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Arquivo de impressão gerado em 18/12/2015 17:11:39 de uso exclusivo de MARIANE CORREA RIBEIRO [083.170.

276-19]

NORMA ABNT NBR


BRASILEIRA 16150
Primeira edição
04.03.2013

Válida a partir de
04.04.2013
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Sistemas fotovoltaicos (FV) — Características


da interface de conexão com a rede elétrica
de distribuição — Procedimento de ensaio de
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conformidade
Photovoltaic (PV) systems — Characteristics of the utility interface —
Conformity test procedure

ICS 27.160 ISBN 978-85-07-04088-0

Número de referência
ABNT NBR 16150:2013
24 páginas

© ABNT 2013
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Sumário Página

Prefácio ...............................................................................................................................................iv
1 Escopo ................................................................................................................................1
2 Referências normativas .....................................................................................................1
3 Termos e definições ...........................................................................................................2
4 Instrumentos de medição ..................................................................................................3
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4.1 Medição da forma de onda ................................................................................................3


4.2 Medição da tensão, frequência, corrente e potência ......................................................4
4.3 Medição dos parâmetros de qualidade de energia elétrica ...........................................4
4.4 Medição do tempo de reconexão ......................................................................................4
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5 Requisitos para equipamentos .........................................................................................4


5.1 Simulador de rede c.a. .......................................................................................................4
5.2 Simulador de gerador fotovoltaico ...................................................................................4
6 Procedimento de ensaio ....................................................................................................5
6.1 Cintilação ............................................................................................................................5
6.2 Injeção de componente c.c................................................................................................6
6.3 Harmônicos e distorção de forma de onda .....................................................................7
6.4 Fator de potência ...............................................................................................................7
6.4.1 Fator de potência fixo ........................................................................................................7
6.4.2 Fator de potência com curva do FP..................................................................................8
6.5 Injeção/demanda de potência reativa ...............................................................................9
6.6 Variação de tensão .............................................................................................................9
6.6.1 Medição da tensão de desconexão por sobretensão ...................................................10
6.6.2 Medição do tempo de desconexão por sobretensão ....................................................10
6.6.3 Medição da tensão de desconexão por subtensão ......................................................11
6.6.4 Medição do tempo de desconexão por subtensão .......................................................12
6.7 Variação de frequência ....................................................................................................13
6.7.1 Medição da frequência de desconexão por sobrefrequência ......................................14
6.7.2 Medição do tempo de desconexão por sobrefrequência .............................................14
6.7.3 Medição da frequência de desconexão por subfrequência .........................................15
6.7.4 Medição do tempo de desconexão por subfrequência ................................................16
6.8 Controle da potência ativa em sobrefrequência ...........................................................17
6.9 Reconexão ........................................................................................................................19
6.10 Religamento automático fora de fase ............................................................................19
6.11 Limitação de potência ativa ............................................................................................20
6.12 Comando de potência reativa .........................................................................................20
6.13 Desconexão e reconexão do sistema fotovoltaico da rede..........................................21
6.14 Requisitos de suportabilidade a subtensões decorrentes de faltas na rede
(fault ride through – FRT) ................................................................................................22
Bibliografia .........................................................................................................................................24

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Figuras
Figura 1 – Inversor com múltiplos SPMP ..........................................................................................5
Figura 2 – Diagrama de ligações para os ensaios ...........................................................................6
Figura 3 – Procedimento de variação da rede para medição da tensão de desconexão
por sobretensão ...............................................................................................................10
Figura 4 – Representação gráfica do tempo de desconexão por sobretensão ...........................11
Figura 5 – Procedimento de variação da rede para medição da tensão de desconexão
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por subtensão...................................................................................................................12
Figura 6 – Representação gráfica do tempo de desconexão por subtensão ..............................13
Figura 7 – Procedimento de variação da rede para medição da frequência de desconexão
por sobrefrequência.........................................................................................................14
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Figura 8 – Representação gráfica do tempo de desconexão por sobrefrequência ....................15


Figura 9 – Procedimento de variação da rede para medição da frequência de desconexão
por subfrequência ............................................................................................................16
Figura 10 – Representação gráfica do tempo de desconexão por subfrequência .....................17
Figura 11 – Representação gráfica do controle da potência ativa em sobrefrequência ............18
Figura 12 – Falta trifásica simétrica (5 %) .......................................................................................23
Figura 13 – Falta trifásica simétrica (45 %) .....................................................................................23

Tabelas
Tabela 1 – Requisitos do simulador de rede c.a. ..............................................................................4
Tabela 2 – Especificação do simulador de gerador fotovoltaico ....................................................5
Tabela 3 – Especificações da falta bifásica assimétrica ................................................................23

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Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas


Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são
elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos,
delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
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Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que
alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser
considerada responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes.
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A ABNT NBR 16150 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03), pela Comissão
de Estudo de Sistemas de Conversão Fotovoltaica de Energia Solar (CE-03:082.01). O Projeto circulou
em Consulta Nacional conforme Edital nº 08, de 30.08.2012 a 29.10.2012, com o número de Projeto
03:082.01-003. O seu 2º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 12, de 07.12.2012
a 07.01.2013, com o número de 2º Projeto 03:082.01-003.

