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02/02/2017

MBA IN COMPANY EM
GESTÃO PORTUÁRIA
Gestão de Custos e Tarifas
Portuárias

Prof. Talles V. Brugni

SEJAM BEM VINDOS


• Conhecendo o terreno...

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Prof. Talles V. Brugni

SOBRE O PROFESSOR
Pós-doutor em Finanças pela PUC-RIO, doutor em Controladoria e
Contabilidade pela Universidade de São Paulo – USP (2016), Mestre
em Controladoria e Contabilidade pela Universidade Federal do
Espírito Santo - UFES (2012), especialista em Gestão Estratégica e
em Contabilidade (2007), MBA em Finanças Corporativas (2012),
Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Santa Cruz
- UESC (2006) e em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade
Católica de Minas Gerais – PUC-MG (2016). Cursou disciplinas de
finanças promovidas pela University of Michigan e pela Stanford
University. Atualmente é pesquisador da UFES, USP e PUC-RIO,
além de membro da American Accounting Association e da European Accounting
Association. Possui publicações em livros, em periódicos nacionais e internacionais e em
eventos de nível internacional, nacional e regional. Seus interesses de pesquisa compreendem
assuntos sobre Qualidade da Informação Contábil, Conselhos de Administração e Governança
Corporativa, Finanças e Modelos de Precificação de Ativos. Consultor de empresas e professor
de cursos de pós-graduação na Bahia, Goiás, Rio de Janeiro, Minas Gerais e em São Paulo.

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MÉTODO DAS AULAS


• Aulas expositivas dos aspectos teóricos/conceituais,
com exemplos de aplicabilidade prática e estudo de
casos.

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AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA
• A avaliação da disciplina consistirá em atividade a
ser entregue no dia 18 de fevereiro.

• Essa atividade representa 80% da nota final da


disciplina, sendo os outros 20% representados pela
presença e participação em sala de aula.

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Referências Utilizadas
ATKINSON, Anthony A.; DU CHENOY CASTRO, André Olímpio Mosselman.
Contabilidade gerencial. 2000.

BRUNI, Adriano Leal; FAMA, Rubens. Gestão de custos e formação de preços: com
aplicações na calculadora HP 12C e Excel. Atlas, 2008.

CALDEIRINHA, Vítor. Textos sobre Gestão Portuária. Cargo Edições, 2007.

IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade gerencial. Atlas, 1998.

LEAO, Nildo. Orçamentos, Composição de Custos e Formação de Preços de


Serviços, Ed. Nobel, 1999.

OLIVEIRA, L. M.; PEREZ JR, J. H. Contabilidade de custos para não contadores.


Atlas, 2009.

ROCHA, Carlos Henrique; MARTINS, Francisco Giusepe Donato; SILVA, Francisco


Gildemir Ferreira da. Theoretical model for port tariff based on cost and managerial
accounting and corporate finance. Journal of Transport Literature, v. 8, n. 1, p. 95-108,
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AGENDA - GESTÃO FINANCEIRA


• Custos: conceitos básicos;
• Terminologias de custos;
• Fundamentos de custos;
• Estimação de custos;
• Métodos de custeio: aspectos gerais;
• Custeio ABC – Activitiy Based Costing;
• Estrutura de custos portuários - porto público e
terminal privado;
• Tarifas portuárias;
• Controle de preços dos terminais privados e no Porto
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Público. MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 7
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GESTÃO DE CUSTOS E TARIFAS

QUAL A
EXPECTATIVA
PARA ESTE
MÓDULO?

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A PALAVRA DE ORDEM É:

CONTROLE
NÃO, NÃO FAÇO A MENOR
IDÉIA... MAS PRECISAMOS
DESCOBRIR ONDE É QUE
ACERTAMOS...

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GESTÃO DE CUSTOS E TARIFAS

O QUE É GESTÃO
DE CUSTOS?

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GESTÃO DE CUSTOS E TARIFAS

VAMOS
COMEÇAS PELO
BÁSICO...

GESTÃO

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O QUE É CUSTO
MESMO?

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O QUE É CUSTO?

TODO GASTO É
UM CUSTO?

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ALGUMAS TERMINOLOGIAS
– gastos: sacrifício financeiro que a entidade arca para
a obtenção de um produto ou serviço qualquer;
– investimento: gasto ativado em função de sua vida
útil ou de benefícios atribuíveis a futuros períodos;
– custos: gasto relativo a bem ou serviço utilizado na
produção de outros bens ou serviços;
– despesas: bem ou serviço consumido direta ou
indiretamente para a obtenção de receitas;
– desembolso: pagamento do bem ou serviço;
– perda: bem ou serviço consumido de forma anormal.

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DEFINIÇÃO GENÉRICA DE CUSTOS

Balanço Patrimonial Demonstrativo de


Resultado do Exercício
Produtos ou
Custos Serviços Despesas
Elaborados
Consumo associado
à elaboração do Consumo
produto ou serviço associado
ao período

Investimentos

Gastos

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GESTÃO DE CUSTOS

Gestão de custos é o conjunto de


processos que visa proporcionar ao
gestor informações para tomada de
decisões que envolvem produção,
formação de preço e determinação de
lucro.

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RAZÕES PARA ESTUDAR CUSTOS


• Determinação do lucro: empregando dados originários
dos registros convencionais contábeis, ou processando-
os de maneira diferente, tornando-os mais úteis à
administração;
• Controle das operações: e demais recursos produtivos
como os estoques, com a manutenção de padrões e
orçamentos, comparações entre previsto e realizado;
• Tomada de decisões: o que envolve produção (o que,
quanto, como e quando fabricar); formações de preços,
escolha entre fabricação própria ou terceirizada.

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RESUMINDO...
• Custos é importante para atender
necessidades gerenciais de três tipos:

– informações sobre a rentabilidade e


desempenho de diversas atividades da
entidade;
– auxílio no planejamento, controle e
desenvolvimento das operações;
– informações para a tomada de decisões.

