UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

RADIÔMETRO SOLAR DE EQUIVALÊNCIA ELÉTRICA COM SENSOR
AQUECIDO À DIFERENÇA DE TEMPERATURA CONSTANTE

PETROV CRESCENCIO LOBO

CAMPINA GRANDE – PARAÍBA – BRASIL
MARÇO DE 2015

U NIVERSIDADE F EDERAL DE C AMPINA G RANDE
C ENTRO DE E NGENHARIA E LÉTRICA E I NFORMÁTICA
P ROGRAMA DE P ÓS -G RADUAÇÃO EM E NGENHARIA E LÉTRICA

R ADIÔMETRO S OLAR DE E QUIVALÊNCIA E LÉTRICA CO M S ENSOR
A QUECIDO À D IFERENÇA DE T EMPERATURA C ONSTANTE

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO APRESENTADO À COORDENADORIA
DO P R O G R A M A D E P Ó S -G R A D U A Ç Ã O E M E N G E N H A R I A E L É T R I C A
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE, EM
CUMPRIMENTO ÀS EXIGÊ NCIAS PARA OBTEN ÇÃO DO GRAU DE
MESTRE EM CIÊNCIAS NO DOMÍNIO DA ENGENHARIA ELÉTRICA.

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO

RAIMUNDO CARLOS SILVÉRIO FREIRE, DR.
ORIENTADOR

C AMPINA G RANDE – P ARAÍBA – B RASIL ,
M ARÇO DE 2015

UFCG 2

FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFCG

L799r Lobo, Petrov Crescencio.
Radiomêtro solar de equivalência elétrica com sensor aquecido à
diferença de temperatura constante / Petrov Crescencio Lobo. – Campina
Grande, 2015.
104 f. : il. color.

Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) – Universidade Federal
de Campina Grande, Centro de Engenharia Elétrica e Informática, 2015.

"Orientação: Prof. Dr. Raimundo Carlos Silvério Freire, Prof. Dr.
Sebastian Yuri Cavalcante Catunda".
Referências.

1. Sensor Termorresistivo. 2. Sensibilidade. 3. Radiação Solar.
4. Termistor. I. Freire, Raimundo Carlos Silvério. II. Catumba, Sebastian
Yuri Cavalcante. III. Título.

CDU 621.317(043)

UFCG 3

Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades. Lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível. UFCG 4 .

Aos meus tios. Júlio Lobo (In Memoriam) e César Lobo (In Memoriam). e Francisco Maria da Cunha Sousa (In Memoriam). Aos meus pais Pio Lobo e Helga Lobo À minha futura esposa. DEDICATÓRIA Às minha avós. Ivanilza Araújo UFCG 5 . Filomena Dias Sousa (In Memoriam) e Áurea Dias Lobo (In Memoriam). Aos meus avôs. Crescencio Lobo (In Memoriam).

pela orientação deste trabalho. UFCG 6 . Universidade Federal de Campina Grande. pela concessão de bolsa de pesquisa para a execução deste trabalho. pela grande paciência. Newton Sávio. Aos colegas Vanderson de Lima Reis e Josnier Ramos Guardarrama. Aos membros da Coordenação e Colegiado do Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica da UFCG. pelas aulas ministradas durante o mestrado. dedicação e tempo. Aos amigos Vanuza Marques. Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico. Ao amigo Marcus Tenório. pela contribuição nos assuntos pertinentes à este trabalho. ao longo da execução deste trabalho. pelo acolhimento e pela oportunidade em cursar o mestrado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica. À UFCG. Viviane Martins. Ao professor Benedito Antonio Luciano. AGRADECIMENTOS Aos professores Raimundo Carlos Silvério Freire e Sebastian Yuri Catunda. Thais Luana e Arthur Luiz. pela disponibilidade de tempo. por conceder os pedidos solicitados. Ao CNPq.

saída analógica e com sensor termorresistivo do tipo PTC tinham melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa. utilizando o princípio da equivalência elétrica. menor influência da grandeza interferente e maior influência da grandeza de entrada. como radiação. RESUMO Para a medição de grandezas físicas. e a variação da radiação térmica incidente. Neste trabalho é proposta uma arquitetura alternativa em que se faz constante a diferença de temperatura entre o sensor e o ambiente. que apresentam melhor resposta em frequência e utilizam este princípio.PWM). Dentre as arquiteturas clássicas. Foram feitas comparações entre as arquiteturas. velocidade do fluido ou temperatura do meio é compensada variando-se o aquecimento elétrico devido à realimentação negativa utilizada. à uma temperatura previamente determinada. existem configurações que se baseiam em sensores termorresistivos. UFCG 7 . H. velocidade de fluidos. a mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma temperatura constante. Ta. verificando-se que as arquiteturas com diferença de temperatura constante. O sensor é aquecido por efeito Joule. para sensores dos tipos PTC e NTC. v e temperatura. Para ambas as configurações neste trabalho desenvolveram-se expressões e realizaram-se simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade de arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas (moduladas em duração de pulso . mantendo o sensor à uma temperatura quase constante.

which have better frequency response and use this principle. UFCG 8 . Among the classic architectures. Comparisons were made between the architectures. The sensor is heated by Joule effect to a previously stipulated temperature. Ta. the most common is the one that uses a thermoresistive sensor heated to a constant temperature. the less influence of interfering variable and the greater influence of input variable. maintaining the sensor at an almost constant temperature. velocity fluids. were developed expressions and simulations held for the output signal as a function of the input and the sensitivity of architecture with analog outputs and pulsed (modulated pulse duration . v. For both configurations. and temperature. such as radiation. H. in this work. ABSTRACT For the measurement of physical quantities. analog output and thermoresistive sensor PTC had better performance with respect to the sensitivity. temperature or flow velocity of the medium is compensated by varying the electric heating due to the negative feedback used. In this work it is proposed an alternative architecture that makes constant the temperature difference between the sensor and the environment. there are settings based on thermoresistive sensors.PWM) for sensors types of PTC and NTC. and the variation of thermal radiation. verifying that architectures with constant temperature difference. which use the principle of electrical equivalence.

1.5 – Radiômetro de equivalência elétrica com Sensor aquecido à 29 Diferença de Temperatura Constante 1.1.1 – Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 23 1.1.3 – Método da Compensação e Substituição 26 1.6 – Circuito de Realimentação 30 UFCG 9 .1.1. ÍNDICE RE S U M O 6 AB S T R A C T 7 Í NDI C E 8 L I S T A D E FI GU R A S 14 L I S T A D E Q U A D R OS 16 LISTA DE ABREVIAÇÕES 17 L I S T A D E S Í M B OL OS 18 I NT R O D U Ç Ã O 20 Objetivos Gerais 21 Objetivos Específicos 21 CA PÍ T U L O I – M E T OD OL O GI A 23 1.2 – Radiômetro de Equivalência Elétrica 24 1.4 – Radiômetro de Equivalência Elétrica com Sensor aquecido à 27 Temperatura Constante 1.1.1 – Princípio da Equivalência Elétrica 23 1.

3. UFCG 10 .7 .Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 37 CA PÍ T U L O I I I – E X P R E S S Õ E S M AT E M ÁT I C AS DA S E NS I B I L I D AD E D OS S E NS O R E S T E R M O R R E S I S T I V O S 39 3.3 .Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 35 Constante 2.CA PÍ T U L O II – E X P R E S S ÕE S M AT E M ÁT I C AS D O S S I NAI S DE S AÍ D A DO S S E N S O R E S T E R M OR R E S I S T I V OS 31 2.4 . 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à 33 Temperatura Constante 2.6 – Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 41 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 40 à Temperatura Constante. 3.Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 39 Aquecido à Temperatura Constante.2 .Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 35 Temperatura Constante 2.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 39 à Temperatura Constante.3 .1 .7 . 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor NTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante.5 .8 .6 .8 .Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 37 Temperatura Constante 2. 3.Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 33 Constante 2.Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à Diferença 36 de Temperatura Constante 2.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 40 à Diferença de Temperatura Constante. 3.1 .2 .4 .Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada 40 Aquecido à Temperatura Constante. 3.5 .Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 31 Constante 2.

6 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 46 Temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de 52 Temperatura Constante CA PÍ T U L O V– A N Á L I S E D A S E NS I B I L I DA D E RE L AT I V A E M RE L AÇ ÃO À T E M PE R A T U R A A M B I E N T E 53 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 51 Diferença de temperatura Constante 4.4 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 44 Temperatura Constante 4.8 .4 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 56 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.3 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 55 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.5 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 45 Constante 4.2 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 48 Diferença de Temperatura Constante 4.2 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 54 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de 49 Temperatura Constante 4.1 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 53 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.CA PÍ T U L O I V – A V A L I A Ç Ã O D A DE PE N D Ê NCI A D A G RA N DE Z A DE 42 S AÍ D A C OM A G R A N D E ZA I NT E R FE RE N T E 4.7 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 47 Constante 4.6 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 58 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.1 .7 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 59 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante UFCG 11 .5 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 57 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.3 .

2 – Perspectivas 73 CA PÍ T U L O I X – M A T E R I A I S E M É T O D OS 77 RE FE R Ê N C I A S 78 UFCG 12 .4 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da 64 Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6.5 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de 65 Temperatura Constante 6.1 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Temperatura 61 Constante 6.2 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função 62 da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6.1 – Conclusões 72 7.8 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação 68 do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I I – RESULTADOS 69 C A PÍ T U L O V I I I – C ON C L U S Õ E S E PE RS PE C T I V AS 72 7.8 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 60 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I – D I N Â M I C A DE S AÍ DA – AV AL I A ÇÃ O D A DE PE N D Ê NCI A DA G R A N D E ZA D E S A Í D A C OM A G RA ND E ZA DE E NT R AD A 61 6.6 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura 66 Constante 6.3 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura 63 Constante 6.7 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura 67 Constante 6. 5.

APÊ N D I C E S 80 Apêndice I – Algoritmos para as Simulações 80 Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 80 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 81 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 82 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 83 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 84 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 85 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 86 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 87 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 88 de Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 89 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 90 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 91 à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 92 de Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 93 Aquecimento à Diferença de Temperatura Constante UFCG 13 .

Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 94 Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 95 à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 96 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 97 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 98 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 99 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 100 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 101 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 102 Temperatura Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 103 Temperatura Constante em Saída Pulsada UFCG 14 .

45 FIGURA 10 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 46 FIGURA 11 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 47 FIGURA 12 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 48 FIGURA 13 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 49 FIGURA 14 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante com Destaque na Variação de Vo na temperatura de 253 K 50 FIGURA 15 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante 51 FIGURA 16 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 52 FIGURA 17 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 53 FIGURA 18 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 54 UFCG 15 . (c) – Forma de Onda de Vp. (b) – Saída em Duração de Pulso. no Laboratório LIMC da UFCG 27 FIGURA 5 Radiômetros com Sensor Aquecido à Temperatura Constante (a) – Saída Analógica. 29 FIGURA 7 Configuração de um Instrumento de Equivalência Elétrica 30 FIGURA 8 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 44 FIGURA 9 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante. (c) – Forma de Onda de Vp. LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA 21 FIGURA 2 Piranômetro EPPLEY modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande 23 FIGURA 3 Par de Sensores Termorresistivos inseridos em um Hemisfério de Vidro 26 FIGURA 4 Termistor NTC inserido em um Hemisfério de Vidro. (b) – Saída em Duração de Pulso. 28 FIGURA 6 Arquitetura contendo Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante: (a) – Saída analógica.

FIGURA 19 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 55 FIGURA 20 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 56 FIGURA 21 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 57 FIGURA 22 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 58 FIGURA 23 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 59 FIGURA 24 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 60 FIGURA 25 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 61 FIGURA 26 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 62 FIGURA 27 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 63 FIGURA 28 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante na Saída Pulsada 64 FIGURA 29 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 65 FIGURA 30 Dinâmica de Saída do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 66 FIGURA 31 Dinâmica de Saída Pulsada do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 67 FIGURA 32 Dinâmica de Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 68 FIGURA 33 Esquemático da Ponte de Wheatstone 73 FIGURA 34 Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad 74 FIGURA 35 Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone 74 FIGURA 36 Termistor NTC 75 FIGURA 37 Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante 75 UFCG 16 .

LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante 42 QUADRO 2 Parâmetros para Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 43 QUADRO 3 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 4 Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 5 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação 70 UFCG 17 .

LISTA DE ABREVIAÇÕES NTC Coeficiente de Temperatura Negativo PTC Coeficiente de Temperatura Positivo PWM Modulação em Largura de Pulso RMS Valor Quadrático Médio LIMC Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas UFCG Universidade Federal de Campina Grande PCI Placa de Circuito Impresso UFCG 18 .

LISTA DE SÍMBOLOS m Massa do sensor (kg) c Calor específico do sensor (J/kg oC) U Coeficiente Global de transferência de calor (W/ m2 oC) t Tempo (s) Ta Temperatura ambiente (oC) Ts Temperatura do sensor (oC) Pe Potência elétrica dissipada por efeito Joule (W) Rs Resistência elétrica do sensor na temperatura Ts (Ω) Ro Resistência elétrica do sensor na temperatura de 0 oC (Ω) para PTC e na temperatura To (K) para o sensor NTC τ Constante de tempo intrínseca do sensor termo-resistivo (s) β Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do PTC (oC-1) H Radiação incidente (W/m2) ∆T Diferença entre a temperatura do sensor termorresistivo Ts. e a temperatura do ambiente. Ta (oC) I Corrente elétrica (mA) S Área do sensor exposta à radiação incidente (mm2) To Temperatura do sensor NTC quando sua resistência for Ro (K) B Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do sensor NTC (K) Vs Tensão elétrica sobre o sensor (V) Vo Tensão de saída do amplificador operacional (V) h Coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente a Parâmetro característico do sensor b Parâmetro característico do sensor v Velocidade do fluido E Amplitude do pulso α Coeficiente de absorção do sensor UFCG 19 .

τ/P Variável de saída Is Corrente elétrica que passa no sensor de resistência Rs P Comprimento do pulso ??? ? Derivada normalizada de ?? em relação à ? . ?? ? ? ? ? ? ? Derivada normalizada de em relação à ? ? . ?? ? UFCG 20 .