O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:

Scope
This Standard specifies test procedures for verifying conformity of PV utility interface equipment to
the ABNT NBR 16149.

This Standard applies to single or multi-phase static converters used in grid-connected photovoltaic
systems, known as grid-connected inverters, and to other components used in the interface connection
of PV systems to the electric utility distribution systems.

This Standard does not deal with anti-islanding test, which is subject of the ABNT NBR IEC 62116
and also does not deal with test procedures of IEC 62109-1 and IEC 62109-2.

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NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 16150:2013

Sistemas fotovoltaicos (FV) — Características da interface de conexão


com a rede elétrica de distribuição — Procedimento de ensaio de
conformidade

1 Escopo
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Esta Norma especifica os procedimentos de ensaio para verificar se os equipamentos utilizados


na interface de conexão entre o sistema fotovoltaico e a rede de distribuição de energia estão em
conformidade com os requisitos da ABNT NBR 16149.

Esta Norma se aplica aos conversores estáticos mono ou polifásicos utilizados em sistemas
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fotovoltaicos de conexão à rede elétrica, conhecidos como inversores de conexão à rede e, aos outros
componentes utilizados na interface de conexão entre o sistema fotovoltaico e a rede de distribuição
de energia.

Esta Norma não trata dos procedimentos de ensaio contra ilhamento, os quais são tratados na
ABNT NBR IEC 62116 bem como não trata dos procedimentos de ensaio referentes às IEC 62109-1
e IEC 62109-2.

2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para refe-
rências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se
as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR 16149, Sistemas fotovoltaicos (FV) – Características da interface de conexão com a rede
elétrica de distribuição

ABNT NBR IEC 62116, Procedimento de ensaio de anti-ilhamento para inversores de sistemas
fotovoltáicos conectados à rede elétrica

IEC 61000-3-3, Electromagnetic compatibility (EMC) – Part 3-3: Limits – Limitation of voltage changes,
voltage fluctuations and flicker in public low-voltage supply systems, for equipment with rated current
≤16 A per phase and not subject to conditional connection

IEC 61000-3-5, Electromagnetic compatibility (EMC) – Part 3-5: Limits – Limitation of voltage fluctuations
and flicker in low-voltage power supply systems for equipment with rated current greater than 75 A

IEC 61000-3-11, Electromagnetic compatibility (EMC) – Part 3-11: Limits – Limitation of voltage
changes, voltage fluctuations and flicker in public low-voltage supply systems - Equipment with rated
current ≤ 75 A and subjet to conditional connection

IEC 61000-4-7, Electromagnetic compatibility (EMC) – Part 4-7: Testing and measurement techniques -
General guide on harmonics and interharmonics measurements and instrumentation, for power supply
systems and equipment connected thereto

IEC 62109-1, Safety of power converters for use in photovoltaic power systems – Part 1: General
requirements

IEC 62109-2 Safety of power converters for use in photovoltaic power systems – Part 2: Particular
requirements for inverters

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3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.

3.1
fator de potência
FP
fator calculado dividindo-se a energia ativa pela raiz quadrada da soma dos quadrados da energia
ativa e da energia reativa, obtidas em um período de tempo determinado. É definido por:
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E ATIVA
FP =
E ATIVA 2 + E REATIVA 2

onde
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ATIVA é a energia ativa, expressa em quilowatt-hora (kWh);

EREATIVA é a energia reativa, expressa em quilovolt-ampère hora (kvarh).

3.2
gerador fotovoltaico
gerador que utiliza o efeito fotovoltaico para converter a luz do sol em eletricidade

NOTA Um gerador fotovoltaico não inclui dispositivos de armazenamento de energia ou acondicionamento


de potência.

3.3
ponto de máxima potência
PMP
potência em um ponto da curva característica de um gerador fotovoltaico, no qual o produto da corrente
pela tensão é máximo, no quadrante de geração

3.4
fator de forma
FF
razão entre o ponto de máxima potência e o produto da tensão de circuito aberto pela corrente
de curto-circuito, relativos à mesma curva característica, especificada na forma de porcentagem
e calculada por:
PMP
FF (%) = × 100
VOC xISC

onde

PMP é o ponto de máxima potência;

VOC é a tensão de circuito aberto do gerador fotovoltaico;

ISC é a corrente de curto-circuito do gerador fotovoltaico.

NOTA Termo equivalente, em inglês, fill factor (FF).

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3.5
distorção harmônica total
THD
composição das distorções harmônicas individuais que expressa o grau de desvio da onda em relação
ao padrão ideal, normalmente referenciada ao valor da componente fundamental. É definida por:

THD =
∑ n = 2 X n2
X1
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onde

X1 é o valor eficaz da tensão ou corrente na frequência fundamental;

Xn é o valor eficaz da tensão ou corrente na frequência de ordem n.


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3.6
inversor
conversor estático de potência que converte a corrente contínua do gerador fotovoltaico em corrente
alternada apropriada para a utilização pela rede elétrica
NOTA 1 É todo conversor estático de potência com controle, proteção e filtros, utilizado para a conexão
à rede elétrica de uma fonte de energia. Às vezes é denominado subsistema de condicionamento de potência,
sistema de conversão de potência, conversor a semicondutor ou unidade de acondicionamento de potência.

