UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

RADIÔMETRO SOLAR DE EQUIVALÊNCIA ELÉTRICA COM SENSOR
AQUECIDO À DIFERENÇA DE TEMPERATURA CONSTANTE

PETROV CRESCENCIO LOBO

CAMPINA GRANDE – PARAÍBA – BRASIL
MARÇO DE 2015

U NIVERSIDADE F EDERAL DE C AMPINA G RANDE
C ENTRO DE E NGENHARIA E LÉTRICA E I NFORMÁTICA
P ROGRAMA DE P ÓS -G RADUAÇÃO EM E NGENHARIA E LÉTRICA

R ADIÔMETRO S OLAR DE E QUIVALÊNCIA E LÉTRICA CO M S ENSOR
A QUECIDO À D IFERENÇA DE T EMPERATURA C ONSTANTE

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO APRESENTADO À COORDENADORIA
DO P R O G R A M A D E P Ó S -G R A D U A Ç Ã O E M E N G E N H A R I A E L É T R I C A
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE, EM
CUMPRIMENTO ÀS EXIGÊ NCIAS PARA OBTEN ÇÃO DO GRAU DE
MESTRE EM CIÊNCIAS NO DOMÍNIO DA ENGENHARIA ELÉTRICA.

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO

RAIMUNDO CARLOS SILVÉRIO FREIRE, DR.
ORIENTADOR

C AMPINA G RANDE – P ARAÍBA – B RASIL ,
M ARÇO DE 2015

UFCG 2

FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA CENTRAL DA UFCG

L799r Lobo, Petrov Crescencio.
Radiomêtro solar de equivalência elétrica com sensor aquecido à
diferença de temperatura constante / Petrov Crescencio Lobo. – Campina
Grande, 2015.
104 f. : il. color.

Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) – Universidade Federal
de Campina Grande, Centro de Engenharia Elétrica e Informática, 2015.

"Orientação: Prof. Dr. Raimundo Carlos Silvério Freire, Prof. Dr.
Sebastian Yuri Cavalcante Catunda".
Referências.

1. Sensor Termorresistivo. 2. Sensibilidade. 3. Radiação Solar.
4. Termistor. I. Freire, Raimundo Carlos Silvério. II. Catumba, Sebastian
Yuri Cavalcante. III. Título.

CDU 621.317(043)

UFCG 3

Lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível. UFCG 4 . Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades.

Crescencio Lobo (In Memoriam). Aos meus pais Pio Lobo e Helga Lobo À minha futura esposa. Ivanilza Araújo UFCG 5 . Aos meus tios. e Francisco Maria da Cunha Sousa (In Memoriam). Aos meus avôs. Filomena Dias Sousa (In Memoriam) e Áurea Dias Lobo (In Memoriam). DEDICATÓRIA Às minha avós. Júlio Lobo (In Memoriam) e César Lobo (In Memoriam).

ao longo da execução deste trabalho. pela contribuição nos assuntos pertinentes à este trabalho. pelo acolhimento e pela oportunidade em cursar o mestrado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica. pela concessão de bolsa de pesquisa para a execução deste trabalho. Ao CNPq. Aos amigos Vanuza Marques. UFCG 6 . dedicação e tempo. Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico. Viviane Martins. pela orientação deste trabalho. pelas aulas ministradas durante o mestrado. Ao amigo Marcus Tenório. Aos membros da Coordenação e Colegiado do Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica da UFCG. À UFCG. Aos colegas Vanderson de Lima Reis e Josnier Ramos Guardarrama. Ao professor Benedito Antonio Luciano. Universidade Federal de Campina Grande. por conceder os pedidos solicitados. Newton Sávio. AGRADECIMENTOS Aos professores Raimundo Carlos Silvério Freire e Sebastian Yuri Catunda. pela disponibilidade de tempo. pela grande paciência. Thais Luana e Arthur Luiz.

saída analógica e com sensor termorresistivo do tipo PTC tinham melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa.PWM). Ta. Dentre as arquiteturas clássicas. velocidade de fluidos. a mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma temperatura constante. verificando-se que as arquiteturas com diferença de temperatura constante. como radiação. Foram feitas comparações entre as arquiteturas. H. à uma temperatura previamente determinada. e a variação da radiação térmica incidente. que apresentam melhor resposta em frequência e utilizam este princípio. UFCG 7 . utilizando o princípio da equivalência elétrica. existem configurações que se baseiam em sensores termorresistivos. para sensores dos tipos PTC e NTC. mantendo o sensor à uma temperatura quase constante. O sensor é aquecido por efeito Joule. Neste trabalho é proposta uma arquitetura alternativa em que se faz constante a diferença de temperatura entre o sensor e o ambiente. velocidade do fluido ou temperatura do meio é compensada variando-se o aquecimento elétrico devido à realimentação negativa utilizada. v e temperatura. Para ambas as configurações neste trabalho desenvolveram-se expressões e realizaram-se simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade de arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas (moduladas em duração de pulso . menor influência da grandeza interferente e maior influência da grandeza de entrada. RESUMO Para a medição de grandezas físicas.

such as radiation. the most common is the one that uses a thermoresistive sensor heated to a constant temperature. and the variation of thermal radiation. UFCG 8 . which have better frequency response and use this principle. ABSTRACT For the measurement of physical quantities. v.PWM) for sensors types of PTC and NTC. H. were developed expressions and simulations held for the output signal as a function of the input and the sensitivity of architecture with analog outputs and pulsed (modulated pulse duration . the less influence of interfering variable and the greater influence of input variable. there are settings based on thermoresistive sensors. Comparisons were made between the architectures. analog output and thermoresistive sensor PTC had better performance with respect to the sensitivity. Ta. verifying that architectures with constant temperature difference. which use the principle of electrical equivalence. maintaining the sensor at an almost constant temperature. In this work it is proposed an alternative architecture that makes constant the temperature difference between the sensor and the environment. Among the classic architectures. and temperature. in this work. For both configurations. temperature or flow velocity of the medium is compensated by varying the electric heating due to the negative feedback used. velocity fluids. The sensor is heated by Joule effect to a previously stipulated temperature.

2 – Radiômetro de Equivalência Elétrica 24 1.6 – Circuito de Realimentação 30 UFCG 9 .1 – Princípio da Equivalência Elétrica 23 1.1.4 – Radiômetro de Equivalência Elétrica com Sensor aquecido à 27 Temperatura Constante 1.1.1.1.1 – Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 23 1.1.3 – Método da Compensação e Substituição 26 1.5 – Radiômetro de equivalência elétrica com Sensor aquecido à 29 Diferença de Temperatura Constante 1. ÍNDICE RE S U M O 6 AB S T R A C T 7 Í NDI C E 8 L I S T A D E FI GU R A S 14 L I S T A D E Q U A D R OS 16 LISTA DE ABREVIAÇÕES 17 L I S T A D E S Í M B OL OS 18 I NT R O D U Ç Ã O 20 Objetivos Gerais 21 Objetivos Específicos 21 CA PÍ T U L O I – M E T OD OL O GI A 23 1.1.

6 .7 .5 .1 .6 – Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 41 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 33 Constante 2.Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 37 CA PÍ T U L O I I I – E X P R E S S Õ E S M AT E M ÁT I C AS DA S E NS I B I L I D AD E D OS S E NS O R E S T E R M O R R E S I S T I V O S 39 3.5 .8 . 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor NTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante.Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada 40 Aquecido à Temperatura Constante.Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à 33 Temperatura Constante 2.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 40 à Temperatura Constante.Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 35 Temperatura Constante 2.Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica 39 Aquecido à Temperatura Constante.CA PÍ T U L O II – E X P R E S S ÕE S M AT E M ÁT I C AS D O S S I NAI S DE S AÍ D A DO S S E N S O R E S T E R M OR R E S I S T I V OS 31 2.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 39 à Temperatura Constante.7 . 3.Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC Aquecido à Diferença 36 de Temperatura Constante 2. 3.4 .4 . 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada Aquecido 41 à Diferença de Temperatura Constante. 3.Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica Aquecido 40 à Diferença de Temperatura Constante.2 . 3.8 . 3.3 .Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC Aquecido à Diferença de 37 Temperatura Constante 2.2 .3 .Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC Aquecido à Temperatura 31 Constante 2. UFCG 10 .1 .Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 35 Constante 2.

Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de 49 Temperatura Constante 4.7 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 59 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante UFCG 11 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 48 Diferença de Temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 51 Diferença de temperatura Constante 4.5 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 57 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 46 Temperatura Constante 4.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de 52 Temperatura Constante CA PÍ T U L O V– A N Á L I S E D A S E NS I B I L I DA D E RE L AT I V A E M RE L AÇ ÃO À T E M PE R A T U R A A M B I E N T E 53 5.8 .1 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 53 Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.4 .2 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 47 Constante 4.6 .CA PÍ T U L O I V – A V A L I A Ç Ã O D A DE PE N D Ê NCI A D A G RA N DE Z A DE 42 S AÍ D A C OM A G R A N D E ZA I NT E R FE RE N T E 4.4 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 56 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à 44 Temperatura Constante 4.6 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 58 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.7 .2 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 54 Analógica Aquecido à Temperatura Constante 5.3 .5 .Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura 45 Constante 4.3 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em 55 Saída Pulsada Aquecido à Temperatura Constante 5.1 .

6 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura 66 Constante 6.5 – Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de 65 Temperatura Constante 6.8 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação 68 do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I I – RESULTADOS 69 C A PÍ T U L O V I I I – C ON C L U S Õ E S E PE RS PE C T I V AS 72 7.1 – Conclusões 72 7.3 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura 63 Constante 6.2 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função 62 da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6. 5.4 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da 64 Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 6.7 – Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura 67 Constante 6.8 – Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída 60 Pulsada Aquecido à Temperatura Constante C A PÍ T U L O V I – D I N Â M I C A DE S AÍ DA – AV AL I A ÇÃ O D A DE PE N D Ê NCI A DA G R A N D E ZA D E S A Í D A C OM A G RA ND E ZA DE E NT R AD A 61 6.1 – Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Temperatura 61 Constante 6.2 – Perspectivas 73 CA PÍ T U L O I X – M A T E R I A I S E M É T O D OS 77 RE FE R Ê N C I A S 78 UFCG 12 .

APÊ N D I C E S 80 Apêndice I – Algoritmos para as Simulações 80 Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 80 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 81 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 82 Aquecido à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 83 Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 84 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 85 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC 86 Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à 87 Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 88 de Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 89 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 90 Aquecimento à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 91 à Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura 92 de Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de 93 Aquecimento à Diferença de Temperatura Constante UFCG 13 .

Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresitivo PTC na Arquitetura de 94 Aquecimento à Diferença deTemperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Dependência da Saída Pulsada em Função da Radiação do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento 95 à Diferença de Temperatura Constante Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 96 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 97 Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 98 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Temperatura 99 Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 100 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 101 Temperatura Constante em Saída Analógica Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 102 Temperatura Constante em Saída Pulsada Algoritmo Referente à Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC na Arquitetura de Aquecimento à Diferença de 103 Temperatura Constante em Saída Pulsada UFCG 14 .

28 FIGURA 6 Arquitetura contendo Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante: (a) – Saída analógica. (b) – Saída em Duração de Pulso. (b) – Saída em Duração de Pulso. LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA 21 FIGURA 2 Piranômetro EPPLEY modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande 23 FIGURA 3 Par de Sensores Termorresistivos inseridos em um Hemisfério de Vidro 26 FIGURA 4 Termistor NTC inserido em um Hemisfério de Vidro. 45 FIGURA 10 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 46 FIGURA 11 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante 47 FIGURA 12 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 48 FIGURA 13 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 49 FIGURA 14 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante com Destaque na Variação de Vo na temperatura de 253 K 50 FIGURA 15 Saída Pulsada e Sensor Termorresistivo PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante 51 FIGURA 16 Saída Pulsada e Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 52 FIGURA 17 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 53 FIGURA 18 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 54 UFCG 15 . no Laboratório LIMC da UFCG 27 FIGURA 5 Radiômetros com Sensor Aquecido à Temperatura Constante (a) – Saída Analógica. (c) – Forma de Onda de Vp. 29 FIGURA 7 Configuração de um Instrumento de Equivalência Elétrica 30 FIGURA 8 Saída Analógica e Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante 44 FIGURA 9 Saída Analógica e Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante. (c) – Forma de Onda de Vp.

FIGURA 19 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 55 FIGURA 20 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 56 FIGURA 21 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 57 FIGURA 22 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 58 FIGURA 23 Sensibilidade do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 59 FIGURA 24 Sensibilidade do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 60 FIGURA 25 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 61 FIGURA 26 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Analógica 62 FIGURA 27 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante em Saída Pulsada 63 FIGURA 28 Dinâmica de Saída do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante na Saída Pulsada 64 FIGURA 29 Dinâmica de Saída do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 65 FIGURA 30 Dinâmica de Saída do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Analógica 66 FIGURA 31 Dinâmica de Saída Pulsada do Sensor Termorresitivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 67 FIGURA 32 Dinâmica de Saída Pulsada do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante em Saída Pulsada 68 FIGURA 33 Esquemático da Ponte de Wheatstone 73 FIGURA 34 Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad 74 FIGURA 35 Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone 74 FIGURA 36 Termistor NTC 75 FIGURA 37 Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante 75 UFCG 16 .

LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante 42 QUADRO 2 Parâmetros para Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante 43 QUADRO 3 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 4 Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente 69 QUADRO 5 Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação 70 UFCG 17 .

LISTA DE ABREVIAÇÕES NTC Coeficiente de Temperatura Negativo PTC Coeficiente de Temperatura Positivo PWM Modulação em Largura de Pulso RMS Valor Quadrático Médio LIMC Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas UFCG Universidade Federal de Campina Grande PCI Placa de Circuito Impresso UFCG 18 .

LISTA DE SÍMBOLOS m Massa do sensor (kg) c Calor específico do sensor (J/kg oC) U Coeficiente Global de transferência de calor (W/ m2 oC) t Tempo (s) Ta Temperatura ambiente (oC) Ts Temperatura do sensor (oC) Pe Potência elétrica dissipada por efeito Joule (W) Rs Resistência elétrica do sensor na temperatura Ts (Ω) Ro Resistência elétrica do sensor na temperatura de 0 oC (Ω) para PTC e na temperatura To (K) para o sensor NTC τ Constante de tempo intrínseca do sensor termo-resistivo (s) β Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do PTC (oC-1) H Radiação incidente (W/m2) ∆T Diferença entre a temperatura do sensor termorresistivo Ts. Ta (oC) I Corrente elétrica (mA) S Área do sensor exposta à radiação incidente (mm2) To Temperatura do sensor NTC quando sua resistência for Ro (K) B Coeficiente de temperatura da resistência elétrica do sensor NTC (K) Vs Tensão elétrica sobre o sensor (V) Vo Tensão de saída do amplificador operacional (V) h Coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente a Parâmetro característico do sensor b Parâmetro característico do sensor v Velocidade do fluido E Amplitude do pulso α Coeficiente de absorção do sensor UFCG 19 . e a temperatura do ambiente.

?? ? UFCG 20 . ?? ? ? ? ? ? ? Derivada normalizada de em relação à ? ? .τ/P Variável de saída Is Corrente elétrica que passa no sensor de resistência Rs P Comprimento do pulso ??? ? Derivada normalizada de ?? em relação à ? .

Hoje. Além desta motivação. muito boas oportunidades para a ampliação do uso de energia hídrica. O nível de radiação incidente recebido no Irã é mundialmente um dos mais altos. tem uma grande quantidade de fontes de energia renováveis. em outras atividades humanas. (2010) destaca que a principal fonte de energia que rege os processos físicos. há bastante tempo. O Irã por exemplo. Isto requer um conhecimento maior acerca desta fonte de energia. por outro lado. Na Alemanha. INTRODUÇÃO No cenário da instrumentação em eletrônica. ou complementar. torna-se possível perceber que o desenvolvimento de um determinado país está diretamente relacionado a ele. existem condições favoráveis para o uso rentável da energia eólica. A radiação solar global neste país é de aproximadamente de 5300 (Whm-2 dia-1). está representado o mapa do potencial de energia solar mundial. a procura de novas alternativas para a medição de temperatura e radiação tem se tornado cada vez mais constante. Apenas com uma avaliação superficial sobre o consumo de energia. enfrentam muitas limitações em função da baixa densidade de estações radiométricas sobre a região Nordeste do Brasil [1]. UFCG 21 . existe a importância da utilização da energia solar como fonte de energia renovável. uma vez que a energia solar. e a radiação global anual incidente é menos do que a metade da média iraniana [2]. SILVA. vem se tornando uma fonte de energia complementar. há estudos e implantações de outras formas de captação de energias complementares. porém informações confiáveis sobre este assunto são escassas. Investigações referentes à radiação solar. Sua aplicação engloba diversas áreas científicas além de ser um indicador de variação meteorológica. químicos e biológicos que ocorrem na natureza é a radiação solar. em relação às outras fontes de energia já conhecidas. os problemas de energia compõem temas de discussões pelo o mundo. ou ainda. Na Figura 1. bem como o cenário ideal para o uso da energia solar.