UFCG 21 . ou complementar. Isto requer um conhecimento maior acerca desta fonte de energia. SILVA. Na Alemanha. muito boas oportunidades para a ampliação do uso de energia hídrica. Além desta motivação. os problemas de energia compõem temas de discussões pelo o mundo. está representado o mapa do potencial de energia solar mundial. tem uma grande quantidade de fontes de energia renováveis. porém informações confiáveis sobre este assunto são escassas. por outro lado. há estudos e implantações de outras formas de captação de energias complementares. enfrentam muitas limitações em função da baixa densidade de estações radiométricas sobre a região Nordeste do Brasil [1]. (2010) destaca que a principal fonte de energia que rege os processos físicos. Investigações referentes à radiação solar. Apenas com uma avaliação superficial sobre o consumo de energia. em relação às outras fontes de energia já conhecidas. vem se tornando uma fonte de energia complementar. A radiação solar global neste país é de aproximadamente de 5300 (Whm-2 dia-1). Na Figura 1. O nível de radiação incidente recebido no Irã é mundialmente um dos mais altos. químicos e biológicos que ocorrem na natureza é a radiação solar. bem como o cenário ideal para o uso da energia solar. em outras atividades humanas. INTRODUÇÃO No cenário da instrumentação em eletrônica. uma vez que a energia solar. há bastante tempo. existe a importância da utilização da energia solar como fonte de energia renovável. a procura de novas alternativas para a medição de temperatura e radiação tem se tornado cada vez mais constante. Sua aplicação engloba diversas áreas científicas além de ser um indicador de variação meteorológica. e a radiação global anual incidente é menos do que a metade da média iraniana [2]. Hoje. existem condições favoráveis para o uso rentável da energia eólica. O Irã por exemplo. ou ainda. torna-se possível perceber que o desenvolvimento de um determinado país está diretamente relacionado a ele.

visando uma sensibilidade maior e dinâmica de saída melhor do que a arquitetura com sensor aquecido à temperatura constante. Figura 1 – Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA (kW/m2/ano). é possível perceber importância da pesquisa de instrumentos que sejam capazes de medir radiação de maneira cada vez mais eficiente. Objetivos Gerais Propõe-se apresentar uma arquitetura alternativa à arquitetura clássica. para as arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas com sensores termorresistivos do tipo PTC e NTC. Objetivos Específicos  Levantar informações pertinentes à estudos anteriores relativos à radiômetros configurados por equivalência elétrica. em que o sensor termorresistivo é aquecido à uma diferença de temperatura constante em relação à temperatura ambiente. Em face da temática mencionada. 2012 – Adaptado de [2]. objetiva-se comparar ambas as arquiteturas para verificar qual modelo tem o melhor desempenho. Após o desenvolvimento das expressões e simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade. UFCG 22 .

e utilizando parâmetros de sensores existentes.  A partir das expressões. e verificar qual arquitetura e sensor tem melhor desempenho.  Realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza interferente. Realizar estudos sobre a configuração do radiômetro à diferença de temperatura constante. realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza de entrada.  Realizar simulações para a sensibilidade. UFCG 23 .  Desenvolver as expressões matemáticas das saídas (analógicas e pulsadas) e sensibilidade dos sensores termorresistivos tipo PTC e NTC nas arquiteturas à temperatura constante e à diferença de temperatura constante entre o sensor e ambiente.  Efetuar um comparativo entre os tipos de sensores e arquiteturas analisadas.

o ambiente no qual estão inseridos. (2) UFCG 24 . ? + ?? = ℎ. pode-se descrever [4]: ??? ?. Na caracterização e uso de sensores metálicos em sistemas para medição de grandezas como radiação. mantido à temperatura constante. Figura 2 – Piranômetro EPPLEY Modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande. para medição de determinadas grandezas físicas.Metodologia 1. diferenças entre a geometria dos sensores. uma maneira para contornar tais problemas é a utilização de uma técnica de medição com maior acurácia utilizando apenas um sensor. (?? − ?? ) + ?? . ?. CAPÍTULO I . Sendo assim.1.1 Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 1. temperatura ou velocidade do fluido. como por exemplo nos piranômetros à termopilha. utilizam a diferença de temperatura entre dois sensores. sendo: (1) ?? ℎ = ? + ?? ? . ?. Porém. O princípio da equivalência elétrica em sensores termorresistivos pode ser implementado por métodos de compensação e de substituição [3]. de forma que a grandeza de saída seja equivalente à intensidade da radiação incidente. em que a variação da potência elétrica disspipada pelo sensor é equivalente à potência absorvida pela radiação incidente. em concordância com a Primeira Lei da Termodinâmica.1 Princípio da Equivalência Elétrica Existem instrumentos que. requerem uma calibração individual para cada um. conforme representado na Figura 2.

? é o coeficiente de absorção. Tais UFCG 25 . ?. S é a área exposta à radiação incidente. e para radiômetros. 1. sensibilidade elevada. outro fato é que os bancos de dados são ecassos assim como os meios necessários à exploração das medidas. ? + ?? = ?. na presença de radiação incidente. pois a incidência de radiação solar é favorável durante praticamente todo o ano. como por exemplo a previsão do clima. a expressão de equilíbrio termodinâmico para um sensor termorresistivo eletricamente excitado. um radiômetro é de bastante utilidade para este fim e para outros. é dada por [5]: ?2 ?.2 µm) e por fim. podendo ser implementado em outras regiões e aplicações em projetos diversos. há um maior atrativo na exploração da energia solar. ??? ⁄?? = 0. em regime permanente. ?. constante de tempo pequena. Ta a temperatura ambiente e Vs é a tensão sobre o sensor termorresistivo ou termistor [6]. A partir de (1). determinar o potencial energético (solar). Em (2). c é o calor específico. Ts é a temperatura do sensor. a e b são parâmetros característicos do sensor e v é a velocidade do fluido a ser medido (no caso de anemômetros) [5] α. tais como os de irrigação. Em um instrumento medidor de radiação. h pode ser substituído por U. e ?? é a Potência Joule dissipada. armazenamento de água. (3) ? em que H é a radiação incidente na superfície do sensor. Alguns órgãos ligados à serviços meteorológicos fornecem dados referentes à radiação solar.29 µm à 3. (?? − ?? ). não há exatidão nestas medições. Mas falta um instrumento de medição que possibilita aferir e assim. dentre outras aplicações [7]. é desejável que o mesmo possua uma resposta rápida.1. Rs é a resistência do sensor temorresistivo. e um espectro amplo (a exemplo do espectro solar que abrange um gradiente de 0. U é a constante de troca de calor do sensor com o ambiente. Em equilíbrio de estado térmico. Sendo assim. e h é o coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente dado pela expressão (2).em que m é a massa específica do sensor. meteorologia. [7].2 Radiômetro de Equivalência Elétrica Em regiões como por exemplo o Norte e Nordeste do Brasil. mas o problema é que para o fornecimento de tais serviços. ou seja.

características são determinantes em relação à qualidade do instrumento de medição e são fatores
importantes a serem consideradas no projeto do mesmo [7].
Há dois tipos de sensores de radiação solar: os sensores térmicos (que englobam
termopares, sensores termorresistivos, etc) e os sensores ópticos, que são representados pelo diodo
fotossensível, célula fotovoltaica, etc. Os primeiros tem resposta lenta e espectro amplo e os ópticos
possuem resposta rápida e espectro limitado. Não há em um mesmo tipo de sensor, características
apropriadas para que seja possível utilizá-los em um instrumento medidor de radiação solar, que
seja capaz de responder à variações rápidas de radiação [7].
Os termopares e sensores termorresistivos são mais apropriados para a medição da
radiação solar, mesmo tendo resposta lenta, pois respondem a todo o espectro de radiação do Sol.
Porém, em alguns testes foi possível perceber que o tempo de resposta do sensor depende da
estrutura na qual ele é colocado. Esta estrutura pode ser composta por uma malha aberta ou malha
fechada, ou seja, realimentada. No primeiro caso, em tais experimentos, obteve-se uma constante
de tempo em torno de 15 s, e cerca de 600 ms para o modelo de malha com realimentação. Sendo
assim, são utilizados sensores termorresistivos em estruturas realimentadas para medição da
radiação solar, caracterizando uma configuração que responda a todo espectro solar com uma
constante de tempo relativamente baixa [7].
A resistência de um sensor termorresistivo possui variação de acordo com a radiação
incidente. Esta, causa uma variação na temperatura do sensor. Nestes radiômetros, variações nas
grandezas interferentes, tais como temperatura ambiente, influenciam nas suas características
durante o tempo. Desta maneira, é preciso adotar algum modo de compensação e calibração para
o sensor termorresistivo. [7]
Uma maneira para a implementação de radiômetros de equivalência elétrica consiste no
ajuste da intensidade de corrente elétrica no sensor de acordo com a variação da radiação,
objetivando-se manter a sua temperatura constante e, consequentemente, sua resistência. Em outras
palavras, uma variação na potência térmica produzida pela radiação no sensor é substituída por
uma variação igual e de sentido oposto na potência elétrica dissipada no mesmo, de modo a manter
a sua temperatura constante. Medindo-se a variação de corrente no sensor, pode-se determinar a
variação de sua potência elétrica e, consequentemente, as radiações absorvidas sobre o mesmo. A
radiação absorvida pelo sensor é igual à radiação incidente vezes o coeficiente de absorção. No
caso ideal, em que o coeficiente de absorção do sensor é 1, se as referidas radiações são iguais [7].

UFCG 26

1.1.3 Método da Compensação e Substituição
No princípio da equivalência elétrica há duas abordagens: Método da compensação e da
substituição. No primeiro, faz-se o uso de dois sensores radiômetros, um de cor preta, e outro de
cor branca. O primeiro sensor absorve a radiação incidente enquanto o segundo, refletindo a
radiação, possibilita fazer a compensação, conforme representado na Figura 3 [7], [8].

Figura 3 – Par de sensores termorresistivos inseridos em um hemisfério de vidro –
Adaptado de [8].

A segunda abordagem consiste no método da substituição, em que há somente um sensor
termorresistivo Rs, conforme representado na Figura 4, e uma fonte controlada de corrente I.
Quando há uma variação na grandeza física de entrada, como por exemplo a radiação solar, tem-
se uma variação respectiva da resistência elétrica do sensor. Com o ajuste da corrente I, de maneira
que Rs fique constante, tem-se na variação de Is, uma medida indireta da variação da radiação [7].

UFCG 27

Figura 4 – Termistor NTC inserido em um hemisfério de vidro, no laboratório LIMC da UFCG.

1.1.4 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à temperatura
constante
Dentre as diversas configurações para a medição de grandezas físicas (a exemplo da
radiação), a arquitetura mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma
temperatura constante. Determina-se primeiramente uma temperatura para aquecimento do sensor,
e o mesmo é então aquecido sob efeito Joule. O instrumento é submetido à uma variação da
radiação térmica incidente, sendo assim irá ocorrer variação na temperatura do sensor. A
compensação é obtida pela realimentação negativa utilizada, variando-se o aquecimento elétrico,
mantendo o sensor à uma temperatura quase constante.
Neste trabalho, consideraram-se os radiômetros com saídas analógicas e pulsadas, do tipo
PTC (Coeficiente de Temperatura Positivo) e NTC (Coeficiente de Temperatura Negativo).
Na Figura 5 está representada a arquitetura clássica, utilizando a Ponte de Wheatstone com
saídas do sinal analógico (a) e PWM (b). Em largura de pulso, P e E são constantes e  é o ciclo de
trabalho (P é a variável de saída). É considerado ainda na Figura 5 o sensor termorresistivo PTC.
Se o sensor utilizado for um termistor NTC, deve-se inverter as entradas + e – do amplificador
operacional.
Com o sensor aquecido e submetido a um aumento de radiação, sua temperatura tende a
aumentar (PTC). Dessa forma, com a realimentação do circuito, a corrente no sensor diminui (PTC)
de modo a manter sua resistência Rs e sua temperatura Ts aproximadamente constantes. Caso a
radiação diminua, o processo se dá de forma inversa [9].

UFCG 28

considerando que o período do pulso é bem menor que a constante de tempo intrínseca ao sensor. a relação entre radiação H e a duração de pulso é linear [8]. A resposta térmica destes sensores é a função do valor RMS da potência elétrica. e B é o seu coeficiente de temperatura. (b) – saída em duração de pulso. (c) – forma de onda de Vp – adaptado [9].Radiômetros com sensor aquecido à temperatura constante: (a) – saída analógica. Figura 5 . Neste trabalho. As formas de onda são de período P e amplitude E. propõe-se outra forma em que se mantém constante a UFCG 29 . ? ?? ?? . (5) em que R0 é a resistência do sensor em uma temperatura de referência T0 em Kelvin. Para um sensor termo-resistivo do tipo PTC é válida a expressão para a sua resistência: ?? ≅ ?? (1 + ?. Vp excita a ponte. A inserção de um modulador PWM no ciclo de realimentação do circuito. Desprezando-se o efeito da tensão de desvio do amplificador operacional. possibilita obter uma relação linear entre o mesurando e a tensão de saída do amplificador operacional. (4) em que R0 é a resistência do sensor à 273 K e β é o seu coeficiente de temperatura.( − ) ?? ≅ ?? . Continuando a análise na Figura 5. ?? ) . e para os radiômetros. Para um sensor termo-resistivo NTC a relação entre sua resistência e sua temperatura é dada aproximadamente pela expressão de Steinhart-Hart: 1 1 ?.

tanto para implementações de circuitos com o sensor termorresistivo PTC como para o termistor NTC. (b) – saída em duração de pulso. como representada na Figura 5. 1. Neste outro modelo. representado na Figura 6 [9].5 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à diferença de temperatura constante Propõe-se a implementação de uma arquitetura alternativa à clássica. tanto como outra entrada para Vo ou Vp. gerada por um bloco de controle C. para aferição da grandeza interferente. o objetivo é que a diferença de temperatura entre o ambiente e o sensor permaneça constante a partir de uma saída kVo (ou kVp). a temperatura ambiente Ta. Existe uma entrada neste bloco. implementando-se um bloco de controle a ser descrito a seguir. UFCG 30 .1.temperatura entre o sensor e o ambiente. (c) – forma de onda de Vp – adaptado de [9]. Figura 6 – Arquitetura contendo sensor aquecido à diferença de temperatura constante: (a) – saída analógica.

analisando as características estáticas. [11]. na presença da tensão de desvio. A resposta dinâmica irá depender de alguns fatores como os parâmetros inerentes do sensor bem como aos parâmetros relativos da configuração de realimentação. é possível perceber que. Sabendo que um valor de referência. sendo Rs a resistência do sensor. [12]. é substituído por energia elétrica equivalente (efeito Joule) no sensor. que pode ser o valor da energia elétrica no sensor com o mensurando igual a zero. Conforme a Figura 7. esta característica do amplificador operacional se torna um fator importante para a estabilidade do circuito em malha fechada [10]. Figura 7 – Configuração de um instrumento de equivalência elétrica – adaptado de [10].1. ou seja Vos = 0. R1 = R2. considerando o amplificador ideal. por experimentos relatados em trabalhos sobre arquiteturas de sensores termorresistivos aquecidos à temperatura constante. 1. Nestes circuitos. a temperatura Ts e a resistência do sensor Rs não são constantes sob incidência de radiação ou velocidade do fluido. ou retirada a partir do sensor .6 Circuito de Realimentação Os principais aspectos associados com os circuitos de medição são as características estáticas e dinâmicas. magnitude da grandeza física a ser medida dentre outros [10]. UFCG 31 . Na prática. Por outro lado. a variação da energia térmica incidente sobre o sensor. então sua temperatura sempre será mantida idealmente constante e a sua resistência será igual à R [10]. pode-se obter o valor da grandeza medida para qualquer outra condição operacional.

e para NTC e saída pulsada. (7) ?? em que ?? é a corrente que passa no sensor. sendo Vos = 0. que pode ser representada por ?? [13]. (6) Estando a temperatura do sensor constante. para NTC e saída analógica. Pela Figura 5 (a). ?. tem-se como resultado. 2. é válida a seguinte exressão: VERIFICAR AS VARIAVEIS DE ESTADO ?. ?? 2 . ?. podem-se encontrar as expressões para a arquitetura com PTC e saída analógica. [14]: ??2 ?? = = ?? . tipos de sensores (PTC e NTC) e saídas (analógica e em largura de pulso). A seguir serão descritas as deduções das respectivas expressões para ambas arquiteturas. tem-se que: UFCG 32 . para PTC e saída pulsada. CAPÍTULO II – Expressões matemáticas dos sinais de saída dos sensores termorresistivos No capítulo anterior foram demonstradas duas das principais arquiteturas para projetos de radiômetros baseados em sensores termorresistivos do tipo PTC/NTC bem como suas respectivas expressões matemáticas de saídas analógica e em PWM. (3). analisando o circuito. ?? 2 . Substituindo ?? em (6). (?? − ?? ) .1 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Estando o circuito do sensor termorresistivo com a Ponte de Wheatstone em equilíbrio em regime permanente. ? + ?? = ?. que pode ser dada por ou ?? . variações em Ta ou H são compensadas com ??2 variações na Potência Elétrica. A partir das expressões de (3) a (5) e também considerando a Figura 5 (a) e (b) e a Figura 6 (a) e (b).