NOTA 2 Devido à sua natureza de interligação, o inversor somente pode ser desconectado por completo
da rede elétrica em casos de serviço ou manutenção. Recomenda-se que, durante todo o restante do tempo,
injetando ou não energia na rede, os circuitos de controle do inversor continuem conectados à rede para
monitorar as suas condições. Com a frase “cessar o fornecimento à rede”, utilizada ao longo desta Norma, ter
em mente que o inversor não fica totalmente desconectado da rede, apenas deixa de fornecer energia, por
exemplo, durante um desligamento devido à sobretensão. O inversor pode ser totalmente desconectado da
rede, em caso de manutenção ou serviço, através da abertura de um dispositivo de seccionamento adequado.

3.7
seguimento do ponto de máxima potência
SPMP
estratégia de controle utilizada para maximizar a potência fornecida pelo gerador fotovoltaico
em função das condições de operação
NOTA Termo equivalente, em inglês,

maximum power point tracking (MPPT).

3.8
equipamento sob ensaio
ESE
equipamento a ser ensaiado

4 Instrumentos de medição
4.1 Medição da forma de onda
As formas de onda devem ser medidas por um instrumento de medição com armazenamento
de dados, por exemplo, um osciloscópio com memória ou um sistema de aquisição de dados, com
taxa de amostragem de 10 kHz ou superior. A exatidão de medida deve ser melhor ou igual a 1 %
da tensão nominal de saída do inversor e melhor ou igual a 1 % da corrente de saída nominal
do inversor.

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Para ESE polifásico, todas as fases devem ser monitoradas.

4.2 Medição da tensão, frequência, corrente e potência


Para a medição da tensão, frequência, corrente e potência de entrada e saída do ESE, devem-se
utilizar instrumentos de medição com exatidão de medida melhor ou igual a 0,2 % da leitura de tensão,
melhor ou igual a 0,01 Hz, melhor ou igual a 1 % da corrente nominal do ESE e melhor ou igual
a 0,5 % da leitura de potência, respectivamente.
Para um ESE polifásico, os equipamentos de ensaio e medida devem registrar cada corrente de fase
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e cada tensão fase-neutro ou fase-fase, de acordo com o que for mais apropriado ao ensaio.

4.3 Medição dos parâmetros de qualidade de energia elétrica


Para a medição do fator de potência e componente contínua, deve-se utilizar um instrumento
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de medição, por exemplo, um analisador de qualidade de energia ou sistema de aquisição de dados,


que seja capaz de medir esses parâmetros com exatidão melhor ou igual a 0,5 %.
O instrumento de medição da THDi deve estar em conformidade com a IEC 61000-4-7.
O instrumento de medição do ângulo de fase da tensão deve ter exatidão melhor ou igual a 1°.

4.4 Medição do tempo de reconexão


Para a medição do tempo de reconexão, deve ser utilizado um cronômetro ou instrumento de medição
equivalente, com exatidão melhor ou igual a 1 s.

5 Requisitos para equipamentos


5.1 Simulador de rede c.a.
O simulador de rede c.a. utilizado nos ensaios deve satisfazer as condições especificadas na
Tabela 1 e ser capaz de variar a tensão e frequência em degraus, nos quais o valor final deve ser
atingido em um período máximo de 16 ms.
O simulador de rede c.a deve ser capaz de produzir deslocamentos de fase (da tensão) de 90° e 180°.
NOTA O simulador de rede c.a. pode ser uma fonte de quatro quadrantes ou uma fonte de um quadrante
com uma carga resistiva em paralelo que seja capaz de absorver a potência de ensaio.

Tabela 1 – Requisitos do simulador de rede c.a.

Itens Especificação
Tensão (passo mínimo) 0,4 % da tensão de ensaio
THD de tensão < 2,5 %
Frequência (passo mínimo) 0,1 Hz
Erro de defasagem a ± 1,5°
a Somente em equipamentos trifásicos.

5.2 Simulador de gerador fotovoltaico


O simulador de gerador fotovoltaico, utilizado nos ensaios, deve ser capaz de simular as características
de corrente x tensão e tempo de resposta de um gerador fotovoltaico, conforme especificado na

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Tabela 2 e não pode suprimir o ripple inserido pelo inversor no lado c.c., quando ele utilizá-lo em seu
algoritmo de SPMP.

NOTA 1 O equipamento pode ser uma fonte c.c. capaz de simular um gerador fotovoltaico de acordo com
as especificações desta Norma.

NOTA 2 Para a realização do ensaio, pode-se utilizar um equipamento que reúna duas ou mais funções.

Deve-se utilizar, simultaneamente, um simulador de gerador fotovoltaico para cada conjunto de entra-
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das de um mesmo SPMP do ESE, conforme Figura 1.


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Simulador de
gerador FV 1 SPMP 1

c.c / c.a.

