UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

RADIÔMETRO SOLAR DE EQUIVALÊNCIA ELÉTRICA COM SENSOR
AQUECIDO À DIFERENÇA DE TEMPERATURA CONSTANTE

PETROV CRESCENCIO LOBO

CAMPINA GRANDE – PARAÍBA – BRASIL
MARÇO DE 2015

U NIVERSIDADE F EDERAL DE C AMPINA G RANDE
C ENTRO DE E NGENHARIA E LÉTRICA E I NFORMÁTICA
P ROGRAMA DE P ÓS -G RADUAÇÃO EM E NGENHARIA E LÉTRICA

R ADIÔMETRO S OLAR DE E QUIVALÊNCIA E LÉTRICA CO M S ENSOR
A QUECIDO À D IFERENÇA DE T EMPERATURA C ONSTANTE

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO APRESENTADO À COORDENADORIA
DO P R O G R A M A D E P Ó S -G R A D U A Ç Ã O E M E N G E N H A R I A E L É T R I C A
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE, EM
CUMPRIMENTO ÀS EXIGÊ NCIAS PARA OBTEN ÇÃO DO GRAU DE
MESTRE EM CIÊNCIAS NO DOMÍNIO DA ENGENHARIA ELÉTRICA.

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO

RAIMUNDO CARLOS SILVÉRIO FREIRE, DR.
ORIENTADOR

C AMPINA G RANDE – P ARAÍBA – B RASIL ,
M ARÇO DE 2015

UFCG 2

FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFCG

L799r Lobo, Petrov Crescencio.
Radiomêtro solar de equivalência elétrica com sensor aquecido à
diferença de temperatura constante / Petrov Crescencio Lobo. – Campina
Grande, 2015.
104 f. : il. color.

Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) – Universidade Federal
de Campina Grande, Centro de Engenharia Elétrica e Informática, 2015.

"Orientação: Prof. Dr. Raimundo Carlos Silvério Freire, Prof. Dr.
Sebastian Yuri Cavalcante Catunda".
Referências.

1. Sensor Termorresistivo. 2. Sensibilidade. 3. Radiação Solar.
4. Termistor. I. Freire, Raimundo Carlos Silvério. II. Catumba, Sebastian
Yuri Cavalcante. III. Título.

CDU 621.317(043)

UFCG 3

Lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível. UFCG 4 . Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades.

Crescencio Lobo (In Memoriam). Aos meus avôs. DEDICATÓRIA Às minha avós. Aos meus tios. Filomena Dias Sousa (In Memoriam) e Áurea Dias Lobo (In Memoriam). e Francisco Maria da Cunha Sousa (In Memoriam). Ivanilza Araújo UFCG 5 . Júlio Lobo (In Memoriam) e César Lobo (In Memoriam). Aos meus pais Pio Lobo e Helga Lobo À minha futura esposa.

Universidade Federal de Campina Grande. À UFCG. pela contribuição nos assuntos pertinentes à este trabalho. Ao CNPq. Ao amigo Marcus Tenório. pela orientação deste trabalho. Ao professor Benedito Antonio Luciano. AGRADECIMENTOS Aos professores Raimundo Carlos Silvério Freire e Sebastian Yuri Catunda. Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico. Aos colegas Vanderson de Lima Reis e Josnier Ramos Guardarrama. ao longo da execução deste trabalho. Viviane Martins. Aos amigos Vanuza Marques. pela concessão de bolsa de pesquisa para a execução deste trabalho. pela disponibilidade de tempo. Thais Luana e Arthur Luiz. pelas aulas ministradas durante o mestrado. pela grande paciência. pelo acolhimento e pela oportunidade em cursar o mestrado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica. por conceder os pedidos solicitados. UFCG 6 . Newton Sávio. Aos membros da Coordenação e Colegiado do Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica da UFCG. dedicação e tempo.

existem configurações que se baseiam em sensores termorresistivos. Ta. que apresentam melhor resposta em frequência e utilizam este princípio. Neste trabalho é proposta uma arquitetura alternativa em que se faz constante a diferença de temperatura entre o sensor e o ambiente. RESUMO Para a medição de grandezas físicas. a mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma temperatura constante. como radiação. v e temperatura. utilizando o princípio da equivalência elétrica. mantendo o sensor à uma temperatura quase constante. menor influência da grandeza interferente e maior influência da grandeza de entrada. Foram feitas comparações entre as arquiteturas. velocidade de fluidos.PWM). Para ambas as configurações neste trabalho desenvolveram-se expressões e realizaram-se simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade de arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas (moduladas em duração de pulso . O sensor é aquecido por efeito Joule. verificando-se que as arquiteturas com diferença de temperatura constante. Dentre as arquiteturas clássicas. e a variação da radiação térmica incidente. para sensores dos tipos PTC e NTC. velocidade do fluido ou temperatura do meio é compensada variando-se o aquecimento elétrico devido à realimentação negativa utilizada. saída analógica e com sensor termorresistivo do tipo PTC tinham melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa. H. UFCG 7 . à uma temperatura previamente determinada.

maintaining the sensor at an almost constant temperature. such as radiation. the less influence of interfering variable and the greater influence of input variable. there are settings based on thermoresistive sensors. Comparisons were made between the architectures. H. In this work it is proposed an alternative architecture that makes constant the temperature difference between the sensor and the environment. The sensor is heated by Joule effect to a previously stipulated temperature. velocity fluids. temperature or flow velocity of the medium is compensated by varying the electric heating due to the negative feedback used. in this work. which have better frequency response and use this principle. Ta. verifying that architectures with constant temperature difference. analog output and thermoresistive sensor PTC had better performance with respect to the sensitivity. and temperature. ABSTRACT For the measurement of physical quantities. which use the principle of electrical equivalence. Among the classic architectures. were developed expressions and simulations held for the output signal as a function of the input and the sensitivity of architecture with analog outputs and pulsed (modulated pulse duration .PWM) for sensors types of PTC and NTC. and the variation of thermal radiation. the most common is the one that uses a thermoresistive sensor heated to a constant temperature. UFCG 8 . v. For both configurations.

1 – Princípio da Equivalência Elétrica 23 1.1. ÍNDICE RE S U M O 6 AB S T R A C T 7 Í NDI C E 8 L I S T A D E FI GU R A S 14 L I S T A D E Q U A D R OS 16 LISTA DE ABREVIAÇÕES 17 L I S T A D E S Í M B OL OS 18 I NT R O D U Ç Ã O 20 Objetivos Gerais 21 Objetivos Específicos 21 CA PÍ T U L O I – M E T OD OL O GI A 23 1.1.1.2 – Radiômetro de Equivalência Elétrica 24 1.1.6 – Circuito de Realimentação 30 UFCG 9 .1.3 – Método da Compensação e Substituição 26 1.4 – Radiômetro de Equivalência Elétrica com Sensor aquecido à 27 Temperatura Constante 1.1 – Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 23 1.1.5 – Radiômetro de equivalência elétrica com Sensor aquecido à 29 Diferença de Temperatura Constante 1.

6 .CA PÍ T U L O II – E X P R E S S ÕE S M AT E M ÁT I C AS D O S S I NAI S DE S AÍ D A DO S S E N S O R E S T E R M OR R E S I S T I V OS 31 2.4 .6 – Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 41 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante. 3.Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 39 Aquecido à Temperatura Constante.Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à 33 Temperatura Constante 2.7 .7 .Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 33 Constante 2.8 . 3. 3.Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 37 CA PÍ T U L O I I I – E X P R E S S Õ E S M AT E M ÁT I C AS DA S E NS I B I L I D AD E D OS S E NS O R E S T E R M O R R E S I S T I V O S 39 3.8 .1 .Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada 40 Aquecido à Temperatura Constante.Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 35 Temperatura Constante 2.Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à Diferença 36 de Temperatura Constante 2.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 40 à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 37 Temperatura Constante 2.Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 35 Constante 2.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 40 à Temperatura Constante.2 . 3.5 .Expressão da Sensibilidade do Sensor NTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 31 Constante 2.3 . 3.5 .Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 39 à Temperatura Constante.2 . 3.1 .4 . 3.3 . UFCG 10 .

3 .7 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 59 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante UFCG 11 .7 .4 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 56 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.4 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 46 Temperatura Constante 4.6 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 58 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.5 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 57 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.2 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 54 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 47 Constante 4.8 .5 .3 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 55 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.6 .1 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 44 Temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de 52 Temperatura Constante CA PÍ T U L O V– A N Á L I S E D A S E NS I B I L I DA D E RE L AT I V A E M RE L AÇ ÃO À T E M PE R A T U R A A M B I E N T E 53 5.2 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 51 Diferença de temperatura Constante 4.CA PÍ T U L O I V – A V A L I A Ç Ã O D A DE PE N D Ê NCI A D A G RA N DE Z A DE 42 S AÍ D A C OM A G R A N D E ZA I NT E R FE RE N T E 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 45 Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 48 Diferença de Temperatura Constante 4.1 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 53 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de 49 Temperatura Constante 4.

5.2 – Perspectivas 73 CA PÍ T U L O I X – M A T E R I A I S E M É T O D OS 77 RE FE R Ê N C I A S 78 UFCG 12 .4 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da 64 Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6.5 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de 65 Temperatura Constante 6.8 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação 68 do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I I – RESULTADOS 69 C A PÍ T U L O V I I I – C ON C L U S Õ E S E PE RS PE C T I V AS 72 7.6 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura 66 Constante 6.1 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Temperatura 61 Constante 6.8 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 60 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I – D I N Â M I C A DE S AÍ DA – AV AL I A ÇÃ O D A DE PE N D Ê NCI A DA G R A N D E ZA D E S A Í D A C OM A G RA ND E ZA DE E NT R AD A 61 6.1 – Conclusões 72 7.7 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura 67 Constante 6.2 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função 62 da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6.3 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura 63 Constante 6.

APÊ N D I C E S 80 Apêndice I – Algoritmos para as Simulações 80 Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 80 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 81 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 82 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 83 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 84 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 85 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 86 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 87 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 88 de Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 89 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 90 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 91 à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 92 de Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 93 Aquecimento à Diferença de Temperatura Constante UFCG 13 .

Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 94 Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 95 à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 96 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 97 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 98 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 99 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 100 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 101 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 102 Temperatura Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 103 Temperatura Constante em Saída Pulsada UFCG 14 .

45 FIGURA 10 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 46 FIGURA 11 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 47 FIGURA 12 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 48 FIGURA 13 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 49 FIGURA 14 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante com Destaque na Variação de Vo na temperatura de 253 K 50 FIGURA 15 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante 51 FIGURA 16 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 52 FIGURA 17 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 53 FIGURA 18 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 54 UFCG 15 . 29 FIGURA 7 Configuração de um Instrumento de Equivalência Elétrica 30 FIGURA 8 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 44 FIGURA 9 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante. (b) – Saída em Duração de Pulso. (b) – Saída em Duração de Pulso. 28 FIGURA 6 Arquitetura contendo Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante: (a) – Saída analógica. no Laboratório LIMC da UFCG 27 FIGURA 5 Radiômetros com Sensor Aquecido à Temperatura Constante (a) – Saída Analógica. (c) – Forma de Onda de Vp. LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA 21 FIGURA 2 Piranômetro EPPLEY modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande 23 FIGURA 3 Par de Sensores Termorresistivos inseridos em um Hemisfério de Vidro 26 FIGURA 4 Termistor NTC inserido em um Hemisfério de Vidro. (c) – Forma de Onda de Vp.

FIGURA 19 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 55 FIGURA 20 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 56 FIGURA 21 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 57 FIGURA 22 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 58 FIGURA 23 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 59 FIGURA 24 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 60 FIGURA 25 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 61 FIGURA 26 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 62 FIGURA 27 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 63 FIGURA 28 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante na Saída Pulsada 64 FIGURA 29 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 65 FIGURA 30 Dinâmica de Saída do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 66 FIGURA 31 Dinâmica de Saída Pulsada do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 67 FIGURA 32 Dinâmica de Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 68 FIGURA 33 Esquemático da Ponte de Wheatstone 73 FIGURA 34 Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad 74 FIGURA 35 Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone 74 FIGURA 36 Termistor NTC 75 FIGURA 37 Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante 75 UFCG 16 .

LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante 42 QUADRO 2 Parâmetros para Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 43 QUADRO 3 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 4 Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 5 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação 70 UFCG 17 .

LISTA DE ABREVIAÇÕES NTC Coeficiente de Temperatura Negativo PTC Coeficiente de Temperatura Positivo PWM Modulação em Largura de Pulso RMS Valor Quadrático Médio LIMC Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas UFCG Universidade Federal de Campina Grande PCI Placa de Circuito Impresso UFCG 18 .

Ta (oC) I Corrente elétrica (mA) S Área do sensor exposta à radiação incidente (mm2) To Temperatura do sensor NTC quando sua resistência for Ro (K) B Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do sensor NTC (K) Vs Tensão elétrica sobre o sensor (V) Vo Tensão de saída do amplificador operacional (V) h Coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente a Parâmetro característico do sensor b Parâmetro característico do sensor v Velocidade do fluido E Amplitude do pulso α Coeficiente de absorção do sensor UFCG 19 . LISTA DE SÍMBOLOS m Massa do sensor (kg) c Calor específico do sensor (J/kg oC) U Coeficiente Global de transferência de calor (W/ m2 oC) t Tempo (s) Ta Temperatura ambiente (oC) Ts Temperatura do sensor (oC) Pe Potência elétrica dissipada por efeito Joule (W) Rs Resistência elétrica do sensor na temperatura Ts (Ω) Ro Resistência elétrica do sensor na temperatura de 0 oC (Ω) para PTC e na temperatura To (K) para o sensor NTC τ Constante de tempo intrínseca do sensor termo-resistivo (s) β Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do PTC (oC-1) H Radiação incidente (W/m2) ∆T Diferença entre a temperatura do sensor termorresistivo Ts. e a temperatura do ambiente.

?? ? UFCG 20 . ?? ? ? ? ? ? ? Derivada normalizada de em relação à ? ? .τ/P Variável de saída Is Corrente elétrica que passa no sensor de resistência Rs P Comprimento do pulso ??? ? Derivada normalizada de ?? em relação à ? .

