UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

RADIÔMETRO SOLAR DE EQUIVALÊNCIA ELÉTRICA COM SENSOR
AQUECIDO À DIFERENÇA DE TEMPERATURA CONSTANTE

PETROV CRESCENCIO LOBO

CAMPINA GRANDE – PARAÍBA – BRASIL
MARÇO DE 2015

U NIVERSIDADE F EDERAL DE C AMPINA G RANDE
C ENTRO DE E NGENHARIA E LÉTRICA E I NFORMÁTICA
P ROGRAMA DE P ÓS -G RADUAÇÃO EM E NGENHARIA E LÉTRICA

R ADIÔMETRO S OLAR DE E QUIVALÊNCIA E LÉTRICA CO M S ENSOR
A QUECIDO À D IFERENÇA DE T EMPERATURA C ONSTANTE

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO APRESENTADO À COORDENADORIA
DO P R O G R A M A D E P Ó S -G R A D U A Ç Ã O E M E N G E N H A R I A E L É T R I C A
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE, EM
CUMPRIMENTO ÀS EXIGÊ NCIAS PARA OBTEN ÇÃO DO GRAU DE
MESTRE EM CIÊNCIAS NO DOMÍNIO DA ENGENHARIA ELÉTRICA.

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO

RAIMUNDO CARLOS SILVÉRIO FREIRE, DR.
ORIENTADOR

C AMPINA G RANDE – P ARAÍBA – B RASIL ,
M ARÇO DE 2015

UFCG 2

FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFCG

L799r Lobo, Petrov Crescencio.
Radiomêtro solar de equivalência elétrica com sensor aquecido à
diferença de temperatura constante / Petrov Crescencio Lobo. – Campina
Grande, 2015.
104 f. : il. color.

Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) – Universidade Federal
de Campina Grande, Centro de Engenharia Elétrica e Informática, 2015.

"Orientação: Prof. Dr. Raimundo Carlos Silvério Freire, Prof. Dr.
Sebastian Yuri Cavalcante Catunda".
Referências.

1. Sensor Termorresistivo. 2. Sensibilidade. 3. Radiação Solar.
4. Termistor. I. Freire, Raimundo Carlos Silvério. II. Catumba, Sebastian
Yuri Cavalcante. III. Título.

CDU 621.317(043)

UFCG 3

UFCG 4 . Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades. Lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível.

Júlio Lobo (In Memoriam) e César Lobo (In Memoriam). e Francisco Maria da Cunha Sousa (In Memoriam). Filomena Dias Sousa (In Memoriam) e Áurea Dias Lobo (In Memoriam). DEDICATÓRIA Às minha avós. Ivanilza Araújo UFCG 5 . Crescencio Lobo (In Memoriam). Aos meus avôs. Aos meus tios. Aos meus pais Pio Lobo e Helga Lobo À minha futura esposa.

Universidade Federal de Campina Grande. por conceder os pedidos solicitados. Aos colegas Vanderson de Lima Reis e Josnier Ramos Guardarrama. pela disponibilidade de tempo. Thais Luana e Arthur Luiz. AGRADECIMENTOS Aos professores Raimundo Carlos Silvério Freire e Sebastian Yuri Catunda. pela orientação deste trabalho. pela contribuição nos assuntos pertinentes à este trabalho. dedicação e tempo. Ao professor Benedito Antonio Luciano. Ao CNPq. pela grande paciência. Newton Sávio. pelas aulas ministradas durante o mestrado. Ao amigo Marcus Tenório. Aos amigos Vanuza Marques. ao longo da execução deste trabalho. Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico. À UFCG. Viviane Martins. pela concessão de bolsa de pesquisa para a execução deste trabalho. Aos membros da Coordenação e Colegiado do Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica da UFCG. UFCG 6 . pelo acolhimento e pela oportunidade em cursar o mestrado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica.

a mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma temperatura constante. menor influência da grandeza interferente e maior influência da grandeza de entrada. H. que apresentam melhor resposta em frequência e utilizam este princípio. Ta. Neste trabalho é proposta uma arquitetura alternativa em que se faz constante a diferença de temperatura entre o sensor e o ambiente. RESUMO Para a medição de grandezas físicas.PWM). Para ambas as configurações neste trabalho desenvolveram-se expressões e realizaram-se simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade de arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas (moduladas em duração de pulso . à uma temperatura previamente determinada. Foram feitas comparações entre as arquiteturas. velocidade do fluido ou temperatura do meio é compensada variando-se o aquecimento elétrico devido à realimentação negativa utilizada. v e temperatura. Dentre as arquiteturas clássicas. UFCG 7 . e a variação da radiação térmica incidente. saída analógica e com sensor termorresistivo do tipo PTC tinham melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa. utilizando o princípio da equivalência elétrica. velocidade de fluidos. como radiação. existem configurações que se baseiam em sensores termorresistivos. O sensor é aquecido por efeito Joule. para sensores dos tipos PTC e NTC. verificando-se que as arquiteturas com diferença de temperatura constante. mantendo o sensor à uma temperatura quase constante.

Comparisons were made between the architectures. maintaining the sensor at an almost constant temperature. the most common is the one that uses a thermoresistive sensor heated to a constant temperature. Among the classic architectures. H. Ta. UFCG 8 . ABSTRACT For the measurement of physical quantities. and the variation of thermal radiation. In this work it is proposed an alternative architecture that makes constant the temperature difference between the sensor and the environment. For both configurations. which use the principle of electrical equivalence. verifying that architectures with constant temperature difference. were developed expressions and simulations held for the output signal as a function of the input and the sensitivity of architecture with analog outputs and pulsed (modulated pulse duration . v. analog output and thermoresistive sensor PTC had better performance with respect to the sensitivity. The sensor is heated by Joule effect to a previously stipulated temperature. there are settings based on thermoresistive sensors. and temperature.PWM) for sensors types of PTC and NTC. which have better frequency response and use this principle. in this work. such as radiation. velocity fluids. temperature or flow velocity of the medium is compensated by varying the electric heating due to the negative feedback used. the less influence of interfering variable and the greater influence of input variable.

6 – Circuito de Realimentação 30 UFCG 9 .4 – Radiômetro de Equivalência Elétrica com Sensor aquecido à 27 Temperatura Constante 1.1.1 – Princípio da Equivalência Elétrica 23 1.1. ÍNDICE RE S U M O 6 AB S T R A C T 7 Í NDI C E 8 L I S T A D E FI GU R A S 14 L I S T A D E Q U A D R OS 16 LISTA DE ABREVIAÇÕES 17 L I S T A D E S Í M B OL OS 18 I NT R O D U Ç Ã O 20 Objetivos Gerais 21 Objetivos Específicos 21 CA PÍ T U L O I – M E T OD OL O GI A 23 1.1.1.2 – Radiômetro de Equivalência Elétrica 24 1.1.5 – Radiômetro de equivalência elétrica com Sensor aquecido à 29 Diferença de Temperatura Constante 1.1.1 – Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 23 1.3 – Método da Compensação e Substituição 26 1.

8 .8 . 3.Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 31 Constante 2.7 .CA PÍ T U L O II – E X P R E S S ÕE S M AT E M ÁT I C AS D O S S I NAI S DE S AÍ D A DO S S E N S O R E S T E R M OR R E S I S T I V OS 31 2.Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à 33 Temperatura Constante 2.3 . 3.Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada 40 Aquecido à Temperatura Constante.3 .1 . 3.1 .Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 35 Constante 2.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 40 à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 37 Temperatura Constante 2.Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à Diferença 36 de Temperatura Constante 2.Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 35 Temperatura Constante 2. UFCG 10 .Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 37 CA PÍ T U L O I I I – E X P R E S S Õ E S M AT E M ÁT I C AS DA S E NS I B I L I D AD E D OS S E NS O R E S T E R M O R R E S I S T I V O S 39 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante. 3.Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 33 Constante 2.Expressão da Sensibilidade do Sensor NTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante. 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 39 à Temperatura Constante.2 .7 .Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 40 à Temperatura Constante.6 .5 .4 .5 .2 .6 – Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 41 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 39 Aquecido à Temperatura Constante. 3.4 . 3.

Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 47 Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de 49 Temperatura Constante 4.1 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 53 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.8 .2 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de 52 Temperatura Constante CA PÍ T U L O V– A N Á L I S E D A S E NS I B I L I DA D E RE L AT I V A E M RE L AÇ ÃO À T E M PE R A T U R A A M B I E N T E 53 5.5 .CA PÍ T U L O I V – A V A L I A Ç Ã O D A DE PE N D Ê NCI A D A G RA N DE Z A DE 42 S AÍ D A C OM A G R A N D E ZA I NT E R FE RE N T E 4.3 .4 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 56 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 51 Diferença de temperatura Constante 4.5 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 57 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 44 Temperatura Constante 4.7 .6 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 58 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.4 .7 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 59 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante UFCG 11 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 48 Diferença de Temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 45 Constante 4.6 .1 .3 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 55 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 46 Temperatura Constante 4.2 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 54 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.

1 – Conclusões 72 7.4 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da 64 Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6.2 – Perspectivas 73 CA PÍ T U L O I X – M A T E R I A I S E M É T O D OS 77 RE FE R Ê N C I A S 78 UFCG 12 .2 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função 62 da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6. 5.8 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 60 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I – D I N Â M I C A DE S AÍ DA – AV AL I A ÇÃ O D A DE PE N D Ê NCI A DA G R A N D E ZA D E S A Í D A C OM A G RA ND E ZA DE E NT R AD A 61 6.5 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de 65 Temperatura Constante 6.7 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura 67 Constante 6.8 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação 68 do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I I – RESULTADOS 69 C A PÍ T U L O V I I I – C ON C L U S Õ E S E PE RS PE C T I V AS 72 7.6 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura 66 Constante 6.3 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura 63 Constante 6.1 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Temperatura 61 Constante 6.

APÊ N D I C E S 80 Apêndice I – Algoritmos para as Simulações 80 Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 80 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 81 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 82 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 83 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 84 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 85 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 86 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 87 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 88 de Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 89 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 90 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 91 à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 92 de Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 93 Aquecimento à Diferença de Temperatura Constante UFCG 13 .

Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 94 Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 95 à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 96 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 97 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 98 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 99 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 100 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 101 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 102 Temperatura Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 103 Temperatura Constante em Saída Pulsada UFCG 14 .

no Laboratório LIMC da UFCG 27 FIGURA 5 Radiômetros com Sensor Aquecido à Temperatura Constante (a) – Saída Analógica. 28 FIGURA 6 Arquitetura contendo Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante: (a) – Saída analógica. (b) – Saída em Duração de Pulso. (b) – Saída em Duração de Pulso. (c) – Forma de Onda de Vp. LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA 21 FIGURA 2 Piranômetro EPPLEY modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande 23 FIGURA 3 Par de Sensores Termorresistivos inseridos em um Hemisfério de Vidro 26 FIGURA 4 Termistor NTC inserido em um Hemisfério de Vidro. 45 FIGURA 10 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 46 FIGURA 11 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 47 FIGURA 12 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 48 FIGURA 13 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 49 FIGURA 14 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante com Destaque na Variação de Vo na temperatura de 253 K 50 FIGURA 15 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante 51 FIGURA 16 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 52 FIGURA 17 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 53 FIGURA 18 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 54 UFCG 15 . 29 FIGURA 7 Configuração de um Instrumento de Equivalência Elétrica 30 FIGURA 8 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 44 FIGURA 9 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante. (c) – Forma de Onda de Vp.

FIGURA 19 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 55 FIGURA 20 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 56 FIGURA 21 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 57 FIGURA 22 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 58 FIGURA 23 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 59 FIGURA 24 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 60 FIGURA 25 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 61 FIGURA 26 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 62 FIGURA 27 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 63 FIGURA 28 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante na Saída Pulsada 64 FIGURA 29 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 65 FIGURA 30 Dinâmica de Saída do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 66 FIGURA 31 Dinâmica de Saída Pulsada do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 67 FIGURA 32 Dinâmica de Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 68 FIGURA 33 Esquemático da Ponte de Wheatstone 73 FIGURA 34 Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad 74 FIGURA 35 Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone 74 FIGURA 36 Termistor NTC 75 FIGURA 37 Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante 75 UFCG 16 .

LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante 42 QUADRO 2 Parâmetros para Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 43 QUADRO 3 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 4 Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 5 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação 70 UFCG 17 .

LISTA DE ABREVIAÇÕES NTC Coeficiente de Temperatura Negativo PTC Coeficiente de Temperatura Positivo PWM Modulação em Largura de Pulso RMS Valor Quadrático Médio LIMC Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas UFCG Universidade Federal de Campina Grande PCI Placa de Circuito Impresso UFCG 18 .

LISTA DE SÍMBOLOS m Massa do sensor (kg) c Calor específico do sensor (J/kg oC) U Coeficiente Global de transferência de calor (W/ m2 oC) t Tempo (s) Ta Temperatura ambiente (oC) Ts Temperatura do sensor (oC) Pe Potência elétrica dissipada por efeito Joule (W) Rs Resistência elétrica do sensor na temperatura Ts (Ω) Ro Resistência elétrica do sensor na temperatura de 0 oC (Ω) para PTC e na temperatura To (K) para o sensor NTC τ Constante de tempo intrínseca do sensor termo-resistivo (s) β Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do PTC (oC-1) H Radiação incidente (W/m2) ∆T Diferença entre a temperatura do sensor termorresistivo Ts. Ta (oC) I Corrente elétrica (mA) S Área do sensor exposta à radiação incidente (mm2) To Temperatura do sensor NTC quando sua resistência for Ro (K) B Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do sensor NTC (K) Vs Tensão elétrica sobre o sensor (V) Vo Tensão de saída do amplificador operacional (V) h Coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente a Parâmetro característico do sensor b Parâmetro característico do sensor v Velocidade do fluido E Amplitude do pulso α Coeficiente de absorção do sensor UFCG 19 . e a temperatura do ambiente.

?? ? UFCG 20 .τ/P Variável de saída Is Corrente elétrica que passa no sensor de resistência Rs P Comprimento do pulso ??? ? Derivada normalizada de ?? em relação à ? . ?? ? ? ? ? ? ? Derivada normalizada de em relação à ? ? .

por outro lado. Na Alemanha. existem condições favoráveis para o uso rentável da energia eólica. UFCG 21 . Além desta motivação. a procura de novas alternativas para a medição de temperatura e radiação tem se tornado cada vez mais constante. e a radiação global anual incidente é menos do que a metade da média iraniana [2]. muito boas oportunidades para a ampliação do uso de energia hídrica. Apenas com uma avaliação superficial sobre o consumo de energia. INTRODUÇÃO No cenário da instrumentação em eletrônica. químicos e biológicos que ocorrem na natureza é a radiação solar. ou ainda. Investigações referentes à radiação solar. porém informações confiáveis sobre este assunto são escassas. bem como o cenário ideal para o uso da energia solar. uma vez que a energia solar. vem se tornando uma fonte de energia complementar. Sua aplicação engloba diversas áreas científicas além de ser um indicador de variação meteorológica. enfrentam muitas limitações em função da baixa densidade de estações radiométricas sobre a região Nordeste do Brasil [1]. torna-se possível perceber que o desenvolvimento de um determinado país está diretamente relacionado a ele. há bastante tempo. há estudos e implantações de outras formas de captação de energias complementares. em outras atividades humanas. Na Figura 1. em relação às outras fontes de energia já conhecidas. O nível de radiação incidente recebido no Irã é mundialmente um dos mais altos. A radiação solar global neste país é de aproximadamente de 5300 (Whm-2 dia-1). (2010) destaca que a principal fonte de energia que rege os processos físicos. os problemas de energia compõem temas de discussões pelo o mundo. está representado o mapa do potencial de energia solar mundial. tem uma grande quantidade de fontes de energia renováveis. O Irã por exemplo. ou complementar. existe a importância da utilização da energia solar como fonte de energia renovável. Isto requer um conhecimento maior acerca desta fonte de energia. Hoje. SILVA.

