da articulação do tornozelo. A área que vai

do terço distal da tíbia e fíbula ate a metade

proximal dos metatarsianos deve ser incluída.

ate a metade proximal dos metatarsianos deve ser incluída. Estruturas mais bem demonstradas Porção distal da
ate a metade proximal dos metatarsianos deve ser incluída. Estruturas mais bem demonstradas Porção distal da
ate a metade proximal dos metatarsianos deve ser incluída. Estruturas mais bem demonstradas Porção distal da

Estruturas mais bem demonstradas Porção distal da tíbia e fíbula, articulação do tornozelo, talus e calcâneo, e ossos do tarso adjacentes para inclui a base do quinto metatarsiano.

Critérios de avaliação

O talus e o calcâneo devem ser observados

em sua totalidade, assim como as partes dos ossos

do tarso adjacentes e a base do quinto metatarsiano.

O maléolo lateral e a porção distal da fíbula

apresentar-se-ao superposto a metade posterior do talus e a metade ou aos dois terços posteriores da tíbia.

PERNA – TIBIA E FIBULA

INCIDÊNCIA AP

LATERAL

PERNA – TIBIA E FIBULA INCIDÊNCIA AP LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Tíbia e fíbula e
PERNA – TIBIA E FIBULA INCIDÊNCIA AP LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Tíbia e fíbula e
PERNA – TIBIA E FIBULA INCIDÊNCIA AP LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Tíbia e fíbula e
PERNA – TIBIA E FIBULA INCIDÊNCIA AP LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Tíbia e fíbula e

Estruturas mais bem demonstradas

Tíbia e fíbula e articulações do joelho e ou tornozelo.

Critérios de avaliação

Estruturas mais bem demonstradas

Tíbia e fibula e articulaçoes do joelho e/ou tornozelo.

Toda a tíbia e a fíbula devem ser incluídas com as articulações do tornozelo e do joelho incluídas em um filme (ou dois, se necessário). (a exceção é a rotina alternativa em exames de acompanhamento).

INCIDÊNCIA AP

JOELHO

INCIDÊNCIA MEDIOLATERAL – LATERAL

INCIDÊNCIA AP JOELHO INCIDÊNCIA MEDIOLATERAL – LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem
INCIDÊNCIA AP JOELHO INCIDÊNCIA MEDIOLATERAL – LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem

Estruturas mais bem demonstradas

MEDIOLATERAL – LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem demonstradas Porção distal do fêmur,
MEDIOLATERAL – LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem demonstradas Porção distal do fêmur,

Estruturas mais bem demonstradas

Porção distal do fêmur, porção proximal da tíbia, fíbula, patela articulação tibiofemural e articulações patelofemurais.

Porção distal do fêmur, porção proximal da tíbia e fíbula, patela e articulação do joelho.

Critérios de avaliação

O espaço articular femurotibial deve estar aberto com as facetas articulares da tíbia observadas de ponta, sendo visualizada apenas a área superficial mínima.

A ausência da rotulação será evidenciada pela aparência simétrica dos côndilos femural e tibial pelo espaço articular. A metade aproximada da cabeça da fíbula deve ser superposta pela tíbia.

A impressão trabeculares e todos os ossos devem ser visíveis e nítidas. Os detalhes dos tecidos moles devem ser visíveis.

Critérios de avaliação

Lateral verdadeira: os côndilos femurais devem estar diretamente superpostos. O ângulo cefálico de 5º a 10º de RC deve resultar em superposição direta das bordas distais dos côndilos, e uma posição lateral verdadeira sem rotação apresentará superposição direta das bordas posteriores.

O espaço articular tibiofemural deve estar aberto com apenas a eminência intercondilóide pontiaguda (espinhas tibiais) superposta pelos côndilos femurais.

A patela deve ser observada em perfil com o espaço articular patelofemural aberto.

JOELHO

Incidência AP (PA) Bilateral dos Joelhos com Sustentação de Peso (com carga)

Bilateral dos Joelhos com Sustentação de Peso (com carga) Estruturas mais bem demonstradas Os espaços articulares
Bilateral dos Joelhos com Sustentação de Peso (com carga) Estruturas mais bem demonstradas Os espaços articulares

Estruturas mais bem demonstradas

Os espaços articulares dos joelhos são demonstrados para possível degeneração da cartilagem ou outras deformidades articulares. Ambos os joelhos são incluídos para comparação. Mais comumente é realizado em AP, mais pode ser feito em PA, conforme demonstrado, se solicitado.

Incidência Axial PA – Vista do Túnel (Túnel Viel)

Incidência Axial PA – Vista do Túnel (Túnel Viel) Estruturas mais bem demonstradas Fossa intercondilar
Incidência Axial PA – Vista do Túnel (Túnel Viel) Estruturas mais bem demonstradas Fossa intercondilar
Incidência Axial PA – Vista do Túnel (Túnel Viel) Estruturas mais bem demonstradas Fossa intercondilar

Estruturas mais bem demonstradas

Fossa intercondilar mostrada em perfil, côndilo femural e tibial. Eminência intercondiliar e facetas articulares da tíbia.

Critérios de avaliação

O campo de colimação deve estar centralizado nos espaços articulares dos joelhos e deve incluir fêmur e tíbia suficientes para determinar o eixo longitudinal destes ossos longos para fins de alinhamento.

A ausência de rotação de ambos os joelhos evidente por aspecto simétrico dos côndilos femurais e tibiais.

Critérios de avaliação

Para esta incidência é mais importante que a fossa intercondilar apareça em perfil, aberta e sem superposição pela patela.

A ausência de rotação será evidenciada por aparência simétrica da porção distal dos côndilos femurais posteriores e superposição de cerca da metade da cabeça da fíbula e da tíbia.

