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CLIQUEAQUIPARA

VIRARAPÁGINA

CADERNO DE ATIVIDADES

Serviço S o c i a l m p o r â n e o
e r v iço Soc ia l C o n te
D is c ip li n a : S o S o c ia l
is s io n a is d o S e r v iç
n d a s p ro f
Tema 08: Dema
Caderno de Atividades
Serviço Social

Disciplina
Serviço Social Contemporâneo

Coordenação do Curso
Adriana Luiza da Silva
Elisa Cleia Pinheiro Rodrigues Nobre

Autoria
Prof.ª Edilene Xavier Rocha
Prof.ª Elisa Cléia Pinheiro Rodrigues Nobre

FICHA TÉCNICA Revisão Textual


Alexia Galvão Alves
Equipe de Gestão Editorial Giovana Valente Ferreira
Regina Cláudia Fiorin Ingrid Favoretto
João Henrique Canella Fiório Julio Camillo
Priscilla Ramos Capello Luana Mercúrio
Análise de Processos Diagramação
Juliana Cristina e Silva Célula de Inovação e Produção de Conteúdos
Flávia Lopes
Chanceler Pró-Reitor de Graduação
Ana Maria Costa de Sousa Eduardo de Oliveira Elias

Reitora Pró-Reitor de Extensão


Leocádia Aglaé Petry Leme Ivo Arcangêlo Vedrúsculo Busato

Pró-Reitor Administrativo Pró-Reitora de Pesquisa e PósGraduação


Antonio Fonseca de Carvalho Luciana Paes de Andrade

Realização:

Diretoria de Planejamento de EAD


José Manuel Moran
Barbara Campos

Diretoria de Desenvolvimento de EAD


Thais Costa de Sousa

Gerência de Design Educacional


Rodolfo Pinelli
Gabriel Araújo

Como citar esse documento:


GARCIA, Edilene Xavier Rocha; NOBRE, Elisa
Cléia Pinheiro Rodrigues. Serviço Social Con-
temporâneo. Valinhos: Anhanguera Educacio-
nal, 2014. p. 1-22.
Disponível em: <http://www.anhanguera.com>.
Acesso em: 03 fev. 2014.

© 2014 Anhanguera Educacional


Proibida a reprodução final ou parcial por qualquer meio de impressão, em forma idêntica, resumida ou modificada em língua
portuguesa ou qualquer outro idioma.
Tema 08
Demandas profissionais do Serviço Social

seções
S e ç õ e s
Tema 08
Demandas profissionais do Serviço Social
Introdução ao Estudo da Disciplina

Caro(a) aluno(a).

Este Caderno de Atividades foi elaborado com base no livro A Natureza do Serviço Social,
do autor Carlos Montaño, Editora Cortez, 2009, 2ª Edição PLT 354.

Roteiro de Estudo:
Prof.ª Edilene Xavier Costa
Serviço Social
Processos Administrativos Prof.ª
Prof.Elisa
Ricardo
Cléia
Almeida
Pinheiro
Contemporâneo
Rodrigues Nobre

CONTEÚDOSEHABILIDADES
Conteúdo
Nessa aula você estudará:

• As demandas tradicionais e as demandas atuais do Serviço Social.

• A necessidade de abertura de novos campos de trabalho para a profissão.

• A responsabilidade e o desafio de enfrentamento de novas demandas.

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CONTEÚDOSEHABILIDADES
Habilidades
Ao final, você deverá ser capaz de responder as seguintes questões:

• Quais as demandas tradicionais do Serviço Social?

• Quais as demandas contemporâneas que se apresentam para o Serviço Social?

• Quais os caminhos que o assistente social deve seguir para apresentar respostas
para as demandas tradicionais e contemporâneas do Serviço Social?

LEITURAOBRIGATÓRIA
Demandas profissionais do Serviço Social
Caro(a) aluno(a), Iamamoto (2009) adverte que, ao contrário do que idealiza o senso
comum, o Serviço Social não tem poder em si mesmo de solucionar os problemas sociais
que se apresentam na sociedade brasileira. Como você pode observar, a questão social,
objeto de estudo e intervenção do Serviço Social, é fruto da relação capital x trabalho. Em
outras palavras, é consequência do modo de produção capitalista.