Objetivos Gerais Propõe-se apresentar uma arquitetura alternativa à arquitetura clássica. visando uma sensibilidade maior e dinâmica de saída melhor do que a arquitetura com sensor aquecido à temperatura constante. UFCG 22 . Figura 1 – Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA (kW/m2/ano). Em face da temática mencionada. é possível perceber importância da pesquisa de instrumentos que sejam capazes de medir radiação de maneira cada vez mais eficiente. objetiva-se comparar ambas as arquiteturas para verificar qual modelo tem o melhor desempenho. Objetivos Específicos  Levantar informações pertinentes à estudos anteriores relativos à radiômetros configurados por equivalência elétrica. Após o desenvolvimento das expressões e simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade. para as arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas com sensores termorresistivos do tipo PTC e NTC. 2012 – Adaptado de [2]. em que o sensor termorresistivo é aquecido à uma diferença de temperatura constante em relação à temperatura ambiente.

e verificar qual arquitetura e sensor tem melhor desempenho.  Efetuar um comparativo entre os tipos de sensores e arquiteturas analisadas. realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza de entrada.  Desenvolver as expressões matemáticas das saídas (analógicas e pulsadas) e sensibilidade dos sensores termorresistivos tipo PTC e NTC nas arquiteturas à temperatura constante e à diferença de temperatura constante entre o sensor e ambiente.  Realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza interferente. e utilizando parâmetros de sensores existentes. UFCG 23 .  Realizar simulações para a sensibilidade.  A partir das expressões. Realizar estudos sobre a configuração do radiômetro à diferença de temperatura constante.

de forma que a grandeza de saída seja equivalente à intensidade da radiação incidente. temperatura ou velocidade do fluido. Na caracterização e uso de sensores metálicos em sistemas para medição de grandezas como radiação. para medição de determinadas grandezas físicas. O princípio da equivalência elétrica em sensores termorresistivos pode ser implementado por métodos de compensação e de substituição [3]. Figura 2 – Piranômetro EPPLEY Modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande. diferenças entre a geometria dos sensores. em concordância com a Primeira Lei da Termodinâmica. utilizam a diferença de temperatura entre dois sensores. CAPÍTULO I . conforme representado na Figura 2.1 Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 1. mantido à temperatura constante. como por exemplo nos piranômetros à termopilha. (2) UFCG 24 . ?. Porém.1 Princípio da Equivalência Elétrica Existem instrumentos que. requerem uma calibração individual para cada um. (?? − ?? ) + ?? . sendo: (1) ?? ℎ = ? + ?? ? . o ambiente no qual estão inseridos. ? + ?? = ℎ.Metodologia 1. ?. pode-se descrever [4]: ??? ?. uma maneira para contornar tais problemas é a utilização de uma técnica de medição com maior acurácia utilizando apenas um sensor.1. em que a variação da potência elétrica disspipada pelo sensor é equivalente à potência absorvida pela radiação incidente. Sendo assim.

Sendo assim. S é a área exposta à radiação incidente. Alguns órgãos ligados à serviços meteorológicos fornecem dados referentes à radiação solar. Tais UFCG 25 . e h é o coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente dado pela expressão (2). dentre outras aplicações [7]. ?. (?? − ?? ). Em (2). determinar o potencial energético (solar). e um espectro amplo (a exemplo do espectro solar que abrange um gradiente de 0. Mas falta um instrumento de medição que possibilita aferir e assim. e para radiômetros. sensibilidade elevada. c é o calor específico. Ta a temperatura ambiente e Vs é a tensão sobre o sensor termorresistivo ou termistor [6]. a expressão de equilíbrio termodinâmico para um sensor termorresistivo eletricamente excitado. Ts é a temperatura do sensor. Rs é a resistência do sensor temorresistivo. U é a constante de troca de calor do sensor com o ambiente. um radiômetro é de bastante utilidade para este fim e para outros. Em equilíbrio de estado térmico. h pode ser substituído por U.em que m é a massa específica do sensor. não há exatidão nestas medições. podendo ser implementado em outras regiões e aplicações em projetos diversos. armazenamento de água. [7]. há um maior atrativo na exploração da energia solar. Em um instrumento medidor de radiação. como por exemplo a previsão do clima. é dada por [5]: ?2 ?.2 Radiômetro de Equivalência Elétrica Em regiões como por exemplo o Norte e Nordeste do Brasil. a e b são parâmetros característicos do sensor e v é a velocidade do fluido a ser medido (no caso de anemômetros) [5] α. ou seja. mas o problema é que para o fornecimento de tais serviços. é desejável que o mesmo possua uma resposta rápida. ? é o coeficiente de absorção. em regime permanente.29 µm à 3.1. constante de tempo pequena. ? + ?? = ?. ?. pois a incidência de radiação solar é favorável durante praticamente todo o ano. ??? ⁄?? = 0. 1. e ?? é a Potência Joule dissipada. outro fato é que os bancos de dados são ecassos assim como os meios necessários à exploração das medidas. meteorologia.2 µm) e por fim. (3) ? em que H é a radiação incidente na superfície do sensor. tais como os de irrigação. na presença de radiação incidente. A partir de (1).

características são determinantes em relação à qualidade do instrumento de medição e são fatores
importantes a serem consideradas no projeto do mesmo [7].
Há dois tipos de sensores de radiação solar: os sensores térmicos (que englobam
termopares, sensores termorresistivos, etc) e os sensores ópticos, que são representados pelo diodo
fotossensível, célula fotovoltaica, etc. Os primeiros tem resposta lenta e espectro amplo e os ópticos
possuem resposta rápida e espectro limitado. Não há em um mesmo tipo de sensor, características
apropriadas para que seja possível utilizá-los em um instrumento medidor de radiação solar, que
seja capaz de responder à variações rápidas de radiação [7].
Os termopares e sensores termorresistivos são mais apropriados para a medição da
radiação solar, mesmo tendo resposta lenta, pois respondem a todo o espectro de radiação do Sol.
Porém, em alguns testes foi possível perceber que o tempo de resposta do sensor depende da
estrutura na qual ele é colocado. Esta estrutura pode ser composta por uma malha aberta ou malha
fechada, ou seja, realimentada. No primeiro caso, em tais experimentos, obteve-se uma constante
de tempo em torno de 15 s, e cerca de 600 ms para o modelo de malha com realimentação. Sendo
assim, são utilizados sensores termorresistivos em estruturas realimentadas para medição da
radiação solar, caracterizando uma configuração que responda a todo espectro solar com uma
constante de tempo relativamente baixa [7].
A resistência de um sensor termorresistivo possui variação de acordo com a radiação
incidente. Esta, causa uma variação na temperatura do sensor. Nestes radiômetros, variações nas
grandezas interferentes, tais como temperatura ambiente, influenciam nas suas características
durante o tempo. Desta maneira, é preciso adotar algum modo de compensação e calibração para
o sensor termorresistivo. [7]
Uma maneira para a implementação de radiômetros de equivalência elétrica consiste no
ajuste da intensidade de corrente elétrica no sensor de acordo com a variação da radiação,
objetivando-se manter a sua temperatura constante e, consequentemente, sua resistência. Em outras
palavras, uma variação na potência térmica produzida pela radiação no sensor é substituída por
uma variação igual e de sentido oposto na potência elétrica dissipada no mesmo, de modo a manter
a sua temperatura constante. Medindo-se a variação de corrente no sensor, pode-se determinar a
variação de sua potência elétrica e, consequentemente, as radiações absorvidas sobre o mesmo. A
radiação absorvida pelo sensor é igual à radiação incidente vezes o coeficiente de absorção. No
caso ideal, em que o coeficiente de absorção do sensor é 1, se as referidas radiações são iguais [7].

UFCG 26

1.1.3 Método da Compensação e Substituição
No princípio da equivalência elétrica há duas abordagens: Método da compensação e da
substituição. No primeiro, faz-se o uso de dois sensores radiômetros, um de cor preta, e outro de
cor branca. O primeiro sensor absorve a radiação incidente enquanto o segundo, refletindo a
radiação, possibilita fazer a compensação, conforme representado na Figura 3 [7], [8].

Figura 3 – Par de sensores termorresistivos inseridos em um hemisfério de vidro –
Adaptado de [8].

A segunda abordagem consiste no método da substituição, em que há somente um sensor
termorresistivo Rs, conforme representado na Figura 4, e uma fonte controlada de corrente I.
Quando há uma variação na grandeza física de entrada, como por exemplo a radiação solar, tem-
se uma variação respectiva da resistência elétrica do sensor. Com o ajuste da corrente I, de maneira
que Rs fique constante, tem-se na variação de Is, uma medida indireta da variação da radiação [7].

UFCG 27

Figura 4 – Termistor NTC inserido em um hemisfério de vidro, no laboratório LIMC da UFCG.

1.1.4 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à temperatura
constante
Dentre as diversas configurações para a medição de grandezas físicas (a exemplo da
radiação), a arquitetura mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma
temperatura constante. Determina-se primeiramente uma temperatura para aquecimento do sensor,
e o mesmo é então aquecido sob efeito Joule. O instrumento é submetido à uma variação da
radiação térmica incidente, sendo assim irá ocorrer variação na temperatura do sensor. A
compensação é obtida pela realimentação negativa utilizada, variando-se o aquecimento elétrico,
mantendo o sensor à uma temperatura quase constante.
Neste trabalho, consideraram-se os radiômetros com saídas analógicas e pulsadas, do tipo
PTC (Coeficiente de Temperatura Positivo) e NTC (Coeficiente de Temperatura Negativo).
Na Figura 5 está representada a arquitetura clássica, utilizando a Ponte de Wheatstone com
saídas do sinal analógico (a) e PWM (b). Em largura de pulso, P e E são constantes e  é o ciclo de
trabalho (P é a variável de saída). É considerado ainda na Figura 5 o sensor termorresistivo PTC.
Se o sensor utilizado for um termistor NTC, deve-se inverter as entradas + e – do amplificador
operacional.
Com o sensor aquecido e submetido a um aumento de radiação, sua temperatura tende a
aumentar (PTC). Dessa forma, com a realimentação do circuito, a corrente no sensor diminui (PTC)
de modo a manter sua resistência Rs e sua temperatura Ts aproximadamente constantes. Caso a
radiação diminua, o processo se dá de forma inversa [9].

UFCG 28

a relação entre radiação H e a duração de pulso é linear [8]. Para um sensor termo-resistivo NTC a relação entre sua resistência e sua temperatura é dada aproximadamente pela expressão de Steinhart-Hart: 1 1 ?.( − ) ?? ≅ ?? . ? ?? ?? . As formas de onda são de período P e amplitude E. ?? ) . A resposta térmica destes sensores é a função do valor RMS da potência elétrica. A inserção de um modulador PWM no ciclo de realimentação do circuito. Desprezando-se o efeito da tensão de desvio do amplificador operacional. Vp excita a ponte. Figura 5 . (4) em que R0 é a resistência do sensor à 273 K e β é o seu coeficiente de temperatura.Radiômetros com sensor aquecido à temperatura constante: (a) – saída analógica. e B é o seu coeficiente de temperatura. (5) em que R0 é a resistência do sensor em uma temperatura de referência T0 em Kelvin. (c) – forma de onda de Vp – adaptado [9]. Continuando a análise na Figura 5. considerando que o período do pulso é bem menor que a constante de tempo intrínseca ao sensor. Para um sensor termo-resistivo do tipo PTC é válida a expressão para a sua resistência: ?? ≅ ?? (1 + ?. Neste trabalho. (b) – saída em duração de pulso. possibilita obter uma relação linear entre o mesurando e a tensão de saída do amplificador operacional. e para os radiômetros. propõe-se outra forma em que se mantém constante a UFCG 29 .

representado na Figura 6 [9]. gerada por um bloco de controle C. (b) – saída em duração de pulso. tanto para implementações de circuitos com o sensor termorresistivo PTC como para o termistor NTC. implementando-se um bloco de controle a ser descrito a seguir. (c) – forma de onda de Vp – adaptado de [9]. Neste outro modelo. para aferição da grandeza interferente.5 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à diferença de temperatura constante Propõe-se a implementação de uma arquitetura alternativa à clássica. tanto como outra entrada para Vo ou Vp.temperatura entre o sensor e o ambiente.1. como representada na Figura 5. Existe uma entrada neste bloco. o objetivo é que a diferença de temperatura entre o ambiente e o sensor permaneça constante a partir de uma saída kVo (ou kVp). UFCG 30 . 1. Figura 6 – Arquitetura contendo sensor aquecido à diferença de temperatura constante: (a) – saída analógica. a temperatura ambiente Ta.

