UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

RADIÔMETRO SOLAR DE EQUIVALÊNCIA ELÉTRICA COM SENSOR
AQUECIDO À DIFERENÇA DE TEMPERATURA CONSTANTE

PETROV CRESCENCIO LOBO

CAMPINA GRANDE – PARAÍBA – BRASIL
MARÇO DE 2015

U NIVERSIDADE F EDERAL DE C AMPINA G RANDE
C ENTRO DE E NGENHARIA E LÉTRICA E I NFORMÁTICA
P ROGRAMA DE P ÓS -G RADUAÇÃO EM E NGENHARIA E LÉTRICA

R ADIÔMETRO S OLAR DE E QUIVALÊNCIA E LÉTRICA CO M S ENSOR
A QUECIDO À D IFERENÇA DE T EMPERATURA C ONSTANTE

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO APRESENTADO À COORDENADORIA
DO P R O G R A M A D E P Ó S -G R A D U A Ç Ã O E M E N G E N H A R I A E L É T R I C A
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE, EM
CUMPRIMENTO ÀS EXIGÊ NCIAS PARA OBTEN ÇÃO DO GRAU DE
MESTRE EM CIÊNCIAS NO DOMÍNIO DA ENGENHARIA ELÉTRICA.

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO

RAIMUNDO CARLOS SILVÉRIO FREIRE, DR.
ORIENTADOR

C AMPINA G RANDE – P ARAÍBA – B RASIL ,
M ARÇO DE 2015

UFCG 2

FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFCG

L799r Lobo, Petrov Crescencio.
Radiomêtro solar de equivalência elétrica com sensor aquecido à
diferença de temperatura constante / Petrov Crescencio Lobo. – Campina
Grande, 2015.
104 f. : il. color.

Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) – Universidade Federal
de Campina Grande, Centro de Engenharia Elétrica e Informática, 2015.

"Orientação: Prof. Dr. Raimundo Carlos Silvério Freire, Prof. Dr.
Sebastian Yuri Cavalcante Catunda".
Referências.

1. Sensor Termorresistivo. 2. Sensibilidade. 3. Radiação Solar.
4. Termistor. I. Freire, Raimundo Carlos Silvério. II. Catumba, Sebastian
Yuri Cavalcante. III. Título.

CDU 621.317(043)

UFCG 3

Lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível. UFCG 4 . Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades.

Aos meus avôs. Júlio Lobo (In Memoriam) e César Lobo (In Memoriam). Ivanilza Araújo UFCG 5 . Crescencio Lobo (In Memoriam). e Francisco Maria da Cunha Sousa (In Memoriam). Aos meus tios. DEDICATÓRIA Às minha avós. Filomena Dias Sousa (In Memoriam) e Áurea Dias Lobo (In Memoriam). Aos meus pais Pio Lobo e Helga Lobo À minha futura esposa.

pela contribuição nos assuntos pertinentes à este trabalho. Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico. À UFCG. dedicação e tempo. por conceder os pedidos solicitados. Aos membros da Coordenação e Colegiado do Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica da UFCG. Aos colegas Vanderson de Lima Reis e Josnier Ramos Guardarrama. pela concessão de bolsa de pesquisa para a execução deste trabalho. Ao professor Benedito Antonio Luciano. pelas aulas ministradas durante o mestrado. Viviane Martins. Aos amigos Vanuza Marques. Ao amigo Marcus Tenório. ao longo da execução deste trabalho. Universidade Federal de Campina Grande. pela disponibilidade de tempo. Ao CNPq. Thais Luana e Arthur Luiz. pela orientação deste trabalho. UFCG 6 . AGRADECIMENTOS Aos professores Raimundo Carlos Silvério Freire e Sebastian Yuri Catunda. Newton Sávio. pela grande paciência. pelo acolhimento e pela oportunidade em cursar o mestrado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica.

Neste trabalho é proposta uma arquitetura alternativa em que se faz constante a diferença de temperatura entre o sensor e o ambiente. Foram feitas comparações entre as arquiteturas. velocidade de fluidos. verificando-se que as arquiteturas com diferença de temperatura constante. v e temperatura. mantendo o sensor à uma temperatura quase constante. Ta. menor influência da grandeza interferente e maior influência da grandeza de entrada. H. Para ambas as configurações neste trabalho desenvolveram-se expressões e realizaram-se simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade de arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas (moduladas em duração de pulso . UFCG 7 . existem configurações que se baseiam em sensores termorresistivos. saída analógica e com sensor termorresistivo do tipo PTC tinham melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa. a mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma temperatura constante. RESUMO Para a medição de grandezas físicas. Dentre as arquiteturas clássicas. que apresentam melhor resposta em frequência e utilizam este princípio. como radiação. para sensores dos tipos PTC e NTC. velocidade do fluido ou temperatura do meio é compensada variando-se o aquecimento elétrico devido à realimentação negativa utilizada. O sensor é aquecido por efeito Joule.PWM). e a variação da radiação térmica incidente. utilizando o princípio da equivalência elétrica. à uma temperatura previamente determinada.

Among the classic architectures. there are settings based on thermoresistive sensors. were developed expressions and simulations held for the output signal as a function of the input and the sensitivity of architecture with analog outputs and pulsed (modulated pulse duration . such as radiation. temperature or flow velocity of the medium is compensated by varying the electric heating due to the negative feedback used. and temperature. which have better frequency response and use this principle. velocity fluids. For both configurations. the less influence of interfering variable and the greater influence of input variable. analog output and thermoresistive sensor PTC had better performance with respect to the sensitivity. The sensor is heated by Joule effect to a previously stipulated temperature. and the variation of thermal radiation. the most common is the one that uses a thermoresistive sensor heated to a constant temperature. H. Ta.PWM) for sensors types of PTC and NTC. In this work it is proposed an alternative architecture that makes constant the temperature difference between the sensor and the environment. which use the principle of electrical equivalence. ABSTRACT For the measurement of physical quantities. Comparisons were made between the architectures. maintaining the sensor at an almost constant temperature. in this work. UFCG 8 . v. verifying that architectures with constant temperature difference.

5 – Radiômetro de equivalência elétrica com Sensor aquecido à 29 Diferença de Temperatura Constante 1.4 – Radiômetro de Equivalência Elétrica com Sensor aquecido à 27 Temperatura Constante 1.1.1.2 – Radiômetro de Equivalência Elétrica 24 1.1 – Princípio da Equivalência Elétrica 23 1.6 – Circuito de Realimentação 30 UFCG 9 .1.1.1.3 – Método da Compensação e Substituição 26 1. ÍNDICE RE S U M O 6 AB S T R A C T 7 Í NDI C E 8 L I S T A D E FI GU R A S 14 L I S T A D E Q U A D R OS 16 LISTA DE ABREVIAÇÕES 17 L I S T A D E S Í M B OL OS 18 I NT R O D U Ç Ã O 20 Objetivos Gerais 21 Objetivos Específicos 21 CA PÍ T U L O I – M E T OD OL O GI A 23 1.1.1 – Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 23 1.

5 . 3.4 . 3.Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 33 Constante 2.Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 37 CA PÍ T U L O I I I – E X P R E S S Õ E S M AT E M ÁT I C AS DA S E NS I B I L I D AD E D OS S E NS O R E S T E R M O R R E S I S T I V O S 39 3.3 .Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 35 Constante 2. UFCG 10 .2 .Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à Diferença 36 de Temperatura Constante 2.1 .8 .6 .4 .CA PÍ T U L O II – E X P R E S S ÕE S M AT E M ÁT I C AS D O S S I NAI S DE S AÍ D A DO S S E N S O R E S T E R M OR R E S I S T I V OS 31 2.2 .Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 31 Constante 2.7 .1 .Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à 33 Temperatura Constante 2.7 . 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor NTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 39 Aquecido à Temperatura Constante.3 .Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 39 à Temperatura Constante.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 40 à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 37 Temperatura Constante 2. 3.8 .6 – Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 41 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada 40 Aquecido à Temperatura Constante.Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 35 Temperatura Constante 2.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante.5 . 3. 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 40 à Temperatura Constante. 3.

8 .1 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 53 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.4 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 56 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.2 .1 .2 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 54 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.6 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 58 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.CA PÍ T U L O I V – A V A L I A Ç Ã O D A DE PE N D Ê NCI A D A G RA N DE Z A DE 42 S AÍ D A C OM A G R A N D E ZA I NT E R FE RE N T E 4.5 .3 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 44 Temperatura Constante 4.6 .3 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 55 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.4 .7 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 59 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante UFCG 11 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 48 Diferença de Temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 45 Constante 4.7 .5 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 57 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 46 Temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 51 Diferença de temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de 49 Temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de 52 Temperatura Constante CA PÍ T U L O V– A N Á L I S E D A S E NS I B I L I DA D E RE L AT I V A E M RE L AÇ ÃO À T E M PE R A T U R A A M B I E N T E 53 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 47 Constante 4.

8 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 60 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I – D I N Â M I C A DE S AÍ DA – AV AL I A ÇÃ O D A DE PE N D Ê NCI A DA G R A N D E ZA D E S A Í D A C OM A G RA ND E ZA DE E NT R AD A 61 6.1 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Temperatura 61 Constante 6.7 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura 67 Constante 6.3 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura 63 Constante 6.2 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função 62 da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6. 5.6 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura 66 Constante 6.5 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de 65 Temperatura Constante 6.1 – Conclusões 72 7.2 – Perspectivas 73 CA PÍ T U L O I X – M A T E R I A I S E M É T O D OS 77 RE FE R Ê N C I A S 78 UFCG 12 .8 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação 68 do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I I – RESULTADOS 69 C A PÍ T U L O V I I I – C ON C L U S Õ E S E PE RS PE C T I V AS 72 7.4 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da 64 Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6.

APÊ N D I C E S 80 Apêndice I – Algoritmos para as Simulações 80 Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 80 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 81 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 82 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 83 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 84 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 85 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 86 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 87 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 88 de Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 89 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 90 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 91 à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 92 de Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 93 Aquecimento à Diferença de Temperatura Constante UFCG 13 .

Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 94 Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 95 à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 96 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 97 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 98 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 99 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 100 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 101 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 102 Temperatura Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 103 Temperatura Constante em Saída Pulsada UFCG 14 .

28 FIGURA 6 Arquitetura contendo Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante: (a) – Saída analógica. 29 FIGURA 7 Configuração de um Instrumento de Equivalência Elétrica 30 FIGURA 8 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 44 FIGURA 9 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante. (c) – Forma de Onda de Vp. no Laboratório LIMC da UFCG 27 FIGURA 5 Radiômetros com Sensor Aquecido à Temperatura Constante (a) – Saída Analógica. (c) – Forma de Onda de Vp. LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA 21 FIGURA 2 Piranômetro EPPLEY modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande 23 FIGURA 3 Par de Sensores Termorresistivos inseridos em um Hemisfério de Vidro 26 FIGURA 4 Termistor NTC inserido em um Hemisfério de Vidro. (b) – Saída em Duração de Pulso. 45 FIGURA 10 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 46 FIGURA 11 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 47 FIGURA 12 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 48 FIGURA 13 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 49 FIGURA 14 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante com Destaque na Variação de Vo na temperatura de 253 K 50 FIGURA 15 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante 51 FIGURA 16 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 52 FIGURA 17 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 53 FIGURA 18 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 54 UFCG 15 . (b) – Saída em Duração de Pulso.

FIGURA 19 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 55 FIGURA 20 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 56 FIGURA 21 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 57 FIGURA 22 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 58 FIGURA 23 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 59 FIGURA 24 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 60 FIGURA 25 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 61 FIGURA 26 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 62 FIGURA 27 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 63 FIGURA 28 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante na Saída Pulsada 64 FIGURA 29 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 65 FIGURA 30 Dinâmica de Saída do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 66 FIGURA 31 Dinâmica de Saída Pulsada do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 67 FIGURA 32 Dinâmica de Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 68 FIGURA 33 Esquemático da Ponte de Wheatstone 73 FIGURA 34 Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad 74 FIGURA 35 Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone 74 FIGURA 36 Termistor NTC 75 FIGURA 37 Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante 75 UFCG 16 .

LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante 42 QUADRO 2 Parâmetros para Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 43 QUADRO 3 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 4 Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 5 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação 70 UFCG 17 .

LISTA DE ABREVIAÇÕES NTC Coeficiente de Temperatura Negativo PTC Coeficiente de Temperatura Positivo PWM Modulação em Largura de Pulso RMS Valor Quadrático Médio LIMC Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas UFCG Universidade Federal de Campina Grande PCI Placa de Circuito Impresso UFCG 18 .

e a temperatura do ambiente. LISTA DE SÍMBOLOS m Massa do sensor (kg) c Calor específico do sensor (J/kg oC) U Coeficiente Global de transferência de calor (W/ m2 oC) t Tempo (s) Ta Temperatura ambiente (oC) Ts Temperatura do sensor (oC) Pe Potência elétrica dissipada por efeito Joule (W) Rs Resistência elétrica do sensor na temperatura Ts (Ω) Ro Resistência elétrica do sensor na temperatura de 0 oC (Ω) para PTC e na temperatura To (K) para o sensor NTC τ Constante de tempo intrínseca do sensor termo-resistivo (s) β Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do PTC (oC-1) H Radiação incidente (W/m2) ∆T Diferença entre a temperatura do sensor termorresistivo Ts. Ta (oC) I Corrente elétrica (mA) S Área do sensor exposta à radiação incidente (mm2) To Temperatura do sensor NTC quando sua resistência for Ro (K) B Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do sensor NTC (K) Vs Tensão elétrica sobre o sensor (V) Vo Tensão de saída do amplificador operacional (V) h Coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente a Parâmetro característico do sensor b Parâmetro característico do sensor v Velocidade do fluido E Amplitude do pulso α Coeficiente de absorção do sensor UFCG 19 .

τ/P Variável de saída Is Corrente elétrica que passa no sensor de resistência Rs P Comprimento do pulso ??? ? Derivada normalizada de ?? em relação à ? . ?? ? ? ? ? ? ? Derivada normalizada de em relação à ? ? . ?? ? UFCG 20 .

torna-se possível perceber que o desenvolvimento de um determinado país está diretamente relacionado a ele. ou complementar. os problemas de energia compõem temas de discussões pelo o mundo. Apenas com uma avaliação superficial sobre o consumo de energia. está representado o mapa do potencial de energia solar mundial. Hoje. Sua aplicação engloba diversas áreas científicas além de ser um indicador de variação meteorológica. Na Figura 1. porém informações confiáveis sobre este assunto são escassas. há estudos e implantações de outras formas de captação de energias complementares. e a radiação global anual incidente é menos do que a metade da média iraniana [2]. UFCG 21 . existem condições favoráveis para o uso rentável da energia eólica. químicos e biológicos que ocorrem na natureza é a radiação solar. em relação às outras fontes de energia já conhecidas. INTRODUÇÃO No cenário da instrumentação em eletrônica. bem como o cenário ideal para o uso da energia solar. Isto requer um conhecimento maior acerca desta fonte de energia. vem se tornando uma fonte de energia complementar. (2010) destaca que a principal fonte de energia que rege os processos físicos. muito boas oportunidades para a ampliação do uso de energia hídrica. por outro lado. A radiação solar global neste país é de aproximadamente de 5300 (Whm-2 dia-1). a procura de novas alternativas para a medição de temperatura e radiação tem se tornado cada vez mais constante. Na Alemanha. enfrentam muitas limitações em função da baixa densidade de estações radiométricas sobre a região Nordeste do Brasil [1]. uma vez que a energia solar. Investigações referentes à radiação solar. SILVA. Além desta motivação. ou ainda. O nível de radiação incidente recebido no Irã é mundialmente um dos mais altos. em outras atividades humanas. O Irã por exemplo. tem uma grande quantidade de fontes de energia renováveis. existe a importância da utilização da energia solar como fonte de energia renovável. há bastante tempo.