Investigações referentes à radiação solar. A radiação solar global neste país é de aproximadamente de 5300 (Whm-2 dia-1). Sua aplicação engloba diversas áreas científicas além de ser um indicador de variação meteorológica. O Irã por exemplo. bem como o cenário ideal para o uso da energia solar. há estudos e implantações de outras formas de captação de energias complementares. uma vez que a energia solar. em outras atividades humanas. Hoje. enfrentam muitas limitações em função da baixa densidade de estações radiométricas sobre a região Nordeste do Brasil [1]. há bastante tempo. (2010) destaca que a principal fonte de energia que rege os processos físicos. Isto requer um conhecimento maior acerca desta fonte de energia. por outro lado. Apenas com uma avaliação superficial sobre o consumo de energia. muito boas oportunidades para a ampliação do uso de energia hídrica. e a radiação global anual incidente é menos do que a metade da média iraniana [2]. em relação às outras fontes de energia já conhecidas. ou ainda. Na Alemanha. existem condições favoráveis para o uso rentável da energia eólica. INTRODUÇÃO No cenário da instrumentação em eletrônica. UFCG 21 . Além desta motivação. ou complementar. porém informações confiáveis sobre este assunto são escassas. tem uma grande quantidade de fontes de energia renováveis. torna-se possível perceber que o desenvolvimento de um determinado país está diretamente relacionado a ele. está representado o mapa do potencial de energia solar mundial. vem se tornando uma fonte de energia complementar. O nível de radiação incidente recebido no Irã é mundialmente um dos mais altos. químicos e biológicos que ocorrem na natureza é a radiação solar. a procura de novas alternativas para a medição de temperatura e radiação tem se tornado cada vez mais constante. SILVA. existe a importância da utilização da energia solar como fonte de energia renovável. os problemas de energia compõem temas de discussões pelo o mundo. Na Figura 1.

visando uma sensibilidade maior e dinâmica de saída melhor do que a arquitetura com sensor aquecido à temperatura constante. objetiva-se comparar ambas as arquiteturas para verificar qual modelo tem o melhor desempenho. Figura 1 – Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA (kW/m2/ano). Em face da temática mencionada. para as arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas com sensores termorresistivos do tipo PTC e NTC. Objetivos Específicos  Levantar informações pertinentes à estudos anteriores relativos à radiômetros configurados por equivalência elétrica. é possível perceber importância da pesquisa de instrumentos que sejam capazes de medir radiação de maneira cada vez mais eficiente. Após o desenvolvimento das expressões e simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade. em que o sensor termorresistivo é aquecido à uma diferença de temperatura constante em relação à temperatura ambiente. 2012 – Adaptado de [2]. UFCG 22 . Objetivos Gerais Propõe-se apresentar uma arquitetura alternativa à arquitetura clássica.

 Realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza interferente. UFCG 23 . e verificar qual arquitetura e sensor tem melhor desempenho. realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza de entrada. e utilizando parâmetros de sensores existentes.  Desenvolver as expressões matemáticas das saídas (analógicas e pulsadas) e sensibilidade dos sensores termorresistivos tipo PTC e NTC nas arquiteturas à temperatura constante e à diferença de temperatura constante entre o sensor e ambiente.  Realizar simulações para a sensibilidade.  Efetuar um comparativo entre os tipos de sensores e arquiteturas analisadas.  A partir das expressões. Realizar estudos sobre a configuração do radiômetro à diferença de temperatura constante.

1 Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 1.Metodologia 1. conforme representado na Figura 2. para medição de determinadas grandezas físicas. (2) UFCG 24 . de forma que a grandeza de saída seja equivalente à intensidade da radiação incidente. sendo: (1) ?? ℎ = ? + ?? ? . Na caracterização e uso de sensores metálicos em sistemas para medição de grandezas como radiação. O princípio da equivalência elétrica em sensores termorresistivos pode ser implementado por métodos de compensação e de substituição [3]. ?.1 Princípio da Equivalência Elétrica Existem instrumentos que. em que a variação da potência elétrica disspipada pelo sensor é equivalente à potência absorvida pela radiação incidente. uma maneira para contornar tais problemas é a utilização de uma técnica de medição com maior acurácia utilizando apenas um sensor. o ambiente no qual estão inseridos. Figura 2 – Piranômetro EPPLEY Modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande. temperatura ou velocidade do fluido. pode-se descrever [4]: ??? ?. ? + ?? = ℎ. ?. diferenças entre a geometria dos sensores.1. Sendo assim. (?? − ?? ) + ?? . mantido à temperatura constante. em concordância com a Primeira Lei da Termodinâmica. Porém. requerem uma calibração individual para cada um. como por exemplo nos piranômetros à termopilha. utilizam a diferença de temperatura entre dois sensores. CAPÍTULO I .

1. um radiômetro é de bastante utilidade para este fim e para outros.29 µm à 3. ? é o coeficiente de absorção. [7]. em regime permanente. e ?? é a Potência Joule dissipada. na presença de radiação incidente. (3) ? em que H é a radiação incidente na superfície do sensor.2 µm) e por fim. U é a constante de troca de calor do sensor com o ambiente.2 Radiômetro de Equivalência Elétrica Em regiões como por exemplo o Norte e Nordeste do Brasil. sensibilidade elevada. determinar o potencial energético (solar). dentre outras aplicações [7].em que m é a massa específica do sensor. Rs é a resistência do sensor temorresistivo. h pode ser substituído por U.1. constante de tempo pequena. e h é o coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente dado pela expressão (2). Em equilíbrio de estado térmico. como por exemplo a previsão do clima. Alguns órgãos ligados à serviços meteorológicos fornecem dados referentes à radiação solar. Em um instrumento medidor de radiação. mas o problema é que para o fornecimento de tais serviços. ?. ou seja. ? + ?? = ?. ??? ⁄?? = 0. ?. A partir de (1). tais como os de irrigação. e um espectro amplo (a exemplo do espectro solar que abrange um gradiente de 0. é desejável que o mesmo possua uma resposta rápida. podendo ser implementado em outras regiões e aplicações em projetos diversos. outro fato é que os bancos de dados são ecassos assim como os meios necessários à exploração das medidas. Mas falta um instrumento de medição que possibilita aferir e assim. S é a área exposta à radiação incidente. armazenamento de água. é dada por [5]: ?2 ?. pois a incidência de radiação solar é favorável durante praticamente todo o ano. Em (2). a expressão de equilíbrio termodinâmico para um sensor termorresistivo eletricamente excitado. meteorologia. (?? − ?? ). e para radiômetros. Tais UFCG 25 . a e b são parâmetros característicos do sensor e v é a velocidade do fluido a ser medido (no caso de anemômetros) [5] α. não há exatidão nestas medições. Sendo assim. Ts é a temperatura do sensor. c é o calor específico. há um maior atrativo na exploração da energia solar. Ta a temperatura ambiente e Vs é a tensão sobre o sensor termorresistivo ou termistor [6].

características são determinantes em relação à qualidade do instrumento de medição e são fatores
importantes a serem consideradas no projeto do mesmo [7].
Há dois tipos de sensores de radiação solar: os sensores térmicos (que englobam
termopares, sensores termorresistivos, etc) e os sensores ópticos, que são representados pelo diodo
fotossensível, célula fotovoltaica, etc. Os primeiros tem resposta lenta e espectro amplo e os ópticos
possuem resposta rápida e espectro limitado. Não há em um mesmo tipo de sensor, características
apropriadas para que seja possível utilizá-los em um instrumento medidor de radiação solar, que
seja capaz de responder à variações rápidas de radiação [7].
Os termopares e sensores termorresistivos são mais apropriados para a medição da
radiação solar, mesmo tendo resposta lenta, pois respondem a todo o espectro de radiação do Sol.
Porém, em alguns testes foi possível perceber que o tempo de resposta do sensor depende da
estrutura na qual ele é colocado. Esta estrutura pode ser composta por uma malha aberta ou malha
fechada, ou seja, realimentada. No primeiro caso, em tais experimentos, obteve-se uma constante
de tempo em torno de 15 s, e cerca de 600 ms para o modelo de malha com realimentação. Sendo
assim, são utilizados sensores termorresistivos em estruturas realimentadas para medição da
radiação solar, caracterizando uma configuração que responda a todo espectro solar com uma
constante de tempo relativamente baixa [7].
A resistência de um sensor termorresistivo possui variação de acordo com a radiação
incidente. Esta, causa uma variação na temperatura do sensor. Nestes radiômetros, variações nas
grandezas interferentes, tais como temperatura ambiente, influenciam nas suas características
durante o tempo. Desta maneira, é preciso adotar algum modo de compensação e calibração para
o sensor termorresistivo. [7]
Uma maneira para a implementação de radiômetros de equivalência elétrica consiste no
ajuste da intensidade de corrente elétrica no sensor de acordo com a variação da radiação,
objetivando-se manter a sua temperatura constante e, consequentemente, sua resistência. Em outras
palavras, uma variação na potência térmica produzida pela radiação no sensor é substituída por
uma variação igual e de sentido oposto na potência elétrica dissipada no mesmo, de modo a manter
a sua temperatura constante. Medindo-se a variação de corrente no sensor, pode-se determinar a
variação de sua potência elétrica e, consequentemente, as radiações absorvidas sobre o mesmo. A
radiação absorvida pelo sensor é igual à radiação incidente vezes o coeficiente de absorção. No
caso ideal, em que o coeficiente de absorção do sensor é 1, se as referidas radiações são iguais [7].

UFCG 26

1.1.3 Método da Compensação e Substituição
No princípio da equivalência elétrica há duas abordagens: Método da compensação e da
substituição. No primeiro, faz-se o uso de dois sensores radiômetros, um de cor preta, e outro de
cor branca. O primeiro sensor absorve a radiação incidente enquanto o segundo, refletindo a
radiação, possibilita fazer a compensação, conforme representado na Figura 3 [7], [8].

Figura 3 – Par de sensores termorresistivos inseridos em um hemisfério de vidro –
Adaptado de [8].

A segunda abordagem consiste no método da substituição, em que há somente um sensor
termorresistivo Rs, conforme representado na Figura 4, e uma fonte controlada de corrente I.
Quando há uma variação na grandeza física de entrada, como por exemplo a radiação solar, tem-
se uma variação respectiva da resistência elétrica do sensor. Com o ajuste da corrente I, de maneira
que Rs fique constante, tem-se na variação de Is, uma medida indireta da variação da radiação [7].

UFCG 27

Figura 4 – Termistor NTC inserido em um hemisfério de vidro, no laboratório LIMC da UFCG.

1.1.4 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à temperatura
constante
Dentre as diversas configurações para a medição de grandezas físicas (a exemplo da
radiação), a arquitetura mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma
temperatura constante. Determina-se primeiramente uma temperatura para aquecimento do sensor,
e o mesmo é então aquecido sob efeito Joule. O instrumento é submetido à uma variação da
radiação térmica incidente, sendo assim irá ocorrer variação na temperatura do sensor. A
compensação é obtida pela realimentação negativa utilizada, variando-se o aquecimento elétrico,
mantendo o sensor à uma temperatura quase constante.
Neste trabalho, consideraram-se os radiômetros com saídas analógicas e pulsadas, do tipo
PTC (Coeficiente de Temperatura Positivo) e NTC (Coeficiente de Temperatura Negativo).
Na Figura 5 está representada a arquitetura clássica, utilizando a Ponte de Wheatstone com
saídas do sinal analógico (a) e PWM (b). Em largura de pulso, P e E são constantes e  é o ciclo de
trabalho (P é a variável de saída). É considerado ainda na Figura 5 o sensor termorresistivo PTC.
Se o sensor utilizado for um termistor NTC, deve-se inverter as entradas + e – do amplificador
operacional.
Com o sensor aquecido e submetido a um aumento de radiação, sua temperatura tende a
aumentar (PTC). Dessa forma, com a realimentação do circuito, a corrente no sensor diminui (PTC)
de modo a manter sua resistência Rs e sua temperatura Ts aproximadamente constantes. Caso a
radiação diminua, o processo se dá de forma inversa [9].

UFCG 28

Vp excita a ponte. Neste trabalho. Desprezando-se o efeito da tensão de desvio do amplificador operacional.Radiômetros com sensor aquecido à temperatura constante: (a) – saída analógica. possibilita obter uma relação linear entre o mesurando e a tensão de saída do amplificador operacional. propõe-se outra forma em que se mantém constante a UFCG 29 . considerando que o período do pulso é bem menor que a constante de tempo intrínseca ao sensor. A inserção de um modulador PWM no ciclo de realimentação do circuito. (4) em que R0 é a resistência do sensor à 273 K e β é o seu coeficiente de temperatura. e para os radiômetros. (5) em que R0 é a resistência do sensor em uma temperatura de referência T0 em Kelvin. e B é o seu coeficiente de temperatura. ?? ) . Figura 5 . (b) – saída em duração de pulso. Para um sensor termo-resistivo NTC a relação entre sua resistência e sua temperatura é dada aproximadamente pela expressão de Steinhart-Hart: 1 1 ?.( − ) ?? ≅ ?? . ? ?? ?? . a relação entre radiação H e a duração de pulso é linear [8]. Continuando a análise na Figura 5. (c) – forma de onda de Vp – adaptado [9]. Para um sensor termo-resistivo do tipo PTC é válida a expressão para a sua resistência: ?? ≅ ?? (1 + ?. A resposta térmica destes sensores é a função do valor RMS da potência elétrica. As formas de onda são de período P e amplitude E.

1. a temperatura ambiente Ta. Neste outro modelo. tanto como outra entrada para Vo ou Vp. UFCG 30 .5 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à diferença de temperatura constante Propõe-se a implementação de uma arquitetura alternativa à clássica. para aferição da grandeza interferente. (b) – saída em duração de pulso. o objetivo é que a diferença de temperatura entre o ambiente e o sensor permaneça constante a partir de uma saída kVo (ou kVp). Figura 6 – Arquitetura contendo sensor aquecido à diferença de temperatura constante: (a) – saída analógica. 1.temperatura entre o sensor e o ambiente. representado na Figura 6 [9]. Existe uma entrada neste bloco. como representada na Figura 5. implementando-se um bloco de controle a ser descrito a seguir. tanto para implementações de circuitos com o sensor termorresistivo PTC como para o termistor NTC. gerada por um bloco de controle C. (c) – forma de onda de Vp – adaptado de [9].

ou retirada a partir do sensor .6 Circuito de Realimentação Os principais aspectos associados com os circuitos de medição são as características estáticas e dinâmicas. é substituído por energia elétrica equivalente (efeito Joule) no sensor. esta característica do amplificador operacional se torna um fator importante para a estabilidade do circuito em malha fechada [10]. [12]. [11].1. é possível perceber que. magnitude da grandeza física a ser medida dentre outros [10]. R1 = R2. por experimentos relatados em trabalhos sobre arquiteturas de sensores termorresistivos aquecidos à temperatura constante. a temperatura Ts e a resistência do sensor Rs não são constantes sob incidência de radiação ou velocidade do fluido. pode-se obter o valor da grandeza medida para qualquer outra condição operacional. Conforme a Figura 7. analisando as características estáticas. Nestes circuitos. então sua temperatura sempre será mantida idealmente constante e a sua resistência será igual à R [10]. A resposta dinâmica irá depender de alguns fatores como os parâmetros inerentes do sensor bem como aos parâmetros relativos da configuração de realimentação. UFCG 31 . Sabendo que um valor de referência. considerando o amplificador ideal. Na prática. Por outro lado. ou seja Vos = 0. sendo Rs a resistência do sensor. 1. na presença da tensão de desvio. que pode ser o valor da energia elétrica no sensor com o mensurando igual a zero. Figura 7 – Configuração de um instrumento de equivalência elétrica – adaptado de [10]. a variação da energia térmica incidente sobre o sensor.