Figura 7 – Configuração de um instrumento de equivalência elétrica – adaptado de [10]. analisando as características estáticas. Sabendo que um valor de referência. que pode ser o valor da energia elétrica no sensor com o mensurando igual a zero. [11]. ou seja Vos = 0. Conforme a Figura 7. Nestes circuitos. a variação da energia térmica incidente sobre o sensor. Na prática. por experimentos relatados em trabalhos sobre arquiteturas de sensores termorresistivos aquecidos à temperatura constante. magnitude da grandeza física a ser medida dentre outros [10]. então sua temperatura sempre será mantida idealmente constante e a sua resistência será igual à R [10]. 1. R1 = R2. A resposta dinâmica irá depender de alguns fatores como os parâmetros inerentes do sensor bem como aos parâmetros relativos da configuração de realimentação. pode-se obter o valor da grandeza medida para qualquer outra condição operacional. na presença da tensão de desvio. é possível perceber que. ou retirada a partir do sensor . sendo Rs a resistência do sensor. é substituído por energia elétrica equivalente (efeito Joule) no sensor. [12]. Por outro lado. a temperatura Ts e a resistência do sensor Rs não são constantes sob incidência de radiação ou velocidade do fluido. considerando o amplificador ideal. esta característica do amplificador operacional se torna um fator importante para a estabilidade do circuito em malha fechada [10].6 Circuito de Realimentação Os principais aspectos associados com os circuitos de medição são as características estáticas e dinâmicas. UFCG 31 .1.

para NTC e saída analógica. é válida a seguinte exressão: VERIFICAR AS VARIAVEIS DE ESTADO ?. Substituindo ?? em (6). 2. [14]: ??2 ?? = = ?? . A partir das expressões de (3) a (5) e também considerando a Figura 5 (a) e (b) e a Figura 6 (a) e (b). ? + ?? = ?. (6) Estando a temperatura do sensor constante. (?? − ?? ) . tem-se que: UFCG 32 .1 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Estando o circuito do sensor termorresistivo com a Ponte de Wheatstone em equilíbrio em regime permanente. para PTC e saída pulsada. CAPÍTULO II – Expressões matemáticas dos sinais de saída dos sensores termorresistivos No capítulo anterior foram demonstradas duas das principais arquiteturas para projetos de radiômetros baseados em sensores termorresistivos do tipo PTC/NTC bem como suas respectivas expressões matemáticas de saídas analógica e em PWM. ?? 2 . ?? 2 . (7) ?? em que ?? é a corrente que passa no sensor. Pela Figura 5 (a). que pode ser dada por ou ?? . podem-se encontrar as expressões para a arquitetura com PTC e saída analógica. e para NTC e saída pulsada. tipos de sensores (PTC e NTC) e saídas (analógica e em largura de pulso). ?. ?. (3). que pode ser representada por ?? [13]. A seguir serão descritas as deduções das respectivas expressões para ambas arquiteturas. sendo Vos = 0. variações em Ta ou H são compensadas com ??2 variações na Potência Elétrica. tem-se como resultado. analisando o circuito.

aquecendo-o sob Efeito Joule sob variação da temperatura do ambiente. Sendo assim. (13) ?2 ?? ?? = √ 2 . ?. considerando ainda Vos = 0 e ganho infinito G em malha aberta. ?. ?? . (11) ?? ?? + ? e utilizando (10) em (11) tem-se Vo: ?2 2 ?. ?. ( ) = ?. (?? − ?? ) . o objetivo é manter a temperatura do sensor constante. ?. ?] . tendendo desta forma manter ?? constante. em (5). ? + . ?? ?= . ?? 2 ?. . tem-se [13]: ?? ?? = . portanto o circuito irá variar a corrente no sensor ?? . ?. pode-se adotar uma constante ? [13]. (12) ?? ? isolando ??2 : ?? ??2 = [?. [?. ?. (14) ? UFCG 33 . ? = ?. ? + . ?. (?? − ?? ) . (10) ?? + ? substituindo (8) em (3) pode-se obter: 1 ?? . ?]. (?? − ?? ) − ?. (9) ?? ?? + ? Na arquitetura de sensor aquecido à temperatura constante. (?? − ?? ) − ?. ?. (8) ?? + ? portanto. ?? ?? = .

(1 + ?. partindo-se da expressão (3) e substituindo ?? pela expressão característica que relaciona a resistência com a temperatura do NTC. ?] . (19) ? 0 UFCG 34 . de amplitude E. (5). 1 ?? = √?? . ?.substituindo (4) em (14).( − ) ?? = ?? . o resultado é (15). ?? ). (15) ? 2. conforme representado na Figura 5 (b). que caracteriza a saída analógica do circuito com o sensor PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. [?. e período P. Esta onda da tensão de alimentação PWM pode ser gerada usando um microcontrolador (ou um microcomputador) e o sensor termorresistivo é sensível ao valor RMS da tensão. (16) ? 2. ?.3 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Na ponte de Wheatstone contendo o sensor. ? ?? ?? . (?? − ?? ) − ?. (17) 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . ?] . ?. 1√ 1 1 ?. [?. (18) ? 0 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . ?. o resultado é a expressão encontrada em (16). é fornecida uma largura de pulso de tensão modulada como excitação elétrica. (?? − ?? ) − ?.2 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para o caso do termistor NTC. ?? = ???(?(?)) .

?2 ? UFCG 35 . √ ) = ? 2 . ? ??? = √ . { (20) ?(?) = 0. (22) ? ?2. ?. definindo a razão cíclica como: ? ?= . (?? − ?? ) − ?. ?. [?. 1 2 ? ??? = √ . ? (1 + ?. (23) ? ? ??? = ? √ . ?. (26) ? ? ? substituindo ?? 2 em (13). (25) ? 2 ? ? ? ?? = ? √ => ?? 2 = (?. ?2 ? ?= . (27) ? ? ?. ?? ). ?? ?= [?. . (?? − ?? ) − ?. ?] . tem-se que: ? ?? ?2. = 2 [?. (?? − ?? ) − ?. (21) ? 0 ?2 ??? = √ . ?. ?. (28) ? 2. ? ∫ ?? . (29) ? 2 . ???? 0 ≤ ? < ? . para as seguintes condições: ?(?) = ?. ?|?0 . (24) ? sendo assim. ?] . ?. Então. ?] . ???? ? ≤ ? < ? .

(32) ? ? 2. (?? − ?? ) − ?. ? 1 = 2 2 .( − ) ? ?? . tem-se ainda que: ∆? = ?? − ?? (é ?????????) . { (35) ?? = ?? + ∆? . (?? − ?? ) − ?. ?. (?? − ?? ) − ?.? resultando em: ? ?? (1 + ?. ?. descrita como (3). ?? ) = . e considerando o regime permanente. (31) ? ? 2. ? ?? ?? = . (?? − ?? ) − ?. e igualando à (26). ?2 ? ?? (1 + ?. [?. ?? ) . portanto: ?? ≅ ?? (1 + ?. (33) ? ? 2. ?. ?? ) = . ?? (1 + ?. tem-se: 1 1 ?. ?. ?] . ?2 2. ?] .4 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para modelar a expressão característica da saída pulsada do NTC aquecido à temperatura constante. (34) sendo assim. [?. [?. ?? ). ?] . ?.5 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Nesta arquitetura. ?. [?. considerando também (4): ?? ≅ ?? (1 + ?. (?? + ∆?)) . ?. partindo-se de (16). ?] . ?. (36) UFCG 36 . ?2 2. (30) ? ? . partindo-se da expressão equivalente à Primeira Lei da Termodinâmica.

[?. ?. ?] . ? (?? + ∆?) ?? UFCG 37 . (41) ?? . ?] . ∆? − ?. (38) (?? + ?)2 (?? + ?)2 ?? = √ . ? . (40) ?? resultando em (41). (?? + ∆?)) 2. ?2 ?? = √(2? + ?? . (37) ?? ?? + ? ?? . (42) inserindo (42) em (40). ?] . ?. (1 + ?. k também não é. ?? 2 . ∆? − ?.como ?? não é mais constante pois ?? não é constante. ?] . ? .6 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para o NTC. 1 ?? . (5) ficará da seguinte forma: 1 1 ?. ?. (39) ?? ?2 ?? = √(2? + ?? + ) .( − ) ?? ≅ ?? . considera-se (3) e (34). ? (?? + ∆?) ?? . ∆? − ?. ( ) = ?. ?. ?. (?? + ∆?)) + . ∆? − ?. o resultado é a expressão encontrada em (43). referente à saída analógica do termistor NTC. (43) ?. ∆? − ?. ?. ?. ?. ?. aquecido à diferença de temperatura constante. portanto assim. ?. ?. ?. [?. ??2 = ?. ? (?? + ∆?) ?? + 1 1 ) . [?.( − ) ?? . [?. ?.( 1 1 − ) ?2 ?? = √(2? + ?? . (1 + ?. ∆? − ?.

?2 ?? 2 = (2? + ?? + ) . ∆? − ?. e utlizando o resultado da análise p/?? . considerando (26). ?.8 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a saída pulsada do termistor aquecido à diferença de temperatura constante. ?. ?. 2. [?. ?. (1 + ?. ?] . temos que ?? = ???(?(?)). da configuração à diferença de temperatura constante. ?. ∆? − ?. (46) ? ? ?? . ?] . (?? + ∆?)) ? ?2 ?2. ?] . são consideradas (26) e (40). (?? + ∆?)) + ]. (48) ?? UFCG 38 . temos que: ?2 ?? 2 = [2? + ?? . (1 + ?. (47) ? 2. ou seja. (44) ?? . ?. = [2? + ?? . [?. (?? + ∆?)) + ].7 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Semelhante à saída pulsada do sensor termorresistivo aquecido à temperatura constante. (?? + ∆?)) ? ? e sendo ? a razão cíclica 0 < ? < 1 ou: ? ?= . (1 + ?. (?? + ∆?)) + ]. à saída analógica. (?? + ∆?)) resultando em (46): ? 1 ?2 = 2 [2? + ?? . (45) ? ?? . ∆? − ?. (1 + ?. ?] . (1 + ?. ∆? − ?. (1 + ?. 100% 0% < ? < 100% . ?. ?. [?. [?. (41).

?. tem-se: ? ?.( 1 1 − ) ?2 = 2 = (2? + ?? . ? (?? + ∆?) ?? UFCG 39 . ?] . ∆? − ?.( 1 1 − ) ?2 ?2 = (2? + ?? .substituindo ?? da expressão anterior por (42). ∆? − ?.( − ) ?? . ?. ?] . (50) ? ? ?. [?. (49) ? ?. ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) . ? (?? + ∆?) ?? resultando em (50): ? 1 ?. [?. ?.( − ) ?? . ?. ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) .

ou seja. CAPÍTULO III – Expressões Matemáticas da Sensibilidade dos Sensores Termorresistivos PTC e NTC A partir das expressões analógicas e pulsadas dos sensores termorresistivos PTC e NTC. o resultado é a expressão (52). sendo asism. = − . 3. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. No caso. (51) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? 3. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor.1 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada na expressão (15) em relação à H.2 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (16) em relação à H. 1 1 ?( − ) ??? ? ??? √ ?? ? ?? ?? . (52) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? UFCG 40 . = − √ . ??? ? ??? ?? (1 + ??? ) . em função da grandeza interferente [12]. o resultado é a expressão (51). a grandeza de entrada é a radiação H. estão sendo analisadas as sensibilidades para radiômetros. As sensibilidades associadas às configurações clássica e de diferença de temperatura constante são resultados das derivadas normalizadas das expressões de saída da tensão analógica ou a razão cíclica em relação à grandeza de entrada. foram desenvolvidas as expressões de sensibilidade. ou seja.

= − 2 2 ?? (1 + ??? ) .?(1+ ?. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. o resultado é a expressão (55). (53) ?? ? ? ? 3. ? ?( − ) 1 1 ?? ? ?? ?? ?? . o resultado é a expressão (53). 3. ou seja.5 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (41) em relação à H. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. ? . =− . ? ?? ? ??? .(? +∆?) . ou seja. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. ??? ? ??? ? (1 + ?(?? + ∆?)) . ? +∆?)) 2. √ ? . o resultado é a expressão (54). ??? (54) ?? ? ? 2?2 3. ou seja.(1+ ?. ? ??∆? − ??? ? ? )+? UFCG 41 . (55) ?? ? (? ? . = − .3 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (32) em relação à H.4 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (33) em relação à H.

o resultado é a expressão (58). em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. (56) ?? ? ?? ? ?( − ) ?? +∆? ?? ?. o resultado é a expressão (56). o resultado é a expressão (57). = − 2 .(?? +∆?))+? 3.? ?( − ) ?? ? ? ? +∆? ? ? +? 3.√ . ? ? ? ??? ? −1 −? −1 ) = −. 3. à radiação incidente sobre a área do sensor. 1 1 . ?(∆?) − ??? ? 2. = − 1 1 . ?2 ? . 2 . à radiação incidente sobre a área do sensor. ?2 ?( − ) ?? ? ?? +∆? ?? +? UFCG 42 . (57) ?? ? ?? . ?? ? ?((∆?+?? ) ? . (58) ?? ? ?( 1 1 − ) ?? ? ?? +∆? ?? ( 1 1 ) .7 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (46) em relação à H.(1+ ?. −1 −1 ) ??? ? ??? ?? ? ?((∆?+?? ) −?? . ou seja. ou seja.(1+ ?. ? ?? ? ??? . ou seja.(?? +∆?)) (? ) .6 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (43) em relação à H.8 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (50) em relação à H. ?? (1 + ?(?? + ∆?)) .

respeitando os dados do Quadro 1 e Quadro 2. avaliando-se a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza interferente.6 V ΔT = Ts.Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza Interferente Com as expressões de saídas analógicas e em largura de pulso desenvolvidas.Ta -. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k 0. e com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais. CAPÍTULO IV – Dinâmica de Saída . Quadro 1 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante. Ta.9 α 0.Ta -- UFCG 43 . foi possível realizar simulações que englobam a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante.5 W/m2 ºC α 0.5 k 0.5 W/m2 ºC U 211.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0. ΔT = Ts. traçando-se os gráficos a seguir.9 S 20 mm² S 1.5 U 211.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 12 V E 1.

Quadro 2 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante. escolheu-se E = 12 V. para o PTC.5 W/m2 ºC α 0. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k -. Valores estes para que os sinais de saída (Vp nas Figuras 5 e 6).Ta 7 ºC ΔT = Ts.9 S 20 mm² S 1. escolheu-se E = 3.8 V E 1V ΔT = Ts. para o NTC. UFCG 44 . sempre garantam uma duração de pulso menor que 1 (ou 100%) do seu período total.Ta 7K Considerou-se a radiação máxima de 1500 W/m².8 V para PTC e E = 1 V para o NTC.6 V.9 α 0.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 3. Para a arquitetura à diferença de temperatura constante. nas saídas pulsadas. sendo esta a maior intensidade de radiação incidente na superfície da Terra [10]. e E = 1. Para a arquitetura de temperatura constante.5 W/m2 ºC U 211. controlados pela amplitude de pulso do PWM. k -- U 211.

63 V. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Constatou-se que. representado na Figura 8. correspondente à um valor de 8. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). foi obtido o gráfico. de 273 K a 313 K.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. UFCG 45 . Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 12 H=1500 W/m2 11 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 10 H5=0 W/m2 9 8 Vo [V] 7 6 5 4 3 2 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 8 . Sob esta condição. 4. Para a análise da simulação. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo) em função da grandeza interferente à temperatura (Ta). A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1.

2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante.4 0.6 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 1. Para a análise da simulação.2 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 9 .8 0. Constatou-se que. foi obtido o gráfico. a temperatura (Ta). correspondente à um valor de 1.08 V. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo). UFCG 46 . houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. representado na Figura 9. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1. Sob esta condição. 4.4 H=100 W/m2 H=0 W/m2 1. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.6 0. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.Saída analógica e termistor NTC aquecido à temperatura constante.2 1 Vo [V] 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). em função da grandeza interferente. de 253 K a 313 K.

foi obtido o gráfico.5 0. representado na Figura 10. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1 H=1500 W/m2 0. a temperatura (Ta). 4.2 0. considerando (26).7 0. Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. houve a maior variação da razão cíclica.9 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0.8 H=0 W/m2 0. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. Constatou-se que. (Ciclo de Trabalho).6 Ciclo de Trabalho 0.4 0. correspondente à ?/? = 0.3 0.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. equivalente à variação de tensão (Vo) de 11 V. UFCG 47 . A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1.84 ou 84 % do período total. foi avaliada a dependência da grandeza da saída pulsada. Para a análise da simulação. de 253 K a 313 K. sob 1500 W/m2 de radiação. Sob esta condição. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). em função da grandeza interferente. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2..1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 10 .

em função da grandeza interferente.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à temperatura constante. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 1.6 Ciclo de Trabalho 0.8 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0.2 0. Para a análise da simulação. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. correspondente à ?/? = 0.4 0. de 253 K a 313 K. representado na Figura 11. Sob esta condição. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).7 H=0 W/m2 0. foi obtido o gráfico.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 11 . sob 1500 W/m2 de radiação. 4.9 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 0. Constatou-se que. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 0. a temperatura (Ta).4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. UFCG 48 .5 0.3 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.66 V. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. houve a maior variação da razão cíclica.76 ou 76 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1. (Ciclo de Trabalho).