Objetivos Gerais Propõe-se apresentar uma arquitetura alternativa à arquitetura clássica. UFCG 22 . para as arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas com sensores termorresistivos do tipo PTC e NTC. 2012 – Adaptado de [2]. Em face da temática mencionada. Após o desenvolvimento das expressões e simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade. é possível perceber importância da pesquisa de instrumentos que sejam capazes de medir radiação de maneira cada vez mais eficiente. em que o sensor termorresistivo é aquecido à uma diferença de temperatura constante em relação à temperatura ambiente. Objetivos Específicos  Levantar informações pertinentes à estudos anteriores relativos à radiômetros configurados por equivalência elétrica. visando uma sensibilidade maior e dinâmica de saída melhor do que a arquitetura com sensor aquecido à temperatura constante. Figura 1 – Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA (kW/m2/ano). objetiva-se comparar ambas as arquiteturas para verificar qual modelo tem o melhor desempenho.

realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza de entrada. e utilizando parâmetros de sensores existentes. Realizar estudos sobre a configuração do radiômetro à diferença de temperatura constante.  Realizar simulações para a sensibilidade.  A partir das expressões. UFCG 23 . e verificar qual arquitetura e sensor tem melhor desempenho.  Efetuar um comparativo entre os tipos de sensores e arquiteturas analisadas.  Desenvolver as expressões matemáticas das saídas (analógicas e pulsadas) e sensibilidade dos sensores termorresistivos tipo PTC e NTC nas arquiteturas à temperatura constante e à diferença de temperatura constante entre o sensor e ambiente.  Realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza interferente.

?. conforme representado na Figura 2. como por exemplo nos piranômetros à termopilha. diferenças entre a geometria dos sensores. em concordância com a Primeira Lei da Termodinâmica. mantido à temperatura constante. ?. (?? − ?? ) + ?? . (2) UFCG 24 . de forma que a grandeza de saída seja equivalente à intensidade da radiação incidente. requerem uma calibração individual para cada um.1. CAPÍTULO I . uma maneira para contornar tais problemas é a utilização de uma técnica de medição com maior acurácia utilizando apenas um sensor. sendo: (1) ?? ℎ = ? + ?? ? . pode-se descrever [4]: ??? ?. para medição de determinadas grandezas físicas. utilizam a diferença de temperatura entre dois sensores. em que a variação da potência elétrica disspipada pelo sensor é equivalente à potência absorvida pela radiação incidente. O princípio da equivalência elétrica em sensores termorresistivos pode ser implementado por métodos de compensação e de substituição [3].1 Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 1. Sendo assim. Na caracterização e uso de sensores metálicos em sistemas para medição de grandezas como radiação. temperatura ou velocidade do fluido. Porém. o ambiente no qual estão inseridos.Metodologia 1. Figura 2 – Piranômetro EPPLEY Modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande. ? + ?? = ℎ.1 Princípio da Equivalência Elétrica Existem instrumentos que.

na presença de radiação incidente. podendo ser implementado em outras regiões e aplicações em projetos diversos. h pode ser substituído por U. pois a incidência de radiação solar é favorável durante praticamente todo o ano. ou seja. e ?? é a Potência Joule dissipada. em regime permanente. U é a constante de troca de calor do sensor com o ambiente. como por exemplo a previsão do clima. tais como os de irrigação. Alguns órgãos ligados à serviços meteorológicos fornecem dados referentes à radiação solar. não há exatidão nestas medições. e para radiômetros.1. Ts é a temperatura do sensor. Em equilíbrio de estado térmico. um radiômetro é de bastante utilidade para este fim e para outros.2 µm) e por fim. Em (2). Mas falta um instrumento de medição que possibilita aferir e assim. [7]. há um maior atrativo na exploração da energia solar. Ta a temperatura ambiente e Vs é a tensão sobre o sensor termorresistivo ou termistor [6]. ??? ⁄?? = 0. ?. é desejável que o mesmo possua uma resposta rápida. ? é o coeficiente de absorção. c é o calor específico. A partir de (1).2 Radiômetro de Equivalência Elétrica Em regiões como por exemplo o Norte e Nordeste do Brasil. Rs é a resistência do sensor temorresistivo. é dada por [5]: ?2 ?. dentre outras aplicações [7]. (3) ? em que H é a radiação incidente na superfície do sensor. armazenamento de água. a expressão de equilíbrio termodinâmico para um sensor termorresistivo eletricamente excitado. mas o problema é que para o fornecimento de tais serviços. meteorologia. ?. e h é o coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente dado pela expressão (2). outro fato é que os bancos de dados são ecassos assim como os meios necessários à exploração das medidas. constante de tempo pequena. sensibilidade elevada. Em um instrumento medidor de radiação. a e b são parâmetros característicos do sensor e v é a velocidade do fluido a ser medido (no caso de anemômetros) [5] α. S é a área exposta à radiação incidente. Sendo assim. ? + ?? = ?. e um espectro amplo (a exemplo do espectro solar que abrange um gradiente de 0.em que m é a massa específica do sensor. Tais UFCG 25 .29 µm à 3. 1. (?? − ?? ). determinar o potencial energético (solar).

características são determinantes em relação à qualidade do instrumento de medição e são fatores
importantes a serem consideradas no projeto do mesmo [7].
Há dois tipos de sensores de radiação solar: os sensores térmicos (que englobam
termopares, sensores termorresistivos, etc) e os sensores ópticos, que são representados pelo diodo
fotossensível, célula fotovoltaica, etc. Os primeiros tem resposta lenta e espectro amplo e os ópticos
possuem resposta rápida e espectro limitado. Não há em um mesmo tipo de sensor, características
apropriadas para que seja possível utilizá-los em um instrumento medidor de radiação solar, que
seja capaz de responder à variações rápidas de radiação [7].
Os termopares e sensores termorresistivos são mais apropriados para a medição da
radiação solar, mesmo tendo resposta lenta, pois respondem a todo o espectro de radiação do Sol.
Porém, em alguns testes foi possível perceber que o tempo de resposta do sensor depende da
estrutura na qual ele é colocado. Esta estrutura pode ser composta por uma malha aberta ou malha
fechada, ou seja, realimentada. No primeiro caso, em tais experimentos, obteve-se uma constante
de tempo em torno de 15 s, e cerca de 600 ms para o modelo de malha com realimentação. Sendo
assim, são utilizados sensores termorresistivos em estruturas realimentadas para medição da
radiação solar, caracterizando uma configuração que responda a todo espectro solar com uma
constante de tempo relativamente baixa [7].
A resistência de um sensor termorresistivo possui variação de acordo com a radiação
incidente. Esta, causa uma variação na temperatura do sensor. Nestes radiômetros, variações nas
grandezas interferentes, tais como temperatura ambiente, influenciam nas suas características
durante o tempo. Desta maneira, é preciso adotar algum modo de compensação e calibração para
o sensor termorresistivo. [7]
Uma maneira para a implementação de radiômetros de equivalência elétrica consiste no
ajuste da intensidade de corrente elétrica no sensor de acordo com a variação da radiação,
objetivando-se manter a sua temperatura constante e, consequentemente, sua resistência. Em outras
palavras, uma variação na potência térmica produzida pela radiação no sensor é substituída por
uma variação igual e de sentido oposto na potência elétrica dissipada no mesmo, de modo a manter
a sua temperatura constante. Medindo-se a variação de corrente no sensor, pode-se determinar a
variação de sua potência elétrica e, consequentemente, as radiações absorvidas sobre o mesmo. A
radiação absorvida pelo sensor é igual à radiação incidente vezes o coeficiente de absorção. No
caso ideal, em que o coeficiente de absorção do sensor é 1, se as referidas radiações são iguais [7].

UFCG 26

1.1.3 Método da Compensação e Substituição
No princípio da equivalência elétrica há duas abordagens: Método da compensação e da
substituição. No primeiro, faz-se o uso de dois sensores radiômetros, um de cor preta, e outro de
cor branca. O primeiro sensor absorve a radiação incidente enquanto o segundo, refletindo a
radiação, possibilita fazer a compensação, conforme representado na Figura 3 [7], [8].

Figura 3 – Par de sensores termorresistivos inseridos em um hemisfério de vidro –
Adaptado de [8].

A segunda abordagem consiste no método da substituição, em que há somente um sensor
termorresistivo Rs, conforme representado na Figura 4, e uma fonte controlada de corrente I.
Quando há uma variação na grandeza física de entrada, como por exemplo a radiação solar, tem-
se uma variação respectiva da resistência elétrica do sensor. Com o ajuste da corrente I, de maneira
que Rs fique constante, tem-se na variação de Is, uma medida indireta da variação da radiação [7].

UFCG 27

Figura 4 – Termistor NTC inserido em um hemisfério de vidro, no laboratório LIMC da UFCG.

1.1.4 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à temperatura
constante
Dentre as diversas configurações para a medição de grandezas físicas (a exemplo da
radiação), a arquitetura mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma
temperatura constante. Determina-se primeiramente uma temperatura para aquecimento do sensor,
e o mesmo é então aquecido sob efeito Joule. O instrumento é submetido à uma variação da
radiação térmica incidente, sendo assim irá ocorrer variação na temperatura do sensor. A
compensação é obtida pela realimentação negativa utilizada, variando-se o aquecimento elétrico,
mantendo o sensor à uma temperatura quase constante.
Neste trabalho, consideraram-se os radiômetros com saídas analógicas e pulsadas, do tipo
PTC (Coeficiente de Temperatura Positivo) e NTC (Coeficiente de Temperatura Negativo).
Na Figura 5 está representada a arquitetura clássica, utilizando a Ponte de Wheatstone com
saídas do sinal analógico (a) e PWM (b). Em largura de pulso, P e E são constantes e  é o ciclo de
trabalho (P é a variável de saída). É considerado ainda na Figura 5 o sensor termorresistivo PTC.
Se o sensor utilizado for um termistor NTC, deve-se inverter as entradas + e – do amplificador
operacional.
Com o sensor aquecido e submetido a um aumento de radiação, sua temperatura tende a
aumentar (PTC). Dessa forma, com a realimentação do circuito, a corrente no sensor diminui (PTC)
de modo a manter sua resistência Rs e sua temperatura Ts aproximadamente constantes. Caso a
radiação diminua, o processo se dá de forma inversa [9].

UFCG 28

e para os radiômetros. Figura 5 . A resposta térmica destes sensores é a função do valor RMS da potência elétrica. (c) – forma de onda de Vp – adaptado [9]. a relação entre radiação H e a duração de pulso é linear [8]. propõe-se outra forma em que se mantém constante a UFCG 29 . Para um sensor termo-resistivo NTC a relação entre sua resistência e sua temperatura é dada aproximadamente pela expressão de Steinhart-Hart: 1 1 ?. (4) em que R0 é a resistência do sensor à 273 K e β é o seu coeficiente de temperatura. ? ?? ?? .( − ) ?? ≅ ?? . As formas de onda são de período P e amplitude E. Continuando a análise na Figura 5. possibilita obter uma relação linear entre o mesurando e a tensão de saída do amplificador operacional. (b) – saída em duração de pulso. ?? ) . Neste trabalho. (5) em que R0 é a resistência do sensor em uma temperatura de referência T0 em Kelvin. Desprezando-se o efeito da tensão de desvio do amplificador operacional.Radiômetros com sensor aquecido à temperatura constante: (a) – saída analógica. considerando que o período do pulso é bem menor que a constante de tempo intrínseca ao sensor. A inserção de um modulador PWM no ciclo de realimentação do circuito. e B é o seu coeficiente de temperatura. Para um sensor termo-resistivo do tipo PTC é válida a expressão para a sua resistência: ?? ≅ ?? (1 + ?. Vp excita a ponte.

como representada na Figura 5. Neste outro modelo. o objetivo é que a diferença de temperatura entre o ambiente e o sensor permaneça constante a partir de uma saída kVo (ou kVp). representado na Figura 6 [9]. para aferição da grandeza interferente. Existe uma entrada neste bloco. UFCG 30 . a temperatura ambiente Ta.temperatura entre o sensor e o ambiente. Figura 6 – Arquitetura contendo sensor aquecido à diferença de temperatura constante: (a) – saída analógica. tanto para implementações de circuitos com o sensor termorresistivo PTC como para o termistor NTC. tanto como outra entrada para Vo ou Vp. implementando-se um bloco de controle a ser descrito a seguir. gerada por um bloco de controle C. (c) – forma de onda de Vp – adaptado de [9].1.5 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à diferença de temperatura constante Propõe-se a implementação de uma arquitetura alternativa à clássica. (b) – saída em duração de pulso. 1.

Sabendo que um valor de referência. pode-se obter o valor da grandeza medida para qualquer outra condição operacional. Conforme a Figura 7. analisando as características estáticas. R1 = R2. por experimentos relatados em trabalhos sobre arquiteturas de sensores termorresistivos aquecidos à temperatura constante. que pode ser o valor da energia elétrica no sensor com o mensurando igual a zero. é possível perceber que. ou seja Vos = 0. [12]. então sua temperatura sempre será mantida idealmente constante e a sua resistência será igual à R [10]. considerando o amplificador ideal. Figura 7 – Configuração de um instrumento de equivalência elétrica – adaptado de [10].6 Circuito de Realimentação Os principais aspectos associados com os circuitos de medição são as características estáticas e dinâmicas. ou retirada a partir do sensor . esta característica do amplificador operacional se torna um fator importante para a estabilidade do circuito em malha fechada [10]. Por outro lado. UFCG 31 . Nestes circuitos. sendo Rs a resistência do sensor. a temperatura Ts e a resistência do sensor Rs não são constantes sob incidência de radiação ou velocidade do fluido. é substituído por energia elétrica equivalente (efeito Joule) no sensor. a variação da energia térmica incidente sobre o sensor.1. na presença da tensão de desvio. Na prática. [11]. magnitude da grandeza física a ser medida dentre outros [10]. 1. A resposta dinâmica irá depender de alguns fatores como os parâmetros inerentes do sensor bem como aos parâmetros relativos da configuração de realimentação.