Montaño (2007, p. 194) chama a atenção para o fato do Serviço Social não desvendar as
“[...] problemáticas emergentes na atualidade, de não estudar nem intervir sistematicamente
nas novas demandas sociais”, advertindo que dessa forma conserva inalteradas as áreas ou
as mesmas demandas com as quais já trabalhava no início de sua constituição profissional.

Na leitura do Livro-Texto nas páginas propostas para estudo desse tema, pode-se verificar
que a preocupação do autor volta-se para a necessidade de o Serviço Social estar atento
às novas demandas que surgem, para que a prática profissional do assistente social não
fique presa a concepções ultrapassadas e limitadoras do agir profissional. Com isto, adverte
sobre a necessidade de entender as políticas públicas não como meros instrumentos
de redistribuição de renda, ou o Estado como o proporcionador do bem-estar social das
pessoas carentes, como bem especificado na primeira tese apresentada pelo autor em sua

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LEITURAOBRIGATÓRIA
obra, pois, se não há mudanças na concepção desses conceitos, as funções tradicionais de
competência do assistente social também são congeladas, reproduzindo-se mecanicamente,
ou, como considera o autor, quase que ritualmente.

Mas quais são as novas demandas que se apresentam para o Serviço Social e como tomar
posse dessas novas frentes de atuação? Novamente o autor analisa que novos temas
e, portanto, novas frentes de trabalho tem-se tornado evidentes na sociedade, como a
preservação do meio ambiente e ecologia, microempresas, catástrofes naturais e suas
consequências sociais, o Serviço Social nas empresas que tem crescido assustadoramente,
entre outras temáticas, que outrora eram vistas como pertencentes a outras profissões,
passam hoje a incorporar o assistente social.

No entanto, a visão deste profissional precisa ser ampliada, para que ele possa posicionar-
se fora dos campos tradicionais, enfrentando novos desafios e adestrando suas mãos para
um novo tempo e novas formas de intervenção. Como bem adverte Marilda Iamamoto, é
necessário “sair de seus muros internos”; ou como admoesta José Paulo Netto, quando
afirma que a prática do assistente social está congelada, tornado a sua intervenção uma
rotina.

Montaño (2007, p. 197) assevera que o Serviço Social “deve transcender a prática rotineira
desenvolvida em torno de velhos campos”. Assim, deve incorporar para o espaço profissional
novos estudos e novas respostas, não só às demandas emergentes, mas também às
demandas já existentes. Dessa forma, poderá contribuir para que sua base de “sustentação
funcional ocupacional” seja alterada e/ou atualizada.

Na leitura do texto, você verá que o autor sugere dois passos para que a base de sustentação
do Serviço Social possa ser modificada, quais sejam: captar novas demandas ou demandas
emergentes e buscar qualificação para dar respostas que sejam suficientes às demandas
que se ora se apresentam.

Neste caminho, o profissional deve se saturar de um conhecimento crítico, e não apenas


sobre o seu agir, mas principalmente sobre as mudanças trazidas pela transformação da
sociedade, pois é com esta realidade que ele interage. Deve então compreender que esta
realidade é o seu “verdadeiro motor e sentido da profissão”.

Faz-se ainda necessário neste processo o diálogo com as teorias sociais e também a
produção de conhecimento teórico-científico, aportando elementos que possam abrir

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LEITURAOBRIGATÓRIA
debates, participando ativamente desses momentos como propositor e não apenas como
receptor de ideias pré-concebidas ou formuladas.

Portanto, caro(a) aluno(a), compreenda que o desafio não é fácil e nem pequeno e que
você faz parte dessa luta que deve ser empreendida para que o Serviço Social alcance
novos patamares nessa sociedade em constante mudança e evolução. Atente, porém, que
é por meio de um conjunto de ações que a profissão irá se desenvolver. Não somente por
meio da pesquisa ou de um posicionamento crítico de seus profissionais, mas sim, por
meio de ações qualificadas que só acontecerão se os seus profissionais também estiverem
qualificados. Isto implica em incorporar o produto da atividade docente na reciclagem e
atualização dos profissionais de campo. Lembre-se que hoje você faz parte de um grupo
que passa por uma aprendizagem diferenciada, inovadora, e dessa forma você escreve a
história do Serviço Social em um novo formato. Mas isto não bastará para que sua prática
seja inovadora. Assim, busque sempre a qualificação e a atualização de seus conceitos
pessoais e profissionais, para que você não fique estagnado como pessoa e tão pouco
como profissional. Mãos à obra. Bom trabalho!