(6) Estando a temperatura do sensor constante. ?? 2 . Substituindo ?? em (6). tem-se que: UFCG 32 . que pode ser representada por ?? [13]. ? + ?? = ?. (3). sendo Vos = 0. ?. ?? 2 . e para NTC e saída pulsada. CAPÍTULO II – Expressões matemáticas dos sinais de saída dos sensores termorresistivos No capítulo anterior foram demonstradas duas das principais arquiteturas para projetos de radiômetros baseados em sensores termorresistivos do tipo PTC/NTC bem como suas respectivas expressões matemáticas de saídas analógica e em PWM. tipos de sensores (PTC e NTC) e saídas (analógica e em largura de pulso). A seguir serão descritas as deduções das respectivas expressões para ambas arquiteturas. podem-se encontrar as expressões para a arquitetura com PTC e saída analógica. (?? − ?? ) . (7) ?? em que ?? é a corrente que passa no sensor.1 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Estando o circuito do sensor termorresistivo com a Ponte de Wheatstone em equilíbrio em regime permanente. variações em Ta ou H são compensadas com ??2 variações na Potência Elétrica. é válida a seguinte exressão: VERIFICAR AS VARIAVEIS DE ESTADO ?. analisando o circuito. 2. para PTC e saída pulsada. A partir das expressões de (3) a (5) e também considerando a Figura 5 (a) e (b) e a Figura 6 (a) e (b). Pela Figura 5 (a). para NTC e saída analógica. tem-se como resultado. [14]: ??2 ?? = = ?? . que pode ser dada por ou ?? . ?.

?. ?? 2 ?. (12) ?? ? isolando ??2 : ?? ??2 = [?. ?. (?? − ?? ) . ? = ?. tem-se [13]: ?? ?? = . tendendo desta forma manter ?? constante. (14) ? UFCG 33 . ?. ? + . [?. aquecendo-o sob Efeito Joule sob variação da temperatura do ambiente. ( ) = ?. (9) ?? ?? + ? Na arquitetura de sensor aquecido à temperatura constante. ? + . em (5). (8) ?? + ? portanto. ?? . ?? ?? = . (?? − ?? ) . ?? ?= . ?. pode-se adotar uma constante ? [13]. considerando ainda Vos = 0 e ganho infinito G em malha aberta. ?. ?]. (11) ?? ?? + ? e utilizando (10) em (11) tem-se Vo: ?2 2 ?. (13) ?2 ?? ?? = √ 2 . Sendo assim. ?] . ?. portanto o circuito irá variar a corrente no sensor ?? . ?. . (?? − ?? ) − ?. (10) ?? + ? substituindo (8) em (3) pode-se obter: 1 ?? . (?? − ?? ) − ?. ?. o objetivo é manter a temperatura do sensor constante.

(?? − ?? ) − ?. o resultado é a expressão encontrada em (16). ?? ).3 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Na ponte de Wheatstone contendo o sensor. [?. (15) ? 2. ? ?? ?? . (5).( − ) ?? = ?? . ?] . (17) 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . ?. Esta onda da tensão de alimentação PWM pode ser gerada usando um microcontrolador (ou um microcomputador) e o sensor termorresistivo é sensível ao valor RMS da tensão.2 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para o caso do termistor NTC. partindo-se da expressão (3) e substituindo ?? pela expressão característica que relaciona a resistência com a temperatura do NTC. ?? = ???(?(?)) . ?] . que caracteriza a saída analógica do circuito com o sensor PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. 1√ 1 1 ?. ?. (19) ? 0 UFCG 34 . conforme representado na Figura 5 (b).substituindo (4) em (14). (?? − ?? ) − ?. o resultado é (15). é fornecida uma largura de pulso de tensão modulada como excitação elétrica. [?. 1 ?? = √?? . (1 + ?. e período P. de amplitude E. (16) ? 2. (18) ? 0 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . ?. ?.

√ ) = ? 2 . ?? ). (?? − ?? ) − ?. (24) ? sendo assim. (25) ? 2 ? ? ? ?? = ? √ => ?? 2 = (?. ?. ?] . ?] . ? ∫ ?? . (21) ? 0 ?2 ??? = √ . ???? 0 ≤ ? < ? . ?] . ?2 ? UFCG 35 . tem-se que: ? ?? ?2. ?. ?2 ? ?= . ? ??? = √ . ?. ?? ?= [?. Então. (22) ? ?2. (29) ? 2 . ???? ? ≤ ? < ? . ?. definindo a razão cíclica como: ? ?= . (?? − ?? ) − ?. [?. { (20) ?(?) = 0. 1 2 ? ??? = √ . para as seguintes condições: ?(?) = ?. (?? − ?? ) − ?. = 2 [?. . (28) ? 2. ? (1 + ?. ?. ?. (27) ? ? ?. ?|?0 . (23) ? ? ??? = ? √ . (26) ? ? ? substituindo ?? 2 em (13).

portanto: ?? ≅ ?? (1 + ?. ? ?? ?? = .( − ) ? ?? . ?. (?? − ?? ) − ?. ? 1 = 2 2 .? resultando em: ? ?? (1 + ?. (?? − ?? ) − ?. ?? ). e considerando o regime permanente. tem-se: 1 1 ?. ?] . ?] . ?? ) . (31) ? ? 2. ?2 ? ?? (1 + ?. tem-se ainda que: ∆? = ?? − ?? (é ?????????) . (30) ? ? . ?.5 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Nesta arquitetura. (36) UFCG 36 . ?. ?? (1 + ?. (?? + ∆?)) . (?? − ?? ) − ?. ?. ?? ) = . considerando também (4): ?? ≅ ?? (1 + ?. (32) ? ? 2. e igualando à (26). ?. [?. { (35) ?? = ?? + ∆? . [?. ?2 2.4 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para modelar a expressão característica da saída pulsada do NTC aquecido à temperatura constante. ?2 2. partindo-se da expressão equivalente à Primeira Lei da Termodinâmica. ?. ?. (34) sendo assim. (33) ? ? 2. ?. descrita como (3). ?] . [?. ?? ) = . (?? − ?? ) − ?. ?] . partindo-se de (16). [?.

aquecido à diferença de temperatura constante. ∆? − ?. ?. ?. ∆? − ?. ?. ?. (41) ?? . [?. (37) ?? ?? + ? ?? .( − ) ?? . (43) ?. ?. (38) (?? + ?)2 (?? + ?)2 ?? = √ . [?. o resultado é a expressão encontrada em (43). ??2 = ?. (1 + ?. ?. ?] . ∆? − ?. (42) inserindo (42) em (40). (?? + ∆?)) 2. [?. ?] . ? (?? + ∆?) ?? + 1 1 ) . ?. ?. ∆? − ?. ?] . ?] . 1 ?? . ? (?? + ∆?) ?? . (39) ?? ?2 ?? = √(2? + ?? + ) . ?. referente à saída analógica do termistor NTC. (1 + ?. ?2 ?? = √(2? + ?? . (?? + ∆?)) + .( 1 1 − ) ?2 ?? = √(2? + ?? . ?. ?.como ?? não é mais constante pois ?? não é constante. portanto assim. ?? 2 . ? . k também não é. (40) ?? resultando em (41). ? (?? + ∆?) ?? UFCG 37 . ? . ∆? − ?. (5) ficará da seguinte forma: 1 1 ?. [?.( − ) ?? ≅ ?? . considera-se (3) e (34).6 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para o NTC. ( ) = ?. ?. ?. ∆? − ?.

(1 + ?. ou seja. (?? + ∆?)) ? ?2 ?2.8 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a saída pulsada do termistor aquecido à diferença de temperatura constante. ?2 ?? 2 = (2? + ?? + ) . ?] . ∆? − ?. (1 + ?. ∆? − ?. 2. ?. temos que ?? = ???(?(?)). temos que: ?2 ?? 2 = [2? + ?? .7 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Semelhante à saída pulsada do sensor termorresistivo aquecido à temperatura constante. (46) ? ? ?? . (?? + ∆?)) + ]. ?. da configuração à diferença de temperatura constante. ?. [?. (1 + ?. ∆? − ?. = [2? + ?? . (41). e utlizando o resultado da análise p/?? . ?] . 100% 0% < ? < 100% . (1 + ?. (1 + ?. ?] . (44) ?? . ?. são consideradas (26) e (40). ?] . [?. [?. ?. (47) ? 2. ?. (?? + ∆?)) + ]. (45) ? ?? . (1 + ?. ∆? − ?. (?? + ∆?)) ? ? e sendo ? a razão cíclica 0 < ? < 1 ou: ? ?= . (?? + ∆?)) + ]. à saída analógica. ?. considerando (26). (48) ?? UFCG 38 . (?? + ∆?)) resultando em (46): ? 1 ?2 = 2 [2? + ?? . ?. [?.

tem-se: ? ?.substituindo ?? da expressão anterior por (42). ?. ?. ?.( − ) ?? . ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) .( − ) ?? . (50) ? ? ?. ∆? − ?.( 1 1 − ) ?2 ?2 = (2? + ?? . [?. ?] . ? (?? + ∆?) ?? resultando em (50): ? 1 ?. ?] . ? (?? + ∆?) ?? UFCG 39 . ?.( 1 1 − ) ?2 = 2 = (2? + ?? . ∆? − ?. (49) ? ?. [?. ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) .

2 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (16) em relação à H. estão sendo analisadas as sensibilidades para radiômetros. (51) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? 3. ou seja. CAPÍTULO III – Expressões Matemáticas da Sensibilidade dos Sensores Termorresistivos PTC e NTC A partir das expressões analógicas e pulsadas dos sensores termorresistivos PTC e NTC. 1 1 ?( − ) ??? ? ??? √ ?? ? ?? ?? . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. o resultado é a expressão (51). ??? ? ??? ?? (1 + ??? ) . ou seja. As sensibilidades associadas às configurações clássica e de diferença de temperatura constante são resultados das derivadas normalizadas das expressões de saída da tensão analógica ou a razão cíclica em relação à grandeza de entrada. = − √ . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. = − . sendo asism. o resultado é a expressão (52).1 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada na expressão (15) em relação à H. a grandeza de entrada é a radiação H. 3. em função da grandeza interferente [12]. foram desenvolvidas as expressões de sensibilidade. No caso. (52) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? UFCG 40 .

ou seja. 3. =− .5 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (41) em relação à H. ? . o resultado é a expressão (54). ??? (54) ?? ? ? 2?2 3. (55) ?? ? (? ? . ??? ? ??? ? (1 + ?(?? + ∆?)) .(? +∆?) .?(1+ ?. o resultado é a expressão (55). ou seja. = − . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. = − 2 2 ?? (1 + ??? ) . o resultado é a expressão (53).3 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (32) em relação à H. ou seja. ? ?? ? ??? . ? ??∆? − ??? ? ? )+? UFCG 41 .4 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (33) em relação à H. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor.(1+ ?. ? ?( − ) 1 1 ?? ? ?? ?? ?? . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. ? +∆?)) 2. (53) ?? ? ? ? 3. √ ? .

?(∆?) − ??? ? 2. ?2 ? . ou seja. ou seja.(1+ ?. ? ?? ? ??? . ?? ? ?((∆?+?? ) ? .√ . o resultado é a expressão (58).6 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (43) em relação à H.8 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (50) em relação à H.? ?( − ) ?? ? ? ? +∆? ? ? +? 3. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. o resultado é a expressão (57). = − 2 .(?? +∆?))+? 3. à radiação incidente sobre a área do sensor.(?? +∆?)) (? ) . à radiação incidente sobre a área do sensor. 1 1 . −1 −1 ) ??? ? ??? ?? ? ?((∆?+?? ) −?? . ?? (1 + ?(?? + ∆?)) . ? ? ? ??? ? −1 −? −1 ) = −.7 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (46) em relação à H. (57) ?? ? ?? . (58) ?? ? ?( 1 1 − ) ?? ? ?? +∆? ?? ( 1 1 ) . 2 . (56) ?? ? ?? ? ?( − ) ?? +∆? ?? ?. = − 1 1 .(1+ ?. o resultado é a expressão (56). 3. ou seja. ?2 ?( − ) ?? ? ?? +∆? ?? +? UFCG 42 .

00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 12 V E 1. avaliando-se a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza interferente. CAPÍTULO IV – Dinâmica de Saída .5 U 211. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k 0. Ta.5 W/m2 ºC U 211.Ta -.5 k 0.5 W/m2 ºC α 0. traçando-se os gráficos a seguir. respeitando os dados do Quadro 1 e Quadro 2.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0. Quadro 1 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante.6 V ΔT = Ts. foi possível realizar simulações que englobam a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. e com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais.Ta -- UFCG 43 .Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza Interferente Com as expressões de saídas analógicas e em largura de pulso desenvolvidas. ΔT = Ts.9 α 0.9 S 20 mm² S 1.

para o NTC. sendo esta a maior intensidade de radiação incidente na superfície da Terra [10]. para o PTC. Para a arquitetura de temperatura constante.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0. controlados pela amplitude de pulso do PWM.6 V. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k -.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 3. escolheu-se E = 3.Ta 7 ºC ΔT = Ts. Quadro 2 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante. sempre garantam uma duração de pulso menor que 1 (ou 100%) do seu período total. Para a arquitetura à diferença de temperatura constante. UFCG 44 . nas saídas pulsadas.5 W/m2 ºC α 0.9 S 20 mm² S 1. escolheu-se E = 12 V.Ta 7K Considerou-se a radiação máxima de 1500 W/m².8 V para PTC e E = 1 V para o NTC. Valores estes para que os sinais de saída (Vp nas Figuras 5 e 6).9 α 0. e E = 1. k -- U 211.8 V E 1V ΔT = Ts.5 W/m2 ºC U 211.

foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo) em função da grandeza interferente à temperatura (Ta). foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. UFCG 45 . de 273 K a 313 K. representado na Figura 8. 4. foi obtido o gráfico. Constatou-se que. A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. Para a análise da simulação. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 12 H=1500 W/m2 11 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 10 H5=0 W/m2 9 8 Vo [V] 7 6 5 4 3 2 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 8 .63 V. Sob esta condição. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). correspondente à um valor de 8.1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.

UFCG 46 .2 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 9 . de 253 K a 313 K.2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante.6 0. a temperatura (Ta).08 V. representado na Figura 9.4 0. em função da grandeza interferente. Constatou-se que. 4. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação.Saída analógica e termistor NTC aquecido à temperatura constante. Para a análise da simulação. correspondente à um valor de 1. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.4 H=100 W/m2 H=0 W/m2 1. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. foi obtido o gráfico. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo).6 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 1.8 0. Sob esta condição.2 1 Vo [V] 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1.

foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. (Ciclo de Trabalho).9 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0. sob 1500 W/m2 de radiação.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.3 0. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1. Para a análise da simulação.2 0. em função da grandeza interferente. Sob esta condição. representado na Figura 10.5 0. foi obtido o gráfico. Constatou-se que. de 253 K a 313 K.. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1 H=1500 W/m2 0. Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.6 Ciclo de Trabalho 0. UFCG 47 . equivalente à variação de tensão (Vo) de 11 V.84 ou 84 % do período total. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). considerando (26).8 H=0 W/m2 0.1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 10 . houve a maior variação da razão cíclica.7 0. correspondente à ?/? = 0. 4.4 0. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. a temperatura (Ta). foi avaliada a dependência da grandeza da saída pulsada.

representado na Figura 11.76 ou 76 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1.5 0.8 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada. de 253 K a 313 K.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 11 . Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 0. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. correspondente à ?/? = 0. (Ciclo de Trabalho).6 Ciclo de Trabalho 0. houve a maior variação da razão cíclica. em função da grandeza interferente. Constatou-se que. 4.7 H=0 W/m2 0.4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. sob 1500 W/m2 de radiação.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à temperatura constante.2 0. Para a análise da simulação. UFCG 48 . considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Sob esta condição.4 0.9 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 0. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 1. foi obtido o gráfico.3 0. a temperatura (Ta). considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.66 V.

Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 18 H =1500 W/m2 H = 1000 W/m2 17.1 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 12 . 4. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). foi avaliada a dependência da saída analógica (Vo).6 Vo [V] 17. Constatou-se que. Sob esta condição. foi obtido o gráfico. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2. a temperatura (Ta).7 17. de 253 K a 313 K. correspondente à um valor de 0.4 17.3 17. Para a análise da simulação. em função da grandeza interferente. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. UFCG 49 .66 V.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.9 H = 500 W/m2 H = 100 W/m2 17.5 17.2 17.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. representado na Figura 12.8 H = 0 W/m2 17. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.

Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 20 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 18 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 16 Vo[V] 14 12 10 8 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 13 . Constatou-se que. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).52 V. Para a análise da simulação. Para um ponto fixo na faixa de temperaturas ambiente. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. de 253 K a 313 K. na Figura 14. 4. foi obtido o gráfico. Sob esta condição. representado na Figura 13. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. em função da grandeza interferente. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo). UFCG 50 . a variação de tensão é mínima. a temperatura (Ta).Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. correspondente à um valor de 9. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2. sendo perceptível apenas.

15 252.154 19.04 253.02 253.166 19.96 252.17 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 19.152 19.158 19.98 253 253.Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante com destaque na variação de Vo em 253 K.164 19.156 19. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente H= 1500 W/m2 19. UFCG 51 .168 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 19.162 Vo[V] 19.16 19.94 252.06 Ta[K] Figura 14 .

09 ou 9 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1.1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta[K] Figura 15 . representado na Figura 15.8 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 0. foi obtido o gráfico. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.14 V.2 0.5 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). a temperatura (Ta). 4.4 0. correspondente à ?/? = 0. Sob esta condição. Para a análise da simulação.Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Constatou-se que. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 2. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. (Ciclo de Trabalho). houve a maior variação da razão cíclica. sob 0 W/m2 de radiação.3 0. em função da grandeza interferente.7 Simulação da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.6 Ciclo de Trabalho 0.9 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0. de 253 K a 313 K. UFCG 52 .7 H= 0 W/m2 0. Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0.

foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). UFCG 53 .47 ou 47 % do período total.2 0.8 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0. em função da grandeza interferente. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. correspondente à ?/? = 0. equivalente à variação de tensão (Vo) de 0.3 0. a temperatura (Ta). houve a maior variação da razão cíclica.4 0.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 16 .Saída pulsada e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0. Para a análise da simulação. representado na Figura 16.5 Ciclo de Trabalho 0. Constatou-se que.68 V. de 253 K a 313 K.7 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 0. (Ciclo de Trabalho).6 0. 4. considerou-se o termistor submetido à faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 2. Sob esta condição. foi obtido o gráfico. sob 0 W/m2 de radiação.

ou seja. 21. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -6. 5. foram desenvolvidos os gráficos a seguir. 20. a temperatura (Ta). A partir de (51) e dos parâmetros no Quadro 1. 19.50 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação em função da UFCG 54 . CAPÍTULO V – Análise da Sensibilidade Relativa em Relação à Temperatura Ambiente. Tendo como objetivo avaliar a sensibilidade relativa à radiação em função da temperatura ambiente (Ta). correspondentes das Figuras 17. 23 e 24.1 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. representado na Figura 17. 18. 22. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -2 -3 Sensibilidade Relativa (%) -4 -5 -6 -7 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 17 . foi obtido o gráfico. Constatou-se que.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. a sensibilidade foi maior no ponto do eixo da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. para uma radiação máxima de 1500 W/m2.

o sensor tem uma maior sensibilidade em relação a outras temperaturas ambiente. temperatura ambiente (Ta) correspondente. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. 5. em dadas condições. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima. a grandeza interferente tem influência na variação da sensibilidade. foi obtido o gráfico.54 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. ou seja.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica Foi constatado que. a temperatura (Ta). Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -16. em função UFCG 55 . para uma radiação máxima de 1500 W/m2. Significa que neste ponto.2 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 -4 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -6 -8 Sensibilidade Relativa (%) -10 -12 -14 -16 -18 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 18 . A partir de (52) e dos parâmetros do Quadro 1. também é perceptível a variação da temperatura ambiente. Conforme o gráfico. representado na Figura 18. a sensibilidade foi maior no ponto da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K.

16 %) constante. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima.08 -0. representado na Figura 19.12 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 19 .3 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. A partir de (53) e dos parâmetros do Quadro 1. a grandeza interferente. da temperatura ambiente (Ta) correspondente.06 -0. UFCG 56 . em uma radiação incidente de 1500 W/m2. Percebe-se que.04 Sensibilidade Relativa (%) -0.02 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. a grandeza interferente tem pouca influência na variação da sensibilidade. houve uma sensibilidade relativa (-0. 5. para qualquer ponto na abscissa correspondente à valores de Ta. em qualquer ponto da variação de temperatura ambiente.1 -0. a temperatura (Ta). tem influência na variação da sensibilidade nesta simulação. ou seja. foi obtido o gráfico. ou seja. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 -0.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. ou seja. A variação da temperatura ambiente.

02 H=0 W/m2 -0. tendo assim a grandeza interferente. ou seja. UFCG 57 .07 -0.08 %) constante.4 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termistor NTC aquecido à temperatura constante.06 -0.05 -0. pouca influência na variação da sensibilidade. em qualquer ponto do eixo Ta [K]. a temperatura (Ta). 5.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. Foi constatado que. representado na Figura 20.01 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 -0. houve uma sensibilidade relativa (-0.03 -0.04 Sensibilidade Relativa (%) -0. A partir de (54) e dos parâmetros do Quadro 1. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.08 -0. foi obtido o gráfico.09 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 20 . para uma radiação incidente de 1500 W/m2.

sob radiação máxima é possível perceber que a sensibilidade varia com a variação de Ta . em 313 K.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. ou seja. Constatou-se que. foi avaliada a sensibilidade em relação à (Ta). Sob os níveis de radiação até 1000 W/m2. em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. Porém. A partir de (55) e dos parâmetros do Quadro 2. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. 5. a temperatura (Ta). Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -50 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -100 -150 Sensibilidade Relativa (%) -200 -250 -300 -350 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 21 . uma taxa de variação de aproximadamente -338 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação.5 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. representado na Figura 21. UFCG 58 . foi gerado o gráfico. houve pouca influência da grandeza interferente na variação da sensibilidade.

Sob radiação máxima. em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. foi obtido o gráfico. ou seja. representado na Figura 22. A partir de (56) e dos parâmetros do Quadro 2.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada.31 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. para uma radiação máxima de 1500 W/m2 a sensibilidade relativa foi maior no ponto da abscissa referente à 253 K. a variação de temperatura ambiente tem grande influência na sensibilidade. Foi constatado que. com uma taxa de variação de aproximadamente - 36. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -5 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -10 -15 Sensibilidade Relativa (%) -20 -25 -30 -35 -40 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 22 . a temperatura (Ta). UFCG 59 .6 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. 5.

em 313 K. Em todas as faixas de radiação. 5. uma taxa de variação de aproximadamente -157 % da razão cíclica em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -20 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -40 -60 Sensibilidade Relativa (%) -80 -100 -120 -140 -160 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 23 . Foi constatado que. indicando que a variação da grandeza interferente não tem muita influência na variação da sensibilidade. foi obtido o gráfico. A partir de (57) e dos parâmetros do Quadro 2. a sensibilidade relativa não teve variações significativas. representado na Figura 23. UFCG 60 . a temperatura (Ta). a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa.Sensibilidade da saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. ou seja. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.7 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante.

uma taxa de variação de aproximadamente -0. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -0.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada.64 % da grandeza de saída em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta). ou seja. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa.1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0.8 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. representado na Figura 24.4 -0. foi obtido o gráfico. Constatou-se que.5 -0.2 -0. A partir de (58) e dos parâmetros do Quadro 2. em 253 K. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. sob uma mesma intensidade de radiação. ou seja.3 Sensibilidade Relativa (%) -0.6 -0. UFCG 61 . 5.7 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 24 . a temperatura (Ta). Pela análise foi possível também perceber a nítida variação da sensibilidade ao variar-se a temperatura ambiente.

Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza de Entrada Tendo como objetivo a continuação da análise da dinâmica de saída para cada arquitetura. A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1. com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais. 6. CAPÍTULO VI – Dinâmica de Saída . foi obtido o gráfico. UFCG 62 .Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. representado na Figura 25. foi possível avaliar a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza de entrada H. Tensão de Saída x Radiação 11 Ta=313 K Ta=313 K 10 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 9 8 7 Vo [V] 6 5 4 3 2 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 25 . e demais constantes do Quadro 1 e Quadro 2.1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. tensão de saída analógica (Vo). a radiação (H). ou seja. em função da grandeza de entrada. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.

Na instrumentação eletrônica.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. ou seja.6 0. para uma melhor dinâmica de resposta. ocorre a variação de Vo.2 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 1.7 0. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1.2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. a radiação (H).9 Vo [V] 0. Tensão de Saída x Radiação 1. tensão de saída analógica (Vo).4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 26 .3 Ta=313 K Ta=303 K 1. deseja-se que esta variação seja a maior possível. Na temperatura ambiente de 313 K. em função da grandeza de entrada. a variação de Vo é de 1.5 0. representado na Figura 26. foi obtido o gráfico. Submetendo o sensor termorresistivo à uma variação de radiação de 0 à 1500 W/m2. 6. H. UFCG 63 . Nesta simulação.8 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. é perceptível a influência da grandeza de entrada sobre a tensão de saída. sob diversas temperaturas ambiente.8 V.1 1 0. por exemplo. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada.

Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. 6. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. (Ciclo de Trabalho). ocorre a variação do ciclo de trabalho. ou seja. representado na Figura 27. em diversas temperaturas ambiente.7 Ta=283 K Ta=273 K 0.8 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 0.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1.1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 27 .3 0. H. da saída pulsada. Nesta simulação. em diversas temperaturas ambiente. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. Na temperatura ambiente de 313 K UFCG 64 .2 0. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. Ciclo de Trabalho x Radiação 0.6 0. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2.4 0.5 Ciclo de Trabalho 0. foi obtido o gráfico. ocorre a variação de Vo.23 V. por exemplo. em função da grandeza de entrada. a variação de Vo é de 0. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. a radiação (H). Na temperatura ambiente de 313 K.

7 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K Ta=283 K 0.5 0.08 ou (8 % do período total). da saída pulsada. foi obtido o gráfico. UFCG 65 .4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. Ciclo de Trabalho x Radiação 0.09 ou (9 % do período total). 6. ocorre a variação do ciclo de trabalho. por exemplo. em função da grandeza de entrada.1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 28 . A partir de (33) e dos parâmetros ado Quadro 1.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. ou seja.3 0. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0. representado na Figura 28. em diversas temperaturas ambiente. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0. a radiação (H). variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. (Ciclo de Trabalho). Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. Na temperatura ambiente de 313 K por exemplo.6 Ta=273 K 0.2 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.4 Ciclo de Trabalho 0. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.

ocorre a variação de Vo. a variação de Vo é de 0. UFCG 66 .6 17. por exemplo.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica.1 V. tensão de saída analógica (Vo). Tensão de Saída x Radiação 18. 6. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. em diversas temperaturas ambiente. a radiação (H).4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 29 . ou seja.8 Vo [V] 17.1 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 18 Ta=283 K Ta=273 K 17. representado na Figura 29.9 17.5 17.7 17. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2. em função da grandeza interferente. Nesta simulação. foi obtido o gráfico. H. Na temperatura ambiente de 313 K.

tensão de saída analógica (Vo). 6. a radiação (H). Nesta simulação.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica.5 12 Vo[V] 11. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2. UFCG 67 . em função da grandeza interferente. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. representado na Figura 30. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.5 0 500 1000 1500 H[W/m2] Figura 30 . não há significativa variação da tensão de saída. equivalente à variação da grandeza de entrada. Tensão de Saída x Radiação 14 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K 13. ou seja.5 Ta=283 K Ta=273 K 13 12.6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.5 10 9. foi traçado o gráfico. em diversas temperaturas ambiente.5 11 10.

6.7 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, foi avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de
Trabalho), em função da grandeza de entrada, a radiação (H). A partir de (32) e dos parâmetros do
Quadro 2, foi obtido o gráfico, representado na Figura 31.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.9
Ta=313 K
Ta=313 K
0.8 Ta=293 K
Ta=283 K
Ta=273 K
0.7

0.6
Ciclo de Trabalho

0.5

0.4

0.3

0.2

0.1

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 31 - Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de
temperatura constante em saída pulsada.

Percebe-se uma grande variação em Vo ao variar H. Sendo assim, a grandeza de entrada
tem significativa influência no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação incidente de 0 a 1500
W/m2, à 313 K, houve uma variação de ?/? = 0,81 ou 81 % do período total do pulso.

UFCG 68

6.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante, foi
avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de Trabalho), em
função da grandeza interferente, a temperatura (Ta). A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro
2, foi traçado o gráfico, representado na Figura 32.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.4
Ta=313 K
Ta=303 K
Ta=293 K
0.35 Ta=283 K
Ta=273 K

0.3

0.25
Ciclo de Trabalho

0.2

0.15

0.1

0.05

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 32 - Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante
em saída pulsada.

Nesta simulação, há uma variação significativa em Vo, ao variar H. Sendo assim, a
grandeza de entrada tem influência considerável no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação
incidente de 0 a 1500 W/m2, houve uma variação de ?/? = 0,34 ou 34 % do período total do pulso,
à 273 K.

UFCG 69

CAPÍTULO VII – Resultados

Nas simulações realizadas, teve-se como objetivo analisar as arquiteturas baseadas em
sensores termorresistivos em três aspectos diferentes: a influência da variação da temperatura
ambiente (Ta) na tensão de saída (Vo) ou na razão cíclica ?, a dependência das grandezas de saída
com a grandeza de entrada (radiação, H) e a sensibilidade relativa. Nesta última avaliação, também
é analisada a influência que a variação da temperatura ambiente tem sobre a sensibilidade.
A partir dos resultados apresentados no Quadro 3, foi possível determinar qual arquitetura
e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza interferente sobre a
grandeza de saída.

Quadro 3 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente.
Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Temperatura Ambiente Ta
Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de
Constante Temperatura Constante
Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada
PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC
ΔVo=8,63 V ΔVo=1,08 V ?? = 84 % ?? = 76 % ΔVo=0,66 V ΔVo=9,52 V Δ? = 9 % ?? = 47 %

No primeiro aspecto avaliado, é desejável que a grandeza interferente tenha a menor
influência possível na grandeza de saída, para que haja uma melhor dinâmica de resposta. Para os
radiômetros simulados, sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2, é preferível que a tensão de
saída, correspondente à variação de radiação, seja constante se houver variação de temperatura
ambiente (de -20 oC à 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K à 313 K para termistores).
Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados, o que teve menor influência
da grandeza interferente é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, nas saídas analógica e em largura de pulso. O pior desempenho foi constatado para o
PTC em saída pulsada aquecido à temperatura constante.