Figura 1 – Mapa do Potencial de Energia Solar do Mundo fornecido pela NASA (kW/m2/ano). Em face da temática mencionada. em que o sensor termorresistivo é aquecido à uma diferença de temperatura constante em relação à temperatura ambiente. visando uma sensibilidade maior e dinâmica de saída melhor do que a arquitetura com sensor aquecido à temperatura constante. é possível perceber importância da pesquisa de instrumentos que sejam capazes de medir radiação de maneira cada vez mais eficiente. UFCG 22 . Objetivos Específicos  Levantar informações pertinentes à estudos anteriores relativos à radiômetros configurados por equivalência elétrica. objetiva-se comparar ambas as arquiteturas para verificar qual modelo tem o melhor desempenho. para as arquiteturas com saídas analógicas e pulsadas com sensores termorresistivos do tipo PTC e NTC. Após o desenvolvimento das expressões e simulações para o sinal de saída em função da grandeza de entrada e da sensibilidade. 2012 – Adaptado de [2]. Objetivos Gerais Propõe-se apresentar uma arquitetura alternativa à arquitetura clássica.

e utilizando parâmetros de sensores existentes.  Efetuar um comparativo entre os tipos de sensores e arquiteturas analisadas.  Realizar simulações para a sensibilidade.  Realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza interferente. UFCG 23 . Realizar estudos sobre a configuração do radiômetro à diferença de temperatura constante. e verificar qual arquitetura e sensor tem melhor desempenho. realizar simulações para a dependência do sinal de saída em função da grandeza de entrada.  Desenvolver as expressões matemáticas das saídas (analógicas e pulsadas) e sensibilidade dos sensores termorresistivos tipo PTC e NTC nas arquiteturas à temperatura constante e à diferença de temperatura constante entre o sensor e ambiente.  A partir das expressões.

Metodologia 1. conforme representado na Figura 2. ? + ?? = ℎ. Na caracterização e uso de sensores metálicos em sistemas para medição de grandezas como radiação. temperatura ou velocidade do fluido. mantido à temperatura constante.1 Princípio da Equivalência Elétrica Existem instrumentos que. (?? − ?? ) + ?? . Porém. diferenças entre a geometria dos sensores. em concordância com a Primeira Lei da Termodinâmica. para medição de determinadas grandezas físicas. Sendo assim. utilizam a diferença de temperatura entre dois sensores. ?. em que a variação da potência elétrica disspipada pelo sensor é equivalente à potência absorvida pela radiação incidente. O princípio da equivalência elétrica em sensores termorresistivos pode ser implementado por métodos de compensação e de substituição [3]. (2) UFCG 24 . como por exemplo nos piranômetros à termopilha.1 Revisão Bibliográfica – Caracterização de Sensores Termorresistivos 1. Figura 2 – Piranômetro EPPLEY Modelo PSP no Laboratório LIMC (Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas da Universidade Federal de Campina Grande. uma maneira para contornar tais problemas é a utilização de uma técnica de medição com maior acurácia utilizando apenas um sensor. pode-se descrever [4]: ??? ?. CAPÍTULO I . de forma que a grandeza de saída seja equivalente à intensidade da radiação incidente. ?. sendo: (1) ?? ℎ = ? + ?? ? .1. requerem uma calibração individual para cada um. o ambiente no qual estão inseridos.

a e b são parâmetros característicos do sensor e v é a velocidade do fluido a ser medido (no caso de anemômetros) [5] α. outro fato é que os bancos de dados são ecassos assim como os meios necessários à exploração das medidas. A partir de (1). constante de tempo pequena. meteorologia. ??? ⁄?? = 0. Alguns órgãos ligados à serviços meteorológicos fornecem dados referentes à radiação solar. Mas falta um instrumento de medição que possibilita aferir e assim. Tais UFCG 25 . como por exemplo a previsão do clima. é desejável que o mesmo possua uma resposta rápida. em regime permanente. a expressão de equilíbrio termodinâmico para um sensor termorresistivo eletricamente excitado. (?? − ?? ). ?.29 µm à 3. [7]. (3) ? em que H é a radiação incidente na superfície do sensor.2 µm) e por fim. h pode ser substituído por U. não há exatidão nestas medições.1. e h é o coeficiente de transferência de calor global entre o sensor e o ambiente dado pela expressão (2). sensibilidade elevada. e para radiômetros. 1. Rs é a resistência do sensor temorresistivo. determinar o potencial energético (solar). podendo ser implementado em outras regiões e aplicações em projetos diversos. ? + ?? = ?. tais como os de irrigação. na presença de radiação incidente. mas o problema é que para o fornecimento de tais serviços. e um espectro amplo (a exemplo do espectro solar que abrange um gradiente de 0.2 Radiômetro de Equivalência Elétrica Em regiões como por exemplo o Norte e Nordeste do Brasil. é dada por [5]: ?2 ?. Em equilíbrio de estado térmico. Ta a temperatura ambiente e Vs é a tensão sobre o sensor termorresistivo ou termistor [6]. S é a área exposta à radiação incidente. Em (2). armazenamento de água. ou seja. U é a constante de troca de calor do sensor com o ambiente. Sendo assim. há um maior atrativo na exploração da energia solar. dentre outras aplicações [7]. Em um instrumento medidor de radiação. pois a incidência de radiação solar é favorável durante praticamente todo o ano. ?. c é o calor específico. e ?? é a Potência Joule dissipada.em que m é a massa específica do sensor. um radiômetro é de bastante utilidade para este fim e para outros. ? é o coeficiente de absorção. Ts é a temperatura do sensor.

características são determinantes em relação à qualidade do instrumento de medição e são fatores
importantes a serem consideradas no projeto do mesmo [7].
Há dois tipos de sensores de radiação solar: os sensores térmicos (que englobam
termopares, sensores termorresistivos, etc) e os sensores ópticos, que são representados pelo diodo
fotossensível, célula fotovoltaica, etc. Os primeiros tem resposta lenta e espectro amplo e os ópticos
possuem resposta rápida e espectro limitado. Não há em um mesmo tipo de sensor, características
apropriadas para que seja possível utilizá-los em um instrumento medidor de radiação solar, que
seja capaz de responder à variações rápidas de radiação [7].
Os termopares e sensores termorresistivos são mais apropriados para a medição da
radiação solar, mesmo tendo resposta lenta, pois respondem a todo o espectro de radiação do Sol.
Porém, em alguns testes foi possível perceber que o tempo de resposta do sensor depende da
estrutura na qual ele é colocado. Esta estrutura pode ser composta por uma malha aberta ou malha
fechada, ou seja, realimentada. No primeiro caso, em tais experimentos, obteve-se uma constante
de tempo em torno de 15 s, e cerca de 600 ms para o modelo de malha com realimentação. Sendo
assim, são utilizados sensores termorresistivos em estruturas realimentadas para medição da
radiação solar, caracterizando uma configuração que responda a todo espectro solar com uma
constante de tempo relativamente baixa [7].
A resistência de um sensor termorresistivo possui variação de acordo com a radiação
incidente. Esta, causa uma variação na temperatura do sensor. Nestes radiômetros, variações nas
grandezas interferentes, tais como temperatura ambiente, influenciam nas suas características
durante o tempo. Desta maneira, é preciso adotar algum modo de compensação e calibração para
o sensor termorresistivo. [7]
Uma maneira para a implementação de radiômetros de equivalência elétrica consiste no
ajuste da intensidade de corrente elétrica no sensor de acordo com a variação da radiação,
objetivando-se manter a sua temperatura constante e, consequentemente, sua resistência. Em outras
palavras, uma variação na potência térmica produzida pela radiação no sensor é substituída por
uma variação igual e de sentido oposto na potência elétrica dissipada no mesmo, de modo a manter
a sua temperatura constante. Medindo-se a variação de corrente no sensor, pode-se determinar a
variação de sua potência elétrica e, consequentemente, as radiações absorvidas sobre o mesmo. A
radiação absorvida pelo sensor é igual à radiação incidente vezes o coeficiente de absorção. No
caso ideal, em que o coeficiente de absorção do sensor é 1, se as referidas radiações são iguais [7].

UFCG 26

1.1.3 Método da Compensação e Substituição
No princípio da equivalência elétrica há duas abordagens: Método da compensação e da
substituição. No primeiro, faz-se o uso de dois sensores radiômetros, um de cor preta, e outro de
cor branca. O primeiro sensor absorve a radiação incidente enquanto o segundo, refletindo a
radiação, possibilita fazer a compensação, conforme representado na Figura 3 [7], [8].

Figura 3 – Par de sensores termorresistivos inseridos em um hemisfério de vidro –
Adaptado de [8].

A segunda abordagem consiste no método da substituição, em que há somente um sensor
termorresistivo Rs, conforme representado na Figura 4, e uma fonte controlada de corrente I.
Quando há uma variação na grandeza física de entrada, como por exemplo a radiação solar, tem-
se uma variação respectiva da resistência elétrica do sensor. Com o ajuste da corrente I, de maneira
que Rs fique constante, tem-se na variação de Is, uma medida indireta da variação da radiação [7].

UFCG 27

Figura 4 – Termistor NTC inserido em um hemisfério de vidro, no laboratório LIMC da UFCG.

1.1.4 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à temperatura
constante
Dentre as diversas configurações para a medição de grandezas físicas (a exemplo da
radiação), a arquitetura mais comum é a que utiliza um sensor termorresistivo aquecido à uma
temperatura constante. Determina-se primeiramente uma temperatura para aquecimento do sensor,
e o mesmo é então aquecido sob efeito Joule. O instrumento é submetido à uma variação da
radiação térmica incidente, sendo assim irá ocorrer variação na temperatura do sensor. A
compensação é obtida pela realimentação negativa utilizada, variando-se o aquecimento elétrico,
mantendo o sensor à uma temperatura quase constante.
Neste trabalho, consideraram-se os radiômetros com saídas analógicas e pulsadas, do tipo
PTC (Coeficiente de Temperatura Positivo) e NTC (Coeficiente de Temperatura Negativo).
Na Figura 5 está representada a arquitetura clássica, utilizando a Ponte de Wheatstone com
saídas do sinal analógico (a) e PWM (b). Em largura de pulso, P e E são constantes e  é o ciclo de
trabalho (P é a variável de saída). É considerado ainda na Figura 5 o sensor termorresistivo PTC.
Se o sensor utilizado for um termistor NTC, deve-se inverter as entradas + e – do amplificador
operacional.
Com o sensor aquecido e submetido a um aumento de radiação, sua temperatura tende a
aumentar (PTC). Dessa forma, com a realimentação do circuito, a corrente no sensor diminui (PTC)
de modo a manter sua resistência Rs e sua temperatura Ts aproximadamente constantes. Caso a
radiação diminua, o processo se dá de forma inversa [9].

UFCG 28

(b) – saída em duração de pulso.( − ) ?? ≅ ?? . Vp excita a ponte.Radiômetros com sensor aquecido à temperatura constante: (a) – saída analógica. Desprezando-se o efeito da tensão de desvio do amplificador operacional. Continuando a análise na Figura 5. (4) em que R0 é a resistência do sensor à 273 K e β é o seu coeficiente de temperatura. e B é o seu coeficiente de temperatura. (5) em que R0 é a resistência do sensor em uma temperatura de referência T0 em Kelvin. Neste trabalho. Figura 5 . Para um sensor termo-resistivo NTC a relação entre sua resistência e sua temperatura é dada aproximadamente pela expressão de Steinhart-Hart: 1 1 ?. ? ?? ?? . a relação entre radiação H e a duração de pulso é linear [8]. Para um sensor termo-resistivo do tipo PTC é válida a expressão para a sua resistência: ?? ≅ ?? (1 + ?. propõe-se outra forma em que se mantém constante a UFCG 29 . ?? ) . possibilita obter uma relação linear entre o mesurando e a tensão de saída do amplificador operacional. A inserção de um modulador PWM no ciclo de realimentação do circuito. A resposta térmica destes sensores é a função do valor RMS da potência elétrica. considerando que o período do pulso é bem menor que a constante de tempo intrínseca ao sensor. e para os radiômetros. (c) – forma de onda de Vp – adaptado [9]. As formas de onda são de período P e amplitude E.

gerada por um bloco de controle C. (b) – saída em duração de pulso.1. para aferição da grandeza interferente. implementando-se um bloco de controle a ser descrito a seguir. UFCG 30 . (c) – forma de onda de Vp – adaptado de [9].5 Radiômetro de equivalência elétrica com sensor aquecido à diferença de temperatura constante Propõe-se a implementação de uma arquitetura alternativa à clássica. representado na Figura 6 [9].temperatura entre o sensor e o ambiente. o objetivo é que a diferença de temperatura entre o ambiente e o sensor permaneça constante a partir de uma saída kVo (ou kVp). tanto para implementações de circuitos com o sensor termorresistivo PTC como para o termistor NTC. 1. Existe uma entrada neste bloco. como representada na Figura 5. tanto como outra entrada para Vo ou Vp. Neste outro modelo. Figura 6 – Arquitetura contendo sensor aquecido à diferença de temperatura constante: (a) – saída analógica. a temperatura ambiente Ta.

A resposta dinâmica irá depender de alguns fatores como os parâmetros inerentes do sensor bem como aos parâmetros relativos da configuração de realimentação. considerando o amplificador ideal. pode-se obter o valor da grandeza medida para qualquer outra condição operacional. esta característica do amplificador operacional se torna um fator importante para a estabilidade do circuito em malha fechada [10]. UFCG 31 . Por outro lado. por experimentos relatados em trabalhos sobre arquiteturas de sensores termorresistivos aquecidos à temperatura constante. R1 = R2. analisando as características estáticas.1. na presença da tensão de desvio.6 Circuito de Realimentação Os principais aspectos associados com os circuitos de medição são as características estáticas e dinâmicas. Conforme a Figura 7. ou retirada a partir do sensor . é possível perceber que. Figura 7 – Configuração de um instrumento de equivalência elétrica – adaptado de [10]. Sabendo que um valor de referência. Na prática. [12]. magnitude da grandeza física a ser medida dentre outros [10]. então sua temperatura sempre será mantida idealmente constante e a sua resistência será igual à R [10]. ou seja Vos = 0. a variação da energia térmica incidente sobre o sensor. 1. sendo Rs a resistência do sensor. é substituído por energia elétrica equivalente (efeito Joule) no sensor. que pode ser o valor da energia elétrica no sensor com o mensurando igual a zero. a temperatura Ts e a resistência do sensor Rs não são constantes sob incidência de radiação ou velocidade do fluido. [11]. Nestes circuitos.

tem-se como resultado.1 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Estando o circuito do sensor termorresistivo com a Ponte de Wheatstone em equilíbrio em regime permanente. (7) ?? em que ?? é a corrente que passa no sensor. ?. é válida a seguinte exressão: VERIFICAR AS VARIAVEIS DE ESTADO ?. podem-se encontrar as expressões para a arquitetura com PTC e saída analógica. (3). Substituindo ?? em (6). (6) Estando a temperatura do sensor constante. [14]: ??2 ?? = = ?? . e para NTC e saída pulsada. A partir das expressões de (3) a (5) e também considerando a Figura 5 (a) e (b) e a Figura 6 (a) e (b). A seguir serão descritas as deduções das respectivas expressões para ambas arquiteturas. tipos de sensores (PTC e NTC) e saídas (analógica e em largura de pulso). ?. (?? − ?? ) . sendo Vos = 0. ?? 2 . ?? 2 . para NTC e saída analógica. ? + ?? = ?. tem-se que: UFCG 32 . CAPÍTULO II – Expressões matemáticas dos sinais de saída dos sensores termorresistivos No capítulo anterior foram demonstradas duas das principais arquiteturas para projetos de radiômetros baseados em sensores termorresistivos do tipo PTC/NTC bem como suas respectivas expressões matemáticas de saídas analógica e em PWM. 2. que pode ser representada por ?? [13]. para PTC e saída pulsada. variações em Ta ou H são compensadas com ??2 variações na Potência Elétrica. Pela Figura 5 (a). analisando o circuito. que pode ser dada por ou ?? .

