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PRODUÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

TÍTULO: QUEM CONTA, ENCANTA E ENSINA O RECONTAR

Autor:

VERA LUCIA DA SILVA MIRANDA

Escola de Atuação:

COLÉGIO ESTADUAL POLIVALENTE DE GOIOERÊ

Município da escola

GOIOERÊ

Núcleo Regional de Educação:

GOIOERÊ

Orientador:

PROFESSOR MS. ANTONIO CARLOS ALEIXO

Instituição de Ensino Superior:

FECILCAM

Disciplina/Área (entrada no PDE):

LÍNGUA PORTUGUESA

Produção Didático-pedagógica:

UNIDADE DIDÁTICA (SEQUÊNCIA DIDÁTICA)

Relação Interdisciplinar:

 

(indicar, caso haja, as diferentes disciplinas compreendidas no trabalho)

Público Alvo:

ALUNOS

(indicar o grupo com o qual o professor

PDE desenvolveu o trabalho: professores,

alunos, comunidade

)

Localização:

COLÉGIO ESTADUAL POLIVALENTE DE GOIOERÊ

(identificar nome e endereço da escola de implementação)

RUA DR. ROSALVO GERALDO DE MELLO LEITÃO, 600

Apresentação:

É objetivo deste projeto, utilizar-se de estratégias de leitura por meio da contação de histórias, como ação pedagógica capaz de desenvolver nos alunos um melhor desempenho escolar. Assim, pretende-se melhorar a oralidade, a concentração, a atenção, o aprender a ouvir e o gostar de ler. Acredita-se que gostando de leitura, o aluno tornar-se-á um bom leitor, terá mais acesso às informações e poderá exercer de fato sua cidadania. Eis a importância de um projeto que possibilite diferentes práticas literárias.

(descrever a justificativa, objetivos e metodologia utilizada. A informação deverá conter no máximo 1300 caracteres, ou 200 palavras, fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12 e espaçamento simples)

Palavras-chave (3 a 5 palavras):

Leitura, contação de histórias, gostar de ler.

PRODUÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

PRODUÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA e UNIDADE DIDÁTICA COLÉGIO ESTADUAL POLIVALENTE DE GOIOERÊ Vera Lucia da Silva Miranda
PRODUÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA e UNIDADE DIDÁTICA COLÉGIO ESTADUAL POLIVALENTE DE GOIOERÊ Vera Lucia da Silva Miranda
PRODUÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA e UNIDADE DIDÁTICA COLÉGIO ESTADUAL POLIVALENTE DE GOIOERÊ Vera Lucia da Silva Miranda
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e

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UNIDADE DIDÁTICA

COLÉGIO ESTADUAL POLIVALENTE DE GOIOERÊ

Vera Lucia da Silva Miranda

PDE-2010

* Todas as gravuras foram retiradas do site: Public domain clipart - (HTTP://www.pdclipart.org/)

APRESENTAÇÃO

APRESENTAÇÃO Na unidade didática proposta existe um conjunto de atividades com o objetivo de despertar nos

Na unidade didática proposta existe um conjunto de atividades com o objetivo de despertar nos alunos o gosto pela Contação de Histórias. São aulas de trabalho com a leitura em forma de sequência didática, voltadas ao uso da língua em interações afetivas, nas quais todos possam participar, assumindo-se como autores.

De acordo com alguns autores: Bussato, Dhome, Solé, entre outros, a contação de histórias é um valioso instrumento de leitura, uma vez que as narrativas estimulam a imaginação e a criatividade, melhorando a oralidade e incentivando o prazer pelo gostar de ler.

A criança e o adulto, o rico e o pobre, o sábio e o ignorrante, todos, enfim, ouvem com prazer as histórias uma vez que essas histórias sejam interessantes, tenham vida e possam cativar a atenção. A história narrada, lida, filmada ou dramatizada, circula em todos os medianos, vive em todos os climas, não existe povo algum que não se orgulhe de suas histórias, de suas lendas e de seus contos característicos. (TAHAN, 1966, p. 16)

Ao utilizar a contação de história como parte de uma metodologia pedagógica, utilizaremos o gênero conto como veículo que tranportará os educandos ao mundo da fantasia e da imaginação.