?. considerando ainda Vos = 0 e ganho infinito G em malha aberta. (?? − ?? ) . (?? − ?? ) − ?. ?. tendendo desta forma manter ?? constante. ?. pode-se adotar uma constante ? [13]. (11) ?? ?? + ? e utilizando (10) em (11) tem-se Vo: ?2 2 ?. portanto o circuito irá variar a corrente no sensor ?? . ?. (10) ?? + ? substituindo (8) em (3) pode-se obter: 1 ?? . (9) ?? ?? + ? Na arquitetura de sensor aquecido à temperatura constante. ?]. ?? ?? = . ?. aquecendo-o sob Efeito Joule sob variação da temperatura do ambiente. (8) ?? + ? portanto. (13) ?2 ?? ?? = √ 2 . ?. ?? . ( ) = ?. ?? 2 ?. (?? − ?? ) . ?. em (5). ? = ?. ?? ?= . . ?] . (?? − ?? ) − ?. o objetivo é manter a temperatura do sensor constante. tem-se [13]: ?? ?? = . (12) ?? ? isolando ??2 : ?? ??2 = [?. [?. Sendo assim. (14) ? UFCG 33 . ?. ? + . ? + .

substituindo (4) em (14).2 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para o caso do termistor NTC. ?] . ?. conforme representado na Figura 5 (b). ?? ). [?. ?? = ???(?(?)) . ?] . e período P. (?? − ?? ) − ?.( − ) ?? = ?? . 1√ 1 1 ?. 1 ?? = √?? . (1 + ?. o resultado é (15). é fornecida uma largura de pulso de tensão modulada como excitação elétrica. de amplitude E. (5). (18) ? 0 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . (16) ? 2. (15) ? 2. ? ?? ?? . ?.3 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Na ponte de Wheatstone contendo o sensor. ?. Esta onda da tensão de alimentação PWM pode ser gerada usando um microcontrolador (ou um microcomputador) e o sensor termorresistivo é sensível ao valor RMS da tensão. que caracteriza a saída analógica do circuito com o sensor PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. (?? − ?? ) − ?. o resultado é a expressão encontrada em (16). (17) 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . (19) ? 0 UFCG 34 . [?. ?. partindo-se da expressão (3) e substituindo ?? pela expressão característica que relaciona a resistência com a temperatura do NTC.

?. ?. ?|?0 . ?. ???? ? ≤ ? < ? . (22) ? ?2. (27) ? ? ?. = 2 [?. (?? − ?? ) − ?. √ ) = ? 2 . ?. (?? − ?? ) − ?. ?] . ?] . ?. (21) ? 0 ?2 ??? = √ . { (20) ?(?) = 0. ? ∫ ?? . ? (1 + ?. ?? ?= [?. (24) ? sendo assim. (?? − ?? ) − ?. (23) ? ? ??? = ? √ . definindo a razão cíclica como: ? ?= . . ?2 ? UFCG 35 . ?? ). ?2 ? ?= . (28) ? 2. ?. [?. ???? 0 ≤ ? < ? . ? ??? = √ . ?] . para as seguintes condições: ?(?) = ?. (26) ? ? ? substituindo ?? 2 em (13). Então. 1 2 ? ??? = √ . (25) ? 2 ? ? ? ?? = ? √ => ?? 2 = (?. (29) ? 2 . tem-se que: ? ?? ?2.

?. (32) ? ? 2. ?. ? ?? ?? = . partindo-se de (16). [?. ?. considerando também (4): ?? ≅ ?? (1 + ?. (?? − ?? ) − ?. { (35) ?? = ?? + ∆? . ?] . ?? ) = . ?2 ? ?? (1 + ?. [?. ?] . [?. (30) ? ? . [?. (31) ? ? 2. ? 1 = 2 2 . ?? ) = . ?.5 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Nesta arquitetura. (34) sendo assim. ?. tem-se ainda que: ∆? = ?? − ?? (é ?????????) . ?. e considerando o regime permanente. (?? − ?? ) − ?. (?? + ∆?)) . e igualando à (26). tem-se: 1 1 ?.4 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para modelar a expressão característica da saída pulsada do NTC aquecido à temperatura constante. ?? ) . ?? ). ?? (1 + ?. (?? − ?? ) − ?. ?2 2.? resultando em: ? ?? (1 + ?. (?? − ?? ) − ?. descrita como (3).( − ) ? ?? . ?] . ?2 2. ?. ?. ?] . portanto: ?? ≅ ?? (1 + ?. (33) ? ? 2. (36) UFCG 36 . partindo-se da expressão equivalente à Primeira Lei da Termodinâmica.

referente à saída analógica do termistor NTC. ?] . ?. aquecido à diferença de temperatura constante. (43) ?. ?. ?. ?. ? (?? + ∆?) ?? . (1 + ?. (41) ?? . considera-se (3) e (34). ?. ?. ?] . (5) ficará da seguinte forma: 1 1 ?. (38) (?? + ?)2 (?? + ?)2 ?? = √ . ?] . ?. ?. (?? + ∆?)) 2. (40) ?? resultando em (41). [?. [?. (37) ?? ?? + ? ?? . ( ) = ?. [?. ∆? − ?. ?. ? (?? + ∆?) ?? + 1 1 ) .( − ) ?? . ?2 ?? = √(2? + ?? . o resultado é a expressão encontrada em (43). (?? + ∆?)) + . (42) inserindo (42) em (40). ? . portanto assim. ?. ?] . ∆? − ?. [?. ? . ∆? − ?. ∆? − ?. k também não é. ? (?? + ∆?) ?? UFCG 37 . ??2 = ?.( − ) ?? ≅ ?? .6 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para o NTC. (1 + ?. ?. ∆? − ?.como ?? não é mais constante pois ?? não é constante. (39) ?? ?2 ?? = √(2? + ?? + ) . 1 ?? . ?? 2 . ∆? − ?. ?.( 1 1 − ) ?2 ?? = √(2? + ?? . ?.

[?. ?. e utlizando o resultado da análise p/?? . (?? + ∆?)) + ]. (?? + ∆?)) + ]. ∆? − ?. ?] . ?.7 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Semelhante à saída pulsada do sensor termorresistivo aquecido à temperatura constante. ?. ∆? − ?. (?? + ∆?)) + ]. (1 + ?.8 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a saída pulsada do termistor aquecido à diferença de temperatura constante. (47) ? 2. (1 + ?. ?] . (?? + ∆?)) ? ?2 ?2. ?] . [?. ∆? − ?. (46) ? ? ?? . (44) ?? . ?2 ?? 2 = (2? + ?? + ) . ou seja. (?? + ∆?)) resultando em (46): ? 1 ?2 = 2 [2? + ?? . (45) ? ?? . (1 + ?. considerando (26). ?. (?? + ∆?)) ? ? e sendo ? a razão cíclica 0 < ? < 1 ou: ? ?= . (1 + ?. (1 + ?. ?] . ?. (1 + ?. ?. [?. (41). ∆? − ?. temos que: ?2 ?? 2 = [2? + ?? . (48) ?? UFCG 38 . [?. 2. ?. à saída analógica. ?. temos que ?? = ???(?(?)). 100% 0% < ? < 100% . da configuração à diferença de temperatura constante. = [2? + ?? . são consideradas (26) e (40).

(49) ? ?. ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) .substituindo ?? da expressão anterior por (42). ?] . ? (?? + ∆?) ?? resultando em (50): ? 1 ?.( − ) ?? . [?. ? (?? + ∆?) ?? UFCG 39 . ?.( 1 1 − ) ?2 ?2 = (2? + ?? .( 1 1 − ) ?2 = 2 = (2? + ?? .( − ) ?? . ?] . (50) ? ? ?. ∆? − ?. ?. [?. ?. ∆? − ?. ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) . ?. tem-se: ? ?.

em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. 1 1 ?( − ) ??? ? ??? √ ?? ? ?? ?? . 3. (52) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? UFCG 40 . = − .2 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (16) em relação à H. sendo asism. CAPÍTULO III – Expressões Matemáticas da Sensibilidade dos Sensores Termorresistivos PTC e NTC A partir das expressões analógicas e pulsadas dos sensores termorresistivos PTC e NTC.1 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada na expressão (15) em relação à H. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. em função da grandeza interferente [12]. o resultado é a expressão (51). = − √ . As sensibilidades associadas às configurações clássica e de diferença de temperatura constante são resultados das derivadas normalizadas das expressões de saída da tensão analógica ou a razão cíclica em relação à grandeza de entrada. ??? ? ??? ?? (1 + ??? ) . (51) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? 3. o resultado é a expressão (52). ou seja. estão sendo analisadas as sensibilidades para radiômetros. ou seja. No caso. foram desenvolvidas as expressões de sensibilidade. a grandeza de entrada é a radiação H.

o resultado é a expressão (54).(1+ ?. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. (55) ?? ? (? ? .3 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (32) em relação à H.4 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (33) em relação à H. 3.(? +∆?) . ou seja. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. ? +∆?)) 2. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. ??? ? ??? ? (1 + ?(?? + ∆?)) . = − 2 2 ?? (1 + ??? ) .5 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (41) em relação à H. ? ?( − ) 1 1 ?? ? ?? ?? ?? . (53) ?? ? ? ? 3. ??? (54) ?? ? ? 2?2 3. =− . ou seja. √ ? . = − . o resultado é a expressão (53). ? ?? ? ??? . o resultado é a expressão (55).?(1+ ?. ? . ou seja. ? ??∆? − ??? ? ? )+? UFCG 41 .

o resultado é a expressão (56). 3. ?(∆?) − ??? ? 2. ?? ? ?((∆?+?? ) ? . ?2 ?( − ) ?? ? ?? +∆? ?? +? UFCG 42 . o resultado é a expressão (57). = − 2 . ou seja. ?? (1 + ?(?? + ∆?)) .8 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (50) em relação à H. ou seja. = − 1 1 . 1 1 . ou seja. (56) ?? ? ?? ? ?( − ) ?? +∆? ?? ?. à radiação incidente sobre a área do sensor.? ?( − ) ?? ? ? ? +∆? ? ? +? 3. ? ?? ? ??? . 2 .√ .(1+ ?. à radiação incidente sobre a área do sensor.6 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (43) em relação à H.7 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (46) em relação à H. ? ? ? ??? ? −1 −? −1 ) = −. −1 −1 ) ??? ? ??? ?? ? ?((∆?+?? ) −?? .(?? +∆?)) (? ) . (58) ?? ? ?( 1 1 − ) ?? ? ?? +∆? ?? ( 1 1 ) .(1+ ?. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor.(?? +∆?))+? 3. ?2 ? . (57) ?? ? ?? . o resultado é a expressão (58).

traçando-se os gráficos a seguir.5 W/m2 ºC α 0. e com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais.Ta -- UFCG 43 . ΔT = Ts.6 V ΔT = Ts.5 W/m2 ºC U 211.9 S 20 mm² S 1.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0. CAPÍTULO IV – Dinâmica de Saída .00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 12 V E 1.5 U 211.9 α 0.5 k 0.Ta -.Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza Interferente Com as expressões de saídas analógicas e em largura de pulso desenvolvidas. respeitando os dados do Quadro 1 e Quadro 2. foi possível realizar simulações que englobam a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. Quadro 1 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante. Ta. avaliando-se a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza interferente. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k 0.

Quadro 2 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante. Para a arquitetura à diferença de temperatura constante. Para a arquitetura de temperatura constante.Ta 7K Considerou-se a radiação máxima de 1500 W/m². sendo esta a maior intensidade de radiação incidente na superfície da Terra [10].5 W/m2 ºC α 0. para o PTC. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k -.6 V. e E = 1. k -- U 211. escolheu-se E = 12 V. escolheu-se E = 3.8 V para PTC e E = 1 V para o NTC.5 W/m2 ºC U 211.Ta 7 ºC ΔT = Ts.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 3. Valores estes para que os sinais de saída (Vp nas Figuras 5 e 6). controlados pela amplitude de pulso do PWM.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0.8 V E 1V ΔT = Ts.9 α 0. UFCG 44 .9 S 20 mm² S 1. para o NTC. nas saídas pulsadas. sempre garantam uma duração de pulso menor que 1 (ou 100%) do seu período total.

A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 12 H=1500 W/m2 11 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 10 H5=0 W/m2 9 8 Vo [V] 7 6 5 4 3 2 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 8 . Para a análise da simulação. de 273 K a 313 K.1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. representado na Figura 8. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo) em função da grandeza interferente à temperatura (Ta). foi obtido o gráfico. Constatou-se que.63 V. correspondente à um valor de 8. 4. Sob esta condição. UFCG 45 .

Saída analógica e termistor NTC aquecido à temperatura constante. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.2 1 Vo [V] 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Sob esta condição.8 0. correspondente à um valor de 1.6 0. Constatou-se que. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo).2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante.4 0. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1. a temperatura (Ta). A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1.2 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 9 . Para a análise da simulação. em função da grandeza interferente. de 253 K a 313 K. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.4 H=100 W/m2 H=0 W/m2 1. foi obtido o gráfico. 4. UFCG 46 .6 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 1.08 V. representado na Figura 9.

considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). a temperatura (Ta). equivalente à variação de tensão (Vo) de 11 V.7 0. (Ciclo de Trabalho). correspondente à ?/? = 0.6 Ciclo de Trabalho 0. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1 H=1500 W/m2 0. sob 1500 W/m2 de radiação.2 0.4 0. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. em função da grandeza interferente. considerando (26). Constatou-se que.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. foi avaliada a dependência da grandeza da saída pulsada. houve a maior variação da razão cíclica. Para a análise da simulação.8 H=0 W/m2 0..3 0. representado na Figura 10.9 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0.1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 10 . foi obtido o gráfico. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. Sob esta condição. 4.84 ou 84 % do período total. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1. de 253 K a 313 K. UFCG 47 .5 0.

em função da grandeza interferente.2 0. a temperatura (Ta). houve a maior variação da razão cíclica. foi obtido o gráfico. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.9 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).8 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0.4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. de 253 K a 313 K.4 0.66 V. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 1.76 ou 76 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1. correspondente à ?/? = 0.6 Ciclo de Trabalho 0. Sob esta condição.3 0. sob 1500 W/m2 de radiação. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 0. Constatou-se que.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à temperatura constante. 4. UFCG 48 .7 H=0 W/m2 0. (Ciclo de Trabalho). considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 11 .5 0. representado na Figura 11. Para a análise da simulação. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica.

considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Para a análise da simulação. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2.2 17. representado na Figura 12. 4.6 Vo [V] 17.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi avaliada a dependência da saída analógica (Vo). Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 18 H =1500 W/m2 H = 1000 W/m2 17. em função da grandeza interferente. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.9 H = 500 W/m2 H = 100 W/m2 17.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.8 H = 0 W/m2 17. Sob esta condição.1 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 12 .7 17. UFCG 49 . correspondente à um valor de 0.4 17.66 V. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. a temperatura (Ta). foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.3 17. foi obtido o gráfico. Constatou-se que.5 17. de 253 K a 313 K.

considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. de 253 K a 313 K. UFCG 50 .6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. correspondente à um valor de 9.Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Sob esta condição. a temperatura (Ta). Para um ponto fixo na faixa de temperaturas ambiente. na Figura 14. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo). 4. representado na Figura 13. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. sendo perceptível apenas. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 20 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 18 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 16 Vo[V] 14 12 10 8 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 13 . a variação de tensão é mínima. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2. foi obtido o gráfico. Para a análise da simulação. em função da grandeza interferente.52 V. Constatou-se que.