JOELHO

INCIDÊNCIA AXIAL AP

JOELHO INCIDÊNCIA AXIAL AP Estruturas mais bem demonstradas Fossa intercondilar mostrada em perfil, côndilos femural e
JOELHO INCIDÊNCIA AXIAL AP Estruturas mais bem demonstradas Fossa intercondilar mostrada em perfil, côndilos femural e
JOELHO INCIDÊNCIA AXIAL AP Estruturas mais bem demonstradas Fossa intercondilar mostrada em perfil, côndilos femural e

Estruturas mais bem demonstradas

Fossa intercondilar mostrada em perfil, côndilos femural e tíbia, eminência intercondilar (espinhas tibiais) e facetas articulares da tíbia (platô tibial)

Nota: está é o inverso da incidência axial PA para aqueles que não podem colocar-se em decúbito ventral. Entretanto, não é uma incidência preferida, em virtude da distorção do ângulo RC e aumento da distancia

parte filme, exceto se houver um chassis curvo. Esta gonodal.

incidência também aumenta a exposição da região

Critérios de avaliação

O centro do campo de colimação quadrilátero deve ser na área do meio da articulação do joelho.

JOELHO – PATELA (ROTOLA) ARTICULAÇAO PATELOFEMURAL

PATELA

JOELHO – PATELA (ROTOLA) ARTICULAÇAO PATELOFEMURAL PATELA Estruturas mais bem demonstradas PATELA Visão da patela no
JOELHO – PATELA (ROTOLA) ARTICULAÇAO PATELOFEMURAL PATELA Estruturas mais bem demonstradas PATELA Visão da patela no
JOELHO – PATELA (ROTOLA) ARTICULAÇAO PATELOFEMURAL PATELA Estruturas mais bem demonstradas PATELA Visão da patela no

Estruturas mais bem demonstradas

PATELA

PATELOFEMURAL PATELA Estruturas mais bem demonstradas PATELA Visão da patela no plano axial, sulco intercondilar e
PATELOFEMURAL PATELA Estruturas mais bem demonstradas PATELA Visão da patela no plano axial, sulco intercondilar e
PATELOFEMURAL PATELA Estruturas mais bem demonstradas PATELA Visão da patela no plano axial, sulco intercondilar e

Visão da patela no plano axial, sulco intercondilar e articulação patelofemural com o músculo quadríceps femoral relaxado.

Critérios de avaliação

O campo de colimação retangular deve ser limitado a área das patelas e dos côndilos femorais anteriores;

O espaço articular patelofemural deve estar aberto com as margens ósseas dos côndilos e das patelas claramente definidas.

INCIDÊNCIAS AP

FEMUR

LATERAL – PERFIL

INCIDÊNCIAS AP FEMUR LATERAL – PERFIL Estruturas mais bem demonstradas Porções média e distal do fêmur,
INCIDÊNCIAS AP FEMUR LATERAL – PERFIL Estruturas mais bem demonstradas Porções média e distal do fêmur,

Estruturas mais bem demonstradas

Porções média e distal do fêmur, incluindo a articulação do joelho.

e distal do fêmur, incluindo a articulação do joelho. Estruturas mais bem demonstradas Porções média e
e distal do fêmur, incluindo a articulação do joelho. Estruturas mais bem demonstradas Porções média e
e distal do fêmur, incluindo a articulação do joelho. Estruturas mais bem demonstradas Porções média e

Estruturas mais bem demonstradas

Porções média e distal do fêmur incluindo a articulação do joelho.

Critérios de Avaliação

O fêmur deve estar centralizado no campo de colimação com espaço articular do joelho distando no mínimo 2,5cm da margem distal do filme. Deve haver apenas bordas de colimação mínimas visíveis nas margens proximal e distal do filme.

FEMUR

LATERAL

FEMUR LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Porção medial e proximal do fêmur incluindo o quadril lateral
FEMUR LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Porção medial e proximal do fêmur incluindo o quadril lateral

Estruturas mais bem demonstradas

Porção medial e proximal do fêmur incluindo o quadril lateral

AP

medial e proximal do fêmur incluindo o quadril lateral AP Advertência; não tentar esta posição no

Advertência; não tentar esta posição no paciente com possível fratura de quadril ou da porção proximal do fêmur.

Critérios de avaliação

Lateral verdadeira: evidenciada pela superposição dos trocanteres maior e menor pelo fêmur com apenas uma pequena parte do trocanter menor visível na faceta medial. O maior deve estar quase simetricamente superposto ao colo do fêmur.

TECNICA RADIOLÓGICA DA BACIA E MEBROS INFERIORES

TECNICA RADIOLÓGICA DA BACIA E MEBROS INFERIORES Radiografia de bacia - Vista anterior O estudo radiológico

Radiografia de bacia - Vista anterior

O estudo radiológico da bacia deve ser efetuado com o Maximo rigor possível a fim de possibilitar um exame simétrico.

O exame quando solicitado com suspeita de desnivelamento deve ser efetuado em posição ortotástica, o que favorece um estudo de sua estabilidade.

A radiografia efetuada em posição

horizontal deve sofrer rotação interna dos pés para melhor visualização do colo do fêmur e da porção trantrocanteriana. A radiografia em rotação externa

encurta o colo do fêmur.

Se o paciente estive impossibilitado de

rodar, os pés na mesma posição, ou seja, em rotação interna, devemos colocar o pé normal na mesma posição do pé normal na mesma posição do pé afetado em sua rotação a fim de não concorrer

para assimetria na linha S, de Shenton.

É bastante importante o estudo comparativo das articulações coxofemorais e as vezes somos obrigados a efetuar também a incidência de ra (lowentein) para o estudo da cabeça do fêmur e do cótilo. Essa incidência geralmente é mais utilizada nas crianças para verificar a possibilidade de necrose asséptica (enfermidade de legg-parthes-calve) e nos casos de luxação congênita. Usa-se a posição comparativa de van rose (abertura de 45º das pernas e rotação interna dos joelhos.)

VISTA ANTERIOR DA BACIA

1. Fossa ilíaca

2. Crista ilíaca

3. Espinha ilíaca Antero-superior

4. Espinha isquilática

5. Grande trocanter

6. Pequeno trocanter

7. Forame obturador

8. Isqueio

9. Ramo inferior do pube

10. Sacro’

11. Articulação sacro – ilíaca

12. Pelve

13. Cóccix

14. Acetábulo

15. Síntese pubiana

16. Colo do fêmur

17. Cabeça do fêmur

Mensuração radiológica dos membros inferiores

O exame pode ser feito com o filme

panorâmico de 91 cm, o que permite colocar as três articulações coxofemorais, articulações dos joelhos e articulações tíbio-társicas e, evidentemente toda a diáfise dos ossos longos. É o método para medida

direta.