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LINKSIMPORTANTES
Quer saber mais sobre o assunto?
Então:
Sites
ABREO, Ana Carolina Santini B. CONTEMPORANEIDADE E SERVIÇO SOCIAL:
Contribuição para Interpretação das Metamorfoses Societárias.
Disponível em: <www.ssrevista.uel.br/c_v2n1_contemp.htm> Acesso em: 03 fev. 2014.
Este trabalho tem por objetivo promover debates pertinentes às transformações que vem
ocorrendo no mercado mundial, na globalização, no avanço do neoliberalismo, procurando
encontrar algumas hipóteses explicativas dos fenômenos da pós-modernidade que mudaram
o espaço ocupacional do Serviço Social e as demandas a profissão.

ABREO, Ana Carolina Santini B.; FÁVARO, Claudia Renata. Demandas de serviço social
no setor empresarial.
Disponível em: <www.ssrevista.uel.br/c_v4n1_demandas.htm>. Acesso em: 03 fev. 2014.
O texto analisa as tradicionais e atuais demandas requisitadas para o Serviço Social no
setor empresarial.

Lembre-se que estes trabalhos poderão subsidiar os seus estudos, mas não se detenha
somente nessas indicações. Busque navegar por sites que apresentam trabalhos com
reconhecimento científico e conheça outros artigos e trabalhos para subsidiar as discussões
sobre este assunto.

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AGORAÉASUAVEZ
Instruções:
Chegou a hora de você exercitar seu aprendizado por meio das resoluções
das questões deste Caderno de Atividades. Essas atividades auxiliarão
você no preparo para a avaliação desta disciplina. Leia cuidadosamente
os enunciados e atente-se para o que está sendo pedido e para o modo de
resolução de cada questão. Lembre-se: você pode consultar o Livro-Texto
e fazer outras pesquisas relacionadas ao tema.

Questão 1: D. Captar demandas de outras profissões


para incorporar ao trabalho do
Para Carlos Montaño (2007), as profissões
assistente social.
se constituem e se legitimam por meio das
respostas que conseguem dar a diversas E. Mudar o seu objeto de estudo.
necessidades que determinam um conjunto
Está correto o que se afirma em:
de demandas sociais. O que o Serviço So-
cial pode e deve fazer para contribuir, alterar a) A e B
e atualizar a sua legitimidade, a sua “base
de sustentação funcional-ocupacional”? b) A e C

A. Captar novas demandas ou demandas c) A e E


emergentes. d) B e E
B. Mudar a sua base teórica. e) B e D
C. Qualificar-se para dar respostas.

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AGORAÉASUAVEZ
Questão 2: Questão 3:
Leia as afirmativas a seguir e julgue-as Ao referir-se à prática do assistente so-
como verdadeiras (V) ou falsas (F). cial, Montaño (2007) analisa que, por ser
“sincrética”, por segmentar a realidade em
( ) A questão social é o objeto de estudo
“questões sociais”, toma para si, como sen-
“exclusivo” do Serviço Social.
do um campo de intervenção próprio, algu-
( ) Para Iamamoto (1997), a medida que mas (micro) problemáticas estilhadas, e
as novas situações históricas se apresen- deixa para as outras profissões a realidade
tam, a prática profissional, como compo- “macro”. A palavra “sincrética”, utilizada no
nente das mesmas, também é obrigada a texto, quer dizer que a prática do assistente
se definir. social:
( ) Para Montaño (2007), o primeiro passo
a) Deixa de lado a estrutura da categoria
para quebrar o conservadorismo no campo
ontológica central da própria realidade
da intervenção profissional, é se saturar de
social, ou seja, a totalidade.
conhecimento crítico sobre a dinâmica da
realidade social com a qual interage. b) A prática do assistente social é
inexistente, pois deixa que as outras
( ) O Serviço Social hoje, como uma ca-
profissões desenvolvam tarefas
tegoria, se constitui como uma profissão li-
exclusivas do Serviço Social.
beral, indeterminada, onde cada indivíduo
decide por seu comportamento profissio- c) A prática do assistente social é des-
nal, desvinculado totalmente do coletivo compromissada com a realidade social.
profissional e da sociedade.
d) A prática do assistente social é
A sequência que julga corretamente as afir- inovadora ao abrir espaço para que outras
mativas encontra-se na alternativa: profissões interajam em seu contexto
profissional.
a) V;V;V;V.
e) Apresenta-se como uma imposição do
b) F;F;F;F.
sistema neoliberal.
c) V;F;V;F.
f) A prática do assistente social é irreal,
d) F;V;F;V. pois desconsidera a realidade social.

e) F;V;V;F.

