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11/07/2018 Laudo de Compressores NR13

S E RV I ÇO S >> L A UDO DE CO M P RE S S O RE S NR1 3

LAUDO DE COMPRESSORES NR13

O Laudo de Vaso Sob Pressão é administrado em compressores ou


equipamentos responsáveis por admitir ou absorver o ar atmosférico,
comprimindo e enviando para reservatórios de armazenamento.

O compressor de ar é um elemento básico de um sistema pneumático, sendo


necessário, anualmente cumprir a inspeção, teste hidrostático ou medição de
espessura, e registro em livro próprio.

Realizando tal procedimento a empresa fica apta com os órgãos fiscalizadores,


evitando autuações impostas, prevenção de risco de explosão e suspensão das
linhas de abastecimento de ar comprimido, sanando perdas na produção do
trabalho.

A Essencial conta com profissionais altamente qualificados para proporcionar


credibilidade para seu laudo, utilizamos equipamentos devidamente calibrados
e de última geração. Todo este processo concilia com uma boa segurança aos
colaboradores.

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11/07/2018 Laudo de Compressores NR13

Vale ressaltar que a Essencial efetua também a montagem do projeto de


instalação e confecção do livro de cada Vaso Sob Pressão .

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comercial@essencial.adm.br

Saiba mais:
Vaso sob Pressão NR 13
De acordo com as informações dispostas na NR 13.6.1: “Vasos sob Pressão são equipamentos
que contém fluidos sob pressão interna ou externa”.
Simultaneamente esses equipamentos são submetidos à pressão interna e externa, mesmo
aqueles vasos que operam com vácuo estão sujeitas a pressões, pois não existe vácuo
absoluto.
Vaso Sob Pressão pode ser constituído de materiais e formatos geométricos variados em
função do tipo de utilização a que se destinam. Desta forma, podem existir equipamentos
esféricos, cilíndricos, cônicos, entre outros, constituído também de uma variedade de
materiais, exemplo, carbono e aço inoxidável.

A composição de um vaso sob pressão, são de gases ou a mistura de ambos. Sua função varia
em armazenamento final ou intermediário, amortecimento de pulsação, troca de calor,
contenção de reações, podendo obter outros aspectos. Sua instalação é aplicada em
indústrias, hospitais, hotéis, restaurantes.

A NR 13.6.3: Todo vaso de pressão deve ter afixado em seu corpo, em local de fácil acesso e
bem visível, placa de identificação indelével com, no mínimo, as seguintes informações:
a) Fabricante.
b) Número de identificação.
c) Ano de fabricação.
d) Pressão máxima de trabalho admissível.
e) Pressão de teste hidrostático.
f) Código de projeto e ano de edição.
 
Classificação de Vaso sob Pressão
Conforme anexo IV da NR 13, Vasos sob Pressão são classificados em categorias segundo o
tipo de fluido potencial de risco.

Classe A:
Fluidos inflamáveis;
Combustível com temperatura igual ou superior a 200°C;
Fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm (partes por milhão);
Hidrogênio;
Acetileno

Classe B:
Fluidos combustíveis com temperaturas inferiores a 200°C;
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Fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm (partes por milhão);

Classe C:
Vapor de água, gazes asfixiantes simples ou ar comprimido.

Classe D:
Água ou outros fluidos que não comportem as classes A, B e C, com temperatura superior
a 50°C.
Vale ressaltar que quando trata-se de misturas, a classificação deverá partir do fluido que
apresentar maior risco ao funcionário, instalações, toxidade, inflamabilidade  e
concentração.

 
Inspeção de Segurança de Vasos sob Pressão
NR 13.10.1 “ Os vasos de pressão devem ser submetidos a Inspeções de Segurança Inicial,
periódica e extraordinária.”

A Inspeção de Segurança Inicial só poderá ser realizada quando o vaso sob pressão estiver
instalado adequadamente no local definitivo, enquanto isso não ocorrer não será validado
como exames, pois seus componentes irão sofrer variações no transporte até seu local de
destino e afixado.

O exame consiste em interno, externo e teste hidrostático, e devem obedecer a uma tabela
determinada pela NR 13.10.3
1-      Para estabelecimentos que não possuem serviço próprio de inspeção, deve obedecer a
tabela abaixo:

Categoria do Exame Exame Teste


Vaso Externo Interno Hidrostático
I 1 ANO 3 ANOS 6 ANOS
II 2 ANOS 4 ANOS 8 ANOS
III 3 ANOS 6 ANOS 12 ANOS
IV 4 ANOS 8 ANOS 16 ANOS
V 5 ANOS 10 ANOS 20 ANOS
 
2-      Para estabelecimentos que tenham serviço de inspeção no local, deve obedecer a tabela
abaixo:
 
 
Categoria do Exame Exame Teste
Vaso Externo Interno Hidrostático
I 3 ANOS 6 ANOS 12 ANOS
II 4 ANOS 8 ANOS 16 ANOS
III 5 ANOS 10 ANOS A CRITÉRIO
IV 6 ANOS 12 ANOS A CRITÉRIO
V 7 ANOS A CRITÉRIO A CRITÉRIO
 