16 19.06 Ta[K] Figura 14 .98 253 253.164 19. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente H= 1500 W/m2 19.166 19.154 19.152 19.15 252.96 252.17 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 19.168 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 19. UFCG 51 .162 Vo[V] 19.Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante com destaque na variação de Vo em 253 K.156 19.04 253.158 19.02 253.94 252.

UFCG 52 .7 H= 0 W/m2 0.Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Constatou-se que. em função da grandeza interferente. houve a maior variação da razão cíclica.8 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 0. (Ciclo de Trabalho). A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 2.5 0.2 0. 4.9 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.7 Simulação da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Para a análise da simulação.09 ou 9 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1.1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta[K] Figura 15 . Sob esta condição.14 V. correspondente à ?/? = 0. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. a temperatura (Ta). Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0.3 0. sob 0 W/m2 de radiação. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. foi obtido o gráfico. de 253 K a 313 K. representado na Figura 15. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).4 0.6 Ciclo de Trabalho 0.

4. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 2. Para a análise da simulação. Constatou-se que. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.47 ou 47 % do período total. houve a maior variação da razão cíclica.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 16 . correspondente à ?/? = 0. foi obtido o gráfico.2 0. (Ciclo de Trabalho). foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). UFCG 53 . em função da grandeza interferente. sob 0 W/m2 de radiação. equivalente à variação de tensão (Vo) de 0.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. a temperatura (Ta).4 0. Sob esta condição.68 V.5 Ciclo de Trabalho 0. representado na Figura 16.8 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0. de 253 K a 313 K.3 0.7 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 0.6 0. considerou-se o termistor submetido à faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0.

a sensibilidade foi maior no ponto do eixo da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. correspondentes das Figuras 17. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. 20.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. foram desenvolvidos os gráficos a seguir. Constatou-se que. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -2 -3 Sensibilidade Relativa (%) -4 -5 -6 -7 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 17 . 5. 19. representado na Figura 17.50 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação em função da UFCG 54 . Tendo como objetivo avaliar a sensibilidade relativa à radiação em função da temperatura ambiente (Ta). A partir de (51) e dos parâmetros no Quadro 1. CAPÍTULO V – Análise da Sensibilidade Relativa em Relação à Temperatura Ambiente. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -6. ou seja. 21. 23 e 24. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. 22. 18.1 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. foi obtido o gráfico. a temperatura (Ta).

5.2 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -16. a sensibilidade foi maior no ponto da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. representado na Figura 18. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. a grandeza interferente tem influência na variação da sensibilidade. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima. foi obtido o gráfico. temperatura ambiente (Ta) correspondente. em dadas condições.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica Foi constatado que. a temperatura (Ta). Significa que neste ponto. A partir de (52) e dos parâmetros do Quadro 1.54 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 -4 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -6 -8 Sensibilidade Relativa (%) -10 -12 -14 -16 -18 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 18 . para uma radiação máxima de 1500 W/m2. também é perceptível a variação da temperatura ambiente. em função UFCG 55 . o sensor tem uma maior sensibilidade em relação a outras temperaturas ambiente. ou seja. Conforme o gráfico.

ou seja. para qualquer ponto na abscissa correspondente à valores de Ta. representado na Figura 19. em qualquer ponto da variação de temperatura ambiente. A variação da temperatura ambiente. A partir de (53) e dos parâmetros do Quadro 1. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. UFCG 56 .12 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 19 .06 -0.08 -0. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 -0. a grandeza interferente tem pouca influência na variação da sensibilidade. da temperatura ambiente (Ta) correspondente. tem influência na variação da sensibilidade nesta simulação.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. em uma radiação incidente de 1500 W/m2. 5.04 Sensibilidade Relativa (%) -0. foi obtido o gráfico. ou seja.16 %) constante. Percebe-se que.02 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. a grandeza interferente.3 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima. houve uma sensibilidade relativa (-0.1 -0. ou seja. a temperatura (Ta).

Foi constatado que. houve uma sensibilidade relativa (-0.02 H=0 W/m2 -0. para uma radiação incidente de 1500 W/m2. pouca influência na variação da sensibilidade. tendo assim a grandeza interferente.03 -0. A partir de (54) e dos parâmetros do Quadro 1. UFCG 57 .04 Sensibilidade Relativa (%) -0. 5. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 -0.01 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. em qualquer ponto do eixo Ta [K].07 -0.4 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termistor NTC aquecido à temperatura constante.08 -0.09 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 20 .Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. representado na Figura 20.08 %) constante. a temperatura (Ta). foi obtido o gráfico. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.06 -0. ou seja.05 -0.

uma taxa de variação de aproximadamente -338 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. foi avaliada a sensibilidade em relação à (Ta).Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. houve pouca influência da grandeza interferente na variação da sensibilidade. foi gerado o gráfico. em 313 K. Porém. a temperatura (Ta). Sob os níveis de radiação até 1000 W/m2. representado na Figura 21. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -50 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -100 -150 Sensibilidade Relativa (%) -200 -250 -300 -350 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 21 . UFCG 58 . sob radiação máxima é possível perceber que a sensibilidade varia com a variação de Ta . A partir de (55) e dos parâmetros do Quadro 2. em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. ou seja. Constatou-se que. 5.5 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.

UFCG 59 . foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. Foi constatado que. representado na Figura 22. ou seja. A partir de (56) e dos parâmetros do Quadro 2.31 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. a temperatura (Ta). em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. foi obtido o gráfico. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -5 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -10 -15 Sensibilidade Relativa (%) -20 -25 -30 -35 -40 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 22 .6 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. com uma taxa de variação de aproximadamente - 36. a variação de temperatura ambiente tem grande influência na sensibilidade. 5. Sob radiação máxima. para uma radiação máxima de 1500 W/m2 a sensibilidade relativa foi maior no ponto da abscissa referente à 253 K.

UFCG 60 . ou seja. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -20 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -40 -60 Sensibilidade Relativa (%) -80 -100 -120 -140 -160 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 23 . Foi constatado que. a temperatura (Ta). em 313 K. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. Em todas as faixas de radiação. representado na Figura 23. 5. indicando que a variação da grandeza interferente não tem muita influência na variação da sensibilidade. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. A partir de (57) e dos parâmetros do Quadro 2. uma taxa de variação de aproximadamente -157 % da razão cíclica em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente.Sensibilidade da saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.7 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi obtido o gráfico. a sensibilidade relativa não teve variações significativas.

Constatou-se que.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. Pela análise foi possível também perceber a nítida variação da sensibilidade ao variar-se a temperatura ambiente. ou seja. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. em 253 K. ou seja.2 -0. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -0.6 -0.8 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. a temperatura (Ta). UFCG 61 . A partir de (58) e dos parâmetros do Quadro 2. uma taxa de variação de aproximadamente -0. sob uma mesma intensidade de radiação. 5. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. foi obtido o gráfico.64 % da grandeza de saída em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta).4 -0.5 -0.7 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 24 . representado na Figura 24.3 Sensibilidade Relativa (%) -0.1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0.

Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza de Entrada Tendo como objetivo a continuação da análise da dinâmica de saída para cada arquitetura. foi possível avaliar a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza de entrada H. foi obtido o gráfico. tensão de saída analógica (Vo). ou seja. representado na Figura 25. em função da grandeza de entrada. e demais constantes do Quadro 1 e Quadro 2. A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1. com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais. Tensão de Saída x Radiação 11 Ta=313 K Ta=313 K 10 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 9 8 7 Vo [V] 6 5 4 3 2 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 25 .1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. 6. a radiação (H). CAPÍTULO VI – Dinâmica de Saída .Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. UFCG 62 .

a radiação (H). ou seja. representado na Figura 26. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. UFCG 63 . foi obtido o gráfico. H.2 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 1.4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 26 . tensão de saída analógica (Vo). por exemplo.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. deseja-se que esta variação seja a maior possível.1 1 0.6 0. a variação de Vo é de 1. Submetendo o sensor termorresistivo à uma variação de radiação de 0 à 1500 W/m2. para uma melhor dinâmica de resposta. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1. ocorre a variação de Vo.7 0.5 0.2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. em função da grandeza de entrada. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada.8 V.8 0.9 Vo [V] 0. 6. Tensão de Saída x Radiação 1. Na instrumentação eletrônica.3 Ta=313 K Ta=303 K 1. sob diversas temperaturas ambiente. Nesta simulação. Na temperatura ambiente de 313 K. é perceptível a influência da grandeza de entrada sobre a tensão de saída.

6. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.6 0.2 0.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. Na temperatura ambiente de 313 K UFCG 64 . ocorre a variação do ciclo de trabalho. (Ciclo de Trabalho). por exemplo. a variação de Vo é de 0. Ciclo de Trabalho x Radiação 0. da saída pulsada. ocorre a variação de Vo.8 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 0. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. Na temperatura ambiente de 313 K. Nesta simulação. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1. a radiação (H). foi avaliada a dependência da grandeza de saída.5 Ciclo de Trabalho 0.23 V.3 0. ou seja. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2.1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 27 .4 0. em função da grandeza de entrada.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. H. em diversas temperaturas ambiente. foi obtido o gráfico. representado na Figura 27.7 Ta=283 K Ta=273 K 0. em diversas temperaturas ambiente.

5 0.4 Ciclo de Trabalho 0. ocorre a variação do ciclo de trabalho. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. 6. UFCG 65 .Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.2 0. (Ciclo de Trabalho).3 0. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0. em diversas temperaturas ambiente. por exemplo. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0. a radiação (H). ou seja. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.08 ou (8 % do período total). representado na Figura 28.7 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K Ta=283 K 0. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante.6 Ta=273 K 0. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. foi obtido o gráfico. Na temperatura ambiente de 313 K por exemplo. Ciclo de Trabalho x Radiação 0. da saída pulsada.1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 28 . A partir de (33) e dos parâmetros ado Quadro 1.09 ou (9 % do período total). em função da grandeza de entrada.

ou seja. Nesta simulação. foi obtido o gráfico. em função da grandeza interferente. H. a radiação (H).4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 29 . Tensão de Saída x Radiação 18. representado na Figura 29.1 V.7 17. 6. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. tensão de saída analógica (Vo). ocorre a variação de Vo. em diversas temperaturas ambiente. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.9 17.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica. por exemplo.8 Vo [V] 17. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. a variação de Vo é de 0.1 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 18 Ta=283 K Ta=273 K 17. UFCG 66 .5 17.6 17. Na temperatura ambiente de 313 K.

foi avaliada a dependência da grandeza de saída. a radiação (H). 6. foi traçado o gráfico.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica.5 12 Vo[V] 11. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2.5 10 9.5 Ta=283 K Ta=273 K 13 12.5 0 500 1000 1500 H[W/m2] Figura 30 . em diversas temperaturas ambiente.6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. equivalente à variação da grandeza de entrada. tensão de saída analógica (Vo). UFCG 67 . não há significativa variação da tensão de saída. ou seja.5 11 10. Nesta simulação. representado na Figura 30. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. em função da grandeza interferente. Tensão de Saída x Radiação 14 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K 13.

6.7 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, foi avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de
Trabalho), em função da grandeza de entrada, a radiação (H). A partir de (32) e dos parâmetros do
Quadro 2, foi obtido o gráfico, representado na Figura 31.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.9
Ta=313 K
Ta=313 K
0.8 Ta=293 K
Ta=283 K
Ta=273 K
0.7

0.6
Ciclo de Trabalho

0.5

0.4

0.3

0.2

0.1

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 31 - Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de
temperatura constante em saída pulsada.

Percebe-se uma grande variação em Vo ao variar H. Sendo assim, a grandeza de entrada
tem significativa influência no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação incidente de 0 a 1500
W/m2, à 313 K, houve uma variação de ?/? = 0,81 ou 81 % do período total do pulso.

UFCG 68

6.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante, foi
avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de Trabalho), em
função da grandeza interferente, a temperatura (Ta). A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro
2, foi traçado o gráfico, representado na Figura 32.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.4
Ta=313 K
Ta=303 K
Ta=293 K
0.35 Ta=283 K
Ta=273 K

0.3

0.25
Ciclo de Trabalho

0.2

0.15

0.1

0.05

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 32 - Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante
em saída pulsada.

Nesta simulação, há uma variação significativa em Vo, ao variar H. Sendo assim, a
grandeza de entrada tem influência considerável no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação
incidente de 0 a 1500 W/m2, houve uma variação de ?/? = 0,34 ou 34 % do período total do pulso,
à 273 K.

UFCG 69

CAPÍTULO VII – Resultados

Nas simulações realizadas, teve-se como objetivo analisar as arquiteturas baseadas em
sensores termorresistivos em três aspectos diferentes: a influência da variação da temperatura
ambiente (Ta) na tensão de saída (Vo) ou na razão cíclica ?, a dependência das grandezas de saída
com a grandeza de entrada (radiação, H) e a sensibilidade relativa. Nesta última avaliação, também
é analisada a influência que a variação da temperatura ambiente tem sobre a sensibilidade.
A partir dos resultados apresentados no Quadro 3, foi possível determinar qual arquitetura
e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza interferente sobre a
grandeza de saída.

Quadro 3 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente.
Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Temperatura Ambiente Ta
Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de
Constante Temperatura Constante
Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada
PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC
ΔVo=8,63 V ΔVo=1,08 V ?? = 84 % ?? = 76 % ΔVo=0,66 V ΔVo=9,52 V Δ? = 9 % ?? = 47 %

No primeiro aspecto avaliado, é desejável que a grandeza interferente tenha a menor
influência possível na grandeza de saída, para que haja uma melhor dinâmica de resposta. Para os
radiômetros simulados, sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2, é preferível que a tensão de
saída, correspondente à variação de radiação, seja constante se houver variação de temperatura
ambiente (de -20 oC à 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K à 313 K para termistores).
Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados, o que teve menor influência
da grandeza interferente é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, nas saídas analógica e em largura de pulso. O pior desempenho foi constatado para o
PTC em saída pulsada aquecido à temperatura constante.