?? 2 ?. (11) ?? ?? + ? e utilizando (10) em (11) tem-se Vo: ?2 2 ?. (?? − ?? ) − ?. pode-se adotar uma constante ? [13]. (?? − ?? ) − ?. ?. ?]. ?. tendendo desta forma manter ?? constante. (10) ?? + ? substituindo (8) em (3) pode-se obter: 1 ?? . ?. ( ) = ?. ?. ?] . portanto o circuito irá variar a corrente no sensor ?? . (9) ?? ?? + ? Na arquitetura de sensor aquecido à temperatura constante. ?? ?= . Sendo assim. (8) ?? + ? portanto. tem-se [13]: ?? ?? = . o objetivo é manter a temperatura do sensor constante. (12) ?? ? isolando ??2 : ?? ??2 = [?. (13) ?2 ?? ?? = √ 2 . ?. em (5). ?. (14) ? UFCG 33 . ? = ?. ?? . (?? − ?? ) . ? + . [?. ?? ?? = . considerando ainda Vos = 0 e ganho infinito G em malha aberta. ?. (?? − ?? ) . . aquecendo-o sob Efeito Joule sob variação da temperatura do ambiente. ?. ? + .

?. o resultado é (15). conforme representado na Figura 5 (b). 1√ 1 1 ?. e período P.3 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Temperatura Constante Na ponte de Wheatstone contendo o sensor. ?] . que caracteriza a saída analógica do circuito com o sensor PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. [?. (1 + ?.( − ) ?? = ?? . (18) ? 0 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . o resultado é a expressão encontrada em (16). de amplitude E.2 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para o caso do termistor NTC. (17) 1 ? ??? = √ ∫ ? 2 (?)?? . ? ?? ?? . ?. (5).substituindo (4) em (14). ?. (15) ? 2. (16) ? 2. Esta onda da tensão de alimentação PWM pode ser gerada usando um microcontrolador (ou um microcomputador) e o sensor termorresistivo é sensível ao valor RMS da tensão. (?? − ?? ) − ?. ?? ). (?? − ?? ) − ?. é fornecida uma largura de pulso de tensão modulada como excitação elétrica. partindo-se da expressão (3) e substituindo ?? pela expressão característica que relaciona a resistência com a temperatura do NTC. ?? = ???(?(?)) . ?. ?] . 1 ?? = √?? . (19) ? 0 UFCG 34 . [?.

?? ). (29) ? 2 . { (20) ?(?) = 0. √ ) = ? 2 . (22) ? ?2. ?] . para as seguintes condições: ?(?) = ?. (28) ? 2. (21) ? 0 ?2 ??? = √ . (24) ? sendo assim. ?] . (23) ? ? ??? = ? √ . Então. ?2 ? ?= . ? (1 + ?. definindo a razão cíclica como: ? ?= . ? ∫ ?? . (?? − ?? ) − ?. ?2 ? UFCG 35 . ???? 0 ≤ ? < ? . (25) ? 2 ? ? ? ?? = ? √ => ?? 2 = (?. [?. ?] . ?. ?. = 2 [?. ???? ? ≤ ? < ? . ? ??? = √ . ?. ?. (?? − ?? ) − ?. . ?. (?? − ?? ) − ?. 1 2 ? ??? = √ . tem-se que: ? ?? ?2. (27) ? ? ?. ?. ?? ?= [?. ?|?0 . (26) ? ? ? substituindo ?? 2 em (13).

? ?? ?? = . ?] .5 Expressão da Saída Analógica do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Nesta arquitetura. e considerando o regime permanente. ?] . ?2 2. (32) ? ? 2. tem-se: 1 1 ?. ?] .? resultando em: ? ?? (1 + ?. ?. e igualando à (26). (?? − ?? ) − ?. ?2 ? ?? (1 + ?. partindo-se de (16). (31) ? ? 2. ?. ?2 2. ?? ). (?? + ∆?)) . [?. ?. ?? ) . (36) UFCG 36 . tem-se ainda que: ∆? = ?? − ?? (é ?????????) . ?? ) = . ?? ) = . ? 1 = 2 2 . (34) sendo assim. descrita como (3). partindo-se da expressão equivalente à Primeira Lei da Termodinâmica. ?. ?. [?. [?. (?? − ?? ) − ?. ?. considerando também (4): ?? ≅ ?? (1 + ?. (?? − ?? ) − ?.( − ) ? ?? .4 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Temperatura Constante Para modelar a expressão característica da saída pulsada do NTC aquecido à temperatura constante. ?] . ?? (1 + ?. (33) ? ? 2. { (35) ?? = ?? + ∆? . (30) ? ? . [?. ?. ?. (?? − ?? ) − ?. portanto: ?? ≅ ?? (1 + ?.

?] . ∆? − ?. ? (?? + ∆?) ?? + 1 1 ) . ?. (42) inserindo (42) em (40). (1 + ?. ∆? − ?. ? . ?. (38) (?? + ?)2 (?? + ?)2 ?? = √ .6 Expressão da Saída Analógica do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para o NTC. ?. ?. [?. ( ) = ?. k também não é. ?. referente à saída analógica do termistor NTC. (1 + ?. ?] . ?.( − ) ?? ≅ ?? . ? (?? + ∆?) ?? . 1 ?? . ?. ?2 ?? = √(2? + ?? . (41) ?? . ∆? − ?. considera-se (3) e (34). ?. ?? 2 . (40) ?? resultando em (41). ? (?? + ∆?) ?? UFCG 37 . (43) ?. (?? + ∆?)) 2. (?? + ∆?)) + . portanto assim.( 1 1 − ) ?2 ?? = √(2? + ?? . o resultado é a expressão encontrada em (43). ∆? − ?. ∆? − ?. [?. [?.( − ) ?? . ? . (37) ?? ?? + ? ?? . ?] . (5) ficará da seguinte forma: 1 1 ?. ??2 = ?. [?. ?. ∆? − ?. aquecido à diferença de temperatura constante.como ?? não é mais constante pois ?? não é constante. ?] . ?. ?. (39) ?? ?2 ?? = √(2? + ?? + ) . ?. ?.

?. (?? + ∆?)) + ]. (46) ? ? ?? . ?. (48) ?? UFCG 38 . (44) ?? . [?. ?] . ou seja. (?? + ∆?)) ? ?2 ?2. [?. (?? + ∆?)) + ]. ∆? − ?. = [2? + ?? . temos que ?? = ???(?(?)). à saída analógica. ∆? − ?. [?. temos que: ?2 ?? 2 = [2? + ?? . ?2 ?? 2 = (2? + ?? + ) . ?] . ?. (?? + ∆?)) ? ? e sendo ? a razão cíclica 0 < ? < 1 ou: ? ?= . ?] . (45) ? ?? . e utlizando o resultado da análise p/?? . (1 + ?.7 Expressão da Saída Pulsada do Sensor PTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Semelhante à saída pulsada do sensor termorresistivo aquecido à temperatura constante. (1 + ?. ?. ?. considerando (26). (41). ?. (?? + ∆?)) + ]. [?.8 Expressão da Saída Pulsada do Termistor NTC aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a saída pulsada do termistor aquecido à diferença de temperatura constante. ∆? − ?. (1 + ?. (?? + ∆?)) resultando em (46): ? 1 ?2 = 2 [2? + ?? . ?] . ?. (47) ? 2. 100% 0% < ? < 100% . (1 + ?. ∆? − ?. (1 + ?. 2. da configuração à diferença de temperatura constante. ?. (1 + ?. são consideradas (26) e (40).

?. ∆? − ?. ?. (49) ? ?. ? (?? + ∆?) ?? UFCG 39 . ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) . [?. ?] .( 1 1 − ) ?2 ?2 = (2? + ?? . tem-se: ? ?.( 1 1 − ) ?2 = 2 = (2? + ?? . [?. ?.( − ) ?? . ∆? − ?. ?] .( − ) ?? . ? (?? + ∆?) ?? resultando em (50): ? 1 ?. (50) ? ? ?. ?.substituindo ?? da expressão anterior por (42). ? (??+ ∆?) ?? + 1 1 ) .

o resultado é a expressão (52). No caso. = − √ . sendo asism. (51) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? 3. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. ou seja. 1 1 ?( − ) ??? ? ??? √ ?? ? ?? ?? . estão sendo analisadas as sensibilidades para radiômetros. As sensibilidades associadas às configurações clássica e de diferença de temperatura constante são resultados das derivadas normalizadas das expressões de saída da tensão analógica ou a razão cíclica em relação à grandeza de entrada. ??? ? ??? ?? (1 + ??? ) . a grandeza de entrada é a radiação H. 3. CAPÍTULO III – Expressões Matemáticas da Sensibilidade dos Sensores Termorresistivos PTC e NTC A partir das expressões analógicas e pulsadas dos sensores termorresistivos PTC e NTC.2 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (16) em relação à H. (52) ?? ? 2?? ??(?? − ?? ) − ??? UFCG 40 . em função da grandeza interferente [12]. ou seja. o resultado é a expressão (51).1 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada na expressão (15) em relação à H. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. = − . foram desenvolvidas as expressões de sensibilidade.

em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. ? ?? ? ??? . ? ??∆? − ??? ? ? )+? UFCG 41 . ou seja. = − . ? +∆?)) 2. ? ?( − ) 1 1 ?? ? ?? ?? ?? . em relação à radiação incidente sobre a área do sensor.3 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (32) em relação à H. o resultado é a expressão (55). o resultado é a expressão (54). (55) ?? ? (? ? .4 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC de Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (33) em relação à H. (53) ?? ? ? ? 3. √ ? . ??? ? ??? ? (1 + ?(?? + ∆?)) . ??? (54) ?? ? ? 2?2 3.(1+ ?. = − 2 2 ?? (1 + ??? ) .5 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC de Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (41) em relação à H. ou seja. =− .?(1+ ?. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. 3. o resultado é a expressão (53).(? +∆?) . ? . ou seja.

ou seja.? ?( − ) ?? ? ? ? +∆? ? ? +? 3. o resultado é a expressão (57). ?(∆?) − ??? ? 2. (58) ?? ? ?( 1 1 − ) ?? ? ?? +∆? ?? ( 1 1 ) .(1+ ?.7 Expressão da Sensibilidade do Sensor PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (46) em relação à H.8 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (50) em relação à H.(?? +∆?)) (? ) . ?? ? ?((∆?+?? ) ? . = − 1 1 . o resultado é a expressão (56). 3. em relação à radiação incidente sobre a área do sensor. −1 −1 ) ??? ? ??? ?? ? ?((∆?+?? ) −?? .(1+ ?.(?? +∆?))+? 3. à radiação incidente sobre a área do sensor. ?? (1 + ?(?? + ∆?)) . ou seja. 1 1 . o resultado é a expressão (58). ? ?? ? ??? . = − 2 . 2 . ? ? ? ??? ? −1 −? −1 ) = −. ?2 ? . à radiação incidente sobre a área do sensor.√ . (57) ?? ? ?? .6 Expressão da Sensibilidade do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Aplicando-se a derivada da expressão (43) em relação à H. ou seja. ?2 ?( − ) ?? ? ?? +∆? ?? +? UFCG 42 . (56) ?? ? ?? ? ?( − ) ?? +∆? ?? ?.

Quadro 1 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante.9 S 20 mm² S 1.5 k 0. Ta. foi possível realizar simulações que englobam a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. respeitando os dados do Quadro 1 e Quadro 2.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k 0. traçando-se os gráficos a seguir.Ta -- UFCG 43 .5 U 211. avaliando-se a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza interferente.Ta -.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 12 V E 1.6 V ΔT = Ts.9 α 0.5 W/m2 ºC α 0.5 W/m2 ºC U 211.Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza Interferente Com as expressões de saídas analógicas e em largura de pulso desenvolvidas. e com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais. ΔT = Ts. CAPÍTULO IV – Dinâmica de Saída .

Para a arquitetura à diferença de temperatura constante. para o NTC. controlados pela amplitude de pulso do PWM. escolheu-se E = 12 V. sendo esta a maior intensidade de radiação incidente na superfície da Terra [10]. e E = 1.6 V. Quadro 2 – Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante. UFCG 44 .Ta 7 ºC ΔT = Ts. sempre garantam uma duração de pulso menor que 1 (ou 100%) do seu período total.5 W/m2 ºC α 0.00385 ºC-1 B 3100 K H 0/100/500/1000/1500 W/m² H 0/100/500/1000/1500 W/m² Ts 50 ºC Ts 323 K R 100 ohms R 30 ohms Ta -20/-10/0/10/20/30/40 ºC Ta 253/263/273/283/293/303/313 K To 323 K E 3.9 S 20 mm² S 1. escolheu-se E = 3.8 V E 1V ΔT = Ts.8 V para PTC e E = 1 V para o NTC.28 mm² Ro 100 ohms Ro 30 ohms β 0. k -- U 211. para o PTC. Valores estes para que os sinais de saída (Vp nas Figuras 5 e 6).5 W/m2 ºC U 211. Parâmetros para a Arquitetura de Sensor Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Parâmetros para o Sensor PTC Parâmetros para o Termistor NTC k -. nas saídas pulsadas.9 α 0.Ta 7K Considerou-se a radiação máxima de 1500 W/m². Para a arquitetura de temperatura constante.

1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 12 H=1500 W/m2 11 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 10 H5=0 W/m2 9 8 Vo [V] 7 6 5 4 3 2 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 8 . de 273 K a 313 K. 4. Constatou-se que. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1. Para a análise da simulação. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo) em função da grandeza interferente à temperatura (Ta). houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. representado na Figura 8. Sob esta condição.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. foi obtido o gráfico. correspondente à um valor de 8.63 V. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). UFCG 45 .

2 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 9 . correspondente à um valor de 1. em função da grandeza interferente. Sob esta condição. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1.Saída analógica e termistor NTC aquecido à temperatura constante.4 0.4 H=100 W/m2 H=0 W/m2 1. Constatou-se que. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo).2 1 Vo [V] 0.6 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 1.6 0. de 253 K a 313 K. foi obtido o gráfico. a temperatura (Ta). A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1.2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. representado na Figura 9. UFCG 46 . foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. Para a análise da simulação.08 V. 4.8 0.

3 0. representado na Figura 10.7 0. foi avaliada a dependência da grandeza da saída pulsada. em função da grandeza interferente. a temperatura (Ta). foi obtido o gráfico. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica.1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 10 ..8 H=0 W/m2 0. Constatou-se que. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 1 H=1500 W/m2 0. 4. equivalente à variação de tensão (Vo) de 11 V. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). Para a análise da simulação.5 0.84 ou 84 % do período total. Sob esta condição. considerando (26).4 0. de 253 K a 313 K. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. UFCG 47 . houve a maior variação da razão cíclica. correspondente à ?/? = 0. (Ciclo de Trabalho). Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1.6 Ciclo de Trabalho 0.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.2 0.9 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0. sob 1500 W/m2 de radiação.

3 0.8 H=500 W/m2 H=100 W/m2 0.7 H=0 W/m2 0. 4. Para a análise da simulação. (Ciclo de Trabalho).5 0. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 0. de 253 K a 313 K. representado na Figura 11. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. UFCG 48 .2 0. a temperatura (Ta).6 Ciclo de Trabalho 0. em função da grandeza interferente. correspondente à ?/? = 0. sob 1500 W/m2 de radiação.66 V.76 ou 76 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica.4 0.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 11 .Saída pulsada e termistor NTC aquecido à temperatura constante. A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 1.4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. foi obtido o gráfico. houve a maior variação da razão cíclica.9 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 0. Constatou-se que. Sob esta condição. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]).

66 V. de 253 K a 313 K. UFCG 49 . correspondente à um valor de 0. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída.7 17.1 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 12 . em função da grandeza interferente.8 H = 0 W/m2 17.Saída analógica e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi obtido o gráfico. A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2.3 17.2 17.4 17. a temperatura (Ta). Para a análise da simulação. Constatou-se que. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 18 H =1500 W/m2 H = 1000 W/m2 17. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. 4. foi avaliada a dependência da saída analógica (Vo).6 Vo [V] 17.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. Sob esta condição.9 H = 500 W/m2 H = 100 W/m2 17. representado na Figura 12.5 17.