(6) Estando a temperatura do sensor constante. ?? 2 . para PTC e saída pulsada. (7) ?? em que ?? é a corrente que passa no sensor.1 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Estando o circuito do sensor termorresistivo com a Ponte de Wheatstone em equilíbrio em regime permanente. ?? 2 . analisando o circuito. (?? − ?? ) . tem-se como resultado. A seguir serão descritas as deduções das respectivas expressões para ambas arquiteturas. (3). que pode ser representada por ?? [13]. sendo Vos = 0. A partir das expressões de (3) a (5) e também considerando a Figura 5 (a) e (b) e a Figura 6 (a) e (b). ? + ?? = ?. para NTC e saída analógica. Substituindo ?? em (6). é válida a seguinte exressão: VERIFICAR AS VARIAVEIS DE ESTADO ?. CAPÍTULO II – Expressões matemáticas dos sinais de saída dos sensores termorresistivos No capítulo anterior foram demonstradas duas das principais arquiteturas para projetos de radiômetros baseados em sensores termorresistivos do tipo PTC/NTC bem como suas respectivas expressões matemáticas de saídas analógica e em PWM. que pode ser dada por ou ?? . e para NTC e saída pulsada. [14]: ??2 ?? = = ?? . podem-se encontrar as expressões para a arquitetura com PTC e saída analógica. ?. ?. tipos de sensores (PTC e NTC) e saídas (analógica e em largura de pulso). Pela Figura 5 (a). tem-se que: UFCG 32 . 2. variações em Ta ou H são compensadas com ??2 variações na Potência Elétrica.

?. (?? − ?? ) . ?. ? + . (10) ?? + ? substituindo (8) em (3) pode-se obter: 1 ?? . Sendo assim. portanto o circuito irá variar a corrente no sensor ?? . ( ) = ?. (13) ?2 ?? ?? = √ 2 . pode-se adotar uma constante ? [13]. o objetivo é manter a temperatura do sensor constante. (11) ?? ?? + ? e utilizando (10) em (11) tem-se Vo: ?2 2 ?. [?. tendendo desta forma manter ?? constante. tem-se [13]: ?? ?? = . ?. ?? ?= . ?? ?? = . ?. ?. ? + . ?. ?] . considerando ainda Vos = 0 e ganho infinito G em malha aberta. ?. ?? . ?]. ? = ?. ?? 2 ?. (?? − ?? ) − ?. (14) ? UFCG 33 . ?. (8) ?? + ? portanto. (12) ?? ? isolando ??2 : ?? ??2 = [?. em (5). (9) ?? ?? + ? Na arquitetura de sensor aquecido à temperatura constante. aquecendo-o sob Efeito Joule sob variação da temperatura do ambiente. . (?? − ?? ) − ?. (?? − ?? ) .

e período P. [?. o resultado é (15). 1 ?? = √?? . ?? ). partindo-se da expressão (3) e substituindo ?? pela expressão característica que relaciona a resistência com a temperatura do NTC. (16) ? 2.( − ) ?? = ?? . ?] . ?. ?? = ???(?(?)) .2 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para o caso do termistor NTC. (1 + ?. conforme representado na Figura 5 (b). (19) ? 0 UFCG 34 . ?] . ?. é fornecida uma largura de pulso de tensão modulada como excitação elétrica. ?. (17) 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . 1√ 1 1 ?. [?.3 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Na ponte de Wheatstone contendo o sensor.substituindo (4) em (14). ? ?? ?? . (18) ? 0 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . Esta onda da tensão de alimentação PWM pode ser gerada usando um microcontrolador (ou um microcomputador) e o sensor termorresistivo é sensível ao valor RMS da tensão. que caracteriza a saída analógica do circuito com o sensor PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. o resultado é a expressão encontrada em (16). (5). ?. de amplitude E. (?? − ?? ) − ?. (15) ? 2. (?? − ?? ) − ?.

?. ?. ?. { (20) ?(?) = 0. Então. ? ??? = √ . (26) ? ? ? substituindo ?? 2 em (13). √ ) = ? 2 . (?? − ?? ) − ?. ?? ). ?. (29) ? 2 . para as seguintes condições: ?(?) = ?. ?] . (?? − ?? ) − ?. (22) ? ?2. ???? 0 ≤ ? < ? . (24) ? sendo assim. (27) ? ? ?. ?2 ? UFCG 35 . ???? ? ≤ ? < ? . ?|?0 . (28) ? 2. [?. 1 2 ? ??? = √ . ?? ?= [?. ?] . (?? − ?? ) − ?. ?. = 2 [?. tem-se que: ? ?? ?2. definindo a razão cíclica como: ? ?= . ?. . ? ∫ ?? . (25) ? 2 ? ? ? ?? = ? √ => ?? 2 = (?. ? (1 + ?. ?] . (23) ? ? ??? = ? √ . ?2 ? ?= . (21) ? 0 ?2 ??? = √ .

( − ) ? ?? . tem-se: 1 1 ?. ?] . (?? − ?? ) − ?. partindo-se de (16). (?? − ?? ) − ?. ?? ) . [?. ?] . { (35) ?? = ?? + ∆? .? resultando em: ? ?? (1 + ?. ?. ?2 ? ?? (1 + ?. e igualando à (26). ?. (30) ? ? . portanto: ?? ≅ ?? (1 + ?. (32) ? ? 2. descrita como (3). tem-se ainda que: ∆? = ?? − ?? (é ?????????) . ? 1 = 2 2 . ?? ) = . ?? ). [?. ?2 2. ?. (?? + ∆?)) . ?. considerando também (4): ?? ≅ ?? (1 + ?. partindo-se da expressão equivalente à Primeira Lei da Termodinâmica. ?] . (?? − ?? ) − ?. [?. ?.5 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Nesta arquitetura. ? ?? ?? = . ?. e considerando o regime permanente. (33) ? ? 2. ?? ) = . ?. ?] . (31) ? ? 2.4 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para modelar a expressão característica da saída pulsada do NTC aquecido à temperatura constante. ?. ?? (1 + ?. (?? − ?? ) − ?. (34) sendo assim. ?2 2. (36) UFCG 36 . [?.

?. ?. ∆? − ?. ∆? − ?. (1 + ?. ( ) = ?. ?. (43) ?. considera-se (3) e (34). [?. ?.( 1 1 − ) ?2 ?? = √(2? + ?? . o resultado é a expressão encontrada em (43). referente à saída analógica do termistor NTC. ∆? − ?. [?. portanto assim. (37) ?? ?? + ? ?? . (38) (?? + ?)2 (?? + ?)2 ?? = √ . ?. ?] .como ?? não é mais constante pois ?? não é constante. ?. (?? + ∆?)) + . ∆? − ?. ??2 = ?. (5) ficará da seguinte forma: 1 1 ?. ? (?? + ∆?) ?? UFCG 37 . (39) ?? ?2 ?? = √(2? + ?? + ) . (40) ?? resultando em (41). ?. ? (?? + ∆?) ?? . ?. [?. ?. ? . (42) inserindo (42) em (40). (41) ?? . ?. ? . ?2 ?? = √(2? + ?? . ?] .( − ) ?? . ?] . ∆? − ?.( − ) ?? ≅ ?? . (1 + ?. ∆? − ?. aquecido à diferença de temperatura constante. ? (?? + ∆?) ?? + 1 1 ) . ?. ?] . ?? 2 . [?.6 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para o NTC. ?. ?. k também não é. (?? + ∆?)) 2. 1 ?? .

(46) ? ? ?? . ?. ?. 2. ?. (?? + ∆?)) resultando em (46): ? 1 ?2 = 2 [2? + ?? . (?? + ∆?)) + ]. (47) ? 2. [?.8 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a saída pulsada do termistor aquecido à diferença de temperatura constante. (1 + ?. ?. ∆? − ?. 100% 0% < ? < 100% . ?. (?? + ∆?)) + ]. ?. da configuração à diferença de temperatura constante. ∆? − ?. ?. ∆? − ?. considerando (26). (41). (1 + ?. (?? + ∆?)) ? ?2 ?2. temos que: ?2 ?? 2 = [2? + ?? . ?. (48) ?? UFCG 38 . ou seja. ?] . à saída analógica. ?] . [?. = [2? + ?? . (1 + ?. ∆? − ?. (1 + ?. ?] . ?2 ?? 2 = (2? + ?? + ) . [?.7 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Semelhante à saída pulsada do sensor termorresistivo aquecido à temperatura constante. (?? + ∆?)) ? ? e sendo ? a razão cíclica 0 < ? < 1 ou: ? ?= . ?] . (?? + ∆?)) + ]. são consideradas (26) e (40). (44) ?? . (45) ? ?? . (1 + ?. e utlizando o resultado da análise p/?? . [?. temos que ?? = ???(?(?)). (1 + ?.

? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) .( − ) ?? .( 1 1 − ) ?2 ?2 = (2? + ?? .( − ) ?? . ∆? − ?. (50) ? ? ?. ?. ? (?? + ∆?) ?? resultando em (50): ? 1 ?. ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) . ∆? − ?. ?] . [?. (49) ? ?. ? (?? + ∆?) ?? UFCG 39 . ?. ?. ?.( 1 1 − ) ?2 = 2 = (2? + ?? . ?] .substituindo ?? da expressão anterior por (42). [?. tem-se: ? ?.

foram desenvolvidas as expressões de sensibilidade. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. em função da grandeza interferente [12]. o resultado é a expressão (52). As sensibilidades associadas às configurações clássica e de diferença de temperatura constante são resultados das derivadas normalizadas das expressões de saída da tensão analógica ou a razão cíclica em relação à grandeza de entrada. CAPÍTULO III – Expressões Matemáticas da Sensibilidade dos Sensores Termorresistivos PTC e NTC A partir das expressões analógicas e pulsadas dos sensores termorresistivos PTC e NTC. ??? ? ??? ?? (1 + ??? ) . ou seja. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. No caso. estão sendo analisadas as sensibilidades para radiômetros. 3.1 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada na expressão (15) em relação à H. 1 1 ?( − ) ??? ? ??? √ ?? ? ?? ?? . ou seja. sendo asism. = − . o resultado é a expressão (51).2 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (16) em relação à H. = − √ . a grandeza de entrada é a radiação H. (51) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? 3. (52) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? UFCG 40 .

o resultado é a expressão (54).4 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (33) em relação à H. o resultado é a expressão (53). = − . =− . ? +∆?)) 2. ? ?( − ) 1 1 ?? ? ?? ?? ?? . o resultado é a expressão (55). em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. √ ? .5 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (41) em relação à H.3 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (32) em relação à H.?(1+ ?. ? ?? ? ??? . ? ??∆? − ??? ? ? )+? UFCG 41 . (53) ?? ? ? ? 3. ou seja. = − 2 2 ?? (1 + ??? ) . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. 3.(? +∆?) . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. ? .(1+ ?. (55) ?? ? (? ? . ??? ? ??? ? (1 + ?(?? + ∆?)) . ou seja. ou seja. ??? (54) ?? ? ? 2?2 3.

7 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (46) em relação à H. ? ?? ? ??? . ?2 ? . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor.(1+ ?.(?? +∆?))+? 3. o resultado é a expressão (56). (56) ?? ? ?? ? ?( − ) ?? +∆? ?? ?.6 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (43) em relação à H. o resultado é a expressão (58). (57) ?? ? ?? . = − 1 1 .√ . −1 −1 ) ??? ? ??? ?? ? ?((∆?+?? ) −?? . à radiação incidente sobre a área do sensor. ?? (1 + ?(?? + ∆?)) .(?? +∆?)) (? ) . 1 1 . o resultado é a expressão (57). ou seja. (58) ?? ? ?( 1 1 − ) ?? ? ?? +∆? ?? ( 1 1 ) .(1+ ?. ?(∆?) − ??? ? 2. ou seja. à radiação incidente sobre a área do sensor. = − 2 .8 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (50) em relação à H. ?? ? ?((∆?+?? ) ? . ? ? ? ??? ? −1 −? −1 ) = −.? ?( − ) ?? ? ? ? +∆? ? ? +? 3. ?2 ?( − ) ?? ? ?? +∆? ?? +? UFCG 42 . 3. ou seja. 2 .

Ta -- UFCG 43 .Ta -.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0.5 U 211.9 S 20 mm² S 1. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k 0.6 V ΔT = Ts.5 W/m2 ºC U 211.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 12 V E 1.5 W/m2 ºC α 0. avaliando-se a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza interferente. Ta. foi possível realizar simulações que englobam a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante.5 k 0. respeitando os dados do Quadro 1 e Quadro 2. ΔT = Ts.Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza Interferente Com as expressões de saídas analógicas e em largura de pulso desenvolvidas. traçando-se os gráficos a seguir. CAPÍTULO IV – Dinâmica de Saída .9 α 0. e com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais. Quadro 1 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante.

8 V para PTC e E = 1 V para o NTC. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k -. Para a arquitetura de temperatura constante. escolheu-se E = 3. escolheu-se E = 12 V.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 3.Ta 7 ºC ΔT = Ts.6 V. sempre garantam uma duração de pulso menor que 1 (ou 100%) do seu período total. nas saídas pulsadas.9 S 20 mm² S 1. k -- U 211. Valores estes para que os sinais de saída (Vp nas Figuras 5 e 6).Ta 7K Considerou-se a radiação máxima de 1500 W/m². para o NTC. UFCG 44 . sendo esta a maior intensidade de radiação incidente na superfície da Terra [10].5 W/m2 ºC α 0. controlados pela amplitude de pulso do PWM.5 W/m2 ºC U 211. Quadro 2 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante. Para a arquitetura à diferença de temperatura constante. e E = 1.9 α 0.8 V E 1V ΔT = Ts. para o PTC.

UFCG 45 . Sob esta condição. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. 4.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. de 273 K a 313 K. foi obtido o gráfico. Constatou-se que.1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo) em função da grandeza interferente à temperatura (Ta). considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).63 V. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 12 H=1500 W/m2 11 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 10 H5=0 W/m2 9 8 Vo [V] 7 6 5 4 3 2 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 8 . foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. representado na Figura 8. correspondente à um valor de 8. Para a análise da simulação. A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1.

a temperatura (Ta). considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. Sob esta condição. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação.4 H=100 W/m2 H=0 W/m2 1. de 253 K a 313 K. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. 4.8 0. representado na Figura 9.2 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 9 . Constatou-se que.6 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 1.4 0.6 0. UFCG 46 . foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo). correspondente à um valor de 1.Saída analógica e termistor NTC aquecido à temperatura constante.2 1 Vo [V] 0. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1.08 V. Para a análise da simulação. foi obtido o gráfico. em função da grandeza interferente.

A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1. Para a análise da simulação. a temperatura (Ta).7 0. correspondente à ?/? = 0. UFCG 47 . considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. representado na Figura 10..6 Ciclo de Trabalho 0. em função da grandeza interferente.3 0. de 253 K a 313 K.84 ou 84 % do período total.9 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0.4 0. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. foi obtido o gráfico. foi avaliada a dependência da grandeza da saída pulsada. (Ciclo de Trabalho).1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 10 . Sob esta condição. sob 1500 W/m2 de radiação. Constatou-se que. Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.8 H=0 W/m2 0.2 0.5 0. 4. considerando (26). Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1 H=1500 W/m2 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). equivalente à variação de tensão (Vo) de 11 V. houve a maior variação da razão cíclica.