Mas nem sempre se consegue colocar no mesmo filme as estruturas mencionadas, pois há pacientes de membros inferiores muito longos, que dizer, acima dessa medida, quando isso acontece o exame pode ser feito em dois estágios – um para coxa e outro para perna.

O método de Juan Faril independe do

tipo físico do paciente. Este sistema permite

radiologista também analisar as articulaçoes mencionadas separadamente, ai, em cada

radiografia são feitas as medidas relativas que são documentadas por partes, ou seja, num filme 14 x

17.

O método de Faril deve ser feito com o Maximo de atenção para não ocorrer um resultado errôneo. A folga existente pelo desgaste natural de bandeja do bucky nos aparelhos de tempo de certo uso, pode favorecer um desnivelamento da mesma dando como conseqüência falso encurtamento de um dos membros inferiores.

Outro aspecto importante para o mencionado método é a imobilização dos membros inferiores durante o exame que deve ser feito com auxilio de fita gomada ou esparadrapo, unindo os joelhos e as tíbio-társicas, sempre que não se esteja seguro da absoluta cooperação do paciente.

MEMBROS INFERIORES – ESCANOMETRIA

MEMBROS INFERIORES – ESCANOMETRIA ESCANOGRAMA – ESCANOMETRIA Membros inferiores – medidas de ossos longos Fatores
MEMBROS INFERIORES – ESCANOMETRIA ESCANOGRAMA – ESCANOMETRIA Membros inferiores – medidas de ossos longos Fatores

ESCANOGRAMA – ESCANOMETRIA

Membros inferiores – medidas de ossos longos

Fatores Técnicos

Tamanho do filme – 24 x 30cm, 30 x 35cm ou 35 x 43cm, dependendo da idade ou tamanho do paciente. Feito bilateralmente no mesmo filme, em sentido transversal.

Exame feito na grade bucky com chassis na bandeja bucky de forma que possa ter deslocado entre as exposições sem mover o paciente ou a régua.

Requer uma régua tipo longa com marcações metálicas ou tinta radiopaca;

O corpo e os membros inferiores (MMII) devem estar bem alinhados. O plano sagital do corpo a linha mediana da mesa.

A régua de medição deve estar na linha mediana da mesa, mais para uma das pontas da mesa. Na conveniência do seu aparelho (maquina).

O escanograma dos MMII deve ser feito em um só filme

Com as três principais articulações coxafemorais, joelhos e tornozelos D e E num só estudo comparativo com o paciente imóvel durante as três exposições para não aumentar ou fazer descompensação inexistente.

para não aumentar ou fazer descompensação inexistente. Paciente em AP posicionado para escanograma dos membros

Paciente em AP posicionado para escanograma dos membros inferiores

AP em decúbito dorsal

ESCANOGRAMA INFERIORES – MEDIDA DE OSSOS LONGOS (BILATERAL NO MESMO FILME)

– MEDIDA DE OSSOS LONGOS (BILATERAL NO MESMO FILME) Critérios de avaliação • Centralizar a porção

Critérios de avaliação

Centralizar a porção superior do filme em relação ao RC, (assegurar que as três áreas de exposição do quadril, joelho e tornozelo não se superponham).

Centralizar a cabeça e o colo (2cm acima do nível da sínfise pubiana ou no nível superior do trocante maior) em relação ao RC.

Campo de colimação estreito para incluir a região da cabeça, colo e centralizar a articulação do joelho;

Centralizar a articulação do tornozelo. A articulação do tornozelo deve ser tomada Como ponto de referência em relação à régua a altura de 2,5cm para cima.

em relação à régua a altura de 2,5cm para cima. Estruturas mais bem demonstradas As articulações

Estruturas mais bem demonstradas

As articulações coxafemonais D e E, e as articulações dos tornozelos D e E comparativos. Pacientes em decúbito dorsal, com a perna estendida e os pés para cima. Centralizar o quadril e ambas as pernas a serem examinadas em relação às RC, e assegurar que não haja rotação da pelve

PANORAMICA DOS MEMBROS INFERIORES AP EM ORTOSTASE

PANORAMICA DOS MEMBROS INFERIORES AP EM ORTOSTASE Critérios de avaliação • O paciente tem que estar

Critérios de avaliação

O paciente tem que estar bem posicionado sem relaxar nenhum dos membros.

Esta

grafia é necessariamente feita, em

um filme especial do tamanho 35,5 x

92cm.

Esta

grafia feita com régua de medição

serve como escanograma, em alguns pedidos especiais para avaliação dos

MMII

em ortotase.

Esta grafia serve também para ver deformidade dos MMII.

Esta grafia serve também para ver deformidade dos MMII. Estruturas mais bem demonstradas Visualizar todos os

Estruturas mais bem demonstradas

Visualizar todos os ossos longos dos MMII, enquadrando desde a articulação coxafemorais D e E até as dos tornozelos D e E.

PORÇAO PROXIMAL DO FEMUR

ANATOMIA RADIOLÓGICA PORÇAO PROXIMAL DO FÊMUR E CINTURA PELVICA

RADIOLÓGICA PORÇAO PROXIMAL DO FÊMUR E CINTURA PELVICA CINTURA PÉLVICA CAPITULO 5 O terceiro e o
RADIOLÓGICA PORÇAO PROXIMAL DO FÊMUR E CINTURA PELVICA CINTURA PÉLVICA CAPITULO 5 O terceiro e o

CINTURA PÉLVICA

CAPITULO 5

O terceiro e o quarto grupos dos ossos do

membro inferior a serem discutidos neste capitulo

são a porção proximal do fêmur, a cintura pélvica

e os ossos do quadril. As articulações que

envolvem estes dois grupos de ossos, que

também serão incluídas neste capitulo, são a

importante articulação do quadril e as articulações

sacrilíaca e sínfise púbica da cintura pélvica

FÊMUR

O fêmur é o mais longo e mais forte osso de todo

o corpo. Todo o peso é transferido através deste isso e

das articulações associadas em cada extremidade.

Portanto, estas articulações são uma origem freqüente de

patologia quando ocorre traumatismo.