Simulador de SPMP n
gerador FV n ESE

Figura 1 – Inversor com múltiplos SPMP

Tabela 2 – Especificação do simulador de gerador fotovoltaico

Itens Especificação
Suficiente para fornecer a máxima potência de saída do ESE
Potência de saída
e outros níveis especificados pelas condições de ensaio
O tempo de resposta do simulador a um degrau na tensão de
saída, devido a uma variação de 5 % de potência, deve resultar na
Velocidade de resposta
acomodação da corrente de saída dentro de 10 % do seu valor final em
menos de 1 ms
Excluindo as variações causadas pelo SPMP do ESE, a potência de
Estabilidade saída do simulador deve permanecer estável dentro de 1 % do nível de
potência especificado durante o ensaio
Fator de forma 0,25 a 0,8

6 Procedimento de ensaio
6.1 Cintilação
O procedimento de ensaio de conformidade com relação à cintilação faz parte do conteúdo das
IEC 61000-3-3 (para sistemas com corrente inferior a 16 A), IEC 61000-3-11 (para sistemas com
corrente superior a 16 A e inferior a 75 A) e IEC 61000-3-5 (para sistemas com corrente superior
a 75 A).

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Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se os valores de cintilação medidos não excederem os limites


das Normas citadas em 6.1.

6.2 Injeção de componente c.c.

É de inteira responsabilidade do fabricante do ESE fornecer uma forma de deslocar a corrente


de saída (produzir uma injeção de componente contínua).
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a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

b) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 33 % da sua potência c.a.
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nominal. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

c) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

d) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

e) Deslocar a corrente de saída, de forma que a componente contínua seja superior a 0,5 %
da corrente nominal do ESE.

f) Medir e registrar o tempo decorrido até a desconexão (contado a partir da aplicação


do deslocamento da corrente).

g) Repetir do passo b) ao f) com o simulador de gerador fotovoltaico configurado para o ESE fornecer
66 % de sua potência nominal.

h) Repetir do passo b) ao f) com o simulador de gerador fotovoltaico configurado para o ESE fornecer
100 % de sua potência nominal.
Osciloscópio

Gerador FV Chave 1 ESE Chave 2 Rede elétrica

Analisador de energia

Figura 2 – Diagrama de ligações para os ensaios

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Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se os valores de tempo de desconexão medidos devido


à injeção de componente contínua não excederem os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149.

NOTA O ESE com transformador com separação galvânica em 60 Hz não precisa ser ensaiado.

6.3 Harmônicos e distorção de forma de onda


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a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

b) car as potências de entrada do ESE equivalentes a 10 %, 20 %, 30 %, 50 %, 75 % e 100 %


da potência nominal de saída, necessitando, dessa forma, simular seis diferentes curvas de um
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gerador FV.

c) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico com a menor tensão da faixa de operação


do SPMP e para que o ESE forneça um dos seis níveis de carregamento identificados no passo
b). O fator de forma é arbitrário.

d) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

e) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

f) Medir e registrar o valor da THDi.

g) Repetir do passo c) ao f) para cada um dos outros cinco níveis de carregamento do ESE definidos
no passo b).

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se os valores de THDi medidos não excederem os limites


estabelecidos na ABNT NBR 16149.

6.4 Fator de potência

6.4.1 Fator de potência fixo

a) Configurar o ESE para operar com fator de potência capacitivo mínimo definido
na ABNT NBR 16149.

b) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

c) Identificar as potências de entrada do ESE equivalentes a 10 %, 20 %, 30 %, 50 %, 75 %


e 100 % da potência nominal de saída, necessitando, dessa forma, simular seis diferentes curvas
de um gerador FV.

d) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para que o ESE forneça um dos seis níveis
de carregamento identificados no passo c). O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

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e) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

f) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

g) Medir e registrar o valor do fator de potência.


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h) Repetir do passo d) ao g) para cada um dos outros cinco níveis de carregamento do ESE definidos
no passo c).

i) Repetir do passo a) ao h), porém com o ESE configurado para operar com fator de potência
indutivo mínimo definido na ABNT NBR 16149.
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j) Repetir do passo a) ao h), porém com o ESE configurado para operar com fator de potência
unitário.

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a diferença entre os valores de fator de potência medidos


e os valores esperados estiver dentro da tolerância de ± 0,025.

6.4.2 Fator de potência com curva do FP

a) Configurar o ESE para operar com fator de potência segundo a curva do FP em função da potência
ativa de saída do sistema fotovoltaico, estabelecido na ABNT NBR 16149.

b) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

c) Identicar as potências de entrada do ESE equivalentes a 10 %, 20 %, 30 %, 50 %, 75 %


e 100 % da potência nominal de saída, necessitando, dessa forma, simular seis diferentes curvas
de um gerador FV.

d) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para que o ESE forneça um dos seis níveis
de carregamento identificados no item c). O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

e) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e com tensão superior à tensão de ativação da curva do FP.

f) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

g) Medir e registrar o valor do fator de potência.

h) Repetir do passo d) ao g) para cada um dos outros cinco níveis de carregamento do ESE definidos
no passo c).

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a diferença entre os valores de fator de potência medidos


e os valores esperados (curva FP) estiver dentro da tolerância de ± 0,025.

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6.5 Injeção/demanda de potência reativa

a) Configurar o ESE para fornecer potência reativa igual a 48,43 % da potência ativa de ensaio
(operação capacitiva).

b) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

c) Identificar as potências de entrada do ESE equivalentes a 10 %, 20 %, 30 %, 50 %, 75 %


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e 100 % da potência nominal de saída, necessitando, dessa forma, simular seis diferentes curvas
de um gerador FV.

d) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para que o ESE forneça um dos seis níveis
de carregamento identificados no item c). O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.
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e) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

f) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

g) Medir e registrar o valor da potência reativa na saída do ESE.

h) Repetir do passo d) ao g) para cada um dos outros cinco níveis de carregamento do ESE definidos
no passo c).

i) Repetir do passo a) ao h), porém com o ESE configurado para demandar potência reativa igual
a 48,43 % da potência ativa de ensaio (operação indutiva).

j) Repetir do passo a) ao h), porém com o ESE configurado para fornecer apenas potência ativa
(operação resistiva).

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a diferença entre os valores de potência reativa medidos


e os valores esperados estiver dentro da tolerância de ± 2,5 % da potência nominal do ESE.

6.6 Variação de tensão

a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2. A tensão deve ser medida o mais próximo
possível dos terminais do ESE.

b) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 100 % da sua potência c.a.
nominal. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

c) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e a 108 % da tensão nominal de ensaio.

d) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

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6.6.1 Medição da tensão de desconexão por sobretensão

a) Elevar a tensão do simulador de rede, em passos de até 0,4 % da tensão nominal de ensaio,
até que o ESE cesse de fornecer corrente à rede, conforme mostrado na Figura 3.

b) Medir e registrar o valor de tensão eficaz que provocou a desconexão.

c) Reduzir a tensão do simulador de rede para a tensão nominal de ensaio e esperar que o ESE
volte a injetar corrente na rede.
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IESE
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t
VRede

VDesconexão

≤ 0,4 % VNominal
108 %
VNominal

≥ 2× tempo de desconexão
fornecido pelo fabricante

Figura 3 – Procedimento de variação da rede para medição da tensão de desconexão


por sobretensão

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a tensão de desconexão por sobretensão não exceder


os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149, com tolerância de + 2 % da tensão nominal de ensaio.

6.6.2 Medição do tempo de desconexão por sobretensão

a) Elevar a tensão do simulador de rede para um valor 2 V abaixo da tensão que provocou
a desconexão.

b) Elevar a tensão do simulador de rede, aplicando um único degrau, para um valor superior ao que
provocou a desconexão do ESE.

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ABNT NBR 16150:2013

c) Medir e registrar a tensão e a corrente desde a aplicação do degrau até a desconexão do ESE.

d) Com os valores de tensão e corrente registrados, verificar qual foi o tempo de desconexão.
A Figura 4 ilustra o tempo de desconexão, o qual é medido a partir do momento em que a tensão
atinge o valor final do degrau até o momento em que a corrente injetada na rede é interrompida.

e) Reduzir a tensão do simulador de rede para a tensão nominal de ensaio e esperar que o ESE
reconecte.
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IESE
eficaz

VRede
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eficaz

IESE

VRede

Tempo de desconexão
≤ 16 ms

Detecção Tempo de atraso In


Interrupção
nte
erru
upção

Figura 4 – Representação gráfica do tempo de desconexão por sobretensão

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se o tempo de desconexão por sobretensão não exceder


os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149, com tolerância de + 2 %.

6.6.3 Medição da tensão de desconexão por subtensão

a) Configurar o simulador de rede para operar a 88 % da tensão nominal de ensaio.

b) Reduzir a tensão do simulador de rede, em passos de até 0,4 % da tensão nominal de ensaio,
até que o ESE cesse de fornecer corrente à rede, conforme mostrado na Figura 5.

c) Medir e registrar o valor de tensão eficaz que provocou a desconexão.

d) Elevar a tensão do simulador de rede para a tensão nominal de ensaio e esperar que o ESE volte
a injetar corrente na rede.

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0
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t
VRede

≥ 2× tempo de desconexão
fornecido pelo fabricante
Exemplar de visualização limitada de uso exclusivo - Associacao Brasileira de Corrosao - 33.988.536/0001-16 Gerado: 17/12/2015)

88 %
VNominal

≤ 0,4 % VNominal

VDesconexão

Figura 5 – Procedimento de variação da rede para medição da tensão de desconexão


por subtensão

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a tensão de desconexão por subtensão não exceder


os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149, com tolerância de ± 2 % da tensão nominal de ensaio.

6.6.4 Medição do tempo de desconexão por subtensão

a) Reduzir a tensão do simulador de rede para um valor 10 % acima da tensão que provocou
a desconexão.

b) Reduzir a tensão do simulador de rede, aplicando um único degrau, para um valor inferior ao que
provocou a desconexão do ESE.

c) Medir e registrar a tensão e a corrente desde a aplicação do degrau até a desconexão do ESE.

d) Com os valores de tensão e corrente registrados, verificar qual foi o tempo de desconexão.
A Figura 6 ilustra o tempo de desconexão, o qual é medido a partir do momento em que a tensão
atinge o valor final do degrau até o momento em que a corrente injetada na rede é interrompida.

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IESE
eficaz

VRede
eficaz
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IESE

VRede

Tempo de desconexão
≤ 16 ms

Detecção Tempo de atraso In


Interrupção
nte
erru
upção

Figura 6 – Representação gráfica do tempo de desconexão por subtensão

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se o tempo de desconexão por subtensão não exceder


os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149, com tolerância de ± 2 %.

6.7 Variação de frequência

a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

b) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 100 % da sua potência c.a.
nominal. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

c) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

d) Fechar as chaves, seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante, e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

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6.7.1 Medição da frequência de desconexão por sobrefrequência

a) Elevar a frequência do simulador de rede, em passos de até 0,1 Hz, até que o ESE cesse
de fornecer energia, conforme mostrado na Figura 7.

b) Medir e registrar a frequência que provocou a desconexão.

c) Reduzir a frequência do simulador de rede para o valor nominal e esperar que o ESE reconecte.
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IESE
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t
fRede

fDesconexão

≤ 0,1 Hz
fNominal

≥ 2× tempo de desconexão
fornecido pelo fabricante

t
Figura 7 – Procedimento de variação da rede para medição da frequência de desconexão
por sobrefrequência

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a frequência de desconexão por sobrefrequência não


exceder os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149, com tolerância de ± 0,1 Hz.

6.7.2 Medição do tempo de desconexão por sobrefrequência

a) Elevar a frequência do simulador de rede, aplicando um único degrau, para um valor superior ao
que provocou a desconexão do ESE.

b) Medir e registrar a frequência e a corrente desde a aplicação do degrau até a desconexão do ESE.

c) Com os valores de frequência e corrente registrados, verificar qual foi o tempo de desconexão.
A Figura 8 ilustra o tempo de desconexão, o qual é medido a partir do momento em que a frequência
atinge o valor final do degrau até o momento em que a corrente injetada na rede é interrompida.

d) Reduzir a frequência do simulador de rede para o valor nominal e esperar que o ESE reconecte.

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ABNT NBR 16150:2013

IESE
eficaz

fRede
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IESE
Exemplar de visualização limitada de uso exclusivo - Associacao Brasileira de Corrosao - 33.988.536/0001-16 Gerado: 17/12/2015)

VRede

Tempo de desconexão
≤ 16 ms

Detecção Tempo de atraso In


Interrupção
nte
erru
upção

Figura 8 – Representação gráfica do tempo de desconexão por sobrefrequência

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se o tempo de desconexão por sobrefrequência não exceder


os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149, com tolerância de ± 2 %.

6.7.3 Medição da frequência de desconexão por subfrequência

a) Configurar o simulador de rede para operar a 58 Hz.

b) Reduzir a frequência do simulador de rede, em passos de até 0,1 Hz, até que o ESE cesse de
fornecer energia, conforme mostrado na Figura 9.

c) Medir e registrar a frequência que provocou a desconexão.

d) Elevar a frequência do simulador de rede para o valor nominal e esperar que o ESE reconecte.

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IESE

0
Arquivo de impressão gerado em 18/12/2015 17:11:39 de uso exclusivo de MARIANE CORREA RIBEIRO [083.170.276-19]

t
fRede

≥ 2× tempo de desconexão
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fornecido pelo fabricante


fNominal

≤ 0,1 Hz

fDesconexão

Figura 9 – Procedimento de variação da rede para medição da frequência de desconexão


por subfrequência

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a frequência de desconexão por subfrequência não exceder


os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149, com tolerância de ± 0,1 Hz.

6.7.4 Medição do tempo de desconexão por subfrequência

a) Reduzir a frequência do simulador de rede, aplicando um único degrau, para um valor inferior
ao que provocou a desconexão do ESE.

b) Medir e registrar a frequência e a corrente desde a aplicação do degrau até a desconexão do ESE.

c) Com os valores de frequência e corrente registrados, verificar qual foi o tempo de desconexão.
A Figura 10 ilustra o tempo de desconexão, o qual é medido a partir do momento em que
a frequência atinge o valor final do degrau até o momento em que a corrente injetada na rede
é interrompida.

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IESE
eficaz

fRede
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IESE
Exemplar de visualização limitada de uso exclusivo - Associacao Brasileira de Corrosao - 33.988.536/0001-16 Gerado: 17/12/2015)

VRede

Tempo de desconexão
≤ 16 ms

Tempo de
Detecção atraso
Interrupção
nte
errup
pçã
ão

Figura 10 – Representação gráfica do tempo de desconexão por subfrequência

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se o tempo de desconexão por subfrequência não exceder


os limites estabelecidos na ABNT NBR 16149, com tolerância de ± 2 %.

6.8 Controle da potência ativa em sobrefrequência

a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

b) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 100 % da sua potência c.a.
nominal. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

c) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

d) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

e) Medir e registrar a frequência e a potência de saída do ESE.

f) Elevar a frequência da rede para 60,2 Hz.

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g) Medir e registrar a frequência e a potência de saída do ESE.

h) Elevar a frequência da rede para 60,5 Hz.

i) Medir e registrar a frequência e a potência de saída do ESE.

j) Elevar a frequência da rede para 61 Hz.

k) Medir e registrar a frequência e a potência de saída do ESE.


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l) Elevar a frequência da rede para 61,5 Hz.

m) Medir e registrar a frequência e a potência de saída do ESE.


Exemplar de visualização limitada de uso exclusivo - Associacao Brasileira de Corrosao - 33.988.536/0001-16 Gerado: 17/12/2015)

n) Elevar a frequência da rede para 61,9 Hz.

o) Medir e registrar a frequência e a potência de saída do ESE.

p) Reduzir a frequência da rede para 60,2 Hz.

q) Medir e registrar a frequência e a potência de saída do ESE a cada 30 s por um período de 330 s.

r) Reduzir a frequência da rede para 60 Hz.

s) Medir e registrar a potência de saída do ESE a cada 30 s (começando no momento em que


a frequência voltou para 60 Hz) até que a potência de saída do ESE retorne para o valor medido
no passo e). A Figura 11 ilustra os pontos de medição do passo e) ao r).

t) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 50 % da sua potência c.a.
nominal e esperar a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada,
esperar pelo menos 5 min. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

u) Repetir do passo e) ao s).

P / PN
[%]

P1 P2 P3
100/50

P4

P5

P8 P7 P6
44/22

F
60 60,2 60,5 61 61,5 61,9 [Hz]

Figura 11 – Representação gráfica do controle da potência ativa em sobrefrequência

18 © ABNT 2013 - Todos os direitos reservados


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ABNT NBR 16150:2013

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se satisfizer as seguintes exigências:

a) A diferença entre os valores de potência ativa medidos e os valores esperados está dentro
da tolerância de ± 2,5 % da potência nominal do ESE.

b) O tempo necessário para o ESE começar a aumentar a potência ativa injetada, após a redução
da frequência da rede, é maior ou igual ao limite estabelecido na ABNT NBR 16149.
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c) O gradiente de elevação da potência ativa injetada é inferior ao limite estabelecido


na ABNT NBR 16149.

6.9 Reconexão
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Este ensaio deve ser realizado durante os ensaios de 6.6.1, 6.6.3

Imediatamente após restabelecer as condições nominais de tensão/frequência, medir e registrar


o tempo decorrido até a reconexão.

NOTA O tempo de reconexão pode ser medido com um cronômetro.

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se o tempo de reconexão não exceder os limites estabelecidos


na ABNT NBR 16149.

6.10 Religamento automático fora de fase

a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

b) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 100 % da sua potência c.a.
nominal. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

c) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

d) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

e) Deixar o sistema operar por pelo menos 5 min ou o tempo necessário para estabilizar a temperatura
interna do ESE.

f) Aplicar um deslocamento no ângulo de fase da tensão igual a 90° e esperar o tempo de reconexão,
caso o ESE desconecte-se.

g) Medir e registrar a corrente de saída do ESE.

h) Aplicar um deslocamento no ângulo de fase da tensão igual a 180°.

i) Medir e registrar a corrente de saída do ESE.

NOTA Pode ser que as proteções do ESE atuem após a aplicação do deslocamento do ângulo de fase
e que seja necessária a troca de fusíveis.

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Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a corrente de saída estiver dentro dos parâmetros normais
de funcionamento.

6.11 Limitação de potência ativa

A limitação de potência ativa injetada na rede, por meio de sinal de controle externo, deve ser ensaiada
conforme as especificações de recepção e processamento de sinal fornecidas pelo fabricante do ESE.
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É de inteira responsabilidade do fabricante do ESE fornecer uma forma de envio, recepção


e processamento do sinal de controle externo, para a realização do ensaio.

a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


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os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

b) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 100 % da sua potência c.a.
nominal. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

c) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

d) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

e) Após 1 min de operação, enviar um comando externo para o ESE reduzir 10 % da potência ativa
de saída.

f) Esperar 1 min, medir e registrar a potência ativa de saída do ESE.

g) Repetir do passo e) ao f) 8 vezes.

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a diferença entre os valores de potência medidos


e os valores esperados estiver dentro da tolerância de ± 2,5 % da potência nominal do ESE.

6.12 Comando de potência reativa

O comando de potência reativa por meio de sinal de controle externo deve ser ensaiada conforme as
especificações de recepção e processamento de sinal fornecidas pelo fabricante do ESE.

É de inteira responsabilidade do fabricante do ESE fornecer uma forma de envio, recepção e proces-
samento do sinal de controle externo, para a realização do ensaio.

a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

b) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 50 % da sua potência c.a.
nominal. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

c) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

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d) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

e) Após 1 min de operação, enviar um comando externo para o ESE operar com potência reativa
indutiva igual a 0,4358 (para ESE com potência nominal superior a 6 kW) vez a potência ativa
nominal.
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f) Esperar 10 s, medir e registrar a potência reativa de saída do ESE.

g) Enviar um comando externo para o ESE operar com potência reativa nula.

h) Esperar 10 s, medir e registrar a potência reativa de saída do ESE.


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i) Enviar um comando externo para o ESE operar com potência reativa capacitiva igual a 0,4358
(para ESE com potência nominal superior a 6 kW) vez a potência ativa nominal.

j) Esperar 10 s, medir e registrar a potência reativa de saída do ESE.

Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se a diferença entre os valores de potência medidos


e os valores esperados estiver dentro da tolerância de ± 2,5 % da potência nominal do ESE.

6.13 Desconexão e reconexão do sistema fotovoltaico da rede

É de inteira responsabilidade do fabricante do ESE fornecer uma forma de envio, recepção


e processamento do sinal de controle externo, para a realização do ensaio.

a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar


os instrumentos de medição conforme a Figura 2.

b) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 100 % da sua potência c.a.
nominal. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.

c) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

d) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

e) Após 1 min de operação, enviar um comando externo para o ESE desconectar da rede elétrica.

f) Esperar 1 min, medir e registrar a potência ativa de saída do ESE.

g) Após 1 min do evento de desconexão do ESE, enviar um comando externo para o ESE reconectar
à rede elétrica.

h) Esperar 1 min, medir e registrar a potência ativa de saída do ESE.

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Critério de aceitação:

O ESE é considerado em conformidade se desconectar-se e reconectar-se da rede após o comando


externo correspondente.

6.14 Requisitos de suportabilidade a subtensões decorrentes de faltas na rede (fault


ride through – FRT)
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a) Conectar o ESE aos simuladores de gerador fotovoltaico e de rede e, em seguida, acoplar os


instrumentos de medição conforme a Figura 2.

b) Configurar o simulador de gerador fotovoltaico para o ESE fornecer 100 % da sua potência c.a.
nominal. O fator de forma e a tensão de entrada são arbitrários.
Exemplar de visualização limitada de uso exclusivo - Associacao Brasileira de Corrosao - 33.988.536/0001-16 Gerado: 17/12/2015)

c) Configurar o simulador de rede para absorver até 110 % da potência c.a. máxima do ESE,
a 60 Hz e na tensão nominal de ensaio.

d) Fechar as chaves seguindo a ordem de conexão ao ESE sugerida pelo fabricante e esperar
a estabilização do SPMP. Se a estabilização do SPMP não for observada, esperar pelo menos
5 min.

e) Após 5 min de operação, simular uma falta trifásica simétrica na rede, de forma que a tensão caia
para 5 % do valor nominal de ensaio por um tempo de 190 ms e depois retorne à tensão para
o valor nominal de ensaio, conforme mostrado na Figura 12.

f) Medir e registrar de cada fase, a tensão da rede (fase neutro), a corrente e as potências ativa
e reativa de saída do ESE durante todo o período de aplicação da falta.

g) Simular uma falta trifásica simétrica na rede, de forma que a tensão caia para 45 % do valor
nominal de ensaio por um tempo de 290 ms e depois retorne à tensão para o valor nominal
de ensaio, conforme mostrado na Figura 13.

h) Medir e registrar cada fase, a tensão da rede (fase neutro), a corrente e as potências ativa
e reativa de saída do ESE durante todo o período de aplicação da falta.

i) Simular uma falta bifásica assimétrica na rede, de forma que a tensão caia para 5 % do valor
nominal de ensaio por um tempo de 190 ms e depois retorne à tensão para o valor nominal
de ensaio, conforme mostrado na Figura 12.

j) Medir e registrar, de cada fase, a tensão da rede (fase neutro), a corrente e as potências ativa
e reativa de saída do ESE durante todo o período de aplicação da falta.

k) Simular uma falta bifásica assimétrica na rede, de forma que a tensão caia para 45 % do valor
nominal de ensaio por um tempo de 290 ms e depois retorne à tensão para o valor nominal
de ensaio, conforme mostrado na Figura 13.

l) Medir e registrar, de cada fase, a tensão da rede (fase neutro), a corrente e as potências ativa
e reativa de saída do ESE durante todo o período de aplicação da falta.

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Vrede

100 %
VNominal
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5%
VNominal
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t
190 ms

Figura 12 – Falta trifásica simétrica (5 %)


Vrede

100 %
VNominal

45 %
VNominal

t
290 ms

Figura 13 – Falta trifásica simétrica (45 %)


Durante a falta assimétrica bifásica, a tensão residual e os ângulos de fase das três fases devem
atender aos valores mostrados na Tabela 3.

Tabela 3 – Especificações da falta bifásica assimétrica

Tensão fase neutro (% da tensão nominal) Ângulo de fase


Falta
Fase 1 Fase 2 Fase 3 ϕ1 ϕ2 ϕ3
5% 87 % ± 5 % 87 % ± 5 % 5%±5% 27° – 147° 113°
45 % 90 % ± 5 % 90 % ± 5 % 45 % ± 5 % 15° – 135° 115°

Critério de aceitação:
O ESE é considerado em conformidade se atender aos requisitos de suportabilidade a subtensões
decorrentes de faltas na rede (fault ride through – FRT) especificados na ABNT NBR 16149.

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Bibliografia

[1] ABNT NBR 10899, Energia solar fotovoltaica – Terminologia

[2] IEEE 1547.1, Standard for conformance tests procedures for equipment interconnecting distributed
resources with electric power systems
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[3] CEI 0-21, Reference technical rules for the connection of active and passive users to the LV
electrical Utilities.
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