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Relatórios
Financeiros

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RELATÓRIOS FINANCEIROS
• Demonstrações Financeiras:
– Balanço Patrimonial;
– Demonstração do Resultado do Exercício;
– Outras demonstrações;

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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Balanço Patrimonial - Noções

Como representar em termos monetários a


riqueza de uma organização
em determinado momento?

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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Balanço Patrimonial - Noções

• A contabilidade, pelo método consagrado das partidas


dobradas, procura evidenciar em cada fato econômico ocorrido
na empresa, a causa e o efeito por ela provocados na estrutura
patrimonial.

• Segundo a Lei 6404/76 (art. 176) as empresas estão obrigadas


a levantar seus balanços pelo menos uma vez em cada período
de doze meses, podendo este período coincidir ou não com o
ano civil.

• Formado por Ativos, Passivos e Patrimônio Líquido.


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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Balanço Patrimonial - Noções

Também denominado demonstração da posição financeira,


o Balanço Patrimonial apresenta a posição patrimonial e
financeira da empresa em determinada data e, por isso,
apresenta informação estática.

ATIVO = PASSIVO + SITUAÇÃO LÍQUIDA

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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Balanço Patrimonial - Noções

ATIVO PASSIVO
Ativo Circulante Passivo Circulante
Ativo Não Circulante Passivo Não Circulante
Ativo Real. a Longo Praz Patrimônio Líquido
Investimento Capital Social
Imobilizado Reservas de Capital
Intangível Ajustes de Avaliação
Patrimonial
Reservas de Lucro
Ações em Tesouraria
Prejuízos Acumulados

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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Balanço Patrimonial - Noções

BALANÇO PATRIMONIAL
PASSIVO
(obrigações a pagar)
ATIVO
(bens e direitos) PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
(riqueza própria)

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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Balanço Patrimonial - Noções

BALANÇO PATRIMONIAL
APLICAÇÃO ORIGEM

Aplicação de recursos (Ativo) Origem de recursos (Passivo


e PL)

$ 452.000 $ 452.000

O Ativo é sempre igual à soma do Passivo e PL.


Equação Contábil: Ativo = Passivo + Patrimônio Líquido

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EXEMPLO BÁSICO DE BP

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COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Identificação da empresa


BALANÇOS PATRIMONIAIS Data a que se refere
EM 31 de dezembro de 2012 e 2011 Unidade de mensuração
(Em milhares de reais)
Balanço da empresa que controla
uma (ou mais) investida(s) Balanço do Grupo

CONTROLADORA CONSOLIDADO
2012 2011 2012 2011
Ativo Circulante 6.224.781 6.485.518 17.250.684 17.276.392
Não-Circulante 16.220.027 12.073.955 18.145.550 16.492.612
Total do Ativo 22.444.808 18.559.473 35.396.234 33.769.004

Passivo Circulante 7.532.859 5.053.107 13.955.393 13.501.202


Não-Circulante 6.417.224 5.881.093 10.372.890 10.173.377
Total do Passivo 13.950.083 10.934.200 24.328.283 23.674.579
PATRIM. LÍQUIDO 8.494.725 7.625.273 11.067.951 10.094.425
Passivo + PL 22.444.808 18.559.473 35.396.234 33.769.004

Valores do último e do penúltimo exercício social


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COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO


BALANÇOS PATRIMONIAIS
recursos controlados pela entidade dos
EM 31 de dezembro de 2012 e 2011
quais se espera que fluam futuros
(Em milhares de reais)
benefícios econômicos para a Entidade
(CPC00_R1)
CONTROLADORA CONSOLIDADO
2012 2011 2012 2011
Ativo Circulante 6.224.781 6.485.518 17.250.684 17.276.392
Não-Circulante 16.220.027 12.073.955 18.145.550 16.492.612
Total do Ativo 22.444.808 18.559.473 35.396.234 33.769.004

Passivo Circulante 7.532.859 5.053.107 13.955.393 13.501.202


Não-Circulante 6.417.224 5.881.093 10.372.890 10.173.377
Total do Passivo 13.950.083 10.934.200 24.328.283 23.674.579
PATRIM. LÍQUIDO 8.494.725 7.625.273 11.067.951 10.094.425
Passivo + PL 22.444.808 18.559.473 35.396.234 33.769.004
“interesse residual nos ativos da
obrigação presente da entidade cuja liquidação se
entidade depois de deduzidos todos
espera que resulte na saída de recursos da
os seus passivos”
entidade (CPC00_R1)
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COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO


BALANÇOS PATRIMONIAIS
EM 31 de dezembro de 2012 e 2011
(Em milhares de reais)

CONTROLADORA CONSOLIDADO
2012 2011 2012 2011
Ativo Circulante 6.224.781 6.485.518 17.250.684 17.276.392
Não-Circulante 16.220.027 12.073.955 18.145.550 16.492.612
Total do Ativo 22.444.808 18.559.473 35.396.234 33.769.004

Passivo Circulante 7.532.859 5.053.107 13.955.393 13.501.202


Não-Circulante 6.417.224 5.881.093 10.372.890 10.173.377
Total do Passivo 13.950.083 10.934.200 24.328.283 23.674.579
PATRIM. LÍQUIDO 8.494.725 7.625.273 11.067.951 10.094.425
Passivo + PL 22.444.808 18.559.473 35.396.234 33.769.004

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RELATÓRIOS FINANCEIROS

Demonstração do Resultado do Exercício

Qual o resultado das operações da empresa


neste período?
Onde ela está indo bem e quais os pontos a
melhorar?