UFCG 70

Quadro 4 – Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente. o melhor desempenho foi obtido pelo do PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada.01 ? = 81 % ? = 64 % UFCG 71 . foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa em função da temperatura ambiente. sob variação da grandeza interferente. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída. o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica foi o mais sensível.1 V Vo = 0. sendo assim.23 V ?=9% ?=8% Vo = 0. Sendo assim. Porém a temperatura ambiente teve grande influência na variação de sua sensibilidade. é preferível que o instrumento possua a maior sensibilidade possível. Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Radiação H Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC Vo = 1. tal sensibilidade seja constante.16 % -0. Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente Ta Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC -6.54 % -0. de forma que. Quadro 5 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação .5 % -16.8 V Vo =0. pois sua sensibilidade se manteve constante sob a variação da temperatura ambiente.64 % Na segunda análise. A partir dos resultados apresentados no Quadro 4.51 % -157 % -0. A partir dos resultados obtidos no Quadro 5.08 % -338 % -36.

é desejável que a grandeza de entrada. Na terceira análise. na saída em largura de pulso. Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados. a grandeza medida pelo sensor ou termistor. Dados os resultados das análises. menor influência da temperatura ambiente. é preferível que a tensão de saída. UFCG 72 . porém apenas em saída pulsada obteve melhor dinâmica de resposta em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída e menor interferência da temperatura ambiente na sua sensibilidade. sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2. se comparada à arquitetura clássica. seja ampla para cada ponto da temperatura ambiente (de -20 oC a 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K a 313 K para termistores). ou seja. foi possível comprovar o melhor desempenho da arquitetura de sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Para os radiômetros simulados. o que teve maior influência da radiação é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. de forma que seja garantida uma melhor dinâmica de saída do instrumento. O sensor apresentou uma elevada sensibilidade nas duas saidas (analógica e em largura de pulso). correspondente à variação de radiação. tenha a maior influência possível na grandeza de saída.

na arquitetura proposta. a sensibilidade se manteve praticamente constante em toda a faixa de temperatura ambiente. Foi objetivo também. analisar a sensibilidade de cada sensor e arquitetura. deseja-se que o sensor tenha a maior variação de sua tensão de saída. foi possível verificar que as sensibilidades das primeiras são bem maiores do que as encontradas na arquitetura clássica. além de apresentar uma sensibilidade maior. Variando-se (Ta) neste caso. com os gráficos da arquitetura do sensor aquecido à temperatura constante. Simulando a relação entre a tensão de saída e a grandeza interferente na arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante. H. Nas simulações que relacionam (Vo) ou (?/?) com H.1 Conclusões Neste trabalho. com o estímulo da menor variação na grandeza de entrada. Os critérios para a avaliação do melhor desempenho foram: verificar a influência da grandeza externa (Ta) na tensão de saída (Vo) para os casos de saídas analógicas. ou ciclo de trabalho para os casos de saída pulsada. em que. comparando-se os gráficos da arquitetura de sensor aquecido à diferença de temperatura constante. E tem pouca variação de tensão em relação à um (Ta) fixo. UFCG 73 . para ambos (PTC e NTC). quando submetido à uma variação de radiação Na arquitetura de aquecimento com o sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. teve pouca variação sob influência da temperatura ambiente. Principalmente na saída analógica e pulsada do PTC. a saída pulsada teve uma alta porcentagem de ciclo de trabalho em relação ao período total do PWM. percebe-se que as saídas (analógicas e pulsadas) são muito sensíveis às variações em (Ta). Para a análise da sensibilidade. além de variar pouco com a influência da temperatura ambiente. na implementação de sensores termorresistivos: a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. Uma melhor sensibilidade para o radiômetro tem como resultado uma melhor exatidão nas medições. foram analisadas duas arquiteturas que utilizam o princípio da equivalência elétrica. CAPÍTULO VIII – Conclusões e Perspectivas 8. e (?/?). Ainda verificou-se a relação da grandeza de saída (Vo ou ?/?) com a grandeza de entrada. em relação à temperatura ambiente. Tais aspectos foram muito importantes para a escolha de um sensor e arquitetura ideal.

em saída pulsada. O sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada obteve então. o sensor termorresistivo PTC em saída pulsada obteve maior variação. A seguir. conforme apresentado na Figura 34. foi editado no software Orcad. Figura 33 – Esquemático da Ponte de Wheatstone Após a edição. No segundo caso. 8. foi gerado o leiaute da placa para a montagem do circuito. conforme Figura 33. o esquemático de um circuito de uma Ponte de Wheatstone. uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso) foi utilizada. da Universidade Federal de Campina Grande. na arquitetura proposta. foi perceptível uma menor influência da grandeza interferente. deu-se início a montagem dos componentes: UFCG 74 . utilizando sensores termorresistivos PTC e termistores NTC.Portanto. refletindo-se em uma dinâmica de saída melhor. sob incidência máxima de radiação e influência da variaçao da temperatura ambiente. o melhor desempenho. para a arquitetura de temperatura constante. Foram constatadas as maiores sensibilidades nas simulações do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica e pulsada.2 Perspectivas Propõe-se realizar ensaios a partir de implementações em hardware que possuam como objetivo. houve alteração na sensibilidade em diferentes valores de (Ta). Na confecção da placa. porém no primeiro caso. comparar as arquiteturas de temperatura constante e de diferença de temperatura constante. No Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas.

cuja resistência a tal temperatura é de aproximadamente 30. transistores BD 329 e BD 330. de forma que a equivalência das resistências permitisse uma operação do termistor na mesma temperatura. Os potenciômetros não suportaram a corrente do circuito (Figura 33). conforme Figura 35. Figura 34 – Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad Os dados contendo os parâmetros para o termistor foram coletados do Quadro 1. portanto todas as resistências então foram substituídas por outras.Amplificador operacional TL081.421 Ω (valor de resistência constatado através da verificação dos parâmetros fornecidos pelo fabricante do termistor). e possibilitando que a Ponte de Wheatstone entre em equilíbrio. Foram dispostos resistores de forma que seu valor equivalente fosse igual à resistência do sensor na sua temperatura de aquecimento. Escolheu-se o aquecimento do termistor para 50 oC. resistores e termistor NTC de encapsulamento 0603. Figura 35 – Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone UFCG 75 . de valor diferente.

Figura 37 – Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante UFCG 76 . para reduzir o efeito da convecção. foi inserido à cúpula. Uma tensão simétrica de ±5 V foi fornecido para o circuito contendo o termistor. um circuito integrado LM 35 para a aferição de temperatura ambiente (Ta). é desejável que o termistor ou sensor termorresistivo esteja em um meio com vácuo. Para reduzir o efeito da variação da temperatura ambiente na dinâmica de resposta do termistor. o mesmo foi inserido em uma cúpula de vidro conforme Figura 36 e Figura 37. Figura 36 – Termistor NTC Idealmente. Para futuras implementações da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante.

e assimilando com a Figura 6. avaliar a sensibilidade do termistor e realizar ensaios utilizando o mesmo circuito. Com dois multímetros. tem-se: 0. Pela Figura 37. conforme (62).9724 V e também Vs =0. (60) ? ? De acordo com (59). mas também sendo implemenntando com sensores termorresistivos PTC. a Ponte de Wheatstone realimentada entra em equilíbrio e mantém o termistor aquecido à 50 oC. 30 ?? = . (59) ? ?? ??. (62) Com o circuito em operação.9 Ω . Sob incidência de radiação. ? ?? = ?⁄ = .9767 ?? = 29. foi possível aferir a tensão sobre o termistor e sobre o resistor em série com o primeiro. UFCG 77 . Além de realizar a montagem da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante e comparar o desempenho de ambos nos aspectos avaliados neste trabalho. variando sua resistência.9767 V. Sendo estes V = 0. O circuito irá compensar variando a corrente sobre o termistor. Considerando que: ?? ?? = . a temperatura do sensor tende a variar.9724 . com uma resistência de aproximadamente 30 Ω. Objetiva-se nas próximas montagens. é possivel perceber a medição da tensão sobre o termistor Rs e sobre o resistor em série com o mesmo (R). (61) 0.

UFCG 78 . A partir das expressões conhecidas.1 para o projeto do leiatute e uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso). a LPKF Protomat L33 para a confecção do circuito . foi possível desenvolver as expressões de saída analógica e pulsada. CAPÍTULO IX – Materiais e Métodos Para as simulações das expressões de saída dos sensores termorresistivos PTC e NTC em ambas arquiteturas de aquecimento do sensor à temperatura constante e diferença de temperatura constante. Para o desenvolvimento do circuito da Ponte de Wheatstone foram utilizados o software Orcad 9. e derivando estas. foi possível desenvolver as expressões de sensibilidade relativa para posterior análise e verificação de qual arquitetura e sensor teve o melhor desempenho. para as arquiteturas de temperatura constante e diferença de temperatura constante. foi utilizado o software Matlab R2014A. sinais de saída analógica e em largura de pulso.

R. 397-401). Freire. Canada. do Nascimento. V.6. e Silva. Raimundo C. S. S. IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference. Luciano (2009). Sebastian Y. C.Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica. G. R. (1996). Sensibilidade de Radiômetros Baseados em Sensores Termorresistivos. (pp. Freire. S. Deep. (2012).45(No. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental. Centro de Ciências e Tecnologia .Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica. 172-177). Campina Grande – Paraíba. REFERÊNCIAS [1] Roberta A. (1995). (1997). No. Caracterização de Sensores Termo-resistivos.1). 332-335.Alasca. (2010). [5] Raimundo C. Vol. Gorijan. Thermoresistive Radiation Sensor Response Time Employing Electrical Heating. Anchorage . [4] Gurdip. 58. Benedito A. Deep. Universidade Federal de Campina Grande. Tavakkoli Hashjin. IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference. Freire. Architectures of Anemometers Using the Electric Equivalence Principle. Centro de Ciências e Tecnologia . Silva. USA . Brazil. S. (1994). [8] Raimundo C. Considerações de Projeto de um Radiômetro Solar de Equivalência Elétrica. Estudo da viabilidade da radiação solar no Nordeste do Brasil. [3] José S. N.1823-1830. B Ghobadian. Universidade Federal de Campina Grande. pp. 14(5). Freire. V. Campina Grande – Paraíba. (pp. Catunda. X Semetro. 501-509. S. Effect of Operational Amplifier Parameters on the Performance of Feedback Structures with Thermoresistive Sensors.S. Brazil. T. – Second Iranian Conference on Renewable Energy and Distributed Generation. Vanuza M. [6] Ivan S. [7] Chaquibe. Estimation of Mean Monthly and Hourly Global Solar Radiation on Surfaces Tracking the Sun. IEEE Transactions of Instrumentation and Measurement. [2] Sh. S. IEE Transactions of Instrumentation and Measurement. [9] Viviane S. Raimundo C. (2012). Ottawa. Neto. Iran. 898-903). Thais L. UFCG 79 . G. p. Farias. S. Buenos Aires – Argentina. (pp. Martins. (2002). Silva. Aplications of Thermorresistive Sensors Using the Electric Equivalence. . Tehran. d. C.

Deep. (pp. S. S. Ottawa – Canada. S. IEEE . Freire. [13] Viviane S. G. Freire. Freire. S.1999). S. Compensation of the Fluid Temperature Variation in a Hot-Wire Anemometer.Instrumentation and Measurement Technology Conference. [12] Raimundo C. Raimundo C. 48 (No. St. Martins. Deep. Sebastian Y. Gurdip. A Feedback I^2-Controlled Constant Temperature Solar Radiation Meter. IEEE Instrumentation and Technology Conference. Raimundo C.1) [11] Amauri Oliveira.S. 1377-1380). Gurdip. Vail – Colorado.G. 1062-1066). (1998). USA. IEEE Transactions of Instrument Measurements . IEEE. USA.Instrumentation and Measurement Technology Conference. Sensivity Analysis and Automatic Adjustment of a Controlled-Temperature Thermoresistive-based Anemometer. Deep. IMTC 2003 . Freire.C. [14] Amauri Oliveira. S. (pp. Error in the Thermoresistive Sensor-Based Feedback Measurement Configuration due to DC Amplifier Offset Voltage. UFCG 80 . Gurdip. Static Error in Temperature Constant Measurement Configuration Due to DC Amplifier Offset Voltage.Mineesota. (Fevereiro . [10] Raimundo C. (2003). Paul . Catunda. (2012). (1999).Instrumentation and Measurement Technology Conference. S.

*(Ro.*Ts).*S. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 17 S=20*10^-6. 23 H3=500.*S.*(U.*(U. % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 13 U=211.*S. 22 H2=1000.*H1)).*(1+B.*H4)).'H=500 W/m^2'. 34 Vo5=(1/k).*(Ts-Ta)-alpha. 45 %plot(Ta. LISTA DE APÊNDICES APÊNDICE I . 44 %plot(Ta.*(U. 31 Vo2=(1/k). % Coeficiente da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.Vo3. ohms 15 B=0. 38 ylabel('Vo [V]').5).*S.*(Ts-Ta)-alpha.*S.^(1/2). % Temperatura do Sensor aquecido. ºC^-1 16 alpha=0.5. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. grid on.*Ts). W/(m^2*ºC) 14 Ro=100.^(1/2).*(1+B.'r').'Interpreter'. 39 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente'). 37 xlabel('Ta [ºC]'). 42 % set(h.'none') 43 %plot(Ta. 32 Vo3=(1/k). 26 27 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*S.'k').00385. UFCG 81 .^(1/2).*H5)).*S.*(Ro.Vo2.*H3)). 28 Ta=[-20:2:40].*(1+B. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.*S.*(Ts-Ta)-alpha.*(1+B. 33 Vo4=(1/k).'H=1000 W/m^2'. 24 H4=100.*Ts).*(Ts-Ta)-alpha. 29 30 Vo1=(1/k).*(Ro.Vo4. 46 %plot(Ta. ºC 19 20 % Valores de Radiação em W/m^2 21 H1=1500.^(1/2).^(1/2).*Ts). 25 H5=0.'b').*(U.5.*S.Vo1.'H=100 W/m^2'.*(1+B.'g'). m^2 18 Ts=50.9.Algoritmos para as simulações Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante 10 % Valores Constantes: 11 12 k=0.*(Ro.*H2)).*(Ro.*(U.*(Ts-Ta)-alpha.'H=0 W/m^2'. 40 41 % h = legend('H=1500 W/m^2'. 35 36 figure(1).*Ts). % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC. hold on.*S.

