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01/02/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos.

Processo Administrativo

1. Processo Administrativo na CF-88

A Constituição Federal enuncia o princípio do devido processo legal no artigo 5. ,


LIV: "ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo
legal".

A obrigatoriedade do devido processo legal não só é aplicável inicialmente no


âmbito jurisdicional mas também vincula a Administração Pública e o Poder
Legislativo.

Além do princípio do devido processo legal, o artigo 5, LV, da CF prescreve que


aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, são assegurados o
contraditório e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes.

A Lei n. 9.784/99 contém normas sobre o processo administrativo no âmbito


federal e a Lei n. 10.177/98 regulamenta o processo administrativo no âmbito
estadual (aplicável ao Estado de São Paulo).

A Lei n. 9.784/99, que fixa normas gerais para o processo administrativo


federal, é aplicável à Administração Pública direta e indireta dos três
poderes, bem como ao servidor ou agente público dotado de poder de decisão,
conforme estabelece o artigo 1.º do referido diploma.

Portanto, ficam a União e as demais entidades federais proibidas de


tomar decisões que afetem interesses de terceiros sem instauração de
processo administrativo prévio que garanta oportunidade de exercício do
contraditório e da ampla defesa por parte dos interessados.

Iremos analisar algumas regras mais importantes da Lei n. 9.784/99.

2- Processo ou Procedimento

Muitos doutrinadores utilizam as expressões processo


administrativo e procedimento administrativo como sinônimas.

Porém, tecnicamente as duas locuções possuem significados


diferentes. Processo é uma relação jurídica, razão pela qual "processo
administrativo" significa o vínculo jurídico entre a Administração e o usuário,
estabelecido para a tomada de uma decisão. Ao passo
que procedimento administrativo é a sucessão ordenada de atos concatenados
visando à edição de um ato final, ou seja, é o conjunto de atos que visa à
obtenção de decisão sobre uma controvérsia no âmbito administrativo.

A terminologia recomendada a ser utilizada é processo administrativo por


se tratar da terminologia empregada na Lei n. 9.784/99.

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3. Espécies de Processo Administrativo

O Professor Celso Antônio Bandeira de Mello[1] ensina que “há distintas


classificações de procedimento, que se agrupam em função de variados critérios:

· procedimentos internos: são procedimentos que se desenrolam


circunscritos à intimidade, à vida intestina da Administração;

· procedimentos externos: são procedimentos de que participam


os administrados;

· procedimentos restritivos: procedimentos que podem ser


meramente restritivos de direito ou sancionadores;

· procedimentos ampliativos: procedimentos que seriam as


lacunas, permissões, autorizações.

O Professor Márcio Fernando Elias Rosa[2] bem ensina sobre a tipologia do


processo administrativo: “A doutrina consagra a seguinte tipologia do processo
administrativo (Hely Lopes Meirelles, Sérgio de Andréa Ferreira, Ana Lúcia B.
Fontes e Odete Medauar):

a) processo administrativo de gestão: licitações, concursos de ingresso ao serviço


público, concurso de movimentação nas carreiras, promoção e remoção;

b) processos administrativos de outorga: licenciamento ambiental, licenciamento


de atividades e exercício de direitos, registro de marcas e de patentes;

c) processos administrativos de controle: prestação de contas, lançamento


tributário, consulta fiscal;

d) processos administrativos punitivos internos ou externos: imposição de sanções


disciplinares (internos) ou apuração de infrações (externos).”

4. PRINCÍPIOS DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO

4.1. Previsão Legal dos Princípios do Procedimento Administrativo

O artigo 2.º da Lei n. 9.784/99 estabelece de forma explícita, contudo


meramente exemplificativa, os princípios do procedimento administrativo:

· legalidade;

· finalidade;

· motivação;

· razoabilidade;

· proporcionalidade;

· moralidade;

· ampla defesa;

· contraditório;
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· segurança jurídica;

· interesse público;

· eficiência.

Há, todavia, princípios implícitos na lei federal:

· publicidade;

· oficialidade;

· informalismo ou formalismo moderado;

· gratuidade;

· pluralidade de instâncias;

· economia processual;

· participação popular.

4.2. Aplicabilidade dos Princípios

Cabe relembrar que princípio não é mera declaração de intenção. São normas que
determinam condutas obrigatórias ou impedem comportamentos incompatíveis. O
princípio representa um valor. Segundo nos ensina Celso Antonio Bandeira de
Melo, são verdadeiros pilares de sustentação de todo o sistema, funcionando
como vetores de interpretação, que por sua generalidade, informam o sistema
jurídico, mesmo sem previsão expressa.