O trabalho com a contação de histórias por meio dos contos será a mola propulsora na aquisição da leitura para além da simples decodificação do código linguístico.

Trabalharemos com a sequência didática que segundo os autores Schneuwly e Dolz (2004, pág 97), é um conjunto de atividades escolares

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organizadas, de maneira sistemática, em torno de um gênero textual oral ou escrito.”

Trabalhar com a sequência didática pressupõe a construção de um conjunto de atividades pedagógicas ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo etapa por etapa. As atividades organizadas em sequência didática objetivam oportunizar os alunos a prática de variadas linguagens, ajudando-as a dominar os diferentes gêneros textuais que permeiam a vida em sociedade, ofertando-lhes instrumentos eficazes para melhorar a leitura e a escrita, oportunizando-os ao uso da língua em diferentes situações sociais.

Uma sequência didática tem a finalidade de ajudar o aluno a dominar melhor um gênero, permitindo ao mesmo escrever ou falar de maneira adequada numa dada situação de comunicação.

A sequência didática é um processo de essencial importância para o ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa, permitindo a interação entre o professor, o aluno e o texto.

De

acordo

com

Schneuwly

e

apresenta a seguinte organização:

Dolz

(2004),

a

sequência

didática

Apresentação da proposta para para que os alunos reconheçam a importância do trabalho a ser desenvoldido;seguinte organização: Dolz (2004), a sequência didática Produção inicial para a verificação dos conhecimentos

Produção inicial para a verificação dos conhecimentos prévios dos alunos;reconheçam a importância do trabalho a ser desenvoldido; Módulos intermediários, divididos em seções ou oficinas,

Módulos intermediários, divididos em seções ou oficinas, nas quais se abordam características da situação de produção da organização textual, dos aspectos linguístico-discursivos e dos meios não- linguísticos;para a verificação dos conhecimentos prévios dos alunos; Produção final para se verificar o quanto o

Produção final para se verificar o quanto o aluno avançou no decorrer do processo com a sequência didática.linguístico-discursivos e dos meios não- linguísticos; Esta Produção Didático-Pedagógica é apresentada em

Esta Produção Didático-Pedagógica é apresentada em linguagem informal. A ideia é que este material possa fazer parte do dia-a-dia dos professores e alunos de Língua Portuguesa, como auxiliar no gosto pelo estudo e a prática de Contar Histórias.

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Os alunos serão expostos ao projeto coletivo de produção do gênero oral por meio do
Os alunos serão expostos ao projeto coletivo de produção do gênero oral por meio do

Os alunos serão expostos ao projeto coletivo de produção do gênero oral por meio do ouvir e narrar histórias;Os alunos deverão reconhecer a importância dos conteúdos a serem trabalhados.

Os alunos deverão reconhecer a importância dos conteúdos a serem trabalhados.Os alunos serão expostos ao projeto coletivo de produção do gênero oral por meio do ouvir

O professor deverá expor aos seus alunos a proposta de trabalho a ser desenvolvida, deixando bem claro que eles irão trabalhar com a contação de histórias por meio do gênero contos. Eles deverão participar de algumas oficinas para aprender as técnicas do melhor ouvir e contar histórias.

Nesta apresentação, o professor iniciará sua fala narrando uma história aos alunos ( a escolha do professor).

Após a contação, o professor poderá questionar seus alunos sobre o gênero em estudo.

Quem conhecia esta história?poderá questionar seus alunos sobre o gênero em estudo. Sabe quem é o autor? (falar a

Sabe quem é o autor? (falar a respeito do autor do texto e o gênero).sobre o gênero em estudo. Quem conhecia esta história? Neste trabalho com o oral, o professor

Neste trabalho com o oral, o professor deverá observar a participação dos alunos: facilidade ou dificuldade para expressar oralmente suas ideias.

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Os alunos serão levados à primeira exposição oral, relatando histórias do cotidiano. Nesta atividade os
Os alunos serão levados à primeira exposição oral, relatando histórias do cotidiano. Nesta atividade os
Os alunos serão levados à primeira exposição oral, relatando histórias do cotidiano.

Os alunos serão levados à primeira exposição oral, relatando histórias do cotidiano.