Constatou-se que. sob 1500 W/m2 de radiação.2 0.8 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0.6 Ciclo de Trabalho 0.9 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.4 0. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 0.3 0.76 ou 76 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 1. 4. houve a maior variação da razão cíclica. Para a análise da simulação.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 11 .66 V.4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. a temperatura (Ta). (Ciclo de Trabalho). correspondente à ?/? = 0.5 0. de 253 K a 313 K. em função da grandeza interferente. UFCG 48 .7 H=0 W/m2 0. foi obtido o gráfico. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Sob esta condição. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à temperatura constante. representado na Figura 11.

houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. em função da grandeza interferente. 4. foi avaliada a dependência da saída analógica (Vo). foi obtido o gráfico. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. correspondente à um valor de 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). a temperatura (Ta). Constatou-se que. representado na Figura 12. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 18 H =1500 W/m2 H = 1000 W/m2 17. UFCG 49 .7 17.9 H = 500 W/m2 H = 100 W/m2 17. Para a análise da simulação. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2.8 H = 0 W/m2 17.66 V. de 253 K a 313 K. Sob esta condição.5 17.6 Vo [V] 17.3 17.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.2 17.4 17.1 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 12 . foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.

6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. a variação de tensão é mínima.Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. a temperatura (Ta). houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 20 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 18 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 16 Vo[V] 14 12 10 8 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 13 . de 253 K a 313 K. sendo perceptível apenas. correspondente à um valor de 9. Para a análise da simulação. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).52 V. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo). foi obtido o gráfico. representado na Figura 13. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2. 4. Constatou-se que. em função da grandeza interferente. UFCG 50 . Sob esta condição. na Figura 14. Para um ponto fixo na faixa de temperaturas ambiente.

17 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 19.166 19.98 253 253.156 19.15 252.Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante com destaque na variação de Vo em 253 K.162 Vo[V] 19.16 19.154 19.94 252.152 19.96 252.06 Ta[K] Figura 14 . Tensão de Saída x Temperatura Ambiente H= 1500 W/m2 19. UFCG 51 .04 253.168 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 19.02 253.158 19.164 19.

4 0.1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta[K] Figura 15 . Constatou-se que. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 2. em função da grandeza interferente. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica.Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. houve a maior variação da razão cíclica. Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0. correspondente à ?/? = 0. a temperatura (Ta). UFCG 52 .9 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0. representado na Figura 15.6 Ciclo de Trabalho 0. (Ciclo de Trabalho).3 0.09 ou 9 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1.2 0.8 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 0. Sob esta condição. de 253 K a 313 K. Para a análise da simulação. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). sob 0 W/m2 de radiação. 4. foi obtido o gráfico.5 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.7 Simulação da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.7 H= 0 W/m2 0.14 V.

Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0. de 253 K a 313 K.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. houve a maior variação da razão cíclica. (Ciclo de Trabalho). equivalente à variação de tensão (Vo) de 0. Sob esta condição. correspondente à ?/? = 0. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).2 0. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 2.6 0. a temperatura (Ta). Para a análise da simulação. Constatou-se que.5 Ciclo de Trabalho 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada. UFCG 53 . representado na Figura 16. foi obtido o gráfico.47 ou 47 % do período total. 4. sob 0 W/m2 de radiação. considerou-se o termistor submetido à faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2.3 0.4 0. em função da grandeza interferente.68 V.8 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 16 .7 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 0.

Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -2 -3 Sensibilidade Relativa (%) -4 -5 -6 -7 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 17 . Tendo como objetivo avaliar a sensibilidade relativa à radiação em função da temperatura ambiente (Ta). Constatou-se que. correspondentes das Figuras 17. 5. ou seja. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -6. a sensibilidade foi maior no ponto do eixo da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. 22. foi obtido o gráfico. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. 18. 21.1 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. CAPÍTULO V – Análise da Sensibilidade Relativa em Relação à Temperatura Ambiente. foram desenvolvidos os gráficos a seguir. representado na Figura 17. 19. 23 e 24.50 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação em função da UFCG 54 . 20. A partir de (51) e dos parâmetros no Quadro 1. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. a temperatura (Ta).

o sensor tem uma maior sensibilidade em relação a outras temperaturas ambiente. a temperatura (Ta). também é perceptível a variação da temperatura ambiente. em dadas condições. A partir de (52) e dos parâmetros do Quadro 1. ou seja. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -16. foi obtido o gráfico.54 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. temperatura ambiente (Ta) correspondente. Significa que neste ponto. Conforme o gráfico. representado na Figura 18. 5. a grandeza interferente tem influência na variação da sensibilidade.2 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. em função UFCG 55 . Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 -4 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -6 -8 Sensibilidade Relativa (%) -10 -12 -14 -16 -18 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 18 .Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica Foi constatado que. a sensibilidade foi maior no ponto da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. para uma radiação máxima de 1500 W/m2.

ou seja. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 -0. a grandeza interferente. a temperatura (Ta). da temperatura ambiente (Ta) correspondente. foi obtido o gráfico. em qualquer ponto da variação de temperatura ambiente. A partir de (53) e dos parâmetros do Quadro 1.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.12 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 19 . foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. UFCG 56 . representado na Figura 19.08 -0. ou seja. para qualquer ponto na abscissa correspondente à valores de Ta. houve uma sensibilidade relativa (-0. A variação da temperatura ambiente.04 Sensibilidade Relativa (%) -0.06 -0.16 %) constante. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima.3 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. Percebe-se que. 5. tem influência na variação da sensibilidade nesta simulação. a grandeza interferente tem pouca influência na variação da sensibilidade. em uma radiação incidente de 1500 W/m2.02 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. ou seja.1 -0.

Foi constatado que. UFCG 57 .07 -0.08 -0. houve uma sensibilidade relativa (-0. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 -0.05 -0. representado na Figura 20. tendo assim a grandeza interferente. ou seja.4 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termistor NTC aquecido à temperatura constante.01 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0.04 Sensibilidade Relativa (%) -0. a temperatura (Ta). 5. A partir de (54) e dos parâmetros do Quadro 1.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.08 %) constante. foi obtido o gráfico. para uma radiação incidente de 1500 W/m2. pouca influência na variação da sensibilidade.09 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 20 .02 H=0 W/m2 -0. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.06 -0.03 -0. em qualquer ponto do eixo Ta [K].

houve pouca influência da grandeza interferente na variação da sensibilidade. 5. uma taxa de variação de aproximadamente -338 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. representado na Figura 21. UFCG 58 . Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -50 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -100 -150 Sensibilidade Relativa (%) -200 -250 -300 -350 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 21 . sob radiação máxima é possível perceber que a sensibilidade varia com a variação de Ta .5 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. a temperatura (Ta). A partir de (55) e dos parâmetros do Quadro 2. ou seja. foi gerado o gráfico. foi avaliada a sensibilidade em relação à (Ta).Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. Constatou-se que. Sob os níveis de radiação até 1000 W/m2. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. Porém. em 313 K.

ou seja. foi obtido o gráfico. UFCG 59 . a variação de temperatura ambiente tem grande influência na sensibilidade. Foi constatado que. com uma taxa de variação de aproximadamente - 36. 5. representado na Figura 22. em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -5 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -10 -15 Sensibilidade Relativa (%) -20 -25 -30 -35 -40 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 22 .6 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. para uma radiação máxima de 1500 W/m2 a sensibilidade relativa foi maior no ponto da abscissa referente à 253 K. A partir de (56) e dos parâmetros do Quadro 2. a temperatura (Ta). foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. Sob radiação máxima.31 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada.

Sensibilidade da saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.7 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Foi constatado que. a sensibilidade relativa não teve variações significativas. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -20 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -40 -60 Sensibilidade Relativa (%) -80 -100 -120 -140 -160 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 23 . uma taxa de variação de aproximadamente -157 % da razão cíclica em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. 5. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. UFCG 60 . ou seja. foi obtido o gráfico. A partir de (57) e dos parâmetros do Quadro 2. em 313 K. a temperatura (Ta). indicando que a variação da grandeza interferente não tem muita influência na variação da sensibilidade. Em todas as faixas de radiação. representado na Figura 23.

7 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 24 . Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -0.3 Sensibilidade Relativa (%) -0.1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. UFCG 61 . uma taxa de variação de aproximadamente -0. sob uma mesma intensidade de radiação. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa.5 -0.8 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. Constatou-se que. foi obtido o gráfico. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente.6 -0.2 -0. representado na Figura 24. 5.4 -0. a temperatura (Ta).64 % da grandeza de saída em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta). Pela análise foi possível também perceber a nítida variação da sensibilidade ao variar-se a temperatura ambiente. ou seja. ou seja.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. em 253 K. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. A partir de (58) e dos parâmetros do Quadro 2.

Tensão de Saída x Radiação 11 Ta=313 K Ta=313 K 10 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 9 8 7 Vo [V] 6 5 4 3 2 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 25 . UFCG 62 . ou seja. foi obtido o gráfico. com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais. a radiação (H). A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. em função da grandeza de entrada. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza de Entrada Tendo como objetivo a continuação da análise da dinâmica de saída para cada arquitetura. representado na Figura 25. tensão de saída analógica (Vo). 6. e demais constantes do Quadro 1 e Quadro 2. foi possível avaliar a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza de entrada H.1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. CAPÍTULO VI – Dinâmica de Saída .

tensão de saída analógica (Vo).4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 26 .2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. é perceptível a influência da grandeza de entrada sobre a tensão de saída.7 0. em função da grandeza de entrada. para uma melhor dinâmica de resposta. H.8 0.9 Vo [V] 0.3 Ta=313 K Ta=303 K 1.6 0. ocorre a variação de Vo. UFCG 63 . a variação de Vo é de 1. 6. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. deseja-se que esta variação seja a maior possível. foi obtido o gráfico.2 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 1. representado na Figura 26. Tensão de Saída x Radiação 1.1 1 0. Submetendo o sensor termorresistivo à uma variação de radiação de 0 à 1500 W/m2.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. sob diversas temperaturas ambiente. ou seja. Na instrumentação eletrônica. Na temperatura ambiente de 313 K. Nesta simulação. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.8 V. por exemplo. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1. a radiação (H). foi avaliada a dependência da grandeza de saída.5 0.

foi obtido o gráfico. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada.3 0. ou seja. 6.1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 27 . em função da grandeza de entrada.7 Ta=283 K Ta=273 K 0. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. em diversas temperaturas ambiente.23 V. H. Na temperatura ambiente de 313 K UFCG 64 .3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. por exemplo.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. (Ciclo de Trabalho). da saída pulsada.2 0. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2.6 0. a radiação (H). Nesta simulação.4 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. em diversas temperaturas ambiente. Na temperatura ambiente de 313 K. ocorre a variação do ciclo de trabalho. ocorre a variação de Vo.5 Ciclo de Trabalho 0. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1. a variação de Vo é de 0. Ciclo de Trabalho x Radiação 0.8 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 0. representado na Figura 27. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2.

5 0. ou seja. A partir de (33) e dos parâmetros ado Quadro 1. UFCG 65 . em diversas temperaturas ambiente. em função da grandeza de entrada. Ciclo de Trabalho x Radiação 0.09 ou (9 % do período total).6 Ta=273 K 0.08 ou (8 % do período total). Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. representado na Figura 28. a radiação (H). Na temperatura ambiente de 313 K por exemplo. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0.4 Ciclo de Trabalho 0. ocorre a variação do ciclo de trabalho.4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.2 0. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.3 0. por exemplo. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. foi obtido o gráfico.1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 28 . (Ciclo de Trabalho).7 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K Ta=283 K 0. 6. da saída pulsada.

6 17. em função da grandeza interferente. a variação de Vo é de 0. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. a radiação (H). ou seja.9 17.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. UFCG 66 . que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada.4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 29 .1 V. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2.5 17. por exemplo. Tensão de Saída x Radiação 18.1 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 18 Ta=283 K Ta=273 K 17.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica.7 17. representado na Figura 29. Na temperatura ambiente de 313 K. Nesta simulação. foi obtido o gráfico. tensão de saída analógica (Vo). em diversas temperaturas ambiente. 6. H. ocorre a variação de Vo.8 Vo [V] 17. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.

equivalente à variação da grandeza de entrada.5 10 9. foi traçado o gráfico. ou seja. em diversas temperaturas ambiente. não há significativa variação da tensão de saída. UFCG 67 . em função da grandeza interferente. Tensão de Saída x Radiação 14 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K 13. representado na Figura 30. Nesta simulação.5 0 500 1000 1500 H[W/m2] Figura 30 . foi avaliada a dependência da grandeza de saída. tensão de saída analógica (Vo). a radiação (H). estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2.5 Ta=283 K Ta=273 K 13 12.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica. 6.5 12 Vo[V] 11. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2.5 11 10.6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.

6.7 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, foi avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de
Trabalho), em função da grandeza de entrada, a radiação (H). A partir de (32) e dos parâmetros do
Quadro 2, foi obtido o gráfico, representado na Figura 31.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.9
Ta=313 K
Ta=313 K
0.8 Ta=293 K
Ta=283 K
Ta=273 K
0.7

0.6
Ciclo de Trabalho

0.5

0.4

0.3

0.2

0.1

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 31 - Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de
temperatura constante em saída pulsada.

Percebe-se uma grande variação em Vo ao variar H. Sendo assim, a grandeza de entrada
tem significativa influência no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação incidente de 0 a 1500
W/m2, à 313 K, houve uma variação de ?/? = 0,81 ou 81 % do período total do pulso.

UFCG 68

6.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante, foi
avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de Trabalho), em
função da grandeza interferente, a temperatura (Ta). A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro
2, foi traçado o gráfico, representado na Figura 32.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.4
Ta=313 K
Ta=303 K
Ta=293 K
0.35 Ta=283 K
Ta=273 K

0.3

0.25
Ciclo de Trabalho

0.2

0.15

0.1

0.05

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 32 - Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante
em saída pulsada.

Nesta simulação, há uma variação significativa em Vo, ao variar H. Sendo assim, a
grandeza de entrada tem influência considerável no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação
incidente de 0 a 1500 W/m2, houve uma variação de ?/? = 0,34 ou 34 % do período total do pulso,
à 273 K.

UFCG 69

CAPÍTULO VII – Resultados

Nas simulações realizadas, teve-se como objetivo analisar as arquiteturas baseadas em
sensores termorresistivos em três aspectos diferentes: a influência da variação da temperatura
ambiente (Ta) na tensão de saída (Vo) ou na razão cíclica ?, a dependência das grandezas de saída
com a grandeza de entrada (radiação, H) e a sensibilidade relativa. Nesta última avaliação, também
é analisada a influência que a variação da temperatura ambiente tem sobre a sensibilidade.
A partir dos resultados apresentados no Quadro 3, foi possível determinar qual arquitetura
e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza interferente sobre a
grandeza de saída.

Quadro 3 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente.
Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Temperatura Ambiente Ta
Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de
Constante Temperatura Constante
Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada
PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC
ΔVo=8,63 V ΔVo=1,08 V ?? = 84 % ?? = 76 % ΔVo=0,66 V ΔVo=9,52 V Δ? = 9 % ?? = 47 %

No primeiro aspecto avaliado, é desejável que a grandeza interferente tenha a menor
influência possível na grandeza de saída, para que haja uma melhor dinâmica de resposta. Para os
radiômetros simulados, sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2, é preferível que a tensão de
saída, correspondente à variação de radiação, seja constante se houver variação de temperatura
ambiente (de -20 oC à 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K à 313 K para termistores).
Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados, o que teve menor influência
da grandeza interferente é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, nas saídas analógica e em largura de pulso. O pior desempenho foi constatado para o
PTC em saída pulsada aquecido à temperatura constante.

