Você está na página 1de 49
Leis de conservação em sistemas de partículas (aula 2)

Leis de conservação em sistemas de partículas (aula 2)

A abordagem via leis de conservação

Qual é o saldo de trabalho de uma força ao longo de um movimento?

o saldo de trabalho de uma força ao longo de um movimento? Uma abelha se move

Uma abelha se move em um movimento bidimensional cuja trajetória é mostrada na figura ao lado.

Qual é o saldo do trabalho realizado pela força peso?

A abordagem via leis de conservação

Qual é o saldo de trabalho de uma força ao longo de um movimento?

o saldo de trabalho de uma força ao longo de um movimento? Uma abelha se move

Uma abelha se move em um movimento bidimensional cuja trajetória é mostrada na figura ao lado.

Qual é o saldo do trabalho realizado pela força peso?

A abordagem via leis de conservação

Qual é o saldo de trabalho de uma força ao longo de um movimento?

velocidade

força peso

de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Uma abelha se
de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Uma abelha se
de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Uma abelha se
de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Uma abelha se
de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Uma abelha se
de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Uma abelha se
de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Uma abelha se
de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Uma abelha se
de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Uma abelha se

Uma abelha se move em um movimento bidimensional cuja trajetória é mostrada na figura ao lado.ao longo de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Qual ao longo de um movimento? velocidade f o r ç a p e s o Qual

bidimensional cuja trajetória é mostrada na figura ao lado. Qual é o saldo do trabalho realizado
bidimensional cuja trajetória é mostrada na figura ao lado. Qual é o saldo do trabalho realizado
bidimensional cuja trajetória é mostrada na figura ao lado. Qual é o saldo do trabalho realizado

Qual é o saldo do trabalho realizado pela força peso?r ç a p e s o Uma abelha se move em um movimento bidimensional cuja

bidimensional cuja trajetória é mostrada na figura ao lado. Qual é o saldo do trabalho realizado
bidimensional cuja trajetória é mostrada na figura ao lado. Qual é o saldo do trabalho realizado

A abordagem via leis de conservação

Agora, um pouco de cálculo!

Já sabemos que a taxa de variação de uma grandeza com o passar do tempo é dada, matematicamente, pela derivada daquela grandeza.

Vamos derivar a expressão da energia cinética em relação ao tempo:

dt = dt mv 2

dK

d

2

d

= m dt ( v 2 )

2

Vamos admitir um movimento bidimensional em que a velocidade é dada por

ˆ

ˆ

v ( t) = v x ( t) i + v y ( t)

j

o que nos dá

v 2 ( t ) = v x ( t ) 2 + v y ( t ) 2

Portanto,

dt ( v 2 )=2 v x ( t ) dv x ( t ) + 2 v y ( t ) dv y ( t ) = 2 a ( t ) · v ( t )

d

dt

dt

Como já sabíamos, quando velocidade e aceleração são perpendiculares, a rapidez não muda.

A abordagem via leis de conservação

Juntanto tudo, obtemos:

dK ( t )

dt

= F R ( t ) · v ( t )

Isso é a variação instantânea (taxa de variação). A variação infinitesimal é:

) dK = F R ( t ) · v ( t ) dt = F R · dr

Integrando, obtemos:

t

K f K i = Z

t

i

f

F R ( t) · v ( t ) dt = Z

r

r

i

f

F R · dr

A abordagem via leis de conservação

Juntanto tudo, obtemos:

dK ( t )

dt

= F R ( t ) · v ( t )

Isso é a variação instantânea (taxa de variação). A variação infinitesimal é:

) dK = F R ( t ) · v ( t ) dt = F R · dr

Integrando, obtemos:

t

K f K i = Z

t

i

f

F R ( t) · v ( t ) dt = Z

r

r

i

f

= Z t i f F R ( t ) · v ( t ) dt
= Z t i f F R ( t ) · v ( t ) dt

F R · dr

expressões para o trabalho da força resultante

A abordagem via leis de conservação

No caso da força peso, temos que P · dr = mg dy

peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i
peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i
peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i
peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i
peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i
peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i
peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i