UFCG 70

Porém a temperatura ambiente teve grande influência na variação de sua sensibilidade. sob variação da grandeza interferente.51 % -157 % -0. de forma que.8 V Vo =0. Quadro 5 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação .01 ? = 81 % ? = 64 % UFCG 71 . Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Radiação H Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC Vo = 1. sendo assim.16 % -0. A partir dos resultados obtidos no Quadro 5.64 % Na segunda análise. o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica foi o mais sensível. Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente Ta Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC -6. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa em função da temperatura ambiente. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída.08 % -338 % -36.54 % -0. pois sua sensibilidade se manteve constante sob a variação da temperatura ambiente. Sendo assim.1 V Vo = 0. A partir dos resultados apresentados no Quadro 4.5 % -16.23 V ?=9% ?=8% Vo = 0. o melhor desempenho foi obtido pelo do PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. tal sensibilidade seja constante. é preferível que o instrumento possua a maior sensibilidade possível. Quadro 4 – Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente.

de forma que seja garantida uma melhor dinâmica de saída do instrumento. Dados os resultados das análises. O sensor apresentou uma elevada sensibilidade nas duas saidas (analógica e em largura de pulso). correspondente à variação de radiação. Na terceira análise. na saída em largura de pulso. é desejável que a grandeza de entrada. menor influência da temperatura ambiente. Para os radiômetros simulados. é preferível que a tensão de saída. ou seja. sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2. foi possível comprovar o melhor desempenho da arquitetura de sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados. se comparada à arquitetura clássica. UFCG 72 . seja ampla para cada ponto da temperatura ambiente (de -20 oC a 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K a 313 K para termistores). o que teve maior influência da radiação é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. porém apenas em saída pulsada obteve melhor dinâmica de resposta em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída e menor interferência da temperatura ambiente na sua sensibilidade. tenha a maior influência possível na grandeza de saída. a grandeza medida pelo sensor ou termistor.

Tais aspectos foram muito importantes para a escolha de um sensor e arquitetura ideal. quando submetido à uma variação de radiação Na arquitetura de aquecimento com o sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. ou ciclo de trabalho para os casos de saída pulsada. Para a análise da sensibilidade. para ambos (PTC e NTC). Foi objetivo também. além de apresentar uma sensibilidade maior. na arquitetura proposta. Uma melhor sensibilidade para o radiômetro tem como resultado uma melhor exatidão nas medições. a sensibilidade se manteve praticamente constante em toda a faixa de temperatura ambiente. Nas simulações que relacionam (Vo) ou (?/?) com H. E tem pouca variação de tensão em relação à um (Ta) fixo. com o estímulo da menor variação na grandeza de entrada.1 Conclusões Neste trabalho. foram analisadas duas arquiteturas que utilizam o princípio da equivalência elétrica. teve pouca variação sob influência da temperatura ambiente. além de variar pouco com a influência da temperatura ambiente. na implementação de sensores termorresistivos: a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. Simulando a relação entre a tensão de saída e a grandeza interferente na arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante. Ainda verificou-se a relação da grandeza de saída (Vo ou ?/?) com a grandeza de entrada. em relação à temperatura ambiente. H. foi possível verificar que as sensibilidades das primeiras são bem maiores do que as encontradas na arquitetura clássica. comparando-se os gráficos da arquitetura de sensor aquecido à diferença de temperatura constante. Principalmente na saída analógica e pulsada do PTC. CAPÍTULO VIII – Conclusões e Perspectivas 8. em que. deseja-se que o sensor tenha a maior variação de sua tensão de saída. Os critérios para a avaliação do melhor desempenho foram: verificar a influência da grandeza externa (Ta) na tensão de saída (Vo) para os casos de saídas analógicas. e (?/?). Variando-se (Ta) neste caso. percebe-se que as saídas (analógicas e pulsadas) são muito sensíveis às variações em (Ta). a saída pulsada teve uma alta porcentagem de ciclo de trabalho em relação ao período total do PWM. com os gráficos da arquitetura do sensor aquecido à temperatura constante. UFCG 73 . analisar a sensibilidade de cada sensor e arquitetura.

Figura 33 – Esquemático da Ponte de Wheatstone Após a edição. comparar as arquiteturas de temperatura constante e de diferença de temperatura constante. porém no primeiro caso. da Universidade Federal de Campina Grande. o sensor termorresistivo PTC em saída pulsada obteve maior variação. sob incidência máxima de radiação e influência da variaçao da temperatura ambiente. foi editado no software Orcad. deu-se início a montagem dos componentes: UFCG 74 . O sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada obteve então. A seguir. refletindo-se em uma dinâmica de saída melhor. uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso) foi utilizada. houve alteração na sensibilidade em diferentes valores de (Ta). No segundo caso. Na confecção da placa. Foram constatadas as maiores sensibilidades nas simulações do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica e pulsada. o melhor desempenho.2 Perspectivas Propõe-se realizar ensaios a partir de implementações em hardware que possuam como objetivo. foi perceptível uma menor influência da grandeza interferente. na arquitetura proposta.Portanto. 8. o esquemático de um circuito de uma Ponte de Wheatstone. para a arquitetura de temperatura constante. utilizando sensores termorresistivos PTC e termistores NTC. conforme Figura 33. conforme apresentado na Figura 34. em saída pulsada. foi gerado o leiaute da placa para a montagem do circuito. No Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas.

Figura 34 – Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad Os dados contendo os parâmetros para o termistor foram coletados do Quadro 1.Amplificador operacional TL081. transistores BD 329 e BD 330.421 Ω (valor de resistência constatado através da verificação dos parâmetros fornecidos pelo fabricante do termistor). Escolheu-se o aquecimento do termistor para 50 oC. Figura 35 – Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone UFCG 75 . e possibilitando que a Ponte de Wheatstone entre em equilíbrio. portanto todas as resistências então foram substituídas por outras. conforme Figura 35. resistores e termistor NTC de encapsulamento 0603. Os potenciômetros não suportaram a corrente do circuito (Figura 33). Foram dispostos resistores de forma que seu valor equivalente fosse igual à resistência do sensor na sua temperatura de aquecimento. cuja resistência a tal temperatura é de aproximadamente 30. de valor diferente. de forma que a equivalência das resistências permitisse uma operação do termistor na mesma temperatura.

um circuito integrado LM 35 para a aferição de temperatura ambiente (Ta). Figura 36 – Termistor NTC Idealmente. foi inserido à cúpula. Para futuras implementações da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante. Figura 37 – Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante UFCG 76 . Para reduzir o efeito da variação da temperatura ambiente na dinâmica de resposta do termistor. para reduzir o efeito da convecção. é desejável que o termistor ou sensor termorresistivo esteja em um meio com vácuo. o mesmo foi inserido em uma cúpula de vidro conforme Figura 36 e Figura 37. Uma tensão simétrica de ±5 V foi fornecido para o circuito contendo o termistor.

(61) 0.9724 . com uma resistência de aproximadamente 30 Ω. UFCG 77 . avaliar a sensibilidade do termistor e realizar ensaios utilizando o mesmo circuito. a temperatura do sensor tende a variar. Pela Figura 37.9724 V e também Vs =0. a Ponte de Wheatstone realimentada entra em equilíbrio e mantém o termistor aquecido à 50 oC. variando sua resistência. (62) Com o circuito em operação. Sob incidência de radiação. e assimilando com a Figura 6. tem-se: 0.9 Ω . é possivel perceber a medição da tensão sobre o termistor Rs e sobre o resistor em série com o mesmo (R). Objetiva-se nas próximas montagens. foi possível aferir a tensão sobre o termistor e sobre o resistor em série com o primeiro. (59) ? ?? ??. Considerando que: ?? ?? = . ? ?? = ?⁄ = .9767 V. O circuito irá compensar variando a corrente sobre o termistor. (60) ? ? De acordo com (59). Além de realizar a montagem da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante e comparar o desempenho de ambos nos aspectos avaliados neste trabalho. Sendo estes V = 0.9767 ?? = 29. mas também sendo implemenntando com sensores termorresistivos PTC. Com dois multímetros. conforme (62). 30 ?? = .

Para o desenvolvimento do circuito da Ponte de Wheatstone foram utilizados o software Orcad 9. a LPKF Protomat L33 para a confecção do circuito . sinais de saída analógica e em largura de pulso. A partir das expressões conhecidas. foi utilizado o software Matlab R2014A. para as arquiteturas de temperatura constante e diferença de temperatura constante. foi possível desenvolver as expressões de saída analógica e pulsada. foi possível desenvolver as expressões de sensibilidade relativa para posterior análise e verificação de qual arquitetura e sensor teve o melhor desempenho. UFCG 78 . e derivando estas.1 para o projeto do leiatute e uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso). CAPÍTULO IX – Materiais e Métodos Para as simulações das expressões de saída dos sensores termorresistivos PTC e NTC em ambas arquiteturas de aquecimento do sensor à temperatura constante e diferença de temperatura constante.

Deep. S. S. B Ghobadian. 172-177). Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental. C. X Semetro. R. 397-401). [6] Ivan S. S. e Silva. R. [3] José S. [8] Raimundo C. Brazil. (1994). 58.Alasca.Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica. S. – Second Iranian Conference on Renewable Energy and Distributed Generation. Universidade Federal de Campina Grande. d. Universidade Federal de Campina Grande. No. IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference. (1996).1823-1830. Gorijan. (pp. Catunda. (1995). (2012). Luciano (2009). Estudo da viabilidade da radiação solar no Nordeste do Brasil. 898-903).1). S. Campina Grande – Paraíba. Ottawa. Sensibilidade de Radiômetros Baseados em Sensores Termorresistivos. Aplications of Thermorresistive Sensors Using the Electric Equivalence. G. G. Considerações de Projeto de um Radiômetro Solar de Equivalência Elétrica. Benedito A. Brazil.6. Tavakkoli Hashjin. Architectures of Anemometers Using the Electric Equivalence Principle. C. Effect of Operational Amplifier Parameters on the Performance of Feedback Structures with Thermoresistive Sensors. REFERÊNCIAS [1] Roberta A. Raimundo C. UFCG 79 . Centro de Ciências e Tecnologia . p. Deep. IEE Transactions of Instrumentation and Measurement. [7] Chaquibe. (1997). 332-335. Vanuza M. Campina Grande – Paraíba. IEEE Transactions of Instrumentation and Measurement. Thermoresistive Radiation Sensor Response Time Employing Electrical Heating. [9] Viviane S. Freire. Martins. (2002). Caracterização de Sensores Termo-resistivos. (2010). Vol. V. IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference. Freire. Thais L. Tehran. T. (pp. V. (2012). N. [2] Sh. 14(5). pp. Raimundo C. Silva. Estimation of Mean Monthly and Hourly Global Solar Radiation on Surfaces Tracking the Sun. Buenos Aires – Argentina. Iran.45(No. Canada. Freire. S. Sebastian Y. [5] Raimundo C. Freire. . 501-509. (pp. Silva. USA .Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica. S. Anchorage . Farias. Neto. Centro de Ciências e Tecnologia .S. [4] Gurdip. do Nascimento.

Freire. UFCG 80 . Freire.C. 48 (No. Deep.Instrumentation and Measurement Technology Conference. S. IEEE. (1999). [13] Viviane S. (pp.Instrumentation and Measurement Technology Conference. S.G. St. Compensation of the Fluid Temperature Variation in a Hot-Wire Anemometer.Instrumentation and Measurement Technology Conference. IEEE Transactions of Instrument Measurements . Freire. S. IEEE Instrumentation and Technology Conference. S. Gurdip. 1377-1380). USA. Catunda. Sensivity Analysis and Automatic Adjustment of a Controlled-Temperature Thermoresistive-based Anemometer. S. Vail – Colorado. USA.1) [11] Amauri Oliveira. Martins. G.S. Freire. [10] Raimundo C. Deep. Static Error in Temperature Constant Measurement Configuration Due to DC Amplifier Offset Voltage.Mineesota. Ottawa – Canada. Gurdip. (1998). A Feedback I^2-Controlled Constant Temperature Solar Radiation Meter. Raimundo C. Paul . IMTC 2003 . (pp. IEEE . Deep. (Fevereiro . S. Raimundo C.1999). 1062-1066). [12] Raimundo C. Gurdip. Sebastian Y. [14] Amauri Oliveira. Error in the Thermoresistive Sensor-Based Feedback Measurement Configuration due to DC Amplifier Offset Voltage. S. (2012). (2003).

24 H4=100.9. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 17 S=20*10^-6.*(Ts-Ta)-alpha.*S. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.5.^(1/2). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC. grid on.Vo1.*H4)).'k').'H=0 W/m^2'. 22 H2=1000.*Ts). 34 Vo5=(1/k).'none') 43 %plot(Ta. LISTA DE APÊNDICES APÊNDICE I .'H=1000 W/m^2'.'H=100 W/m^2'.*(U.*(Ts-Ta)-alpha.*H5)).*S.*S.*S.*(Ro. ºC 19 20 % Valores de Radiação em W/m^2 21 H1=1500. W/(m^2*ºC) 14 Ro=100. 31 Vo2=(1/k). ºC^-1 16 alpha=0.^(1/2).*(1+B.5. 26 27 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(U.*H1)). m^2 18 Ts=50. 33 Vo4=(1/k). 29 30 Vo1=(1/k). 40 41 % h = legend('H=1500 W/m^2'.*(U.*(Ts-Ta)-alpha.'H=500 W/m^2'. % Temperatura do Sensor aquecido. 32 Vo3=(1/k).Algoritmos para as simulações Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante 10 % Valores Constantes: 11 12 k=0.Vo2. 42 % set(h.5). % Coeficiente da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.*S.'b').*S. 28 Ta=[-20:2:40].*(Ts-Ta)-alpha.*(1+B.*H3)).Vo4.*(1+B. 38 ylabel('Vo [V]').*S.*(1+B. hold on.*S. 44 %plot(Ta.*Ts).*(U.*(Ro.*Ts). UFCG 81 . % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 13 U=211. 37 xlabel('Ta [ºC]').^(1/2).*(1+B.*S. 23 H3=500.*(Ro.Vo3. 46 %plot(Ta.*Ts).*Ts). 35 36 figure(1).^(1/2).*(Ro.*(Ts-Ta)-alpha.'g'). 25 H5=0.*(U.00385.'r'). 39 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente'). ohms 15 B=0.'Interpreter'.*H2)). 45 %plot(Ta.*(Ro.*S.^(1/2).

