UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

RADIÔMETRO SOLAR DE EQUIVALÊNCIA ELÉTRICA COM SENSOR
AQUECIDO À DIFERENÇA DE TEMPERATURA CONSTANTE

PETROV CRESCENCIO LOBO

CAMPINA GRANDE – PARAÍBA – BRASIL
MARÇO DE 2015

U NIVERSIDADE F EDERAL DE C AMPINA G RANDE
C ENTRO DE E NGENHARIA E LÉTRICA E I NFORMÁTICA
P ROGRAMA DE P ÓS -G RADUAÇÃO EM E NGENHARIA E LÉTRICA

R ADIÔMETRO S OLAR DE E QUIVALÊNCIA E LÉTRICA CO M S ENSOR
A QUECIDO À D IFERENÇA DE T EMPERATURA C ONSTANTE

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO APRESENTADO À COORDENADORIA
DO P R O G R A M A D E P Ó S -G R A D U A Ç Ã O E M E N G E N H A R I A E L É T R I C A
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE, EM
CUMPRIMENTO ÀS EXIGÊ NCIAS PARA OBTEN ÇÃO DO GRAU DE
MESTRE EM CIÊNCIAS NO DOMÍNIO DA ENGENHARIA ELÉTRICA.

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO

RAIMUNDO CARLOS SILVÉRIO FREIRE, DR.
ORIENTADOR

C AMPINA G RANDE – P ARAÍBA – B RASIL ,
M ARÇO DE 2015

UFCG 2

FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFCG

L799r Lobo, Petrov Crescencio.
Radiomêtro solar de equivalência elétrica com sensor aquecido à
diferença de temperatura constante / Petrov Crescencio Lobo. – Campina
Grande, 2015.
104 f. : il. color.

Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) – Universidade Federal
de Campina Grande, Centro de Engenharia Elétrica e Informática, 2015.

"Orientação: Prof. Dr. Raimundo Carlos Silvério Freire, Prof. Dr.
Sebastian Yuri Cavalcante Catunda".
Referências.

1. Sensor Termorresistivo. 2. Sensibilidade. 3. Radiação Solar.
4. Termistor. I. Freire, Raimundo Carlos Silvério. II. Catumba, Sebastian
Yuri Cavalcante. III. Título.

CDU 621.317(043)

UFCG 3

Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades. Lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível. UFCG 4 .

DEDICATÓRIA Às minha avós. Aos meus avôs. Aos meus tios. Júlio Lobo (In Memoriam) e César Lobo (In Memoriam). Ivanilza Araújo UFCG 5 . e Francisco Maria da Cunha Sousa (In Memoriam). Aos meus pais Pio Lobo e Helga Lobo À minha futura esposa. Filomena Dias Sousa (In Memoriam) e Áurea Dias Lobo (In Memoriam). Crescencio Lobo (In Memoriam).

Thais Luana e Arthur Luiz. UFCG 6 . pela orientação deste trabalho. ao longo da execução deste trabalho. pela grande paciência. À UFCG. Ao amigo Marcus Tenório. Aos colegas Vanderson de Lima Reis e Josnier Ramos Guardarrama. dedicação e tempo. Ao professor Benedito Antonio Luciano. Ao CNPq. pela disponibilidade de tempo. Viviane Martins. AGRADECIMENTOS Aos professores Raimundo Carlos Silvério Freire e Sebastian Yuri Catunda. pela contribuição nos assuntos pertinentes à este trabalho. Newton Sávio. Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico. Universidade Federal de Campina Grande. Aos membros da Coordenação e Colegiado do Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica da UFCG. pelo acolhimento e pela oportunidade em cursar o mestrado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica. por conceder os pedidos solicitados. Aos amigos Vanuza Marques. pelas aulas ministradas durante o mestrado. pela concessão de bolsa de pesquisa para a execução deste trabalho.

à uma temperatura previamente determinada. v e temperatura. Para ambas as configurações neste trabalho desenvolveram-se expressões e realizaram-se simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade de arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas (moduladas em duração de pulso . Ta. existem configurações que se baseiam em sensores termorresistivos. que apresentam melhor resposta em frequência e utilizam este princípio. Dentre as arquiteturas clássicas. O sensor é aquecido por efeito Joule. menor influência da grandeza interferente e maior influência da grandeza de entrada. velocidade do fluido ou temperatura do meio é compensada variando-se o aquecimento elétrico devido à realimentação negativa utilizada. velocidade de fluidos. utilizando o princípio da equivalência elétrica. Foram feitas comparações entre as arquiteturas. para sensores dos tipos PTC e NTC. RESUMO Para a medição de grandezas físicas.PWM). a mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma temperatura constante. saída analógica e com sensor termorresistivo do tipo PTC tinham melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa. mantendo o sensor à uma temperatura quase constante. H. Neste trabalho é proposta uma arquitetura alternativa em que se faz constante a diferença de temperatura entre o sensor e o ambiente. verificando-se que as arquiteturas com diferença de temperatura constante. e a variação da radiação térmica incidente. como radiação. UFCG 7 .

Among the classic architectures. were developed expressions and simulations held for the output signal as a function of the input and the sensitivity of architecture with analog outputs and pulsed (modulated pulse duration . H. such as radiation. For both configurations.PWM) for sensors types of PTC and NTC. temperature or flow velocity of the medium is compensated by varying the electric heating due to the negative feedback used. In this work it is proposed an alternative architecture that makes constant the temperature difference between the sensor and the environment. analog output and thermoresistive sensor PTC had better performance with respect to the sensitivity. The sensor is heated by Joule effect to a previously stipulated temperature. verifying that architectures with constant temperature difference. maintaining the sensor at an almost constant temperature. which use the principle of electrical equivalence. in this work. and the variation of thermal radiation. the less influence of interfering variable and the greater influence of input variable. and temperature. which have better frequency response and use this principle. UFCG 8 . Ta. the most common is the one that uses a thermoresistive sensor heated to a constant temperature. ABSTRACT For the measurement of physical quantities. velocity fluids. v. there are settings based on thermoresistive sensors. Comparisons were made between the architectures.

1. ÍNDICE RE S U M O 6 AB S T R A C T 7 Í NDI C E 8 L I S T A D E FI GU R A S 14 L I S T A D E Q U A D R OS 16 LISTA DE ABREVIAÇÕES 17 L I S T A D E S Í M B OL OS 18 I NT R O D U Ç Ã O 20 Objetivos Gerais 21 Objetivos Específicos 21 CA PÍ T U L O I – M E T OD OL O GI A 23 1.5 – Radiômetro de equivalência elétrica com Sensor aquecido à 29 Diferença de Temperatura Constante 1.1.1.2 – Radiômetro de Equivalência Elétrica 24 1.6 – Circuito de Realimentação 30 UFCG 9 .1.1.4 – Radiômetro de Equivalência Elétrica com Sensor aquecido à 27 Temperatura Constante 1.1 – Princípio da Equivalência Elétrica 23 1.1.1 – Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 23 1.3 – Método da Compensação e Substituição 26 1.

Expressão da Sensibilidade do Sensor NTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante. 3.3 .Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 35 Constante 2. 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 40 à Temperatura Constante.7 .Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada 40 Aquecido à Temperatura Constante.Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à Diferença 36 de Temperatura Constante 2. 3.5 .6 – Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 41 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 39 à Temperatura Constante.2 .Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à 33 Temperatura Constante 2. 3.Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 37 CA PÍ T U L O I I I – E X P R E S S Õ E S M AT E M ÁT I C AS DA S E NS I B I L I D AD E D OS S E NS O R E S T E R M O R R E S I S T I V O S 39 3. UFCG 10 . 3.5 .Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 39 Aquecido à Temperatura Constante.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante. 3.Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 37 Temperatura Constante 2. 3.1 .4 .Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 31 Constante 2.Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 35 Temperatura Constante 2.8 .7 .CA PÍ T U L O II – E X P R E S S ÕE S M AT E M ÁT I C AS D O S S I NAI S DE S AÍ D A DO S S E N S O R E S T E R M OR R E S I S T I V OS 31 2.6 .1 .3 .4 .8 .Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 40 à Diferença de Temperatura Constante.2 .Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 33 Constante 2.

3 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 55 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.3 .4 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 56 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 45 Constante 4.2 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 54 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 47 Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 44 Temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 46 Temperatura Constante 4.2 .4 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 48 Diferença de Temperatura Constante 4.8 .5 .6 .6 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 58 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.7 .1 .CA PÍ T U L O I V – A V A L I A Ç Ã O D A DE PE N D Ê NCI A D A G RA N DE Z A DE 42 S AÍ D A C OM A G R A N D E ZA I NT E R FE RE N T E 4.5 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 57 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.1 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 53 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de 49 Temperatura Constante 4.7 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 59 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante UFCG 11 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 51 Diferença de temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de 52 Temperatura Constante CA PÍ T U L O V– A N Á L I S E D A S E NS I B I L I DA D E RE L AT I V A E M RE L AÇ ÃO À T E M PE R A T U R A A M B I E N T E 53 5.

8 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação 68 do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I I – RESULTADOS 69 C A PÍ T U L O V I I I – C ON C L U S Õ E S E PE RS PE C T I V AS 72 7.3 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura 63 Constante 6.8 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 60 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I – D I N Â M I C A DE S AÍ DA – AV AL I A ÇÃ O D A DE PE N D Ê NCI A DA G R A N D E ZA D E S A Í D A C OM A G RA ND E ZA DE E NT R AD A 61 6.1 – Conclusões 72 7.2 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função 62 da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6.2 – Perspectivas 73 CA PÍ T U L O I X – M A T E R I A I S E M É T O D OS 77 RE FE R Ê N C I A S 78 UFCG 12 .6 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura 66 Constante 6. 5.7 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura 67 Constante 6.1 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Temperatura 61 Constante 6.5 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de 65 Temperatura Constante 6.4 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da 64 Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6.

APÊ N D I C E S 80 Apêndice I – Algoritmos para as Simulações 80 Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 80 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 81 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 82 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 83 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 84 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 85 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 86 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 87 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 88 de Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 89 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 90 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 91 à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 92 de Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 93 Aquecimento à Diferença de Temperatura Constante UFCG 13 .

Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 94 Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 95 à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 96 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 97 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 98 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 99 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 100 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 101 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 102 Temperatura Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 103 Temperatura Constante em Saída Pulsada UFCG 14 .

no Laboratório LIMC da UFCG 27 FIGURA 5 Radiômetros com Sensor Aquecido à Temperatura Constante (a) – Saída Analógica. (b) – Saída em Duração de Pulso. LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA 21 FIGURA 2 Piranômetro EPPLEY modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande 23 FIGURA 3 Par de Sensores Termorresistivos inseridos em um Hemisfério de Vidro 26 FIGURA 4 Termistor NTC inserido em um Hemisfério de Vidro. (b) – Saída em Duração de Pulso. (c) – Forma de Onda de Vp. 28 FIGURA 6 Arquitetura contendo Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante: (a) – Saída analógica. 29 FIGURA 7 Configuração de um Instrumento de Equivalência Elétrica 30 FIGURA 8 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 44 FIGURA 9 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante. (c) – Forma de Onda de Vp. 45 FIGURA 10 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 46 FIGURA 11 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 47 FIGURA 12 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 48 FIGURA 13 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 49 FIGURA 14 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante com Destaque na Variação de Vo na temperatura de 253 K 50 FIGURA 15 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante 51 FIGURA 16 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 52 FIGURA 17 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 53 FIGURA 18 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 54 UFCG 15 .

FIGURA 19 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 55 FIGURA 20 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 56 FIGURA 21 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 57 FIGURA 22 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 58 FIGURA 23 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 59 FIGURA 24 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 60 FIGURA 25 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 61 FIGURA 26 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 62 FIGURA 27 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 63 FIGURA 28 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante na Saída Pulsada 64 FIGURA 29 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 65 FIGURA 30 Dinâmica de Saída do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 66 FIGURA 31 Dinâmica de Saída Pulsada do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 67 FIGURA 32 Dinâmica de Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 68 FIGURA 33 Esquemático da Ponte de Wheatstone 73 FIGURA 34 Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad 74 FIGURA 35 Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone 74 FIGURA 36 Termistor NTC 75 FIGURA 37 Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante 75 UFCG 16 .

LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante 42 QUADRO 2 Parâmetros para Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 43 QUADRO 3 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 4 Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 5 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação 70 UFCG 17 .

LISTA DE ABREVIAÇÕES NTC Coeficiente de Temperatura Negativo PTC Coeficiente de Temperatura Positivo PWM Modulação em Largura de Pulso RMS Valor Quadrático Médio LIMC Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas UFCG Universidade Federal de Campina Grande PCI Placa de Circuito Impresso UFCG 18 .

Ta (oC) I Corrente elétrica (mA) S Área do sensor exposta à radiação incidente (mm2) To Temperatura do sensor NTC quando sua resistência for Ro (K) B Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do sensor NTC (K) Vs Tensão elétrica sobre o sensor (V) Vo Tensão de saída do amplificador operacional (V) h Coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente a Parâmetro característico do sensor b Parâmetro característico do sensor v Velocidade do fluido E Amplitude do pulso α Coeficiente de absorção do sensor UFCG 19 . e a temperatura do ambiente. LISTA DE SÍMBOLOS m Massa do sensor (kg) c Calor específico do sensor (J/kg oC) U Coeficiente Global de transferência de calor (W/ m2 oC) t Tempo (s) Ta Temperatura ambiente (oC) Ts Temperatura do sensor (oC) Pe Potência elétrica dissipada por efeito Joule (W) Rs Resistência elétrica do sensor na temperatura Ts (Ω) Ro Resistência elétrica do sensor na temperatura de 0 oC (Ω) para PTC e na temperatura To (K) para o sensor NTC τ Constante de tempo intrínseca do sensor termo-resistivo (s) β Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do PTC (oC-1) H Radiação incidente (W/m2) ∆T Diferença entre a temperatura do sensor termorresistivo Ts.

?? ? UFCG 20 . ?? ? ? ? ? ? ? Derivada normalizada de em relação à ? ? .τ/P Variável de saída Is Corrente elétrica que passa no sensor de resistência Rs P Comprimento do pulso ??? ? Derivada normalizada de ?? em relação à ? .

enfrentam muitas limitações em função da baixa densidade de estações radiométricas sobre a região Nordeste do Brasil [1]. os problemas de energia compõem temas de discussões pelo o mundo. vem se tornando uma fonte de energia complementar. em relação às outras fontes de energia já conhecidas. uma vez que a energia solar. (2010) destaca que a principal fonte de energia que rege os processos físicos. porém informações confiáveis sobre este assunto são escassas. há estudos e implantações de outras formas de captação de energias complementares. muito boas oportunidades para a ampliação do uso de energia hídrica. ou complementar. torna-se possível perceber que o desenvolvimento de um determinado país está diretamente relacionado a ele. Na Alemanha. Sua aplicação engloba diversas áreas científicas além de ser um indicador de variação meteorológica. Hoje. existem condições favoráveis para o uso rentável da energia eólica. Apenas com uma avaliação superficial sobre o consumo de energia. por outro lado. Investigações referentes à radiação solar. químicos e biológicos que ocorrem na natureza é a radiação solar. ou ainda. e a radiação global anual incidente é menos do que a metade da média iraniana [2]. Na Figura 1. há bastante tempo. A radiação solar global neste país é de aproximadamente de 5300 (Whm-2 dia-1). UFCG 21 . Isto requer um conhecimento maior acerca desta fonte de energia. está representado o mapa do potencial de energia solar mundial. em outras atividades humanas. existe a importância da utilização da energia solar como fonte de energia renovável. bem como o cenário ideal para o uso da energia solar. INTRODUÇÃO No cenário da instrumentação em eletrônica. O Irã por exemplo. a procura de novas alternativas para a medição de temperatura e radiação tem se tornado cada vez mais constante. SILVA. Além desta motivação. O nível de radiação incidente recebido no Irã é mundialmente um dos mais altos. tem uma grande quantidade de fontes de energia renováveis.