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AGORAÉASUAVEZ
Questão 4: Questão 5:
(UFLA, 2009 – modificada pela autora) O Pode-se afirmar que o Serviço Social é
Serviço Social, como profissão inserida na uma profissão que tem na intervenção o
sociedade capitalista, participa da repro- seu caráter básico. Dessa forma, em sua
dução das relações sociais e do relaciona- prática, o Assistente Social, tanto na esfera
mento contraditório entre elas. Em relação pública estatal como no setor privado, en-
à reprodução das relações sociais, é corre- frenta a necessidade de se capacitar, para
to afirmar que: a execução de um:

a) A reprodução das relações sociais I. Trabalho filantrópico e voluntário que


se restringe à reprodução da força viva dê respostas práticas ao usuário dos
de trabalho e dos meios objetivos de serviços.
produção.
II. Processo político e de flexibilidade
b) A reprodução das relações sociais não frente às contradições existentes entre
representa a reprodução da totalidade do as demandas institucionais e as dos
processo socialmente determinado pelo usuários.
modo de vida que envolve o cotidiano da
III. Papel de reprodução social, mantendo
vida em sociedade.
compensatoriamente o instituído.
c) A reprodução das relações sociais não
IV. Trabalho interdisciplinar com interface
é uma totalidade concreta em movimento
com profissionais de diferentes áreas.
e nem em constante processo de
estruturação permanente. Está correto o que se afirma:

d) A reprodução das relações sociais a) Em todas as afirmativas.


refere-se à reprodução das forças
produtivas e das relações de produção na b) Apenas na alternativa II.
sua globalidade, envolvendo também as
c) Apenas na alternativa III.
formas de consciência social: jurídicas,
religiosas, artísticas ou filosóficas. d) Apenas na alternativa IV.

e) A reprodução das relações sociais e) Todas as alternativas estão incorretas.


na realidade brasileira é inexistente,
em função das imposições do processo
neoliberal.

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AGORAÉASUAVEZ
Questão 6: Questão 10:
Para Montaño (2007), qual o primeiro passo Apresente, em no mínimo uma lauda, qual
para se quebrar o conservadorismo no cam- a importância da qualificação/especializa-
po da intervenção profissional, assumindo a ção para o Assistente Social. Você pode
responsabilidade e o desafio de enfrentar as realizar esta atividade em dupla e fazer
demandas novas e emergentes? uma pesquisa em sites que abordem este
assunto.

Questão 7:
A pesquisa é um dos fatores determinan-
tes no desenvolvimento do Serviço social
como profissão. No entanto, não é o único
fator que poderá proporcionar este desen-
volvimento?

Questão 8:
Carlos Montaño (2007) aponta um falso di-
lema na discussão do Serviço Social: se o
Serviço Social, como categoria, comporta
um “profissional orgânico”. Para o autor, o
que define um “profissional orgânico”?

Questão 9:
É notório que toda profissão necessita de
uma legitimação, e Carlos Montaño (2007)
aborda em sua tese alguns elementos que
possibilitam essa legitimação. Para o autor,
como as profissões se legitimam?

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FINALIZANDO
Caro(a) aluno(a), esse tema é o último dessa disciplina, porém não é a última discussão
que você pode fazer sobre este assunto.

Pelo contrário: a proposta aqui apresentada deve ser para você apenas um começo na busca
de conhecimento sobre o Serviço Social. Dessa forma, aprofunde o seu conhecimento com
muita leitura e discussão com seus colegas e professores sobre os desafios que o Serviço
Social tem enfrentado e ainda enfrentará na sua caminhada.

Como analisa o autor do Livro-Texto utilizado nessa disciplina, o Serviço Social precisa
repensar o seu agir. Neste contexto, deve preocupar-se com a nova realidade que se
descortina a sua frente, para que não se transforme em uma prática residual ou um mero
conjunto de rituais práticos. O desafio é não fechar-se em si mesmo, ampliando os horizontes
e a sua compreensão sobre a transformação da sociedade.