UFCG 70

Quadro 4 – Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente. Porém a temperatura ambiente teve grande influência na variação de sua sensibilidade. sob variação da grandeza interferente. o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica foi o mais sensível. A partir dos resultados apresentados no Quadro 4. pois sua sensibilidade se manteve constante sob a variação da temperatura ambiente.8 V Vo =0. o melhor desempenho foi obtido pelo do PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. tal sensibilidade seja constante. Sendo assim. Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Radiação H Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC Vo = 1. Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente Ta Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC -6.01 ? = 81 % ? = 64 % UFCG 71 . é preferível que o instrumento possua a maior sensibilidade possível.16 % -0.51 % -157 % -0.08 % -338 % -36. Quadro 5 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação .1 V Vo = 0.64 % Na segunda análise. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída. de forma que. A partir dos resultados obtidos no Quadro 5. sendo assim.54 % -0.23 V ?=9% ?=8% Vo = 0. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa em função da temperatura ambiente.5 % -16.

seja ampla para cada ponto da temperatura ambiente (de -20 oC a 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K a 313 K para termistores). de forma que seja garantida uma melhor dinâmica de saída do instrumento. Dados os resultados das análises. sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2. porém apenas em saída pulsada obteve melhor dinâmica de resposta em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída e menor interferência da temperatura ambiente na sua sensibilidade. na saída em largura de pulso. a grandeza medida pelo sensor ou termistor. Na terceira análise. se comparada à arquitetura clássica. é preferível que a tensão de saída. tenha a maior influência possível na grandeza de saída. Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados. é desejável que a grandeza de entrada. ou seja. correspondente à variação de radiação. UFCG 72 . foi possível comprovar o melhor desempenho da arquitetura de sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. menor influência da temperatura ambiente. Para os radiômetros simulados. O sensor apresentou uma elevada sensibilidade nas duas saidas (analógica e em largura de pulso). o que teve maior influência da radiação é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.

Foi objetivo também. na implementação de sensores termorresistivos: a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. para ambos (PTC e NTC). Para a análise da sensibilidade. percebe-se que as saídas (analógicas e pulsadas) são muito sensíveis às variações em (Ta). foi possível verificar que as sensibilidades das primeiras são bem maiores do que as encontradas na arquitetura clássica. Os critérios para a avaliação do melhor desempenho foram: verificar a influência da grandeza externa (Ta) na tensão de saída (Vo) para os casos de saídas analógicas. Nas simulações que relacionam (Vo) ou (?/?) com H. Ainda verificou-se a relação da grandeza de saída (Vo ou ?/?) com a grandeza de entrada. quando submetido à uma variação de radiação Na arquitetura de aquecimento com o sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. com os gráficos da arquitetura do sensor aquecido à temperatura constante. Principalmente na saída analógica e pulsada do PTC. em relação à temperatura ambiente. a saída pulsada teve uma alta porcentagem de ciclo de trabalho em relação ao período total do PWM. Uma melhor sensibilidade para o radiômetro tem como resultado uma melhor exatidão nas medições. H. deseja-se que o sensor tenha a maior variação de sua tensão de saída.1 Conclusões Neste trabalho. comparando-se os gráficos da arquitetura de sensor aquecido à diferença de temperatura constante. com o estímulo da menor variação na grandeza de entrada. E tem pouca variação de tensão em relação à um (Ta) fixo. ou ciclo de trabalho para os casos de saída pulsada. em que. Simulando a relação entre a tensão de saída e a grandeza interferente na arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante. além de variar pouco com a influência da temperatura ambiente. a sensibilidade se manteve praticamente constante em toda a faixa de temperatura ambiente. Variando-se (Ta) neste caso. UFCG 73 . teve pouca variação sob influência da temperatura ambiente. foram analisadas duas arquiteturas que utilizam o princípio da equivalência elétrica. CAPÍTULO VIII – Conclusões e Perspectivas 8. e (?/?). analisar a sensibilidade de cada sensor e arquitetura. além de apresentar uma sensibilidade maior. Tais aspectos foram muito importantes para a escolha de um sensor e arquitetura ideal. na arquitetura proposta.

o melhor desempenho. deu-se início a montagem dos componentes: UFCG 74 . refletindo-se em uma dinâmica de saída melhor. No segundo caso. porém no primeiro caso. 8. na arquitetura proposta. utilizando sensores termorresistivos PTC e termistores NTC. para a arquitetura de temperatura constante. o sensor termorresistivo PTC em saída pulsada obteve maior variação. sob incidência máxima de radiação e influência da variaçao da temperatura ambiente. O sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada obteve então. foi editado no software Orcad. No Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas. foi gerado o leiaute da placa para a montagem do circuito. em saída pulsada.Portanto. uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso) foi utilizada. Foram constatadas as maiores sensibilidades nas simulações do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica e pulsada. comparar as arquiteturas de temperatura constante e de diferença de temperatura constante. foi perceptível uma menor influência da grandeza interferente. Na confecção da placa. conforme Figura 33. Figura 33 – Esquemático da Ponte de Wheatstone Após a edição. houve alteração na sensibilidade em diferentes valores de (Ta).2 Perspectivas Propõe-se realizar ensaios a partir de implementações em hardware que possuam como objetivo. o esquemático de um circuito de uma Ponte de Wheatstone. conforme apresentado na Figura 34. A seguir. da Universidade Federal de Campina Grande.

e possibilitando que a Ponte de Wheatstone entre em equilíbrio. portanto todas as resistências então foram substituídas por outras. Figura 34 – Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad Os dados contendo os parâmetros para o termistor foram coletados do Quadro 1. resistores e termistor NTC de encapsulamento 0603. transistores BD 329 e BD 330. Foram dispostos resistores de forma que seu valor equivalente fosse igual à resistência do sensor na sua temperatura de aquecimento.Amplificador operacional TL081. Figura 35 – Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone UFCG 75 . cuja resistência a tal temperatura é de aproximadamente 30. Escolheu-se o aquecimento do termistor para 50 oC. Os potenciômetros não suportaram a corrente do circuito (Figura 33). de forma que a equivalência das resistências permitisse uma operação do termistor na mesma temperatura.421 Ω (valor de resistência constatado através da verificação dos parâmetros fornecidos pelo fabricante do termistor). de valor diferente. conforme Figura 35.

Figura 36 – Termistor NTC Idealmente. Uma tensão simétrica de ±5 V foi fornecido para o circuito contendo o termistor. Figura 37 – Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante UFCG 76 . Para futuras implementações da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante. para reduzir o efeito da convecção. o mesmo foi inserido em uma cúpula de vidro conforme Figura 36 e Figura 37. foi inserido à cúpula. um circuito integrado LM 35 para a aferição de temperatura ambiente (Ta). Para reduzir o efeito da variação da temperatura ambiente na dinâmica de resposta do termistor. é desejável que o termistor ou sensor termorresistivo esteja em um meio com vácuo.

a Ponte de Wheatstone realimentada entra em equilíbrio e mantém o termistor aquecido à 50 oC. conforme (62). (59) ? ?? ??. com uma resistência de aproximadamente 30 Ω. Sendo estes V = 0. O circuito irá compensar variando a corrente sobre o termistor. mas também sendo implemenntando com sensores termorresistivos PTC. (62) Com o circuito em operação. ? ?? = ?⁄ = . Objetiva-se nas próximas montagens. (60) ? ? De acordo com (59). é possivel perceber a medição da tensão sobre o termistor Rs e sobre o resistor em série com o mesmo (R). Considerando que: ?? ?? = . foi possível aferir a tensão sobre o termistor e sobre o resistor em série com o primeiro. UFCG 77 . 30 ?? = . variando sua resistência. e assimilando com a Figura 6. Sob incidência de radiação. Com dois multímetros. Pela Figura 37. (61) 0. tem-se: 0. Além de realizar a montagem da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante e comparar o desempenho de ambos nos aspectos avaliados neste trabalho.9724 .9 Ω .9724 V e também Vs =0. a temperatura do sensor tende a variar.9767 ?? = 29.9767 V. avaliar a sensibilidade do termistor e realizar ensaios utilizando o mesmo circuito.

UFCG 78 . e derivando estas. foi possível desenvolver as expressões de saída analógica e pulsada. sinais de saída analógica e em largura de pulso.1 para o projeto do leiatute e uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso). CAPÍTULO IX – Materiais e Métodos Para as simulações das expressões de saída dos sensores termorresistivos PTC e NTC em ambas arquiteturas de aquecimento do sensor à temperatura constante e diferença de temperatura constante. Para o desenvolvimento do circuito da Ponte de Wheatstone foram utilizados o software Orcad 9. A partir das expressões conhecidas. foi possível desenvolver as expressões de sensibilidade relativa para posterior análise e verificação de qual arquitetura e sensor teve o melhor desempenho. para as arquiteturas de temperatura constante e diferença de temperatura constante. foi utilizado o software Matlab R2014A. a LPKF Protomat L33 para a confecção do circuito .

(pp. Campina Grande – Paraíba. pp.45(No. V. [8] Raimundo C. Neto. [4] Gurdip. Freire. Tehran. (2012). Silva. . do Nascimento. (1994). 14(5). Tavakkoli Hashjin. Iran. IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference. S. Vanuza M. (2010). [2] Sh. Martins. (1997). 397-401). (pp. Universidade Federal de Campina Grande. [6] Ivan S. Centro de Ciências e Tecnologia . d. Thais L. G. Estimation of Mean Monthly and Hourly Global Solar Radiation on Surfaces Tracking the Sun. S. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental. (2012).1823-1830. Canada. Buenos Aires – Argentina. Ottawa. (1995).6. Anchorage . Centro de Ciências e Tecnologia . B Ghobadian. 172-177). N. Raimundo C. No. 332-335. Effect of Operational Amplifier Parameters on the Performance of Feedback Structures with Thermoresistive Sensors. Estudo da viabilidade da radiação solar no Nordeste do Brasil. X Semetro. Thermoresistive Radiation Sensor Response Time Employing Electrical Heating. IEEE Instrumentation and Measurement Technology Conference. REFERÊNCIAS [1] Roberta A. Campina Grande – Paraíba. Raimundo C. R. IEEE Transactions of Instrumentation and Measurement. [5] Raimundo C.Alasca. Freire. Architectures of Anemometers Using the Electric Equivalence Principle. Considerações de Projeto de um Radiômetro Solar de Equivalência Elétrica.1). Universidade Federal de Campina Grande. R. Farias. S.Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica. – Second Iranian Conference on Renewable Energy and Distributed Generation. C. Gorijan. p. 58. Luciano (2009). Benedito A. V. Catunda. Sebastian Y. S. (1996). 898-903). Silva. (2002). e Silva. Freire. [3] José S. UFCG 79 . S. Freire. Aplications of Thermorresistive Sensors Using the Electric Equivalence. S. S. [7] Chaquibe. USA . 501-509. Brazil. G. [9] Viviane S. IEE Transactions of Instrumentation and Measurement.S. T. C. Sensibilidade de Radiômetros Baseados em Sensores Termorresistivos. Brazil. Deep. (pp. Deep. Caracterização de Sensores Termo-resistivos. Vol.Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica.

Deep. Gurdip. Ottawa – Canada. [12] Raimundo C.1999).Instrumentation and Measurement Technology Conference. (1999). (2012). St. Gurdip. IEEE Transactions of Instrument Measurements . 1062-1066). (1998). S. Static Error in Temperature Constant Measurement Configuration Due to DC Amplifier Offset Voltage. Vail – Colorado. Sensivity Analysis and Automatic Adjustment of a Controlled-Temperature Thermoresistive-based Anemometer. Freire. (pp. UFCG 80 . Martins. Freire. Gurdip.Instrumentation and Measurement Technology Conference.G. Paul . Raimundo C. G. USA. [14] Amauri Oliveira.C. Freire.Instrumentation and Measurement Technology Conference. Sebastian Y. [13] Viviane S. [10] Raimundo C. Freire. S. USA.Mineesota. Catunda. IEEE . Raimundo C. A Feedback I^2-Controlled Constant Temperature Solar Radiation Meter. Deep. S. Deep. Compensation of the Fluid Temperature Variation in a Hot-Wire Anemometer. S. 1377-1380).S. (pp. 48 (No. S. IEEE.1) [11] Amauri Oliveira. (2003). Error in the Thermoresistive Sensor-Based Feedback Measurement Configuration due to DC Amplifier Offset Voltage. IMTC 2003 . S. S. IEEE Instrumentation and Technology Conference. (Fevereiro .

5.*(1+B. 35 36 figure(1). 23 H3=500. % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 13 U=211. 39 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').^(1/2).*(U.'H=500 W/m^2'.*(Ts-Ta)-alpha. 34 Vo5=(1/k).*Ts). ºC 19 20 % Valores de Radiação em W/m^2 21 H1=1500. 44 %plot(Ta. m^2 18 Ts=50. W/(m^2*ºC) 14 Ro=100. UFCG 81 .'r'). 46 %plot(Ta. 28 Ta=[-20:2:40].Vo2.*Ts).^(1/2).*S. 25 H5=0.*(U. % Coeficiente da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.^(1/2).*(U.*(Ro.*(Ro. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 17 S=20*10^-6.^(1/2).*(Ro.*S.'g').'b'). % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC. 24 H4=100.*S.*S.*Ts). 22 H2=1000.'Interpreter'. 42 % set(h.Vo4.Vo3.*(U.*(1+B.9.5).*(Ro.*H1)). ºC^-1 16 alpha=0.Algoritmos para as simulações Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante 10 % Valores Constantes: 11 12 k=0.'H=100 W/m^2'.*(1+B.*S.Vo1. % Temperatura do Sensor aquecido.*H2)).*S. 29 30 Vo1=(1/k).*S.00385.'k'). LISTA DE APÊNDICES APÊNDICE I .^(1/2).*H5)). grid on.*H3)).*Ts).'H=1000 W/m^2'.*(Ts-Ta)-alpha.*(1+B. ohms 15 B=0.*S.*(U. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.'none') 43 %plot(Ta. 33 Vo4=(1/k).*S. 32 Vo3=(1/k).*H4)). 38 ylabel('Vo [V]'). 26 27 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(Ts-Ta)-alpha.*(1+B.'H=0 W/m^2'.*Ts).*(Ro.*(Ts-Ta)-alpha. hold on. 40 41 % h = legend('H=1500 W/m^2'.*S.*(Ts-Ta)-alpha. 37 xlabel('Ta [ºC]'). 31 Vo2=(1/k).5. 45 %plot(Ta.

%Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.*exp(B.'-bo'.*(U.*S.*S. 50 Ta=[-20:3:40].*(Ro.^(1/2). 56 Vo5=(1/k).*(Ts-Ta)-alpha.^(1/2).*(Ro. K 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.'H=500 W/m^2'.1. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente./To)).'y')./To)). ohms 23 B=3100.*(U.*H5)).*(Ts-Ta)- alpha.'H=0 W/m^2'.1.^(1/2). 55 Vo4=(1/k).*S. % Coeficiente da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente./To)).'-gs'. 59 h = legend('H=1500 W/m^2'.*(1+B.*(Ts-Ta)-alpha.*exp(B. K 24 alpha=0.*H3)).*Ts).Vo5.*(1+B.*H4)). K 27 To =323.1.^(1/2)).5. 48 49 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 32 H3=500.*S. 41 Vo3=(1/k)*((Ro.*(U. % Temperatura do Termistor Aquecido.*S.*H1)). 37 Ta=[253:3:313].^(1/2).*S.1. 60 set(h.*H3)).*S.*exp(B.^(1/2).*(Ts-Ta)-alpha.*H1)).*(1/Ts .*Ts). 57 58 plot(Ta. 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0.*H2)).*H2)). % Resistência do Termistor na Temperatura To.*(U.Ta.*(Ro.Ta.*S.*(Ts-Ta)-alpha.*S.47 %plot(Ta. 54 Vo3=(1/k).Vo3.Ta.*Ts).*S.*S.^(1/2)).*H4)).*S.Ta. W/(m^2*ºC) 22 Ro=30.*S.'H=1000 W/m^2'./To)).*(1+B.*Ts). 42 Vo4=(1/k)*((Ro.'-yd'). % Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1. Equivalente à 50ºC.*S. % Temperatura do Termistor na resistência Ro.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante.^(1/2)). % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.*(U. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 53 Vo2=(1/k). UFCG 82 .*Ts).'-rx'.Vo4.*(1/Ts .*(U.*(1+B.*(1/Ts .*(Ts-Ta)- alpha. 33 H4=100.*(Ro.*S. 40 Vo2=(1/k)*((Ro.*S.Vo1. K.'H=100 W/m^2'.*(Ts-Ta)- alpha.*(Ts-Ta)- alpha.*(Ts-Ta)-alpha.*S.*(U. 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.*(1+B. 34 H5=0.*S.Vo5.5).28*10^-6. m^2 26 Ts=323.*(U.*(1/Ts . 31 H2=1000.5.*(U.9.'-k+'.*exp(B. 51 52 Vo1=(1/k).^(1/2)). 38 39 Vo1=(1/k)*((Ro.Vo2.*(Ro.

*S. 25 xlabel('Ta [ºC]').43 Vo5=(1/k)*((Ro.*S. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho').*(Ts-Ta). 47 ylabel('Vo [V]').Ta.Ta. ºC^-1 12 alpha=0.alpha. hold on.alpha.'-gs'. 31 32 variavel1 = Ro.*S.*(1+B.*S. 20 H3=500. 35 Sigma3 = variavel1.*H3).9. % Constante da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=100.*(Ts-Ta). 49 plot(Ta.*(U.*H2). % Amplitude do Pulso 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500. grid on.*(U.*(Ts-Ta).5.'-k+'. 23 24 figure(1). 36 Sigma4 = variavel1. 27 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente'). ºC 15 E=12.'H=0 W/m^2'. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50. UFCG 83 .*S.alpha.5.Ta.alpha.'-yd').*S.Vo4.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.1. 51 set(h. 46 xlabel('Ta [ºC]').*S. grid on. % Resistência do Sensor Termorresistivo na Temperatura 0 ºC.*(Ts-Ta). 28 29 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.Ta.Vo5.*(U.^(1/2)). 30 Ta=[-20:3:40]. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'.*exp(B. 21 H4=100.*(U. 33 Sigma1 = variavel1.*(1/Ts .00385.*S.Vo1.*S.'H=500 W/m^2'.*Ts)/(k^2*E^2).*S.*(U.*H1)./To)).'-bo'.*H5)). 34 Sigma2 = variavel1.Vo3.'H=1000 W/m^2'. 19 H2=1000. 22 H5=0.'-rx'.'H=100 W/m^2'. hold on.*S.Vo2.5). 48 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente'). 44 45 figure(1).*H5).*(Ts-Ta).*S.*(Ts-Ta)- alpha. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.*(U. % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211. ohms 11 B=0. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*H4).alpha. 37 Sigma5 = variavel1. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 13 S=20*10^-6.

48 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). alpha*S*H3). 43 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').6. hold on. % Coeficiente de temperatura do Termistor. 34 H4=100.Ta. 33 H3=500. 51 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). alpha*S*H4).Ta. grid on.'-rx'. % Constante da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente. % Amplitude do Pulso 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500. 39 40 figure(1).'H=500 W/m^2'. K 27 To = 323.Sigma1. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.38 39 plot(Ta. 38 Ta=[253:3:313].'-yd'). % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.Sigma3.5. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. m^2 26 Ts=323. ohms 23 B=3100.Ta.9.'- gs'. 32 H2=1000. 46 47 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Ta. 49 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).5).Sigma4. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211. W/(m^2*ºC) 22 Ro=30. % Resistência do Termistor na Temperatura To.Sigma2. 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0.'H=1000 W/m^2'.Ta. alpha*S*H5). 41 set(h.Sigma5. alpha*S*H1). 44 45 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)).'-rx'.Ta. alpha*S*H2). 35 H5=0.'-bo'.Sigma4. UFCG 84 .'-k+'.28*10^-6.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante. %Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1.'-yd').'- gs'.'H=0 W/m^2'. 52 53 plot(Ta. K 28 E=1.Sigma3. 41 xlabel('Ta [ºC]').5. K 24 alpha=0.Ta. K. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.Sigma2. 40 h = legend('H=1500 W/m^2'.'H=100 W/m^2'.'-bo'. % Temperatura do Termistor quando sua Resistência é Ro.'-k+'. 42 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 50 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Sigma1.Ta.Sigma5.

'-rx'.5.*(1+(B.*S.*(deltaT)-alpha. grid on. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*S. 19 H2=1000. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.54 h = legend('H=1500 W/m^2'.*(1+(B.5). 36 ylabel('Vo [V]').*S. ohms 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500. 37 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente'). % ºC (Ts-Ta) 15 R=100. 22 H5=0. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(Ta+deltaT))))+ (R.*(1+(B. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente.*R+(Ro.*(Ta+deltaT))))+ (R.*R+(Ro.*(Ta+deltaT))))+ (R.*(deltaT)-alpha.*(1+(B.*(Ta+deltaT))))*(U.Vo1.^2/Ro.^(1/2). 31 Vo5=(2.^(1/2).*S.^2/Ro.*(Ta+deltaT))))+ (R.^(1/2).'-k+'. 28 Vo2=(2.*(1+(B.*(Ta+deltaT))))*(U.Ta.Ta. 26 27 Vo1=(2.^2/Ro.'-gs'.*R+(Ro.*R+(Ro. ºC 14 deltaT=7. 55 set(h.*S.'H=500 W/m^2'.9. m^2 13 Ts=50. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.Vo5.*S. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.^(1/2).'H=1000 W/m^2'.*H3)).Ta.*(deltaT)-alpha.Vo2.Vo4. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.^2/Ro.*S.*(1+(B.*S.*S. 21 H4=100. 20 H3=500.*(1+(B.*S. 30 Vo4=(2.^(1/2). 35 xlabel('Ta [ºC]'). 25 Ta=[-20:5:40].*(Ta+deltaT))))*(U.'-bo'. ohms 10 B=0. ºC^-1 11 alpha=0. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*H2)).*(Ta+deltaT))))+ (R.*R+(Ro.Ta.*H4)). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.'H=0 W/m^2'.'-yd'). 38 39 plot(Ta. 32 33 34 figure(1).*(1+(B.*(Ta+deltaT))))*(U. 29 Vo3=(2.Vo3. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.'H=100 W/m^2'.*H1)).*(1+(B.*(deltaT)-alpha.*(deltaT)-alpha. UFCG 85 .'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.*(Ta+deltaT))))*(U. hold on.*(1+(B.*H5)).00385.^2/Ro.

*exp(B./Ro./(Ta+deltaT)- 1./Ro./(To)))))+(R.^2. 60 61 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. 59 H5=0. % Coeficiente de Temperatura do Termistor./(Ta+deltaT)-1./(Ta+deltaT)- 1.^2./(To)))))+(R.*exp(B./(Ta+deltaT)-1./(To)))))+(R.*H2)).*exp(B. K 50 To=323.*(deltaT)- a.*S. 71 xlabel('Ta [K]').*exp(B.*(U.*(U.5.*S.*S.*H3)).*exp(B.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 45 Ro=30. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC. 66 Vo3=sqrt((2*R+(Ro. 'H = 0 W/m^2') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante./(To)))).*(1. K.*(1.*(1.*(1.*H1)). 'H = 500 W/m^2'.*S.*(deltaT)- a.*(1. 58 H4=100. 56 H2=1000.*(deltaT)- a. % Resistência do Termistor na Temperatura To./(Ta+deltaT)- 1. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 44 U=211. 'H = 1000 W/m^2'./Ro.*(U.*(1.*S.*(1. K 51 deltaT=7.*S.*S.9. ohms 53 54 % Valores de Radiação em W/m^2 55 H1=1500.*S.*(U. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente. hold on.40 legend('H = 1500 W/m^2'. 68 Vo5=sqrt((2*R+(Ro. 'H = 100 W/m^2'.*S.5.*(1.*(deltaT)- a.^2. 65 Vo2=sqrt((2*R+(Ro. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. % Coeficiente de Absorção do Termistor 48 S=1. %(Ts-Ta) 52 R=30./Ro.*(1. 63 64 Vo1=sqrt((2*R+(Ro./(To)))). 57 H3=500./(Ta+deltaT)-1. 41 % Valores Constantes: 42 43 k=0. % Temperatura de Aquecimento do Termistor.*(1. 67 Vo4=sqrt((2*R+(Ro. 69 70 figure(1)./(To)))). 62 Ta=[253:5:313]. ohms 46 B=3100.^2.*exp(B.*exp(B. K 47 a=0./(To))))./(Ta+deltaT)- 1.*H5)). UFCG 86 ./Ro.*exp(B.*H4))./(Ta+deltaT)-1.*exp(B./(To)))))+(R.^2. m^2 49 Ts=323./(To)))))+(R./(To))))./(Ta+deltaT)- 1.28*10^-6.*(deltaT)- a./(Ta+deltaT)-1.*exp(B.*S.*(U. grid on.

Vo1.^2.*(Ta+DeltaT))+R. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H1). 34 H4= 100.*(1+B. 76 set(h.'-k+'. % Amplitude do Pulso 27 DeltaT=7. 33 H3= 500.^2.'-gs'. ºC^-1 23 a=0. 74 plot(Ta.*(1+B. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.^2. 38 Ta=[-20:5:40].Ta.*(Ta+DeltaT))+R.'-yd').Vo3. ohms 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1= 1500.*(1+B.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H2).*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H4).'-bo'.%(Ts-Ta) 28 R=100.*(Ta+DeltaT))+R. 44 Sigma5 =1.Ta. 43 Sigma4 =1.*R+Ro.^2.^2./Ro. 39 40 Sigma1 =1.*(2.*R+Ro./Ro./E.*(1+B./E. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. 73 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente'). 'H= 0 W/m^2').^2. 75 h = legend('H= 1500 W/m^2'./Ro. 'H= 100 W/m^2'. ºC 26 E=3.^2.*(2.Ta. 'H= 500 W/m^2'. UFCG 87 .^2.*(1+B.00385.8.*(1+B.*(2.Vo5./Ro. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*R+Ro. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 21 Ro=100./Ro./E.*R+Ro./E.Vo4.'-rx'.*(1+B.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.*(1+B. ohms 22 B=0. 32 H2= 1000.9.Vo2. 'H= 1000 W/m^2'. m^2 25 Ts=50.*(1+B.72 ylabel('Vo [V]').*R+Ro.*(2.*(Ta+DeltaT))+R.Ta.*(Ta+DeltaT))+R.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H3).*(2. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.^2. 41 Sigma2 =1.^2. 18 % Valores Constantes: 19 20 U=211.*(1+B.5.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 24 S=20*10^-6.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H5). 35 H5= 0./E. 42 Sigma3 =1. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.

*(1.^2.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.*(1.Vo2.*(1.*exp (B./E.^2. m^2 13 Ts=323. % Temperatura do Termistor Aquecido. 46 xlabel('Ta[ºC]'). 21 H2= 1000.*(1.^2.*R+(Ro. 51 set(h. 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente./(Ta+DeltaT)- 1.*R+(Ro. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30. 28 29 Sigma1=1. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro.^2./(Ro./(Ta+DeltaT)-1./(Ta+DeltaT)- 1.*(2. ohms 10 B=3100. %(Ts-Ta) 16 R=30. % Resistência do Termistor na Temperatura To./E./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H3).Vo1.^2.*exp (B.45 figure(1)./(Ro.'-yd')./E.9. 'H= 0 W/m^2')./(Ta+DeltaT)-1. 48 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').^2. K 11 a=0. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. 24 H5= 0. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.*(1. K 14 E=1. ohms 17 To=323.Ta. UFCG 88 . 31 Sigma3=1. 49 plot(Ta.*(2.^2.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H2). 23 H4= 100.Ta. 27 Ta=[253:5:313]. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC. 30 Sigma2=1.^2.'-rx'./E.*(2.Vo4.'-k+'.*exp (B.Ta./(To))))+R./(To))))+R. 47 ylabel(''Ciclo de Trabalho ').'-gs'./(To))))+R. K.5. %Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone./(To))))+R.*exp (B.*exp (B.Ta./(Ro.*(1./(Ta+DeltaT)- 1.'-bo'./(Ta+DeltaT)-1.Vo5.*R+(Ro.28*10^-6.*R+(Ro./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H4). hold on. % Amplitude do Pulso 15 DeltaT=7.*exp (B. 32 Sigma4=1. 50 h = legend('H= 1500 W/m^2'.*(1./(Ro.*(1. K 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1= 1500.*(2./(Ta+DeltaT)-1.*exp (B. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. grid on. 'H= 500 W/m^2'./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H1). 'H= 100 W/m^2'. 'H= 1000 W/m^2'.Vo3. 22 H3= 500./(Ta+DeltaT)- 1.

*S.*(Ro. 37 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').*exp (B.*H)).^(1/2).*Ts).*(1+B.*(1+B.Sigma1.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. grid on.*(Ts-Ta5)-alpha.^(1/2). % Coeficiente de Temperatura.*S.*Ts).Sigma5.*(U./(To))))+R. 'H= 500W/m^2'.*S.^(1/2). 23 xlabel('H [W/m^2]'). ºC 14 15 % Valores da Temperatura Ambiente em ºC. 16 Ta1=40.*H)).*S. 31 Vo2=(1/k). 34 figure(1).Ta. ºC^-1 11 a=0. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.^2.'- gs'.*(Ts-Ta3)-alpha.*(Ro.33 Sigma5=1. 'H= 0W/m^2') 40 set(h.*R+(Ro. 32 Vo3=(1/k).*(1+B. 35 xlabel('Ta[K]'). grid on. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.*H)).Ta.'-yd').5. 'H= 100W/m^2'. 20 Ta5=0.'-k+'.^(1/2). hold on.*(U.'-rx'.'-bo'. 24 ylabel('Vo [V]').*S.*(1+B./(Ta+DeltaT)- 1. 18 Ta3=20.*S.*S.*(1+B. 34 Vo5=(1/k). 19 Ta4=10.*Ts). 25 title('Tensão de Saída x Radiação')./(Ro.9.*H)). 21 22 figure(1). m^2 13 Ts=50.*(Ts-Ta2)-alpha.Sigma3.*Ts).*(Ts-Ta4)-alpha./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H5).*(1.*(Ro. 29 30 Vo1=(1/k).*H)).*S. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 39 legend('H= 1500W/m^2'. 26 27 % Valores de Radiação em W/m^2 28 H=[0:500:1500]. 33 Vo4=(1/k).Ta.*S.Sigma4. 35 UFCG 89 . 36 ylabel('Ciclo de Trabalho').*(Ro. hold on.00385.*(Ts-Ta1)-alpha. 17 Ta2=30.*(U. 'H= 1000W/m^2'. ohms 10 B=0.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.^(1/2).*(Ro.*S. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*(U.*(1.*(U.^2./(Ta+DeltaT)-1.Ta.*(2.*Ts). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.Sigma2. 38 plot(Ta.*exp (B./E.