Vejamos cada um deles:

Princípio da publicidade

Já vimos esse princípio, quando tratamos da Administração Pública. Cabe lembrar


que tal princípio por força estão assegurados nos artigo 37, caput, e artigo 5.º,
inciso XXXIII, ambos da Constituição Federal.

O princípio da publicidade possui maior amplitude no processo administrativo, por


força do direito – assegurado a todos – de petição aos poderes públicos em defesa
de direitos ou contra ilegalidades ou abuso de poder (art. 5.º, inc. XXXIV, da CF).

A publicidade existe como regra; porém, o sigilo pode ser decretado, para a
defesa de preservação da intimidade das partes envolvidas ou em razão do
interesse social.

O artigo 2.º, parágrafo único, inciso V, da Lei n. 9.784/99 estabelece estar


assegurada a divulgação oficial dos atos administrativos, ressalvadas as hipóteses
de sigilo previstas na Constituição.

Princípio da oficialidade ou da impulsão

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A Administração age na forma da lei, mas a movimentação do processo


administrativo é atribuída sempre a ela. É o que estabelece tanto o artigo 5.º
como o artigo 29 da Lei n. 9.784/99.

Referido princípio não incide, ao menos na mesma amplitude, no processo judicial,


mas é amplo no processo administrativo.

O princípio da oficialidade é abrandado pelo artigo 30 da Lei n. 9.784/99,


que dispõe serem “inadmissíveis no processo administrativo as provas obtidas por
meios ilícitos”.

Princípio do informalismo ou formalismo moderado

O procedimento administrativo é dotado de rito menos solene, dispensando


formas rígidas; necessariamente, contudo, deve atender à forma legal.

O Professor Hely Lopes Meirelles[3] ressalva: “todavia, quando a lei impõe


uma forma ou uma formalidade, essa deverá ser atendida, sob pena de nulidade
do procedimento, mormente se da inobservância resulta prejuízo para as partes”.

Princípio da gratuidade

Em regra, a atuação administrativa é gratuita. Proibição de cobrança de despesas


processuais, salvo nas hipóteses previstas em lei (art. 2.º, par. ún., inc. XI, da Lei
n. 9.784/99). No desenvolvimento do tema, pode-se visualizar a onerosidade de
determinados processos administrativos de outorga, que para sua realização
exigem o recolhimento do tributo denominado taxa de polícia.

Princípio da ampla defesa e do contraditório

A ampla defesa e o contraditório são inerentes a qualquer processo, judicial ou


administrativo. A Constituição Federal assegura aos “litigantes em processo
judicial ou administrativo” a observância dos princípios do contraditório e da
ampla defesa.

É a bilateralidade do processo que enseja a ampla defesa e o contraditório.

O princípio da ampla defesa e do contraditório se expressa por meio de atos


como:

· notificação dos atos à parte interessada;

· possibilidade de exame das provas;

· direito de assistir à produção de prova;

· possibilidade de produção de defesa escrita.

O contraditório recebeu tratamento expresso na Lei n. 9.784/99, em seu artigo


3.º, incisos II e IV.

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Princípio da pluralidade de instâncias

A Lei n. 9.784/99 limita em três as instâncias administrativas, sendo que a


recorribilidade das decisões não pode estar sujeita a ônus ou encargos. Todavia,
ante a inexistência, no ordenamento jurídico brasileiro, do sistema de controle dos
atos da administração denominado “Contencioso Administrativo”, que prevê
a coisa julgada administrativa, em seu sentido próprio, insuscetível de revisão
pelo poder judiciário, todos os atos da administração, sejam tomados em primeira
ou em última instância, são revisíveis pelo judiciário, consagrando o sistema
jurisdicional de controle dos atos da administração.

Princípio da economia processual

O processo é instrumento, e as exigências nele contidas devem ser compatíveis


com a sua finalidade.

A lei prevê o aproveitamento dos atos, ou o saneamento de irregularidades


meramente formais.

Princípio da segurança jurídica (princípio da estabilidade das relações


jurídicas)

O princípio da estabilidade das relações jurídicas impede a desconstituição


injustificada de atos ou situações jurídicas. A invalidação só é admitida se atender
ao interesse público.

Referido princípio está previsto no artigo 2.º, parágrafo único, inciso XIII, da Lei
n. 9.784/99.

O artigo 55, do mesmo diploma, expressamente permite a convalidação de atos


que apresentarem conflitos sanáveis.

Princípio da motivação

A motivação é obrigatória para assegurar o controle da Administração. A


autoridade deve indicar as razões que a levaram a decidir.