*(1+B.*(Ro.Vo5.Ta.*H4)). 60 set(h.*(U. 34 H5=0.*H2)). Equivalente à 50ºC. % Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1.*Ts).Vo3.*(Ts-Ta)- alpha.*Ts). 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.^(1/2). % Temperatura do Termistor Aquecido. 50 Ta=[-20:3:40].*S. K 27 To =323.^(1/2)). 40 Vo2=(1/k)*((Ro.Ta. 42 Vo4=(1/k)*((Ro./To)).*S.*S.1.*H3)).^(1/2). 38 39 Vo1=(1/k)*((Ro.*(U.*exp(B.*(1/Ts .*H5)).^(1/2)).*(U.*S.*(1+B.Vo2.*S.*S.*S.*(Ts-Ta)-alpha.*S.*Ts).Ta.*Ts). 32 H3=500.*S.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante.'-yd').*(U.'-bo'. W/(m^2*ºC) 22 Ro=30.*(1/Ts .*(1+B.'y').5. m^2 26 Ts=323.^(1/2)).1./To)). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.5).*(U. % Coeficiente da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente.Vo5.^(1/2)).*S. 48 49 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.Ta.*(Ts-Ta)- alpha.'-gs'.*(1/Ts . %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.*H3)).*H1)). 54 Vo3=(1/k).*S.'H=0 W/m^2'.Vo1. ohms 23 B=3100.'H=100 W/m^2'. 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0. % Temperatura do Termistor na resistência Ro.*H2)).*(1+B. 41 Vo3=(1/k)*((Ro.*(Ro.'-k+'.*(U./To)).*(Ts-Ta)-alpha.*S.*S.1.*H4)).*H1)).*exp(B.Vo4./To)). K 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.'-rx'. 31 H2=1000.28*10^-6. 33 H4=100.*(Ts-Ta)-alpha.*(Ro. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC. K 24 alpha=0.*S.*(Ts-Ta)-alpha. 57 58 plot(Ta.^(1/2).5. 37 Ta=[253:3:313].'H=500 W/m^2'. K.*(1/Ts .*(U.*(Ts-Ta)- alpha.*(U.*(Ro.*exp(B.*S.*Ts).*(Ts-Ta)- alpha. 51 52 Vo1=(1/k). 53 Vo2=(1/k). 56 Vo5=(1/k).9.*(Ro.^(1/2). 59 h = legend('H=1500 W/m^2'.'H=1000 W/m^2'. % Resistência do Termistor na Temperatura To.*S.*S.47 %plot(Ta.1.*S.^(1/2). 55 Vo4=(1/k).*(1+B.*exp(B.*(Ts-Ta)-alpha.*(U. UFCG 82 .

5. grid on.*(Ts-Ta). 51 set(h. 31 32 variavel1 = Ro. ºC^-1 12 alpha=0.*S.'H=1000 W/m^2'. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 30 Ta=[-20:3:40].*(1/Ts . UFCG 83 ./To)).*(U.*S.'-rx'.*S.1. 33 Sigma1 = variavel1.43 Vo5=(1/k)*((Ro.*S. 49 plot(Ta.'-yd').*S. 35 Sigma3 = variavel1.*S. 47 ylabel('Vo [V]').*H1). 20 H3=500.*S. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50.'-k+'. 36 Sigma4 = variavel1.*H4). 28 29 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.Vo3.*(Ts-Ta).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.*H5)). 23 24 figure(1). 48 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente'). % Amplitude do Pulso 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500.*H3). 19 H2=1000.*S.*(U.00385.alpha.Ta.*(Ts-Ta).'H=100 W/m^2'.'H=0 W/m^2'.*H5). % Constante da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=100. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.Vo2.*exp(B. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. % Resistência do Sensor Termorresistivo na Temperatura 0 ºC.'-bo'. ohms 11 B=0.'H=500 W/m^2'.*S. 34 Sigma2 = variavel1.Vo1. hold on.5). ºC 15 E=12.*(Ts-Ta).*S.*S. 21 H4=100. 22 H5=0.alpha. 37 Sigma5 = variavel1.Ta. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*S.^(1/2)).'-gs'.*(U.*(U.Ta.Ta. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 13 S=20*10^-6.5. 25 xlabel('Ta [ºC]'). hold on. grid on. % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211. 27 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente'). 44 45 figure(1).*(U.*(Ts-Ta).*Ts)/(k^2*E^2).alpha. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'.9.Vo5. 46 xlabel('Ta [ºC]').*(U.alpha.*H2).Vo4.*(Ts-Ta)- alpha.alpha.*(1+B.

%Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.'H=500 W/m^2'. UFCG 84 . K 24 alpha=0.Ta. 49 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).'- gs'.38 39 plot(Ta. 34 H4=100. 48 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). alpha*S*H3).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante.Ta. 46 47 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).'-rx'. % Resistência do Termistor na Temperatura To. 38 Ta=[253:3:313]. 44 45 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)). 52 53 plot(Ta. grid on. 41 xlabel('Ta [ºC]').9.5.Sigma1. % Temperatura do Termistor quando sua Resistência é Ro.'- gs'.Ta. 40 h = legend('H=1500 W/m^2'. 39 40 figure(1).Sigma4.Ta.'-k+'. 43 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').Sigma5. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.Sigma5. % Amplitude do Pulso 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500.'-rx'. %Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1.'-bo'. % Temperatura de Aquecimento do Termistor.'H=1000 W/m^2'.6.'-k+'. alpha*S*H2).'-bo'.Sigma4.Sigma3.Ta.'H=0 W/m^2'. 35 H5=0.Sigma1. % Constante da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente. W/(m^2*ºC) 22 Ro=30.'H=100 W/m^2'.Sigma2. 41 set(h. 33 H3=500. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente. 32 H2=1000. K. alpha*S*H1).28*10^-6. alpha*S*H5). ohms 23 B=3100. 51 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). m^2 26 Ts=323. 50 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).'-yd'). hold on. 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0.Sigma2. K 28 E=1. % Coeficiente de temperatura do Termistor. 42 ylabel('Ciclo de Trabalho'). K 27 To = 323. alpha*S*H4).Ta.'-yd').Ta.Sigma3.5. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.Ta.5).

^(1/2). 19 H2=1000.*R+(Ro.Vo3.*H2)).*(Ta+deltaT))))*(U. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*(Ta+deltaT))))*(U.*(Ta+deltaT))))+ (R.'-bo'. m^2 13 Ts=50.^2/Ro.Vo5. 32 33 34 figure(1).'-k+'.'H=0 W/m^2'.'-gs'.5. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.*(1+(B.00385. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.5).*S.^(1/2).'-rx'. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.Ta.*(1+(B.*H5)).*(Ta+deltaT))))+ (R.*(deltaT)-alpha. 22 H5=0. 28 Vo2=(2. 37 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*(Ta+deltaT))))*(U. 35 xlabel('Ta [ºC]'). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.'H=1000 W/m^2'.*(deltaT)-alpha. 26 27 Vo1=(2.^2/Ro. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente.Vo4. grid on. 29 Vo3=(2.*(1+(B. 55 set(h.*R+(Ro.*S.'-yd').9.*(Ta+deltaT))))+ (R.*(1+(B.^(1/2).*(1+(B. 20 H3=500.*R+(Ro.54 h = legend('H=1500 W/m^2'.*(deltaT)-alpha.*R+(Ro.*(1+(B.^2/Ro.^2/Ro. 21 H4=100. ohms 10 B=0.*S.*(Ta+deltaT))))+ (R.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. 38 39 plot(Ta. % ºC (Ts-Ta) 15 R=100.'H=500 W/m^2'.Ta. hold on.Ta. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. 30 Vo4=(2. 31 Vo5=(2.Vo2.^(1/2). ºC 14 deltaT=7. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(Ta+deltaT))))*(U.*(1+(B.*H4)). % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.*R+(Ro.*(1+(B.^2/Ro. ºC^-1 11 alpha=0.*S.*(Ta+deltaT))))*(U.*(1+(B.*H3)).*S.Ta. UFCG 85 . 36 ylabel('Vo [V]').*S. ohms 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500. 25 Ta=[-20:5:40].Vo1.^(1/2).*(Ta+deltaT))))+ (R.*S.*(1+(B.*(deltaT)-alpha.*S.*(deltaT)-alpha.*S.*H1)). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*S.'H=100 W/m^2'.

/(Ta+deltaT)- 1. 71 xlabel('Ta [K]'). % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.*exp(B. ohms 46 B=3100.*(U.*(deltaT)- a./(Ta+deltaT)-1. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.^2.*(1./(Ta+deltaT)- 1.*(1./Ro./(To)))).*H2))./(To)))).*(1. K 50 To=323./(To)))))+(R. 69 70 figure(1). 56 H2=1000.*(deltaT)- a./(Ta+deltaT)-1.*exp(B. 'H = 0 W/m^2') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.40 legend('H = 1500 W/m^2'. 67 Vo4=sqrt((2*R+(Ro.*(1. 60 61 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.*(deltaT)- a.*exp(B.9. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 45 Ro=30.*(U.*H1))./(Ta+deltaT)- 1./(To)))))+(R.*exp(B.^2. 'H = 100 W/m^2'. grid on.*(U.*(U. % Coeficiente de Absorção do Termistor 48 S=1. 63 64 Vo1=sqrt((2*R+(Ro.*S.*H4)). 66 Vo3=sqrt((2*R+(Ro./(To))))./(Ta+deltaT)- 1.*S./(Ta+deltaT)- 1. K 47 a=0.*S. K 51 deltaT=7./Ro.*S. hold on.*(1. 'H = 1000 W/m^2'. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente. 59 H5=0./Ro.*S.*H3)).*(deltaT)- a.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.*S.*exp(B./(To))))./(To)))))+(R.*(U. % Resistência do Termistor na Temperatura To.*S.^2.*H5)). 'H = 500 W/m^2'./Ro. 41 % Valores Constantes: 42 43 k=0. 65 Vo2=sqrt((2*R+(Ro. m^2 49 Ts=323.*exp(B. %(Ts-Ta) 52 R=30.*exp(B.5.*(deltaT)- a. 58 H4=100.*exp(B.*(1.5.*S. UFCG 86 .^2./(To)))).*S. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 68 Vo5=sqrt((2*R+(Ro./Ro.^2. K.*(1.28*10^-6. 57 H3=500.*(1./(Ta+deltaT)-1.*(1. 62 Ta=[253:5:313].*exp(B. ohms 53 54 % Valores de Radiação em W/m^2 55 H1=1500. % Temperatura de Aquecimento do Termistor.*S.*exp(B. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 44 U=211./(Ta+deltaT)-1./(To)))))+(R.*(1./(Ta+deltaT)-1./(To)))))+(R.

/E.^2. 'H= 1000 W/m^2'.'-bo'.8.*R+Ro. ºC^-1 23 a=0.*(Ta+DeltaT))+R.*(Ta+DeltaT))+R.*(2. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 35 H5= 0.'-gs'.^2./Ro. % Amplitude do Pulso 27 DeltaT=7. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(Ta+DeltaT))+R.*(1+B./E.00385./Ro.%(Ts-Ta) 28 R=100. 38 Ta=[-20:5:40].*(Ta+DeltaT))+R.*(1+B.'-yd'). 76 set(h. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.^2. ºC 26 E=3.*R+Ro.*(2./Ro.Ta.Vo1./E.*(2.^2. 39 40 Sigma1 =1. 'H= 500 W/m^2'.*(1+B.^2.Vo2.*(2. 34 H4= 100.*(2./E. 74 plot(Ta.9.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H2).'-k+'.*(1+B.^2. m^2 25 Ts=50.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 24 S=20*10^-6. 41 Sigma2 =1.*R+Ro.*(1+B. 42 Sigma3 =1.^2. 73 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*(1+B.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H1). 44 Sigma5 =1. 32 H2= 1000. 43 Sigma4 =1. 18 % Valores Constantes: 19 20 U=211.*(1+B.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H4). UFCG 87 . 'H= 0 W/m^2'). % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 21 Ro=100.*(1+B.'-rx'. 'H= 100 W/m^2'.72 ylabel('Vo [V]'). ohms 22 B=0.*R+Ro.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H5).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H3).Vo4.Ta. 33 H3= 500./E.Ta.^2.Vo3. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC./Ro. 75 h = legend('H= 1500 W/m^2'.^2.5.*(1+B. ohms 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1= 1500.*(1+B.*R+Ro.^2.Ta. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.Vo5./Ro.*(Ta+DeltaT))+R.

*R+(Ro.*(1. 'H= 1000 W/m^2'.Vo3./(To))))+R. 24 H5= 0.'-gs'./(Ro. grid on.*(2.^2.*exp (B. 31 Sigma3=1.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H2). % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro. % Amplitude do Pulso 15 DeltaT=7.*R+(Ro.*exp (B.Ta.*(1.*(1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H1). 27 Ta=[253:5:313].Ta. % Coeficiente de Temperatura do Termistor./(Ta+DeltaT)-1./(To))))+R. 51 set(h. %(Ts-Ta) 16 R=30. 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.*exp (B./(Ta+DeltaT)- 1.9./(Ta+DeltaT)- 1./(Ro. K 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1= 1500.'-yd').'-bo'.*R+(Ro. ohms 17 To=323. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.*(2. %Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H3).5.28*10^-6./(Ta+DeltaT)- 1./(Ta+DeltaT)-1. hold on.^2.*(1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H4).^2.*(1.*(1. 32 Sigma4=1. K 14 E=1.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. K.'-k+'./(To))))+R. m^2 13 Ts=323. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente./(Ro. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211./(Ro.*(1.*exp (B. 23 H4= 100.^2.45 figure(1)./(To))))+R. 48 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').*(2.^2. 30 Sigma2=1./E. 'H= 500 W/m^2'./E.Ta./E. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30. 21 H2= 1000.^2. % Temperatura do Termistor Aquecido. 'H= 100 W/m^2'. K 11 a=0./(Ta+DeltaT)-1. 49 plot(Ta.^2. 'H= 0 W/m^2'). 22 H3= 500. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1./E. UFCG 88 .Ta./(Ta+DeltaT)- 1.^2. % Resistência do Termistor na Temperatura To. 46 xlabel('Ta[ºC]').*(1.Vo5.*(2.Vo1.Vo4./(Ta+DeltaT)-1. 50 h = legend('H= 1500 W/m^2'. 47 ylabel(''Ciclo de Trabalho ').Vo2. 28 29 Sigma1=1.'-rx'.*exp (B.*exp (B.*exp (B. ohms 10 B=3100.*R+(Ro.

*R+(Ro. 38 plot(Ta.*S.'- gs'.*S. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente. 39 legend('H= 1500W/m^2'./E. 24 ylabel('Vo [V]'). 17 Ta2=30.*S.*(2. % Coeficiente de Temperatura.*Ts).*exp (B.*(1+B.*(U.'-rx'. 33 Vo4=(1/k).*(Ts-Ta4)-alpha.*(Ro.*Ts).*(U.*(U. 26 27 % Valores de Radiação em W/m^2 28 H=[0:500:1500]./(Ta+DeltaT)- 1.Sigma3. 21 22 figure(1).*(1+B.*S. 'H= 1000W/m^2'.*Ts).*(Ro. 34 Vo5=(1/k).^(1/2). 25 title('Tensão de Saída x Radiação'). grid on. 37 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').*(U.Ta.*(1+B.*(Ro.33 Sigma5=1.*(Ro.^(1/2).*(Ts-Ta1)-alpha.*H)). % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. 34 figure(1).^(1/2). 32 Vo3=(1/k).9.*H)). 'H= 0W/m^2') 40 set(h. grid on. 35 UFCG 89 .Ta.*(Ro. 29 30 Vo1=(1/k).*Ts).*S. 20 Ta5=0.Sigma5./(Ro.*S.Sigma4. 31 Vo2=(1/k).*(1+B.*S. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 19 Ta4=10.*S. ºC 14 15 % Valores da Temperatura Ambiente em ºC.*(1./(Ta+DeltaT)-1.^2.*(Ts-Ta5)-alpha.*(U. 23 xlabel('H [W/m^2]')./(To))))+R. 35 xlabel('Ta[K]').^(1/2).Sigma1.*H)).*S.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*(1.'-bo'. 36 ylabel('Ciclo de Trabalho').Ta. ºC^-1 11 a=0. 18 Ta3=20. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*(Ts-Ta3)-alpha.*exp (B.*Ts).*(Ts-Ta2)-alpha.^(1/2).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.*H)). 16 Ta1=40./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H5).*H)).5.Ta. hold on.'-k+'. m^2 13 Ts=50.*S. ohms 10 B=0. 'H= 100W/m^2'. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.^2.'-yd'). hold on. 'H= 500W/m^2'.Sigma2.00385.*(1+B.