6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0.*(U.1.Vo2.'-rx'./To)).1.*exp(B.H.^(1/2)).H.Vo2. ohms 11 B=3100.H. 38 set(h. 21 Ta3=293.H. 37 Vo5=(1/k)*((Ro.5. 27 ylabel('Vo [V]').'-gs'. 34 Vo2=(1/k)*((Ro. 36 Vo4=(1/k)*((Ro.Vo4.1. 22 Ta4=283.28*10^-6.5).H.*exp(B. 29 30 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.*S. 38 39 plot(H.*(U.'-yd').*exp(B.'Ta=0 ºC '.Vo5.5.^(1/2)).*exp(B. 26 xlabel('H [W/m^2]').*(Ts-Ta3)- alpha.*S.'Ta=20 ºC'.5).H.'-rx'.*(1/Ts .'Ta=283 K'. % Temperatura do Termistor Aquecido. 23 Ta5=273./To)).*exp(B.*S.1.^(1/2)).*(1/Ts .*H)).*(Ts-Ta5)- alpha.*S. 40 h = legend('Ta=313 K'.*(U.*(U. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.H.'-k+'. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.*H)).*(1/Ts . % Coeficiente de Temperatura do Termistor.'Ta=303 K'. 32 33 Vo1=(1/k)*((Ro.*S.'Ta=273 K'.*S.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.'-gs'.'-bo'.Vo3. %Valores das Resistência da Ponte de Wheatstone.Vo1.*S.*(1/Ts ./To)).Vo1.^(1/2))./To)).*H)). UFCG 90 .*S. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 18 %Valores de Temperatura Ambiente: 19 Ta1=313.Vo4./To)).*H)). 28 title('Tensão de Saída x Radiação').'-bo'. % Resistência do Termistor na Temperatura To.H. ohms 16 To=323.*(Ts-Ta2)- alpha.'Ta=30 ºC'. K 12 a=0.*(Ts-Ta4)- alpha.*S. grid on.9. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.Vo3. 35 Vo3=(1/k)*((Ro. 24 25 figure(1). 20 Ta2=303. 37 h = legend('Ta=40ºC'.'-k+'. 31 H=[0:500:1500].^(1/2)).Vo5.*(Ts-Ta1)- alpha.'Ta=10 ºC'.*(U.1.*H)).*(1/Ts .'Ta=293 K'. hold on.36 plot(H. ºC 15 R=30.'-yd').*S.

W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.Vo2.*S.*(U.Vo3. alpha.Vo5.*H).H. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*H). ohms 10 B=0. 35 Sigma3 = variavel1.*(Ts-Ta2).*S.5. hold on.*H).'-bo'.*H).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorrersistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. 23 24 figure(1). 33 Sigma1 = variavel1. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*S.*S.*(U. 34 Sigma2 = variavel1. 31 32 variavel1 = Ro. 41 set(h.*S.'-rx'.*S.*H). ºC^-1 11 a=0.'Ta=0 ºC'. 28 29 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. alpha. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho').% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6. 38 39 plot(H.'-gs'.41 set(h. ºC 14 E=12.H.*S. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*Ts)/(k^2*E^2). ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40. 40 h = legend('Ta=40ºC'. 19 Ta2=30. 37 Sigma5 = variavel1.'Interpreter') UFCG 91 .'Ta=20 ºC'.*S.*(Ts-Ta5).'Ta=10 ºC'.*(Ts-Ta3). 27 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').Vo1. 20 Ta3=20. 36 Sigma4 = variavel1. % Amplitude do Pulso 15 R=100. alpha. m^2 13 Ts=50.'Ta=30 ºC'. 21 Ta4=10. grid on. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente.*S. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(U.*S.H.9.*(Ts-Ta1). 30 H=[0:500:1500].5).*(1+B. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.00385. alpha. alpha.'-k+'.*(U.*(U.Vo4.H.*(Ts-Ta4). 22 Ta5=0. 25 xlabel('H [W/m^2]').'-yd').

alpha*S*H).alpha*S*H). % Coeficiente de Temperatura do Termistor.'Interpreter') UFCG 92 .5.6. 35 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta1).H. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323. 22 Ta3=293. 36 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta2). 23 Ta4=283.'-k+'.H. hold on. ºC 15 DeltaT=7.'Ta=283 K'.'-bo'. 40 41 plot(H.'- gs'. 25 26 figure(1).'Ta=273 K'. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0.alpha*S*H).Sigma2. 29 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').). 43 set(h. 38 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta4).'-yd'). % Temperatura do Termistor Aquecido.alpha*S*H).alpha*S*H).H. grid on.'Ta=293 K'. % Resistência do Termistor na Temperatura To.5.28*10^-6. 39 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta5). % Amplitude do Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente 20 Ta1=313. 33 34 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)). % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.Sigma4. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.'Ta=303 K'. ohms 11 B=3100. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211. 32 H=[0:500:1500]. 24 Ta5=273.%(Ts-Ta) 16 To=323. 37 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta3). 42 h = legend('Ta=313 K'.Sigma1.H.'-rx'.9. 28 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 30 31 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. 21 Ta2=303. K 12 a=0.Sigma3.Sigma5. 27 xlabel('H [W/m^2]'). % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 E=1.

26 27 Vo1=(2.*(deltaT)-a.*(1+(B. 35 ylabel('Vo [V]').^(1/2).^2/Ro.*(Ta4+deltaT))))+ (R.*S. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*(deltaT)-a.*(1+(B.*(Ta3+deltaT))))*(U.*R+(Ro.*(deltaT)-a.H.*(1+(B.9.*(Ta2+deltaT))))+ (R.*(1+(B. ºC^-1 11 a=0.'-rx'.*S.*(1+(B. m^2 13 Ts=50.Vo2.*S.^2/Ro.*R+(Ro.Vo5. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(deltaT)-a. ºC 14 deltaT=7. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.^(1/2).'-k+'. 21 Ta4=10.5. 30 Vo4=(2.H.*S. 20 Ta3=20.^(1/2).Vo1.*S.*H)).*H)).*R+(Ro.*S. 37 38 plot(H. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.^2/Ro. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 32 33 figure(1).Vo3.'-bo'.'Ta=10 ºC'. 40 set(h. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*(Ta5+deltaT))))+ (R. 29 Vo3=(2. 39 h = legend('Ta=40 ºC'. 36 title('Tensão de Saída x Radiação').^(1/2).*(Ta1+deltaT))))+ (R. 22 Ta5=0. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.^(1/2). 25 H=[0:500:1500].*(1+(B.'Ta=0 ºC'.*(1+(B. ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40. 34 xlabel('H [W/m^2]').'-gs'.'Interpreter') UFCG 93 .'Ta=30 ºC'.Vo4.*(Ta2+deltaT))))*(U.*(Ta4+deltaT))))*(U.*H)). % ºC (Ts-Ta) 15 R=100.H. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente. ohms 10 B=0. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.^2/Ro. % Temperatura do Sensor Aquecido. 31 Vo5=(2.*S.5). hold on.*S. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(Ta1+deltaT))))*(U.^2/Ro.*H)).'Ta=20 ºC'.*S.*R+(Ro.*S. 19 Ta2=30.H.*(1+(B. 28 Vo2=(2.*(Ta5+deltaT))))*(U.*(deltaT)-a.'-yd').00385.*(1+(B.*(1+(B.*(Ta3+deltaT))))+ (R.*H)).*R+(Ro. grid on.

28*10^-6.*S.*S.*(U. % Temperatura do Termistor em que a Resistência é Ro. K 13 deltaT=7. K 18 Ta1= 313. 19 Ta2= 303.*(deltaT)-a.*(U.*(1. K 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente./(Ta4+deltaT)- 1.*(1.Vo1.*(deltaT)-a.^2./(Ta3+deltaT)- 1./Ro./(To)))). hold on./(To)))))+(R.*S./(To)))))+(R. 34 xlabel('H[W/m^2]').Vo3. 36 title('Tensão de Saída x Radiação').% Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1. 30 Vo4=sqrt((2*R+(Ro. UFCG 94 .*H)). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*(1. 22 Ta5= 273.*(1. 32 33 figure(1).H.*exp(B. 29 Vo3=sqrt((2*R+(Ro.*S.'-rx'.*exp(B. grid on.'-k+'.'-yd'). ohms 10 B=3100.*exp(B.*(U./Ro./(Ta1+deltaT)- 1.*H)).5.*(1. 37 38 plot(H.9. m^2 6 Ts=323.*exp(B./(Ta2+deltaT)- 1. % Temperatura do Termistor Aquecido.Vo2. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*exp(B.*(1.*(1.*(1. 35 ylabel('Vo[V]'). % Resistência do Termistor na Temperatura To./(Ta2+deltaT)- 1.*(deltaT)-a.*exp(B.*exp(B.*exp(B.H.'-bo'.*(U.*S. % Área do Termistor sob radiação Incidente.^2.*(1.^2./(To)))))+(R./(To))))./(Ta5+deltaT)- 1. % K (Ts-Ta) 14 R=30.*S./(To)))))+(R. ohms 15 To=323. K 11 a=0.*H)). 28 Vo2=sqrt((2*R+(Ro.*S.'-gs'./(To)))).*S./(To)))))+(R./Ro. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone./(Ta3+deltaT)- 1.*S./Ro. 20 Ta3= 293.*H)).H.*S.*(1./(Ta4+deltaT)- 1.^2.*exp(B./Ro./(To)))).H. 21 Ta4= 283.Vo4.*exp(B./(Ta1+deltaT)- 1.^2.*(deltaT)-a.*(deltaT)-a./(To)))).Vo5.*(U. 25 H=[0:500:1500] 26 27 Vo1=sqrt((2*R+(Ro./(Ta5+deltaT)- 1. 31 Vo5=sqrt((2*R+(Ro.*H)). % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30.

*(2.'Ta=303 K'.8.*(1+B.*(1+B.^2. 28 29 Sigma1 =1.*(1+B.*(Ta1+DeltaT))+R./E. 33 Sigma5 =1. ºC^-1 12 a=0.^2. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50. 40 set(h.*(Ta3+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).9. 36 xlabel('H [W/m^2]').*R+Ro.5./Ro.'Ta=293 K'.'Ta=273 K'). ohms 17 E=3.*(Ta2+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H). 32 Sigma4 =1. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*(1+B. % Coeficiente de Absorção do Sensor 13 S=20*10^-6.*(2. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo./Ro.^2.^2.*(2.*(1+B.*(Ta4+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H). % ºC (Ts-Ta) 16 R=100. 23 Ta4=10. 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2 27 H=[0:500:1500].^2. 24 Ta5=0. 30 Sigma2 =1./E. % Amplitude de Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente ºC./Ro./Ro./E.*R+Ro.*(1+B.*(Ta4+DeltaT))+R./E.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*(Ta5+DeltaT))+R. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivocom o Ambiente. W/(m^2*ºC) 10 Ro=100.*(1+B. 7 % Valores Constantes: 8 9 U=211. ºC 15 DeltaT=7.^2.00385. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.*(1+B.^2.*R+Ro.*(Ta2+DeltaT))+R. 31 Sigma3 =1./Ro.*R+Ro.39 h = legend('Ta=313 K'.*(Ta5+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).'Ta=283 K'.^2. 22 Ta3=20. hold on. 20 Ta1=40. grid on.*(Ta1+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H)./E.*(1+B. 37 ylabel('Ciclo de Trabalho').^2.ohms 11 B=0.*(2.*R+Ro. 34 35 figure(1).*(2.*(1+B.^2. UFCG 95 . % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. 21 Ta2=30.*(Ta3+DeltaT))+R.

/(Ta3+DeltaT)-1.'-k+'. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*(1. 21 Ta2=283. UFCG 96 .H.^2.^2./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).^2. % Amplitude de Pulso 15 DeltaT=7.*exp (B. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro. 41 h = legend('Ta=40 ºC'./E.*(2.%(Ts-Ta) 16 R=30./(Ta1+DeltaT)- 1. % Resistência do Termistor na temperatura To.H.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante. 33 Sigma5=1.*(2. % Temperatura do Termistor Aquecido. 31 Sigma3=1./(Ta5+DeltaT)-1.*R+(Ro.*exp (B. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.*exp (B. 28 29 Sigma1=1.*(1.*exp (B.*exp (B.*(1.*R+(Ro.*R+(Ro.*(1.H.Sigma1. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30./(To))))+R.Sigma5.Sigma3.^2. 32 Sigma4=1./(Ro. 42 set(h.^2.*exp (B./(To))))+R.H.'Ta=10 ºC'.'-yd')./(Ta2+DeltaT)-1. K 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente em K 20 Ta1=273.*exp (B.Sigma4./(Ta2+DeltaT)- 1.*(1.38 title('Ciclo de Trabalho x Radiação')./(To))))+R.'- gs'. ohms 17 To=323.'Ta=30 ºC'./(Ro./E.*(1.9.'Ta=0 ºC').28*10^-6.^2./E.*(1./(Ta4+DeltaT)-1./E.^2.^2. 23 Ta4=293.*(1.'-bo'.*exp (B./(Ta3+DeltaT)- 1.^2.^2. 30 Sigma2=1.Sigma2.*(1.*R+(Ro.*R+(Ro.*exp (B./(Ro./(Ta1+DeltaT)-1.*(2. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.5./(Ro. K 11 a=0.*(1.'-rx'. ohms 10 B=3100.'Ta=20 ºC'./E./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H)./(To))))+R./(Ta5+DeltaT)- 1./(To))))+R. 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2./(Ro.*exp (B. 39 40 plot(H. m^2 13 Ts=323. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.*(2. 24 Ta5=313./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H)./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). 22 Ta3=303. 27 H=[0:500:1500]. K 14 E=1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).*(2./(Ta4+DeltaT)- 1.