Z

r

r

i

f

P · dr = mg ( y f y i ) = mg h

i f P · dr = mg ( y f y i ) = mg h
i f P · dr = mg ( y f y i ) = mg h
i f P · dr = mg ( y f y i ) = mg h
i f P · dr = mg ( y f y i ) = mg h
i f P · dr = mg ( y f y i ) = mg h
i f P · dr = mg ( y f y i ) = mg h
i f P · dr = mg ( y f y i ) = mg h
i f P · dr = mg ( y f y i ) = mg h

O trabalho da força peso só depende da diferença de altura. Não depende dos detalhes do movimento!

A abordagem via leis de conservação

No caso da força peso, temos que P · dr = mg dy

peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i
peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i
peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i
peso, temos que P · d r = m g d y Z r r i

Z

r

r

i

f

P · dr =

mg ( y f y i ) = mg h

r r i f P · dr = mg ( y f y i ) =
r r i f P · dr = mg ( y f y i ) =
r r i f P · dr = mg ( y f y i ) =
r r i f P · dr = mg ( y f y i ) =
r r i f P · dr = mg ( y f y i ) =

Em particular, se a partícula volta à posição inicial, o trabalho total do peso é zero.

A abordagem via leis de conservação

Compare o resultado obtido para a força peso com o caso da força de atrito cinético.

B v A
B
v
A

Um bloco desliza sobre uma mesa de um ponto A até um ponto B e, em seguida, é arrastado de volta de B para o ponto inicial, A.

O saldo de trabalho da força de atrito cinético exercida pela mesa é zero?

A abordagem via leis de conservação

Compare o resultado obtido para a força peso com o caso da força de atrito cinético.

B v A
B
v
A

Um bloco desliza sobre uma mesa de um ponto A até um ponto B e, em seguida, é arrastado de volta de B para o ponto inicial, A.

O saldo de trabalho da força de atrito cinético exercida pela mesa é zero?

A abordagem via leis de conservação

Compare o resultado obtido para a força peso com o caso da força de atrito cinético.

B A
B
A

Um bloco desliza sobre uma mesa de um ponto A até um ponto B e, em seguida, é arrastado de volta de B para o ponto inicial, A.

O saldo de trabalho da força de atrito cinético exercida pela mesa é zero?

Não: o trabalho será negativo na ida e negativo na volta:

W at = µ c N d

onde d é a distância percorrida.

A abordagem via leis de conservação

Forças com a propriedade de que o trabalho independe dos detalhes do movimento, mas apenas das posições inicial e final são denominadas forças conservativas.

A força peso é uma força conservativa.

A força de atrito cinético não é uma força

conservativa.

Vamos voltar para a análise do trabalho da força peso.

Exemplo: a figura abaixo mostra como uma certa força varia com a posição. Analise o trabalho nos 2 caminhos mostrados (vermelho e azul). Essa força é conservativa?

força varia com a posição. Analise o trabalho nos 2 caminhos mostrados (vermelho e azul). Essa

A abordagem via leis de conservação

Vimos que:

Z

r

r

i

f

P · dr = mg ( h f h i )

Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá:

i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K
i ) Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá: K

K = K f K i = Z

r

r

i

f

P · dr

A abordagem via leis de conservação

Vimos que:

Z

r

r

i

f

P · dr = mg ( h f h i )

Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá:

força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i
força que atua na partícula é a força peso, valerá: K = K f K i

K = K f K i = Z

r

r

i

f

P · dr

Portanto:

mv

2

f

2

mv

i

2 2

= mg ( h f h i )

A abordagem via leis de conservação

Vimos que:

Z

r

r

i

f

P · dr = mg ( h f h i )