41 Vo3=(1/k)*((Ro.*S. 40 Vo2=(1/k)*((Ro.*(Ts-Ta)- alpha.^(1/2).*(Ro.*H3)).*S. m^2 26 Ts=323.^(1/2)). 55 Vo4=(1/k). 37 Ta=[253:3:313].28*10^-6.Ta. 54 Vo3=(1/k). 50 Ta=[-20:3:40].*S. K 24 alpha=0.'H=1000 W/m^2'.*Ts).*(1+B.*H5)). K 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.*S. ohms 23 B=3100.5.*H4)). W/(m^2*ºC) 22 Ro=30. UFCG 82 .1. 51 52 Vo1=(1/k).*Ts).1.*(U.*(U.*(Ts-Ta)-alpha.*(Ts-Ta)-alpha.^(1/2).*(1/Ts ./To)). 33 H4=100. % Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1.5.*(Ro.*(Ts-Ta)- alpha.'H=0 W/m^2'.5).Ta.^(1/2)). 57 58 plot(Ta.*(U.*S.*Ts).'y').*exp(B. 48 49 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. % Temperatura do Termistor Aquecido. 56 Vo5=(1/k).*(Ro.Vo4.^(1/2).^(1/2)). 31 H2=1000.*(U.*H4)).*(U. % Coeficiente da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente.Vo2.*S.*H2)).Ta.*H2)).*(1/Ts .*Ts).'-gs'.*(1+B.*S.Ta.*exp(B.1.*(Ts-Ta)- alpha.*S.*S.*(1/Ts . % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante.9. Equivalente à 50ºC.*S.*Ts).'H=100 W/m^2'.^(1/2). 60 set(h. K 27 To =323.Vo1. 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0.*H1)).*(U. 42 Vo4=(1/k)*((Ro.*(Ts-Ta)-alpha. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*S.Vo5. % Temperatura do Termistor na resistência Ro.^(1/2)).*(Ts-Ta)-alpha.^(1/2).*(1/Ts . % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211./To)).*(1+B.'-bo'.*(U.*(Ts-Ta)- alpha.*(Ts-Ta)-alpha.*(Ro. 53 Vo2=(1/k).*S.*exp(B.47 %plot(Ta./To)).1. 59 h = legend('H=1500 W/m^2'.*H1)).Vo5.*(1+B.Vo3.*(Ro.*(1+B.*S.*exp(B.*S. 34 H5=0.*H3)). % Resistência do Termistor na Temperatura To.'-rx'. 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.*(U. 32 H3=500.*S.'-k+'. 38 39 Vo1=(1/k)*((Ro.'-yd').*(U. K.'H=500 W/m^2'.*S.*S.*S./To)).

28 29 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.00385.43 Vo5=(1/k)*((Ro.*H4). % Resistência do Sensor Termorresistivo na Temperatura 0 ºC. UFCG 83 . ºC 15 E=12. % Constante da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=100.Ta. 20 H3=500.*(1/Ts .*(Ts-Ta). ohms 11 B=0. hold on. grid on.Vo4. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 13 S=20*10^-6.*S. 48 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente'). 27 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').*S. 30 Ta=[-20:3:40].*S. 34 Sigma2 = variavel1.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.alpha./To)).*(U.*(Ts-Ta).*exp(B. % Amplitude do Pulso 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500.'H=500 W/m^2'. 23 24 figure(1). 36 Sigma4 = variavel1.alpha.Vo3. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'.9.*H5). % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.*S.*(Ts-Ta).*H5)).'-yd').*S. grid on.'-bo'.Vo2.5). 37 Sigma5 = variavel1. 35 Sigma3 = variavel1.alpha. 25 xlabel('Ta [ºC]').alpha.Ta. 31 32 variavel1 = Ro.Vo1. % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211.*H2).*(U. 21 H4=100.*(U.5.'-k+'.'-gs'.*(U.'-rx'.*H3).*S. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho').Vo5.Ta. hold on. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50.*(U. 49 plot(Ta.*S.5.*(1+B.*S. 44 45 figure(1). 51 set(h.*S. 46 xlabel('Ta [ºC]').^(1/2)).*(Ts-Ta).'H=100 W/m^2'.*H1).1. 33 Sigma1 = variavel1.'H=0 W/m^2'.*Ts)/(k^2*E^2).*S. 47 ylabel('Vo [V]'). ºC^-1 12 alpha=0.*S. 19 H2=1000. 22 H5=0. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0.*(Ts-Ta)- alpha.*(Ts-Ta).Ta.*(U.*S.'H=1000 W/m^2'.alpha.

hold on. 40 h = legend('H=1500 W/m^2'. alpha*S*H4).'-bo'. 50 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). W/(m^2*ºC) 22 Ro=30. %Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1. 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0. ohms 23 B=3100.Sigma4. K 28 E=1. 34 H4=100.'-rx'. K 24 alpha=0. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.Sigma4. % Amplitude do Pulso 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500. 48 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Sigma2. 35 H5=0. 52 53 plot(Ta.28*10^-6.5.'-yd'). 33 H3=500. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. 39 40 figure(1).'-yd').'-k+'.Ta. 51 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Sigma5. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.'- gs'.Sigma5.5. alpha*S*H5). alpha*S*H2). % Constante da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente.'H=1000 W/m^2'. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.5).9.'H=100 W/m^2'. 49 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Ta. grid on. 41 xlabel('Ta [ºC]').6.Ta.'- gs'.Sigma2. 46 47 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Sigma3.'H=500 W/m^2'. 32 H2=1000. alpha*S*H1).'H=0 W/m^2'.38 39 plot(Ta. alpha*S*H3).Ta.Sigma1.Sigma3.Ta.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante. % Resistência do Termistor na Temperatura To. K 27 To = 323. 38 Ta=[253:3:313]. 43 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente'). % Coeficiente de temperatura do Termistor. K. m^2 26 Ts=323.'-rx'.'-k+'. 41 set(h. 44 45 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)). % Temperatura do Termistor quando sua Resistência é Ro.'-bo'.Ta.Ta. 42 ylabel('Ciclo de Trabalho').Ta. UFCG 84 . 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.Sigma1.

'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.*(Ta+deltaT))))*(U.Vo3.^2/Ro. 21 H4=100.^(1/2).*(Ta+deltaT))))+ (R.54 h = legend('H=1500 W/m^2'.*(deltaT)-alpha. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. 26 27 Vo1=(2. 32 33 34 figure(1). 22 H5=0.*S.'H=500 W/m^2'. ºC 14 deltaT=7. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*(1+(B.^2/Ro.Vo2. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. grid on.'-gs'.*S.*(deltaT)-alpha. 55 set(h.*S. 31 Vo5=(2.9.*(1+(B.*(Ta+deltaT))))*(U.*(1+(B. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido. 35 xlabel('Ta [ºC]').^(1/2).*(Ta+deltaT))))*(U.'H=1000 W/m^2'.*(1+(B. 38 39 plot(Ta. 25 Ta=[-20:5:40].Vo4. 19 H2=1000.*(1+(B.*(Ta+deltaT))))+ (R.*(1+(B.Ta.*(deltaT)-alpha. hold on.*S. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.5.*S.*(Ta+deltaT))))*(U.*(Ta+deltaT))))+ (R.*(1+(B.'H=100 W/m^2'.^(1/2).*(1+(B.^2/Ro.*(Ta+deltaT))))*(U.*(1+(B. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.'-bo'.5). 37 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').^(1/2). 30 Vo4=(2.*S.^(1/2). % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. ohms 10 B=0.Ta. UFCG 85 .*R+(Ro.*R+(Ro.'-yd').'-k+'. 36 ylabel('Vo [V]').*H5)). ohms 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500.*R+(Ro.*H1)).*R+(Ro. m^2 13 Ts=50.'H=0 W/m^2'. ºC^-1 11 alpha=0. 20 H3=500.*H3)).*H2)). % ºC (Ts-Ta) 15 R=100.*H4)).'-rx'.*R+(Ro.*S.Ta.*(deltaT)-alpha. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*S. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*S.Ta.*(Ta+deltaT))))+ (R. 29 Vo3=(2.*S.*(deltaT)-alpha.00385.*(Ta+deltaT))))+ (R. 28 Vo2=(2.^2/Ro.*(1+(B.Vo1.Vo5.^2/Ro.

*(1.*(U. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 44 U=211.^2.9.*H2)).*(deltaT)- a. UFCG 86 . 'H = 100 W/m^2'.*S. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*S./(To)))).*S. hold on. %(Ts-Ta) 52 R=30.*(deltaT)- a./(Ta+deltaT)- 1. K 50 To=323./(Ta+deltaT)-1.*S.*(U. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(1. 69 70 figure(1).*H3)). 57 H3=500.*exp(B.*(deltaT)- a.*S. 66 Vo3=sqrt((2*R+(Ro./(Ta+deltaT)-1.*(1. 71 xlabel('Ta [K]'). 65 Vo2=sqrt((2*R+(Ro.*exp(B.*(1.*(U.*H4)). % Temperatura de Aquecimento do Termistor./(Ta+deltaT)-1.*S. ohms 53 54 % Valores de Radiação em W/m^2 55 H1=1500./Ro./(To)))))+(R. K 47 a=0.*exp(B. 'H = 500 W/m^2'.*H1))./(Ta+deltaT)- 1./(Ta+deltaT)-1.^2.*H5)).*S.*(U./(To)))))+(R. 'H = 0 W/m^2') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. 60 61 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K./(To)))))+(R.*S.*(1.5.*exp(B. m^2 49 Ts=323.40 legend('H = 1500 W/m^2'.*(deltaT)- a. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 45 Ro=30.^2./Ro. grid on./(Ta+deltaT)-1.*(1./(To)))))+(R. 'H = 1000 W/m^2'.*(1.*exp(B.*(1. 63 64 Vo1=sqrt((2*R+(Ro.*(deltaT)- a. K. 67 Vo4=sqrt((2*R+(Ro. 41 % Valores Constantes: 42 43 k=0.28*10^-6.*(U./(To))))./(To)))).% Temperatura do Termistor na Resistência Ro./(Ta+deltaT)- 1. 68 Vo5=sqrt((2*R+(Ro.*(1. % Coeficiente de Absorção do Termistor 48 S=1. 56 H2=1000.*(1./(To))))./(To)))))+(R./Ro./(Ta+deltaT)- 1. 58 H4=100. K 51 deltaT=7. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.^2.*exp(B./Ro. 59 H5=0. % Resistência do Termistor na Temperatura To./Ro. ohms 46 B=3100.*exp(B.5.*exp(B.*S.*exp(B./(To)))). 62 Ta=[253:5:313]. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.*S./(Ta+deltaT)- 1.*exp(B.^2.

*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H5).*(1+B. UFCG 87 . 42 Sigma3 =1. 18 % Valores Constantes: 19 20 U=211.*(2.^2.5./E.*(2.*R+Ro. 'H= 100 W/m^2'./Ro./E.*(1+B.Vo4.*(1+B.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 24 S=20*10^-6./Ro.*(2.^2.Ta. m^2 25 Ts=50. 39 40 Sigma1 =1. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*(Ta+DeltaT))+R. 32 H2= 1000.*(1+B.*(1+B. ohms 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1= 1500./E. % Amplitude do Pulso 27 DeltaT=7. 73 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*R+Ro.Ta.00385.%(Ts-Ta) 28 R=100. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(1+B.Vo5. 'H= 500 W/m^2'. ohms 22 B=0.^2.Vo3.9.*(Ta+DeltaT))+R.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H3).*R+Ro./Ro.*R+Ro.*(1+B.^2.Ta. 74 plot(Ta.'-gs'.^2.*(Ta+DeltaT))+R. 35 H5= 0.'-yd').^2. 75 h = legend('H= 1500 W/m^2'.^2.'-bo'. 43 Sigma4 =1./E./E.*(1+B.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H4).*(2.*R+Ro. 'H= 0 W/m^2'). 38 Ta=[-20:5:40].^2.8.Vo2. 'H= 1000 W/m^2'. 44 Sigma5 =1.^2. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H2). % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante./Ro.*(1+B.72 ylabel('Vo [V]'). ºC^-1 23 a=0. 33 H3= 500.'-rx'.*(2.*(Ta+DeltaT))+R.*(Ta+DeltaT))+R.Ta. ºC 26 E=3.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H1).*(1+B.^2. 41 Sigma2 =1. 34 H4= 100.'-k+'./Ro. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 21 Ro=100. 76 set(h.Vo1. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.

/(Ta+DeltaT)-1. grid on. 50 h = legend('H= 1500 W/m^2'./(Ta+DeltaT)- 1. 51 set(h. 32 Sigma4=1.Vo5.*R+(Ro.Vo2. 27 Ta=[253:5:313].*(1.^2.*exp (B.*(1./E./(Ta+DeltaT)- 1. UFCG 88 . ohms 17 To=323. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.*(1./(To))))+R.*exp (B.*R+(Ro.*(2.Ta.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante./E. K 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1= 1500. % Resistência do Termistor na Temperatura To.*R+(Ro. 24 H5= 0.*(2.*(1. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.*(1.*R+(Ro.*(1.*exp (B.*(1.Ta. hold on.'-bo'./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H4).^2./(Ta+DeltaT)- 1. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1. K. 'H= 100 W/m^2'. K 14 E=1. %(Ts-Ta) 16 R=30./(Ta+DeltaT)- 1.'-yd').^2. %Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone.Vo3. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente./(Ta+DeltaT)-1.*exp (B. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro.'-gs'./E. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30. 49 plot(Ta. % Temperatura do Termistor Aquecido. 30 Sigma2=1. K 11 a=0.Ta.*(2.^2./(To))))+R.'-k+'. 23 H4= 100. m^2 13 Ts=323.*exp (B. 'H= 500 W/m^2'.Vo4. 28 29 Sigma1=1. 48 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente'). 21 H2= 1000.*(2./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H2).*exp (B./(Ro./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H3). 46 xlabel('Ta[ºC]').*(1.28*10^-6.45 figure(1). % Coeficiente de Temperatura do Termistor.^2./(Ta+DeltaT)-1. % Amplitude do Pulso 15 DeltaT=7.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H1). 'H= 0 W/m^2'). 31 Sigma3=1.'-rx'. 47 ylabel(''Ciclo de Trabalho '). ohms 10 B=3100.9.^2./(Ro.^2./(Ro.Ta.*exp (B./E./(To))))+R./(Ro.5. 'H= 1000 W/m^2'.^2./(Ta+DeltaT)-1./(To))))+R. 22 H3= 500.Vo1.

32 Vo3=(1/k).^(1/2). % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.'-bo'.*exp (B. 26 27 % Valores de Radiação em W/m^2 28 H=[0:500:1500]. 23 xlabel('H [W/m^2]').'-rx'. 36 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 'H= 0W/m^2') 40 set(h. 33 Vo4=(1/k).*(Ts-Ta1)-alpha.*(Ro. grid on.*(1+B.*S. 34 Vo5=(1/k).33 Sigma5=1. 38 plot(Ta. 35 xlabel('Ta[K]').*H)). 37 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente'). 19 Ta4=10.*(U.*(U.Ta.*(Ts-Ta4)-alpha. ºC 14 15 % Valores da Temperatura Ambiente em ºC.*S.*(Ts-Ta3)-alpha. % Coeficiente de Temperatura.*(1+B. 'H= 500W/m^2'.Ta. ºC^-1 11 a=0.*(Ro.Sigma3.*(1.*S.^(1/2). 'H= 100W/m^2'.*(1+B.*(U.^(1/2).Sigma5.*H)).*Ts).Ta.Sigma2.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.^(1/2).'-yd').*(1+B. 20 Ta5=0. 16 Ta1=40. 21 22 figure(1).*(U.*Ts)./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H5).*(Ro.*R+(Ro.5.*H)).*S. 39 legend('H= 1500W/m^2'./(To))))+R. 29 30 Vo1=(1/k). 35 UFCG 89 .*S.*S. 17 Ta2=30. 34 figure(1).^2. grid on. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.Sigma4.*(Ro.'- gs'.*(Ts-Ta2)-alpha.00385.*H)). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. 'H= 1000W/m^2'.*S.*(1.*S.Sigma1. ohms 10 B=0.^2. 18 Ta3=20. 24 ylabel('Vo [V]').'-k+'.*Ts). % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*(1+B.Ta.*exp (B./E. m^2 13 Ts=50.*H)). 31 Vo2=(1/k). hold on.*S.*Ts).9.*(2./(Ta+DeltaT)-1.*(Ro./(Ro.*(Ts-Ta5)-alpha.^(1/2)./(Ta+DeltaT)- 1. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(U.*S.*Ts). hold on. 25 title('Tensão de Saída x Radiação').'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.