ANATOMIA RADIOLÓGICA PORÇAO PROXIMAL DO FEMUR E CINTURA PELVICA

Efeito da rotação do membro inferior Estas fotografias de pelve associadas demonstram o efeito da rotação do membro inferior sobre o aspecto dos fêmures proximais.

do membro inferior sobre o aspecto dos fêmures proximais. 1. Posição anatômica • Eixos longitudinais
do membro inferior sobre o aspecto dos fêmures proximais. 1. Posição anatômica • Eixos longitudinais
do membro inferior sobre o aspecto dos fêmures proximais. 1. Posição anatômica • Eixos longitudinais

1.

Posição anatômica

Eixos longitudinais dos pés em vértice;

Colos femorais parcialmente encurtados;

Trocanteres menores parcialmente visíveis;

2.

Rotação medial de 15º a 20º (a porção desejada

para visualização da pelves e dos quadris)

Eixos longitudinais dos pés e dos membros

inferiores rodados 15º a 20º internamente.

Cabeças e colos femorais em perfil.

Incidência AP verdadeiro dos fêmures proximais.

Trocanteres menores não visíveis ou apenas

discretamente visíveis em alguns pacientes.

3.

Rotação externa

Eixos longitudinais dos pés e dos membros

inferiores igualmente rodados lateralmente em uma

posição relaxada normal.

Colos femorais muito encurtados.

Trocanteres

menores visíveis em perfil internamente.

4.

Rotação típica com fratura do quadril; (fratura de

colo do fêmur)

Eixo longitudinal do pé esta rodado externamente

do lado da fratura do quadril (colo do fêmur)

Pé e perna não afetados em posição neutra.

Trocanteres menor no membro rodado

externamente é mais visível e a área do colo esta

encurtada

PELVE – BACIA

Advertência; não tentar esta posição em paciente com doença destrutiva do quadril ou com possível fratura ou luxação do quadril.

do quadril ou com possível fratura ou luxação do quadril. Estruturas mais bem demonstradas Cintura pélvica,
do quadril ou com possível fratura ou luxação do quadril. Estruturas mais bem demonstradas Cintura pélvica,

Estruturas mais bem demonstradas

Cintura pélvica, L5, sacro e cóccix, cabeça colos e

trocanteres maiores do fêmur.

Critérios de avaliação

Toda a pelve e as porções proximais dos

fêmures devem ser incluídas e

centralizadas no filme;

Ausência de rotação: as asas ilíacas devem

apresentar-se simétricas e iguais em

tamanho, bem como os dois forames

obstrutores. As espinhas isquiáticas direita

e esquerda (se visíveis) devem apresentar-

se iguais também em tamanho.

visíveis) devem apresentar- se iguais também em tamanho. Estruturas mais bem demonstradas Cabeças, colo e áreas

Estruturas mais bem demonstradas

Cabeças, colo e áreas trocantéricas do fêmur e uma

radiografia para fins de comparação. É mostrada

toda a pelve (bacia).

Para quadril sem traumatismo ou luxação congênita

do quadril (LCQ)

Critérios de avaliação

Ausência de rotação, evidenciada pela

aparência simétrica dos ossos pélvicos,

principalmente as asas ílio e dos forames

obturadores;

Os trocanteres menores devem apresentar-

se iguais em tamanho, projetados alem da

margem inferior ou medial dos fêmures.

PELVE – BACIA

Advertência: não tentar esta posição em paciente com doença destrutiva do quadril ou com possível fratura ou luxação do quadril.

do quadril ou com possível fratura ou luxação do quadril. Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais
do quadril ou com possível fratura ou luxação do quadril. Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais

Estruturas mais bem demonstradas

ou luxação do quadril. Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem estruturadas Enquadrar toda cintura
ou luxação do quadril. Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem estruturadas Enquadrar toda cintura
ou luxação do quadril. Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem estruturadas Enquadrar toda cintura

Estruturas mais bem estruturadas

Enquadrar toda cintura pélvica com as articulações

sacroiliacas, articulaçoes coxafemurais, ossos

pubianos e sínfise pubiana.

Cintura pélvica, L5, sacro e cóccix, cabeças, colos,

trocanteres maiores do fêmur. Enquadrar toda

cintura pélvica com as articulações

coxafemorais ossos pubiana.

Nota: a incidência de van rosen é importante no

estudo das luxações da articulação coxafemural.

Critérios de avaliação

Critérios de avaliação

Região posterior das articulações mais

próximas do filme;

Paciente em decúbito dorsal com seu plano

mediano sagital coincidindo com a linha

central da mesma;

Raio central com uma inclinação media de

25º a 35º cefálicos passando pelo bordo

superior da sínfise pubiana.

Regiões posteriores das articulaçoes

coxafemurais mais próximas do filme.

Paciente em decúbito dorsal com as pernas

estendidas, em intensa rotação interna e

abdução máxima dos membros inferiores.

A incidência de van rosen deve ser sempre

comparativa.

Raio central perpendicular penetrando no

meio do espaço entre as duas articulações.

PELVE – QUADRIL – ARTICULAÇAO COXAFEMONAL

Axial Lateral (traumatismo)

– ARTICULAÇAO COXAFEMONAL Axial Lateral (traumatismo) Estruturas mais bem demonstradas Vista alongada e/ou

Estruturas mais bem demonstradas

Vista alongada e/ou ampliada dos ramos do púbis e ísquio para avaliar traumatismo pélvico ou deslocamento de estruturas pubianas ou isquiáticas.

Critérios de avaliação

Perna de rã Unilateral

Critérios de avaliação Perna de rã Unilateral Estruturas mais bem demonstradas O exame pós-operatório ou

Estruturas mais bem demonstradas

O exame pós-operatório ou de acompanhamento para demonstrar acetábulo, cabeça colo e trocanter maior do fêmur e a condição e posicionamento de qualquer aparelho ortopédico.

Critérios de avaliação

Ossos pubianos e ísquio alongados e ampliados superpostos ao sacro e cóccix devem ser centralizados no filme e/ou

O terço proximal do fêmur deve ser visualizado juntamente com o acetábulo e partes adjacentes do púbis, ísquio e ílio.

campo de colimação.