4. foi obtido o gráfico. correspondente à um valor de 9. Para a análise da simulação.6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). a variação de tensão é mínima. sendo perceptível apenas. em função da grandeza interferente. Sob esta condição. UFCG 50 . houve a maior variação de tensão (Vo) sob 1500 W/m2 de radiação. Constatou-se que. Para um ponto fixo na faixa de temperaturas ambiente. foi avaliada a dependência da grandeza de saída analógica (Vo). A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2. representado na Figura 13. foi avaliado qual a maior variação de tensão de saída. a temperatura (Ta). Tensão de Saída x Temperatura Ambiente 20 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 18 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 16 Vo[V] 14 12 10 8 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 13 .52 V. na Figura 14.Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. considerou-se o termistor submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. de 253 K a 313 K.

96 252.164 19.166 19.152 19.02 253. UFCG 51 .04 253.158 19.156 19.16 19.168 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 19.98 253 253. Tensão de Saída x Temperatura Ambiente H= 1500 W/m2 19.06 Ta[K] Figura 14 .94 252.162 Vo[V] 19.17 H= 1000 W/m2 H= 500 W/m2 19.15 252.Saída analógica e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante com destaque na variação de Vo em 253 K.154 19.

correspondente à ?/? = 0.2 0. Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0.Saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.8 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 0. Constatou-se que.5 0. de 253 K a 313 K. UFCG 52 . considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). a temperatura (Ta).1 0 253 263 273 283 293 303 313 Ta[K] Figura 15 . foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica.6 Ciclo de Trabalho 0. sob 0 W/m2 de radiação. Para a análise da simulação. Sob esta condição. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 2.4 0. houve a maior variação da razão cíclica. 4.9 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0. em função da grandeza interferente.3 0. considerou-se o sensor termorresistivo submetido à uma faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.14 V. foi obtido o gráfico. representado na Figura 15.7 Simulação da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.09 ou 9 % do período total equivalente à variação de tensão (Vo) de 1. (Ciclo de Trabalho).7 H= 0 W/m2 0.

correspondente à ?/? = 0.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Temperatura Ambiente do Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.68 V. Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente 0.7 H= 500 W/m2 H= 100 W/m2 H= 0 W/m2 0. houve a maior variação da razão cíclica. UFCG 53 . Constatou-se que. equivalente à variação de tensão (Vo) de 0. (Ciclo de Trabalho). foi obtido o gráfico.6 0.1 0 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta[K] Figura 16 . em função da grandeza interferente.5 Ciclo de Trabalho 0. sob 0 W/m2 de radiação. considerou-se o termistor submetido à faixa de radiação de 0 a 1500 W/m2. representado na Figura 16. Para a análise da simulação. de 253 K a 313 K. Sob esta condição. foi avaliada a dependência da grandeza de saída pulsada.8 H= 1500 W/m2 H= 1000 W/m2 0.3 0.Saída pulsada e termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.4 0. foi avaliado qual a maior variação da razão cíclica considerando toda a faixa da temperatura ambiente (Ta [K]). 4.2 0.47 ou 47 % do período total. a temperatura (Ta). A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro 2.

50 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação em função da UFCG 54 . Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -2 -3 Sensibilidade Relativa (%) -4 -5 -6 -7 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 17 . Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -6. A partir de (51) e dos parâmetros no Quadro 1. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. foi obtido o gráfico. 21. Constatou-se que. a sensibilidade foi maior no ponto do eixo da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. correspondentes das Figuras 17. ou seja. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. 23 e 24.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. 5. 19. Tendo como objetivo avaliar a sensibilidade relativa à radiação em função da temperatura ambiente (Ta).1 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. 20. CAPÍTULO V – Análise da Sensibilidade Relativa em Relação à Temperatura Ambiente. 18. foram desenvolvidos os gráficos a seguir. representado na Figura 17. a temperatura (Ta). 22.

Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 -4 H=0 W/m2 [dVo/dH * H/E] -6 -8 Sensibilidade Relativa (%) -10 -12 -14 -16 -18 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 18 . a temperatura (Ta). ou seja.54 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. Significa que neste ponto. em função UFCG 55 . em dadas condições. foi obtido o gráfico. Foi constatada uma taxa de variação de aproximadamente -16. a grandeza interferente tem influência na variação da sensibilidade.2 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. a sensibilidade foi maior no ponto da abscissa referente à temperatura ambiente de 313 K. principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica Foi constatado que. temperatura ambiente (Ta) correspondente. representado na Figura 18. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. 5. A partir de (52) e dos parâmetros do Quadro 1. também é perceptível a variação da temperatura ambiente. o sensor tem uma maior sensibilidade em relação a outras temperaturas ambiente. Conforme o gráfico. para uma radiação máxima de 1500 W/m2.

foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. a grandeza interferente tem pouca influência na variação da sensibilidade. UFCG 56 . em uma radiação incidente de 1500 W/m2.04 Sensibilidade Relativa (%) -0. foi obtido o gráfico. ou seja.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. a temperatura (Ta).02 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. A partir de (53) e dos parâmetros do Quadro 1.06 -0.08 -0. em qualquer ponto da variação de temperatura ambiente.16 %) constante. ou seja. Percebe-se que.12 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 19 . principalmente estando o sensor sob radiação incidente máxima.1 -0. representado na Figura 19. ou seja. houve uma sensibilidade relativa (-0. para qualquer ponto na abscissa correspondente à valores de Ta. 5. da temperatura ambiente (Ta) correspondente. tem influência na variação da sensibilidade nesta simulação. A variação da temperatura ambiente. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 -0. a grandeza interferente.3 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.

ou seja.05 -0. 5. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. tendo assim a grandeza interferente. representado na Figura 20. A partir de (54) e dos parâmetros do Quadro 1.09 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 20 . a temperatura (Ta). UFCG 57 .Sensibilidade do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. pouca influência na variação da sensibilidade.01 H=1000 W/m2 H=500 W/m2 H=100 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0.02 H=0 W/m2 -0. para uma radiação incidente de 1500 W/m2.07 -0. em qualquer ponto do eixo Ta [K]. Foi constatado que.08 -0.06 -0.04 Sensibilidade Relativa (%) -0.08 %) constante. houve uma sensibilidade relativa (-0.03 -0. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 -0. foi obtido o gráfico.4 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termistor NTC aquecido à temperatura constante.

Porém. Constatou-se que. sob radiação máxima é possível perceber que a sensibilidade varia com a variação de Ta . foi gerado o gráfico. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. A partir de (55) e dos parâmetros do Quadro 2. Sob os níveis de radiação até 1000 W/m2. ou seja. houve pouca influência da grandeza interferente na variação da sensibilidade. representado na Figura 21. 5. uma taxa de variação de aproximadamente -338 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. para uma radiação máxima de 1500 W/m2.Sensibilidade do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada.5 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. UFCG 58 . foi avaliada a sensibilidade em relação à (Ta). em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. em 313 K. a temperatura (Ta). Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -50 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -100 -150 Sensibilidade Relativa (%) -200 -250 -300 -350 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 21 .

UFCG 59 . representado na Figura 22.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. ou seja. a variação de temperatura ambiente tem grande influência na sensibilidade.31 % da tensão de saída (Vo) em relação à radiação. A partir de (56) e dos parâmetros do Quadro 2. 5. em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. com uma taxa de variação de aproximadamente - 36. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -5 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -10 -15 Sensibilidade Relativa (%) -20 -25 -30 -35 -40 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 22 . Foi constatado que. Sob radiação máxima. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. para uma radiação máxima de 1500 W/m2 a sensibilidade relativa foi maior no ponto da abscissa referente à 253 K. a temperatura (Ta). foi obtido o gráfico.6 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Analógica aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.

a temperatura (Ta).7 Simulação da Sensibilidade Relativa do Sensor Termorresistivo PTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante.Sensibilidade da saída pulsada e sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. 5. foi obtido o gráfico. a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa. uma taxa de variação de aproximadamente -157 % da razão cíclica em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta) correspondente. em 313 K. a sensibilidade relativa não teve variações significativas. UFCG 60 . representado na Figura 23. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. indicando que a variação da grandeza interferente não tem muita influência na variação da sensibilidade. A partir de (57) e dos parâmetros do Quadro 2. Em todas as faixas de radiação. ou seja. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -20 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -40 -60 Sensibilidade Relativa (%) -80 -100 -120 -140 -160 253 263 273 283 293 303 313 Ta [K] Figura 23 . foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. Foi constatado que.

ou seja. em 253 K. foi obtido o gráfico.Sensibilidade do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. uma taxa de variação de aproximadamente -0.1 H=500 W/m2 H=100 W/m2 H=0 W/m2 [dSigma/dH * H/E] -0. para uma radiação máxima de 1500 W/m2. UFCG 61 . Pela análise foi possível também perceber a nítida variação da sensibilidade ao variar-se a temperatura ambiente.6 -0. A partir de (58) e dos parâmetros do Quadro 2. representado na Figura 24.7 250 260 270 280 290 300 310 320 Ta [K] Figura 24 .8 Simulação da Sensibilidade Relativa do Termistor NTC em Saída Pulsada aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. sob uma mesma intensidade de radiação. foi avaliada a sensibilidade em relação à grandeza interferente. Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente 0 H=1500 W/m2 H=1000 W/m2 -0.64 % da grandeza de saída em relação à radiação em função da temperatura ambiente (Ta). a sensibilidade relativa foi maior no ponto referente à abscissa.3 Sensibilidade Relativa (%) -0. Constatou-se que.2 -0. a temperatura (Ta).4 -0.5 -0. 5. ou seja.

e demais constantes do Quadro 1 e Quadro 2. foi obtido o gráfico. tensão de saída analógica (Vo). foi avaliada a dependência da grandeza de saída. Tensão de Saída x Radiação 11 Ta=313 K Ta=313 K 10 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 9 8 7 Vo [V] 6 5 4 3 2 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 25 . 6. a radiação (H). A partir de (15) e dos parâmetros do Quadro 1.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. representado na Figura 25. com a utilização de parâmetros de sensores termorresistivos comerciais. CAPÍTULO VI – Dinâmica de Saída . foi possível avaliar a dependência da grandeza de saída Vo e ?/? com a grandeza de entrada H. UFCG 62 .1 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.Avaliação da Dependência da Grandeza de Saída com a Grandeza de Entrada Tendo como objetivo a continuação da análise da dinâmica de saída para cada arquitetura. em função da grandeza de entrada. ou seja.

4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 26 . para uma melhor dinâmica de resposta. foi obtido o gráfico. a radiação (H). Na temperatura ambiente de 313 K. sob diversas temperaturas ambiente.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída analógica. Na instrumentação eletrônica. UFCG 63 .5 0. em função da grandeza de entrada. por exemplo. tensão de saída analógica (Vo). é perceptível a influência da grandeza de entrada sobre a tensão de saída. ocorre a variação de Vo. Nesta simulação.6 0. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. representado na Figura 26. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.2 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Analógica em Função da Radiação do Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante.9 Vo [V] 0. a variação de Vo é de 1.8 0. ou seja. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. Tensão de Saída x Radiação 1.8 V. A partir de (16) e dos parâmetros do Quadro 1.1 1 0. H. 6.2 Ta=293 K Ta=283 K Ta=273 K 1. Submetendo o sensor termorresistivo à uma variação de radiação de 0 à 1500 W/m2.3 Ta=313 K Ta=303 K 1.7 0. deseja-se que esta variação seja a maior possível.

que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada. ou seja. Na temperatura ambiente de 313 K. por exemplo. A partir de (32) e dos parâmetros do Quadro 1. em função da grandeza de entrada.3 0. Nesta simulação. Na temperatura ambiente de 313 K UFCG 64 .1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 27 . (Ciclo de Trabalho). em diversas temperaturas ambiente. da saída pulsada.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada.5 Ciclo de Trabalho 0. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. foi avaliada a dependência da grandeza de saída.4 0. a radiação (H). representado na Figura 27. ocorre a variação do ciclo de trabalho. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2.6 0. em diversas temperaturas ambiente.7 Ta=283 K Ta=273 K 0. foi obtido o gráfico. ocorre a variação de Vo. 6. Ciclo de Trabalho x Radiação 0.2 0.8 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 0. a variação de Vo é de 0.23 V. H. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.3 Simulação da Dependência da Tensão de Saída Pulsada em Função da Radiação do Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante.

foi obtido o gráfico. A partir de (33) e dos parâmetros ado Quadro 1. Ciclo de Trabalho x Radiação 0.08 ou (8 % do período total). ocorre a variação do ciclo de trabalho. (Ciclo de Trabalho). foi avaliada a dependência da grandeza de saída.4 Ciclo de Trabalho 0. Na temperatura ambiente de 313 K por exemplo. em função da grandeza de entrada. ou seja.6 Ta=273 K 0. a radiação (H). representado na Figura 28.5 0. por exemplo. 6.3 0. Simulando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico.2 0. UFCG 65 .1 0 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 28 .09 ou (9 % do período total). a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0.7 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K Ta=283 K 0. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. a variação do ciclo de trabalho é de ?/? = 0.4 Simulação da Dependência da Tensão de Saida Pulsada em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à temperatura constante. em diversas temperaturas ambiente.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à temperatura constante em saída pulsada. da saída pulsada.

foi obtido o gráfico.5 17. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. representado na Figura 29.6 17. por exemplo.Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica. a variação de Vo é de 0. Na temperatura ambiente de 313 K. em diversas temperaturas ambiente.9 17. em função da grandeza interferente. variando a radiação até o seu valor máximo no gráfico. ou seja.1 Ta=313 K Ta=313 K Ta=293 K 18 Ta=283 K Ta=273 K 17. Nesta simulação. que é o equivalente elétrico da grandeza de entrada.4 0 500 1000 1500 H [W/m2] Figura 29 . A partir de (41) e dos parâmetros do Quadro 2. 6.1 V. ocorre a variação de Vo. a radiação (H). UFCG 66 . Tensão de Saída x Radiação 18. tensão de saída analógica (Vo). foi avaliada a dependência da grandeza de saída.7 17.5 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.8 Vo [V] 17. H.

6 Simulação da Dependência da Tensão Analógica em Função da Radiação para o Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.5 12 Vo[V] 11. ou seja. representado na Figura 30.5 Ta=283 K Ta=273 K 13 12.Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica. não há significativa variação da tensão de saída. Tensão de Saída x Radiação 14 Ta=313 K Ta=303 K Ta=293 K 13. estando o sensor sob uma radiação variante de 0 à 1500 W/m2. equivalente à variação da grandeza de entrada.5 0 500 1000 1500 H[W/m2] Figura 30 .5 11 10. foi avaliada a dependência da grandeza de saída. A partir de (43) e dos parâmetros do Quadro 2. foi traçado o gráfico.5 10 9. a radiação (H). em função da grandeza interferente. em diversas temperaturas ambiente. UFCG 67 . tensão de saída analógica (Vo). 6. Nesta simulação.

6.7 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Sensor Termorresistivo PTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, foi avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de
Trabalho), em função da grandeza de entrada, a radiação (H). A partir de (32) e dos parâmetros do
Quadro 2, foi obtido o gráfico, representado na Figura 31.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.9
Ta=313 K
Ta=313 K
0.8 Ta=293 K
Ta=283 K
Ta=273 K
0.7

0.6
Ciclo de Trabalho

0.5

0.4

0.3

0.2

0.1

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 31 - Dinâmica de saída do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de
temperatura constante em saída pulsada.

Percebe-se uma grande variação em Vo ao variar H. Sendo assim, a grandeza de entrada
tem significativa influência no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação incidente de 0 a 1500
W/m2, à 313 K, houve uma variação de ?/? = 0,81 ou 81 % do período total do pulso.

UFCG 68

6.8 Simulação da Dependência da Tensão Pulsada em Função da Radiação para o
Termistor NTC Aquecido à Diferença de Temperatura Constante
Para a arquitetura do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante, foi
avaliada a dependência da grandeza de saída, ou seja, da saída pulsada, (Ciclo de Trabalho), em
função da grandeza interferente, a temperatura (Ta). A partir de (33) e dos parâmetros do Quadro
2, foi traçado o gráfico, representado na Figura 32.
Ciclo de Trabalho x Radiação
0.4
Ta=313 K
Ta=303 K
Ta=293 K
0.35 Ta=283 K
Ta=273 K

0.3

0.25
Ciclo de Trabalho

0.2

0.15

0.1

0.05

0
0 500 1000 1500
H [W/m2]

Figura 32 - Dinâmica de saída do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante
em saída pulsada.