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EXEMPLO BÁSICO DE DRE

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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Demonstração do Resultado do Exercício

Regime de competência: as receitas e


Receitas das vendas de mercadorias,
despesas são registradas quando
produtos e serviços registradas pelo
realizadas/incorridas, independentemente
33 do
regime
33
14:30 de competência MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 33
momento
Prof. Talles V. Brugni do recebimento/pagamento

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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Demonstração do Resultado do Exercício

Custo das mercadorias vendidas = CMV = valor baixado do estoque, corresponde a:


Preço pago pela empresa junto ao seu fornecedor
+ Frete e seguro(quando cabível)
+ Quaisquer outros valores pagos para ter a mercadoria disponível para venda

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34
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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Demonstração do Resultado do Exercício

Receita Operacional Líquida – CMV = Lucro Bruto (ou prejuízo bruto)

35
35
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 35
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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Demonstração do Resultado do Exercício

As despesas são
registradas pelo regime
de competência

36
36
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 36
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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Demonstração do Resultado do Exercício

LUCRO OU PREJUÍZO OPERACIONAL


Resultado das atividades habituais da empresa
(atividades operacionais ou habituais).
= Lucro bruto – Despesas operacionais

37
37
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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Demonstração do Resultado do Exercício

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14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 38
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RELATÓRIOS FINANCEIROS

Alíquotas:
IRPJ 15%
Adicional IRPJ 10% (sobre a parcela do lucro mensal que exceder a R$ 20.000)
CSLL 9%

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RELATÓRIOS FINANCEIROS

O Lucro Líquido do Exercício é o valor base para a constituição


de reservas, distribuição de dividendos e pagamento de juros
sobre o capital próprio.
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RELATÓRIOS FINANCEIROS

Questão Importante

LUCRO é igual a AUMENTO DE DINHEIRO NO


CAIXA?

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RELATÓRIOS FINANCEIROS
Demonstração do Resultado x Fluxo de Caixa
Ex.: Uma empresa tem uma receita de $ 10 mi no período
(sendo que apenas 60% foram recebidos) e incorre em
despesas no valor de $ 8 mi (dos quais $ 6 mi foram
pagos no período).
Qual foi seu resultado? Quanto gerou de dinheiro (caixa) no
período?
DRE FLUXO DE CAIXA

Receita 10 mi Entrada de dinheiro 6 mi


(-) Despesa (8) mi (-) Saída de dinheiro (6) mi
= Lucro 2 mi = Caixa Gerado 0
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 42
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TRÊS QUESTÕES PARA


ABRIR O APETITE!
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TESTE DE CONHECIMENTOS (1)

Em um determinado mês, uma empresa registrou


receita de R$ 10 mil e despesas de R$ 4 mil.
Ignorando outras despesas e receitas, e
assumindo pagamento integral das despesas à
vista e recebimento de apenas metade das
receitas à vista, qual impacto de caixa e lucro
registrado?

a) Lucro e caixa de R$ 6mil.


b) Lucro de R$ 10mil e caixa de R$ 6mil.
c) Lucro de R$ 6mil e caixa de R$ 1mil.
44
d) Lucro foi de R$ 10 mil
MBA Executivo e caixa
em Gestão de Custos de R$ 1mil.
Portuários
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TESTE DE CONHECIMENTOS (2)

No mês seguinte a empresa, além de receber a


outra metade das vendas (R$ 5.000,00), comprou
R$ 20.000,00 em mercadorias, a vista. Devido a
uma greve generalizada no setor, a empresa ficou
impossibilitada de realizar vendas no mês, mas
incorreu em R$4.000,00 de despesas, pagas dentro
do mesmo mês. Nesse sentido, qual seria o
lucro/prejuízo e o saldo de caixa do mês?

a) Prejuízo de R$ 24mil e “caixa negativo” de R$ 23mil.


b) Lucro de R$ 5mil e caixa de R$ 1mil.
c) Prejuízo de R$ 19mil e caixa de R$ 1mil.
d) Prejuízo de R$ 4mil e “caixa negativo” de R$ 18mil. 45
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TESTE DE CONHECIMENTOS (3)

Para superar as dificuldades do mês anterior, a empresa


resolveu realizar promoções diferenciadas, inclusive em
função do prazo de validade dos seus produtos. Por esse
motivo, a empresa vendeu todo o seu estoque (R$
20.000,00) por R$25.000,00, sendo R$ 10.000,00 a vista e
o restante para 30 dias. As despesas do mês foram de 4
mil, pagas dentro do mesmo mês. Qual o resultado da
empresa nesse período? E o saldo de caixa?

a) Lucro de R$ 25mil e caixa de R$ 25mil.


b) Lucro de R$ 1mil e “caixa negativo” de R$ 12mil.
c) Lucro de R$ 5mil e caixa de R$ 21mil.
d) Lucro de R$ 1mil e caixa de R$ 1mil.
THE 46
MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários
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END

FLUXO DOS CUSTOS


Balanço Patrimonial

Custos Demonstrativo de
Diretos Resultado do Exercício
Indiretos

(+) Receitas

Estoques (-) Custos do DRE


Materiais Diretos CMV
Produtos em Elaboração CPV
Produtos Acabados CSP

(-) Despesas

(=) Resultado

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TIPOS DE CUSTOS
– Diretos: diretamente incluídos no cálculo dos produtos;
materiais diretos e mão de obra direta; perfeitamente
mensuráveis de maneira objetiva.

– Indiretos: necessitam de aproximações, rateio.

– Primários: apenas incluem a matéria prima e a mão-de-


obra direta.