Caro aluno, agora que o conteúdo dessa aula foi concluído, não se esqueça de acessar
seu Desafio Profissional e verificar a etapa que deverá ser realizada. Bons estudos!

REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Ney Luiz Teixeira de. Retomando a temática da “sistematização da prática” em
Serviço Social. Disponível em: <http://www.fnepas.org.br/pdf/servico_social_saude/tex-
to3-2.pdf> Acesso em: 03 fev. 2014.

BORIN, André Luiz dos Santos et alli. Como Pode Isto: Trabalhar como escravo, passar
fome num Estado rico? Só não morri, porque aqui e acolá, tem alguém prá ajudar. Liber-
tas - Volume 2 - Número 2 – Jul/2008. Disponível em: <http://www.ufjf.br/revistalibertas/
files/2010/01/artigo08_5.pdf>. Acesso em: 03 fev. 2014.
16
REFERÊNCIAS
BUENO, Francisco da Silveira. Dicionário Escolar da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro:
FENAME, 1981.

CAMURÇA Marcelo A. Seria A Caridade a “Religião Civil” dos Brasileiros? Revista Praia
Vermelha 12. Primeiro semestre 2005. pp. 42-63. Disponível em: <http://www.ess.ufrj.br/
siteantigo/download/revistapv_12.pdf>. Acesso em: 03 fev. 2014.

CENTRO BRASILEIRO DE COOPERAÇÃO E INTERCÂMBIO DE SERVIÇO SOCIAL –


Disponível em: www.cbciss.org. Acesso em: 03 fev. 2014.

COLMAN, Evaristo. O que é Serviço Social? Disponível em: <http://www.ssrevista.uel.


br/c_v1n1_desafio.htm>. Acesso em: 03 fev. 2014.

ESTEVÃO, Ana Maria R. O que é serviço social. São Paulo: Brasiliense, v. 111. 1992.

FALCÃO, Frederico José. Resgate De Uma Década: a conjuntura político-social brasileira


dos anos 80. Libertas - Volume – 2 - Número 2 – Jul/2008. Disponível em: <http://www.
ufjf.br/revistalibertas/files/2010/01/artigo02_5.pdf>. Acesso em: 03 fev. 2014.

HOUAISS, Antônio. Dicionário eletrônico da língua portuguesa. José Jardim de Barro Jr.
(org). [CD-ROM]. Rio de Janeiro Objetiva, 2001

IAMAMOTO, Marilda Vilela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação


profissional. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2009.

ICHIKAWA, Elisa Yoshie et alli. Ciência, Tecnologia e Gênero: Desvelando o Significado


de Ser Mulher e Cientista. Disponível em: <http://www.ssrevista.uel.br/> Volume 11 - Nú-
mero 1 - Jul/Dez 2008 Acesso em: 03 fev. 2014.

JUNQUEIRA, L. A. P. Organizações sem fins lucrativos e redes sociais na gestão das polí-
ticas sociais. In: CAVALCANTI, M. (org.) Gestão social, estratégias e parcerias: redesco-
brindo a essência da administração brasileira de comunidades para o terceiro setor. São
Paulo: Saraiva, 2006.

LACERDA, Lélica Elisa Pereira de et alii. Do conservadorismo à moral conservadora no


Serviço Social brasileiro. Disponível em: <http://www.ssrevista.uel.br/> Volume 8 - Número
2 - Jan/Jun 2006. Acesso em 03 fev. 2014.

MACHADO, Edinéia Maria; KYOSEN, Renato Obikawa. Política e Política Social. 1998.
Disponível em: <www.ssrevista.uel.br/c_v3n1_politica.htm>. Acesso em: 03 fev. 2014.

17
REFERÊNCIAS
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ficidade” e sua reprodução. São Paulo: Cortez, 2007.

PESSANHA, E. C. Ascensão e queda do professor. São Paulo: Cortez, 1994.

PINHEIRO, Lessi Inês Farias. Questão Social: um conceito revisitado. Disponível em


<http://www.eumed.net/rev/cccss/03/fpod.htm>Acesso em 03 fev. 2014.

______. Relações sociais e serviço social no Brasil: esboço de uma interpretação históri-
co-metodológica. 29ª ed. São Paulo: Cortez, 2009.