5. 32 H3=500. 36 ylabel('Ciclo de Trabalho').*S.*H3)./(2./2)./(U.*Ts)).^1. UFCG 97 ./(2.*E).*H3)). % Amplitude de Pulso 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.*Ts))./2). ºC^-1 24 a=0.*(Ts-Ta)- a.*k./(U.5. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6. hold on.9.Sigma2.^1.*S.*E). m^2 26 Ts=50. 37 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').Sigma4./(2.H. 37 Ta=[-20:5:40].^1.*S.'-bo'.'-k+'.*H1). 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*H1)). 34 H5=0.00385.H./(U.^1./2). ohms 23 B=0.'Ta=293 K'.'Ta=273).*(1+B.'Ta=303 K'.*S. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. 43 Sensib5= -(a.*H4)).*S.*(((Ro. 38 39 plot(H.'Ta=283 K'.*(((Ro. 40 Sensib2= -(a./2). 44 45 figure(1). 38 39 Sensib1= -(a.*(1+B.*E).Sigma5. 31 H2=1000./(U. 40 h = legend('Ta=313 K'. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.*S.^1.*(((Ro.*S.*E).*(1+B.*H2)./(2./(2. grid on.'-yd').*S.*(1+B.*H5)). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.Sigma3.*k.*k.*(Ts-Ta)- a.*H4).*S. 42 Sensib4= -(a.*(Ts-Ta)- a. 35 xlabel('H [W/m^2]').*H5).H.*S. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica.34 figure(2).*S. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100. 33 H4=100.*k. 41 set(h.*(((Ro.*(Ts-Ta)- a.*Ts)).*S.'-rx'.'- gs'.*(1+B. grid on.Sigma1.*Ts)).*H2)).*S.H. % Área do Sensor Termorresistivo sob Incidência de Radiação.*(Ts-Ta)- a.*E)./(U.*k. 41 Sensib3= -(a. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0./2).*Ts)).*S. hold on.*S. ºC 27 E=12.*(((Ro.

% Temperatura do Termistor Aquecido.*S. 22 H4=100. W/(m^2*ºC) 10 Ro=30. K 16 E=1.Sensib2. 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.Ta. % Temperatura do Termistor na Resistência Ro. 32 Sensib3= -(a.'H=1000 W/m^2'.5.*variavel)).^1.% Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.5.Ta.^1. 49 plot(Ta.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0. 26 Ta=[253:5:313]. % Resistência do Termistor na Temperatura To.*((Ro.*H1).*k. 34 Sensib5= -(a.*((Ro. 51 set(h.*k./(2.*H1)./(2.*k. 33 Sensib4= -(a.*S.*(Ts-Ta)- a.*S.*exp(B./2).'-bo'.*k.*H4).'-k+'./(U.*S./(U./(U.*exp(B.*(Ts-Ta)- a. hold on./(2./(2.*S. 20 H2=1000.^1./(2.*exp(B. K 12 a=0.*S.28*10^-6.Sensib4./(To) 29 30 Sensib1= -(a.*variavel)).*E).*S./2).*S.*exp(B.*variavel)).*((Ro.*S.*S.*S.*((Ro.% Constante Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211. 31 Sensib2= -(a.'H=0 W/m^2'.*(Ts-Ta)- a.*H2).*E). 35 36 figure(1).Ta./2)./2). 21 H3=500.*S. % Amplitude de Pulso 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.Sensib5.6. 23 H5=0./(U.'-rx'.^1. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.5).'H=100 W/m^2'.*(Ts-Ta)- a.Ta.*H2).*k. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente.*variavel)).*exp(B.*variavel)).46 xlabel('Ta [ºC]').*H4).*((Ro.*S.*E).Sensib3. 27 28 variavel=1.*H5)./2).*S. ohms 11 B=3100.*H5).*S. 48 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*(Ts-Ta)- a. UFCG 98 .'- gs'.9./(U.Sensib1. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'. grid on. % Área do Termistor sob Incidência de Radiação.'H=500 W/m^2'. 47 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').*E).*H3).*H3).*E).^1./(Ts)-1. K 15 To=323. m^2 14 Ts=323.'-yd').

^2)./((k.'H=1000 W/m^2'.^2).*H1. hold on.2:40].*S.*Ro.*H3. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50.5). 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). 38 Ta=[-20:0. ºC^-1 24 a=0./((k.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro. 32 H2=1000. 44 Sensib3= -(a. 22 Ro=100.*H4. 40 plot(Ta.Ta. 41 h = legend('H=1500 W/m^2'. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*Ts)).*H5.^2)).*(1+(B. 51 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'H=500 W/m^2'.*S.'H=100 W/m^2'. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.^2).*E.*E.Sensib2.Sensib4.Ta.^2).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada.^2)). 46 Sensib5= -(a.*S. ºC 27 E=12.*Ro.^2)).*E.5. % Amplitude de Pulso 28 To=50.*(1+(B.Sensib5.'- gs'. 43 Sensib2= -(a. 47 48 figure(1).*Ts)). 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]'). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*Ts)).Sensib3.^2).'H=0 W/m^2'.*(1+(B.^2)).*(1+(B. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.Ta.5. W/(m^2*ºC).'-k+'.*S./((k. 49 xlabel('Ta [ºC]'). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo./((k. 45 Sensib4= -(a. 41 42 Sensib1= -(a. 50 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').^2)).Ta.9. 39 40 variavel= Ro. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.*E.'-bo'.*Ro. 33 H3=500.*Ts)). K 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500./((k. grid on. 42 set(h. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211. 34 H4=100.Sensib1.*S. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6.*E.*Ro.*H2.'-rx'.*Ts)).*Ts)).37 xlabel('Ta [K]'). ohms 23 B=0.*Ro.'-yd'). 35 H5=0.*(1+(B.00385.*(1+(B. UFCG 99 .

*S. % Área do Termistor sob Radiação. 32 Sensib3= -(a.Sensib3.*H1.*Ro.Ta.'Interpreter') Algoritmo da referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada.'- gs'.'Interpreter') UFCG 100 .*S. ohms 11 B=3100. 41 h = legend('H=1500 W/m^2'.*Ro. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0./((k.Sensib3.9. 53 h = legend('H=1500 W/m^2'.28*10^-6. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.'- gs'. 20 H2=1000. 29 30 Sensib1= -(a.'-bo'.Sensib4.^2).Sensib1.5.^2).*S./(Ts)-1.'H=1000 W/m^2'.*S. 23 H5=0. 40 plot(Ta.*exp(variavel).^2)). % Temperatura de Aquecimento do Termistor equivalente a 50ºC.^2)). % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.Ta.*exp(variavel)./((k.*E. grid on.^2)).5. 54 set(h.*H3. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').^2).'H=100 W/m^2'. 34 Sensib5= -(a.Ta. hold on.*H5.*E. m^2 14 Ts=323.'H=0 W/m^2').*S.Sensib1.*exp(variavel). 21 H3=500. % Amplitude de Pulso 16 To=323.'-yd').^2)). 22 H4=100.'-k+'. 33 Sensib4= -(a. 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'-yd').6. 27 28 variavel= 1.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.*E.52 plot(Ta.*Ro.*E. 42 set(h.^2).Ta.*H2.*E.Sensib2. K 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500. 31 Sensib2= -(a. K 12 a=0. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211. % Resistência do Termsitor em To. % Coeficiente de Temperatura do Termistor./((k.*exp(variavel)./((k.Ta.'-k+'. 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.'H=100 W/m^2'.'-rx'.Sensib5.Ta.Ta.^2).'-rx'./((k. K 15 E=1.'H=500 W/m^2'.*H4. 35 36 figure(1).Sensib2.'H=0 W/m^2').*exp(variavel).Ta.Sensib4.'H=500 W/m^2'. 37 xlabel('Ta [K]').'-bo'.Sensib5.*Ro. 26 Ta=[253:2:313].^2)).*Ro.'H=1000 W/m^2'./(To).

Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica./2.*H1.*sqrt((variavel1). *deltaT-a.5.*S. *deltaT-a. ºC 27 To=50.*E.*((variavel1).*H5. 39 Ta=[-20:5:40].*sqrt((variavel1).*S./(U. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*S. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50.*((variavel1). % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6.*H3)).*E. %(Ts-Ta) 29 E=12. 44 Sensibilidade2= - (a./2.*H1)).*H2.*H4. 34 H3=500.*((variavel1). *deltaT-a.*S.*H5))./(U. 50 xlabel('Ta [ºC]').*S.*S.*S. 46 Sensibilidade4= - (a. hold on.*S. 35 H4=100. *deltaT-a.*S. 37 38 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC./2.*(Ta+deltaT)))./2. *deltaT-a.*sqrt((variavel1).*S. 48 49 figure(1).*((variavel1).*H4))./(variavel1)+R)).*S.*H3.*S.*E. % Amplitude de Pulso 30 31 % Valores de Radiação em W/m^2 32 H1=1500. grid on./(variavel1)+R)). ohms 23 B=0.*E. 45 Sensibilidade3= - (a. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0. 47 Sensibilidade5= - (a./(variavel1)+R)).9. ºC 28 deltaT=7.*sqrt((variavel1). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. 42 43 Sensibilidade1= - (a.*S.*((variavel1).% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro.00385. UFCG 101 . 33 H2=1000. 40 41 variavel1= (Ro.*E./(U. ºC^-1 24 a=0. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC./(U.*H2))./(variavel1)+R)).5./2.*sqrt((variavel1). % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100./(U. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211./(variavel1)+R)).*(1+B.*S.*S. 36 H5=0.

55 set(h. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.*(((Ta+deltaT).51 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').5. 52 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'H=1000 W/m^2'.'H=100 W/m^2'. UFCG 102 .*((variavel1).'H=500 W/m^2'.'-k+'.Sensibilidade4./(variavel1)+R)).% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.Sensibilidade1.Sensibilidade5.Ta. ohms 19 20 21 % Valores de Radiação em W/m^2 22 H1=1500.*S. % Área do Termistor sob Radiação.*E.Ta./2./(variavel1)+R)). 30 31 variavel1= (Ro.'-gs'.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica.Ta.Sensibilidade3. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.Sensibilidade2.9./2. 27 28 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K 29 Ta=[253:5:313]. % Amplitude de Pulso 18 R=30.*H1)).*S.'- yd'). % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.'-bo'./(U.*((variavel1). %(Ts-Ta) 17 E=12.*H2)).*sqrt((variavel1).*S./To))).*S.*H1. 23 H2=1000.5.^-1)-1. % Resistências da Ponte de Wheatstone.28*10^-6.*sqrt((variavel1). % Resistência do Termistor em To.*E. 26 H5=0.* deltaT-a. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0. 32 33 Sensibilidade1= - (a.Ta.'- rx'. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. K 12 a=0. ohms 11 B=3100. K 15 To=323. 24 H3=500.*S.*exp(B.*H2. 54 h = legend('H=1500 W/m^2'./(U.* deltaT-a. 34 Sensibilidade2= - (a. m^2 14 Ts=323. 25 H4=100. 53 plot(Ta. % Temperatura de Aquecimento do Termistor.*S.'H=0 W/m^2'). K 16 deltaT=7.

*H5. ohms 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1=1500. 23 H4=100.*E.'- k+'. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.5.Sensibilidade1./(variavel1)+R)).*((variavel1). 28 29 variavel1= (Ro./(U.*E. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*S.*S. hold on.*H3.'-gs'.8. % Temperatura de Aquecimento do Sensor ºC 14 E=3. 37 Sensibilidade5= - (a.Ta.*(1+B.*H3)).35 Sensibilidade3= - (a.*(deltaT+Ta))).'-yd').*S. 40 xlabel('Ta [K]')./2. 45 set(h. % Área do Sensor sob Radiação m^2 13 Ts=50.'H=0 W/m^2').'H=1000 W/m^2'.Ta. 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.9.*H4)).Sensibilidade3. 27 Ta=[-20:5:40].*sqrt((variavel1). 41 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').Sensibilidade4.'H=500 W/m^2'. ºC 16 deltaT=7./2.*sqrt((variavel1).Sensibilidade5./2. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.* deltaT-a.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor temorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada.*S. %(Ts-Ta) 17 R=100. ohms 10 B=0. 24 H5=0. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. %Amplitude do Sinal 15 To=50. 36 Sensibilidade4= - (a. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.00385. 38 39 figure(1)./(variavel1)+R)). 22 H3=500.*H5)). 44 h = legend('H=1500 W/m^2'. ºC^-1 11 a=0.*sqrt((variavel1). 43 plot(Ta.Ta. UFCG 103 .Sensibilidade2.'-bo'.% Temperatura do Sensor na Resistência Ro.'-rx'./(U.*E./(variavel1)+R)).* deltaT-a.%Resistências da Ponte de Wheatstone.Ta.*S.*S.* deltaT-a.*((variavel1).*S.*((variavel1).*H4.*S. 42 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente')./(U. grid on.'H=100 W/m^2'.*S. 21 H2=1000.

Sensibilidade4.Ta.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.*E.*E.*S.*(variavel1)./(((variavel1).Sensibilidade2.*S.30 31 Sensibilidade1= - ((a./((variavel1)+R)).'H=100 W/m^2'. 43 set(h./((variavel1)+R)).^2)).'H=0 W/m^2'). 39 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').^2)).*(variavel1). K 13 E=1./(((variavel1). K 15 deltaT=7.*H4.Sensibilidade5.^2). m^2 12 Ts=323. K 10 a=0. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 8 Ro=30.Ta.9.*H3.'H=500 W/m^2'. 22 H4=100.'-bo'. % Coeficiente de Absorção do Termistor 11 S=1.'H=1000 W/m^2'.^2).*E. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.^2)).'-yd').'-gs'. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone. 6 % Valores Constantes: 7 U=211. % Área do Termistor sob Radiação. % Amplitude de Pulso 14 To=323. 34 Sensibilidade4= - ((a. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. 38 xlabel('Ta [ºC]')./((variavel1)+R)).5. ohms 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.*H2.*(variavel1).*E. 35 Sensibilidade5= - ((a.*H5.*(variavel1).Sensibilidade3. 41 plot(Ta. 32 Sensibilidade2= - ((a. 24 25 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.^2)).*(variavel1). 23 H5=0. 36 37 figure(1). hold on.^2).*S.Sensibilidade1./(((variavel1).^2).*S. 40 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').'- k+'. UFCG 104 . %(Ts-Ta) 16 R=30.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada. 42 h = legend('H=1500 W/m^2'.*S.*H1.'-rx'.Ta.28*10^-6./((variavel1)+R)).^2))./((variavel1)+R)). ohms 9 B=3100.Ta. 33 Sensibilidade3= - ((a. 21 H3=500. 20 H2=1000.^2).*E./(((variavel1). grid on./(((variavel1). % Resistência do Termistor à temperatura To.

41 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*H5.^2)./((variavel1). 33 Sensibilidade3= - (a.'H=500 W/m^2'.Ta./((variavel1)+R))./((variavel1).'-gs'.'H=0 W/m^2'). 43 h = legend('H=1500 W/m^2'.^2.*H1.*(variavel1).^2).*H2. 27 28 29 variavel1= (Ro./((variavel1).*S.Sensibilidade5.*(variavel1)./((variavel1)+R)).*H4. 40 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]')./((variavel1)+R))./((variavel1)./((variavel1)+R)).*S. 35 Sensibilidade5= - (a.'H=1000 W/m^2'.Ta.^2.*E.^2).'-yd').*(variavel1). 42 plot(Ta.^2. 32 Sensibilidade2= - (a.*(((Ta+deltaT).Sensibilidade4.Sensibilidade3.Ta. 44 set(h.'-bo'.'- k+'.'H=100 W/m^2'.^2.*E.'-rx'.*H3.*E.Ta.*(variavel1). hold on.^2)./((variavel1).*S.^2.*S.*S.*E. 36 37 38 figure(1). 34 Sensibilidade4= - (a.^2).'Interpreter') UFCG 105 .*E.26 Ta=[253:5:313]./((variavel1)+R)).Sensibilidade1.Sensibilidade2.^-1)-1. grid on./To))) 30 31 Sensibilidade1= - (a.*exp(B. 39 xlabel('Ta [K]').*(variavel1).

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