Após o desenvolvimento das expressões e simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade. objetiva-se comparar ambas as arquiteturas para verificar qual modelo tem o melhor desempenho. 2012 – Adaptado de [2]. UFCG 22 . em que o sensor termorresistivo é aquecido à uma diferença de temperatura constante em relação à temperatura ambiente. Objetivos Específicos  Levantar informações pertinentes à estudos anteriores relativos à radiômetros configurados por equivalência elétrica. para as arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas com sensores termorresistivos do tipo PTC e NTC. é possível perceber importância da pesquisa de instrumentos que sejam capazes de medir radiação de maneira cada vez mais eficiente. visando uma sensibilidade maior e dinâmica de saída melhor do que a arquitetura com sensor aquecido à temperatura constante. Objetivos Gerais Propõe-se apresentar uma arquitetura alternativa à arquitetura clássica. Em face da temática mencionada. Figura 1 – Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA (kW/m2/ano).

e utilizando parâmetros de sensores existentes.  Realizar simulações para a sensibilidade.  A partir das expressões. realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza de entrada. UFCG 23 .  Efetuar um comparativo entre os tipos de sensores e arquiteturas analisadas.  Desenvolver as expressões matemáticas das saídas (analógicas e pulsadas) e sensibilidade dos sensores termorresistivos tipo PTC e NTC nas arquiteturas à temperatura constante e à diferença de temperatura constante entre o sensor e ambiente.  Realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza interferente. Realizar estudos sobre a configuração do radiômetro à diferença de temperatura constante. e verificar qual arquitetura e sensor tem melhor desempenho.

conforme representado na Figura 2. Na caracterização e uso de sensores metálicos em sistemas para medição de grandezas como radiação.1. (?? − ?? ) + ?? . ?.1 Princípio da Equivalência Elétrica Existem instrumentos que. ?. Figura 2 – Piranômetro EPPLEY Modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande. pode-se descrever [4]: ??? ?. Sendo assim. diferenças entre a geometria dos sensores. em que a variação da potência elétrica disspipada pelo sensor é equivalente à potência absorvida pela radiação incidente. (2) UFCG 24 . temperatura ou velocidade do fluido. Porém. o ambiente no qual estão inseridos. uma maneira para contornar tais problemas é a utilização de uma técnica de medição com maior acurácia utilizando apenas um sensor. O princípio da equivalência elétrica em sensores termorresistivos pode ser implementado por métodos de compensação e de substituição [3]. para medição de determinadas grandezas físicas.Metodologia 1. como por exemplo nos piranômetros à termopilha. ? + ?? = ℎ. utilizam a diferença de temperatura entre dois sensores.1 Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 1. em concordância com a Primeira Lei da Termodinâmica. mantido à temperatura constante. sendo: (1) ?? ℎ = ? + ?? ? . de forma que a grandeza de saída seja equivalente à intensidade da radiação incidente. CAPÍTULO I . requerem uma calibração individual para cada um.

Em equilíbrio de estado térmico. ? é o coeficiente de absorção. e ?? é a Potência Joule dissipada. a e b são parâmetros característicos do sensor e v é a velocidade do fluido a ser medido (no caso de anemômetros) [5] α.2 µm) e por fim. c é o calor específico. armazenamento de água. como por exemplo a previsão do clima. sensibilidade elevada. Tais UFCG 25 . (?? − ?? ). U é a constante de troca de calor do sensor com o ambiente. [7]. tais como os de irrigação. 1. a expressão de equilíbrio termodinâmico para um sensor termorresistivo eletricamente excitado. ?. e para radiômetros. A partir de (1).1. Ts é a temperatura do sensor. mas o problema é que para o fornecimento de tais serviços. meteorologia. h pode ser substituído por U. e h é o coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente dado pela expressão (2). pois a incidência de radiação solar é favorável durante praticamente todo o ano. não há exatidão nestas medições. S é a área exposta à radiação incidente. é dada por [5]: ?2 ?. há um maior atrativo na exploração da energia solar. em regime permanente. na presença de radiação incidente. ??? ⁄?? = 0. e um espectro amplo (a exemplo do espectro solar que abrange um gradiente de 0. Alguns órgãos ligados à serviços meteorológicos fornecem dados referentes à radiação solar. constante de tempo pequena. ? + ?? = ?. dentre outras aplicações [7].em que m é a massa específica do sensor. é desejável que o mesmo possua uma resposta rápida. Em um instrumento medidor de radiação. Rs é a resistência do sensor temorresistivo. Em (2). determinar o potencial energético (solar).29 µm à 3. ?. Ta a temperatura ambiente e Vs é a tensão sobre o sensor termorresistivo ou termistor [6]. Sendo assim.2 Radiômetro de Equivalência Elétrica Em regiões como por exemplo o Norte e Nordeste do Brasil. Mas falta um instrumento de medição que possibilita aferir e assim. ou seja. podendo ser implementado em outras regiões e aplicações em projetos diversos. (3) ? em que H é a radiação incidente na superfície do sensor. outro fato é que os bancos de dados são ecassos assim como os meios necessários à exploração das medidas. um radiômetro é de bastante utilidade para este fim e para outros.

características são determinantes em relação à qualidade do instrumento de medição e são fatores
importantes a serem consideradas no projeto do mesmo [7].
Há dois tipos de sensores de radiação solar: os sensores térmicos (que englobam
termopares, sensores termorresistivos, etc) e os sensores ópticos, que são representados pelo diodo
fotossensível, célula fotovoltaica, etc. Os primeiros tem resposta lenta e espectro amplo e os ópticos
possuem resposta rápida e espectro limitado. Não há em um mesmo tipo de sensor, características
apropriadas para que seja possível utilizá-los em um instrumento medidor de radiação solar, que
seja capaz de responder à variações rápidas de radiação [7].
Os termopares e sensores termorresistivos são mais apropriados para a medição da
radiação solar, mesmo tendo resposta lenta, pois respondem a todo o espectro de radiação do Sol.
Porém, em alguns testes foi possível perceber que o tempo de resposta do sensor depende da
estrutura na qual ele é colocado. Esta estrutura pode ser composta por uma malha aberta ou malha
fechada, ou seja, realimentada. No primeiro caso, em tais experimentos, obteve-se uma constante
de tempo em torno de 15 s, e cerca de 600 ms para o modelo de malha com realimentação. Sendo
assim, são utilizados sensores termorresistivos em estruturas realimentadas para medição da
radiação solar, caracterizando uma configuração que responda a todo espectro solar com uma
constante de tempo relativamente baixa [7].
A resistência de um sensor termorresistivo possui variação de acordo com a radiação
incidente. Esta, causa uma variação na temperatura do sensor. Nestes radiômetros, variações nas
grandezas interferentes, tais como temperatura ambiente, influenciam nas suas características
durante o tempo. Desta maneira, é preciso adotar algum modo de compensação e calibração para
o sensor termorresistivo. [7]
Uma maneira para a implementação de radiômetros de equivalência elétrica consiste no
ajuste da intensidade de corrente elétrica no sensor de acordo com a variação da radiação,
objetivando-se manter a sua temperatura constante e, consequentemente, sua resistência. Em outras
palavras, uma variação na potência térmica produzida pela radiação no sensor é substituída por
uma variação igual e de sentido oposto na potência elétrica dissipada no mesmo, de modo a manter
a sua temperatura constante. Medindo-se a variação de corrente no sensor, pode-se determinar a
variação de sua potência elétrica e, consequentemente, as radiações absorvidas sobre o mesmo. A
radiação absorvida pelo sensor é igual à radiação incidente vezes o coeficiente de absorção. No
caso ideal, em que o coeficiente de absorção do sensor é 1, se as referidas radiações são iguais [7].

UFCG 26

1.1.3 Método da Compensação e Substituição
No princípio da equivalência elétrica há duas abordagens: Método da compensação e da
substituição. No primeiro, faz-se o uso de dois sensores radiômetros, um de cor preta, e outro de
cor branca. O primeiro sensor absorve a radiação incidente enquanto o segundo, refletindo a
radiação, possibilita fazer a compensação, conforme representado na Figura 3 [7], [8].

Figura 3 – Par de sensores termorresistivos inseridos em um hemisfério de vidro –
Adaptado de [8].

A segunda abordagem consiste no método da substituição, em que há somente um sensor
termorresistivo Rs, conforme representado na Figura 4, e uma fonte controlada de corrente I.
Quando há uma variação na grandeza física de entrada, como por exemplo a radiação solar, tem-
se uma variação respectiva da resistência elétrica do sensor. Com o ajuste da corrente I, de maneira
que Rs fique constante, tem-se na variação de Is, uma medida indireta da variação da radiação [7].

UFCG 27

Figura 4 – Termistor NTC inserido em um hemisfério de vidro, no laboratório LIMC da UFCG.

1.1.4 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à temperatura
constante
Dentre as diversas configurações para a medição de grandezas físicas (a exemplo da
radiação), a arquitetura mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma
temperatura constante. Determina-se primeiramente uma temperatura para aquecimento do sensor,
e o mesmo é então aquecido sob efeito Joule. O instrumento é submetido à uma variação da
radiação térmica incidente, sendo assim irá ocorrer variação na temperatura do sensor. A
compensação é obtida pela realimentação negativa utilizada, variando-se o aquecimento elétrico,
mantendo o sensor à uma temperatura quase constante.
Neste trabalho, consideraram-se os radiômetros com saídas analógicas e pulsadas, do tipo
PTC (Coeficiente de Temperatura Positivo) e NTC (Coeficiente de Temperatura Negativo).
Na Figura 5 está representada a arquitetura clássica, utilizando a Ponte de Wheatstone com
saídas do sinal analógico (a) e PWM (b). Em largura de pulso, P e E são constantes e  é o ciclo de
trabalho (P é a variável de saída). É considerado ainda na Figura 5 o sensor termorresistivo PTC.
Se o sensor utilizado for um termistor NTC, deve-se inverter as entradas + e – do amplificador
operacional.
Com o sensor aquecido e submetido a um aumento de radiação, sua temperatura tende a
aumentar (PTC). Dessa forma, com a realimentação do circuito, a corrente no sensor diminui (PTC)
de modo a manter sua resistência Rs e sua temperatura Ts aproximadamente constantes. Caso a
radiação diminua, o processo se dá de forma inversa [9].

UFCG 28

?? ) . A resposta térmica destes sensores é a função do valor RMS da potência elétrica. e para os radiômetros. Para um sensor termo-resistivo do tipo PTC é válida a expressão para a sua resistência: ?? ≅ ?? (1 + ?. e B é o seu coeficiente de temperatura. (5) em que R0 é a resistência do sensor em uma temperatura de referência T0 em Kelvin. Continuando a análise na Figura 5. A inserção de um modulador PWM no ciclo de realimentação do circuito. Desprezando-se o efeito da tensão de desvio do amplificador operacional. Neste trabalho. (4) em que R0 é a resistência do sensor à 273 K e β é o seu coeficiente de temperatura. As formas de onda são de período P e amplitude E. ? ?? ?? . considerando que o período do pulso é bem menor que a constante de tempo intrínseca ao sensor. possibilita obter uma relação linear entre o mesurando e a tensão de saída do amplificador operacional.( − ) ?? ≅ ?? .Radiômetros com sensor aquecido à temperatura constante: (a) – saída analógica. Vp excita a ponte. Para um sensor termo-resistivo NTC a relação entre sua resistência e sua temperatura é dada aproximadamente pela expressão de Steinhart-Hart: 1 1 ?. (c) – forma de onda de Vp – adaptado [9]. (b) – saída em duração de pulso. a relação entre radiação H e a duração de pulso é linear [8]. Figura 5 . propõe-se outra forma em que se mantém constante a UFCG 29 .

1. Neste outro modelo. gerada por um bloco de controle C. tanto como outra entrada para Vo ou Vp. como representada na Figura 5. UFCG 30 .temperatura entre o sensor e o ambiente. a temperatura ambiente Ta. implementando-se um bloco de controle a ser descrito a seguir. Existe uma entrada neste bloco. (b) – saída em duração de pulso. o objetivo é que a diferença de temperatura entre o ambiente e o sensor permaneça constante a partir de uma saída kVo (ou kVp). Figura 6 – Arquitetura contendo sensor aquecido à diferença de temperatura constante: (a) – saída analógica. tanto para implementações de circuitos com o sensor termorresistivo PTC como para o termistor NTC. 1.5 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à diferença de temperatura constante Propõe-se a implementação de uma arquitetura alternativa à clássica. (c) – forma de onda de Vp – adaptado de [9]. para aferição da grandeza interferente. representado na Figura 6 [9].

então sua temperatura sempre será mantida idealmente constante e a sua resistência será igual à R [10]. Na prática. ou retirada a partir do sensor . A resposta dinâmica irá depender de alguns fatores como os parâmetros inerentes do sensor bem como aos parâmetros relativos da configuração de realimentação.1. pode-se obter o valor da grandeza medida para qualquer outra condição operacional. [12]. magnitude da grandeza física a ser medida dentre outros [10]. por experimentos relatados em trabalhos sobre arquiteturas de sensores termorresistivos aquecidos à temperatura constante. ou seja Vos = 0. esta característica do amplificador operacional se torna um fator importante para a estabilidade do circuito em malha fechada [10]. Sabendo que um valor de referência. a variação da energia térmica incidente sobre o sensor. Nestes circuitos. Por outro lado. considerando o amplificador ideal. que pode ser o valor da energia elétrica no sensor com o mensurando igual a zero. sendo Rs a resistência do sensor. Conforme a Figura 7. analisando as características estáticas. 1. é substituído por energia elétrica equivalente (efeito Joule) no sensor. Figura 7 – Configuração de um instrumento de equivalência elétrica – adaptado de [10].6 Circuito de Realimentação Os principais aspectos associados com os circuitos de medição são as características estáticas e dinâmicas. R1 = R2. é possível perceber que. a temperatura Ts e a resistência do sensor Rs não são constantes sob incidência de radiação ou velocidade do fluido. [11]. UFCG 31 . na presença da tensão de desvio.

tem-se que: UFCG 32 . tipos de sensores (PTC e NTC) e saídas (analógica e em largura de pulso). (7) ?? em que ?? é a corrente que passa no sensor. (?? − ?? ) . sendo Vos = 0. para NTC e saída analógica.1 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Estando o circuito do sensor termorresistivo com a Ponte de Wheatstone em equilíbrio em regime permanente. que pode ser representada por ?? [13]. Substituindo ?? em (6). ?? 2 . analisando o circuito. variações em Ta ou H são compensadas com ??2 variações na Potência Elétrica. A partir das expressões de (3) a (5) e também considerando a Figura 5 (a) e (b) e a Figura 6 (a) e (b). CAPÍTULO II – Expressões matemáticas dos sinais de saída dos sensores termorresistivos No capítulo anterior foram demonstradas duas das principais arquiteturas para projetos de radiômetros baseados em sensores termorresistivos do tipo PTC/NTC bem como suas respectivas expressões matemáticas de saídas analógica e em PWM. para PTC e saída pulsada. (6) Estando a temperatura do sensor constante. é válida a seguinte exressão: VERIFICAR AS VARIAVEIS DE ESTADO ?. ?? 2 . Pela Figura 5 (a). (3). ?. e para NTC e saída pulsada. tem-se como resultado. [14]: ??2 ?? = = ?? . ?. ? + ?? = ?. 2. que pode ser dada por ou ?? . podem-se encontrar as expressões para a arquitetura com PTC e saída analógica. A seguir serão descritas as deduções das respectivas expressões para ambas arquiteturas.

(14) ? UFCG 33 . (?? − ?? ) . ?. (?? − ?? ) − ?. (9) ?? ?? + ? Na arquitetura de sensor aquecido à temperatura constante. ?? . ?. (10) ?? + ? substituindo (8) em (3) pode-se obter: 1 ?? . ( ) = ?. ?]. (12) ?? ? isolando ??2 : ?? ??2 = [?. (8) ?? + ? portanto. ? = ?. [?. ? + . pode-se adotar uma constante ? [13]. Sendo assim. (?? − ?? ) − ?. considerando ainda Vos = 0 e ganho infinito G em malha aberta. ?? ?= . tem-se [13]: ?? ?? = . ?. o objetivo é manter a temperatura do sensor constante. ?. (11) ?? ?? + ? e utilizando (10) em (11) tem-se Vo: ?2 2 ?. ?. . (?? − ?? ) . ?. ?. aquecendo-o sob Efeito Joule sob variação da temperatura do ambiente. portanto o circuito irá variar a corrente no sensor ?? . ?] . ?. em (5). (13) ?2 ?? ?? = √ 2 . ?? ?? = . ?? 2 ?. tendendo desta forma manter ?? constante. ? + .

2 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para o caso do termistor NTC. 1√ 1 1 ?. o resultado é (15). ?] . [?.( − ) ?? = ?? . partindo-se da expressão (3) e substituindo ?? pela expressão característica que relaciona a resistência com a temperatura do NTC. ?. ? ?? ?? . 1 ?? = √?? . (15) ? 2. [?.substituindo (4) em (14). ?. ?? ). conforme representado na Figura 5 (b). (5). (17) 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . ?? = ???(?(?)) .3 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Na ponte de Wheatstone contendo o sensor. (1 + ?. ?. (16) ? 2. (?? − ?? ) − ?. Esta onda da tensão de alimentação PWM pode ser gerada usando um microcontrolador (ou um microcomputador) e o sensor termorresistivo é sensível ao valor RMS da tensão. o resultado é a expressão encontrada em (16). (19) ? 0 UFCG 34 . que caracteriza a saída analógica do circuito com o sensor PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. é fornecida uma largura de pulso de tensão modulada como excitação elétrica. ?. (?? − ?? ) − ?. (18) ? 0 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . ?] . e período P. de amplitude E.

(23) ? ? ??? = ? √ . ?] . ?] . 1 2 ? ??? = √ . ?. ?? ). . (?? − ?? ) − ?. (?? − ?? ) − ?. (29) ? 2 . { (20) ?(?) = 0. (27) ? ? ?. (28) ? 2. ?. ???? 0 ≤ ? < ? . (21) ? 0 ?2 ??? = √ . ???? ? ≤ ? < ? . ?] . ?2 ? ?= . ?. (26) ? ? ? substituindo ?? 2 em (13). = 2 [?. definindo a razão cíclica como: ? ?= . ?2 ? UFCG 35 . √ ) = ? 2 . (24) ? sendo assim. ? ??? = √ . ?|?0 . ?. Então. ?? ?= [?. ?. ? (1 + ?. (25) ? 2 ? ? ? ?? = ? √ => ?? 2 = (?. ?. ? ∫ ?? . tem-se que: ? ?? ?2. (?? − ?? ) − ?. (22) ? ?2. [?. para as seguintes condições: ?(?) = ?.

e igualando à (26). (30) ? ? . ?. tem-se: 1 1 ?. (?? − ?? ) − ?. (36) UFCG 36 . ?. [?. [?. (?? − ?? ) − ?. (?? + ∆?)) .? resultando em: ? ?? (1 + ?. ?? ) = . ?. ?] . ?] . partindo-se da expressão equivalente à Primeira Lei da Termodinâmica. (?? − ?? ) − ?. (?? − ?? ) − ?. ?] . (33) ? ? 2. (31) ? ? 2. ?] . ?. ?2 ? ?? (1 + ?. e considerando o regime permanente.4 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para modelar a expressão característica da saída pulsada do NTC aquecido à temperatura constante. ?? ). (34) sendo assim. ? 1 = 2 2 . tem-se ainda que: ∆? = ?? − ?? (é ?????????) . ?2 2. descrita como (3). [?. { (35) ?? = ?? + ∆? . considerando também (4): ?? ≅ ?? (1 + ?. ? ?? ?? = . ?? (1 + ?. ?. ?? ) = . ?. ?2 2. ?. (32) ? ? 2. partindo-se de (16). ?. [?. portanto: ?? ≅ ?? (1 + ?.5 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Nesta arquitetura. ?? ) .( − ) ? ?? .

( − ) ?? . ∆? − ?. ??2 = ?. aquecido à diferença de temperatura constante. (40) ?? resultando em (41). ?. (5) ficará da seguinte forma: 1 1 ?. ?. [?.( 1 1 − ) ?2 ?? = √(2? + ?? . k também não é. ?2 ?? = √(2? + ?? . ( ) = ?. (42) inserindo (42) em (40). ?. ?] . ?. ? (?? + ∆?) ?? + 1 1 ) . ?] . ?] . [?. o resultado é a expressão encontrada em (43). (1 + ?. (39) ?? ?2 ?? = √(2? + ?? + ) . (?? + ∆?)) + . [?. ?. ∆? − ?. (37) ?? ?? + ? ?? . ?. ?. ?.6 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para o NTC. ?. [?. considera-se (3) e (34). 1 ?? . ?. ∆? − ?. ?] . ? (?? + ∆?) ?? UFCG 37 . ?. ?. ? . (38) (?? + ?)2 (?? + ?)2 ?? = √ .como ?? não é mais constante pois ?? não é constante. ∆? − ?. portanto assim. (?? + ∆?)) 2. ? (?? + ∆?) ?? . ∆? − ?. (43) ?. ?. (1 + ?. ?? 2 . ∆? − ?. ? . referente à saída analógica do termistor NTC.( − ) ?? ≅ ?? . (41) ?? .

[?. (48) ?? UFCG 38 . ?. (?? + ∆?)) ? ?2 ?2. (46) ? ? ?? . (?? + ∆?)) + ]. ?2 ?? 2 = (2? + ?? + ) . ∆? − ?. (44) ?? . temos que ?? = ???(?(?)). à saída analógica. 100% 0% < ? < 100% . (1 + ?. (1 + ?. ∆? − ?. ?.8 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a saída pulsada do termistor aquecido à diferença de temperatura constante. (?? + ∆?)) + ]. ?. (1 + ?. (?? + ∆?)) resultando em (46): ? 1 ?2 = 2 [2? + ?? . ?. considerando (26). ∆? − ?. ou seja. = [2? + ?? . 2. [?. da configuração à diferença de temperatura constante. (45) ? ?? . ?] . ?] . (1 + ?. são consideradas (26) e (40).7 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Semelhante à saída pulsada do sensor termorresistivo aquecido à temperatura constante. ?. ?] . e utlizando o resultado da análise p/?? . ?. (?? + ∆?)) + ]. ?. [?. (41). ∆? − ?. [?. temos que: ?2 ?? 2 = [2? + ?? . ?. (?? + ∆?)) ? ? e sendo ? a razão cíclica 0 < ? < 1 ou: ? ?= . (47) ? 2. (1 + ?. (1 + ?. ?] .

?.( − ) ?? .( 1 1 − ) ?2 ?2 = (2? + ?? . tem-se: ? ?. ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) .( − ) ?? . [?. [?. ? (?? + ∆?) ?? UFCG 39 . ?. ∆? − ?. ?] . (49) ? ?. ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) . ?. ?. ∆? − ?. (50) ? ? ?.( 1 1 − ) ?2 = 2 = (2? + ?? . ? (?? + ∆?) ?? resultando em (50): ? 1 ?. ?] .substituindo ?? da expressão anterior por (42).

em relação à radiação incidente sobre a área do sensor.1 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada na expressão (15) em relação à H. em função da grandeza interferente [12]. ??? ? ??? ?? (1 + ??? ) . (51) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? 3. = − √ . (52) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? UFCG 40 . o resultado é a expressão (52). ou seja.2 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (16) em relação à H. No caso. CAPÍTULO III – Expressões Matemáticas da Sensibilidade dos Sensores Termorresistivos PTC e NTC A partir das expressões analógicas e pulsadas dos sensores termorresistivos PTC e NTC. ou seja. foram desenvolvidas as expressões de sensibilidade. 3. = − . estão sendo analisadas as sensibilidades para radiômetros. sendo asism. a grandeza de entrada é a radiação H. o resultado é a expressão (51). 1 1 ?( − ) ??? ? ??? √ ?? ? ?? ?? . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. As sensibilidades associadas às configurações clássica e de diferença de temperatura constante são resultados das derivadas normalizadas das expressões de saída da tensão analógica ou a razão cíclica em relação à grandeza de entrada.

(55) ?? ? (? ? . ou seja. =− . √ ? . ou seja. ? ?( − ) 1 1 ?? ? ?? ?? ?? .5 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (41) em relação à H.(1+ ?. ? +∆?)) 2. ??? ? ??? ? (1 + ?(?? + ∆?)) . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. ? ??∆? − ??? ? ? )+? UFCG 41 . ? .?(1+ ?. o resultado é a expressão (54). ou seja. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor.(? +∆?) . (53) ?? ? ? ? 3. = − 2 2 ?? (1 + ??? ) . ? ?? ? ??? .3 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (32) em relação à H. 3. = − .4 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (33) em relação à H. o resultado é a expressão (53). em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. o resultado é a expressão (55). ??? (54) ?? ? ? 2?2 3.

= − 2 . à radiação incidente sobre a área do sensor.√ . ou seja. à radiação incidente sobre a área do sensor. ?? ? ?((∆?+?? ) ? . = − 1 1 . (58) ?? ? ?( 1 1 − ) ?? ? ?? +∆? ?? ( 1 1 ) . ? ? ? ??? ? −1 −? −1 ) = −. (56) ?? ? ?? ? ?( − ) ?? +∆? ?? ?.(?? +∆?)) (? ) . o resultado é a expressão (58). (57) ?? ? ?? .(?? +∆?))+? 3. 2 . ou seja.(1+ ?. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. o resultado é a expressão (57). ?2 ?( − ) ?? ? ?? +∆? ?? +? UFCG 42 .? ?( − ) ?? ? ? ? +∆? ? ? +? 3. ?(∆?) − ??? ? 2.8 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (50) em relação à H.7 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (46) em relação à H. ? ?? ? ??? . 3. ?2 ? . 1 1 . −1 −1 ) ??? ? ??? ?? ? ?((∆?+?? ) −?? .(1+ ?. o resultado é a expressão (56).6 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (43) em relação à H. ou seja. ?? (1 + ?(?? + ∆?)) .

Ta -.5 k 0. traçando-se os gráficos a seguir.Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza Interferente Com as expressões de saídas analógicas e em largura de pulso desenvolvidas.Ta -- UFCG 43 .9 S 20 mm² S 1.5 W/m2 ºC α 0. respeitando os dados do Quadro 1 e Quadro 2.5 U 211. Ta. avaliando-se a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza interferente.6 V ΔT = Ts. foi possível realizar simulações que englobam a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. ΔT = Ts. CAPÍTULO IV – Dinâmica de Saída . e com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais.9 α 0.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 12 V E 1. Quadro 1 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante.5 W/m2 ºC U 211. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k 0.

sendo esta a maior intensidade de radiação incidente na superfície da Terra [10].8 V para PTC e E = 1 V para o NTC. Quadro 2 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante. sempre garantam uma duração de pulso menor que 1 (ou 100%) do seu período total.Ta 7 ºC ΔT = Ts. escolheu-se E = 12 V. e E = 1.9 S 20 mm² S 1.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0. para o NTC.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 3.Ta 7K Considerou-se a radiação máxima de 1500 W/m².8 V E 1V ΔT = Ts. nas saídas pulsadas. UFCG 44 .5 W/m2 ºC U 211.9 α 0.5 W/m2 ºC α 0. k -- U 211.6 V. escolheu-se E = 3. Valores estes para que os sinais de saída (Vp nas Figuras 5 e 6). para o PTC. Para a arquitetura à diferença de temperatura constante. controlados pela amplitude de pulso do PWM. Para a arquitetura de temperatura constante. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k -.

correspondente à um valor de 8. 4. de 273 K a 313 K. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. Para a análise da simulação. representado na Figura 8. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo) em função da grandeza interferente à temperatura (Ta). Constatou-se que. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação.63 V. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Sob esta condição.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. foi obtido o gráfico. UFCG 45 . Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 12 H=1500 W/m2 11 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 10 H5=0 W/m2 9 8 Vo [V] 7 6 5 4 3 2 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 8 . A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1.

08 V.4 H=100 W/m2 H=0 W/m2 1. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1.8 0.2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1.4 0. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. Sob esta condição. representado na Figura 9. Para a análise da simulação. UFCG 46 . correspondente à um valor de 1. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação.2 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 9 . 4.6 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 1. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo). Constatou-se que. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). a temperatura (Ta). de 253 K a 313 K.6 0.Saída analógica e termistor NTC aquecido à temperatura constante. foi obtido o gráfico. em função da grandeza interferente.2 1 Vo [V] 0.

Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. 4. em função da grandeza interferente.8 H=0 W/m2 0.7 0.9 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1 H=1500 W/m2 0. Constatou-se que. equivalente à variação de tensão (Vo) de 11 V. de 253 K a 313 K. considerando (26).5 0.6 Ciclo de Trabalho 0. correspondente à ?/? = 0. foi avaliada a dependência da grandeza da saída pulsada. houve a maior variação da razão cíclica.84 ou 84 % do período total. Para a análise da simulação. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1. (Ciclo de Trabalho).1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 10 . foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica.. foi obtido o gráfico. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.3 0. sob 1500 W/m2 de radiação. UFCG 47 .4 0. a temperatura (Ta). representado na Figura 10.2 0. Sob esta condição.

76 ou 76 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1. Sob esta condição.66 V. Constatou-se que. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 0.5 0.9 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 0.4 0. UFCG 48 . em função da grandeza interferente.3 0. 4. sob 1500 W/m2 de radiação. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Para a análise da simulação. houve a maior variação da razão cíclica.7 H=0 W/m2 0.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à temperatura constante. de 253 K a 313 K.8 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0. a temperatura (Ta).2 0.6 Ciclo de Trabalho 0. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 1. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada. foi obtido o gráfico. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. correspondente à ?/? = 0. representado na Figura 11.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 11 .4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). (Ciclo de Trabalho).

3 17. correspondente à um valor de 0. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2.8 H = 0 W/m2 17. 4. foi avaliada a dependência da saída analógica (Vo). Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 18 H =1500 W/m2 H = 1000 W/m2 17. Para a análise da simulação.2 17. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.1 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 12 . considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).6 Vo [V] 17.7 17.4 17. foi obtido o gráfico.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Sob esta condição. Constatou-se que.9 H = 500 W/m2 H = 100 W/m2 17.66 V.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. em função da grandeza interferente. UFCG 49 . representado na Figura 12. de 253 K a 313 K.5 17. a temperatura (Ta).

em função da grandeza interferente. a temperatura (Ta). correspondente à um valor de 9. foi obtido o gráfico. Sob esta condição. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. representado na Figura 13. Constatou-se que. a variação de tensão é mínima. 4.52 V. sendo perceptível apenas.6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. Para a análise da simulação. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. Para um ponto fixo na faixa de temperaturas ambiente. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 20 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 18 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 16 Vo[V] 14 12 10 8 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 13 . considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. na Figura 14. de 253 K a 313 K. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo). UFCG 50 . A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2.

Tensão de Saída x Temperatura Ambiente H= 1500 W/m2 19.04 253.156 19.94 252.02 253.168 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 19.17 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 19.98 253 253.16 19.Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante com destaque na variação de Vo em 253 K. UFCG 51 .154 19.06 Ta[K] Figura 14 .15 252.166 19.162 Vo[V] 19.164 19.96 252.158 19.152 19.

7 H= 0 W/m2 0.Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.3 0. foi obtido o gráfico.7 Simulação da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. 4. correspondente à ?/? = 0. representado na Figura 15.5 0. de 253 K a 313 K. Para a análise da simulação.1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta[K] Figura 15 . A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 2.2 0. (Ciclo de Trabalho).09 ou 9 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1. em função da grandeza interferente.9 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0. houve a maior variação da razão cíclica. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. a temperatura (Ta).4 0. Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0. Sob esta condição. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. UFCG 52 .8 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 0. Constatou-se que.6 Ciclo de Trabalho 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). sob 0 W/m2 de radiação.14 V.

47 ou 47 % do período total. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 2. 4. (Ciclo de Trabalho). foi obtido o gráfico.5 Ciclo de Trabalho 0.7 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 0. Constatou-se que.2 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.6 0. representado na Figura 16. em função da grandeza interferente. a temperatura (Ta). foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0. correspondente à ?/? = 0.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.4 0.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 16 . UFCG 53 . Sob esta condição.68 V. de 253 K a 313 K. sob 0 W/m2 de radiação.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. considerou-se o termistor submetido à faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. houve a maior variação da razão cíclica.3 0.8 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0. equivalente à variação de tensão (Vo) de 0. Para a análise da simulação.

para uma radiação máxima de 1500 W/m2. correspondentes das Figuras 17. Constatou-se que. 5. 22. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -2 -3 Sensibilidade Relativa (%) -4 -5 -6 -7 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 17 . ou seja. foram desenvolvidos os gráficos a seguir. CAPÍTULO V – Análise da Sensibilidade Relativa em Relação à Temperatura Ambiente. 18. Tendo como objetivo avaliar a sensibilidade relativa à radiação em função da temperatura ambiente (Ta). 19. 21. a sensibilidade foi maior no ponto do eixo da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. representado na Figura 17. a temperatura (Ta).50 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação em função da UFCG 54 .1 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. 20.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. A partir de (51) e dos parâmetros no Quadro 1. 23 e 24. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. foi obtido o gráfico. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -6.

Significa que neste ponto. em dadas condições. a sensibilidade foi maior no ponto da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. foi obtido o gráfico. o sensor tem uma maior sensibilidade em relação a outras temperaturas ambiente. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -16. A partir de (52) e dos parâmetros do Quadro 1. ou seja. a grandeza interferente tem influência na variação da sensibilidade. representado na Figura 18.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica Foi constatado que. a temperatura (Ta). Conforme o gráfico.54 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. em função UFCG 55 . também é perceptível a variação da temperatura ambiente. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 -4 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -6 -8 Sensibilidade Relativa (%) -10 -12 -14 -16 -18 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 18 . 5. temperatura ambiente (Ta) correspondente.2 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima. para uma radiação máxima de 1500 W/m2.

16 %) constante. A variação da temperatura ambiente.12 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 19 .3 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. UFCG 56 . 5. ou seja. A partir de (53) e dos parâmetros do Quadro 1. em uma radiação incidente de 1500 W/m2. foi obtido o gráfico. ou seja. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 -0. representado na Figura 19. houve uma sensibilidade relativa (-0. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.08 -0.04 Sensibilidade Relativa (%) -0. para qualquer ponto na abscissa correspondente à valores de Ta. Percebe-se que. em qualquer ponto da variação de temperatura ambiente. tem influência na variação da sensibilidade nesta simulação. a grandeza interferente tem pouca influência na variação da sensibilidade. a grandeza interferente. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima.02 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. da temperatura ambiente (Ta) correspondente.06 -0. ou seja.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.1 -0. a temperatura (Ta).

03 -0.08 %) constante.09 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 20 . para uma radiação incidente de 1500 W/m2.07 -0. houve uma sensibilidade relativa (-0.08 -0.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 -0.02 H=0 W/m2 -0.06 -0.01 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. 5. UFCG 57 . foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. Foi constatado que. foi obtido o gráfico.04 Sensibilidade Relativa (%) -0. representado na Figura 20. a temperatura (Ta).4 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termistor NTC aquecido à temperatura constante. tendo assim a grandeza interferente. em qualquer ponto do eixo Ta [K].05 -0. pouca influência na variação da sensibilidade. A partir de (54) e dos parâmetros do Quadro 1. ou seja.

a temperatura (Ta).Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -50 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -100 -150 Sensibilidade Relativa (%) -200 -250 -300 -350 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 21 . ou seja. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. UFCG 58 .5 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Sob os níveis de radiação até 1000 W/m2. em 313 K. foi avaliada a sensibilidade em relação à (Ta). representado na Figura 21. 5. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. Porém. em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. sob radiação máxima é possível perceber que a sensibilidade varia com a variação de Ta . foi gerado o gráfico. A partir de (55) e dos parâmetros do Quadro 2. uma taxa de variação de aproximadamente -338 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. houve pouca influência da grandeza interferente na variação da sensibilidade. Constatou-se que.

a variação de temperatura ambiente tem grande influência na sensibilidade.6 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. Sob radiação máxima. Foi constatado que. UFCG 59 . ou seja. representado na Figura 22. foi obtido o gráfico. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -5 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -10 -15 Sensibilidade Relativa (%) -20 -25 -30 -35 -40 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 22 . foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. 5. a temperatura (Ta). com uma taxa de variação de aproximadamente - 36.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. para uma radiação máxima de 1500 W/m2 a sensibilidade relativa foi maior no ponto da abscissa referente à 253 K. A partir de (56) e dos parâmetros do Quadro 2.31 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação.

a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. a temperatura (Ta). a sensibilidade relativa não teve variações significativas. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. uma taxa de variação de aproximadamente -157 % da razão cíclica em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente.7 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. ou seja. representado na Figura 23. em 313 K. UFCG 60 .Sensibilidade da saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Foi constatado que. A partir de (57) e dos parâmetros do Quadro 2. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -20 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -40 -60 Sensibilidade Relativa (%) -80 -100 -120 -140 -160 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 23 . foi obtido o gráfico. Em todas as faixas de radiação. 5. indicando que a variação da grandeza interferente não tem muita influência na variação da sensibilidade.

ou seja. em 253 K.1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0.7 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 24 . Pela análise foi possível também perceber a nítida variação da sensibilidade ao variar-se a temperatura ambiente.64 % da grandeza de saída em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta).Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. uma taxa de variação de aproximadamente -0. foi obtido o gráfico. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.4 -0.6 -0. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -0. 5.8 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.3 Sensibilidade Relativa (%) -0. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. Constatou-se que. a temperatura (Ta). sob uma mesma intensidade de radiação. representado na Figura 24. UFCG 61 .2 -0.5 -0. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. ou seja. A partir de (58) e dos parâmetros do Quadro 2.

foi obtido o gráfico. Tensão de Saída x Radiação 11 Ta=313 K Ta=313 K 10 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 9 8 7 Vo [V] 6 5 4 3 2 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 25 . tensão de saída analógica (Vo). a radiação (H). ou seja. A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. foi possível avaliar a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza de entrada H.Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza de Entrada Tendo como objetivo a continuação da análise da dinâmica de saída para cada arquitetura. em função da grandeza de entrada. representado na Figura 25. UFCG 62 . e demais constantes do Quadro 1 e Quadro 2.1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais. 6. CAPÍTULO VI – Dinâmica de Saída . foi avaliada a dependência da grandeza de saída.

Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica.1 1 0. Submetendo o sensor termorresistivo à uma variação de radiação de 0 à 1500 W/m2. Na temperatura ambiente de 313 K. sob diversas temperaturas ambiente.3 Ta=313 K Ta=303 K 1. ou seja.2 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 1.4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 26 . Nesta simulação. a radiação (H).8 0. 6.8 V. ocorre a variação de Vo. representado na Figura 26.5 0. UFCG 63 . foi avaliada a dependência da grandeza de saída.7 0. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. H.2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. deseja-se que esta variação seja a maior possível. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1. é perceptível a influência da grandeza de entrada sobre a tensão de saída. foi obtido o gráfico. a variação de Vo é de 1. por exemplo. Na instrumentação eletrônica.9 Vo [V] 0.6 0. em função da grandeza de entrada. tensão de saída analógica (Vo). para uma melhor dinâmica de resposta. Tensão de Saída x Radiação 1.

variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. Na temperatura ambiente de 313 K. a variação de Vo é de 0.6 0.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. ocorre a variação de Vo. da saída pulsada.8 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 0. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. 6. ocorre a variação do ciclo de trabalho.7 Ta=283 K Ta=273 K 0. ou seja. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. Nesta simulação.2 0. representado na Figura 27. Ciclo de Trabalho x Radiação 0. por exemplo. em função da grandeza de entrada.1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 27 .4 0. foi obtido o gráfico. em diversas temperaturas ambiente. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. Na temperatura ambiente de 313 K UFCG 64 .Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. H.23 V. em diversas temperaturas ambiente. (Ciclo de Trabalho). a radiação (H).5 Ciclo de Trabalho 0.3 0. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1.

em função da grandeza de entrada. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0.7 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K Ta=283 K 0. ocorre a variação do ciclo de trabalho.09 ou (9 % do período total).1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 28 . ou seja. foi obtido o gráfico. a radiação (H). representado na Figura 28. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. (Ciclo de Trabalho). A partir de (33) e dos parâmetros ado Quadro 1. Ciclo de Trabalho x Radiação 0. 6. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0. em diversas temperaturas ambiente. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. da saída pulsada. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.08 ou (8 % do período total).3 0.2 0.4 Ciclo de Trabalho 0. Na temperatura ambiente de 313 K por exemplo.5 0.6 Ta=273 K 0. por exemplo.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2.4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. UFCG 65 .

tensão de saída analógica (Vo). foi avaliada a dependência da grandeza de saída. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2.7 17. ou seja.1 V. Nesta simulação. 6. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada.4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 29 . a variação de Vo é de 0. foi obtido o gráfico. ocorre a variação de Vo.5 17. Na temperatura ambiente de 313 K. em função da grandeza interferente. representado na Figura 29.8 Vo [V] 17.6 17. UFCG 66 . por exemplo. a radiação (H). em diversas temperaturas ambiente. Tensão de Saída x Radiação 18. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.9 17.1 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 18 Ta=283 K Ta=273 K 17.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. H.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica.

6. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.5 Ta=283 K Ta=273 K 13 12.5 11 10.6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi traçado o gráfico. UFCG 67 . a radiação (H). equivalente à variação da grandeza de entrada. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. em diversas temperaturas ambiente. não há significativa variação da tensão de saída. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2.5 10 9. ou seja. tensão de saída analógica (Vo). Tensão de Saída x Radiação 14 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K 13.5 12 Vo[V] 11. Nesta simulação.5 0 500 1000 1500 H[W/m2] Figura 30 .Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica. representado na Figura 30. em função da grandeza interferente.

6.7 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, foi avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de
Trabalho), em função da grandeza de entrada, a radiação (H). A partir de (32) e dos parâmetros do
Quadro 2, foi obtido o gráfico, representado na Figura 31.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.9
Ta=313 K
Ta=313 K
0.8 Ta=293 K
Ta=283 K
Ta=273 K
0.7

0.6
Ciclo de Trabalho

0.5

0.4

0.3

0.2

0.1

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 31 - Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de
temperatura constante em saída pulsada.

Percebe-se uma grande variação em Vo ao variar H. Sendo assim, a grandeza de entrada
tem significativa influência no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação incidente de 0 a 1500
W/m2, à 313 K, houve uma variação de ?/? = 0,81 ou 81 % do período total do pulso.

UFCG 68

6.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante, foi
avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de Trabalho), em
função da grandeza interferente, a temperatura (Ta). A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro
2, foi traçado o gráfico, representado na Figura 32.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.4
Ta=313 K
Ta=303 K
Ta=293 K
0.35 Ta=283 K
Ta=273 K

0.3

0.25
Ciclo de Trabalho

0.2

0.15

0.1

0.05

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 32 - Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante
em saída pulsada.

Nesta simulação, há uma variação significativa em Vo, ao variar H. Sendo assim, a
grandeza de entrada tem influência considerável no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação
incidente de 0 a 1500 W/m2, houve uma variação de ?/? = 0,34 ou 34 % do período total do pulso,
à 273 K.

UFCG 69

CAPÍTULO VII – Resultados

Nas simulações realizadas, teve-se como objetivo analisar as arquiteturas baseadas em
sensores termorresistivos em três aspectos diferentes: a influência da variação da temperatura
ambiente (Ta) na tensão de saída (Vo) ou na razão cíclica ?, a dependência das grandezas de saída
com a grandeza de entrada (radiação, H) e a sensibilidade relativa. Nesta última avaliação, também
é analisada a influência que a variação da temperatura ambiente tem sobre a sensibilidade.
A partir dos resultados apresentados no Quadro 3, foi possível determinar qual arquitetura
e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza interferente sobre a
grandeza de saída.

Quadro 3 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente.
Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Temperatura Ambiente Ta
Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de
Constante Temperatura Constante
Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada
PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC
ΔVo=8,63 V ΔVo=1,08 V ?? = 84 % ?? = 76 % ΔVo=0,66 V ΔVo=9,52 V Δ? = 9 % ?? = 47 %

No primeiro aspecto avaliado, é desejável que a grandeza interferente tenha a menor
influência possível na grandeza de saída, para que haja uma melhor dinâmica de resposta. Para os
radiômetros simulados, sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2, é preferível que a tensão de
saída, correspondente à variação de radiação, seja constante se houver variação de temperatura
ambiente (de -20 oC à 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K à 313 K para termistores).
Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados, o que teve menor influência
da grandeza interferente é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, nas saídas analógica e em largura de pulso. O pior desempenho foi constatado para o
PTC em saída pulsada aquecido à temperatura constante.

UFCG 70

1 V Vo = 0. Quadro 5 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação . Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente Ta Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC -6. A partir dos resultados obtidos no Quadro 5. A partir dos resultados apresentados no Quadro 4. o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica foi o mais sensível. Porém a temperatura ambiente teve grande influência na variação de sua sensibilidade. sob variação da grandeza interferente. pois sua sensibilidade se manteve constante sob a variação da temperatura ambiente.54 % -0.16 % -0. o melhor desempenho foi obtido pelo do PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída. sendo assim.5 % -16.08 % -338 % -36. Quadro 4 – Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente. Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Radiação H Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC Vo = 1.23 V ?=9% ?=8% Vo = 0.64 % Na segunda análise.01 ? = 81 % ? = 64 % UFCG 71 . Sendo assim. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa em função da temperatura ambiente. tal sensibilidade seja constante. de forma que. é preferível que o instrumento possua a maior sensibilidade possível.8 V Vo =0.51 % -157 % -0.

de forma que seja garantida uma melhor dinâmica de saída do instrumento. menor influência da temperatura ambiente. a grandeza medida pelo sensor ou termistor. Dados os resultados das análises. seja ampla para cada ponto da temperatura ambiente (de -20 oC a 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K a 313 K para termistores). é preferível que a tensão de saída. na saída em largura de pulso. UFCG 72 . Para os radiômetros simulados. porém apenas em saída pulsada obteve melhor dinâmica de resposta em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída e menor interferência da temperatura ambiente na sua sensibilidade. correspondente à variação de radiação. Na terceira análise. se comparada à arquitetura clássica. Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados. tenha a maior influência possível na grandeza de saída. ou seja. sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2. o que teve maior influência da radiação é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. é desejável que a grandeza de entrada. foi possível comprovar o melhor desempenho da arquitetura de sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. O sensor apresentou uma elevada sensibilidade nas duas saidas (analógica e em largura de pulso).

H. comparando-se os gráficos da arquitetura de sensor aquecido à diferença de temperatura constante. a saída pulsada teve uma alta porcentagem de ciclo de trabalho em relação ao período total do PWM. quando submetido à uma variação de radiação Na arquitetura de aquecimento com o sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. E tem pouca variação de tensão em relação à um (Ta) fixo. na implementação de sensores termorresistivos: a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. Uma melhor sensibilidade para o radiômetro tem como resultado uma melhor exatidão nas medições. Nas simulações que relacionam (Vo) ou (?/?) com H. para ambos (PTC e NTC). analisar a sensibilidade de cada sensor e arquitetura. percebe-se que as saídas (analógicas e pulsadas) são muito sensíveis às variações em (Ta). foram analisadas duas arquiteturas que utilizam o princípio da equivalência elétrica. Simulando a relação entre a tensão de saída e a grandeza interferente na arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante. foi possível verificar que as sensibilidades das primeiras são bem maiores do que as encontradas na arquitetura clássica. CAPÍTULO VIII – Conclusões e Perspectivas 8. a sensibilidade se manteve praticamente constante em toda a faixa de temperatura ambiente.1 Conclusões Neste trabalho. em que. em relação à temperatura ambiente. na arquitetura proposta. Principalmente na saída analógica e pulsada do PTC. teve pouca variação sob influência da temperatura ambiente. com os gráficos da arquitetura do sensor aquecido à temperatura constante. Tais aspectos foram muito importantes para a escolha de um sensor e arquitetura ideal. Os critérios para a avaliação do melhor desempenho foram: verificar a influência da grandeza externa (Ta) na tensão de saída (Vo) para os casos de saídas analógicas. com o estímulo da menor variação na grandeza de entrada. UFCG 73 . deseja-se que o sensor tenha a maior variação de sua tensão de saída. além de apresentar uma sensibilidade maior. além de variar pouco com a influência da temperatura ambiente. Variando-se (Ta) neste caso. Ainda verificou-se a relação da grandeza de saída (Vo ou ?/?) com a grandeza de entrada. e (?/?). ou ciclo de trabalho para os casos de saída pulsada. Para a análise da sensibilidade. Foi objetivo também.

O sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada obteve então. na arquitetura proposta. o sensor termorresistivo PTC em saída pulsada obteve maior variação. No segundo caso. foi editado no software Orcad. houve alteração na sensibilidade em diferentes valores de (Ta).Portanto. conforme Figura 33. porém no primeiro caso. utilizando sensores termorresistivos PTC e termistores NTC. No Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas. deu-se início a montagem dos componentes: UFCG 74 . em saída pulsada. sob incidência máxima de radiação e influência da variaçao da temperatura ambiente. uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso) foi utilizada. conforme apresentado na Figura 34. A seguir.2 Perspectivas Propõe-se realizar ensaios a partir de implementações em hardware que possuam como objetivo. refletindo-se em uma dinâmica de saída melhor. foi perceptível uma menor influência da grandeza interferente. o melhor desempenho. comparar as arquiteturas de temperatura constante e de diferença de temperatura constante. o esquemático de um circuito de uma Ponte de Wheatstone. Foram constatadas as maiores sensibilidades nas simulações do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica e pulsada. Figura 33 – Esquemático da Ponte de Wheatstone Após a edição. foi gerado o leiaute da placa para a montagem do circuito. da Universidade Federal de Campina Grande. 8. para a arquitetura de temperatura constante. Na confecção da placa.

e possibilitando que a Ponte de Wheatstone entre em equilíbrio. Os potenciômetros não suportaram a corrente do circuito (Figura 33). de forma que a equivalência das resistências permitisse uma operação do termistor na mesma temperatura. resistores e termistor NTC de encapsulamento 0603. portanto todas as resistências então foram substituídas por outras. transistores BD 329 e BD 330.421 Ω (valor de resistência constatado através da verificação dos parâmetros fornecidos pelo fabricante do termistor).Amplificador operacional TL081. cuja resistência a tal temperatura é de aproximadamente 30. Figura 35 – Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone UFCG 75 . de valor diferente. Foram dispostos resistores de forma que seu valor equivalente fosse igual à resistência do sensor na sua temperatura de aquecimento. conforme Figura 35. Escolheu-se o aquecimento do termistor para 50 oC. Figura 34 – Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad Os dados contendo os parâmetros para o termistor foram coletados do Quadro 1.

Para futuras implementações da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante. Para reduzir o efeito da variação da temperatura ambiente na dinâmica de resposta do termistor. foi inserido à cúpula. Figura 36 – Termistor NTC Idealmente. Uma tensão simétrica de ±5 V foi fornecido para o circuito contendo o termistor. é desejável que o termistor ou sensor termorresistivo esteja em um meio com vácuo. Figura 37 – Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante UFCG 76 . um circuito integrado LM 35 para a aferição de temperatura ambiente (Ta). para reduzir o efeito da convecção. o mesmo foi inserido em uma cúpula de vidro conforme Figura 36 e Figura 37.

9 Ω . Considerando que: ?? ?? = . a Ponte de Wheatstone realimentada entra em equilíbrio e mantém o termistor aquecido à 50 oC. é possivel perceber a medição da tensão sobre o termistor Rs e sobre o resistor em série com o mesmo (R). 30 ?? = . (60) ? ? De acordo com (59). Objetiva-se nas próximas montagens. (62) Com o circuito em operação. O circuito irá compensar variando a corrente sobre o termistor. Sob incidência de radiação. mas também sendo implemenntando com sensores termorresistivos PTC. conforme (62). a temperatura do sensor tende a variar. avaliar a sensibilidade do termistor e realizar ensaios utilizando o mesmo circuito. e assimilando com a Figura 6.9767 ?? = 29. (61) 0.9724 .9767 V. ? ?? = ?⁄ = . Pela Figura 37. com uma resistência de aproximadamente 30 Ω. UFCG 77 . Com dois multímetros. (59) ? ?? ??. Além de realizar a montagem da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante e comparar o desempenho de ambos nos aspectos avaliados neste trabalho. variando sua resistência. foi possível aferir a tensão sobre o termistor e sobre o resistor em série com o primeiro. tem-se: 0.9724 V e também Vs =0. Sendo estes V = 0.

A partir das expressões conhecidas. foi possível desenvolver as expressões de saída analógica e pulsada. foi utilizado o software Matlab R2014A. para as arquiteturas de temperatura constante e diferença de temperatura constante. foi possível desenvolver as expressões de sensibilidade relativa para posterior análise e verificação de qual arquitetura e sensor teve o melhor desempenho. sinais de saída analógica e em largura de pulso. CAPÍTULO IX – Materiais e Métodos Para as simulações das expressões de saída dos sensores termorresistivos PTC e NTC em ambas arquiteturas de aquecimento do sensor à temperatura constante e diferença de temperatura constante. e derivando estas. Para o desenvolvimento do circuito da Ponte de Wheatstone foram utilizados o software Orcad 9. UFCG 78 .1 para o projeto do leiatute e uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso). a LPKF Protomat L33 para a confecção do circuito .

Brazil. S. X Semetro. (2010). Anchorage . Freire. V. 172-177). [9] Viviane S. 332-335. 58. IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference. [2] Sh. Benedito A. Considerações de Projeto de um Radiômetro Solar de Equivalência Elétrica. G. Thermoresistive Radiation Sensor Response Time Employing Electrical Heating. G. (1994). Tehran. p. Raimundo C. IEE Transactions of Instrumentation and Measurement. Iran. S. pp. (1996). Freire. Silva.Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica. Martins.Alasca. [7] Chaquibe. Tavakkoli Hashjin. [5] Raimundo C. C. Vanuza M. Sensibilidade de Radiômetros Baseados em Sensores Termorresistivos. 898-903). Estudo da viabilidade da radiação solar no Nordeste do Brasil. USA . Buenos Aires – Argentina. Architectures of Anemometers Using the Electric Equivalence Principle. (pp. e Silva. (1997). Gorijan. UFCG 79 . 14(5). Farias. Vol. B Ghobadian. Raimundo C.1823-1830. d. S. S. (2002). C. Effect of Operational Amplifier Parameters on the Performance of Feedback Structures with Thermoresistive Sensors. IEEE Transactions of Instrumentation and Measurement. S. Sebastian Y. – Second Iranian Conference on Renewable Energy and Distributed Generation.45(No. No. 397-401). Campina Grande – Paraíba. (2012). Universidade Federal de Campina Grande. Silva. Freire. Catunda. [4] Gurdip. Campina Grande – Paraíba. Centro de Ciências e Tecnologia . R. Aplications of Thermorresistive Sensors Using the Electric Equivalence. S. [3] José S.1). Neto. Freire. . REFERÊNCIAS [1] Roberta A. Estimation of Mean Monthly and Hourly Global Solar Radiation on Surfaces Tracking the Sun. Ottawa. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental. Brazil. Canada.6. [8] Raimundo C. Thais L. Deep.S. Deep. S. Centro de Ciências e Tecnologia . [6] Ivan S. T. (1995). 501-509. (2012). V.Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica. R. (pp. IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference. N. Universidade Federal de Campina Grande. Luciano (2009). Caracterização de Sensores Termo-resistivos. (pp. do Nascimento.

Deep. Freire. 48 (No. UFCG 80 . IEEE Instrumentation and Technology Conference.Mineesota. [12] Raimundo C. Sensivity Analysis and Automatic Adjustment of a Controlled-Temperature Thermoresistive-based Anemometer. S. S. (pp.Instrumentation and Measurement Technology Conference. Freire. G. S. IEEE.G. (1999). (Fevereiro . USA. Gurdip. Raimundo C. 1377-1380). Deep. (pp. S. Paul . Gurdip. S. Martins.Instrumentation and Measurement Technology Conference.C. Sebastian Y. Catunda. Compensation of the Fluid Temperature Variation in a Hot-Wire Anemometer. IMTC 2003 .S. S. IEEE . (2003). Static Error in Temperature Constant Measurement Configuration Due to DC Amplifier Offset Voltage. St.1999). [14] Amauri Oliveira. (1998). S. Deep. Raimundo C. Freire. Error in the Thermoresistive Sensor-Based Feedback Measurement Configuration due to DC Amplifier Offset Voltage. Freire. IEEE Transactions of Instrument Measurements . A Feedback I^2-Controlled Constant Temperature Solar Radiation Meter. Gurdip. Ottawa – Canada.1) [11] Amauri Oliveira. [13] Viviane S. [10] Raimundo C. USA. Vail – Colorado. (2012).Instrumentation and Measurement Technology Conference. 1062-1066).

26 27 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(1+B.*H3)). % Temperatura do Sensor aquecido.*(Ts-Ta)-alpha. 28 Ta=[-20:2:40]. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 17 S=20*10^-6. 35 36 figure(1).*(U.*(1+B.*(U. 40 41 % h = legend('H=1500 W/m^2'.*H5)).*(1+B.'H=1000 W/m^2'.*S.Algoritmos para as simulações Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante 10 % Valores Constantes: 11 12 k=0. 33 Vo4=(1/k).*(1+B.*(Ts-Ta)-alpha.*H1)).*S. grid on. 34 Vo5=(1/k).*(Ro. ohms 15 B=0.*Ts). 23 H3=500.'H=500 W/m^2'. % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 13 U=211. 39 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente'). ºC 19 20 % Valores de Radiação em W/m^2 21 H1=1500.'r').*H4)). 45 %plot(Ta.'g').'k').^(1/2). 37 xlabel('Ta [ºC]').*S. 42 % set(h. 31 Vo2=(1/k). W/(m^2*ºC) 14 Ro=100.*(1+B.5. 24 H4=100.*S. UFCG 81 .*S. 32 Vo3=(1/k).*H2)).*(U.*S.*(Ts-Ta)-alpha.*S.*(Ro.Vo1. hold on.00385.5.*(Ro.*(Ts-Ta)-alpha.^(1/2). 25 H5=0.*Ts).^(1/2).'Interpreter'.*(U.'H=0 W/m^2'.^(1/2).*(Ts-Ta)-alpha.*Ts). 38 ylabel('Vo [V]'). % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC. 46 %plot(Ta.*(Ro.'b'). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.*Ts).*(U.'none') 43 %plot(Ta.Vo3. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. ºC^-1 16 alpha=0. 22 H2=1000. 44 %plot(Ta.*S. % Coeficiente da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.Vo4.*S.9.^(1/2).*Ts). LISTA DE APÊNDICES APÊNDICE I . 29 30 Vo1=(1/k).*S. m^2 18 Ts=50.5).Vo2.'H=100 W/m^2'.*(Ro.