RIBEIRO, Iselda Corrêa. et alli. Meio ambiente e gestão social. Disponível em: <http://
www.aedb.br/seget/artigos04/161_161_A%20QUESTAO%20SOCIAL%20DO%20
MEIO%20AMBIENTE2.doc> Acesso em: 03 fev. 2014.

SILVA, Carla Andréia Alves da. O sentido da reflexão sobre autonomia no Serviço Social.
Disponível em <http://www.ssrevista.uel.br/> Volume 6 - Número 2 - Jan/Jun 2004. Aces-
so em 03 fev. 2014.

SUGUIHIRO, Vera Lucia Tieko (at all). O serviço social em debate: fundamentos teórico-
metodológicos na contemporaneidade. Revista Multidisciplinar da UNIESP. Saber Acadê-
mico. n º 07 – Jun/2009.

TORRES, Mabel Mascarenhas. Atribuições Privativas Presentes no Exercício Profissional


do Assistente Social: uma contribuição para o debate. Libertas - Volume 1 - Número 2 –
Jun/2007. Disponível em: <http://www.mp.pb.gov.br/arquivos/psicosocial/servico_social/
atribuicoes.pdf> Acesso em 03 fev. 2014.

VELOSO, Renato. Serviço social, tecnologia da informação e trabalho. São Paulo: Cortez,
2011.

18
GLOSSÁRIO
Assistencialismo: ação assistencial que não se funda no reconhecimento do direito social
de seus usuários, mas no paternalismo e no clientelismo.

Refilantropização: retomada e valorização de ações de filantropia no campo da proteção


social.

Terceiro Setor: conjunto de organizações não governamentais, sem fins lucrativos,


que abrange um conjunto extremamente diversificado: desde as tradicionais entidades
filantrópicas assistenciais (religiosas ou laicas), até as modernas fundações empresariais,
passando por ONGs voltadas à defesa de direitos sociais e à melhoria das condições de
vida da população.

Empoderamento (Empowerment): processo por meio do qual indivíduos, comunidades


e organizações obtêm controle sobre decisões e ações relacionadas a políticas públicas,
através de mobilização e expressão de suas necessidades. Portanto, é espaço para
expressão de interesses e visões diferentes e de negociações e construção de consensos,
assim como o fortalecimento do protagonismo dos setores excluídos.

Exclusão social: Processo heterogêneo, multidimensional, espacial e temporal que


impossibilita parte da população de partilhar dos bens e recursos produzidos pela sociedade,
conduzindo à privação, ao abandono e à expulsão dessa população dos espaços sociais.
O conceito de exclusão engloba não apenas a pobreza ou insuficiência de renda, mas
vai além, “à medida que se define também pela impossibilidade ou dificuldade intensa de
ter acesso tanto aos mecanismos culturais de desenvolvimento pessoal e inserção social,
como aos sistemas preestabelecidos de proteção e solidariedade coletiva”.

19
GABARITO
Questão 1

Resposta: Alternativa B.

Questão 2

Resposta: Alternativa E.

Questão 3

Resposta: Alternativa A.

Questão 4

Resposta: Alternativa D.

Questão 5

Resposta: Alternativa D.

Questão 6

Resposta: (p.199) O primeiro passo é que o assistente social se saturarem de conhecimento


crítico sobre a dinâmica da realidade sobre a qual e com a qual interage, realidade esta que
deve ser o verdadeiro motor e sentimento da profissão.

Questão 7

Resposta: A formação profissional deve rebater também na formação profissional mais


qualificada, ou como analisa Montano (2007) professores e alunos de Serviço Social
devem incorporar o produto daquela atividade docente e na reciclagem e atualização dos
profissionais de campo.

20
GABARITO
Questão 8

Resposta: (p.210) o autor analisa que quando falamos de profissional orgânico, devemos
pensar em um determinado indivíduo, num sujeito especifico e não em uma profissão ou
disciplina como um todo. O que define um profissional orgânico é a opção política que o
profissional faz por uma organização, por uma classe social e por um objeto político que o
converte em intelectual militante desta ou daquela classe. É a síntese entre especialista e
político o que o define como orgânico a uma classe social.

Questão 9

Resposta: (p. 196) As profissões se legitimam através das respostas que conseguem dar
as diversas necessidades que determinam um conjunto de demandas sociais.

Questão 10

Resposta: Esta questão dependerá da pesquisa realizada pelo aluno.

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