Nesta simulação, há uma variação significativa em Vo, ao variar H. Sendo assim, a
grandeza de entrada tem influência considerável no sinal de saída. Sob uma faixa de radiação
incidente de 0 a 1500 W/m2, houve uma variação de ?/? = 0,34 ou 34 % do período total do pulso,
à 273 K.

UFCG 69

CAPÍTULO VII – Resultados

Nas simulações realizadas, teve-se como objetivo analisar as arquiteturas baseadas em
sensores termorresistivos em três aspectos diferentes: a influência da variação da temperatura
ambiente (Ta) na tensão de saída (Vo) ou na razão cíclica ?, a dependência das grandezas de saída
com a grandeza de entrada (radiação, H) e a sensibilidade relativa. Nesta última avaliação, também
é analisada a influência que a variação da temperatura ambiente tem sobre a sensibilidade.
A partir dos resultados apresentados no Quadro 3, foi possível determinar qual arquitetura
e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza interferente sobre a
grandeza de saída.

Quadro 3 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Temperatura Ambiente.
Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Temperatura Ambiente Ta
Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de
Constante Temperatura Constante
Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada
PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC
ΔVo=8,63 V ΔVo=1,08 V ?? = 84 % ?? = 76 % ΔVo=0,66 V ΔVo=9,52 V Δ? = 9 % ?? = 47 %

No primeiro aspecto avaliado, é desejável que a grandeza interferente tenha a menor
influência possível na grandeza de saída, para que haja uma melhor dinâmica de resposta. Para os
radiômetros simulados, sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2, é preferível que a tensão de
saída, correspondente à variação de radiação, seja constante se houver variação de temperatura
ambiente (de -20 oC à 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K à 313 K para termistores).
Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados, o que teve menor influência
da grandeza interferente é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura
constante, nas saídas analógica e em largura de pulso. O pior desempenho foi constatado para o
PTC em saída pulsada aquecido à temperatura constante.

UFCG 70

51 % -157 % -0.5 % -16. é preferível que o instrumento possua a maior sensibilidade possível.08 % -338 % -36. Tensão de Saída Vo e Razão Cíclica ? em Função da Radiação H Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC Vo = 1. sob variação da grandeza interferente. pois sua sensibilidade se manteve constante sob a variação da temperatura ambiente. o melhor desempenho foi obtido pelo do PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada. de forma que. tal sensibilidade seja constante.54 % -0.8 V Vo =0.1 V Vo = 0.23 V ?=9% ?=8% Vo = 0. Quadro 5 – Análise da Dependência da Tensão de Saída em Função da Radiação . o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica foi o mais sensível. Sendo assim.16 % -0. Quadro 4 – Análise da Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente. Porém a temperatura ambiente teve grande influência na variação de sua sensibilidade. A partir dos resultados apresentados no Quadro 4. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída.01 ? = 81 % ? = 64 % UFCG 71 .64 % Na segunda análise. A partir dos resultados obtidos no Quadro 5. foi possível determinar qual arquitetura e sensor obteve o melhor desempenho em relação à sensibilidade relativa em função da temperatura ambiente. sendo assim. Sensibilidade Relativa em Função da Temperatura Ambiente Ta Sensor/Termistor aquecido à Temperatura Sensor/Termistor Aquecido à Diferença de Constante Temperatura Constante Saída Analógica Saída Pulsada Saída Analógica Saída Pulsada PTC NTC PTC NTC PTC NTC PTC NTC -6.

de forma que seja garantida uma melhor dinâmica de saída do instrumento. Dentre os sensores termorresistivos e termistores analisados. a grandeza medida pelo sensor ou termistor. seja ampla para cada ponto da temperatura ambiente (de -20 oC a 40 oC para sensores termorresistivos e 253 K a 313 K para termistores). na saída em largura de pulso. Para os radiômetros simulados. é desejável que a grandeza de entrada. Dados os resultados das análises. UFCG 72 . correspondente à variação de radiação. é preferível que a tensão de saída. ou seja. tenha a maior influência possível na grandeza de saída. o que teve maior influência da radiação é o sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. foi possível comprovar o melhor desempenho da arquitetura de sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante. sob uma radiação de 0 W/m2 a 1500 W/m2. O sensor apresentou uma elevada sensibilidade nas duas saidas (analógica e em largura de pulso). porém apenas em saída pulsada obteve melhor dinâmica de resposta em relação à influência da grandeza de entrada sobre a grandeza de saída e menor interferência da temperatura ambiente na sua sensibilidade. se comparada à arquitetura clássica. menor influência da temperatura ambiente. Na terceira análise.

UFCG 73 . foram analisadas duas arquiteturas que utilizam o princípio da equivalência elétrica. analisar a sensibilidade de cada sensor e arquitetura. Variando-se (Ta) neste caso. comparando-se os gráficos da arquitetura de sensor aquecido à diferença de temperatura constante. na arquitetura proposta.1 Conclusões Neste trabalho. ou ciclo de trabalho para os casos de saída pulsada. com os gráficos da arquitetura do sensor aquecido à temperatura constante. CAPÍTULO VIII – Conclusões e Perspectivas 8. para ambos (PTC e NTC). Simulando a relação entre a tensão de saída e a grandeza interferente na arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante. deseja-se que o sensor tenha a maior variação de sua tensão de saída. quando submetido à uma variação de radiação Na arquitetura de aquecimento com o sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante. com o estímulo da menor variação na grandeza de entrada. a sensibilidade se manteve praticamente constante em toda a faixa de temperatura ambiente. em que. e (?/?). Foi objetivo também. Principalmente na saída analógica e pulsada do PTC. foi possível verificar que as sensibilidades das primeiras são bem maiores do que as encontradas na arquitetura clássica. E tem pouca variação de tensão em relação à um (Ta) fixo. na implementação de sensores termorresistivos: a arquitetura de aquecimento do sensor à temperatura constante e à diferença de temperatura constante. percebe-se que as saídas (analógicas e pulsadas) são muito sensíveis às variações em (Ta). Nas simulações que relacionam (Vo) ou (?/?) com H. teve pouca variação sob influência da temperatura ambiente. Ainda verificou-se a relação da grandeza de saída (Vo ou ?/?) com a grandeza de entrada. Tais aspectos foram muito importantes para a escolha de um sensor e arquitetura ideal. H. a saída pulsada teve uma alta porcentagem de ciclo de trabalho em relação ao período total do PWM. Uma melhor sensibilidade para o radiômetro tem como resultado uma melhor exatidão nas medições. Os critérios para a avaliação do melhor desempenho foram: verificar a influência da grandeza externa (Ta) na tensão de saída (Vo) para os casos de saídas analógicas. em relação à temperatura ambiente. Para a análise da sensibilidade. além de variar pouco com a influência da temperatura ambiente. além de apresentar uma sensibilidade maior.

O sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída pulsada obteve então. comparar as arquiteturas de temperatura constante e de diferença de temperatura constante. refletindo-se em uma dinâmica de saída melhor. No segundo caso. da Universidade Federal de Campina Grande. em saída pulsada. foi gerado o leiaute da placa para a montagem do circuito. foi perceptível uma menor influência da grandeza interferente. Foram constatadas as maiores sensibilidades nas simulações do sensor PTC aquecido à diferença de temperatura constante em saída analógica e pulsada. A seguir.Portanto. uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso) foi utilizada. o sensor termorresistivo PTC em saída pulsada obteve maior variação. conforme Figura 33. conforme apresentado na Figura 34. sob incidência máxima de radiação e influência da variaçao da temperatura ambiente. Na confecção da placa. Figura 33 – Esquemático da Ponte de Wheatstone Após a edição. 8. houve alteração na sensibilidade em diferentes valores de (Ta). No Laboratório de Instrumentação e Metrologia Científicas. deu-se início a montagem dos componentes: UFCG 74 . na arquitetura proposta.2 Perspectivas Propõe-se realizar ensaios a partir de implementações em hardware que possuam como objetivo. foi editado no software Orcad. o melhor desempenho. utilizando sensores termorresistivos PTC e termistores NTC. para a arquitetura de temperatura constante. porém no primeiro caso. o esquemático de um circuito de uma Ponte de Wheatstone.

421 Ω (valor de resistência constatado através da verificação dos parâmetros fornecidos pelo fabricante do termistor). cuja resistência a tal temperatura é de aproximadamente 30. resistores e termistor NTC de encapsulamento 0603. e possibilitando que a Ponte de Wheatstone entre em equilíbrio. conforme Figura 35. Escolheu-se o aquecimento do termistor para 50 oC.Amplificador operacional TL081. Os potenciômetros não suportaram a corrente do circuito (Figura 33). Figura 35 – Placa com Circuito da Ponte de Wheatstone UFCG 75 . de valor diferente. Figura 34 – Leiaute da Ponte de Wheatstone editado no Orcad Os dados contendo os parâmetros para o termistor foram coletados do Quadro 1. transistores BD 329 e BD 330. de forma que a equivalência das resistências permitisse uma operação do termistor na mesma temperatura. portanto todas as resistências então foram substituídas por outras. Foram dispostos resistores de forma que seu valor equivalente fosse igual à resistência do sensor na sua temperatura de aquecimento.

Figura 37 – Ponte de Wheatstone em Equilíbrio Constante UFCG 76 . Uma tensão simétrica de ±5 V foi fornecido para o circuito contendo o termistor. é desejável que o termistor ou sensor termorresistivo esteja em um meio com vácuo. um circuito integrado LM 35 para a aferição de temperatura ambiente (Ta). Figura 36 – Termistor NTC Idealmente. para reduzir o efeito da convecção. o mesmo foi inserido em uma cúpula de vidro conforme Figura 36 e Figura 37. Para futuras implementações da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante. foi inserido à cúpula. Para reduzir o efeito da variação da temperatura ambiente na dinâmica de resposta do termistor.

e assimilando com a Figura 6. tem-se: 0. ? ?? = ?⁄ = . O circuito irá compensar variando a corrente sobre o termistor. Com dois multímetros. Sendo estes V = 0.9767 V. foi possível aferir a tensão sobre o termistor e sobre o resistor em série com o primeiro. mas também sendo implemenntando com sensores termorresistivos PTC. é possivel perceber a medição da tensão sobre o termistor Rs e sobre o resistor em série com o mesmo (R).9724 V e também Vs =0. (62) Com o circuito em operação. avaliar a sensibilidade do termistor e realizar ensaios utilizando o mesmo circuito.9767 ?? = 29. (61) 0. variando sua resistência.9724 . Além de realizar a montagem da arquitetura de aquecimento do sensor à diferença de temperatura constante e comparar o desempenho de ambos nos aspectos avaliados neste trabalho. 30 ?? = . (59) ? ?? ??. (60) ? ? De acordo com (59). Considerando que: ?? ?? = . com uma resistência de aproximadamente 30 Ω. Sob incidência de radiação. conforme (62). a temperatura do sensor tende a variar. a Ponte de Wheatstone realimentada entra em equilíbrio e mantém o termistor aquecido à 50 oC. UFCG 77 . Pela Figura 37.9 Ω . Objetiva-se nas próximas montagens.

Para o desenvolvimento do circuito da Ponte de Wheatstone foram utilizados o software Orcad 9. UFCG 78 . foi possível desenvolver as expressões de saída analógica e pulsada.1 para o projeto do leiatute e uma máquina de prototipagem rápida de PCI (Placa de Circuito Impresso). para as arquiteturas de temperatura constante e diferença de temperatura constante. A partir das expressões conhecidas. e derivando estas. a LPKF Protomat L33 para a confecção do circuito . sinais de saída analógica e em largura de pulso. CAPÍTULO IX – Materiais e Métodos Para as simulações das expressões de saída dos sensores termorresistivos PTC e NTC em ambas arquiteturas de aquecimento do sensor à temperatura constante e diferença de temperatura constante. foi utilizado o software Matlab R2014A. foi possível desenvolver as expressões de sensibilidade relativa para posterior análise e verificação de qual arquitetura e sensor teve o melhor desempenho.

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USA. S. Deep. S. Gurdip. Sebastian Y. Gurdip.Mineesota.1) [11] Amauri Oliveira. Deep. Freire. Error in the Thermoresistive Sensor-Based Feedback Measurement Configuration due to DC Amplifier Offset Voltage.1999). (1999). Sensivity Analysis and Automatic Adjustment of a Controlled-Temperature Thermoresistive-based Anemometer. Freire. Paul .Instrumentation and Measurement Technology Conference. 1377-1380). Vail – Colorado. IEEE . (1998). S. [10] Raimundo C.C. Martins. IEEE Transactions of Instrument Measurements . (2003). [13] Viviane S. Gurdip. Raimundo C.Instrumentation and Measurement Technology Conference. UFCG 80 . [14] Amauri Oliveira. S.G. (Fevereiro . Compensation of the Fluid Temperature Variation in a Hot-Wire Anemometer. Raimundo C.Instrumentation and Measurement Technology Conference. 48 (No. Catunda. IEEE Instrumentation and Technology Conference. IEEE. S. Static Error in Temperature Constant Measurement Configuration Due to DC Amplifier Offset Voltage. S. (pp. St.S. A Feedback I^2-Controlled Constant Temperature Solar Radiation Meter. G. IMTC 2003 . S. USA. Ottawa – Canada. Deep. Freire. [12] Raimundo C. 1062-1066). (pp. (2012). Freire.

ohms 15 B=0.'g'). % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC.*(1+B.*H1)).'Interpreter'.'H=100 W/m^2'.*(Ts-Ta)-alpha. LISTA DE APÊNDICES APÊNDICE I .*Ts).'H=500 W/m^2'.*(Ts-Ta)-alpha.00385.Vo3.'H=1000 W/m^2'.*S.5.*H5)).*H3)). 23 H3=500.*Ts).9. UFCG 81 .*(Ro.*Ts). % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 17 S=20*10^-6.Vo1.*(U.'k'). % Coeficiente da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.^(1/2).*S. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. 37 xlabel('Ta [ºC]'). 40 41 % h = legend('H=1500 W/m^2'.5. W/(m^2*ºC) 14 Ro=100.'H=0 W/m^2'.*S.*(Ts-Ta)-alpha.*S. 22 H2=1000. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente. 34 Vo5=(1/k).'none') 43 %plot(Ta.*(Ts-Ta)-alpha. 35 36 figure(1). 42 % set(h. 32 Vo3=(1/k). ºC^-1 16 alpha=0.^(1/2). ºC 19 20 % Valores de Radiação em W/m^2 21 H1=1500. % Temperatura do Sensor aquecido.*(U.Vo2. 33 Vo4=(1/k).^(1/2).*S.*(Ro.Algoritmos para as simulações Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante 10 % Valores Constantes: 11 12 k=0. 26 27 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 31 Vo2=(1/k).*S.*(1+B. hold on. 38 ylabel('Vo [V]').*Ts). 29 30 Vo1=(1/k).*(Ro.5).*S. grid on.'b').*H4)). % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 13 U=211.Vo4.*S.^(1/2). 24 H4=100.*S.*(Ro. 28 Ta=[-20:2:40]. m^2 18 Ts=50.*(Ro.*(Ts-Ta)-alpha.'r'). 25 H5=0. 39 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*(1+B.*(1+B.*Ts).*(U. 45 %plot(Ta.^(1/2).*S. 44 %plot(Ta. 46 %plot(Ta.*(1+B.*H2)).*(U.*(U.