26 xlabel('H [W/m^2]'). 21 Ta3=293.28*10^-6.*(1/Ts . 20 Ta2=303.^(1/2)). 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0.Vo5.*H)).*(U.1. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*(U. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.*(U.'-rx'.H.*S.*H)).*(U. 38 39 plot(H.H.*exp(B.*exp(B. hold on. 38 set(h.*S.*(1/Ts ./To)).Vo1.'-bo'.Vo4.H. grid on. ºC 15 R=30.*exp(B.Vo3.*S. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.5). % Resistência do Termistor na Temperatura To.'-gs'.*exp(B. 40 h = legend('Ta=313 K'.H.*S.*S.1.'-k+'. 24 25 figure(1). 34 Vo2=(1/k)*((Ro.5.'Ta=293 K'.'Ta=0 ºC '.'Ta=303 K'.'Ta=283 K'. ohms 11 B=3100.Vo2.Vo4.*(1/Ts .9.H.*S. 28 title('Tensão de Saída x Radiação'). % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1./To)).'-bo'.H.'Ta=10 ºC'.*S.*(U.*H)).1. 37 Vo5=(1/k)*((Ro.H.*(Ts-Ta4)- alpha. 23 Ta5=273.*H)).5).^(1/2)). %Valores das Resistência da Ponte de Wheatstone.1.*(1/Ts .*(1/Ts .36 plot(H.Vo5.*S.*(Ts-Ta5)- alpha.Vo3. 29 30 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. 27 ylabel('Vo [V]'). 31 H=[0:500:1500]. 35 Vo3=(1/k)*((Ro.Vo2.*(Ts-Ta3)- alpha.*exp(B.'-yd').H.Vo1.'Ta=30 ºC'. 37 h = legend('Ta=40ºC'.'-yd').'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.*(Ts-Ta2)- alpha.'-k+'.'-gs'.^(1/2)). 32 33 Vo1=(1/k)*((Ro.1. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 18 %Valores de Temperatura Ambiente: 19 Ta1=313.5. K 12 a=0.*S. ohms 16 To=323.^(1/2))./To)).*S. % Temperatura do Termistor Aquecido.'-rx'.'Ta=273 K'.*H))./To)).*(Ts-Ta1)- alpha./To)).'Ta=20 ºC'. UFCG 90 . 36 Vo4=(1/k)*((Ro. 22 Ta4=283.^(1/2)).

5. 38 39 plot(H.Vo1. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.Vo4.'Interpreter') UFCG 91 .*S. 28 29 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. 33 Sigma1 = variavel1. ºC 14 E=12.*S. 41 set(h.Vo5. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.Vo3.*(Ts-Ta1). % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 37 Sigma5 = variavel1.'Ta=20 ºC'.*S.*Ts)/(k^2*E^2).*H). alpha.'-rx'.*S.*S. ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40. ohms 10 B=0.H.'Ta=30 ºC'.'Ta=10 ºC'.Vo2. 25 xlabel('H [W/m^2]'). 34 Sigma2 = variavel1.*S.5). 31 32 variavel1 = Ro.41 set(h. 30 H=[0:500:1500].*S.*(Ts-Ta4). 21 Ta4=10. grid on. 23 24 figure(1).'-k+'. hold on. 36 Sigma4 = variavel1. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. 19 Ta2=30.*H). alpha.00385.*H).*(U.H. % Amplitude do Pulso 15 R=100. alpha. 27 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').*(U.'-gs'. m^2 13 Ts=50.*H). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.'-yd').'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorrersistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. ºC^-1 11 a=0.H.*(U.*S.H.*H). 20 Ta3=20. 40 h = legend('Ta=40ºC'. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente.'-bo'.*(U. alpha.9. 35 Sigma3 = variavel1.*(1+B. alpha.*S.*S.*(Ts-Ta5).% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6. 22 Ta5=0.'Ta=0 ºC'.*(Ts-Ta3).*(Ts-Ta2). W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho').*(U.

Sigma5. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 E=1. 43 set(h. 30 31 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.'-k+'.%(Ts-Ta) 16 To=323. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. hold on.H. 25 26 figure(1).alpha*S*H). % Temperatura do Termistor Aquecido. ohms 11 B=3100. 28 ylabel('Ciclo de Trabalho').Sigma2. 27 xlabel('H [W/m^2]').6.Sigma4.H. 23 Ta4=283.H.28*10^-6. 32 H=[0:500:1500]. 24 Ta5=273. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30. 35 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta1).alpha*S*H).'Ta=303 K'.alpha*S*H).'Ta=293 K'. 36 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta2).'-rx'. 39 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta5). ºC 15 DeltaT=7.alpha*S*H). 29 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').'-bo'. 21 Ta2=303. 37 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta3).9. 42 h = legend('Ta=313 K'. 38 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta4).'- gs'.'Ta=273 K'.H. grid on. K 12 a=0.). % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323. 33 34 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)).'-yd'). 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. 40 41 plot(H.Sigma1.5.'Interpreter') UFCG 92 .5. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. 22 Ta3=293. % Resistência do Termistor na Temperatura To. % Amplitude do Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente 20 Ta1=313. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.alpha*S*H). % Coeficiente de Temperatura do Termistor.Sigma3.'Ta=283 K'.

*(1+(B. 21 Ta4=10.9.*(1+(B. 36 title('Tensão de Saída x Radiação'). grid on.*R+(Ro.*(1+(B.*S.5). 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*R+(Ro. hold on.*(Ta1+deltaT))))*(U. 22 Ta5=0.*(Ta2+deltaT))))+ (R.*S. 32 33 figure(1). 25 H=[0:500:1500].'Interpreter') UFCG 93 . Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante. ºC 14 deltaT=7.'-gs'.*(deltaT)-a.H. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.*(1+(B.^(1/2). 19 Ta2=30. 37 38 plot(H.'-k+'.*S.^2/Ro.'Ta=30 ºC'. 26 27 Vo1=(2.*S.^(1/2).00385.*S.Vo4.*H)). ohms 10 B=0.H.*H)).*(Ta5+deltaT))))+ (R.*(1+(B. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.Vo5.*(deltaT)-a. 31 Vo5=(2.^(1/2). 34 xlabel('H [W/m^2]').*(deltaT)-a.'-bo'.*(1+(B.'Ta=0 ºC'. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*R+(Ro. m^2 13 Ts=50. ºC^-1 11 a=0. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*(deltaT)-a. 20 Ta3=20.*H)). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.^2/Ro.*S. 40 set(h.*S.Vo3.^2/Ro.^(1/2). W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.Vo1. 35 ylabel('Vo [V]').*(Ta3+deltaT))))*(U.'-rx'.*(Ta5+deltaT))))*(U.*H)). 28 Vo2=(2.Vo2. ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40. 30 Vo4=(2.*(Ta4+deltaT))))+ (R.H.*(1+(B.^2/Ro. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(Ta4+deltaT))))*(U.*S. % Temperatura do Sensor Aquecido.*S.*(Ta1+deltaT))))+ (R.*R+(Ro.*S.'-yd').*(Ta3+deltaT))))+ (R. 29 Vo3=(2.H.*(1+(B.'Ta=20 ºC'.*(1+(B.^(1/2).'Ta=10 ºC'.*H)). % ºC (Ts-Ta) 15 R=100.*R+(Ro.*(1+(B.^2/Ro.5.*(Ta2+deltaT))))*(U. 39 h = legend('Ta=40 ºC'.*(deltaT)-a.

K 18 Ta1= 313.'-bo'.*(1.*S. 22 Ta5= 273.^2.*exp(B.*exp(B./(Ta5+deltaT)- 1.*S. % K (Ts-Ta) 14 R=30./(Ta2+deltaT)- 1./(Ta1+deltaT)- 1.Vo3. hold on.Vo2.*exp(B./(To))))./(To)))).'-yd').*H)).*exp(B. grid on. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(deltaT)-a.*(1.*(1.Vo4.*(1.*S.*H)).*(deltaT)-a.*S. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.^2.'-gs'. 36 title('Tensão de Saída x Radiação')./(Ta4+deltaT)- 1.% Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1./(To)))))+(R.*(U.28*10^-6.^2.*S. 20 Ta3= 293.^2.*(deltaT)-a./Ro./(To)))). K 11 a=0.*(1. 34 xlabel('H[W/m^2]')./(To)))))+(R. 31 Vo5=sqrt((2*R+(Ro.5./(To)))).*exp(B.*(1./(Ta4+deltaT)- 1.*H)).H. 25 H=[0:500:1500] 26 27 Vo1=sqrt((2*R+(Ro.H.*exp(B./(To)))))+(R. K 13 deltaT=7.*H)). % Área do Termistor sob radiação Incidente./Ro. 28 Vo2=sqrt((2*R+(Ro./(To)))))+(R./Ro.*S.Vo1.'-rx'.H.9. ohms 15 To=323.*S.H./(Ta2+deltaT)- 1.*(U./(To)))).*exp(B./(To)))))+(R.*(U. 29 Vo3=sqrt((2*R+(Ro.*H)). % Temperatura do Termistor Aquecido.*S. % Temperatura do Termistor em que a Resistência é Ro. ohms 10 B=3100./Ro. 21 Ta4= 283. K 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente.^2. 35 ylabel('Vo[V]').Vo5.*(deltaT)-a. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 32 33 figure(1).*(deltaT)-a.*(U.*(1. UFCG 94 .*(1.*exp(B.*(1. 30 Vo4=sqrt((2*R+(Ro. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30./(Ta1+deltaT)- 1./(Ta3+deltaT)- 1. 37 38 plot(H. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*S.'-k+'./(Ta3+deltaT)- 1. % Resistência do Termistor na Temperatura To.*S. 19 Ta2= 303.*(U./Ro.*exp(B./(Ta5+deltaT)- 1. m^2 6 Ts=323.*exp(B.*(1.

*(2. 32 Sigma4 =1. 21 Ta2=30.^2. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50.*(2. % ºC (Ts-Ta) 16 R=100./E.*R+Ro./E. hold on.^2. W/(m^2*ºC) 10 Ro=100. UFCG 95 .*(Ta2+DeltaT))+R.*(1+B. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.^2./E.*(Ta3+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H)./Ro. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.39 h = legend('Ta=313 K'.*R+Ro.*(Ta1+DeltaT))+R.*(1+B.^2.*(1+B.*(2.*(Ta4+DeltaT))+R. grid on. 34 35 figure(1).'Ta=293 K'.*(Ta3+DeltaT))+R.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.ohms 11 B=0. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido. 37 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 24 Ta5=0.*R+Ro.^2.5.*(1+B.00385.*(1+B.*(1+B. ºC 15 DeltaT=7. 31 Sigma3 =1. ohms 17 E=3.*(2. 33 Sigma5 =1./Ro. 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2 27 H=[0:500:1500].*(Ta1+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).'Ta=273 K').*R+Ro. % Amplitude de Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente ºC.'Ta=303 K'. 30 Sigma2 =1.*(Ta5+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).^2.8./Ro./E. 23 Ta4=10./E.'Ta=283 K'.*(2.^2./Ro.*(Ta2+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*(1+B.*(Ta4+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H). 40 set(h. 20 Ta1=40. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivocom o Ambiente. 36 xlabel('H [W/m^2]').*(1+B./Ro. % Coeficiente de Absorção do Sensor 13 S=20*10^-6.*(1+B.^2.^2.*(1+B.*(Ta5+DeltaT))+R. 7 % Valores Constantes: 8 9 U=211. ºC^-1 12 a=0. 22 Ta3=20. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.9. 28 29 Sigma1 =1.*R+Ro.^2.

*exp (B./(Ta1+DeltaT)-1. K 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente em K 20 Ta1=273./(Ro./E.*R+(Ro.*(2.*exp (B.Sigma3. 33 Sigma5=1. m^2 13 Ts=323.'-k+'.'-rx'.*(2.*(1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H)./(To))))+R.'Ta=20 ºC'.*(1./(Ta3+DeltaT)- 1.*(1. K 14 E=1.'Ta=30 ºC'.*exp (B. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1. 24 Ta5=313.H.*(1. % Amplitude de Pulso 15 DeltaT=7. 39 40 plot(H.^2./(To))))+R./(To))))+R.28*10^-6./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).^2.*exp (B. UFCG 96 .*(2./(Ta5+DeltaT)-1. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.*exp (B.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante./(Ta4+DeltaT)- 1./(To))))+R. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30.H./(Ro.5.^2.*R+(Ro./(Ta4+DeltaT)-1.'- gs'./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).^2. 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. 32 Sigma4=1.Sigma4.'Ta=0 ºC')./(Ta2+DeltaT)- 1.^2. 41 h = legend('Ta=40 ºC'.'Ta=10 ºC'.*R+(Ro.'-bo'.*(1. ohms 10 B=3100.*exp (B.^2.*(2.9. 31 Sigma3=1./E.*exp (B. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. K 11 a=0./(Ta2+DeltaT)-1.^2./(To))))+R.38 title('Ciclo de Trabalho x Radiação')./(Ta5+DeltaT)- 1.*(1.H./(Ro.*exp (B.*exp (B.*(1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).*(1. 23 Ta4=293. 21 Ta2=283. 42 set(h.Sigma2.'-yd'). % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro.H. 30 Sigma2=1./(Ta3+DeltaT)-1.*(1.Sigma1.^2. 27 H=[0:500:1500]./E. % Temperatura do Termistor Aquecido.*(1. 28 29 Sigma1=1.Sigma5.*R+(Ro./(Ro. ohms 17 To=323.*(2./E.%(Ts-Ta) 16 R=30.*exp (B.^2./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).^2. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. % Resistência do Termistor na temperatura To./(Ta1+DeltaT)- 1./(Ro.*R+(Ro./E. 22 Ta3=303.