5).*S.^(1/2)).*S.^(1/2).*Ts).'H=0 W/m^2'.*(1+B.*(U.*(Ts-Ta)- alpha. W/(m^2*ºC) 22 Ro=30. K. 34 H5=0.1.*(1/Ts . 57 58 plot(Ta.*S.*(U./To)).'H=100 W/m^2'.'-k+'.*(Ts-Ta)- alpha.*(1/Ts .47 %plot(Ta.*S.*H2)).*H2)).*H1)).*S.*(Ro.*(U. 31 H2=1000.^(1/2).5.1.5. % Resistência do Termistor na Temperatura To.*H3)).'-rx'./To)).'-gs'.*(U.Vo5.*(U.*(Ro.*(Ro. % Temperatura do Termistor na resistência Ro.*H3)).Ta.28*10^-6. 51 52 Vo1=(1/k).*(Ts-Ta)-alpha. 42 Vo4=(1/k)*((Ro.'-yd').*(Ts-Ta)- alpha.Vo4.9. Equivalente à 50ºC.*S.*(Ro.^(1/2).*(U.^(1/2). 32 H3=500.*exp(B.*(Ts-Ta)-alpha. 33 H4=100. 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.*S. K 24 alpha=0.*S.*H5)).'H=500 W/m^2'.*(Ts-Ta)-alpha.*(U.*S.*(Ro.*H4)).^(1/2).*(U. UFCG 82 .Vo3.^(1/2)).*exp(B. 56 Vo5=(1/k). % Coeficiente da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211. 59 h = legend('H=1500 W/m^2'. % Temperatura do Termistor Aquecido.*S.*(1/Ts .*(1+B. K 27 To =323.Ta.'H=1000 W/m^2'.*(1+B. 38 39 Vo1=(1/k)*((Ro.*S.*Ts)./To)). K 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500. 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante. 41 Vo3=(1/k)*((Ro. 37 Ta=[253:3:313].Vo1.*(1+B. 50 Ta=[-20:3:40].Vo5.*Ts).*S. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.1. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente. ohms 23 B=3100. 48 49 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 60 set(h.*(U.Vo2.*H1)).*exp(B.'-bo'.Ta.^(1/2)).Ta.*(Ts-Ta)- alpha.*S. 55 Vo4=(1/k).*(Ts-Ta)-alpha.*exp(B. 53 Vo2=(1/k).*(Ts-Ta)-alpha.*(1+B.*S.*H4)).*S. 40 Vo2=(1/k)*((Ro. 54 Vo3=(1/k). m^2 26 Ts=323.^(1/2)).'y').*Ts).1. % Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1.*S./To)).*(1/Ts .*S.*Ts). % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.*S.

*S.*(Ts-Ta). % Constante da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=100.*S.*S.'-k+'. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0.*(1/Ts .'-rx'. 22 H5=0.'H=1000 W/m^2'. ºC^-1 12 alpha=0. grid on.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.*(U.*(U.*S. 37 Sigma5 = variavel1.5. 23 24 figure(1).*H3).*(Ts-Ta).Vo2.alpha.Ta. % Resistência do Sensor Termorresistivo na Temperatura 0 ºC.alpha.9.00385.*exp(B.*S.*S.'H=100 W/m^2'.alpha. hold on.Ta.*(Ts-Ta). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50.*S.Vo4.*H5). 28 29 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*S.*(U.'-yd'). 34 Sigma2 = variavel1.alpha.alpha. 25 xlabel('Ta [ºC]'). 27 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').Vo3. 35 Sigma3 = variavel1.*(Ts-Ta).*H1).'H=0 W/m^2'. ºC 15 E=12. 30 Ta=[-20:3:40].Vo5. % Amplitude do Pulso 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500. 47 ylabel('Vo [V]'). % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211. UFCG 83 .*H2).'H=500 W/m^2'.Vo1.*Ts)/(k^2*E^2). 26 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 51 set(h. 20 H3=500. 33 Sigma1 = variavel1. 49 plot(Ta. grid on. 48 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').Ta./To)). 36 Sigma4 = variavel1. 31 32 variavel1 = Ro.5.1. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*S. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.'-bo'. hold on.*(U.*(1+B. ohms 11 B=0.43 Vo5=(1/k)*((Ro. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 13 S=20*10^-6. 46 xlabel('Ta [ºC]').*(U.*H4).*(Ts-Ta)- alpha. 19 H2=1000.*(U.5). 44 45 figure(1).*(Ts-Ta). 50 h = legend('H=1500 W/m^2'.*S.'-gs'.*H5)).*S.*S.^(1/2)). 21 H4=100.Ta.

% Resistência do Termistor na Temperatura To. grid on. alpha*S*H1).'-yd').'H=500 W/m^2'.'-rx'. UFCG 84 . %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211. % Constante da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente. K 24 alpha=0.5. 39 40 figure(1). K 28 E=1. W/(m^2*ºC) 22 Ro=30. 50 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). 33 H3=500. 44 45 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)). 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. 34 H4=100.Ta. 41 set(h.Sigma4. % Temperatura do Termistor quando sua Resistência é Ro.'- gs'.'-k+'.'-k+'.5). 49 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). 46 47 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).'-rx'. 35 H5=0. 38 Ta=[253:3:313]. alpha*S*H4). %Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1. 48 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).38 39 plot(Ta.Ta. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC. alpha*S*H3).Sigma1. ohms 23 B=3100.5.Ta.9. 41 xlabel('Ta [ºC]'). % Temperatura de Aquecimento do Termistor. % Coeficiente de temperatura do Termistor.Sigma3.Ta. hold on.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante.Sigma2. alpha*S*H5). 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0.Ta. m^2 26 Ts=323.Sigma3.Ta.'-yd').Sigma2. 32 H2=1000.'H=0 W/m^2'.'-bo'.'- gs'.'H=100 W/m^2'.'H=1000 W/m^2'. % Amplitude do Pulso 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500.'-bo'. 52 53 plot(Ta. K.Sigma1.Sigma4. 51 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Sigma5. 40 h = legend('H=1500 W/m^2'.28*10^-6. 42 ylabel('Ciclo de Trabalho').Ta.Ta. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.Sigma5.6. alpha*S*H2). K 27 To = 323. 43 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').

'H=1000 W/m^2'. 55 set(h.Vo3.Ta.*(Ta+deltaT))))*(U.*S. % ºC (Ts-Ta) 15 R=100. 28 Vo2=(2.*S.'-rx'.*H3)). 38 39 plot(Ta. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.Vo4.*(1+(B.*(1+(B. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*(Ta+deltaT))))+ (R.'-bo'.*(1+(B. UFCG 85 . 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(deltaT)-alpha.^(1/2).*(1+(B. ohms 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500.*S.'-gs'.5). 30 Vo4=(2.Ta.*H4)).'H=0 W/m^2'.^2/Ro. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente. 25 Ta=[-20:5:40]. 35 xlabel('Ta [ºC]'). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.00385.*(1+(B.*R+(Ro.9.*(deltaT)-alpha. ºC 14 deltaT=7. 19 H2=1000. 22 H5=0.Vo2.^2/Ro. 26 27 Vo1=(2.^(1/2).^2/Ro.'-yd').*(Ta+deltaT))))*(U.*(Ta+deltaT))))*(U.*(deltaT)-alpha.^2/Ro.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.*R+(Ro. 29 Vo3=(2. 32 33 34 figure(1).*R+(Ro.^2/Ro. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.Ta.Vo5.*(Ta+deltaT))))*(U. 31 Vo5=(2.^(1/2).*S.*(Ta+deltaT))))+ (R.*(Ta+deltaT))))*(U.5.*R+(Ro.*(deltaT)-alpha.54 h = legend('H=1500 W/m^2'. 37 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*(1+(B.*S.*S.*(1+(B. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*S.*S.Ta.*(Ta+deltaT))))+ (R.'H=100 W/m^2'.*(1+(B. 20 H3=500. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*H5)).*(Ta+deltaT))))+ (R. hold on.*(1+(B. grid on.'H=500 W/m^2'.*(1+(B.Vo1.*S. 36 ylabel('Vo [V]'). 21 H4=100.^(1/2). % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.^(1/2). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.'-k+'.*S.*(deltaT)-alpha. ohms 10 B=0. m^2 13 Ts=50.*R+(Ro.*(Ta+deltaT))))+ (R.*H2)).*H1)). ºC^-1 11 alpha=0.

41 % Valores Constantes: 42 43 k=0.5.^2./Ro.9. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.*S.*H3)).*(deltaT)- a. K.*H2)).*(1. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*exp(B. 56 H2=1000.*S.*exp(B. 58 H4=100.*S. K 51 deltaT=7. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. 68 Vo5=sqrt((2*R+(Ro.*(U.^2. K 50 To=323./(Ta+deltaT)- 1. 66 Vo3=sqrt((2*R+(Ro. 69 70 figure(1). %(Ts-Ta) 52 R=30.*exp(B./(To)))).*(1. 'H = 1000 W/m^2'.5.^2.*H4)).*exp(B. 'H = 0 W/m^2') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.*(1.*(1.*(1. K 47 a=0./Ro.*(deltaT)- a. 'H = 100 W/m^2'.*exp(B. UFCG 86 . 71 xlabel('Ta [K]').^2.*S.*(1./(Ta+deltaT)-1. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC. 59 H5=0./(Ta+deltaT)-1.*S. 65 Vo2=sqrt((2*R+(Ro.*S./(To)))))+(R. hold on. 57 H3=500. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 45 Ro=30.*S. % Coeficiente de Absorção do Termistor 48 S=1.*(U.*S./(Ta+deltaT)- 1./(To)))))+(R. 67 Vo4=sqrt((2*R+(Ro. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 44 U=211.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.*exp(B.*exp(B./(Ta+deltaT)- 1. ohms 46 B=3100./(To)))))+(R./(Ta+deltaT)-1./(Ta+deltaT)-1.*(1.*H5))./Ro.*H1))./(Ta+deltaT)- 1.*(U.28*10^-6./(To)))).40 legend('H = 1500 W/m^2'.*(deltaT)- a.*exp(B./Ro.*exp(B.*(1. 60 61 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. 62 Ta=[253:5:313]./Ro./(To)))))+(R. m^2 49 Ts=323. 63 64 Vo1=sqrt((2*R+(Ro. 'H = 500 W/m^2'.*(1.*exp(B.*S./(Ta+deltaT)- 1./(To)))).*(U./(Ta+deltaT)-1. grid on.*(deltaT)- a. ohms 53 54 % Valores de Radiação em W/m^2 55 H1=1500./(To))))./(To)))).*(1.*(deltaT)- a. % Resistência do Termistor na Temperatura To.^2.*S./(To)))))+(R.*(U.

75 h = legend('H= 1500 W/m^2'.^2. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC./E.*(1+B. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC./E.^2.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H1).'-k+'./E.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H3). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo./Ro.Ta.*(1+B.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H5).Ta. ohms 22 B=0. 'H= 1000 W/m^2'. m^2 25 Ts=50.72 ylabel('Vo [V]'). ohms 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1= 1500.*(1+B.^2.*(2.*R+Ro. 38 Ta=[-20:5:40].*(Ta+DeltaT))+R.9./Ro.*R+Ro.Vo5. 76 set(h.'-rx'.*R+Ro./E.*(2.*R+Ro. ºC 26 E=3.^2.*(1+B.*(Ta+DeltaT))+R.Vo1. 39 40 Sigma1 =1.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H4).8.*(Ta+DeltaT))+R.*(2.^2. 'H= 500 W/m^2'. 33 H3= 500.*(2.Vo3.*(1+B. 18 % Valores Constantes: 19 20 U=211.Ta. UFCG 87 .'-bo'. ºC^-1 23 a=0.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 24 S=20*10^-6.*(1+B./Ro.*(2.*(1+B.*R+Ro.*(1+B. 35 H5= 0. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. 32 H2= 1000.*(1+B.00385.Vo4. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.^2.^2.*(1+B. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.5. 34 H4= 100.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H2).'-gs'. 42 Sigma3 =1.^2./Ro. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 21 Ro=100.%(Ts-Ta) 28 R=100./E. 73 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente'). 'H= 100 W/m^2'. % Amplitude do Pulso 27 DeltaT=7.Vo2. 74 plot(Ta.^2. 44 Sigma5 =1. 43 Sigma4 =1.*(Ta+DeltaT))+R.^2.'-yd'). 'H= 0 W/m^2'). 41 Sigma2 =1.Ta./Ro.*(Ta+DeltaT))+R.

31 Sigma3=1.Vo2./(Ro./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H1)./(Ta+DeltaT)- 1. m^2 13 Ts=323. K 14 E=1./(To))))+R. 28 29 Sigma1=1. ohms 10 B=3100. % Amplitude do Pulso 15 DeltaT=7.*(2. grid on./(Ta+DeltaT)- 1. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.'-k+'.*exp (B. % Resistência do Termistor na Temperatura To.'-yd')./(Ro.Vo4. hold on./(Ro.*(1.*(1.*exp (B. % Temperatura do Termistor Aquecido. %(Ts-Ta) 16 R=30./(Ta+DeltaT)- 1. %Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone.'-rx'./(Ta+DeltaT)-1.^2.^2.5./(Ta+DeltaT)-1. 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.*(1. 50 h = legend('H= 1500 W/m^2'.*(2./(Ta+DeltaT)- 1.Ta. UFCG 88 . 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211./E./(Ta+DeltaT)-1. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro.*(1. 51 set(h./E. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.*R+(Ro.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.'-gs'. 49 plot(Ta. K 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1= 1500.^2.*exp (B.*exp (B.^2.Vo1.*(1. K.*exp (B. 'H= 0 W/m^2').45 figure(1).*R+(Ro.^2.*(2. 'H= 100 W/m^2'./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H2). 21 H2= 1000.*(1.'-bo'. 48 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').*(1./(Ta+DeltaT)-1. ohms 17 To=323.*(2./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H4)./(To))))+R.Vo3.9.^2.*R+(Ro. 'H= 1000 W/m^2'.^2. 32 Sigma4=1. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente./(To))))+R. 24 H5= 0. 46 xlabel('Ta[ºC]').*exp (B. 30 Sigma2=1./E. 47 ylabel(''Ciclo de Trabalho '). K 11 a=0. 22 H3= 500.*exp (B./(To))))+R. 'H= 500 W/m^2'.28*10^-6./E./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H3).*(1.Ta. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30.Ta.^2.Vo5. 23 H4= 100.*exp (B. % Coeficiente de Temperatura do Termistor./(Ro.*R+(Ro.Ta. 27 Ta=[253:5:313].

/(Ro.*(Ts-Ta4)-alpha.*(Ts-Ta3)-alpha.^(1/2). 25 title('Tensão de Saída x Radiação'). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.Ta.*S.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6. hold on.^(1/2)./(To))))+R.*(1. 39 legend('H= 1500W/m^2'. 21 22 figure(1).*(U.9.33 Sigma5=1.*S.*H)).'-yd').*S. 'H= 500W/m^2'.*S.*Ts).'- gs'.*S. 18 Ta3=20.Sigma4.*H)). % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*S.^(1/2).*(Ts-Ta5)-alpha. 20 Ta5=0. grid on. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.*Ts). 35 xlabel('Ta[K]'). 26 27 % Valores de Radiação em W/m^2 28 H=[0:500:1500].Sigma1.^(1/2).5. 19 Ta4=10.Ta.^2. ºC 14 15 % Valores da Temperatura Ambiente em ºC. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 37 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').*exp (B. 23 xlabel('H [W/m^2]'). % Coeficiente de Temperatura. 'H= 100W/m^2'.Ta. ºC^-1 11 a=0. 38 plot(Ta.*S. 'H= 1000W/m^2'.*(1+B.*Ts).*(1+B.00385. 29 30 Vo1=(1/k).*H)). 34 figure(1). grid on.*(1.*(U.*(Ro.*S.*(Ro. ohms 10 B=0. 33 Vo4=(1/k).*(U.Sigma5.Sigma2.*R+(Ro. 31 Vo2=(1/k).*(1+B. m^2 13 Ts=50.'-rx'.^(1/2). 16 Ta1=40.*S./E. 32 Vo3=(1/k).*S.^2.*Ts)./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H5).Sigma3.*(1+B.*(2. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*(Ro./(Ta+DeltaT)-1.*exp (B. 17 Ta2=30.Ta. 34 Vo5=(1/k).*(Ro. 'H= 0W/m^2') 40 set(h. 35 UFCG 89 .*(U.'-k+'.*(Ro.*(U.'-bo'.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. 36 ylabel('Ciclo de Trabalho').*(1+B. hold on. 24 ylabel('Vo [V]').*H)).*Ts).*(Ts-Ta1)-alpha.*H))./(Ta+DeltaT)- 1.*(Ts-Ta2)-alpha.