57 58 plot(Ta. 60 set(h.^(1/2)).*S.*Ts). 48 49 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(Ts-Ta)-alpha.^(1/2)).^(1/2)).*S. K.*S.*S.*(Ts-Ta)- alpha. 38 39 Vo1=(1/k)*((Ro. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.*(1/Ts . UFCG 82 . 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. 53 Vo2=(1/k).*(U.*(Ro. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211. 37 Ta=[253:3:313].*(1+B. 56 Vo5=(1/k). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.'H=0 W/m^2'.'-yd').*S.'-rx'. % Temperatura do Termistor na resistência Ro.*(1/Ts .*(1+B. 55 Vo4=(1/k)./To)).^(1/2)). m^2 26 Ts=323.*(U.Vo3.*(Ts-Ta)- alpha.*S.*S.*S. 40 Vo2=(1/k)*((Ro.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante. Equivalente à 50ºC.'-gs'.*H4)).'H=500 W/m^2'.5. 34 H5=0.^(1/2).*Ts). % Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1.*exp(B.*(Ro.*S.*S.1. 31 H2=1000.*(U.*H1)). 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0.*H2)).*S.*S.^(1/2).*(U.*(Ro.Ta.*(1+B.'H=100 W/m^2'.*S./To)).^(1/2).Vo2.^(1/2).*S.'y').*Ts).*H4)).*H2)).Ta.*(Ts-Ta)- alpha. W/(m^2*ºC) 22 Ro=30.*exp(B. K 24 alpha=0.*H3)).*(U. % Temperatura do Termistor Aquecido.5. 32 H3=500. 42 Vo4=(1/k)*((Ro.*(Ts-Ta)-alpha.*Ts). % Coeficiente da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente. K 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.*(Ro.*(1+B.Ta.Ta.*S.*(U.*Ts). 50 Ta=[-20:3:40]. 54 Vo3=(1/k).*H1)).'-bo'.1./To)).*(Ts-Ta)- alpha.9.Vo5.*H3)). K 27 To =323.*(1/Ts . % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*(U.1.*(Ts-Ta)-alpha.*S.*(Ts-Ta)-alpha.Vo5.*(Ro.'H=1000 W/m^2'.*(U.*(Ts-Ta)-alpha.*exp(B.*S. 59 h = legend('H=1500 W/m^2'.*S.*(U.Vo4./To)).*H5)).5). ohms 23 B=3100.*exp(B.*(1/Ts . % Resistência do Termistor na Temperatura To.*(1+B. 51 52 Vo1=(1/k).'-k+'. 41 Vo3=(1/k)*((Ro.47 %plot(Ta.Vo1.^(1/2).1. 33 H4=100.28*10^-6.

'-k+'.43 Vo5=(1/k)*((Ro.Ta.alpha.'-gs'.alpha. % Amplitude do Pulso 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500.Vo4.5. 33 Sigma1 = variavel1.*(U. 46 xlabel('Ta [ºC]'). % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50.*H5)).5.'H=1000 W/m^2'.*(1/Ts .*S. 25 xlabel('Ta [ºC]'). ºC 15 E=12. % Constante da Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=100.*S.Vo3. 47 ylabel('Vo [V]').*S. 49 plot(Ta. 51 set(h. hold on.*(U.1.'-rx'. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.Ta.alpha.*(U.*S.*(Ts-Ta)- alpha. 19 H2=1000. 34 Sigma2 = variavel1.*S./To)).00385.alpha.Vo1.9.*S. 20 H3=500.*exp(B. 31 32 variavel1 = Ro. 23 24 figure(1). 30 Ta=[-20:3:40].*(Ts-Ta). 27 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente'). 26 ylabel('Ciclo de Trabalho').*(Ts-Ta).Ta.'H=100 W/m^2'.*(U. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.^(1/2)). ohms 11 B=0.Ta.*(1+B.*(U.*H3). 28 29 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(U. 37 Sigma5 = variavel1. 44 45 figure(1). UFCG 83 . 48 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*S.*S.*S.'H=0 W/m^2'.'H=500 W/m^2'.*S. % Resistência do Sensor Termorresistivo na Temperatura 0 ºC. hold on.5). ºC^-1 12 alpha=0.*H1). % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresitivo 13 S=20*10^-6.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à temperatura constante. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'.*H2).*S.*S.*(Ts-Ta). grid on.alpha. grid on. 22 H5=0.*H5).'-yd').*(Ts-Ta). % Coeficiente Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211.*(Ts-Ta).'-bo'.Vo2. 35 Sigma3 = variavel1. 21 H4=100.*Ts)/(k^2*E^2). 36 Sigma4 = variavel1.Vo5.*H4).

'H=0 W/m^2'.Sigma1. 35 H5=0.'-rx'. 41 set(h. 39 40 figure(1). alpha*S*H2). % Temperatura de Aquecimento do Termistor.5.'-bo'.Sigma3. 50 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Ta. ohms 23 B=3100. 18 % Valores Constantes: 19 20 k= 0. m^2 26 Ts=323. alpha*S*H4).6. % Temperatura do Termistor quando sua Resistência é Ro.Ta.9.Ta.'- gs'.Sigma4.'-k+'.Sigma2.'-bo'. 51 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Ta.'H=500 W/m^2'. % Amplitude do Pulso 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500. % Resistência do Termistor na Temperatura To.'H=100 W/m^2'. 41 xlabel('Ta [ºC]'). 40 h = legend('H=1500 W/m^2'.5).'-k+'. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. % Coeficiente de temperatura do Termistor. 49 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).Sigma1. K.Sigma5. K 28 E=1. 42 ylabel('Ciclo de Trabalho'). hold on.'-rx'. 44 45 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)).28*10^-6. alpha*S*H5).'-yd').Sigma4.Ta. UFCG 84 .Ta.Ta. alpha*S*H1).Ta.5. 33 H3=500. 43 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente'). % Constante da Troca de Calor do Termistor com o Ambiente. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC. K 27 To = 323.'-yd').38 39 plot(Ta. 46 47 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta).'H=1000 W/m^2'. alpha*S*H3).'- gs'. 48 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta). K 24 alpha=0.Sigma2. 52 53 plot(Ta. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.Sigma3.Sigma5.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à temperatura constante. %Coeficiente de Absorção do Termistor 25 S=1. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente. W/(m^2*ºC) 22 Ro=30. grid on. 38 Ta=[253:3:313]. 32 H2=1000. 34 H4=100.

28 Vo2=(2.'-gs'.*S.*(1+(B.Ta.^(1/2).*(1+(B.5).*(Ta+deltaT))))*(U.Vo1.*(Ta+deltaT))))*(U.Ta. 37 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*H5)). hold on. 25 Ta=[-20:5:40].^(1/2). m^2 13 Ts=50.'-k+'.*(Ta+deltaT))))*(U. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(1+(B.*S.*(1+(B.*(Ta+deltaT))))+ (R.*S.'-bo'.'H=500 W/m^2'.^2/Ro. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(Ta+deltaT))))+ (R. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*(1+(B.*R+(Ro.'H=100 W/m^2'. 20 H3=500. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente.*(Ta+deltaT))))+ (R. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.Vo5. % ºC (Ts-Ta) 15 R=100. grid on.Ta.'-rx'.^2/Ro. UFCG 85 .*S.Vo3.9.^2/Ro.*(Ta+deltaT))))+ (R.*(Ta+deltaT))))*(U.5. 19 H2=1000.*S. 30 Vo4=(2.*H2)).*R+(Ro. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente. 21 H4=100.*(1+(B.*R+(Ro. 36 ylabel('Vo [V]').*(deltaT)-alpha. 29 Vo3=(2.Ta.^(1/2).*(deltaT)-alpha.*S. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.*S.*S. 26 27 Vo1=(2.*H4)).*(1+(B. 32 33 34 figure(1).Vo2.^2/Ro.*(1+(B. ºC^-1 11 alpha=0.'-yd').Vo4. 55 set(h.*H1)).00385.*(Ta+deltaT))))+ (R. ohms 16 17 % Valores de Radiação em W/m^2 18 H1=1500.^2/Ro.*H3)). ohms 10 B=0.*R+(Ro.*(deltaT)-alpha. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.54 h = legend('H=1500 W/m^2'.*S. 38 39 plot(Ta. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*(Ta+deltaT))))*(U. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*S.*(1+(B.*(deltaT)-alpha. ºC 14 deltaT=7.*(deltaT)-alpha. 35 xlabel('Ta [ºC]'). 22 H5=0.*(1+(B.^(1/2).^(1/2).'H=1000 W/m^2'.'H=0 W/m^2'.*R+(Ro. 31 Vo5=(2.

66 Vo3=sqrt((2*R+(Ro.^2. 'H = 100 W/m^2'.*exp(B./Ro.*(1.*H5)). %(Ts-Ta) 52 R=30. grid on.*H4)).40 legend('H = 1500 W/m^2'./(To)))).5.*S. hold on. K.*(1. 68 Vo5=sqrt((2*R+(Ro.*(1./Ro./(Ta+deltaT)- 1.5. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente.*(1. K 47 a=0. 60 61 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 44 U=211.*(1.*(1. 71 xlabel('Ta [K]').*S. 63 64 Vo1=sqrt((2*R+(Ro.*S.*S./Ro. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. ohms 46 B=3100.28*10^-6.*S.*(deltaT)- a./(Ta+deltaT)- 1.^2.*(deltaT)- a. % Resistência do Termistor na Temperatura To./(To)))). % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 45 Ro=30./(Ta+deltaT)-1./Ro.*S./(To)))))+(R.*exp(B. 'H = 1000 W/m^2'./(Ta+deltaT)- 1. % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC.9.*(U.*exp(B.^2.*exp(B. 62 Ta=[253:5:313].*exp(B.*(U. 59 H5=0.*exp(B.*exp(B. 58 H4=100. m^2 49 Ts=323./(Ta+deltaT)-1.*exp(B.*exp(B.*(U.*H3)).*(1.*(U. 56 H2=1000. 'H = 500 W/m^2'./(To)))). 65 Vo2=sqrt((2*R+(Ro.*(deltaT)- a.*S./(Ta+deltaT)- 1.*(1.*H2)).*S.^2./(Ta+deltaT)-1. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. ohms 53 54 % Valores de Radiação em W/m^2 55 H1=1500./Ro.*(U.*(deltaT)- a./(To)))). % Coeficiente de Absorção do Termistor 48 S=1./(To)))))+(R.^2.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.*exp(B. UFCG 86 .*(1. 67 Vo4=sqrt((2*R+(Ro./(Ta+deltaT)-1.*S.*H1))./(To)))))+(R. K 50 To=323.*(deltaT)- a. 'H = 0 W/m^2') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante. 41 % Valores Constantes: 42 43 k=0.*S. 57 H3=500./(Ta+deltaT)- 1./(To)))). 69 70 figure(1)./(To)))))+(R./(To)))))+(R./(Ta+deltaT)-1.*(1. K 51 deltaT=7.

/Ro. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. 39 40 Sigma1 =1.9.72 ylabel('Vo [V]').*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H5).*(Ta+DeltaT))+R./Ro. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H4). 75 h = legend('H= 1500 W/m^2'.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do sensor termorresistivo PTC aquecido à diferença de temperatura constante.Vo3.*R+Ro.*R+Ro.^2.5. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone. 18 % Valores Constantes: 19 20 U=211.*(2.8. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.Vo5.'-yd').Ta. 34 H4= 100. % Amplitude do Pulso 27 DeltaT=7. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.*(2. ohms 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1= 1500.*(1+B.*(2.^2. ºC^-1 23 a=0.Vo4. 44 Sigma5 =1. 41 Sigma2 =1.Ta.*(1+B.^2.00385.'-bo'.^2.*(2.*(1+B.Ta. 42 Sigma3 =1.^2./Ro.^2. UFCG 87 . 76 set(h.*(Ta+DeltaT))+R. 43 Sigma4 =1. m^2 25 Ts=50. 'H= 1000 W/m^2'. 32 H2= 1000./E./E. 35 H5= 0./E. 74 plot(Ta.*(2.*R+Ro.*(1+B. ohms 22 B=0.*(1+B.'-rx'.Vo1. 'H= 500 W/m^2'. 33 H3= 500. ºC 26 E=3./E. 'H= 0 W/m^2').^2. 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(Ta+DeltaT))+R.*(1+B. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 21 Ro=100.'-k+'.*(1+B./E./Ro.*R+Ro. 73 title('Tensão de Saída x Temperatura Ambiente').*(1+B.*R+Ro.'-gs'.^2.%(Ts-Ta) 28 R=100.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 24 S=20*10^-6.^2.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H3). 38 Ta=[-20:5:40].*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H2).*(Ta+DeltaT))+R.*(Ta+DeltaT)))*(U*S *DeltaT-a*S*H1)./Ro.Vo2. 'H= 100 W/m^2'.*(1+B.^2.*(Ta+DeltaT))+R.Ta.*(1+B.

/(Ro.^2.5. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.Vo1.'-yd'). 48 title(''Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente').*(1./(Ta+DeltaT)- 1. grid on./(Ta+DeltaT)-1. 27 Ta=[253:5:313]. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente. 22 H3= 500./(Ta+DeltaT)- 1./E.*(2. 32 Sigma4=1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H2). % Equivalente aos valores de -20 ºC à 40 ºC. ohms 10 B=3100. hold on. 51 set(h./(Ta+DeltaT)-1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H4).^2./(Ta+DeltaT)- 1. 46 xlabel('Ta[ºC]'). 23 H4= 100./(Ro. 24 H5= 0. 28 29 Sigma1=1.*R+(Ro./(Ta+DeltaT)-1. UFCG 88 .Vo4.*exp (B./(Ta+DeltaT)-1.Vo5./(To))))+R.*exp (B.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H3).*exp (B. K 11 a=0./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H1).Ta. K.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da temperatura ambiente do termistor NTC aquecido à diferença de temperatura constante.*(1. 50 h = legend('H= 1500 W/m^2'. K 14 E=1.'-k+'.*(2.*(1. 30 Sigma2=1.28*10^-6./(To))))+R.*exp (B.*(1. 'H= 500 W/m^2'.Vo2./(To))))+R.*R+(Ro.^2. % Temperatura do Termistor Aquecido.*(1. 47 ylabel(''Ciclo de Trabalho '). ohms 17 To=323.^2./(Ro.*R+(Ro./E.*(2.'-gs'. 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K.^2. 'H= 1000 W/m^2'. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro.Vo3. 'H= 100 W/m^2'.45 figure(1).*R+(Ro.'-rx'.Ta.Ta./(Ro. K 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1= 1500. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*(1. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1.'-bo'. 31 Sigma3=1. %(Ts-Ta) 16 R=30.*(2.9. % Amplitude do Pulso 15 DeltaT=7.*exp (B./(Ta+DeltaT)- 1.*exp (B. m^2 13 Ts=323.*(1.Ta.^2. % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30.^2. %Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone./(To))))+R. 49 plot(Ta. 'H= 0 W/m^2')./E.^2. % Resistência do Termistor na Temperatura To./E. 21 H2= 1000.*exp (B.*(1.

m^2 13 Ts=50. hold on.'- gs'. ºC 14 15 % Valores da Temperatura Ambiente em ºC. 36 ylabel('Ciclo de Trabalho'). 'H= 100W/m^2'. 'H= 0W/m^2') 40 set(h.*(Ts-Ta2)-alpha. ºC^-1 11 a=0.*H)). 24 ylabel('Vo [V]'). 35 UFCG 89 .Sigma4. 34 figure(1).*(Ts-Ta1)-alpha./(Ta+DeltaT)- 1.*S.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*Ts). 38 plot(Ta. 17 Ta2=30. 33 Vo4=(1/k). 25 title('Tensão de Saída x Radiação').*(Ro.*(1+B. 21 22 figure(1).*(U.*(U.*(Ts-Ta5)-alpha.*H)).^2.*(Ts-Ta4)-alpha.*(Ro. 32 Vo3=(1/k).Ta.^(1/2).*(Ts-Ta3)-alpha. 35 xlabel('Ta[K]'). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*(2. 37 title('Ciclo de Trabalho x Temperatura Ambiente'). 20 Ta5=0. 34 Vo5=(1/k). 'H= 500W/m^2'. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*S. 39 legend('H= 1500W/m^2'./E. 'H= 1000W/m^2'.*R+(Ro. grid on.*(Ro.*Ts). hold on.33 Sigma5=1.'-yd').^(1/2)./(Ta+DeltaT)-1.*H)).*H)).^(1/2).9.'-bo'. grid on.Sigma5./(To))))+R.*(Ro.Sigma3.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante. 23 xlabel('H [W/m^2]').*S.*H)). % Coeficiente de Temperatura.Sigma2.*(Ro.*(U. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.*exp (B.5.*Ts).*(1+B.*(1+B.Sigma1. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.Ta.^(1/2). 29 30 Vo1=(1/k).*S. 18 Ta3=20.*S. ohms 10 B=0.*Ts).*S. 31 Vo2=(1/k). 16 Ta1=40.^2.Ta.*(1+B.*Ts).*S.'-rx'.^(1/2).00385.*(U.'-k+'. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*S.Ta.*S./(Ro.*S.*(1.*(1.*exp (B. 19 Ta4=10. 26 27 % Valores de Radiação em W/m^2 28 H=[0:500:1500].*(1+B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H5).*(U.