Nesta atividade os alunos demostrarão conhecimentos prévios sobre

contação de histórias: contos de fadas, lendas, fábulas ou outros gêneros de

histórias narradas. Esta atividade propiciará ao professor detectar dificuldades

ou facilidades de expressão oral e o conhecimento ou desconhecimento das

histórias existentes. Bem como das capacidades de estudos com relação ao

gênero “Contar Histórias.”

Detectando as dificuldades de domínio do gênero em estudo, serão

desenvolvidos módulos de trabalho por meio de oficinas, ofertando técnicas

para se trabalhar a linguagem oral, possibilitando que os alunos reconheçam e

utilizem-na para que possam contar histórias aos pais, colegas de sala,

professores e para a comunidade escolar.

O professor iniciará seu trabalho questionando seus alunos:

Qual história você conhece?O professor iniciará seu trabalho questionando seus alunos: Quem contava histórias para você quando ainda era

Quem contava histórias para você quando ainda era criança?questionando seus alunos: Qual história você conhece? Conte uma história da sua infância. Qual é a

Conte uma história da sua infância.contava histórias para você quando ainda era criança? Qual é a história de seu nome? Qual

Qual é a história de seu nome?ainda era criança? Conte uma história da sua infância. Qual é a história de sua família?

Qual é a história de sua família?história da sua infância. Qual é a história de seu nome? * Todas as gravuras foram

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Ao ouvir os alunos, o professor poderá anotar na lousa o nome das histórias citadas e seu gênero, se: contos de fadas, lendas, mitos, fábulas, etc. Esclarecer aos alunos que as oficinas serão de contação de histórias com o gênero contos: de fadas, populares, fantásticos e contemporâneos.

A produção inicial tem um papel importantíssimo na sequência didática, tanto para o professor, quanto para os alunos, propiciando descobrir o que já sabem, conscientizando-se dos problemas apresentados a serem trabalhados, afim de saná-los durante o trabalho com os módulos.

Anotações:

Anotações:

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1ª OFICINA

TEMA: CONVIVÊNCIA

OBJETIVOS:

1ª OFICINA TEMA: CONVIVÊNCIA OBJETIVOS: Aprender a ouvir o outro conhecendo sua história; Melhorar a memorização;

Aprender a ouvir o outro conhecendo sua história;1ª OFICINA TEMA: CONVIVÊNCIA OBJETIVOS: Melhorar a memorização; Compreender o sign ificado da palavra

Melhorar a memorização;Aprender a ouvir o outro conhecendo sua história; Compreender o sign ificado da palavra “convivência” na

Compreender o significado da palavra “convivência” na realidade da sala de aula. ificado da palavra “convivência” na realidade da sala de aula.

METODOLOGIA:

1. O contador deve prepar um acervo de bons livros: contos, lendas,

fábulas a serem lidos pelos alunos. Disponibilizando-os em baús, sacolas transparentes ou varais;

2. Sempre trabalhar com músicas, brincadeiras, dinâmica inicial para

aquecer o grupo.

1ª Dinâmica: QUEM SOU EU? QUEM É ELE?

1. Alunos em círculos e sentados. O professor pede que realizem a

atividade proposta dois a dois;

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2. Um aluno conta a sua história de vida para o outro (nome, nome dos

pais, sonhos para o futuro, o que mais gosta, o que menos gosta, etc.) e vice- versa;

3. Apresentação para o grande grupo. Cada dupla deverá apresentar o

seu colega, utilizando a primeira pessoa do discurso (eu), apoderando-se da história do outro como se fosse sua própria história;

4. O professor vai questionar os alunos a respeito da dinâmica. Você

gostou de ouvir a história de seu amigo? Você gosta de ouvir e contar história?

Foi fácil colocar-se no lugar do outro e contar a história dele como se fosse sua?

2ª Dinâmica: associação de palavras

1. Dividir os educandos em

grupos de 4 alunos. Cada grupo deverá

receber um quadro (modelo abaixo), para fazer associações de ideias.