O

espaço articular do quadril, incluindo todo

Ausência de rotação: os forames

o

perímetro da cabeça do fêmur, deve ser

obturadores devem apresentar-se de igual

claramente visualizado.

tamanho e formato.

Qualquer aparelho ortopédico existente deve ser observado em sua totalidade.

QUADRIL – ARTICULAÇOES COXAFEMORAL

QUADRIL – ARTICULAÇOES COXAFEMORAL Estruturas mais bem demonstradas Incidência lateral do acetábulo e da cabeça,
QUADRIL – ARTICULAÇOES COXAFEMORAL Estruturas mais bem demonstradas Incidência lateral do acetábulo e da cabeça,
QUADRIL – ARTICULAÇOES COXAFEMORAL Estruturas mais bem demonstradas Incidência lateral do acetábulo e da cabeça,

Estruturas mais bem demonstradas

Incidência lateral do acetábulo e da cabeça, colo e área trocanterica do fêmur em situações de traumatismo do quadril.

Critérios de avaliação

Toda a cabeça, colo e trocanter do fêmur e acetábulo devem ser visualizados;

Apenas a parte mais distal do colo do fêmur deve ser superposta pelo trocanter menor é visualizada com a inversão da perna afetada.

menor é visualizada com a inversão da perna afetada. Estruturas mais bem demonstradas Incidência lateral do
Estruturas mais bem demonstradas
Estruturas mais bem demonstradas

Incidência lateral do acetábulo e cabeça, colo e área trocanterica do fêmur, para situações sem traumatismo do quadril.

Critérios de avaliação

Terço proximal do fêmur deve ser visualizado juntamente com a articulação do quadril e acetábulo.

A exposição ótima permitirá a visualização das margens da cabeça do fêmur e do acetábulo através das estruturas pélvicas. As impressões trabeculares da porção proximal do fêmur devem apresentar-se evidentes e nítidas.

ARTICULAÇOES SACROILIACAS

Incidência AP em Axial

Oblíquas (OPE OPD) - Posteriores

Incidência AP em Axial Oblíquas (OPE OPD) - Posteriores Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem
Incidência AP em Axial Oblíquas (OPE OPD) - Posteriores Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem

Estruturas mais bem demonstradas

Estruturas mais bem demonstradas

Articulações sacroiliacas, junção L5-S1, sacro e cóccix.

Critérios de avaliação

As articulações sacroilíacas e os dois primeiros segmentos do sacro devem ser centralizados no campo de colimação e/ou filme.

Os espaços articulares sacroiliacos e a junção L5-S1 devem apresentar-se abertos, indicando a angulação correta do RC.

A exposição ótima deve permitir visualização das margens dos espaços articulares sacroiliacos.

Articulações sacroiliacas mais distantes do filme. É realizado radiografia de ambos os lados para comparação.

Critérios de avaliação

O espaço articular do lado de interesse deve apresentar-se aberto.

A asa do ilíaco é o sacro não devem superpor-se indicando a obliqüidade correta. (a superposição indica obliqüidade excessiva)

A exposição ótima permitirá visualização clara das margens do espaço articular ao

lado de toda sua extensão.

ARTICULAÇOES SACROILIACAS COLOCAR FIGURAS COLUNA ÚNICA

Oblíquas (OAE e OAD) – Anteriores

FIGURAS COLUNA ÚNICA Oblíquas (OAE e OAD) – Anteriores Estruturas mais bem demonstradas Vista em perfil

Estruturas mais bem demonstradas

Vista em perfil das articulações sacroiliacas mais próximas do filme. São realizadas radiografias de ambos os lados para comparação.

Critérios de avaliação

O espaço articular mais próximo do filme deve apresentar-se aberto;

A asa do ilíaco é o sacro não devem superpor-se indicando a obliqüidade correta. (a superposição indica obliqüidade excessiva)

A exposição ótima permitirá visualização clara das margens do espaço articular ao lado de toda sua extensão.

CAPITULO 6

COLUNA VERTEBRAL – SEGUIMENTO CERVICAL TORACICO – DORSAL

ANATOMIA RADIOLÓGICA COLUNA VERTEBRAL

TORACICO – DORSAL ANATOMIA RADIOLÓGICA COLUNA VERTEBRAL A coluna vertebral, comumente denominada espinha, é uma

A coluna vertebral, comumente denominada espinha, é uma complexa sucessão de muitos ossos denominados vértebras. Proporciona uma coluna de sustentação flexível para o tronco e a cabeça, e também transmite o peso do tronco e da parte superior do corpo aos membros inferiores. Esta coluna esta localizada no plano mediossagital, formando a face posterior ou dorsal do tronco ósseo do corpo.

Canal medular: o canal medular, que segue as varias curvas da coluna vertebral, come;Ca na base do crânio e estende-se distalmente ate o sacro. Este canal contém a medula espinhal e é revestido por liquido cérebro-espinhal.

Medula espinhal; a medula espinhal, que é envolta e protegida pelo canal medular, começa ao nível do bulbo cerebral. Atravessa o forame magno e continua através da primeira vértebra cervical em todo o trajeto ate a borda inferior da primeira vértebra lombar, onde a fila ate um ponto denominado cone medular.

Discos intervertebrais: as vértebras do adulto típicas são separadas por discos fibrocartilaginosos resistentes. Estes discos semelhantes a coxins são firmemente ligados as vértebras para estabilidade vertebral e também permitem flexibilidade e movimento da coluna vertebral.

ANATOMIA RADIOLÓGICA

VÉRTEBRA TIPICA

ANATOMIA RADIOLÓGICA VÉRTEBRA TIPICA ANATOMIA DA VERTEBRA TIPICA Embora as vértebras nas diferentes regiões variem e
ANATOMIA RADIOLÓGICA VÉRTEBRA TIPICA ANATOMIA DA VERTEBRA TIPICA Embora as vértebras nas diferentes regiões variem e
ANATOMIA RADIOLÓGICA VÉRTEBRA TIPICA ANATOMIA DA VERTEBRA TIPICA Embora as vértebras nas diferentes regiões variem e

ANATOMIA DA VERTEBRA TIPICA

Embora as vértebras nas diferentes regiões variem e tamanho e formato, todas são semelhantes em estruturas básicas. A vértebra consiste nas duas partes principais subseqüentes.