*(((Ro.'-yd')./(2./(U./2). 44 45 figure(1).*k. 40 Sensib2= -(a.'-bo'.*E).*E). 37 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').*S.34 figure(2).*S. 42 Sensib4= -(a. 35 xlabel('H [W/m^2]').*(Ts-Ta)- a.*E). 37 Ta=[-20:5:40]./(U./(2.*Ts)).*S.*(1+B.*H3)).*S.H.*S./2). ºC^-1 24 a=0. m^2 26 Ts=50. % Amplitude de Pulso 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.^1.*S. % Área do Sensor Termorresistivo sob Incidência de Radiação.*(Ts-Ta)- a.'Ta=303 K'.*k.*S./(2.^1.5.*S.^1. grid on. 40 h = legend('Ta=313 K'.*H2)).*k. 43 Sensib5= -(a.'Ta=283 K'.H.Sigma5. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6. grid on.*H5)).*S.*(Ts-Ta)- a.*Ts)).*E).*S.*E).*(Ts-Ta)- a.*S.*(((Ro./(U.*H1)). 36 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 32 H3=500.*Ts)).H. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211./(U. ohms 23 B=0. 41 Sensib3= -(a. 31 H2=1000.*Ts)).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica.*(1+B. hold on. ºC 27 E=12.*(1+B.^1.*(Ts-Ta)- a.00385.*k.Sigma2.*H2).Sigma1. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0. 38 39 Sensib1= -(a./2).'-rx'./(2.^1.*H5).*H3). hold on.*(((Ro. 34 H5=0.*H1).*S. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100./2). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*(((Ro./2).'-k+'.*S.'Ta=293 K'.H.*(1+B. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.Sigma3.*H4)).9.*Ts)).Sigma4.5. 41 set(h.'- gs'. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC./(U.*S.*(((Ro. 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. UFCG 97 .*k. 38 39 plot(H.*H4).*S.*(1+B./(2.'Ta=273). 33 H4=100.

23 H5=0.*variavel))./2)./(U. % Temperatura do Termistor Aquecido. 35 36 figure(1).*k.*S./(U.^1. 31 Sensib2= -(a./2).'-bo'. 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.'- gs'./(2. 49 plot(Ta.5)./(2./(U./(U.% Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.*H5).*variavel)). 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0.*exp(B.*(Ts-Ta)- a.'H=500 W/m^2'./2).28*10^-6.5.9.*H2)./2).*S.^1.% Constante Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211. K 15 To=323.*H3)./(2.*(Ts-Ta)- a.Ta.*E). 34 Sensib5= -(a./(2.*S. 22 H4=100.*S.5. m^2 14 Ts=323.*H4).*S.*S.*S.*S.'H=100 W/m^2'.*S.*k.*exp(B. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'.'-yd').*(Ts-Ta)- a.^1. grid on.*H2)./(Ts)-1.*E).*(Ts-Ta)- a.*k.Ta. K 16 E=1.Sensib4. 48 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*((Ro.'-k+'. UFCG 98 . % Temperatura do Termistor na Resistência Ro.6.*S.*H1).*S.^1.Sensib2.*exp(B.*variavel)).'H=1000 W/m^2'./(U.Sensib5. 21 H3=500. 47 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').*((Ro. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*S.*((Ro.^1.*H5). 51 set(h. ohms 11 B=3100. % Resistência do Termistor na Temperatura To.*S.*exp(B.*(Ts-Ta)- a.*H4). 20 H2=1000./(To) 29 30 Sensib1= -(a. % Área do Termistor sob Incidência de Radiação.*H3).'-rx'.*S.*((Ro.'H=0 W/m^2'.*H1).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica.46 xlabel('Ta [ºC]').*E). W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.*((Ro.*variavel)).*exp(B. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente.Sensib1. 33 Sensib4= -(a. % Amplitude de Pulso 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.*S.*k.*variavel)).*E).Ta. hold on.*E). 32 Sensib3= -(a.Sensib3.*k. K 12 a=0./(2. 27 28 variavel=1./2).Ta. 26 Ta=[253:5:313].

grid on.'H=500 W/m^2'. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente. 47 48 figure(1).*H1. 41 42 Sensib1= -(a.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada. % Amplitude de Pulso 28 To=50.Ta. 34 H4=100.37 xlabel('Ta [K]').'-bo'.*(1+(B. 32 H2=1000. 50 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]'). 39 40 variavel= Ro. hold on.Ta. ºC^-1 24 a=0.5).*H5./((k.^2))./((k. 45 Sensib4= -(a.^2). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*Ts)).*Ro. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*E.00385.*Ro.^2). 51 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*E.'H=1000 W/m^2'.Ta. K 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500.*E.'H=0 W/m^2'.*(1+(B. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6.*S.5.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro.*H3.Sensib3.*S./((k.^2)). 33 H3=500. 43 Sensib2= -(a. 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*Ts)).*E./((k.^2). 41 h = legend('H=1500 W/m^2'.*S.^2).^2)). 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. UFCG 99 .*E. 22 Ro=100.*Ts)).*Ro.*Ro./((k.*Ts)).*(1+(B.*(1+(B. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211.'-rx'. 35 H5=0. 38 Ta=[-20:0. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').Sensib4.*Ts)). 46 Sensib5= -(a.*H2.Sensib2.'H=100 W/m^2'. 49 xlabel('Ta [ºC]'). 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.*H4.^2)).*S.^2). W/(m^2*ºC). 40 plot(Ta. 42 set(h.*(1+(B.*Ro.Sensib1.5. ºC 27 E=12. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 44 Sensib3= -(a.'-k+'.'-yd').*Ts)).*S. ohms 23 B=0.*(1+(B.'- gs'.Ta.^2)).Sensib5.2:40].9.

*Ro. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').Sensib5.52 plot(Ta.'-k+'. 37 xlabel('Ta [K]').*S.'-k+'.*Ro.Ta.Ta.^2)./((k.Ta.^2).'H=0 W/m^2').^2)).*E. 35 36 figure(1).*E.'-yd').Sensib3.28*10^-6. 20 H2=1000.^2).'Interpreter') UFCG 100 . % Resistência do Termsitor em To. 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 53 h = legend('H=1500 W/m^2'.Ta.*S.Ta. 41 h = legend('H=1500 W/m^2'.*Ro.*E. 33 Sensib4= -(a. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.5.6.'-yd').Ta.*exp(variavel).'H=0 W/m^2').5. 29 30 Sensib1= -(a.*H1. 34 Sensib5= -(a. K 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.^2)).'H=100 W/m^2'.Sensib5.'- gs'./(To). % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 40 plot(Ta.*exp(variavel).9.'H=500 W/m^2'. K 12 a=0.*exp(variavel).*Ro. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0. % Amplitude de Pulso 16 To=323.'- gs'.Sensib4.Sensib4.Sensib2./((k. 23 H5=0. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'-rx'.*exp(variavel)./((k.^2)). K 15 E=1. 27 28 variavel= 1.^2). 22 H4=100.'-bo'.Ta.Sensib1.'H=1000 W/m^2'. 54 set(h./((k.Sensib3./((k.Sensib1.*H5. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.^2)). m^2 14 Ts=323.'H=500 W/m^2'.*Ro. 31 Sensib2= -(a.*E.'H=1000 W/m^2'. % Temperatura de Aquecimento do Termistor equivalente a 50ºC. 32 Sensib3= -(a.^2)). 42 set(h.*H4.'Interpreter') Algoritmo da referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada.'H=100 W/m^2'./(Ts)-1.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.*S.*S.*E.Ta.*exp(variavel). ohms 11 B=3100. 26 Ta=[253:2:313].*H3. grid on.'-bo'. % Área do Termistor sob Radiação.^2). hold on.*S.Sensib2.'-rx'.*H2. 21 H3=500.

*H4)).*((variavel1). 45 Sensibilidade3= - (a./(variavel1)+R)).*H3.*S. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC./2.*H2)). *deltaT-a./(U. *deltaT-a.*(Ta+deltaT))).*S.*E.*E. *deltaT-a.9. 40 41 variavel1= (Ro.*S. 39 Ta=[-20:5:40].*S. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6. 47 Sensibilidade5= - (a. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211.*((variavel1).*sqrt((variavel1). ºC 28 deltaT=7.*H2. grid on.*S./(variavel1)+R))./(variavel1)+R)).*S.*H5. 34 H3=500. % Amplitude de Pulso 30 31 % Valores de Radiação em W/m^2 32 H1=1500. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.*S. 50 xlabel('Ta [ºC]').*S.5.*sqrt((variavel1). 42 43 Sensibilidade1= - (a. 33 H2=1000.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro.*S.*H1./(U.*H5))./(U. *deltaT-a. 48 49 figure(1). 44 Sensibilidade2= - (a.00385.*((variavel1)./(U. 37 38 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 46 Sensibilidade4= - (a./2. *deltaT-a./(variavel1)+R)).*H1)).*sqrt((variavel1).*S. 36 H5=0.*sqrt((variavel1).*S.*E. ºC 27 To=50./2. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100. %(Ts-Ta) 29 E=12./(variavel1)+R)). hold on.*S./2.*((variavel1). UFCG 101 .*H3)).*S./2.*E.*E. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica. ohms 23 B=0. ºC^-1 24 a=0.*H4.*(1+B.*sqrt((variavel1).*S.5. 35 H4=100.*((variavel1). % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50.*S. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo./(U.

'-gs'. 34 Sensibilidade2= - (a. % Área do Termistor sob Radiação.*((variavel1).Ta. 26 H5=0.*S.'- yd')./(variavel1)+R)).*H2.*H1.*exp(B.5. % Temperatura de Aquecimento do Termistor.'-k+'.*sqrt((variavel1). 54 h = legend('H=1500 W/m^2'. 27 28 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K 29 Ta=[253:5:313].'H=0 W/m^2').Ta. 53 plot(Ta. % Resistência do Termistor em To.*H1)).^-1)-1.*E./2. %(Ts-Ta) 17 E=12.Sensibilidade3.*S.Sensibilidade5.'-bo'.*S. m^2 14 Ts=323. K 12 a=0. % Resistências da Ponte de Wheatstone./2. 52 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'H=100 W/m^2'.51 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]'). ohms 19 20 21 % Valores de Radiação em W/m^2 22 H1=1500.'H=500 W/m^2'.'H=1000 W/m^2'. 24 H3=500. % Amplitude de Pulso 18 R=30.*((variavel1).*(((Ta+deltaT).*H2)).*S./(U. K 16 deltaT=7.5.*S./To))). 23 H2=1000. 25 H4=100.* deltaT-a. 32 33 Sensibilidade1= - (a.Ta. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 55 set(h.*sqrt((variavel1).* deltaT-a.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0.Sensibilidade1. ohms 11 B=3100./(U. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.*E.'- rx'. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.Sensibilidade2.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica.Sensibilidade4. K 15 To=323. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211. 30 31 variavel1= (Ro.Ta./(variavel1)+R)).9.28*10^-6. UFCG 102 .*S.

*E.*(1+B.*H3. hold on.'H=100 W/m^2'.*E.*H4.'H=500 W/m^2'.5.*((variavel1). %Amplitude do Sinal 15 To=50./2.% Temperatura do Sensor na Resistência Ro. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. 28 29 variavel1= (Ro.*sqrt((variavel1).Sensibilidade5./(U. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo./(variavel1)+R)).* deltaT-a./(U.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor temorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada.'-yd'). % Temperatura de Aquecimento do Sensor ºC 14 E=3.*S.Sensibilidade2.*S./(U./(variavel1)+R)). 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*H5. 21 H2=1000. ohms 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1=1500. ºC 16 deltaT=7.*S.%Resistências da Ponte de Wheatstone./2.*S.35 Sensibilidade3= - (a.*S.Ta.* deltaT-a.*((variavel1).'-rx'. 43 plot(Ta. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. 24 H5=0.*H4)). 23 H4=100.Ta.Sensibilidade1. 45 set(h.Sensibilidade3. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*S.'H=1000 W/m^2'. 37 Sensibilidade5= - (a.*(deltaT+Ta))).*S.*sqrt((variavel1).*S.*sqrt((variavel1). grid on. 41 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]'). 38 39 figure(1).*E. 22 H3=500. 40 xlabel('Ta [K]').* deltaT-a. 36 Sensibilidade4= - (a. 27 Ta=[-20:5:40]. 44 h = legend('H=1500 W/m^2'.Ta.Sensibilidade4. %(Ts-Ta) 17 R=100. ohms 10 B=0.'- k+'. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.9. UFCG 103 . 42 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'-gs'.*((variavel1). % Área do Sensor sob Radiação m^2 13 Ts=50.8.*H5))./2.00385.'H=0 W/m^2').*H3)).*S.Ta.'-bo'. ºC^-1 11 a=0./(variavel1)+R)).

Ta.'H=500 W/m^2'.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada.30 31 Sensibilidade1= - ((a.28*10^-6. 23 H5=0.Ta. 24 25 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 33 Sensibilidade3= - ((a./(((variavel1).'H=0 W/m^2'). 41 plot(Ta. ohms 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.^2).*S.Sensibilidade1.*(variavel1). 35 Sensibilidade5= - ((a. % Temperatura de Aquecimento do Termistor.*H1.^2)).*H4. 22 H4=100. 43 set(h.*E. UFCG 104 .*(variavel1).*H3. 20 H2=1000. 21 H3=500./(((variavel1).*S. 42 h = legend('H=1500 W/m^2'. grid on. 38 xlabel('Ta [ºC]').Ta.*E.*S. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.^2)). 6 % Valores Constantes: 7 U=211. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone.*E. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 8 Ro=30.^2)).*S. 39 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]')./((variavel1)+R)). 40 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*(variavel1).'H=1000 W/m^2'.Sensibilidade2. 36 37 figure(1). 32 Sensibilidade2= - ((a. ohms 9 B=3100.'-rx'.*S.^2)).^2)./(((variavel1)./((variavel1)+R)).'- k+'.*E. K 15 deltaT=7.*H2.^2). 34 Sensibilidade4= - ((a.'-bo'.*H5.'-gs'.Sensibilidade5. % Resistência do Termistor à temperatura To.Sensibilidade4.*(variavel1)./(((variavel1)./(((variavel1).*E. % Área do Termistor sob Radiação. % Amplitude de Pulso 14 To=323.'-yd').9. K 10 a=0.Ta./((variavel1)+R)).Sensibilidade3./((variavel1)+R)). m^2 12 Ts=323.^2).'H=100 W/m^2'. K 13 E=1.*(variavel1). % Coeficiente de Absorção do Termistor 11 S=1. hold on.^2).^2)). %(Ts-Ta) 16 R=30./((variavel1)+R)).5.

'Interpreter') UFCG 105 ./((variavel1)+R)). grid on./((variavel1).*(variavel1).*H2.Ta.'H=100 W/m^2'.^2.*H4.^2).Ta.^2). 27 28 29 variavel1= (Ro.*S. 33 Sensibilidade3= - (a./((variavel1)+R)).^2). hold on.*S./((variavel1)+R)).Sensibilidade3.^2.^2).*(variavel1).Sensibilidade1./((variavel1)+R)).'-rx'. 32 Sensibilidade2= - (a. 35 Sensibilidade5= - (a. 41 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente')./((variavel1)+R)). 43 h = legend('H=1500 W/m^2'./To))) 30 31 Sensibilidade1= - (a. 39 xlabel('Ta [K]'). 40 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').*H1.*(((Ta+deltaT).Ta.*E./((variavel1).^2.Ta.'-bo'.'- k+'.*S.*(variavel1).^2).^2.*E.*S.*E./((variavel1).'H=0 W/m^2').Sensibilidade4.'-gs'. 36 37 38 figure(1). 44 set(h.Sensibilidade2.*E.'H=500 W/m^2'. 42 plot(Ta.*H5.^2.*(variavel1)./((variavel1).*S.*exp(B.Sensibilidade5.^-1)-1.*E. 34 Sensibilidade4= - (a.26 Ta=[253:5:313].'H=1000 W/m^2'.*(variavel1)./((variavel1).*H3.'-yd').