*(Ts-Ta2)- alpha. 36 Vo4=(1/k)*((Ro.H.Vo2.*S.1. ºC 15 R=30.*exp(B.*H)). 22 Ta4=283.9./To)).Vo3. 21 Ta3=293.'Ta=10 ºC'.5.*S. 24 25 figure(1). 35 Vo3=(1/k)*((Ro. 38 set(h.H.^(1/2)).*(1/Ts .'-rx'.*exp(B.*H)).'-yd').Vo5. 28 title('Tensão de Saída x Radiação').'Ta=283 K'. hold on.H.5.*(Ts-Ta3)- alpha. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.*S.1.'Ta=273 K'.*S.1.*exp(B. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. UFCG 90 .*(1/Ts .1.'-gs'. 38 39 plot(H.'-bo'. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 18 %Valores de Temperatura Ambiente: 19 Ta1=313. 26 xlabel('H [W/m^2]').H.Vo1.5). 37 h = legend('Ta=40ºC'.*S. %Valores das Resistência da Ponte de Wheatstone.'-rx'. 37 Vo5=(1/k)*((Ro. ohms 11 B=3100.Vo4.*S.*(1/Ts .*S.'-gs'.Vo3. grid on.*(1/Ts .H. K 12 a=0.*(Ts-Ta5)- alpha.*S.*S.H.*(U. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.*H)).H.*(Ts-Ta1)- alpha.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.*exp(B.Vo2.^(1/2)).*(U.H.^(1/2)). % Temperatura do Termistor Aquecido.*exp(B./To)). 27 ylabel('Vo [V]').*(Ts-Ta4)- alpha.Vo4./To)).'Ta=303 K'.'Ta=0 ºC '. 32 33 Vo1=(1/k)*((Ro.'-k+'.'Ta=30 ºC'.*(1/Ts .^(1/2)). 34 Vo2=(1/k)*((Ro. 29 30 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.*S. 31 H=[0:500:1500].'-bo'.Vo1. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.*(U.'-yd').1. 20 Ta2=303.'-k+'.28*10^-6./To)).'Ta=20 ºC'./To)).Vo5. ohms 16 To=323.*(U. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*H)). % Resistência do Termistor na Temperatura To.5).'Ta=293 K'.*(U.*H)).^(1/2)). 40 h = legend('Ta=313 K'. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.36 plot(H. 23 Ta5=273.

H. 20 Ta3=20. 21 Ta4=10. 31 32 variavel1 = Ro.*S. hold on. 19 Ta2=30. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.*S. 28 29 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. alpha.'-yd').*(U. ºC^-1 11 a=0. 38 39 plot(H.'Interpreter') UFCG 91 . 34 Sigma2 = variavel1. alpha.*S.Vo2. alpha.*(Ts-Ta2). grid on.*S.*S.41 set(h.*S.H.Vo5.00385.*(U.'Ta=10 ºC'.*S. 27 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').'-rx'.*(U. alpha. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(U. ºC 14 E=12. m^2 13 Ts=50.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.5).'Ta=0 ºC'.*(Ts-Ta4). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. 30 H=[0:500:1500].5.*H). 36 Sigma4 = variavel1.Vo1.*(Ts-Ta1).*(1+B.*S.*(Ts-Ta5).*(U.*H). alpha. 41 set(h. 25 xlabel('H [W/m^2]'). 23 24 figure(1). 40 h = legend('Ta=40ºC'.9. 35 Sigma3 = variavel1.*Ts)/(k^2*E^2).*H). ohms 10 B=0. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente. 37 Sigma5 = variavel1.*(Ts-Ta3).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorrersistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. % Amplitude do Pulso 15 R=100. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 33 Sigma1 = variavel1.H.'-bo'.'Ta=20 ºC'.H.*H). ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40.'Ta=30 ºC'. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.Vo4.'-k+'.*S. 22 Ta5=0.*H).'-gs'.Vo3.*S.

'- gs'.Sigma1.'-yd').6. 33 34 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)).H. K 12 a=0.'Ta=273 K'. % Amplitude do Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente 20 Ta1=313. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.9.'Ta=293 K'.alpha*S*H). 36 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta2). hold on. % Resistência do Termistor na Temperatura To. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.%(Ts-Ta) 16 To=323.H.Sigma2. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. 30 31 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.alpha*S*H).).alpha*S*H).5. 22 Ta3=293. 29 title('Ciclo de Trabalho x Radiação'). 38 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta4). ohms 11 B=3100.alpha*S*H).5. 32 H=[0:500:1500].'Ta=283 K'. 23 Ta4=283. 37 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta3).'Interpreter') UFCG 92 .'-rx'. 21 Ta2=303.alpha*S*H). 43 set(h. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.Sigma4. % Temperatura do Termistor Aquecido. 39 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta5). % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.H. 28 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 35 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta1). ºC 15 DeltaT=7. grid on. 27 xlabel('H [W/m^2]'). 25 26 figure(1).Sigma5.Sigma3.28*10^-6. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 E=1.'-bo'. 40 41 plot(H. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. 42 h = legend('Ta=313 K'.'-k+'. 24 Ta5=273.'Ta=303 K'.H. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.

% Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(1+(B.^2/Ro.*H)).*R+(Ro.*(Ta4+deltaT))))+ (R. m^2 13 Ts=50.*H)).5.*(1+(B.9.'-rx'.*S.*(Ta3+deltaT))))*(U.Vo1. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*S. 19 Ta2=30.*H)). 21 Ta4=10. 22 Ta5=0. % ºC (Ts-Ta) 15 R=100. ºC^-1 11 a=0.^(1/2).^2/Ro.^(1/2). ohms 10 B=0.'Ta=10 ºC'. 34 xlabel('H [W/m^2]'). 31 Vo5=(2.*(1+(B.'Interpreter') UFCG 93 .*H)).*R+(Ro. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*(Ta2+deltaT))))+ (R.Vo3.'-bo'.'Ta=20 ºC'.*(Ta5+deltaT))))+ (R.*S.*(1+(B.*S.*(Ta5+deltaT))))*(U. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*(1+(B.*R+(Ro. 39 h = legend('Ta=40 ºC'. 26 27 Vo1=(2. 28 Vo2=(2.Vo2.*S.'-k+'.*(1+(B.*(Ta3+deltaT))))+ (R.*(1+(B.*(Ta4+deltaT))))*(U.*S. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 37 38 plot(H. 20 Ta3=20. % Temperatura do Sensor Aquecido. 40 set(h.*(Ta1+deltaT))))+ (R.H.Vo5.*(1+(B. 29 Vo3=(2.*R+(Ro.H.*(1+(B.'Ta=30 ºC'.^2/Ro.^2/Ro.*H)).*(deltaT)-a. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 36 title('Tensão de Saída x Radiação').*(deltaT)-a.*(Ta1+deltaT))))*(U.Vo4.^(1/2). 25 H=[0:500:1500]. 30 Vo4=(2.^(1/2). hold on. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*R+(Ro. 35 ylabel('Vo [V]'). grid on. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.H.*(deltaT)-a.'-gs'. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.^2/Ro.00385.*(deltaT)-a.'-yd'). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.*S. ºC 14 deltaT=7.'Ta=0 ºC'.^(1/2).*S.*S.*(deltaT)-a. ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40.H.*(1+(B.*S.5).*(Ta2+deltaT))))*(U. 32 33 figure(1).

*exp(B. % Área do Termistor sob radiação Incidente.^2.*(U.*S.'-gs'./(Ta3+deltaT)- 1.'-yd').^2. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. % Resistência do Termistor na Temperatura To.Vo1.*exp(B./Ro.*S.*S.'-k+'.Vo5./(Ta2+deltaT)- 1.*(U.*(1.*S. % K (Ts-Ta) 14 R=30. K 13 deltaT=7.*(1./(Ta1+deltaT)- 1. 37 38 plot(H.^2.Vo4./(To)))))+(R.*(deltaT)-a.9./(To)))))+(R.*exp(B. 19 Ta2= 303. grid on.*S. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. % Temperatura do Termistor Aquecido.*(1.H.'-rx'./(Ta4+deltaT)- 1.*H))./(To)))). 28 Vo2=sqrt((2*R+(Ro.% Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1./(To)))).*(deltaT)-a./(To)))))+(R.Vo3.*exp(B. K 18 Ta1= 313. 22 Ta5= 273. 30 Vo4=sqrt((2*R+(Ro.*H)).H.*H))./(Ta5+deltaT)- 1.*(1.*exp(B.5.*(deltaT)-a.H./(Ta4+deltaT)- 1.*exp(B.*S./(To))))./(To)))))+(R./(To)))))+(R. m^2 6 Ts=323.*(deltaT)-a. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(1./(Ta1+deltaT)- 1.*(1.*(1./Ro.*H))./Ro. 20 Ta3= 293./Ro./Ro.^2.28*10^-6.*S. 21 Ta4= 283. ohms 10 B=3100. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*(1. 32 33 figure(1).*S./(Ta2+deltaT)- 1.*(U.*exp(B./(Ta3+deltaT)- 1.*S.*(U.'-bo'. 35 ylabel('Vo[V]'). 25 H=[0:500:1500] 26 27 Vo1=sqrt((2*R+(Ro. ohms 15 To=323. 36 title('Tensão de Saída x Radiação')./(Ta5+deltaT)- 1.*exp(B.*exp(B. K 11 a=0.^2.*S.*H)). UFCG 94 .*(deltaT)-a.Vo2. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone. 29 Vo3=sqrt((2*R+(Ro. 34 xlabel('H[W/m^2]'). K 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente.*(U./(To)))).H. hold on./(To)))).*(1. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30. 31 Vo5=sqrt((2*R+(Ro.*(1. % Temperatura do Termistor em que a Resistência é Ro.*exp(B.

39 h = legend('Ta=313 K'.*(1+B.^2.*R+Ro. 20 Ta1=40.*(1+B.*(Ta1+DeltaT))+R.*(1+B./Ro./E. % ºC (Ts-Ta) 16 R=100. 40 set(h.*R+Ro. 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2 27 H=[0:500:1500].ohms 11 B=0.*(1+B./Ro. 24 Ta5=0.5.*(Ta4+DeltaT))+R.*(1+B.'Ta=273 K').'Ta=303 K'.*(Ta5+DeltaT))+R.^2.*R+Ro. 21 Ta2=30.*(2.*(Ta4+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H)./E. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivocom o Ambiente. 23 Ta4=10. hold on.*(1+B.^2.*(Ta3+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*(Ta5+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*R+Ro.*(Ta2+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*R+Ro.^2. 28 29 Sigma1 =1./Ro. 37 ylabel('Ciclo de Trabalho'). % Amplitude de Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente ºC.00385.*(1+B. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.^2.*(1+B. 22 Ta3=20.*(2. ohms 17 E=3. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.^2. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido. ºC^-1 12 a=0.*(2.*(Ta3+DeltaT))+R. 34 35 figure(1). UFCG 95 ./E./E.*(1+B.'Ta=283 K'.*(2. 31 Sigma3 =1. ºC 15 DeltaT=7.^2. W/(m^2*ºC) 10 Ro=100.9. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(Ta1+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H). 32 Sigma4 =1. 36 xlabel('H [W/m^2]')./E.8. 33 Sigma5 =1. 30 Sigma2 =1./Ro. 7 % Valores Constantes: 8 9 U=211./Ro.^2.^2. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50.*(2. grid on. % Coeficiente de Absorção do Sensor 13 S=20*10^-6.*(1+B.*(Ta2+DeltaT))+R.'Ta=293 K'.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.^2.

/(Ta1+DeltaT)-1.*exp (B./(To))))+R./E.*(1.'Ta=0 ºC').'Ta=30 ºC'./E./(Ta4+DeltaT)-1.'Ta=10 ºC'./(Ro.*R+(Ro. 41 h = legend('Ta=40 ºC'. % Resistência do Termistor na temperatura To.%(Ts-Ta) 16 R=30./E.*(1. % Amplitude de Pulso 15 DeltaT=7. 28 29 Sigma1=1./(Ro. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 31 Sigma3=1. 32 Sigma4=1.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.'-yd')./(To))))+R.*(1.'-k+'.28*10^-6.*(1.*exp (B. 33 Sigma5=1.*exp (B.*exp (B. UFCG 96 .*(1. 23 Ta4=293.'- gs'.Sigma4. 21 Ta2=283.Sigma2.^2./(Ta4+DeltaT)- 1. % Temperatura do Termistor Aquecido.*exp (B.*exp (B.*(1. m^2 13 Ts=323.9. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro.Sigma1.^2. 27 H=[0:500:1500].H. 42 set(h./(Ta2+DeltaT)-1.H. 24 Ta5=313.^2./(Ro. 22 Ta3=303.*(2./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H)./(Ta3+DeltaT)-1./(Ta1+DeltaT)- 1. 30 Sigma2=1.*R+(Ro.H./(Ta2+DeltaT)- 1./(Ta5+DeltaT)-1. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.^2.Sigma5.^2. K 11 a=0.Sigma3.*(1.5.38 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').*exp (B.*(1.*(2./(Ro.*(2./E.*(1. K 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente em K 20 Ta1=273.'Ta=20 ºC'./(To))))+R.^2./(To))))+R./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). ohms 17 To=323. 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30.*R+(Ro.*(1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). ohms 10 B=3100.*R+(Ro./(Ro.*R+(Ro./(Ta5+DeltaT)- 1. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.*(2. 39 40 plot(H.^2.^2.*(2.H. K 14 E=1.'-rx'.*exp (B./(To))))+R.^2.'-bo'.*exp (B./E./(Ta3+DeltaT)- 1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).^2.

ohms 23 B=0. m^2 26 Ts=50.*(Ts-Ta)- a. 44 45 figure(1).'Ta=303 K'.^1. ºC^-1 24 a=0.*S.*k.'- gs'.*(1+B./(U.*S.'Ta=293 K'. 40 h = legend('Ta=313 K'.*(((Ro.'-rx'./2).*k. % Área do Sensor Termorresistivo sob Incidência de Radiação.*(((Ro./(2./(U. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.*E).*k. 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(1+B.*(1+B.*(Ts-Ta)- a. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. 41 Sensib3= -(a.H.*E).*H1)).'-bo'.*Ts)). 41 set(h. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo./(U. 38 39 Sensib1= -(a./(U.*S. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.*S. 42 Sensib4= -(a.*S.*(Ts-Ta)- a. hold on./(2./(U.9.*E).*H4).Sigma1. grid on.^1.*(Ts-Ta)- a.*S. 38 39 plot(H.^1.H. UFCG 97 .Sigma3.*H5)./2).*S. 32 H3=500. 37 title('Ciclo de Trabalho x Radiação')./(2. % Amplitude de Pulso 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.Sigma5.*H2)).'-yd').^1. 37 Ta=[-20:5:40]. 35 xlabel('H [W/m^2]').5./(2.Sigma4.*S.*(((Ro.*S.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica. 40 Sensib2= -(a.*H1).*H2).*H3). 36 ylabel('Ciclo de Trabalho'). % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6.*S. 33 H4=100.Sigma2./2).*(1+B./2).*(((Ro. 34 H5=0.'Ta=283 K'.H.*Ts)).*k.*S.*E).*H3)). 43 Sensib5= -(a.'Ta=273).'-k+'.*Ts)).*(1+B.*S.*S.5.*Ts)).*S. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100.H./(2.*H4)).*S.00385. hold on.*k.*Ts)). 31 H2=1000.*H5)). % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC.34 figure(2). ºC 27 E=12.*(((Ro.*E).*(Ts-Ta)- a./2).^1. grid on.

