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OQueSer?

(flordapele)
ChicoBuarque

Tom: C

Dm Dm7M Dm7 Gm6 Dm Dm7M Dm7


O que ser, que ser Que todos os avisos no vo evitar
Dm6 Am Am7M Am7 C#7(b5) Cm Cm7M Cm7
Que andam suspirando pelas alcovas Porque todos os risos vo desafiar
Ab7(b5) Gm Gm7M Gm7 Cm6 Ebm Ebm7M Am7(b5)
Que andam sussurrando em versos e trovas Porque todos os sinos iro repicar
Gm6 Gm/Bb Bbm7M Em7(b5) D7(b9) Gm Gm7M Gm7
Que andam combinando no breu das tocas Porque todos os hinos iro consagrar
A7(b13) Dm Dm7M Dm7 Gm6 Dm Dm7M Dm7
Que anda nas cabeas, anda nas bocas E todos os meninos vo desembestar
Dm6 Am Am7M Am7 G7/B Cm Cm7M Cm7
Que andam acendendo velas nos becos E todos os destinos iro se encontrar
Ab7(b5) Gm Gm7M Gm7 Cm6 Ebm Ebm7M Am7(b5)
Esto falando alto pelos botecos E mesmo o padre eterno, que nunca foi l
Gm6 Gm/Bb Bbm7M Em7(b5) D7(b9) Gm Gm7M Gm7
E gritam nos mercados que com certeza Olhando aquele inferno, vai abenoar
A7(b13) Dm Dm7M Dm7 Gm6 Ebm Ebm7M Ebm7
Est na natureza, ser que ser O que no tem governo, nem nunca ter
Dm6 Gm/Bb Bbm7M Bbm7 Ebm6 Bb/D C# Cm7
O que no tem certeza, nem nunca ter O que no tem vergonha, nem nunca ter
Bbm6 F/A Ab Gm7 D7 Gm E7
O que no tem conserto, nem nunca ter O que no tem juzo
A7(b13) Dm A7(b13)
O que no tem tamanho Solo: Am Am7M Am7 Am6 Em Em7M Em7 Em6
Dm Dm7M Dm7 Dm6 Fm Fm7M Bm7(b5) E7(b9)
Dm Dm7M Dm7 Am Am7M Am7 Am6 Em Em7M Em7 Em6
O que ser, que ser
Dm6 Am Am7M Am7 Dm Dm7M Dm7
Que vive nas idias desses amantes O que ser, que ser
Ab7(b5) Gm Gm7M Gm7 Dm6 Am Am7M Am7
Que cantam os poetas mais delirantes Que todos os avisos no vo evitar
Gm6 Gm/Bb Bbm7M Em7(b5) Ab7(b5) Gm Gm7M Gm7
Que juram os profetas embriagados Porque todos os risos vo desafiar
A7(b13) Dm Dm7M Dm7 Gm6 Gm/Bb Bbm7M Em7(b5)
Que est na romaria dos mutilados Porque todos os sinos iro repicar
Dm6 Am Am7M Am7 A7(b13) Dm Dm7M Dm7
Que est na fantasia dos infelizes Porque todos os hinos iro consagrar
Ab7(b5) Gm Gm7M Gm7 Dm6 Am Am7M Am7
Est no dia-a-dia das meretrizes E todos os meninos vo desembestar
Gm6 Gm/Bb Bbm7M Em7(b5) Ab7(b5) Gm Gm7M Gm7
No plano dos bandidos, dos desvalidos E todos os destinos iro se encontrar
A7(b13) Dm Dm7M Dm7 Gm6 Gm/Bb Bbm7M Em7(b5)
Em todos os sentidos, ser que ser E mesmo o padre eterno, que nunca foi l
Dm6 Gm/Bb Bbm7M Bbm7 A7(b13) Dm Dm7M Dm7
O que no tem decncia, nem nunca ter Olhando aquele inferno, vai abenoar
Bbm6 F/A Ab Gm7 Dm6 Gm/Bb Bbm7M Bbm7
O que no tem censura, nem nunca ter O que no tem governo, nem nunca ter
A7(b13) Dm D7 Bbm6 F/A Ab Gm7
O que no faz sentido O que no tem vergonha, nem nunca ter
A7(b13) Dm G7(13)
Gm Gm7M Gm7 O que no tem juzo
O que ser, que ser
A7(b13) Ab7(b5) Ab Am Am6 Am7
1 1 1
2 2 3 2
1 1 2
2 3 3 4 1
4 2 3 4

Am7(b5) Am7M Bb/D Bbm6 Bbm7 Bbm7M


1 2 3 1 5 1
3 2 3 4 3 2 3
2 4 4
1 3 4
2 3 4

Bm7(b5) C#7(b5) C# Cm Cm6 Cm7


4 1 2
1 2 3 1
3 4 4 2 3
2 2 4 3
3 4 3 4 4

Cm7M D7 D7(b9) Dm Dm6 Dm7


1 1 4 1 5
2 3 2 2 3 3
3 4 4
2 3 1 2
4 3 4

Dm7M E7 E7(b9) Ebm Ebm6 Ebm7


1 1 1 2 1 1 2 1
2 3 2 3 3 2 3 2 3
4 4 3 4 4
4

Ebm7M Em Em6 Em7 Em7(b5) Em7M


6 6 1
2 3 1 2 2 3 1 2 1 1
4 4 3 2 3 4 2
3 4
F/A Fm Fm7M G7(13) G7/B Gm
3 1
1
2 3 3 4 1 1 2 2 3
4 2 3
3 4 4 3 4

Gm/Bb Gm6 Gm7 Gm7M


3 1
1
2 3 2 3 4 1 2 3 4
4 3
4