A) Palavras usadas em caso de emergência:

Socorro, por favor, ajude-me, preciso de ajuda, ajudem,

B ) Palavras de amor:

Carinho, te amo, adoro você, meu amor, paixão,

C) Palavras para brincar:

Bola, boneca, pião, roda, casinha, ursinhos,

D) Palavras que ninguém gosta de ouvir:

odeio você, que ódio, malvado, detesto você, praga,

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2. Cada grupo deverá apresentar suas palavras e comentar a respeito delas. O professor deverá questioná-los se muitas das palavras escritas foram lembradas devido a algum fato vivido, marcadas pela “convivência”.

3ª Dinâmica: convivência em grupo

1. Apresentar figuras de pessoas em situações de convivência e abrir discussão.

pessoas em situações de convivência e abrir discussão. A) Reunião de trabalho B) Convívio entre pessoas

A) Reunião de trabalho

de convivência e abrir discussão. A) Reunião de trabalho B) Convívio entre pessoas Para refletir e

B) Convívio entre pessoas

Para refletir e conversar

1. Discussão em grupo a respeito de duas situações:

a. Convivência cordial

b. Convivência tolerada

sugestões

1. Para finalizar a oficina pode-se ouvir uma música.

1. Para finalizar a oficina pode-se ouvir uma música. Palavras – Titãs * Todas as gravuras

Palavras Titãs

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Pais e filhos – Legião Urbana Legião Urbana

Outras, a escolha do professorPais e filhos – Legião Urbana AVALIAÇÃO A avaliação será diagnóstica, através da observação direta o

AVALIAÇÃO

A avaliação será diagnóstica, através da observação direta o professor irá constatar se os alunos gostaram das atividades propostas, se tiveram dificuldade ou facilidade para trabalhar a oralidade, se demonstraram gostar do ouvir e contar a história do outro, de contar sua própria história para o outro. A partir desse diagnóstico inicial é que as próximas unidades serão desenvolvidas com menor ou maior grau de dificuldades.

Anotações:

Anotações:

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TEMA: EU CONTO 2ª OFICINA MATERIAL: CONTOS: ESPELHO MÁGICO e outros contos. OBJETIVOS: Melhorar a

TEMA: EU CONTO

2ª OFICINA

MATERIAL: CONTOS: ESPELHO MÁGICO e outros contos.

OBJETIVOS:

Melhorar a capacidade de ouvir e de se expressar oralmente;CONTOS: ESPELHO MÁGICO e outros contos. OBJETIVOS: Preparar a turma para leitura de contos. METODOLOGIA:

Preparar a turma para leitura de contos.Melhorar a capacidade de ouvir e de se expressar oralmente; METODOLOGIA: 1.Contação do conto escolhido (professor

METODOLOGIA:

1.Contação

do

conto

escolhido

(professor para os alunos);

2. Questionar a respeito do conto: Se já conheciam? Quem é o autor? Qual a finalidade desse conto? Emocionar? Informar? Instruir? Divertir?

3. Falar a respeito do autor do conto:

Espelho Mágico - Luis Câmara Cascudo;

4. Leitura de contos de fadas.

Instigar os alunos sobre a palavra “conto”. Esclarecer que o conto (do latim = contare = falar) é uma narrativa breve de um fato real ou fantasioso, desenrola-se com poucos personagens, apresenta apenas um drama, tem espaço e tempo restrito, privilegia o diálogo e possui uma linguagem objetiva.

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1ª Dinâmica: ABRAÇANDO OS AMIGOS Alunos em círculo, cantando e fazendo gestos, poderá ser cantada
1ª Dinâmica: ABRAÇANDO OS AMIGOS
Alunos em círculo, cantando e fazendo gestos, poderá ser cantada
várias vezes para que muitos alunos se abracem.
Musiquinha do abraço
“Levantar um braço;
Levantar o outro;
Fazer bamboleo
e mexer o pescoço;
Olhar para o teto;
Olhar pro sapato;
Escolher um amigo
e dar um abraço.”
2ª Dinâmica: CONTANDO HISTÓRIAS

1. Alunos divididos em grupos. Cada grupo receberá um conto diferente a ser lido e estudado pelos alunos. (Cinderela, Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, As doze Princesas, A princesa e a ervilha, etc Contos de fadas);

2.Os alunos deverão combinar quem contará determinada parte. Cada grupo deverá contar seu conto para o grande grupo. Todos os alunos deverão fazer a sua fala. Não é necessário cópia fiel, mas compreensão do texto lido.