1 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 12 . foi avaliada a dependência da saída analógica (Vo). considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). correspondente à um valor de 0. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.6 Vo [V] 17. de 253 K a 313 K. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação.5 17. Constatou-se que. foi obtido o gráfico.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. em função da grandeza interferente. representado na Figura 12.7 17. Sob esta condição. a temperatura (Ta).4 17. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2. 4. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 18 H =1500 W/m2 H = 1000 W/m2 17.2 17.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.8 H = 0 W/m2 17.9 H = 500 W/m2 H = 100 W/m2 17. UFCG 49 .3 17. Para a análise da simulação.66 V.

sendo perceptível apenas. Constatou-se que. 4.52 V. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. na Figura 14. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. foi obtido o gráfico. de 253 K a 313 K.6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. Para a análise da simulação. a variação de tensão é mínima. a temperatura (Ta). foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo). Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 20 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 18 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 16 Vo[V] 14 12 10 8 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 13 . houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. representado na Figura 13. Sob esta condição.Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. Para um ponto fixo na faixa de temperaturas ambiente. correspondente à um valor de 9. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2. em função da grandeza interferente. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). UFCG 50 .

17 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 19.02 253. UFCG 51 .Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante com destaque na variação de Vo em 253 K.15 252.94 252.154 19.168 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 19.152 19.06 Ta[K] Figura 14 .96 252.16 19.98 253 253.164 19.166 19. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente H= 1500 W/m2 19.162 Vo[V] 19.04 253.156 19.158 19.

correspondente à ?/? = 0. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. a temperatura (Ta).1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta[K] Figura 15 . foi obtido o gráfico.4 0. de 253 K a 313 K. sob 0 W/m2 de radiação. (Ciclo de Trabalho). considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).8 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 0.Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. UFCG 52 . A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 2. Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0. houve a maior variação da razão cíclica.14 V. Sob esta condição. em função da grandeza interferente.7 H= 0 W/m2 0. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.5 0.3 0. Para a análise da simulação. 4.7 Simulação da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada. Constatou-se que.6 Ciclo de Trabalho 0.2 0.09 ou 9 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1. representado na Figura 15.9 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0.

4.68 V. foi obtido o gráfico. representado na Figura 16. considerou-se o termistor submetido à faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Sob esta condição. correspondente à ?/? = 0.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. UFCG 53 . a temperatura (Ta). (Ciclo de Trabalho).2 0.5 Ciclo de Trabalho 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada. Constatou-se que.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 16 . equivalente à variação de tensão (Vo) de 0. houve a maior variação da razão cíclica. sob 0 W/m2 de radiação.7 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 0.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.3 0.47 ou 47 % do período total. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). de 253 K a 313 K. em função da grandeza interferente.8 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0. Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0.6 0. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 2. Para a análise da simulação.4 0.

Constatou-se que. correspondentes das Figuras 17.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. 21.50 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação em função da UFCG 54 .1 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. foi obtido o gráfico. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -2 -3 Sensibilidade Relativa (%) -4 -5 -6 -7 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 17 . 18. A partir de (51) e dos parâmetros no Quadro 1. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -6. 5. representado na Figura 17. ou seja. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. Tendo como objetivo avaliar a sensibilidade relativa à radiação em função da temperatura ambiente (Ta). 20. a sensibilidade foi maior no ponto do eixo da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. 22. a temperatura (Ta). CAPÍTULO V – Análise da Sensibilidade Relativa em Relação à Temperatura Ambiente. 23 e 24. 19. foram desenvolvidos os gráficos a seguir.

Significa que neste ponto. a grandeza interferente tem influência na variação da sensibilidade. Conforme o gráfico. 5. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -16. representado na Figura 18. a sensibilidade foi maior no ponto da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. A partir de (52) e dos parâmetros do Quadro 1. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 -4 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -6 -8 Sensibilidade Relativa (%) -10 -12 -14 -16 -18 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 18 . foi obtido o gráfico. em dadas condições. ou seja. o sensor tem uma maior sensibilidade em relação a outras temperaturas ambiente. a temperatura (Ta). para uma radiação máxima de 1500 W/m2. temperatura ambiente (Ta) correspondente. também é perceptível a variação da temperatura ambiente.54 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. em função UFCG 55 . foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.2 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica Foi constatado que.

12 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 19 . A partir de (53) e dos parâmetros do Quadro 1.06 -0.02 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. houve uma sensibilidade relativa (-0. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima.08 -0.16 %) constante. ou seja. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 -0. 5. ou seja. UFCG 56 . foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. Percebe-se que.04 Sensibilidade Relativa (%) -0. a grandeza interferente tem pouca influência na variação da sensibilidade. em uma radiação incidente de 1500 W/m2. da temperatura ambiente (Ta) correspondente. representado na Figura 19. para qualquer ponto na abscissa correspondente à valores de Ta. foi obtido o gráfico. a temperatura (Ta). a grandeza interferente.1 -0. A variação da temperatura ambiente.3 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. tem influência na variação da sensibilidade nesta simulação. ou seja. em qualquer ponto da variação de temperatura ambiente.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.

09 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 20 .02 H=0 W/m2 -0. a temperatura (Ta). Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 -0. pouca influência na variação da sensibilidade. tendo assim a grandeza interferente.08 -0. foi obtido o gráfico. houve uma sensibilidade relativa (-0.08 %) constante. representado na Figura 20. para uma radiação incidente de 1500 W/m2. 5.03 -0.07 -0. ou seja.04 Sensibilidade Relativa (%) -0. Foi constatado que.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.4 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termistor NTC aquecido à temperatura constante.01 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0.05 -0. A partir de (54) e dos parâmetros do Quadro 1. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. UFCG 57 . em qualquer ponto do eixo Ta [K].06 -0.

5 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. foi gerado o gráfico. Constatou-se que. Sob os níveis de radiação até 1000 W/m2. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. a temperatura (Ta). em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. Porém. 5. representado na Figura 21.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. sob radiação máxima é possível perceber que a sensibilidade varia com a variação de Ta . houve pouca influência da grandeza interferente na variação da sensibilidade. em 313 K. uma taxa de variação de aproximadamente -338 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. UFCG 58 . Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -50 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -100 -150 Sensibilidade Relativa (%) -200 -250 -300 -350 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 21 . A partir de (55) e dos parâmetros do Quadro 2. ou seja. foi avaliada a sensibilidade em relação à (Ta).

UFCG 59 . para uma radiação máxima de 1500 W/m2 a sensibilidade relativa foi maior no ponto da abscissa referente à 253 K. a variação de temperatura ambiente tem grande influência na sensibilidade. a temperatura (Ta). com uma taxa de variação de aproximadamente - 36. 5.6 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.31 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. representado na Figura 22. Sob radiação máxima. Foi constatado que. foi obtido o gráfico.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. A partir de (56) e dos parâmetros do Quadro 2. ou seja. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -5 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -10 -15 Sensibilidade Relativa (%) -20 -25 -30 -35 -40 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 22 .

Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -20 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -40 -60 Sensibilidade Relativa (%) -80 -100 -120 -140 -160 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 23 . UFCG 60 .Sensibilidade da saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. a sensibilidade relativa não teve variações significativas. Foi constatado que. indicando que a variação da grandeza interferente não tem muita influência na variação da sensibilidade. uma taxa de variação de aproximadamente -157 % da razão cíclica em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. a temperatura (Ta). A partir de (57) e dos parâmetros do Quadro 2. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. Em todas as faixas de radiação. em 313 K. 5.7 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi obtido o gráfico. ou seja. representado na Figura 23.

Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. Constatou-se que. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. a temperatura (Ta). Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -0. Pela análise foi possível também perceber a nítida variação da sensibilidade ao variar-se a temperatura ambiente. sob uma mesma intensidade de radiação.3 Sensibilidade Relativa (%) -0.1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. representado na Figura 24.6 -0. ou seja. 5.5 -0. ou seja.8 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. uma taxa de variação de aproximadamente -0. em 253 K. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. UFCG 61 . foi obtido o gráfico.7 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 24 . A partir de (58) e dos parâmetros do Quadro 2. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.2 -0.4 -0.64 % da grandeza de saída em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta).

1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. e demais constantes do Quadro 1 e Quadro 2. A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. em função da grandeza de entrada.Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza de Entrada Tendo como objetivo a continuação da análise da dinâmica de saída para cada arquitetura. Tensão de Saída x Radiação 11 Ta=313 K Ta=313 K 10 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 9 8 7 Vo [V] 6 5 4 3 2 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 25 . foi obtido o gráfico. tensão de saída analógica (Vo). UFCG 62 . foi avaliada a dependência da grandeza de saída. ou seja. representado na Figura 25. a radiação (H). 6. foi possível avaliar a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza de entrada H. com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais. CAPÍTULO VI – Dinâmica de Saída .

sob diversas temperaturas ambiente.2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. UFCG 63 . Na temperatura ambiente de 313 K.7 0. Submetendo o sensor termorresistivo à uma variação de radiação de 0 à 1500 W/m2. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada.9 Vo [V] 0. é perceptível a influência da grandeza de entrada sobre a tensão de saída.4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 26 . ou seja. Na instrumentação eletrônica. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.1 1 0. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.8 V. 6. por exemplo. deseja-se que esta variação seja a maior possível. para uma melhor dinâmica de resposta. Nesta simulação.2 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 1.5 0.8 0. tensão de saída analógica (Vo).Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. Tensão de Saída x Radiação 1. a variação de Vo é de 1. em função da grandeza de entrada. ocorre a variação de Vo.3 Ta=313 K Ta=303 K 1. representado na Figura 26. H. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1.6 0. a radiação (H). foi obtido o gráfico.

6. Nesta simulação.1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 27 . estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. (Ciclo de Trabalho). representado na Figura 27.8 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 0. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. em diversas temperaturas ambiente. ocorre a variação do ciclo de trabalho.5 Ciclo de Trabalho 0.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.4 0.6 0. Na temperatura ambiente de 313 K. H.2 0. a variação de Vo é de 0. da saída pulsada. Ciclo de Trabalho x Radiação 0. em diversas temperaturas ambiente.3 0. por exemplo. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. em função da grandeza de entrada.23 V. foi obtido o gráfico. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. a radiação (H). variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.7 Ta=283 K Ta=273 K 0. Na temperatura ambiente de 313 K UFCG 64 . ou seja. ocorre a variação de Vo.

1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 28 .4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. em diversas temperaturas ambiente. a radiação (H).7 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K Ta=283 K 0. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0.6 Ta=273 K 0. ou seja. da saída pulsada.4 Ciclo de Trabalho 0.09 ou (9 % do período total). A partir de (33) e dos parâmetros ado Quadro 1. UFCG 65 .3 0. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. foi obtido o gráfico. ocorre a variação do ciclo de trabalho. representado na Figura 28. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. 6. Na temperatura ambiente de 313 K por exemplo. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0. (Ciclo de Trabalho). Ciclo de Trabalho x Radiação 0.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.5 0. por exemplo.08 ou (8 % do período total). em função da grandeza de entrada.2 0.

por exemplo. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. foi obtido o gráfico. em diversas temperaturas ambiente. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2.5 17.1 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 18 Ta=283 K Ta=273 K 17. tensão de saída analógica (Vo). a radiação (H). ou seja.4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 29 . variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. Nesta simulação. H. em função da grandeza interferente.7 17.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica.8 Vo [V] 17.9 17.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.6 17. 6. ocorre a variação de Vo. a variação de Vo é de 0. Tensão de Saída x Radiação 18. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2.1 V. Na temperatura ambiente de 313 K. UFCG 66 . representado na Figura 29.

em diversas temperaturas ambiente. UFCG 67 .6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.5 10 9.5 Ta=283 K Ta=273 K 13 12. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2. tensão de saída analógica (Vo).5 12 Vo[V] 11. não há significativa variação da tensão de saída. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. Nesta simulação. a radiação (H). 6. Tensão de Saída x Radiação 14 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K 13. equivalente à variação da grandeza de entrada. ou seja.5 11 10. representado na Figura 30.5 0 500 1000 1500 H[W/m2] Figura 30 . foi avaliada a dependência da grandeza de saída. foi traçado o gráfico. em função da grandeza interferente.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica.

6.7 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, foi avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de
Trabalho), em função da grandeza de entrada, a radiação (H). A partir de (32) e dos parâmetros do
Quadro 2, foi obtido o gráfico, representado na Figura 31.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.9
Ta=313 K
Ta=313 K
0.8 Ta=293 K
Ta=283 K
Ta=273 K
0.7

0.6
Ciclo de Trabalho

0.5

0.4

0.3

0.2

0.1

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 31 - Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de
temperatura constante em saída pulsada.

Percebe-se uma grande variação em Vo ao variar H. Sendo assim, a grandeza de entrada
tem significativa influência no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação incidente de 0 a 1500
W/m2, à 313 K, houve uma variação de ?/? = 0,81 ou 81 % do período total do pulso.

UFCG 68

6.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante, foi
avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de Trabalho), em
função da grandeza interferente, a temperatura (Ta). A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro
2, foi traçado o gráfico, representado na Figura 32.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.4
Ta=313 K
Ta=303 K
Ta=293 K
0.35 Ta=283 K
Ta=273 K

0.3

0.25
Ciclo de Trabalho

0.2

0.15

0.1

0.05

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 32 - Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante
em saída pulsada.

Nesta simulação, há uma variação significativa em Vo, ao variar H. Sendo assim, a
grandeza de entrada tem influência considerável no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação
incidente de 0 a 1500 W/m2, houve uma variação de ?/? = 0,34 ou 34 % do período total do pulso,
à 273 K.

UFCG 69

CAPÍTULO VII – Resultados

Nas simulações realizadas, teve-se como objetivo analisar as arquiteturas baseadas em
sensores termorresistivos em três aspectos diferentes: a influência da variação da temperatura
ambiente (Ta) na tensão de saída (Vo) ou na razão cíclica ?, a dependência das grandezas de saída
com a grandeza de entrada (radiação, H) e a sensibilidade relativa. Nesta última avaliação, também
é analisada a influência que a variação da temperatura ambiente tem sobre a sensibilidade.
A partir dos resultados apresentados no Quadro 3, foi possível determinar qual arquitetura
e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza interferente sobre a
grandeza de saída.

Quadro 3 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente.
Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Temperatura Ambiente Ta
Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de
Constante Temperatura Constante
Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada
PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC
ΔVo=8,63 V ΔVo=1,08 V ?? = 84 % ?? = 76 % ΔVo=0,66 V ΔVo=9,52 V Δ? = 9 % ?? = 47 %

No primeiro aspecto avaliado, é desejável que a grandeza interferente tenha a menor
influência possível na grandeza de saída, para que haja uma melhor dinâmica de resposta. Para os
radiômetros simulados, sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2, é preferível que a tensão de
saída, correspondente à variação de radiação, seja constante se houver variação de temperatura
ambiente (de -20 oC à 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K à 313 K para termistores).
Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados, o que teve menor influência
da grandeza interferente é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, nas saídas analógica e em largura de pulso. O pior desempenho foi constatado para o
PTC em saída pulsada aquecido à temperatura constante.