H.'Ta=303 K'.1. grid on.1.'-k+'. 28 title('Tensão de Saída x Radiação'). 26 xlabel('H [W/m^2]'). 32 33 Vo1=(1/k)*((Ro.*(U.*S.H.5.*H)).H.H.*exp(B.*(U.Vo1. % Temperatura do Termistor Aquecido./To)).*(U. 38 39 plot(H.1. 34 Vo2=(1/k)*((Ro.1.*(1/Ts . % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.^(1/2)).5).Vo2.Vo4./To)).Vo1.9.*(1/Ts .'Ta=20 ºC'.*S. 22 Ta4=283.*(Ts-Ta4)- alpha. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 18 %Valores de Temperatura Ambiente: 19 Ta1=313. 27 ylabel('Vo [V]').'-rx'.Vo3.*(Ts-Ta1)- alpha. 23 Ta5=273. 21 Ta3=293.'-yd').Vo3.*(U.*S.*exp(B. 37 h = legend('Ta=40ºC'.Vo2. 24 25 figure(1). UFCG 90 .*S.H.*S. hold on.'Ta=283 K'.*H)).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. 36 Vo4=(1/k)*((Ro.*S.H.*(1/Ts .*(U.*(Ts-Ta3)- alpha. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.^(1/2)).'Ta=0 ºC '.5).^(1/2)). 29 30 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.'-gs'.'Ta=273 K'. ºC 15 R=30. 37 Vo5=(1/k)*((Ro.*H)).*exp(B.'-yd').'-bo'.'Ta=10 ºC'. 40 h = legend('Ta=313 K'.1.Vo5. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211. 35 Vo3=(1/k)*((Ro.*S. %Valores das Resistência da Ponte de Wheatstone.*exp(B.*(1/Ts ./To))./To)).H.*S.'-bo'.'-gs'. 38 set(h.36 plot(H.*(Ts-Ta5)- alpha.^(1/2)).'-rx'.'Ta=30 ºC'. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.*exp(B.Vo4.*H)). K 12 a=0.H. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.28*10^-6.*(1/Ts . 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0.5.^(1/2)). 31 H=[0:500:1500].*H)). 20 Ta2=303.*(Ts-Ta2)- alpha./To)). ohms 16 To=323. % Resistência do Termistor na Temperatura To.*S.'-k+'.*S.'Ta=293 K'.Vo5. ohms 11 B=3100.

*(1+B.*H).'-rx'. alpha.5.H. 25 xlabel('H [W/m^2]').'-k+'. 30 H=[0:500:1500].9.*H).'Ta=30 ºC'. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*S.Vo3.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6. alpha.H. ºC^-1 11 a=0. 22 Ta5=0.*(Ts-Ta1). % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.Vo5.*(Ts-Ta5).*Ts)/(k^2*E^2).41 set(h.'Ta=20 ºC'. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho').'-gs'.'-bo'. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente. 36 Sigma4 = variavel1.*(Ts-Ta3). alpha. % Amplitude do Pulso 15 R=100. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*H). alpha. 21 Ta4=10.*(U. ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40. 28 29 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorrersistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.*(U.H. 20 Ta3=20.'-yd'). % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.Vo1. 38 39 plot(H.H.'Ta=10 ºC'. ºC 14 E=12.Vo4.*S. 34 Sigma2 = variavel1. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*S.*S.*S. 33 Sigma1 = variavel1.*(U.'Interpreter') UFCG 91 . ohms 10 B=0. 27 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').Vo2. 31 32 variavel1 = Ro.*H).*(U. hold on.*S.*S.*S.*(U.00385. 41 set(h.*H). 23 24 figure(1). m^2 13 Ts=50.*S.*(Ts-Ta2).5). 35 Sigma3 = variavel1. 40 h = legend('Ta=40ºC'.*(Ts-Ta4). 19 Ta2=30. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.'Ta=0 ºC'.*S. 37 Sigma5 = variavel1. grid on. alpha.

36 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta2).%(Ts-Ta) 16 To=323. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.). 22 Ta3=293.alpha*S*H).'Ta=303 K'. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. 32 H=[0:500:1500]. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.'Ta=273 K'. 39 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta5).Sigma2. 38 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta4). % Coeficiente de Temperatura do Termistor. ohms 11 B=3100.Sigma3.6.'Ta=283 K'. 28 ylabel('Ciclo de Trabalho').H.H. 30 31 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. 27 xlabel('H [W/m^2]'). % Temperatura do Termistor Aquecido.'-bo'.'Ta=293 K'. ºC 15 DeltaT=7.alpha*S*H). % Amplitude do Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente 20 Ta1=313. 42 h = legend('Ta=313 K'. 29 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').5.28*10^-6.'-yd').5. K 12 a=0. 37 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta3). Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.Sigma4. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.H. grid on.'- gs'. 24 Ta5=273. 23 Ta4=283.alpha*S*H).Sigma1. 43 set(h.'Interpreter') UFCG 92 .H.'-k+'. % Resistência do Termistor na Temperatura To.alpha*S*H). 33 34 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)). 40 41 plot(H.'-rx'. 35 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta1). 21 Ta2=303. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.alpha*S*H). hold on.Sigma5. 25 26 figure(1).9. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 E=1.

*(1+(B.*(1+(B. 26 27 Vo1=(2.*S. 39 h = legend('Ta=40 ºC'.*(Ta2+deltaT))))+ (R.*(Ta4+deltaT))))+ (R.Vo3. ºC 14 deltaT=7. % Temperatura do Sensor Aquecido. hold on.*S. 37 38 plot(H.*R+(Ro.*(1+(B. ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40. 20 Ta3=20. m^2 13 Ts=50.*H)).^(1/2).Vo1. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.^(1/2).Vo5.*H)).*(deltaT)-a.'-yd').*(1+(B.*(deltaT)-a.*(deltaT)-a.*R+(Ro.*(1+(B.*R+(Ro.H. ºC^-1 11 a=0.'-rx'.'Ta=10 ºC'. 28 Vo2=(2.'-bo'.*H)). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente. 19 Ta2=30. grid on. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.'-k+'. 32 33 figure(1).*(deltaT)-a.^2/Ro. % ºC (Ts-Ta) 15 R=100.Vo4.*(Ta5+deltaT))))*(U.*(deltaT)-a. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.Vo2.*H)).^2/Ro. 25 H=[0:500:1500].'Ta=30 ºC'.*S.*(1+(B. 29 Vo3=(2. 21 Ta4=10.*H)).'Ta=0 ºC'.^2/Ro. ohms 10 B=0.^(1/2).H.9.5). 35 ylabel('Vo [V]').*S.H.^2/Ro.*S. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente. 36 title('Tensão de Saída x Radiação').^2/Ro. 31 Vo5=(2.*(Ta1+deltaT))))*(U.^(1/2).*S.00385.*S.*(1+(B.*(1+(B.*(Ta3+deltaT))))+ (R.*S.*S. 22 Ta5=0. 34 xlabel('H [W/m^2]').*R+(Ro.*(Ta4+deltaT))))*(U. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(Ta1+deltaT))))+ (R.'Interpreter') UFCG 93 .*(Ta3+deltaT))))*(U. 30 Vo4=(2.*R+(Ro.^(1/2). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*(Ta5+deltaT))))+ (R.'-gs'. 40 set(h.*(Ta2+deltaT))))*(U. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*(1+(B.*S.5. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.'Ta=20 ºC'.*(1+(B.H.

/Ro.*H)).*exp(B.Vo5./(Ta5+deltaT)- 1.*exp(B./(Ta5+deltaT)- 1.'-k+'.Vo4./Ro.'-yd')./(Ta3+deltaT)- 1.*(deltaT)-a.H.5.9. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*(U.*exp(B. 34 xlabel('H[W/m^2]'). K 18 Ta1= 313./(To)))))+(R.^2.^2.^2.*S.*(U./Ro. hold on. 28 Vo2=sqrt((2*R+(Ro. 32 33 figure(1).Vo3. UFCG 94 . 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.^2. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*S.'-gs'.% Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.*exp(B.*S. 31 Vo5=sqrt((2*R+(Ro.*(U./(To)))). 36 title('Tensão de Saída x Radiação').'-rx'. K 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente. 25 H=[0:500:1500] 26 27 Vo1=sqrt((2*R+(Ro.*(1./(Ta4+deltaT)- 1./(Ta4+deltaT)- 1./(To)))))+(R.*exp(B./(To)))).H.*S.*S. K 11 a=0.*exp(B.*H)). % Resistência do Termistor na Temperatura To./(Ta1+deltaT)- 1.*S. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*(1.*(deltaT)-a.Vo2.*exp(B. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30.H.*H)). 29 Vo3=sqrt((2*R+(Ro.*(1. 35 ylabel('Vo[V]').*(U./Ro.*(1./(Ta1+deltaT)- 1. grid on.28*10^-6.*S./(To)))). 37 38 plot(H.*S. % Área do Termistor sob radiação Incidente.^2. % Temperatura do Termistor em que a Resistência é Ro.H.*H)).*(1.*S.*(U.*S. 22 Ta5= 273.*exp(B.*exp(B./(To)))))+(R. 21 Ta4= 283. ohms 15 To=323. 30 Vo4=sqrt((2*R+(Ro.*(deltaT)-a./(To)))))+(R.'-bo'./Ro.*exp(B.*H))./(To)))). % K (Ts-Ta) 14 R=30./(Ta2+deltaT)- 1.*(1.*(1./(Ta2+deltaT)- 1. 19 Ta2= 303. K 13 deltaT=7./(To)))))+(R. ohms 10 B=3100. 20 Ta3= 293.*(deltaT)-a.*(1.*(1. m^2 6 Ts=323. % Temperatura do Termistor Aquecido.*(deltaT)-a./(To))))./(Ta3+deltaT)- 1.Vo1.*(1.

'Ta=273 K')./Ro./Ro. 20 Ta1=40. 24 Ta5=0./Ro.*(1+B. 7 % Valores Constantes: 8 9 U=211.^2. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivocom o Ambiente.*(1+B. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50.*(Ta3+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H)./E.8.5. % Amplitude de Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente ºC. ºC 15 DeltaT=7.*(2.'Ta=303 K'.39 h = legend('Ta=313 K'.^2. ºC^-1 12 a=0./Ro. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. 32 Sigma4 =1. 33 Sigma5 =1.^2. % Coeficiente de Absorção do Sensor 13 S=20*10^-6.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*(Ta4+DeltaT))+R.*(Ta5+DeltaT))+R. W/(m^2*ºC) 10 Ro=100.*(1+B. 21 Ta2=30.*R+Ro.*(Ta1+DeltaT))+R.*(1+B.*(1+B.*(Ta2+DeltaT))+R.*R+Ro.*(1+B. 37 ylabel('Ciclo de Trabalho').*(2./Ro. 22 Ta3=20. 34 35 figure(1).9. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.^2. 30 Sigma2 =1./E.*(1+B.*(1+B. 31 Sigma3 =1./E.^2. grid on.*R+Ro.*(Ta2+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*(2. 36 xlabel('H [W/m^2]').*(2.^2.^2. UFCG 95 .'Ta=283 K'. 28 29 Sigma1 =1. ohms 17 E=3.*R+Ro.^2. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(2.*R+Ro./E.*(1+B. 23 Ta4=10. % ºC (Ts-Ta) 16 R=100.*(Ta1+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H). 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2 27 H=[0:500:1500].00385.*(Ta3+DeltaT))+R.*(Ta5+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).'Ta=293 K'.^2.*(1+B. 40 set(h.^2./E.ohms 11 B=0.*(Ta4+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H). hold on.

/(Ta4+DeltaT)-1.H.*(2.*(2.*(1.*exp (B.'-k+'. 28 29 Sigma1=1.H./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).Sigma3.*(1./(Ro.^2.'Ta=30 ºC'.*(1./E.'Ta=0 ºC')./E.9. 39 40 plot(H.*exp (B. 31 Sigma3=1./E.^2.'-yd').Sigma2. 22 Ta3=303./(Ta1+DeltaT)-1. m^2 13 Ts=323. 24 Ta5=313.*exp (B.*exp (B.'- gs'./E.'-rx'./(Ta1+DeltaT)- 1.^2. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.Sigma1.*(1. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro. ohms 17 To=323.'-bo'./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H)./(Ta5+DeltaT)-1.*R+(Ro.*(2.^2. UFCG 96 ./(Ro./(To))))+R. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. ohms 10 B=3100./(Ro. 27 H=[0:500:1500]./(Ro. % Resistência do Termistor na temperatura To. K 14 E=1. % Amplitude de Pulso 15 DeltaT=7.*(1.*exp (B.*exp (B./(Ro./(To))))+R.*R+(Ro.*(2./(Ta2+DeltaT)- 1./(Ta3+DeltaT)-1.H. 41 h = legend('Ta=40 ºC'.5.*(1. 23 Ta4=293.*exp (B.'Ta=20 ºC'.*(1. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. K 11 a=0.^2./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).%(Ts-Ta) 16 R=30./(To))))+R. 33 Sigma5=1./(Ta3+DeltaT)- 1.*exp (B. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.*R+(Ro.*exp (B.^2. 21 Ta2=283.^2.^2./(To))))+R.28*10^-6.*(1. 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. 30 Sigma2=1.*R+(Ro. % Temperatura do Termistor Aquecido./E.*exp (B.^2. K 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente em K 20 Ta1=273.Sigma5.Sigma4. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.*(1.*(2.^2.*(1.*R+(Ro./(Ta2+DeltaT)-1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).H.38 title('Ciclo de Trabalho x Radiação')./(To))))+R./(Ta4+DeltaT)- 1.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante. 42 set(h./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).'Ta=10 ºC'. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30. 32 Sigma4=1./(Ta5+DeltaT)- 1.