é necessário cópia fiel, mas compreensão do texto lido. * Todas as gravuras foram retiradas do

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Para refletir e conversar

Questionar os alunos:

Acharam fácil contar histórias em grupo?Para refletir e conversar Questionar os alunos: Conheciam as histórias trabalhadas? sugestÕes Ouvir uma música ou

Conheciam as histórias trabalhadas?os alunos: Acharam fácil contar histórias em grupo? sugestÕes Ouvir uma música ou um poema utilizando

sugestÕes

em grupo? Conheciam as histórias trabalhadas? sugestÕes Ouvir uma música ou um poema utilizando um CD.

Ouvir uma música ou um poema utilizando um CD.em grupo? Conheciam as histórias trabalhadas? sugestÕes AVALIAÇÃO Utilizando o método da observação, o

AVALIAÇÃO

Utilizando o método da observação, o professor perceberá as dificuldades ou facilidades dos alunos ao contar as histórias. Observará quem participou e quem se omitiu, assim poderá desenvolver atividades diferenciadas ou individualizadas com os alunos.

Anotações:

Anotações:

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3ª OFICINA TEMA: CARACTERIZANDO AS HISTÓRIAS OBJETIVO: Conhecer as características dos contos. METODOLOGIA: 1.Iniciar a

3ª OFICINA

TEMA: CARACTERIZANDO AS HISTÓRIAS

OBJETIVO:

3ª OFICINA TEMA: CARACTERIZANDO AS HISTÓRIAS OBJETIVO: Conhecer as características dos contos. METODOLOGIA: 1.Iniciar a

Conhecer as características dos contos.

METODOLOGIA:

1.Iniciar a oficina sempre com uma história contada (do professor para os alunos ou convidados), para que os mesmos possam acostumar-se com o estilo de narrar;

2. Trabalhar com os contos de fadas, os mesmos contos da oficina 2;

3. Explicar aos alunos a sequência

narrativa dos contos (situação inicial ou

introdução, conflito ou complicação, a resolução ou desenlace);

4. Os

alunos

deverão

destacar

nos

textos a sequência narrativa dos contos;

Um texto narrativo deve responder as seguintes perguntas: O quê? Com quem? Quando? Onde? Como?
Um
texto
narrativo
deve
responder
as
seguintes
perguntas:
O quê?
Com quem?
Quando?
Onde?
Como?
Elementos que caracterizam o gênero conto: Personagens (antagonista /protagonista); Elementos mágicos; Seres
Elementos que caracterizam o
gênero conto:
Personagens
(antagonista
/protagonista);
Elementos mágicos;
Seres sobrenaturais;
Tempo;
Lugar;
Conflito (clímax);
Solução;
Final
(recompensa
recebida).

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O conto é um texto narrativo ficcional que se caracteriza, entre outros aspectos, por sua extensão. Vai de umas poucas linhas até umas trinta ou quarenta páginas. Esse aspecto limita todos os elementos que compõem a narração. Em razão de sua brevidade, um conto costuma apresentar: um único conflito, poucos personagens, localiza-se em um único lugar e transcorre em um tempo breve.

5.Cada grupo deverá localizar no conto trabalhado: personagens, local,

conflito, tempo, etc;

6. O professor poderá escrever na lousa conforme o relato do grupo.

1ª Dinâmica:

Eu sou o zé

Alunos em círculo, conforme o professor vai ordenando os alunos irão

realizando:

Oi, eu sou o Zé e trabalho numa fábrica de botão. Um dia o chefe chegou e disse:

_ Tá ocupado?

Eu disse: _ não.

_ Então aperta este botão com a mão direita (ficar se movimentando no círculo, fazendo gesto como se tivesse apertando um botão).

Repetir os gestos com a mão esquerda, o nariz, a cabeça, a barriga, etc.