UFCG 70

tal sensibilidade seja constante.64 % Na segunda análise. sob variação da grandeza interferente. de forma que. Quadro 4 – Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente. o melhor desempenho foi obtido pelo do PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. Quadro 5 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação . Porém a temperatura ambiente teve grande influência na variação de sua sensibilidade.01 ? = 81 % ? = 64 % UFCG 71 . sendo assim.51 % -157 % -0. é preferível que o instrumento possua a maior sensibilidade possível. pois sua sensibilidade se manteve constante sob a variação da temperatura ambiente.8 V Vo =0. A partir dos resultados apresentados no Quadro 4. A partir dos resultados obtidos no Quadro 5. Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente Ta Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC -6. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída.16 % -0.5 % -16.54 % -0. o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica foi o mais sensível.08 % -338 % -36.23 V ?=9% ?=8% Vo = 0. Sendo assim. Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Radiação H Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC Vo = 1. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa em função da temperatura ambiente.1 V Vo = 0.

ou seja. menor influência da temperatura ambiente. Na terceira análise. a grandeza medida pelo sensor ou termistor. O sensor apresentou uma elevada sensibilidade nas duas saidas (analógica e em largura de pulso). na saída em largura de pulso. correspondente à variação de radiação. UFCG 72 . tenha a maior influência possível na grandeza de saída. sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2. o que teve maior influência da radiação é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Para os radiômetros simulados. é desejável que a grandeza de entrada. seja ampla para cada ponto da temperatura ambiente (de -20 oC a 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K a 313 K para termistores). é preferível que a tensão de saída. de forma que seja garantida uma melhor dinâmica de saída do instrumento. Dados os resultados das análises. Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados. se comparada à arquitetura clássica. porém apenas em saída pulsada obteve melhor dinâmica de resposta em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída e menor interferência da temperatura ambiente na sua sensibilidade. foi possível comprovar o melhor desempenho da arquitetura de sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.

Os critérios para a avaliação do melhor desempenho foram: verificar a influência da grandeza externa (Ta) na tensão de saída (Vo) para os casos de saídas analógicas. H. além de variar pouco com a influência da temperatura ambiente. Uma melhor sensibilidade para o radiômetro tem como resultado uma melhor exatidão nas medições. deseja-se que o sensor tenha a maior variação de sua tensão de saída. analisar a sensibilidade de cada sensor e arquitetura. na implementação de sensores termorresistivos: a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. em relação à temperatura ambiente. Nas simulações que relacionam (Vo) ou (?/?) com H.1 Conclusões Neste trabalho. além de apresentar uma sensibilidade maior. ou ciclo de trabalho para os casos de saída pulsada. foi possível verificar que as sensibilidades das primeiras são bem maiores do que as encontradas na arquitetura clássica. e (?/?). com os gráficos da arquitetura do sensor aquecido à temperatura constante. Variando-se (Ta) neste caso. a saída pulsada teve uma alta porcentagem de ciclo de trabalho em relação ao período total do PWM. Ainda verificou-se a relação da grandeza de saída (Vo ou ?/?) com a grandeza de entrada. na arquitetura proposta. Principalmente na saída analógica e pulsada do PTC. foram analisadas duas arquiteturas que utilizam o princípio da equivalência elétrica. a sensibilidade se manteve praticamente constante em toda a faixa de temperatura ambiente. CAPÍTULO VIII – Conclusões e Perspectivas 8. percebe-se que as saídas (analógicas e pulsadas) são muito sensíveis às variações em (Ta). com o estímulo da menor variação na grandeza de entrada. Para a análise da sensibilidade. UFCG 73 . comparando-se os gráficos da arquitetura de sensor aquecido à diferença de temperatura constante. quando submetido à uma variação de radiação Na arquitetura de aquecimento com o sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. para ambos (PTC e NTC). Simulando a relação entre a tensão de saída e a grandeza interferente na arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante. E tem pouca variação de tensão em relação à um (Ta) fixo. teve pouca variação sob influência da temperatura ambiente. Tais aspectos foram muito importantes para a escolha de um sensor e arquitetura ideal. Foi objetivo também. em que.

deu-se início a montagem dos componentes: UFCG 74 . conforme apresentado na Figura 34. o melhor desempenho. uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso) foi utilizada. 8. porém no primeiro caso. Figura 33 – Esquemático da Ponte de Wheatstone Após a edição. Na confecção da placa. na arquitetura proposta. sob incidência máxima de radiação e influência da variaçao da temperatura ambiente. foi editado no software Orcad.2 Perspectivas Propõe-se realizar ensaios a partir de implementações em hardware que possuam como objetivo. Foram constatadas as maiores sensibilidades nas simulações do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica e pulsada. refletindo-se em uma dinâmica de saída melhor. o esquemático de um circuito de uma Ponte de Wheatstone. foi gerado o leiaute da placa para a montagem do circuito. No segundo caso.Portanto. o sensor termorresistivo PTC em saída pulsada obteve maior variação. utilizando sensores termorresistivos PTC e termistores NTC. O sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada obteve então. da Universidade Federal de Campina Grande. em saída pulsada. conforme Figura 33. comparar as arquiteturas de temperatura constante e de diferença de temperatura constante. A seguir. foi perceptível uma menor influência da grandeza interferente. houve alteração na sensibilidade em diferentes valores de (Ta). para a arquitetura de temperatura constante. No Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas.

Escolheu-se o aquecimento do termistor para 50 oC. Figura 34 – Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad Os dados contendo os parâmetros para o termistor foram coletados do Quadro 1. de forma que a equivalência das resistências permitisse uma operação do termistor na mesma temperatura. transistores BD 329 e BD 330. Os potenciômetros não suportaram a corrente do circuito (Figura 33). portanto todas as resistências então foram substituídas por outras.Amplificador operacional TL081. de valor diferente. e possibilitando que a Ponte de Wheatstone entre em equilíbrio. resistores e termistor NTC de encapsulamento 0603.421 Ω (valor de resistência constatado através da verificação dos parâmetros fornecidos pelo fabricante do termistor). Figura 35 – Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone UFCG 75 . Foram dispostos resistores de forma que seu valor equivalente fosse igual à resistência do sensor na sua temperatura de aquecimento. conforme Figura 35. cuja resistência a tal temperatura é de aproximadamente 30.

o mesmo foi inserido em uma cúpula de vidro conforme Figura 36 e Figura 37. um circuito integrado LM 35 para a aferição de temperatura ambiente (Ta). foi inserido à cúpula. Para reduzir o efeito da variação da temperatura ambiente na dinâmica de resposta do termistor. para reduzir o efeito da convecção. é desejável que o termistor ou sensor termorresistivo esteja em um meio com vácuo. Figura 36 – Termistor NTC Idealmente. Figura 37 – Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante UFCG 76 . Para futuras implementações da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante. Uma tensão simétrica de ±5 V foi fornecido para o circuito contendo o termistor.

30 ?? = . ? ?? = ?⁄ = . (61) 0. (59) ? ?? ??. e assimilando com a Figura 6. Com dois multímetros. avaliar a sensibilidade do termistor e realizar ensaios utilizando o mesmo circuito.9 Ω . variando sua resistência.9724 V e também Vs =0. Considerando que: ?? ?? = . Além de realizar a montagem da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante e comparar o desempenho de ambos nos aspectos avaliados neste trabalho. é possivel perceber a medição da tensão sobre o termistor Rs e sobre o resistor em série com o mesmo (R). Objetiva-se nas próximas montagens. a temperatura do sensor tende a variar.9724 . (62) Com o circuito em operação. Sendo estes V = 0. tem-se: 0. UFCG 77 .9767 V. com uma resistência de aproximadamente 30 Ω. mas também sendo implemenntando com sensores termorresistivos PTC. conforme (62). O circuito irá compensar variando a corrente sobre o termistor. Sob incidência de radiação. (60) ? ? De acordo com (59).9767 ?? = 29. Pela Figura 37. a Ponte de Wheatstone realimentada entra em equilíbrio e mantém o termistor aquecido à 50 oC. foi possível aferir a tensão sobre o termistor e sobre o resistor em série com o primeiro.

CAPÍTULO IX – Materiais e Métodos Para as simulações das expressões de saída dos sensores termorresistivos PTC e NTC em ambas arquiteturas de aquecimento do sensor à temperatura constante e diferença de temperatura constante. e derivando estas. foi possível desenvolver as expressões de sensibilidade relativa para posterior análise e verificação de qual arquitetura e sensor teve o melhor desempenho. sinais de saída analógica e em largura de pulso. Para o desenvolvimento do circuito da Ponte de Wheatstone foram utilizados o software Orcad 9. para as arquiteturas de temperatura constante e diferença de temperatura constante.1 para o projeto do leiatute e uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso). a LPKF Protomat L33 para a confecção do circuito . UFCG 78 . foi possível desenvolver as expressões de saída analógica e pulsada. foi utilizado o software Matlab R2014A. A partir das expressões conhecidas.

IEE Transactions of Instrumentation and Measurement. Universidade Federal de Campina Grande. IEEE Transactions of Instrumentation and Measurement. 898-903).1823-1830. Ottawa. Freire. S. Martins. Caracterização de Sensores Termo-resistivos. Farias. UFCG 79 . IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference. 332-335. Freire. Luciano (2009). G. (pp. Deep. Estimation of Mean Monthly and Hourly Global Solar Radiation on Surfaces Tracking the Sun. (1995). T. Estudo da viabilidade da radiação solar no Nordeste do Brasil.Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica. G. [9] Viviane S. B Ghobadian. 172-177). [4] Gurdip. Benedito A. Canada.1). Silva. N. (2002). (1996). S. Brazil. Vol. Centro de Ciências e Tecnologia . S. p. Raimundo C. Freire. [7] Chaquibe. Campina Grande – Paraíba. [3] José S. Iran.Alasca. (2012). V. Universidade Federal de Campina Grande. (pp. Aplications of Thermorresistive Sensors Using the Electric Equivalence. do Nascimento.6. R. USA .Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica.S. . (2012). [8] Raimundo C. Buenos Aires – Argentina. Thais L. Silva.45(No. V. e Silva. Catunda. Centro de Ciências e Tecnologia . S. (1994). C. (1997). X Semetro. 397-401). Campina Grande – Paraíba. Tavakkoli Hashjin. [2] Sh. Thermoresistive Radiation Sensor Response Time Employing Electrical Heating. No. Freire. Gorijan. (pp. S. – Second Iranian Conference on Renewable Energy and Distributed Generation. d. Deep. 14(5). Raimundo C. REFERÊNCIAS [1] Roberta A. C. [5] Raimundo C. Sensibilidade de Radiômetros Baseados em Sensores Termorresistivos. Neto. Effect of Operational Amplifier Parameters on the Performance of Feedback Structures with Thermoresistive Sensors. R. S. pp. Anchorage . Sebastian Y. 501-509. S. [6] Ivan S. Brazil. Tehran. Considerações de Projeto de um Radiômetro Solar de Equivalência Elétrica. (2010). Vanuza M. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental. Architectures of Anemometers Using the Electric Equivalence Principle. 58. IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference.

Deep. A Feedback I^2-Controlled Constant Temperature Solar Radiation Meter. St. IEEE Transactions of Instrument Measurements . Catunda. Freire. Ottawa – Canada. [10] Raimundo C. [13] Viviane S. Freire. Freire. Raimundo C. 1062-1066).1) [11] Amauri Oliveira. S.Instrumentation and Measurement Technology Conference.Instrumentation and Measurement Technology Conference. IEEE. Gurdip. S.Mineesota. Sebastian Y. Error in the Thermoresistive Sensor-Based Feedback Measurement Configuration due to DC Amplifier Offset Voltage. (2012). Martins. USA. Vail – Colorado. (pp.C. Freire. 48 (No. Gurdip. Compensation of the Fluid Temperature Variation in a Hot-Wire Anemometer. USA. 1377-1380). (pp.1999). S. (Fevereiro . S. [12] Raimundo C. S.S.Instrumentation and Measurement Technology Conference. Paul . [14] Amauri Oliveira. IEEE .G. IMTC 2003 . (1998). (2003). Deep. Gurdip. Sensivity Analysis and Automatic Adjustment of a Controlled-Temperature Thermoresistive-based Anemometer. Deep. UFCG 80 . (1999). S. Raimundo C. IEEE Instrumentation and Technology Conference. S. Static Error in Temperature Constant Measurement Configuration Due to DC Amplifier Offset Voltage. G.

*H4)). 46 %plot(Ta. 44 %plot(Ta. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. hold on.'r'). 42 % set(h. % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 13 U=211.'H=500 W/m^2'.^(1/2).'b').^(1/2). % Coeficiente da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente. 38 ylabel('Vo [V]').'H=1000 W/m^2'.*(Ro.Vo4.Vo3.*S. LISTA DE APÊNDICES APÊNDICE I . ohms 15 B=0.*S.5.*S.*(U. 26 27 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.Vo1. 33 Vo4=(1/k).5.Vo2.'H=100 W/m^2'.00385.'k').*(U.*(U. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC. 23 H3=500.*(U.*(1+B.*S.*(Ts-Ta)-alpha.Algoritmos para as simulações Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante 10 % Valores Constantes: 11 12 k=0.*S.*H1)). 39 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*S. 31 Vo2=(1/k).*(Ts-Ta)-alpha.*(U. 37 xlabel('Ta [ºC]').*(1+B. m^2 18 Ts=50. ºC 19 20 % Valores de Radiação em W/m^2 21 H1=1500.*(Ro.*S.'Interpreter'. 32 Vo3=(1/k).*(Ts-Ta)-alpha.^(1/2).*(1+B.*(1+B. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente. 45 %plot(Ta.*Ts).9. % Temperatura do Sensor aquecido.*H3)).*S.*Ts).*(Ts-Ta)-alpha.*S. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 17 S=20*10^-6.'none') 43 %plot(Ta. 25 H5=0. UFCG 81 .*(Ts-Ta)-alpha.'H=0 W/m^2'.*(Ro. W/(m^2*ºC) 14 Ro=100.*S.*(Ro.*Ts).*(1+B.*(Ro.*Ts).*Ts). 35 36 figure(1).'g'). grid on. 29 30 Vo1=(1/k).*H5)).^(1/2). 22 H2=1000. ºC^-1 16 alpha=0.^(1/2). 28 Ta=[-20:2:40]. 34 Vo5=(1/k).*H2)).5). 40 41 % h = legend('H=1500 W/m^2'. 24 H4=100.