O princípio da motivação decorre do devido processo legal, pois apura-se, por


meio dele, a intenção do agente público.

5. FASES DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO

No procedimento administrativo são reconhecíveis cinco fases:

· Instauração: é a apresentação escrita dos fatos e indicação do


direito que ensejam o processo. Decorre de portaria, auto de infração,
representação de pessoa interessada ou despacho da autoridade
competente. É essencial a descrição dos fatos, de modo a delimitar o
objeto da controvérsia e a permitir a plenitude da defesa.

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· Instrução: fase de elucidação dos fatos, marcada pela produção


de provas, com a participação do interessado.

· Defesa: com base no artigo 5.º, inciso LV, da Constituição


Federal.

· Relatório: elaborado pelo presidente do processo. Trata-se de


peça opinativa, que não vincula a autoridade competente.

· Julgamento: decisão proferida pela autoridade ou órgão


competente sobre o objeto do processo.

A Administração Pública, ao contrário do Poder Judiciário,


constitui um organismo estatal dinâmico, podendo sempre agir de ofício, isto
é, sem necessidade de provocação.

Por isso, o artigo 5.o da Lei 9784, afirma que o processo


administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido do interessado.

Como regra, o requerimento do interessado deve ser formulado


por escrito sendo obrigatória a indicação dos seguintes elementos:

a) órgão ou autoridade administrativa a que se dirige;

b) identificação do interessado ou de quem o represente;

c) domicilio do requerente ou local para recebimento de comunicações;

d) formulação do pedido, com exposição dos fatos e de seus fundamentos;

e) data e assinatura do requerente ou de seu representante.

A Administração está proibida de recusar sem motivo o


recebimento de documentos (art. 6.o, parágrafo único, da Lei 9784.92)

6- LEGITIMADOS PARA O PROCESSO ADMINISTRATIVO

o artigo 9 da Lei 9784 define como legitimados no processo


administrativo:

a) titulares dos direitos e interesses que iniciem o processo, podendo ser


pessoas físicas ou jurídicas;

b) terceiros interessados que, sem terem iniciado o processo, possuem


direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser adotada;

c) organizações e associações representativas, no tocante a direitos e


interesses coletivos;

d) pessoas ou associações legalmente constituídas quanto a direitos ou


interesses difusos.

Importante destacar que a capacidade, para fins de processo


administrativo, é conferida aos maiores de dezoito anos, ressalvada
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previsão especial em ato normativo próprio (art. 10 da Lei 9784).

10- IMPEDIMENTOS E SUSPEIÇÃO NO PROCESSO ADMINISTRATIVO

Para garantir a imparcialidade na tomada das decisões


administrativas, a Lei n. 9784;94 define regrar de impedimento e de
suspeição aplicáveis aos agentes públicos que atuarão nos processos
administrativos.

Fica impedido de atuar no processo adminsitrativo o


servidor ou autoridade que: a) tenha interesse direto ou indireto na matéria;
b) tenha participado ou venha a participar como perito, testemunha ou
representante, ou se tais situações ocorrem quanto ao conjuge,
companheiro ou parente afins até o terceiro grau; c) esteja litigando judicial
ou administrativamente com o interessado ou respectivo conjuge ou
companheiro.

Já os casos de suspeição relacionam-se com a condição da


autoridade ou servidor que tenha amizade íntima ou inimizade notória com
algum dos interessados ou com os respectivos conjuges, companheiros,
parentes e afins até o terceiro grau.

11- INSTRUÇÃO DO PROCESSO

Como vimos anterirmente, a instrução é realizada para


comprovar os fatos alegados, é promovida de ofício, sem prejuízo do direito
dos interessados de propor atuações probatórios.

Sao inadmissíveis no processo administrativo as provas


obtidas por meio ilícitos.

12- Dever de Decidir

A Administração Pública tem o dever de emitir decisão expressa


nos processos administrativos e sobre solicitações ou reclamações, em
matéria de sua competência.

Encerrada a instrução de processo administrativo, a


Administrapão tem o prazo de até 30 dias para decidir, salvo prorrogação
por igual período expressamente motivada.

13 - RECURSOS ADMINISTRATIVOS

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O recurso administrativo tramitará no máximo por três


instâncias administrativas, salvo disposição legal diversa (art. 57 da Lei
9784.99)

Os recursos administrativos podem ser interpostos pelos


seguintes legitimados: a) titulares dos direitos e interesses que iniciem o
processo, podendo ser pessoas físicas ou jurídicas; b) terceiros interessados
que, sem terem iniciado o processo, possuem direitos ou interesses que
possam ser afetados pela decisão a ser adotada; c) organizações e
associações representativas, no tocante a direitos e interesses coletivos; d)
pessoas ou associações legalmente constituídas quanto a direitos ou
interesses difusos.