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Gostaram da dinâmica? Foi fácil destacar os elementos que compõe o conto? Todos os texto trabalhados possuem estas
Foi fácil destacar os elementos que compõe o conto? Gostaram da dinâmica? Todos os texto trabalhados possuem estas características?
Todos os texto trabalhados possuem estas características?Gostaram da dinâmica? Foi fácil destacar os elementos que compõe o conto?

Todos os texto trabalhados possuem estas características? Finalizar a oficina trabalhando com os elementos mágicos

Finalizar a oficina trabalhando com os elementos mágicos dos contos.

a oficina trabalhando com os elementos mágicos dos contos. * Figura criada pela professora PDE (Print

* Figura criada pela professora PDE (Print Art)

AVALIAÇÃO

Sempre por meio da observação direta e da reflexão, professor e alunos perceberão o progresso, a desenvoltura do grupo e o domínio sobre o gênero em questão.

do grupo e o domínio sobre o gênero em questão. * Todas as gravuras foram retiradas

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Para refletir e conversar Sugestões
Para refletir e conversar Sugestões

Para refletir e conversar

Sugestões

Para refletir e conversar Sugestões
4ª OFICINA TEMA: CONFECCIONANDO PERSONAGENS E CENÁRIO OBJETIVO: Criar personagens utilizando revistas, papel de

4ª OFICINA

TEMA: CONFECCIONANDO PERSONAGENS E CENÁRIO

OBJETIVO:

TEMA: CONFECCIONANDO PERSONAGENS E CENÁRIO OBJETIVO: Criar personagens utilizando revistas, papel de presente,

Criar personagens utilizando revistas, papel de presente, borracha de E.V.A. (Etil Vinil Acetato) entre outros materiais para enriquecer as apresentações.

METODOLOGIA

1.Utilizando papel de presente, E.V.A., retalhos, revistas coloridas o professor deverá ensinar aos alunos a confecção de personagens e cenários a serem utilizados nas contações;

2.Os alunos deverão criar personagens para apresentar seus contos associando personagens e contação;

3.Utilizando

a

criatividade,

vão

criar

os

personagens,

os

cenários

(castelos, floresta, casa da bruxa, príncipe, princesa, rei, rainha, bruxa, etc);

4.O professor sempre deverá iniciar a aula com uma história contada (a escolha do professor), o professor poderá também convidar alguém habilitado a contar uma história para a turma;

5.Tecer

uma

pequena

discussão

a

envolvendo personagens, tempo, local;

respeito

do

conto

narrado,

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6.Os grupos deverão criar os personagens e o cenário de suas histórias

(contos utilizados nas oficinas anteriores), utilizando papel de presente, E.V.A.,

revistas, etc por meio de recortes e colagens;

7.O trabalho poderá ser realizado com música de fundo para que os

alunoss possam melhorar a capacidade de ouvir;

8.O professor deve orientar os alunos direcionando o trabalho (cada

aluno deve encarregar-se da confecção de um personagem ou de um objeto

para compor o cenário: árvore, casebre, castelo, príncipe, princesa, fada,

bruxa, entre outros).

1ª Dinâmica:

AS VOGAIS

Alunos em círculo:

Ao pronunciar a letra “a” abrir os braços em toda a s ua extensão, pronunciando o pronunciar a letra “a” abrir os braços em toda a sua extensão, pronunciando a letra prolongadamente (aaaaaaaaaaaa);

Braços abertos, pronuncia-se a letra “e” t razendo os braços para junto do corpo num abraço bem se a letra “e” trazendo os braços para junto do corpo num abraço bem aconchegante a si mesmo;

Braços cruzados sobre o peito, inicia-se a pronuncia do “i” elevando os braços para o alto em busca do Divino, se a pronuncia do “i” elevando os braços para o alto em busca do Divino, de Deus (pronuncia prolongada);

Braços estendidos para o alto, vir puxando para formar um círculo ao redor do próprio corpo, trazendo a energia do universo para si e pronunciando a letra “o”; pronunciando a letra “o”;

Estender os braços à frente do corpo, em busca de um caminho pronunciando a letra “u”. pronunciando a letra “u”.

Observação: Esta dinâmica trabalha postura corporal, entonação e dicção. (O professor poderá escolher outra dinâmica e não necessariamente esta).