'-bo'.*(Ts-Ta5)- alpha.Vo5.*H)). %Valores das Resistência da Ponte de Wheatstone. 35 Vo3=(1/k)*((Ro.Vo2.H.^(1/2)). % Resistência do Termistor na Temperatura To. 22 Ta4=283.'-k+'.^(1/2)). 29 30 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. ohms 11 B=3100.H./To)). 20 Ta2=303.'-gs'.'Ta=283 K'.5). grid on.*(1/Ts .H.'Ta=10 ºC'.*S.*(U. ºC 15 R=30.*(1/Ts . 40 h = legend('Ta=313 K'.'-yd').9.Vo1.*(U.'Ta=293 K'.*(Ts-Ta3)- alpha.*exp(B. 24 25 figure(1). % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.5.'Ta=20 ºC'.Vo5./To)).36 plot(H.^(1/2)). 36 Vo4=(1/k)*((Ro.Vo3.'-rx'. K 12 a=0. 31 H=[0:500:1500]. 32 33 Vo1=(1/k)*((Ro./To)).'-bo'.*S. 23 Ta5=273.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.*(Ts-Ta4)- alpha.'-rx'. 26 xlabel('H [W/m^2]').^(1/2)).H. 34 Vo2=(1/k)*((Ro.1.*exp(B.*(1/Ts .28*10^-6.*(U.*S. 38 set(h.H.*S.Vo2.H. UFCG 90 .*S.'Ta=30 ºC'. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 18 %Valores de Temperatura Ambiente: 19 Ta1=313.1./To)). 21 Ta3=293.5).*(1/Ts .5.*(1/Ts .1.*exp(B. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.H.*exp(B.*(Ts-Ta1)- alpha.'-yd'). 27 ylabel('Vo [V]').*H)).1. % Temperatura do Termistor Aquecido.'-k+'.*S.*exp(B.*H)). ohms 16 To=323.*S. 37 h = legend('Ta=40ºC'.Vo3. 38 39 plot(H.'Ta=273 K'.Vo4.Vo4.*H)). % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*(U.*S./To)).*S.'Ta=0 ºC '.H.*S.'-gs'. 28 title('Tensão de Saída x Radiação').*(U.*(Ts-Ta2)- alpha. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.'Ta=303 K'.^(1/2)). hold on. 37 Vo5=(1/k)*((Ro.*H)).1.Vo1.

'-bo'.*S.*(Ts-Ta3).00385.*S.*(U.H.*S.*(U.Vo5.*Ts)/(k^2*E^2).*H).41 set(h.9.*S.H.'Ta=30 ºC'.*H). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211. 26 ylabel('Ciclo de Trabalho'). grid on. alpha. 31 32 variavel1 = Ro.*S.*(U. 34 Sigma2 = variavel1. 25 xlabel('H [W/m^2]').*(U.*H). alpha. W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*S. 36 Sigma4 = variavel1.'-k+'.*S. 35 Sigma3 = variavel1.*(U.Vo4. m^2 13 Ts=50. alpha.Vo3.5.*S. 28 29 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. 22 Ta5=0.'Ta=0 ºC'. 20 Ta3=20. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. ohms 10 B=0.'-gs'.*(Ts-Ta2). ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40. 30 H=[0:500:1500]. ºC 14 E=12.*(Ts-Ta4).Vo2. alpha.*S. 37 Sigma5 = variavel1. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 38 39 plot(H. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação Solar Incidente.'Ta=10 ºC'.*H). hold on.H.*(Ts-Ta5).Vo1. % Amplitude do Pulso 15 R=100. 40 h = legend('Ta=40ºC'.*(1+B.'-yd').'-rx'.H.% Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*(Ts-Ta1). 33 Sigma1 = variavel1. 19 Ta2=30. ºC^-1 11 a=0. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.'Ta=20 ºC'. alpha.'Interpreter') UFCG 91 . 41 set(h. 23 24 figure(1). 21 Ta4=10.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorrersistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.*H). 27 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').*S.5). % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente.

28 ylabel('Ciclo de Trabalho'). % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro 17 E=1.5.'Ta=303 K'.H. 39 Sigma5 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta5).'- gs'. 27 xlabel('H [W/m^2]'). 24 Ta5=273.H. 38 Sigma4 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta4).9. 30 31 % Faixa de variação da radiação em W/m^2. 35 Sigma1 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta1). % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211. 6 % Valores Constantes: 7 8 k= 0. 32 H=[0:500:1500]. % Amplitude do Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente 20 Ta1=313.H.%(Ts-Ta) 16 To=323.Sigma3. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante.alpha*S*H). % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. 25 26 figure(1). 43 set(h.H.alpha*S*H). % Coeficiente de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.'Ta=283 K'. ohms 11 B=3100.Sigma2.Sigma1. K 12 a=0.'-bo'.alpha*S*H).Sigma5.'Ta=273 K'.Sigma4. ºC 15 DeltaT=7.28*10^-6.5. 23 Ta4=283.'-rx'. 42 h = legend('Ta=313 K'. 21 Ta2=303. 29 title('Ciclo de Trabalho x Radiação'). 40 41 plot(H.alpha*S*H). grid on. 33 34 variavel1 = Ro*exp(B*(1/Ts -1/To))/((k^2)*(E^2)). 22 Ta3=293. % Temperatura do Termistor Aquecido.6.'Interpreter') UFCG 92 . % Coeficiente de Temperatura do Termistor. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=323.'-k+'. 36 Sigma2 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta2).). 37 Sigma3 = variavel1*(U*S*(Ts-Ta3). hold on.'-yd').'Ta=293 K'. % Resistência do Termistor na Temperatura To.alpha*S*H).

25 H=[0:500:1500].^(1/2).^2/Ro. ºC^-1 11 a=0.*(Ta4+deltaT))))*(U. ohms 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente 18 Ta1=40.*S.*(deltaT)-a.^(1/2).*S. 39 h = legend('Ta=40 ºC'.*S.*(1+(B.*S.*(deltaT)-a. 40 set(h. ohms 10 B=0. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.*(Ta5+deltaT))))+ (R.*(deltaT)-a. 19 Ta2=30.*R+(Ro.*(1+(B.*(1+(B. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*(deltaT)-a.'-yd').'-gs'.H.*(Ta5+deltaT))))*(U. 37 38 plot(H. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 35 ylabel('Vo [V]').'Interpreter') UFCG 93 .*S.H.5).*(Ta2+deltaT))))+ (R.*H)).Vo5.9.^2/Ro.*(Ta1+deltaT))))*(U.*R+(Ro.'-k+'.00385.*S.*(1+(B. 20 Ta3=20.*S. ºC 14 deltaT=7.^(1/2).*(Ta3+deltaT))))+ (R.*(deltaT)-a.Vo3.*S.*R+(Ro.*(1+(B. 31 Vo5=(2.^(1/2).*(Ta2+deltaT))))*(U.*H)).H.'-bo'. 30 Vo4=(2.*(Ta1+deltaT))))+ (R.*(Ta3+deltaT))))*(U.5.*S.Vo1. 36 title('Tensão de Saída x Radiação').'Ta=20 ºC'. Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.'Ta=10 ºC'.*S.*(Ta4+deltaT))))+ (R.Vo4. 32 33 figure(1). W/(m^2*ºC) 9 Ro=100. grid on.'Ta=0 ºC'. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*H)).*(1+(B. % Temperatura do Sensor Aquecido.'-rx'.Vo2.*H)). hold on. 26 27 Vo1=(2.*(1+(B. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente.H.*R+(Ro. 28 Vo2=(2.*H)).^2/Ro. 34 xlabel('H [W/m^2]'). 22 Ta5=0. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo. m^2 13 Ts=50.*R+(Ro.*(1+(B.^(1/2). % ºC (Ts-Ta) 15 R=100.^2/Ro. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.^2/Ro. 29 Vo3=(2.*(1+(B. 21 Ta4=10.*(1+(B.'Ta=30 ºC'.

*exp(B.^2.9.*exp(B.*exp(B.*(U. K 11 a=0. 23 24 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*(deltaT)-a. grid on.*(1. % Coeficiente de Temperatura do Termistor./(To)))))+(R.Vo3. 20 Ta3= 293. UFCG 94 ./(To)))).*(1.*H)).*(deltaT)-a.*S.*S.*(U./Ro./(Ta5+deltaT)- 1./(To))))./Ro.'-rx'.'-gs'./(To)))))+(R. K 16 17 %Valores de Temperatura Ambiente.*S./(Ta3+deltaT)- 1.*(U.^2. K 18 Ta1= 313.*(deltaT)-a./(Ta4+deltaT)- 1. ohms 15 To=323./(To)))))+(R. 21 Ta4= 283.*(1.*S./Ro.5. 28 Vo2=sqrt((2*R+(Ro. 34 xlabel('H[W/m^2]').*(1.*exp(B. 22 Ta5= 273. 36 title('Tensão de Saída x Radiação').*(U. 19 Ta2= 303. 32 33 figure(1).% Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1./(Ta2+deltaT)- 1.H./(To)))). m^2 6 Ts=323.^2.*(U.*S.*H))./(Ta4+deltaT)- 1.*exp(B. 30 Vo4=sqrt((2*R+(Ro.H. 35 ylabel('Vo[V]').Vo1.*(1./(To)))))+(R. % K (Ts-Ta) 14 R=30.*(deltaT)-a.*S./(Ta2+deltaT)- 1. % Temperatura do Termistor em que a Resistência é Ro.'-yd').*(1.*(1.28*10^-6./Ro.'-k+'./(Ta5+deltaT)- 1./(To)))). 37 38 plot(H. % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone.*(1.*(1./(To)))))+(R.*exp(B.*exp(B. 29 Vo3=sqrt((2*R+(Ro.H. 31 Vo5=sqrt((2*R+(Ro. 25 H=[0:500:1500] 26 27 Vo1=sqrt((2*R+(Ro./Ro.Vo4.'-bo'.*exp(B.Vo5.*S. % Temperatura do Termistor Aquecido.*S./(Ta1+deltaT)- 1. % Área do Termistor sob radiação Incidente.^2.*(deltaT)-a. % Resistência do Termistor na Temperatura To. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211./(To)))).*H)).*exp(B.*H)). % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30./(Ta3+deltaT)- 1.*H)). Algoritmo referente à simulação da dependência da saída analógica em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*exp(B.H. K 13 deltaT=7.Vo2.*S.*S./(Ta1+deltaT)- 1. ohms 10 B=3100.*(1. hold on.^2.

*(Ta4+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H). 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2 27 H=[0:500:1500]. ºC 15 DeltaT=7.^2.*(1+B.*(1+B.^2.9./E.*(Ta3+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H). hold on.*R+Ro./Ro. 31 Sigma3 =1.*(Ta3+DeltaT))+R.^2. % Temperatura do Sensor Termorresistivo Aquecido.^2.*(Ta5+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*(2. ºC^-1 12 a=0./E.*(2. 30 Sigma2 =1.^2.*(1+B.*(1+B. 34 35 figure(1).ohms 11 B=0. ohms 17 E=3. 37 ylabel('Ciclo de Trabalho'). % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.'Ta=273 K'). % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*(2.*(1+B.*R+Ro./E. % Área do Sensor sob Radiação Solar Incidente m^2 14 Ts=50.'Ta=293 K'.*(1+B.^2. W/(m^2*ºC) 10 Ro=100./E.*R+Ro./E.8. UFCG 95 .*(Ta4+DeltaT))+R./Ro. 7 % Valores Constantes: 8 9 U=211.*(Ta1+DeltaT))+R.*(1+B. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivocom o Ambiente. 21 Ta2=30.*(1+B.*R+Ro.^2. 20 Ta1=40. 24 Ta5=0.*(2.*(Ta1+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H).*(Ta2+DeltaT))+R.^2. grid on.^2.'Ta=283 K'. % Coeficiente de Absorção do Sensor 13 S=20*10^-6.*(2.*(Ta5+DeltaT))+R.*R+Ro. 40 set(h.*(1+B. 28 29 Sigma1 =1.5./Ro. 32 Sigma4 =1. 22 Ta3=20. 36 xlabel('H [W/m^2]').*(1+B./Ro.39 h = legend('Ta=313 K'. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.'Ta=303 K'.^2./Ro. % Amplitude de Pulso 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente ºC. 33 Sigma5 =1. % ºC (Ts-Ta) 16 R=100.*(Ta2+DeltaT)))*(U* S*DeltaT-a*S*H). 23 Ta4=10.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.00385.

33 Sigma5=1.9./(Ro.*(1. % Temperatura do Termistor quando a sua Resistência é Ro.'-bo'.*exp (B.Sigma4. 24 Ta5=313.'Ta=10 ºC'.*(1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). m^2 13 Ts=323.'Ta=20 ºC'.Sigma2./E.*exp (B.*(1.^2. 32 Sigma4=1.H. 39 40 plot(H.^2. 42 set(h./(Ta5+DeltaT)-1./E.%(Ts-Ta) 16 R=30./E.^2.*(1. % Área do Termistor sob Radiação Solar Incidente. 25 26 % Faixa de variação da radiação em W/m^2.^2. % Coeficiente de Absorção do Termistor 12 S=1./(Ta4+DeltaT)-1. 41 h = legend('Ta=40 ºC'./(Ro.^2.H./(Ro.^2.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). K 14 E=1.*(1./(Ta2+DeltaT)-1./(Ta4+DeltaT)- 1./E.H.^2.^2.*(2. ohms 17 To=323.'Ta=0 ºC')./(To))))+R. 22 Ta3=303.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da dependência da saída pulsada em função da radiação do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante.*(1./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). 28 29 Sigma1=1.*(2.^2.Sigma5.38 title('Ciclo de Trabalho x Radiação').Sigma1.'-rx'.*(1.*exp (B. 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*exp (B./(Ta5+DeltaT)- 1.'- gs'. 30 Sigma2=1./(Ta1+DeltaT)- 1./(Ro. % Resistência do Termistor na temperatura To.'-k+'.^2.*(2./(To))))+R.*exp (B.*(1./E./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H). 21 Ta2=283./(Ta3+DeltaT)-1./(Ro.*R+(Ro. 31 Sigma3=1. % Amplitude de Pulso 15 DeltaT=7.*exp (B. 23 Ta4=293. K 11 a=0.*exp (B.Sigma3./(To))))+R.*exp (B./(To)))))*(U*S*DeltaT- a*S*H).*R+(Ro./(To))))+R. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. ohms 10 B=3100.*R+(Ro.*(2.*R+(Ro.28*10^-6.H.*exp (B.*(1.'Ta=30 ºC'./(Ta1+DeltaT)-1. % Valor das Resistências da Ponte de Wheatstone.'-yd'). % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=30./(Ta3+DeltaT)- 1./(To))))+R.*(2.*(1./(Ta2+DeltaT)- 1. UFCG 96 .*R+(Ro. % Temperatura do Termistor Aquecido. K 18 19 %Valores de Temperatura Ambiente em K 20 Ta1=273. 27 H=[0:500:1500].5.

*S.*(((Ro.*E). hold on./(2.*S.*H5)).'Ta=293 K'./(2./(2.^1. % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100. 32 H3=500. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*H3)). 37 title('Ciclo de Trabalho x Radiação'). % Amplitude de Pulso 28 29 % Valores de Radiação em W/m^2 30 H1=1500.5./2).*(((Ro.*E).*H4)).*H5).*k.*(1+B.*S.9.*E). % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0 ºC. 36 ylabel('Ciclo de Trabalho'). m^2 26 Ts=50.'Ta=283 K'.'Ta=273).*H1)).*S./2).Sigma2./(U.*S. 40 h = legend('Ta=313 K'. ºC 27 E=12. ºC^-1 24 a=0./(U. grid on.34 figure(2).*(1+B.'Ta=303 K'.^1. %Coeficiente referente à (Rs/Rs+R) 21 U=211.^1. 31 H2=1000.'-rx'.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica. 44 45 figure(1). ohms 23 B=0.*(Ts-Ta)- a. UFCG 97 .*S. hold on.Sigma3.*(((Ro.^1.H.Sigma1./(U./2).*Ts)).*(Ts-Ta)- a. 38 39 Sensib1= -(a.*(Ts-Ta)- a.'-bo'.*(((Ro.*S./(U.*Ts)).*k.*S. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.*E). 40 Sensib2= -(a.*Ts)).Sigma5.*H2)).*(Ts-Ta)- a.H. 41 set(h.*(1+B. 41 Sensib3= -(a.*Ts)). % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6. 38 39 plot(H.*S.00385.*S.*Ts)).*k.Sigma4./2).'- gs'.*(Ts-Ta)- a.*S. 34 H5=0.^1./(2.*(((Ro. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo. 37 Ta=[-20:5:40].*E). 35 xlabel('H [W/m^2]'). 42 Sensib4= -(a.*S.*S.*S.*k.*k. 35 36 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*H4). grid on. 43 Sensib5= -(a.*H2).*(1+B.*S./(2.*H3). 33 H4=100. % Área do Sensor Termorresistivo sob Incidência de Radiação.5.'-k+'.H.'-yd')./(U.H.*H1)./2).*(1+B.