Como regra geral, o prazo para interposição de recurso


administrativo é de 10 dias, contados a partir da ciência ou divulgação
oficial da decisão recorrida, devendo ser decidido, exceto se a lei não fixar
prazo diferente, no prazo máximo de 30 dias.

Salvo disposição legal em contrário, o recurso não tem efeito


suspensivo.

14- DOS PRAZOS

Os arts. 66 e 67 da Lei n. 9784;99 disciplinam a contagem de


prazos no processos administrativos.

A regra geral do art. 66 assegura que os prazos começam a


correr a partir da data da cientificação oficial, excluindo-se da contagem o
dia do começo e incluindo-se o do vencimento.

Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil seguinte se o


vencimento cair em dia que não houver expediente ou este for encerrado antes da
hora normal.

OBSERVAÇÃO.: É NECESSÁRIO A LEITURA ATENTA DA Lei n. 9.784/99.

Exercício 1:

Sobre o processo administrativo, analise as afirmativas a seguir:

I. Os recursos administrativos normalmente não são recebidos com efeito


suspensivo, sendo possível a execução da decisão recorrida enquanto o recurso
não for apreciado.

II Em razão do princípio da informalidade, o processo administrativo não está


sujeito às mesmas solenidades aplicadas ao processo judicial

III. O processo administrativo, como regra, é impulsionado por provocação da


parte interessada, sendo vedada a atuação de ofício da Administração Pública.
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São verdadeiras somente as afirmativas.

A)

I e II

B)

I e III

C)

II e III

D)

I, II e III

E)

nenhuma

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Exercício 2:

Maria das Dores, interessada em determinado processo administrativo, requereu,


por escrito, a desistência total do pedido formulado no mesmo. Tendo em vista a
existência de vários interessados no mencionado processo, e nos termos da Lei nº
9784/99,

A)

a desistência de Maria das Dores atingirá a todos os interessados

B)

não é cabivel a desistência total, mas sim a parcial

C)

a desistência de Maria das Dores não prejudicará o prosseguimento do processo,


se a Adminsitração considerar que o interesse público assim o exige

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D)

não é cabível a deistência, total ou parcial, do pedido formulado por Maria das
Dores.

E)

N.D.A

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Exercício 3:

De acordo com o disposto na Lei nº 9784/99 (Processo Adminsitrativo), das


decisões proferidas em processos adminsitrativos cabe recurso administrativo

A)

à autoridade superior, não cabendo juízo de reconsideração pela autoridade que


proferiu a decisão

B)

interposto somento pelos titulares de direitos e interesses que foram parte no


processo

C)

interposto pelas partes no processo ou por aqueles cujos direitos sejam


indiretamente afetados pela decisão

D)

à autoridade que proferiu a decisão, que, se entender cabível, determinará o


encaminhamento à autoridade superior

E)

N.D.A

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Exercício 4:

Têm (tem) legitimidade para interpor recurso adminsitrativo, nos termos da Lei nº
9784/99, EXCETO:

A)

Os titulares de direitos e interesses que forem parte no processo

B)

aqueles cujos direitos forem indiretamente afetados pela decisão

C)

os cidadãos ou associações, quanto a direitos ou interesses difusos

D)

O Ministério Pública da União

E)

N.D.A

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Exercício 5:

No processo administrativo, admite-se a interposição de recursos administrativos.


Sobre a matéria, considere as assertivas a seguir:

I. Os recursos administrativos, como regra, não têm efeito suspensivo.

II. A coisa julgada administrativa significa que uma decisão administrativa se


tornou definitiva no âmbito da Administração Pública.

A)

I e II estão corretas
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B)

I e II estão incorretas

C)

I é correta e II é incorreta

D)

I é incorreta e II é correta

E)

N.D.A

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Exercício 6:

Tina, interessada em determinado processo administrativo, requereu, por escrito,


a desistência total do pedido formulado no mesmo. Tendo em vida a existência de
vários interessados no mencionado processo, e nos termos da Lei n. 9784/99,

A)

a desistência de Tina atingirá todos os interessados

B)

não é cabível desistência total, mas sim a parcial.

C)

a desistência de Tina não prejudicará o prosseguimento do processo, se a


Administração considerar que o interesse público assim o exige

D)

não é cabível desistência, total ou parcial, do pedido formulado por Tina

E)

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a desistência do pedido de Tina não é possível neste caso pois, para ser válida,
deve ser formulada por todos os interessados.

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