– De transformação: Consistem no esforço agregado


pela empresa na obtenção do produto. Exemplos: mão-
de-obra direta e custos indiretos de fabricação.
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 48
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TIPOS DE CUSTOS

Despesas
MD MOD CIF
Materiais Diretos Mão-de-Obra Direta Custos Indiretos
Gastos não
Matéria-Prima Mensurada e identifi- Custos que não são
associados
Embalagem cada de forma direta MD nem MOD
à produção

Custo de transformação
Custo primário ou direto

Custo total, contábil ou fabril

Gastos totais ou custo integral

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MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários
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ELEMENTOS DE CUSTOS
• Material Direto (MD): todo material que pode ser
alocado diretamente à unidade do produto que está
sendo fabricado e que sai da fábrica incorporado ao
produto. Exemplo: embalagem.
• Mão de Obra Direta (MOD): todo o salário pago ao
operário que trabalha diretamente no produto, cujo
tempo pode ser identificado com a unidade que está
sendo produzida.
• Custos Indiretos de Fabricação (CIF): todos os custos
relacionados com a fabricação e que não podem ser
economicamente separadas entre as unidades que
estão sendo produzidas.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 50


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TIPOS DE CUSTOS
Valor Valor
$ $

• Fixos
Quantidade Quantidade

• Variáveis Produzida
Custos Fixos
Produzida
Custos Variáveis
Exemplo : Aluguel Exemplo : Mat Diretos
• Semifixos
Valor Valor
• Semivariáveis $ $

Quantidade Quantidade
Produzida Produzida
Custos Semivariáveis Custos Semifixos
Exemplo : Copiadora Exemplo : Conta de Água

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TIPOS DE CUSTOS
– Controláveis: quando podem ser controlados por uma
pessoa, dentro de uma escala hierárquica predefinida. O
responsável poderá ser cobrado de eventuais desvios
não previstos.

– Não Controláveis: quando fogem ao controle do


responsável pelo departamento. Por exemplo, rateio do
aluguel. Em uma escala hierárquica superior todos os
custos são controláveis.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 52


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TIPOS DE CUSTOS
– Incrementais: também denominados diferenciais ou
marginais, incorridos adicionalmente em função de uma
decisão tomada
– De oportunidade: benefício relegado em decorrência da
escolha de uma outra alternativa.
– Evitáveis: custos que serão eliminados se a empresa
deixar de executar alguma atividade.
– Inevitáveis: independentemente da decisão a ser
tomada, os custos continuariam existindo.
– Empatados: também denominados sunk costs. Custos
que não devem influenciar em decisões futuras por
terem sido incorridos e sacramentados no passado.
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 53
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TIPOS DE CUSTOS
– Históricos: custos em valores originais da época em
que ocorreu a compra, de acordo com a Nota Fiscal.

– Correntes: também denominados custos de reposição.


Custo necessário para repor um item no total.

– Estimados: custos previstos para o futuro.

– Inevitáveis: custo estimado com maior eficiência, valor


ideal a ser alcançado.

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ELEMENTOS DE CUSTOS

Componentes principais:

Custos Material Direto (MD)


Mão-de-Obra Direta (MOD)
Custos Indiretos de Fabricação (CIF)

Diretos Estoque

Indiretos
Prod A (+) Receitas

Rateio (-) CPV


Prod B

(-) Despesas
Prod C
(=) Resultado

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 55


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Exercício
Durante o primeiro semestre de 2016, o Porto XPTO
registrou as transações relatadas a seguir. Com base nas
datas, históricos e valores, indique: a) o mês em que foram
computados como custo as peças de reposição; b) a
diferença entre cada evento, sob o ponto de vista dos
fundamentos de custos.

Data Valor Histórico


07/05/16 $8.000,00 Compra para pagamento em 90 dias de 03 peças X de desgaste de
máquinas.
11/06/16 $8.000,00 Setor de manutenção solicita ao setor de almoxarifado as 03 peças
de desgaste para substituição.
07/08/96 $8.000,00 O setor financeiro quita o boleto bancário referente às 03 peças

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 56


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Estimando
os Custos

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 57


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19
02/02/2017

POR QUE ESTIMAR CUSTOS?

• Prognóstico / Previsão;
• Análise de desempenhos e riscos;
• Formação de preço.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 58


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DEFINIÇÃO
ESTIMAR CUSTOS É:

O processo de
desenvolvimento de uma
estimativa dos recursos
monetários necessários
para executar as atividades
da empresa.
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 59
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PROBLEMAS DE CUSTOS COM MD


• Avaliação: qual o montante a atribuir quando
várias unidades são compradas por preços
diferentes?

• Programação: quanto comprar, como comprar,


fixação de lotes econômicos de aquisição,
definição de estoques mínimos de segurança
etc.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 60


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20
02/02/2017

AVALIAÇÃO DE CUSTOS COM MD


• UEPS: último a entrar, primeiro a sair ou, em
inglês, Last In, First Out (LIFO). (legislação fiscal
brasileira não permite).

• PEPS: primeiro a entrar, primeiro a sair ou, em


inglês, First In, First Out (FIFO).

• CUSTO MÉDIO PONDERADO: representa uma


média dos custos de aquisição.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 61


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AVALIAÇÃO DE CUSTOS COM MD

Método Estoque Lucro Imposto de Renda


UEPS Menos estoque Menos lucro Menos Imposto
Equilíbrio entre UEPS Equilíbrio entre UEPS Equilíbrio entre UEPS
Custo Médio
e PEPS e PEPS e PEPS
PEPS Mais estoque Mais lucro Mais Imposto

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 62


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CUSTOS COM MOD

Refere-se apenas ao pessoal


que trabalha diretamente
sobre o produto em
elaboração, "desde que seja
possível a mensuração do
tempo despendido e a
identificação de quem
executou o trabalho, sem
necessidade de qualquer
apropriação indireta ou
rateio"

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 63


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21
02/02/2017

CUSTOS COM MOD


• É importante considerar:

– Restrições e Imposição da Legislação;


– Encargos Sociais.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 64


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Cálculos da MOD
• Número de horas à disposição por ano

Número de dias por ano 365


(-) Repousos semanais remunerados -48
(-) Férias -30
(-) Feriados (em média) -12
(=) Número máximo de dias à disposição 275
(x) Jornada diária 7,3333
(=) Número máximo de horas à disposição 2.016,67

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 65


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Cálculos da MOD – Subtotais

a) Salários d) Adicional constitucional de férias


Número máximo de horas à disposição 2.016,67 Percentual constitucional 33,33%
Valor da hora trabalhada 100 Total de férias 22.000,00
Total de salários 201.666,67 Total de adicional de férias 7.333,33

b) Repousos semanais remunerados e) 13o Salário


Número de repousos em dias 48 13o em dias 30
Jornada diária 7,3333 Jornada diária 7,3333
Número de repousos em horas 352 13o em horas 220
Valor da hora trabalhada 100 Valor da hora trabalhada 100
Total de repousos semanais remunerados 35.200,00 Total de 13o 22.000,00

c) Férias f) Feriados
Férias em dias 30 Feriados em dias 12
Jornada diária 7,3333 Jornada diária 7,3333
Férias em horas 220 13o em horas 88
Valor da hora trabalhada 100 Valor da hora trabalhada 100
Total de férias 22.000,00 Total de feriados 8.800,00

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 66


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22
02/02/2017

Cálculos da MOD Contribuições

Contribuições percentuais Sistema "S" e outros

Previdência Social 20,00%


Fundo de Garantia 8,00%
Seguro - acidentes de trabalho 3,00%
Salário - educação 2,50%
SESI ou SESC 1,50%
SENAI ou SENAC 1,00%
INCRA 0,20%
SEBRAE 0,60%
Total 36,80%

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 67


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Cálculos da MOD – Resumo

Subtotal $
a) Salários 201.666,67
b) Repousos semanais remunerados 35.200,00
c) Férias 22.000,00
d) Adicional constitucional de férias 7.333,33
e) 13o Salário 22.000,00
f) Feriados 8.800,00
Subtotal 297.000,00
Acréscimo legal outras contribuições 36,80%
Total com contribuições 406.296,00
Número de horas trabalhadas por ano 2.016,67
Total Geral por hora 201,47
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 68
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Exercício
• Você é o novo gestor de custos da Portuária XPTO
Ltda. Nesse momento, a empresa não dispõe de
um entendimento profundo sobre sua estrutura de
custos e você ficou incumbido de avaliar o custo da
hora dos colaboradores envolvidos no navio de
carga A. Sabe-se que neste navio trabalham 12
pessoas. Cada um deles foi contratado a R$
2.500,00/mês, em regime de 40 horas/semana. Os
encargos de folha representam 30% sobre o salário,
14 dias não trabalhados no ano em decorrência de
feriados e folgas abonados, 53 sábados e 52
domingos no ano. Qual o estime o custo total por
hora de cada funcionário?
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 69
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23
02/02/2017

CUSTOS INDIRETOS DE PRODUÇÃO

São os gastos identificados com a função de


produção ou elaboração de um produto ou
serviço que, como o próprio nome já revela, não
podem ser associados diretamente a um
produto ou serviço específico. Exemplo: alguns
gastos de depreciação, salários de supervisores
de diferentes linhas de produção etc.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 70


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GRANDE PROBLEMA DOS CIPs


• Rateio: extremamente problemático.

– Custeio Direto: não rateia nada;

– RKW ou ABC estratégico:


rateia tudo, inclusive
despesas.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 71


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GRANDE PROBLEMA DOS CIPs


• Rateio: extremamente problemático.

Colchões Colchonetes Travesseiros


Descrição (CL) (CN) (TR) Soma

Material direto 38.000,00 42.000,00 48.000,00 128.000,00

mão-de-obra direta 3.200,00 3.600,00 5.200,00 12.000,00

Custo direto 41.200,00 45.600,00 53.200,00 140.000,00

Horas-máquinas 500 1.500 3.000 5.000

Unidades produzidas 1.000 3.000 16.000 20.000

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 72


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02/02/2017

GRANDE PROBLEMA DOS CIPs


• Rateio: extremamente problemático.

Colchões Colchonetes Travesseiros


Rateio (% obtidos) (CL) (CN) (TR) Soma

Material direto 30% 33% 38% 100%

mão-de-obra direta 27% 30% 43% 100%

Custo direto 29% 33% 38% 100%

Horas-máquinas 10% 30% 60% 100%

Unidades produzidas 5% 15% 80% 100%

MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários


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GRANDE PROBLEMA DOS CIPs


• Rateio: extremamente problemático.

Descrição Valor (R$)

Mão-de-obra indireta 8.000,00

Material indireto 56.000,00

Seguro industrial 4.000,00

Depreciação fabril 32.000,00

Soma 100.000,00

MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários


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GRANDE PROBLEMA DOS CIPs


• Rateio: extremamente problemático.

Colchões Colchonetes Travesseiros


Descrição (CL) (CN) (TR) Soma
Material direto 38.000,00 42.000,00 48.000,00 128.000,00
mão-de-obra direta 3.200,00 3.600,00 5.200,00 12.000,00
Custo direto 41.200,00 45.600,00 53.200,00 140.000,00
Custos indiretos 26.667,00 30.000,00 43.333,00 100.000,00
% de rateio (MOD %) 27% 30% 43% 100%
Custo total 67.866,67 75.600,00 96.533,33 240.000,00
Unidades produzidas 1.000 3.000 16.000
Custo unitário 67,87 25,20 6,03

MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários


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02/02/2017

GRANDE PROBLEMA DOS CIPs


• Rateio: extremamente problemático.

Colchões Colchonetes Travesseiros


Descrição (CL) (CN) (TR) Soma
Material direto 38.000,00 42.000,00 48.000,00 128.000,00
mão-de-obra direta 3.200,00 3.600,00 5.200,00 12.000,00
Custo direto 41.200,00 45.600,00 53.200,00 140.000,00
Custos indiretos 5.000,00 15.000,00 80.000,00 100.000,00
% de rateio (unid. %) 5% 15% 80% 100%
Custo total 46.200,00 60.600,00 133.200,00 240.000,00
Unidades produzidas 1.000 3.000 16.000
Custo unitário 46,20 20,20 8,33

MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários


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GRANDE PROBLEMA DOS CIPs


• Rateio: extremamente problemático.

Custo Unitário Colchões (CL) Colchonetes (CN) Travesseiros (TR)

MOD como rateio 67,87 25,20 6,03

Unidade como rateio 46,20 20,20 8,33

Diferença % -32% -20% -38%

MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários


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GRANDE PROBLEMA DOS CIPs


Imagine que você é gestor de custos de
uma grande indústria, e que os custos sobre
a área ocupada por ela é regida por um
único contrato de aluguel, que estabelece
um valor fixo de R$350.000,00. Entenda
também que a empresa é obrigada a
separar CUSTOS com aluguel e
DESPESAS com aluguel, visto que existem
duas atividades: produção e venda.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 78


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26
02/02/2017

GRANDE PROBLEMA DOS CIPs


• Três perguntas:
• Qual seria o valor do aluguel na forma de
custos?

• Qual seria o valor do aluguel na forma de


despesas?

• E se as condições não fossem


homogêneas?
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 79
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INFLUÊNCIA DOS CFs E CVs


Segunda Situação: Imagine um
departamento de manutenção de máquinas
dentro da sua empresa. Por ela representar
uma parcela importante dos custos indiretos
totais, identifica-se a necessidade de um
critério rigoroso na apuração dos Custos por
ela reprensetados.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 80


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INFLUÊNCIA DOS CFs E CVs


• Em um determinado mês, houve um
trabalho total de 2.000 horas-homem, e
um custo total de R$20.000,00.

• Pergunta: Sabendo-se que existem quatro


setores: Departamento de furação, de
testes, de pintura e laboratório de
pesquisas, qual seria o custo para cada
departamento?

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 81
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27
02/02/2017

INFLUÊNCIA DOS CFs E CVs

E se no presente mês, o dispendio de horas


fosse o seguinte: (750h para furação, 800h
para testes e 450h para laboratório e nada
para pintura)?


14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 82
Prof. Talles V. Brugni

INFLUÊNCIA DOS CFs E CVs


• O departamento de Furação tem sido
responsável por 25% dos trabalhos de
manutenção nos ultimos 5 anos.

• Testes 30%
• Pintura 15%
• Laboratório 30%.


14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 83
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INFLUÊNCIA DOS CFs E CVs


• Outros dados:

• O custo fixo, por mes, representado por


mão-de-obra indireta, Depreciação,
Seguros, parte do aluguel, etc foi de R$
9.000,00

• O custo variável representado por


consumo de energia, materiais,
ferramentas etc. foi de R$5,50 por hora.
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 84
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28
02/02/2017

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 85


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MÉTODOS DE CUSTEIO: conceitos gerais

• Método: meta (resultado que se deseja


atingir) + hodós (caminho);

• Custeio: atribuir valor de custo a um


produto, mercadoria
ou serviço.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 86


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VERY IMPORTANT POINT

Todo e qualquer método


de custeio possui virtudes
e limitações, cabendo à
empresa que pretende
utilizá-los averiguar qual
se adapta melhor às
necessidades informativas
e às peculiaridades das
operações executadas.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 87


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29
02/02/2017

PREÇOS DE PORTOS E TERMINAIS

• Década de 1930
– Decreto 24.508/34 - definiu os serviços prestados pelas administrações dos portos
organizados, com o objetivo de uniformizar as taxas portuárias no Brasil.

– Definiu tarifas, baseado em um grande porto, devidamente aparelhado;

• Década de 1990
– 8.630/93 - em linha com o modelo internacional da época, os portos deixaram de ser
operadores portuários e, a grosso modo, ficaram exclusivamente por conta da gestão
da atividade portuária;

– a administração do porto tem a competência, entre outras coisas, de: (a) fixar os
valores e arrecadar a tarifa portuária;

– praticamente não abordou a questão tarifária dos portos, deixando a cargo das
administrações dos portos organizados adotarem estruturas de tarifas adequadas aos
sistemas operacionais dos portos;

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 88


Prof. Talles V. Brugni

PREÇOS DE PORTOS E TERMINAIS

• 2008
– O Decreto n.º 6.620/2008 reforçou a importância sobre essa temática, citando a
promoção da sustentabilidade econômico-financeira da atividade portuária e
implantação de sistema de preços e tarifas com base em centros de custos e
eficiência operacional.

• HOJE
– Tarifas são formadas até hoje de modo ad hoc;

– as atuais tarifas portuárias, agrupadas em tabelas tarifárias, recebem denominações


diferentes entre os diferentes portos brasileiros;

– As oscilações tarifárias são decorrentes de estratégias de competição entre portos e


não de uma proposta metodológica transparente de precificação com base nos custos
portuários.

Rocha et. al. (2014)

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 89


Prof. Talles V. Brugni

Custeio Baseado em Atividades

Custeio
Baseado em
Atividades

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 90


Prof. Talles V. Brugni

30
02/02/2017

Ilustração Histórica

• “Fabricarei um carro a motor para grandes


multidões... Terá um preço tão baixo que qualquer
indivíduo que ganhe um salário satisfatório poderá
ter um e aproveitar com sua família. Quando eu
tiver terminado, cada um terá o seu. O cavalo terá
desaparecido de nossas estradas, o automóvel
terá se estabelecido e nós geraremos um grande
número de empregos e bons salários.”

Henry Ford.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 91


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Definição

• Sistema de custeio por


atividades
– Custos são transferidos
de acordo com atividades
executadas.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 92


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Problemas dos custeios tradicionais

• Basicamente de dois tipos:


– redução da MOD;
– aumento de CIFs.

Rateios
Ineficientes

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 93


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31
02/02/2017

Incentivos ao ABC:
• o avanço tecnológico e a crescente
complexidade dos sistemas de produção,
o que tem ocasionado um aumento
absoluto e relativo constante dos custos
indiretos, em detrimento da redução dos
custos com mão-de-obra;
• o crescimento da diversidade de produtos
e modelos fabricados na mesma planta, o
que requer uma melhoria da precisão dos
critérios de custeio.
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 94
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EXEMPLO DE CUSTEIO ABC

 Uma empresa Fabrica e Comercializa dois produtos


principais: tecidos de algodão e tecidos de linho. Os custos
associados a cada produto podem ser representados a
seguir: Descrição do gasto Tecido de Algodão Tecido de Linho
Materiais Diretos 140.000,00 65.000,00
MOD 360.000,00 135.000,00
Soma 500.000,00 200.000,00
 Sua área possui três departamentos, representados abaixo:
Descrição do gasto Almoxarifado Manutenção Produção  Total
Salários e Encargos 18.000,00 60.000,00 280.000,00 358.000,00
Materiais Indiretos 6.000,00 35.000,00 120.000,00 161.000,00
Depreciação 16.000,00 5.000,00 100.000,00 121.000,00
Soma 40.000,00 100.000,00 500.000,00 640.000,00

 Unidades produzidas no período: 280.000 TA e 60.000 TL

14:30 95
MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários
Prof. Talles V. Brugni

EXEMPLO DE CUSTEIO ABC

 Se a empresa empregasse o critério de alocação dos custos


indiretos com rateio baseado na MOD, qual seria a
composição dos custos? E o custo unitário de cada
produto?

Descrição do gasto Tecido de Algodão % Tecido de Linho % TOTAL


Materiais Diretos 140.000,00 - 65.000,00 - 205.000,00
MOD 360.000,00 73% 135.000,00 27% 495.000,00
CIF 465.454,55 - 174.545,45 - 640.000,00
Soma 965.454,55 - 374.545,45 - 1.340.000,00
Cunit. R$ 3,45 R$ 6,24

14:30 96
MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários
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32
02/02/2017

EXEMPLO DE CUSTEIO ABC


• Analisando cada departamento individualmente, a
empresa detectou que a maior atividade prestada
internamente pelo Almoxarifado consiste no
controle, processamento e entrega dos lotes
solicitados.

• No mês analisado, foram processados 20 lotes para


o departamento de Manutenção; 30 lotes para o
departamento de Produção; 90 lotes relacionados à
produção de tecidos de algodão e 60 lotes
associados aos tecidos de linho.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 97


Prof. Talles V. Brugni

EXEMPLO DE CUSTEIO ABC


• O departamento de Manutenção identificou que os
serviços prestados poderiam ser quantificados pelas
horas de manutenção alocadas.

• No caso, 50 horas foram prestados ao


departamento de Manutenção, 170 horas à
fabricação de tecidos de algodão e 80 horas à
produção de tecidos de linho.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 98


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EXEMPLO DE CUSTEIO ABC


• O setor produtivo verificou que seu direcionador de
custo fundamental consiste nas horas de produção
trabalhadas durante o mês.

• No caso, 800 horas foram consumidas pelo


processo de fabricação de tecidos de algodão e
1.200 horas pelos tecidos de linho.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 99


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33
02/02/2017

EXEMPLO DE CUSTEIO ABC

Almoxarifado
No. de Lotes
Processados

Manutenção
20 Horas de
Manutenção

30
Produção
Horas de Produção
50
800 1200

170 80

90 60

Algodão Linho

14:30 100
MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários
Prof. Talles V. Brugni

EXEMPLO DE CUSTEIO ABC

Descrição do gasto Almoxarifado Manutenção Produção Algodão Linho TOTAL


Materiais Diretos 140.000,00 65.000,00 205.000,00
MOD 360.000,00 135.000,00 495.000,00
Salários e Encargos 18.000,00 60.000,00 280.000,00 358.000,00
Materiais Indiretos 6.000,00 35.000,00 120.000,00 161.000,00
Depreciação 16.000,00 5.000,00 100.000,00 121.000,00
Subtotal 40.000,00 100.000,00 500.000,00 500.000,00 200.000,00 1.340.000,00
Transf. Custos Almox.
nr. de lotes
Proporção %
Subtotal
Transf. Custos Manut.
hr. manut.
Proporção %
Subtotal
Transf. Custos Produção.
hrs. de produção
Proporção %
Subtotal
Unidades Produzidas
Custo Unitário

14:30 101
MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários
Prof. Talles V. Brugni

CUSTEIO POR
DEPARTAMENTO

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 10


Prof. Talles V. Brugni 2

34
02/02/2017

CONCEITO DE DEPARTAMENTO
• Unidade operacional representada
por um conjunto de homens e/ou
maquinas de características
semelhantes desenvolvendo
atividades homogêneas dentro de
uma mesma área.

(Oliveira e Perez Jr., 2009)

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 10


Prof. Talles V. Brugni 3

VANTAGENS DOS DEPARTAMENTOS

• Reduzir arbitrariedade dos rateios.


• Aumentar níveis de controle.

Antes dos departamentos Depois dos departamentos


Fábrica CC1 CC2 CC3 CC4

A A

Produtos B B

C C

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 10


Prof. Talles V. Brugni 4

EXEMPLO PRÁTICO
• A indústria Belos Ornamentos Ltda.
Costuma fabricar e vender mensalmente
300un. de potes rústicos (PR) e 200un. de
cerâmicas vitrificadas (CV) pelos preços
respectivos de R$7,50 e 9,50. Alguns
dados financeiros da empresa podem ser
vistos na tabela a seguir. Sabe-se que a
empresa utiliza o número de unidades
produzidas como critério de rateio dos
CIFs.
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02/02/2017

EXEMPLO PRÁTICO

Descrição (PR) (VC) Indireto Total


Materiais 900,00 800,00
600,00 2.300,00
Mão‐de‐Obra 300,00 200,00
400,00 900,00
Depreciação Industrial 1.000,00 1.000,00
Soma 1.200,00 1.000,00 2.000,00 4.200,00

Quais seriam os custos unitários de cada


produto? E qual a margem bruta da
operação com cada produto?