COLUNA CERVICAL

INCIDÊNCIA AP BOCA ABERTA -

INCIDÊNCIA AP da Coluna Cervical

(c1 E c2 – TRANSORAL) Advertência: em casos de traumatismo não tentar qualquer movimento de cabeça ou do pescoço sem

primeiro ver uma radiografia lateral com raios horizontais.

primeiro ver uma radiografia lateral com raios horizontais. Estruturas mais bem demonstradas Vértebras de C3 a

Estruturas mais bem demonstradas

Vértebras de C3 a T2 ou T3 para incluir corpos

vertebrais, espaço entre os pedículos, espaços

dos discos intervertebrais e processos

espinhosos.

Critérios de avaliação

e processos espinhosos. Critérios de avaliação Estruturas mais bem demonstradas Dente (processo odontóide)

Estruturas mais bem demonstradas

Dente (processo odontóide) e corpo vertebral de C2, massas laterais de C1 e articulações zigapofisarias entre C1 e C2.

Critérios de avaliação

O atlas e o axis, incluindo o dente em sua totalidade e o espaço articular zigapofisaria de C1 e C2 devem ser claramente demonstradas através da boca aberta.

Posição ótima da cabeça indicada pela margem inferior dos incisivos superiores superpondo-se a base do crânio. Com a ausência de rotação.

C3 a T1 devem ser claramente observadas (bem

visualizadas)

Ausência de rotação: os processos espinhosos e

articulaçoes esternoclaviculares devem estar

eqüidistantes das bordas vertebrais.

Os espaços do disco intervertebral devem estar

abertos indicando o ângulo correto do RC.

INCIDÊNCIAS OBLIÍQUAS PA OU AP - POSICOES OAE, OAD OU OPE OU OPD

COLUNA CERVICAL

INCIDÊNCIA LATERAL – PERFIL

• A base do crânio não deve superpor-se a C1.
• A base do crânio não deve superpor-se a
C1.

Estruturas mais bem demonstradas

Obliquas PA; forames intervertebrais e pendículos

mais próximos do filme.

Obliquas AP; forames intervertebrais e pendiculos

mais distantes do filme.

As obliquas PA são preferidas devido as doses RX,

tireoidianas reduzidas.

Critérios de avaliação

C1 e C7 devem ser claramente visualizadas com forames intervertebrais abertos e espaços intervertebrais abertos.

O ângulo do RC incorreto fechará e encobrirá os espaços invertebrais.

ou insuficiente

A rotação excessiva

estreitará e encobrirá parcialmente os forames intervertebrais;

Os ramos da mandíbula não devem superpor-se a vértebra cervical superior.

Estruturas mais bem demonstradas

Corpos vertebrais cervicais, espaços articulares

intervertebrais, pilares articulares processos

espinhosos e articulaçoes zigapofisarias.

Critérios de avaliação

C1 e C7 devem ser observadas claramente.

Se C7 não for observada, pode ser feita a

incidência lateral do nadador com os raios

horizontais.

Nota: atração nos braços ajudará a abaixá-los,

mais só deve ser realizados com um assistente

qualificado e/ou com consentimento ou assistência

de um medico.

COLUNA CERVICAL

Posições Laterais – Perfil – Hiperflexão

CERVICAL Posições Laterais – Perfil – Hiperflexão Nota : Estas posições são desconfortáveis para o

Nota: Estas posições são desconfortáveis para o

paciente; não mantê-lo nelas por mais tempo do

que o necessário.

Advertência: Nunca tentar estas posições em

pacientes traumatizados, sem antes que tenham

sido excluídas fraturas cervicais.

sem antes que tenham sido excluídas fraturas cervicais. Posição Lateral – Perfil – Raios Horizontais

Posição Lateral – Perfil – Raios Horizontais

Posição Lateral – Perfil – Raios Horizontais Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem
Posição Lateral – Perfil – Raios Horizontais Estruturas mais bem demonstradas Estruturas mais bem

Estruturas mais bem demonstradas

Estruturas mais bem demonstradas

O estudo funcional para demonstrar movimento ou ausência de movimento da vértebra cervical. São realizados para excluir lesões tipo “Chicotada”.

Critérios de avaliação

C1 e C7 devem estar incluídas no filme;

A ausência de rotação da cabeça é indicada por superposição de ambos os ramos da mandíbula.

Para Hiperflexão: os processos espinhosos devem estar bem separados.

Para Hiperextensão: os processos espinhosos devem estar muito próximos.

Corpos das vértebras cervicais, espaços

intervertebrais, pilares articulares

articulares

processos espinhosos e articulações

zigapofisarias.

Critérios de avaliação

claramente

observadas. Se C7 não for observada,

C1

e

C7

devem

ser

pode ser feita a incidência lateral do

nadador com os raios horizontais.

Nota: atração nos braços ajudará a abaixá-los,

mais só deve ser realizados com um assistente

qualificado e/ou com consentimento ou

assistência de um médico.

VÉRTEBRAS CERVICOTORÁCICAS

Posição Lateral Cervicotoracica (do Nadador)

Posição Lateral Cervicotoracica (do Nadador) Método Alternativo de Visualização de C 7 – T 1 (

Método Alternativo de Visualização de

C

7

T

1

(

M

o

d

i

f

i

c

Estruturas mais bem demonstradas

Corpos vertebrais cervicais e torácicos, espaços

intervertebrais e articulações zigapofisarias de C4

a T3 (incidência que deve ser realizada quando

C7 não é identificada).

Critérios de avaliação

A rotação vertebral deve parecer mínima;

C4 a T3 devem ter contorno claramente

visíveis;

A cabeça dos úmeros devem ser

separadas verticalmente;

Estruturas mais bem demonstradas

Corpos vertebrais cervicais inferiores e torácicos

superiores, espaços intervertebrais e articulações.

Zigapofisarias.

COLUNA TORACICA

INCIDÊNCIA AP

COLUNA TORACICA INCIDÊNCIA AP Estruturas mais bem demonstradas Corpos das vértebras torácicas espaços articulares
COLUNA TORACICA INCIDÊNCIA AP Estruturas mais bem demonstradas Corpos das vértebras torácicas espaços articulares

Estruturas mais bem demonstradas

Corpos das vértebras torácicas espaços articulares intervertebrais, distancia entre pedículos, processos espinhosos e transversos, costelas posteriores e articulações costovertebrais.