K = K f K i = Z

r

r

i

f

Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá:

força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2

P · dr

Portanto:

mv

2

f

2

mv

i

= mg ( h f h i )

2 2

ou seja: P · dr Portanto: mv 2 f 2 mv i = mg ( h f h

· dr Portanto: mv 2 f 2 mv i = mg ( h f h i

mv

2

i

2

2

f

mv

+ mg h i =

+ mg h f

2

A abordagem via leis de conservação

Vimos que:

Z

r

r

i

f

P · dr = mg ( h f h i )

K = K f K i = Z

r

r

i

f

Se a única força que atua na partícula é a força peso, valerá:

força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2
força que atua na partícula é a força peso, valerá: P · dr Portanto: mv 2

P · dr

Portanto:

mv

2

f

2

2

mv

i

2

= mg ( h f h i )

ou seja: Portanto: mv 2 f 2 2 mv i 2 = mg ( h f h i Portanto: mv 2 f 2 2 mv i 2 = mg ( h f h i

mv 2 f 2 2 mv i 2 = mg ( h f h i )
mv 2 f 2 2 mv i 2 = mg ( h f h i )

mv

2

i

2

2

f

mv

+ mg h i =

+ mg h f

2

) mv 2

2

+ mg h = constante

A abordagem via leis de conservação

mv 2

2

+ mg h = constante

Essa relação de conservação permite obter facilmente algumas informações de partículas que se movem sob ação apenas da força peso.

Exemplo: com que rapidez a partícula da figura abaixo atinge o solo?

que se movem sob ação apenas da força peso. Exemplo : com que rapidez a partícula

A abordagem via leis de conservação

mv 2

2

+ mg h = constante

Essa relação de conservação permite obter facilmente algumas informações de partículas que se movem sob ação apenas da força peso.

A relação acima vale também quando as demais forças envolvidas num problema não realizam trabalho.

Exemplo: um bloco é largado do topo de um rampa sem atrito (veja a figura). Qual é a rapidez do bloco no ponto mais alto do trecho circular?

largado do topo de um rampa sem atrito (veja a figura). Qual é a rapidez do

A abordagem via leis de conservação

mv 2

2

+ mg h = constante

Essa relação de conservação permite obter facilmente algumas informações de partículas que se movem sob ação apenas da força peso.

A relação acima vale também quando as demais forças envolvidas num problema não realizam trabalho.

Exemplo: um pêndulo simples passa pela situação mostrada na figura ao lado. Qual é a rapidez da partícula quando ela passar no ponto mais baixo?

passa pela situação mostrada na figura ao lado. Qual é a rapidez da partícula quando ela

Forças exercidas por molas

Forças exercidas por molas Estudam-se oscilações tomando-se como base o movimento de blocos presos a molas
Forças exercidas por molas Estudam-se oscilações tomando-se como base o movimento de blocos presos a molas

Estudam-se oscilações tomando-se como base o movimento de blocos presos a molas.

A força elástica

A mola só exerce força se estiver comprimida ou destendida. Se estiver no seu comprimento de equilíbrio, a força é zero.

estiver no seu comprimento de equilíbrio, a força é zero. Nessa posição, a força da mola

Nessa posição, a força da mola é zero: se largarmos o bloco da posição de equilíbrio da mola, ele permanece lá.

10

A força elástica

coordenada de equilíbrio

A mola só exerce força se estiver comprimida ou destendida. Se estiver no seu comprimento de equilíbrio, a força é zero.

estiver no seu comprimento de equilíbrio, a força é zero. -10 -5 0 5 x Nessa

-10

-5

0

5

seu comprimento de equilíbrio, a força é zero. -10 -5 0 5 x Nessa posição, a

x

comprimento de equilíbrio, a força é zero. -10 -5 0 5 x Nessa posição, a força

Nessa posição, a força da mola é zero: se largarmos o bloco da posição de equilíbrio da mola, ele permanece lá.