Seguem exemplos:

Exemplos de classificação de vasos de pressão

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1º Caso:
Equipamento: Fracionadora de etileno
Temperatura de operação: -30°C
Volume geométrico: 785m3
Pressão de operação: 20,4kgf/cm2
Produto: Etileno

a) Para verificar se o vaso se enquadra na NR-13:


 Máxima pressão de operação = 20,4kgf/cm2
 Para transformar para kPa:
 20,4 ÷ 0,010197 = 2000,58 kPa
 P.V = 2000,58 (kPa) x 785 (m3)
 P.V = 1.570.461,90
 P.V >> 8, portanto o vaso se enquadra na NR-13

b) Para determinar a categoria do vaso:


 Produto Etileno = fluido inflamável = fluido classe “A”
 P.V = 2,00058 MPa x 785m3 = 1.570,45 (portanto P.V > 100)
 Com P.V > 100 e fluido classe “A”, vamos à tabela do Anexo IV e tiramos que o vaso é
Categoria I.122

2º Caso:
Equipamento: Filtro de óleo lubrificante
Temperatura de operação: 40ºC
Volume geométrico: 290 litros
Pressão máxima de operação: 5,0kgf/cm2
Produto: Óleo lubrificante

a) Para verificar se o vaso se enquadra na NR-13:


 Máxima pressão de operação: 5,0kgf/cm2
 Para transformar para kPa:
 5,0 ÷ 0,01097 = 490,34 kPa
 Volume geométrico: 2,90 = 0,290m3
 Produto P.V = 490,34kPa x 0,290m3 = 142,19
 P.V > 8, portanto se enquadra na NR-13

b) Para determinar a categoria do vaso:


 Produto = óleo lubrificante = fluido classe “B”
 P.V = 0,49034 MPa x 0,290m3 = 0,142, portanto grupo de  potencial de risco = 5 e fluido
classe “B”
 Entrando na tabela do Anexo IV, determinamos que o vaso é Categoria IV.

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Informações Adicionais sobre a NR 13


De acordo com as Normas Regulamentadoras denomina-se: “Caldeiras a vapor são
equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica,
utilizando qualquer fonte de energia, excetuando-se refervedores e equipamentos similares
utilizados em unidades de processo”.
O vapor pode ser utilizado em diversas condições como, baixa, alta, saturada, superaquecida

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pressão, entre outros. Podendo também elaborar diversos tipo de equipamentos nos quais
estão inclusas as caldeiras com variedades de fonte de energia.

Determina-se como caldeira, conforme informações da própria norma, qualquer


equipamento que gere e acumule simultaneamente vapor de água ou outro fluído. Vale
ressaltar que unidades que estão instaladas em navios e caminhões também devem obedecer
a norma, porém verificar os itens que estão relacionados a esse tipo de atividade ou que não
tenham uma normalização de maior adequação.

Para efeito de informação, não deverão ser consideradas caldeiras os seguintes


equipamentos: Caldeira que usufruem de fluído térmico, e não vaporizam;
Trocadores de calor, cujo projeto de construção é elaborado por critérios referentes a vaso
sob pressão;

Equipamentos com serpentina sujeita a chama direta ou gases aquecidos que gerem, mas
não acumulam vapor, como: fornos, gerador de circulação forçada e outros;
Serpentinas de fornos ou vasos de pressão que aproveitam o calor residual para gerar ou
superaquecer vapor.

Qual é o profissional responsável?


Conforme a NR 13: “Para efeito desta NR, considera-se ‘Profissional Habilitado’ aquele que
tem competência legal para o exercício da profissão de engenheiro nas atividades referentes
a projeto de construção, acompanhamento de operação e manutenção, inspeção e
supervisão de inspeção de caldeiras e vasos sob pressão, em conformidade com a
regulamentação profissional vigente no país”.
O profissional deve identificar nos equipamentos a seguinte condição:PMTP (Pressão Máxima
de Trabalho Permitida) ou PMTA (Pressão Máxima de Trabalho Admissível), que é o valor de
pressão conciliável com a codificação do projeto, verificando a resistência dos materiais
(utilizados), as grandezas do equipamento e seus parâmetros operacionais.

Existem formas de calcular o PMTA com a utilização de tabelas e fórmulas dispostas no


código do projeto da caldeira, levando a considerações como:
As dimensões de cada parte da caldeira (espessura, diâmetro, entre outros);

Resistência dos materiais (valores de tensão máxima dependentes da temperatura);

Importante observar que o valor do PMTA pode alterar-se ao longo da vida da caldeira em
função da diminuição da resistência mecânica dos materiais e componentes, espessura, entre
outros.

Há conformidades descritas no prontuário do vaso para a atualização da PMTA, que devem


estar com as informações do roteiro de cálculo da PMTA, código de projeto aplicável, ou
indicação de programa de computador para dimensionar a caldeira.

Ocorrendo alguma alteração neste valor, deverão executar ajustes necessários na pressão de
abertura das válvulas de segurança, na placa de identificação e outros controles que
dependem deste vapor.
 

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