% Coeficiente de Temperatura do Termistor.Sensib1.*S.'H=1000 W/m^2'.*(Ts-Ta)- a.^1. % Temperatura do Termistor Aquecido. 49 plot(Ta.*S.Ta.*E). 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0. 47 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').*variavel)).*H1).*exp(B./(2.5.*k.*S. ohms 11 B=3100.*variavel))./(U. 35 36 figure(1).*S.Ta.*S.*H4)./(U./(Ts)-1.*S.Sensib5.*k.*variavel))./(2.*S.*(Ts-Ta)- a. % Área do Termistor sob Incidência de Radiação. % Amplitude de Pulso 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500. % Temperatura do Termistor na Resistência Ro.*S.*k.'- gs'.*((Ro.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída analógica.*(Ts-Ta)- a.'-yd').*H3).'-bo'.*H2).*S. 26 Ta=[253:5:313].*k.*exp(B.*S.5.*(Ts-Ta)- a. 50 h = legend('H=1500 W/m^2'./2).*S.*variavel)).'H=500 W/m^2'.'H=0 W/m^2'.28*10^-6.Sensib4.5). 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K. hold on.*E). K 15 To=323./2)./(U. 23 H5=0.'H=100 W/m^2'.'-k+'.*E).Ta.*E).^1. K 16 E=1.*exp(B.*((Ro. UFCG 98 .'-rx'.*E). grid on./2).*((Ro.46 xlabel('Ta [ºC]'). 32 Sensib3= -(a./2).Ta.*S.^1.*H3). 33 Sensib4= -(a. 51 set(h.^1. K 12 a=0.% Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. 21 H3=500.*H2)./(To) 29 30 Sensib1= -(a. m^2 14 Ts=323.*k.*H4). 48 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*exp(B./(U.*(Ts-Ta)- a./(2. W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.*S./(2.Sensib3.*((Ro.*H5).9.^1.Sensib2. % Resistência do Termistor na Temperatura To.% Constante Referente à (Rs/Rs+R) 9 U=211.*H5). 22 H4=100. 27 28 variavel=1. 31 Sensib2= -(a./(U./2).*S. % Coeficiente de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente./(2.*variavel)).*((Ro. 20 H2=1000.6.*S. 34 Sensib5= -(a.*exp(B.*H1).

'-yd'). 36 37 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.00385.*Ro. W/(m^2*ºC).*E. grid on.*E.*H1./((k.'- gs'. 40 plot(Ta.Sensib1. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50.*H2. ºC 27 E=12.*(1+(B.Sensib4.*H5.^2). hold on.^2)). 41 42 Sensib1= -(a.'H=500 W/m^2'.Ta.*(1+(B.*H3.'H=0 W/m^2'. 46 Sensib5= -(a. K 29 30 % Valores de Radiação em W/m^2 31 H1=1500.5. 41 h = legend('H=1500 W/m^2'. UFCG 99 .*Ro.9. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. 44 Sensib3= -(a. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0.*S.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro. ohms 23 B=0. 39 40 variavel= Ro. 49 xlabel('Ta [ºC]').*Ts)).Sensib5. 34 H4=100. % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6.*Ts)).5). % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente.*Ro. 38 Ta=[-20:0.^2)).Ta. % Amplitude de Pulso 28 To=50.'-bo'.Ta.^2).*Ts)).*S.*Ts)).^2).*(1+(B. 43 Sensib2= -(a.*E.^2).*(1+(B. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').*S.^2))./((k.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresistivo PTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada.*S. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211. 50 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]'). 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*(1+(B.*Ro.*Ro. 32 H2=1000.^2)). 42 set(h.37 xlabel('Ta [K]').^2).*(1+(B. 35 H5=0. 47 48 figure(1).*H4.'H=1000 W/m^2'./((k.Ta.'-rx'. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.'-k+'. % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo.*Ts)).*S.*E.*E.^2)). 22 Ro=100.2:40]./((k.5. 45 Sensib4= -(a.*Ts)). 51 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). ºC^-1 24 a=0./((k.Sensib3.'H=100 W/m^2'. 33 H3=500.Sensib2.

'H=1000 W/m^2'.'-rx'.*S.*H2.Ta. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 31 Sensib2= -(a.*H1.'H=1000 W/m^2'.'Interpreter') Algoritmo da referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à temperatura constante em saída pulsada. ohms 11 B=3100.*E.'H=500 W/m^2'./((k.Ta.Sensib4. % Resistência do Termsitor em To.'- gs'.Sensib4.^2)).^2)).*S.*H5.9. 39 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*Ro./((k.Sensib2./((k.*exp(variavel).28*10^-6./((k. m^2 14 Ts=323. K 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.*exp(variavel). K 12 a=0.'-bo'.^2). 26 Ta=[253:2:313].Sensib3.'-k+'.Ta. 22 H4=100.*exp(variavel). hold on.^2)).^2)). 41 h = legend('H=1500 W/m^2'. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30.*Ro. 53 h = legend('H=1500 W/m^2'.Sensib2.*exp(variavel)./((k.*H3.Sensib1.*Ro.*E.5. 23 H5=0./(To).'-yd').'-rx'.^2).'H=0 W/m^2').*E.Ta. 24 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.*S.^2). 21 H3=500.*Ro. % Amplitude de Pulso 16 To=323. 20 H2=1000.*E.'H=100 W/m^2'. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1. 35 36 figure(1).'- gs'. % Temperatura de Aquecimento do Termistor equivalente a 50ºC.^2). 54 set(h.'-bo'.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro. K 15 E=1.'-yd').*S.Ta.'H=500 W/m^2'.*Ro. 33 Sensib4= -(a.*exp(variavel)./(Ts)-1.*E. 40 plot(Ta. 27 28 variavel= 1.Ta.52 plot(Ta.Sensib5. grid on.^2)).*S.Sensib3.Sensib5. 29 30 Sensib1= -(a.'H=0 W/m^2'). 42 set(h.*H4.'-k+'.'H=100 W/m^2'.Ta.6.Sensib1.5. 34 Sensib5= -(a. % Área do Termistor sob Radiação. 37 xlabel('Ta [K]').'Interpreter') UFCG 100 . % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.Ta. 32 Sensib3= -(a. 38 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').^2).

*sqrt((variavel1). 35 H4=100.*S.*S./2.*sqrt((variavel1)./(variavel1)+R)). % Temperatura de Aquecimento do Sensor Termorresistivo./(variavel1)+R)). ºC^-1 24 a=0./2. 42 43 Sensibilidade1= - (a. *deltaT-a. 18 % Valores Constantes: 19 20 k=0. 47 Sensibilidade5= - (a.*sqrt((variavel1). ºC 27 To=50. 37 38 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC./(variavel1)+R)).*sqrt((variavel1). % Constante de Troca de Calor do Sensor Termorresistivo com o Ambiente W/(m^2*ºC) 22 Ro=100.*H4./2.*S. % Área do Sensor Termorresistivo sob Radiação m^2 26 Ts=50.*((variavel1). 40 41 variavel1= (Ro. % Amplitude de Pulso 30 31 % Valores de Radiação em W/m^2 32 H1=1500.5.*H1)).*H5)). 48 49 figure(1). 50 xlabel('Ta [ºC]').5. UFCG 101 ./(variavel1)+R)).*H5. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 21 U=211. hold on.*((variavel1).*H3. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC. *deltaT-a.*H1. 33 H2=1000. *deltaT-a./(U.*H2. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*S.*S./(U.*E. 36 H5=0./(variavel1)+R)).*E./(U. *deltaT-a.*S.*E.*((variavel1).*(Ta+deltaT))).*H3)). % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 25 S=20*10^-6.00385./(U.*S. 45 Sensibilidade3= - (a.*sqrt((variavel1). ohms 23 B=0.*S.*E.*S.*S.9.% Temperatura do Sensor Termorresistivo na Resistência Ro.*((variavel1)./(U. ºC 28 deltaT=7. %(Ts-Ta) 29 E=12.*H4)). 44 Sensibilidade2= - (a.*S.*S. 46 Sensibilidade4= - (a./2. 39 Ta=[-20:5:40].*(1+B. 34 H3=500. *deltaT-a. grid on.*E.*S. Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor termorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica.*S.*S.*H2))./2.*((variavel1).

*H1)). % Temperatura de Aquecimento do Termistor. ohms 19 20 21 % Valores de Radiação em W/m^2 22 H1=1500.*sqrt((variavel1).Ta.*E./(variavel1)+R)).*S.'- rx'.*S. K 12 a=0.Ta. % Área do Termistor sob Radiação.5.*((variavel1). 24 H3=500. % Coeficiente referente à (Rs/R+Rs) 9 U=211.*S. UFCG 102 .28*10^-6.Sensibilidade2. % Coeficiente de Temperatura do Termistor.*sqrt((variavel1). K 16 deltaT=7. 32 33 Sensibilidade1= - (a./2.*S.9.*exp(B.*E.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída analógica.'-bo'.'H=0 W/m^2').*((variavel1). K 15 To=323.Ta. 34 Sensibilidade2= - (a. % Resistência do Termistor em To.Sensibilidade1. % Amplitude de Pulso 18 R=30.*H2./(U. 53 plot(Ta.* deltaT-a. 6 % Valores Constantes: 7 8 k=0./(variavel1)+R)). 52 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').Sensibilidade5.^-1)-1.5. % Resistências da Ponte de Wheatstone.'-gs'.*H2)).% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.'H=1000 W/m^2'./(U. ohms 11 B=3100. % Coeficiente de Absorção do Termistor 13 S=1.'- yd'). 23 H2=1000./To))). 30 31 variavel1= (Ro.'H=100 W/m^2'.'-k+'.51 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]'). %(Ts-Ta) 17 E=12.Ta. 27 28 % Faixa de variação da temperatura ambiente em K 29 Ta=[253:5:313]. m^2 14 Ts=323.*(((Ta+deltaT). % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 10 Ro=30. 54 h = legend('H=1500 W/m^2'. 25 H4=100./2.'H=500 W/m^2'.*H1.Sensibilidade4. 26 H5=0. 55 set(h.*S.* deltaT-a.Sensibilidade3.*S.

*S./(U. 28 29 variavel1= (Ro.Sensibilidade2. % Resistência do Sensor Termorresistivo à 0ºC.*E./2.'H=500 W/m^2'.'- k+'. % Constante de Troca de Calor do Sensor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 9 Ro=100.*H4)).Ta. 45 set(h.*sqrt((variavel1).*S.'H=0 W/m^2'). 6 % Valores Constantes: 7 8 U=211.*S.'-gs'.*H4. 22 H3=500./(variavel1)+R)). 42 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). UFCG 103 . % Coeficiente de Absorção do Sensor Termorresistivo 12 S=20*10^-6.*S.'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do sensor temorresitivo PTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada.35 Sensibilidade3= - (a.*H3. %(Ts-Ta) 17 R=100. 44 h = legend('H=1500 W/m^2'. 21 H2=1000.'-yd').5.*E.9.Ta.'H=100 W/m^2'. 38 39 figure(1).00385. grid on.*sqrt((variavel1).*S.*H5.Sensibilidade5.%Resistências da Ponte de Wheatstone.*E.*S. 24 H5=0.'-rx'./(U. % Temperatura de Aquecimento do Sensor ºC 14 E=3.*((variavel1).'-bo'. 37 Sensibilidade5= - (a./(variavel1)+R)).*H3)). 25 26 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC. 43 plot(Ta.8. % Coeficiente de Temperatura do Sensor Termorresistivo.*((variavel1).*H5)). 41 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dVo/dH * H/E]').*S.Sensibilidade3.* deltaT-a./2.'H=1000 W/m^2'.Ta.*(deltaT+Ta))).*sqrt((variavel1). 36 Sensibilidade4= - (a. % Área do Sensor sob Radiação m^2 13 Ts=50. ºC 16 deltaT=7. 23 H4=100. ohms 10 B=0. ºC^-1 11 a=0. 27 Ta=[-20:5:40].* deltaT-a. ohms 18 19 % Valores de Radiação em W/m^2 20 H1=1500.*((variavel1).Sensibilidade1.*S.Ta.*(1+B. hold on./(U. %Amplitude do Sinal 15 To=50.*S./(variavel1)+R)). 40 xlabel('Ta [K]')./2.% Temperatura do Sensor na Resistência Ro.Sensibilidade4.* deltaT-a.

Sensibilidade4. ohms 17 18 % Valores de Radiação em W/m^2 19 H1=1500.Ta.*E.^2)).'H=0 W/m^2'). 33 Sensibilidade3= - ((a./((variavel1)+R)).*H2./(((variavel1).'-gs'.*(variavel1). hold on. grid on.*S. 43 set(h. K 13 E=1. 21 H3=500.*E.'H=500 W/m^2'.'-yd').*H1.Sensibilidade5. % Amplitude de Pulso 14 To=323.*E.*E. ohms 9 B=3100.5. 34 Sensibilidade4= - ((a.Ta.% Temperatura do Termistor na Resistência Ro.Sensibilidade3.^2)). % Coeficiente de Absorção do Termistor 11 S=1.*(variavel1).*(variavel1)./(((variavel1).Ta.*S.Sensibilidade2. 32 Sensibilidade2= - ((a.*H3.28*10^-6.*(variavel1).^2).'Interpreter') Algoritmo referente à simulação da sensibilidade relativa do termistor NTC na arquitetura de aquecimento à diferença de temperatura constante em saída pulsada./((variavel1)+R)). 24 25 25 % Faixa de variação da temperatura ambiente em ºC.'- k+'.*S. % Temperatura de Aquecimento do Termistor. 41 plot(Ta.Sensibilidade1.*H5.^2)).^2)).*H4. % Coeficiente de Temperatura do Termistor. 35 Sensibilidade5= - ((a. 20 H2=1000. % Constante de Troca de Calor do Termistor com o Ambiente W/(m^2*ºC) 8 Ro=30.'-rx'.*E./((variavel1)+R)). % Valores das Resistências da Ponte de Wheatstone.'H=100 W/m^2'. 36 37 figure(1).30 31 Sensibilidade1= - ((a.*S.9.'H=1000 W/m^2'.^2).'-bo'./(((variavel1).^2)).^2). % Área do Termistor sob Radiação. %(Ts-Ta) 16 R=30. 38 xlabel('Ta [ºC]'). m^2 12 Ts=323. 23 H5=0. UFCG 104 .Ta. % Resistência do Termistor à temperatura To. K 15 deltaT=7.^2). 22 H4=100.*S. 40 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente').*(variavel1).^2)./((variavel1)+R)). 42 h = legend('H=1500 W/m^2'. 39 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]'). K 10 a=0./(((variavel1)./((variavel1)+R)). 6 % Valores Constantes: 7 U=211./(((variavel1).

*H3.^2.^2./((variavel1).Sensibilidade1.'-yd').Ta./((variavel1)+R)). hold on. 42 plot(Ta. 27 28 29 variavel1= (Ro.'-gs'.*E. 41 title('Sensibilidade Relativa x Temperatura Ambiente'). 32 Sensibilidade2= - (a.Sensibilidade4. 43 h = legend('H=1500 W/m^2'. grid on.Ta.Sensibilidade2.^2).*S. 34 Sensibilidade4= - (a./((variavel1)./((variavel1)+R)).*E.'Interpreter') UFCG 105 .*H2.'-rx'. 44 set(h.^2).^-1)-1./((variavel1)+R)).^2.*exp(B./((variavel1).'H=0 W/m^2').*E. 40 ylabel('Sensibilidade Relativa (%) [dSigma/dH * H/E]').Ta.^2).'H=1000 W/m^2'. 39 xlabel('Ta [K]').Ta.^2./((variavel1).'H=100 W/m^2'.^2).*E. 33 Sensibilidade3= - (a./To))) 30 31 Sensibilidade1= - (a.*H4.*(variavel1).*(variavel1).*E.*(((Ta+deltaT).*S./((variavel1)+R)).*H5. 36 37 38 figure(1).'- k+'.*(variavel1).*H1.*(variavel1)./((variavel1)+R)).*S.Sensibilidade5.^2). 35 Sensibilidade5= - (a.*S.*S.'-bo'.*(variavel1)./((variavel1).^2.Sensibilidade3.'H=500 W/m^2'.26 Ta=[253:5:313].