21 H3=500.46 xlabel('Ta [ºC]').*H1). 50 h = legend('H=1500 W/m^2'.*S.*variavel))./(To) 29 30 Sensib1= -(a.Sensib5.*S.^1.*exp(B./(U.*S.Sensib4.*(Ts-Ta)- a./(2.'-rx'.*variavel)).*(Ts-Ta)- a.*((Ro. m^2 14 Ts=323. 32 Sensib3= -(a.5./2).*k.Sensib1.Ta.*((Ro. UFCG 98 .*E). W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.'H=1000 W/m^2'.*S.Ta.*(Ts-Ta)- a. 34 Sensib5= -(a.*variavel)).'-yd').6.*S. 49 plot(Ta./2)./(2. 47 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]'). % Temperatura do Termistor Aquecido. K 15 To=323.*H5). 20 H2=1000.*k.'H=0 W/m^2'. 35 36 figure(1).Sensib2.*((Ro. grid on.*variavel))./(U. % Amplitude de Pulso 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500. K 12 a=0.*H2). % Temperatura do Termistor na Resistência Ro. % Resistência do Termistor na Temperatura To.*S.*exp(B./(U./2).*S.*S.*exp(B.Ta. 26 Ta=[253:5:313]. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente.'H=100 W/m^2'. 48 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*S.'- gs'. 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica.^1.*S.*E)./(U. 23 H5=0.*S.*(Ts-Ta)- a./(Ts)-1.*E).*E)./2).*variavel)). hold on.*H4). % Área do Termistor sob Incidência de Radiação.*((Ro.*k.*H5)./2).*exp(B. 51 set(h./(2.*S.*k.^1.*(Ts-Ta)- a.*exp(B.5. 31 Sensib2= -(a.5). 27 28 variavel=1.^1.*E). 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0.9.% Constante Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211. 22 H4=100.*((Ro.^1.*H2)./(2.28*10^-6.*H3).*S.Ta.*S.Sensib3. 33 Sensib4= -(a./(U. K 16 E=1.'H=500 W/m^2'.*k.*S.% Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.'-bo'./(2. ohms 11 B=3100.*H3).*H1).*H4).'-k+'.

41 42 Sensib1= -(a.*(1+(B.^2).5.*Ts)).5).'H=1000 W/m^2'. 32 H2=1000.*S. 22 Ro=100. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6.*H2. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.'H=0 W/m^2'.*E. ºC 27 E=12.*E.9.Sensib5. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 34 H4=100.*H5.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro.*Ro.^2)).Sensib2.*Ts)).^2)).'-bo'. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50./((k. 51 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').Ta.*(1+(B. 42 set(h.Sensib3. 49 xlabel('Ta [ºC]').^2).*Ro.*S.2:40].^2).*(1+(B.*E. 43 Sensib2= -(a. 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'-k+'. 44 Sensib3= -(a.'H=500 W/m^2'.*H1./((k. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.*Ts)).^2)). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.Ta. 40 plot(Ta.Sensib1. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211. 35 H5=0.*Ro. ohms 23 B=0.*S.Ta. 45 Sensib4= -(a. hold on. W/(m^2*ºC). 46 Sensib5= -(a.Ta.'H=100 W/m^2'.*E.*H3.00385. ºC^-1 24 a=0.*Ts)).*(1+(B.*S. 33 H3=500.5.*Ro.*S.*Ro.*E. 50 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').37 xlabel('Ta [K]').*Ts)).'-rx'. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*(1+(B. 38 Ta=[-20:0. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]')./((k.^2). UFCG 99 .Sensib4. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*H4./((k. 47 48 figure(1).^2)).'- gs'.*(1+(B.'-yd'). 39 40 variavel= Ro. grid on./((k.*Ts)). K 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500.^2)). % Amplitude de Pulso 28 To=50.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada. 41 h = legend('H=1500 W/m^2'.^2).

*Ro.*H2. 20 H2=1000.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.Ta.*E. m^2 14 Ts=323.*Ro.Sensib1. 53 h = legend('H=1500 W/m^2'.^2)).Ta.'-yd').^2).^2)).Sensib1.6.*H3. 23 H5=0.*S.Ta.Sensib2. % Resistência do Termsitor em To. grid on. 29 30 Sensib1= -(a.^2).*exp(variavel). K 12 a=0.Sensib5.^2).*S.'Interpreter') Algoritmo da referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada.*exp(variavel).5.*S.^2))./(Ts)-1.^2)).*H4.Sensib5.*H1.*E. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0.52 plot(Ta.Ta. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]'). 34 Sensib5= -(a.'H=500 W/m^2'.'-rx'.'-rx'. 54 set(h. K 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500./((k. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.'H=0 W/m^2').^2). % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.Sensib2.'H=1000 W/m^2'.Ta./((k. 41 h = legend('H=1500 W/m^2'. 42 set(h.9. 37 xlabel('Ta [K]'). 21 H3=500. 32 Sensib3= -(a.'- gs'.*exp(variavel). 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'H=1000 W/m^2'.*Ro.'Interpreter') UFCG 100 . 31 Sensib2= -(a. % Área do Termistor sob Radiação.Sensib3. 22 H4=100.Sensib4. 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.'-bo'.Ta.Sensib4.Ta.'H=500 W/m^2'.*exp(variavel).*S.*H5. K 15 E=1./((k.'-k+'.*E. % Amplitude de Pulso 16 To=323. 27 28 variavel= 1.'H=100 W/m^2'. hold on.*Ro./(To).'H=100 W/m^2'.^2)).*Ro.Sensib3.*E.^2).*S.'- gs'.*E.5. ohms 11 B=3100.28*10^-6. 35 36 figure(1). % Temperatura de Aquecimento do Termistor equivalente a 50ºC.Ta. 33 Sensib4= -(a.*exp(variavel).'-bo'. 26 Ta=[253:2:313].'-k+'. 40 plot(Ta./((k.'-yd')./((k. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.'H=0 W/m^2').

*H1)).*S. hold on.*S.*((variavel1).*H3)).*S. *deltaT-a.*E./(U. grid on./2. *deltaT-a. 39 Ta=[-20:5:40]./2.00385. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. ºC 28 deltaT=7.*sqrt((variavel1).*H5. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6./2.*H5)).*S.5.*H4. 44 Sensibilidade2= - (a./(U. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50./(variavel1)+R)). 47 Sensibilidade5= - (a.*S. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. ºC^-1 24 a=0.*S.*(1+B. 40 41 variavel1= (Ro./(U.*S.*((variavel1).*((variavel1).*sqrt((variavel1)./(variavel1)+R)). UFCG 101 .*H3.*S.*(Ta+deltaT))). 34 H3=500. 35 H4=100. ºC 27 To=50.*H4)). Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica.*E.*S. ohms 23 B=0.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro. % Amplitude de Pulso 30 31 % Valores de Radiação em W/m^2 32 H1=1500./2.*E. 37 38 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*H2)). *deltaT-a. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.*H2./2.9.*((variavel1)./(variavel1)+R)).*S.*sqrt((variavel1).*E.*S./(variavel1)+R)).*S.*S. *deltaT-a.*H1. 48 49 figure(1).*sqrt((variavel1).5. 36 H5=0. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*((variavel1). % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211./(U. 46 Sensibilidade4= - (a. *deltaT-a.*sqrt((variavel1).*E./(variavel1)+R))./(U. %(Ts-Ta) 29 E=12. 42 43 Sensibilidade1= - (a. 50 xlabel('Ta [ºC]'). 45 Sensibilidade3= - (a.*S. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100.*S. 33 H2=1000.

*S. % Resistências da Ponte de Wheatstone.'-k+'./(U.Ta./2. 30 31 variavel1= (Ro. UFCG 102 ./2.*S. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.*S. 32 33 Sensibilidade1= - (a. K 15 To=323.*E.'-bo'.*S.*exp(B.Sensibilidade3.* deltaT-a.*H1)). 34 Sensibilidade2= - (a. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0.'H=100 W/m^2'./To))). % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*S. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211./(variavel1)+R)). %(Ts-Ta) 17 E=12. 54 h = legend('H=1500 W/m^2'.*H2)). % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.*H1.28*10^-6. % Área do Termistor sob Radiação.*S.5.'H=0 W/m^2'). m^2 14 Ts=323.*E.Sensibilidade4.*(((Ta+deltaT). % Resistência do Termistor em To.'- rx'.*sqrt((variavel1).'- yd').Sensibilidade2. % Temperatura de Aquecimento do Termistor.*sqrt((variavel1).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica. 53 plot(Ta. K 12 a=0. % Amplitude de Pulso 18 R=30.Ta. ohms 19 20 21 % Valores de Radiação em W/m^2 22 H1=1500. 27 28 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K 29 Ta=[253:5:313].^-1)-1.Ta.*H2.5. ohms 11 B=3100. 52 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'H=1000 W/m^2'.'-gs'. K 16 deltaT=7. 26 H5=0.'H=500 W/m^2'. 25 H4=100.*((variavel1).* deltaT-a.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.9.51 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]')./(U.Sensibilidade1. 23 H2=1000. 55 set(h./(variavel1)+R)).*((variavel1).Sensibilidade5.Ta. 24 H3=500.

44 h = legend('H=1500 W/m^2'.*sqrt((variavel1). 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.Ta./2. 45 set(h. ohms 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1=1500. 37 Sensibilidade5= - (a.Sensibilidade2. UFCG 103 . 41 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]'). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211./(U./(variavel1)+R)).*S.'- k+'. % Área do Sensor sob Radiação m^2 13 Ts=50.*S. 36 Sensibilidade4= - (a.00385.*E.*H4.Sensibilidade5.8./(variavel1)+R)).* deltaT-a. %(Ts-Ta) 17 R=100.*S.Ta. % Temperatura de Aquecimento do Sensor ºC 14 E=3.'H=500 W/m^2'. 24 H5=0.'-bo'. 42 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente')./2.*H3)).* deltaT-a.*E. 43 plot(Ta.9.*H5)).Sensibilidade1./2.Sensibilidade4. grid on.* deltaT-a.*S.5.*S.'H=0 W/m^2'). ºC^-1 11 a=0. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. 27 Ta=[-20:5:40].*S.'-rx'.*H3.*((variavel1). 28 29 variavel1= (Ro.*E.Sensibilidade3.'H=100 W/m^2'.'H=1000 W/m^2'. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*sqrt((variavel1).*(deltaT+Ta))).Ta. hold on.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor temorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada.*((variavel1)./(variavel1)+R)).*S. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*H4)).'-gs'. 38 39 figure(1)./(U. %Amplitude do Sinal 15 To=50.% Temperatura do Sensor na Resistência Ro. ohms 10 B=0. 21 H2=1000.*S.%Resistências da Ponte de Wheatstone.*((variavel1). 40 xlabel('Ta [K]').*H5. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.Ta.*S.*sqrt((variavel1)./(U.'-yd').*(1+B.35 Sensibilidade3= - (a. 23 H4=100. ºC 16 deltaT=7. 22 H3=500.

*H3.'-bo'.*H5.*E.^2)). 6 % Valores Constantes: 7 U=211.'H=500 W/m^2'. K 10 a=0.^2).*H4.'-yd'). % Área do Termistor sob Radiação.*E.^2)). K 13 E=1.^2). % Coeficiente de Absorção do Termistor 11 S=1.Ta.^2)).'- k+'.5.*E.Sensibilidade2. 35 Sensibilidade5= - ((a./((variavel1)+R)).Sensibilidade4. 36 37 figure(1). hold on./((variavel1)+R)). 38 xlabel('Ta [ºC]').*H1. m^2 12 Ts=323./(((variavel1).'-rx'.Sensibilidade1. % Resistência do Termistor à temperatura To./(((variavel1)./(((variavel1).*S.'H=100 W/m^2'. 21 H3=500./((variavel1)+R)). % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 40 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').30 31 Sensibilidade1= - ((a. 41 plot(Ta.^2). 33 Sensibilidade3= - ((a.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada. % Temperatura de Aquecimento do Termistor.'H=0 W/m^2').Ta. 43 set(h.*S.*(variavel1).Sensibilidade5./(((variavel1).'-gs'. 32 Sensibilidade2= - ((a. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone.^2)).^2)).Sensibilidade3.9. 34 Sensibilidade4= - ((a.*(variavel1).*(variavel1).^2)./((variavel1)+R)). %(Ts-Ta) 16 R=30.'H=1000 W/m^2'. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 8 Ro=30.*S. 39 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').*(variavel1).% Temperatura do Termistor na Resistência Ro. ohms 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500. 42 h = legend('H=1500 W/m^2'. 23 H5=0.Ta. UFCG 104 .28*10^-6. % Amplitude de Pulso 14 To=323.*E./((variavel1)+R))./(((variavel1).*S. K 15 deltaT=7. 20 H2=1000.^2). grid on.*(variavel1). 24 25 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. ohms 9 B=3100.Ta.*E.*H2. 22 H4=100.*S.

'-rx'. 43 h = legend('H=1500 W/m^2'./To))) 30 31 Sensibilidade1= - (a.^2).*H1.'Interpreter') UFCG 105 ./((variavel1).*(variavel1).*(variavel1).*E. 34 Sensibilidade4= - (a.Sensibilidade5. hold on.*(variavel1).*H3.*exp(B.Sensibilidade4.'-gs'.^2.*E.Sensibilidade3.Ta. 40 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]'). 42 plot(Ta.'H=100 W/m^2'.26 Ta=[253:5:313].^2.^2). 41 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*H5.*(variavel1).*E.*S.*H2.^2.Ta./((variavel1)+R)).'- k+'. 39 xlabel('Ta [K]'). 44 set(h.'H=0 W/m^2').^2).*S./((variavel1)+R)). grid on.'-yd').^2).^2).*S. 32 Sensibilidade2= - (a. 33 Sensibilidade3= - (a. 35 Sensibilidade5= - (a.^2.Sensibilidade2.^-1)-1.'-bo'.*S.*H4.*(variavel1)./((variavel1)./((variavel1)+R)).'H=500 W/m^2'.Ta./((variavel1)+R)).*S.^2. 36 37 38 figure(1).*E. 27 28 29 variavel1= (Ro./((variavel1).Ta./((variavel1).*E.'H=1000 W/m^2'./((variavel1)./((variavel1)+R)).*(((Ta+deltaT).Sensibilidade1.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful