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Dispositivos que devem ser

observados pelo
Psicólogo na Avaliação
Psicológica
Código de Ética
(Resolução CFP 10/2005)

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Art.1º São deveres fundamentais dos psicólogos:

b) Assumir responsabilidades profissionais


somente por atividades para as quais esteja
capacitado pessoal, teórica e tecnicamente;

c) Prestar serviços psicológicos de qualidade, em


condições de trabalho dignas e apropriadas à
natureza desses serviços, utilizando princípios,
conhecimentos e técnicas reconhecidamente
fundamentadas na ciência psicológica, na ética e
na legislação profissional;
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h) Orientar a quem de direito sobre os
encaminhamentos apropriados, a partir da
prestação de serviços psicológicos, e fornecer,
sempre que solicitado, os documentos
pertinentes ao bom termo do trabalho.

i) Zelar para que a comercialização, aquisição,


doação, empréstimo, guarda e forma de
divulgação do material privativo do psicólogo
sejam feitos conforme os princípios deste
Código;
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Art.2º – É vedado ao psicólogo

g) emitir documentos sem fundamentação e


qualidade técnico-científica;

k) Ser perito, avaliador ou parecerista em


situações nas quais seus vínculos pessoais ou
profissionais, atuais ou anteriores, possam afetar
a qualidade do trabalho a ser realizado ou a
fidelidade aos resultados da avaliação;

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h) Interferir na validade e fidedignidade de
instrumentos e técnicas psicológicas, adulterar
seus resultados ou fazer declarações falsas;

q) Realizar diagnósticos, divulgar procedimentos


ou apresentar resultados de serviços
psicológicos em meios de comunicação, de
forma a expor pessoas, grupos ou organizações.

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Art.6º – O psicólogo, no relacionamento com
profissionais não psicólogos:

b) Compartilhará somente informações


relevantes para qualificar o serviço prestado,
resguardando o caráter confidencial das
comunicações, assinalando a responsabilidade
de quem as receber, de preservar o sigilo.

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Art.12º - Nos documentos que embasam as
atividades em equipe multiprofissional, o
psicólogo registrará apenas as informações
necessárias para o cumprimento dos objetivos do
trabalho.

Art.14º - A utilização de quaisquer meios de


registro e observação da prática psicológica
obedecerá às normas deste Código e a
legislação profissional vigente, devendo o usuário
ou beneficiário, desde o início, ser informado.
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Art.18º - O psicólogo não divulgará, ensinará,
cederá, emprestará ou venderá a leigos
instrumentos e técnicas psicológicas que
permitam ou facilitem o exercício ilegal da
profissão.

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Resolução CFP nº 002/2003

Art. 1º - Os Testes Psicológicos são instrumentos de avaliação ou


mensuração de características psicológicas, constituindo-se um
método ou uma técnica de uso privativo do psicólogo, em
decorrência do que dispõe o § 1° do Art. 13 da Lei n° 4.119/62.

Parágrafo único - Para efeito do disposto no caput deste artigo,


os testes psicológicos são procedimentos sistemáticos de
observação e registro de amostras de comportamentos e
respostas de indivíduos com o objetivo de descrever e/ou
mensurar características e processos psicológicos,
compreendidos tradicionalmente nas áreas emoção/afeto,
cognição/inteligência, motivação, personalidade,
psicomotricidade, atenção, memória, percepção, dentre outras,
nas suas mais diversas formas de expressão, segundo padrões
definidos pela construção dos instrumentos.
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Art. 16º - Será considerada falta ética, conforme disposto na
alínea c do Art. 1º e na alínea m do Art. 2º do Código de Ética
Profissional do Psicólogo, a utilização de testes psicológicos que
não constam na relação de testes aprovados pelo CFP, salvo os
casos de pesquisa.

Parágrafo Único - O psicólogo que utiliza testes psicológicos


como instrumento de trabalho, além do disposto no caput deste
artigo, deve observar as informações contidas nos respectivos
manuais e buscar informações adicionais para maior qualificação
no aspecto técnico-operacional do uso do instrumento, sobre a
fundamentação teórica
referente ao construto avaliado, sobre pesquisas recentes
realizadas com o teste, além de conhecimentos de Psicometria e
Estatística.
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Resolução nº 012/97, que disciplina o ensino de
métodos e técnicas psicológicas em cursos livres
e de pós-graduação, por psicólogos a não
psicólogos.

Resolução nº 011/2000, que disciplina a oferta


de produtos e serviços ao público. Define os
direitos básicos do consumidor dos serviços
psicológicos e em relação à publicidade, tanto
para os produtos quanto para os serviços.

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Resolução CFP nº 001/2002.

Art. 1º - A avaliação psicológica para fins de


seleção de candidatos é um processo, realizado
mediante o emprego de um conjunto de
procedimentos objetivos e científicos, que
permite identificar aspectos psicológicos do
candidato para fins de prognóstico do
desempenho das atividades relativas ao cargo
pretendido.

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Resolução CFP nº 07/2003

Institui o Manual de Elaboração de Documentos


Escritos produzidos pelo psicólogo, decorrentes
de avaliação psicológica e revoga a Resolução
CFP º 17/2002.

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Art. 2º - O Manual de Elaboração de Documentos
Escritos, referido no artigo anterior, dispõe sobre os
seguintes itens:

I. Princípios norteadores;
II. Modalidades de documentos;
III. Conceito / finalidade / estrutura;
IV. Validade dos documentos;
V. Guarda dos documentos.

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MODALIDADES DE DOCUMENTOS

1. Declaração
2. Atestado psicológico
3. Relatório / laudo psicológico
4. Parecer psicológico

Fonte: psi jornal de psicologia crp sp


jan | mar 2006, nº 146.

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