1.1.Vo4. 50 Ta=[-20:3:40].Vo3.*exp(B.*(Ro.*Ts).*(1/Ts . 33 H4=100.*(U.*Ts).'-bo'.'-rx'. ohms 23 B=3100. 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. K.5.'H=100 W/m^2'.*(U. % Temperatura do Termistor na resistência Ro. 48 49 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC./To)).^(1/2)).*H1)).*S. K 27 To =323.*exp(B.*H3)).*(Ro. 31 H2=1000.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante. 60 set(h. Equivalente à 50ºC.5.^(1/2)).*S.*(U.*(1+B.*H1)).*(1/Ts .*(U.*(Ts-Ta)-alpha. 57 58 plot(Ta.Ta. 40 Vo2=(1/k)*((Ro. 56 Vo5=(1/k).*S.^(1/2).*(U. 38 39 Vo1=(1/k)*((Ro. K 24 alpha=0.*S.*S.'y').*S.1.*(Ts-Ta)- alpha. 34 H5=0.*exp(B.*S. 54 Vo3=(1/k).*exp(B.Ta.*(Ro.*H2)).*Ts). % Coeficiente da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente.Ta.*S.*S.'-yd').5).^(1/2)).*(U. m^2 26 Ts=323.*Ts)./To)). % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.*(Ts-Ta)-alpha.'-gs'. K 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.*(U.*H3)).*(Ts-Ta)- alpha.*(1/Ts .*(1/Ts .*(Ts-Ta)-alpha.*S./To)).*S.Vo2.*H4)).*(U. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.47 %plot(Ta.*(Ts-Ta)- alpha.^(1/2).*(1+B.*S. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente. 41 Vo3=(1/k)*((Ro.*S. W/(m^2*ºC) 22 Ro=30.*(Ts-Ta)-alpha.Ta. 55 Vo4=(1/k).Vo5.*H4)). % Resistência do Termistor na Temperatura To.*(Ts-Ta)- alpha.^(1/2).^(1/2)).*S. % Temperatura do Termistor Aquecido./To)).1.*(Ro.*(1+B.'H=0 W/m^2'. 32 H3=500.Vo1. 42 Vo4=(1/k)*((Ro.'-k+'. 53 Vo2=(1/k).*H5)).'H=500 W/m^2'. 51 52 Vo1=(1/k).^(1/2).9.*H2)).*S. UFCG 82 .*(1+B. 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0.'H=1000 W/m^2'.*(U.*(Ro.28*10^-6.*Ts).*S.*S. 37 Ta=[253:3:313].*(Ts-Ta)-alpha. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. % Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1.*(1+B.Vo5. 59 h = legend('H=1500 W/m^2'.*S.^(1/2).

ohms 11 B=0.*(U. grid on.Ta. 47 ylabel('Vo [V]'). ºC^-1 12 alpha=0.*H3). % Amplitude do Pulso 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500.'H=100 W/m^2'.*S. 33 Sigma1 = variavel1.Ta.00385./To)).*(Ts-Ta). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50. 37 Sigma5 = variavel1.'-rx'.*(U.alpha.*(1+B.'-k+'.alpha.*H1).*(Ts-Ta)- alpha. hold on.Ta.Vo5. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'. % Resistência do Sensor Termorresistivo na Temperatura 0 ºC. 21 H4=100. 49 plot(Ta.*S.*S.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.Ta.5.*S. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.^(1/2)).*H2).*(Ts-Ta).'-gs'.'H=500 W/m^2'. 36 Sigma4 = variavel1.*S.9.Vo4.*(Ts-Ta). % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 13 S=20*10^-6. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho').5). 20 H3=500. 34 Sigma2 = variavel1. 44 45 figure(1).alpha. 28 29 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.alpha.*(U.'H=0 W/m^2'. 23 24 figure(1).Vo2.*(U.*(U. hold on.*exp(B.43 Vo5=(1/k)*((Ro.*S.Vo1. % Constante da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=100. 19 H2=1000.alpha. 27 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').*H5)).1.*S. 51 set(h.*(Ts-Ta). grid on.*Ts)/(k^2*E^2). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. 48 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').'-bo'. 22 H5=0.*(U. ºC 15 E=12.*S. 31 32 variavel1 = Ro. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. 30 Ta=[-20:3:40].*S.*S.*(1/Ts .*S. 35 Sigma3 = variavel1.'-yd').*S.Vo3.'H=1000 W/m^2'.*(Ts-Ta). 25 xlabel('Ta [ºC]'). 46 xlabel('Ta [ºC]').*H5).5. UFCG 83 .*H4). % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211.

% Constante da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente.5. 41 set(h.'-yd').9.Sigma5.Sigma4.'-yd').Ta. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.'-k+'. K 27 To = 323.Sigma3. alpha*S*H4). K 28 E=1. 43 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').Sigma1. 49 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). % Coeficiente de temperatura do Termistor. alpha*S*H1).Sigma4. 50 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Ta. K 24 alpha=0. %Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1.Sigma2. 38 Ta=[253:3:313].28*10^-6.'-bo'.Ta. alpha*S*H3).Ta. % Temperatura do Termistor quando sua Resistência é Ro. 51 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).5). hold on. 40 h = legend('H=1500 W/m^2'. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211. 34 H4=100.'-rx'. 41 xlabel('Ta [ºC]'). 32 H2=1000.'- gs'. 52 53 plot(Ta.Sigma3.5. alpha*S*H2). 42 ylabel('Ciclo de Trabalho').'H=100 W/m^2'.'- gs'.Ta. alpha*S*H5). % Temperatura de Aquecimento do Termistor. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.'H=0 W/m^2'. 46 47 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0. grid on.'-k+'. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.Ta.Sigma1. 35 H5=0.Sigma2. 48 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).'H=500 W/m^2'.'-rx'.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante.Ta.'H=1000 W/m^2'.38 39 plot(Ta.Ta. % Amplitude do Pulso 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500.'-bo'. m^2 26 Ts=323. % Resistência do Termistor na Temperatura To. UFCG 84 . W/(m^2*ºC) 22 Ro=30. 33 H3=500. K.6. 44 45 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)). 39 40 figure(1).Sigma5. ohms 23 B=3100.

grid on.*(Ta+deltaT))))+ (R. 29 Vo3=(2.*(1+(B.Ta. m^2 13 Ts=50.*(deltaT)-alpha.*S.Vo5.*S.'-yd'). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*(Ta+deltaT))))*(U. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.*(1+(B.'-rx'.*H5)).*S.'H=1000 W/m^2'. UFCG 85 .'-k+'. 55 set(h.*H1)).^(1/2). % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.'-gs'.*(1+(B. 19 H2=1000. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente. 36 ylabel('Vo [V]').*(Ta+deltaT))))+ (R.*(deltaT)-alpha.^2/Ro.*H3)).Vo1.*(Ta+deltaT))))+ (R.*R+(Ro.Vo4.*S.'H=500 W/m^2'.^2/Ro. hold on.9.*(1+(B.*S. 30 Vo4=(2.^(1/2). ohms 10 B=0. 21 H4=100.*(Ta+deltaT))))+ (R.^2/Ro.*(1+(B. 31 Vo5=(2.'H=0 W/m^2'.*(Ta+deltaT))))*(U.*(1+(B.*(deltaT)-alpha.^(1/2).54 h = legend('H=1500 W/m^2'. 37 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*S. ºC^-1 11 alpha=0.^2/Ro.*S. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.*R+(Ro.Ta.'-bo'.*(Ta+deltaT))))*(U.*H2)). ohms 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500.*(1+(B.*(1+(B.^(1/2).00385. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(Ta+deltaT))))*(U.^2/Ro. 32 33 34 figure(1). 28 Vo2=(2.*S. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*S. % ºC (Ts-Ta) 15 R=100.Ta. 25 Ta=[-20:5:40].*(Ta+deltaT))))+ (R.Vo3.*(deltaT)-alpha.*(Ta+deltaT))))*(U.*S.Vo2. ºC 14 deltaT=7.5).*R+(Ro.5.^(1/2).*(deltaT)-alpha.Ta.*(1+(B. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente. 38 39 plot(Ta. 20 H3=500. 22 H5=0.*H4)).*R+(Ro.'H=100 W/m^2'. 26 27 Vo1=(2.*(1+(B.*R+(Ro. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. 35 xlabel('Ta [ºC]'). % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.

*(1.5.*(deltaT)- a. K 51 deltaT=7.*(1./(To)))))+(R.*(U.*exp(B.^2. 63 64 Vo1=sqrt((2*R+(Ro.*(1. K 47 a=0. 'H = 0 W/m^2') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 45 Ro=30.*exp(B.*H3)).% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.*S. % Resistência do Termistor na Temperatura To. K.*(1. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 44 U=211. 68 Vo5=sqrt((2*R+(Ro.*(U. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*S. ohms 53 54 % Valores de Radiação em W/m^2 55 H1=1500.*H4)).*S./(Ta+deltaT)- 1. 'H = 1000 W/m^2'. 59 H5=0.*S./(To))))./(To)))). 67 Vo4=sqrt((2*R+(Ro. 69 70 figure(1).*(1. 'H = 100 W/m^2'.9.*S.*exp(B./(Ta+deltaT)-1. K 50 To=323.*H1)).^2.*(U. 71 xlabel('Ta [K]').*S./Ro./(Ta+deltaT)- 1.*(U. grid on.*(1./(To))))./Ro./(Ta+deltaT)-1.^2. 65 Vo2=sqrt((2*R+(Ro.*(1. hold on. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.*(1.*(deltaT)- a. %(Ts-Ta) 52 R=30.*S. 66 Vo3=sqrt((2*R+(Ro.*(deltaT)- a.^2.*H2)).*S. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. 57 H3=500./Ro.28*10^-6./(To)))))+(R.*exp(B.*exp(B.*(1./(Ta+deltaT)-1./Ro./(Ta+deltaT)- 1./(To)))))+(R. 62 Ta=[253:5:313].*H5)). m^2 49 Ts=323.*S.*(U. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC./(Ta+deltaT)- 1. % Coeficiente de Absorção do Termistor 48 S=1./(Ta+deltaT)-1.*S./(To)))))+(R. 56 H2=1000./(To)))))+(R.*exp(B./(Ta+deltaT)- 1.5.*(deltaT)- a. 41 % Valores Constantes: 42 43 k=0. UFCG 86 . ohms 46 B=3100./(To))))./(To)))). % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*(deltaT)- a./Ro. 'H = 500 W/m^2'.*exp(B.40 legend('H = 1500 W/m^2'./(Ta+deltaT)-1.*(1.*exp(B.^2. 60 61 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.*exp(B. 58 H4=100.*exp(B.

/E. 'H= 1000 W/m^2'.*R+Ro.*R+Ro.*(2. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. ºC 26 E=3. 39 40 Sigma1 =1. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*(1+B.72 ylabel('Vo [V]').^2. 75 h = legend('H= 1500 W/m^2'.Vo1.Ta.*(Ta+DeltaT))+R.*R+Ro. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 74 plot(Ta. 'H= 0 W/m^2'). ohms 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1= 1500. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente./E.*(2.'-yd').^2.*(1+B.8.*(2.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H5).*(1+B.5. 34 H4= 100.^2./E.*(1+B.^2.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 24 S=20*10^-6. 32 H2= 1000.^2. % Amplitude do Pulso 27 DeltaT=7.Ta.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H2).*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H4).'-k+'.*(Ta+DeltaT))+R.*R+Ro.*(Ta+DeltaT))+R./Ro. ºC^-1 23 a=0.Ta. 42 Sigma3 =1.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H1).*(1+B./Ro.*(1+B.*(1+B.*(Ta+DeltaT))+R. 73 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').%(Ts-Ta) 28 R=100.*(1+B.Vo5. 38 Ta=[-20:5:40].*R+Ro. 76 set(h.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H3).00385. 41 Sigma2 =1. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 21 Ro=100.^2./Ro.*(2.'-rx'. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 33 H3= 500.*(Ta+DeltaT))+R./Ro.Vo2. 35 H5= 0.Vo4.Vo3.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.^2. 18 % Valores Constantes: 19 20 U=211./E.Ta.'-bo'.'-gs'. UFCG 87 . 43 Sigma4 =1. m^2 25 Ts=50. 'H= 500 W/m^2'.^2.^2. 'H= 100 W/m^2'. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. 44 Sigma5 =1.*(1+B.9.*(2. ohms 22 B=0.*(1+B.^2./E./Ro.

49 plot(Ta./E./(Ta+DeltaT)-1./(Ta+DeltaT)-1./(Ta+DeltaT)- 1. %Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone. 51 set(h. ohms 17 To=323.^2./E./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H3)./(Ro.Ta.*R+(Ro.Vo4.^2. hold on.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H1). 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30.Ta. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.*(1./(Ta+DeltaT)- 1.*(2.^2. ohms 10 B=3100. UFCG 88 .Vo1. 50 h = legend('H= 1500 W/m^2'.*(1.*(2. 'H= 500 W/m^2'. % Amplitude do Pulso 15 DeltaT=7./(To))))+R. 22 H3= 500. 28 29 Sigma1=1.*(2. % Resistência do Termistor na Temperatura To./(Ro. K 11 a=0./(To))))+R. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.Ta./E.*(2. 'H= 1000 W/m^2'.'-yd')./(To))))+R.5./(Ta+DeltaT)- 1./(Ro. 27 Ta=[253:5:313].*exp (B.*(1. 46 xlabel('Ta[ºC]'). K.^2. 48 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').45 figure(1).*R+(Ro.*R+(Ro./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H4).*exp (B.^2. 31 Sigma3=1./E./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H2).Vo2.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. m^2 13 Ts=323.^2. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro.'-rx'.*exp (B./(Ro./(Ta+DeltaT)-1.*(1. 21 H2= 1000.Ta.28*10^-6.'-k+'. 'H= 0 W/m^2'). 32 Sigma4=1. 24 H5= 0.*exp (B.*exp (B. grid on. K 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1= 1500. % Temperatura do Termistor Aquecido./(Ta+DeltaT)- 1.Vo3./(Ta+DeltaT)-1. %(Ts-Ta) 16 R=30.*(1. 30 Sigma2=1.*(1. 23 H4= 100.*(1.'-bo'. K 14 E=1.*exp (B.*(1. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.9.^2.Vo5. 'H= 100 W/m^2'.'-gs'.^2. 47 ylabel(''Ciclo de Trabalho ')./(To))))+R.*R+(Ro.*exp (B. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.

*S.*(Ts-Ta3)-alpha. hold on.5.*(Ts-Ta1)-alpha. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.'-bo'.*(2. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*H)).*S. 20 Ta5=0./E.'-rx'.*(U. 16 Ta1=40. 'H= 100W/m^2'. hold on. 21 22 figure(1). ºC^-1 11 a=0.*(Ro. m^2 13 Ts=50.^2.Ta.*(Ro.Ta.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.Sigma2. 39 legend('H= 1500W/m^2'./(Ta+DeltaT)-1. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.*S./(Ro.Sigma4. 17 Ta2=30.*Ts).Sigma1.*Ts). 38 plot(Ta. 25 title('Tensão de Saída x Radiação').*H)). 33 Vo4=(1/k).*(Ro.*(1+B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H5).*(1+B. ohms 10 B=0. 35 UFCG 89 . 'H= 500W/m^2'.*(1.*(Ts-Ta2)-alpha.*exp (B.^2. 23 xlabel('H [W/m^2]').9. 32 Vo3=(1/k).'- gs'.'-k+'.00385./(To))))+R. 'H= 0W/m^2') 40 set(h.*(Ts-Ta5)-alpha./(Ta+DeltaT)- 1. 35 xlabel('Ta[K]').Ta. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*H)).*H)). 18 Ta3=20.*Ts).*S.*(1. 26 27 % Valores de Radiação em W/m^2 28 H=[0:500:1500]. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*S.*(1+B. ºC 14 15 % Valores da Temperatura Ambiente em ºC.*(U. 37 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').^(1/2).'-yd').*Ts).33 Sigma5=1.^(1/2).*S.*S.Ta. grid on.*S.*(U.^(1/2). 36 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 31 Vo2=(1/k).*(U. 19 Ta4=10.*(Ro.Sigma3.*S.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.*R+(Ro.*H)).*Ts). % Coeficiente de Temperatura.^(1/2).Sigma5. 29 30 Vo1=(1/k).^(1/2).*(Ro. 24 ylabel('Vo [V]').*(U.*(1+B.*S.*exp (B. grid on. 34 Vo5=(1/k). 'H= 1000W/m^2'.*(Ts-Ta4)-alpha. 34 figure(1).*(1+B.