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EXEMPLO PRÁTICO
• Quais seriam os custos unitários de
cada produto? E qual a margem bruta
da operação com cada produto?
Descrição (PR) (VC) Indireto Total
Materiais 900,00 800,00 600,00 2.300,00
Mão-de-Obra 300,00 200,00 400,00 900,00
Depreciação Industrial 1.000,00 1.000,00
Soma 1.200,00 1.000,00 2.000,00 4.200,00
Unidades
Proporção %
Custos Indiretos
Custos Totais
Custo Unitário
Preço de Venda
Margem Bruta

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EXEMPLO PRÁTICO

E se, após uma análise mais cuidadosa


dos CIFs, fosse revelado que estes
custos indiretos são provenientes de três
departamentos distintos? A conhecer:
Olaria, Forno e Vitrificação. De acordo
com as características dos produtos, os
potes rusticos passam pela vitrificação?

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EXEMPLO PRÁTICO
Seguem os dados do Gestor de Custos:

Descrição Olaria Forno Vitrificação Total


MOI 100,00 100,00 200,00 400,00
Depreciação Industrial 500,00 200,00 300,00 1.000,00
Material Indireto 100,00 200,00 300,00 600,00
Soma 700,00 500,00 800,00 2.000,00

 Quais seriam então os custos unitários e a


margem bruta na operação de cada produto
se fosse utilizado o sistema de custeio por
departamento?
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EXEMPLO PRÁTICO
Descrição (PR) (VC) Indireto Total
Materiais 900,00 800,00 600,00 2.300,00
Mão-de-Obra 300,00 200,00 400,00 900,00
Depreciação Industrial 1.000,00 1.000,00
Soma 1.200,00 1.000,00 2.000,00 4.200,00

Descrição Olaria Forno Vitrificação Total


MOI 100,00 100,00 200,00 400,00
Depreciação Industrial 500,00 200,00 300,00 1.000,00
Material Indireto 100,00 200,00 300,00 600,00
Soma 700,00 500,00 800,00 2.000,00

Descrição (PR) (VC)


Proporção %
Custos Indiretos

Descrição (PR) (VC) Total


Materiais 900,00 800,00 1.700,00
Mão-de-Obra 300,00 200,00 500,00
Custos Indiretos - - -
Soma
Custo Unitário
Preço de Venda
Margem Bruta
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DEPARTAMENTALIZAÇÃO EM PORTOS 1

• Sugere-se dividir o porto em dois grandes


grupos de departamentos:
Departamento de Serviço – aqueles que fornecem
serviços a outras unidades;

Departamentos Usuários – aqueles que utilizam os


serviços do departamento de serviços.

• Assim, os custos do Departamento de


Serviço são alocados aos Departamentos
Usuários por meio de rateio.
Baseado em Rocha et. al. (2014)

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 111


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02/02/2017

DEPARTAMENTALIZAÇÃO EM PORTOS

Suponha que um determinado porto seja


departamentalizado em quatro
departamentos usuários e um de serviço,
conforme tabela abaixo.

Departamento Usuário Departamento de Serviço


1. Acesso aquaviário
2. Atracação (acostagem)
5. Administração portuária
3. Acesso terrestre
4. Serviços diversos

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 112


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DEPARTAMENTALIZAÇÃO EM PORTOS

• Como os departamentos 1 a 4 são


“virtuais”, os mesmos não apresentam
direcionadores de custos explícitos.
Contudo, com o auxílio da contabilidade
gerencial pode-se calcular os custos totais
de operação e manutenção (CO&M) para
cada um deles.

Rocha et. al., 2014. Atkinson et al., 2000; Iudícibus, 1998

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 113


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DEPARTAMENTALIZAÇÃO EM PORTOS

Itens de Custos
Portuários de
Operação e
Manutenção por
Departamento
Usuário

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 114


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02/02/2017

DEPARTAMENTALIZAÇÃO EM PORTOS

• Adota-se como critério de rateio a variável


CO&M.

&

(Eq. 1)
&

em que é o fator de rateio do departamento usuário i e & éo


custo total de operação e manutenção do departamento i.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 115


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DETERMINANDO A TARIFA
• Dada a tendência de inexistência de
custos variáveis nos portos, sugere-se a
determinação do preço pela equação
seguinte:

, , , , , (Eq. 2)

em que é a tarifa portuária do departamento usuário i, ̅ é o


custo médio do departamento usuário i, e o é o retorno exigido do
porto ou custo de oportunidade portuário.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 116


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DETERMINANDO A TARIFA
• CO&M do departamento usuário i é
definido por:

&
, , , , , (Eq. 3)

em que é o custo do Departamento de serviço (adm. Portuária) e os


, associados aos departamentos usuários, são dados conforme
sugerido na tabela seguinte...

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 117


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02/02/2017

DETERMINANDO A TARIFA

Departamento Usuário θi
i. Acesso aquaviário  Quantidade de navios x TPB1 (médio)
ii. Atracação (acostagem) Quantidade de navios x tempo médio de atracação
iii. Acesso terrestre Quantidade de trens (caminhões) x tempo médio no porto
iv. Serviços diversos  Máquinas x tempo médio de utilização

Os são obtidos de estatísticas portuárias históricas.

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 118


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DETERMINANDO A TARIFA
• Substituindo a equação (3) em (2), obtém-
se a tarifa portuária do departamento
usuário, de acordo com a equação 4
seguinte:

&
• 1 , 1,2,3,4,

14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 119


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TUDO MAIS ALÉM DISSO É:


• Conhecer as idiossincrasias de cada negócio;
• Reconhecer as limitações existentes em termos
de controle e geração de informação;
• Definição do método de custeio que melhor se
encaixa nas particularidades da empresa;
• Estabelecer os processos e controles
necessários para que as informações sejam
geradas e os planejamentos e definições de
preço e desempenho sejam avaliados e
controlados.
14:30 MBA Executivo em Gestão de Custos Portuários 12
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02/02/2017

MBA IN COMPANY EM
GESTÃO PORTUÁRIA
Gestão de Custos e Tarifas
Portuárias

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EXERCÍCIO
PARA
AVALIAÇÃO

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