Critérios de avaliação

A coluna vertebral de C7 a L1 deve ser observada centralizada na linha media do filme.

As articulações esternocaviculares devem ser observadas eqüidistantes da coluna vertebral, indicando ausência de rotação.

Os corpos vertebrais devem ser bem penetrados de T1 a T2.

POSIÇAO LATERAL – PERFIL

ser bem penetrados de T1 a T2. POSIÇAO LATERAL – PERFIL Estruturas mais bem demonstradas Corpos
ser bem penetrados de T1 a T2. POSIÇAO LATERAL – PERFIL Estruturas mais bem demonstradas Corpos

Estruturas mais bem demonstradas

Corpos das vértebras torácicas, espaços articulares intervertebrais e forames intervertebrais. As 2 ou 3 vértebras superiores não são bem visualizadas. (realizar lateral do nadador).

Critérios de avaliação

A coluna vertebral de C7 a L1 deve ser observada centralizada na linha media do filme, na maioria dos pacientes as vértebras superiores serão superpostas em virtude da superposição dos ombros.

Os espaços entre os discos intervertebrais devem estar abertos.

Os corpos vertebrais devem estar em perfil lateral sem rotação conforme indicado por suspensão das costelas posteriores.

COLUNA TORACICA – DORSAL

Posição obliqua – obliqua anterior PA ou posterior AP

Posição obliqua – obliqua anterior PA ou posterior AP Estruturas mais bem demonstradas Articulaçoes

Estruturas mais bem demonstradas

Articulaçoes zigapofisarias: A OPD e a OPE demonstraram as articulações superiores (mais distante do filme). São obtidas ambas as obliquas direita e esquerda para comparação.

Critérios de avaliação.

Todas as 12 (doze) vértebras torácicas devem ser observadas e centralizadas na linha media do filme.

As articulações zigapofisarias devem estar abertas a ser bem demonstradas, mais o grau de cifose determinará quantas articulaçoes apofisárias serão observadas.

CAPITULO 7

COLUNA VERTEBRAL – SEGUIMENTO LOMBAR, SACRO E COCCIX

ANATOMIA RADIOLÓGICA

Vértebras lombares

Sacro

CAPITULO 7 COLUNA VERTEBRAL – SEGUIMENTO LOMBAR, SACRO E COCCIX ANATOMIA RADIOLÓGICA Vértebras lombares Sacro

ANATOMIA RADIOLÓGICA

SACRO

Cóccix

ANATOMIA RADIOLÓGICA SACRO Cóccix Revisão da anatomia – continuação
ANATOMIA RADIOLÓGICA SACRO Cóccix Revisão da anatomia – continuação
ANATOMIA RADIOLÓGICA SACRO Cóccix Revisão da anatomia – continuação

Revisão da anatomia – continuação

ANATOMIA RADIOLÓGICA SACRO Cóccix Revisão da anatomia – continuação

COLUNA LOMBAR

INCIDÊNCIA AP OU PA

COLUNA LOMBAR INCIDÊNCIA AP OU PA Estruturas mais bem demonstradas Corpos das vértebras lombares, articulações

Estruturas mais bem demonstradas

Corpos das vértebras lombares, articulações

invertebrais, processos espinhosos e transversos,

laminas, articulações SI e sacro.

Critérios de avaliação

A coluna vertebral desde aproximadamente

T11 ate o sacro distal deve ser observada

se for usado um filme de 35 x 43 cm,

centralizado na linha media do filme e

campo de colimação. (com o filme de 30 x

35 cm, deve-se visualizar de T12 a S1).

As articulações SI devem estar

eqüidistantes dos processos espinhosos

indicando ausência de rotação da pelve. Os

processos espinhosos devem ser

visualizados na linha media da coluna

vertebral, e os transversos D e E devem ser

mostrados em igual comprimento.

As margens laterais do campo de colimação

devem incluir as articulações SI e os

contornos do músculo psoas.

OBLIQUAS – POSIÇOES OBLIQUAS ANTERIOR E POSTERIOR

psoas. OBLIQUAS – POSIÇOES OBLIQUAS ANTERIOR E POSTERIOR Estruturas mais bem demonstradas Articulações

Estruturas mais bem demonstradas

Articulações interapofisarias. (A OPD e a OPE

mostram a face inferior. A OAD e a OAE mostram a

face superior). Os cães escoceses devem ser

visualizados e a articulação interapofisaria deve

apresentar-se aberta.

São feitas ambas as obliquas direita e esquerda.

Critérios de Avaliação

Deve ser observada a coluna vertebral de

T11 a S1.

A coluna vertebral deve estar na linha

media do campo de colimação e do filme.

Cães escoceses e articulações

interapofisarias abertas devem ser

visualizados em todas as cinco vértebras.

Um paciente apropriadamente posicionado

em posição a 45º coloca o pedículo olho do

cão escocês, próximo ao centro do corpo

vertebral. O deslocamento excessiva e do

deslocamento anterior, obliqüidade

insuficiente.

COLUNA LOMBAR

POSICAO LATERAL

COLUNA LOMBAR POSICAO LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Corpos vertebrais articulaçoes intervertebrais, processos
COLUNA LOMBAR POSICAO LATERAL Estruturas mais bem demonstradas Corpos vertebrais articulaçoes intervertebrais, processos

Estruturas mais bem demonstradas

Corpos vertebrais articulaçoes intervertebrais, processos espinhosos, junção L5-S1, sacro e quatro primeiros forames intervertebrais.

Critérios de avaliação

POSIÇAO LATERAL –L5-S1

Critérios de avaliação POSIÇAO LATERAL –L5-S1 Estruturas mais bem demonstradas Espaço articular L5-S1 em
Critérios de avaliação POSIÇAO LATERAL –L5-S1 Estruturas mais bem demonstradas Espaço articular L5-S1 em
Critérios de avaliação POSIÇAO LATERAL –L5-S1 Estruturas mais bem demonstradas Espaço articular L5-S1 em

Estruturas mais bem demonstradas

Espaço articular L5-S1 em posição lateral. Uma boa incidência para excluir espondilolistese envolvendo L4-L5 ou L5-S1

Critérios de avaliação

Os forames intervertebrais devem aparecer

O

espaço articular L5-S1 deve estar aberto

abertos.

e

no centro do campo de exposição e do

Os espaços das articulaçoes intervertebrais devem aparecer abertos de T12 a S1.