'Ta=303 K'. grid on.'-k+'. 36 Vo4=(1/k)*((Ro. 37 h = legend('Ta=40ºC'./To)).36 plot(H. %Valores das Resistência da Ponte de Wheatstone.5).H.*S.*exp(B.*H)). 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0.*exp(B.*(Ts-Ta2)- alpha.*(Ts-Ta1)- alpha.'Ta=30 ºC'. 38 39 plot(H.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.Vo1. 22 Ta4=283.*S.'-gs'.'-rx'.'Ta=0 ºC '.*H)).*(U./To)).1. UFCG 90 . % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.*S.H. 38 set(h.H.1. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 18 %Valores de Temperatura Ambiente: 19 Ta1=313.*(U.*S.*(U.Vo3.'-yd'). 31 H=[0:500:1500].*S.Vo5.'-rx'.*(1/Ts .'-yd'). 20 Ta2=303. ohms 11 B=3100./To)).H.^(1/2)).*(Ts-Ta4)- alpha. 26 xlabel('H [W/m^2]').H.*H)). 29 30 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.'-bo'. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. ºC 15 R=30.H.1.Vo4.*exp(B.*(1/Ts .*S.*(1/Ts . 35 Vo3=(1/k)*((Ro. 40 h = legend('Ta=313 K'.*(U.^(1/2)).Vo3. 27 ylabel('Vo [V]').*(1/Ts . 21 Ta3=293.Vo2.'Ta=10 ºC'.'-bo'.'Ta=293 K'.*S./To))./To)).Vo4. ohms 16 To=323.*(Ts-Ta5)- alpha.Vo1.^(1/2)). 37 Vo5=(1/k)*((Ro.5.*(Ts-Ta3)- alpha.^(1/2)).1. 24 25 figure(1).*H)).'Ta=283 K'.*S. 32 33 Vo1=(1/k)*((Ro.H.'Ta=273 K'.Vo2.'-gs'.H.'Ta=20 ºC'.*exp(B.*S. 28 title('Tensão de Saída x Radiação').*(U. hold on. K 12 a=0. 23 Ta5=273. 34 Vo2=(1/k)*((Ro.^(1/2)).5. % Resistência do Termistor na Temperatura To.9.'-k+'.Vo5.*(1/Ts .28*10^-6. % Temperatura do Termistor Aquecido.1.*H)).*exp(B.*S.5). % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.

5).H.*(Ts-Ta4).'Ta=0 ºC'. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*H). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.Vo5. 35 Sigma3 = variavel1.H. 40 h = legend('Ta=40ºC'. hold on.*(U. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente.'-rx'.*S. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. ohms 10 B=0.H.*(U.'Ta=10 ºC'.*S. 34 Sigma2 = variavel1.'-yd'). 33 Sigma1 = variavel1.*S.Vo4. 22 Ta5=0.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorrersistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. alpha.*S. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente. ºC 14 E=12.*S.'Interpreter') UFCG 91 . 19 Ta2=30.'-bo'.5. 23 24 figure(1).'-k+'.*H).*S. 21 Ta4=10.*H).*S. 27 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').*(U.'Ta=20 ºC'.'Ta=30 ºC'. alpha.41 set(h. alpha. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.Vo3.H.*(Ts-Ta5). grid on.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6. 25 xlabel('H [W/m^2]').00385. 28 29 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.*S. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40. m^2 13 Ts=50. 20 Ta3=20.Vo2. ºC^-1 11 a=0. 36 Sigma4 = variavel1. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho'). % Amplitude do Pulso 15 R=100.*(U.*(Ts-Ta1).*Ts)/(k^2*E^2).*(U. 41 set(h. 37 Sigma5 = variavel1. 30 H=[0:500:1500].*(1+B. alpha.*(Ts-Ta3). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*S. 38 39 plot(H. 31 32 variavel1 = Ro. alpha.Vo1.'-gs'.9.*(Ts-Ta2).*H).*S.*H).

% Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 E=1. 25 26 figure(1).alpha*S*H).'-yd'). % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30. hold on.28*10^-6.Sigma4.%(Ts-Ta) 16 To=323. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.alpha*S*H). 38 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta4). % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.alpha*S*H).'-rx'.'-bo'. % Temperatura do Termistor Aquecido.alpha*S*H).'-k+'. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. 42 h = legend('Ta=313 K'. % Resistência do Termistor na Temperatura To.9.'Interpreter') UFCG 92 . 24 Ta5=273.H.Sigma2. 39 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta5). 35 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta1). 43 set(h.). 21 Ta2=303.H. 32 H=[0:500:1500]. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.5.'- gs'.Sigma3.Sigma1. ºC 15 DeltaT=7. 29 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').5. ohms 11 B=3100.'Ta=303 K'. grid on. 27 xlabel('H [W/m^2]').'Ta=293 K'.'Ta=273 K'.6. 28 ylabel('Ciclo de Trabalho'). K 12 a=0. % Amplitude do Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente 20 Ta1=313. 22 Ta3=293.H.'Ta=283 K'. 23 Ta4=283.H. 30 31 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.alpha*S*H). 37 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta3). 33 34 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)). 40 41 plot(H.Sigma5. 36 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta2).

6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*(1+(B. ºC^-1 11 a=0.^2/Ro. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. 30 Vo4=(2. ºC 14 deltaT=7.*S.'-k+'.*H)).H.*S.H.*R+(Ro. 19 Ta2=30.^(1/2).*(Ta1+deltaT))))*(U.*(Ta2+deltaT))))+ (R. % Temperatura do Sensor Aquecido. 26 27 Vo1=(2. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. 28 Vo2=(2. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*S. hold on.*S. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.*(Ta3+deltaT))))+ (R.'-bo'. m^2 13 Ts=50.*(1+(B. 29 Vo3=(2.'Ta=30 ºC'.Vo2.^2/Ro.*(Ta1+deltaT))))+ (R.*(deltaT)-a. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*(1+(B. ohms 10 B=0.'Ta=20 ºC'.*(1+(B.9. 34 xlabel('H [W/m^2]').*(deltaT)-a.Vo3. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente. 31 Vo5=(2.H.*S.*(1+(B.'Ta=0 ºC'. 25 H=[0:500:1500].*S.^(1/2).'Ta=10 ºC'.Vo5.'-yd').^2/Ro.^(1/2).*(deltaT)-a.'Interpreter') UFCG 93 .*(deltaT)-a.*S.^2/Ro.*R+(Ro.*S.*R+(Ro.*(1+(B.*(Ta4+deltaT))))+ (R.*(1+(B. 37 38 plot(H.'-gs'.5.*H)).^(1/2). 36 title('Tensão de Saída x Radiação').5).*(Ta3+deltaT))))*(U.^(1/2).*(Ta5+deltaT))))+ (R. 32 33 figure(1).*R+(Ro. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*(deltaT)-a. 39 h = legend('Ta=40 ºC'. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.'-rx'.*H)).H.*H)).*S.*(1+(B. 35 ylabel('Vo [V]').00385.*(1+(B. 22 Ta5=0. 21 Ta4=10.Vo4.*R+(Ro.^2/Ro.*(Ta2+deltaT))))*(U. ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40.*(1+(B.*H)). grid on.Vo1. % ºC (Ts-Ta) 15 R=100.*(Ta4+deltaT))))*(U.*S. 40 set(h. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*(Ta5+deltaT))))*(U. 20 Ta3=20.

/(Ta3+deltaT)- 1.*exp(B./(Ta4+deltaT)- 1. K 11 a=0.*(deltaT)-a.^2. K 18 Ta1= 313. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*S. 19 Ta2= 303./(To)))))+(R./(To)))))+(R.*(U.*(1./(Ta4+deltaT)- 1./(Ta1+deltaT)- 1.28*10^-6./Ro. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone. 36 title('Tensão de Saída x Radiação')./Ro.*(U.*(deltaT)-a./(Ta2+deltaT)- 1./(To)))))+(R./(To)))))+(R.5.^2. grid on.*exp(B.*exp(B.*S./(Ta5+deltaT)- 1.'-rx'./(Ta3+deltaT)- 1. m^2 6 Ts=323. 37 38 plot(H.*H)). % Temperatura do Termistor Aquecido. % Área do Termistor sob radiação Incidente.*(1./Ro.'-gs'.*(1.^2.*(1.*(1. % K (Ts-Ta) 14 R=30.*exp(B. ohms 10 B=3100.*H)). K 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente.Vo5./(Ta5+deltaT)- 1.H.*exp(B.*exp(B.9.*S.*(1. 35 ylabel('Vo[V]').*exp(B. 28 Vo2=sqrt((2*R+(Ro.*S. % Resistência do Termistor na Temperatura To. 29 Vo3=sqrt((2*R+(Ro. hold on.*(1.*(deltaT)-a. 31 Vo5=sqrt((2*R+(Ro./Ro.'-k+'. 32 33 figure(1).% Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.'-yd').*S.'-bo'.Vo1./(To)))).*S. 30 Vo4=sqrt((2*R+(Ro. ohms 15 To=323.*(deltaT)-a./(To)))).*(U. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*H))./Ro.*(1.Vo3.*S.*exp(B. 20 Ta3= 293.*exp(B.*S./(To)))))+(R.*S./(To)))).*S. K 13 deltaT=7./(To)))).Vo2. 34 xlabel('H[W/m^2]')./(Ta1+deltaT)- 1. 21 Ta4= 283. % Temperatura do Termistor em que a Resistência é Ro.*(deltaT)-a./(Ta2+deltaT)- 1. UFCG 94 . 22 Ta5= 273.*(1.*H)).^2. 25 H=[0:500:1500] 26 27 Vo1=sqrt((2*R+(Ro.*exp(B.*H))./(To)))).*(U.Vo4.H.H.*(U.H.*(1. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.^2.

*(Ta4+DeltaT))+R. 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2 27 H=[0:500:1500].^2.*(1+B. ohms 17 E=3. 40 set(h. 32 Sigma4 =1.*(1+B.*(Ta3+DeltaT))+R.*R+Ro. ºC 15 DeltaT=7.*(Ta2+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*(1+B.9.*(1+B.*(2.00385.^2.*(1+B.^2./Ro./Ro. 20 Ta1=40./E. ºC^-1 12 a=0./E.*(Ta5+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*R+Ro. % Coeficiente de Absorção do Sensor 13 S=20*10^-6.*(Ta1+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*(2. W/(m^2*ºC) 10 Ro=100.*(2.^2./E.*(1+B.*(1+B./E. 22 Ta3=20.*R+Ro./Ro.*R+Ro. 24 Ta5=0.*(1+B./Ro.*(Ta1+DeltaT))+R. 21 Ta2=30.*R+Ro. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido. 7 % Valores Constantes: 8 9 U=211. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(Ta2+DeltaT))+R.*(Ta3+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).^2.*(1+B. UFCG 95 .39 h = legend('Ta=313 K'./Ro. % Amplitude de Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente ºC. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.5.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante. % ºC (Ts-Ta) 16 R=100./E.^2.'Ta=293 K'.^2. hold on.'Ta=283 K'. 33 Sigma5 =1. grid on. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. 23 Ta4=10.*(Ta5+DeltaT))+R.*(1+B. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50.*(Ta4+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).'Ta=273 K').ohms 11 B=0. 34 35 figure(1). 30 Sigma2 =1. 36 xlabel('H [W/m^2]').'Ta=303 K'. 28 29 Sigma1 =1.^2. 37 ylabel('Ciclo de Trabalho').^2.*(2.*(2. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivocom o Ambiente. 31 Sigma3 =1.8.^2.

9.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2./(Ro./(Ta1+DeltaT)-1. % Resistência do Termistor na temperatura To.*(1.*(1.*exp (B. 27 H=[0:500:1500]. m^2 13 Ts=323.Sigma3.'Ta=0 ºC').Sigma1.*(2.Sigma4.^2./(To))))+R. 39 40 plot(H.%(Ts-Ta) 16 R=30.*R+(Ro.^2. 23 Ta4=293.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*(2.H.5./E.*(1./(Ta1+DeltaT)- 1./(Ta2+DeltaT)-1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H)./(Ro.Sigma2. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.^2.H./(To))))+R.*(2.'Ta=20 ºC'. 28 29 Sigma1=1./(Ta5+DeltaT)-1.*exp (B.*(1./(Ta5+DeltaT)- 1.38 title('Ciclo de Trabalho x Radiação'). 30 Sigma2=1.*(2.*R+(Ro. K 11 a=0./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H)./(Ro. 31 Sigma3=1.*exp (B./(Ta4+DeltaT)- 1.^2.*(1.'Ta=10 ºC'.'-k+'.^2.'- gs'./E.'-rx'./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). K 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente em K 20 Ta1=273./(Ro.*(1. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.'-yd').^2.*R+(Ro. 32 Sigma4=1.*R+(Ro. 41 h = legend('Ta=40 ºC'. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30. K 14 E=1. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente./E.'Ta=30 ºC'.H.^2.*(1. 21 Ta2=283. 42 set(h./(To))))+R.*exp (B. % Amplitude de Pulso 15 DeltaT=7.'-bo'./(To))))+R. 33 Sigma5=1. ohms 10 B=3100.*exp (B. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.^2.*exp (B.*(2./E.28*10^-6./(Ro.^2.*(1.H.*R+(Ro./(Ta3+DeltaT)- 1.*exp (B.Sigma5. 24 Ta5=313./E. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro./(Ta2+DeltaT)- 1.*exp (B./(Ta3+DeltaT)-1.*(1./(Ta4+DeltaT)-1. UFCG 96 .*(1./(To))))+R. ohms 17 To=323. % Temperatura do Termistor Aquecido. 22 Ta3=303.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).^2.