Para refletir e conversar

e não necessariamente esta). Para refletir e conversar Gostaram da dinâmica? * Todas as gravuras foram

Gostaram da dinâmica?

esta). Para refletir e conversar Gostaram da dinâmica? * Todas as gravuras foram retiradas do site:

* Todas as gravuras foram retiradas do site: Public domain clipart - (HTTP://www.pdclipart.org/)

O que acharam deste trabalho em grupo confeccionando personagens e cenário?Sugestões Finalizar a oficina com dicas sobre contação ou uma música. AVALIAÇÃO A avaliação será

Sugestões

Finalizar a oficina com dicas sobre contação ou uma música.em grupo confeccionando personagens e cenário? Sugestões AVALIAÇÃO A avaliação será pela observação direta do

AVALIAÇÃO

A avaliação será pela observação direta do trabalho realizado em equipe. Facilidades ou dificuldades para liderar, determinar papéis, etc.

Anotações:

Anotações:

* Todas as gravuras foram retiradas do site: Public domain clipart - (HTTP://www.pdclipart.org/)

5ª OFICINA TEMA: CONTAÇÃO DE HISTÓRIA UTILIZANDO RECURSOS MATERIAIS OBJETIVO: Coordenar o trabalho de apresentação

5ª OFICINA

TEMA: CONTAÇÃO DE HISTÓRIA UTILIZANDO RECURSOS MATERIAIS

OBJETIVO:

DE HISTÓRIA UTILIZANDO RECURSOS MATERIAIS OBJETIVO: Coordenar o trabalho de apresentação da história entre a

Coordenar o trabalho de apresentação da história entre a voz e apresentação dos personagens.

METODOLOGIA

1.O

professor

deverá

apresentar

uma

história

contada

utilizando

recursos como um tapete, uma caixa-cenário ou fantoches;

2.Oportunizar seus alunos a apresentarem suas histórias utilizando os materiais confeccionados por eles na oficina anterior;

3.Durante a contação ir corrigindo postura, entonação, olhar, gestos, manipulação dos objetos coordenados às falas.

Observação:

Após todas as oficinas os alunos estarão aptos a contar em público, mas somente os que realmente se identificaram com o trabalho, podendo assim criar um grupo de contadores no colégio, fazendo apresentações em reuniões de pais, para outras salas ou num sarau literário a ser promovido pelo grupo.

salas ou num sarau literário a ser promovido pelo grupo. * Todas as gravuras foram retiradas

* Todas as gravuras foram retiradas do site: Public domain clipart - (HTTP://www.pdclipart.org/)

1ª Dinâmica:

UMA HISTÓRIA

Alunos formando dois círculos, um círculo de frente para o outro. Ouvir a música do grupo: Palavra Cantada “Uma história”. Os alunos irão realizando os gestos sugeridos pela música.

Para refletir e conversar

Vocês se acham preparados para enfrentar um público maior: pais, outros professores, colegas de outras salas?os gestos sugeridos pela música. Para refletir e conversar Sugestões Finalizar a oficina com dicas

Sugestões

outros professores, colegas de outras salas? Sugestões Finalizar a oficina com dicas sobre
outros professores, colegas de outras salas? Sugestões Finalizar a oficina com dicas sobre

Finalizar

a

oficina

com

dicas

sobre

contação,

música,

poema,

dinâmica.

AVALIAÇÃO

saber se os

alunos estão aptos para desenvolver o trabalho de contação com um público diferente ao de sua sala de aula ou se ainda necessitam de mais oficinas.

Esta será a avaliação final, a qual permitirá ao professor

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SUGESTÕES DE HISTÓRIAS A SEREM CONTADAS PELO PROFESSOR: 1.Espelho Mágico – Contos tradicionais do Brasil.

SUGESTÕES DE HISTÓRIAS A SEREM CONTADAS PELO PROFESSOR:

1.Espelho Mágico Contos tradicionais do Brasil. Luis Câmara Cascudo. 12ª ed. São Paulo: Global, 2003. (página 83).

2. Entre Leão e unicórnio Marina Colasanti In: FARACO, Carlos Emílio.

Língua Portuguesa: Linguagem e Interação / Carlos Emílio Faraco, Francisco Marto de Moura, José Hamilton Maruxo Júnior. São Paulo. Ática, 2009. (Livro

didático, página 103).