10

A força elástica

coordenada de equilíbrio

10 A força elástica coordenada de equilíbrio -10 -5 0 5 x Quando o bloco está

-10

-5

0

5

10 A força elástica coordenada de equilíbrio -10 -5 0 5 x Quando o bloco está
10 A força elástica coordenada de equilíbrio -10 -5 0 5 x Quando o bloco está
10 A força elástica coordenada de equilíbrio -10 -5 0 5 x Quando o bloco está

x

Quando o bloco está à direita da posição de

equilíbrio da mola, a força da mola será para

esquerda: x > 0 e

F < 0.

Nessa posição, a força da mola é zero: se largarmos o bloco da posição de equilíbrio da mola, ele permanece lá.

10

A força elástica

coordenada de equilíbrio

10 A força elástica coordenada de equilíbrio -10 -5 0 5 x Quando o bloco está

-10

-5

0

5

10 A força elástica coordenada de equilíbrio -10 -5 0 5 x Quando o bloco está
10 A força elástica coordenada de equilíbrio -10 -5 0 5 x Quando o bloco está
10 A força elástica coordenada de equilíbrio -10 -5 0 5 x Quando o bloco está

x

Quando o bloco está à direita da posição de

equilíbrio da mola, a força da mola será para

esquerda: x > 0 e

F < 0.

Nessa posição, a força da mola é zero: se largarmos o bloco da posição de equilíbrio da mola, ele permanece lá.

Quando o bloco está à esquerda da posição de equilíbrio da mola, a força da mola será para direita: x < 0 e F > 0.

10

A força elástica

coordenada de equilíbrio

A força da mola atua sempre no sentido de restaurar o equilíbrio! Dizemos que se trata de uma força restauradora do equilíbrio.

que se trata de uma força restauradora do equilíbrio. -10 -5 0 5 x Quando o

-10

-5

0

5

de uma força restauradora do equilíbrio. -10 -5 0 5 x Quando o bloco está à
de uma força restauradora do equilíbrio. -10 -5 0 5 x Quando o bloco está à

x

de uma força restauradora do equilíbrio. -10 -5 0 5 x Quando o bloco está à

Quando o bloco está à direita da posição de

equilíbrio da mola, a força da mola será para

esquerda: x > 0 e

F < 0.

Nessa posição, a força da mola é zero: se largarmos o bloco da posição de equilíbrio da mola, ele permanece lá.

Quando o bloco está à esquerda da posição de equilíbrio da mola, a força da mola será para direita: x < 0 e F > 0.

O sentido de F mola é sempre contrário ao do deslocamento do equilíbrio!

A força elástica

E quanto ao módulo de F mola ? A força da mola atua sempre no
E quanto ao módulo de F mola ?
A força da mola atua sempre no sentido de
restaurar o equilíbrio! Dizemos que se trata
de uma força restauradora do equilíbrio.
x
1
(x=0)
Como muda a intensidade da
força da mola para diferentes
deslocamentos do equilíbrio?
x
2

A força elástica

E quanto ao módulo de F mola ? A força da mola atua sempre no
E quanto ao módulo de F mola ?
A força da mola atua sempre no sentido de
restaurar o equilíbrio! Dizemos que se trata
de uma força restauradora do equilíbrio.
x
1
(x=0)
Como muda a intensidade da
força da mola para diferentes
deslocamentos do equilíbrio?
x
2
Para pequenos desvios do equilíbrio, observa-se
que a força da mola é proporcional ao desvio:

por exemplo, dobrando-se x de 5 cm para 10 cm, a força da mola dobra!

A força elástica

E quanto ao módulo de F mola ? A força da mola atua sempre no
E quanto ao módulo de F mola ?
A força da mola atua sempre no sentido de
restaurar o equilíbrio! Dizemos que se trata
de uma força restauradora do equilíbrio.
x
1
Podemos resumir as propriedades
de F mola na expressão:
(x=0)
x
2
F mola = - k x
k > 0 é a constante elástica da mola
Para pequenos desvios do equilíbrio, observa-se
que a força da mola é proporcional ao desvio:
O
sinal de F mola é oposto ao de x

por exemplo, dobrando-se x de 5 cm para 10 cm, a força da mola dobra!