9. 44 45 figure(1).*(1+B. 40 h = legend('Ta=313 K'./(U. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211./(2.00385./2).*(Ts-Ta)- a.*S.'Ta=303 K'.*k.*(((Ro.*(Ts-Ta)- a.^1.*Ts)).*E). 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0. 34 H5=0.*S. 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*Ts)). % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100.*E). 32 H3=500.*H5)).*S. grid on.H./(2.^1.*E). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. ohms 23 B=0.*H4)./(2. 43 Sensib5= -(a. 42 Sensib4= -(a./2). ºC 27 E=12.*Ts)).*S.*S.*(1+B.'-rx'. 38 39 Sensib1= -(a.Sigma2.*(((Ro.*S.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica. 31 H2=1000.'-bo'.*Ts)).*H1).^1.*k.*E). 35 xlabel('H [W/m^2]').'Ta=283 K'.5. grid on./2).34 figure(2)./(2.'-yd').*S./(U.*S. % Amplitude de Pulso 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.*(((Ro.*(Ts-Ta)- a.*S.*H2)). 41 set(h.*H3)).*H5).*k. 37 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').Sigma3.*(((Ro. 37 Ta=[-20:5:40].*k./2)./(U.'Ta=293 K'.5.H.*E).*S.*(Ts-Ta)- a.*(Ts-Ta)- a.*S./(U.Sigma1.*(((Ro.^1.*S. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6.'Ta=273). hold on.*H3).Sigma4.'- gs'.*S.'-k+'. ºC^-1 24 a=0. 40 Sensib2= -(a.H.*S.Sigma5.*(1+B. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.^1. 33 H4=100.*H4)). % Área do Sensor Termorresistivo sob Incidência de Radiação. 38 39 plot(H. UFCG 97 .*k./(U.*(1+B.*H1)). % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC. hold on./2). 41 Sensib3= -(a. m^2 26 Ts=50.*Ts))./(2. 36 ylabel('Ciclo de Trabalho').*(1+B.*S.*H2).H.

*S.*H4).*S.Ta.Ta.5).*H1). 47 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').*E).^1.*S.*S.*H3).*H4).9.*variavel)). 32 Sensib3= -(a.*((Ro. 33 Sensib4= -(a.*exp(B. K 12 a=0. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0.Ta./2). hold on.*E). % Resistência do Termistor na Temperatura To./2).46 xlabel('Ta [ºC]')./(2.*S.*S./2).^1.*S. % Temperatura do Termistor Aquecido. % Temperatura do Termistor na Resistência Ro.'-rx'. 35 36 figure(1).% Constante Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211.5.*S.Sensib2.Sensib3.*S.'- gs'.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica./(2.5. 23 H5=0. K 15 To=323.*k.*H2).*k.*E).*k. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'. 51 set(h. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente.^1.'H=0 W/m^2'. 48 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). 31 Sensib2= -(a.^1.*E). % Amplitude de Pulso 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.*S.'-k+'.*H5). 49 plot(Ta.*H1).'-bo'. K 16 E=1.*k. W/(m^2*ºC) 10 Ro=30./(U.*(Ts-Ta)- a. 27 28 variavel=1.^1.*(Ts-Ta)- a.Sensib4.'H=500 W/m^2'.*variavel)).*S.*(Ts-Ta)- a./(2. 34 Sensib5= -(a. grid on.*H3).*((Ro./(2.Ta.*(Ts-Ta)- a./2).Sensib5. 21 H3=500.6.*S.*H5). 20 H2=1000.*((Ro./(Ts)-1. % Área do Termistor sob Incidência de Radiação./(U.*variavel)).*((Ro. m^2 14 Ts=323. 22 H4=100./(U. ohms 11 B=3100.% Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.*exp(B./(U./(2.Sensib1.*H2).*S.*S./2).*((Ro.*variavel)). 26 Ta=[253:5:313].*variavel)).*E).*exp(B.'H=100 W/m^2'./(To) 29 30 Sensib1= -(a./(U.*(Ts-Ta)- a.28*10^-6.'-yd').*exp(B.*k.*exp(B. 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. UFCG 98 .'H=1000 W/m^2'.*S.

34 H4=100./((k. 51 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').^2). ºC 27 E=12.2:40].5). 47 48 figure(1).*H5. 45 Sensib4= -(a.*Ts)). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo./((k. K 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500.00385. 49 xlabel('Ta [ºC]').*E. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.^2)).'-rx'.*(1+(B. % Amplitude de Pulso 28 To=50.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro.*Ts)). grid on.37 xlabel('Ta [K]').*H2. 32 H2=1000. 41 42 Sensib1= -(a.Sensib5. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.^2).*Ts)).Sensib3. W/(m^2*ºC). 35 H5=0.*Ts)).'- gs'.'-k+'.^2)). 46 Sensib5= -(a.Ta.*S. 50 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').'H=0 W/m^2'. 38 Ta=[-20:0. hold on.*(1+(B.^2).5. 43 Sensib2= -(a.*Ro. 33 H3=500. ºC^-1 24 a=0.^2)).*Ro. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50./((k. 22 Ro=100.Sensib2.*S.*Ts))./((k.*S.*(1+(B.5.'H=500 W/m^2'. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').*Ro.^2).Ta. 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'-yd'). % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211.'H=100 W/m^2'. UFCG 99 .*(1+(B. 39 40 variavel= Ro. 40 plot(Ta.*H1.*E.*E. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 44 Sensib3= -(a.^2)).*S. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.^2).*S. ohms 23 B=0.Sensib1.9.*H4.*(1+(B.^2)).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada.*Ts)).*Ro.*H3./((k.*Ro.Sensib4.*(1+(B.*E.Ta.'H=1000 W/m^2'. 41 h = legend('H=1500 W/m^2'. 42 set(h. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.Ta.*E.'-bo'.

^2)).Sensib1.Sensib3.'H=500 W/m^2'.5.*H5./((k.*E.'-bo'.'H=100 W/m^2'.^2).*Ro.Sensib5. 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*E.^2)).Ta.^2). % Área do Termistor sob Radiação. 53 h = legend('H=1500 W/m^2'.'- gs'. 23 H5=0.'H=0 W/m^2').*exp(variavel). K 12 a=0.*Ro.9. 27 28 variavel= 1.Sensib5. ohms 11 B=3100. m^2 14 Ts=323.*S.Ta. hold on.'H=0 W/m^2')./(Ts)-1.28*10^-6.52 plot(Ta.*Ro. grid on.*exp(variavel)./((k.^2). % Resistência do Termsitor em To. 32 Sensib3= -(a.Sensib1.*H3.Ta. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0.^2)).'-k+'.*H1. 26 Ta=[253:2:313].*S. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.'-rx'.^2)).*E.'-yd'). % Temperatura de Aquecimento do Termistor equivalente a 50ºC. K 15 E=1. % Amplitude de Pulso 16 To=323.Ta./((k. 40 plot(Ta.*exp(variavel).Ta.Sensib4.'-rx'.*exp(variavel). 22 H4=100.'H=1000 W/m^2'. 54 set(h. 31 Sensib2= -(a. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').'-k+'. 29 30 Sensib1= -(a.'H=1000 W/m^2'.Ta. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.^2)).*Ro.'Interpreter') Algoritmo da referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada.*Ro.^2).*H4./(To).*E. 41 h = legend('H=1500 W/m^2'. 42 set(h.'H=500 W/m^2'.Sensib4. 37 xlabel('Ta [K]'). 33 Sensib4= -(a. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30. 34 Sensib5= -(a.'-yd').^2).5.*S./((k.'H=100 W/m^2'.*E.Sensib2.*S.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.'- gs'.Sensib3. 35 36 figure(1).'-bo'.6.Ta.Sensib2. K 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.*S.Ta. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.'Interpreter') UFCG 100 . 21 H3=500.*exp(variavel).*H2. 20 H2=1000./((k.

/2. 33 H2=1000. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100. *deltaT-a.*S./(variavel1)+R)).*((variavel1). ºC 28 deltaT=7.9.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro./2.*S.*((variavel1). % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50. 48 49 figure(1). UFCG 101 .*((variavel1). % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211. *deltaT-a.*H1. *deltaT-a.*((variavel1)./(U.*S.*S. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. %(Ts-Ta) 29 E=12.*S. ºC 27 To=50. 47 Sensibilidade5= - (a.5. 36 H5=0.*S.*H2))./2. ohms 23 B=0. 45 Sensibilidade3= - (a.5.*H4./(variavel1)+R))./2.*H2. Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica./(U.*sqrt((variavel1). 37 38 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*E.*E. 46 Sensibilidade4= - (a.*S./(variavel1)+R)). grid on.*S.*E. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*H3)).00385.*sqrt((variavel1). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. hold on.*E.*sqrt((variavel1).*H1)).*H5)). 35 H4=100.*H3.*S. *deltaT-a.*S.*sqrt((variavel1). % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6. 34 H3=500. ºC^-1 24 a=0. 50 xlabel('Ta [ºC]').*sqrt((variavel1).*(Ta+deltaT))).*S. 44 Sensibilidade2= - (a.*E.*S. 39 Ta=[-20:5:40].*((variavel1). 40 41 variavel1= (Ro./(variavel1)+R)). *deltaT-a.*H5./(variavel1)+R)). 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.*(1+B./2./(U.*S./(U.*S. % Amplitude de Pulso 30 31 % Valores de Radiação em W/m^2 32 H1=1500.*H4))./(U.*S. 42 43 Sensibilidade1= - (a.

5.Ta. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.*S.Sensibilidade3./2.*S. m^2 14 Ts=323.'H=100 W/m^2'. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30./2.'- yd'). % Resistência do Termistor em To.*S.51 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]'). 53 plot(Ta.28*10^-6. 27 28 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K 29 Ta=[253:5:313].*E.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. 52 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*S. 24 H3=500.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro. ohms 11 B=3100.* deltaT-a.*((variavel1).Ta. 23 H2=1000. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. 54 h = legend('H=1500 W/m^2'.*H1.*((variavel1).*S. K 16 deltaT=7./(U. 55 set(h.*sqrt((variavel1)./(U. 25 H4=100.Ta.'H=500 W/m^2'. % Resistências da Ponte de Wheatstone. UFCG 102 ./To))).*exp(B./(variavel1)+R)).*H2)).Sensibilidade1.*E.'-k+'. 32 33 Sensibilidade1= - (a. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0.Ta. %(Ts-Ta) 17 E=12.'-gs'. % Amplitude de Pulso 18 R=30.*(((Ta+deltaT). % Área do Termistor sob Radiação.Sensibilidade2. 30 31 variavel1= (Ro.'H=0 W/m^2'). K 12 a=0.'-bo'.*S.*H1)). 34 Sensibilidade2= - (a.*H2.'- rx'.9.Sensibilidade4.5. K 15 To=323.Sensibilidade5.* deltaT-a. ohms 19 20 21 % Valores de Radiação em W/m^2 22 H1=1500.'H=1000 W/m^2'.^-1)-1./(variavel1)+R)). 26 H5=0.*sqrt((variavel1).

*((variavel1). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. 40 xlabel('Ta [K]').*S.* deltaT-a.'H=0 W/m^2').'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor temorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada.*E. %Amplitude do Sinal 15 To=50. 42 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). 45 set(h. 23 H4=100.*H5)).* deltaT-a. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC./2. 38 39 figure(1).'-yd'). 37 Sensibilidade5= - (a.Sensibilidade1.*S.'-rx'.Ta.*H5. hold on./(variavel1)+R)). 27 Ta=[-20:5:40].*sqrt((variavel1).Sensibilidade5.Sensibilidade2. 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC./2.'- k+'. grid on. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.'H=100 W/m^2'.*S./(U. ºC 16 deltaT=7. 28 29 variavel1= (Ro. %(Ts-Ta) 17 R=100.Ta./(variavel1)+R)).'H=1000 W/m^2'.'H=500 W/m^2'. 36 Sensibilidade4= - (a. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*sqrt((variavel1). 21 H2=1000.Ta. 43 plot(Ta.*H3. % Temperatura de Aquecimento do Sensor ºC 14 E=3.5. UFCG 103 .*S. ohms 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1=1500. ºC^-1 11 a=0.% Temperatura do Sensor na Resistência Ro.*H3)).*S.*S.*S. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*sqrt((variavel1).* deltaT-a.*(deltaT+Ta))).%Resistências da Ponte de Wheatstone.'-bo'.*H4. 24 H5=0.'-gs'.*(1+B.*E.35 Sensibilidade3= - (a. % Área do Sensor sob Radiação m^2 13 Ts=50./(U.00385. 22 H3=500.9.*((variavel1).*E.*((variavel1).Sensibilidade3.Sensibilidade4.*S. 44 h = legend('H=1500 W/m^2'.*H4)).Ta./2. 41 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]')./(U.8.*S. ohms 10 B=0./(variavel1)+R)).

41 plot(Ta./((variavel1)+R)).*E.^2))./(((variavel1).5.^2).*(variavel1).*(variavel1).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada. m^2 12 Ts=323. 40 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). 42 h = legend('H=1500 W/m^2'.'H=100 W/m^2'.*(variavel1).Ta.*S. ohms 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500./((variavel1)+R)).'H=0 W/m^2').^2)). 24 25 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC./((variavel1)+R)).^2). 22 H4=100. 21 H3=500./(((variavel1). 38 xlabel('Ta [ºC]').Sensibilidade2.*S./((variavel1)+R)). 23 H5=0.*H4. grid on. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 8 Ro=30.Ta. hold on.^2)).^2).'-yd').*E.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro. 6 % Valores Constantes: 7 U=211. % Área do Termistor sob Radiação.30 31 Sensibilidade1= - ((a.^2)). 35 Sensibilidade5= - ((a.9. 39 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]'). % Coeficiente de Temperatura do Termistor.'H=500 W/m^2'. % Amplitude de Pulso 14 To=323.*S. K 13 E=1. % Coeficiente de Absorção do Termistor 11 S=1. 33 Sensibilidade3= - ((a. 43 set(h.*H5.*E.*(variavel1)./(((variavel1). 34 Sensibilidade4= - ((a.^2).Sensibilidade3. UFCG 104 ./(((variavel1).*S.28*10^-6.*(variavel1).*H3.'-gs'.*H1. K 10 a=0.Ta.^2)).'-rx'.'-bo'.Sensibilidade5.Sensibilidade4. % Resistência do Termistor à temperatura To. K 15 deltaT=7. ohms 9 B=3100./((variavel1)+R)).^2).Ta. 36 37 figure(1)./(((variavel1).*E.*H2. 20 H2=1000. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone.'- k+'. %(Ts-Ta) 16 R=30.*E.Sensibilidade1.'H=1000 W/m^2'. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. 32 Sensibilidade2= - ((a.*S.

^2).^2. 44 set(h.^2.Ta.*S.^2). 35 Sensibilidade5= - (a.'H=1000 W/m^2'.^2).^2). 27 28 29 variavel1= (Ro./To))) 30 31 Sensibilidade1= - (a. 40 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]')./((variavel1).Ta.*E.^2.^2)./((variavel1).*E.*H5.*(variavel1).'H=500 W/m^2'.*(variavel1).*E.*exp(B.*E.'H=0 W/m^2').'-yd').*S./((variavel1)+R)). 36 37 38 figure(1).Sensibilidade3./((variavel1).'Interpreter') UFCG 105 .Sensibilidade1. 43 h = legend('H=1500 W/m^2'. 34 Sensibilidade4= - (a.'H=100 W/m^2'. hold on./((variavel1). grid on.*H1./((variavel1)+R)).'-bo'. 32 Sensibilidade2= - (a.*H3.Ta. 41 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*E.26 Ta=[253:5:313].*(variavel1).Ta.^-1)-1.*(((Ta+deltaT).*(variavel1).^2.Sensibilidade5./((variavel1)+R)).*S./((variavel1).*H4.'- k+'. 42 plot(Ta.*H2.Sensibilidade4. 33 Sensibilidade3= - (a.*(variavel1).Sensibilidade2. 39 xlabel('Ta [K]')./((variavel1)+R))./((variavel1)+R)).^2.*S.'-rx'.'-gs'.*S.

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