Ausência de rotação como evidenciado por incisuras ciáticas maiores superpostas.

filme.

COLUNA LOMBAR – SACRO E COCCIX

INCIDÊNCIA AXIAL AP L5-S1

COLUNA LOMBAR – SACRO E COCCIX INCIDÊNCIA AXIAL AP L5-S1 Estruturas mais bem demonstradas Espaço articular
COLUNA LOMBAR – SACRO E COCCIX INCIDÊNCIA AXIAL AP L5-S1 Estruturas mais bem demonstradas Espaço articular

Estruturas mais bem demonstradas

Espaço articular L5-S1 e articulaçoes sacroiliacas

na incidência AP.

Critérios de avaliação

As articulações sacroiliacas devem ser

demonstradas e estar eqüidistantes da

coluna, indicando ausência de rotação

pélvica.

A exposição ótima deve permitir

visualização clara do espaço articular L5-

S1 e das articulaçoes.

INCIDÊNCIA AXIAL AP DO SACRO

L5- S1 e das articulaçoes. INCIDÊNCIA AXIAL AP DO SACRO Estruturas mais bem demonstradas Vista frontal

Estruturas mais bem demonstradas

Vista frontal do sacro não encurtado articulaçoes SI e junção L5-S1.

Critérios de avaliação

O sacro deve ser centralizado em relação ao filme e ao campo de colimação.

O sacro deve estar livre de encurtamento e superposição pelo púbis, e os forames sacrais devem ser visualizados.

A porção inferior do sacro deve estar centralizada na abertura pélvica, indicando ausência de rotação de pelve.

A região sacral deve estar livre de gás excessivo, matéria fecal e uma bexiga cheia.

A exposição ótima deve demonstrar contraste e densidade suficiente para permitir a visualização clara da área do sacro.

SACRO E COCCIX Posição lateral do cóccix (perfil)

SACRO E COCCIX Posição lateral do cóccix (perfil) Estruturas mais bem demonstradas Cóccix (a angulação é

Estruturas mais bem demonstradas

Cóccix (a angulação é mais bem demonstrada

nesta posição).

Nota: as radiografias do sacro e do cóccix são

comumente solicitadas juntas e pode ser feita

uma incidência lateral centralizada para incluir o

sacro e o cóccix. Isso é recomendado para

reduzir as doses gonadais.

Critérios de avaliação

O cóccix deve ser observado em perfil no

centro do campo de colimação e do filme.

(a colimação rigorosa dos quatro lados

deve ser evidente)

Os espaços entre os segmentos devem

estar abertos, se não estiverem fundidos.

A exposição ótima deve permitir a

visualização clara de todos os segmentos

do cóccix.

Ausência de rotação da pelve indicada

por alinhamento Antero-posterior das

incisuras ciáticas maiores.

ROTINA PARA FUSAO VERTEBRAL Posições laterais – Hiperextensão e Hiperflexão

Posições laterais – Hiperextensão e Hiperflexão Estruturas mais bem demonstradas Duas incidências AP (PA) e

Estruturas mais bem demonstradas

Duas incidências AP (PA) e duas laterais da coluna lombar no local da fusão.

Objetivo: demonstrar mobilidade Antero-posterior (se houver) no local da fusão. São feitas duas radiografias (uma com hiperflexao e outra com hiperextensao)

Critérios de avaliação

O local de fusão deve estar no centro do campo de colimacão e filme;

A

lombar inferior deve ser

demonstrada em hiperflexao e hiperextensao extremas em dois filmes separados.

vértebra

L5 deve estar na linha media do filme.

Não

deve

haver

rotação

do

tórax

pelve,

superpostas.

as

costelas

posteriores

ou

são

A

exposição

ótima

permitira

a

visualização

clara

dos

contornos

das

vértebras

articulares invertebrais.

lombares

Nota;

ortostatismo e sentado.

também

pode

ser

e

dos

espaços

realizada

em

SACRO E COCCIX

Incidência axial AP do cóccix

SACRO E COCCIX Incidência axial AP do cóccix Estruturas mais bem demonstradas Cóccix livre de auto-superposiçao
SACRO E COCCIX Incidência axial AP do cóccix Estruturas mais bem demonstradas Cóccix livre de auto-superposiçao

Estruturas mais bem demonstradas

Cóccix livre de auto-superposiçao e superposição da sínfise publica.

Nota; a bexiga deve ser esvaziada antes de se iniciar este procedimento. Também é desejável que o cólon esteja livre de gás e material fecal, o que pode exigir um enema de limpeza prescrito por um médico.

Critérios de avaliação

O cóccix deve ser observado sem superposição e projetado acima do púbis.

A região do cóccix deve estar livre de gás excessivo, material fecal e uma bexiga “cheia”

POSIÇAO LATERAL DO SACRO – D OU E

Sacro e articulação L5-S1

LATERAL DO SACRO – D OU E Sacro e articulação L5-S1 Estruturas mais bem demonstradas Nota:

Estruturas mais bem demonstradas

Nota: as radiografias do sacro e do cóccix são comumente solicitadas juntas, incidências AP distintas são necessárias com diferentes ângulos do RC, mas a incidência lateral pode ser feita com centralização para incluir o sacro e o cóccix, isso é recomendado para diminuir as doses gonadais.

Critérios de avaliação

O

sacro deve ser centralizado em relação

ao filme e ao campo de colimação;

O

sacro deve estar livre de encurtamento

e

superposição pelo púbis e os forames

sacrais devem ser visualizados.

A porção inferior do sacro deve estar centralizada na abertura pélvica, indicando ausência de rotação da pelve.

A

região sacral deve estar livre de gás

excessivo, material fecal e uma bexiga

“”cheia”;

A exposição ótima deve demonstrar contraste e densidade suficiente para permitir a visualização clara da área do sacro.