O

módulo de F mola é proporcional a x

exemplo, dobrando-se x de 5 cm para 10 cm , a força da mola dobra! O

Como é o trabalho da força elástica?

Z

x

x f

i

2 i kx 2

f

2

F el · dr = Z x f ( k x ) dx = kx 2

x

i

Se a única força que atua na partícula é a força elástica, teremos:

e, portanto:

mv

2

f

2

)

2 i = K f K i = kx 2

2 i kx 2

f

2

mv

2

mv

2

i

2

+ kx

2

i

2 =

mv 2 + kx 2

2

2

mv

2

f

2

+

kx 2

f

2

= constante

Essa relação também é válida quando há outras forças atuando, porém sem realização de trabalho.

Energia potencial e energia mecânica

Vimos que, na interação entre a Terra e um partícula em sua vizinhança, valia a seguinte relação:

mv 2

2

+ mg h = constante

a seguinte relação: mv 2 2 + mg h = constante Terra + partícula Em seguida,
a seguinte relação: mv 2 2 + mg h = constante Terra + partícula Em seguida,

Terra + partícula

Em seguida, vimos que, na interação entre uma mola e uma partícula, tínhamos:

na interação entre uma mola e uma partícula, tínhamos: mv 2 + kx 2 2 2

mv 2 + kx 2

2

2

= constante

)

mola + partícula

Energia potencial e energia mecânica

Vimos que, na interação entre a Terra e um partícula em sua vizinhança, valia a seguinte relação:

mv 2

2

+

mv 2 2 + = constante

= constante

valia a seguinte relação: mv 2 2 + = constante Terra + partícula energia potencial gravitacional
valia a seguinte relação: mv 2 2 + = constante Terra + partícula energia potencial gravitacional
valia a seguinte relação: mv 2 2 + = constante Terra + partícula energia potencial gravitacional

Terra + partícula

energia potencial gravitacional do sistema Terra + partícula

Em seguida, vimos que, na interação entre uma mola e uma partícula, tínhamos:

na interação entre uma mola e uma partícula, tínhamos: 2 + kx 2 2 = constante

2

+

kx 2 2
kx 2
2

= constante

uma partícula, tínhamos: 2 + kx 2 2 = constante ) mv 2 mola + partícula

) mv 2

mola + partícula

energia potencial elástica do sistema mola + partícula

Energia potencial e energia mecânica

À soma da energia cinética com a energia potencial damos o nome de energia mecânica.

Escrevemos assim:

E mec

=

K

+

U

Para o sistema Terra + partícula: U = mgh

Z

r

r

i

f

P · dr = mg ( h f h i ) = U if

Para o sistema mola + partícula: U = kx 2 /2

Z

x

x

i

f

i 2 kx 2

f

2

F el · dr = kx 2

= U if

A conservação da energia mecânica

sistema de partículas

A conservação da energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F int

partícula externa

A conservação da energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F int

F R = X F int + X F ext

A conservação da energia mecânica

sistema de partículas

A conservação da energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i

partícula externa

energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i n t +

F R = X F int + X F ext

) K = W F R = X W F int + X W F ext

A conservação da energia mecânica

sistema de partículas

A conservação da energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i

partícula externa

energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i n t +

F R = X F int + X F ext

) K = W F R =

X W F int

= X W F C + X W F NC

X W F int

+ X W F ext

A conservação da energia mecânica

sistema de partículas

A conservação da energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i

partícula externa

energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i n t +

F R = X F int + X F ext

) K = W F R = X W F int +

X W F ext

X W F int = X W F C + X W F NC

X W F ext

= W ext

A conservação da energia mecânica

sistema de partículas

A conservação da energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i

partícula externa

energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i n t +

F R = X F int + X F ext

) K = W F R = X W F int + X W F ext

X W F int =

X W F C

+ X W F NC

X W F C

= U

X W F ext = W ext

A conservação da energia mecânica

sistema de partículas

A conservação da energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i

partícula externa

energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i n t +

F R = X F int + X F ext

) K = W F R = X W F int + X W F ext

X W F int = X W F C + X W F NC

X W F C = U

) K = U + W NC + X W ext

X W F ext = W ext

A conservação da energia mecânica

sistema de partículas

A conservação da energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i

partícula externa

energia mecânica sistema de partículas partícula externa F R = X F i n t +

F R = X F int + X F ext

) K = W F R = X W F int + X W F ext

X W F int = X W F C + X W F NC

X W F C = U

) K = U + W NC + X W ext

)

X W F ext = W ext

E mec = W NC + X W ext

Exemplo: até que altura o bloco da figura abaixo consegue subir no plano inclinado? Considere que o bloco deixa o contato com a mola quando ela atinge seu comprimento de equilíbrio.

no plano inclinado? Considere que o bloco deixa o contato com a mola quando ela atinge

Exemplo: um bloco de 2 kg está em repouso, suspenso por uma mola. Nessa configuração, a mola se distende em 10 cm. O mesmo conjunto é forçado a ficar na configuração indicada na figura abaixo, na qual a mola está comprimida em 20 cm. Quando liberado o bloco, a que altura ele chega?

indicada na figura abaixo, na qual a mola está comprimida em 20 cm. Quando liberado o

Exemplo: um trenó está deslizando sobre uma superfície horizontal coberta de neve, cum uma rapidez inicial de 4,0 km/s. Se o coeficiente de atrito cinético entre o trenó e a superfície é 0,14 que distância o trenó percorrerá até parar?

o coeficiente de atrito cinético entre o trenó e a superfície é 0,14 que distância o

Exemplo: um bloco parte com rapidez v 0 em uma pista horizontal e sem atrito. Ele desce uma rampa sem atrito, com altura h e, em seguida, passa a deslizar em um

terreno rugoso, com coeficiente de atrito cinético bloco percorre na pista rugosa.

µ c

. Determine a distância D que o

rugoso, com coeficiente de atrito cinético bloco percorre na pista rugosa. µ c . Determine a

Exemplo: uma criança de 40 kg de massa desce por um escorregador de 8,0 metros de comprimento, inclinado de 30 o com a horizontal. O coeficiente de atrito cinético entre a criança e o escorregador é 0,35. Se a criança começa a deslizar a partir do repouso do topo do escorregador, qual é sua rapidez ao chegar à base?

0,35. Se a criança começa a deslizar a partir do repouso do topo do escorregador, qual

Exemplo: um bloco de 4,0 kg está pendurado, através de um fio leve que passa por uma polia sem massa e sem atrito, a um bloco de 6,0 kg que está sobre uma prateleira. O coeficiente de atrito cinético é 0,20. O bloco de 6,0 kg é empurrado contra uma mola, comprimindo-a de 30 cm. A mola tem uma constante de força de 180 N/m. Determine a rapidez da queda do bloco quando este tiver descido uma distância de 40 cm.

constante de força de 180 N/m. Determine a rapidez da queda do bloco quando este tiver

Exemplo: um bloco de 4,0 kg está pendurado, através de um fio leve que passa por uma polia sem massa e sem atrito, a um bloco de 6,0 kg que está sobre uma prateleira. O coeficiente de atrito cinético é 0,20. O bloco de 6,0 kg é empurrado contra uma mola, comprimindo-a de 30 cm. A mola tem uma constante de força de 180 N/m. Determine a rapidez da queda do bloco quando este tiver descido uma distância de 40 cm.

constante de força de 180 N/m. Determine a rapidez da queda do bloco quando este tiver

Exemplo

Exemplo