3. À primeira só. Dowland do Livro: Uma ideia: toda azul. Marina Colasanti.

-

_Uma_ Ideia

Página 26. Site:http://www.4shared.com/get/2IMQFKX_/Colasanti_Marina

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4. Cão de Moacir Scliar. In: TAKAZAKI, Heloísa Harue. Língua portuguesa, 8ª

série: manual do professor/ Heloísa Harue Takazaki; ilustradores Reinaldo Aparecido Rosa, Silmara Simone Egg. 1. São Paulo, 2002, (páginas 81/82).

SUGESTÕES DE HISTÓRIAS A SEREM TRABALHADAS COM OS ALUNOS:

1. Os contos de fadas de ANDERSEN:

A pequena Sereia;

A

pequena Sereia;

Polegarzinha;

Polegarzinha;

O Soldadinho de chumbo;

O Soldadinho de chumbo;

A vendedora de fósforos;

A vendedora de fósforos;

A roupa nova do imperador;

A roupa nova do imperador;

* Todas as gravuras foram retiradas do site: Public domain clipart - (HTTP://www.pdclipart.org/)

O patinho feio;

O

patinho feio;

A princesa e a ervilha.

A

princesa e a ervilha.

2. Os contos de fada dos GRIMM:

Branca de Neve;A princesa e a ervilha. 2. Os contos de fada dos GRIMM: alfaite valente; bela adormecida;

alfaite valente;e a ervilha. 2. Os contos de fada dos GRIMM: Branca de Neve; bela adormecida; João

bela adormecida;contos de fada dos GRIMM: Branca de Neve; alfaite valente; João e Maria; Chapeuzinho Vermelho; Os

João e Maria;dos GRIMM: Branca de Neve; alfaite valente; bela adormecida; Chapeuzinho Vermelho; Os músicos de Bremen. O

Chapeuzinho Vermelho;de Neve; alfaite valente; bela adormecida; João e Maria; Os músicos de Bremen. O A 3.

Os músicos de Bremen.bela adormecida; João e Maria; Chapeuzinho Vermelho; O A 3. Os contos de fada de PERRAULT:

O

A

3. Os contos de fada de PERRAULT:

O flautista de Hamelin;

O

flautista de Hamelin;

Barba Azul;

Barba Azul;

O Pequeno Polegar;

O

Pequeno Polegar;

Rapunzel;

Rapunzel;

O gato de botas;

O

gato de botas;

Riquete do Topete;

Riquete do Topete;

O rei Midas;

O

rei Midas;

Cinderela;

Cinderela;

O lobo e os sete cabritinhos.

O

lobo e os sete cabritinhos.

SUGESTÕES DE FILMES PARA A REALIZAÇÃO DE SEÇÕES DE CINEMA EM CONTRATURNO (com direito a pipoca):

Irmãos Grimm;

Irmãos Grimm;

A encantada;

A

encantada;

Deu a louca na Chapeuzinho;

Deu a louca na Chapeuzinho;

Deu a louca na Branca de Neve.

Deu a louca na Branca de Neve.

* Todas as gravuras foram retiradas do site: Public domain clipart - (HTTP://www.pdclipart.org/)

REFERÊNCIAS

BUSSATO, Cléo. Contar e encantar: pequenos segredos da narrativa. Petrópolis: Vozes, 2003.

DOHME, Vânia D’ Ângelo. Técnicas de Contar histórias: um guia para desenvolver as suas habilidades e obter sucesso na apresentação de uma história. São Paulo: Informal Editora, 2010.

SCHENEUWLY, B; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Trad. E org. Roxane Rojo e Gláis Sales Cordeiro. Campinas: Mercado das Letras,

2004.

SMITH, Frank. Leitura significativa. Trad. Beatriz Affonso Neves. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6. ed. Porto Alegre: Artemed, 1998.

Boa leitura!

leitura . 6. ed. Porto Alegre: Artemed, 1998. Boa leitura! * Todas as gravuras foram retiradas

* Todas as gravuras foram retiradas do site: Public domain clipart - (HTTP://www.pdclipart.org/)