*S. 44 45 figure(1).*(1+B.*k.*Ts)).*H1)).00385.34 figure(2)./2). ohms 23 B=0.*S.*S.*Ts)).'Ta=303 K'.*H4)).'Ta=293 K'.^1. hold on.*S.*(((Ro.*(1+B.*(1+B./2).*E).*(1+B. 31 H2=1000.*H3). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.*E). m^2 26 Ts=50.*E). % Área do Sensor Termorresistivo sob Incidência de Radiação.^1.H./(2. 42 Sensib4= -(a. 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. hold on.*k.*H4).*S.*S.H. 35 xlabel('H [W/m^2]'). 40 Sensib2= -(a. UFCG 97 . 43 Sensib5= -(a. ºC 27 E=12.*(Ts-Ta)- a./2)./(2. 34 H5=0./(U. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6. ºC^-1 24 a=0.*k.*H1).*(Ts-Ta)- a.'-yd').Sigma4. grid on.*(((Ro./(2.*S.'-k+'.*S.*(Ts-Ta)- a. 33 H4=100./(2. 36 ylabel('Ciclo de Trabalho').*Ts)). 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.*H3)).5.*k.*S.*(Ts-Ta)- a.'- gs'. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC. 37 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').'-bo'.Sigma2. 32 H3=500./2).*Ts)).*k. 41 Sensib3= -(a.Sigma5./(U.*(((Ro./(U.5.*(Ts-Ta)- a./2). % Amplitude de Pulso 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.^1.Sigma1. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100./(U. grid on.*S.H. 37 Ta=[-20:5:40].9.'Ta=273).*(((Ro. 38 39 Sensib1= -(a.*S.*E).*E).*H2))./(2.H.*S.*(((Ro.*H2).*(1+B.'-rx'.^1.*Ts)).*H5). 38 39 plot(H. 41 set(h.*S. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.Sigma3.*H5)).^1.*S. 40 h = legend('Ta=313 K'.'Ta=283 K'./(U.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica.*S.

*((Ro.*E).^1./(2.5.^1.*S.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica. 31 Sensib2= -(a.*variavel)).*E).^1. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.28*10^-6.*k.'H=1000 W/m^2'. K 15 To=323.Ta.*((Ro.*variavel))./2). 48 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*(Ts-Ta)- a.*S. K 16 E=1.% Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.*H5).*S.*H2).*S.*exp(B. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'.'H=100 W/m^2'.*S.*S. 33 Sensib4= -(a.*(Ts-Ta)- a.*((Ro./(U.*(Ts-Ta)- a. W/(m^2*ºC) 10 Ro=30. % Área do Termistor sob Incidência de Radiação.Ta.*((Ro.*E).Sensib3.*H4).% Constante Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211.Ta./2).'-k+'.*S./(U.*exp(B.*S. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0.'-bo'.'-rx'.'- gs'.*(Ts-Ta)- a. hold on. grid on. % Temperatura do Termistor Aquecido.*exp(B.*S.*H3)./(To) 29 30 Sensib1= -(a. 26 Ta=[253:5:313].*(Ts-Ta)- a.^1.Sensib1./2). % Resistência do Termistor na Temperatura To.*E). 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. m^2 14 Ts=323.46 xlabel('Ta [ºC]').*H1). % Amplitude de Pulso 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.'-yd').^1.9./(U.*exp(B./(2.5./(Ts)-1. 23 H5=0.*H4).*((Ro./(U.*H2). 51 set(h.Ta.*S./2).*variavel)). 35 36 figure(1).6.*E).*H1).*variavel)).*k.Sensib5.*exp(B. 21 H3=500./(2.*S. 27 28 variavel=1.5)./(2.'H=500 W/m^2'. 47 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').*S.*k.*S. 49 plot(Ta.'H=0 W/m^2'. % Temperatura do Termistor na Resistência Ro. UFCG 98 .*H3). 32 Sensib3= -(a.*k.Sensib2. ohms 11 B=3100. 34 Sensib5= -(a.*k.*S./(2. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente./2).*variavel)).*H5).*S. 22 H4=100.Sensib4. K 12 a=0. 20 H2=1000./(U.

^2)).*E. 47 48 figure(1).Ta.^2)). grid on.Sensib3.*E.Sensib1.'-yd'). 39 40 variavel= Ro.*S. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.Ta./((k.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro. W/(m^2*ºC). 41 42 Sensib1= -(a. 33 H3=500.*E.Sensib5.*S. 46 Sensib5= -(a. ºC 27 E=12.00385. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.'H=0 W/m^2'.*(1+(B.Sensib2. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.'H=500 W/m^2'.'H=100 W/m^2'.'-rx'.*(1+(B./((k.*(1+(B.'-bo'.*S.2:40].^2).^2). 35 H5=0.Ta. 38 Ta=[-20:0.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada. 45 Sensib4= -(a.*Ts)).*Ro. 22 Ro=100.'-k+'. 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').5. 34 H4=100. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*H2. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC./((k. 32 H2=1000. 50 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]'). 41 h = legend('H=1500 W/m^2'.*H1.'H=1000 W/m^2'.5).'- gs'.*H3. 49 xlabel('Ta [ºC]').*Ro.^2)).^2)).9. ºC^-1 24 a=0.*E.*H4.^2)).*Ts)).*(1+(B.^2).*Ts)). hold on.*S.*(1+(B.*Ro. % Amplitude de Pulso 28 To=50.^2). 51 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').^2). K 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500./((k.*Ts)).*Ro. 42 set(h. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 43 Sensib2= -(a.*S.Sensib4.Ta.*(1+(B.*Ro. UFCG 99 .*H5. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]')./((k. 40 plot(Ta. 44 Sensib3= -(a.5.*Ts)). % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50. ohms 23 B=0.*E.37 xlabel('Ta [K]').*Ts)).

41 h = legend('H=1500 W/m^2'. 42 set(h.Sensib3.Ta. % Resistência do Termsitor em To./(To).*exp(variavel). 34 Sensib5= -(a.^2)).'Interpreter') UFCG 100 . % Temperatura de Aquecimento do Termistor equivalente a 50ºC. 54 set(h.*S.'-rx'.Ta.Sensib5.*Ro. 40 plot(Ta./((k.Sensib2./((k.'Interpreter') Algoritmo da referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada.28*10^-6. 20 H2=1000./((k.*Ro.'H=100 W/m^2'. 53 h = legend('H=1500 W/m^2'.*exp(variavel). % Coeficiente de Temperatura do Termistor. K 15 E=1.'-yd').5.*S.9.*H3.Sensib1.^2)).'H=100 W/m^2'. 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). K 12 a=0.*S.'-k+'.*exp(variavel).Sensib5.^2). 27 28 variavel= 1. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.*E.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.'-k+'.'H=0 W/m^2').*S.Sensib4.*H4. 37 xlabel('Ta [K]')./((k. % Amplitude de Pulso 16 To=323.*exp(variavel). 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*exp(variavel).*Ro.'- gs'.^2)).*Ro.'-bo'. 32 Sensib3= -(a. 29 30 Sensib1= -(a.Ta.^2).*Ro.*H2.*E.^2)).^2).'-bo'. hold on.5.'-yd'). 33 Sensib4= -(a.^2)). 23 H5=0. m^2 14 Ts=323.^2).*H1. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0./(Ts)-1.'H=500 W/m^2'.Ta. K 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.*S.Ta.*H5. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.'H=500 W/m^2'.Ta.*E. 31 Sensib2= -(a. ohms 11 B=3100. 26 Ta=[253:2:313].Sensib2.'-rx'.'H=1000 W/m^2'.*E. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30. grid on. % Área do Termistor sob Radiação.Sensib4.52 plot(Ta.Ta.^2). 35 36 figure(1).Ta. 21 H3=500.*E. 22 H4=100.Sensib1.6.Sensib3./((k.'- gs'. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').'H=0 W/m^2').'H=1000 W/m^2'.

/(variavel1)+R)).*S. *deltaT-a.9.*S. 44 Sensibilidade2= - (a. hold on.*((variavel1). 39 Ta=[-20:5:40].*S.5. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6.*E.*sqrt((variavel1). % Amplitude de Pulso 30 31 % Valores de Radiação em W/m^2 32 H1=1500./(U.*H2.*((variavel1).*H1.*sqrt((variavel1). ºC 28 deltaT=7. 37 38 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*E.*S./2. 36 H5=0.*H4. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*H1)). 42 43 Sensibilidade1= - (a.*sqrt((variavel1).*((variavel1).00385. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. %(Ts-Ta) 29 E=12. ºC^-1 24 a=0. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0. 35 H4=100. *deltaT-a.*E.*S. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100.*H5.*S. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50./2./(U. 40 41 variavel1= (Ro.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro. ºC 27 To=50.*((variavel1).*((variavel1). UFCG 101 ./2. Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica.5.*S. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*sqrt((variavel1). *deltaT-a. 50 xlabel('Ta [ºC]'). 33 H2=1000. 47 Sensibilidade5= - (a./(variavel1)+R)).*H2)).*E. 45 Sensibilidade3= - (a.*S. 34 H3=500. 46 Sensibilidade4= - (a. grid on.*S./(variavel1)+R))./(variavel1)+R)).*S./(U.*H5)).*S.*S.*E./2.*sqrt((variavel1). ohms 23 B=0.*(Ta+deltaT)))./2.*(1+B./(U.*S.*H4)).*S. 48 49 figure(1).*H3./(U./(variavel1)+R)).*H3)). *deltaT-a. *deltaT-a.*S.

*H1.*((variavel1).51 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]')./2.Sensibilidade3.Ta.*S. K 16 deltaT=7.*S.*S. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.Sensibilidade5.Ta. 55 set(h. 32 33 Sensibilidade1= - (a.*S.'H=1000 W/m^2'.Sensibilidade2. % Amplitude de Pulso 18 R=30. 24 H3=500.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica. K 12 a=0.*sqrt((variavel1)./(U.*(((Ta+deltaT). % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.* deltaT-a.*sqrt((variavel1).'- rx'. 27 28 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K 29 Ta=[253:5:313]. 54 h = legend('H=1500 W/m^2'.*H1))./(variavel1)+R)).'-bo'./(U. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. ohms 19 20 21 % Valores de Radiação em W/m^2 22 H1=1500.'H=500 W/m^2'. 23 H2=1000.*S.28*10^-6.'H=0 W/m^2').*((variavel1). 34 Sensibilidade2= - (a. 30 31 variavel1= (Ro. ohms 11 B=3100.*H2)).*S.*exp(B. 52 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). m^2 14 Ts=323./2.Sensibilidade1.^-1)-1./To))).Ta.* deltaT-a.'-gs'. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.*H2. K 15 To=323.5./(variavel1)+R)). % Resistência do Termistor em To. UFCG 102 .'-k+'.'H=100 W/m^2'. %(Ts-Ta) 17 E=12. 25 H4=100.*E. % Área do Termistor sob Radiação. % Resistências da Ponte de Wheatstone.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro. 53 plot(Ta.*E.Sensibilidade4.5. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0. 26 H5=0.'- yd').9.Ta.

35 Sensibilidade3= - (a.'H=0 W/m^2').*sqrt((variavel1). 38 39 figure(1).Sensibilidade4. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.'-yd'). 43 plot(Ta. UFCG 103 .*E.*S. 45 set(h. %Amplitude do Sinal 15 To=50.'- k+'.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor temorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada.Ta.*S.'-bo'. 40 xlabel('Ta [K]').*S.*((variavel1).Ta.*S./(variavel1)+R)).*sqrt((variavel1). % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. ºC 16 deltaT=7.*H3)).'-rx'.00385./2. 24 H5=0.'H=100 W/m^2'. 21 H2=1000. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6. ºC^-1 11 a=0. hold on.*((variavel1).Sensibilidade3.*S.*S./2.Sensibilidade2.8.%Resistências da Ponte de Wheatstone. % Temperatura de Aquecimento do Sensor ºC 14 E=3. 37 Sensibilidade5= - (a.*S.Sensibilidade5. 28 29 variavel1= (Ro.* deltaT-a./2.Ta.*H4)).*sqrt((variavel1).*S. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.5.*H5)). %(Ts-Ta) 17 R=100.'H=500 W/m^2'. ohms 10 B=0. 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*((variavel1). 27 Ta=[-20:5:40]. % Área do Sensor sob Radiação m^2 13 Ts=50. 36 Sensibilidade4= - (a. 23 H4=100.*(deltaT+Ta)))./(variavel1)+R)).*S.9./(variavel1)+R))./(U. 42 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').Sensibilidade1.*H3. grid on.*E.*H5./(U.*(1+B.Ta. ohms 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1=1500./(U.*H4.% Temperatura do Sensor na Resistência Ro.* deltaT-a. 41 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').*E. 44 h = legend('H=1500 W/m^2'. 22 H3=500.'H=1000 W/m^2'.* deltaT-a.'-gs'.

^2))./(((variavel1). % Resistência do Termistor à temperatura To.^2)./(((variavel1).Sensibilidade3.^2))./(((variavel1). 42 h = legend('H=1500 W/m^2'. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 8 Ro=30.Ta. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone. 24 25 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 35 Sensibilidade5= - ((a./((variavel1)+R)).'H=1000 W/m^2'.*H4.*E./((variavel1)+R))./((variavel1)+R)).*H1.9.28*10^-6. 32 Sensibilidade2= - ((a.'-rx'.*(variavel1).*E. 40 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). 43 set(h. K 15 deltaT=7.*E.*(variavel1).'H=0 W/m^2').*E./((variavel1)+R)). 20 H2=1000.*S.'H=500 W/m^2'.Ta.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada.*H2. ohms 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.*S. 6 % Valores Constantes: 7 U=211. ohms 9 B=3100.'-yd').Ta.Ta.5.'H=100 W/m^2'.*S. K 10 a=0.*(variavel1)./(((variavel1).*H5.^2). 39 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').Sensibilidade4. 38 xlabel('Ta [ºC]').30 31 Sensibilidade1= - ((a. 21 H3=500.*E. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. %(Ts-Ta) 16 R=30. 23 H5=0./((variavel1)+R)). m^2 12 Ts=323. hold on.Sensibilidade5.'-gs'.Sensibilidade1. 34 Sensibilidade4= - ((a. 33 Sensibilidade3= - ((a.Sensibilidade2.*S.^2). 41 plot(Ta.*(variavel1).*(variavel1). 22 H4=100.'- k+'./(((variavel1).^2)). % Área do Termistor sob Radiação. % Temperatura de Aquecimento do Termistor.^2).*S. K 13 E=1. UFCG 104 .^2)).^2). grid on.*H3. % Coeficiente de Absorção do Termistor 11 S=1. 36 37 figure(1). % Amplitude de Pulso 14 To=323.'-bo'.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.^2)).

Ta.Sensibilidade3.Ta.^2.'-yd'). 33 Sensibilidade3= - (a.'-gs'.*H4.'-rx'.*(variavel1).*H5.*E.^2.*E.*exp(B. 40 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]')./((variavel1). hold on.^2).*S. 36 37 38 figure(1). 27 28 29 variavel1= (Ro.*(variavel1).'- k+'. 39 xlabel('Ta [K]').*E.*S./((variavel1)+R)).*(variavel1).'-bo'.*E.*S. 41 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*S.^2)./((variavel1)+R))./((variavel1). grid on.'H=0 W/m^2').^2.Sensibilidade5.*S. 34 Sensibilidade4= - (a./((variavel1)+R)). 43 h = legend('H=1500 W/m^2'.*(((Ta+deltaT).26 Ta=[253:5:313].^2).^2.^2). 32 Sensibilidade2= - (a. 35 Sensibilidade5= - (a.'H=100 W/m^2'.*(variavel1).*H1.'H=1000 W/m^2'.*H3./((variavel1)./((variavel1)+R)).'H=500 W/m^2'./((variavel1)./To))) 30 31 Sensibilidade1= - (a.*(variavel1).^2).Sensibilidade2.*H2.^-1)-1.'Interpreter') UFCG 105 .Ta./((variavel1)+R)).^2. 44 set(h.Sensibilidade1.*E.Sensibilidade4.Ta./((variavel1). 42 plot(Ta.

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